Veja 20 famosos que estão na Privacy e você talvez não saiba

A Privacy cresceu muito nos últimos cinco anos e em 2026 chegou à marca de 700 mil criadores! Essa comunidade reúne diversos influenciadores de nicho e novos nomes da internet, mas também conta com muitos famosos que também apostaram na rede social para se conectar com seus fãs de forma mais próxima e exclusiva. Alguns nomes da mídia que entraram recentemente, como o modelo Jesus Luz e o influencer fitness Tadalafellas, estão frescos na memória, mas com tantos perfis ativos, é quase impossível lembrar de todo mundo que já passou ou ainda está por aqui. Por isso, nesta matéria, reunimos alguns nomes conhecidos do público que estão na Privacy — e que muita gente talvez nem se lembre ou até mesmo não saiba. Seja do mundo da TV, da música, do esporte ou das redes sociais, esses famosos encontraram na plataforma um espaço para explorar novos formatos, ter mais autonomia sobre o próprio conteúdo e se aproximar ainda mais da audiência. A seguir, confira uma lista com alguns desses nomes que fazem parte da comunidade da Privacy. Famosos que estão na Privacy e você talvez não lembre:

O ano em que a Toomorrow ampliou seu impacto e cresceu 241% no último semestre de 2025

Esse período marcou um ponto de virada na trajetória da Toomorrow Branding, consultoria estratégica especializada em médias empresas brasileiras, na sua maioria negócios tradicionais e familiares que já cresceram, mas precisam se organizar para dar o próximo passo. O momento foi marcado por reorganização societária, novas contratações, parcerias estratégicas e investimentos estruturais. O resultado foi o melhor semestre da história da empresa. Em maio de 2025, André Corrêa assumiu 100% da gestão do negócio e iniciou uma fase de consolidação estratégica e crescimento do negócio. Entre os principais movimentos estiveram investimentos em pessoas, processos, plataformas de gestão e a estruturação de parcerias, incluindo a aplicação do programa T.O.P. – Toomorrow Oficial Partners, modelo de indicações estratégicas. No campo da tecnologia, a Toomorrow investiu em ferramentas próprias com apoio de inteligência artificial. Um dos exemplos é o BrandClock, diagnóstico estratégico 100% autoral, baseado em metodologia própria, voltado a empresas que passam por momentos de transformação. “A ferramenta analisa 12 critérios personalizados, aponta onde a marca precisa melhorar e gera um plano de ação personalizado.”Faça agora o diagnóstico personalizado da sua marca, pode ser por uma conversa de áudio como se fosse o seu consultor 👉 https://rebrand.ly/brandclock Entre os novos clientes estão a TecMobile do Brasil, o Grupo W1, que reúne as submarcas W1 Eventos Gastronômicos, Casa W1 e W1 Bar & Drinks, além de uma futura linha própria de produtos autorais, e o Grupo SOGNA, responsável pelas marcas Coyote, Ooni e SOGNA. Como última conquista do semestre, destaca-se a Rede Vitória Régia, que já se prepara para expandir suas unidades em 2026. Atualmente, cerca de 80% dos contratos são parcerias de longo prazo. Por fim, uma novidade que em breve será anunciada ao mercado.“Em 2026, a Toomorrow Branding passa a comunicar de forma mais clara sua evolução natural para a Toomorrow Company. A essência permanece a mesma. O branding continua sendo a base. O que evolui é a estrutura, a partir de uma necessidade identificada nos próprios clientes: uma atuação mais ampla e especializada nas áreas de marketing, vendas e cultura, mantendo sempre a visão estratégica e avançando também para o nível tático e operacional, ajudando a tirar os planos do papel.” A Toomorrow Company organiza sua atuação em 5 UNs, sempre em nível estratégico que pode ir até o tático & operacional: Toomorrow Branding, Toomorrow Culture, Toomorrow Marketing, Toomorrow Sales e Toomorrow Learning, com a chegada de especialistas/Senior Partners, que serão anunciados em breve. Tudo isso com a essência de sempre: transformar negócios tradicionais em Marcas do Amanhã, agora com foco ainda mais direto no crescimento dos negócios, sustentado por resultados já validados na prática. Acompahe por aqui https://www.instagram.com/oandre.correa/https://www.instagram.com/toomorrow.branding/

MRV lança plataforma que usa IA para transformar corretores em criadores de conteúdo digital

A MRV, uma empresa do grupo MRV&CO, acaba de lançar a “Corretor, Câmera, IAção”, uma plataforma inédita no mercado imobiliário que utiliza Inteligência Artificial Generativa para potencializar a presença digital dos corretores da companhia. A iniciativa, que conta com a parceria da Newell & Simon Consulting, marca um novo capítulo na estratégia de comunicação e vendas da MRV ao transformar corretores em protagonistas da produção de conteúdo conectado ao comportamento digital dos consumidores. A iniciativa combina automação, gêmeos digitais (Digital Twins) e conteúdo gerado pelo próprio usuário (UGC, sigla em inglês para User Generated Content) para criar posts, vídeos e memes personalizados em escala, todos conectados às principais tendências da internet e à hiperregionalização dos empreendimentos. Os conteúdos seguem a lógica do Brazilian Marketing: linguagem nativa das redes sociais, com humor, edições criativas e alto potencial de compartilhamento para vender produtos de forma orgânica. “O objetivo do projeto é potencializar a presença digital dos corretores da MRV. A gente quis conectar o mundo digital, por meio de frames virais e memes, com o universo dos corretores, trazendo informações sobre os produtos da construtora. A plataforma foi criada do zero pela empresa Newell & Simon em parceria com a Sacada, a casa de ideias da MRV, e permite que o corretor, de forma muito simples, se veja inserido nesse ambiente digital de alto engajamento”, afirma Bob Siqueira, Head Criativo da Sacada, agência interna da MRV. Com a base de corretores sendo fomentados como nano e micro influenciadores e projeção de milhões de impactos orgânicos, a plataforma amplia a presença digital da MRV em um ambiente cada vez mais resistente à publicidade tradicional, aproximando marca, corretores e consumidores. O processo é simples: o corretor acessa a plataforma e personaliza seu perfil via chat, enquanto a inteligência artificial gera automaticamente os materiais prontos para publicação. O projeto fica no ar até o final da atual temporada do Big Brother Brasil, que tem a MRV como patrocinadora oficial, e servirá de base para outras ativações da marca ao longo de 2026. “Esse projeto mostra como a Inteligência Artificial pode unir eficiência e criatividade para diferenciar marcas em um ambiente dominado pelo conteúdo nativo gerado pelo usuário”, afirma Icaro de Abreu, General Manager da Newell & Simon Consulting. Quando o corretor vira creator: MRV Collab amplia voz e alcance nas redes Como complemento à plataforma, a MRV lança o MRV Collab com Corretores Creators, um projeto colaborativo que transforma conteúdos produzidos espontaneamente pelos corretores — como vídeos sobre imóveis, rotinas de atendimento, dúvidas reais dos clientes e informações sobre os apartamentos apresentados no BBB 26 — em ativos estratégicos da marca. Os materiais com melhor desempenho orgânico podem ser impulsionados pela própria MRV em plataformas como Instagram, Facebook e TikTok, respeitando a autoria e o estilo de cada criador. Além de fortalecer a imagem da MRV como marca inovadora, o projeto também gera benefícios diretos aos corretores, que passam a ter maior visibilidade dentro do ecossistema da companhia, ampliam sua autoridade no mercado imobiliário e aumentam as oportunidades de geração de leads. “O BBB 26 amplia a visibilidade da MRV em escala nacional, mas sabemos que a decisão de compra na base do funil depende muito da confiança e da proximidade com a marca. É justamente por isso que os corretores são protagonistas nessa jornada. Ao transformar seus conteúdos em mídia estratégica, conectamos informação, entretenimento e relacionamento local”, explica Thiago Ely, Diretor Executivo Comercial e de Marketing da MRV.

Experiência do cliente começa na fábrica: como a engenharia de produto impacta a percepção da marca

Por Moisés Olavo da Silva, executivo com mais de 20 anos de experiência em engenharia de produto, sourcing e gestão de produção para marcas globais Em mercados cada vez mais competitivos e conectados, a experiência do cliente se torna uma jornada que já começa na própria fábrica, com a instalação de engenharia de produto e controles de qualidade, como indica, inclusive, dados do Gitnux Market Data Report, site de estatísticas sobre o mercado, que aponta que 86% dos consumidores afirmam estar dispostos a pagar mais por produtos que entregam uma experiência superior, evidenciando que a percepção de valor vai além do preço ao começar muito antes do contato direto com o cliente. Na indústria, essa experiência é construída a partir das decisões tomadas nas áreas de engenharia de produto, processos e qualidade, relacionados a materiais, desempenho, durabilidade, segurança e usabilidade. A relação entre a fábrica e a percepção da marca é direta, porém, algumas vezes, subestimada. É necessário entender que a experiência do cliente começa no projeto. Cada decisão técnica tomada pela engenharia, desde a robustez do produto até a facilidade do uso, impacta o que o cliente vai perceber depois, e quando a engenharia erra, a marca paga a conta. Outro ponto crítico é o alinhamento entre engenharia, produção e áreas comerciais, já que muitas falhas de percepção surgem quando o discurso do marketing não está conectado à realidade técnica do produto. Quando a promessa feita ao mercado não reflete o que foi validado na engenharia e na qualidade, o impacto negativo recai sobre a marca. Ou seja, é fundamental que as áreas conversem desde o início do desenvolvimento. Por esse motivo, ao longo dos últimos anos, a indústria passou a integrar cada vez mais conceitos de customer experience aos processos produtivos. Metodologias de engenharia simultânea, análise de falhas, melhoria contínua e testes mais próximos da realidade de uso têm ganhado espaço como forma de reduzir retrabalho, falha de produto, problemas de durabilidade, recalls e desgaste de imagem.  Marcas que colocam a engenharia de produto no centro da estratégia conseguem não apenas entregar melhor desempenho e confiabilidade, mas também fortalecer sua reputação e aumentar a fidelização, consolidando a qualidade como um dos principais ativos de valor em cada peça desenvolvida. 

Interoperabilidade e IA transformam os serviços tecnológicos na saúde brasileira

O mercado de fornecedores de serviços em healthcare no Brasil passa por uma transformação estrutural em 2025, impulsionada pela combinação entre interoperabilidade, inteligência artificial, automação e cibersegurança. O movimento reflete tanto a complexidade do sistema de saúde brasileiro quanto a pressão crescente por eficiência operacional, sustentabilidade financeira e o foco na experiência do paciente. É o que mostra a nova edição do estudo ISG Provider Lens® Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil, produzido e distribuído pela TGT ISG. O relatório trouxe uma análise tanto do setor público quanto do privado. O Brasil tem hoje um dos maiores sistemas de saúde do mundo. “O SUS, com 35 anos, atende cerca de 74% da população e contou com um orçamento em torno de R$220 bilhões para 2025”, afirma Sonia Maria Castral, distinguished analyst da TGT ISG e autora do estudo. “Já a saúde suplementar atende aproximadamente 87 milhões de vidas, sendo que 75% dos planos de saúde são empresariais, o que mostra como o acesso individual tem limitações”. Na comparação com o ano anterior, o foco dos investimentos e estratégias evoluiu. “Na edição anterior, a discussão estava muito concentrada em inteligência artificial e sustentabilidade financeira. Este ano, a interoperabilidade passa a ser o grande vetor da transformação da saúde no Brasil”, destaca a especialista. A interoperabilidade, segundo a autora, é o elemento que conecta laboratórios, hospitais, operadoras e demais atores do ecossistema. “É a capacidade de integrar informações para criar um prontuário único do paciente, por exemplo. Com isso, evitamos procedimentos duplicados, reduzimos custos e aumentamos a eficiência do atendimento”, comenta. Esse avanço tem impacto direto na operação dos fornecedores de serviços, que passam a ser cobrados não apenas por tecnologia, mas por capacidade de integração, governança de dados e escalabilidade. Esse movimento ocorre em paralelo à aceleração da transformação digital na saúde, que envolve o uso estratégico de prontuários eletrônicos, telemedicina, inteligência artificial, dispositivos vestíveis, IoT e analytics. Em 2025, a IA seguiu como peça central para diagnósticos avançados, automação de fluxos de trabalho, análises preditivas e manejo da saúde populacional, além de apoiar modelos de cuidado mais personalizados. “A inteligência artificial aplicada hoje à saúde está muito focada na automação de processos, como agendamento de consultas, aprovação de procedimentos e, principalmente, análise de imagens”, explica. “Hospitais brasileiros já utilizam IA para análise de imagens, o que reduz significativamente a carga burocrática e libera tempo do médico para o cuidado com o paciente”. Quando interoperabilidade e IA se combinam, o resultado é a transformação da jornada do paciente, colocando-o como centro da experiência, envolvendo check-in e check-out digitais, agendamento por chatbots e integração de dados, o que agiliza o atendimento. Segundo o relatório, a automação também avança no setor público. “O SUS, por meio do projeto Conecta SUS e da Rede Nacional de Dados em Saúde, está adotando protocolos globais de interoperabilidade, o que traz mais agilidade, menos burocracia e maior eficiência”, afirma Castral. Outro eixo crítico para o mercado de fornecedores é a sustentabilidade financeira. De acordo com o estudo, a IA e as ferramentas analíticas estão sendo usadas para auditorias inteligentes, redução de glosas e análises financeiras mais precisas. Isso reduz fraudes e acelera o ciclo de receitas das instituições. No entanto, à medida que os dados passam a circular de forma mais ampla, a cibersegurança se torna um fator decisivo. Com interoperabilidade, nuvem e telemedicina, a cibersegurança deixa de ser opcional e passa a ser estrutural. “Sem segurança da informação, não existe interoperabilidade”, alerta Castral. Diferentemente de outros setores, como o varejo, o impacto de um vazamento na saúde é ainda mais grave. “Não se trata apenas de perda de dados, mas de informações clínicas, pessoais e confidenciais. Por isso, a cibersegurança é hoje uma das áreas com maior volume de investimentos no mercado de healthcare.” Nesse cenário, os fornecedores de serviços em healthcare enfrentam um mercado mais exigente, regulado e orientado a resultados. “A transformação digital está melhorando a eficiência, a acessibilidade e colocando o paciente no centro. O futuro da saúde no Brasil passa, inevitavelmente, pela integração de dados, modernização operacional e uso estratégico da tecnologia”, finaliza. O relatório ISG Provider Lens® Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil avalia as capacidades de 26 fornecedores em três quadrantes: Payer Digital Transformation, Provider Digital Transformation e Interoperability and Data Security. O relatório nomeia a Deloitte, a MV e a Philips Healthcare – Tasy como líderes em todos os três quadrantes. Nomeia a Accenture como líder em dois quadrantes e a DGS, a InterSystems e a TOTVS como líderes em um quadrante cada. Além disso, a Liberty Health, a Planium e a UpFlux foram nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada.

Cif apresenta nova linha de Espumas Milagrosas para remover gordura e limo

Sujeiras difíceis, como gordura incrustada em airfryers e grelhas ou o limo persistente no banheiro, seguem entre os principais desafios do dia a dia do consumidor brasileiro. Atenta a esse cenário, Cif, marca de limpeza da Unilever, amplia seu portfólio com o lançamento da linha Cif Espuma Milagrosa, que chega ao mercado com novas fórmulas do Derrete Gordura e Extermina Limo. Em suas novas versões, os produtos prometem maior potência na remoção imediata da gordura incrustrada e do limo impregnado, aliando eficácia e praticidade. Um dos diferenciais da linha é a possibilidade de aplicação em qualquer posição, inclusive com a embalagem de ponta-cabeça, facilitando o uso em áreas de difícil acesso. Os resultados são visíveis já na primeira aplicação, reforçando a proposta de desempenho superior. De acordo com Gabriela Lairana, gerente de Marketing da Unilever, o lançamento reflete a atenção da marca às necessidades reais e atuais do consumidor. “O brasileiro tem um entendimento muito claro do que espera de produtos de limpeza. O lançamento da nova linha de produtos Cif Espuma Milagrosa reflete nossa visão de resolver problemas cotidianos que todos os consumidores enfrentam, como a limpeza de airfryers na cozinha e o desafio do limo no banheiro. Identificamos a oportunidade de trazer ao mercado uma solução praticamente milagrosa para essas situações”, afirma. Para apoiar a chegada da novidade ao ponto de venda, a marca investe em uma campanha de comunicação com forte apelo criativo, incluindo a presença da nova linha Cif Espuma Milagrosa na edição de 2026 do Big Brother Brasil, com ações integradas dentro e fora da casa mais vigiada do país. 

Marcas precisam ir além do patrocínio tradicional para se conectar ao novo fã de esporte, aponta estudo

As marcas que quiserem se conectar aos fãs de esportes este ano terão que inovar. A aposta deve ser em contar histórias não-óbvias, unir paixões que vão além do espírito desportivo, como a música ou o cinema, e deixar o fã ser o protagonista da narrativa, de acordo com o estudo “The New Era of Sports Fandom”, da Winnin, uma plataforma de inteligência cultural que analisa tendências de consumo em redes sociais por meio de uma IA proprietária, a ZAI. O relatório foi apresentado na última quinta-feira, 5, em evento fechado. De acordo com o mapeamento, as marcas, geralmente, utilizam métodos mais tradicionais para se conectarem com o universo do esporte, como o patrocínio de camisas ou a exposição publicitária nas arenas, estratégias essas que são pouco inovadoras e não se conectam com a cultura atual. Por isso, mesclar a paixão pelo esporte com outros interesses, como moda, gastronomia ou jogos, traz maior chance de engajamento e sucesso.  “Quem não viu o nosso querido campeão de MMA, Alex Pereira, o Poatan, dançando com as integrantes do ‘TripleS’, grupo de K-Pop? Isso é muito relevante para o universo de quem é apaixonado por música coreana e por luta. Quando uma marca valida essas duas paixões, ela tem mais chances de criar algo que as pessoas vão querer escolher, dedicar-se e pensar”, comenta Gian Martinez, co-fundador e CEO da Winnin, durante o evento. O especialista cita também o noivado entre Travis Kelce, jogador de futebol americano com a cantora Taylor Swift. “As pessoas vão para os jogos, criam pulseiras da amizade e compartilham essas experiências juntas. Todo o cosmos de fãs da artista entrou para o mundo do esporte, que é o maior catalisador da cultura da atualidade”, explica ele, reiterando ainda a revolução estética ocorrida no esporte, com a ascensão do blue core, retro core e Brasil core, indicando brasilidade, nostalgia e uma tendência ao uso da cor azul. O esporte além da Copa do Mundo  Segundo Gian Martinez, quem ama o esporte, o faz de forma constante. Dessa forma, é importante ser relevante durante os grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, mas também entender que estes são ambientes de alta competição por atenção. Por isso, apostar em narrativas fora do eixo é uma estratégia interessante para ganhar relevância. “Um exemplo muito bacana disso é o resultado que o Mirassol apresentou no Campeonato Brasileiro do ano passado. Ninguém esperava, mas de repente o time cresceu”, comenta o especialista.  E, ainda, o resultado do amor pelo esporte pode ser visto pelas lentes dos próprios fãs. O conteúdo gerado pelo próprio usuário está em ascensão, impulsionado pelas ferramentas de inteligência artificial que o ajudam nessa tarefa. Isso tem criado experiências cada vez mais imersivas, fazendo com que as marcas precisem reconhecer e interagir com essa nova modalidade de usuário.  “Nossa plataforma atua em todas as redes sociais mapeando quem são as pessoas que estão engajando com os conteúdos. Analisamos condições demográficas, de gênero, e entendemos quais são os comportamentos da audiência em determinada categoria de interesse. Dentro de tudo o que acontece na categoria que estamos mapeando, entendemos qual o lugar da marca nisso. Uma vez que se tem clareza dos volumes culturais, do que está se passando na categoria da marca, conseguimos definir um território cultural e entender como ser relevante lá dentro. É assim que a Winnin funciona”, finaliza Gian Martinez. 

Boticário homenageia os diferentes ritmos do Carnaval em campanha e participa de celebrações em todo Brasil

Presente em diferentes festas e celebrações pelo país, O Boticário, marca de beleza mais amada pelos brasileiros*, reforça o Carnaval como um espaço de conexão com a diversidade de manifestações culturais que acontecem simultaneamente no Brasil. Em 2026, a atuação da marca se distribui entre blocos, camarotes, trios e eventos fechados, com presença em praças como Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, sempre a partir de experiências de beleza pensadas para dialogar com o contexto e a identidade de cada região. “Já virou tradição da nossa marca marcar presença nas mais diversas e autênticas celebrações dessa, que é a mais brasileira das festas. O Carnaval é um momento de celebração, expressão e conexão e só a marca presente em 99% dos lares brasileiros poderia promover uma presença tão democrática, e falar com a voz local sobre a cultura e os ritmos da festa. É a nossa forma de acompanhar as pessoas em experiências que fazem parte da cultura brasileira, valorizando as diferentes identidades regionais que atravessam essas celebrações”, afirma Jacqueline Tobaru, Diretora de Marketing Regional do Grupo Boticário. Essa aproximação com a festa acompanha um movimento mais amplo de valorização da cultura como ponto de contato entre marcas e consumidores. De acordo com dados da Kantar, 80% dos brasileiros valorizam marcas que se conectam a eventos culturais relevantes, o que reforça a importância de ações que respeitam a identidade das festas e os territórios onde elas acontecem. No setor de beleza e cuidados pessoais, o Carnaval também se destaca como um período em que categorias como fragrâncias, desodorantes, maquiagem e itens de cuidado ganham ainda mais protagonismo, acompanhando a rotina intensa dos foliões. É nesse contexto que se insere a atuação do Boticário neste ano. Sob o conceito “A Beleza do Nosso Carnaval”, a marca reforça sua relação histórica com a festa e com a pluralidade das manifestações culturais brasileiras. Para traduzir esse conceito, a marca conta ainda com a participação de Erika Moura, Valéria Valenssa — que, em 2026, retornam como as “Globelezas” na vinheta de Carnaval da TV Globo — e Juliana Paiva em um filme manifesto. As três dançarinas  protagonizarão uma coreografia autoral em homenagem aos diferentes ritmos carnavalescos do Brasil. A campanha assinada pela agência LePub São Paulo, com filme dirigido por Igor Selingarde, estreia no dia 09 de fevereiro nos canais proprietários da marca. “A participação de figuras icônicas, como Erika Moura e Valéria Valenssa, ao lado de Juliana Paiva, celebra a cultura brasileira e o Carnaval de forma autêntica e atual”, diz Laura Esteves, CCO da LePub São Paulo. A presença do Boticário no Carnaval se desdobra em formatos variados, acompanhando os diferentes jeitos de viver o Carnaval, do circuito de blocos de rua aos camarotes e festas fechadas, valorizando as particularidades de cada celebração. Entre os destaques das 15 ativações Brasil afora,  estão alguns dos principais blocos de rua do Brasil, como o Galo da Madrugada, o Bloco Quando Come Se Lambuza e o Bloco do Léo Santana, além de festas fechadas, como o Camarote Salvador, o Baile da Arara, o Camarote Bar Brahma e o OBA Festival. A escolha dos eventos reflete a diversidade do Carnaval brasileiro e a proposta de estar próximo dos consumidores em diferentes momentos e formatos da festa. Nos blocos, a marca promove ações de distribuição de brindes e experimentação de produtos voltados à praticidade e ao cuidado durante a folia, como body splash, body spray, maquiagem e proteção solar. Já nas festas fechadas e camarotes, a experiência é voltada à perfumaria, com destaque para o lançamento das fragrâncias Malbec Black Legend e a Tríade de Her Code. No Camarote Bar Brahma, a marca oferece ainda serviços de maquiagem com produtos de Make B. No Camarote Salvador, a iniciativa também inclui um espaço de relaxamento, em que os convidados poderão desfrutar de massagens exclusivas com os produtos da linha Nativa SPA. Além das ativações, o Boticário selecionará membros do programa de fidelidade BeautyBox para viverem experiências exclusivas em algumas das festas mais icônicas do Carnaval brasileiro: em São Paulo, no Camarote Bar Brahma; em Salvador, no Camarote Salvador; e no Rio de Janeiro, no Baile da Arara. A escolha dos Boti Lovers será realizada diretamente em lojas selecionadas, priorizando o relacionamento e a fidelidade dos consumidores da marca, reforçando a conexão entre a presença física no varejo e benefícios exclusivos. shasvh

WAAW by Alok proporciona experiência em Portugal com Lucas Chumbo, fãs e influenciadores

A WAAW by Alok, expoente nacional em tecnologia de bens de consumo, acaba de concluir a segunda edição da campanha “No Drop de Nazaré”. A ação levou influenciadores e consumidores para o epicentro do surfe mundial, em Portugal, para uma jornada de uma semana ao lado do recordista e ícone das ondas grandes, Lucas Chumbo. Com essa iniciativa, a WAAW by Alok reafirma seu posicionamento não apenas como uma desenvolvedora de caixa de som e fones de ouvido, mas como uma curadora de momentos que definem a cultura contemporânea. “Nossa missão é transformar a relação entre marca e comunidade em algo visceral. Queremos ir além da publicidade tradicional, criando conexões genuínas e colaborativas. Nazaré é o cenário ideal para provar que tecnologia e aventura, quando conectadas com propósito, geram memórias inesquecíveis”, afirma Tiago Veiga, Head de Marketing. Muito além de uma premiação convencional, a campanha materializa o DNA da marca: a intersecção entre lifestyle, inovação e o poder transformador da música. Em Nazaré, famosa pelas muralhas de água que ultrapassam os 20 metros na Praia do Norte, os participantes mergulharam em um roteiro que uniu o esporte e cultura. A experiência que está em andamento, está proporcionando um panorama completo de Portugal, conectando o ‘epicentro’ das ondas gigantes a um mergulho cultural profundo. Além de conferirem de perto a estrutura do Nazaré Canyon Extreme e do 1º Hangar de Ondas Gigantes, os participantes desfrutarão de momentos de conexão real com Lucas Chumbo. O itinerário ainda passará por destinos icônicos como Aveiro e Porto, o histórico Santuário de Fátima e encerram a expedição com a energia urbana da capital, Lisboa.

O futebol te chama. E a Motorola atende.

A Motorola anuncia hoje o lançamento global da campanha “Football is Calling” ou “O Futebol te Chama”, como Parceira Oficial de Smartphones da FIFA World Cup 26™. Desenvolvida para se conectar com os bilhões de fãs que transformam o torneio no maior fenômeno cultural do planeta, a campanha convida torcedores a capturar, compartilhar e criar suas próprias experiências da FIFA World Cup™ por meio dos smartphones da Motorola. A cada quatro anos, a Copa do Mundo da FIFA transforma a rotina ao redor do mundo. Horários de sono mudam, hábitos são deixados de lado e bilhões de pessoas se conectam para compartilhar a mesma paixão. A escala é impressionante: na última FIFA World Cup™, foram registradas centenas de milhões de publicações e bilhões de interações nas redes sociais, reforçando como o futebol se torna o centro da atenção global. Para a Motorola, esse movimento cultural vai além de um patrocínio. É um convite para viver dentro da história dos fãs, amplificando a diferença entre o “você do dia a dia” e o “você torcedor”. É também uma oportunidade para que expressem sua identidade, celebrem suas comunidades e se sintam parte do evento esportivo mais icônico do mundo, com tecnologia intuitiva e de design marcante, que permite criar, compartilhar e se conectar muito além dos 90 minutos de jogo. A campanha tem como peça central um filme desenvolvido em colaboração com a Matter + Energy, criada para liberar toda a energia da paixão pelo futebol e evidenciar o papel da Motorola como facilitadora da expressão dos fãs. O vídeo acompanha torcedores ao longo de sua jornada na FIFA World Cup, desde a emoção da compra dos ingressos até a celebração de momentos inesquecíveis ao lado de outros fãs. Em cada etapa, os dispositivos Motorola estão presentes, ajudando a levar a eletricidade do torneio para onde quer que os torcedores vão. E lembrando que, quando o futebol chama, o “você torcedor” sempre atende. “Ao criar a campanha Football is Calling – ou O Futebol te Chama, queríamos aproximar o espírito da FIFA World Cup dos fãs, colocando tanto as pessoas quanto a tecnologia no centro da experiência”, afirma Ruben Castano, Vice-Presidente de Design, Brand e CX da Motorola. “Por meio de design cuidadoso, inteligência artificial avançada e câmeras potentes, os smartphones da Motorola capacitam os fãs a captar a energia da torcida, a emoção de cada gol e o prazer simples de compartilhar esses momentos em tempo real.” A campanha “Football is Calling” ou “O Futebol te Chama” estará presente em redes sociais, no varejo, em experiências de produto e em plataformas digitais, garantindo que a presença da Motorola seja percebida em todos os pontos de contato em que os fãs se conectem ao torneio.

Vitacon aposta em branding para unir imobiliário e finanças em nova fase da marca

Com uma trajetória de mais de 16 anos no desenvolvimento de empreendimentos inovadores no mercado, a Vitacon abre o ano reposicionando sua estratégia e ampliando sua atuação. A companhia passa a se apresentar como a primeira fincorporadora do país, integrando de forma estruturada o negócio imobiliário à lógica financeira. O reposicionamento estratégico e a nova identidade visual foram desenvolvidos pela FutureBrand São Paulo, agência de branding, design, cultura organizacional e consumer behaviour do Grupo Omnicom. O objetivo dessa evolução é tratar o imóvel como ativo financeiro desde a origem, com critérios técnicos de seleção, uso intensivo de dados, governança robusta e foco em previsibilidade de resultados, ampliando a transparência e a segurança para o investidor. “Esse reposicionamento traduz uma evolução natural da Vitacon. A marca passa a refletir com mais clareza quem já somos na prática, uma companhia que combina visão imobiliária com racional financeiro, dados e governança. A nova identidade visual acompanha essa mudança, reforçando atributos como sofisticação, transparência e confiança, essenciais para dialogar com um investidor cada vez mais atento à lógica de valor e previsibilidade”, afirma o diretor de Marketing e Comunicação da Vitacon, João Henrique Firmino. Para marcar essa evolução, a Vitacon adotou uma nova identidade visual, mais clean e contemporânea, que vai além do redesenho da marca. O vermelho dá lugar ao azul, reforçando atributos de sofisticação, solidez e elegância, em sintonia com o universo do mercado financeiro. A companhia passa a aplicar o novo posicionamento em todos os seus pontos de contato, desde tapumes e materiais de obra até os produtos e comunicação com clientes e investidores. Esse movimento também se reflete em uma comunicação mais digitalizada, com projetos futuros de podcasts, newsletters e iniciativas de conteúdo próprio, aproximando a Vitacon de um ecossistema de informação e debate sobre investimentos, finanças e o futuro da cidade. Para a diretora de head e estratégia da FutureBrand São Paulo, Ana Virtuozo, o ponto central do posicionamento da Vitacon foi unir a expertise da companhia no mercado imobiliário com a inteligência financeira e produtos desenhados exclusivamente para investidores, sem perder a essência que transformou a empresa referência no setor. “A Vitacon entra em um novo momento ao se posicionar como uma marca que trata o tijolo como ativo estratégico. A estratégia aproxima a experiência da marca do universo financeiro, com mais inteligência, previsibilidade e proximidade para os investidores, sem abrir mão da sua essência de inovação e transformação da cidade. Investimento, tecnologia e visão urbana passam a operar de forma integrada, ampliando o papel da companhia para além da incorporação tradicional: uma fincorporadora”, afirma Ana. O novo ciclo também se consolida com a decisão simbólica e estratégica de mudança da sede. A companhia deixa a região da avenida Paulista para se posicionar na Faria Lima, um dos centros mais dinâmicos da economia brasileira e sede de algumas das principais companhias do país. O endereço reflete ainda a proximidade com o ecossistema financeiro, de investimentos e tecnologia que vem moldando os rumos dos negócios no Brasil.

Data centers competitivos começam por cadeias de suprimentos sólidas

por Luis Cuevas* Os últimos cinco anos colocaram as cadeias globais de suprimentos sob uma pressão sem precedentes, com guerras comerciais, desastres naturais e uma pandemia, que expuseram vulnerabilidades em praticamente todos os setores da economia. Saímos da era do “just in time” e entramos definitivamente na era do “just in case”. As organizações mais preparadas compreenderam que esses desafios representam também uma oportunidade: transformar suas redes de suprimentos em diferenciais competitivos. Esse gerenciamento vai muito além da logística ou da eficiência operacional – trata-se de um componente central da estratégia de negócios com impacto direto sobre a rentabilidade, a satisfação do cliente e a capacidade de inovação. Um estudo da Accenture mostra que empresas com cadeias de suprimentos avançadas apresentam, em média, 23% mais rentabilidade. Por muito tempo, essas estruturas foram planejadas de forma isolada da estratégia corporativa, mas hoje os líderes de mercado integram plenamente o desenho do ecossistema aos objetivos de longo prazo da organização. Essa mudança de mentalidade prioriza agilidade, previsibilidade e crescimento sustentável. Nos últimos anos, observamos um movimento consistente de regionalização. De acordo com a McKinsey, 60% das empresas já avançaram em direção a cadeias mais localizadas, com o objetivo de aumentar a resiliência e responder com mais rapidez às variações de demanda e às novas exigências regulatórias.  Governos também estão impulsionando essa transformação. O European Chips Act, por exemplo, busca dobrar a participação da Europa no mercado global de semicondutores até 2030, enquanto o programa Make in India pretende consolidar a Índia como potência manufatureira global. Nos Estados Unidos, legislações como o Buy American Act e o Trade Agreements Act reforçam a prioridade por produtos de origem nacional e o cumprimento de acordos comerciais justos. Entender como essas políticas afetam o seu setor é o primeiro passo para desenvolver uma estratégia de fornecimento realmente sólida. Na Schneider Electric, estruturamos nossas operações de cadeia de suprimentos em quatro grandes hubs – Europa, China, Estados Unidos e Índia. Cada um é responsável por desenvolvimento de produtos, pesquisa e inovação, cadeia de fornecimento e gestão de fornecedores, atuando em estreita colaboração com as equipes regionais de vendas e marketing. Esse modelo confere flexibilidade e velocidade para atender às especificidades de cada mercado sem abrir mão da padronização e da sinergia global. Ao mesmo tempo, manter uma visão global e padrões unificados é crucial para garantir resiliência e continuidade diante de imprevistos locais. Encontrar o equilíbrio entre regionalização e integração global é o que define a robustez desse modelo. Apesar dos avanços, a McKinsey aponta um sinal de alerta: algumas empresas estão reduzindo esforços de fortalecimento da resiliência, possivelmente por acreditarem que o pior já passou. As companhias líderes, por outro lado, estão indo além e investindo em cadeias “antifrágeis” – sistemas capazes não apenas de resistir a choques, mas de se tornarem mais fortes após cada crise. Essa evolução depende, sobretudo, do uso inteligente da tecnologia.  Soluções digitais como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina e blockchain permitem visibilidade total e tomada de decisão em tempo real. Painéis integrados e processos automatizados eliminam silos e reduzem erros, tornando a cadeia mais ágil, responsiva e eficiente. Essas ferramentas não pertencem ao futuro distante e já estão disponíveis, sendo utilizadas por empresas visionárias em todo o mundo. O avanço tecnológico, porém, não é suficiente por si só. À medida que as cadeias se tornam mais complexas e baseadas em dados, cresce a necessidade de profissionais com novas competências. CIOs, CSCOs e equipes de RH precisam atuar de modo conjunto para criar uma cultura de aprendizado contínuo, inovação e colaboração entre áreas. Isso envolve capacitar equipes existentes, atrair talentos digitais e desenvolver uma mentalidade aberta à transformação. A tecnologia só entrega resultados quando há pessoas preparadas para utilizá-la de maneira estratégica. Outro aspecto decisivo é o fortalecimento de parcerias estratégicas. A continuidade operacional depende tanto dos fornecedores diretos quanto dos elos mais distantes da cadeia. Escolher parceiros que invistam em sua própria resiliência e compartilhem uma visão de longo prazo é fundamental para manter a estabilidade do ecossistema. Grandes rupturas geralmente têm origem em pontos menos visíveis da cadeia, por isso a transparência e a cooperação em todos os níveis são essenciais. As disrupções prosseguirão fazendo parte do cenário global. O que vai diferenciar as empresas de sucesso será sua capacidade de antecipar mudanças, reagir rapidamente e aprender com as crises. Investir em antifragilidade, inovação digital e capacitação humana não é uma escolha – é uma necessidade estratégica. As decisões tomadas hoje definirão o futuro da cadeia de suprimentos e, consequentemente, o sucesso sustentável dos negócios nas próximas décadas. *Luis Cuevas é diretor de Secure Power e Negócios de Data Centers da Schneider Electric no Brasil

Da experimentação à maturidade: a Fase 2 da IA e os desafios do mercado criativo em 2026

Se 2025 foi o ano em que o mundo começou a entender o potencial da Inteligência Artificial, 2026 marca o início de uma nova era de maturidade para o setor. Para Bia Ambrogi, presidente da APRO+SOM, o mercado criativo entra agora em uma “Fase 2” da tecnologia. “Já estamos vendo mudanças profundas na forma, no fluxo, no formato e no encaminhamento das produções. Na nossa área, o impacto reside nos limites de até onde usar a tecnologia sem comprometer a criatividade humana”, afirma. Um dos pilares desta nova fase é a segurança jurídica. Há uma forte expectativa da conclusão do marco regulatório da IA neste ano, o que permitirá ao mercado estabelecer padrões éticos embasados. Segundo Bia, a cautela da associação foi estratégica: “Algumas entidades buscaram guias práticos baseados no bom senso, mas, a APRO+SOM, por exemplo, optou por aguardar a regulação oficial para, a partir dela, elaborar um guia realmente prático, objetivo e ético sobre a utilização da IA no setor de som”. Além da tecnologia, o cenário macroeconômico impõe um ritmo atípico. A combinação de um ano eleitoral com a realização da Copa do Mundo cria uma dinâmica de espera e sazonalidade. “O mercado oscila entre marcas e agências que aguardam os resultados das urnas para definir posicionamentos e uma agenda de comunicação que gira intensamente em torno da Copa. É um cenário desafiador que se soma à necessidade de as produtoras e fornecedores se posicionarem sobre como integrarão a IA em seus processos”, explica Bia. Nesse contexto, a palavra de ordem é flexibilidade. Com a pressão por redução de custos e o surgimento de novas plataformas, as produtoras musicais precisam expandir seu escopo tradicional. Para a presidente da associação, a produção de som para audiovisual de publicidade, entretenimento e games deve evoluir e estar preparada para finalidades que estão apenas começando a surgir. “Precisamos cultivar essa abertura para novas formas de trabalhar sem se prender a um formato único, pois os formatos realmente vão mudar.” Esse movimento é, também, uma aposta estratégica na exportação de serviços e produtos de áudio. Em um ano em que o Brasil volta a ocupar o protagonismo no audiovisual, no cinema e nas premiações internacionais da música, o setor de som acompanha essa visibilidade ampliada. Ao mesmo tempo em que o país fortalece ainda mais sua imagem cultural no exterior, as produtoras brasileiras têm a oportunidade de fortalecer a exportação de produtos e serviços brasileiros. As marcas reconhecem o som como um ativo estratégico e de poder imagético, mas o mercado enfrenta um paradoxo: a valorização da identidade sonora versus a busca agressiva pela redução de custos. Para proteger os produtores dessa dinâmica predatória, a APRO+SOM continua mobilizando o setor em torno de mecanismos de defesa, como o Projeto de Lei 1776/2025. A proposta visa corrigir gargalos crônicos, como as condições abusivas de pagamento que fragilizam as pequenas e médias produtoras. Para Bia, o futuro exige um equilíbrio entre a eficiência técnica e o olhar autoral. “Produções que buscam identidades sonora e emoção em notas dependem de uma visão e execução humana; o fator humano é insubstituível para corporações inteligentes que valorizam o olhar criativo.”, pontua. Ao olhar para o horizonte de 2026, a presidente da APRO+SOM reforça a importância da resiliência criativa: “No mais, é preciso ter mente aberta e sensibilidade para entender para quem e para onde vamos criar som, considerando as novas mídias e produtos. Descobriremos ao longo do ano, como e para quem produziremos”.

Por que seguidores não garantem agenda cheia: o paradoxo da visibilidade sem conversão em clínicas de saúde

Ter milhares de seguidores nas redes sociais e, ainda assim, conviver com buracos na agenda tornou-se uma situação recorrente em clínicas de saúde no Brasil. O fenômeno atinge profissionais que produzem conteúdo com frequência, investem em estética digital e registram bom engajamento, mas não conseguem transformar visibilidade em consultas marcadas. O problema, segundo especialistas em gestão e marketing da saúde, está menos no alcance e mais na ausência de uma estratégia clara de conversão ao longo da jornada digital do paciente. Conteúdo que informa, mas não conduz à decisão Boa parte das clínicas concentra sua comunicação em dicas genéricas de saúde, curiosidades e orientações que são facilmente encontradas em pesquisas na internet. Esse tipo de conteúdo cumpre um papel educativo, mas tende a formar seguidores que observam, consomem e seguem, sem avançar para a decisão de agendar um atendimento. O resultado é um público informado, porém distante da ação. Para Ricardo Novack, especialista em gestão e sócio-diretor do Grupo ICOM, o erro está em tratar as redes apenas como vitrine. “O conteúdo gera valor, mas não cria desejo. O seguidor aprende, mas não entende por que aquele profissional é a solução ideal para o problema dele”, afirma. A jornada digital do paciente espelha a experiência presencial e exige o cumprimento de etapas graduais. Tudo começa com o acesso à informação, que evolui para o reconhecimento de que a clínica detém a solução para uma dor específica. A partir daí, o conteúdo deve nutrir a confiança e estabelecer a autoridade profissional. Somente após atravessar esse ciclo é que o paciente se sente seguro para o agendamento. Se a comunicação foca apenas no interesse inicial, sem aprofundar a conexão, a conversão final raramente se concretiza. Estudos recentes do setor confirmam esse movimento. Levantamento da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP) mostra que clínicas que estruturaram melhor seus processos de comunicação e atendimento reduziram em até 25% as faltas e elevaram em 18% a satisfação dos pacientes. Já o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) aponta que operações com jornadas bem definidas apresentam 22% mais previsibilidade financeira, um indicativo direto de maior taxa de conversão. Mostrar como o atendimento funciona, explicar o método adotado e apresentar resultados reais tem se mostrado mais eficaz do que publicar apenas orientações genéricas. Bastidores, relatos de pacientes e explicações práticas ajudam o público a entender por que aquele serviço é diferente e confiável. “Quando o paciente se identifica com o conteúdo e percebe que o profissional já resolveu casos semelhantes, a decisão de agendamento deixa de ser um conceito abstrato e se torna palpável”, explica Novack. Segundo ele, o testemunho de outros pacientes funciona como um atalho de confiança dentro da jornada digital, reduzindo incertezas e acelerando a decisão pelo primeiro contato. Chamadas para ação ainda são negligenciadas Outro ponto crítico é a falta de direcionamento claro. Muitos conteúdos não indicam o próximo passo esperado do público. Sem chamadas objetivas, como convite para agendar, entrar em contato ou tirar dúvidas, o engajamento se encerra na curtida ou no comentário. Na prática, cada postagem precisa ter um objetivo definido. Se não apresenta a dor, a solução e o caminho para a consulta, tende a funcionar apenas como entretenimento. “A conversão não começa no WhatsApp. Ela começa no conteúdo”, resume o especialista. O crescimento das redes sociais no setor da saúde ampliou a competição por atenção, mas também evidenciou uma distorção: engajamento alto não significa faturamento. Clínicas que desejam transformar seguidores em pacientes precisam rever a forma como se comunicam, deixando de colecionar audiência e passando a estruturar conteúdos que conduzam, de forma clara, até a decisão pelo atendimento.

PagBank marca presença nos circuitos do Carnaval 2026 em SP e PE

O PagBank, um dos principais bancos digitais do Brasil, completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, é o patrocinador oficial de grandes festas do Carnaval 2026 em São Paulo e Pernambuco. Presente em dois dos maiores eventos da folia brasileira, o banco digital será patrocinador e o meio de pagamento oficial dos desfiles das escolas de samba no Sambódromo do Anhembi, na capital paulista, e do Cidade Seu Carnaval, em Recife e Olinda.  Em São Paulo, um destino estratégico no calendário nacional e internacional do carnaval, a ação marca a estreia do PagBank como parceiro da Liga-SP e sua entrada como meio de pagamento oficial dos desfiles da cidade. Durante o evento, o banco digital contará com um espaço exclusivo de ativação para quem já é cliente e para quem deseja abrir uma conta. A interação com o público oferece também brindes exclusivos para quem participar.   Já em Pernambuco, o PagBank patrocina mais uma edição do Cidade Seu Carnaval 2026, iniciativa que desde 2017 se consolidou como um dos principais pontos de apoio aos foliões. Com grande espaço de ativação de marca no Shopping RioMar Recife, o evento reunirá uma ampla oferta de serviços, incluindo venda de ingressos, retirada e customização de abadás, maquiagem, acessórios e informações sobre blocos e camarotes de Recife e Olinda. Assim como em São Paulo, tanto clientes já ativos quanto aqueles que aderirem à conta digital terão acesso a brindes exclusivos e às orientações necessárias para o primeiro uso do aplicativo.  Nos eventos, o PagBank também potencializa a marca como meio de pagamento oficial tanto na compra de ingressos quanto nos principais pontos de experiência do público como meio de pagamento.  Um dos maiores bancos digitais do país em número de clientes, o PagBank oferece ferramentas para vendas presenciais e online (como maquininhas de cartão, Tap On, que transforma o celular numa maquininha com o app PagBank, link de pagamento, opções de checkout para ecommerces, entre outros), conta digital completa para pessoa física e pessoa jurídica, além de funcionalidades que contribuem para gestão financeira, como Folha de Pagamentos. No PagBank, o cartão de crédito tem limite garantido e os investimentos se tornam limite para o próprio cartão, potencializando os ganhos dos clientes. Para saber mais sobre os produtos PagBank, clique aqui.   Para consultar o ranking dos maiores bancos, em número de clientes, acesse o site do Banco Central do Brasil. Para saber mais sobre a pesquisa realizada pelo Serasa Experian em relação às tentativas de fraude registradas no 1º semestre de 2025, clique aqui. Acesse para saber mais sobre as nossas Maquininhas, Conta Digital PagBank e Conta PJ, Checkout PagBank, Tap On, Link de Pagamento, Folha de Pagamento e Investimentos. O limite do cartão de crédito PagBank pode variar de acordo com o valor investido em CDB ou reservado na conta PagBank, consulte as condições clicando aqui. Abertura de conta sujeita à análise cadastral. O app PagBank está disponível para download na Play Store (Android) e AppStore (iOS). Central de Atendimento: 4003–1775 (Capitais e região metropolitana) ou 0800 728 21 74 (demais localidades, exceto celular). Ouvidoria 0800 703 88 91

Galvanotek é a mais nova patrocinadora da Associação Carlos Barbosa de Futsal 

A Galvanotek Embalagens, fabricante de embalagens plásticas com sede em Carlos Barbosa, anuncia o seu patrocínio oficial da Associação Carlos Barbosa de Futsal (ACBF) para a temporada de 2026. O investimento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento esportivo e social da cidade de Carlos Barbosa, região da Serra Gaúcha do Rio Grande do Sul, onde está sediada há mais de 30 anos. A parceria ganha ainda mais relevância por acontecer no ano em que a ACBF celebra cinco décadas de história. Fundado em 1976, o clube é um dos mais tradicionais do futsal brasileiro e uma das instituições mais importantes da cidade, representando Carlos Barbosa em competições estaduais e nacionais e servindo como importante ferramenta de inclusão social através do esporte. Para a Galvanotek, o patrocínio esportivo representa mais uma ação concreta dentro de seu programa ESG (Ambiental, Social e Governança), especialmente no pilar Social. “Acreditamos que as empresas têm o dever de contribuir ativamente com suas comunidades. O esporte é uma ferramenta poderosa de transformação social, desenvolvimento humano e fortalecimento da identidade local”, explica Jeancarlo Piccinini, coordenador comercial da Galvanotek.  A empresa já desenvolve diversas iniciativas voltadas à sustentabilidade e responsabilidade social. Além disso, a Galvanotek utiliza a tecnologia ABA em sua produção, permitindo que cerca de 80% da matéria-prima das embalagens seja de material reciclado, e possui certificações internacionais como FSSC 22000, ISO 9001 e ISO 45001. Na última segunda-feira (19), a ACBF apresentou oficialmente seu elenco para a temporada 2026, que inclui disputas no Campeonato Gaúcho, Copa do Brasil e outras competições nacionais. O time de Carlos Barbosa segue como uma das principais forças do futsal gaúcho e brasileiro, contando agora com o apoio da Galvanotek para continuar sua trajetória de sucesso. “A parceria entre Galvanotek e ACBF simboliza a união de duas instituições que compartilham valores de excelência, compromisso com a comunidade e visão de longo prazo. Ambas as organizações são exemplos de sucesso nascidos em Carlos Barbosa e que projetam o nome da cidade além das fronteiras regionais.”, completa Piccinini.

Barte desafia bancos tradicionais e leva “fábula moderna” sobre infraestrutura financeira ao Super Bowl 2026

A Barte, referência em infraestrutura de pagamentos e corporate banking para médias e grandes empresas, anuncia sua estreia no maior palco da publicidade mundial: o Super Bowl. No domingo, 8 de fevereiro, a marca levou ao intervalo da transmissão do SporTV – canal do Grupo Globo, uma campanha que utiliza a tecnologia e o lúdico para questionar o status quo do mercado financeiro brasileiro. Sob o mote “Mais Rápido e Melhor“, a peça central subverte a clássica fábula da “Lebre e a Tartaruga”. Diferente da moral tradicional, onde a velocidade é inimiga da consistência, a Barte apresenta uma realidade onde a agilidade e a robustez tecnológica caminham juntas, desafiando a percepção de que processos financeiros seguros precisam ser, necessariamente, lentos e burocráticos. IA e a subversão do B2B A escolha por personagens antropomórficos não foi apenas criativa, mas técnica. Criada pela produtora Not Brand, a campanha utilizou Inteligência Artificial de ponta para dar vida aos personagens, permitindo uma expressividade e detalhamento superiores ao uso de atores humanos para este conceito específico. “O esforço foi encontrar uma narrativa que carregasse os atributos que queríamos subverter. O ‘Mais Rápido e Melhor’ é uma provocação direta à ideia de que segurança exige burocracia. No mercado financeiro, um dia ou algumas horas de instabilidade significam prejuízos de milhões para grandes empresas. Nós provamos que é possível ser o coração da operação com agilidade total”, afirma Raphael Dyxklay, Co-Founder e Presidente da Barte. Embora o Super Bowl seja tradicionalmente dominado por marcas B2C, a Barte enxerga o evento como o momento ideal para consolidar seu posicionamento como uma “challenger brand” que desafia o senso comum de que as empresas já são bem atendidas pelos grandes bancos. Ao ocupar o intervalo de um canal do Grupo Globo a companhia foca no tomador de decisão que, além de executivo, é um entusiasta do esporte e da inovação. Em 2025, a corporação já havia feito uma ação exclusiva com a NFL para clientes em São Paulo fechando um camarote na arena da Neo Química, no jogo entre Los Angeles Chargers e Kansas City Chiefs. A campanha A estratégia de veiculação conta com um filme de 30 segundos que será exibido em um momento estratégico da grade. A peça termina em um cliffhanger (suspense), direcionando o espectador via QR Code para a versão completa e estendida da fábula, onde a infraestrutura modular da Barte é detalhada. O comercial ataca diretamente os gargalos de SLAs longos e documentações caóticas que ainda definem o setor. “O processamento de pagamentos é o coração das empresas e o mercado precisa parar de tratar como uma commodity. Utilizamos este marco publicitário para reforçar nossa missão: tratar a infraestrutura financeira com a seriedade que o volume transacional das grandes empresas exige, mas com a velocidade que o tempo presente demanda”, finaliza Dyxklay Assista ao vídeo da campanha: Ficha técnica: Cliente: Barte Título: Mais Rápido e Melhor Diretora criativa: Amanda Talli Pós-produção: Gustavo Lucena Diretor executivo: Thomaz Fernandes Produtora: Not Brand

Eudora assume a beleza no Carnaval de Salvador e lidera ativações em Camarote, que reforçam seu protagonismo em tecnologia e performance

Eudora, marca do Grupo Boticário, estreia no Carnaval da Bahia, no Camarote Salvador, com uma ativação proprietária em formato de bar de beleza, dedicada a serviços de maquiagem e experimentação de produtos. Com trajetória consistente de ações durante o Carnaval, desde 2022, a presença na capital baiana representa um novo passo estratégico, em um estado que lidera seu crescimento em conhecimento espontâneo no Brasil: de 24,8% no primeiro semestre de 2024 para 31,5% no mesmo período de 2025. A ativação reflete o olhar regionalizado da marca, construída a partir da atuação de representantes comerciais em todo o país e do respeito às singularidades e características de cada território. “A Bahia, além de seu protagonismo e relevância cultural para todo o país, é um território estratégico para Eudora. A marca fortalece sua presença ao se conectar de forma genuína com cada região, valorizando culturas, comportamentos e diferentes formas de expressão. Nesse contexto, o Carnaval se consolida como um dos nossos principais movimentos do ano“, afirma Jacqueline Tobaru, Diretora Marketing Regional Comunicação Rede do Grupo Boticário. A presença de Eudora no Camarote Salvador se fortalece com a participação de nomes de alta relevância no universo da moda, da beleza e do conteúdo digital. Jade Picon e Silvia Braz, embaixadoras de Eudora Siàge, e Ary Mirelle integram o squad da marca ao lado de creators das cinco regiões do Brasil. O time de influência traduz a identidade de Eudora não apenas na beleza, mas também nos looks estilizados, complementados por acessórios exclusivos cocriados com os designers Beatriz Navaz e Carlos Penna. Seguindo o conceito de bar, já consolidado como assinatura de Eudora nos últimos carnavais, a ativação contará com um espaço de serviço no camarote, com oito assentos dedicados a retoques de maquiagem realizados por profissionais, criando um ponto de encontro para experimentação dos produtos da marca. Eudora destaca, neste período, o lançamento de Make Turbo, uma linha pensada para valorizar o olhar com praticidade e alta performance. O protagonismo fica por conta dos cílios marcantes, criados com a Máscara de Cílios Turbo Dimension, que entrega efeito multidimensional, com mais volume, definição e longa duração. Para as pálpebras, a aposta é a Paleta de Sombras Quarteto Turbo, com cores versáteis e acabamentos que variam do matte ao superbrilho. Por fim, a linha se completa com os Lápis para Sobrancelhas Turbo, disponíveis em três tonalidades, reforçando a proposta de um olhar definido e expressivo. Eudora Siàge também ganha destaque com a linha Volume Imediato, que o público terá a oportunidade de conhecer em primeira mão. Com lançamento oficial em 19 de fevereiro, a novidade foi desenvolvida para fortalecer, minimizar a quebra e promover mais volume aos fios. Jacqueline Tobaru ressalta que a ativação foi concebida para oferecer uma jornada de beleza prática e sofisticada, capaz de acompanhar o ritmo da festa do início ao fim. “A experiência começa já no pré-evento, no meeting point, garantindo que o público chegue ao Carnaval com um visual glamouroso. No Camarote Salvador, a ativação funciona como um espaço de experimentação de produtos, com serviços de maquiagem e cabelos, além de ação volante para atender quem não quer perder nenhuma atração. Queremos que as pessoas cheguem, brilhem e vivenciem a beleza Eudora em todos os momentos”, afirma. A presença de Eudora em grandes eventos faz parte de uma estratégia que utiliza experiências proprietárias como ferramenta de conexão com seus públicos. Com atuação nacional, a marca transforma eventos de relevância cultural em plataformas de fortalecimento de sua presença no país.

Dream Experience assina ativações de Carnaval para Mercado Pago, no Rio, e Sabesp, em São Paulo

A Dream Experience, agência de live marketing do grupo Dream Factory, reforça sua atuação estratégica no Carnaval 2026 com projetos desenvolvidos para duas grandes marcas em praças-chave do país: Mercado Pago, no Rio de Janeiro, e Sabesp, em São Paulo. As ações combinam visibilidade, engajamento com o público e geração de conteúdo, a partir de uma leitura profunda do comportamento dos foliões e dos desafios de comunicação de cada anunciante. Pelo terceiro ano consecutivo, a Dream Experience é responsável pelas ativações de Mercado Pago no Carnaval de Rua do Rio. Entre as iniciativas está um ônibus totalmente customizado que vai circular pelos principais blocos da cidade, funcionando como mídia itinerante e hub de produção de conteúdo, além de facilitar o acesso de convidados e criadores aos desfiles de rua. A ação se soma a outras ativações que já se destacaram em edições anteriores, como abordagens de refrescância e interação direta com o público. “O Carnaval é um território extremamente potente para marcas que entendem o valor da experiência. No caso do Mercado Pago, nosso desafio foi ampliar a presença da marca no cotidiano do folião, unindo serviço, visibilidade e geração de conteúdo em tempo real”, afirma Tati Nunes, diretora executiva da Dream Experience. Em São Paulo, a agência assina o projeto da Sabesp no Carnaval de Rua com uma proposta que amplia o papel tradicional da marca durante a festa. Além das já conhecidas ações de hidratação e infraestrutura, a Dream Experience criou um espaço de cuidado e descanso para os foliões — um ambiente fixo e customizado, pensado como um “oásis urbano”, com microaspersores de água, áreas de pausa e recuperação, reforçando o conceito de cuidado com as pessoas, dentro e fora do Carnaval. “A Sabesp tem um papel essencial durante o Carnaval, especialmente em um contexto de calor extremo. Nosso trabalho foi ir além da entrega de serviço e transformar esse cuidado em uma experiência acolhedora, que dialoga com o momento da cidade e com as necessidades reais do público”, explica Tati Nunes. Segundo a agência, o desenvolvimento dos projetos parte de dados e pesquisas sobre o comportamento dos foliões, conduzidas a partir da expertise da Dream Factory na organização e análise dos carnavais de grandes cidades. “A gente cruza o entendimento profundo da marca, seus desafios de negócio e comunicação, com dados concretos sobre hábitos, dores e expectativas do público. É esse encontro que gera projetos relevantes para as marcas, para os foliões e para o próprio Carnaval”, completa Nunes. Com ativações em duas das principais capitais do país, a Dream Experience consolida seu posicionamento como uma das principais especialistas em live marketing e experiências de marca em grandes eventos, especialmente no Carnaval, território onde estratégia, criatividade, operação e impacto social precisam caminhar juntos.

ADSPLAY amplia autonomia das agências com plataforma de mídia integrada e orientada por dados

Em um cenário de publicidade digital cada vez mais complexo, marcado pela fragmentação da atenção do consumidor, mudanças regulatórias e avanço acelerado da tecnologia, a ADSPLAY consolida sua atuação como o principal e mais completo hub de mídia programática do país ao investir em soluções próprias que unem dados, inteligência artificial e estratégias orientadas à performance. A companhia aposta em uma operação que simplifica a gestão de campanhas sem abrir mão de sofisticação técnica, escala e controle, uma demanda crescente em um mercado que caminha para uma maior valorização de first-party data e uso intensivo de automação para decisões em tempo real. Nesse contexto, a Pixel se consolida como o braço tecnológico da ADSPLAY e peça central da estratégia da empresa. Integrada ao ecossistema do grupo desde 2025, a plataforma conecta planejamento, ativação, otimização e análise de resultados em um único ambiente, com uso de inteligência artificial desenvolvida internamente. A proposta é ampliar a autonomia das agências e anunciantes em um momento de transformação da mídia programática, que passa a incorporar novos formatos, canais e lógicas de consumo, como Connected TV (CTV), áudio digital, streaming, DOOH e estratégias orientadas à performance. Com a Pixel, é possível operar diferentes formatos e inventários a partir de uma única interface, incluindo mídia programática, display, vídeo, native ads, rich media, áudio, OTT, CTV, mobile, social, busca paga e retail media. A plataforma permite desde modelos de operação self-service, com total autonomia do cliente, até operações full service, com estratégia personalizada e acompanhamento consultivo especializado. “A Pixel foi desenvolvida para responder a um dos maiores desafios do mercado atual: como escalar a operação de mídia em um ambiente cada vez mais automatizado, sem perder controle, visibilidade e inteligência estratégica”, afirma Bruno Oliveira, COO da ADSPLAY. “A tecnologia reduz a complexidade da execução, mas mantém a profundidade analítica necessária para decisões mais qualificadas e orientadas a resultados.” Além da automação, a plataforma se apoia em dados em tempo real, modelos preditivos e otimizações contínuas, acompanhando a evolução da Mídia Programática para um cenário pós-cookies, no qual personalização, eficiência e respeito à privacidade do usuário passam a caminhar juntos. Para a ADSPLAY, essa integração reforça o posicionamento da empresa como parceira estrutural das agências. Mais do que uma ferramenta, a Pixel atua como uma extensão da operação dos clientes, centralizando dados, facilitando ajustes táticos e acelerando a tomada de decisão em um mercado cada vez mais orientado por dados e performance. “O futuro da Mídia Programática passa por inteligência artificial, integração de canais e autonomia operacional. Ao fortalecer nosso ecossistema com a Pixel, ampliamos nossa capacidade de crescer com consistência e acompanhar as transformações do mercado, devolvendo às agências o protagonismo estratégico de suas campanhas”, conclui Oliveira.

Divino Fogão lança campanha “Na vibe das fofuras” para encantar famílias nas férias

O Divino Fogão, rede brasileira referência em comida típica da fazenda, aposta em uma nova campanha promocional chamada ‘Na vibe das fofuras’, criada para tornar a experiência das refeições ainda mais especial para famílias com crianças. A ação combina interatividade, emoção e brindes exclusivos, reforçando o posicionamento da marca como um espaço acolhedor e familiar. A iniciativa começou em 07 de fevereiro e vai até 07 de abril de 2026. A dinâmica da campanha é simples: adultos acompanhados de crianças de até 12 anos que consumirem duas refeições e uma bebida ganham, na hora, uma raspadinha que dá direito a um prêmio. Entre os brindes estão uma caneca de personagens da fazenda, que pode virar um copo, fazendo com que o rostinho mude de acordo com o uso, além de um aviso de porta com os desenhos de porquinho, cavalo, pintinho e vaquinha que representa diferentes emoções, itens pensados para estimular o vínculo afetivo e a diversão no dia a dia. Desenvolvida pela OTTO Design, a iniciativa aposta em elementos visuais lúdicos e personagens carismáticos para criar identificação imediata com o público infantil, ao mesmo tempo em que agrega valor à experiência do consumidor adulto.“A campanha foi pensada para transformar o momento da refeição em uma lembrança afetiva, reforçando o Divino Fogão como um local onde as famílias se sentem à vontade para compartilhar tempo de qualidade, além de saborearem uma comida caseira e saudável, preparada com ingredientes frescos”, explica Fabiana Lima, gerente de marketing do Divino Fogão. A ação promocional está disponível nos mais de 240 pontos de vendas da rede de alimentação fora do lar, que estão localizados nos principais shopping centers do Brasil, além de aeroportos e alguns outlets em diferentes estados.

Bits to Brands anuncia COO e inicia ciclo de expansão com foco em curadoria humana, influência B2B e construção de reputação para marcas

A Bits to Brands, plataforma de conteúdo, curadoria e educação voltada às pessoas por trás das marcas como profissionais de branding, marketing e comunicação, anuncia a chegada de Lia Oliveira como Chief Operating Officer (COO). A executiva assume as frentes de parcerias, relacionamento com marcas, projetos especiais, geração de receita e produtos digitais, consolidando um novo capítulo da empresa: um ciclo de expansão, profissionalização e fortalecimento institucional. Com a chegada de Lia, a Bits formaliza uma nova estrutura de liderança: Beatriz Guarezi assume o cargo de CEO e fundadora, responsável pela visão estratégica, curadoria e narrativa editorial da plataforma, enquanto Lia passa a liderar a operação e o desenvolvimento do negócio. A combinação das duas executivas marca uma etapa de maturidade para a Bits, unindo o olhar criativo e especialista em branding de Beatriz à experiência sólida de Lia em mídia, marketing e gestão.  Criada em 2018 por Beatriz Guarezi, a Bits to Brands surgiu como uma newsletter independente que traduzia branding, comportamento e cultura com profundidade e clareza. A comunidade cresceu de forma orgânica, à medida que profissionais buscavam um espaço confiável para entender o que realmente importa em um mercado “cronicamente online”. Com o tempo, o projeto evoluiu para um ecossistema que reúne mais de 100 mil profissionais e integra newsletter, redes sociais, cursos, workshops, podcast, coberturas especiais, revista impressa e colaborações com marcas líderes do setor. A Bits se consolidou como referência por sua curadoria humana, que destaca o que tem contexto, relevância e impacto, e pela capacidade de conectar tendências a comportamento e mercado. Suas análises são reconhecidas pelo olhar crítico, entusiasmo genuíno e profundidade editorial, o que reforça o papel da plataforma como ponte entre criatividade, estratégia e inteligência cultural. Com o crescimento de análises e cases nas redes sociais, marcas passaram a buscar espaços qualificados para contextualizar decisões estratégicas e construir reputação. Nesse cenário, a Bits se tornou uma parceira natural de empresas que desejam se posicionar como referência e participar de conversas relevantes entre profissionais. Em 2025, foram 20 projetos com 14 marcas, incluindo Meta, Sympla, WGSN, Mercado Ads, Linus, RD Station e L’Oréal, sempre com foco em conteúdo estratégico para redes sociais e análise cuidadosa dos temas. O novo ciclo reforça esse momento. Em 2026, a Bits lança sua versão autoral do Relatório de Tendências, retoma a sua Sala de Aula com workshops e masterclasses, amplia parcerias de conteúdo e realiza a cobertura do SXSW diretamente de Austin em colaboração com uma grande marca. Além disso, prepara novas temporadas do podcast Tudo que Importa, com temas ligados à cultura, esportes (em ano de Copa) e sustentabilidade, sempre pela lente do branding contemporâneo. A meta da empresa para 2026 é dobrar sua audiência e faturamento, expandindo o ecossistema de produtos sem perder profundidade, rigor editorial ou conexão com a comunidade. Com a visão estratégica de Beatriz e a liderança operacional de Lia, a Bits inicia um ciclo de crescimento organizado que reforça seu papel como plataforma de influência B2B e parceira de marcas que buscam relevância e consistência.

Human Data apresenta novas soluções em marketing de influência  

Após sua recente aquisição pela Spark, a Human Data dá um novo salto. Reconhecida por sua expertise em dados para o marketing de influência, a empresa acelera seu desenvolvimento e anuncia quatro novas soluções proprietárias em formato exclusivo.  Partindo de sua experiência na modelagem de dados em soluções customizadas e inspirada no modelo SaaS (Software as a Service), onde o cliente utiliza um software online pagando apenas pelo acesso, a empresa apresenta suas novas soluções no modelo Data as a Service (DaaS).   O objetivo da Human Data é democratizar o acesso à inteligência avançada e à aplicação de dados no dia a dia de campanhas de marketing de influência para clientes de todos os portes. As soluções são alavancadas por metodologias próprias e Inteligência Artificial (IA).   As novas ferramentas (Brand Pulse, Creators Pulse, Community Discovery e Publi Monitor) foram desenhadas para diferentes necessidades do mercado. Em comum, todas se baseiam no modelo de acesso remoto, sem necessidade de instalação de software, com rápida implementação e foco na geração de insights aprofundados sobre a presença e performance de marcas no universo digital e nas redes sociais.   Os novos produtos são:  Segundo Otavio Ereno, CEO da Human Data, os principais diferenciais dos produtos estão em ler sinais culturais antes de eles virarem tendência e transformar dados em vantagem competitiva. “Essas soluções farão com que marcas e agências contem com uma facilidade sem precedentes para integrar insights estratégicos em seus planejamentos e ativações com influenciadores, pois proporcionam um repertório analítico robusto e métricas exclusivas, elevando a assertividade e a inteligência, e amparando significativamente a tomada de decisão”, explica.  Na visão de Raphael Pinho, Co-CEO da Spark, o modelo inovador “proporciona praticidade e escalabilidade no novo momento do negócio, ampliando o alcance das tecnologias da Human Data e abrindo oportunidade de atender anunciantes de todos os portes”.    Além dos produtos apresentados, a Human Data mantém sua estrutura e capacidade para gerar soluções sob demanda para clientes. Nesse formato, a empresa já atende marcas como L’Oréal, Amazon, NIVEA, Sicredi e Quaker. 

Healthtech brasileira leva inovação em saúde para Dubai

A Inovamotion, healthtech catarinense especializada no desenvolvimento de soluções inovadoras para a gestão em saúde, dá um passo decisivo em sua estratégia de internacionalização ao participar, pela primeira vez, da World Health Expo, uma das feiras mais importantes do setor de saúde no mundo. O evento acontece entre os dias 9 e 12 de fevereiro, no Centro de Exposições de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, reunindo profissionais, empresas, governos e investidores de diferentes regiões. Na ocasião, a empresa catarinense apresentará ao público internacional o Patello, dispositivo voltado à mobilização do joelho, que marca uma nova fase da empresa. Após o lançamento nacional realizado em 2025 durante a Feira Hospitalar, tida como o principal evento da área na América Latina, o produto chega agora ao palco global, em um momento estratégico, com certificações regulatórias avançadas e prontas para viabilizar sua comercialização. Para Juliano Perfeito, CEO da Inovamotion, a participação na feira representa um marco para a startup e para o posicionamento do Patello no mercado internacional. “Estar presente na World Health Expo é fundamental para dar visibilidade à Inovamotion e apresentar o Patello a potenciais distribuidores e parceiros globais. É o ambiente certo para construir conexões, abrir mercados e consolidar a presença internacional da empresa”, afirma. A Inovamotion contará com um estande próprio na feira, onde apresentará demonstrações do Patello e de outras soluções do portfólio, com apoio de materiais audiovisuais e equipe preparadas para receber visitantes e potenciais parceiros. Representando a empresa estarão Carlos Alberto Pierre, diretor de Relacionamentos; Igor Riffel, diretor de Operações; Leandro Costa, diretor Jurídico da empresa, além de Juliano Perfeito, CEO da Inovamotion. A expectativa da companhia é que a participação na World Health Expo funcione como um divisor de águas na trajetória da Inovamotion, ampliando o alcance internacional da marca e abrindo caminhos para acordos de distribuição em diferentes mercados. “Se no ano passado a Feira Hospitalar marcou o momento de apresentar nossas soluções ao Brasil, agora Dubai simboliza o lançamento da Inovamotion e do Patello para o mundo”, resume Juliano. Ao marcar presença na World Health Expo, a Inovamotion reforça o potencial da inovação brasileira e catarinense no cenário internacional e consolida sua ambição de contribuir para o futuro da saúde por meio de tecnologia, eficiência e soluções centradas no cuidado com as pessoas. Tecnologia “made in Brasil” O Patello foi desenvolvido ao longo de sete anos de estudos. Ele atua como agente imobilizador passivo e multidirecional da patela – o osso conhecido como “rótula” – com ajustes que permitem personalizar a frequência, a intensidade, a duração e até a direção dos movimentos. Essa precisão possibilita que o tratamento seja adaptado às necessidades individuais de cada paciente, seja no ambiente clínico ou em casa, graças à interface intuitiva do próprio equipamento e ao suporte de um aplicativo móvel. Na prática, a tecnologia impacta em diferentes frentes da reabilitação. Ao movimentar a patela de forma controlada e segura, o Patello reduz a dor crônica e a rigidez articular, estimula a circulação do líquido sinovial responsável pela nutrição da cartilagem e ativa mecanismos anti-inflamatórios naturais do corpo. Esse conjunto de efeitos contribui para o alívio da dor, melhora da mobilidade e da função do joelho. Ambos são pontos decisivos na reabilitação para quem precisa retomar atividades do dia a dia após uma cirurgia ou lesão.

Em 90 dias, CNBC entrevista 13 CEOs das maiores empresas do planeta

 “Quem pensa o mundo dos negócios, passa pela CNBC. Mentes que geram evolução, líderes que marcam gerações e tomam decisões que transformam o nosso dia a dia. O espaço de entrevistas mais impactante do jornalismo global. Diferente de tudo o que há nos canais de notícias tradicionais”. Este é o tema da nova campanha do Times Brasil | CNBC para celebrar um resultado expressivo. Nos últimos 90 dias, a CNBC realizou entrevistas exclusivas com 13 líderes de empresas que estão na lista das 15 maiores do mundo em valor de mercado, segundo o ranking especializado Market Cap. Em apenas três meses, passaram pela bancada da CNBC, os CEOs de gigantes globais como Nvidea, Apple, Google, Microsoft, Amazon, Aramco, Tesla, Broadcom, Berkshire Hathaway, Wallmart, Eli Lilly, JP Morgan e Meta. Entrevistas inéditas em que foram reveladas estratégias de negócio, desafios de mercado e a visão empreendedora de quem comanda companhias com valores bilionários e até trilionários.    Essa exclusividade do jornalismo CNBC é ainda mais marcante entre as companhias globais de tecnologia. Nos últimos 90 dias, 15 CEOs e executivos das empresas mais valiosas do mundo neste segmento foram entrevistados: Oracle, Palantir, IBM, SAP, Salesforce, Schneider, Shopify, Broadcom, além de Apple, Google, Microsoft, NVidea, Amazon, Meta e Tesla. A mesma presença marcante da CNBC ocorre entre os bancos e fundos de investimentos. Dez executivos do setor foram entrevistados nos últimos três meses: JP Morgan, Bank of America, HSBC, Wells Fargo, Goldman Sachs, Berkshire Hathaway, Prosus, Blackstone, Blackrock e Prologis No Brasil, a rede de notícias também realiza, há meses, uma sequência exclusiva de entrevistas com líderes de grandes corporações, entre elas, as de maior valor no mercado brasileiro e com atuação global, como Vale, IBM, JBS, Totvs além de CEOs dos principais bancos. “A presença dos líderes empresariais mais importantes do mundo e do Brasil em nossas telas confirma que somos o canal de referência para quem toma as decisões que moldam o futuro”, afirma Douglas Tavolaro, fundador e CEO do Times Brasil | CNBC.

Anúncio da Google na NRF 2026 e varejo: desde o comparativo de preço a concluir a compra no carrinho, Gemini fará tudo para o consumidor

A inteligência artificial foi um dos grandes destaques da NRF 2026, maior evento global de varejo promovido pela National Retail Federation, em Nova York. Tradicional termômetro das principais tendências do setor, a feira reúne anualmente executivos, empresários e especialistas do mundo todo para discutir os rumos do varejo, com foco em tecnologia, inovação, eficiência na operação e comportamento do consumidor. Entre os lançamentos apresentados pelo Google nesta edição está a consolidação da IA como elemento central da experiência de compra. A tecnologia passa a integrar, de forma contínua e conversacional, etapas como descoberta de produtos, atendimento e finalização da compra. Se trata de uma mudança relevante na lógica do e-commerce, ao oferecer uma jornada totalmente fluida, integrada e sem fricções, uma transformação especialmente relevante para o mercado brasileiro, que viu o comércio eletrônico ganhar força a partir da pandemia. Nesse cenário, o anúncio do Universal Commerce Protocol (UCP) marca uma nova etapa da evolução do comércio digital. Mais do que um lançamento tecnológico, o protocolo estabelece uma infraestrutura para que agentes de inteligência artificial possam operar de forma interoperável entre consumidores e marcas. Protocolos como o Agent-to-Agent (A2A) e o Agent Payments Protocol (AP2) passam a ser centrais nesse modelo. O A2A permite que o agente do consumidor e os sistemas da varejista interajam diretamente em tempo real, alinhando especificações, garantias, condições comerciais e logística, tornando a jornada mais eficiente e personalizada. Já o AP2 viabiliza a etapa final da transação ao incorporar pagamentos de forma segura e fluida, reduzindo fricções e permitindo que a compra seja concluída de maneira praticamente invisível ao usuário. Para empresas brasileiras, isso reforça a necessidade de investir em APIs robustas, integração de dados e ecossistemas preparados para operar em ambientes onde a experiência de consumo acontece diretamente dentro de assistentes inteligentes como o Gemini. Além de melhorar a experiência do consumidor, a inteligência artificial também traz ganhos diretos para as marcas. As soluções apresentadas permitem antecipar demandas, otimizar estoques, reduzir rupturas, automatizar o atendimento e personalizar ofertas em escala. Com isso, varejistas passam a tomar decisões mais rápidas e assertivas, impactando positivamente vendas, margens e eficiência operacional, tanto no ambiente digital quanto no físico. Nesse contexto, âmbitos da IA, como a visão computacional ganham protagonismo ao ampliar a capacidade das empresas de entender o comportamento do consumidor de forma estruturada e orientada a dados. A partir da captura e análise de imagens e vídeos em ambientes físicos, essa solução permite identificar padrões de circulação, tempo de permanência, interação com produtos e pontos de maior interesse, transformando dados visuais em informações acionáveis por meio de modelos de IA. Em projetos aplicados a grandes organizações, como operadoras de telefonia por exemplo, essa capacidade é integrada às plataformas de dados e aos sistemas de e-commerce por meio de APIs. Sensores e câmeras em lojas físicas capturam eventos de comportamento do usuário, que são processados por modelos de IA e enviados em tempo real para camadas analíticas. Esses dados são cruzados com históricos de navegação, consumo e perfil do cliente, permitindo que o e-commerce ajuste dinamicamente recomendações de planos, ofertas de dispositivos e campanhas personalizadas. Essa arquitetura integrada viabiliza decisões mais precisas, como a priorização de produtos no canal digital, a personalização de jornadas de compra e a otimização do portfólio com base em dados comportamentais reais. O resultado é o aumento da taxa de conversão, maior aderência das ofertas ao perfil do consumidor e ganhos consistentes de eficiência comercial, conectando de forma inteligente o ambiente físico ao digital. No Brasil, onde o consumidor é altamente conectado e a competição no e-commerce é intensa, a adoção de IA tende a se tornar um diferencial estratégico para empresas que buscam crescimento sustentável e maior fidelização. Segundo Thiago Mascarenhas, Chief of Data and Architecture da Engineering Brasil, a inteligência artificial apresentada pelo Google na NRF 2026 amplia o papel da tecnologia ao longo de toda a jornada de consumo. “A IA vai atuar na recomendação de produtos, assim como no controle inteligente de estoques, na integração de canais e no atendimento em tempo real. Ela consegue antecipar demandas, evitar rupturas e, ao mesmo tempo, sanar dúvidas do cliente de forma conversacional, tornando a experiência mais eficiente e completa”, afirma. Para o executivo, esse avanço consolida um novo patamar para o varejo digital. “Do ponto de vista das marcas, a IA viabiliza o uso estratégico de dados para planejar sortimento, ajustar preços, personalizar a comunicação e integrar operações físicas e digitais. Tecnologias como visão computacional, dados e automação passam a trabalhar juntas para ampliar a jornada de compra como um todo, do backoffice à experiência final do consumidor”, completa. Presente no Brasil há 17 anos, a Engineering Brasil, parte do Grupo Engineering, atua como empresa global de tecnologia e consultoria em transformação digital, apoiando grandes organizações em suas jornadas de APIs, dados e inteligência artificial. A companhia contribui para que empresas de diferentes setores capturem valor real a partir das inovações que estão redefinindo o varejo global, alinhadas às tendências apresentadas na NRF 2026. Segundo Mascarenhas, a expectativa é que a IA aplicada ao varejo comece a ser implementada a curto e médio prazo, inicialmente em projetos-piloto e operações digitais, avançando rapidamente para iniciativas em escala de maneira que as empresas buscam mais eficiência, personalização e competitividade. “Vivemos um momento de ação. As empresas que começarem a adotar IA em suas vendas agora tendem a ganhar maturidade mais rápido e criar uma base sólida para escalar essas soluções nos próximos anos”, conclui.

Negócios que conectam pessoas e sustentabilidade ganham força em 2026

Embora apresente dificuldades de implementação para muitas empresas, a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) continua fazendo parte das estratégias corporativas. Dados do Panorama da Sustentabilidade 2025, desenvolvido pela  Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AMCHAM), mostram que 76% das companhias adotaram práticas sustentáveis com algum grau de maturidade, um salto de cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior. O movimento sugere que, neste ano, negócios capazes de integrar sustentabilidade, propósito e retorno financeiro ganharão mais protagonismo no mercado brasileiro. Nesse cenário, as cooperativas despontam como alternativas naturalmente alinhadas às novas expectativas das empresas e consumidores. Uma instituição que respira essa filosofia é a Coopercompany, primeira cooperativa do Brasil do ramo de infraestrutura com foco em telecom, tecnologia e energia. Ela atua a partir de um modelo que prioriza a colaboração entre associados, a tomada de decisão democrática e a geração de valor compartilhado. Para Igor Sigiani, diretor-presidente da cooperativa, modelos de negócio em que sustentabilidade e resultado caminham juntos desde o início podem auxiliar quem busca resultados a longo prazo. “A AMCHAM aponta que 58% das empresas acreditam que a sustentabilidade gera retorno financeiro, porém têm dificuldades para metrificar esse número. O cooperativismo é um caminho que coloca a sustentabilidade no centro do negócio e nos relacionamos com a sociedade, então o cálculo é muito mais simples, embora nosso objetivo não seja o lucro”, acrescenta.  Outro desafio recorrente identificado pelo Panorama é engajar lideranças e integrar a pauta sustentável à estratégia corporativa. Sigiani defende que estruturas colaborativas ajudam a reduzir essa distância. “Quando pessoas e propósito estão conectados, a sustentabilidade deixa de ser um discurso e passa a orientar escolhas reais. No cooperativismo, o cooperado é parte ativa da estratégia, o que gera mais comprometimento e visão de longo prazo”, explica. Cooperativismo no mundoOs números globais reforçam a relevância desse modelo. Hoje, existem mais de três milhões de cooperativas no mundo, responsáveis por empregar cerca de 10% da população economicamente ativa.  Para Sigiani, esses dados mostram que o cooperativismo é economicamente viável, escalável e socialmente relevante. “Cooperativas são prova concreta de que é possível crescer, gerar empregos e, ao mesmo tempo, promover desenvolvimento social e ambiental”, destaca. O levantamento também revela que 87% das empresas em estágio avançado de sustentabilidade percebem maior impacto positivo na sociedade.  “O mercado caminha para valorizar negócios que entregam resultado financeiro sem perder o compromisso com pessoas e com o entorno. Em 2026, esperamos ver mais empresas inspirando-se em modelos cooperativos para construir essa consistência”, conclui o diretor-presidente da Coopercompany. 

Supermarket apresenta nova comunicação do Super Carnaval 2026 criada pela HZ e estrelada por Alex Escobar

A nova comunicação mantém o jingle proprietário do Supermarket lançado em 2018 e já associado ao período carnavalesco, e apresenta uma atualização criativa alinhada à identidade cultural do Rio de Janeiro. A proposta reforça a conexão emocional da marca com os consumidores, utilizando referências diretas ao Carnaval de rua carioca. O universo visual e narrativo da campanha é inspirado nos blocos, nos instrumentos de percussão e na Apoteose, elemento simbólico da festa no Rio. A linguagem conecta preço, consumo e cultura popular, posicionando o varejo como parte ativa da experiência do Carnaval. Com o conceito “Vem pro Bloco do Preço Baixo”, a campanha transforma o preço em ponto de atração e o consumo em experiência coletiva, ampliando o papel da comunicação para além da oferta. A nova fase do Super Carnaval é estrelada por Alex Escobar, garoto-propaganda da rede, que reforça a proximidade do Supermarket com o público e sua presença recorrente no calendário cultural do estado. Assista o filme:

SBP lança três mundos no Minecraft e transforma prevenção contra a dengue em missão para a nova geração

SBP, marca líder em repelentes e inseticidas no Brasil, lança uma ativação no Minecraft para engajar crianças e adolescentes na prevenção contra a dengue, unindo entretenimento e educação em um formato nativo da cultura gamer. Criada e executada pela agência Gana, a iniciativa convida o público a explorar três mundos jogáveis, inspirados nos universos de Athos, Cadres e The Problems — youtubers referência em conteúdo de games para o público jovem — e enfrentar missões que mostram, na prática, como atitudes simples do dia a dia ajudam a eliminar criadouros do mosquito. A ação integra o pilar de propósito de SBP e reforça o compromisso da marca com a proteção das famílias brasileiras ao ir além do produto, promovendo conscientização e mudança de hábitos desde a infância. Dentro do jogo, os participantes assumem uma missão clara: identificar pontos de risco e “limpar” o mapa de situações que podem favorecer a reprodução do Aedes aegypti. Entre os desafios, estão tarefas como retirar água acumulada de pneus, checar calhas e telhados, esvaziar recipientes expostos e corrigir cenários comuns que podem virar foco do mosquito. Ao levar a prevenção para um ambiente onde crianças e adolescentes já constroem repertório, se expressam e aprendem, SBP aposta em inovação como caminho para ampliar relevância cultural e gerar impacto de longo prazo, conectando educação, entretenimento e comportamento de forma prática e engajadora. “Minecraft é sobre construir mundos e cuidar do que se constrói. Para SBP, estar nesse território é uma forma de inovar na maneira de proteger, levando prevenção para onde a nova geração está e aprende. Ao inserir o tema no jogo, transformamos conscientização em ação e ajudamos a criar uma cultura de hábitos preventivos que começa com as crianças e se multiplica dentro de casa”, afirma Letícia Pires, Head de Marketing de Pest Control. A escolha do Minecraft como plataforma central do projeto reflete a forma como a nova geração consome conteúdo e constrói repertório cultural, em um ecossistema que mistura jogo, vídeo e participação ativa. Ao transformar a prevenção em uma experiência jogável, SBP torna o tema mais próximo e memorável, aumentando as chances de a mensagem ser absorvida e colocada em prática no dia a dia. Para amplificar o lançamento, a iniciativa ganha um episódio especial no YouTube, publicado no canal The Problems, em que os personagens encaram a missão de eliminar criadouros espalhados pelo mapa e avançam conforme aplicam corretamente as medidas preventivas. O conteúdo conecta entretenimento e educação e fortalece a conversa sobre prevenção onde essa audiência já está. “Prevenção só é efetiva quando vira hábito. Nosso pilar de propósito parte exatamente desse ponto: estar presente no cotidiano com iniciativas que gerem impacto positivo e duradouro. Essa iniciativa foi pensada para transformar a prevenção em algo que as crianças queiram fazer e que ajude a engajar toda a família”, completa Pires. A experiência com os três mundos no Minecraft estará disponível a partir de 04 de fevereiro. Ao investir em educação de forma criativa e conectada à cultura da nova geração, SBP reforça seu compromisso de promover proteção no presente e ajudar a formar atitudes mais conscientes para o futuro.

Antfood anuncia Luciana Fernandes como diretora de produção executiva

 A Antfood anuncia a chegada de Luciana Fernandes como nova diretora de produção executiva da produtora de áudio criativo. A executiva passa a responder pelas áreas de prospecção, novos negócios, lucratividade e organização da operação, atuando em parceria com os sócios Pedro Botsaris, Lou Schmidt e Wilson Brown, este último baseado em Nova York. Com 30 anos de atuação no mercado de áudio, Luciana tem passagens por produtoras como DrDd Eletromúsica e Supersônica, além de experiência ao lado de produtores como Dudu Marote e Antônio Pinto. Ao longo da carreira, construiu um perfil voltado à organização de operações, desenvolvimento de projetos relevantes e fortalecimento de marcas por meio de processos consistentes. A contratação acompanha o novo momento da Antfood, impulsionado pelo retorno de Pedro Botsaris ao Brasil e pela consolidação da liderança compartilhada com Lou Schmidt. “A chegada da Lu traz maturidade executiva e visão de negócios para sustentar nosso plano de crescimento”, afirma Botsaris. “Sempre tive o desejo de fazer parte do time Antfood e agora que nossos caminhos se cruzaram, não poderia estar mais feliz”, diz Luciana. “Acredito profundamente na força das ideias quando elas vêm acompanhadas de método e propósito.”

GWM amplia oferta de cores do Novo Haval H6, Haval H9 e Poer P30

A GWM Brasil anuncia a ampliação da oferta de cores externas para o novo Haval H6, o Haval H9 e a Poer P30, a partir de fevereiro. Produzidos no Brasil, os modelos passam a contar com novas opções de cores que reforçam o posicionamento da marca em oferecer produtos cada vez mais alinhados às preferências do consumidor brasileiro. As novas tonalidades foram definidas a partir de estudos de mercado e tendências globais de design automotivo, trazendo uma combinação de sofisticação, modernidade e robustez, características presentes no DNA da GWM e de seus veículos no Brasil. No Novo Haval H6, a linha passa a oferecer as novas cores Azul Cianita e Cinza Titanium, ampliando as possibilidades de escolha para os clientes que buscam um SUV com visual contemporâneo e tecnologia avançada. O Cinza Amazonita, antes restrito à versão GT, passa a estar disponível também na versão PHEV35. Já o Haval H9 e a Poer P30 recebem as novas cores Cinza Diamante e Cinza Titanium, reforçando a proposta de versatilidade, presença e acabamento refinado dos dois modelos, tanto para o uso urbano quanto para situações off-road. “Essa atualização do portfólio de cores reforça o nosso compromisso com o mercado brasileiro, oferecendo opções que dialogam com o gosto do consumidor local e com as tendências globais de design, sem abrir mão da identidade da marca”, afirma Alexandre Oliveira, Diretor de Vendas e Desenvolvimento de Rede. As novas cores estarão disponíveis conforme a versão de cada modelo e passam a integrar o portfólio regular da marca. Para todos os gostos do consumidor brasileiro Os modelos Haval H6, Haval H9 e Poer P30 representam diferentes propostas dentro do portfólio da GWM no Brasil, reunindo design, tecnologia, robustez e versatilidade para atender a distintos perfis de consumidores. O Novo Haval H6, híbrido mais vendido do Brasil em 2025, chega renovado mantendo a liderança da categoria e reforçando a presença da GWM no mercado nacional. Desenvolvido a partir de pesquisas com consumidores brasileiros, o modelo adota o conceito de “o carro que conhece você”, com avanços em eficiência, conectividade e experiência ao volante. A atualização inclui novo design frontal inspirado no conceito de Estética Galática e um interior ainda mais tecnológico, com a plataforma digital Coffee OS 3 e tela multimídia de 14,6 polegadas. O Haval H9, primeiro SUV diesel de sete lugares da GWM Brasil, estreou no mercado nacional com forte aceitação, superando a meta de vendas do mês em apenas sete horas e esgotando os dois lotes iniciais, com 600 unidades previstas para os primeiros 30 dias. O modelo combina robustez, desempenho e conforto, com motor 2.4 turbo diesel de 184 cv e 480 Nm de torque, transmissão automática de nove marchas, amplo espaço para sete passageiros, pacote completo de segurança com sistemas ADAS e garantia de fábrica de até dez anos, uma das mais abrangentes do segmento. A Poer P30 é a picape média a diesel da GWM, que combina robustez, capacidade de carga e o conforto de um SUV, atendendo à preferência do consumidor brasileiro por esse tipo de motorização. Equipada com motor 2.4 turbo diesel de 184 cv, tração 4×4 e transmissão automática de nove marchas, o modelo se destaca pela garantia de fábrica de 10 anos, a mais abrangente do mercado. A Poer P30 reflete a expertise global da GWM em picapes, segmento no qual a marca é líder no mercado chinês, o maior do mundo, e com presença consolidada em mais de 50 países. jdsok

Loja Integrada anuncia Jaqueline Barsi como VP de Marketing para liderar nova fase da marca e inovação no varejo digital

A Loja Integrada inicia 2026 acelerando sua evolução para uma nova geração de e-commerce, que reduz a complexidade do dia a dia do empreendedor ao incorporar inteligência, dados e conhecimento prático à experiência da plataforma. Como parte dessa estratégia, a empresa anuncia a chegada de Jaqueline Barsi como nova Vice-Presidente de Marketing. A executiva assume o cargo em um momento-chave da empresa, marcado pelo desenvolvimento do uso de inteligência artificial no varejo e lançamento da Komea – uma rede de assistentes e agentes de IA desenvolvida para apoiar lojistas em diferentes estágios do negócio online, simplificando a operação e acelerando vendas. Jaqueline Barsi chega à Loja Integrada como Vice-Presidente de Marketing trazendo uma perspectiva prática e conectada à realidade do empreendedor digital. Além de sua trajetória em grandes empresas (Ambev e Stone), Jaqueline é lojista digital (fundadora da Artse – vinhos e espumantes em lata), uma marca nativa digital, tendo vivenciado na prática os desafios de quem empreende no e-commerce — da atração de clientes à conversão, logística, construção de marca e escala do negócio. “Minha chegada à Loja Integrada conecta dois pilares importantes da empresa: a construção de marcas fortes e a escuta ativa de quem empreende. A Komea nasce exatamente dessa lógica — uma tecnologia construída junto com o lojista, pensada tanto para quem está começando e precisa vender rápido, quanto para quem já está em fase de crescimento e precisa otimizar custos e tomar decisões de negócio com maior retorno em receita ”, afirma Jaqueline Barsi, VP de Marketing da Loja Integrada. Para Lucas Bacic, CEO da Loja Integrada, essa vivência como empreendedora é um diferencial estratégico para a Loja Integrada, cuja grande parte do público é formada por pequenos e médios lojistas online. “À frente do marketing, a executiva passa a contribuir com um olhar orientado a produto, crescimento e experiência do lojista, fortalecendo o posicionamento da plataforma como parceira real de quem vende online no Brasil”, diz. Entre os objetivos estratégicos da empresa para este ano estão a apresentação de uma nova marca do produto Loja Integrada, a consolidação de relevância no uso de IA aplicada ao varejo e, principalmente, simplificar a gestão de lojas virtuais e ajudar pequenos e médios lojistas a venderem mais com menos complexidade. Junto à nova estratégia de marketing, a Loja Integrada traz um crescimento de 20% no volume de novas contas. E na base de lojistas ativos, registrou mais de R$ 3 bilhões em faturamento transacional no ano. As soluções integradas acompanharam essa expansão: o Pagali ultrapassou 1 bi de transações realizadas, enquanto o Enviali ultrapassou 700 mil etiquetas de frete emitidas, reforçando a capacidade da plataforma de escalar com eficiência e gerar valor real para quem vende online. “Em um contexto em que 90% das lojas criadas online não resistem ao primeiro ano, o meu objetivo é poder viabilizar o sonho do empreendedor que quer e precisa ganhar dinheiro online trazendo simplicidade e retorno para quem está começando”, explica Jaqueline  Treinada para apoiar lojistas do estágio inicial ao crescimento, a Komea analisa dados, identifica oportunidades e sugere ou executa ações de forma automatizada, sempre com o aceite do lojista online. Testada por mais de 180 clientes desde 2025, a tecnologia já está disponível para todo o mercado.

Bad Bunny no Super Bowl revela nova lógica do marketing cultural e a disputa pela atenção global

O Super Bowl de 2026 reforçou uma mudança estrutural no mercado, em um cenário de mídia cada vez mais fragmentada, a disputa por atenção deixou de ser apenas uma questão de marketing e passou a impactar diretamente as estratégias de crescimento das empresas. A repercussão global da apresentação de Bad Bunny no intervalo da final reacendeu o debate sobre como grandes eventos culturais vêm se consolidando como plataformas decisivas de visibilidade, influência e posicionamento de marcas. Para Eduardo Schuler, CEO da Smart Consultoria, especializada em growth, vendas e marketing orientado por dados, o episódio evidencia uma transformação no modelo tradicional de investimento em mídia. “Hoje, não basta ampliar orçamento publicitário. As empresas que crescem de forma mais consistente são aquelas que conseguem se conectar a movimentos culturais reais, que já mobilizam atenção, identidade e conversa pública”, analisa. O Super Bowl segue sendo o espaço publicitário mais valorizado da televisão mundial. Em 2026, anúncios de 30 segundos atingiram valores médios próximos a US$ 8 milhões, podendo chegar a até US$ 10 milhões em posições premium, segundo dados divulgados pela emissora detentora dos direitos de transmissão da NFL. A final também costuma superar 120 milhões de espectadores somando TV e streaming, de acordo com medições da Nielsen, mesmo em um ambiente de consumo de mídia cada vez mais pulverizado. Para Schuler, esses números ajudam a explicar por que eventos desse porte funcionam como termômetros do mercado. “Quando esporte, cultura e publicidade se encontram em um único palco, fica claro que a atenção virou o ativo mais disputado da economia digital. Não se trata apenas de alcance, mas de relevância e significado”, afirma. A repercussão cultural do Super Bowl revela um desafio direto para líderes empresariais. “Muitas empresas ainda operam com uma lógica de mídia baseada em interrupção. O que estamos vendo é que crescimento sustentável exige participação em contextos culturais que já geram engajamento orgânico e identificação com o público”, explica o CEO. O aprendizado para marcas brasileiras, segundo Schuler, é claro. “Não é uma questão de copiar formatos ou investir em grandes eventos globais, mas de entender profundamente o contexto cultural do próprio público e usar isso como alavanca estratégica. Ignorar essa mudança pode custar relevância e crescimento, independentemente do tamanho do orçamento”, conclui.

Nuvemshop transforma o Baile da Vogue em vitrine real para marcas D2C e amplia campanha com Deborah Secco e Capeto

A Nuvemshop, maior plataforma de e-commerce da América Latina, dá continuidade à campanha institucional “Faz Bonito, Faz com a Nuvemshop” com uma série de ações que cruzam branding, cultura e performance. As iniciativas têm como foco principal reforçar o papel da empresa como a plataforma escolhida por grandes marcas autorais brasileiras que crescem com identidade no digital. O ponto alto da campanha foi a presença da Nuvemshop no Baile da Vogue 2026, um dos principais eventos do calendário de moda e cultura pop no Brasil. A marca ativou sua comunidade com narrativas reais, press kits criativos e uma performance simbólica: o vestido “Vitrine Ambulante”, criado por Isabela e Chica Capeto, incorporava QR Codes bordados à mão que direcionavam para lojas online de criadores da plataforma, transformando a fantasia em uma vitrine interativa de negócios que vendem diretamente ao consumidor, sem intermediários, o modelo D2C (direct-to-consumer).  “A Nuvemshop não está apenas presente no digital. Estamos também onde a cultura e o comportamento acontecem. O Baile foi uma metáfora viva do nosso posicionamento: somos a estrutura invisível que sustenta marcas visíveis”, afirma Vivian Louise Raphael, Head de Marca da Nuvemshop no Brasil. Deborah Secco e Is Bikini reforçam a narrativa A atriz e empresária Deborah Secco também participa da campanha institucional com sua marca de moda praia Is Bikini, criada e vendida por meio da Nuvemshop. Em conteúdos exclusivos, ela compartilha sua trajetória no e-commerce e destaca os diferenciais da plataforma para criadoras que valorizam autonomia, design e escalabilidade. A campanha ainda conta com histórias de outras marcas do ecossistema, como Capeto, Desgosto e Dudah Beauty, de Duda Reis, que participam de conteúdos nas redes sociais e vídeos da série “Marcas que Fazem Bonito”. Estratégia multicanal e ativação da comunidade A campanha está sendo veiculada em uma estratégia 360°, com presença em: Mídia digital — Google, Meta, TikTok, Pinterest, LinkedIn —, Mídia OOH nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, conteúdo com creators e embaixadores e press kits e ativações presenciais com lojistas e criadores.  Narrativas D2C com foco em branding e diferenciais da plataforma Para o Baile da Vogue, 15 lojistas da plataforma receberam um press kit exclusivo, incluindo uma câmera analógica personalizada para capturar registros espontâneos do evento, ampliando o engajamento e gerando conteúdo orgânico nas redes sociais da comunidade. “Nosso objetivo é simples: queremos que mais marcas brasileiras cresçam com controle, identidade e presença digital forte. E fazemos isso dando visibilidade para quem faz bonito todos os dias na prática”, completa Vivian.

Eletromidia reestrutura operação comercial em São Paulo

A Eletromidia, líder no setor de mídia out-of-home no Brasil, anuncia uma reestruturação estratégica na sua operação comercial em São Paulo. Sergio Fridman, ex-F/Nazca Saatchi & Saatchi, DM9 e Publicis, assume a Diretoria Comercial de Desenvolvimento. Danilo Turlão passa a liderar a Diretoria Comercial de Expansão II, braço dedicado à prospecção e aceleração de anunciantes com alto potencial de crescimento no mercado. O redesenho da estrutura reafirma o compromisso da Eletromidia em operar com foco total na jornada do cliente, unindo inteligência de dados à eficiência da plataforma de mídia da companhia.

Publicis production assume novo posicionamento e apresenta time de lideranças

Lançada no Brasil em junho de 2024, a PXP assume agora novos nome e posicionamento: Publicis Production – a primeira companhia de conteúdo inteligente que conecta o craft a dados de audiência impulsionados por IA. A unidade de produção do Publicis Groupe, que atua junto às suas agências e clientes, também oficializa as novas lideranças que chegaram e foram promovidas para apoiar a presidente Tato Bono.   O time de frente conta com as Heads de produção Priscilla Sanches (que comanda a área na Publicis Brasil e na LePub), Julia Ramos (Leo) e Paula Alimonda (DPZ e Talent). Ingo Santos, por sua vez, assumiu como Head de Produção Gráfica Integrada do Grupo. Já a produtora-executiva Gabriela Carvalho comanda os estúdios da Publicis Production e a Head de Growth & Business Juliana Laporta fica à frente de novos negócios.  A Publicis Production opera sob a filosofia do Power of One e fornece serviços de forma transversal a todas as agências. Desde janeiro, começou também a gerenciar a BR Studios, espaço audiovisual da BR Media dedicado ao fomento de nano e micro influenciadores. “Isso nos permite ter muito mais eficiência na entrega de um conteúdo de excelência aos clientes, priorizando a curadoria e estratégia de negócio”, afirma Tato.Segundo a presidente da Publicis Production, a mudança no comportamento do público, que hoje se conecta 24/7 e busca cada vez mais conteúdo de alta qualidade em diferentes plataformas e formatos, elevou o protagonismo da produção dentro do ecossistema de comunicação e exige um novo olhar para a área.  “A produção evoluiu de um apêndice da criação para uma unidade de negócios ágil, multifuncional e conectada a diferentes frentes”, comenta. “Não é só mais sobre personalização em escala – mas sim sobre relevância. Em como levar a mensagem certa para a pessoa certa, na plataforma certa, no momento certo e no contexto cultural adequado. É sobre dominar linguagens e formatos, com a produção cada vez mais integrada à criação e à mídia.” Além de produzir diretamente conteúdo inteligente para as marcas parceiras das agências do Grupo, a Publicis Production também é a responsável pelo relacionamento com o mercado, firmando parcerias com diferentes players de produção. “A Publicis Production cresceu em 40% a sua entrada em clientes no último ano, o que mostra como o modelo está totalmente alinhado à meta de sermos o mais valioso parceiro de negócios para eles”, comenta Tato.

Kallas Mídia OOH nomeia novo head Comercial para acelerar presença na Grande São Paulo e no interior paulista

Em um movimento estratégico para ampliar sua presença regional e aprofundar o relacionamento com o mercado anunciante, a Kallas Mídia OOH reforça a estrutura comercial com foco na Grande São Paulo e no interior do Estado e anuncia Eduardo Andrade como novo head Comercial para atuar nessas regiões. O executivo responderá diretamente a Nilson Moyses, Chief Sales Officer (CSO) da Kallas. Como missão, Andrade irá gerenciar as equipes de vendas, coordenar estratégias comerciais e desenvolver oportunidades de negócio nas áreas ABCD Paulista, Osasco, Barueri, Jundiaí, Sorocaba, Ribeirão Preto, Araçatuba, Bauru, Barretos, Franca e Marília. Com quase três décadas de atuação em out of home, Andrade construiu trajetória em empresas como Espaço Propaganda, Clear Channel, Ótima, Helloo e Urbana, reunindo experiência em desenvolvimento de mercado, gestão de operações regionais e relacionamento com anunciantes. A contratação fortalece a estratégia de crescimento da Kallas, baseada em inteligência comercial e conhecimento territorial, ampliando a capacidade de desenvolver soluções alinhadas às demandas locais e regionais. O movimento também reflete a evolução da empresa no uso de dados e planejamento para expandir sua atuação de forma qualificada no estado de São Paulo.

Skol apresenta primeira cerveja do Brasil sem álcool e sem açúcar em Meet&Greet exclusivo com Calvin Harris

Às vésperas do Carnaval 2026, a Skol apresenta a Skol Zero Zero, primeira cerveja 0% álcool e 0% açúcar do mercado de bebidas nacional, durante o Meet & Greet com Calvin Harris, DJ e produtor musical internacional, realizado no dia 8 de fevereiro, no Hotel Rosewood São Paulo, a partir das 8h30 da manhã até às 10h da manhã. A ação exclusiva para influenciadores e imprensa aconteceu antes do bloco da marca de bebidas e contou com planejamento e execução de live marketing da faro.ag, empresa especializada em produtora de live marketing e brand experience, para conectar experiência e um novo comportamento de consumo. O evento reuniu nomes expoentes da mídia, lifestyle e música como Deborah Secco, Felipe Amorim, e Zé Vaqueiro. Inserida em um momento de expectativa, socialização e celebração que antecede a folia, a Skol Zero Zero se apresenta como símbolo de uma nova forma de celebrar: leve, consciente e conectada ao prazer do Carnaval. Com apenas 12 kcal por lata, o produto segue o movimento da marca em acompanhar um consumidor mais atento à moderação e ao equilíbrio, sem abrir mão da diversão e da experiência coletiva. A ativação de brand experience foi pensada para se integrar de forma orgânica ao evento, criando pontos de contato relevantes e altamente compartilháveis. A faro.ag assina a execução das quatro frentes da marca no espaço: backdrop institucional, photo opportunity cenográfica, trial do produto e palco para coletiva de imprensa. Ao estimular a experimentação, a interação e o registro espontâneo, a ação aproxima o público do universo da Skol Zero Zero e transforma o encontro em experiência. “O desafio foi integrar a Skol Zero Zero a um encontro que antecede o bloco sem descaracterizar o evento. A faro atuou para traduzir o posicionamento do produto em ativações objetivas, respeitando o contexto do Carnaval e o formato do Meet & Greet, ao mesmo tempo em que reforça o diálogo com um novo comportamento do consumidor. A estratégia buscou garantir presença de marca, clareza de mensagem e suporte às interações com convidados e imprensa”, afirma Guilherme Stucchi, sócio e diretor comercial da faro.ag. A participação da Skol no Meet & Greet reforça a utilização de eventos culturais como espaços estratégicos de relacionamento e comunicação. Ao se inserir em um momento que antecede o bloco, a marca amplia o contato com formadores de opinião e veículos de imprensa, o que contribui para o fortalecimento de seu posicionamento no contexto do Carnaval. Entre os participantes do evento exclusivo estavam os influenciadores Rafa Kalimann, Menzinho e Duda Kropf.

Campanha especial de Carnaval movimenta o varejo ao longo de fevereiro

O Carnaval está chegando e, com ele, a busca por praticidade, economia e variedade na hora de abastecer a casa ou o negócio para o feriado. Pensando nisso, o Dom Atacadista, uma das principais redes de atacarejo do Rio de Janeiro, lança ao longo de todo o mês de fevereiro uma campanha especial de Carnaval, reunindo condições diferenciadas para quem quer aproveitar a folia sem pesar no bolso. Durante o período da ação, os clientes encontram uma ampla seleção de produtos e marcas reconhecidas, com preços baixos em diversas categorias essenciais para o Carnaval, desde alimentos e bebidas até itens para confraternizações, festas e reposição de estoque para comerciantes. Tudo isso aliado ao bom atendimento e à conveniência que já são marcas registradas do Dom Atacadista. Outro grande diferencial da campanha é o Clube de Vantagens Meu Dom. Os clientes cadastrados têm acesso a promoções exclusivas e descontos personalizados, válidos tanto para pessoas físicas quanto jurídicas. Para aproveitar os benefícios, basta se identificar no caixa com CPF ou CNPJ no momento da compra. O cadastro no Meu Dom é simples e rápido: pode ser feito escaneando o QR Code disponível em todas as lojas, pelo site meudom.querovantagens.com ou ainda pelo aplicativo Meu Dom, disponível para download em todas as plataformas.

Y’ALL entra para a pool de agências de live marketing da Kenvue

A Y’ALL passa a integrar o pool de agências de live marketing da Kenvue, uma das maiores companhias globais de saúde do consumidor, responsável por marcas icônicas presentes no dia a dia de milhões de brasileiros. A agência será responsável por ativações, eventos e promoções, com foco em experiências de marca e conexão direta com os públicos estratégicos da companhia. A parceria marca o início de uma nova fase de projetos focados em presença física, interação e experimentação, ampliando o papel do live marketing como ferramenta estratégica dentro do ecossistema de comunicação da Kenvue. “Estamos muito felizes com essa conquista, que representa mais um passo na consolidação de nossa atuação em brand experience, eventos e ativações integradas, conectando estratégia, criação e execução em projetos de alta complexidade. A chegada de Kenvue reforça nossa capacidade de atuar como parceiro estratégico de grandes marcas, criando experiências que geram impacto real e constroem valor no longo prazo”, afirma Yuji Nakamura, CMO da Y’ALL.

Netza&Co lança agência de influência MatchMakers e incrementa ecossistema de negócios

A Netza&Co, ecossistema de marketing que reúne oito agências especializadas, apresenta a MatchMakers, sua nova unidade de negócios dedicada ao marketing de influência. Sob a liderança da co-fundadora Ana Lobo, profissional com mais de 30 anos de trajetória em grandes grupos de mídia, conteúdo e estratégia, a operação nasce com um modelo operacional baseado em squads dedicados a verticais que combinam expertise de mercado, leitura cultural, curadoria de creators e métricas próprias para garantir campanhas que, além da criatividade, sejam assertivas, relevantes e eficientes do ponto de vista da performance. O lançamento da MatchMakers reflete a evolução do mercado de influência, que demanda cada vez mais integração entre estratégia de marca, conteúdo autêntico e resultados mensuráveis. A proposta da nova agência é atuar como um verdadeiro matchmaker entre marcas e criadores, indo além da mera intermediação para construir parcerias estratégicas baseadas em afinidade real de propósito, tom de voz e público. “A MatchMakers surge em um momento em que a influência deixou de ser um canal tático para se tornar um pilar estratégico da comunicação. Nossa proposta é conectar marcas e criadores de forma inteligente e customizada, garantindo que cada parceria gere narrativas coerentes, engajamento genuíno e resultados tangíveis. Com os squads especializados, conseguimos nos aprofundar nas particularidades de cada vertical, o que nos permite identificar não apenas os creators com mais seguidores, mas aqueles com a autoridade, a credibilidade e a conexão emocional necessárias para falar com determinado público”, explica Ana Lobo, CEO da MatchMakers. Atuando nos últimos 15 anos com o mercado de influência, a executiva foi diretora de novos negócios na Banca Digital, vice-presidente de estratégia e novos negócios na Suba, bem como VP de branded content na Endemol Shine Brasil, além de contar com passagens por Discovery Networks, MTV, Vix Media, Spark, UOL e Editora Abril. Como parte do ecossistema Netza&Co, a MatchMakers terá acesso a competências complementares em criatividade, tecnologia, dados, planejamento de mídia e produção de conteúdo, oferecendo aos clientes uma solução completa e integrada em um único endereço. Para Lobo, a integração ao ecossistema Netza&Co é um diferencial competitivo estruturante. “A influência hoje não é uma ilha. Ela precisa dialogar com o branding, com a performance, com o trade marketing, com o conteúdo de marca. Fazer parte de um ecossistema como o da Netza&Co nos permite desenhar soluções 360º desde o primeiro briefing, com a agilidade e a sinergia de quem compartilha visão, dados e objetivos de negócio”, complementa. Entre os primeiros clientes que já contam com a expertise da nova agência estão nomes como Amstel, Porto Serviços e Unilever. Segundo a liderança da Netza&Co, a entrada da MatchMakers no portfólio do grupo é um movimento natural e estratégico. “A influência é uma disciplina que permeia todas as outras. Ter uma agência dedicada, com liderança experiente e um modelo inovador, permite que ofereçamos às marcas um serviço especializado sem abrir mão da visão integrada. A MatchMakers chega para fechar nosso círculo de competências, assegurando que nossos clientes tenham, de fato, uma solução completa em comunicação”, destaca Fernando Ribeiro, CEO da Netza&Co. “Do ponto de vista de negócios, a MatchMakers é uma resposta direta à demanda do mercado por especialização e resultado. Ela nos permite abordar clientes com uma oferta madura e sofisticada de influência, que se soma de forma sinérgica às nossas operações em branding, performance, retail, promoção e conteúdo. É mais do que uma nova agência: é uma peça fundamental na arquitetura de soluções que construímos”, completa Ribeiro.

Gkay rouba a cena no Baile da Vogue com look Rennova®

Sempre surpreendendo com produções de moda icônicas, uma das maiores influenciadoras do Brasil, a atriz Gessica Kayane, mais conhecida como Gkay, parou o Copacabana Palace Hotel e um dos grandes destaques do Baile da Vogue 2026. A celebridade protagonizou um dos momentos mais comentados da noite com um visual exclusivo desenvolvido em colaboração com a Rennova®, multinacional brasileira referência em beleza e saúde estética, que assinou o conceito por trás da produção para celebrar a união entre alta moda e autoexpressão. “Convidamos a Gkay para estar com a Rennova® no Baile da Vogue por representar, de forma autêntica, a força da autoconfiança, da autoestima e do Poder da Escolha – pilares que buscamos incentivar em nossas iniciativas. Estar presentes no evento com uma ação que amplifica nosso propósito e cria uma experiência marcante para o público reforça nosso compromisso em inspirar as pessoas a expressarem sua melhor versão”, destaca Leonardo Rezende, CEO da Rennova® e Nutriex. Vestindo um look assinado pelo estilista Eduardo Caires, Gkay apresentou uma criação com cristais aplicados de forma estratégica, transparências e plumas em movimento. “O que mais me encanta na Rennova® é poder escolher como me expressar. Esse look representa a liberdade de ser quem eu quiser, amparada por uma tecnologia que respeita a minha individualidade”, afirma Gessica Kayane. A produção evidenciou resultados de tratamentos que valorizam a naturalidade e a firmeza da pele. Entre os procedimentos que potencializaram o visual da influenciadora estão o Rennova® Elleva, bioestimulador de colágeno com tecnologia de nova geração à base de ácido poli-L-láctico (PLLA), utilizado para combater a flacidez e melhorar a textura e a qualidade da pele, e o Rennova® Shape Lido, preenchedor à base de ácido hialurônico indicado para reposição de volume, projeção e contorno de grandes áreas com harmonia e naturalidade. Com a ativação no Baile da Vogue 2026, a Rennova® reforça seu posicionamento como uma marca que alia inovação, ciência e liberdade de escolha, utilizando um dos principais eventos sociais e de moda do país como plataforma para promover uma beleza baseada na autenticidade e na valorização da individualidade.

Nestlé Brasil anuncia Lara Naccache Miranda como nova Diretora de Marketing de Bebidas e Cereais Família

 A Nestlé Brasil anuncia a promoção de Lara Naccache Miranda para o cargo de Diretora de Marketing de Bebidas e Cereais Família, em um movimento estratégico que integra a liderança das categorias de Bebidas Líquidas e em Pó à unidade de Cereais Família, sob uma única gestão.  Desde outubro de 2025 à frente de Cereais Família, que engloba marcas como Farinha Láctea, Neston e Aveias Nestlé, Lara passa a comandar um portfólio ampliado que inclui Bebidas em Pó, com marcas como Nescau e Nesquik, além de Bebidas Líquidas, entre elas Nescafé, Starbucks, Neston, Nescau e Alpino. A integração das categorias possibilita ganhos de sinergia, acelera a inovação e fortalece as marcas junto aos consumidores brasileiros. Com 20 anos de experiência nos mercados de Consumer Health e Nutrição, Lara está na Nestlé desde 2016, onde construiu uma trajetória marcada por posições estratégicas de liderança. Atuou em Nestlé Health Science e, mais recentemente, liderou iniciativas relevantes na divisão de Cereais Família, com impacto direto no desempenho das categorias. Entre seus principais marcos profissionais estão a liderança de campanhas reconhecidas pela indústria e a gestão de categorias que atingiram recordes históricos de market share, impulsionadas por crescimento consistente e sustentável. A executiva também reúne experiência internacional. Em 2020, assumiu a posição de Gerente Global da plataforma de Envelhecimento Saudável, nos Estados Unidos, onde liderou projetos de inovação em mercados estratégicos como EUA, China e Canadá, com foco em bebidas funcionais e suplementos. “A integração das áreas de Bebidas e Cereais Família amplia nossa capacidade de gerar inovação, fortalecer marcas e entregar soluções cada vez mais relevantes para os consumidores. Estou entusiasmada em liderar esse novo capítulo, com foco em crescimento sustentável e impacto positivo”, afirma Lara Naccache Miranda.

Artplan conquista a conta da Baruel

A Artplan anuncia a conquista da conta da Baruel, empresa 100% nacional e com mais de 120 anos de história no mercado de higiene e cuidados pessoais. A agência agora é responsável pela comunicação integrada das linhas Tenys Pé e Baruel Baby, duas das principais marcas da companhia.   Entre os desafios da parceria, a linha Tenys Pé busca expandir sua presença em novos lares e estimular o uso diário dos produtos da marca. Já com Baruel Baby, linha completa de cuidados infantis, o foco será consolidar a imagem da marca e reforçar atributos como confiança, qualidade e cuidado, com produtos pensados para as famílias brasileiras. A atuação da Artplan iniciou em janeiro de 2026, com um modelo 360º que contempla ações em mídias on e off-line, e objetivo de fortalecer o reconhecimento das marcas, além de ampliar sua presença na rotina dos consumidores. “A Baruel vive um momento de evolução, apoiado em marcas icônicas e um profundo entendimento do consumidor brasileiro. Na Artplan, encontramos uma parceira que compartilha da mesma visão: integrar propósito, excelência e performance para manter nossas marcas relevantes e presentes no dia a dia.”, afirma Pedro Fernandes, diretor de Marketing da Baruel. “Estamos muito orgulhosos de ter como cliente uma marca com a trajetória e o reconhecimento de Baruel. Nosso compromisso com eles será trazer oportunidades relevantes e desenvolver estratégias consistentes que fortaleçam o negócio ampliando cada vez mais sua presença na vida das pessoas” afirma Ana Paula Sanchez, diretora-geral da Artplan.

Principais vagas das áreas de marketing, vendas e atendimento que pedem conhecimento em IA

Em 2025, a inteligência artificial deixou definitivamente de ser uma tecnologia restrita aos times de TI. Dados do Infojobs, site de empregos mais usado no país, indicam que as vagas com foco em IA estão cada vez mais distribuídas entre áreas como marketing, vendas, atendimento ao cliente, administração e recursos humanos e vai ser uma tendência para as contratações em 2026. O levantamento mostra que, além de informática e tecnologia, áreas comerciais e de marketing figuram entre as que mais concentram oportunidades relacionadas à inteligência artificial. Esse movimento reflete o uso crescente da tecnologia para automação, análise de dados, personalização e ganho de eficiência nos negócios. Em marketing, a IA passou a ser aplicada em atividades como análise de comportamento do consumidor, otimização de campanhas, gestão de tráfego, produção de conteúdo e mensuração de resultados. Como consequência, cargos como gestor de tráfego, social media, analista de marketing e especialista em automação estão ganhando protagonismo. “No ambiente corporativo, a IA passou a ser uma aliada para todas as áreas que lidam diretamente com receita e relacionamento com o cliente”, afirma Patricia Suzuki, CHRO da Redarbor Brasil, grupo detentor do Infojobs. Enquanto isso, na área comercial, funções como representante comercial, vendedor interno, SDR e gestor comercial aparecem entre os principais cargos que exigem familiaridade com soluções de inteligência artificial nas descrições das vagas no Infojobs. Essa tecnologia é utilizada nessas posições principalmente para análise de dados de vendas, previsão de demanda e personalização de abordagens. O atendimento ao cliente também é impactado de forma significativa. Cargos como operador de atendimento, analista de suporte, analista de CRM e analista de relacionamento com o cliente passam a incluir de chatbots, sistemas preditivos e ferramentas de automação baseadas em IA nas atribuições de muitas vagas. Para Patricia Suzuki, a expansão da IA para áreas não técnicas evidencia uma mudança cultural nas empresas a partir da popularização dessas ferramentas. “As organizações entenderam que a inteligência artificial precisa estar integrada aos processos do dia a dia, e não isolada em um único departamento”, explica. Pesquisas internacionais reforçam essa tendência. Um estudo da McKinsey aponta que empresas que aplicam inteligência artificial em áreas comerciais e operacionais registram ganhos relevantes de produtividade e eficiência, especialmente em marketing, vendas e atendimento. Já o Fórum Econômico Mundial destaca que funções ligadas à interação humana, tomada de decisão e criatividade continuam sendo essenciais, mas passam a ser potencializadas pelo uso de tecnologias inteligentes, redefinindo o escopo de diversas profissões. O levantamento do Infojobs também mostra que áreas administrativas, como finanças e recursos humanos, ampliaram o uso da IA para análise de dados, automação de processos e apoio à tomada de decisão, o que impacta cargos como analista de RH, analista contábil e gestor financeiro. “A inteligência artificial amplia a capacidade humana, mas não substitui a necessidade de profissionais qualificados, com visão analítica  e responsabilidade ética para guiar esse recurso. O diferencial está em saber como aplicar a tecnologia de forma inteligente em suas áreas”, reforça a executiva do Infojobs.

TIM ativa 1.300 creators em 14 praças e leva campanha de TIM Controle a diferentes sotaques do Brasil

Mais do que apostar no poder de uma campanha em larga escala, a TIM buscou provar que amplitude e relevância local podem caminhar juntas. Afinal, o Brasil é diverso e, para dialogar com diferentes consumidores, é fundamental falar a língua — e o sotaque — de cada região. Assim, a operação conduzida via Creator Ads, plataforma de mídia da BrandLovers, com a BETC Havas como agência parceira de mídia responsável pela estruturação da estratégia e do impulsionamento da campanha, mobilizou 1.300 creators em 14 praças pelo país, incluindo tanto os grandes centros quanto regiões metropolitanas e cidades de médio porte em Acre, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros estados.  “O diferencial estratégico foi a segmentação regional, que permitiu ajustar linguagem, estética e contexto de cada conteúdo à cultura local”, explica Miriam Shirley, presidente da BrandLovers. “Com essa abordagem customizada, é mais fácil conectar o benefício do plano à vida real dos consumidores em diferentes regiões”. O desafio A empresa de telefonia, em parceria com a BETC\Havas, tinha o objetivo de aumentar o awareness do TIM Controle e reforçar o benefício exclusivo de poder não só escolher, mas também trocar a assinatura de streaming todos os meses. Para isso, precisava de uma campanha capaz de ampliar alcance com relevância, traduzindo a mensagem “Quem tem, manda bem!” de forma próxima, simples e adaptada às realidades locais. Além disso, a iniciativa foi dividida em duas frentes simultâneas: uma dedicada à promoção do Moto G e outra à Black Friday TIM Controle. Cada uma delas contou com mais de 500 creators ativados estrategicamente, garantindo a presença da marca em diferentes contextos e momentos de consumo. “O verdadeiro poder dessa campanha esteve em unir o capital humano dos creators à inteligência do impulsionamento. Ao combinar o poder de influência dos creators com inteligência de mídia, conseguimos transformar alcance em resultado real. O boost potencializou as vozes locais e direcionou investimento para os conteúdos com melhor performance, unindo escala, relevância e eficiência em um mesmo movimento”, afirma David Lourenço, diretor comercial da BrandLovers. Nesse contexto, a BETC/Havas foi responsável por estruturar a estratégia de mídia e impulsionamento, garantindo eficiência na distribuição dos investimentos e potencializando os conteúdos com melhor performance em cada praça, em linha com os objetivos da campanha.  A solução Desafios como esse demandam uma estratégia calcada em tecnologia e precisão de dados para unir escala e personalização — e foi exatamente o que a BrandLovers fez. Por meio de suas soluções proprietárias SmartMatch AI e GuardIAn, a operação ganhou velocidade, consistência e controle em larga escala, sem abrir mão da autenticidade dos criadores. O primeiro recurso, SmartMatch, é uma tecnologia de matchmaking responsável por conectar cada campanha aos creators ideais em poucos segundos. Na prática, o sistema analisa milhões de pontos de dados — como afinidade com a marca, histórico de performance, temas abordados e localização da audiência — para selecionar automaticamente os perfis com maior potencial de impacto em cada praça. Já a GuardIAn atua como uma camada de governança e qualidade de conteúdo, automatizando a revisão e a aprovação das postagens antes da publicação. A ferramenta verifica se os materiais estão em conformidade com o briefing e com as diretrizes da marca, garantindo consistência, segurança e coerência visual, sem interferir na liberdade criativa dos creators. “O grande desafio era combinar amplitude nacional com relevância local. E isso só é possível quando a tecnologia trabalha a favor da personalização, sem abrir mão da criatividade humana”, comenta Miriam. Aprendizados Mais do que uma campanha de grande alcance, o projeto de TIM Controle se consolidou como um case de escala com sotaque local — um formato que combina amplitude nacional com autenticidade regional. Ao adaptar a comunicação às diferentes realidades do país, a iniciativa transformou a mensagem da marca em uma conversa próxima e cotidiana, que respeita os hábitos, os sotaques e as referências culturais de cada praça. “Quando uma marca fala como o público fala e entende o que o público vive, o resultado é mais do que awareness: é conexão”, afirma Miriam. A campanha entregou números que reforçam a eficiência do modelo de mídia com creators em escala. Ao todo, a operação somou 126 milhões de impressões com os conteúdos, alcançando diferentes regiões do país com mensagens adaptadas ao contexto local. Além do volume, a qualidade da entrega também se destacou: 96% dos comentários analisados apresentaram percepção positiva em relação à marca, evidenciando alto nível de aceitação e relevância da narrativa. O engajamento médio da campanha cresceu mais de 10%, mostrando que a combinação entre creators locais, impulsionamento inteligente e governança de conteúdo não apenas amplia alcance, mas gera atenção qualificada e conexão real com o público. Essa combinação entre tecnologia, contexto e criatividade gerou aprendizados valiosos para as próximas campanhas, sendo que o principal deles é que a regionalização em escala é um diferencial competitivo. Em outras palavras, isso significa que marcas que equilibram dados e sensibilidade cultural conseguem falar com milhões sem perder o tom individual — algo ainda mais relevante em um país continental como o Brasil. “Estamos entrando em uma nova fase do marketing de influência, em que tecnologia e contexto andam juntos”, complementa Miriam. “Não se trata apenas de ampliar o número de creators, mas de garantir que cada voz fale com o público certo, no lugar certo, da maneira certa.” Com a campanha de TIM Controle, BrandLovers e TIM demonstram que escala e personalização não são opostos. Na verdade, são os dois lados de uma mesma conversa: nacional na ambição, local na entrega.

Central de Outdoor Seccional Bahia lança campanha em homenagem a José Linhares, considerado o pai do outdoor

No mês de celebração ao legado deixado por José Linhares, o pai do outdoor, a Central de Outdoor Seccional Bahia lançou uma campanha especial. Com uma mensagem forte e carregada de simbolismo, a ação celebra a trajetória de quem ajudou a construir e consolidar o mercado de mídia OOH na Bahia. Com o conceito “Depois de tantas placas de outdoor, ele ganhou uma de endereço”, a campanha destaca, de forma sensível e criativa, a importância histórica de José Linhares para o setor, fazendo referência ao viaduto que foi recém-inaugurado em Salvador, na região do Iguatemi, e que leva seu nome. A frase resume o impacto de uma vida dedicada à comunicação, transformando ruas, avenidas e cidades em verdadeiros canais de informação, criatividade e conexão com o público “Essa iniciativa reforça o compromisso da nossa instituição com o reconhecimento das pessoas que ajudaram a escrever a história do segmento. Ao ocupar o espaço urbano com essa homenagem, a entidade transforma o outdoor em um instrumento de memória, respeito e gratidão”, reforça Rafael Linhares, vice-presidente da Central de Outdoor da Bahia e neto de José Linhares.

Inovação digital é a principal estratégia de sobrevivência para PMEs

Por Rico Araujo, CEO da PX/Brasil Durante muito tempo, a transformação digital foi tratada como um território exclusivo das grandes corporações. Projetos caros, ciclos longos de implementação e equipes altamente especializadas alimentaram a percepção de que inovar era sinônimo de alto investimento. Essa narrativa, no entanto, já não se sustenta. Em um cenário marcado por mudanças aceleradas, concorrência ampliada e consumidores cada vez mais exigentes, são justamente as pequenas e médias empresas que mais dependem da inovação para manter relevância, competitividade e sustentabilidade. Essa virada acontece porque a transformação digital passou a ocupar um papel estratégico. Não se trata de adotar ferramentas por modismo, mas de repensar a forma como o negócio opera, se comunica e entrega valor ao cliente. Para as PMEs, inovar começa com uma mudança de mentalidade: sair do improviso, abandonar decisões baseadas apenas na intuição e estruturar processos orientados por dados, objetivos claros e foco no cliente. A tecnologia entra como meio, não como fim, e é justamente por isso que um dos maiores equívocos cometidos por pequenas e médias empresas é associar inovação a grandes orçamentos. Na prática, os ganhos mais relevantes costumam surgir de ações simples e bem direcionadas, como automatizar tarefas operacionais, organizar informações comerciais, acompanhar indicadores de desempenho e melhorar a comunicação com clientes já são movimentos capazes de gerar saltos expressivos de produtividade. Esse impacto não é apenas teórico. Um estudo da McKinsey aponta que empresas que adotam automação em suas operações podem aumentar a produtividade em até 45% ao longo de cinco anos, evidenciando que eficiência está muito mais ligada a decisões estratégicas do que ao tamanho do investimento. Além disso, ferramentas que antes eram inacessíveis, como CRMs, plataformas de automação de marketing, soluções de análise de dados e aplicações de inteligência artificial, hoje estão ao alcance de negócios de todos os portes, tornando-as mais intuitivas, escaláveis e financeiramente viáveis. A própria adoção da IA pelas PMEs brasileiras reflete esse movimento. Segundo a pesquisa “Futuro das Empresas: o impacto da Inteligência Artificial nas PMEs”, realizada pela HostGator, 61,41% dos empresários brasileiros já utilizam inteligência artificial em suas operações, e 46% afirmam que essa tecnologia faz parte da rotina do negócio. Mais do que uma tendência emergente, a IA já se consolida como uma ferramenta prática de gestão. O levantamento também revela uma percepção amplamente positiva sobre o impacto da tecnologia. Entre os entrevistados, 68,34% acreditam que a inteligência artificial ajudará as PMEs a crescer e se tornar mais competitivas nos próximos cinco anos, enquanto 91,63% confiam em seu potencial para melhorar a eficiência operacional. Esses dados reforçam que a transformação digital passou a ser um caminho concreto para ganhos de escala, produtividade e tomada de decisão mais qualificada. No marketing, essa transformação é ainda mais evidente. Estar presente no digital já não é suficiente, porque publicar conteúdos sem estratégia ou investir em mídia sem análise de resultados tende a gerar desperdício de recursos e frustração. A inovação, nesse contexto, passa pelo uso inteligente de dados, pela personalização da comunicação e pela integração entre canais digitais e físicos. Quando o marketing é pensado como parte do modelo de negócio, ele deixa de ser custo e se transforma em alavanca de crescimento. A automação de processos internos reduz erros, aumenta a velocidade das entregas e libera tempo das equipes para atividades estratégicas, como inovação, relacionamento com clientes e desenvolvimento de novos produtos ou serviços. Ao mesmo tempo, a digitalização favorece uma gestão mais profissional, baseada em métricas claras, indicadores de desempenho e acompanhamento contínuo dos resultados, elementos essenciais para a longevidade das PMEs. Diante disso, a grande vantagem competitiva das pequenas e médias empresas é a agilidade. Estruturas mais enxutas e menos burocráticas permitem testar soluções, ajustar estratégias e implementar melhorias com rapidez. Quando essa agilidade é combinada com visão estratégica, tecnologia adequada e entendimento profundo do mercado, o potencial de crescimento se multiplica. As PMEs deixam de apenas reagir às mudanças e passam a moldar suas próprias oportunidades. No fim, transformação digital não é sobre seguir tendências, mas sobre usar a inovação de forma inteligente para gerar valor real. Empresas que compreendem essa lógica deixam de competir apenas por preço e passam a disputar espaço por diferenciação, experiência e relevância. Em um mercado cada vez mais conectado e dinâmico, a inovação deixa de ser uma escolha e se torna a condição para que as PMEs não apenas sobrevivam, mas se destaquem e cresçam de forma consistente. *Rico Araujo é especialista no desenvolvimento de projetos que integram marketing e inovação estratégica para transformar marcas em negócios altamente competitivos. CEO da PX/Brasil, agência especializada em marketing estratégico, posicionamento competitivo e geração de negócios, e conselheiro de Inovação.

Startup: como investir de forma assertiva?

Por Alexandre Pierro Se, há alguns anos, a pergunta mais comum entre investidores era “qual startup será o próximo unicórnio?”, hoje se transformou em “qual podemos minimizar riscos e maximizar resultados?”. Ter um capital abundante e investidores apaixonados por ideias inovadoras impulsionavam empresas que, muitas vezes, ainda nem tinham receita suficiente para sustentar as operações a longo prazo – o que, agora, passou a ser compreendido como uma aposta de alto risco, exigindo dessas empresas uma gestão administrativa bem mais eficaz para que consigam não apenas sobreviver, mas prosperar com saúde financeira.  Segundo o relatório da S&P Global Market Intelligence, em fevereiro de 2025, o total levantado em rodadas de venture capital caiu cerca de 30,2% em valor agregado comparado ao mesmo período de 2024. Em outro relatório divulgado pela KPMG, foi constatado que, ainda em 2024, este mesmo valor caiu de US$ 95,5 bilhões para US$ 70,1 bilhões de um trimestre para o outro, chegando ao nível mais baixo em quase sete anos.  Desde a pandemia, pesquisas mundiais passaram a registras quedas constantes destes números ao redor do mundo. O motivo? O despertar de consciência do empresariado em ter muito mais cautela ao escolher onde apostar seus recursos financeiros, já que, diante de eventos externos como o isolamento social, instabilidades econômicas ou conflitos geopolíticos, por exemplo, podem ser fatais para a continuidade de negócios que ainda não estão devidamente estruturados para sobreviver a imprevistos fora de seu controle.  É claro que todo o mercado pode ser surpreendido, a qualquer momento, por cenários extremos capazes de impactar seus processos – contudo, o que ajudará com que mitiguem danos severos e consigam aguentar firme a tempestade é, justamente, a governança corporativa. Ou seja, se, antes, ter uma boa ideia poderia ser suficiente para atrair altos volumes de investimentos, hoje é preciso provar que a empresa sabe se organizar, se controlar e crescer com método e segurança.  Mesmo que ainda estejam dando seus primeiros passos no mercado, não há mais espaço para que as startups tentem alcançar êxito em seu segmento contando com uma gestão interna desorganizada, que não acompanhe de perto os resultados obtidos e que não se baseie em métricas relevantes para as tomadas de decisões. Isso apenas levará a um “crescimento” desorganizado que, certamente, encontrará uma grande pedra em seu caminho que impedirá que continue sua trajetória.  Mas, ao priorizarem a estruturação de uma governança sólida desde o começo, todos esses riscos são combatidos imediatamente, criando regras claras para as decisões a serem decididas, definição dos papéis e responsabilidades de cada um, assim como prezando pela transparência operacional a todo o momento. Enquanto muitas apenas dão “voos de galinha” (crescimento rápido, mas não sustentável pela falta de processos), as que contam com essa gestão conseguirão transformar crescimento caótico em sustentável.  Isso, na prática, ocorre através de uma maior organização nas demonstrações financeiras, indicadores de performance (KPIs) claros, documentação dos processos decisórios, análises de cenários e riscos que simulem diferentes impactos de cada decisão nas operações – viabilizando, com isso, uma maior capacidade de escalar, sem perder controle.  Apesar de muitos associarem a governança a algo meramente técnico e burocrático, ela abre espaço para usufruto das inúmeras metodologias de gestão reconhecidas internacionalmente capazes de orientá-las nos melhores caminhos a serem seguidos, como ocorre com a ISO de Inovação, que oferece diretrizes internacionais que servem como um guia de boas práticas para empresas que desejam inovar com estrutura e eficiência.  E, diante de um mercado extremamente digital, não há como deixar de lado a ISO 27001, que define os requisitos para estabelecer, implementar, manter e melhorar, continuamente, um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) – algo que, para qualquer negócio, é crucial para garantir a proteção de seus ativos sensíveis.  Todos os envolvidos são beneficiados com este olhar, tanto o investidor quanto o próprio empreendedor. Afinal, erros passam a ser detectados antecipadamente, as decisões deixam de ser centralizadas e passam a ser colaborativas, mitigando riscos de falência por má gestão ou perda do controle do negócio.  No atual cenário, a governança não é mais um diferencial, mas sim condição básica de sobrevivência. Startups que não estruturam processos, controles e decisões, deixam de ser empresas de oportunidades e passam a ser perigosas. E, diante de um mercado mais criterioso quanto onde investir, o risco é tudo o que o investidor quer evitar.  Alexandre Pierro é mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.    

Dove traz de volta Natasha, de ‘Vamp’, para brilhar no sol com UV Repair & Glow, com tecnologia inovadora de proteção solar capilar

Claudia Ohana volta a interpretar Natasha, de Vamp, via licenciamento de personagem, agora com os cabelos expostos ao sol em campanha de Dove. O retorno da vampira marca o lançamento de Dove UV Repair & Glow, com FPC 70 (Fator de Proteção Capilar), e convida as mulheres, até as mais noturnas, para brilharem à luz do dia sem medo de danificar os fios. A iniciativa chama atenção para os efeitos do sol na saúde dos cabelos, que tem poder quatro vezes maior de danificar os fios que qualquer outra fonte de calor. Ao resgatar uma personagem marcada por sua relação com a noite e pela fuga do sol, Dove se apoia na nostalgia e aposta em contrastes estéticos e criativos inesperados para trazer a mensagem de forma lúdica, com códigos surpreendentes para a marca e para o verão. “UV Repair & Glow, com fator de proteção capilar 70, nasce de um trabalho avançado de pesquisa e desenvolvimento, considerando que o sol pode causar até quatro vezes mais danos aos fios do que outras fontes de calor. Trouxemos a Natasha como uma escolha criativa para traduzir essa potência de forma culturalmente relevante. Se até as criaturas da noite confiam em sair ao sol, imagine o que UV Repair & Glow pode fazer pelo seu cabelo.”, comenta Mariana Martins, Diretora de Marketing Dove Hair. Como principal iniciativa da campanha, criada pela Droga5, Dove lança um filme estrelado por Claudia Ohana, ao lado da rapper Ajuliacosta e da influenciadora Marina (Submarina), em um encontro de ícones góticos de diferentes gerações. O conteúdo digital recria uma das cenas mais emblemáticas de Natasha, com direito à sua clássica dança, e convida até as criaturas da noite a colocarem o cabelo no sol com a proteção fator 70 de Dove UV Repair & Glow. A campanha noturna e com referências góticas representa um movimento ousado, que se destaca do que estamos acostumados a ver em termos de comunicação na categoria, e inclusive na própria marca.  Para dar início a campanha, temos uma participação especial de Natasha na novela ‘Êta Mundo Melhor!’, da TV Globo. A novela marca o retorno da personagem. Nela, a vampira interage de forma bem-humorada com a personagem Sandra (Flávia Alessandra), que surge no Dancing com os cabelos presos e uma sombrinha nas mãos, após fugir do sol. No encontro, as duas contracenam enquanto Natasha se apresenta como a primeira vampira disposta a ajudar as criaturas da noite a saírem das sombras e exporem seus cabelos ao sol sem medo. A cena evolui para um break estendido que mostra Natasha caminhando pelas ruas da cidade onde a trama se passa, ambientada nas décadas de 1940 e 1950, reforçando a ideia de que os cabelos podem ficar livres, protegidos e expostos ao sol com a nova linha capilar de Dove. “É incrível ver como ‘VAMP’ continua viva no imaginário do público até hoje. Natasha sempre teve uma estética forte e marcante, e reencontrar essa personagem tantos anos depois, agora em um contexto atual, foi muito especial. Trazer essa força para uma campanha que fala de cuidado e proteção fez todo sentido para mim”, comenta Claudia Ohana. A narrativa se estende ainda a peças de mídia e pontos de venda de ponta-cabeça, recurso que brinca com o universo dos vampiros e marca uma inversão inédita no território visual da marca. Para o lançamento de UV Repair & Glow, até o logotipo de Dove aparece invertido para apresentar, de forma não óbvia, o produto criado para proteger do sol por meio de uma identidade visual noturna. Na segunda fase da campanha é celebrada a primeira parceria de Dove Hair com o camarote N1 na Sapucaí durante o carnaval, levando as atrizes Claudia Ohana e Paolla Oliveira para marcarem presença com looks assinados na temática ‘VAMP’. Após o dia raiar, a pista do camarote ganhará a luz do sol e amostras de produto para os foliões curtirem o after com seus cabelos protegidos pela linha.  “Resgatar Natasha, uma personagem tão icônica da teledramaturgia, nos permitiu criar uma ação que brinca com a nostalgia do público e ao mesmo tempo reforça os atributos da linha UV Repair & Glow. A grande sacada foi colocar as peças de mídia de ponta-cabeça, inclusive o logo de Dove, criando um efeito inesperado que remete ao universo dos vampiros e à estética gótica da campanha. Essa inversão visual transforma cada ponto de contato da campanha em uma experiência lúdica e memorável, mostrando que a proteção solar também pode ser divertida, ousada e cheia de personalidade”, conta Renata Leão, diretora executiva de criação na Droga5 São Paulo. Veja o filme da Campanha:

Mart Minas reforça presença no Carnaval mineiro com ações nas ruas e campanha promocional

O Mart Minas volta a marcar presença no Carnaval de Minas Gerais, um dos maiores de Brasil, com uma estratégia que combina ações promocionais, apoio a blocos de rua e iniciativas voltadas tanto para consumidores quanto para trabalhadores que atuam durante a festa, a exemplo dos ambulantes. Desde 2024, a rede consolida sua participação no período carnavalesco, associando sua atuação ao calendário cultural do estado. Com ofertas imperdíveis em todas as 71 lojas do estado, a Campanha de Carnaval do Mart Minas reúne condições especiais em produtos essenciais para a folia. A rede também desenvolve ofertas direcionadas aos ambulantes por meio de ações de CRM, reconhecendo a importância desse público na dinâmica do Carnaval de rua e contribuindo para que possam ampliar seus lucros durante o período. A campanha promocional “Sua Compra Dá Sorte” segue como um dos destaques do período, com sorteios mensais de um carro e distribuição diária de vales-compras. A iniciativa é reforçada pelo jingle interpretado pelo grupo Baianeiros, que conecta a marca ao clima carnavalesco e à ideia de que a festa começa no Mart Minas.Além das ofertas, o Mart Minas fortalece sua associação com o Carnaval por meio do patrocínio de blocos, presença ativa nas ruas e distribuição de brindes ao público. “O Carnaval é um dos momentos mais importantes para Minas Gerais, tanto pelo retorno cultural quanto pelo impacto que gera para milhares de trabalhadores e empreendedores. O Mart Minas tem orgulho de fazer parte dessa festa, apoiando blocos, oferecendo condições especiais e contribuindo para que a folia seja ainda mais acessível e organizada para todos”, destaca Filipe Martins, Diretor do Mart Minas & Dom Atacadista. Confira abaixo a programação dos blocos patrocinados: Trema na Linguiça – Dia 31/01 (sábado), às 10h, em frente ao Mackenzie Esporte Clube, rua Benvinda de Carvalho, nº 320, Belo Horizonte. Sobe Estevão, Desce Pinto – Dia 07/02 (sábado), às 14h, na Rua Prof. Estevão Pinto, nº 783, Belo Horizonte. Ensaio Baianeiros – Dia 08/02 (domingo), às 10h, na Rua Senador Guimarães Lima, esquina com Mário Werneck (Buritis). Bloco de Belô – Dia 14/02 (sábado), às 15h, na Av. Afonso Pena, nº 1.537,bairro Centro,  Belo Horizonte. Bloco De Seu Bento à Dona Lúcia – Dia 14/02 (sábado), às 14h, na Praça Arcângelo Maleta, bairro Santa Lúcia, Belo Horizonte. Carnaval de Rua de Bom Despacho – 14 a 17 de fevereiro: Bonde do Tigrão (14/02), Fernanda Garcya (15/02) e Só Pra Contrariar (16/02) Praça da Estação, bairro Centro, Bom Despacho. Bloco Baianeiros – Dia 15/02 (domingo), às 13h, na  Av. Altamiro Avelino Soares,bairro Castelo, Belo Horizonte Bloco Não Acredito que te Beijei – Dia 16/02 (segunda-feira), às 10h30, na Av. Deputado Álvaro Antônio, bairro Barreiro, Belo Horizonte. Bloco Palhaçada – Dia 16/02 (segunda-feira), às 14h, no Largo das Mercês, Rua Silvio Vasconcelos, 297, Tiradentes. Bloco Baianeiros – Dia 17/02 (terça-feira), às 13h , na Av. Afonso Pena, bairro Centro, Belo Horizonte. Bloco PAPAUÊ – Dia 22/02 (domingo), às 13h, na Av. Afonso Vaz de Melo (em frente à PUC), bairro Barreiro, Belo Horizonte. Para mais informações, acesse: www.martminas.com.br ou @martminasatacadoevarejo.

Reforma tributária: onde o varejo perde dinheiro sem perceber

Por Anderson Ozawa A reforma tributária deixou de ser uma discussão conceitual. Ela já está desenhada, aprovada em seus pilares centrais e em fase de regulamentação. O impacto real, porém, não será sentido nos discursos, mas na operação diária do varejo. Porque, no varejo, reforma tributária não é troca de sigla. É mudança profunda em sistemas, processos, preços e margem. E é exatamente nesse atravessamento que o dinheiro começa a sumir: sem erro grosseiro, sem alarme, sem culpado visível. O Brasil caminha para um modelo de IVA dual, com CBS e IBS, não cumulatividade mais ampla, tributação no destino e uma longa transição em que regras antigas e novas vão conviver. Na teoria, o discurso é simplificação. Na prática do varejo, o cenário é outro: ambiente híbrido, exceções, convivência de lógicas diferentes e alto risco operacional. E todo ambiente híbrido favorece um tipo específico de perda: aquela que acontece certo demais para chamar atenção. Sempre que a reforma tributária avança, a primeira reação de muitas empresas é perguntar: “Como fica o Sped?”, “O layout muda?”, “A impressora fiscal acaba?”. Essas perguntas não estão erradas, elas só não são suficientes. Sped, XML, cupom fiscal e impressora são meios de registro. Eles garantem que o Fisco enxergue a operação e, não que a empresa esteja economicamente correta. Uma venda pode estar perfeitamente documentada, transmitida e validada, e ainda assim estar mal tributada, mal precificada e o pior, destruindo a margem. A reforma exige mudança de lógica, não apenas de alíquota. É um evento que envolverá ações em ERP, PDV, área fiscal, setor de compras, na precificação e promoções que precisam operar com a mesma leitura tributária. O problema é que muitas empresas ajustam o fiscal e deixam o restante do negócio funcionando como antes, não existe um trabalho estruturado e conectado. E o resultado disso é que o sistema calcula, a loja vende, o relatório fecha e ninguém garante que o efeito econômico está correto. A reforma tributária impacta diretamente a formação de preço: crédito muda, incidência muda, fluxo de caixa muda e o varejo que não revisa sua lógica de precificação passa a operar com uma armadilha silenciosa com três momentos: o preço parece competitivo, o volume parece saudável, mas margem começa a desaparecer. Vender mais não corrige preço errado, muito pelo contrário, só acelera o prejuízo. Vamos pensar em um item básico de alto giro, como óleo de soja, que é um produto que vende bem, entra em promoção, gira rápido. Mas a mudança na lógica de crédito e incidência faz com que a margem real por unidade seja menor do que a planejada. E não há erro fiscal e tampouco há autuação, mas é um detalhe ignorado na formação de preço que, multiplicado por milhares de unidades, corrói resultado todos os dias. Isso é perda. Promoção é rotina no varejo e infelizmente, o improviso também ainda é. Com a reforma tributária, promoções sem governança viram território fértil para perda com desconto manual, combo mal parametrizado, cashback sem leitura tributária e exceções que não passam por simulação. O varejo comemora volume, mas quase nunca pergunta se vendeu certo. Outro risco silencioso é a pressa para “se adequar”, com interpretação superficial de regras, aplicação genérica, decisões copiadas sem testar na operação real. Na reforma tributária, o erro raramente vira multa imediata, mas, se torna um crédito não aproveitado, margem distorcida e um resultado menor aceito como normal. No varejo farmacêutico, por exemplo, um medicamento de marca com preço regulado, onde o valor de venda não muda. Mas um erro na classificação fiscal ou na leitura da nova regra faz com que o crédito tributário seja aproveitado de forma incorreta ou simplesmente perdido. A venda acontece, o caixa entra, mas parte da margem some sem explicação aparente. Não é crise econômica, efeito de eleições ou outro fator. Se trata de uma erosão silenciosa da lucratividade da empresa. A discussão ainda está concentrada no fiscal e no jurídico. Mas o maior risco do varejo está na operação onde mais regras, mais exceções, mais convivência de modelos aumentam o erro humano, a falha de processo e o desvio de execução, ou seja, a disciplina operacional, grande desafio do varejo. No varejo, risco operacional bate primeiro na margem e depois no caixa e, só muito depois vira pauta estratégica das reuniões de diretoria e, quando vira, normalmente já custou caro. A reforma tributária não vai quebrar o varejo, mas vai separar empresas organizadas de improvisadas, como sempre ocorre em eventos dessa importância. Não criará prejuízos, mas, vai revelar processos frágeis, preços mal-formados, promoções mal pensadas. Revela negócios que funcionavam no costume, no sempre fiz assim ou no nunca vai acontecer comigo. Quem tratar a reforma como obrigação legal vai pagar a conta sem entender de onde veio. Mas, quem tratar como mudança estrutural de negócio vai atravessar melhor e, em alguns casos, ganhar vantagem competitiva, porque, no varejo, o dinheiro não some por causa do imposto, ele some quando ninguém enxerga como o imposto atravessa o negócio inteiro. E isso, nenhuma reforma resolve sozinha. Como diz o ditado: o buraco é mais embaixo, ou como eu digo, o buraco é mais em cima. *É CEO da AOzawa Consultoria, especialista em Prevenção de Perdas e Governança, consultor com mais de 40 programas de prevenção de perdas implantados com sucesso, palestrante, professor da FIA Business School e autor do livro “Pentágono de Perdas: Transformando Perdas em Lucros”

Dr. Balduíno Tschiedel assume presidência da Unicred Porto Alegre

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1976, Dr. Balduino é endocrinologista titulado pela AMB, SBEM e CREMERS, além de mestre em Genética pela UFRGS. Possui ampla atuação institucional, tendo integrado a diretoria e/ou o conselho de diversas entidades médicas, entre elas AMRIGS, CREMERS, SIMERS, AMEHC, Unimed e Unicred. Ao longo de sua trajetória, foi presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes e da Federação Internacional de Diabetes (região América do Sul e Central), além de fundador e diretor-presidente do Instituto da Criança com Diabetes (ICD), associado ao Grupo Hospitalar Conceição.  A mudança na presidência ocorre em razão do então presidente, Dr. José Cesar Boeira, ter assumido a vice-presidência da Unicred Brasil a partir de 22 de janeiro. Na Unicred Porto Alegre, Dr. Boeira permanece contribuindo como membro do Conselho de Administração.  Os médicos Balduíno Tschiedel e João Vicente Bassols assumem, respectivamente, a Presidência e a Vice-Presidência, ao lado dos demais membros do Conselho de Administração, reafirmando o compromisso com o fortalecimento da gestão estratégica da cooperativa, trabalho que já vem sendo desenvolvido, além da ampliação do apoio aos profissionais da saúde e às famílias associadas.

A era dos AI Agents: quando a inteligência deixa de responder e passa a decidir

*Por Andres Stella, COO da Yalo A conversa sobre inteligência artificial cresceu de forma exponencial nos últimos dois anos. No entanto, por trás do entusiasmo, existe uma realidade menos debatida. Um estudo interno que realizamos traz o dado de que embora mais de 70% das interações digitais com clientes já envolvam algum nível de automação, menos de 15% geram impacto direto em receita, eficiência operacional ou decisões relevantes de negócio. A razão é simples e estrutural: automatizar não é o mesmo que decidir.  Durante anos, o foco esteve em acelerar tarefas, reduzir fricção e escalar operações. Primeiro com regras, depois com bots, e em seguida com IA aplicada a processos isolados. Essa evolução foi necessária, mas expôs um limite claro. As empresas executam mais rápido do que nunca, porém continuam tomando decisões críticas de forma tardia, fragmentada e dependente de interpretação humana sob pressão. A execução foi automatizada. A decisão permaneceu manual.  Ao entrar em 2026, a questão já não é se a IA deve ser utilizada, mas onde ela precisa estar para melhorar a qualidade das decisões. Negócios reais operam em ambientes imprevisíveis, com clientes que mudam de ideia, misturam assuntos, retornam dias depois e esperam continuidade. As decisões não dependem apenas da pergunta feita, mas do histórico, do momento, do canal e do objetivo da interação. Nesse contexto, sistemas engessados, baseados em fluxos fixos e respostas pré-definidas, deixam de escalar. Não por falha técnica, mas porque foram concebidos para um mundo onde responder corretamente era suficiente.  O verdadeiro salto da IA não veio de uma única inovação, mas da convergência de avanços concretos: modelos mais capazes, melhor compreensão de contexto e a capacidade de manter memória, objetivos e estados ao longo do tempo. A IA deixou de ser puramente reativa e passou a operar de forma mais autônoma. Já não se limita a responder perguntas isoladas. Consegue interpretar conversas completas, reconhecer padrões, conectar sinais de múltiplas fontes e tomar decisões com base em intenção, não apenas em palavras-chave.  É nesse ponto que surgem os AI Agents. Um AI Agent não opera a partir de scripts, mas de objetivos. Ele compreende o contexto da conversa, considera interações anteriores, mantém um objetivo de negócio claro e decide qual é o próximo passo mais adequado. Além disso, executa ações reais dentro dos sistemas da empresa e aprende com o resultado de cada interação. A IA deixa de ser apenas uma interface e passa a ser um sistema de decisão em produção.  Essa mudança é relevante porque as decisões mais impactantes nos negócios não acontecem em comitês nem em dashboards. Elas ocorrem diariamente, milhões de vezes, na linha de frente da operação. Decidir o que dizer a um cliente específico, o que oferecer naquele momento, quando insistir, quando esperar, quando escalar. São decisões que parecem pequenas em aparência, mas são gigantes em impacto quando repetidas em escala. Esse tipo de decisão vive em conversas, sinais fracos, mudanças de tom, hesitações, desvios sutis no comportamento, e em contexto acumulado. Não funciona com regras fixas. Exige critério.  É exatamente nesse território que os AI Agents deixam de ser promessa e se tornam inevitáveis. Eles não executam instruções. Exercem critério operacional. Um critério que antes dependia exclusivamente de pessoas, de experiência individual e de julgamento humano, e que agora pode ser projetado, treinado, governado e replicado dentro dos sistemas.  Na Yalo, essa abordagem foi sendo construída ao longo de mais de uma década, a partir da operação contínua de milhões de conversas e decisões comerciais em diferentes contextos, vendas, pagamentos, crédito, cobrança, retenção e atendimento, distribuídos entre canais como WhatsApp, chamadas de voz, aplicativos e web. Essa experiência mostrou, na prática, que decisões em escala não se resolvem com scripts ou automações rígidas, mas precisam acontecer no momento da interação, combinando contexto histórico, dados transacionais, regras de negócio e aprendizado contínuo. A partir disso, os agentes conversacionais passaram a ser tratados não apenas como interfaces, mas como unidades operacionais de decisão dentro dos sistemas.  Olhar para 2026 não é fazer previsões. É dar nome a uma mudança já em curso. As organizações que compreenderem a Agentic Era projetarão estruturas capazes de decidir melhor, mais rápido e com consistência. As que não compreenderem continuarão cercadas de automação, executando tarefas em escala, mas presas ao mesmo gargalo decisório: regras fixas, falta de contexto e dependência constante de intervenção humana. Essa transição exige clareza, porque o que está em jogo não é adicionar mais IA, mas superar o modelo em que a tecnologia executa, mas não decide. Automatizar foi o primeiro passo. Decidir, com agentes, será a vantagem competitiva. 

Com avanço do varejo online, armazenagem se torna peça-chave no setor de alimentos

O varejo online de alimentos e bebidas no Brasil vive um momento de forte expansão. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce do setor cresceu 18,4% em 2024, movimentando R$ 16 bilhões. Para 2025, a projeção é de um avanço anual de 15%, o que reforça a consolidação do segmento como um dos mais promissores do comércio digital no país. Diante desse cenário, pensar estrategicamente na armazenagem torna-se fundamental, já que a eficiência no estoque, a conservação adequada dos produtos impactam diretamente a sustentabilidade da operação. Para Giordania Tavares, CEO da Rayflex, empresa líder na fabricação de portas rápidas industriais, esse cenário reforça a necessidade de investir em soluções que otimizem a logística e a armazenagem, garantindo maior controle térmico, agilidade nas operações e preservação da qualidade dos alimentos. “A depender do tipo de produto, é essencial manter a estabilidade de temperatura, umidade e condições adequadas de higiene. Nesse contexto, a escolha dos modelos de portas para ambientes internos e externos merece atenção, já que o controle ambiental é determinante para assegurar a integridade dos itens ao longo de toda a cadeia”, afirma. O desafio de armazenar alimentos perecíveis  Quando o assunto passa para alimentos perecíveis, essa complexidade se intensifica, já que os prazos de entrega, a separação individual de pedidos e a maior rotatividade de estoque exigem ainda mais controle sobre temperatura, validade e condições de armazenamento. Nesse contexto, qualquer falha pode comprometer não apenas a qualidade do alimento, mas também a experiência do consumidor, tornando o cuidado com a gestão de perecíveis ainda mais estratégico.  Nesse sentido, as portas rápidas são importantes aliadas para evitar que erros operacionais aconteçam, garantindo a fluidez do trabalho do operador, além de possuir alto grau de vedação, impedindo a entrada de calor em salas refrigeradas e até de impurezas no ambiente. Segundo a especialista, modelos com abertura e fechamento automáticos são mais indicados, pois considerando o alto fluxo de entrada e saída de pessoas, esses modelos conservam o produto no interior da câmara fria, evitando a perda de temperatura. A consolidação do e-commerce de alimentos reforça a necessidade de pensar na infraestrutura de armazenagem. À medida que o consumidor incorpora a compra online de alimentos à sua rotina, a eficiência logística deixa de ser um diferencial e passa a ser um fator decisivo para a competitividade das empresas. “É preciso olhar para a infraestrutura como um pilar do negócio, capaz de sustentar o crescimento e garantir a confiança do consumidor”, encerra Giordania.

Antaris Foods Brands Franchising marca presença no Camarote Bar Brahma pelo 9º ano consecutivo no Carnaval 2026

Pelo nono ano consecutivo, a Antaris Foods Brands Franchising é parceira oficial do Camarote Bar Brahma e reforça sua presença no Carnaval de São Paulo. Para a edição de 2026, o grupo investiu R$ 900 mil, um aumento de 15% em relação ao ano anterior, consolidando sua estratégia de associar entretenimento, experiência e alimentação premium em grandes eventos.  Entre os destaques gastronômicos da holding no camarote, estão o Johnny Rockets, rede californiana de hamburguerias ambientadas na década de 50, e a Boulangerie Carioca, pâtisserie inspirada no estilo francês. Também integram a operação as marcas Mex Burritos e Hot n Tender, ampliando as opções do cardápio all-inclusive oferecido ao público. Presente no piso térreo do Camarote Bar Brahma, o Johnny Rockets leva ao público uma seleção especial de seus produtos mais icônicos, pensados para acompanhar o ritmo da folia. O cardápio inclui mini cheeseburguer, mini hambúrguer vegano, porções individuais de batatas fritas e milkshakes, todos servidos de forma ilimitada ao longo das noites de desfile. Já a Boulangerie Carioca apresenta uma curadoria de sobremesas criadas especialmente para o evento, resultado de uma collab entre o chef executivo da casa, Wagner Ribeiro, e a Vigor Alimentos. O menu conta com mini copo de bolo red velvet, mini brownie de doce de leite com cream cheese, mini copo de beijinho e cheesecake gelado com goiabada. A pâtisserie completa a experiência com uma estação de cafés, com cappuccino e mocaccino, feitos com grãos da Três Corações. “Queremos sempre surpreender o público a cada edição. Em 2026, trazemos uma seleção de novidades com grandes parceiros que traduzem nosso DNA: inovação, sabor e conexão com o consumidor em momentos únicos”, afirma Álan Torres, diretor geral da Antaris Foods Brands Franchising.  Serviço Camarote Bar Brahma – Carnaval 2026 Local: Sambódromo do Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo Datas: 13, 14, 15 e 21 de fevereiro de 2026 Horário: das 18h às 5h

80% das mensagens recebidas pelo WhatsApp são lidas em até 5 minutos

Praticamente todas as mensagens que as pessoas recebem por WhatsApp (mais precisamente, 98%) são abertas. Mais que isso: 80% são lidas nos primeiros cinco minutos depois do recebimento. Os dados, do próprio aplicativo de mensagens instantâneas, fundamentaram a apresentação da Poli Digital, plataforma parceira do Grupo Meta, no WhatsApp Arena. O co-fundador e CPO da Poli Digital, Gabriel Henrique, palestrou ao lado do gerente de marketing da Vitrine Móveis, de Goiás, Júlio Cesar Alves. Ambos falaram sobre o tema “Anúncios de clique para o WhatsApp + Conversions API: o poder dos anúncios e mensuração para os pequenos negócios”.  Para o gerente da Vitrine Móveis, soluções que centralizam WhatsApp, Instagram e Messenger em uma única plataforma e conectam todos os atendentes em um só fluxo de atendimento, é estratégica para os negócios. Além de organizar todo o fluxo comunicacional com e na empresa, Alves cita a segurança na realização de vendas por esse meio de comunicação. A Vitrine Móveis é cliente da Poli Digital, que também é de Goiás, há pelo menos seis anos, lembra o CPO da plataforma. “O ‘case’ é significativo para demonstrar, de forma prática, como a combinação de tecnologia, estratégia e dados pode transformar operações inteiras”, sublinha Henrique. “O WhatsApp mantém uma das taxas de engajamento mais altas do mercado. Esse comportamento explica por que o canal se tornou tão estratégico para pequenas e médias empresas que precisam acelerar oportunidades de forma eficiente e previsível”, argumenta o executivo. A integração de contatos no WhatsApp possibilita conectar campanhas, realizar atendimentos, acelerar funil para gerar conversas reais, reduzir atrito e aumentar a qualidade dos leads, sublinha Henrique. “Trata-se de transformar conversas com os clientes em oportunidades reais”. Nesse contexto, a Conversions API tem papel central na performance dos anúncios de clique para o WhatsApp. A tecnologia permite que a Poli Digital envie eventos de conversão diretamente para as plataformas do Meta Ads, sinalizando quais interações resultam em leads mais qualificados e relevantes. Com esses dados, os algoritmos conseguem otimizar a entrega dos anúncios de forma mais precisa, priorizando perfis com maior propensão à conversão e contribuindo para melhores resultados em vendas, mensuração mais confiável e uso mais eficiente do investimento em mídia. A Poli Digital é parceira oficial do Grupo Meta (WhatsApp, Instagram e Facebook) no Brasil. Com isso, a plataforma tem acesso às APIs Oficiais (Application Programming Interface, ou Interface de Programação de Aplicação) – conjunto de padrões de uma interface de um aplicativo. Isso possibilita a oferta de soluções mais apropriadas às demandas das empresas clientes, com segurança, estabilidade e total conformidade com as diretrizes oficiais do Grupo Meta. “Para a Poli Digital, estar ao lado do Meta, inclusive nesse evento de relevância, representa não apenas reconhecimento, mas também a oportunidade de contribuir para a capacitação do mercado e demonstrar, de forma prática, como a combinação de tecnologia, estratégia e dados pode transformar operações inteiras”, considera o co-fundador. Henrique sublinha que o encontro reuniu especialistas, líderes de negócios e profissionais de marketing de todo o país, consolidando-se como um dos principais fóruns para discutir tendências, oportunidades e boas práticas no ambiente digital.

Hexa IT encerrou 2025 com crescimento, expansão de parcerias e consolidação estratégica no setor de saúde

A Hexa IT, provedora de soluções de TI, chegou ao fim de 2025 com um balanço positivo, marcado por crescimento em vendas, ampliação do portfólio e um posicionamento cada vez mais sólido no mercado de saúde. Mesmo em um cenário desafiador para o setor privado, a empresa conseguiu avançar de forma consistente, impulsionada por uma estratégia clara de atuação como integradora de tecnologia especializada em healthcare. “O desempenho da Hexa IT em 2025 foi satisfatório tanto do ponto de vista de vendas quanto na conquista de novos clientes. A nova estratégia da unidade de healthcare nos permitiu entrar em grandes contas, referências de mercado, e nos posicionar de forma mais estratégica”, comenta Edgard Nienkotter, CEO da Hexa IT. A empresa destaca avanços relevantes na distribuição e no aumento de receita, sendo um dos fatores determinantes para esse resultado, a expansão do ecossistema de parceiros e a evolução do portfólio, que passou a ir além da infraestrutura, oferecendo soluções mais próximas das necessidades do negócio de saúde. Essa estratégia também se reflete no crescimento significativo do número de parcerias, que até o final de 2024, contava com cerca de cinco parceiros, e em 2025, esse número saltou para 14. A expansão está diretamente ligada ao objetivo estratégico da empresa de, até 2030, ser reconhecida como a melhor empresa de tecnologia para o setor de saúde no Brasil. “As novas parcerias foram escolhidas com base em soluções específicas para o mercado de saúde, capazes de impactar diretamente três grandes variáveis do negócio dos nossos clientes: aumento de receita, redução de custos e elevação da qualidade percebida dos serviços”, explica Nienkotter. O setor de healthcare é o principal beneficiado por esse movimento, se consolidando como a vertical prioritária da Hexa IT. Ao longo de 2025, a empresa fortaleceu sua imagem como integradora especializada, conquistando novos grandes clientes e ampliando sua relevância dentro desse mercado. Esse avanço é considerado um marco importante dentro de um plano de longo prazo que começou a ganhar tração efetiva neste ano. Além do foco em saúde, a Hexa IT mantém no radar a criação de novas verticais, como varejo e educação, previstas para serem desenvolvidas ao longo dos próximos cinco anos. Paralelamente, a empresa reforça investimentos em pessoas, com programas voltados à cultura de pertencimento, retenção e reconhecimento de talentos, além do fortalecimento da área de qualidade. Nos últimos anos, a Hexa IT estruturou e amadureceu sua área de qualidade, que em 2025 avançou com o início de auditorias internas. Para os próximos ciclos, o plano inclui a formatação de áreas dedicadas a customer support e customer experience, além da preparação para certificações relevantes do mercado, como ISO 20000, ISO 27000 e ISO 9001. Para 2026, a perspectiva é de continuidade, com os objetivos estratégicos permanecendo alinhados à consolidação da Hexa IT como integradora de referência, especialmente no setor de saúde. “O grande salto começou a se concretizar em 2025 e esse movimento vai continuar nos próximos anos, com o objetivo claro de nos tornarmos um destaque em tecnologia para o mercado de saúde”, conclui Nienkotter.

Ranking dos comerciais do Super Bowl 2026: criatividade, impacto e repercussão

Todos os anos, o Super Bowl transforma seus intervalos comerciais em um verdadeiro festival criativo. Em 2026, com investimentos recordes e uma audiência global altamente engajada, as marcas elevaram ainda mais o nível de produção e storytelling. A seguir, um ranking dos comerciais mais relevantes do Super Bowl LX, considerando critérios como criatividade, buzz nas redes sociais, execução estratégica e alinhamento cultural. 1º lugar — Pringles | “Pringleleo” (Nota: 9,6) O anúncio estrelado por Sabrina Carpenter foi o grande fenômeno do ano. Apostando em humor absurdo, estética pop e forte apelo digital, a marca conseguiu dialogar com a geração Z sem perder sua identidade histórica. O comercial rapidamente virou meme, gerou desdobramentos nas redes sociais e reforçou o posicionamento irreverente da Pringles. Destaque: altíssimo potencial de viralização e leitura precisa de comportamento de público. 2º lugar — Budweiser | “American Icons” (Nota: 9,3) Em um movimento oposto ao humor, a Budweiser apostou novamente na emoção. O retorno dos Clydesdales, combinado com símbolos clássicos da cultura americana, reforçou o legado da marca em um dos palcos mais simbólicos do país. Um comercial pensado menos para memes e mais para memória afetiva. Destaque: storytelling sólido e conexão cultural profunda. 3º lugar — Squarespace | Filme com Emma Stone (Nota: 9,1) Visualmente sofisticado e com linguagem cinematográfica, o anúncio estrelado por Emma Stone chamou atenção pela ousadia estética e pela quebra do padrão tradicional dos comerciais do Super Bowl. Um exemplo de como marcas de tecnologia podem se posicionar com arte e autoralidade. Destaque: direção criativa forte e estética memorável. 4º lugar — Uber Eats | “A Century of Cravings” (Nota: 8,9) A Uber Eats seguiu sua fórmula de sucesso: humor, celebridades e situações cotidianas exageradas. Com Matthew McConaughey, o comercial reforça a associação direta entre futebol americano, comida e momentos de entretenimento coletivo. Destaque: clareza de mensagem e alto recall de marca. 5º lugar — Pepsi | “The Choice” (Nota: 8,7) Provocativa e ousada, a Pepsi apostou em um confronto simbólico com sua principal concorrente. O uso do icônico urso polar em um contexto inesperado gerou forte repercussão online e dividiu opiniões — o que, no Super Bowl, costuma ser um sinal de sucesso. Destaque: coragem criativa e buzz orgânico. 6º lugar — Instacart | Ben Stiller & Benson Boone (Nota: 8,5) Dirigido por Spike Jonze, o comercial mistura humor, estranheza e uma narrativa visual pouco convencional. Não foi o mais popular do ano, mas conquistou críticos e profissionais de criação. Destaque: assinatura autoral e linguagem cinematográfica. 7º lugar — State Farm | “Stop Livin’ on a Prayer” (Nota: 8,3) Usando música, humor e celebridades, a State Farm entregou um anúncio divertido e eficiente. Embora menos inovador, foi extremamente funcional em termos de branding. Destaque: entretenimento leve e alto reconhecimento. 8º lugar — Fanatics Sportsbook | Kendall Jenner (Nota: 8,0) A estreia da Fanatics no Super Bowl chamou atenção pelo uso de uma celebridade global e por um tom auto-irônico. Um movimento estratégico para posicionar a marca no competitivo mercado de apostas esportivas. Destaque: estreia consistente e posicionamento claro. 9º lugar — Oakley Meta | Tecnologia em ação (Nota: 7,8) Focado em performance, inovação e tecnologia vestível, o anúncio teve forte apelo visual, mas menor impacto emocional em comparação aos líderes do ranking. Destaque: visual potente e foco em inovação. 10º lugar — MANSCAPED | “Hair Ballad” (Nota: 7,5) O comercial mais excêntrico do ano. Divertiu, chocou e virou meme — ainda que com divisão clara de opiniões. Mesmo assim, cumpriu seu papel: ser comentado. Destaque: humor extremo e alto potencial viral.

Super Bowl 2026: o espetáculo dos comerciais que vai além do jogo

O Super Bowl LX, realizado em 8 de fevereiro de 2026, em Santa Clara, Califórnia, não é apenas o maior evento esportivo do ano: é também um dos momentos mais aguardados pela indústria publicitária global. Neste ano, com os espaços de publicidade atingindo valores recordes — cerca de **US$ 8 milhões por 30 segundos de exibição — as marcas investiram pesado em criatividade, celebridades e narrativas ousadas para capturar a atenção de uma audiência global estimada em mais de 130 milhões de espectadores. Estrelas, humor e grandes nomes do mercado Os comerciais do Super Bowl sempre foram evento à parte, e em 2026 essa tradição se confirmou. Um dos destaques foi a campanha da Pringles, estrelada pela cantora e atriz Sabrina Carpenter, que protagoniza um anúncio bem-humorado em que constrói seu “par perfeito” com chips da própria marca, em uma releitura criativa da tradicional frase “Once you pop, the fun don’t stop”. Marcas consagradas como Uber Eats seguiram a tradição de unir humor e celebridades, com um spot de 60 segundos estrelado por nomes como Matthew McConaughey, reforçando a relação entre futebol americano e comida durante os momentos de jogo. Já veteranos como Budweiser reservaram seu espaço para campanhas emocionais. A gigante cervejeira apostou na celebração de sua longa história e do patrimônio cultural americano, mostrando imagens que evocam tradição, amizade e momentos compartilhados — uma estratégia que reforça valores identitários fortes em um ano de aniversários e celebrações nacionais nos EUA. Novos entrantes e tendências criativas Além dos grandes nomes, o Super Bowl LX também trouxe novos anunciantes. Startups e empresas emergentes aproveitaram o palco global para apresentar seus produtos pela primeira vez. A plataforma de criação de aplicativos Base44 e outras marcas de tecnologia entraram no jogo, pontuando uma tendência de expansão para setores antes menos representados. Outro destaque do ano foi o uso de inteligência artificial (IA) tanto no conteúdo quanto na produção dos comerciais. Marcas como a vodka Svedka resgataram antigos mascotes utilizando tecnologia generativa, criando anúncios que interagem com eventos ao vivo e tendências digitais — uma quebra de paradigma que mistura tradição e inovação na publicidade de alto impacto. A presença de empresas de tecnologia não se limitou aos produtos anunciados: gigantes como Amazon (Alexa) e Google retornaram ao Super Bowl para destacar funcionalidades de IA em contextos práticos, reforçando a importância dessa temática para a narrativa publicitária do evento. Temas sociais e diversidade criativa Os comerciais de 2026 também refletem um movimento mais amplo da publicidade em direção a temas sociais, inclusão e representatividade. Algumas campanhas optaram por mensagens inspiradoras e de impacto humano, explorando narrativas que vão além da simples promoção de produtos e serviços. Essa abordagem está alinhada com as mudanças no comportamento do público, que se mostra cada vez mais interessado em campanhas que dialoguem com valores culturais e experiência comunitária. O papel dos comerciais no contexto cultural Em um ano marcado por grandes eventos esportivos, como os Jogos Olímpicos de Inverno e a final da NFL, os comerciais do Super Bowl continuam a ocupar um papel central no calendário mediático global. Eles não apenas geram buzz imediato durante a transmissão, mas também alimentam debates, memes e repercussões nas redes sociais antes e depois do jogo — transformando o intervalo comercial em um espetáculo cultural por si só. O investimento altíssimo e a diversidade de campanhas do Super Bowl LX 2026 demonstram que, mesmo em uma era em que o consumo de mídia é fragmentado e digital, o Big Game permanece um palco singular para as marcas. Seja por meio de humor, emoção, tecnologia ou crítica cultural, as campanhas deste ano mostram que os comerciais continuam a ser uma arena criativa vibrante e um termômetro das tendências mais amplas da publicidade global. Comerciais mais comentados e que viralizaram nas Redes Comerciais mais comentados e virais do Super Bowl 2026 1. Pringles – “Pringleleo” com Sabrina CarpenterA campanha com a cantora Sabrina Carpenter viralizou rapidamente com humor e criatividade, mostrando a estrela criando um “homem de Pringles” enquanto explora cenas de namoro e situações absurdas. 2. Squarespace – com Emma StoneA plataforma de criação de sites trouxe uma peça cinematográfica estrelada por Emma Stone e dirigida por Yorgos Lanthimos, muito elogiada pela sua estética e originalidade. 3. State Farm – “Stop Livin’ on a Prayer”O retorno do anunciante clássico com humor e música, apresentando Keegan-Michael Key, Danny McBride e um refrão divertido de “Livin’ on a Prayer”, virou um dos pontos altos nas redes sociais. 4. Pepsi – “The Choice” com Taika WaititiA Pepsi provocou a rival Coca-Cola com um anúncio dirigido por Taika Waititi, usando o icônico urso polar para escolher Pepsi em um teste às cegas — e causando grande repercussão online. 5. Budweiser – “American Icons”A cervejaria veterana voltou com uma campanha emotiva que combina seus famosos Clydesdales com uma águia-careca americana, celebrando legado e identidade cultural. 6. Instacart – com Ben Stiller e Benson BooneDirigido por Spike Jonze, esse comercial divertido traz Ben Stiller e Benson Boone em clima retrô e cenas inesperadas que conquistaram atenção de fãs e críticos. 7. Uber Eats – “A Century of Cravings”Com Matthew McConaughey e um elenco estelar, o anúncio humorístico que liga futebol americano à fome dos fãs já está sendo citado como um dos mais assistidos. 8. Fanatics Sportsbook – com Kendall JennerA estreia da Fanatics no Super Bowl trouxe Kendall Jenner em um comercial auto-irônico que rapidamente ganhou tração nas redes sociais. 9. Oakley Meta – tecnologia e açãoA campanha repleta de tecnologia, atletismo e participação de estrelas como Marshawn Lynch e Sky Brown destacou os óculos inteligentes da marca com energia visual intensa. 10. MANSCAPED – “Hair Ballad” (curiosidade viral)Um dos anúncios mais bizarros e comentados do ano: a marca apostou em humor excêntrico com “bolas de cabelo cantoras”, que dominaram memes e debates online. Destaques de tendências nas campanhas de 2026 ✔️ Humor e celebridades dominam: Muitos comerciais usam humor absurdo e rostos conhecidos para criar conexão instantânea.✔️ Narrativas emocionais: Anúncios como o da Budweiser

Da televisão ao estádio: o crescimento acelerado da NFL no Brasil

Durante décadas, a NFL foi vista no Brasil como um produto de nicho, restrito a um público apaixonado, porém limitado. Esse cenário mudou de forma significativa nos últimos anos. Impulsionada por estratégias de internacionalização, investimentos em mídia e uma base de fãs cada vez mais engajada, a liga de futebol americano vive hoje um dos momentos mais relevantes de sua história no mercado brasileiro, consolidando-se como um produto esportivo e de entretenimento em franca expansão. Um dos pilares desse crescimento foi a ampliação da presença da NFL na televisão e no streaming. A transmissão regular dos jogos da temporada, dos playoffs e do Super Bowl em canais abertos, fechados e plataformas digitais permitiu que o esporte alcançasse novos públicos. A narração em português, o investimento em comentaristas especializados e uma abordagem mais didática ajudaram a quebrar a barreira inicial de complexidade do jogo, tornando-o mais acessível ao espectador brasileiro. Além da TV, o ambiente digital teve papel central na popularização da liga. Redes sociais, conteúdos sob demanda, podcasts e perfis especializados criaram uma comunidade ativa, que discute partidas, jogadores e estratégias durante todo o ano — e não apenas no Super Bowl. A NFL, por sua vez, passou a olhar o Brasil como um mercado estratégico, produzindo conteúdos localizados, ações com influenciadores e campanhas pensadas especificamente para o público latino-americano. Outro fator decisivo foi a realização de eventos oficiais no país. A confirmação de jogos da temporada regular em solo brasileiro marcou um ponto de virada simbólico e prático na relação da liga com o mercado nacional. A presença física da NFL no Brasil fortaleceu a base de fãs, atraiu novos patrocinadores e posicionou o país como um dos principais focos da estratégia global de expansão da liga fora dos Estados Unidos. Para marcas e parceiros comerciais, esse movimento abriu oportunidades inéditas de ativação e associação com um produto esportivo premium. O crescimento também se reflete no interesse do mercado publicitário. Com uma audiência qualificada, engajada e cada vez maior, a NFL passou a atrair anunciantes que buscam formatos diferenciados, storytelling e conexão emocional com o público. Campanhas vinculadas à liga exploram valores como performance, superação, estratégia e trabalho em equipe — atributos que dialogam bem com diferentes segmentos de consumo no Brasil. Do ponto de vista cultural, o futebol americano passou a ocupar mais espaço no imaginário esportivo nacional. Festas de Super Bowl, bares temáticos, ligas amadoras e até a prática do flag football cresceram em diversas cidades brasileiras. Esse ecossistema ajuda a criar uma relação mais profunda entre o esporte e o público, indo além do consumo passivo e estimulando a vivência da modalidade. Apesar do avanço expressivo, o crescimento da NFL no Brasil ainda apresenta desafios. A concorrência com esportes tradicionais, a adaptação de horários por conta do fuso e a necessidade de educação contínua do público exigem planejamento de longo prazo. Ainda assim, os indicadores de audiência, engajamento e interesse comercial mostram que a liga encontrou no Brasil um terreno fértil para expansão sustentável. O que antes era um evento anual restrito ao Super Bowl transformou-se em uma presença constante no calendário esportivo e midiático do país. A trajetória recente da NFL no Brasil demonstra como estratégia, mídia e cultura podem caminhar juntas para transformar um esporte estrangeiro em um produto relevante, desejado e cada vez mais próximo do torcedor brasileiro.

Super Bowl: A vitrine indispensável para o mercado publicitário global

O Super Bowl deixou de ser apenas a final do futebol americano para se tornar um dos principais palcos do marketing e da publicidade mundial. A cada ano, a competição que decide o campeão da National Football League (NFL) atrai uma audiência massiva — muitas vezes superior a 120 milhões de telespectadores — e cria uma oportunidade única para marcas de todos os setores se conectarem com o público de maneira simultânea e impactante. A importância do Super Bowl para o mercado publicitário é evidente nos números: apenas os espaços de 30 segundos de comerciais durante a transmissão têm sido vendidos por valores que chegam a US$ 10 milhões, um recorde em 2026, refletindo tanto a demanda quanto a percepção do valor de uma exposição tão grandiosa. Esse preço astronômico não inclui os custos de produção, que frequentemente elevam o investimento total de uma campanha a dezenas de milhões de dólares quando somados talentos, estúdios, efeitos visuais e estratégias multicanais. Mais do que um jogo: um evento cultural e comercial O Super Bowl é hoje um fenômeno de cultura de massa. Além dos fãs de esportes, milhões de espectadores assistem à transmissão especificamente pelos comerciais — em alguns anos, cerca de 43% da audiência afirmou que sintoniza apenas para assistir aos anúncios. Esse fenômeno transforma os intervalos comerciais em momentos tão aguardados quanto o próprio jogo, gerando debates, memes e repercussões nas redes sociais antes, durante e depois do evento. Essa atenção concentrada é um ativo valioso para os anunciantes. Em um cenário midiático cada vez mais fragmentado, dificilmente outra plataforma consegue reunir tantos espectadores ao mesmo tempo. A transmissão do Super Bowl é, portanto, uma das poucas oportunidades em que uma marca pode alcançar uma audiência unificada e massiva — um fator que justifica o alto custo do espaço publicitário e explica por que empresas continuam a investir pesado. Retorno sobre investimento e impacto mais amplo Embora os custos sejam altos, estudos e relatórios de mercado indicam que os anunciantes podem obter retorno significativo. Pesquisas apontam que, historicamente, campanhas do Super Bowl entregaram em média US$ 4,60 de retorno para cada dólar investido, reforçando o potencial de impacto positivo quando uma campanha é bem executada. Além disso, muitos consumidores relatam ter comprado produtos após verem um anúncio durante o jogo — um sinal claro de que o evento influencia o comportamento de compra. O retorno não se limita a vendas imediatas. A visibilidade gerada pelo Super Bowl frequentemente eleva a percepção de marca a novos patamares, fortalece o reconhecimento entre públicos diversificados e alimenta campanhas de marketing que se estendem semanas após a transmissão. Em um mundo em que estratégias digitais e sociais dividem a atenção do público, esse momento de foco concentrado ainda é considerado insubstituível por muitos profissionais de marketing. Tendências e evolução criativa Nos últimos anos, a criatividade dos comerciais tem se tornado tão relevante quanto o próprio espaço de mídia. Marcas investem em narrativas emocionais, humor, celebridades e até críticas culturais para se destacar. Os anúncios são lançados como eventos prévios com teasers em redes sociais, e muitas vezes são analisados e compartilhados globalmente antes mesmo do jogo terminar. Além disso, o Super Bowl tem servido como palco para testar novas abordagens — como o uso de influenciadores poderosos ou o foco em tendências tecnológicas — demonstrando que o evento é também um laboratório de inovação publicitária. Desafios e o futuro do investimento publicitário Apesar de seu prestígio, a efetividade dos anúncios no Super Bowl exige cada vez mais estratégia e originalidade. Com um público que consome conteúdo em múltiplas telas e plataformas, é essencial que as marcas ampliem sua presença além do momento da transmissão, usando plataformas digitais para manter o engajamento e estender a vida útil da campanha. Ademais, embora a audiência ainda seja gigantesca, a eficiência do retorno cresce de forma mais lenta, indicando que simplesmente pagar pelo espaço já não garante resultados automáticos. Criatividade, relevância cultural e integração com estratégias de marketing mais amplas são agora tão importantes quanto a própria presença no evento. Conclusão O Super Bowl consolidou-se como mais do que um evento esportivo: é um dos maiores espetáculos publicitários do mundo, capaz de transformar campanhas em fenômenos culturais e gerar impacto duradouro na relação entre marcas e consumidores. Para o mercado publicitário, ele representa tanto um desafio criativo quanto uma oportunidade única de alcançar e emocionar audiências em escala global — algo que poucos outros momentos no calendário de mídia conseguem oferecer.

Entre influência, cultura e performance, o que potencializou a relação das marcas com Creator Economy em 2025? E o que esperar de 2026?

Por Danilo Nunes Ao longo de 2025, as operações de marcas mais maduras evoluíram o relacionamento com criadores para além da influência, pensando o seu papel em diferentes fases da jornada de compra, assim como dentro dos times de criação.  Seja para influenciar a decisão e entrar em conversas, comunidades e territórios que a marca não consegue sozinha; como afiliados para compor uma força de vendas da marca e trazer para perto quem já é consumidor do produto; como extensão da capacidade de produção audiovisual e criativa da marca. Valorização dos squads e produções inhouse O volume de conteúdo exigido por mudanças de modelos de algoritmos, além da produção massiva com IA, potencializou a demanda por assets de mídia mais do que aumentou os orçamentos em marketing de influência. O movimento de criar seus próprios content studios pivotado por marcas como Sephora, Haus Labs e Beachwaver no ecossistema internacional em 2024, ganhou força no Brasil em 2025. Segundo o relatório de Creative Strategy Trends da Motion, mais de 60% das marcas nativas digitais pensam em internalizar parte da produção ao mesmo tempo que criam squads de criadores que já consomem o produto, conhecem a audiência, sabem co-criar com o time e aceleram os ciclos de produção – com contratos mais extensos e mais participação no fluxo estratégico. Isso se soma ao fato de cada vez mais a publi pontual estar obsoleta e ineficiente, trazendo uma necessidade maior de criar vínculo, frequência e arcos narrativos – segundo o Relatório de Tendências para 2026 da YOUPIX.  A marca não quer começar a conversa com a audiência do zero toda vez que vai trabalhar com um criador novo, assim como o criador quer contar com projetos fixos de produção com a marca, logo, esse modelo tem tudo para seguir funcionando em 2026. Descoberta de produtos em categorias emergentes através de creators especialistas  Com profissionais liberais assumindo a skin de criadores para divulgarem seus serviços, a pesquisa Power of Community Commerce da TikTok reforça que as colaborações com creators especialistas potencializaram novos nichos de consumo antes não acessados. Na prática, em muitos dos nossos clientes de categorias emergentes como suplementação e beleza (Vhita, Guday, LIQUIDZ, Sallve), estreitamos o relacionamento com médicos, nutricionistas e veterinários para co-criar não apenas materiais orgânicos, mas campanhas de performance que estendem o uso no criativo, na página de destino ao anúncio em parceria com o perfil. Isso trouxe resultados extremamente expressivos em destravar novas audiências e uma grande vantagem competitiva de relacionamento com a comunidade, em comparação às gigantes do mercado. Segundo a pesquisa de performance mundial do Shopify (2025), DTCs que usam creators integrados no funil de performance tiveram CAC até 35% menor em comparação com a mídia tradicional e a projeção para 2026 é ainda mais positiva. Em um cenário onde a pesquisa The Power of Digital Video (Google/Ipsos) mapeia que creators com expertise clara têm 3x mais tempo de atenção em vídeos e 85% das pessoas dizem preferir ouvir recomendações de alguém que “entende do assunto”, trazer essas figuras (menores ou maiores em termos de audiência) para endossar a indicação, quebrar objeções ou virar um grande canal de social listening promete ser cada vez mais eficaz frente a produção de conteúdo em massa de reviews e conversas mais genéricas. Social commerce criando oportunidades para marcas e creators O último ano consolidou o TikTok Shop, YouTube Shop e demais ferramentas que potencializam o social commerce aterrissarem no Brasil; com um trabalho de educar os anunciantes, agências e criadores para utilizarem seus recursos. Nos dois últimos anos trabalhando com essas plataformas em clientes internacionais, vimos marcas criarem grandes comunidades de afiliados e canais de receita de milhões de dólares em meses. Segundo dados da TikTok, em quatro meses de operação no Brasil, a receita média diária do e-commerce cresceu 26 vezes em 2025 ao facilitar o trackeamento de resultados de vídeos na plataforma e eliminar o ruído da jornada de compra, atrelando o alcance ao link de compra. Com a possibilidade de gerar receita em vendas utilizando do alcance e influência – seja de forma mais massiva ou em micro nichos – criadores que se tornarem afiliados poderão não apenas garantir comissão sobre vendas de produtos de terceiros, mas também ter ferramentas para gerir o processo, usando a infraestrutura da plataforma para gerenciar vendas, comissões e links de conversão com diversas marcas, facilitando o acompanhamento e possibilitando a escala. Segundo o relatório da Grand View Research, o mercado global de social commerce foi estimado em cerca de U$41,16 milhões em 2024 e projeta crescer entre 36,4% nos próximos 5 anos; em 2026 espera-se ver cada vez mais marcas adaptando seus economics para ter produtos específicos ou de entrada que possam ser vendido em massa por afiliados e depois evoluir para fidelização, visando aumento de LTV. Em terra de IA, comunidades são o novo algoritmo O último ciclo mostrou que visualizações se tornaram previsíveis. É possível estudar ganchos virais, formatos criativos escaláveis e conteúdos com maior probabilidade de viralizar. Mas o que acontece com o tempo que se passa “scrollando o feed” e consumindo informações que se tornam irrelevantes e fazem o esforço da viralização ser passageiro e insustentável? A era da atenção já começou a migrar para a era da conexão e tudo está prestes a ganhar proporções gigantescas com a IA. O relatório da Europol afirma que 22% do conteúdo online em 2024 já era gerado por IA e, segundo a previsão do Gartner Hype Cycle, em 2026 veremos até 70% dessa totalidade. Isso não significa que esse conteúdo de IA vai substituir o existente, mas sim que vai ser massificado e produzido em escala, além do que existe hoje. A fusão entre IA generativa e a lógica de engajamento dos algoritmos deu origem a um ecossistema onde plataformas são inundadas por vídeos, textos e imagens produzidos em escala, sem intenção real, além de capturar cliques, gerar monetização rápida e alimentar as engrenagens das máquinas de recomendação – apelidados de AI Slops. Em 2025, o conceito

Marketing B2B: confiança e reputação andam lado a lado

Por Gabriela Pingueli A confiança é, hoje, o ativo mais valioso no marketing B2B porque determina não apenas quem fecha negócio, mas também quem se mantém relevante em um mercado cada vez mais competitivo e saturado de soluções simplistas para problemas complexos. Mais do que uma percepção, a confiança é um elemento que se traduz diretamente em credibilidade e reputação, fatores que moldam como o mercado, parceiros e clientes enxergam uma empresa. Essa reputação gera impacto real em métricas de negócio, mostrando que confiança não é um conceito abstrato, mas um componente mensurável no fluxo B2B. Neste cenário, onde as organizações lidam com decisões de alto risco, contratos longos e investimentos expressivos, nenhuma estratégia de marketing supera a capacidade de transmitir credibilidade. Antes de qualquer apresentação comercial, peça criativa ou campanha digital, existe uma pergunta silenciosa ecoando na mente de qualquer comprador corporativo: essa empresa realmente vai entregar o que diz? De acordo com o levantamento 2025 B2B Marketing Benchmark, realizado pelo LinkedIn, 94% dos profissionais de marketing afirmam que a confiança é o principal elemento que sustenta as relações entre negócios. Esse dado evidencia que a construção de confiança é um posicionamento desejável e indicador concreto da qualidade das relações e do reconhecimento que uma organização conquista no mercado. Por isso, para entender por que esse ativo é tão valioso, é necessário analisar como esse fluxo de relacionamento se constrói na prática e como estruturar confiança no ambiente B2B. O processo de compra nesse nicho é cada vez mais racional, pautado por dados, cauteloso e compartilhado entre vários decisores, o que torna a confiança um filtro obrigatório. Ela reduz objeções, encurta ciclos de venda e diminui a percepção de risco, elementos críticos em negociações complexas. Desse modo, a confiança emerge como um dos únicos diferenciais que não pode ser replicado. É um elemento que se constrói no longo prazo e que, quando bem trabalhado e comunicado, consolida a instituição como referência em seu setor. Além disso, no B2B, o processo de construção de confiança começa pela transparência e disposição de mostrar não apenas o que a empresa faz bem, mas também como faz, por que faz e quais são seus limites. Transparência é discurso, mas principalmente uma prática diária: compartilhar dados reais, apresentar resultados de forma clara, explicar processos, assumir erros quando necessário e manter o cliente informado em cada etapa da jornada faz o marketing ser a área fundamental nisso. E quando o comprador percebe que não há surpresas, que a empresa sustenta suas promessas com execução e que existe uma comunicação aberta e consistente, a confiança deixa de ser um ideal abstrato e se torna uma consequência natural. É esse comportamento que transforma fornecedores em parceiros estratégicos e reduz a incerteza em negociações complexas. Somado a isso, a confiança sustenta relações duradouras em um mercado onde a retenção vale tanto quanto a aquisição. No B2B, clientes buscam parceiros estratégicos e esperam segurança, transparência e consistência. Quando uma empresa entrega exatamente o que promete, constrói um relacionamento que gera fidelidade, amplia o valor e fortalece a marca no longo prazo. Ademais, ter credibilidade auxilia nos relacionamentos já estabelecidos, na criação de novos e na geração de leads qualificados. Quando uma instituição é vista como confiável ela se torna referência, conquistando autoridade em seu mercado e, consequentemente, atraindo novos clientes. As provas sociais, por exemplo, são uma estratégia poderosa de atração e retenção de clientes, e elas só existem quando há um relacionamento baseado em confiança no ambiente B2B. Quanto mais os clientes gostam e confiam na organização, maior é a disposição deles em falar sobre ela. É justamente nesse viés que o marketing se torna um agente central nessa construção. É ele quem traduz a essência da empresa em narrativas consistentes, conteúdo educativo e presença digital alinhada, tornando visível e compreensível o que a marca realmente entrega. Por isso, uma estratégia de marketing bem estruturada reforça a credibilidade ao demonstrar expertise, gerar clareza para o mercado e fortalecer o posicionamento do negócio. Quando executada com precisão, impulsiona a expansão, reduz ruídos e consolida a percepção que sustenta relações B2B duradouras. Em síntese, trabalhar consistentemente a confiança no marketing B2B é essencial para fortalecer as relações entre empresas e determinar quem cresce de forma sustentável. Ela nasce da transparência, se consolida pela coerência entre discurso e prática e se fortalece a cada entrega bem-feita. Quando uma organização adota uma postura clara, honesta e orientada ao cliente, ela reduz riscos, encurta distâncias e transforma interações comerciais em parcerias de longo prazo. No fim, não são apenas produtos, tecnologias ou campanhas que mantêm uma marca relevante, mas a capacidade de inspirar segurança. A consolidação da confiança passa por diversas áreas e especialidades dentro de uma empresa; ainda assim, cabe ao time de marketing liderar como esses valores são comunicados ao mercado e assumir a responsabilidade central pela reputação e pela construção de confiança da marca dia após dia e, assim, transformar presença em autoridade, clientes em defensores  e oportunidades em resultados reais.  *Gabriela Pingueli é Global Events Manager da Cloudera.

Muito além do jogo: as campanhas publicitárias icônicas que marcaram a história do Super Bowl

Ao longo das últimas décadas, o Super Bowl consolidou-se não apenas como a final da NFL, mas como o principal palco da publicidade mundial. Para marcas globais, estar presente no intervalo comercial do jogo significa muito mais do que visibilidade: é a chance de entrar para a história com campanhas capazes de atravessar gerações, influenciar comportamentos e moldar a cultura pop. Não por acaso, alguns dos anúncios exibidos durante o evento tornaram-se tão memoráveis quanto jogadas decisivas e performances musicais do halftime show. Desde os anos 1980, o Super Bowl passou a ser visto como uma vitrine criativa sem precedentes. Um dos marcos dessa transformação foi o comercial “1984”, da Apple, exibido durante o Super Bowl XVIII. Dirigido por Ridley Scott, o filme apresentou o Macintosh ao mundo com uma narrativa inspirada no romance de George Orwell e redefiniu o papel da publicidade televisiva. Mais do que lançar um produto, a Apple posicionou-se como uma marca inovadora e disruptiva, estabelecendo um novo padrão de ambição criativa para os anúncios do evento. A partir daí, o Super Bowl tornou-se sinônimo de grandes ideias, produções cinematográficas e narrativas emocionais. Marcas como Coca-Cola, Pepsi, Nike e Budweiser passaram a usar o espaço para contar histórias que iam além da simples promoção de produtos. A Budweiser, por exemplo, construiu uma relação duradoura com o público ao apostar em personagens recorrentes, como os icônicos Clydesdales, que simbolizam valores como tradição, amizade e superação. Em diversos anos, seus comerciais figuraram entre os mais comentados e lembrados pelo público. Outro elemento recorrente nas campanhas icônicas do Super Bowl é o humor. A Old Spice revitalizou sua imagem ao apostar em anúncios irreverentes e absurdos, enquanto marcas como Doritos transformaram o público em coautor das campanhas, exibindo comerciais criados por consumidores. Essa estratégia não apenas reduziu custos criativos, como também ampliou o engajamento e a repercussão nas redes sociais, antecipando tendências de participação ativa do consumidor no processo publicitário. Nos anos mais recentes, as campanhas do Super Bowl passaram a refletir mudanças sociais e culturais. Anúncios com mensagens de diversidade, inclusão e propósito ganharam espaço, acompanhando uma audiência cada vez mais atenta ao posicionamento das marcas. Empresas como Nike e Google utilizaram o evento para discutir temas como igualdade, tecnologia e conexão humana, mostrando que o Super Bowl também pode ser um espaço para discursos relevantes e contemporâneos. Além do impacto imediato, muitas dessas campanhas ultrapassam o tempo da transmissão ao vivo. Teasers lançados dias antes, versões estendidas no ambiente digital e ativações em redes sociais transformaram os comerciais do Super Bowl em campanhas integradas, com vida útil prolongada. Hoje, não é raro que um anúncio estreie online antes do jogo e alcance milhões de visualizações antes mesmo do apito inicial, reforçando o papel do evento como catalisador de estratégias multiplataforma. O prestígio de criar uma campanha icônica no Super Bowl, no entanto, vem acompanhado de riscos. O alto investimento e a enorme expectativa do público fazem com que cada detalhe seja analisado e julgado em tempo real. Ainda assim, quando bem-sucedidas, essas campanhas entram para o imaginário coletivo e se tornam referência para o mercado publicitário global. Ao longo de sua história, o Super Bowl provou que seus intervalos comerciais são muito mais do que pausas no jogo. Eles são, na prática, um palco onde criatividade, cultura e negócios se encontram — e onde algumas das campanhas mais icônicas da publicidade mundial continuam a ser escritas ano após ano.

market4u alcança 2.500 lojas e estabelece novo marco no franchising brasileiro

O market4u atingiu um marco inédito no franchising nacional ao alcançar 2.500 lojas em operação em menos de 10 anos. Fundada em 2020, a rede de minimercados autônomos em condomínios chega aos seis anos de atividade consolidada como líder do segmento na América Latina e maior microfranquia do país, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O ritmo acelerado de expansão é atribuído a um modelo de negócios baseado em tecnologia própria, operação padronizada e suporte contínuo aos franqueados. “Desde o início, entendemos que tecnologia não era apenas um diferencial, mas a base do nosso crescimento. Aliado a isso, sempre construímos a rede ouvindo quem está na ponta da operação”, afirma Eduardo Córdova, CEO e fundador do market4u. Com uma equipe de mais de 300 profissionais dedicados ao suporte dos franqueados, da implantação à operação diária, o market4u se insere em um contexto de forte expansão do varejo de proximidade no Brasil. Impulsionado pela mudança nos hábitos urbanos e pela demanda por conveniência dentro de condomínios residenciais e corporativos, o modelo ganhou tração em 2024. Dados da Associação Paulista de Supermercados (APAS) indicam que os mercados autônomos lideraram as aberturas do setor supermercadista no ano, concentrando mais de 50% das novas unidades.   “Esse é um movimento estrutural no varejo urbano. O market4u teve um papel relevante na consolidação desse formato no país e segue focado em crescer de forma sustentável, levando conveniência e eficiência para cada local onde opera”, conclui Córdova.

Cinco municípios do Grande ABC concorrem ao Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora

No dia 17 de março, será realizada em São Paulo a cerimônia da 13ª edição do Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora (PSPE), iniciativa do Sebrae-SP que reconhece boas práticas da gestão pública municipal para a melhoria do ambiente de negócios e o fortalecimento das micro e pequenas empresas.   Na ocasião serão anunciados os vencedores que avançarão para a etapa nacional, prevista para ocorrer até junho de 2026.    Na região do Grande ABC cinco municípios participam desta edição do prêmio, demonstrando o engajamento das administrações locais com políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e social. A cidade de Mauá concorre com o projeto sobre inclusão socioprodutiva; Rio Grande da Serra concorrerá com sustentabilidade e meio ambiente; os municípios de Santo André e São Bernardo inscreveram o projeto na área de turismo e identidade territorial; e a cidade de São Caetano vai concorrer com dois temas: gestão inovadora e compras governamentais.    Entre os critérios de avaliação do prêmio estão: impacto no público-alvo, relevância do problema, inovação e criatividade, perenidade e institucionalização, participação e inclusão, capacidade de atuação em rede, potencial de replicação, comunicação e transparência, além de avaliação e monitoramento.   Para a analista de negócios do Sebrae-SP e gestora territorial, Juliana Ramos Camargo, a participação dos municípios do Grande ABC demonstra o interesse e o comprometimento das prefeituras com Políticas Públicas voltadas ao desenvolvimento econômico e social. “A expectativa é positiva em relação aos resultados desta edição que reforçam o fortalecimento da gestão pública empreendedora na região”, afirma.   Os projetos inscritos passam por etapas de habilitação, pré-seleção, visita técnica e julgamento estadual, sendo avaliados a partir de critérios como impacto no público-alvo, inovação, perenidade e capacidade de atuação em rede.   Com mais de 14 mil projetos inscritos ao longo de suas edições, o PSPE se consolidou como uma das principais iniciativas de reconhecimento à inovação no setor público, estimulando a troca de experiências e a replicação de boas práticas entre os municípios brasileiros.  Município  Projeto  Mauá  Inclusão Socioprodutiva  Rio Grande da Serra   Sustentabilidade e Meio Ambiente  Santo André  Turismo & Identidade Territorial  São Bernardo   Turismo & Identidade Territorial  São Caetano   Gestão Inovadora  Compras Governamentais 

Lockers como mídia urbana: a nova vitrine da marca em pontos de alto fluxo

Por Gustavo Artuzo, CEO da Clique Retire* A disputa pela atenção nas cidades chegou a um ponto de saturação. Outdoors, painéis e telas digitais seguem relevantes, mas enfrentam um desafio crescente: o da indiferença. Em um ambiente urbano cada vez mais denso, a mídia out of home (OOH) passa por uma transformação silenciosa, deixa de ser apenas visível para se tornar funcional, contextual e integrada à rotina das pessoas. É nesse cenário que os smartlockers emergem como a nova vitrine urbana das marcas. Diferentemente dos formatos tradicionais, os lockers inteligentes não competem pela atenção: eles já fazem parte da jornada cotidiana. Estão em shoppings, estações de transporte, universidades, centros comerciais e pontos de grande circulação, locais onde o público não apenas passa, mas interage. Ao retirar uma encomenda, carregar o celular ou utilizar um serviço, o consumidor entra em contato direto com a marca em um momento de atenção ativa, e não de distração. Esse movimento acompanha a própria evolução do mercado. A mídia out of home movimentou R$ 5,5 bilhões no Brasil no último ano, segundo a Tendências Consultoria, impulsionada pela busca de formatos mais relevantes, mensuráveis e conectados ao contexto urbano. Dentro desse crescimento, ganha espaço a mídia que não interrompe, mas se integra,  transformando infraestrutura em ponto de contato qualificado. Os smartlockers permitem exatamente isso. Mais do que superfícies de exposição, tornam-se plataformas de ativação. Podem ser personalizados com identidade visual, campanhas locais, QR codes interativos, promoções, gamificação e integrações digitais que conectam o mundo físico ao online. A marca deixa de ser apenas vista e passa a ser experimentada, em um ambiente que associa conveniência, tecnologia e utilidade. Há também um fator decisivo: frequência e memória. Um estudo da BR Media mostra que 70% dos consumidores lembram com mais facilidade de marcas presentes em diferentes momentos do dia. Os lockers reforçam esse efeito ao estarem posicionados em trajetos recorrentes – próximos de casa, do trabalho ou do transporte público – criando uma presença contínua e natural no cotidiano urbano. Outro diferencial está na segmentação geográfica e contextual. Ao contrário de grandes painéis genéricos, a mídia em lockers permite campanhas hiperlocais, adaptadas por bairro, perfil de público, horário ou tipo de ambiente. Isso aproxima o OOH de uma lógica orientada por dados, com maior eficiência e menor dispersão, especialmente relevante para varejo, serviços e marcas que operam em escala regional. Do ponto de vista urbano, o modelo também responde a uma demanda crescente por uso mais inteligente do espaço público. Ao ativar estruturas que já existem e cumprem uma função prática, os lockers evitam poluição visual adicional e contribuem para uma comunicação mais harmônica com a cidade. É mídia que respeita a paisagem urbana ao mesmo tempo em que gera valor econômico e experiência. À medida que as marcas buscam novas formas de presença em um cenário de atenção fragmentada, os smartlockers se consolidam como uma das evoluções mais relevantes do OOH contemporâneo. Eles transformam logística em experiência, infraestrutura em vitrine e pontos de alto fluxo em ativos estratégicos de branding. Em vez de disputar espaço na paisagem urbana, passam a pertencer a ela. *Gustavo Artuzo é CEO e fundador da Clique Retire, empresa de logística para o e-commerce. Antes disso, foi diretor de desenvolvimento de negócios no fundo de private equity Patria Investimentos, além de CFO na Delly’s, empresa líder em distribuição para food service. Tem também experiências relevantes no setor de real estate, atuando na Cyrela, Direcional Engenharia e Cury Construtora. Gustavo é engenheiro formado pelo ITA, com MBA pela Wharton School

Next level: IA no marketing de jogos

Por Thiago Tieri Longe de ser apenas um buzzword, a Inteligência Artificial (IA) está redefinindo as estratégias de marketing na indústria de jogos eletrônicos. Essa tecnologia, que, segundo um levantamento de 2025 do Google Cloud, já faz parte da rotina de 87% dos desenvolvedores de jogos, não se resume apenas à criação de personagens e cenários mais realistas. Tornou-se o motor principal de campanhas de promoção mais eficazes e personalizadas. A IA se tornou a principal ferramenta para melhorar estratégias e obter resultados reais no marketing de jogos. A interação com jogadores, o entendimento da demanda do público, o monitoramento do comportamento do consumidor e a automatização de processos de marketing proporcionam insights para aprimorar cada vez mais a experiência do usuário. Dessa forma, empresas ajustam suas vendas ao usuário e estabelecem vínculo com a comunidade-alvo. Nesse tipo de marketing, as estratégias de alcance de público deixaram de ser apenas probabilidade e passaram a ser certeza por meio da segmentação de público, engajamento e fidelização. Com essa tecnologia, a IA mudou a forma como as empresas falam com seus clientes, traçando campanhas e anúncios muito mais eficazes e precisos. Nesse cenário, a coleta, análise e processamento massivo de dados tornam-se essenciais e é justamente aqui que soluções tecnológicas de desempenho fazem diferença. Equipamentos de alto nível em armazenamento, memória e SSDs de velocidade superior garantem a performance necessária para que IA, algoritmos e plataformas analíticas rodem com eficiência, segurança e baixa latência, mesmo diante de volumes gigantescos de dados gerados por milhões de jogadores em tempo real. Em outras palavras, quando IA e infraestrutura de alta performance trabalham juntas, o resultado não é apenas marketing mais inteligente, mas uma experiência gamer mais conectada, eficiente, rápida e personalizada. *Thiago Tieri é Gerente de Marketing da ADATA/XPG no Brasil.

Vivo está entre as 10 empresas com a melhor reputação do Brasil, aponta ranking Merco

A Vivo conquistou seu lugar entre as 10 empresas mais admiradas do Brasil, de acordo com o ranking Merco Empresas de Reputação Corporativa 2025, divulgado nesta quinta-feira (05). A avaliação classifica as 100 companhias de diferentes setores com o melhor desempenho na opinião de executivos, acadêmicos, jornalistas de negócios, analistas financeiros, associações de consumidores, sindicatos, ONGs, governo, gestores de mídias sociais (Merco Digital) e consumidores em geral (Merco Sociedade), além de colaboradores participantes da pesquisa (Merco Talento).  Esta é a primeira vez que uma empresa do setor de telecomunicações figura entre as principais líderes em reputação. Nos últimos cinco anos, a Vivo cresceu 32 posições no ranking, de 42ª colocada para a 10ª posição, em 2025, evoluindo nove pontos só no último ano. A Vivo também é a líder do seu setor na avaliação desde 2016. A análise Merco considera 26 fontes de informação e uma amostra de mais de 17 mil participantes, que avaliam aspectos como ética, governança corporativa, inovação, resultados econômico-financeiros, qualidade da oferta, talento, meio ambiente, comunicação, gestão e estratégia e compromisso social.   “A trajetória da Vivo reflete coerência e compromisso na geração de valor para todos os nossos stakeholders. Nesse caminho, a comunicação corporativa é essencial. Estratégias claras, ações consistentes e mensagens autênticas contribuem para a construção de uma reputação sólida tanto para dentro, quanto para fora da companhia. Estar entre as empresas com a melhor reputação do Brasil é o reconhecimento do mercado à essa jornada da Vivo, construída de forma corajosa, com ética, propósito, confiança e impacto positivo na sociedade”, revela a Vice-Presidente de Comunicação e Sustentabilidade da Vivo, Marina Daineze.  “Nos últimos anos, com o propósito de Digitalizar para Aproximar, lideramos a digitalização no Brasil e evoluímos para entregar a máxima qualidade nos serviços e a melhor experiência aos quase cem milhões de clientes. Ao mesmo tempo, utilizamos o poder da nossa marca para refletir com a sociedade sobre a relação das pessoas com a tecnologia e com o planeta. Inspirados em nosso pilar de sustentabilidade Futuro Vivo, cuidamos da natureza, nos posicionamos pela diversidade, investimos em cultura, no esporte, e provocamos reflexões sobre temas relevantes do nosso tempo”, completa a executiva.   A Vivo também possui o melhor desempenho do setor no Brasil desde 2019 nas avaliações da S&P. Nos últimos três anos, conquistou o melhor resultado do setor nas Américas e o 6º melhor globalmente, sendo a única empresa brasileira do seu segmento presente no principal índice de sustentabilidade do mundo, o Dow Jones Best-In-Class World Index. Referências que demonstram o sólido avanço da Vivo e sua posição no mercado. 

Ginga anuncia Budweiser como patrocinadora oficial e reforça seu protagonismo como a maior festa da torcida brasileira

Muito mais do que uma festa, a Ginga é uma experiência que traduz a alma da torcida brasileira. Unindo futebol, música e cultura em um mesmo espaço, o evento se consolidou como o ponto de encontro oficial para viver cada jogo em clima de celebração, conexão e brasilidade. Agora, a Ginga dá mais um passo importante em sua trajetória ao anunciar a Budweiser como patrocinadora oficial, reforçando seu posicionamento como a maior e mais vibrante festa da torcida no Brasil, presente em 12 cidades pelo país. Reconhecida como a principal experiência social para torcedores e amantes da cultura brasileira, a Ginga ganha ainda mais força durante grandes competições da seleção. Com transmissões ao vivo dos jogos em telões de alta definição, ativações temáticas, shows de grandes artistas e uma atmosfera que pulsa o espírito festivo da torcida nacional, o evento transforma cada partida em uma celebração coletiva. Como patrocinadora oficial, a Budweiser estará presente em todos os momentos que fazem da Ginga um evento único, que vai das transmissões dos jogos aos shows e experiências pós-partida. A marca levará ao público ativações exclusivas, ambientes instagramáveis, interações com a torcida e, claro, boa cerveja para brindar cada emoção vivida ao longo da jornada da seleção e do campeonato. “Bud é a grande anfitriã desta festa global, que é a Copa do Mundo, há muito tempo! E o brasileiro sabe, melhor do que ninguém, como transformar tudo em festa e é com esse espírito que nos juntamos à Ginga para viver cada gol, cada brinde e celebração com a torcida em uma experiência única e inesquecível, que apenas uma marca global como Bud pode proporcionar”, afirma Mariana Santos, Diretora de Marketing de Budweiser. A parceria reforça a vocação da Ginga como uma plataforma de experiências que celebra o encontro entre esporte, música e entretenimento, sempre colocando o público no centro de tudo. Ao lado da Budweiser, marca reconhecida mundialmente por estar presente e elevar a experiência nos grandes momentos de celebração da música e dos esportes, a Ginga amplia ainda mais sua proposta de entregar uma vivência completa.

Wheaton investe em novo centro logístico com foco em eficiência e sustentabilidade

A fabricante de embalagens de vidro, Wheaton, colocou em operação um novo centro logístico. O projeto integra um movimento de modernização, que vem investindo em novas tecnologias de gestão e automação logística para aprimorar o desempenho. A estrutura reforça ainda o compromisso da empresa com uma operação mais sustentável e eficiente, com redução de emissões e otimização de recursos. O espaço possui mais de 21 mil metros quadrados e abriga mais de 50 mil posições de pallets e reúne as etapas de armazenagem e expedição em um mesmo local. A operação conta com 14 docas de expedição, garantindo mais agilidade e precisão nas operações. A nova operação também abrange uma frota composta por 19 caminhões com motores Euro 6, padrão que emite menos poluentes, e um veículo movido a gás natural veicular (GNV). Todos os veículos passam por manutenção preventiva e contam com sistemas avançados de rastreamento do caminhão e da carga, o que aumenta a segurança nas operações e a rastreabilidade das entregas. Além disso, os motoristas recebem treinamentos contínuos voltados à condução segura e eficiente dos materiais transportados. “A nova estrutura foi planejada para atender à evolução das demandas logísticas, com foco em inovação, eficiência e controle operacional. Esse investimento amplia nossa capacidade de resposta e fortalece a cadeia de distribuição”, afirma Ricardo Lopes, Diretor Comercial e Marketing da Wheaton. A empresa afirma que o projeto foi desenhado para reduzir o impacto ambiental e otimizar o consumo de energia. Entre as medidas adotadas estão o uso de iluminação de baixo consumo, adoção de empilhadeiras 100% elétricas movidas a bateria de lítio e a digitalização de processos antes realizados manualmente. “Esse movimento está alinhado com a estratégia de crescimento sustentável da companhia. A logística tem papel central na integração entre produção e mercado, e essa expansão representa um avanço importante nesse sentido”, diz Ricardo Lopes, Diretor Comercial e Marketing da Wheaton. Tecnologias otimizadoras Dentro do projeto a Wheaton também investiu em tecnologias que otimizam sua operação logística. A utilização de drones para contagem de estoque tem proporcionado redução de custos, aumento significativo de produtividade e mais segurança para os colaboradores, graças à automação das atividades em altura. A tecnologia apresentou excelentes resultados na velocidade de contagem dos estoques e no levantamento de inventário. Outro destaque é o novo coletor de estoque com sistema Android, que permite a instalação de aplicativos que melhoram a comunicação e a eficiência operacional, como o aplicativo de rádio, que possibilita a comunicação instantânea entre os colaboradores, acelerando os processos de separação, organização e conferência das mercadorias. O sistema oferece ainda maior alcance de leitura de código de barras, permitindo a captura de dados a longas distâncias, o que aumenta a agilidade e melhora a ergonomia durante as operações. A nova logística deve ter efeito direto sobre o desempenho da Wheaton no mercado interno e nas exportações. Com a operação concentrada e automatizada, o tempo entre o pedido e a entrega tende a cair, o que é considerado um diferencial competitivo em um setor que atende principalmente a indústrias de cosméticos e perfumaria, segmentos com alta rotatividade de lançamentos e demanda por prazos curtos.

O que a postura de Ana Paula Renault revela sobre o poder da comunicação intencional no BBB 26

A volta de Ana Paula Renault ao Big Brother Brasil 26 reacende não apenas memórias de sua passagem marcante pelo BBB16, mas também um debate central sobre comunicação intencional em ambientes de alta exposição. Em um jogo que exige negociação e adaptação constante, a participante opta por uma postura rígida, com baixa flexibilidade emocional e resistência ao diálogo e à negociação, o que compromete sua convivência no jogo e afeta a percepção do público. Desde as primeiras semanas, Ana Paula ocupa o centro da narrativa. Conflitos diretos, falas definitivas e reações intensas a colocam sob vigilância permanente. Cada atitude não é analisada isoladamente, mas interpretada à luz de um histórico já conhecido pelo público. “Quando uma pessoa entra em um espaço público carregando uma memória coletiva, ela não comunica só no presente. Ela comunica com o passado o tempo todo”, analisa Cristian Magalhães, especialista em comunicação intencional e preparador de comunicação de grandes referências e personalidades em âmbito nacional. Um dos momentos mais emblemáticos da edição foi a declaração da participante: “Isso aqui não é um teatro, é vida real.” A frase explicita sua recusa em tratar o reality apenas como jogo e esse é o ponto de divergência com os colegas de confinamento. “Comunicação intencional não é negar a emoção, é entender o contexto onde ela é expressa. Quando a pessoa se comunica como se estivesse fora do jogo, mas está dentro dele, o impacto tende a ser a quebra da dinâmica social construída com os demais participantes do reality”, explica Cristian. Ao transformar conflitos pontuais em rompimentos definitivos, Ana Paula quebra um pacto silencioso do BBB, o da flexibilidade relacional. No reality, alianças são transitórias e embates exigem renegociação. A rigidez emocional da participante, nesse cenário, pode gerar isolamento. “Toda comunicação produz efeito no outro. Quando não há espaço para ajuste, o diálogo vira imposição e isso cobra um preço alto em ambientes coletivos no longo prazo”, pontua o especialista. Outro elemento que pesa é a busca por um protagonismo excessivo. Ao concentrar conflitos, tempo de tela e embates morais, Ana Paula se torna o eixo simbólico da edição. Para alguns, isso soa como coerência e autenticidade, mas para outros, causa desgaste e previsibilidade. “Protagonismo sem gestão de imagem vira sobrecarga. A pessoa deixa de ser lida pelo posicionamento e passa a ser lida pelo impacto constante”, afirma Cristian. A dificuldade de Ana Paula em negociar confrontos, inclusive com aliados, reforça essa leitura. Ao cobrar coerência sem flexibilizar o tom, ela comunica firmeza, mas também intransigência. “Ser claro não é ser inflexível. Comunicação intencional exige consciência do objetivo, é preciso convencer, dialogar ou comunicar de forma clara suas emoções. Quando esse objetivo não está claro, a comunicação perde eficácia e passa a gerar desgaste”, avalia. Dentro do BBB, onde cada fala alcança milhões de pessoas, a comunicação deixa de ser apenas expressão individual e se transforma em ferramenta estratégica. “Em contextos de alta visibilidade, intenção não basta. É preciso intencionalidade. Quem comunica sem considerar o efeito acaba refém da própria emoção”, resume Cristian Magalhães. No jogo da convivência extrema, quem perde controle pode ser julgado pelo público. “Amada ou rejeitada, Ana Paula segue no centro da edição. Sua trajetória no BBB 26 até aqui escancara um ponto sensível do reality contemporâneo de que não basta ser verdadeiro, é preciso ser intencional”, finaliza.

Livro analisa como ESG e comunicação redefinem a reputação das marcas automotivas

Em um contexto marcado pela intensificação da crise climática, pela pressão social por mais responsabilidade corporativa e pela transformação da forma como marcas são avaliadas pela sociedade, o livro “ESG e comunicação para o desenvolvimento sustentável: o caso da transformação das marcas de automóveis”, de André Senador, propõe uma análise aprofundada sobre o papel da comunicação na construção de reputações alinhadas às expectativas contemporâneas. A obra parte da premissa de que a reputação corporativa deixou de ser sustentada apenas por indicadores financeiros ou operacionais e passou a refletir, cada vez mais, a capacidade das organizações de integrar os critérios ESG e às suas estratégias e práticas. Nesse cenário, a comunicação assume um papel central como mediadora entre empresas, stakeholders e sociedade, sendo fundamental para garantir coerência, transparência e legitimidade. “A reputação passou a ser um reflexo direto da capacidade das organizações de ouvir a sociedade e de transformar expectativas sociais em estratégias concretas”, afirma André Senador. “Nesse novo contexto, o ESG funciona como uma bússola, orientando comportamentos empresariais mais humanizados e conectados com as reais necessidades das pessoas e do planeta.” Além de apresentar a evolução histórica do conceito de sustentabilidade até sua consolidação no modelo ESG, o autor destaca a Agenda 2030 da ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como referenciais globais essenciais para a atuação corporativa responsável. O livro também alerta para os riscos de práticas superficiais e discursos vazios, reforçando a importância de processos comunicacionais consistentes para evitar o chamado washing. “A comunicação não pode ser apenas uma camada estética do ESG. Ela precisa traduzir compromissos reais, processos estruturados e decisões estratégicas”, destaca Senador. “Sem coerência entre discurso e prática, não há confiança nem licença social para operar.” Como contribuição prática, a obra propõe a construção de uma “Jornada ESG de Reputação Corporativa”, um roteiro que orienta organizações na integração efetiva da sustentabilidade às suas estratégias, fortalecendo relações com stakeholders e ampliando sua legitimidade social. Voltado a pesquisadores, profissionais de comunicação, lideranças empresariais e gestores interessados em sustentabilidade, o livro reforça que, mais do que uma tendência, o ESG se consolidou como um elemento estrutural para o futuro das marcas e dos negócios. Sobre André Senador: CEO da Perennial Consultoria e estrategista em Comunicação, Imagem e Reputação, ESG e Sustentabilidade, com experiência em Relações com a Imprensa, Relações com Stakeholders, Prevenção e Gestão de Crises. Possui vivência como Executivo C-Level nas empresas Volkswagen, Mercedes-Benz e BASF. É PhD e mestre em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo e jornalista pela Faculdade Cásper Líbero, com Estágio Científico de Doutoramento na Universida- • de do Minho, em Portugal. Possui certificação em ESG pela KPMG e pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). É membro do Conselho Consultivo da ABERJE (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

Cartão de TODOS realiza campanha para celebrar boa fase do Corinthians após conquista da Supercopa Rei

O Cartão de TODOS, o maior cartão de descontos do país, com mais de 20 milhões de filiados, realiza uma campanha para celebrar os 14 títulos nacionais do Sport Club Corinthians Paulista. Após a conquista do bicampeonato da Supercopa Rei, o cartão irá presentear 14 torcedores filiados, com direito a acompanhante, com ingressos para assistir aos próximos dois jogos do Timão na Neo Química Arena. A campanha será dividida em dois jogos, com a primeira parte das entradas destinada para o clássico contra o Palmeiras, no próximo domingo (8), pelo Campeonato Paulista. O restante será contra o Red Bull Bragantino, válido pela segunda rodada do Brasileirão Betano, na terça-feira (10). Os ingressos estarão disponíveis para resgate 48 horas antes de cada partida, via aplicativo, dentro do campo Cartão de TODOS Corinthians.  “A campanha é uma forma de celebrar esse momento especial do Corinthians junto com a Fiel e reforçar o nosso compromisso de gerar experiências que vão além dos descontos. Queremos estar presentes nos momentos que realmente importam para os nossos filiados, aproximando ainda mais o torcedor do seu time do coração”, explica Victor Oliveira, Gerente de Marketing Esportivo do Cartão de TODOS.  Além desta campanha, o cartão de descontos também irá disponibilizar ingressos para outros jogos do Corinthians, na Neo Química Arena, ao longo do ano, para os filiados que resgatarem com maior agilidade via aplicativo da marca. Nos períodos próximos aos jogos, o Cartão de TODOS Corinthians vai informar aos filiados quando poderão fazer os resgates das entradas.  Para baixar o aplicativo, acesse o link. 

Brasil consolida protagonismo no Oscar e reforça força do ‘brand país’, avalia especialista

O cinema brasileiro vive um de seus momentos mais emblemáticos no cenário internacional, com o filme “O Agente Secreto” conquistando quatro indicações ao Oscar, incluindo Melhor Ator para Wagner Moura, um ano após “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, ter sido indicado à principal premiação da indústria e vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional.  O movimento, que também inclui vitórias recentes no Globo de Ouro e reconhecimento a atores brasileiros em categorias inéditas, ocorre em um contexto de expansão do setor: apenas em 2025, o audiovisual nacional registrou quase 4 mil obras produzidas e recebeu mais de R$ 1,4 bilhão em recursos públicos, além de movimentar mais de R$ 70 bilhões no PIB e gerar cerca de 600 mil empregos diretos e indiretos. Para Eduardo Schuler, CEO da Smart Consultoria, empresa especializada em estratégias de growth, marketing e dados, esse conjunto de fatores reforça o fortalecimento da marca Brasil no exterior e abre novas frentes de crescimento para empresas de diferentes segmentos. Na avaliação do executivo, o reconhecimento consecutivo em premiações de alto prestígio sinaliza que o país deixou de ser visto como exceção pontual no circuito internacional e passou a ocupar um espaço mais consistente na indústria criativa global. Segundo Eduardo Schuler, “quando um país consegue manter presença contínua em premiações como o Oscar, ele não exporta apenas filmes, mas também reputação, narrativa e valor simbólico. Isso impacta diretamente a forma como marcas brasileiras são percebidas lá fora”, afirma. Além do aspecto cultural, Schuler ressalta que a economia criativa vem ganhando peso real nas engrenagens econômicas do país. O crescimento da produção audiovisual, a retomada do público nos cinemas e o aumento das exportações de serviços ligados ao setor indicam um ambiente mais maduro para negócios, parcerias e investimentos. “Existe uma conexão direta entre cultura forte e ambiente de negócios saudável. Países que conseguem projetar sua criatividade ganham vantagem competitiva em diversas frentes, do turismo à atração de capital”, destaca. Para o especialista, marcas brasileiras que souberem se conectar a esse momento de forma autêntica tendem a ampliar sua relevância e diferenciação. “Não se trata de oportunismo, mas de entender o contexto e construir narrativas alinhadas a valores como criatividade, diversidade e capacidade de inovação. O Brasil está mostrando isso ao mundo, e as empresas podem, e devem, incorporar esse posicionamento em suas estratégias”, conclui.

PL que restringe acesso de menores de 16 anos às redes reacende debate sobre proteção digital

O projeto de lei protocolado nesta quinta-feira (5), na Câmara dos Deputados, pelo deputado federal Renan Ferreirinha, que propõe restringir o acesso de jovens de até 16 anos às redes sociais, reacende um debate cada vez mais presente nas famílias brasileiras: até que ponto crianças e adolescentes estão preparados para circular livremente em ambientes digitais criados para adultos. O tema dialoga diretamente com o livro Aconteceu com Minha Filha (Geração Editorial), Paulo Zsa Zsa, que relata a experiência vivida com a própria filha e os impactos profundos do uso excessivo e desprotegido das redes sociais na adolescência. A obra parte de uma vivência pessoal para discutir saúde mental, responsabilidade das plataformas e o papel das famílias e do poder público na proteção de jovens no ambiente digital. Para o autor, iniciativas legislativas como a proposta de Ferreirinha colocam luz sobre um problema que, por muito tempo, ficou restrito ao âmbito doméstico. > “Esse projeto de lei toca num ponto central: crianças e adolescentes estão sendo expostos muito cedo a ambientes digitais que não foram pensados para eles. O que relato em Aconteceu com Minha Filha é o que acontece quando o mundo virtual ultrapassa qualquer limite de proteção.” Paulo Zsa Zsa destaca que o debate não deve ser tratado como censura, mas como uma medida de cuidado diante de um cenário em que algoritmos, hiperexposição e validação constante afetam diretamente o desenvolvimento emocional dos jovens. > *”Não se trata de demonizar a tecnologia, mas de reconhecer que adolescentes ainda estão em formação. O acesso irrestrito às redes pode trazer consequências sérias, muitas vezes silenciosas, para a saúde mental. Legislar sobre isso é assumir uma responsabilidade coletiva. Se já existisse uma lei, minha filha não teria passado pelo que passou”, afirma o autor.

A nova corrida pela eficiência: por que a gestão de processos volta ao centro da estratégia

Por Rodrigo Gomes, Head da Unidade de Negócios Process Solutions, da Selbetti A busca por eficiência voltou com força às mesas de decisão das empresas no Brasil. Com a desaceleração nos investimentos, a alta seletividade na alocação de capital e a pressão por entregas mais enxutas, organizações de médio e grande porte têm revisto o papel da gestão de processos na aceleração da competitividade. Dados da McKinsey mostram que, em 2024, mais de 60% dos executivos latino-americanos priorizam iniciativas de produtividade em detrimento de novos projetos de inovação. Na prática, isso tem significado um retorno estratégico à estrutura: mapear, compreender e padronizar fluxos como etapa fundamental para orientar a adoção de tecnologias com mais precisão e impacto. O que se observa é uma revalorização do operacional como base de sustentação – e não como entrave – à performance sustentável. Ao entender com clareza como os processos funcionam, as empresas criam condições para que as soluções tecnológicas realmente potencializem seus fluxos, promovendo ganhos duradouros em eficiência, escalabilidade e geração de dados consistentes. O pano de fundo dessa reviravolta é o esgotamento de ciclos anteriores de investimento em tecnologia sem um alicerce processual sólido. Em setores como varejo, indústria, serviços financeiros e logística, gestores relatam que a operação diária passou a depender de fluxos fragmentados, remendos improvisados e conhecimento tácito de equipes. Um levantamento da Bain & Company, publicado em março de 2024, apontou que 47% das empresas brasileiras afirmam operar com processos “pouco padronizados ou informais”. A consequência disso é previsível: decisões descentralizadas, retrabalho constante e gargalos ocultos, especialmente em áreas como supply chain, atendimento ao cliente e onboarding de novos colaboradores. Em vez de simplesmente investir em novas tecnologias, muitas empresas estão agora desacelerando para revisar a infraestrutura invisível que sustenta ou trava o desempenho, com objetivo de ser mais assertivos na adoção da tecnologia adequada aos seus desafios. O foco tem se deslocado para o mapeamento de processos ponta a ponta, com especial atenção às interdependências entre áreas, à sobreposição de responsabilidades e ao excesso de pontos manuais em atividades que deveriam ser estruturadas. As áreas de BPM (Business Process Management) estão sendo potencializadas com o objetivo de promover uma visão integrada dos processos de negócio da organização, utilizando notações como o BPMN – ainda amplamente aplicadas e em constante evolução – como suporte à modelagem. Com a adoção crescente de tecnologias low code, como plataformas BPMS e RPA, as empresas estão reduzindo sua dependência das áreas de TI, o que permite transformar o mapeamento em aplicações práticas de forma mais ágil. A partir dessa estrutura sistematizada e geradora de dados, torna-se possível aplicar técnicas de process mining para visualizar, com granularidade, como os processos realmente fluem, identificar gargalos e implementar melhorias contínuas. Apesar da retomada do interesse por gestão de processos, os indicadores de maturidade organizacional no Brasil ainda mostram uma lacuna entre intenção e prática. Um estudo realizado em agosto de 2024 pelo IBGP (Instituto Brasileiro de Governança de Processos) revela que apenas 29% das empresas possuem um modelo estruturado de governança de processos, com definição clara de papéis, metodologias e indicadores. Mais grave: 18% sequer possuem inventário atualizado dos seus processos críticos, operando majoritariamente com fluxos tácitos ou baseados na memória dos times. Em um ambiente volátil, esse nível de informalidade se traduz diretamente em risco operacional — desde erros de compliance até falhas no atendimento ao cliente e na cadeia de suprimentos. A ausência de processos mapeados, documentados e auditáveis também dificulta o avanço de outras disciplinas essenciais, como segurança da informação, ESG e gestão por indicadores. Sem processos bem definidos, as empresas enfrentam dificuldades para estruturar controles internos, treinar novos colaboradores, monitorar desvios ou mesmo avaliar se os investimentos em tecnologia estão, de fato, gerando retorno. Como resultado, muitas empresas operam com custos ocultos elevados, seja por excesso de retrabalho, lentidão nas entregas ou baixa previsibilidade de resultados. A “zona cinzenta” entre as áreas, onde ninguém sabe exatamente quem faz o quê, tornou-se um dos principais entraves à performance organizacional. Fortalecendo as bases da transformação digital Segundo um relatório da IDC divulgado em junho deste ano, 54% das grandes empresas brasileiras estão realocando parte do orçamento originalmente reservado para novos sistemas para iniciativas de revisão e redesenho de processos. O racional é claro: não se trata de frear a transformação digital, mas de garantir que ela ocorra sobre uma base operacional sólida. Essa mudança de postura reflete uma maturidade gerencial mais apurada. Em vez de embarcar em projetos de automação ou IA como fim em si mesmos, as empresas estão criando condições para que essas tecnologias de fato entreguem valor. Isso envolve ações como consolidar centros de excelência em processos, definir ownership para cada etapa dos fluxos-chave, criar indicadores de performance operacionais e reforçar o alinhamento entre áreas técnicas e de negócio. Nesse contexto, ganha protagonismo a adoção de plataformas de automação de processos low code, que permitem estruturar os fluxos de ponta a ponta, criar lógica de negócio de forma parametrizada e sistematizar os dados operacionais. Essa base estruturada é o que viabiliza, na prática, a aplicação de tecnologias como process mining e task mining, que dependem de registros consistentes e integrados para gerar visibilidade sobre a execução real dos processos. Em paralelo, crescem também as plataformas de documentação dinâmica, que facilitam o mapeamento e a atualização contínua dos fluxos conforme a operação evolui. As plataformas de automação low code ainda permitem que a automação de processos acompanhe a maturidade organizacional de forma incremental. Esse modelo oferece autonomia às áreas de processos, que conseguem evoluir suas iniciativas sem depender diretamente de equipes técnicas ou terceiros, tornando o avanço da eficiência mais ágil e escalável. A reestruturação processual também tem servido como instrumento de governança. Em setores regulados, como saúde, energia e financeiro, ter fluxos bem definidos tornou-se condição para cumprir exigências normativas. Em setores altamente competitivos, como varejo e tecnologia, a padronização operacional passou a ser vista como vetor de escalabilidade. O que antes era tratado como “assunto de operação” agora é reconhecido

IA agêntica transforma a TI e redefine a experiência do cliente

Por Fabiano Amorim, Gestor da Unidade de Negócios de Customer Experience da Selbetti Ao menos 40% das empresas brasileiras já colocaram inteligência artificial para rodar no negócio. Entre as que adotaram, 95% relatam crescimento de receita, com alta média de 31%, e 96% dizem ter visto melhorias significativas de produtividade, segundo um estudo realizado pela AWS no Brasil, e divulgado no segundo semestre do ano passado. Quando a IA chega a esse ponto, a discussão deixa de ser “vamos experimentar?” e vira “qual parte da operação vai mudar primeiro — e sob quais limites?”. A distância entre “usar IA” e “operar com IA” ainda é grande. A Bain, por exemplo, mostrou que 25% das empresas brasileiras têm ao menos um caso de uso em operação, enquanto 67% tratam IA como uma das cinco prioridades estratégicas — um descompasso típico de tecnologia que vira prioridade antes de virar rotina. É nesse vão entre intenção e execução que a chamada IA agêntica começa a ganhar espaço: menos resposta pontual, mais software capaz de planejar, agir e concluir tarefas, dentro de limites que a TI precisa definir com precisão. Arquitetura de TI preparada para a IA agêntica A incorporação de agentes inteligentes em escala empresarial exige uma arquitetura de TI robusta, modular e amplamente integrada por APIs. Diferentemente de aplicações convencionais, esses agentes interagem simultaneamente com múltiplos sistemas, consomem dados de diversos serviços e executam ações distribuídas pela infraestrutura.   Um dos pilares dessa nova arquitetura é a exposição segura de funcionalidades via APIs. Agentes de IA precisam consumir APIs de CRM, ERP, bancos de dados, sistemas legados e serviços de terceiros para realizar suas tarefas. Por isso, desenvolver um ecossistema API-first tornou-se fundamental para departamentos de TI que desejam aproveitar a IA agêntica.   Quando bem projetados, esses pontos de integração permitem que o agente combine informações de múltiplas fontes e acione transações em diferentes módulos de forma coordenada. Imagine um agente de atendimento ao cliente que, em uma única jornada, consulta o histórico do usuário no CRM, verifica estoque no ERP, abre um chamado em uma ferramenta de suporte e atualiza o status de entrega em um sistema logístico – tudo via APIs padronizadas. Esse grau de integração só é possível se a arquitetura da empresa estiver unificada por interfaces consistentes e governança de dados.   Observabilidade e governança: mantendo o controle dos agentes Junto ao entusiasmo com agentes de IA atuando livremente, vem à tona uma preocupação inevitável: como monitorar, entender e controlar as decisões tomadas por essas inteligências?   As mesmas habilidades que tornam os agentes valiosos – autonomia e adaptação – podem torná-los caixas-pretas desafiadoras para as equipes de TI. Por isso, observabilidade e governança tornam-se peças-chave na implementação bem-sucedida da IA agêntica. Ferramentas de monitoramento especializadas em IA – muitas inspiradas em práticas de DevOps – começam a surgir para registrar cada passo do fluxo de trabalho do agente, permitindo auditorias e diagnósticos precisos de eventuais erros ou comportamentos inesperados. Isso é essencial não apenas para depuração técnica, mas também para assegurar conformidade regulatória e ética, especialmente quando agentes manipulam dados sensíveis ou fazem recomendações em áreas regulamentadas. Em paralelo, surge o desafio da governança de identidades e acessos para agentes autônomos. Na prática, um agente de IA que consome APIs e realiza ações nos sistemas corporativos precisa de credenciais e permissões – ou seja, ele atua como um “usuário digital” dentro do ambiente da empresa. Muitas organizações estão adotando modelos de Identity and Access Management (IAM) específicos para esses casos, criando contas de serviço, chaves de API e tokens dedicados para autenticar agentes nos sistemas.   Essa abordagem garante que cada agente tenha apenas os direitos estritamente necessários (princípio do menor privilégio) para desempenhar sua função, evitando que um erro ou desvio de comportamento cause danos maiores. Especialistas alertam que o uso descontrolado de agentes de IA, sem uma governança clara de responsabilidades e acessos, pode abrir brechas de segurança significativas.   Por isso, além de definir quem pode fazer o quê, as empresas devem manter um inventário atualizado de agentes em operação, seus propósitos e responsáveis humanos, bem como revisar periodicamente as permissões concedidas a cada um. Integrar agentes inteligentes às políticas de segurança já existentes – como se faz ao contratar um novo colaborador ou implantar um novo sistema – torna-se indispensável para escalar a automação com segurança e transparência. A revolução da IA agêntica no Customer Experience (CX) É no campo da Experiência do Cliente (CX) que a IA agêntica ganha mais possibilidades. Empresas já vinham empregando chatbots e URA (unidade de resposta audível) para atender clientes, mas com capacidade limitada a respostas pré-programadas.   Agora, com agentes inteligentes, abre-se a possibilidade de conduzir jornadas inteiras do cliente de forma autônoma e personalizada. Bots conversacionais equipados com IA agêntica podem entender a intenção do usuário, buscar informações em sistemas internos, executar transações e acompanhar o cliente até a resolução completa do seu problema, tudo em uma mesma interação fluida. Isso significa, por exemplo, que um assistente virtual de uma operadora pode iniciar esclarecendo uma dúvida, em seguida propor uma nova oferta adequada ao perfil do cliente, efetivar a mudança de plano no sistema e agendar uma visita técnica, sem transferências ou pausas desnecessárias.   A consistência das interações tende a aumentar drasticamente: cada cliente é guiado pelos mesmos passos otimizados, com acesso às informações corretas, reduzindo erros humanos e variações de atendimento. Não à toa, pesquisas de mercado indicam que 70% dos consumidores já veem a IA como parte integrante do atendimento moderno, e igualmente 70% dos líderes de CX acreditam que bots dotados de IA estão se tornando “arquitetos habilidosos” de jornadas altamente personalizadas. Os números reforçam essa mudança de paradigma. A consultoria Gartner projeta que até 2029, 80% dos problemas comuns de atendimento serão resolvidos autonomamente por agentes de IA, o que pode reduzir os custos operacionais do suporte em até 30%.   Essa automação massiva do front office redefine o papel das equipes de atendimento: em vez de lidarem com consultas triviais e repetitivas, os

O Boticário leva beleza ao camarote do OBA Festival 2026 com serviço de maquiagem para convidados

Fortalecendo sua estratégia regional de interação com o consumidor, O Boticário, a marca de beleza mais amada pelos brasileiros*, anuncia participação no Carnaval do interior de São Paulo em parceria inédita com o OBA Festival. Única marca do segmento da beleza entre os patrocinadores do festival, O Boticário reforça sua estratégia de conexão com grandes eventos culturais e de entretenimento, levando ao evento experiências sensoriais voltadas para os convidados. O Oba Festival acontece de 14 a 16 de fevereiro de 2026, no Centro de Eventos Helder Henrique Galera, em Votuporanga (SP). No espaço assinado pelo Boticário, os convidados terão acesso a serviços de maquiagem fornecidos a partir de produtos Make B. Além disso, a marca também disponibilizará brindes de perfumaria para o público geral, mediante cadastro no programa de fidelidade BeautyBox. A proposta é traduzir o universo da beleza em uma experiência imersiva, alinhada à energia do Carnaval e à identidade do festival. “O interior de São Paulo mostra que o Carnaval vai além dos grandes centros: ele acontece nas praças, nos clubes, nos blocos tradicionais e nas festas que mobilizam toda a comunidade. Estar presente no OBA Festival, em Votuporanga, nos permite estar ainda mais próximos do consumidor durante esse período festivo e avançar na estratégia da marca de levar a beleza para além dos produtos, por meio de experiências que conectam entretenimento e cultura”, afirma Jacqueline Tobaru, diretora de Marketing Regional do O Boticário. A ação faz parte do conceito “A Beleza do Nosso Carnaval”, que celebra as diferentes expressões regionais da festa, com foco em experiências autênticas e culturalmente relevantes. Durante esse período, as lojas da marca também entram no clima, adaptando seu tradicional serviço de make em um cardápio personalizado para o Carnaval, oferecendo opções de maquiagem para acompanhar o consumidor antes, durante e depois da festa, além de reforçar o portfólio de produtos do Boticário. Consolidado como um dos maiores carnavais privados do Brasil, o OBA Festival reúne atrações de destaque da música nacional. Votuporanga recebe o único show de Cláudia Leitte fora de Salvador no Carnaval de 2026. Além da artista, o festival confirmou apresentações de Lauana Prado, Léo Santana, Wesley Safadão, Banda Eva, Dennis DJ, Turma do Pagode, Kamisa 10 e MC Hariel, atraindo foliões de diferentes regiões do país e movimentando a economia e o turismo de Votuporanga e região. ServiçoOBA Festival 2026Data: 14 a 16 de fevereiro de 2026Local: Centro de Eventos Helder Henrique GaleraRua Francisco Deamo Aranda, s/n – Votuporanga, SPMais informações: www.obafestival.com.br

Hering Kids apresenta campanha estrelada pelas ginastas mirins Alicia Santos e Viviani Mankatu

A Hering Kids, marca infantil da Hering – Grupo Azzas 2154, lança a campanha “Em Movimento com Alicia e Vivi”, estrelada pelas ginastas mirins Alicia Santos e Viviani Mankatu. As atletas são embaixadoras da I Know My Rights (IKMR), organização humanitária que apoia crianças refugiadas no Brasil. A campanha conecta os valores da Hering Kids às histórias de Alicia e Vivi. A partir do esporte, a narrativa reforça a infância como um espaço de expressão e descoberta, em sintonia com o DNA da marca. Pensada para acompanhar o ritmo da infância, a coleção aposta em conforto e elasticidade, garantindo liberdade de movimento em diferentes momentos do dia a dia, das atividades esportivas às brincadeiras da rotina. Entre os lançamentos da temporada estão conjuntos em moletom, camisetas em algodão, tricôs com textura especial e shorts leves, com modelagens atuais e estética diferenciada para acompanhar a energia das crianças com leveza e atitude. Criada em 2012, a I Know My Rights é uma organização sem fins lucrativos com sede em São Paulo que atua no acolhimento de crianças refugiadas de diferentes nacionalidades, em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR).  A coleção já está disponível nas lojas físicas da Hering, site e app. 

Desigualdade entre creators: 10% dos influenciadores receberam 62% dos pagamentos em 2025

O mercado global de marketing de influência segue em ritmo acelerado de crescimento e já movimenta cerca de US$ 32 bilhões, segundo dados da Statista, consolidando-se como um dos pilares da economia digital. No entanto, os ganhos gerados por esse avanço continuam concentrados em uma parcela reduzida dos criadores. Em 2025, apenas 10% dos influenciadores ficaram com 62% de todos os pagamentos realizados no setor, de acordo com informações do State of Creator Compensation Report, da CreatorIQ. A concentração revela um cenário de forte desigualdade dentro da creator economy. Embora o número de profissionais atuando como influenciadores siga crescendo, a maior parte da receita permanece nas mãos de creators já consolidados, com grande escala, estrutura profissional e acesso recorrente às principais marcas. Não à toa, os ganhos médios de um criador permanecem estáveis; enquanto os criadores ganharam em média $ 11,4 mil dólares por campanha, o criador mediano ganhou $ 3 mil dólares, segundo a pesquisa. O relatório da plataforma também revela a renda anual dos criadores de conteúdo. De acordo com a pesquisa, o influenciador médio relatou ganhos de $ 44.293 dólares ao longo de 2025, ao passo que apenas 11% alcançaram uma renda anual de seis dígitos.  Fabio Gonçalves, diretor de talentos brasileiros e norte-americanos da Viral Nation e especialista no mercado de marketing de influência há mais de uma década, explica que o fenômeno é reflexo direto da forma como o mercado amadureceu: “O crescimento do setor não significa, automaticamente, uma distribuição mais equilibrada de renda. As marcas tendem a concentrar investimento em quem já oferece previsibilidade de entrega, escala e histórico de performance. Além disso, empresas priorizam creators que entenderam a lógica do mercado, profissionalizaram seus processos e passaram a operar de forma mais estruturada, quase como empresas. Isso cria um efeito cumulativo: quem está no topo continua crescendo mais rápido”. Segundo o executivo, essa lógica aproxima cada vez mais o marketing de influência de outras indústrias criativas, como música e audiovisual, onde poucos concentram grande parte da receita. “Não é necessariamente um desvio de rota, mas um retrato de um mercado que entrou em fase de profissionalização. A desigualdade não é um acidente, é consequência de como os investimentos são feitos hoje”. Fabio ainda acrescenta que, para além da concentração de receita, grande parte dos influenciadores lida com rendimentos instáveis e valores que não refletem o volume real de trabalho envolvido. Na prática, os números de remuneração frequentemente desconsideram custos operacionais assumidos pelos próprios creators, como equipes de produção, edição, planejamento criativo, desenvolvimento de pautas e gestão de comunidade. “Quando falamos em ganhos, é importante lembrar que muitos influenciadores estão operando como pequenas empresas”, ressalta Gonçalves. “O pagamento recebido raramente reflete o custo total de produção. Existe um investimento contínuo em brainstorming, equipe, equipamentos e tempo criativo que não aparece nessas estatísticas, mas impacta diretamente a sustentabilidade da carreira”, pondera. Nesse cenário, a presença de uma agência ou de um agente especializado torna-se um fator decisivo para a sustentabilidade financeira do creator, segundo Fabio: “Além de intermediar negociações, essas estruturas ajudam a definir precificação, negociar contratos mais equilibrados e proteger o influenciador de acordos que precarizam o trabalho criativo. Ao profissionalizar a gestão financeira e estratégica da carreira, agências contribuem para relações mais justas com as marcas e para modelos de parceria que beneficiam ambos os lados no longo prazo”. Para o especialista, o desafio agora é criar mecanismos que ampliem o acesso às oportunidades e reduzam a distância entre creators do topo e da base: “Não acredito em uma distribuição totalmente igualitária, porque isso não acontece em nenhum mercado criativo. Mas é possível caminhar para um ecossistema mais equilibrado, com contratos mais longos, modelos de remuneração recorrente e estratégias que valorizem creators médios e emergentes”, avalia. Nesse contexto, o papel das agências tende a ganhar ainda mais relevância. Segundo Fabio, empresas já estão se adaptando a essa nova realidade, atuando não apenas como intermediárias comerciais, mas como estruturas de desenvolvimento de carreira. “Na Viral Nation, por exemplo, já estamos olhando para esse cenário com muita responsabilidade. Nosso foco é ajudar os creators a profissionalizar operações, diversificar fontes de receita e construir parcerias de longo prazo, que tragam previsibilidade financeira. O crescimento do mercado é real, mas só será sustentável se mais creators conseguirem viver dele de forma saudável”, conclui. METODOLOGIA A pesquisa State of Creator Compensation Report foi conduzida pela Sapio Research em julho de 2025, em uma amostra de mercado composta por 300 criadores. Juntamente, a CreatorIQ realizou pesquisas adicionais entre agosto e setembro de 2025, além de uma nova rodada em dezembro de 2025. A pesquisa de dezembro reúne dados de 14,4 mil criadores que receberam pagamentos diretos por meio da CreatorIQ. A pesquisa completa pode ser acessada em: https://www.creatoriq.com/white-papers/creator-compensation.

Spotify vira livraria: o que o movimento revela sobre novas estratégias de crescimento das plataformas

O Spotify acaba de dar mais um passo fora do seu core original ao permitir que usuários premium nos EUA e no Reino Unido comprem livros físicos diretamente dentro do aplicativo. Mais do que a venda em si, porém, o que chama atenção é como a empresa está usando funcionalidades de produto para aprofundar a experiência do usuário e destravar novas frentes de negócio. Entre as novidades, o Spotify passou a integrar recursos tecnológicos que conectam o consumo físico e digital, como o Page Match, que permite escanear uma página do livro físico com o celular para sincronizar automaticamente a reprodução do audiobook, e os Audiobook Recaps, resumos personalizados que ajudam o usuário a retomar a escuta exatamente de onde parou. O movimento chama atenção não só pela novidade em si, mas pelo que ele revela sobre estratégia de negócios em plataformas digitais maduras. Para Raphael Farinazzo, Diretor de Operações da PM3, escola referência em negócios e produtos digitais no Brasil, essa iniciativa levanta discussões relevantes para líderes e gestores, como: A PM3 pode contribuir com uma análise de negócios e produto sobre esse movimento, explicando o que outras empresas podem aprender com a estratégia do Spotify para escalar novos formatos sem perder o foco.

Fórmula E anuncia Cupra como parceira principal do E-Prix de Madri 

Papel da marca no E-Prix CUPRA Raval de Madri de 2026 envolverá um conjunto abrangente de direitos, incluindo branding de alto impacto ao lado da pista, integração imersiva de transmissão em RA e presença dedicada dentro da Fan Village A Fórmula E e a CUPRA anunciaram hoje uma importante parceria estratégica, designando a inovadora marca espanhola de alto desempenho como Patrocinadora Principal e Parceira Fundadora do E-Prix de Madri de 2026, que acontecerá no histórico Circuito de Madrid Jarama – RACE, no sábado, 21 de março de 2026.  Como patrocinadora principal e parceira fundadora, a CUPRA se integrará à experiência da corrida por meio de um conjunto abrangente de direitos projetados para envolver a torcida, tanto na pista quanto ao redor do planeta.  As principais ativações incluirão forte presença da marca na pista, integração imersiva de transmissões em Realidade Aumentada e um espaço dedicado na Fan Village. Além disso, a parceria inclui um camarote de corrida e a opção de fornecer veículos elétricos como carros oficiais das voltas rápidas, bem como veículos elétricos de segurança, além de oportunidades para apresentar o aguardado carro totalmente elétrico CUPRA Raval.   Com estreia mundial e lançamento no mercado previstos para 2026, o CUPRA Raval será um modelo fundamental tanto para a CUPRA quanto para o Grupo Volkswagen. É o primeiro veículo da nova família de carros compactos elétricos, que inclui quatro modelos projetados para tornar a mobilidade elétrica mais acessível e popular em toda a Europa.  O papel da CUPRA em ajudar a trazer o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E para Madri reforça a missão da marca de tornar a mobilidade elétrica mais visível, emocionante e acessível para um público mais amplo na Espanha.  Sendo o principal campeonato mundial de monopostos elétricos, presente no Brasil, Estados Unidos, China, Japão e outras capitais globais do automobilismo, a chegada da Fórmula E a Madri marca a entrada da Espanha em um seleto grupo de sedes europeias, ao lado de Mônaco, Berlim e Londres.  Alberto Longo, cofundador e Diretor de Campeonato da Fórmula E, afirmou:  “O amor da Espanha pelo automobilismo e a tradição das corridas foram decisivos na escolha de Madri como uma das sedes do Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E de 2026.  “O apoio da CUPRA tem sido fundamental e tê-los a bordo como Patrocinador Oficial e Parceiro Fundador do E-Prix de Madri reforça o nosso compromisso de trazer corridas de alto nível para a capital espanhola pela primeira vez”.  Markus Haupt, CEO da CUPRA, afirmou:  “A chegada da Fórmula E a Madri representa um novo marco para a Espanha. Juntamente com a Comunidade de Madri e a Fórmula E, estamos levando a emoção e o entusiasmo da competição de corrida elétrica mais empolgante do mundo a um público mais amplo.  “Este é mais um passo na nossa missão de impulsionar a eletrificação em todos os níveis, das ruas às pistas de corrida. É também um momento crucial para a nossa marca e para a equipe de corrida CUPRA Kiro. Somos ambiciosos: queremos continuar vencendo e queremos que a Espanha abrace a mobilidade elétrica, e estamos convencidos de que a inclusão de Madri no calendário da Fórmula E nos ajudará a alcançar ambos os objetivos”.  Carmelo Sanz, presidente da RACE e vice-presidente da FIA, afirmou:   “O compromisso da CUPRA com a Fórmula E no Circuito de Madrid Jarama – RACE fortalece a ligação entre inovação e experiência no mundo real, aproximando soluções avançadas de mobilidade, criadas em competições, do público e integrando-as ao dia a dia das pessoas, em um circuito modernizado e preparado para os desafios do futuro.  “Em última análise, Jarama se destaca hoje como o exemplo mais claro de como o automobilismo pode honrar sua história e, ao mesmo tempo, abrir caminho para uma mobilidade mais sustentável e responsável”.  Próxima etapa: E-Prix de Jeddah A Arábia Saudita é presença constante no calendário da Fórmula E desde a Temporada 5 e, desde a temporada passada, tem seu novo lar no Circuito Corniche de Jeddah. Com rodada dupla, o fim de semana promete muita ação e o retorno da recarga rápida no PIT BOOST, tudo sob as luzes dos refletores nas noites de 13 e 14 de fevereiro, horário local.   Treino Livre 1: Quinta-feira, 12 de fevereiro, 16h00 de Brasília (20h00, hora local); Treino Livre 2: Sexta-feira, 13 de fevereiro, 07h30 de Brasília (13h30, hora local); Classificação: Sexta-feira, 13 de fevereiro, 09h40 de Braaília (15h40, hora local); Corrida – Etapa 4: Sexta-feira, 13 de fevereiro, 14h05 de Brasília (20h05, hora local).   Treino Livre 3: Sábado, 14 de fevereiro, 07h30 de Brasília (13h30, hora local); Classificação: Sábado, 14 de fevereiro, 09h40 de Braaília (15h40, hora local); Corrida – Etapa 5: Sábado, 14h05 de Brasília (20h05, hora local).   No Brasil, a transmissão fica a cargo de Band/Band Sports e Grande Prêmio.  Evo Sessions retornam em Jeddah Os maiores criadores de conteúdo do mundo pilotando o carro de corrida elétrico mais rápido do mundo, GEN3 Evo. As Evo Sessions retornam, agora com o espetáculo no Circuito Corniche de Jeddah e transmissão ao vivo no YouTube, no dia 15 de fevereiro.  Conecte-se e acompanhe o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E no Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e YouTube: @FIAFormulaE #ABBFormulaE 

Britvic Brasil anuncia ativações das marcas Extra Power, Flying Horse e Fruit Shoot para o Carnaval 2026

A Britvic Brasil, uma das maiores empresas do setor de bebidas não alcoólicas, confirma sua participação no Carnaval 2026 por meio de uma série de patrocínios estratégicos em blocos de rua, eventos e festas. Com o objetivo de reforçar a conexão com diferentes perfis de foliões, a companhia leva as marcas de energético Extra Power e Flying Horse para os circuitos de rua e eventos de grande escala, além de garantir a presença da linha infantil da Maguary, Fruit Shoot, em momentos voltadas às famílias. “O Carnaval é um momento de conexão emocional e celebração cultural. Queremos que nossas marcas façam parte da jornada e das memórias do consumidor, garantindo energia para quem acompanha o trio ou participando das primeiras folias das crianças. Estar presente nesses polos estratégicos nos permite fortalecer esse vínculo”, explica Thamara Mileski, Head de Marketing da Britvic Brasil. Extra Power: conexão no Centro-Oeste e Triângulo mineiro O roteiro de Extra Power começa com uma presença massiva em Goiânia no dia 07 de fevereiro. A marca estará nos bares levando combustível a dez grandes celebrações: o Bloquinho do Nord 23 e o Bloquinho dos Neiff, que contam com bares exclusivos e personalizados da marca, além do Folia Goiá, Parada Beer, Bloquinho Aê, Uai, Café Nice, Salserim, Carrinho de Mão e o Bloco Meu Pai Te Ama + Madá.  A jornada continua entre os dias 13 e 17 de fevereiro no Carnaval de Goianésia (GO), realizado no Parque da Lagoa, na Praia do Cerrado, onde a marca reforça sua raiz sertaneja e presença regional nos bares do evento.  Para encerrar o mês com foco no público universitário, o Carna Tenda, em Uberlândia (MG), recebe a marca no dia 28 de fevereiro, garantindo a conexão com os estudantes do Triângulo Mineiro. Flying Horse: Energia para o público universitário A Flying Horse concentra sua atuação em polos estratégicos de São Paulo, focando na agitação dos grandes blocos. No dia 7 de fevereiro, a marca estará no Ressaca do Diabo, na capital paulista, integrando-se à estética do desfile com aplicação da logomarca no trio elétrico, uso de bandeirões e promoção de experimentação direta por meio de degustações. Já no dia 21 de fevereiro, a marca desembarca no Bloco Dia Zero, em Piracicaba (SP), um dos carnavais universitários mais tradicionais do interior do estado. Fruit Shoot: Diversão e cuidado para toda a família Para as famílias brasileiras, a Britvic Brasil reserva um momento especial com Fruit Shoot, linha de sucos infantis da Maguary que prioriza o sabor, a nutrição e a praticidade. No dia 17 de fevereiro, a marca acompanha a folia dos pequenos na Matinê de Carnaval do Clube Pinheiros, em São Paulo.

Morana aposta em influenciadoras como pilar estratégico de marketing e destina 15% do orçamento da área à creator economy

A Morana, marca que é autoridade em acessórios no país, tem consolidado uma estratégia de marketing fortemente apoiada na creator economy. Atualmente, 15% de todo o orçamento de marketing da marca é destinado a influenciadoras, que atuam como peças-chave na construção de posicionamento, engajamento e conversão junto ao público. A estratégia começou a ser estruturada em 2021, quando a marca decidiu apostar em relacionamentos contínuos com influenciadoras que tivessem real afinidade com o DNA da Morana. A primeira parceria nesse formato foi com Flavia Pavanelli, que segue até hoje como parte do squad da marca. “Desde o início, a Morana entendeu que não queria apenas visibilidade, mas conexão. Não buscamos posts isolados, e sim pessoas que realmente usem os acessórios, se identifiquem com a marca e consigam traduzir isso para suas audiências”, explica Nara Dutra, head de marketing da Morana. Squad dinâmico e curadoria constante Hoje, a Morana conta com um squad de 15 influenciadoras composto por: Amanda Brasil, Amanda Souza, Camila Gaio, Carol Amarall, Carol Santina, Flavia Pavanelli, Isa Rabello, Jordanna Maia, Lara Akel, Manu Canielas, Maria Eduardo Egito, Marina Likas, Nina Secrets, Senhores Bacanas e Tata Estaniecki. A marca avalia continuamente quais perfis tem sinergia com a marca, combinando criadoras de grande alcance com micro e médias influenciadoras, que muitas vezes apresentam ótima taxas de engajamento, mesmo com audiências menores. Entre os nomes de maior projeção estão Flavia Pavanelli, Niina Secrets e Tata Estaniecki, apresentadora do podcast Pod Delas. A estratégia com as creators contempla, ainda, perfis diversos, que dialogam com diferentes universos do público Morana. Modelo estruturado, mas com liberdade criativa As influenciadoras do squad possuem contratos anuais, mas a Morana adota um modelo de direcionamento criativo “livre”, respeitando o estilo e a linguagem de cada criadora. “O papel da marca é alinhar expectativas e garantir coerência do que é divulgado com o que está nas lojas da rede. A partir disso, damos liberdade para que cada influenciadora comunique, use e produza o conteúdo do seu jeito”, reforça Nara. Há uma comunicação constante entre marca e influenciadoras para alinhamentos, e a escolha do conteúdo que será publicado e das peças que serão promovidas leva em consideração o que faz mais sentido para cada perfil. A Morana também articula previamente com sua rede de franqueados quais ações e produtos serão divulgados, garantindo sinergia entre marketing nacional e ponto de venda. Mensuração e performance A Morana realiza mensuração interna dos resultados, acompanhando alcance, engajamento e performance de cada influenciadora. As creators também reportam seus dados, e a marca utiliza links tagueados para monitorar acessos e impactos diretos nas campanhas. Ao longo dos anos, esse acompanhamento permitiu entender o custo-benefício de cada parceria, ajustar o mix de influenciadoras e ampliar a participação de algumas delas para além do squad, integrando campanhas institucionais e promocionais.

Nissin Yakissoba U.F.O. sabor Tomate Mamma Miiiia estreia campanha com Clélio e Tonho

A linha Nissin Yakissoba U.F.O. acaba de estrear a sua campanha digital para o recém-lançado sabor Tomate Mamma Miiiia, inspirado no tradicional Spaghetti All’Assassina. Reforçando o posicionamento da marca como referência em inovação dentro da categoria, o produto combina a intensidade dos ingredientes com um toque apimentado. Na peça publicitária, Clélio e Tonho – dupla já conhecida e adorada pelo público – integram uma atmosfera divertida e desastrada, onde os personagens “filmam” um live action do Yakissoboy, criando uma narrativa leve, irreverente e altamente conectada com o universo da marca. “O Nissin Yakissoba U.F.O. Tomate Mamma Miiiia é um lançamento que pede uma comunicação à altura da sua personalidade: intensa e divertida. Apostar em personagens que o público já reconhece e gosta nos permite gerar identificação imediata e potencializar o impacto da mensagem”, afirma Daniela Denizo, gerente de Marca da Nissin Foods do Brasil. “No universo de Nissin, fazer do seu jeito é muito importante. Por isso, recriamos nosso próprio comercial de UFO para lançar o sabor tomate. Mas ao invés de usarmos celebridades, dessa vez fizemos com as celebridades do mundo Nissin: Clélio e Tonho”, comenta Ricardo Dolla, Chief Creative Officer da Dentsu Creative. A ação permanece no ar entre até 22 de fevereiro, com um plano de mídia focado em alcance, consolidando a presença do produto no imaginário do consumidor. Ficha Técnica – UFO Tomate Anunciante: Nissin Foods Brasil Ltda Produto:  UFO Campanha: UFO TomateAgência: Dentsu Creative Chief Creative Officer: Ricardo Dolla  Diretor Executivo de Criação: Hiroshi Yoda Direção de arte: Marcelo Feltrin Redação: José Carvalho Conteúdo: Viviane Teves Frohlich e Camila Nissim  Produção: Juliana D’Antino e Duda Corcino BI: Silvia Visani, Bruno Honório, Camille Grillo, Diogo Cruz, Naiky Rigatos Negócios: Bruno Panico, Reo Sakamoto, Marcella Sousa, Pamella Kacelnikas, Jennifer Areco e Jessica Correa Mídia: Viviana Maurman, Carol Nunes, Rodrigo Moura, Leandro Lourenço e Felipe Almeida Aprovado por: Kosuke Hara, Ryosuke Takaya, Ana Fossati, Daniela Denizo, Ana Carneiro, Tatiana Curi, Fernanda Yamashita e Thiago Guariglia Produtora: Fantástica Filmes  Direção de Cena: dudu  Direção de Fotografia:  Leo Silva Assistentência de Direção: Rodrigo Bontempo e Vinícius Camala Produção Executiva Criativa: Marlon Klug Produção Executiva: Herminio Vinholi Jr  Gerência de Projetos: Ana Maria Sequinel Coordenação de Produção: Marina Rossignoli Direção de Produção: Ulisses Sant’anna Direção de Arte: Gabrielle Windmuller Produção de arte: Kaw Morais, Cecilia Mota Aderecista/ Efeitos: Andrei Ceeze Contrarregra: Michele Rodrigues Produção de Figurino: Isbella Fonseca Produção de Elenco: Call Me Cast Elenco: Alef Barros, Wanderlei Quirino (como Clélio) e Leonardo Munhoz (como Tonho) Culinarista: Luiza Nakazato Assistência de Produção: Valesca Cotafava, Marcela Kozinski e Luiz Henrique Torrens Coordenação de Pós-Produção: Maguilla e Renata Peterlini Montagem/Composição/Color: Allan Carvalho Produtora de Áudio: CANJA Direção Musical: Eduardo Karas, Filipe Resende e Bruno Vieira Brixel Head of New Business: Lari Storch Atendimento: Claudio Leal Coordenação de Projeto: Ana Flor Bohrer, Fabi Lugli, Kaleb Oliveira Trilha e Sound Design: Murilo Pepler, Bruno Vieira Brixel, Aloizio Lows

O sabor que marca gerações, agora em forma de proteína: BEST WHEY® e Bob’s lançam collab inovadora

A Atlhetica Nutrition®, referência em suplementação de alta qualidade, e o Bob’s, primeira rede de fast food e franquias de alimentação do Brasil, anunciam uma collab inédita e 100% brasileira que une dois universos que fazem parte da rotina e da memória afetiva dos consumidores: o sabor do icônico Milk Shake de Morango e a nutrição funcional da linha BEST WHEY®. O que um suplemento de alta performance e um dos milk shakes mais famosos do Brasil têm em comum? A partir de agora, tudo. Juntas, as duas marcas estão lançando o impensável: um whey protein da linha BEST WHEY® com o sabor autêntico do Milk Shake de Morango do Bob’s. A collab transforma um clássico que atravessa gerações em um suplemento proteico com 25 g de proteína por porção, alta cremosidade e sabor marcante, provando que saúde e prazer podem caminhar juntos. “As collabs são a nossa forma de repensar o que significa suplementação no Brasil”, explica Ricardo de Angelis, fundador e CEO da Atlhetica Nutrition®. “Quando trazemos para a BEST WHEY® uma marca tão querida como o Bob’s, estamos dizendo que cuidar da saúde não precisa ser um sacrifício. Queremos criar uma conexão real com as pessoas, mostrando que nutrição pode ser sinônimo de prazer e identificação.” Com quase 75 anos de história, o Bob’s segue expandindo sua atuação para além das lojas físicas por meio do Bob’s Em Casa, que já está presente em mais de 4.000 pontos de venda no varejo, com molhos icônicos como Big Bob, Burger & Salad e Bob’s Grill, além da recém-lançada batata-frita congelada super premium. A collab com a BEST WHEY® reforça essa estratégia de expansão da marca para novas categorias com forte conexão com seus consumidores. “A proposta do Bob’s Em Casa é estar presente em novos momentos do dia a dia das pessoas, levando sabor, praticidade e experiências que fazem parte da nossa história. Essa parceria com a BEST WHEY® traduz exatamente esse movimento, conectando o Bob’s a novos hábitos, estilos de vida e ocasiões de consumo”, afirma Marcelo Tristão, diretor de Novos Canais e Transformação Digital do Bob’s. Pensado para diferentes rotinas e estilos de vida, o produto chega ao mercado em três versões: potes de 900 g e 450 g, além de sachês de dose única, ideais para o pós-treino, lanches, viagens ou qualquer momento do dia. A proposta é levar o sabor já conhecido e amado do Milk Shake de Morango para uma rotina mais funcional, sem abrir mão da indulgência. O lançamento oficial acontece no dia 02 de fevereiro, com disponibilidade nos canais oficiais da Atlhetica Nutrition® e nas principais lojas especializadas do país.

IA transforma serviços gerenciados e redefine o papel da operação de TI nas empresas

por Heber Lopes, Head de Produtos e Marketing na Faiston As operações de TI que ainda dependem apenas da intuição humana para evitar falhas estão com os dias contados. A inteligência artificial tem assumido o comando e está mudando as regras do jogo: da detecção proativa de incidentes ao cumprimento automatizado de acordos de nível de serviço, nada escapa aos algoritmos. Em vez de apagar incêndios depois que ocorrem, times de TI com AIOps e automação agora previnem apagões e garantem SLAs inteligentes com mínima intervenção humana. O resultado? Falhas previstas e evitadas antes de causarem impacto, recursos ajustados em tempo real e indisponibilidades reduzidas a praticamente zero. A incorporação da IA aos serviços gerenciados de TI está redefinindo o papel da operação nas empresas de forma acelerada e irreversível. De reativa a proativa: operações inteligentes com AIOps Historicamente, operar TI significava monitorar sistemas e reagir a problemas conforme eles surgiam – muitas vezes de forma manual e tardia. Hoje, esse paradigma se inverte. AIOps (Artificial Intelligence for IT Operations), termo cunhado pelo Gartner, aplica big data e machine learning para automatizar processos operacionais de TI, como correlação de eventos, detecção de anomalias e identificação de causa raiz. A IA vasculha volumosos logs e métricas à procura de sinais sutis de alerta, correlaciona informações que humanos dificilmente conectariam e aciona respostas automáticas. Segundo o Gartner, até 2026, mais de 60% das grandes empresas globais utilizarão capacidades de AIOps integradas às suas plataformas de operações de TIOu seja, quase metade dos debates atuais sobre gestão de TI envolve algum aspecto de automação inteligente. O apelo é claro. Ferramentas de AIOps prometem antecipar falhas e resolvê-las antes que afetem o negócio. Agentes de IA monitoram continuamente a saúde de aplicações e infraestruturas e podem tomar ações corretivas sem intervenção humana – reiniciando uma instância em pane, desviando tráfego de um servidor sobrecarregado ou alocando capacidade extra quando um pico de demanda é previsto. Esse caráter proativo difere radicalmente do modelo tradicional. Estudos indicam que empresas com observabilidade completa reduziram em cerca de 34% a incidência de falhas de rede e serviço. Em contraste, mais da metade das organizações sem essa visibilidade plena sofrem um volume acima da média de indisponibilidades. A automação de incidentes guiada por IA também encurta drasticamente o tempo de resposta. Insights extraídos de dados em segundos permitem identificar a causa raiz de um incidente complexo mais rápido do que analistas conseguiriam manualmente. Com automações orientadas por dados, empresas vêm alcançando reduções significativas no tempo médio de detecção e recuperação (MTTD/MTTR). Há até casos de sistemas autorreparáveis (self-healing), nos quais algoritmos isolam e corrigem problemas automaticamente. Essa eficiência não apenas minimiza interrupções, como libera as equipes humanas para tarefas de maior valor estratégico. As longas madrugadas de “guerra de chamadas” para resolver quedas de serviço cedem lugar a um plantão muito mais tranquilo, monitorado por guardiões digitais incansáveis. Operação de TI repensada: infraestrutura e SLAs em evolução Com a IA tomando conta das tarefas operacionais mais repetitivas, o papel da equipe de TI dentro das empresas passa por uma ressignificação. Longe de tornar os profissionais obsoletos, essas ferramentas os alçam a um patamar mais estratégico e analítico. Cabe agora às mentes humanas definir políticas, treinar modelos, validar decisões das IAs e se concentrar naquilo que as máquinas ainda não fazem: entendimento contextual do negócio, inovação e desenho de arquiteturas resilientes. Os modelos tradicionais de infraestrutura e acordos de nível de serviço (SLAs) também estão sendo revistos. Em vez de alocar capacidade fixa com margem de sobra para picos – que muitas vezes ficava ociosa – as empresas agora contam com infraestrutura dinâmica. Algoritmos de IA podem analisar padrões de uso e ajustar recursos em tempo real: mais VMs ou contêineres ativados nas horas de pico, menos instâncias consumindo quando o movimento cai. Essa elasticidade inteligente evita desperdícios e reduz custos. O SLA tende a incorporar garantias de desempenho dinâmico, como tempos máximos de resposta para autoescalonamento ou rollback automático em caso de erro de implantação. Itens antes não considerados – por exemplo, tempo de detecção automática – passam a ser métricas acompanhadas de perto nos contratos. Essa evolução também exige novos modelos de governança. Com decisões sendo tomadas por algoritmos, é fundamental estabelecer transparência e confiança nos sistemas de IA. Equipes de operação de TI se veem criando playbooks onde definem até que ponto a automação pode agir sem aval humano, ou quais cenários disparam alertas para intervenção manual. Paradoxalmente, incorporar IA à gestão de TI traz um lembrete importante: tão essencial quanto confiar na máquina é saber quando intervir. Os melhores resultados ocorrem quando humanos e IA trabalham em sinergia – a máquina incansável vigiando e otimizando, e o humano questionando, refinando e direcionando os objetivos. No cenário brasileiro, em que investimentos em TI têm batido recordes e a maturidade digital cresce ano a ano, adotar IA na operação não é apenas seguir uma tendência global, mas também alavancar competitividade local. Relatórios recentes já destacam que 64% dos CEOs globais estão sob pressão para acelerar a adoção de IA generativa – e esse impulso se estende à modernização da própria TI interna. As organizações que conseguirem equilibrar pessoas, processos e algoritmos sairão na frente: com ambientes híbridos mais confiáveis, entregas mais rápidas e usuários finais satisfeitos pela estabilidade dos serviços. Em última instância, a TI alimentada por IA redefine o papel da operação de “zeladora da infraestrutura” para motor de inovação estratégica. Aquilo que antes era visto como centro de custo reativo torna-se fonte de vantagem competitiva, provando que investir em inteligência – seja humana ou artificial – é o caminho para sustentar os negócios na era digital que se impõe.

Play For a Cause e Kings League abrem leilão social com item exclusivo do evento realizado em São Paulo 

A Play For a Cause, plataforma que utiliza o esporte e o entretenimento como ferramentas de transformação social, anuncia uma parceria inédita com a Kings League, competição que mistura futebol, entretenimento e transmissões digitais. Juntas, as marcas promovem um leilão social com um item exclusivo da Kings World Cup Nations Brazil 2026, realizada em São Paulo, em janeiro. A iniciativa, disponível para lances até 12 de fevereiro, tem como objetivo arrecadar recursos para projetos do UNICEF, levando cuidado e proteção a milhões de crianças no Brasil e no mundo. O mural artístico exclusivo de 2 metros, encomendado e criado especialmente para o evento, é o destaque da ação. A obra, pensada para traduzir a energia do torneio e a conexão entre esporte, cultura e impacto social, foi autografada pelas personalidades  nacionais e internacionais que presidem as nações do campeonato, como Neymar, o cantor Hariel e diversos influenciadores e criadores de conteúdo que estiveram envolvidos na Copa do Mundo, incluindo Gaulês, Nyvi Estephan, Coringa, Cerol, Tylty e muitos outros. O lance inicial é de R$ 2.026. “Estamos falando de um dos eventos esportivos mais inovadores do mundo, que agora se conecta a uma causa urgente e necessária. O mural simboliza a união entre criatividade, futebol e impacto social, convidando o público a fazer parte dessa transformação”, afirma André Georges, fundador e CEO da Play For a Cause. “A Kings League no Brasil acredita que o futebol pode ser uma poderosa força para o bem. A parceria com a Play For a Cause nos permite transformar a energia da Kings Worlds Cup Nations em apoio significativo para crianças e adolescentes por meio da UNICEF”, diz Núria Picas, Diretora de Comunicação da Kings League. A campanha também conta com a possibilidade de doações diretas pelo site da Play For a Cause. “A nossa plataforma está preparada para receber lances e contribuições internacionais, ampliando o alcance global da iniciativa”, completa André Georges. ServiçoAção: Leilão social com itens do Kings League em prol do UNICEFData: Até 12 de fevereiroLink: https://playforacause.com.br/campanha/kings-world-cup-nations-brazil-2026

Santa Helena celebra versatilidade do verão brasileiro com a campanha “Com Santa Helena Verão vira curtição” e apresenta novidades de Mendorato

A Santa Helena, líder no segmento de alimentos à base de amendoim, está a todo vapor com a sua campanha de Verão. Com o conceito criativo “Com Santa Helena Verão Vira Curtição”, ela posiciona a marca como a parceira ideal para os diversos momentos de consumo do verão — da resenha no quintal ao pôr do sol na praia, do churrasco em família ao estádio.   A campanha, que se estende até março de 2026, tem como grande protagonista a marca Mendorato, referência em snacks, que mantém em seu portfólio clássico os amendoins Japonês, Sem Pele e Ovinhos,  e apresenta uma novidade nas gôndolas: o lançamento do Pack Promocionalque une todos eles. Em uma única embalagem de 420g os três amendoins favoritos dos brasileiros, em embalagens de 120-150g, e mais uma petisqueira. Com preço sugerido de R$ 24,99, com lançamento previsto para o final de janeiro e distribuição em São Paulo e Rio de Janeiro.   “Por 35 anos, Mendorato foi sinônimo de amendoim japonês. Agora, entregamos um portfólio completo. Este pack não apenas reforça a expansão de Mendorato, mas também impulsiona a experimentação dos nossos novos formatos, garantindo que tenhamos o snack perfeito para cada perfil de consumidor e ocasião de consumo.”, diz Sérgio Mobaier, CEO da Santa Helena ao apresentar a diversificação dos itens da marca.  Com o verão representando um momento decisivo e de forte crescimento para a categoria de snacks, a Santa Helena desenhou uma estratégia robusta para a estação, focando sua presença nos principais polos de calor do país: São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco. A campanha “Com Santa Helena verão vira curtição” se desdobra para cercar o consumidor em diferentes frentes, garantindo que a marca esteja presente onde a diversão acontece.  Na mídia, a aposta é na conexão genuína com o universo esportivo e de entretenimento, trazendo criadores de conteúdo e comunicadores de peso, como Leo Bagarolo e Paulo Bonfá, além de marcar presença em podcasts como Arquibancada Tricolor e Meu Timão, na mídia externa (OOH) e rádios. Para dar o tom dessa virada de chave para a diversão, a campanha conta ainda com o filme, já disponível nos canais digitais, que conecta o portfólio da marca aos momentos de lazer típicos da estação de forma leve e cotidiana.  Veja aqui o filme da campanha:  No Carnaval, Mendorato reforça sua presença nos principais momentos de consumo ao ativar bares estratégicos na Capital e no Litoral de São Paulo. A iniciativa visa não apenas ampliar a experimentação do portfólio, mas consolidar a marca como o acompanhamento indispensável para a cerveja gelada. A ação contempla dinâmicas interativas com troca de brindes exclusivos e sampling. O roteiro completo dos estabelecimentos participantes ficará disponível nas redes sociais oficiais da marca.  Já nos pontos de venda físicos, o objetivo é transformar a jornada de compra em uma experiência imersiva, com ativações que levam o clima de “pé na areia” para dentro de lojas estratégicas. Para completar e agregar valor ao momento de consumo, a marca apresenta uma dinâmica de “compre e ganhe” com um copo americano colecionável e exclusivo de Mendorato, em diversas lojas do Interior de São Paulo.  E para fechar o alcance dessa estratégia, a Santa Helena realiza outro movimento importante neste início de ano: a abertura da loja oficial no Mercado Livre. Facilitando o acesso aos produtos da marca, com entrega em todo Brasil. 

Colaboradores como embaixadores de marca e engajamento interno que fortalece bem-estar: os cases de sucesso da Roche Diagnóstica

Em um ambiente de negócios que exige alinhamento constante, agilidade e coesão cultural, a comunicação corporativa emerge como um diferencial estratégico, indo muito além da função informativa. Investir em canais claros e consistentes é fundamental para construir confiança, reduzir ruídos e garantir que as prioridades estratégicas sejam compreendidas e abraçadas por toda a organização. Um dos maiores desafios da comunicação interna é combater a fragmentação informacional, onde e-mails e conversas paralelas minam a credibilidade da informação oficial. A estratégia de sucesso exige a criação de um canal central robusto e confiável. Um exemplo notório da eficácia dessa abordagem é o da e a Roche Diagnóstica, que implementou uma estratégia focada em reduzir a dispersão de mensagens, resultando na repaginação de sua newsletter semanal, a Di@News. O objetivo era substituir o fluxo desordenado de e-mails de diferentes áreas, oferecendo, em um único ponto, uma comunicação curada, objetiva e, principalmente, consistente. Os resultados comprovam a força dessa centralização: a taxa de abertura da Di@News evoluiu de 73% para mais de 90% ao longo dos últimos quatro anos, um aumento significativo em relação à média global de 67%. Além disso, 92% dos colaboradores que responderam a pesquisa interna da empresa afirmaram confiar mais na comunicação interna do que em conversas informais, indicando uma redução drástica no ruído. E 92% declararam que a comunicação é fundamental para ajudá-los a compreender prioridades e estratégias, comprovando que o canal atua como uma ferramenta de alinhamento estratégico. “A comunicação eficaz transforma informações dispersas em conhecimento compartilhado e senso de pertencimento. Ela não só informa as pessoas sobre ‘o quê’, mas as conecta ao ‘porquê’ do negócio, tornando-as embaixadoras naturais da marca,” comenta Larissa Madaleno, Communication Lead da Roche Diagnóstica. O papel da comunicação não se restringe aos muros da empresa: estratégias modernas reconhecem o potencial dos colaboradores como os mais autênticos porta-vozes da marca no ambiente externo. Ao empoderar e capacitar esses profissionais, as empresas conseguem ampliar o alcance e a credibilidade de suas mensagens de forma orgânica. A Roche Diagnóstica também ilustra essa tendência com o programa Roche Stars, que capacitou 40 colaboradores de diversas áreas para atuar como embaixadores no LinkedIn, incentivando-os a compartilhar conteúdos autênticos e alinhados aos valores da organização. O impacto desse programa de engajamento pode ser visto em curto prazo: em um período de 10 meses, os participantes produziram 175 posts autorais, injetando vozes diversas e humanas na presença digital da companhia. O crescimento orgânico da página da empresa no LinkedIn foi de 75%, alcançando 17.500 seguidores e tornando-se a terceira afiliada da divisão de Diagnósticos mais seguida globalmente. Além disso, o programa impulsionou o engajamento geral, atingindo uma taxa média de 15%, desempenho 200% superior ao benchmark de mercado. Ao investir na comunicação interna e no engajamento de seus colaboradores, as empresas não apenas melhoram seus indicadores de reputação e presença digital, como, fundamentalmente, reforçam a cultura organizacional e o senso de pertencimento.

Atlântida Floripa é líder de audiência na Grande Florianópolis em 2025, segundo Kantar Ibope Media

A Rádio Atlântida Floripa encerrou 2025 como a emissora mais ouvida da Grande Florianópolis, consolidando sua liderança de audiência na região, de acordo com a recente pesquisa da Kantar Ibope Media.   Entre todas as rádios presentes Santa Catarina, a Atlântida alcançou mais de 850 mil ouvintes, reafirmando sua forte conexão com o público jovem e o seu protagonismo no cenário da rádio catarinense.  Muito mais que apenas uma rádio, a Atlântida é a maior geradora multiplataforma de inovação e conteúdo jovem de Santa Catarina, contando com uma programação que reúne música, humor, esporte, comportamento, tecnologia e entretenimento. Cada emissora do Estado conta com um time próprio de comunicadores, que também atuam como influenciadores regionais, fortalecendo ainda mais o vínculo com a audiência local.  Além da programação regional, programas consagrados como Cafezão, Pretinho Básico também se destacam nos índices de audiência da Rádio Atlântida.   Fonte: Kantar Ibope Media EasyMedia4 | RM Fpolis | Ciclos de 2025 | Atlântida FM/WEB e emissoras concorrentes | Ambos | 05h-05h | Todos os dias | OPM#. 

5 setores em alta para eventos corporativos em 2026

O mundo corporativo entra em 2026 impulsionado por setores que combinam tecnologia, experiência e capacidade de gerar conexões reais. Fintechs, agronegócio, tecnologia aplicada à experiência do público e entretenimento em larga escala como a Copa do Mundo despontam como protagonistas na construção de estratégias de marca, relacionamento e negócios. Mais do que tendências isoladas, segmentos como fintechs, agronegócio tecnológico, empresas de dados e inteligência artificial, economia da experiência e grandes eventos globais revelam um movimento comum em 2026. As empresas que lideram esses mercados são aquelas que transformam eventos em plataformas estratégicas de experiência, geração de dados e construção cultural. Ao integrar tecnologia, conteúdo e emoção, esses encontros deixam de ser pontuais e passam a fortalecer relacionamentos, posicionamento e negócios. Segue abaixo os segmentos que serão destaques nos eventos deste ano: Fintechs e tecnologia financeira No setor financeiro, as fintechs seguem liderando a transformação digital. Em 2026, eventos do segmento deixam de ser apenas vitrines e se consolidam como ecossistemas de inovação, onde inteligência artificial, open finance, cibersegurança e blockchain são apresentados de forma prática, acessível e aplicada ao negócio. “Eventos de fintechs deixaram de ser espaços expositivos. Eles se tornaram ambientes de teste, demonstração e conexão real entre startups, bancos, investidores e reguladores. Quem entende isso consegue transformar presença em posicionamento e relacionamento em oportunidade de negócio”, afirma Vanessa Chiarelli Schabbel, diretora-executiva da Bop Comunicação Integrada. Eventos Esportivos Megaeventos globais, como a Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, reforçam aprendizados valiosos para o universo corporativo. Mais do que esporte, a Copa é um exemplo de como cultura, identidade local e emoção coletiva criam experiências memoráveis e conexões profundas com o público. Outro ponto destacado é a força do coletivo. “Assim como no esporte, grandes resultados não são individuais. Eventos corporativos precisam engajar times, parceiros e públicos diversos para que a experiência seja vivida e amplificada”, reforça. “Eventos genéricos tendem a ser esquecidos. Já experiências construídas a partir de um diagnóstico real da marca, do público e do objetivo geram impacto, conexão e valor no longo prazo”, conclui Vanessa. Tecnologia, dados e experiências imersivas Experiências híbridas e orientadas por dados deixam de ser diferenciais e passam a ser padrão. Inteligência artificial, realidade aumentada, análise de dados em tempo real e plataformas digitais integradas ampliam o engajamento antes, durante e depois dos eventos. “Os eventos hoje são grandes geradores de dados. Quem sabe usar essas informações transforma o pós-evento em uma continuidade da experiência, com conteúdo sob demanda, relacionamento segmentado e decisões mais estratégicas”, pontua Vanessa. Agronegócio Outro setor que segue em alta em 2026 é o agronegócio, impulsionado por inovação tecnológica, sustentabilidade e eficiência produtiva. Nesse cenário, eventos proprietários ganham protagonismo como ferramentas estratégicas de comunicação, relacionamento e construção de autoridade. “Quando uma empresa do Agro cria seu próprio evento, ela assume o controle da narrativa e se posiciona como protagonista do ecossistema. Isso fortalece vínculos, gera negócios mais qualificados e constrói reputação de forma consistente”, explica Vanessa.

Datas duplas redesenham o consumo online e aceleram a disputa entre marketplaces no Brasil

O e-commerce brasileiro está passando por uma reorganização silenciosa, mas profunda. Dados da base do ANYMARKET revelam que o dia 2/2 de 2026 cresceu 107% em GMV na comparação anual, desempenho muito acima do avanço médio do mercado em janeiro, que ficou próximo de 35%. O número mostra que o consumo digital está se deslocando para eventos estratégicos, transformando datas comuns em momentos de alta competição entre plataformas. Mais do que vender mais, os marketplaces estão mudando a lógica do calendário. “O e-commerce deixa de ser contínuo e passa a ser episódico, ou melhor, agora os episódios acontecem todos os meses e não somente em novembro. As datas duplas funcionam como mini Black Fridays distribuídas ao longo do ano”, afirma Victor Cobo, CEO do ANYMARKET, uma empresa do Grupo DB1.  Nesse novo cenário, o crescimento também redesenha o poder entre plataformas. No comparativo do 2/2, o Mercado Livre avançou 158%, enquanto a Shopee cresceu 143%, consolidando a força dos players que combinam subsídio, logística e meios de pagamento integrados. A Amazon aparece com alta de 14%, enquanto outros marketplaces perdem relevância relativa, indicando uma redistribuição de atenção e investimento dos sellers nestas datas. Além dos marketplaces tradicionais, o social commerce começa a ganhar papel estrutural no jogo competitivo. O TikTok Shop já aparece como novo entrante relevante no ecossistema, mostrando que descoberta e conversão passam a acontecer no mesmo ambiente. Diferente do modelo clássico de busca, o social commerce opera pela lógica do conteúdo, impulsionando compras por influência, descoberta e tempo de tela. Para o seller, isso muda a estratégia: não basta mais só preço e logística, é preciso integrar catálogo, operação e storytelling. “O TikTok deixa claro que vender não é só estar onde o consumidor procura, mas onde ele se entretém. É um canal que mistura mídia, conteúdo e checkout na mesma experiência e de forma conversacional com o consumidor final”, afirma Victor Cobo. “O mercado vive uma verdadeira dança das cadeiras. Não é só quem cresce, mas quem captura share. Plataformas asiáticas como a Shopee deixaram de ser alternativas e passaram a ser estruturais no ecossistema brasileiro”, analisa Cobo. Outro movimento importante é o aumento do valor por compra. Enquanto os pedidos subiram 78%, o GMV avançou 107%, mostrando que o consumidor está gastando mais mesmo em um cenário de juros elevados, que desestimulam o consumo. Isso ocorre porque os marketplaces estão redesenhando a experiência financeira do consumo, com parcelamentos mais longos, descontos à vista ou no PIX, parcerias com fintechs e principalmente cupons agressivos que incentivam tickets maiores. “Mesmo com crédito caro, as plataformas estão reprogramando o comportamento de compra. Não é apenas promoção, é arquitetura financeira alavancando a experiência do consumo”, explica o executivo. O impacto vai além da conversão e atinge a operação e a reputação das marcas. Dados do Predize, outra empresa do Grupo DB1, mostram que soluções baseadas em IA influenciaram mais de 400%, em comparação ao ano anterior, nas conversões de vendas realizadas por meio de respostas automáticas, não dando tempo para a pessoa buscar outro anúncio e efetivar a comprar ali mesmo. Outro ponto importante é que, nos canais, um item que compõe a reputação do seller, é o SLA acordado para responder os compradores. “A IA, além de converter, resolve indicadores estratégicos do seller. E isso acontece não apenas no pré, mas também no pós-venda. Prova disso foi o aumento de 241% na quantidade de chamados abertos na data, refletindo em compradores que, de alguma forma, tiveram dúvidas sobre pedidos recém-realizados. Um bom atendimento neste momento gera retenção e bom relacionamento. A tecnologia deixa de ser eficiência e passa a ser infraestrutura para sustentar a experiência em momentos de pico”, explica. “Nos novos capítulos do e-commerce, não vence só quem comunica melhor ou subsidia mais, mas quem consegue atender sem fricção quando o volume explode e está atento e presente em todos os canais”, diz Cobo. Para marcas e sellers, a mensagem é clara: estar fora das datas e das plataformas certas é perder visibilidade. “Os marketplaces estão abrindo as ondas do consumo digital. As marcas que não estiverem preparadas para surfar esses movimentos ficam para trás”, conclui.

Texaco leva sua tradição para o grid da Copa Truck ao lado de Beto Monteiro

A Texaco anuncia seu ingresso à Copa Truck para a temporada 2026 e terá o experiente e bicampeão Beto Monteiro como seu embaixador e representante. A iniciativa reforça os objetivos da companhia e amplia a aproximação da marca com o público de veículos pesados, onde tem forte presença com a linha Texaco Ursa. A estreia da marca centenária na categoria será no dia 08 de março, em Campo Grande (MS).   A escolha pelo pernambucano Beto Monteiro leva em conta seu histórico de resultados, a experiência na Copa Truck e os quatro títulos conquistados em competições de caminhões. Criada em 1902, a Texaco é uma das maiores incentivadoras do automobilismo no Brasil e no mundo, e há quase 125 anos é referência mundial no mercado de lubrificantes. Apoiou a conquista do bicampeonato de Fórmula 1 de Emerson Fittipaldi, em 1972 (Lotus) e 1974 (McLaren). Também está presente na Stock Car há muitos anos com uma história antiga na categoria, onde conquistou quatro títulos (1986, 1999, 2000 e 2001). “A Texaco tem uma significativa atuação no segmento de veículos pesados com a linha Ursa. Vimos na Copa Truck uma oportunidade para fortalecer ainda mais nossa presença neste território, reforçando os atributos presentes no DNA da marca: desempenho, tecnologia e tradição. Estamos animados por ingressar na categoria e otimistas pela parceria com Beto Monteiro. Suas performances são comprovadas, inclusive com a conquista de títulos por onde passou”, ressalta Carolina Marques, Gerente de Marcas e Comunicação da Texaco. Natural do Recife (PE), Beto Monteiro, aos 50 anos, é um piloto com uma carreira consolidada no Brasil e no exterior. Reconhecido pela consistência, técnica apurada e sua capacidade de adaptação, construiu uma trajetória marcada por títulos e presença constante nas principais categorias. Foi bicampeão da Fórmula Truck (2004 e 2013) e repetiu o bicampeonato na Copa Truck (2019 e 2020). Foi campeão Sul-Americano de Truck, também em 2020. Ao longo da carreira, passou por categorias como Fórmula 3 Europeia, NASCAR nos Estados Unidos, Stock Car, Campeonato Brasileiro de Marcas, Porsche Cup e NASCAR Brasil, onde foi vice-campeão em 2023.   “Desde pequeno eu sempre vi a Texaco como uma marca relevante, que representa muito para o automobilismo. Ela sempre apostou e investiu no nosso esporte e com grandes nomes. Estar junto com eles iniciando essa parceria é de uma importância enorme para mim. É uma grande satisfação, alegria e um valor incrível para minha carreira”, enfatiza Beto Monteiro, candidato ao título de 2025 da Copa Truck, que concluiu na 4ª posição, com 208 pontos e três vitórias. “Com essa nova parceria, que vem a somar e fortalecer toda estrutura que já temos, a expectativa para a temporada 2026 é muito positiva. Teremos novamente um equipamento muito bom, e assim como foi em 2025, espero brigar pelo título mais uma vez”, revela o experiente piloto, dono do equipamento Volkswagen #88 da R9 Competições. Saiba mais sobre Beto Monteiro:Nome: Alberto Luiz Evaristo Monteiro NetoNascimento: Recife (PE)Idade: 50 anos Destaques na carreira e principal resultados: Carreira Internacional Carreira no Brasil – Categorias de Destaque Fase Recente Calendário da Copa Truck para a temporada 2026:*1ª etapa: 08 de março – Campo Grande (MS)2ª etapa: 12 de abril – Santa Cruz do Sul (RS)3ª etapa: 03 de maio – Cascavel (PR)4ª etapa: 31 de maio – Interlagos (SP)5ª etapa: 02 de agosto – Cuiabá (MT)6ª etapa: 23 de agosto – Goiânia (GO)7ª etapa: 20 de setembro – Curvelo (MG)8ª etapa: 01 de novembro – Chapecó (SC)9ª etapa: 29 de novembro – Brasília (DF)*sujeito a alterações

Democratização de dados: equilíbrio delicado entre autonomia e risco

por Inon Neves, vice-presidente da Access Nos últimos anos, empresas brasileiras de diversos setores abraçaram a cultura data-driven em busca de agilidade e vantagem competitiva. Ferramentas de análise e iniciativas “self service” em Business Intelligence colocaram nas mãos de profissionais de negócios volumes de dados antes restritos a áreas técnicas – e a descentralização aumenta a rapidez e a assertividade estratégica do negócio, o que impulsiona a produtividade, a confiança nas análises e a eficiência em projetos envolvendo Inteligência Artificial e automação. Porém, junto aos ganhos, surgem novos desafios: sem estruturas adequadas, mais acesso pode significar também mais riscos. Embora o entusiasmo seja grande, pesquisas revelam que menos de 13% das empresas brasileiras desenvolveram de fato uma cultura data-driven avançada. Essa lacuna mostra que, apesar do potencial competitivo, a maioria ainda não consegue utilizar seus dados de forma eficaz e segura para embasar decisões estratégicas – indicando que democratizar dados com responsabilidade tornou-se um imperativo no contexto atual. Ao colocar dados nas mãos de mais pessoas, as organizações ganham agilidade, mas também enfrentam uma tensão entre autonomia e risco. Sem diretrizes claras, o acesso amplo pode levar a situações indesejadas: múltiplas versões de “verdades” e relatórios inconsistentes circulando pela empresa, análises conflitantes e decisões baseadas em dados divergentes. O problema tem se materializado em incidentes de segurança e falhas de compliance. Apenas 4 em cada 10 empresas brasileiras possuem hoje uma estratégia formal de governança de dados, e 87% enfrentam baixa maturidade na gestão da informação, cenário que eleva os riscos de vazamentos, penalidades legais e perda de vantagem competitiva. Casos recentes de violação de dados, incluindo órgãos públicos e grandes varejistas, ressaltam o impacto de estruturas fragilizadas de governança. Colaboradores bem-intencionados, munidos de ferramentas de self-service BI, podem inadvertidamente acessar dados sensíveis sem autorização ou compartilhar informações indevidas, expondo a empresa a infrações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e a danos reputacionais. Governança de dados: a base para a democratização responsável Para equilibrar liberdade de uso com proteção, as empresas brasileiras estão voltando suas atenções à governança de dados. Governança vai muito além de armazenar dados com segurança: envolve criar políticas, processos e controles que assegurem a integridade, o uso ético e a disponibilidade da informação certa, na hora certa, para as pessoas certas. Um componente fundamental dessa governança é a classificação da informação. Classificar dados significa atribuir níveis de sensibilidade e criticidade a cada ativo informacional – pessoais, confidenciais, restritos, públicos etc. –, definindo como devem ser manejados. Essa prática é essencial para identificar quais informações exigem proteção reforçada e aplicar controles proporcionais à importância de cada conjunto de dados. Por exemplo, dados cadastrais de clientes e informações financeiras internas demandam tratamento muito mais rigoroso do que dados públicos. A LGPD reforça essa necessidade ao distinguir dados pessoais de dados sensíveis, exigindo cuidado extra no tratamento destes últimos. De fato, os princípios da LGPD incluem segurança e prevenção – isto é, adoção de medidas técnicas e administrativas para proteger os dados contra acessos não autorizados ou acidentais – e impõem que as organizações reestruturem suas práticas de governança alinhadas a esses princípios. Para que a democratização de dados ocorra de forma segura, é indispensável estabelecer uma governança sólida da informação nas empresas. Soluções integradas de gestão do ciclo de vida da informação têm se mostrado eficazes nesse sentido, garantindo controle desde a criação de cada documento ou dado até a sua destinação final, incluindo a eliminação segura. Tais soluções permitem aplicar políticas uniformes de acesso, retenção e descarte, eliminando lacunas que antes geravam riscos e desperdícios de tempo e recursos. A partir de uma estrutura de governança consistente, a organização atende às exigências de conformidade regulatória e protege informações sensíveis, mantendo visibilidade total sobre os dados sem comprometer a eficiência operacional. Com essa base estabelecida, torna-se viável promover a democratização segura da informação nas empresas por meio de plataformas unificadas de gestão documental. Ao digitalizar acervos físicos e consolidar conteúdos em repositórios centralizados, dados críticos podem ser disponibilizados amplamente sem abrir mão do controle e da segurança. Desse modo, usuários autorizados conseguem localizar e acessar rapidamente as informações de que necessitam, a qualquer momento e lugar, aumentando a agilidade e a eficiência nos processos decisórios. Mecanismos de controle – como trilhas de auditoria e permissões de acesso granulares – asseguram que o uso dos dados permaneça em conformidade com as políticas corporativas e os requisitos regulatórios vigentes. No fim das contas, promover o acesso amplo à informação sem perder de vista a governança, a segurança e a conformidade é um movimento que exige maturidade estrutural e visão de longo prazo. Empresas que tratam dados como ativos estratégicos sabem que democratizar não é simplesmente liberar, mas construir um ecossistema em que cada dado esteja disponível no contexto certo, para a pessoa certa, com rastreabilidade e proteção desde a origem até o uso final. Nesse cenário, os líderes de TI têm papel central: orquestrar tecnologias, processos e políticas que viabilizem uma cultura de dados distribuída e segura, onde autonomia não signifique vulnerabilidade, mas sim inteligência operacional sustentada por controle.

O mundo do trabalho em 2026: como a tecnologia, os talentos e a confiança vão redefinir o ambiente de trabalho

Em 2026, as empresas intensificarão ainda mais o foco nas pessoas. Não apenas como o maior ativo delas, mas também como um dos maiores investimentos. As organizações estão garantindo que as equipes tenham acesso a bem-estar, treinamento, desenvolvimento e novas oportunidades de aprendizado impulsionadas pela tecnologia, essenciais para prosperar. As empresas passam a priorizar cada vez mais os colaboradores e também a reconhecer que a produtividade e o engajamento são impulsionados por quando, como e com quem as pessoas colaboram e não apenas por onde elas trabalham. Organizações de todos os portes estão adotando modelos de trabalho flexíveis e híbridos para atrair e reter os melhores talentos. Os avanços tecnológicos recentes irão acelerar ainda mais essa mudança, viabilizando colaborações mais inteligentes e formas de trabalho mais dinâmicas, enquanto as empresas investem em ambientes de trabalho com design orientado por dados e em experiências personalizadas impulsionadas pela IA. Cada vez mais, as trajetórias de carreira serão definidas por habilidades e não por diplomas tradicionais e a colaboração personalizada entre humanos e a IA se tornará uma competência cada vez mais valiosa para o sucesso dos negócios.  Em 2026, o foco deixará de ser onde o trabalho acontece para se concentrar na rentabilidade, na produtividade e no bem-estar das equipes. As empresas investirão em assinaturas de espaços de trabalho flexíveis, permitindo que os colaboradores trabalhem mais perto de casa, sendo mais produtivos e evitando deslocamentos longos, caros e desnecessários. Para muitos, isso significará trabalhar a partir de hubs suburbanos, de pequenas cidades ou das chamadas cidades de 15 minutos, tornando o trabalho mais local, mais pessoal e mais inteligente do que nunca.  A seguir, o International Workplace Group, a maior plataforma global de trabalho, com marcas como Spaces e Regus, apresenta as dez principais tendências que devem moldar o trabalho globalmente em 2026. 1. A ascensão da IA: copilotos de trabalho Em 2026, equipes híbridas integrarão copilotos de IA com mais frequência nas suas operações diárias. Esses sistemas reduzirão significativamente a necessidade de tarefas simples, como atividades administrativas, busca por informações e agendamentos. Os colaboradores terão mais tempo para os trabalhos criativos, a resolução de problemas complexos e o desenvolvimento de relacionamentos significativos. Além disso, essa transformação permitirá uma melhor gestão do equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, resultando em maior produtividade e satisfação no trabalho.  Essa mudança está sendo acelerada por uma nova onda de colaboração intergeracional. Pesquisas do IWG revelam que 62% dos profissionais da geração Z já orientam colegas mais experientes sobre como usar a IA para aumentar a produtividade e a eficiência. Além disso, 77% dos diretores e diretores sêniores afirmam que isso aumentou os níveis de produtividade e 80% disseram que abriu novas oportunidades de negócios. Aproveitando essa tendência, os empregadores utilizarão cada vez mais a IA e as análises do ambiente de trabalho para criar planos híbridos personalizados para cada colaborador, incluindo agendas otimizadas, dias ideais de colaboração e locais preferenciais de escritório ou coworking. 2. O retorno para vários escritórios Empresas de todos os tamanhos estão abandonando políticas híbridas pouco definidas e adotando modelos mais estruturados e multilocais, dando às equipes mais autonomia para trabalhar em locais mais convenientes e próximos de casa. Em vez de um retorno ao escritório, trata-se agora de um retorno a vários escritórios.  A Microsoft anunciou recentemente que, até 2026, muitos dos seus colaboradores nos Estados Unidos precisarão estar no escritório mais próximo pelo menos três dias por semana, enquanto diversas empresas estão permitindo que as equipes trabalhem a partir de redes de coworking ou espaços de trabalho flexíveis. 3. Microcertificações como moeda Trabalhadores híbridos passarão a acumular microcertificações (certificações curtas e focadas em habilidades) em vez de depender de diplomas tradicionais e de avaliações anuais de desempenho. Os empregadores apoiarão esse movimento financiando plataformas de aprendizado sob demanda, criando pools de talentos mais ágeis. Essa tendência transformará a mobilidade interna, tornando as habilidades mais portáteis e acessíveis. 4. Revertendo o quiet cracking Diferentemente do quiet quitting, em que colaboradores fazem apenas o mínimo necessário, o quiet cracking descreve algo mais sutil: profissionais que continuam entregando, mas se sentem mental e emocionalmente desconectados, resultando em burnout, estagnação de carreira e perda de propósito.  Com 57% dos trabalhadores afirmando que tendem a se desengajar quando se sentem desvalorizados ou excessivamente controlados, as empresas darão maior ênfase ao bem-estar e às opções de trabalho flexível para se manterem competitivas e manterem as equipes engajadas. Enquanto o bem-estar ganha protagonismo, espera-se que as organizações avancem além dos benefícios tradicionais e passem a utilizar novas ferramentas de wellness tech, como dispositivos vestíveis para monitoramento de estresse, lembretes de saúde mental impulsionados pela IA e desafios de bem-estar gamificados, tornando hábitos saudáveis mais atrativos. 5. Executivos e C-level fracionados Diante da incerteza econômica, mais empresas estão recorrendo a executivos fracionados, optando por lideranças de nível C em regime parcial ou por contrato, que oferecem expertise altamente especializada sem os custos de uma posição em tempo integral.  Com 87% dos CEOs e CFOs preocupados com os impactos da instabilidade macroeconômica contínua e 67% já reduzindo custos operacionais, as empresas buscam modelos de liderança mais inteligentes. Essa flexibilidade permite acesso a insights estratégicos de alto nível quando necessário e, ao mesmo tempo, possibilita que profissionais experientes atuem em múltiplas organizações. 6. Construindo cidades de 15 minutos O conceito de cidades de 15 minutos, onde trabalho, lazer e serviços estão acessíveis a pé ou de bicicleta, entra numa nova fase em 2026. Até recentemente, era o caso, principalmente, de adaptar bairros existentes. Agora, essas cidades passarão a ser construídas do zero, projetadas para promover conectividade, sustentabilidade e senso de comunidade. Um exemplo de destaque é o projeto The Ellinikon, em Atenas, um dos maiores projetos de regeneração urbana da Europa, desenvolvido no antigo aeroporto, com investimentos de mais de 8 bilhões de dólares. Nos Estados Unidos, o projeto The Point, no estado de Utah, transforma a área de uma antiga prisão estadual numa comunidade modelo baseada nos princípios das cidades de 15 minutos. O trabalho

Bazar da Gerando Falcões no Outlet Premium Imigrantes impulsiona vendas e fortalece projetos sociais

Durante o mês de dezembro, a ONG Gerando Falcões, em parceria com o Outlet Premium Imigrantes, inaugurou uma loja itinerante no empreendimento localizado em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A iniciativa, que segue em funcionamento até março, tem toda a arrecadação destinada ao fortalecimento dos projetos sociais desenvolvidos pela organização em favelas e periferias brasileiras. Em quase dois meses de atividade, o bazar social já comercializou mais de 3.600 itens, sendo responsável por 14,5% de todo o faturamento das 11 lojas físicas fixas e itinerantes da ONG. A loja oferece peças de vestuário em excelente estado, com descontos de até 60%, atraindo consumidores em busca de preços acessíveis e de uma experiência de compra com impacto social positivo. “A loja itinerante no Outlet Premium Imigrantes mostra como parcerias estratégicas com o varejo podem potencializar o impacto social. Cada item vendido representa mais recursos sendo reinvestidos diretamente em projetos que transformam realidades nas favelas e periferias do Brasil”, diz Mayara Lyra, diretora de Negócios Sociais da Gerando Falcões. Segundo Thiago Braga, diretor de marketing e comercial da General Shopping e Outlets do Brasil receber o projeto reforça o papel do varejo como catalisador de iniciativas com propósito. “É um prazer apoiar uma iniciativa que alia consumo consciente e impacto social. Os resultados reforçam a aderência do público e o sucesso da parceria com a Gerando Falcões”, afirma. Baseado no conceito de economia circular, o projeto dá novo ciclo de vida a produtos doados, ampliando o acesso a bens de consumo e contribuindo para a redução de desperdícios, ao mesmo tempo em que gera recursos para ações de transformação social. O bom desempenho do bazar também acompanha o crescimento do consumo em outlets no Brasil. De acordo com dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o segmento registrou alta de 4,6% no primeiro trimestre de 2025, em comparação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado pela busca por experiências de compra diferenciadas e preços mais competitivos. O projeto arquitetônico da loja itinerante é assinado pela Bueno Arquitetura Cenográfica, que desenvolveu uma instalação orgânica, convidativa e com forte apelo social. A execução contou ainda com a parceria do Grupo Pleno, responsável também pelo investimento na montagem do espaço.

Avanço da IA deve reduzir em 43% o tráfego de sites jornalísticos, aponta relatório

O crescimento do uso de ferramentas de inteligência artificial nas plataformas de busca deve provocar uma queda de até 43% no tráfego dos sites jornalísticos, segundo relatório divulgado pelo Instituto Reuters.  A análise, de alcance global, aponta uma mudança estrutural na forma como o público acessa informações e já se reflete em reduções de audiência em grandes veículos internacionais. De acordo com o estudo, o principal fator está na expansão das chamadas buscas “sem clique”, em que respostas geradas por IA passam a ser exibidas diretamente nas páginas de resultados, reduzindo a necessidade de acesso aos sites de origem. Respostas automáticas alteram a lógica de acesso à informação Com a exibição de resumos no topo das buscas, plataformas como o Google concentram a atenção do usuário e limitam o fluxo de visitas aos portais.  Para Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo, agência de SEO orientada à decisão comercial, o impacto vai além da redução numérica de acessos. “Há uma perda de volume, mas o leitor que continua clicando tende a ter uma intenção mais clara. É um público menos ocasional e mais qualificado”, afirma. Segundo ele, a mudança exige ajustes no planejamento editorial e digital. “O jornalismo passa a lidar com menos escala e mais profundidade. A lógica de desempenho precisa ser revista.” Mercado brasileiro enfrenta mudança em cenário já fragilizado No Brasil, a transformação ocorre em um ambiente marcado por fragilidade estrutural.  Levantamento do projeto Mais pelo Jornalismo divulgado pela Agência Brasil mostra que, desde 2014, 2.352 mídias jornalísticas encerraram suas atividades no país, número superior ao de novos veículos criados no período. O estudo também revela limitações na presença digital fora dos grandes centros. Em cidades com até 100 mil habitantes, mais da metade das rádios analisadas não possui portal de notícias, enquanto parte significativa dos veículos impressos operam sem site próprio. Para Cardoso, esse contexto amplia o risco. “Quando o tráfego se torna mais escasso e mais qualificado, a ausência de estrutura digital reduz ainda mais a capacidade de adaptação desses veículos.” Mudança no comportamento do leitor O relatório do Instituto Reuters também identifica um público mais seletivo no consumo de notícias. Parte dos usuários evita o noticiário excessivo, enquanto outros buscam fontes específicas, com maior grau de confiança editorial. “A audiência que permanece é menor, mas mais consciente do que procura”, afirma Cardoso. “Isso favorece veículos com identidade clara e consistência editorial.” Relação direta com o leitor ganha relevância Diante da instabilidade das buscas, editoras têm ampliado o investimento em canais próprios, como newsletters, podcasts e aplicativos, com o objetivo de reduzir a dependência de intermediários. “A inteligência artificial não elimina o jornalismo, mas redefine o acesso à informação”, diz Cardoso. “Os portais que compreenderem essa mudança podem operar com menos tráfego, mas com maior valor por leitor.” O relatório aponta que, nesse novo cenário, credibilidade, engajamento e relacionamento direto com o público tendem a se tornar ativos centrais para a sustentabilidade do jornalismo digital.

Categorias