Vulnerabilidades e riscos IoT podem expor pedágio free flow no Brasil
Por Eduardo Gomes, Gerente de Cibersegurança na TÜV Rheinland Em novembro passado, a rodovia Presidente Dutra (BR-116/SP) tornou-se o primeiro trecho brasileiro a operar com cobrança proporcional por quilômetro rodado, marcando a consolidação do modelo de pedágio eletrônico sem cancela – o chamado free flow. A primeira experiência nacional foi implantada ainda em 2023, na BR-101/RJ (Rio-Santos). Amparado por regulamentações recentes, o modelo avança como uma solução para aumentar a fluidez do trânsito e tornar a cobrança mais justa. No entanto, essa modernização traz consigo novos riscos: por trás da comodidade de não parar em praças de pedágio, está uma complexa infraestrutura digital crítica, que depende de câmeras, sensores e redes conectadas e que já foi alvo de ciberataques em outros países. Em 2017, na Austrália, 55 câmeras de trânsito foram infectadas pelo ransomware WannaCry, que criptografou os sistemas e desativou parte da operação. Dois anos depois, nos Estados Unidos, hackers invadiram uma empresa que operava tecnologia de pedágio e vazaram 105 mil imagens de placas e rostos de motoristas. No Brasil, criminosos vêm explorando dados reais de veículos e condutores obtidos de vazamentos externos para montar sites falsos que simulam a cobrança do pedágio free flow. Embora esses golpes não tenham comprometido diretamente os sistemas de pedágio, eles evidenciam como vulnerabilidades em ecossistemas adjacentes podem impactar operadoras e fornecedores e servir como vetor para fraudes associadas à nova operação. A principal diferença entre o free flow e o pedágio tradicional está no seu grau de dependência tecnológica. A identificação e a cobrança dos veículos ocorrem exclusivamente por meios digitais o que significa que cada componente da cadeia passa a ser uma potencial superfície de ataque. Equipamentos de campo, sistemas de processamento e redes de comunicação precisam operar em total sintonia e segurança para garantir a continuidade do serviço e a integridade das cobranças. IoT e OCR: os pontos mais expostos As câmeras OCR (Reconhecimento Óptico de Caracteres) que leem as placas são um dos alicerces do sistema e também um alvo em potencial. Estudos recentes revelaram vulnerabilidades graves em câmeras de leitura automática de placas: um boletim da agência de segurança cibernética dos EUA (CISA) detalhou sete falhas em modelos populares de câmeras ALPR, incluindo ausência de criptografia de dados e credenciais de acesso expostas. Em um caso, descobriu-se que todas as câmeras de certa fabricante vinham com uma rede Wi-Fi ativada por padrão e senha igual e fixa em todos os aparelhos, permitindo que qualquer pessoa com acesso a essa senha pudesse se conectar ao dispositivo. Outro ponto crítico são as redes de comunicação que interligam todos os componentes do free flow. A troca de informações entre pórticos de cobrança, centrais regionais e sistemas de retaguarda ocorre em tempo real, geralmente sobre infraestruturas de fibra óptica, enlaces de rádio de longa distância ou redes móveis seguras. A resiliência dessas redes é, portanto, tão importante quanto sua segurança: deve-se prever redundância de rotas, failover de conexões e sistemas locais de armazenamento temporário (buffer) para reter dados de passagens caso haja perda momentânea de link. Dados pessoais sob vigilância A segurança da informação no free flow não se limita à proteção operacional ou financeira: ela envolve também a privacidade dos motoristas. Cada passagem sob um pórtico gera registros com placa, data, hora, local e, frequentemente, imagens do veículo e do condutor. Com diversos pontos de leitura ao longo das rodovias, é possível mapear com precisão os deslocamentos de um veículo e, por consequência, traçar padrões de comportamento e rotina. Esses dados, por sua natureza, são enquadrados como pessoais pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o que impõe obrigações legais a concessionárias e órgãos públicos quanto ao seu tratamento. Como a coleta dessas informações ocorre de forma automática, sem ação direta do motorista, torna-se ainda mais importante adotar práticas como minimização de dados, criptografia, anonimização sempre que possível e políticas claras de retenção e descarte seguro das informações. Segurança por design: da arquitetura à operação Para enfrentar esses desafios, o ponto de partida deve ser a adoção de uma arquitetura de segurança por design. Ou seja: prever mecanismos de proteção desde a concepção do projeto, em vez de tentar adicioná-los depois de o sistema estar em operação. Isso inclui a adoção de boas práticas como modelagem de ameaças (threat modeling), selecionar plataformas com certificações reconhecidas, adotar criptografia de ponta a ponta para dados em trânsito e em repouso, e implementar controles de acesso fortes a todos os módulos tanto físicos quanto digitais. No plano da aplicação, o desenvolvimento seguro é indispensável. Interfaces web e mobile que permitem aos usuários consultar extratos e efetuar pagamentos precisam estar protegidas contra ataques comuns como SQL injection, cross-site scripting (XSS) e falsificação de requisições (CSRF). Já no campo, é necessário aplicar hardening aos dispositivos: desativar serviços desnecessários, atualizar firmwares, usar autenticação multifator para acessos de manutenção e, quando viável, substituir senhas por certificados digitais. Mesmo com esses cuidados, nenhuma defesa é absoluta. Por isso, o monitoramento contínuo de segurança, testes de penetração (pentests) e auditorias recorrentes devem ser práticas obrigatórias. Antes da inauguração de um novo sistema e de forma periódica, as concessionárias devem contratar especialistas para simular cenários de ataque tentando explorar falhas nas redes, comprometer sensores ou interceptar APIs de integração com sistemas externos. Além disso, é fundamental a prática de auditorias técnicas independentes para avaliar não apenas as defesas tecnológicas, mas também as políticas de segurança da informação, o treinamento das equipes, e testes reais dos procedimentos em caso de incidente, conhecidos como Plano de Contingência de Negócios ou (PCN), além da contínua verificação de conformidade com marcos legais e regulatórios. A adoção de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação certificado pela norma ISO 27001, por exemplo, vem se tornando um diferencial competitivo relevante para operadores de infraestrutura crítica. Proteger o sistema contra ataques e falhas não é excesso de zelo, mas condição básica para seu sucesso a longo prazo. Afinal, a confiança do usuário e a sustentabilidade do modelo dependem de garantirmos que, por trás
Manaus vira plataforma de inovação da Kallas Mídia OOH com reforço na digitalização do mobiliário urbano
O mercado de mídia out of home em Manaus entra em um novo ciclo de qualificação, impulsionado pelo crescimento urbano, fortalecimento do varejo e maior presença de campanhas publicitárias nacionais. Como principal hub logístico da Zona Franca, a cidade concentra eixos estratégicos de alto fluxo, como a Avenida das Torres, que conecta as zonas Norte e Leste ao centro e à área industrial, onde a combinação entre intensidade de tráfego e velocidade regulamentada potencializa formatos de maior impacto. Nesse contexto, a Kallas Mídia OOH amplia sua atuação com o BigMupi, ativo alinhado à sua estratégia de digitalização e cobertura multiplataforma. O BigMupi é um Mupi (Mobiliário Urbano Para Informação) de grandes dimensões, ou seja um painel de LED vertical de altíssima resolução, maior que o formato padrão. Ele corresponde a seis faces de mobiliário urbano e permite usar o mesmo arquivo criativo aplicado em mupis e relógios digitais, garantindo padronização e escala. Faz parte da estratégia de inovação que inclui placas de rua digitais reconhecidas internacionalmente e formatos ampliados como o Mega LED, combinando visibilidade, eficiência operacional e qualificação do espaço urbano. “A escolha de Manaus reforça o posicionamento estratégico da Kallas no Norte, onde a empresa está presente em todas as capitais e soma mais de 1,5 mil ativos entre formatos estáticos, digitais e interativos. A região cresce 17% ao ano e ganha relevância no plano nacional, acompanhando a evolução do mercado de um modelo concentrado em outdoors para uma estrutura mais digital e integrada às campanhas nacionais, afirma Herbert Viana, Chief Product Officer da Kallas Mídia OOH. Esse movimento também reflete a valorização cultural e econômica local, com eventos como o Festival de Parintins passando a integrar o planejamento de grandes marcas e ampliando a competitividade regional com campanhas mais conectadas aos hábitos e identidades locais. Instalado na Avenida das Torres, o equipamento atende avenidas arteriais de grande circulação e conecta bairros como Cidade Nova e Parque Dez ao centro e à zona industrial. A via concentra varejistas como Supermercado Nova Era, Havan e Home Center Tintão, além de polos industriais e novos empreendimentos. Com limite de 60 quilômetros por hora, oferece leitura adequada para formatos de grande dimensão. Cada unidade recebe investimento médio de R$ 350 mil. A operação em Manaus, uma das mais desafiadoras pela distância e logística, impulsionou novos fornecedores internacionais. Estudos conduzidos pelo escritório da Kallas na China viabilizaram importação direta via Zona Franca, elevando eficiência e padronização. O BigMupi é fruto dessas pesquisas e do desenvolvimento do Kallas Creative and Data Hub, que integra engenharia, tecnologia e inteligência de dados. O ativo pode incorporar câmeras e sensores para métricas de campanha. O Hub atua em inovação, projetos especiais, cocriação com marcas, inteligência artificial, dashboards e modelagem de dados, transformando informação em decisão estratégica para agências e anunciantes. O formato já opera no Corredor ABD, na Região Metropolitana de São Paulo, e chegará a Osasco, em pontos estratégicos como a divisa com São Paulo e a saída da Rodovia Castelo Branco, consolidando o BigMupi como elemento de presença urbana dentro do plano de expansão nacional da companhia. Presente na capital desde 2009, a empresa iniciou com painéis front light, expandiu para aeroportos e Porto de Manaus e, desde 2023, assume a gestão do mobiliário urbano. Com inventário digitalizado e inteligência aplicada, oferece previsibilidade, adaptação criativa ágil e mensuração consistente, permitindo campanhas nacionais eficientes e acesso de marcas regionais a padrões de grandes centros. A renovação do mobiliário urbano com equipamentos digitais e manutenção contínua reforça o OOH como infraestrutura das cidades, contribuindo para organização e qualificação do espaço público.
Dinamize anuncia Rafael Saudade como novo gerente de marketing
A Dinamize, empresa brasileira de CRM e automação de marketing com soluções integradas de inteligência artificial, anuncia a chegada de Rafael Saudade como novo gerente de marketing. Com trajetória construída na interseção entre performance, dados e gestão, o executivo assume a missão de fortalecer o posicionamento da marca e acelerar iniciativas focadas em crescimento — da aquisição de novos clientes à retenção de consumidores, com especial atenção à expansão da Dinamize para marcas de todos os segmentos. Com formação em Marketing e perfil multidisciplinar, Rafael atuou por seis anos como gerente de marketing da Agrada Digital, onde liderou a estruturação do setor de marketing, a consolidação de processos e a ampliação de equipes e serviços voltados a resultados. Ao longo do período, também se destacou por uma atuação fortemente orientada por dados, com expertise em plataformas de performance e mensuração como GA4, Google Ads, Meta Ads, TikTok Ads e Merchant Center, além de projetos de automação aplicados à rotina operacional. Antes da Agrada, Saudade atuou durante seis anos em agências e com lançamentos variados no mercado digital, atuando com players como Paulo Cuenca, Paulo Vieira(Método CIS), Rejane Toigo, Ports Trader e diversos outros nomes de peso do mercado de lançamentos e infoprodutos. “Chego na Dinamize muito empolgado com o desafio de crescer com consistência e com método — unindo dados, estratégia e execução de ponta a ponta. Minha carreira sempre foi guiada por performance e por construir estruturas que geram resultado de verdade. Agora, a oportunidade é escalar isso em uma empresa que tem tecnologia, time e visão para transformar a forma como marcas se relacionam com seus clientes”, afirma Rafael Saudade, novo gerente de marketing da Dinamize. Para Jonatas Abbott, CEO da Dinamize, a chegada reforça um movimento estratégico da companhia. “O Rafael traz uma vivência essencial para a Dinamize: a experiência de agência, atendendo múltiplos e-commerces e desafios diferentes ao mesmo tempo, com profundidade técnica e visão de negócio. E-commerce é um dos segmentos mais relevantes para nós — e ter um líder que entende o ritmo do varejo digital, a pressão por ROI e a importância de mensuração e automação eleva nosso patamar”, destaca. Foco em crescimento, retenção e uma Dinamize para todos os segmentos A contratação acontece em um momento em que a Dinamize intensifica sua estratégia de consolidação como uma empresa que atende marcas de todos os segmentos, oferecendo um ecossistema que combina CRM, automação multicanal e inteligência artificial para aumentar eficiência operacional e resultados ao longo de todo o ciclo do cliente — da geração de demanda e conversão à fidelização e aumento de recorrência. A companhia vem reforçando sua visão de que crescimento sustentável depende de relacionamento, dados e personalização em escala. Nesse contexto, soluções de CRM e automação se conectam a recursos de inteligência artificial para apoiar times de marketing e vendas na criação de jornadas mais inteligentes, segmentadas e orientadas à receita — com ganho de produtividade e experiências melhores para o consumidor. Um perfil orientado por dados e construção de operações escaláveis Com atuação reconhecida como especialista em dados, Rafael tem histórico de liderar projetos em diferentes modelos de negócio — de infoprodutos a e-commerce e negócios locais — com foco em estratégia, otimização de funis, mídia, SEO, analytics e estruturação de processos. Na Agrada Digital, esteve à frente da expansão do setor de marketing desde a fase inicial, liderando treinamento técnico, criação de novos serviços, organização de rotinas e relacionamento com contas relevantes do varejo. “Eu gosto de desafios e de me envolver em todas as etapas — da estratégia até a execução. Trabalho com dados o tempo todo, mas também sei quando ajustar a rota e alinhar expectativas com o time e com o negócio. Minha meta é construir, junto com a Dinamize, projetos que ganhem escala e reconhecimento nacional”, complementa Saudade.
Amplilume anuncia parceria estratégica com a Criadores Brasil para fortalecer presença no ambiente digital
A Amplilume, empresa com mais de 40 anos de atuação no mercado de mídia Out-Of-Home (OOH), painéis de grande formato e soluções gráficas, anuncia o início de uma parceria estratégica com a agência Criadores Brasil, especializada marketing digital e criação de conteúdo. Com sede em São Paulo, a Amplilume tem tradição consolidada no segmento de publicidade exterior e impressão de materiais para comunicação visual, atuando com painéis nas principais cidades e rodovias da Região Metropolitana de São Paulo e em serviços de impressão publicitária desde os anos 1980. A partir desta parceria, a Criadores Brasil será responsável por conduzir toda a estratégia de marca e presença digital da Amplilume, impulsionando sua comunicação nas plataformas online, fortalecendo o posicionamento da empresa junto ao público B2B e ampliando o alcance dos seus serviços por meio de conteúdos relevantes e campanhas digitais criativas. “A Amplilume tem uma história sólida construída ao longo de décadas no mercado tradicional de mídia exterior, e estamos animados em iniciar essa nova fase de desenvolvimento no ambiente digital. A parceria com a Criadores Brasil representa um marco importante na nossa estratégia de modernização e ampliação de presença online”, afirma Leandro Formigone – Sócio Diretor A Criadores Brasil, referência em assessoria digital para empresas que desejam acelerar sua performance digital, terá como foco integrar a tradição e expertise da Amplilume com as melhores práticas de comunicação e marketing digital. Essa atuação inclui gestão de redes sociais, campanhas de conteúdo, posicionamento de marca, relacionamento com audiência e ações de performance alinhadas aos objetivos de crescimento da Amplilume no cenário digital. Segundo Junior Scarpa CEO da Criadores Brasil, “esta parceria nasce da convergência entre tradição e inovação. A Amplilume tem um legado forte no mercado de publicidade exterior, e nós, com nossa experiência em brand digital, estamos preparados para transformar esse legado em uma narrativa digital envolvente e impactante”. A expectativa é que a colaboração gere resultados significativos em reconhecimento de marca, engajamento digital e captação de novos negócios para a Amplilume, reforçando sua presença no mercado de comunicação integrada. Sobre a AmplilumeA Amplilume é uma empresa brasileira atuante no segmento de mídia OOH (Out-Of-Home) e impressão gráfica, oferecendo soluções em painéis de mídia exterior de grande formato, outdoor, front-light e impressão de materiais publicitários. Com mais de quatro décadas de atuação, a Amplilume consolida sua presença em São Paulo e região, atendendo marcas que buscam visibilidade em pontos estratégicos. Sobre a Criadores BrasilA Criadores Brasil é uma agência de marketing digital e criação de conteúdo especializada em estratégias digitais que aumentam o engajamento, fortalecem a presença online e geram resultados tangíveis para empresas e profissionais. Com foco em inovação, a agência desenvolve ações alinhadas aos objetivos de negócio de seus clientes.
IA sem execução é só promessa – O uso da tecnologia no Trade Marketing
Por Núria Nava A inteligência artificial (IA) se consolidou como uma das principais agendas do varejo global. Em painéis, reportagens e roadshows, a tecnologia aparece como promessa de eficiência e personalização, além de mais previsibilidade. No entanto, enquanto a maioria das análises se concentra nos avanços em algoritmos e automação, pouco se discute sobre o elo mais crítico dessa equação, que é a execução no ponto de venda. Os números mostram que 59% das empresas de varejo no Brasil já utilizam IA em alguma etapa da operação, segundo dados da Zucchetti Brasil, em parceria com a Central do Varejo. Porém, a adoção de IA em setores como o trade marketing ainda esbarra em um paradoxo prático. Muitas empresas operam com uma abundância de dados, mas com pouca capacidade de converter essa inteligência em ações concretas na ponta. A falta de integração entre o que se planeja estrategicamente e o que se realiza operacionalmente cria um gap de valor. Tecnologia sem execução é só retórica e, no varejo, a retórica não fecha caixa. Estratégias de execução orientadas por inteligência artificial podem elevar em até 3 vezes a taxa de conversão em loja e aumentar em 45% a visibilidade dos produtos no varejo. Mas esses resultados só são possíveis quando tecnologia e time de campo caminham juntos. Nesse cenário, o fator humano assume uma nova centralidade. A IA não substitui o promotor de vendas, mas o fortalece. A tecnologia precisa ser traduzida em rotas otimizadas, ações bem direcionadas, antecipação de ruptura e gestão mais eficiente dos recursos de campo. E isso só acontece quando há uma governança clara, na qual cada projeto de IA precisa de responsáveis, metas, orçamento e acompanhamento de performance. Sem isso, o que deveria gerar retorno vira custo invisível e risco corporativo. Outro ponto negligenciado é a relevância estratégica do ponto de venda, que hoje é visto como um ponto de influência direta na reputação da marca e no resultado do negócio. É onde se comprova se a narrativa da empresa resiste ao olhar do consumidor e, portanto, não pode ser um território negligenciado por quem projeta inovação. O trade marketing exige agora uma mudança de mentalidade. É preciso sair do piloto automático das ações genéricas e entrar na era da execução inteligente, orientada por impacto real. A IA é o meio, não o fim. O fim continua sendo a experiência humana, a decisão no corredor, a escolha do shopper. O trade marketing exige agora uma mudança de mentalidade. É preciso sair do piloto automático das ações genéricas e entrar na era da execução inteligente, orientada por impacto real. A IA é o meio, não o fim. O fim continua sendo a experiência humana, a decisão no corredor, a escolha do shopper. O futuro do trade está em alinhar tecnologia e inteligência com clareza, critério e coragem de decidir. *Núria Nava é Diretora de Growth na EVER Trade Marketing, referência em execução e inteligência no ponto de venda.
A força das conexões no crescimento das vendas e dos negócios
Por Roberto Vilela, consultor empresarial, estrategista de negócios, escritor e palestrante Em um mundo corporativo cada vez mais acelerado, repleto de métricas, automações e plataformas digitais, é comum acreditarmos que os negócios se resumem a processos e números. Mas, na prática, eles continuam sendo feitos por pessoas. E pessoas se conectam antes de fechar contratos. Ao longo da minha trajetória como consultor e estrategista de negócios, tenho observado um padrão claro: profissionais e empresas que crescem de forma consistente cultivam relacionamentos com a mesma disciplina com que acompanham seus indicadores financeiros. Não se trata de simpatia superficial ou de trocar cartões em eventos, mas de construir vínculos baseados em confiança, credibilidade e reciprocidade. Negócios acontecem entre CPFs. Mesmo quando o contrato é assinado entre CNPJs, a decisão é humana. É alguém que confia, que acredita na capacidade de entrega, que se sente seguro para assumir riscos calculados. Essa segurança não nasce de uma proposta enviada por e-mail, mas do histórico de interações, da reputação construída e da conexão estabelecida ao longo do tempo. Conexões verdadeiras abrem portas porque ampliam horizontes. Uma indicação qualificada pode encurtar caminhos que levariam meses para serem percorridos sozinho. Um contato estratégico pode trazer informações valiosas sobre o mercado antes que elas se tornem públicas. Um parceiro confiável pode sustentar um projeto em momentos de instabilidade. Em tempos de crise, inclusive, é a rede de relacionamentos que muitas vezes mantém a empresa de pé. A tecnologia facilita o acesso, mas não substitui o relacionamento. A hiperconectividade digital pode criar a ilusão de proximidade, quando, na verdade, estamos apenas acumulando contatos frágeis. Conexões não se medem pela quantidade de seguidores ou pela frequência de interações rápidas, mas pela profundidade dos laços construídos. Investir em conexões exige estratégia, significa mapear pessoas-chave, compreender interesses em comum, oferecer valor antes de pedir algo em troca e manter presença constante. Exige também empatia, escuta ativa e coerência entre discurso e prática. Confiança é um ativo intangível, mas extremamente poderoso, e leva tempo para ser construída. No dia a dia dos negócios, as conexões fortalecem a reputação, ampliam oportunidades e criam parcerias sustentáveis. Elas geram aprendizado, troca de experiências e crescimento mútuo. Mais do que vender produtos ou serviços, trata-se de construir pontes. Empresas e profissionais que entendem isso deixam de enxergar o relacionamento como algo secundário e passam a tratá-lo como parte central da estratégia. Porque, no fim das contas, o que diferencia quem avança de quem estagna não é apenas o que se oferece ao mercado, mas com quem se caminha. Conexões não são um detalhe, são o alicerce. E quem aprende a cultivá-las de forma genuína descobre que vender é, antes de tudo, relacionar-se. Sobre o especialistaRoberto Vilela é mentor e estrategista de negócios, com atuação nas áreas comercial e de gestão. Atua em todo o Brasil com clientes de médio e grande porte realizando palestras, treinamentos e apoiando na elaboração de táticas empresariais. É autor dos livros Em Busca do Ritmo Perfeito, em que traça um paralelo entre as lições do universo das corridas para a rotina de trabalho, Caçador de Negócios, com dicas para performances de excelência profissional e Conexões que Vendem, onde aprofunda o debate sobre a importância de relacionamentos bem construídos no mundo dos negócios. Produz ainda séries de podcasts sobre estes assuntos, disponíveis nas plataformas Spotify e Itunes. No Instagram, o profissional também traz dicas, insights, bate-papo com gestores e outros conteúdos relacionados a gestão, liderança e performance. E-books, artigos, áudios e vídeos disponíveis em www.orobertovilela.com.br.
Do clique à entrega: como o consumidor ‘Next Now’ está encurtando o tempo do varejo
Por Paulo Moratore, Head de Vendas na Selbetti Retail Experience O varejo brasileiro entrou numa fase em que a experiência do cliente deixou de ser um tema de marketing e virou um problema de operação. O consumidor compra com o dedo no celular e cobra resposta com a mesma velocidade: pagamento sem atrito, informações corretas de estoque, separação que não erra e entrega que chega na data prometida. É esse cliente, chamado de “Next Now”, que está encurtando a distância entre intenção e execução e expondo, sem piedade, onde o varejo ainda trabalha com processos lentos, sistemas que não conversam e dados que não fecham. Híbrido, exigente e impaciente, o consumidor brasileiro tem transitado sem esforço entre canais físicos e digitais, espera personalização em tempo real e quer receber suas compras quase na mesma velocidade com que as faz. Sua jornada de compra mistura Instagram, aplicativos, lojas e WhatsApp em um só fluxo – e ele não aceita inconsistências nesse percurso. Se uma oferta vista no online não se concretiza na loja física, ou se o atendimento repete perguntas já respondidas, a paciência se esgota. Estamos diante de um cliente que não perdoa atrasos nem erros, forçando o varejo a sincronizar relógios com ele. Esse mesmo consumidor, porém, não é exigente apenas com velocidade e conveniência. Ele também compara preços em tempo real, muitas vezes dentro da própria loja física, com o celular na mão. Se percebe incoerência entre canais, atraso na atualização de valores ou falta de competitividade frente à concorrência, a decisão de compra é interrompida imediatamente. No varejo “Next Now”, preço incorreto deixou de ser um detalhe comercial para se tornar um ponto crítico de experiência — e um dos mais rápidos gatilhos de abandono. A demanda por instantaneidade não se resolve apenas com ferramentas; ela requer uma mudança de mentalidade nas empresas. Nos corredores do NRF 2026, principal evento global de varejo, um conceito ficou claro: inovação deixou de ser um discurso sobre o futuro e virou uma cobrança de execução no presente. O tal “Next Now” é exatamente isso – operar hoje com aquilo que até ontem era novidade. Para CIOs, isso significa que projetos de integração, analítica de dados em tempo real e automação não podem mais ficar no laboratório. É hora de testar a maturidade: quem trata inovação como experimento está, na prática, operando o passado. IA generativa, recomendações inteligentes, checkout automatizado, realidade aumentada na loja – todas essas tecnologias já estão disponíveis e o consumidor espera encontrá-las funcionando, não apenas ouvir promessas sobre elas. Um dos pilares dessa transformação é a gestão de dados. No novo varejo mediado por algoritmos e compras via assistentes virtuais, a pergunta crucial deixou de ser “como expor melhor meu produto?” para se tornar “meus sistemas conseguem ser entendidos por máquinas?”. Isso implica ter dados estruturados e atualizados em tempo real, do preço ao estoque, prontos para serem lidos e acionados por agentes de IA. Outra frente de atenção é o pagamento, tradicionalmente visto apenas como etapa final da compra, mas que hoje assume papel estratégico. Com jornadas mais fluidas e invisíveis, o meio de pagamento virou identificador de confiança na relação marca-cliente. Metade dos consumidores brasileiros já escolhe primeiro como vai pagar, antes mesmo de decidir onde comprar. Isso reforça que pagamento não pode ser um gargalo ou uma “última barreira” no funil; ele deve ser parte da experiência, transparente e integrado. Tecnologias como carteiras digitais, Pix, pagamentos one-click e biometria tornaram o checkout mais ágil e seguro. No omnichannel, unificar pagamentos permite que o cliente transite de um canal a outro mantendo vantagens (pontos, limites, condições) e histórico unificado – se ele compra online e quer trocar na loja física, por exemplo, todo o registro já está lá. Empresas visionárias tratam pagamento como infraestrutura central da jornada, e não mais como detalhe operacional. Afinal, quanto mais fácil for pagar, menos barreiras para a compra – e maior a conversão. Jornada híbrida e integração total de canais Para o consumidor Next Now, omnichannel autêntico deixou de ser luxo e virou pré-requisito básico. Ele já consolidou hábitos híbridos: de acordo com dados de mercado, ao menos 77% dos brasileiros alternaram entre canais online e offline em 2025, como pesquisar no Instagram, comprar pelo app, retirar na loja e reclamar via WhatsApp. E esperam que tudo funcione como uma coisa só, sem quebra de continuidade. Estudos mostram que 80% dos clientes querem uma experiência fluida entre canais, embora poucos percebam isso na prática hoje. Ou seja, ainda há um descompasso entre a expectativa omnichannel e a realidade entregue. Do ponto de vista de negócio, integrar canais não é apenas agradar o cliente – é reter valor. Uma análise da McKinsey revelou que empresas com omnichannel maduro alcançam até 89% de retenção de clientes, contra menos de 33% naquelas com estratégias fragmentadas. A fragmentação, especialmente nos meios de pagamento e no histórico de atendimento, tornou-se uma das principais causas de perda de fidelidade. Se o aplicativo, o e-commerce e a loja física “não conversam” entre si, o cliente percebe e tende a pular fora. Consistência total – de preços, promoções, cadastros e formas de pagamento – virou sinônimo de confiança. Cada vez mais é preciso derrubar as paredes entre o digital e o físico. Sistemas integrados de estoque em tempo real, CRM unificado e plataformas omnichannel não são mais projetos futuros, e sim demandas do presente. O consumidor Next Now quer escolher onde e como comprar sem sentir qualquer diferença – e cabe à tecnologia do varejo tornar invisível essa complexidade. Os benefícios vão além da satisfação: com canais orquestrados, a empresa ganha visão única do cliente e pode antecipar necessidades, personalizar ofertas e evitar rupturas de estoque em qualquer ponto de contato. A jornada híbrida também reposicionou o preço como um elemento dinâmico da experiência. Para o consumidor atual, não faz sentido encontrar valores diferentes entre o digital e a loja física, nem perceber que a concorrência ajustou preços mais rápido. A comparação acontece em segundos, e
O outro lado das grandes liquidações: volume alto, lucro baixo
Por Ycaro Martins, CEO e fundador da Maxymus Expand Grandes campanhas promocionais se consolidaram como um dos períodos mais relevantes do varejo, impulsionadas por descontos agressivos e alto investimento em mídia. A estratégia costuma elevar o volume de vendas e gerar movimentação de caixa no curto prazo. No entanto, para muitas empresas, esse crescimento não se traduz em aumento real de lucratividade. Datas como o Dia do Consumidor, considerada a Black Friday do primeiro semestre, reforçam esse cenário. Em busca de competitividade, companhias entram em uma guerra de preços, reduzem margens, subsidiam frete, oferecem parcelamentos longos sem juros e ampliam investimentos em mídia para ganhar visibilidade em meio ao excesso de ofertas. O resultado, muitas vezes, é previsível: faturamento elevado, lucro comprimido. O primeiro erro estratégico está na confusão entre faturamento e rentabilidade. Vender mais não significa necessariamente ganhar mais. Quando o desconto é mal estruturado, o custo de aquisição de cliente (CAC) dispara, a margem encolhe e a operação, pressionada pelo aumento repentino da demanda, começa a apresentar ineficiências. O crescimento aparente pode esconder um resultado financeiro frágil. Outro ponto crítico é o chamado efeito “promoção permanente”. Ao condicionar o consumidor a comprar apenas em datas promocionais, a empresa enfraquece seu poder de precificação ao longo do ano. O cliente deixa de valorizar diferenciais como qualidade, experiência ou posicionamento e passa a enxergar apenas o preço. Essa erosão silenciosa da marca compromete margens futuras. Há ainda o impacto operacional. Logística pressionada, aumento no volume de trocas, sobrecarga no atendimento e falhas na experiência do cliente geram custos ocultos que raramente entram na conta da campanha. O que parecia uma ação estratégica se transforma em um esforço operacional desgastante e, muitas vezes, pouco rentável. O problema não está nas datas promocionais, mas na forma como elas são utilizadas. Empresas de alta performance não operam no impulso. Trabalham com inteligência de margem, segmentação estratégica e planejamento financeiro rigoroso. Não aplicam descontos generalizados, mas criam ofertas direcionadas, utilizam a data para girar estoque parado, adquirir clientes com alto potencial de recompra e fortalecer posicionamento. A visão precisa ser sistêmica. Se o CAC ultrapassa a margem gerada, o crescimento é artificial. Se a campanha compromete o fluxo de caixa dos meses seguintes, existe um desequilíbrio estrutural. Crescer exige sustentabilidade. Do ponto de vista estratégico, liquidações devem ser encaradas como ferramenta tática, não como modelo de negócio. Empresas maduras utilizam essas datas para acelerar ciclos, ajustar estoques e ampliar base qualificada de clientes, não para sustentar resultados. A pergunta que todo empresário deve fazer ao final de uma grande campanha não é “quanto eu vendi?”, mas sim “qual foi o lucro líquido real após todos os custos diretos e indiretos?”. No mundo dos negócios, crescimento sem margem não é expansão, é risco disfarçado de sucesso. Ycaro Martins é especialista em expansão e negócios de alta performance, CEO e fundador da Maxymus Expand, empresa focada em estruturação estratégica, aceleração e crescimento de operações comerciais em diversos segmentos. Com mais de 20 anos de experiência em empreendedorismo, construiu uma trajetória sólida com inovação e excelência em gestão. Através da sua expertise leva ao mercado a metodologia e mentalidade de transformação e expansão. Fundador da Vaapty, uma das maiores empresas do segmento de intermediação automotiva do país com mais de R$ 2,6 bilhões em operações comerciais.
Como marcas ousadas estão construindo escala global sem perder identidade em 2026
Escrito por Rodrigo Brandão, Gerente de marketing da Espaço Smart Em 2026, construir uma marca global deixou de ser uma ambição de longo prazo para se tornar uma condição quase imediata de mercado. Empresas já nascem expostas a audiências internacionais, impulsionadas por plataformas digitais, inteligência artificial e cadeias produtivas distribuídas. Nesse cenário, o desafio não é mais crescer rápido, mas sustentar o crescimento com clareza estratégica, consistência de identidade e modelos de negócio capazes de escalar sem perder relevância. Por muito tempo, a globalização foi tratada como sinônimo de expansão geográfica. Primeiro consolidar o mercado doméstico, depois adaptar o produto, a comunicação e a operação para outros países. Hoje, esse caminho se inverteu. O risco não está mais em expandir cedo demais, mas em fazê-lo sem clareza de identidade. Marcas que escalam sem um núcleo estratégico bem definido acabam diluindo seu posicionamento, criando experiências inconsistentes para aquele local e operações difíceis de coordenar. A velocidade, por si só, não resolve problemas estruturais, apenas os amplia. É por isso que marcas globais não nascem da oportunidade, mas da estratégia. Antes de pensar em escala, elas definem com precisão quem são, qual problema resolvem e por que permanecem relevantes independentemente do mercado em que atuam. Global, nesse cenário, não significa padronização absoluta. Significa consistência no core e flexibilidade na execução. Linguagem, canais e abordagens culturais podem, e devem, variar de acordo com a especificidade, cultura a anseios daquele local . Propósito, proposta de valor e posicionamento precisam permanecer claros e inegociáveis. Escala, afinal, amplifica tudo o que a marca já é, inclusive suas fragilidades. Outro ponto central dessa equação é a forma como as empresas entendem o conceito de crescimento, escalar não significa apenas crescer em número de clientes, países ou faturamento. Escalar é repetir bem. Isso exige sistemas, processos e decisões baseadas em dados, além de uma integração cada vez maior entre branding, produto e operação. As marcas globais não se sustentam com campanhas isoladas, mas com estruturas capazes de entregar experiências consistentes em larga escala. A tecnologia, especialmente a inteligência artificial, deixa de ser um diferencial visível e passa a atuar como infraestrutura silenciosa, apoiando eficiência, personalização e tomada de decisão. Nesse mesmo movimento, a sustentabilidade deixa o campo do discurso e passa a ocupar uma fração clara da estratégia.Em mercados globais, ela já não é apenas uma questão reputacional, mas um fator direto de competitividade, redução de risco e acesso a capital. Investidores, consumidores e reguladores passaram a exigir modelos de negócio mais responsáveis, transparentes e resilientes. Marcas ousadas entendem que sustentabilidade não se resolve na comunicação, mas no desenho da operação, da cadeia produtiva e da governança. Em 2026, não se trata mais de usar a sustentabilidade como elemento de diferenciação, mas de reconhecer que a ausência dela compromete a viabilidade do negócio. No fim, construir marcas globais ousadas exige coragem para fazer escolhas difíceis. Não é sobre estar presente em todos os mercados, falar com todos os públicos ou aproveitar todas as oportunidades de curto prazo. É sobre definir prioridades, dizer mais “não” do que “sim” e sustentar um posicionamento claro mesmo sob pressão de crescimento. Marcas relevantes entendem que alcance sem coerência e relevância gera visibilidade, mas não constrói valor duradouro. Construir marcas globais em 2026 é menos sobre expansão acelerada e mais sobre profundidade estratégica e gerar relevância. Em um mundo cada vez mais conectado, o valor real das marcas não está no número de países em que operam, mas na capacidade de manter consistência, eficiência e impacto real, independentemente de onde estejam. *Rodrigo Brandão é Gerente de Marketing da Espaço Smart, primeira loja de casas do Brasil
Sem filtro: Passei Direto se une a Craque Neto e à agência Jotacom em sua nova campanha
O Passei Direto acaba de lançar sua nova campanha estrelada pelo ex-jogador e apresentador Craque Neto. Com o conceito “Posso ser direto?” e a assinatura “Acessou, estudou, passou”, a ação traz uma comunicação simples e sem enrolação para destacar os diferenciais da maior rede de estudos do Brasil. A campanha marca também a estreia da parceria da empresa com a agência Jotacom e já está no ar nos canais de mídia, nas redes sociais e no site do Passei Direto. A campanha, que traz uma brincadeira escondida no próprio nome da marca, vai colocar o público para responder a uma simples questão: “Posso ser direto?”. O objetivo é provar que a jornada de estudos não precisa ser complicada, reforçando a rede de estudos como a solução mais prática e definitiva para os desafios acadêmicos. Nova parceria estratégica A ação foi idealizada e promovida pela nova agência parceira do Passei Direto, a Jotacom. Referência nacional em conteúdo digital, a agência é reconhecida pelo mercado por ser a mente criativa por trás de grandes cases de sucesso e de forte apelo popular, como as campanhas do Duolingo e do Burger King. A parceria chega para impulsionar a marca e ampliar de forma expressiva o impacto das soluções da rede de estudos junto aos estudantes. A campanha contempla uma estratégia robusta e multiplataforma, com desdobramentos em vídeo e peças gráficas que reforçam o tom direto e bem-humorado do influenciador em todos os pontos de contato da marca. Ficha Técnica: CLIENTE / AGÊNCIA / PRODUÇÃO EXECUTIVACEO (Cliente): Márcio Oliveira; Jaderson de AlencarVP de Criação: Luiz Felipe Cortella BarrellaAtendimento: Flávia Criscione; Evellyn VieiroDireção de Criação: Raissa PalamarczukEquipe Criativa: Fabrício Almeida, Joanna Schmidt e Luiz LimaEquipe de Conteúdo: Bianca Tostes; Humberto GomesCoordenação RTV: Henrique XavierAprovação do Cliente: Carolina Gatti; Eduardo Fatorelli; Ana Beatriz Rezende EQUIPE TÉCNICA (SET)Direção: Tiglatshe ArllysonAssistência de Direção: Kauê AlvesProdução Executiva: Caio AlvesCoordenação de Produção: Gabriel AlvesProdução de Base: Gabriel AlvesAssistência de Produção: Leonardo HarukiAssistência Geral: Lacydes PradoMaking Of: Walisson SantosTeleprompter: Cainan MartinsSom Direto: José MárioCasting: JotacomCatering: Suellen Maristela ARTE E VISUALDireção de Arte: Julia DuarteContra-regra: Jonas AugustoMaquiagem e Cabelo: Natalia Chedid EQUIPE DE FOTOGRAFIADireção de Fotografia: Guilherme SpohrOperação de Câmera: Guilherme SpohrGaffer: Daniel AlvesAssistência de Gaffer: Edvaldo AparecidoFotografia Still: Caio Augusto Menezes MeirellesAssistência de Still: Enzo Ferraro PÓS-PRODUÇÃOMontagem e Color Grading: André Fernandes ELENCOCraque Neto
Rommanel celebra 40 anos com Fernanda Motta à frente da coleção “História”, apresentada nesta quarta-feira
Para celebrar seus 40 anos de trajetória, a Rommanel apresenta, nesta quarta feira (25), a coleção História, um lançamento que materializa o amadurecimento da marca e reafirma sua autoridade no mercado joalheiro brasileiro. O momento marca quatro décadas de consistência, excelência técnica e conexão profunda com a mulher, traduzidas em joias que atravessam gerações. Reconhecida pelo domínio em joias banhadas a Ouro 18 quilates e joias de Prata Maciça 925, a Rommanel construiu sua reputação ao unir durabilidade, design atemporal e luxo acessível. O novo catálogo surge como um marco institucional, transformando essa trajetória em narrativa, posicionamento e valor de marca. A coleção História reúne 159 novas joias, sendo 41 peças em Prata Maciça 925 e 118 joias banhadas a Ouro 18K, com valores que variam de R$ 63,00 a R$ 3.995,00. Dividida em seis linhas — Essência, Despertar, Liberdade, Raízes, Expressão e Plenitude — a coleção percorre simbolicamente as fases da vida da mulher, trazendo joias que unem significado, emoção, identidade e sofisticação acessível. Elemento icônico da marca, a borboleta aparece como fio condutor da coleção, representando transformação, evolução e permanência da essência — valores que acompanham a Rommanel desde sua origem e dialogam diretamente com o momento atual. Para a campanha da coleção História, a Rommanel escolheu a modelo Fernanda Motta, que representa a beleza atemporal, a maturidade e a credibilidade da mulher real que a marca acompanha há quatro décadas. Atelier Rommanel: inovação, sofisticação e trabalho manual Um dos grandes destaques do novo catálogo é o Atelier Rommanel, linha premium que amplia o portfólio da marca com joias maciças em Prata 925, desenvolvidas para ocasiões especiais. Inspiradas na alta joalheria, as peças apresentam construção elaborada, movimento, cravações manuais de zircônias e forte presença do trabalho artesanal, traduzindo o know-how técnico e criativo da Rommanel. Mais do que uma linha especial, o Atelier simboliza a evolução criativa da marca e sua capacidade de inovar sem perder identidade, consolidando-se como um novo pilar estratégico dentro do portfólio e reforçando sua atuação no segmento de luxo acessível premium. Segundo Fabiana Martins, diretora de marketing e produto da Rommanel, “O Atelier Rommanel nasceu para atender a um desejo antigo: ter dentro da Rommanel uma joia de Prata Maciça 925 para ocasiões especiais, inspirada na alta joalheria. É uma linha premium, criada para ampliar o portfólio da marca sem abrir mão do compromisso de sempre: oferecer joias de qualidade para a mulher real.” O lançamento de História marca um novo capítulo na trajetória da Rommanel, traduzindo décadas de experiência em joias contemporâneas, atemporais e carregadas de significado, que refletem a beleza real em todas as suas fases.
Do clique a conversão: o poder do tráfego pago bem planejado
Por: Alex Pinhol Vender na internet deixou de ser apenas uma questão de ter um bom produto ou um site chamativo. Em um mercado cada vez mais competitivo, o tráfego pago se tornou uma das principais estratégias para empresas que buscam escala, previsibilidade e aumento de faturamento. Quando bem planejado, ele conecta marcas às pessoas certas, no momento certo, com a mensagem adequada. No entanto, é preciso saber utilizá-lo com estratégia. Anunciar não é impulsionar por impulso. Plataformas como Google Ads, Meta Ads (Facebook e Instagram), TikTok Ads e LinkedIn Ads oferecem recursos avançados de segmentação que permitem alcançar públicos específicos com base em interesses, comportamentos, localização e intenção de compra. Quanto mais clara for a definição do público-alvo, maiores as chances de conversão e menor o desperdício de investimento. Outro ponto fundamental é a estrutura do funil de vendas. Muitas empresas cometem o erro de tentar vender diretamente para quem ainda não conhece a marca. O tráfego pago tende a gerar melhores resultados quando há uma estratégia que combina campanhas de topo de funil (atração), meio de funil (consideração) e fundo de funil (conversão). Conteúdos educativos, provas sociais e ofertas bem posicionadas ajudam a conduzir o consumidor até a decisão de compra de forma mais natural e eficiente. A qualidade da landing page também influencia diretamente os resultados. Não basta gerar cliques; é necessário oferecer uma experiência clara, rápida e persuasiva. Páginas lentas ou desalinhadas com o anúncio aumentam o custo por conversão. Uma boa página deve apresentar proposta de valor objetiva, benefícios claros, chamadas para ação visíveis e elementos que transmitam credibilidade, como avaliações e cases de sucesso. Além disso, analisar dados constantemente é indispensável. Métricas como custo por clique (CPC), taxa de conversão, retorno sobre investimento (ROI) e custo por aquisição (CPA) permitem ajustes rápidos e decisões mais estratégicas. Testar diferentes criativos, públicos e ofertas é o que diferencia campanhas comuns de estratégias realmente lucrativas. Por fim, é importante entender que o tráfego pago não deve ser visto como custo, mas como investimento. Com planejamento, acompanhamento e otimização contínua, é possível escalar vendas, fortalecer a marca e conquistar vantagem competitiva no ambiente digital. Em um mercado orientado por dados, investir em mídia paga deixou de ser opcional e passou a ser essencial para quem deseja crescer de forma consistente. Boas vendas! Alex Pinhol é CEO da agência de comunicação e marketing WBP
Criatividade e propósito se tornam os maiores diferenciais da nova economia na era da IA
Por Rico Araujo, CEO da PX/Brasil, Conselheiro de Inovação e Marketing Estratégico, Mentor e Investidor Anjo* A ascensão recente da inteligência artificial generativa tem provocado mudanças profundas no modo como pessoas e empresas estruturam trabalho, criatividade e tomada de decisão. Ferramentas como o ChatGPT, que se tornou a plataforma de crescimento mais rápido da história ao alcançar 100 milhões de usuários em apenas dois meses, ultrapassando inclusive o TikTok, aceleraram um processo de adoção que antes levaria anos. No Brasil, a expansão também é evidente. Segundo estudo do Sebrae, 44% dos empreendedores de micro e pequenas empresas afirmam já ter utilizado algum tipo de IA. Esse cenário revela um movimento distinto das ondas tecnológicas anteriores, tradicionalmente lideradas por grandes corporações. Paralelamente, cresce a preocupação com burnout e com a falta de tempo para atividades de imaginação e inovação, mostrando que o debate sobre IA vai muito além da automação de tarefas. O verdadeiro impacto da IA não está apenas em substituir tarefas mecânicas, mas em liberar espaço para que habilidades exclusivamente humanas, como empatia, propósito e curiosidade, ganhem centralidade. A nova economia exige produtividade com profundidade. A tecnologia, quando bem utilizada, devolve ao indivíduo o tempo necessário para exercitar pensamento crítico, criatividade e visão estratégica. Mais do que uma ferramenta de eficiência, ela se torna aliada no resgate do que nos torna únicos como espécie. Durante o InovaTalks, Walter Longo, uma das vozes mais experientes do país em inovação e estratégia, reforça essa perspectiva ao afirmar que “nenhum humano será melhor que uma máquina, mas nenhuma máquina será melhor que um humano com uma máquina”. Para ele, a IA não possui vontade nem intencionalidade: apenas executa. Assim, o diferencial continuará sendo justamente aquilo que a tecnologia não tem, emoção, repertório e propósito. Longo também destaca que a inovação é uma postura mental, em que o verdadeiro inovador é aquele que já foi ao futuro e olha de lá para o presente. Além disso, Longo propõe uma leitura original sobre o avanço da IA no mercado, a adoção precoce por pequenos empresários e por pessoas mais velhas, invertendo a lógica tradicional da inovação, ele acrescenta ainda que o maior risco não está na tecnologia, mas no excesso de estímulos que têm eliminado o ócio criativo, momento em que, o cérebro reorganiza ideias e produz insights essenciais para a inovação. Esses apontamentos ajudam a iluminar dilemas contemporâneos sobre atenção, criatividade e direção estratégica. A partir dessas reflexões, é possível observar que a IA inaugura uma nova fronteira competitiva. Em vez de privilegiar apenas habilidades analíticas e operacionais, o mercado passa a valorizar repertório, sensibilidade humana e capacidade de conectar pontos. Empresas que integram inteligência artificial ao lado da inteligência emocional tendem a criar produtos mais relevantes, experiências mais empáticas e estratégias mais adaptáveis em um ambiente de transformação acelerada. No campo da educação e da formação profissional, esse movimento já começa a se traduzir em novas práticas. A IA pode assumir funções de tutoria personalizada, permitindo que escolas e organizações dediquem mais tempo ao desenvolvimento de competências humanas, colaboração, ética, criatividade e pensamento crítico. Essa redistribuição de papéis não apenas eleva a eficiência da aprendizagem, como prepara profissionais para um mundo em que a tecnologia será abundante, mas a humanidade será o diferencial. Em ambientes corporativos, a tendência é que lideranças adotem uma visão mais ampla sobre transformação digital. Não basta adotar ferramentas de IA; é necessário integrar essas tecnologias a uma cultura que incentive reflexão, experimentação e diversidade de experiências. Boas decisões raramente vêm do excesso de velocidade, mas da combinação entre dados, intuição e compreensão profunda do contexto. Portanto, à medida que a inteligência artificial se torna parte do cotidiano, o verdadeiro desafio será preservar e valorizar o que nos torna humanos. A tecnologia tende a se tornar um recurso básico, amplamente disponível — mas habilidades como empatia, propósito, generosidade e entusiasmo ocuparão o centro das próximas décadas. É nesse equilíbrio entre máquina e humanidade que reside o real potencial da nova economia: criar empresas mais conscientes, mais criativas e mais conectadas com o seu tempo. *Especialista no desenvolvimento de projetos que integram marketing e inovação estratégica para transformar marcas em negócios altamente competitivos, Rico Araujo é CEO da PX/Brasil e Conselheiro de Inovação. Acesse o InovaTalks por meio do link: https://inovatalks.com.br
Em tempos de IA, a vantagem competitiva ainda é a boa ideia
Por Fabricio Macias é especialista em liderança criativa na UAL em Londres, VP de Marketing e co-fundador da Macfor, Agência de Marketing Full Service Criatividade não começa em ferramenta. Começa com decisão. Decisão de cortar excesso, de assumir risco, de escolher um caminho quando todos os outros parecem mais fáceis. Em um mercado obcecado por tecnologia, velocidade e atalhos, o verdadeiro diferencial continua sendo o mesmo de sempre: clareza de ideia. Criar hoje exige menos acúmulo e mais edição. Menos informação e mais sentido. O mundo já faz um excelente trabalho em nos bombardear com dados, referências, estímulos e opiniões. O papel do criativo não é somar ruído, é organizar o caos. A boa ideia nasce quando alguém tem coragem de dizer “isso não importa agora” para proteger o que realmente importa. Quando tudo é “para ontem”, nada é prioridade. Esse é um dos maiores erros contemporâneos da comunicação. Briefings que tentam dizer tudo, marcas que querem falar com todos, campanhas que prometem resolver todos os problemas ao mesmo tempo. O resultado costuma ser irrelevância. Criatividade é escolha. E escolher é, inevitavelmente, excluir. Direção criativa não é estética. É alinhamento. É garantir que arte, texto, design e estratégia caminhem juntos, sem competição interna, sem vaidade isolada, sem gritos desnecessários. Quando um desses elementos se impõe sobre os outros, a ideia perde força. Harmonia não é suavidade. É coerência. Uma ideia forte precisa caber em uma frase. Uma linha clara, simples, explicável. Se não cabe, não está pronta. Essa frase não é o slogan final, é o eixo. Tudo o que vem depois serve para expandir, aprofundar e materializar essa linha central. Quando a execução começa antes da frase, o trabalho já nasce torto. Comunicação não é feita para públicos demográficos. É feita para mindsets. Pessoas não se movem por idade, renda ou localização. Elas se movem por tensão, desejo, medo, aspiração e identidade. Entender isso muda completamente a forma de criar. A pergunta deixa de ser “para quem estamos falando?” e passa a ser “como essa pessoa enxerga o mundo?”. Detalhes importam porque comunicam antes das palavras. Um enquadramento desconfortável, uma quebra de ritmo, uma escolha visual aparentemente simples pode carregar mais significado do que um parágrafo inteiro. Nada deve estar ali por acaso. Se algo gera desconforto, é preciso saber por quê. Se algo gera prazer, também. Criatividade não vive em ambientes sem atrito. A chamada “tensão criativa” não é um problema a ser evitado, é um ativo a ser bem gerido. Concordar com tudo não é parceria, é omissão. Trabalhar com o cliente não é obedecer. É desafiar, questionar, propor caminhos melhores, inclusive dizendo não quando necessário. As relações mais produtivas são as que exigem mais. Também é preciso maturidade para entender que a carreira criativa não é uma linha ascendente. Platôs existem e são normais. Eles sinalizam que o repertório esgotou, que o ambiente ficou previsível, que é hora de buscar novas referências, novos riscos, novas estradas. O erro não é parar. O erro é fingir que não parou. A síndrome do impostor, por sua vez, não desaparece. Ela acompanha quem se importa. A diferença está em não deixá-la dirigir. Reconhecer a dúvida como parte do processo é mais saudável do que buscar uma confiança artificial. Boa direção criativa é responsabilidade. É ter a última palavra sobre o que vai para o mundo. É proteger a ideia quando ela ainda é frágil. É sustentar decisões impopulares quando elas fazem sentido. É lembrar, o tempo todo, que criatividade não é ornamento. É estratégia. É negócio. É impacto. E tudo isso começa no mesmo lugar simples e exigente de sempre: uma boa ideia. Não é a câmera. Não é o software. Não é a tendência da semana. É a ideia. Esse pensamento, que adaptei do ensinamento de Giulio Mazzarini para a realidade brasileira, ganha ainda mais peso em um mercado que confunde ferramenta com solução e velocidade com eficiência. No fim, tudo volta ao mesmo ponto. Criatividade não é sobre ter mais recursos, é sobre assumir mais responsabilidade intelectual. É escolher com intenção, sustentar com argumento e executar com coerência. Em um cenário que premia atalhos, o pensamento profundo vira vantagem competitiva. Para finalizar, deixo uma frase de Mazzarini que deveria estar colada na parede de qualquer agência, estúdio ou time criativo: “Você não precisa de uma câmera. Você precisa de uma ideia.”
Padronizar ou adaptar? O dilema dos sistemas corporativos na era digital
por Adriano Rosa, diretor de serviços da Blend IT A escolha entre sistemas corporativos padronizados ou adaptados permanece como uma das decisões mais relevantes para líderes de tecnologia. O avanço da transformação digital, aliado à automação, à integração de dados e ao uso crescente de inteligência artificial, ampliou o impacto dessas escolhas, que hoje influenciam diretamente a eficiência operacional, a governança e a capacidade de resposta das empresas às mudanças do mercado. A evolução dos sistemas intensificou a complexidade das operações e elevou a expectativa por plataformas capazes de integrar diversos fluxos de trabalho e fornecer informações confiáveis em tempo real. Esse cenário impulsiona a reavaliação de soluções de gestão em busca de flexibilidade e escala, embora a cobertura integral das particularidades de cada negócio, mesmo com os avanços tecnológicos, permaneça como um desafio recorrente. Sistemas corporativos padrão evoluíram para atender a uma ampla gama de procedimentos de mercado, mas dificilmente cobrem, de forma integral, todas as particularidades de cada organização. A necessidade de ajustes ou extensões normalmente surge quando existem diferenciais competitivos relevantes, exigências regulatórias específicas, conexões com ecossistemas legados ou digitais, ou ainda modelos operacionais que não se encaixam plenamente nos fluxos padrão do ERP. Estratégias de adaptação e a consolidação da nuvem O mercado global de software empresarial mantém uma trajetória consistente de crescimento, impulsionado pela busca por maior visibilidade das operações. De acordo com análises da Gartner, as soluções de gestão seguem entre os principais destinos de investimento em tecnologia, com destaque para arquiteturas de nuvem que oferecem atualização contínua, escalabilidade e sinergia com ferramentas analíticas e de automação. A adoção de modelos cloud reduz a dependência de infraestrutura local e acelera a adequação a novas demandas. Diante dessa evolução, o debate atual ultrapassa a dúvida sobre a execução de customizações para focar na viabilidade estratégica de onde e como adaptá-las. O princípio de preservação do código original, orientado pela estratégia de Clean Core, determina que alterações profundas no núcleo do ERP sejam evitadas, priorizando extensões side-by-side, uso de APIs e serviços na camada de plataforma. Ainda assim, há contextos em que ajustes controlados no software são legítimos e necessários, contanto que executados sob governança, rastreabilidade e o suporte de modelos de AMS voltados à sustentação tecnológica. Desenvolvimento sob medida e governança técnica A necessidade de atender demandas exclusivas, regras operacionais específicas ou requisitos regulatórios leva, em alguns casos, ao desenvolvimento de soluções sob medida. Tecnologias como microsserviços, APIs e abordagens nativas em nuvem ampliam essa possibilidade ao permitir estruturas mais modulares, criando espaço para inovação sem intervenções profundas no sistema principal. Esse tipo de iniciativa exige disciplina técnica, manutenção contínua e visão de longo prazo, pois a ausência de governança adequada pode resultar em aumento de custos operacionais e dificuldades na evolução do ecossistema. Para mitigar esses riscos, o uso de ferramentas desacopladas e extensões externas permite atender necessidades específicas sem comprometer a estabilidade do núcleo tecnológico, garantindo controle de impacto e alinhamento com ciclos de atualização. Arquiteturas híbridas e a resposta à complexidade operacional A variabilidade das atividades de negócio e o rigor dos processos críticos demandam uma estrutura bem definida e modular. Processos altamente padronizáveis colhem benefícios ao priorizar as funcionalidades nativas do ERP, o que reduz o custo de manutenção e aumenta a previsibilidade operacional. Por outro lado, fluxos que representam diferenciação estratégica, alto volume transacional, regras específicas ou forte conectividade com canais externos exigem arquiteturas mais flexíveis. Uma infraestrutura de nuvem moderna permite aliar a eficiência do ERP a modelos híbridos sustentados por extensões independentes e camadas de integração externas. Esse equilíbrio entre estabilidade, escalabilidade e potencial de inovação garante que as decisões de negócio sobre a conveniência de customizar sejam integralmente respeitadas. Os sistemas corporativos deixam de ser apenas ferramentas de suporte para se tornarem pilares essenciais da longevidade institucional na economia digital. Ao estabelecer o equilíbrio ideal entre padronização, personalização e conectividade, as empresas asseguram a criação de estruturas resilientes e preparadas para as transformações futuras, consolidando sua competitividade em um mercado em constante mudança.
A nova era das marcas próprias: de alternativa econômica a objeto de valor e desejo
Por Filippo Vidal, Sócio e Diretor da FutureBrand São Paulo* O mercado de marcas próprias vive uma transformação profunda e o varejo farmacêutico brasileiro é um dos protagonistas desse movimento. O que antes era percebido essencialmente como alternativa de baixo custo às marcas tradicionais torna-se hoje um território vibrante de inovação, diferenciação e valor agregado. Segundo a Abradilan, em 2024 o segmento movimentou R$ 4,6 bilhões até agosto, registrando crescimento de 14,9% em relação ao ano anterior, e já está presente em 85% das 77 categorias de Consumer Health do varejo farmacêutico. Ao observar dados da Euromonitor com foco nas categorias de beleza, higiene e cuidado pessoal, que puxam a expansão no Brasil, percebemos que o país cresce acima da média global, com altas que variam de 24% a 55%, dependendo da categoria. Esse crescimento abre espaço não apenas para a ampliação de sortimento, mas para a construção de plataformas de marca que entregam ofertas cada vez mais orientadas a acompanhar, de forma contínua, a vida dos consumidores. Os brasileiros aparentam estar prontos para essa evolução. Segundo a pesquisa NIQ — Finding Harmony on the Shelf (2025) 69% dizem que marcas próprias são boas alternativas às comerciais; 72% veem nelas ótimo custo-benefício; e 68% comprariam mais se a variedade disponível fosse maior. Elas surgiram como versões mais econômicas das marcas líderes. A comunicação, estética e experiência eram centradas em fatores funcionais, como preço e acesso e, consequentemente, as expressões tornaram-se bastante racionais e pouco inspiradoras. Atualmente, essa realidade mudou. Com maior acesso dos consumidores a experiências mais completas, as marcas próprias passaram a competir de igual para igual com as tradicionais. Deixaram de ser apenas mais baratas para se tornarem “tão boas quanto”, com níveis equivalentes e, em alguns casos, superiores de qualidade percebida. Um case interessante nesse sentido é o da rede de farmácias britânica Boots. Em 2007, sua linha de skincare Nº7 ganhou projeção mundial quando o sérum Protect & Perfect foi apontado em um documentário da BBC como o único produto com eficácia antienvelhecimento comprovada. O resultado? O que seria um estoque para um ano esgotou em duas semanas. Segundo o The Guardian, hoje a Nº7 é a marca nº 1 em produtos antienvelhecimento de massa. Agora, as marcas próprias vivem uma nova etapa: mais aspiracional, contemporânea e competitiva. Deixam de ser meras extensões da bandeira varejista e passam a se posicionar como marcas de lifestyle, com propósito, estética, narrativa e experiência próprias. Atributos como wellness, performance, sustentabilidade e autocuidado tornam-se centrais em experiências nas quais o racional divide espaço com o emocional. E a disputa ocorre, de fato, com os líderes das categorias. O sucesso das marcas exclusivas se apoia hoje em pilares bem definidos: coerência estética e clareza de papel. A identidade deve ser unificada e reconhecível, mesmo atuando em múltiplas categorias como: O ambiente atual para marcas próprias nunca foi tão positivo. Há demanda, crescimento e sofisticação, tanto nas expectativas do consumidor quanto nas possibilidades estratégicas para o varejo. Criá-las para que sejam fortes significa ir além do sortimento: é desenvolver ativos estratégicos de marca capazes de gerar margem, fidelidade, diferenciação e valor reputacional. Estamos vivendo uma nova era, e as redes que souberem abraçar esse momento com estratégia, consistência e visão de marca terão protagonismo em um dos movimentos mais relevantes do consumo contemporâneo. *Nascido e criado na Itália, Filippo construiu uma extensa carreira internacional, vivendo em países como África do Sul, China, Espanha e atualmente no Brasil. Chegou na FutureBrand São Paulo em 2018, trazendo um olhar estratégico para projetos locais e internacionais. Em 2022 foi convidado a se tornar sócio da FutureBrand, sendo responsável por aprimorar a conexão da consultoria com os outros escritórios do ecossistema global da FutureBrand e liderando o processo de internacionalização de diversas marcas nacionais e estrangeiras.
Rede autônoma da HPE viabiliza a transformação do Estádio Riyadh Air Metropolitano para aprimorar a experiência dos torcedores
O projeto inclui uma renovação abrangente da rede Wi-Fi e de comunicações do Riyadh Air Metropolitano, com mais de 1.500 pontos de acesso gerenciados por inteligência artificial. O Estádio Riyadh Air Metropolitano, casa do Atlético de Madrid, avança em sua transformação tecnológica com a implementação de uma nova infraestrutura de rede inteligente e autônoma (self-driving) baseada em soluções HPE Networking. O projeto, dividido em duas fases ao longo das temporadas 2025/26 e 2026/27, moderniza completamente o sistema de comunicações do estádio e marca o início de uma nova era na digitalização de infraestruturas esportivas na Europa. A nova rede substituirá a infraestrutura atual, que operou por oito temporadas, e contará com mais de 1.500 pontos de acesso sem fio Wi-Fi 7 de última geração, gerenciados pelo HPE Aruba Central. Esta plataforma utiliza inteligência artificial e machine learning para detectar anomalias e ajustar dinamicamente os parâmetros de radiofrequência (RF), incluindo canal e potência, por meio da tecnologia AI-native HPE Aruba Networking AirMatch de gerenciamento e automação de RF Wi-Fi, otimizando assim o desempenho com base na densidade de usuários. Isso otimiza o desempenho com base na densidade de usuários, essencial em eventos com dezenas de milhares de pessoas, onde o tráfego e a congestão atingem o pico. A infraestrutura também integrará serviços de localização e análise de presença impulsionados por IA, permitindo a visualização de mapas de calor e fluxos de mobilidade em diferentes setores do estádio. Esses dados ajudam a melhorar a segurança, otimizar a gestão de acessos e ajustar a equipe ou recursos logísticos de acordo com o comportamento real dos torcedores. O compromisso com a eficiência energética é outro pilar fundamental. Por meio do modo de economia de energia dinâmica via IA, os pontos de acesso podem entrar em modo de suspensão profunda (deep sleep) ou reduzir suas funções quando não há atividade, minimizando o consumo de eletricidade em um local de grande escala que só opera em capacidade total durante eventos. Isso é possível por meio do modo de economia de energia dinâmico orientado por IA, que permite ajustar o consumo de energia de acordo com a utilização da rede. Paralelamente, o clube está implantando uma rede dedicada para produção audiovisual sobre IP, completamente independente da rede de TI geral. Esta infraestrutura foi projetada com segmentação rigorosa e políticas de Qualidade de Serviço (QoS) para proteger o tráfego de alta taxa de bits, típico de transmissões de vídeo, e minimizar a latência de ponta a ponta. O projeto está sendo desenvolvido em conjunto com a Telefónica Servicios Audiovisuales, e a HPE, com testes de switching e validação de tráfego atualmente em andamento. A modernização tecnológica do Riyadh Air Metropolitano também será estendida a outras instalações do clube. Nos lotes DS-01 e DS-02 da Sport City, será implantada uma rede HPE para as novas instalações esportivas municipais, com início das obras previsto para o primeiro semestre de 2026. Da mesma forma, o Centro de Alto Rendimento (lote DS-03) contará com uma rede HPE abrangente, cobrindo campos de treinamento, áreas médicas, zonas de imprensa e espaços de produção audiovisual, com implementação planejada entre 2025 e 2027. “A inteligência artificial aplicada às redes deixou de ser uma promessa; é uma realidade que transforma a forma como infraestruturas complexas, como um estádio, são gerenciadas”, afirma Alfredo Yepez, vice-presidente sênior para a América Latina e o sul da Europa e diretor geral da HPE Espanha. “No Riyadh Air Metropolitano, a IA não apenas melhora a experiência do fã, mas também reduz o consumo de energia e transforma dados em decisões operacionais.” “Nosso acordo com a HPE nos permitirá elevar a qualidade da conectividade em nosso estádio”, detalha Óscar Mayo, diretor de Receita e Operações do Atlético de Madrid. “Esta tem sido uma de suas características marcantes desde a sua inauguração em 2017, e agora não apenas nos permitirá fornecer largura de banda aos nossos torcedores, mas também nos possibilitará oferecer serviços associados a essa infraestrutura, permitindo-nos operar uma rede inteligente.” A aliança entre a HPE e o Atlético de Madrid representa um passo estratégico em direção à criação de um ecossistema digital mais seguro, eficiente e sustentável. Com esta renovação, o Riyadh Air Metropolitano posiciona-se na vanguarda da inovação tecnológica aplicada ao esporte, preparando-se para novos desafios em conectividade, automação e experiência do usuário que moldarão o futuro dos grandes recintos esportivos.
Com 41 anos de história, HidroAll anuncia reposicionamento estratégico e reestruturação de portfólio para nova fase no mercado
A HidroAll, maior fábrica de produtos para tratamento de piscinas da América Latina, anuncia o reposicionamento estratégico da marca, projeto estruturado ao longo dos últimos 2 anos e parte do planejamento estratégico iniciado em 2024, que marca uma nova fase em sua história. Com 41 anos de atuação, a companhia apresenta uma identidade visual atualizada e promove a reestruturação de seu portfólio, refletindo a evolução do mercado e o novo papel da piscina nos lares brasileiros. O reposicionamento reflete uma mudança comportamental consolidada no pós-pandemia, onde 73% das pessoas passaram a enxergar suas casas de forma diferente. Nesse novo cenário, a área externa deixou de ser apenas um espaço na casa e se tornou um local de refúgio, bem-estar, saúde e convivência social. Para acompanhar esse movimento, a HidroAll realizou uma pesquisa robusta com piscineiros e proprietários de piscinas, cujos insights direcionaram um ciclo contínuo de investimentos em inovação, portfólio e comunicação. Essa evolução une o compromisso histórico da companhia com a excelência e a tradição à busca constante por praticidade no cuidado com a água. Segundo Aline Gross, diretora de marketing da HidroAll, o rebranding traduz uma leitura atenta das transformações do mercado e do comportamento do consumidor. “O que estamos fazendo agora é unir nossa tradição de mais de quatro décadas de consistência no mercado à garantia de satisfação, com performance reconhecida por quem usa e por quem vende. O grande diferencial desta nova fase é a praticidade, com soluções desenvolvidas para facilitar o tratamento e otimizar o tempo e a rotina de uso, entregando o valor e a alta performance que esse novo momento exige”, afirma. O início dessa nova fase inclui a modernização da identidade visual e o redesign das embalagens, desenvolvidos para elevar a experiência do consumidor. Os novos rótulos apresentam uma jornada de tratamento objetiva e didática, desenhada para guiar o consumidor ao resultado ideal. Paralelamente, o portfólio de cloros passou por uma evolução técnica, com o aumento do teor de cloro ativo para oferecer ainda mais eficiência e rendimento. Para tornar o portfólio mais intuitivo, a HidroAll reorganizou suas soluções consagradas em duas frentes principais para facilitar a escolha no ponto de venda. A linha HidroAll Max concentra os produtos de alta performance e máximo rendimento, enquanto a linha HidroAll Hidrosan reúne as soluções práticas para o uso cotidiano. Esta reestruturação simplifica a identificação dos produtos já existentes, incluindo a linha completa de líquidos, kits e auxiliares, tornando a jornada de compra mais clara tanto para o lojista quanto para o consumidor final. Além disso, a nova arquitetura de marca traz como pilar central uma jornada de tratamento focada na praticidade, estruturada nos passos Entender, Corrigir, Clorar e Manter. Essa evolução traduz o objetivo da HidroAll em simplificar o cuidado com a água, oferecendo soluções que otimizam o tempo e tornam a rotina de manutenção muito mais clara e sem complicações. Esse compromisso se reflete diretamente nas novas embalagens, que continuam funcionando como um guia prático e didático, orientando o consumidor em cada etapa do processo. Desenvolvidos sob o rigor das normas da ANVISA, os produtos garantem que essa facilidade no uso caminhe sempre junto com a saúde segurança e a alta performance, tornando o tratamento da piscina uma tarefa segura e eficiente. O rebranding também se estende ao ambiente digital, com o lançamento de um novo site mais interativo e funcional, desenvolvido como parte do plano de transformação da companhia. A plataforma foi redesenhada para oferecer conteúdos relevantes, ferramentas de apoio a piscineiros e lojistas, além de uma navegação simplificada, fortalecendo a conexão da marca com consumidores e parceiros. Todas essas iniciativas reforçam a estratégia de crescimento sustentável da HidroAll e seu compromisso em ampliar sua presença para além do produto, criando experiências que acompanham o cotidiano e aproximam ainda mais a marca de seu público.
Quando tudo é automatizado, pensar igual vira risco
Por Denise Joaquim Marques, consultora de negócios especializada em Vendas e Marketing, com foco em estratégias de alta performance, liderança comercial e diferenciação de mercado A automação nivelou o jogo. Ferramentas antes restritas a poucos agora estão disponíveis para praticamente todos, com os mesmos dados, os mesmos modelos e as mesmas boas práticas. O que parecia vantagem competitiva se transformou, silenciosamente, em uma armadilha confortável. Quando todos operam com os mesmos prompts, frameworks e referências, o algoritmo se repete. As análises se parecem, as decisões convergem e o pensamento estratégico se estreita. Competir passa a ser uma disputa quase mecânica de eficiência, de quem executa mais rápido, quem tem custos menores, quem suporta mais pressão. O problema é que eficiência sozinha não sustenta relevância. Ferramentas não criam estratégia. Elas organizam informações, cruzam dados e executam tarefas com precisão. O risco surge quando o raciocínio é terceirizado junto com o processo. Nesse ponto, não é apenas a forma de trabalhar que muda, mas o próprio critério de decisão. O conforto da resposta pronta substitui a reflexão, o erro deixa de ensinar e o contexto imediato perde espaço para médias estatísticas que parecem seguras, mas raramente são completas. Dados revelam padrões, mas não explicam nuances. Eles mostram o que aconteceu, mas não necessariamente as razões, nem o que deve ser feito no momento inesperado em que o cenário muda. Ainda assim, em ambientes excessivamente automatizados, decisões corretas no papel passam a ser tratadas como decisões corretas na prática. É aí que surgem estratégias tecnicamente impecáveis e, ao mesmo tempo, frágeis, incapazes de dialogar com a complexidade do mundo real. A diferenciação vive justamente onde o padrão não explica tudo. Ela nasce quando dados são ponto de partida e não veredicto, quando soluções prontas são questionadas antes de aplicadas e quando decisões consideram contexto, cultura, timing e comportamento humano, não apenas médias consolidadas. Pensar diferente não significa rejeitar tecnologia, mas reposicionar o papel dela como suporte à eficiência, e não substituto do pensamento. Automação deveria liberar tempo e energia para o que não é automatizável. Pensar, interpretar, testar, errar, ajustar e criar propostas de valor que façam sentido naquele momento específico. Quando isso não acontece, o mercado se enche de cópias bem executadas e pobres em significado. No longo prazo, a automação tende a reproduzir o que já existe. A diferenciação, ao contrário, constrói singularidade. E é essa singularidade, ajustada ao contexto e às mudanças, que sustenta preferência, margem e liderança ao longo do tempo. Quando tudo é automatizado, pensar igual não é eficiência. É risco. *Denise Joaquim Marques é consultora de negócios especializada em Vendas e Marketing, com foco em estratégias de alta performance, liderança comercial e diferenciação de mercado. – E-mail: denisemarques@nbpress.com.br.
EUA, TikTok e a nova batalha pelo controle da informação
Por Fernando Manfrin, advogado especializado em compliance e data privacy No fim de janeiro de 2026, usuários do TikTok nos Estados Unidos foram obrigados a aceitar uma nova política de privacidade para continuar utilizando o aplicativo. A atualização ocorre em um momento de maior escrutínio regulatório e de reorganização estrutural das operações da empresa no país, o que naturalmente intensificou a atenção em torno de quaisquer mudanças envolvendo dados pessoais. A disposição que mais chamou atenção diz respeito à possibilidade de coleta de dados precisos de geolocalização quando os usuários ativam essa permissão em seus dispositivos. Nos termos do California Privacy Rights Act, dados precisos de geolocalização são expressamente classificados como informações pessoais sensíveis, o que aciona obrigações mais rigorosas de transparência e direitos ampliados aos consumidores. Classificações semelhantes aparecem em legislações como o Virginia Consumer Data Protection Act. A inclusão explícita dessa possibilidade em uma política de privacidade, portanto, carrega peso jurídico que vai além da mera formalidade. Geolocalização não é apenas um dado técnico. Trata-se de um identificador comportamental capaz de revelar padrões de deslocamento, rotinas diárias e redes de relacionamento. Outra seção que gerou forte reação menciona cidadania ou status imigratório entre as categorias de informações que podem ser processadas caso sejam fornecidas voluntariamente pelos usuários. Em um ambiente socialmente sensível para comunidades imigrantes e em meio a debates nacionais sobre política migratória, qualquer referência a esse tipo de dado é inevitavelmente delicada. Do ponto de vista jurídico, contudo, a redação reflete, em grande medida, exigências estaduais de transparência que obrigam empresas a divulgar as categorias de informações sensíveis que podem tratar. A conversa mais ampla vai além do TikTok. Segundo dados do Pew Research Center publicados em 2024, 81% dos americanos afirmam estar preocupados com a forma como empresas utilizam seus dados pessoais, enquanto 71% demonstram preocupação com o uso dessas informações pelo governo. O ambiente é de desconfiança estrutural. Na ausência de uma lei federal abrangente de privacidade, a governança digital nos Estados Unidos depende de um mosaico de legislações estaduais, normas federais setoriais e ações de fiscalização conduzidas principalmente pela Federal Trade Commission, com base em sua competência para coibir práticas desleais ou enganosas. Apesar de propostas bipartidárias recorrentes para a criação de um marco federal unificado, o Congresso ainda não aprovou um padrão nacional consolidado, deixando as empresas diante de obrigações sobrepostas e, por vezes, inconsistentes. A política atualizada também evidencia a expansão dos ecossistemas de publicidade e o potencial uso de sinais comportamentais para segmentação. Cada ampliação no fluxo de dados aumenta a responsabilidade em relação à segurança, às práticas de retenção e ao compartilhamento com terceiros. Em cadeias digitais complexas, o risco raramente está em um único ponto de coleta, mas na circulação subsequente, onde governança contratual, supervisão de fornecedores e práticas de minimização de dados tornam-se determinantes. Esse debate não deve ser enquadrado como polarização ideológica. Trata-se de arquitetura de poder informacional. Quando plataformas agregam dados comportamentais em larga escala, a questão central ultrapassa o consentimento formal e passa a envolver proporcionalidade, limitação de finalidade e responsabilização, princípios que moldam de forma crescente a regulação global de privacidade. Em 2026, privacidade nos Estados Unidos não é apenas uma questão de compliance. É uma variável estratégica. Plataformas que desejam preservar a confiança pública precisam ir além de divulgações formais e investir em controles efetivos, transparência operacional e comunicação clara. O episódio do TikTok demonstra que, em um ambiente regulatório socialmente sensível, a percepção pública sobre práticas de dados pode ser tão relevante quanto a legalidade do tratamento em si. Na economia de dados, opacidade deixou de ser apenas um risco regulatório e tornou-se um passivo estratégico. * Fernando Manfrin é advogado e pós-graduado em Direito Contratual e Compliance, especializado em prevenção à lavagem de dinheiro, governança regulatória e proteção de dados. Com ampla experiência no setor jurídico e de compliance de empresas multinacionais, assessora investigações de ética e corrupção, estruturação de programas de integridade, adequação à proteção de dados e desenvolvimento de auditorias internas e matrizes de risco. É reconhecido por estratégias que integram direito, tecnologia e gestão para fortalecer a conformidade corporativa e mitigar riscos legais, reputacionais e financeiros.
Quando o palco se apaga, a reputação começa
Por Juliana Albanez Há mais de 10 anos subo ao palco para compartilhar conhecimento com a plateia, com aqueles que investiram seu tempo acreditando que o que eu tinha a dizer poderia, de alguma forma, agregar algo às suas vidas. E é justamente na troca que começa o processo. Criar conexão com o público, olhar nos olhos, sentir a reciprocidade é sempre algo mágico. Por isso, quando “personalizo” cada palestra, penso, antes de tudo, em ser relevante, interessante e, talvez, necessária. Não há speaker sem listeners. Esta é a minha premissa. No entanto, muitas vezes me deparo com o conceito de “pessoas perfeitas” e me vejo fazendo inúmeros questionamentos. Em um evento sobre networking, o palestrante principal chegou minutos antes de sua fala. Subiu ao palco, entregou slides impecáveis, com piadas cronometradas e insights prontos para se transformar em carrossel nas redes sociais. Ao final, aplausos. Logo após, se retirou, saiu antes do café, sem conversar com a plateia, sem trocar ideias com os outros especialistas, sem sequer olhar para os bastidores. Eu chamo esse fenômeno de “Palestrante Relâmpago”. Ele não chega, se materializa. Entrega sua mensagem, brilha e se desmaterializa. Embora sua fala tenha sido interessante, foi vendida a ideia de networking. Contudo, o que foi de fato praticado foi o not-working. Temos discutido muito sobre a importância da comunidade, de pensar coletivamente, construir em equipe e criar novos e ricos pensamentos. No entanto, o que percebemos em diversas situações é a existência de um bunker entre o palco e a saída de emergência. Não escrevo isso como crítica pessoal, mas como uma reflexão sobre o tipo de mercado que estamos construindo. Sim, as agendas são apertadas. Sim, há outro evento a 100 km dali. Ou ainda, há a intenção de criar um branding da escassez para trazer status. Diante disso, fico com a impressão, que considero obsoleta, de que comunicar é um ato pontual. E não é. Comunicação é um processo. Ela começa no aperto de mão com a organização, passa pelo respeito aos técnicos e segue na conversa com aqueles que saíram de casa para ouvir você. A comunicação é o todo, é viva, é próxima. E, muitas vezes, é no café que surgem as melhores conexões, as melhores histórias e os mais profundos aprendizados, tanto para o público quanto para quem está em cima do palco, que constrói visibilidade. Mas é nos bastidores que se constrói reputação. É no off. Ao longo desses anos, aprendi algo simples: bons oradores, antes de qualquer coisa, são bons ouvintes. O microfone pode até amplificar a voz, mas é a escuta que constrói uma carreira, degrau a degrau, a longo prazo. E você, o que mais valoriza em um palestrante: performance ou presença? Sobre Juliana Albanez – é jornalista, apresentadora de TV, especialista em comunicação, escritora, autora do livro: “Pitch – 3 minutos para comunicar e vender”, palestrante com mais de 12 anos de experiência no mercado de palestras e treinamentos no Brasil e mais 5 países. Já treinou mais de 13 mil pessoas e é mentora da Realize Speakers. Sobre a Realize Speakers – A Realize Speakers é uma mentoria especializada em capacitar profissionais e empreendedores a transformar suas histórias e conhecimentos em negócios lucrativos, por meio de palestras e treinamentos. Com uma abordagem prática e estratégica, a mentoria foca no desenvolvimento da comunicação persuasiva e na criação de uma identidade forte como Speaker, garantindo impacto no mercado nacional e internacional.
Inteligência Artificial: aliada estratégica para impulsionar e transformar negócios
Por Leonardo Chucrute é gestor em Educação e CEO do Zerohum A Inteligência Artificial (IA) deixou de ser apenas uma tendência para se consolidar como uma ferramenta indispensável em diversas áreas, especialmente no mundo dos negócios. Empreendedores que dominam o uso estratégico dessa tecnologia conseguem potencializar resultados, reduzir erros e tomar decisões com mais agilidade e segurança, fortalecendo a competitividade de suas empresas. Um dos principais benefícios da IA é a economia de tempo. Ferramentas como assistentes virtuais são capazes de gerar relatórios, analisar o comportamento do consumidor e sugerir melhorias em poucos segundos. Isso permite que o empresário concentre seus esforços no que realmente importa: estratégia, inovação e crescimento do negócio. A IA também se destaca como uma poderosa aliada no processo de aprendizado, ao possibilitar a personalização da formação e apoiar a tomada de decisões. É possível solicitar recomendações de cursos, vídeos, artigos e até mentorias específicas. Dessa forma, o empreendedor desenvolve competências práticas cada vez mais alinhadas aos seus objetivos, como gestão financeira, liderança e marketing digital. Além disso, a inteligência artificial pode ser utilizada para testar ideias de negócio, aprimorar apresentações e apoiar o desenvolvimento de novos produtos. Criar prompts para simular o lançamento de um serviço ou validar um pitch torna-se um diferencial competitivo, especialmente em mercados altamente dinâmicos. Outro uso relevante da IA está no treinamento de equipes. Existem aplicações capazes de simular atendimentos ao cliente, avaliar discursos e oferecer feedback sobre postura, clareza e comunicação. Treinar equipes com esse tipo de tecnologia pode elevar o padrão de excelência do negócio, gerar mais valor para a marca e contribuir para a fidelização de clientes. É fundamental lembrar que a IA é uma aliada, e não uma substituta da experiência humana. Ela amplia a criatividade, a visão estratégica e a eficiência, mas não substitui competências como empatia, senso crítico e liderança. Integrar tecnologia e inteligência emocional é o que diferencia o empreendedor comum daquele que se destaca em um mercado cada vez mais competitivo. Portanto, utilize a inteligência artificial como uma alavanca de crescimento, aprendizado e aprimoramento contínuo. Aprender, testar, adaptar e evoluir são atitudes essenciais. O futuro pertence a quem aprende com rapidez e se adapta com sabedoria, e a IA pode ser uma grande aliada nesse processo de expansão e transformação dos negócios. (*) Leonardo Chucrute CEO do Zerohum, mentor de empresários, palestrante e autor de livros didáticos.
Campanhas fracassam nos primeiros três segundos porque ignoram o cérebro
Por Evandro Lopes, neuroestrategista e CEO da SLcomm* O marketing contemporâneo não perde apenas para o concorrente. Perde para o dedo que desliza a tela. Antes de convencer, uma marca precisa ser escolhida pelo cérebro em poucos segundos. Se a comunicação não conquista permissão imediata para continuar, todo o argumento posterior se torna irrelevante. O campo de disputa mudou. Já não se vence pela comparação de atributos, mas pela capacidade de capturar atenção em ambientes de pressão constante. A ciência comportamental ajuda a explicar por que tantas campanhas fracassam antes mesmo de começar. Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, demonstrou que o cérebro opera grande parte do tempo por meio de um sistema rápido e automático, que decide antes de qualquer análise profunda. Na prática, a decisão inicial acontece em frações de segundo, e só depois surge a justificativa racional. Por isso, insistir em argumentos extensos logo na largada costuma falhar. Se a comunicação não ativa relevância imediata, o conteúdo dificilmente chega à etapa lógica. António Damásio reforça esse entendimento ao demonstrar que a emoção não é um ornamento da decisão, mas uma condição para que ela aconteça. O cérebro recorre a marcadores emocionais para priorizar estímulos e orientar escolhas. Em termos de marketing, isso significa que não basta estar correto ou bem fundamentado. É necessário provocar uma sensação que sinalize importância. Em um ambiente saturado de mensagens, o cérebro classifica rapidamente o que parece familiar, seguro ou útil. Quando não identifica valor nos primeiros segundos, simplesmente descarta. O julgamento vem antes da explicação, e é nesse intervalo que campanhas vencem ou desaparecem. O problema é que muitas empresas ainda comunicam como se o público estivesse disponível para ouvir. As estratégias costumam começar pelos atributos, responder ao concorrente ou tentar educar uma audiência já cansada. Quando o impacto não aparece, a reação geralmente é aumentar a verba ou trocar o criativo, enquanto a raiz do problema raramente é discutida. A entrada simplesmente não foi conquistada. Nas plataformas digitais, métricas como a retenção nos primeiros três segundos são tratadas como indicadores mínimos de qualidade inicial justamente porque refletem esse filtro cognitivo. Os primeiros segundos não servem para explicar. Servem para ativar relevância. A fragmentação da atenção tornou esse desafio ainda mais agudo. A literatura sobre atenção descreve limites objetivos de processamento, incluindo fenômenos como o Attentional Blink, que mostram como estímulos competem por recursos mentais escassos. Joseph LeDoux investigou os circuitos neurais responsáveis por avaliar relevância e ameaça de forma precoce, enquanto Stephen Porges, com a Polyvagal Theory, demonstrou como a sensação de segurança influencia a abertura para a interação. Em ambientes marcados por pressão constante e excesso de estímulos, o cérebro tende a priorizar autoproteção e economia de energia. Mensagens que não estabelecem conexão imediata são descartadas antes mesmo de serem compreendidas. Uma boa estratégia de marketing começa pelo entendimento do cérebro, não por uma lista de atributos. A comunicação eficaz nasce no frame, no enquadramento que orienta o cérebro sobre como interpretar a mensagem antes mesmo de qualquer dado técnico aparecer. Nos primeiros segundos, a peça precisa ativar uma emoção funcional e gerar relevância imediata, organizando a percepção para que a racionalidade tenha espaço depois. A liderança estratégica entende que o início não é o momento de convencer, mas de conquistar permissão para continuar. Se a entrada não cria identificação, curiosidade ou tensão positiva, o restante da mensagem perde força. Quem domina o ponto de entrada conduz a atenção e influencia o rumo da decisão. O mercado atual não recompensa quem sabe mais. Recompensa quem consegue ser considerado. Isso exige uma mudança de mentalidade que pode ser resumida em uma pergunta prática: qual é o frame da campanha em uma frase e qual emoção deve ser ativada nos primeiros segundos? Se a resposta não estiver clara, não há campanha, há apenas expectativa. E expectativa não escala. No fim, quem domina a atenção do cliente conquista o direito de continuar a conversa. *Evandro Lopes é CEO da SLcomm, o primeiro e único ecossistema de Neurocomunicação do Brasil – onde marcas, eventos e estratégias nascem com base em neurociência, não em achismos. Com MBA em Marketing pela ESPM e Fundação Dom Cabral, especialização pela São Paulo Business School, pós-graduação em Neuromarketing pelo IBN Brasil e mais de 20 mil horas de estudo em neurocomunicação cognitivo-comportamental, atua na interseção entre emoção, liderança, branding e performance. É palestrante provocacional, mentor de executivos, conselheiro consultivo e sócio fundador de empresas como a REVA – Automação as a Service.
ADVB abre inscrições para o TOP de Marketing 2026
A Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) anuncia a abertura das inscrições para o TOP de Marketing 2026, uma das mais tradicionais e respeitadas premiações do setor no país. Empresas de todos os portes já podem inscrever seus cases até o dia 10 de abril. Reconhecido por valorizar estratégias que combinam criatividade, consistência e, sobretudo, resultados comprovados, o prêmio destaca profissionais e organizações que se diferenciaram ao longo de 2025 e no primeiro trimestre de 2026 por meio de ações eficazes de marketing e vendas. Diferentemente de premiações que priorizam apenas a estética das campanhas, o TOP de Marketing ADVB adota uma metodologia técnica e criteriosa, que avalia o desempenho estratégico das iniciativas em sua totalidade. Entre os critérios considerados estão resultados tangíveis — como crescimento real de vendas, ampliação de market share e retorno sobre investimento —, além da consistência do planejamento, impacto na imagem institucional, experiência do cliente e força das ativações de marca. “O TOP de Marketing reconhece projetos que geram impacto real nos negócios. Nosso comitê avaliador analisa cada case com critérios técnicos e pesos específicos, assegurando que os vencedores representem, de fato, excelência estratégica e resultados consistentes”, afirma Lívio Giosa, presidente da ADVB. Após a análise técnica, o Comitê revisor valida a lista final das empresas selecionadas, garantindo o rigor que consolidou a premiação como referência no mercado. Serviço Inscrições para o TOP de Marketing ADVB 2026 Prazo: até 10 de abril de 2026 Envio dos cases: topdemarketing@advb.org Período de abrangência das ações: ano de 2025 e primeiro trimestre de 2026
Telesserviços, uma resposta concreta à inclusão produtiva no Brasil
Por Gustavo Faria * As transformações no mundo do trabalho têm ocupado espaço crescente no debate público, no Brasil e no mundo como um todo, impulsionadas pela digitalização dos serviços e pela necessidade de ampliar oportunidades formais de emprego. Nesse contexto, um setor com impacto social concreto e vasta presença em território nacional parece ainda receber menos atenção do que merece: o de telesserviços. Com cerca de 1,4 milhão de trabalhadores formais, o setor se posiciona como um dos maiores empregadores no país. Com presença bastante capilar, tem forte atuação em cidades médias e polos fora dos grandes centros urbanos, gerando renda estável e contribuindo para o desenvolvimento regional. Mais do que volume, os telesserviços se destacam pela composição social de sua força de trabalho. Dados da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT) mostram que mais de 70% dos profissionais são mulheres e mais de 60% é formada por pessoas negras. Cerca de 20% dos trabalhadores se identificam como parte da comunidade LGBTQIA+, e o setor emprega mais de 14 mil pessoas trans, muitas vezes oferecendo uma das poucas oportunidades de inserção formal disponíveis para esses grupos. No Nordeste, entre 2024 e 2025, cerca de 60% dos profissionais contratados estavam cadastrados no CadÚnico e/ou eram beneficiários do Bolsa Família, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento Social. Isso representa mais de 130 mil pessoas em situação de vulnerabilidade que encontram no nosso setor uma oportunidade de efetivo crescimento e amadurecimento profissionais. Ainda assim, a atividade permanece cercada por estigmas persistentes, como a rotulação apressada de “subemprego” ou sua associação reducionista ao telemarketing voltado exclusivamente à oferta de produtos e serviços. Essas leituras simplificam um setor mais amplo e diverso do que a imagem que costuma prevalecer no debate público. Ao oferecer emprego formal, com direitos assegurados, o setor contribui para reduzir desigualdades persistentes e ampliar decisivamente a inclusão produtiva de grupos historicamente excluídos ao mercado de trabalho. Há também um papel formativo relevante. Para muitos profissionais, trata-se do primeiro contato estruturado com o ambiente corporativo, no qual se desenvolvem competências como comunicação, resolução de problemas e uso de ferramentas digitais, base para trajetórias futuras em diferentes áreas da economia. Não por acaso que as ações e discussões previstas para ocorrerem a partir de 2026 assumem extrema relevância e poderão representar uma verdadeira inflexão sobre a competitividade futura do setor. A definição das agendas regulatória e tributária definirão os papéis a serem assumidos pelas empresas nos próximos anos, e vale o reforço de que setores intensivos em emprego formal merecem atenção cada vez mais especial. A estruturação de políticas públicas baseadas em dados, diálogo e previsibilidade regulatória podem ampliar impactos positivos já existentes (ou, contrariamente, gerar encargos extras e dificuldades adicionais a um setor que já sofre com baixas margens e conta com escassas ferramentas, notoriamente crédito e benesses fiscais). Os telesserviços devem estar nesse debate. Gustavo Faria é diretor executivo da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT)
Paradoxo de Hinton, IA e as habilidades humanas por excelência
Por Rogério Martins O ano era 2016 quando o vice-presidente do Google em Pesquisa de Machine Learning, Geoffrey Hinton, fez uma previsão sobre o futuro do trabalho na era da Inteligência Artificial. Hinton, que também é cientista da computação, disse que os radiologistas desapareceriam num prazo de cinco a dez anos. Afinal, se algoritmos de IA já superavam humanos na interpretação de imagens médicas, por que manter os humanos? A previsão era sedutora como todo hype ao redor de inovações tecnológicas: uma narrativa que combinava progresso linear com disrupção inevitável, feita por uma autoridade no assunto. Conhecido como o padrinho da IA, Hinton ganharia, em 2024, o Prêmio Nobel de Física por seu trabalho no desenvolvimento das redes neurais – que viriam a fundamentar a revolução do aprendizado profundo e da IA. Só faltava uma coisa: estar correta. Oito anos depois, os radiologistas não apenas ainda existem como houve um aumento significativo nesse número de profissionais. Em 2016, o Brasil contava com 7.086 radiologistas registrados. Já em 2025, o número de radiologistas no país chegou a 12.868, um aumento de cerca de 81,4%. E existe uma falta crônica nas regiões Norte e Nordeste. A ironia contida no erro de Hinton apareceu novamente agora em dados vindos de um lugar improvável: a indústria de design. Segundo o Relatório de Empregos em IA 2025 da Autodesk, que analisou quase três milhões de anúncios de emprego ao longo de dois anos, a habilidade mais demandada em posições relacionadas à Inteligência Artificial não é programação, não é expertise em aprendizado de máquina, não é computação em nuvem. É design. Design, a habilidade humana por excelência, aquela que envolve julgamento estético, compreensão de contexto, empatia com usuários, e a capacidade de imaginar o que ainda não existe. Entre as 10 habilidades mais procuradas em empregos de IA, encontram-se também comunicação, liderança, colaboração e “habilidades interpessoais”, esse eufemismo corporativo para a difícil arte de trabalhar bem com outros seres humanos. O que Hinton entendeu mal é a natureza do trabalho especializado. É que um radiologista não é um algoritmo que detecta anomalias em radiografias. Ele conversa com pacientes ansiosos, integra resultados de imagens com histórico clínico e sintomas, discute casos complexos com oncologistas e cirurgiões, decide quando uma sombra ambígua merece investigação ou observação. A interpretação de imagens é um componente do trabalho, não sua totalidade. O mesmo acontece com o design. A IA generativa pode criar logotipos, gerar layouts, sugerir paletas de cores. Mas não pode conversar com um fundador para entender a história de vida contida na criação daquela marca, não pode navegar as tensões entre diferentes stakeholders e muito menos decidir quando quebrar as regras se o contexto exigir ousadia. O erro é supor que trabalho especializado é a execução de tarefas técnicas. Tarefas técnicas são frequentemente a parte mais automatizável. O que resta é o que sempre foi exclusivo do humano: julgamento sob incerteza, navegação de complexidade social, imaginação aplicada a problemas mal definidos. E é isso que vai se tornar cada vez mais valioso. O investidor norte-americano Balaji Srinivasan capturou bem essa dinâmica numa observação: “a IA não tira seu emprego, ela permite que você faça qualquer trabalho. Porque ela permite que você seja um designer de UX aceitável, um animador de efeitos especiais decente, e assim por diante. Mas isso não significa, necessariamente, que você possa fazer esse trabalho bem, pois um especialista é frequentemente necessário para o refinamento.” A IA democratiza a competência básica, mas aumenta o valor da maestria do craft. O critério e o repertório desenvolvidos ao longo de anos de trabalho, a capacidade de curadoria e o gosto único vão se tornar cada vez mais importantes para diferenciar uma marca de todas as outras. Qualquer um pode agora gerar um logo, mas poucos podem criar uma identidade visual que ressoe profundamente com uma audiência específica e se destaque de todos os outros. A pergunta, então, não é “O que a IA pode fazer em vez de mim?”, mas “Como a IA pode amplificar o que faço de melhor?” Voltando aos radiologistas: a USP desenvolveu o RadVid-19, que utiliza soluções de inteligência artificial para auxiliar os profissionais no diagnóstico e combate à Covid-19. Eles não foram substituídos: foram equipados com uma ferramenta que os torna mais eficazes. A tecnologia não resolveu o problema de falta de radiologistas em locais brasileiros, ela tornou cada radiologista mais capaz. O relatório da Autodesk sugere que isso não é exceção, mas padrão. À medida que a IA se torna mais capaz, a demanda por habilidades humanas aumenta. O aparente paradoxo de Hinton vem da crença de que a automação substitui todo o trabalho humano, em vez de complementá-lo. Se a IA é boa em executar tarefas definidas e repetitivas, então os humanos se tornam mais valiosos naquilo que não pode ser reduzido a elas: criatividade, empatia, liderança e a capacidade de fazer perguntas que ninguém ainda fez. Hinton, contudo, estava certo sobre uma coisa: a IA é transformadora. Ele errou apenas sobre a natureza da transformação. Não é uma história de obsolescência humana, mas de capacidades humanas sendo reavaliadas. O que antes era considerado “soft skill” – design, comunicação, colaboração -, num mundo onde o custo da capacidade técnica cai a zero, converte-se em hard skill. Difíceis de desenvolver, difíceis de automatizar, e cada vez mais indispensáveis. Os vencedores neste cenário não serão aqueles com mais IA, mas aqueles que saibam integrar máquinas sob o comando de a humanos que julgam, imaginam e se importam. É uma lição que um radiologista poderia ter ensinado a Hinton, se ele tivesse perguntado antes de fazer sua previsão. Às vezes, a melhor forma de ver o futuro é conversar com as pessoas que estão fazendo este trabalho no presente. *Rogério Martins é diretor de Criação da Cadastra, empresa global especialista em serviços tecnológicos aplicados ao marketing para fazer as empresas crescerem.
Corte de 16 mil na Amazon e o futuro do trabalho que ninguém quer encarar*
por João Roncati O anúncio da Amazon de que cortará cerca de 16 mil empregos corporativos em 2026, mesmo com lucros robustos, não é um evento isolado — é um sinal claro do momento radical que vivemos. A empresa atribui parte dessa decisão à busca por eficiência e ao uso de inteligência artificial para transformar operações. Mas mais do que números, o que está em jogo é nossa compreensão do trabalho, do mercado e do nosso sistema econômico. Para além da tecnologia, esse movimento abre uma questão incômoda que tenho visto ser “delicadamente” evitada: estamos preparados para as consequências sociais e econômicas dessa transformação? Sequer discuto aqui se ela é desejável! A resposta, infelizmente, parece distante. Dados de organizações internacionais sugerem que o impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho será profundo. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), até 40% dos empregos globais podem ser afetados diretamente pela IA, com efeitos potencialmente maiores em economias avançadas. Essa não é apenas mais uma disrupção tecnológica como outras que vimos ao longo da história. Revoluções anteriores reorganizaram setores inteiros, mas raramente desestabilizaram tão amplamente a relação entre trabalho e economia como agora. A IA não está apenas substituindo tarefas repetitivas — ela tem potencial para desempenhar atividades cognitivas que antes exigiam profissionais qualificados. O otimismo de que em outras revoluções o mercado de trabalho e nosso sistema econômico construiu um novo “equilíbrio” é usar o passado para justificar nossa indolência em discutir o futuro. A consequência disso não é apenas uma estatística de desemprego. É uma redução da base de consumo: quando pessoas perdem renda ou veem suas posições fragilizadas, desaparece não apenas força de trabalho, ameaça um elemento crítico de uma economia: a confiança no sistema. Sem confiança, a insegurança nas relações formais cresce, a poupança de longo prazo cai e, o consumo também. Uma economia não cresce apenas pela eficiência produtiva; ela cresce no jogo da demanda e da oferta. Menos empregos bem remunerados significam menos gente comprando, investindo e sustentando negócios. Essa dinâmica é especialmente preocupante quando grandes corporações adotam automação como principal vetor de redução de custos, como demonstrado não só pela Amazon, mas por outras gigantes que têm intensificado demissões enquanto expandem investimentos em IA e infraestrutura de automação. A analogia com revoluções anteriores ajuda a ilustrar a magnitude do momento: assim como a mecanização intensiva transformou cenários agrícolas e industriais no século XX, a IA tem potencial para tornar obsoleto o modelo tradicional de emprego fixo e estável. E, ao contrário das transformações anteriores, a IA pode impactar não apenas funções repetitivas, mas também cognitivas, exigindo das pessoas requalificação constante e habilidades que a tecnologia ainda não possui, como criatividade e pensamento estratégico. Para as empresas, a pergunta não é mais se devemos adotar IA, mas como fazê-lo de maneira que preserve o tecido social e econômico que sustenta mercado, consumo e confiança. Eficiência sem estratégia pode gerar ganhos pontuais, mas não garante demanda futura. Reduzir a força de trabalho sem investir na requalificação, no redesenho de funções e no fortalecimento do mercado é, no limite, destruir a própria base de clientes. Novamente ecoarão otimistas dizendo: haverá mais tempo para o ser humano estar dedicado a um cotidiano mais prazeroso! Pode ser, desde que encaremos a séria discussão de renda mínima, hoje desgastada pela polarização ideológica do debate. Se há algo que o corte recente na Amazon nos diz, é que a transformação está em curso e não espera por ninguém. Líderes de empresas precisam encarar de frente essa encruzilhada: usar a IA como aliada para criar valor sustentável ou confiar nela como desculpa para cortar custos imediatos, sem pensar nas consequências a médio e longo prazo. A tecnologia, sem dúvida, traz oportunidades extraordinárias. Mas sua adoção sem reflexão estratégica cria mais do que disrupção: cria crise. E nem sempre estamos preparados para lidar com o preço social dessa conta. *por João Roncati, CEO da People+Strategy – consultoria brasileira reconhecida e respeitada por seu trabalho estratégico com a alta liderança de grandes companhias. Mais informações no site.
O papel do planejamento familiar na equidade de gênero corporativa
Por Renata Seldin Há décadas se fala sobre direitos iguais entre homens e mulheres no mercado de trabalho. Mas, embora os avanços sejam inegáveis, ainda há muito caminho pela frente em termos de acesso a cargos de liderança, remuneração, oportunidades de crescimento e reconhecimento profissional. Mesmo que se assuma, de forma falha, que homens e mulheres começam suas carreiras em pé de igualdade, a realidade mostra o contrário. A dupla jornada das mulheres, somada aos vieses da sociedade, cria trajetórias diferentes. A falta de representatividade em cargos executivos desestimula e até faz duvidar da capacidade feminina, enquanto aquelas que perseveram muitas vezes precisam se esforçar mais para se destacar. Além disso, comportamentos iguais podem ser avaliados de forma diferente: a assertividade masculina é vista como confiança e liderança, enquanto a feminina é arrogância ou grosseria; ambição em homens é visão estratégica, em mulheres pode parecer excesso ou insatisfação. Mulheres focadas na carreira enfrentam outro dilema: abrir mão ou adiar os planos de maternidade. Já se percebe uma mudança na sociedade, que coloca com menos pressão sobre a maternidade, impulsionada principalmente por uma maior autonomia financeira, objetivos de vida ampliados e possibilidades de crescimento profissional. Mesmo chegando ao topo, muitas sentem o peso de largadas atrasadas. Entre as 100 mulheres mais poderosas da Forbes, 80% tinham mais de 50 anos. Esse dado inspira, mas também revela que a carreira feminina ainda é marcada por pausas, desvios e adiamentos. Decidir sobre ter filhos vai muito além de genética ou idade, envolvendo prioridades, carreira, relacionamentos e desejos pessoais. Muitas mulheres lidam com informações confusas, medo e incerteza sobre congelamento de óvulos, além do custo elevado desse tratamento. Informar-se sobre congelamento de óvulos e optar por ele não significa necessariamente que a mulher terá o desejo ou será mãe no futuro, mas preserva seu direito de escolha por mais tempo. É claro que o ideal seria que as empresas oferecessem apoio, informações sobre planejamento familiar, licenças parentais ampliadas e programas de reintegração, garantindo flexibilidade, cultura inclusiva, desenvolvimento contínuo e benefícios de apoio à parentalidade. Mas, na maioria das vezes, não é o que acontece. Enquanto muitas dessas políticas ainda não saem do papel, é fundamental que as mulheres se informem e planejem suas carreiras considerando o planejamento familiar como parte de suas escolhas de vida. Isso porque a igualdade não é apenas chegar lá, é decidir quando e como chegar, sem abrir mão de quem se é ou do que se deseja. * Renata Seldin é doutora em Gestão da Inovação, com mais de 24 anos de experiência como executiva em consultoria de gestão. Autora de “As perdas no caminho: em busca de uma família”, ministra palestra sobre temas relacionados à igualdade de gênero no ambiente de trabalho e ao planejamento familiar.
Polarização global do ESG redefine critérios de reputação e competitividade das empresas
A competitividade empresarial entrou em uma nova fase. Em meio ao endurecimento regulatório da União Europeia e ao crescimento do movimento anti-ESG nos Estados Unidos, empresas que atuam globalmente enfrentam um ambiente de incerteza estratégica: ao mesmo tempo em que precisam atender a padrões mais rigorosos de transparência e sustentabilidade em determinados mercados, lidam com pressões políticas contrárias à agenda ESG em outros. Essa polarização internacional não é apenas ideológica. Ela afeta decisões concretas de investimento, crédito, cadeias de suprimento e posicionamento institucional. Critérios ambientais, sociais e de governança deixaram de ser diferenciais reputacionais e passaram a integrar o núcleo das decisões estratégicas das organizações. É o que sustenta o pesquisador e executivo André Senador no livro “ESG e Comunicação para o Desenvolvimento Sustentável – A transformação das marcas de automóveis”. A obra analisa como as transformações sociais, a ampliação do poder de pressão da sociedade — especialmente por meio das redes digitais — e o avanço de regulações internacionais alteraram profundamente os critérios de avaliação das empresas. Segundo o autor, durante décadas o desempenho corporativo foi medido prioritariamente por indicadores tangíveis, como vendas, escala produtiva e resultados financeiros. Hoje, porém, atributos intangíveis como governança, transparência, sustentabilidade e responsabilidade social passaram a influenciar diretamente a reputação e a própria capacidade de permanência no mercado. “A reputação corporativa se torna reflexo da capacidade de uma organização de integrar as novas demandas sociais às suas estratégias, sob pena de ver reduzido seu potencial de atuação no mercado”, afirma Senador. Nesse novo contexto, o ESG deixa de ser uma camada institucional acessória e passa a funcionar como infraestrutura estratégica da organização. Sustentabilidade, governança e impacto social tornam-se critérios de avaliação de solidez e visão de longo prazo, influenciando decisões de investidores, parceiros comerciais e consumidores. A obra também destaca que a crescente pressão regulatória europeia, que exige padrões mais estruturados de reporte e materialidade, contrasta com o movimento anti-ESG observado em parte do ambiente político norte-americano. Essa tensão cria um cenário de instabilidade para empresas brasileiras e latino-americanas que operam em cadeias globais. Para Senador, a resposta a esse ambiente não está apenas na adoção de políticas sustentáveis, mas na capacidade de integrá-las de forma estratégica e coerente. A comunicação, nesse processo, assume papel estruturante: mais do que divulgar iniciativas, passa a ser responsável por garantir consistência entre discurso e prática, transformando compromissos reais em legitimidade institucional. Sem esse alinhamento, a reputação deixa de ser ativo e pode se converter em vulnerabilidade competitiva. Sobre o livro – ESG e Comunicação para o Desenvolvimento Sustentável – A transformação das marcas de automóveis analisa como a integração dos critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) passou a redefinir estratégias corporativas e processos de construção de reputação. A obra apresenta uma pesquisa baseada na análise de relatórios de sustentabilidade de grandes empresas do setor automotivo no Brasil, identificando diferentes níveis de maturidade na adoção e comunicação do ESG. Ao longo de 158 páginas, o livro discute a evolução do conceito de sustentabilidade até o atual modelo ESG, o papel da comunicação na legitimação das estratégias corporativas e os impactos da polarização regulatória internacional — especialmente entre Europa e Estados Unidos — sobre empresas que atuam em cadeias globais. Editora: ApprisAno: 2025ISBN: 978-65-250-8786-3 Sobre o autor – André Senador é PhD em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo, com estágio avançado de doutoramento na Universidade do Minho (Portugal). Executivo C-Level com mais de 30 anos de experiência em comunicação corporativa, atuou em empresas como Volkswagen, Mercedes-Benz e BASF. É fundador da Perennial Consultoria e membro do Conselho Consultivo da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).Sua pesquisa concentra-se na relação entre reputação corporativa, sustentabilidade e comunicação estratégica no contexto das transformações sociais contemporâneas.
Marketplaces concentram quase 90% da receita do e-commerce global
Com marketplaces concentrando cerca de 87% da receita global do e-commerce em 2026, de acordo com o relatório Global Ecommerce Trends da ECDB, vender nessas plataformas se consolidou como um dos principais motores de crescimento do comércio digital. No Brasil, estimativas de mercado apontam que aproximadamente 80% das vendas online já passam por marketplaces, evidenciando o peso dessas plataformas na jornada de compra do consumidor. Esse avanço, no entanto, traz desafios operacionais para micro e pequenos varejistas. Para aderirem aos marketplaces, eles precisam lidar com múltiplos canais, controle de estoque em tempo real e gestão de pedidos sem, necessariamente, ampliar estrutura ou custos fixos. A falta de integração entre sistemas segue como um dos principais gargalos para quem tenta escalar vendas no ambiente digital. É nesse contexto que a vhsys, empresa especializada em soluções de gestão empresarial online, passa a disponibilizar a integração com o Mercado Livre — marketplace líder no Brasil — em seu app Marketplaces, com lançamento previsto para 10 de fevereiro. A funcionalidade permite que lojistas conectem esse canal ao seu sistema de gestão e centralizem cadastros, estoque e pedidos em um único ambiente, reduzindo retrabalho e falhas operacionais comuns na gestão multicanal. “Quando a maior parte das vendas online acontece dentro de marketplaces, o diferencial para o pequeno varejo está na capacidade de participar desse movimento ao mesmo tempo que controla a operação com eficiência”, afirma Reginaldo Stocco, CEO da vhsys. “A integração com o Mercado Livre atende a uma demanda clara dos empreendedores: vender em grandes plataformas sem perder visibilidade, organização e previsibilidade do negócio.” Lançado em 2025, o app Marketplaces da vhsys reúne mais de 70 canais de venda e opera com um modelo baseado no volume de pedidos, e não na quantidade de produtos ou marketplaces conectados. Isso permite que o lojista pague de acordo com o que vende e tenha liberdade para expandir canais conforme a estratégia do negócio. Voltada a micro e pequenos empreendedores que já possuem loja física e buscam ampliar a presença digital sem investimentos elevados ou contratações complexas, a integração acompanha um movimento já consolidado no varejo: crescer em marketplaces exige, cada vez mais, gestão integrada e controle operacional.
Quando os vícios de linguagem escondem o verdadeiro problema
Por Giovana Pedroso, TEDx Speaker, jornalista e especialista em comunicação Quando perguntei à Ana qual era o maior desafio de comunicação e oratória que ela enfrentava, ouvi a voz de uma mulher tensa: “Tenho muito vício de linguagem. Às vezes eu falo e depois fico pensando se poderia ter usado uma palavra melhor.“ A Ana não está sozinha. Ao conduzir processos com ela e com dezenas de outros profissionais nos últimos anos, fica cada vez mais claro: o pedido técnico quase sempre esconde um problema emocional. Quando alguém busca ajuda para “melhorar os vícios de linguagem”, raramente está, de fato, preocupado em eliminar “nés”, “e aí” ou outras repetições. Então por que os vícios aparecem tanto como tema central? Primeiro, porque é mais confortável nomear um problema técnico, “controlável”, do que encarar o problema principal, que costuma ser mais profundo e emocional. Segundo, porque vícios de linguagem existem, a repetição incomoda, e falar sobre isso é uma estratégia de engajamento fácil para vídeos curtos no Instagram e no TikTok. Você consome, encontra um nome para o seu “problema de comunicação” e passa a acreditar nessa explicação como se fosse a causa. Ainda bem que o papel de um professor, de uma liderança ou, no meu caso, de uma mentora, não é só entregar respostas prontas. É também fazer pensar e ajudar a traduzir sentimentos em palavras. O que você está realmente dizendo? Na maioria das vezes, vícios de linguagem são consequência de tensão, autocensura, tentativa de acertar e medo de “falar errado”. Se você tratar apenas os vícios, o travamento por medo de exposição e julgamento continua. A anatomia do bloqueio costuma funcionar assim: você sabe que precisa se expor (em vídeo, reunião, apresentação); o medo do julgamento aumenta; a autocensura entra em cena; a tensão aparece na fala; os vícios surgem; você se cobra ainda mais; e o ciclo recomeça. O público não contou seus “nés”. Mas sentiu a insegurança. De acordo com o artigo “How to Overcome Your Fear of Speaking Up in Meetings”, publicado na Harvard Business Review, é preciso entender o receio do julgamento como um sinal emocional, e não como um erro de linguagem. O que fazer? Em vez de contar vícios, observe em quais contextos eles aparecem. Quais situações aumentam sua tensão? Seus vícios estão pedindo confirmação? Estão “comprando tempo” para evitar o erro? Você está tentando gerar valor ou provar valor em público? Outra medida urgente é trabalhar a estrutura mental que aumenta a clareza antes de falar. Quanto mais clareza, menos ansiedade. E menos ansiedade reduz a necessidade de se “ancorar” em vícios. Os autores do artigo da Harvard Business Review sugerem reformular o pensamento de: “Minha ideia não está pronta ou eu posso errar” para: “Minha ideia pode ser um ponto de partida útil para o grupo.“ Essa mudança de foco transforma a fala: ela deixa de ser prova de competência e vira contribuição. E quando a fala vira contribuição, o medo de julgamento perde força. A pergunta correta não é: “Quantos ‘nés’ eu disse?” A pergunta correta é: “Eu consegui transmitir a mensagem? As pessoas me entenderam? Eu estava presente ou estava me observando o tempo todo?” No fim das contas, se você quer melhorar sua comunicação, precisa começar pelo lugar certo. Não é a boca que precisa de treino: é a coragem de se expor sem pedir desculpas o tempo todo, e sem precisar provar valor a cada frase. Sobre a Giovana Pedroso Comunicadora há 16 anos, educadora e palestrante. Atuou na afiliada da Globo em Santa Catarina, é 2x TEDx Speaker e especialista em transformar conteúdos densos em experiências de aprendizagem leves, aplicáveis e memoráveis, daquelas que geram insight e ação. Impactou mais de cinco mil pessoas presencialmente em palestras, treinamentos e oficinas, passando por empresas como Azul Linhas Aéreas, Universidade Mackenzie, cooperativas e negócios que entendem a comunicação como uma competência estratégica. Giovana Pedroso é formada em Comunicação Social/Jornalismo, com certificação em Comunicação Persuasiva pelo MIT, especialização em Gestão de Cooperativas pela USP e Neurociência do Comportamento pela PUCRS. Hoje, concentra seu trabalho em ser ponte entre o que líderes e empreendedores já sabem e tudo o que ainda podem conquistar, representar e inspirar por meio da sua comunicação.
Workslop: a IA que parece eficiente, mas custa milhões às empresas
Apesar da promessa de ganho de eficiência, o uso indiscriminado da inteligência artificial no ambiente corporativo tem dado origem a um efeito colateral cada vez mais visível: o workslop. O termo define conteúdos produzidos com apoio de IA que apresentam aparência profissional, bem estruturada e polida, mas falham em entregar profundidade, contexto ou valor real para a tomada de decisão. Segundo o relatório “Workslop is the new busywork. And it’s costing millions“, realizada pelo Stanford Social Media Lab em parceria com a BetterUp, entre 40% e 41% dos profissionais afirmam ter recebido algum tipo de workslop ao longo de um único mês. O impacto vai além do incômodo operacional. Cada ocorrência gera, em média, quase duas horas de retrabalho para quem recebe o conteúdo. Quando esse tempo é convertido em custos, o resultado é expressivo: estima-se uma perda de cerca de US$186 por mês por funcionário. Há também um impacto reputacional. Profissionais que recorrem com frequência a esse tipo de entrega passam a ser percebidos como menos criativos (54%), menos competentes (50%) e menos confiáveis (49%) pelos colegas. “A IA acelera o trabalho, mas cabe ao profissional verificar se aquilo faz sentido, se o conteúdo é adequado e se realmente melhora o resultado final. É perfeitamente possível produzir páginas e páginas de conteúdo sem chegar a conclusão alguma, ou até piorar o trabalho, em vez de melhorá-lo”, comenta Marcio Tabach, pesquisador da TGT ISG e autor dos estudos ISG Provider Lens® sobre o mercado de inteligência artificial generativa e analytics. “Com frequência, chats baseados em LLMs, como Claude, GPT ou Grok, extraem informações corretas, mas que nem sempre estão bem encadeadas do ponto de vista lógico. Você lê a primeira frase de um parágrafo e ela não se conecta com a seguinte. Esse é o ponto central: a lógica. Quem usa um LLM precisa ser capaz de ler o resultado e questionar se aquilo faz sentido ou não”. Cassio Pantaleoni, diretor de Artificial Intelligence Solutions & Strategy da Quality Digital, explica que “a IA entrega uma resposta apropriada ao que foi solicitado, e não a resposta certa. Sem curadoria e sem lógica na formulação das solicitações, passamos a ter casos de aumento de produtividade individual e perda de produtividade organizacional, com erros que se propagam pela cadeia produtiva”. Esse tipo de distorção não se restringe a áreas criativas e já aparece com força também em funções críticas do negócio, como o fiscal e tributário. Para Roberto de Lázari, diretor de parcerias estratégicas da All Tax, o uso de IA sem curadoria humana cria uma falsa sensação de controle. “É possível gerar análises extensas e bem escritas que não se sustentam quando confrontadas com a legislação ou com a realidade operacional da empresa. No ambiente tributário brasileiro, isso não é só ineficiência, é risco direto de autuação, perda de crédito e insegurança jurídica”, afirma. Segundo ele, sem governança de dados e validação especializada, a IA deixa de apoiar decisões e passa a escalar erros, reproduzindo a lógica do workslop. Entre as principais causas para o aumento dos casos de workslop está a adoção indiscriminada da IA. Em muitas empresas, líderes impõem o uso da tecnologia para qualquer tarefa, sem distinguir atividades estratégicas de demandas operacionais simples, como aponta a pesquisa. O resultado é o incentivo ao copiar e colar automático, sem reflexão ou adaptação ao contexto. O pano de fundo para este problema é que muitas organizações ainda não adquiriram maturidade para o uso eficiente dessa tecnologia. “Antes de sair fazendo um projeto de IA, você precisa pensar no impacto que essa iniciativa pode proporcionar e, para isso, é fundamental ter pessoas capacitadas, letradas e treinadas”, reflete Roberto Ave Faria, vice-presidente e diretor comercial da Quality Digital. Faria chama essa capacitação de Education, a primeira etapa na construção de uma cultura organizacional Data-Driven, onde as decisões são tomadas a partir de dados. “Para que um projeto de IA dê certo, é preciso que as empresas sejam orientadas por dados, que as suas decisões sejam definidas por dados, que sejam empresas Data-Driven“, reforça. Para os participantes da pesquisa “From tools to thieves: Measuring and understanding public perceptions of AI through crowdsourced metaphors”, realizada pela BetterUp em parceria com a Universidade de Stanford, a inteligência artificial é vista principalmente como uma ferramenta tecnológica, comparável a uma calculadora ou a um canivete suíço (10%), ou como um “cérebro” capaz de raciocínio e lógica (10%), além de um mecanismo de busca avançado para navegar grandes bases de dados (9%). As metáforas, no entanto, variam bastante: alguns a comparam a um professor que sempre tem a resposta (3%), outros a enxergam como uma criança em aprendizado, pronta para produzir resultados (4%), e há ainda quem a associe a um ladrão, por considerá-la uma forma de plágio (0,5%). À medida que soluções baseadas em IA avançam, os efeitos do workslop deixam de ser apenas cognitivos e passam a afetar sistemas reais. Para Rogério Moreira, presidente da Associação Brasileira de Internet das Coisas, decisões baseadas em informações superficiais se tornam ainda mais perigosas em ambientes conectados. “Quando lidamos com dados em tempo real e representações digitais de ativos físicos, conteúdo vazio ou mal interpretado gera impacto direto na operação”, afirma. Especialistas defendem que o combate ao workslop passa, acima de tudo, pela alfabetização em IA. É fundamental que as organizações definam quando a tecnologia faz sentido e quando não faz, evitando seu uso automático como padrão. “Sem curadoria humana, o conteúdo perde densidade e propósito. E isso começa na formação básica. Interpretação de texto e raciocínio lógico são essenciais para evitar erros. O bom e velho senso crítico, o hábito de testar e verificar continuam sendo fundamentais para garantir qualidade no trabalho com IA generativa, talvez até mais importantes agora”, explica Ana Leticia Lucca, CRO da Escola da Nuvem. Para executivos que estão lidando com esses desafios, as novas tecnologias devem ser encaradas como instrumentos que potencializam o trabalho humano. “A Inteligência Artificial amplia nossa capacidade de análise, velocidade e escala, mas é a experiência humana que dá direção, senso crítico e propósito às decisões. Quando humanos e IA trabalham juntos, combinando tecnologia
Human Made: As pessoas estão cansadas de conteúdos com IA?
A popularização da inteligência artificial (IA) transformou a produção de conteúdo digital. Textos, roteiros, imagens e vídeos podem ser gerados em poucos segundos, mas junto com a facilidade veio uma nova questão, o público está saturado de conteúdos criados com IA? Especialistas em comunicação digital apontam que o problema não está, necessariamente, na tecnologia, mas na forma como ela vem sendo utilizada. Para Jennifer de Paula, MBA em Marketing e Negócios Interativos e diretora da IMF Press Global, a discussão precisa ser mais estratégica do que ideológica. “O maior problema não é o uso da IA como um suporte na sua produção de conteúdo, é não ter estratégia e achar que ela irá conversar com seu público no seu lugar”, afirma. Conteúdo sem identidade gera rejeiçãoCom a multiplicação de textos padronizados e posts genéricos, muitos usuários relatam a sensação de que “estão lendo sempre a mesma coisa”. A falta de identidade, opinião e posicionamento humano tem sido um dos principais pontos de crítica. De acordo com Jennifer de Paula, a audiência atual está mais exigente. “As pessoas querem conexão, repertório e autenticidade. Se o conteúdo não tem personalidade, ele se perde no meio do ruído digital. Isso não significa que o uso de IA deva ser descartado, mas que ela precisa estar integrada a uma estratégia clara de marca e comunicação”, explica. Human Made não é anti-IAO movimento “Human Made” surge como contraponto à produção automática em massa. A proposta não é rejeitar a tecnologia, mas valorizar o toque humano na curadoria, na análise crítica e na construção de narrativa. “A IA pode acelerar processos, organizar ideias e otimizar tempo. Mas quem constrói relacionamento é a pessoa por trás da marca”. “Conteúdo estratégico exige entendimento de público, tom de voz, contexto cultural e objetivos de negócio, algo que não pode ser delegado integralmente a uma ferramenta”, destaca Jennifer de Paula. O risco da dependência totalEmpresas e criadores que utilizam IA sem planejamento podem enfrentar queda de engajamento e perda de credibilidade. Conteúdos repetitivos, superficiais ou desconectados da realidade do público tendem a gerar menos interação. “Quando a marca terceiriza totalmente a conversa para a tecnologia, ela abre mão da própria identidade. E identidade é o que diferencia no mercado”, afirma a especialista. Estratégia antes da ferramentaPara especialistas em marketing e comunicação digital, a sequência ideal é clara: primeiro definir posicionamento, público e objetivo. Depois, escolher as ferramentas que vão apoiar essa estratégia. Jennifer de Paula reforça que a IA deve ser vista como aliada. “A tecnologia é suporte, um suporte importante, claro. Estratégia, visão e relacionamento continuam sendo humanos e a humanização é um diferencial muito forte”.
O marco da profissão multimídia e a mudança de patamar dos influenciadores digitais no Brasil
Por Bruno da Costa Fuentes Sancionada em janeiro de 2026, a Lei nº 15.325 representa um avanço importante na forma como o Brasil passa a tratar o trabalho de quem cria conteúdo digital. Conhecida popularmente como a “lei dos influenciadores”, a norma tem alcance mais amplo: ela reconhece juridicamente a atividade de multimídia, que envolve criação, produção, gestão e monetização de conteúdos nas plataformas digitais. A lei não cria uma nova profissão nem impõe barreiras de entrada. Seu objetivo é dar contornos jurídicos a uma realidade já consolidada e economicamente relevante. Ao fazer isso, contribui para organizar um mercado que cresceu rapidamente e, em muitos casos, de maneira informal, exigindo agora maior profissionalização de quem atua de forma recorrente e comercial nas redes. Um dos pontos centrais do texto legal é a opção por definir o profissional de multimídia a partir das atividades exercidas, e não por diplomas ou registros formais. A lei descreve um conjunto amplo de funções ligadas à produção e à circulação de conteúdos digitais, de maneira flexível e compatível com a constante transformação do setor. Também deixa claro que essas atribuições não excluem nem substituem outras profissões, garantindo a convivência entre diferentes áreas que atuam no ambiente digital. O caminho legislativo até a sanção reforçou esse equilíbrio. Durante a tramitação, foram retiradas exigências que poderiam restringir a liberdade profissional, preservando o reconhecimento da atividade sem criar obstáculos artificiais em um mercado marcado por trajetórias diversas. No caso dos influenciadores digitais, a relação com a nova lei é prática. Sempre que a atuação envolve criação de conteúdo, gestão de plataformas e exploração econômica da audiência, há aderência ao conceito de profissional multimídia. A lei não cria o influenciador, mas oferece um enquadramento jurídico mais claro para atividades que já produzem impacto econômico e social. Os efeitos mais visíveis estão na formalização. Conteúdos patrocinados e parcerias comerciais tendem a ser tratados como atividades econômicas regulares, com reflexos em contratos, tributação e organização financeira. A norma funciona, assim, como uma linha divisória entre a criação eventual e a atuação profissional no mercado digital. No conjunto, a Lei nº 15.325/2026 sinaliza uma mudança de paradigma. Ao reconhecer juridicamente o trabalho digital e impor maior clareza às relações econômicas, o novo marco fortalece o setor e aumenta a responsabilidade de quem monetiza audiência, consolidando um mercado mais maduro e previsível. *Bruno da Costa Fuentes, advogado sócio do escritório GMP|GC,é especialista em direito digital e empresarial
Em Davos, o assunto era o futuro, mas ninguém sabe como endereçá-lo
Por Ryan James Kemp, sócio da DIVA* Acabo de voltar de Davos. Para quem não sabe, Davos – eu também não sabia – é a cidade mais alta da Europa. O ar é rarefeito, seco, e no inverno, com uma neve branca e intensa. Há uma mistura estranha de quietude e intensidade no lugar. Helicópteros cortando o vale, conversas que transbordam de hotéis, cafés, salas paralelas e jantares que se estendem noite adentro. Líderes globais, investidores, inovadores, ministros, fundadores, todos se movendo rápido, falando com urgência, sentindo que algo fundamental está mudando. Havia sinceridade genuína nas salas em que estive. E preocupação. E uma abertura crescente para “novas” perspectivas: sistemas de conhecimento indígenas, inteligência ecológica, pensamento de longo prazo, visões de mundo relacionais. E, ainda assim, por baixo de todo esse burburinho, senti uma corrente mais silenciosa atravessando as conversas. Não exatamente discordância. Nem resistência explícita. Mas incerteza. Isso porque as pessoas sabem o que precisa mudar. O que ainda não é muito claro é como a mudança realmente acontece, não em discursos ou apresentações estratégicas, mas dentro de organizações vivas, com hábitos, incentivos, hierarquias e histórias. Muitos painéis que terminavam com “precisamos de novos modelos”, mas sem indicar caminhos. Em conversas paralelas, ouvi pessoas admitiam, em voz baixa, que suas organizações dizem as coisas certas, e depois voltam ao “business as usual”. A sensação que fica é que temos linguagem de sobra e pouca incorporação prática. Isso não é uma falha de intenção, mas sim algo muito mais estrutural. A lacuna entre intenção e ação é real O que muitos estavam contornando em Davos tem um nome na ciência: a lacuna entre intenção e ação. Na psicologia, na neurociência, na economia comportamental e na teoria dos sistemas, o achado é consistente: saber o que deveria mudar não leva, de forma confiável, à mudança de comportamento. Mesmo compromissos fortes colapsam quando o sistema ao redor permanece o mesmo. Nos indivíduos, essa lacuna explica por que as pessoas sinceramente querem viver de forma diferente, e não conseguem. É o estágio do “eu quero querer mudar”. Nas organizações, explica por que compromissos ousados raramente sobrevivem ao contato com a operação diária. Insight, por si só, não reorganiza um sistema. Porque insight é um pensamento, e pensamentos não mudam coisas apenas existindo na mente. Vale reforçar que Davos não foi superficial nas salas em que estive. O diagnóstico era sofisticado. Havia curiosidade genuína sobre pensamento sistêmico, letramento em futuros e formas de conhecimento que fogem dos referenciais ocidentais dominantes. Fui para lá levando perspectivas indígenas não como símbolo, mas como fontes reais de inteligência. Por fim, pensar o futuro deixou de ser um exercício abstrato. O desafio agora é transformar visão em forma concreta. Isso exige olhar para como decisões são tomadas sob pressão, como prioridades são definidas e quais comportamentos são, de fato, incentivados. *Ryan (Ra) James Kemp é futurista de sistemas e arquiteto relacional, orientando executivos e instituições em transformações culturais, ecológicas e estratégicas. Inspirado pela governança indígena, sistemas quânticos e design regenerativo, ele capacita líderes a transformar complexidade em clareza por meio da inteligência relacional e da resiliência organizacional. Co-fundador da Original Living Responsibilities e da Sixth Sun Immersions, e sócio fundador do estúdio de inovação e planejamento estratégico DIVA, do Grupo GINGA, em São Paulo, Ryan apoia líderes na evolução de paradigmas e estratégias que harmonizam impacto, integridade e resultados sustentáveis.
Varanda Estaiada é palco da primeira apresentação do novo helicóptero da Mercedes-Benz e Airbus Corporate Helicopters
Na última quinta-feira, 26, o Varanda Estaiada recebeu a apresentação oficial do novo ACH145 Mercedes-Benz Edition, fruto da parceria entre a Mercedes-Benz e a Airbus Corporate Helicopters (ACH). O encontro marcou o primeiro evento corporativo no novo endereço do Varanda, com vista panorâmica da icónica Ponte Estaiada, e reuniu convidados, clientes e nomes do setor para a estreia da aeronave, que eleva os padrões de design e sofisticação na aviação executiva. Combinando infraestrutura de alto padrão, palco amplo, iluminação moderna e acústica controlada, o local também oferece conforto, versatilidade e tecnologia. Além disso, reforça sua consolidação no mercado corporativo ao disponibilizar serviços integrados de produção, segurança, estacionamento e atendimento. Alessandra Ferreira de Andrade, diretora-presidente da SPNegócios, representando o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, abriu a apresentação destacando o apoio da cidade e a relevância da iniciativa para o desenvolvimento local. Em seguida, Ronald Koning, CEO da Mercedes-Benz Brasil, ressaltou a importância da parceria estratégica e da inovação no desenvolvimento de produtos que elevam a experiência do cliente, enquanto Frederic Lemos, head da Airbus Corporate Helicopters, destacou a evolução tecnológica da aeronave e o compromisso com excelência, segurança e performance. A colaboração entre as marcas trouxe a filosofia de design da Mercedes-Benz, “Sensual Purity”, para o ACH145, combinando linhas elegantes, superfícies minimalistas e soluções inteligentes para uma experiência estética e funcional de alto padrão. Com layouts de quatro a oito assentos e seis conceitos de design exclusivos, o helicóptero oferece ampla personalização, enquanto sua versão de cinco pás garante voo mais suave, maior conforto a bordo e aumento de 150 kg na carga útil, elevando eficiência e desempenho operacional. O Varanda Estaiada mostrou-se a escolha ideal para este momento. A noite intensificou seu posicionamento como referência no mercado premium, comprovando que vai muito além de shows: o espaço recebe eventos de marcas globais, experiências exclusivas e lançamentos de alto padrão, consolidando-se como um destino de prestígio em São Paulo. Créditos Fotos: Johnnie Mello Veja como foi o evento:
Agência anacouto conquista “Oscar” do design internacional para Havaianas e Neon
A agência anacouto, aceleradora de negócios que atua da estratégia à execução por meio de campanhas 360º, acaba de conquistar o iF Design Award, uma das premiações mais importantes da indústria do design mundial. A agência conquistou dois troféus, sendo um pela campanha “Ginga: Havaianas Fashion Vision”, da marca Havaianas, e o outro pelo rebranding do banco digital Neon. O rebranding do Neon capturou o espírito empreendedor de quem enfrenta desafios em busca de um território mais humano e autêntico. Já o projeto da Havaianas apresentou a visão de moda da marca a partir do conceito da ginga brasileira, em referência à leveza, à vivacidade e à alegria de viver. “Receber o iF Design Award reforça a consistência do trabalho desenvolvido e reconhece a capacidade da agência de transformar estratégia em construção de marca com impacto real nos negócios. Premiações como essa validam o rigor do processo, a relevância criativa das entregas e ampliam a visibilidade internacional dos projetos realizados”, afirma Ana Couto, CEO da agência anacouto, LAJE, Valometry e É,Faz&Fala.
Adobe Borogodó leva a potência visual do Carnaval brasileiro para o MIS
Durante o Carnaval brasileiro de 2026, a Adobe apresenta o Adobe Borogodó, um projeto que nasce no calor da rua e ganha forma como plataforma criativa e experiência cultural. Em um momento de intensa expansão da produção e circulação de imagens, a iniciativa aposta no valor do que é real e autoral. Como desdobramento, uma curadoria especial das imagens produzidas durante o Carnaval será apresentada em uma exposição no Museu da Imagem e do Som, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, de 03 a 08 de março. O projeto reúne imagens produzidas durante o Carnaval em cidades como Belo Horizonte, Curitiba, Joinville, Natal, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, entre outras cidades, captadas por criadores convidados e pelo público, com o objetivo de ampliar o repertório visual do Carnaval brasileiro a partir de quem vive e constrói essa festa. Em vez de estéticas genéricas ou representações distantes, o Adobe Borogodó privilegia imagens ancoradas em contexto e presença. A curadoria convidada da exposição fica a cargo da Batekoo, com apoio do MIS, criando uma ponte direta entre rua, plataforma e museu, reafirmando o papel da curadoria humana em um cenário de grande volume e circulação de imagens. A proposta parte da ideia de que o Carnaval vai muito além do espetáculo final. Ele é processo, trabalho coletivo, linguagem visual, ritmo, corpo e invenção. Ao documentar esse universo a partir de múltiplos olhares, o projeto reforça a importância de um banco de imagens baseado em experiências reais, capaz de preservar nuances culturais, gestos e narrativas próprias dos territórios onde a festa acontece. Qualquer pessoa pode se inscrever para se tornar colaboradora do Adobe Stock, seguindo as diretrizes de contribuição da plataforma. Todo o conteúdo enviado passa por um processo de moderação e, quando aprovado, fica disponível para download mediante licenciamento, integrando o acervo global da Adobe com imagens culturalmente contextualizadas e produzidas a partir de processos reais de criação. O Adobe Borogodó também marca um novo momento para a Adobe na região. O projeto sinaliza a entrada de Renata Decoussau como LATAM Marketing Director da empresa, reforçando uma estratégia mais próxima das comunidades criativas e das expressões culturais locais. “O Brasil é uma potência criativa, e o Carnaval é uma de suas expressões mais complexas e ricas. Com o Adobe Borogodó, abrimos espaço para que diferentes comunidades criativas e o público participem da construção desse repertório, conectando a cultura local a uma plataforma global.”, comenta Renata Decoussau. Ao unir criatividade, tecnologia e curadoria, o Adobe Borogodó propõe um novo olhar sobre o Carnaval brasileiro, não como imagem genérica, mas como matéria viva da criação cultural contemporânea. Ao mesmo tempo, o projeto se conecta a outras ações desenvolvidas durante o período carnavalesco, como a iniciativa “Brasil, o país dos carnavais”, de Gabriel Sá, uma ação documental com conteúdos produzidos para o YouTube. A proposta amplia o registro do Carnaval a partir de diferentes territórios e formas de vivenciar a festa, reunindo narrativas, estéticas e processos criativos sob uma abordagem observacional, em diálogo com a valorização da criatividade brasileira. O projeto foi idealizado e é gerido pela agência Sharp, que assina sua concepção criativa e estratégia de comunicação. “Esse projeto reflete a forma como acredito em liderança: menos distanciamento e mais proximidade com as comunidades criativas. Minha chegada à Adobe, junto com o lançamento do Adobe Borogodó, reforça nosso compromisso em apoiar e alavancar a cultura local a partir da escuta, do diálogo e da colaboração.”, complementa Renata. Squad Adobe Borogodó O projeto conta com a participação de um squad de creators convidados, formado por Amanda Lopes, Auá Mendes, Brian Baldrati, Bruno Pompeu, Carol Gonzalez, Fernando Schlaepfer, Gabriel Sá, Gallaxia, Hisan Silva, João Incerti, Jordan Vilas, Jude Paulla, Lucas Bori, Mag Magrela, Mandy Mess, Pedro Batalha, Rafael Catarcione, Rafael Pereira, Tiago Castro, Vito Israel. Serviço | Adobe Borogodó Data: 03 a 08.03 Local: Foyer Auditório MIS – térreo Classificação: Livre Entrada gratuita
Como avaliar agências de marketing digital: exemplos e critérios importantes
Com o marketing digital cada vez mais orientado por performance e crescimento previsível, escolher uma agência deixou de ser apenas uma decisão criativa. Hoje, empresas buscam parceiros estratégicos, capazes de impactar diretamente na aquisição de clientes, receita e posicionamento digital. Mas como avaliar, de forma objetiva, uma agência de marketing digital? Especialistas apontam que a análise deve ir além do portfólio e considerar critérios técnicos, estratégicos e operacionais. Foco em resultados mensuráveis O primeiro critério é a maturidade em performance. Agências orientadas por dados trabalham com indicadores como CAC, ROI, LTV e taxa de conversão, conectando ações de SEO, mídia paga e conteúdo a metas reais de crescimento. Mais do que executar campanhas, é fundamental que a agência consiga provar o impacto financeiro. Estrutura técnica e especialização Outro ponto decisivo é a composição do time. Equipes multidisciplinares, com especialistas em SEO, mídia, analytics, conteúdo e tecnologia, tendem a entregar estratégias mais consistentes. Também é importante avaliar se a agência possui metodologias claras, processos estruturados e capacidade de gerar relatórios estratégicos — e não apenas operacionais. Visão estratégica e capacidade consultiva Uma agência madura não atua apenas como executora, mas como parceira de crescimento. Isso significa participar da definição de metas, sugerir melhorias estruturais no funil de vendas e acompanhar resultados de forma contínua. Empresas que buscam crescimento sustentável tendem a valorizar agências com visão de longo prazo e cultura orientada a dados. Exemplos de melhores agências de marketing digital Com base em critérios como performance, estrutura técnica, relevância de mercado e atuação estratégica, algumas agências se destacam no cenário atual. 1. NP Digital Fundada por Neil Patel, a NP Digital tornou-se referência global em marketing orientado por dados. A agência oferece serviços integrados de marketing, combinando SEO avançado, mídia paga, conteúdo e analytics em estratégias unificadas de crescimento. Com forte atuação em projetos de e-commerce e performance, é frequentemente mencionada quando o assunto é melhor agência de marketing digital para varejo, especialmente pelo foco em previsibilidade de receita e escalabilidade de aquisição. Seu diferencial está na cultura analítica e na capacidade de transformar dados em planos de crescimento estruturados. 2. CMLO&CO Com atuação estratégica no mercado brasileiro, a CMLO&CO vem ganhando destaque ao estruturar projetos focados em crescimento sustentável, previsibilidade de resultados e acompanhamento contínuo de indicadores de performance. A agência é reconhecida pela abordagem consultiva, personalização das estratégias e proximidade no relacionamento com os clientes. 3. Wpromote Com atuação consolidada nos Estados Unidos, a Wpromote se destaca pela sofisticação em mídia paga e inteligência de dados. Atende grandes marcas e é reconhecida pela robustez operacional e integração de canais digitais. Ao avaliar uma agência, o mais importante é entender o estágio da sua empresa e alinhar expectativas a resultados concretos. O mercado amadureceu — e hoje, as agências mais valorizadas são aquelas que conseguem equilibrar estratégia, tecnologia e geração de crescimento real.
PagBank completa 20 anos com trajetória marcada por pioneirismo e solidez no setor financeiro
O PagBank, um dos principais bancos digitais do Brasil, completo em serviços financeiros e meios de pagamentos, celebra em 2026 duas décadas de uma trajetória marcada por solidez bancária, consistência e impacto real na vida financeira dos brasileiros – em um contexto que exige cada vez mais confiança e segurança nas instituições financeiras. Completo em serviços financeiros e meios de pagamento, o banco digital construiu ao longo desses 20 anos uma relação de proximidade e credibilidade com milhões de pessoas e empreendedores em todo o país. Essa trajetória de solidez é reconhecida pelo mercado, com certificações de nota máxima de solidez (AAA / triplo A) atribuídas pelos três principais avaliadores globais, atestando o PagBank como um dos bancos digitais com mais alta confiabilidade — um diferencial que reforça sua segurança, governança robusta e capacidade consistente de cumprir obrigações financeiras. A história do PagBank se conecta diretamente com a evolução da economia brasileira e as transformações digitais do setor financeiro. Neste período, esteve o tempo todo ao lado dos brasileiros, democratizando o acesso a serviços financeiros e meios de pagamento, apoiando o crescimento de milhões de pequenos e microempreendedores, autônomos e pessoas antes desbancarizadas, e se consolidando como um banco completo e especialista no brasileiro. “Completar 20 anos é um marco que evidencia a consistência da nossa trajetória. Ao longo dessa história, o PagBank se consolidou como um parceiro para facilitar a vida financeira de pessoas e negócios, usando tecnologia e inovação para quebrar barreiras. Chegar até aqui, com mais de 33,7 milhões de clientes e presença em 100% do território nacional, evidencia a força de um modelo de negócios sólido em constante evolução e comprometimento com soluções simples, acessíveis e eficientes”, afirma Carlos Mauad, CEO do PagBank. Fundado em 2006, o PagBank, antes PagSeguro, nasceu com o propósito de viabilizar pagamentos online de forma simples e segura, em um momento em que o comércio eletrônico ainda dava seus primeiros passos no Brasil. Ao introduzir um modelo de intermediação que protegia compradores e vendedores, a companhia ajudou a construir confiança no ambiente digital, ampliando o acesso de pequenos empreendedores às vendas pela internet. Nos anos seguintes, o PagBank revolucionou o mercado de meios de pagamento ao ser o primeiro a oferecer maquininhas sem aluguel – as “Moderninhas” e “Minizinhas” que se tornaram as “amarelinhas mais amadas do Brasil” – abrindo portas para que micro e pequenos empreendedores pudessem aceitar pagamentos eletrônicos sem burocracia. Esse legado nos meios de pagamento marcou o início de um ecossistema financeiro completo, consolidando o banco digital como um agente de transformação financeira. Em 2018, o PagBank deu um passo estratégico ao abrir capital na Bolsa de Nova York (NYSE), um IPO que movimentou cerca de US$ 2,6 bilhões — à época, o maior de uma empresa brasileira naquele mercado. A operação reforçou a solidez do modelo de negócios da companhia, sua governança e sua relevância internacional como fintech brasileira focada em inclusão financeira. No ano seguinte, surgiu a conta digital PagBank, criada para atender tanto vendedores quanto consumidores. Totalmente gratuita e 100% digital, a iniciativa ampliou o acesso aos serviços bancários e incluiu uma parcela significativa de brasileiros ainda desbancarizados, oferecendo ainda uma conta rendeira, com rendimento automático superior à poupança, sem a necessidade de qualquer ação por parte do cliente. Três anos após o lançamento, o PagBank se consolidou como um banco digital completo, fortalecendo ainda mais sua posição no mercado com base em confiança, segurança e consistência de resultados. O mais recente lançamento do PagBank, a Minizinha Voz, reforça o pioneirismo e compromisso da companhia com a inovação. Primeira maquininha do Brasil com assistente de vendas por inteligência artificial, a nova maquininha reúne tecnologia de ponta, segurança nas transações e praticidade, reafirmando o papel do PagBank como referência e definidor de padrões no mercado. Hoje, como um dos maiores bancos digitais do país em número de clientes, o PagBank oferece um ecossistema financeiro completo, integrado ao dia a dia dos brasileiros. Além das soluções de pagamento e da conta rendeira gratuita, oferece Pix, cartões, investimentos – como CDBs altamente competitivos, cofrinho, crédito e gestão financeira – como Folha de Pagamentos, além de soluções para vendas presenciais e online, como como maquininhas de cartão, Tap On, link de pagamento, opções de checkout para ecommerces. Para saber mais sobre os produtos PagBank, clique aqui. Para consultar o ranking dos maiores bancos, em número de clientes, acesse o site do Banco Central do Brasil. Para saber mais sobre o PagBank Seguro Celular, clique aqui. Acesse para saber mais sobre as nossas Maquininhas, Conta Digital PagBank e Conta PJ, Checkout PagBank, Tap On, Link de Pagamento, Folha de Pagamento e Investimentos. O limite do cartão de crédito PagBank pode variar de acordo com o valor investido em CDB ou reservado na conta PagBank, consulte as condições clicando aqui. Abertura de conta sujeita à análise cadastral. O app PagBank está disponível para download na Play Store (Android) e AppStore (iOS). Central de Atendimento: 4003–1775 (Capitais e região metropolitana) ou 0800 728 21 74 (demais localidades, exceto celular). Ouvidoria 0800 703 88 91.
Insper e Cubo Itaú firmam parceria estratégica para fortalecer o ecossistema de inovação brasileiro
O Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha, do Insper, e o Cubo Itaú, ecossistema de inovação focado na América Latina, anunciam uma parceria estratégica que marca um novo capítulo na integração entre academia, mercado e empreendedorismo no Brasil. A partir do acordo, o Insper passa a integrar o Cubo como instituição de ensino superior parceira, ampliando a conexão entre pesquisa aplicada, formação de lideranças e geração de negócios no ecossistema de inovação. A parceria amplia o papel do Cubo como plataforma estratégica de desenvolvimento da inovação latino-americana, conectando startups, grandes empresas, investidores e academia em torno de desafios reais e oportunidades concretas de crescimento. “A parceria já existia para programas executivos focados na conexão da inovação com a estratégia. Agora, como parceiros do ecossistema do Cubo, criaremos estratégias específicas para capturar valor coletivo, com foco no desenvolvimento de soluções com impacto econômico e social”, afirma Rodrigo Amantea, Head do Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha, do Insper. Criado há mais de 10 anos pelo Itaú Unibanco, o Cubo evoluiu de hub de startups para um ecossistema de inovação maduro, que hoje conecta mais de 550 startups e cerca de 120 empresas, entre corporações, investidores e parceiros. A iniciativa se consolidou como um motor de crescimento para empresas e sociedade, promovendo inovação aplicada, geração de negócios e colaboração entre diferentes agentes do mercado. “A entrada do Insper fortalece ainda mais o papel do Cubo como um ecossistema que conecta diferentes mundos para gerar impacto real. A academia tem um papel fundamental na construção dos futuros da inovação, e essa parceria amplia nossa capacidade de articular conhecimento, mercado e tecnologia em torno de desafios concretos da sociedade”, afirma Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú. A nova parceria está alinhada aos pilares estratégicos do Cubo — geração de negócios, empreendedorismo & tecnologia, comunidade e futuros — e reforça a proposta de valor do ecossistema como um ambiente de conexões qualificadas, experimentação e desenvolvimento de soluções escaláveis. O acordo prevê colaborações estratégicas, como acesso do Insper à rede de startups e corporações do Cubo, uso do espaço físico para eventos e encontros. Do lado do Cubo, a parceria traz acesso a cursos de educação executiva, pesquisadores, docentes e à produção acadêmica do Insper. Um dos principais diferenciais da colaboração é o papel do Insper como parceiro estratégico na produção de pesquisa aplicada para o ecossistema do Cubo. O Observatório de Inovação e Empreendedorismo do Hub atuará na validação de hipóteses teóricas, mapeamento de mercado e análise de investimentos em startups, gerando relatórios e estudos que beneficiam todo o ecossistema empreendedor brasileiro. Entre as iniciativas previstas está a realização de uma pesquisa conjunta sobre founders, com foco no perfil e nos desafios dos empreendedores no país. O ecossistema Insper é reconhecido como um importante motor de captação de recursos e desenvolvimento de startups no Brasil. Com programas como Fellowship Early Stage, Aceleradora Foks, Insper Angels e uma ampla rede de ex-alunos empreendedores, a instituição reúne startups de destaque como QI Tech, Remessa Online, Alice, Evino e Mottu. Agora, essa comunidade passa a ter acesso ampliado à rede do Cubo e às oportunidades de conexão com grandes empresas e investidores. Para Beatriz Barreto, analista de Liasons e Parcerias do Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha, a parceria representa um marco importante. “Para nós, é um motivo de grande orgulho que o Insper seja uma instituição de ensino superior parceira do Cubo. Temos uma visão de longo prazo para que essa parceria seja capaz de gerar benefícios mútuos e ampliar a conexão dos nossos alunos com o mercado real. Estamos empolgados para o que está por vir”, afirma. A integração entre Insper e Cubo também fortalece a atuação do Hub em seus pilares estratégicos: inovação com organizações, fomento ao empreendedorismo e gestão de comunidade. Com mais de 170 eventos realizados, 48 webinars, nove edições de newsletter e 15 episódios de podcast, o Hub construiu nos últimos anos um ecossistema ativo que agora se expande com o acesso à infraestrutura e à rede do Cubo. As duas instituições planejam diversas iniciativas conjuntas, incluindo programas de pesquisa aplicada, extensão de oportunidades para startups de ambas as comunidades e novos formatos de conexão entre academia e mercado. A parceria visa ampliar a atuação, de forma conjunta, do Insper e do Cubo Itaú como agentes estratégicos na construção dos futuros da inovação e do empreendedorismo no Brasil.
Inteligência artificial na programação é ameaça ou aliada?
Por Carlos Lopes, sócio e gerente de desenvolvimento de negócios da Codeminer42 Confesso que, quando comecei minha carreira em tecnologia, ouvir alguém falar sobre “robôs que escrevem código” soava como ficção científica. Hoje, esse futuro não só bate à porta como já está entrando pela janela, com ferramentas de inteligência artificial capazes de gerar código, sugerir soluções e até testar sistemas, que começaram a transformar nossa rotina. E, com isso, surge a pergunta inevitável: será que a IA vai substituir desenvolvedores? A primeira coisa que aprendi é que a tecnologia nunca substitui o humano, mas redefine a forma como trabalhamos. A IA não chega para tomar o lugar do desenvolvedor, mas para expandir sua capacidade. Tarefas repetitivas, debugging básico, boilerplate… tudo isso pode ser automatizado, liberando tempo para que possamos criar soluções mais complexas, inovadoras e estratégicas. No dia a dia da Codeminer42, vejo isso de perto. Nossos times utilizam IA para acelerar protótipos, revisar códigos e até prever falhas antes que elas aconteçam. Mas a mágica real continua vindo da criatividade humana; a IA sugere, mas somos nós que decidimos o que faz sentido, o que é seguro e o que atende às necessidades do cliente. É claro que a adaptação é um desafio. Quem não se atualiza corre o risco de ver seu papel mudar. Mas substituir programadores? Duvido. O desenvolvimento de software é muito mais do que linhas de código. É lógica, empatia pelo usuário, entendimento do negócio e capacidade de transformar ideias em produtos reais. E isso, pelo menos por enquanto, continua sendo terreno exclusivamente humano. Os impactos da inteligência artificial no mercado de trabalho são amplamente debatidos. Estimativas da OCDE apontam uma perda de 92 milhões de empregos, enquanto o Fórum Econômico Mundial avalia que o dobro dos postos extintos será criado. A tecnologia avança cercada por medo e expectativa, sobretudo no setor de TI, em que a possibilidade de substituição de programadores se tornou uma questão recorrente. Na Codeminer42, que atende clientes no Brasil e no exterior e planeja expandir ainda mais sua atuação nos Estados Unidos em 2026, nossa avaliação não é fatalista. Eu costumo dizer: “O programador que apenas escreve código está, sim, sujeito às mudanças provocadas pela IA, talvez, até mesmo, correndo o risco de perder oportunidades e colocações. Mas engenheiros de software — aqueles que pensam além das linhas de código, que entendem produto, negócio e arquitetura de sistemas — não só não serão substituídos, como terão relevância ainda maior neste novo cenário.” A engenharia de software exige justamente aquilo que a IA não consegue replicar como a visão estratégica, a capacidade de análise de contexto, a avaliação de impactos e trade-offs para os negócios, e, a compreensão dos débitos técnicos gerados em cada decisão. Na prática, significa projetar, desenvolver, testar e manter softwares, mas também compreender problemas complexos, priorizar soluções e traduzir demandas de negócio em tecnologia. Essas são as competências que nos permitem criar valor real para os clientes e que tornam o trabalho humano insubstituível. Um dos nossos focos na Codeminer42 tem sido justamente investir em talentos brasileiros de programação e prepará-los para assumir atribuições estratégicas. Hoje, contamos com 80 desenvolvedores, a maior parte alocada em projetos internacionais, com meta de ultrapassar os 100 sem perder a excelência técnica. A ideia é clara: potencializar habilidades que a IA ainda não consegue entregar e, ao mesmo tempo, integrar a inteligência artificial como aliada no dia a dia. Além da técnica, competências como comunicação, organização e capacidade de lidar com mudanças são cada vez mais essenciais. Um bom engenheiro de software precisa interagir com colegas, traduzir termos técnicos para não técnicos, entender prioridades e administrar imprevistos. Participar ativamente do desenvolvimento do produto, trabalhando lado a lado com product owners e gerentes de produto, tornou-se obrigatório. Para nós, avaliações periódicas, mentorias, treinamentos internos e grupos de estudo são fundamentais para manter a equipe atualizada. O ritmo da inovação não espera, e profissionais que investem em capacitação contínua não só acompanham o mercado, mas se tornam protagonistas dele. No fim das contas, a pergunta certa não é “a IA vai nos substituir?”, e sim “como podemos trabalhar com a IA para sermos melhores, mais rápidos e mais estratégicos?”. Na Codeminer42, nossa aposta é tratar a inteligência artificial como uma aliada poderosa, mas o toque humano, a visão, o raciocínio e a criatividade do engenheiro de software continuam sendo o diferencial que transforma tecnologia em resultado real. E isso, para mim, é o futuro mais empolgante que podemos imaginar. Sobre a Codeminer42: https://www.codeminer42.com
Porto e Sabrina Sato impulsionam nova fase do Corretor Influenciador em novo episódio do PodPorto
A influência digital como motor de crescimento profissional foi o tema central do novo episódio do PodPorto, que reuniu Sabrina Sato e lideranças da Porto para discutir como os corretores podem fortalecer sua presença nas redes e ampliar oportunidades de negócio para os desafios do futuro no mercado de seguros. Ao lado de Luiz Arruda, VP Comercial e Marketing; Patrícia Coimbra, Diretora de Gente Cultura e Oliver Haider, superintendente de marketing da companhia, a conversa destacou a influência digital como ferramenta de conexão, educação e crescimento profissional no mercado de seguros. Historicamente à frente das iniciativas educacionais da companhia, Luiz Arruda e Patrícia Coimbra abordaram a evolução de projetos como Porto AcademIA e Corretor Influenciador, que oferecem capacitação prática para fortalecer a presença dos profissionais nas redes sociais. Desde o lançamento, o programa engajou mais de mil corretores, com 700 formados até o momento. O impacto reflete diretamente no negócio, com um crescimento expressivo na diversificação das carteiras e ampliação da oferta de múltiplos produtos junto aos clientes. Ao longo da conversa, Sabrina Sato compartilhou sua experiência no universo digital e reforçou que a influência vai além dos números. “Influência de verdade começa na confiança. Quando a comunicação é honesta, ela aproxima e fortalece relações”, destacou. A influenciadora também ressaltou o papel do corretor como agente essencial na tomada de decisões dos clientes. “Valorizar o corretor é valorizar quem cuida de pessoas de verdade. Projetos como esse ajudam o profissional a se comunicar melhor, sem deixar de ser quem ele é”, disse. A Fábrica de Conteúdos, outra iniciativa da companhia, complementa o desenvolvimento dos corretores ao disponibilizar vídeos oficiais sobre os produtos, prontos para personalização e publicação nas redes sociais. “Queremos facilitar vendas, destravar oportunidades e fortalecer a autoridade do corretor, ampliando o impacto de um trabalho essencial que já acontece todos os dias. Nosso compromisso é oferecer aos parceiros materiais de alto nível, que garantam posicionamento, escala e mais performance junto aos clientes. Com isso, a Porto dá um passo relevante ao consolidar uma produção de conteúdos mais estruturada e eficiente, sempre com o cuidado e a proximidade que fazem parte do nosso DNA”, explicou Luiz Arruda, VP Comercial e de Marketing da Porto. A plataforma reúne conteúdos desenvolvidos em parceria com a Flint, plataforma brasileira focada em educação e estratégia digital para a creator economy – empresa da qual Sabrina é sócia –, incluindo materiais criados com inteligência artificial. Outro destaque foi o anúncio da primeira premiação dedicada aos Corretores Influenciadores, prevista para outubro, que reconhecerá profissionais que se destacarem na produção de conteúdo digital. A Porto também confirmou novas turmas do programa em 2026, desenvolvido e realizado em parceria com a Flint, e módulos avançados para quem já concluiu a formação inicial. Para Patrícia Coimbra, a troca com especialistas e corretores fortalece a evolução do projeto. “Influência pode parecer distante no início, mas quando existe orientação e ferramentas certas, as barreiras diminuem e o desenvolvimento acontece de forma natural”, afirmou. O episódio, que pode ser assistido no canal oficial Corretor É Pra Sempre no YouTube, encerra com uma mensagem de incentivo aos profissionais. “Ninguém precisa virar outra pessoa para se comunicar melhor. Consistência vale mais que perfeição e todo mundo pode construir sua própria influência no dia a dia”, concluiu Sabrina.
Medley celebra 30 anos reforçando sua credibilidade em campanha inédita com Rodrigo Hilbert
Um casal assinando a certidão de casamento, uma mãe cuidando da filha, um cientista validando um medicamento, uma atleta olímpica superando limites. Em sua nova campanha institucional, a Medley transforma gestos cotidianos de compromisso e responsabilidade em metáforas visuais para seu principal ativo: a confiança. Conduzido por Rodrigo Hilbert, embaixador da marca há mais de 5 anos, o filme estreou no último domingo (22), no intervalo do Fantástico, e marcou as comemorações de 30 anos da Medley, unidade de medicamentos genéricos da Sanofi no Brasil. A campanha coloca no centro da narrativa o traço que compõe o logo da marca, inspirado nas assinaturas médicas, agora ressignificado como símbolo de validação e credibilidade. O chamado “Padrão Medley” ganha forma a partir dessa assinatura simbólica, que representa a combinação entre rigor técnico, qualidade e cuidado que sustenta a atuação da marca há três décadas. O que antes era um elemento gráfico passa a assumir protagonismo na comunicação, traduzindo visualmente a responsabilidade envolvida em cada medicamento que chega aos brasileiros. Valéria Barros Borghi – Head de Branding da Medley “Celebrar 30 anos é reafirmar o compromisso que sempre guiou a Medley: ampliar o acesso à saúde com qualidade superior e rigor técnico. A nova campanha materializa esse momento ao mostrar que o padrão construído ao longo da nossa trajetória é reconhecido e validado por quem realmente importa: consumidores e profissionais de saúde. Mais do que comunicar atributos, estamos dando luz à nossa história e aos princípios que nos guiarão também pelos próximos 30 anos”. Reconhecida nacionalmente como referência em qualidade e liderança na recomendação de médicos e farmacêuticos (fonte IPSOS) na categoria de genéricos, a Medley realiza cerca de 30 mil testes por hora em seus processos internos de controle e qualidade, um de seus principais diferenciais técnicos. Ao longo de sua história, a marca também teve papel relevante na consolidação dos medicamentos genéricos no Brasil, contribuindo para ampliar o acesso da população a tratamentos eficazes e confiáveis e para fortalecer a credibilidade da categoria. Assista ao vídeo da campanha Criada pela Publicis Brasil, parceira da Medley há mais de 12 anos, a campanha aposta em uma narrativa emocional e contemporânea. No filme, diferentes personagens reproduzem o traço da assinatura que remete ao logo da marca — do farmacêutico que recomenda um medicamento ao cientista que valida uma fórmula. A confiança parte das pessoas, que simbolicamente “assinam embaixo” da marca. Rodrigo Hilbert conduz as transições da narrativa e encerra o filme com o posicionamento institucional, reforçando o conceito da campanha. “Ao olhar para os 30 anos da Medley, entendemos que credibilidade não se constrói apenas com discurso, mas com atitudes consistentes ao longo do tempo. A campanha nasce desse insight: quando assinamos embaixo, estamos traduzindo a confiança que já existe na relação das pessoas com a marca. Transformar a assinatura no coração da narrativa foi a forma que encontramos de tornar visível esse vínculo e mostrar que a Medley é uma marca na qual milhões de brasileiros realmente assinam embaixo”, afirma Mauro Ramalho, CCO da Publicis Brasil. A iniciativa também se conecta ao projeto “30 anos, 30 histórias”, que reúne relatos reais de colaboradores, parceiros, profissionais de saúde e consumidores nas redes sociais da marca. Ao integrar passado, presente e futuro, a Medley reforça que o padrão construído ao longo de sua trajetória é o que sustenta sua evolução contínua e sua posição de confiança no mercado brasileiro.
Toyota convida para experiência híbrida autêntica em campanha do novo Yaris Cross para América Latina
A Toyota lança campanha de seu novo SUV compacto, o Yaris Cross, produzido no Brasil. Com criação da Mutato, a comunicação destaca o modelo como um híbrido real, em contraponto a tendência do mercado, que oscila entre abordagens excessivamente técnicas ou fantasiosas, distantes do cotidiano do consumidor. A mensagem da campanha defende que a vida real é híbrida, apresentando o lançamento como um híbrido real: o primeiro SUV compacto híbrido flex full do mercado, — capaz de rodar em modo elétrico, sem necessidade de recarga externa. Criado para se conectar às diversas versões da vida do consumidor, o modelo chega com a assinatura “Seu primeiro híbrido Toyota”, convidando o público a embarcar no universo de híbridos da fabricante a partir do Yaris Cross. O Yaris Cross estabeleceu presença no mercado com uma fase de pré-lançamento iniciada no Salão do Automóvel. Desde sua apresentação no final de 2025, o modelo teve cobertura da imprensa especializada, gerando volume significativo de pré-reservas que evidenciou o poder da marca no segmento. “O Yaris Cross representa um marco estratégico para a Toyota e para o mercado. Nossa campanha traduz essa relevância: democratizamos a tecnologia híbrida com o primeiro híbrido flex do segmento e a posicionamos no centro da experiência cotidiana dos consumidores. A assinatura ‘Seu primeiro híbrido Toyota’ funciona como um convite direto para quem aguardava o momento ideal de acessar a tecnologia mais confiável do mundo integrada às diferentes necessidades do dia a dia.” Maurilio Pacheco, Diretor Comercial da Toyota. A primeira campanha regional do SUV compacto da Toyota oficializa a chegada do modelo ao mercado da América Latina, e foi desenvolvida pelos times do Brasil e Argentina da Mutato. “Nesta fase de lançamento para o grande público, nossa estratégia amplia a abordagem já apresentada no lançamento”, afirma JB Junior, Diretor de Criação da Mutato. “Partimos do respaldo técnico estabelecido pela imprensa especializada para aprofundar a narrativa humana, reforçando que a tecnologia ganha ainda mais valor quando se integra genuinamente ao cotidiano das pessoas.” O segmento de SUVs compactos lidera o crescimento no mercado brasileiro. Em um cenário de intensa competitividade, Mutato e Toyota optaram por um caminho diferente: valorizar o tangível e o autêntico, enquanto a comunicação da categoria frequentemente recorre ao fantasioso ou ao tecnicismo excessivo. A campanha tem veiculação no primeiro semestre de 2026, com estratégia full-funnel que contempla TV aberta, paga e conectada, rádio, OOH, DOOH, digital full, social, conteúdo e ativações em todo o território nacional. No Brasil, a estratégia contempla ainda um ecossistema diversificado de creators, que vão desde personalidades de amplo alcance até microinfluenciadores regionais para ativação em mercados específicos.
GOL apresenta Fábio Lessa como gerente de Vendas Internacional
Para fortalecer o time de Vendas e ampliar oportunidades estratégicas, a GOL Linhas Aéreas anuncia Fábio Lessa como seu novo gerente de Vendas Internacional. Natural do Rio de Janeiro, o executivo possui mais de 30 anos de experiência no setor aéreo, sendo 24 deles na parceira Air France-KLM. Com passagens pelos setores de Pricing, atendimento e gerência de Vendas, Fábio chega para liderar a frente de Vendas Internacionais da Companhia, que segue em consolidação robusta. O novo executivo será responsável por fortalecer a competitividade, relações com agências de viagens, consolidadoras, OTAs (agências de viagens Online) e contas corporativas. Nos últimos anos, a GOL consolidou rotas inéditas e tradicionais por toda a América do Sul e Central. Em 2026, a expansão internacional se mantém como alicerce estratégico das operações da Companhia, que irá dispor da expertise do executivo em seus mercados no exterior, tanto os já existentes quanto em novos, com atuação junto à Abra em locais de atuação compartilhada. Em janeiro deste ano, a oferta internacional de assentos cresceu 10,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, enquanto na alta temporada de 2026, período entre dezembro e fevereiro, o aumento de voos internacionais chegou a 20%, em comparação com 2025.
Stanley 1913 estreia no segmento pet com o lançamento do Pet Bowl, comedouro e bebedouro térmico para cães e gatos
Atendendo a um pedido frequente de seus consumidores, a Stanley 1913, marca líder em hidratação e referência em produtos térmicos de alta qualidade, anuncia sua entrada no segmento pet com o lançamento do Pet Bowl, linha de comedouros e bebedouros térmicos para cães e gatos. O produto chega ao mercado brasileiro no dia 2 de março, exclusivamente nas lojas físicas e no site da Stanley 1913 e na Petlove. A pré-venda exclusiva no hub de relacionamento da marca, Legionários, começou em 23 de fevereiro e, em apenas três dias, se tornou a maior dos últimos anos feita pela Stanley Brasil, com 186% mais unidades vendidas que o recorde anterior, evidenciando a alta demanda pelo primeiro produto da empresa voltado ao universo pet e a forte conexão da comunidade com os lançamentos da Stanley 1913. A venda antecipada segue até 1º de março ou enquanto durarem os estoques. “O Pet Bowl expande a nossa liderança em hidratação para uma nova categoria. Ele nasce da escuta ativa dos nossos consumidores, estendendo os benefícios já conhecidos e super apreciados dos produtos Stanley para outras ocasiões do dia a dia. Quem conhece e ama Stanley agora pode oferecer a experiência dos nossos produtos também para seus bichinhos”, afirma Patrícia Esteves, Diretora Executiva de Marketing da Stanley 1913 na América Latina. “Mais do que um acessório, ele reforça nosso compromisso com produtos que unem funcionalidade, cuidado e estilo de vida.” Disponível em dois tamanhos para atender pets de pequeno e grande porte – 710ml (R$ 319) e 1,4l (R$ 359), o Pet Bowl chega em quatro cores: Black 2.0, Cream, Rose Quartz e Blue Sky. O produto é produzido em aço inoxidável 18/8 reciclado, com parede dupla, e alia resistência, higiene e facilidade de limpeza a um design funcional, pensado para o dia a dia. A tampa protetora de pressão em silicone, com tecnologia dois em um, preserva água e alimentos contra poeira, areia e insetos, facilita o transporte e se transforma em base antiderrapante durante o uso, garantindo mais estabilidade e evitando desperdícios. O formato levemente afunilado ajuda a evitar respingos, enquanto o acabamento chanfrado facilita o manuseio. Empilhável, leve, seguro para lava-louças e com garantia vitalícia, o produto foi feito para durar. O Pet Bowl também se adapta a passeios, viagens e momentos de lazer ao ar livre, oferecendo uma alternativa inteligente aos improvisos e recipientes descartáveis. Além de ajudar a manter a água gelada e os alimentos frescos por mais tempo do que bowls convencionais, o material não poroso em aço inox contribui para a saúde do pet, pois não retém odores, sabores ou bactérias. Ações relacionadas ao lançamento Como parte da estratégia de lançamento, a Stanley 1913 marca presença nos eventos da Hyppet, como parceira oficial de hidratação de pets e humanos das duas edições, que acontecem no Rio de Janeiro e em São Paulo. A marca contará com ativações no local, além de comunicação visual e presença de produtos durante o evento. Entre as ações de lançamento, também está incluído o apoio a instituições da causa animal, como o Ampara Animal. A campanha também ganha ainda mais autenticidade com a participação do EstrelasAnimais, reunindo grandes talentos do universo pet para amplificar a mensagem do lançamento. Entre os destaques, está a participação especial do vira-lata caramelo Amendoim, ícone afetivo da internet brasileira, reforçando a conexão emocional entre tutores, pets e momentos compartilhados. Com o Pet Bowl, a Stanley 1913 amplia seu portfólio e reafirma sua vocação para criar produtos que acompanham diferentes estilos de vida, agora, incluindo também aqueles que compartilham cada momento com seus pets.
Com maior investimento em marketing, LuftaGastro lança campanha para traduzir inovação do Dupla Ação
Entender o que acontece dentro do estômago durante uma crise de azia ou má digestão nem sempre é simples, mas LuftaGastro, marca mais recomendada por gastroenterologistas¹, decidiu explicar essa dinâmica de forma lúdica e visual. Para sustentar o lançamento do LuftaGastro Dupla Ação, a marca da Reckitt Comercial coloca no ar uma estratégia de comunicação nacional com investimento 40% maior em marketing, em relação ao ano passado, criada para tornar compreensível ao consumidor o funcionamento do novo produto e seu diferencial na categoria. A comunicação marca a primeira campanha inédita da marca em cinco anos e acompanha um movimento estratégico de fortalecimento do portfólio e liderança da categoria. No centro da estratégia está um filme que materializa o mecanismo de ação do Dupla Ação por meio de uma narrativa visual e bem-humorada, facilitando o entendimento sobre como o produto atua no combate à azia, à má digestão e aos sintomas do refluxo. Testada e aprovada em mais de 20 países, a peça foi liderada criativamente pela Havas UK e adaptada ao mercado brasileiro pela BETC HAVAS, trazendo como protagonistas as irmãs gêmeas Mariana e Maria. A história utiliza a semelhança das irmãs para personificar, de maneira didática, o duplo benefício do produto. Enquanto uma lida com o desconforto da azia e a outra da má digestão após uma refeição, a narrativa demonstra como a nova fórmula atua em duas frentes ao mesmo tempo, agindo para ambas as gêmeas: neutraliza a acidez, agindo imediatamente², e, graças ao alginato de sódio — ativo presente exclusivamente na fórmula do Dupla Ação —, forma uma barreira protetora no topo do estômago, que impede o retorno do conteúdo gástrico (refluxo) e alivia imediatamente a azia e a má digestão. Assista ao filme A abordagem educacional responde a uma necessidade do consumidor atualmente, que busca entender como os medicamentos agem no organismo. “Sabemos que os sintomas de uma indigestão podem impactar diretamente a qualidade de vida das pessoas. Por isso, trouxemos uma campanha que traduz visualmente como nossa tecnologia age na origem do problema, oferecendo uma solução inovadora que se encaixa na rotina acelerada da atualidade”, explica Ana Giulia Pinheiro, Gerente Sênior de Marketing de Luftal e LuftaGastro. Inovação e estratégia O lançamento da campanha sustenta a chegada ao mercado brasileiro de uma inovação com histórico de liderança global³ e marca um movimento estratégico da LuftaGastro para disputar a liderança da categoria de saúde gástrica no país. Com o Dupla Ação, a marca eleva o patamar dos antiácidos ao ser a única⁴ a combinar a neutralização da acidez com a formação de uma barreira protetora à base de alginato, oferecendo alívio que dura até duas vezes mais do que os antiácidos comuns⁵. Esse avanço em produto é acompanhado por um plano robusto de execução. Além do investimento ampliado em marketing, a marca reforça sua atuação junto à comunidade médica e farmacêutica, com ampliação da força de visitação, treinamentos e presença em eventos científicos, fortalecendo a recomendação especializada e a credibilidade da inovação no ponto de decisão. O movimento acontece em um momento estratégico para a categoria. O Brasil registra aumento na incidência de desconfortos gástricos, impulsionado por mudanças no estilo de vida, como alimentação desequilibrada, e por fatores emocionais, como estresse e ansiedade6, ampliando a demanda por soluções mais eficazes, duradouras e respaldadas por ciência. Para garantir visibilidade e consideração em toda a jornada do consumidor, ajudando a identificar e lidar melhor com esses sintomas, a marca desenhou uma estratégia 360º. Além do filme em TV aberta, a campanha terá forte presença no digital e em mais mídias durante todo o ano.
Nutrata estreia a campanha “A rotina não espera” para o lançamento da barra proteica Charge®
A Nutrata, referência nacional em suplementação alimentar humana, lança campanha da barra proteica desenvolvida em collab com a Nestlé®: a Charge Nutrata. Desenvolvida integralmente in house, a campanha contou com produção audiovisual da produtora Asa Onze (Grupo Eleven Corp), responsável por materializar o conceito em peças que destacam textura, sensorialidade e cenas conectadas à rotina contemporânea. Com o tema “A rotina não espera”, a campanha parte da premissa de que os verdadeiros heróis do cotidiano são pessoas comuns que equilibram trabalho, treinos, responsabilidades e vida pessoal sem abrir mão do sabor nas escolhas alimentares. O filme traduz esse território criativo ao explorar a indulgência funcional e dialogar com os chamados hedonistas funcionais, ou seja, consumidores que valorizam prazer aliado a benefícios nutricionais objetivos e mantêm um estilo de vida ativo. “A Charge Nutrata nasce com um propósito muito claro: mostrar que o consumidor não precisa escolher entre sabor e funcionalidade. Construímos uma campanha que traduz a essência do produto, aproximando o imaginário afetivo de Charge® do universo da suplementação de forma autêntica e contemporânea. Desenvolver tudo in house nos permitiu agilidade, coerência narrativa e total alinhamento estratégico”, afirma Guilherme Raineri, líder de branding da Nutrata. A estratégia de mídia é totalmente digital, com veiculação nas redes sociais da marca, investimento em mídia paga nas plataformas da Meta e Google e ativações em marketplaces, potencializando alcance, recorrência de impacto e conversão ao longo da jornada do consumidor. “Essa campanha consolida uma parceria criativa entre Nutrata e Asa Onze, possibilitando que construíssemos a quatro mãos tanto a parte do roteiro quanto a produção das peças, o que demonstrou ser muito positivo para o projeto, sobretudo por termos executado tudo dentro da nossa própria estrutura. Além disso, ter a Nestlé junto ao projeto amplia ainda mais sua relevância”, destaca André Napchan, produtor executivo da Asa Onze. Veja o vídeo da campanha:
Quando o design deixa de ser solução e passa a ser armadilha
Por Igor Baliberdin Um episódio recente colocou o design de aplicativos no centro de um debate global: o líder do Instagram foi chamado a depor em tribunal para responder sobre a responsabilidade do design da plataforma na saúde mental de jovens e adolescentes. A notícia expõe um tema que sempre esteve presente nas discussões internas de produto, mas raramente ganhou a dimensão pública que merece: o design molda o comportamento. E, quando mal direcionado, pode moldar sofrimento. Recursos como endless scroll, notificações insistentes, feeds infinitos e loops de recomendação não são acidentes. São decisões conscientes de produto. O problema começa quando essas decisões deixam de servir ao usuário e passam a servir exclusivamente ao tempo de tela. O “ponto de parada” que desapareceu O endless scroll remove algo muito sutil, porém essencial para o cérebro humano: o sinal de conclusão. Quando terminamos uma página, fechamos um capítulo ou concluímos uma tarefa, o cérebro entende que aquilo acabou. Existe um ponto natural de saída. O scroll infinito elimina essa referência. Ele cria um fluxo passivo em que não há motivo racional para parar, apenas cansaço. No design, aprendemos a remover fricção para facilitar a vida do usuário. Mas quando aplicamos esse princípio a conteúdo infinito, transformamos facilidade em armadilha. O usuário permanece, mas a qualidade dessa permanência despenca. Para mim, o limite ético é claro: o engajamento deve ser consequência do valor entregue, nunca da captura da atenção. Se um produto precisa de truques psicológicos para manter alguém ali dentro, é porque tem pouco valor real. O design deixa de ser ferramenta e vira sequestrador de tempo, especialmente grave quando falamos de crianças e adolescentes, que ainda estão formando seus mecanismos de autocontrole e recompensa. O KPI errado cria o produto errado Grande parte do problema nasce dentro das empresas, na definição dos indicadores de sucesso. Se o KPI é tempo de tela, frequência de retorno e retenção a qualquer custo, o resultado inevitável será um design que induz dependência. Mas, se o KPI for resolução de problema, clareza de navegação, eficiência da tarefa e valor percebido, o produto muda completamente e o negócio prospera de forma muito mais sustentável. Usuários cansados desenvolvem aversão. Usuários respeitados desenvolvem confiança. E confiança reduz CAC e aumenta LTV muito mais do que vício. Existem alternativas claras e mais inteligentes. Design baseado em intenção cria pontos de saída, resumos do que foi visto, curadoria ativa do usuário e sensação de conclusão em vez de FOMO. Quando o usuário sente que concluiu algo, ele sai satisfeito. Quando sente que pode estar perdendo algo, ele sai ansioso, ou nem sai. Ansiedade nunca construiu lealdade de marca. Design responsável é estratégia de negócio Costumo fazer uma analogia simples: se um engenheiro constrói uma ponte que desaba, ele é responsabilizado. No digital, as falhas não são estruturais, mas psicológicas e éticas. Não podemos mais nos esconder atrás do “eu só executei o briefing”. Hoje já existem formas objetivas de medir se um design gera dependência, ansiedade ou compulsão: testes de fadiga cognitiva, análise de retorno não solicitado ao aplicativo e escalas validadas de uso problemático. Se uma versão da interface aumenta a percepção de urgência, culpa ou FOMO, isso é um alerta tão sério quanto um bug crítico. Acredito que estamos entrando na era do design responsável. Um design que será avaliado por autonomia do usuário, clareza de decisão, redução de fricção cognitiva, segurança emocional e uso intencional em vez de compulsivo. Empresas que não souberem provar isso enfrentarão dois problemas inevitáveis: regulação e reputação. E aqui está o ponto estratégico que poucos discutem: o que não é medido não existe no board. O design responsável deixará de ser uma pauta de UX para se tornar pauta de C-Level, como gestão de risco, estratégia de negócio e proteção de marca. Vejo um futuro em que as melhores empresas serão aquelas que exigem menos da atenção do usuário para entregar mais valor. Porque, no fim, o melhor design não é aquele que prende você. É aquele que resolve sua vida e deixa você ir. *Igor Baliberdin é designer estratégico e fundador da LOOOP, com mais de 20 anos de experiência na interseção entre design, negócios e tecnologia. Atua na criação de experiências digitais que geram impacto direto em performance e receita, liderando projetos de ponta a ponta com foco em resultado e escalabilidade. Atendeu marcas como Electrolux, Vale, Traive, Cargill e Fecomercio/SP. LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/igorbaliberdin
Loyalty B2B impulsiona mercado de fidelização e faz Loyalme movimentar 10 bilhões de reais em GMV em 2025
O mercado de fidelização vive um novo ciclo de maturidade – e ele é cada vez mais B2B. Segundo o Global Customer Loyalty Report 2025, 31% do orçamento de marketing das empresas já está destinado a programas de fidelidade e CRM, marcando o maior patamar dos últimos anos. Inserida nesse cenário de expansão, a Loyalme, startup que nasceu dentro da Cuponeria para oferecer soluções de fidelização, bateu a marca de 10 bilhões de reais movimentados em 2025, impulsionada principalmente por programas de fidelização entre empresas. No centro desse movimento está o loyalty B2B, uma vertical que se fortalece à medida que as companhias percebem que fidelizar apenas o consumidor final já não é suficiente. Hoje, distribuidores, revendedores, parceiros estratégicos e canais indiretos passaram a ocupar papel central na competitividade das organizações – o que coloca a relação entre empresas no centro da agenda comercial. “O movimento é claro: as empresas querem construir relações mais sólidas e inteligentes com quem influencia diretamente seus resultados. Fidelizar parceiros corporativos deixou de ser diferencial e virou requisito de competitividade”, afirma Nara Iachan, CMO e cofundadora da Loyalme. Nesse modelo, companhias de diversos setores – de bancos e bandeiras de cartão a redes de varejo e instituições de ensino, como Bradesco Financiamentos, Natura e Ticket, estruturam programas completos de relacionamento para a sua cadeia, utilizando benefícios como cashback, acúmulo de pontos, bonificações, campanhas de incentivo e experiências personalizadas, geralmente operados em plataformas White Label, que permitem identidade própria e governança total dos dados. A executiva destaca que, no ambiente B2B, o loyalty assume uma função mais estratégica: ele deixa de ser apenas uma lógica de recompensa e passa a atuar como um mecanismo de performance comercial, impactando diretamente na previsibilidade de demanda, gestão de estoque, recorrência de compras e redução de ruptura. “Quando uma empresa cria incentivos direcionada a parceiros de sua cadeira, ela fortalece o relacionamento, aumenta a aderência às metas e garante maior alinhamento operacional. As organizações estão entendendo que competitividade não nasce apenas da venda, nasce de parcerias sustentáveis, contínuas e inteligentes. É isso que os programas B2B estão transformando”, finaliza.
Paramount Pictures lança campanha de “Pânico 7” com estratégia integrada que leva o terror aos maiores palcos da cultura brasileira
A Paramount Pictures apresenta ao mercado a campanha de lançamento de Pânico 7, que estreia nos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro, com uma estratégia integrada que posiciona a franquia em alguns dos maiores polos de atenção e mobilização cultural do país. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Leo, agência responsável pela estratégia de mídia da companhia no Brasil, e marca um dos primeiros grandes movimentos da nova relação entre as empresas. A construção parte de um direcionamento estratégico claro: amplificar o suspense característico da saga ao inseri-lo em ambientes tradicionalmente associados à celebração coletiva. A partir dessa lógica, Pânico 7 ocupa territórios como futebol, Carnaval e Big Brother Brasil, criando contraste, tensão e relevância cultural em escala. O plano combina alcance massivo e ativações contextualizadas, priorizando momentos de alta densidade de audiência e engajamento. A presença em televisão, streaming, ambientes esportivos, plataformas digitais e mídia urbana foi desenhada para gerar impacto consistente nas semanas que antecedem a estreia e conduzir o público ao cinema. Entre as ativações, estão inserções nacionais durante a terça-feira de paredão do Big Brother Brasil, filmes de 30 segundos na HBO Max em transmissões esportivas de grande relevância, e uma ação especial no Estádio Nilton Santos (Engenhão), o formato “kiss cam”, em que o personagem Ghostface surpreende o público no telão. No digital, a campanha ativa Globoplay, formatos de alto impacto no X em dias de pico de conversa e mídia contextualizada no Uber e no Tinder durante o Carnaval, além de lambe-lambes espalhados por São Paulo. A estratégia foi estruturada a partir da leitura do calendário cultural e da identificação de territórios com maior potencial de conversa orgânica, integrando mídia de massa e ativações contextuais para potencializar alcance e relevância. O objetivo é dialogar tanto com o público jovem, altamente conectado e consumidor do gênero terror, quanto com a audiência que acompanha a franquia desde 1996. Como parceira estratégica de mídia da Paramount no Brasil, a Leo atua unindo criatividade e performance em um modelo orientado a impacto de negócio. “Mais do que presença, buscamos relevância. O desafio foi inserir o universo de Pânico em momentos de altíssima atenção sem perder a essência da franquia. A estratégia nasce para combinar comportamento e contexto cultural, conectando a mídia com criatividade para transformar o impacto em intenção real”, afirma Vinícius Tieppo, vice-presidente de Mídia da Leo. O lançamento de Pânico 7 inaugura esse novo momento da parceria entre Paramount e Leo, consolidando uma abordagem integrada para campanhas de entretenimento no Brasil. Pânico 7 estreia em 26 de fevereiro, exclusivamente nos cinemas. FICHA TÉCNICA AGÊNCIA: LEO TÍTULO: Estreia Pânico 7 PRODUTO: Paramount Pictures ANUNCIANTE: Paramount Pictures CO-PRESIDENTE: FABIO BRITO CO-PRESIDENTE: RAFAELA QUEIROZ CCO: VINICIUS STANZIONE COO: ISABELLA CINOPOLLI CSO: PRISCILLA CERUTI VP DE MÍDIA: VINICIUS TIEPPO ATENDIMENTO: BEATRIZ CHAGURI MÍDIA: NATALIA MAROSTICA, GABRIEL LUCHETTI, NAYANE ABDALLA, ANA CLARA ALVES, RAFAEL HERNANDEZ, RAFAELA ARRUDA, PAULO CRISPIM. COMUNICAÇÃO: BRUNA RIBEIRO E MARJORIE MARTINS APROVAÇÃO DO CLIENTE: LUCIANA FALCÃO, RODRIGO MELO, PEDRO NOVAES, LUANA CLARO, EMANUELLE DOS SANTOS.
Tênis masculino e sportswear feminino impulsionam vendas da FILA no Rio Open 2026
Mesmo diante de um cenário desafiador — marcado pelo feriado de Carnaval, dias de chuva e pela eliminação precoce de João Fonseca na chave de simples — a FILA encerrou sua participação no Rio Open 2026 com desempenho positivo na loja oficial do torneio. As vendas foram impulsionadas principalmente por duas frentes estratégicas: o tênis masculino e o sportswear feminino. Entre os destaques, alguns produtos voltados ao público feminino registraram crescimento de 11% em relação a 2025, reforçando a evolução da marca dentro desse segmento. Já no masculino, lançamentos como o Axilus 3 apresentaram desempenho expressivo, superando 25% de crescimento na comparação com o ano anterior. Os números consideram o período até a véspera do encerramento do torneio, sem contabilizar o último dia de evento. O resultado evidencia a força do portfólio da FILA dentro do principal evento de tênis da América do Sul e reforça a consistência da estratégia da marca no esporte, equilibrando inovação, performance e conexão com o consumidor. Patrocinadora oficial do Rio Open há 10 anos, a FILA amplia sua atuação no torneio assinando os uniformes de boleiros e equipe, promovendo ativações e operando a loja oficial — um dos principais pontos de contato com o público ao longo da semana de competição. Realizado no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, o torneio é o único ATP 500 da América do Sul e reúne alguns dos principais nomes do circuito mundial, além de público qualificado e ampla cobertura de mídia. “A parceria com o Rio Open é estratégica para a FILA porque reforça nossa conexão genuína com o tênis e nos posiciona dentro do principal palco da modalidade na América do Sul. Estar presente no evento vai muito além da visibilidade: é sobre construir relacionamento com o consumidor e fortalecer nossa autoridade na categoria”, afirma Adriana, Head de Marketing da FILA Brasil.
Mercur apresenta lançamentos e reforça liderança no canal farma durante a Abradilan Conexão Farma 2026
Responsável por 1 em cada 4 produtos vendidos no varejo farmacêutico brasileiro, a Mercur participa da Abradilan Conexão Farma 2026 — que ocorre de 10 a 12 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo — com lançamentos em diversas categorias e uma estratégia clara: ampliar presença no canal farma e fortalecer parcerias com distribuidores e varejistas em todo o país. A empresa chega ao evento respaldada por um desempenho sólido no setor, resultado do trabalho de uma equipe especialista dedicada ao desenvolvimento do canal, que orienta lojistas e distribuidores na escolha de produtos de maior giro conforme o perfil de cada negócio. O objetivo é apoiar a ampliação de portfólio com soluções que unem qualidade, segurança e inovação. “Queremos dialogar diretamente com distribuidores e farmácias, entendendo necessidades reais e construindo caminhos de crescimento mútuo”, destaca Ana Paula Lange, Coordenadora de Marketing da Mercur. A participação na feira reforça também a mensagem institucional da marca: criar soluções que inspiram pessoas e negócios a irem além, fortalecendo relações e promovendo sustentabilidade em toda a cadeia — da saúde ao trade. Lançamentos e destaques do estande Entre as novidades apresentadas pela Mercur estão: A Mercur também acelera sua entrada no canal esportivo, buscando consolidar-se como referência em saúde e cuidado em movimento. A estratégia inclui aproximação com comunidades de corrida, caminhada, crossfit, beach tennis e padel. Estratégia ampliada no maior evento do setor A presença na Abradilan Conexão Farma 2026 — o maior encontro da indústria, distribuição e varejo farmacêutico do país — reforça o movimento da Mercur de estar cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. O evento oferece um ambiente propício para gerar negócios, apresentar inovações e fortalecer relações com parceiros estratégicos do Canal Farma.
Seara Gourmet apresenta linha Bridgerton em ativação temática sobre a parceria com a Netflix
A Seara Gourmet apresentou nesta quinta-feira (26) sua linha especial desenvolvida em parceria com a Netflix, inspirada no universo de Bridgerton. A data foi a mesma da estreia dos novos episódios da série, reforçando a conexão entre gastronomia e entretenimento que norteia a colaboração. O lançamento foi celebrado em um baile de máscaras na icônica Sala São Paulo, com ambientação inspirada na estética sofisticada da trama. O evento remeteu às grandiosas celebrações e encontros sociais que marcam a série, com ambientação imersiva inspiradas na estética sofisticada da trama. Durante o evento, os convidados puderam conhecer e degustar os produtos da nova linha Seara Gourmet by Netflix, que inclui Duo de Salames e Copa, panelinha de filé ao molho de pimenta e purê com queijo, panelinha de mousse com chocolate belga e um kit presenteável que combina o duo de salames com vinho e alho negro. A proposta é levar ao varejo uma experiência gourmet prática e sofisticada, ideal para recepções em ocasiões especiais. O baile reforçou o posicionamento de Seara Gourmet de celebrar os momentos de convivência e de receber bem em casa, conectando o universo aspiracional da série aos rituais contemporâneos de hospitalidade. Inspirada nas recepções, festas e jantares que conduzem grande parte da trama de Bridgerton, a marca convida o público a elevar seus encontros com produtos que unem conveniência, qualidade superior e apresentação refinada. “A parceria entre Seara Gourmet e a Netflix ganha ainda mais força quando se materializa em uma experiência como o nosso baile de máscaras. Na Sala São Paulo, trouxemos os rituais de receber que fazem parte do universo de Bridgerton, reforçando o compromisso da marca em valorizar e celebrar os momentos gourmet dentro de casa, com sofisticação, sabor e qualidade”, afirmou a diretora de marketing da Seara, Tannia Fukuda Bruno. “Bridgerton deixou de ser apenas uma série para se tornar um universo cultural vivo, com um fandom altamente engajado e social, que transforma cada momento em conversa. E a Netflix se relaciona com o fã também pela expansão de suas histórias para além das telas, criando experiências que façam sentido na rotina das pessoas. Parcerias como a de Seara Gourmet transformam entretenimento em algo tangível – não é só assistir, é viver sua história favorita no dia a dia, é a ficção na vida real dos fãs.”, comentou Fernanda Guimarães, diretora de Parcerias de Marca da Netflix para a América Latina.
Ser fitness virou símbolo de status para a Geração Z
Se por décadas o status esteve associado a patrimônio e, mais tarde, a experiências acumuladas, agora ele passa pelo corpo. A tendência fitness ganhou dimensão cultural e transformou o bem-estar em novo símbolo social, especialmente entre a Geração Z. Mais do que estética, trata-se de identidade. Energia, disciplina e constância passaram a comunicar sucesso. Nesse cenário, ser fitness deixou de ser hábito individual e se tornou marcador de posicionamento social. Para Camila Renaux, especialista em marketing estratégico, a mudança é estrutural. “Status sempre refletiu o que a sociedade valoriza. Hoje, equilíbrio físico e mental comunicam mais do que acúmulo de bens. O corpo virou expressão visível de disciplina e gestão pessoal”, afirma. Tendência fitness impulsiona o mercado de bem-estar O avanço não é apenas simbólico. Dados do setor compilados pela Zipdo mostram que o Brasil já conta com mais de 4,2 milhões de pessoas matriculadas em academias. O crescimento ajuda a explicar a expansão do mercado fitness e da chamada economia do bem-estar. Academias deixaram de ser apenas espaços de treino e passaram a funcionar como ambientes de socialização e pertencimento. “Não se vende só atividade física. Vende-se comunidade, estilo de vida e identidade”, analisa a especialista. A Geração Z e a mudança no comportamento de consumo A tendência fitness também reorganiza prioridades financeiras. Pesquisa do Datafolha aponta que mais da metade dos brasileiros pratica atividade física com alguma regularidade, indicando que o cuidado com o corpo deixou de ser nicho e passou a integrar o cotidiano da população. Esse movimento já se reflete na economia: segundo o relatório Panorama Setorial Fitness Brasil 2024, o faturamento anual do setor de academias no país saltou de R$ 11,8 bilhões para cerca de R$ 17 bilhões entre 2019 e 2024, evidenciando o aumento da demanda por serviços ligados à saúde e ao bem-estar. A mudança sinaliza uma nova lógica de consumo: menos excesso, mais eficiência. O investimento em saúde e performance passa a ser percebido como retorno concreto em qualidade de vida e imagem social. Impacto no varejo brasileiro e nas estratégias de marca No Brasil, os reflexos já aparecem nas prateleiras. Um levantamento da Scanntech aponta crescimento de 124% nas vendas de whey protein, além da expansão de versões zero e de baixa caloria em refrigerantes, energéticos e bebidas alcoólicas. Na análise da consultora de marketing, os números ajudam a explicar mudanças visíveis nas prateleiras e nas campanhas publicitárias. “As marcas passaram a destacar proteína, zero açúcar e baixa caloria como atributos centrais de comunicação porque os hábitos de consumo estão mudando. O consumidor quer sinalizar disciplina, controle e desempenho por meio das escolhas que faz.” Ela observa que o crescimento das categorias não representa apenas ajuste de portfólio, mas também de narrativa. “Esses elementos deixaram de ser diferenciais técnicos e passaram a integrar uma cultura. Por isso aparecem com mais força nas embalagens, nas redes sociais e nas campanhas.” Na visão da especialista, a reorganização de hábitos deve influenciar decisões de longo prazo. “Quando o consumidor prioriza atributos como proteína e zero açúcar, ele redefine critérios de escolha. As marcas que entenderem isso conseguem ajustar portfólio e comunicação de forma mais consistente”, explica. O wellness, portanto, deixou de ser nicho e se consolidou como linguagem social, impactando tanto o mercado fitness quanto o posicionamento estratégico das empresas.
Docusign incentiva transformação digital com a chegada da Galeria de Modelos ao Brasil
A Docusign, empresa pioneira na categoria de Intelligent Agreement Management (IAM), lançou para o Brasil a sua Galeria de Modelos de contratos. O portal permite o acesso a uma coleção de contratos pré-estruturados e editáveis, criados para apoiar a evolução digital da gestão de acordos. Ao centralizar modelos alinhados às melhores práticas jurídicas, o repositório permite que organizações e pessoas físicas iniciem a criação de contratos de forma simples, estruturada, sem esforços operacionais e de forma padronizada A Galeria de Modelos é respaldada por mais de 20 anos de experiência em gestão de contratos e certificações globais de segurança e conformidade. Os 20 modelos disponíveis na data do lançamento no Brasil são revisados por especialistas locais. Assim, a Docusign aplica sua expertise e tecnologia para criar uma experiência simples e segura, além de gerar impacto social. A Docusign busca facilitar o desafio de muitas empresas e equipes jurídicas que ainda dependem de uma combinação improvisada de soluções – contratos antigos ou recorrendo a ferramentas genéricas de IA que não garantem precisão ou segurança dos dados. Com a Galeria de Modelos, a Docusign contribui de forma prática para que as empresas possam profissionalizar sua gestão de contratos. “Com tanta informação e tecnologia disponíveis, é inaceitável que alguém ainda tenha que passar por essa etapa morosa do processo tradicional de elaboração de contratos, que envolve abrir um documento em branco e gastar horas estruturando algo do zero. Os modelos servem como um ponto de partida para que as empresas foquem nas questões do contrato que realmente agregam valor”, explica Heitor Miranda, Líder do Jurídico da Docusign na América Latina. “Agora, em poucos minutos é possível encontrar o modelo ideal e personalizá-lo. Essa é uma vantagem importante na criação de contratos, de acordo com as melhores práticas jurídicas”. Portfólio será continuamente ampliado Os modelos da galeria foram desenvolvidos a partir de casos de uso recorrentes e de alto valor, com a colaboração de especialistas das áreas de produto, jurídica e design. Essa abordagem garante documentos flexíveis, alinhados às necessidades de diferentes contextos de negócio, além de uma experiência integrada ao longo de todo o ciclo contratual. O resultado é a consolidação de processos mais eficientes, seguros e padronizados, que contribuem para a evolução da maturidade digital das organizações. Ao navegar pelos modelos disponíveis, é possível identificar rapidamente o contrato mais adequado e acessar orientações essenciais sobre sua utilização, incluindo diretrizes de cláusulas e informações indispensáveis para cada tipo de documento. É só abrir o modelo na plataforma Docusign – que tem acesso de teste gratuito –, realizar as adaptações necessárias e encaminhar o contrato para assinatura de maneira totalmente digital. A plataforma disponibiliza modelos que abrangem diferentes tipos de contratos, como locação e arrendamento, compra e venda, relações de trabalho, acordos financeiros, instrumentos legais e de responsabilidade, operações comerciais e prestação de serviços. Esse portfólio será continuamente ampliado, com a inclusão de novos modelos voltados a diferentes setores, regiões e casos de uso. A iniciativa reforça o compromisso da Docusign com a digitalização de processos críticos, promovendo mais agilidade, segurança e eficiência, para que o usuário tenha mais tempo para se concentrar no que acontece depois da assinatura.
Phelipe Siani reforça o time do SBT News e estreia como comentarista de negócios e tecnologia
Phelipe Siani é o novo comentarista de negócios e tecnologia do SBT News. A partir desta semana, ele participa todas as quintas-feiras, às 10h (de Brasília), no News Manhã. Com mais de 20 anos de carreira, Siani construiu uma trajetória sólida nas principais emissoras do país. No SBT, ele chegou a atuar como repórter nacional, alocado em Brasília e participou de coberturas internacionais de destaque, como reportagens na China, na Mongólia e na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010. “O grande diferencial desta volta é que, como comentarista, minha função é estar atento aos detalhes. Esta sempre foi minha preocupação, mas agora é missão.” Comenta Phelipe Siani. Formado em Relações Internacionais e com passagem por Globo e CNN, ele também atua como mentor em comunicação de alta performance e conselheiro consultivo. Hoje, Phelipe Siani é um comunicador que conecta conteúdo, negócios e tecnologia, levando ao público análises estratégicas e visão de mercado. No SBT News, ele chega para reforçar o compromisso do canal com informação qualificada e leitura crítica dos temas que movimentam o mundo digital e dos negócios. “Estou muito feliz em retornar a uma casa tão importante na minha carreira. Agora, num novo momento de vida, me sinto capacitado para contribuir com o debate e a análise de assuntos que conectam empreendedorismo e tecnologia. Dois assuntos que podem afetar diretamente, para melhor, a vida do brasileiro.” O “News Manhã”, com Lívia Zanolini e Lúcio Sturm, é exibido de segunda a sexta, das 08h30 às 11h (de Brasília).
Michelin anuncia aquisição da empresa de vedação industrial Flexitallic
No âmbito da estratégia “Michelin in Motion 2030”, o Grupo Michelin se apoia em sua expertise e know-how para crescer em novos mercados de alto valor agregado e anuncia a aquisição da Flexitallic, empresa de vedação industrial. O negócio representa uma complementação estratégica, já que ambas as empresas compartilham o compromisso com inovação e qualidade, atuando em escala global e criando sinergias significativas para o crescimento futuro. Com sede em Houston, Texas, a Flexitallic é líder mundial em juntas de alto desempenho para setores críticos como o de energia e de indústria química. A empresa é reconhecida pela confiabilidade e resistência de seus produtos em ambientes extremos onde a segurança é essencial. Com dezessete unidades no mundo, a Flexitallic fabrica uma gama completa de juntas compostas e componentes de vedação. Essa aquisição amplia consideravelmente o portfólio e a presença da Michelin no mercado de juntas, especialmente ao melhorar o acesso ao mercado de reposição. A Flexitallic emprega cerca de 1.200 pessoas e registrou um faturamento aproximado de 220 milhões de dólares em 2025. A operação deve ser concluída no primeiro semestre de 2026, sujeita aos ajustes habituais e à aprovação das autoridades antitruste. A aquisição será totalmente financiada com recursos próprios, por um valor não divulgado.
TEDxFortaleza celebra 13 anos como espaço de troca de ideias inovadoras e anuncia edição 2026
Criado em 2012 com o propósito de levar ideias transformadoras ao Ceará, o evento chega a 2026 celebrando 13 anos como o primeiro e maior TEDx oficial da capital cearense. Idealizado e organizado pelo empreendedor Victor Paiva, responsável por trazer o TEDx Fortaleza ao Brasil, o evento se consolidou como um espaço de troca, inspiração e formação de uma comunidade movida por ideias que merecem ser espalhadas. Ao longo de mais de uma década, construiu um legado expressivo: seis edições realizadas, mais de 80 palestrantes, mais de 10 mil inscritos disputando vagas presenciais, 30 milhões de visualizações das talks no YouTube e uma rede com mais de 50 voluntários que tornam cada edição possível. “O TEDxFortaleza nasceu da vontade de criar um palco responsável, capaz de amplificar histórias reais e ideias que transformam pessoas e contextos. Nunca foi sobre grandes nomes, mas sobre o que realmente precisa ser dito”, afirma Victor Paiva, organizador do evento e fundador da HIP, agência de marketing B2B com operação no Brasil, México e Canadá. “Acredito no storytelling não como técnica de marketing, mas como uma força que move pessoas, abre portas e transforma trajetórias. Foi essa crença que me fez trazer o TEDx para Fortaleza, em 2012, quando ainda não havia estrutura, patrocínio ou garantia de público. Havia apenas a convicção de que, quando alguém encontra a história certa no momento certo, algo muda por dentro e o que muda por dentro, inevitavelmente, muda por fora”, complementa. Segundo ele, o palco que começou como um sonho hoje reúne histórias de pessoas que transformam o mundo e segue sendo o lugar onde se materializa, ao vivo, tudo aquilo em que acredita: a história certa, contada da forma certa, é capaz de mudar o rumo das coisas. Sétima edição acontece em março de 2026 Marcando o retorno do evento após sete anos, o TEDxFortaleza 2026 acontece no dia 22 de março de 2026 (domingo), no Teatro RioMar Fortaleza, reunindo 12 palestrantes e 1.000 participantes, em uma experiência imersiva de 8 horas de programação, das 10h às 18h. Com o tema “Reconexão”, a nova edição propõe um reencontro entre pessoas, ideias e histórias que impactam a sociedade contemporânea. “Reconexão é sobre voltar a estar junto, ouvindo algo que importa. É reconectar Fortaleza ao circuito global de ideias e dar o tempo certo para histórias que precisavam de maturidade para serem contadas”, explica Victor. Um dia para transformar ideias O TEDxFortaleza 2026 foi pensado como uma experiência única de aprendizado, inspiração e networking, reunindo vozes que estão transformando suas áreas de atuação. Entre os palestrantes confirmados estão nomes como Bráulio Bessa, Dr. Alexandre Kalache, Dra. Ana Claudia Quintana, Igor Coelho (Flow Podcast), Vicente Carvalho (Razões para Acreditar), Adriano Rabelo (Colibri), entre outros pensadores, criadores e realizadores. “Um palco bem curado transforma não só quem fala, mas quem escuta”, reforça Victor Paiva. Sobre o TED e o TEDx O TED (Technology, Entertainment, Design) é uma organização sem fins lucrativos criada em 1984, dedicada a disseminar ideias por meio de palestras curtas e impactantes, com até 18 minutos. Seu lema é “Ideas worth spreading”. Os eventos TEDx são iniciativas independentes, organizadas localmente sob licença do TED, que mantêm o mesmo espírito de compartilhamento de ideias, adaptadas à realidade de cada cidade. O que é o TEDxFortaleza? O TEDxFortaleza é o primeiro e maior evento TEDx da capital cearense. Sua missão é criar um espaço de troca de ideias inovadoras, reunindo pessoas que estão transformando suas áreas de atuação e inspirando mudanças reais na sociedade. “O TEDxFortaleza é meu laboratório voluntário há 13 anos. É onde vivo, ao vivo, tudo o que acredito sobre o poder de uma boa história”, conclui Victor. SERVIÇO – TEDxFortaleza 2026 Local: Teatro RioMar Fortaleza – Fortaleza (CE) Data: 22 de março de 2026 (domingo) Horário: 10h às 18h Vagas: 1.000 pessoas (limitadas) Tema: Reconexão
Crescimento de chat commerce traz desafios de eficiência no varejo digital e e-commerce
O varejo digital e e-commerce brasileiro vive um ciclo de expansão que vai além do crescimento em faturamento, chegando a transformação estrutural na relação entre marcas e consumidores. O chat commerce, modelo de vendas focado no uso de aplicativos de mensagem, é uma das soluções que chegou para ficar. De acordo com o Global Growth Insights, O mercado global de plataformas de comércio conversacional, avaliado em US$ 11,33 bilhões em 2024, deve chegar a US$ 11,7 bilhões em 2025 e a US$ 15,53 bilhões em 2034, com crescimento anual de 3,19%. Aproximadamente 46% desse avanço será impulsionado por personalização via inteligência artificial, 34% por recursos de voz e 20% por ferramentas multilíngues. A integração com e-commerce móvel representa 29% da adoção global, e canais em mídias sociais com recursos conversacionais respondem por 25% do uso. Esse avanço traz desafios proporcionais, principalmente de sustentar eficiência, personalização e relacionamento em jornadas cada vez mais longas e distribuídas. “O consumidor não vive mais uma jornada linear. Ele entra, sai, pergunta, compara, volta. O Chat Commerce permite acompanhar esse movimento em tempo real, com contexto e inteligência, fazendo com que cada interação gere oportunidade de relacionamento. Os dados, a tecnologia e a IA podem auxiliar a organizar e automatizar os atendimentos em um só lugar e transformar tudo isso em escala e eficiência”, afirma Tiago Vailati, CEO da Loopia, plataforma especializada em Chat Commerce com agentes de IA. Além disso, o especialista ainda complementa que é necessário dar mais foco também para o pós-venda. “Em vez de enxergar essa etapa como centro de custo, as empresas passam a tratá-lo como um eixo estratégico de fidelização, recorrência e geração contínua de valor”, explica. E essa virada só é possível quando tecnologia e dados deixam de operar de forma isolada. Soluções de Chat Commerce mais maduras atuam de maneira integrada, conectando marketplaces, e-commerces e redes sociais em um único ambiente de atendimento. “É nesse ponto que a automação deixa de ser apenas resposta rápida e passa a ser inteligência aplicada à conversão e à experiência”, complementa Tiago. O CEO da Loopia também é autor do livro Chat Commerce, guia prático para empreendedores, líderes de marketing, vendas e atendimento que desejam entender essa nova lógica do consumo e se preparar para um mercado cada vez mais orientado por conversas. Ao longo da obra, o autor compartilha aprendizados práticos, exemplos de marcas que estão à frente desse movimento e caminhos para aplicar o Chat Commerce de forma estratégica, indo além do atendimento operacional e criando relações de confiança que impulsionam vendas e fidelização. “O uso estratégico da ferramenta pode elevar em até 50% a taxa de conversão, automatizar 92% dos atendimentos e reduzir o tempo médio de resposta para cerca de 30 segundos. Mais do que ganhos operacionais, esses indicadores apontam para um novo patamar de maturidade do setor, no qual eficiência e personalização deixam de ser forças opostas e passam a operar de forma complementar”, finaliza Tiago.
Marketing Gastronômico: 5 dicas para tornar o marketing um diferencial competitivo
De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest, divulgada em março de 2025, o marketing é considerado relevante para 88% das empresas brasileiras, sendo que 78% dos profissionais do segmento perceberam crescimento na importância da área nos últimos anos. No setor gastronômico, não poderia ser diferente, a ferramenta tornou-se parte central da estratégia de negócios. Segundo Angela Lessa, consultora de marketing da Associação das Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra), que há 23 anos atua no fomento de informações de qualidade e atualizada sobre o mercado de pizzarias, eventos como o Pizza Summit, considerado o maior evento do setor no país, são cruciais para impulsionar a aplicação do marketing gastronômico no dia a dia. “Um dos maiores desafios enfrentados pelas empresas do segmento é se destacar em meio à concorrência porque o consumidor está mais sensível a experiências e atento à coerência entre o que a marca promete e o que entrega. Por isso, participar de eventos que estimulam a aplicação do marketing na rotina da empresa é fundamental, visto que, são nesses ambientes que os empresários têm acesso a estratégias práticas, tendências de consumo e insights que podem ser rapidamente incorporados à operação, fortalecendo a marca, a relação com o cliente e, consequentemente, os resultados do negócio”, explica Angela. Neste cenário, a consultora de marketing da Apubra traz uma curadoria do que foi apresentado nos painéis na última edição do Pizza Summit com 5 dicas práticas que vão ajudar as empresas a transformar o marketing gastronômico em diferencial competitivo. Confira: Para 2026, a consultora de marketing da Apubra reforça que o Pizza Summit revelou que o foco estará cada vez mais na experiência, pois consumidores querem sentir, se conectar e se identificar com as marcas, e não apenas consumir produtos. “Temos observado um movimento muito interessante entre os associados da Apubra, que também reflete o mercado gastronômico: se antes muitos viam o marketing apenas como ‘propaganda’, hoje a maioria já compreende que ele é um canal estratégico para entender o mercado, definir posicionamento, criar diferenciais e direcionar ações de crescimento. Grande parte desses temas foi abordada no Pizza Summit, onde especialistas e empresários compartilharam suas estratégias e os resultados que vêm alcançando. Aqui procurei reunir os pontos principais que podem contribuir com o planejamento e ações para 2026”, finaliza Angela.
Cibra lança versão interna da assistente virtual Cibele e avança na digitalização da gestão de pessoas
Iniciativa integra o Projeto Gente+ e a implantação do SAP SuccessFactors, fortalecendo a experiência digital do colaborador. A Cibra, uma das maiores e mais inovadoras empresas de fertilizantes do Brasil, lança a versão interna da Cibele, assistente virtual que já atende clientes da companhia. Desenvolvido pela Teclógica, empresa catarinense com expertise em serviços gerenciados de TI, projetos sob medida e integrador de soluções digitais para a indústria e agronegócio, o sistema surgiu para resolver um gargalo recorrente nas organizações: o alto volume de dúvidas sobre normas, políticas e processos internos. Na primeira fase de operação, a Cibele já responde de forma autônoma 45% das perguntas recebidas, garantindo agilidade no atendimento e padronização das informações. A solução foi implementada de forma integrada entre as áreas de tecnologia, inovação e gestão de pessoas, com foco em usabilidade e clareza. Questões frequentes sobre benefícios, reembolsos, prazos de férias e diretrizes internas estão entre as mais acessadas e são solucionadas instantaneamente, sem necessidade de interação humana. As respostas incluem links diretos para documentos e políticas, ampliando a transparência e a confiabilidade das informações. Quando a Cibele identifica demandas mais complexas, direciona o colaborador aos canais responsáveis. A iniciativa faz parte do Projeto Gente+, programa de transformação da gestão de pessoas da Cibra, que inclui a implantação do SAP SuccessFactors, plataforma na qual são executados e organizados os processos e procedimentos estruturados a partir de estudos conduzidos pela área de Gente. Enquanto a Cibele atua como ponto de acesso rápido para orientações e esclarecimento de dúvidas do dia a dia, o SuccessFactors consolida os fluxos de gestão em um ambiente único, seguro e escalável. A integração das duas soluções reduz dependências operacionais, padroniza os dados e amplia a autonomia dos colaboradores, que passam a acessar informações e executar rotinas de forma mais simples e digital. “A Cibele nos ajuda a escalar o acesso à informação com rapidez e consistência. Com isso, o RH ganha tempo para atuar de forma mais estratégica, enquanto os colaboradores têm autonomia para resolver questões do dia a dia em poucos segundos”, afirma Albérico de Souza, diretor Administrativo da Cibra. A companhia, que conta, atualmente, com 1.300 colaboradores, prevê a ampliação das funcionalidades da assistente ao longo de 2026, incluindo integrações com sistemas corporativos, automação de fluxos operacionais, geração de relatórios e apoio a processos administrativos e de atendimento interno. A expectativa é que a digitalização e a automação reduzam em até 30% o volume de chamados operacionais internos.
Modelo carioca Laura Schulze estreia na Semana de Moda de Milão
Diretamente do Rio de Janeiro para as passarelas italianas, a modelo carioca Laura Schulze estreou na Semana de Moda de Milão de 2026. Nesta quarta e sexta-feira, a jovem de 23 anos participou dos desfiles de outono/inverno das grifes Fendi e Moschino. A estreante comemora o atual momento da carreira, iniciada há pouco mais de três anos. “Tudo é muito novo para mim. Há pouco tempo, eu estava na faculdade estudando Economia e, agora, estou correndo pelas ruas de Milão para fazer shows da Fashion Week. É diferente mas, ao mesmo tempo, muito feliz, por todas as lutas e batalhas que enfrentei”, afirma. Agenciada pela Mega Model Brasil, Laura foi descoberta por um “olheiro” enquanto ia à praia com amigos no Rio de Janeiro. Após alguns testes, trancou a matrícula na faculdade de Economia, que cursava na Ibmec, no Centro do Rio, e viajou para a Europa para se dedicar à nova carreira. Baseada em Londres, atuou na cidade e também na Alemanha e Espanha, participando de diversas revistas e editoriais. No ano passado, Laura se mudou para Milão, onde deu início à sua temporada internacional durante a semana de moda masculina. No mesmo ano, veio ao Brasil para participar de desfiles pontuais de marcas como Misci e Alexandre Herchcovitch, além de campanhas para Birman e Sauer. Inspirada pela modelo chinesa Liu Wen, que considera uma pessoa e profissional incrível, a carioca deseja incentivar outros jovens que desejam seguir o caminho da moda: “O segredo é nunca desistir porque uma hora vai dar certo. Sempre que sentir vontade de parar, é nesse momento que não deve parar e insistir ainda mais, porque vai dar certo. É nisso que acredito”.
Sheraton Grand Rio & Resort anuncia nova Diretora de Vendas e Marketing
Com mais de 20 anos de trajetória na hotelaria, Elizandra Demczyszyn assume a Diretoria de Marketing e Vendas do Sheraton Grand Rio Hotel & Resort, fortalecendo a estratégia comercial de um dos principais resorts urbanos do país. A executiva retorna ao hotel após uma carreira consolidada no setor, que inclui 13 anos de atuação no próprio hotel. Nesse período, passou por diferentes posições nas áreas de vendas, grupos e eventos, com forte participação em planejamento comercial, gestão de contas estratégicas e liderança de equipes multifuncionais. “Voltar para casa depois de 20 anos de hotelaria tem um gosto especial. Foram 13 anos aprendendo cada detalhe deste hotel. Assumir agora a Diretoria de Vendas & Marketing é retornar a um lugar que faz parte da minha história”, afirma Elizandra. Nos últimos dois anos, a executiva esteve à frente da Diretoria de Gerenciamento de Eventos do Renaissance São Paulo Hotel, onde liderou a integração entre operação, vendas e experiência do cliente, com foco em performance financeira, excelência na entrega e alinhamento aos pilares da Marriott International. Sua atuação também inclui a liderança de equipes em momentos desafiadores do setor, como a pandemia, além da condução de estratégias comerciais em cenários de alta complexidade. “Conheço profundamente o hotel, o time e o mercado, e enxergo com clareza as oportunidades para fortalecer nossa liderança no segmento de resorts urbanos”, destaca. “Meu compromisso é desenvolver uma estratégia comercial sólida, com resultados consistentes para clientes e parceiros, ampliando nossa presença nos segmentos corporativo, de eventos e lazer, sempre com excelência em hospitalidade.” Formada em Turismo e Ciências Contábeis, Elizandra reúne uma visão integrada de comercial, financeira e operacional do negócio hoteleiro. À frente da Diretoria de Marketing e Vendas, terá como foco o crescimento sustentável do Sheraton Grand Rio, promovendo uma atuação cada vez mais conectada entre vendas, marketing e operação. “Tenho um time extraordinário e acredito no crescimento coletivo. Quero que esta nova fase seja marcada por colaboração, estratégia e resultados concretos”, conclui.
Matheus e Kauan ampliam atuação no mercado e se tornam embaixadores do BTG, firmando o maior contrato publicitário de sua trajetória
O Summit BTG 2026, realizado nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, na capital paulista, foi palco de um dos anúncios mais marcantes do ano no mercado financeiro e no entretenimento nacional. A dupla Matheus & Kauan foi oficialmente apresentada como nova embaixadora do BTG Pactual, que passa a adotar o lema “O banco da música brasileira”. O anúncio foi feito ao vivo às 20h, ao lado do CEO Roberto Sallouti para uma plateia com mais de 7 mil parceiros do banco, consolidando uma união estratégica entre duas potências que representam performance, conexão e protagonismo em seus segmentos. A parceria marca o início de uma série de ações conjuntas que serão desenvolvidas ao longo de 2026, reforçando o novo posicionamento do BTG no cenário cultural brasileiro. A proposta é aproximar ainda mais a instituição do universo da música — uma das maiores expressões da identidade nacional. Além da presença no evento, Matheus & Kauan participaram ativamente da programação do Summit e protagonizaram um dos momentos mais aguardados do dia: um pocket show exclusivo para os convidados com os hits “Quarta Cadeira”, “A Nossa Praia”, “Te Assumi Pro Brasil”, “Que Sorte a Nossa” entre outras.
TMB realiza 5ª edição do “Tem Mais nos Bastidores” com foco em reunir infoprodutores para discutir gestão empresarial
A 5ª edição do evento “Tem Mais nos Bastidores” será realizada nos dias 30 e 31 de março de 2026, no TMB Hall, em São José dos Campos (SP). Com foco no amadurecimento do mercado de negócios digitais, o encontro tem como tema “A Jornada” e é idealizado por Reinaldo Boesso, cofundador e CEO da TMB, fintech especializada em soluções de parcelamento via boleto e Pix voltadas a infoprodutores. A participação é restrita a profissionais previamente selecionados por meio de inscrição no site do evento.. O conteúdo é direcionado a infoprodutores, propondo uma discussão empresarial sobre estrutura de caixa, governança, operação e gestão de risco. O objetivo é tratar o crescimento no ambiente digital como um processo estratégico e sustentável, e não apenas como resultado de lançamentos pontuais ou picos de vendas. Segundo Boesso, o setor vive uma fase de transição necessária. “O mercado digital deixou de ser um espaço de experimentação e passou a exigir maturidade empresarial. Quem não organiza caixa, contratos e processos dificilmente atravessa ciclos de crescimento com previsibilidade”, afirma. Ao longo das edições anteriores, o “Tem Mais nos Bastidores” consolidou-se como espaço para discussão de bastidores operacionais do setor. A quarta edição reuniu mais de 300 participantes. Dando continuidade a esse legado, para 2026, a escolha do tema “A Jornada” reflete a necessidade de tratar o negócio digital como empresa estruturada. “Crescer é importante, mas sustentar o crescimento é o que define quem permanece no mercado”, destaca Boesso. Ele reforça que a falta de processos formais gera gargalos de liquidez quando o faturamento aumenta. Na avaliação do executivo, o ciclo atual exige mais disciplina do que euforia. “O mercado digital não acabou. Ele amadureceu. E maturidade exige governança, controle e visão de longo prazo. O ‘Tem Mais nos Bastidores’ é um espaço para discutir exatamente isso: como atravessar a jornada com estrutura e não apenas com entusiasmo”, conclui. Serviço
2026: A maior reestruturação tributária em 30 anos exige choque de governança nas empresas brasileiras
Empresários brasileiros iniciam 2026 sob a pressão de uma “tempestade perfeita” regulatória: a entrada em vigor da Reforma Tributária e o endurecimento das normas de saúde ocupacional (NR-1). A regulamentação da reforma sobre o consumo, aprovada pela Emenda Constitucional 132 de 2023, entrou em vigor ao mesmo tempo em que a Norma Regulamentadora 1 reforça as exigências relacionadas à segurança no trabalho. Para quem está à frente de um negócio, o impacto se espalha por áreas sensíveis como custos, formação de preços, folha de pagamento e organização interna A reforma cria dois novos tributos, a Contribuição sobre Bens e Serviços e o Imposto sobre Bens e Serviços, que substituirão PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS ao longo de uma transição que se estende até 2033. A promessa do governo é simplificar um sistema historicamente complexo. Hoje, o contencioso tributário brasileiro ultrapassa 75% do PIB, segundo estudo do Insper, um dado que dimensiona o tamanho do problema. O Ministério da Fazenda sustenta que a mudança tende a reduzir litígios e dar mais racionalidade à cobrança de impostos. Para Marcus Marques, especialista em gestão de pequenas e médias empresas e fundador do Grupo Acelerador, o risco está na inércia. “O empresário que deixar para entender a reforma quando ela já estiver impactando o caixa vai correr atrás do prejuízo. 2026 é o momento de revisar enquadramentos, simular cenários e organizar processos”, afirma. Ele observa que a alteração não é apenas técnica. Ao mexer na lógica de créditos tributários e na composição dos preços, a reforma exige visão estratégica. Essa nova camada de governança exigida pelo Estado não se restringe aos impostos; ela avança para o chão de fábrica e para o escritório. Enquanto a agenda fiscal avança, a atualização da NR 1 consolida a obrigatoriedade do Programa de Gerenciamento de Riscos para a maioria das empresas. A norma reforça a necessidade de mapear perigos, documentar procedimentos e estruturar planos de ação. Dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, iniciativa do Ministério Público do Trabalho em parceria com a OIT, mostram que o país ainda registra centenas de milhares de acidentes laborais por ano, o que mantém o tema sob pressão permanente. Na avaliação do empresário, muitos negócios ainda tratam a saúde ocupacional como item burocrático. “Gestão de risco não pode ser vista como formalidade. Uma autuação ou uma ação trabalhista pode comprometer o resultado de anos. Quando a empresa organiza seus controles, ela protege a margem e o patrimônio”, diz. Para ele, a integração entre áreas contábil, jurídica e operacional deixa de ser recomendação e passa a ser prática indispensável. O desafio ganha peso quando se considera que as pequenas e médias empresas respondem por cerca de 30% do PIB brasileiro e por mais de 55% dos empregos formais, segundo o Sebrae. São organizações que operam com estruturas enxutas e menor capacidade de absorver erros de planejamento, o que torna cada ajuste regulatório mais sensível. A avaliação de Marques dialoga com um movimento mais amplo de profissionalização do empreendedorismo. Nos últimos anos, o país registrou recordes de abertura de empresas, impulsionadas pela digitalização e pela busca de renda alternativa. O aumento do número de CNPJs, porém, não foi acompanhado na mesma proporção por estruturas de governança e planejamento. Para o mentor de empresários, a nova fase regulatória decreta o fim da era do amadorismo e tende a acelerar uma seleção natural entre negócios que operam com método e aqueles que dependem de improviso. Na prática, isso significa que temas antes restritos a grandes corporações passam a integrar a rotina de pequenos e médios empresários, como simulações tributárias de longo prazo, gestão integrada de riscos e definição clara de indicadores de desempenho. “Quem tratar 2026 apenas como mais um ano fiscal vai perder competitividade. O empresário precisa enxergar essas mudanças como oportunidade de organizar a casa e ganhar eficiência estrutural”, afirma. A soma de reforma tributária, reforço das normas de segurança e maior cobrança por governança aponta para um ambiente menos tolerante ao improviso. “O empresário brasileiro sempre foi resiliente, mas agora precisará ser também previsível. Quem dominar seus números e processos terá vantagem competitiva”, diz. O que se desenha é um ciclo em que planejamento fiscal, controle de riscos e disciplina de gestão deixam de ser diferenciais e passam a ser condição básica para sustentar crescimento. Em um país que convive há décadas com instabilidade normativa, 2026 inaugura um teste prático de adaptação para quem quer manter a competitividade em um ambiente mais transparente e exigente.
Thiago Gardinali reforça o jornalismo do SBT e passa a integrar a programação da emissora
O SBT anuncia a contratação do jornalista Thiago Gardinali, que passa a ser o novo apresentador do “Se Liga, Brasil”, o mais novo telejornal da emissora que estreia na próxima segunda-feira, 02 de março, às 6h (horário de Brasília). Com uma trajetória consolidada e reconhecimento por sua atuação em coberturas nacionais e internacionais, o profissional reforça o compromisso do canal com a informação de qualidade. “Estamos certos de que a vinda do Gardinali agregará valor à programação e contribuirá para aumentar o público”, diz Leon Abravanel, vice-presidente de conteúdo e comunicação do SBT. Em 2026, Gardinali completa trinta anos de carreira atuando como repórter, apresentador, produtor e diretor de televisão. Ao longo de sua trajetória, foi correspondente internacional nos Estados Unidos, como setorista na Casa Branca, além de ter trabalhado na Europa, onde morou na Itália e na França. Cobriu a Guerra do Iraque, permanecendo por alguns meses em Bagdá, bem como as Olimpíadas na China e a Copa do Mundo na África do Sul. No Brasil, realizou reportagens em diversas editorias, incluindo a cobertura de acidentes aéreos, enchentes, crimes, eventos culturais e esportivos. Também apresentou programas de debate, de auditório e telejornais. Tradutor de italiano, francês e inglês, é ainda colecionador de histórias em quadrinhos. Ao comentar sua chegada à emissora, o jornalista destaca: “Integrar o time do SBT é a realização de um sonho para mim. Como um estudioso e apaixonado por televisão, estar na emissora criada por Silvio Santos tem um significado especial por tudo o que o SBT representa para a radiodifusão e a comunicação. Eu cresci assistindo o SBT, conheço de cor todos os programas que já compuseram a grade da emissora e agora tenho o prazer imensurável de fazer parte dessa programação”. O “Se Liga, Brasil” é um telejornal que manterá o espectador informado logo cedo, com as principais notícias do Brasil — com o reforço das afiliadas do SBT — e do mundo, por meio dos correspondentes internacionais. A atração aposta no equilíbrio entre notícias policiais e pautas mais leves, incluindo temas que repercutem nas redes sociais. Outro destaque são as grandes reportagens especiais: além de comandar o telejornal no estúdio, o apresentador também percorrerá as ruas em busca das informações. Thiago se define por uma comunicação simples e direta, com linguagem popular, clara e explicativa. Mantém a seriedade nos temas mais densos e busca descontração e leveza sempre que o assunto permite. Conversa com o telespectador como se estivesse falando com familiares e amigos, sempre com respeito, verdade e emoção. “Eu nunca deixei de ser repórter. Mesmo apresentando no estúdio, sempre estive nas ruas, e isso é importante por dois motivos. O primeiro é o faro jornalístico, a apuração dos acontecimentos em campo. Isso faz toda a diferença para ancorar um telejornal. E o segundo é o contato direto com o povo, o corpo a corpo, o termômetro da audiência ao lado de quem nos assiste”, afirma Gardinali. O público poderá sugerir pautas e enviar informações por meio do WhatsApp (11) 99738-5533 “Se Liga, Brasil” será exibido de segunda a sexta, das 6h00 às 8h30, no SBT.
Fundador assume 100% da JobHome e reposiciona empresa para acelerar setor de atendimento com IA
A JobHome, empresa brasileira especializada em Customer Service (CS) e Customer Experience (CX) com uso intensivo de tecnologia e inteligência artificial, passa a ser integralmente controlada por seu fundador, Geraldo Brasil. O movimento marca uma nova fase estratégica da companhia, que vem registrando forte crescimento e aposta na ampliação do uso de IA para atendimento de bancos, fintechs e empresas reguladas. Segundo Geraldo Brasil, a consolidação do controle societário busca acelerar decisões estratégicas, ampliar investimentos em tecnologia e fortalecer o posicionamento da JobHome como parceira de transformação digital, principalmente no setor financeiro. “Estamos vivendo uma virada no modelo de relacionamento com clientes, e a IA aplicada ao atendimento deixou de ser tendência para se tornar infraestrutura competitiva”, afirma. A empresa tem direcionado esforços para soluções que combinam automação inteligente, análise de dados e atendimento humano especializado, abordagem considerada crítica especialmente para segmentos com alta exigência regulatória, como bancos, seguradoras e fintechs. “O mesmo treinamento que oferecemos para pessoas, nós oferecemos para as nossas IAs, que vão oferecer o primeiro atendimento com mitigação de erros, reduzindo possíveis falhas humanas que muitas vezes custam caro para as empresas. Mas tudo isso sem deixar de lado as pessoas: seguimos treinando pessoas para oferecer o melhor atendimento para as marcas, sendo um segundo passo do processo, pois muitas dúvidas podem ser resolvidas com um atendimento automatizado bem estruturado e planejado”, ressalta Brasil. O reposicionamento ocorre em um momento de expansão do mercado de CX orientado por inteligência artificial, impulsionado pela demanda por eficiência operacional, hiperpersonalização de serviços e redução de custos em operações de atendimento. Com a nova estrutura societária, a expectativa da JobHome é ampliar parcerias estratégicas, acelerar inovação tecnológica e consolidar sua atuação como fornecedora de soluções avançadas de experiência do cliente para o setor financeiro e para empresas em processo de digitalização.
Evento Gratuito: Colégio Piaget abre portas para comunidade em Feira de Profissões neste sábado (28)
No próximo sábado, dia 28 de fevereiro, o Colégio Piaget promove sua tradicional Feira de Profissões, conhecida como o maior evento do gênero na região do Grande ABC. Das 8h às 12h30, a instituição abre suas portas para estudantes, pais e interessados em explorar as transformações do mundo do trabalho e as diversas possibilidades de trajetórias acadêmicas. O evento é estruturado em três eixos principais. O “Diálogo com o Sucesso” promove o reencontro de ex-alunos do Piaget, hoje profissionais estabelecidos em áreas como Engenharia, Medicina e Empreendedorismo, com os atuais estudantes, divididos pelas quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas, Matemática e Ciências da Natureza. Simultaneamente, o público terá acesso a um hub de oportunidades com estandes de instituições de prestígio, incluindo FEI, FMABC, ESPM, Mauá, UFABC, FAAP e Belas Artes, além de agências de intercâmbio. O encontro também conta com palestras temáticas sobre orientação vocacional e as tendências do mercado de trabalho. “Nosso objetivo é criar uma ponte real entre o ambiente escolar e o mercado. A feira reflete a filosofia do nosso Novo Ensino Médio, onde o aluno tem autonomia para trilhar eletivas que conversem com suas aspirações”, afirma Erika Rinaldi, Coordenadora de Itinerários Formativos do Colégio Piaget. O evento destaca ainda como a estrutura pedagógica do Piaget prepara líderes para os desafios contemporâneos, equilibrando a excelência acadêmica exigida pelos vestibulares com o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. “A troca direta com quem já vivenciou o cotidiano universitário ajuda a reduzir as incertezas típicas da fase pré-vestibular, transformando a pressão da escolha em uma jornada de descoberta inspiradora”, finaliza Rinaldi. Serviço Evento: Feira de Profissões Colégio Piaget 2026 Data: 28 de fevereiro (sábado) Horário: Das 8h às 12h30 Local: Colégio Piaget
IA deixa de ser “curso do futuro” e vira formação de urgência, mas acesso gratuito ainda é exceção
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante e passou a ocupar o centro das decisões acadêmicas e profissionais no Brasil. No Sisu 2026, o número de graduações ligadas à área saltou de 4 para 27 cursos, somando 1.496 vagas. A maioria dessas formações foi aprovada entre novembro e dezembro de 2025, em resposta direta à pressão do mercado por profissionais especializados. “A inteligência artificial deixou de ser uma tendência futura e virou uma competência básica para o presente. O problema é que o acesso a essa formação ainda é profundamente desigual”, afirma Ana Letícia Luca, CRO da Escola da Nuvem, organização da sociedade civil que oferece formação gratuita em computação em nuvem e IA generativa para pessoas em situação de vulnerabilidade. Apesar da expansão, o acesso gratuito segue limitado e regionalmente concentrado. Em São Paulo, a UFSCar tornou-se a única universidade pública do estado a criar um bacharelado específico na área. Na região Norte, apenas uma universidade oferece o curso pelo Sisu. A UFT é a única do país com um bacharelado interdisciplinar em inteligência artificial, enquanto Minas Gerais concentra a maior parte das graduações ofertadas. Para Ana Letícia, o desenho atual reforça desigualdades históricas. “Quando apenas uma região do país concentra a maior parte das vagas e o ensino gratuito é restrito, o risco é aprofundar assimetrias que já existem no acesso à educação e ao trabalho”. Nesse cenário, iniciativas fora do ensino superior tradicional ganham relevância. A Escola da Nuvem atua com programas profissionalizantes totalmente gratuitos em computação em nuvem AWS e inteligência artificial generativa, com foco na rápida inserção no mercado de trabalho. “A universidade está se movimentando, o que é positivo, mas a velocidade do mercado é muito maior do que a capacidade de expansão do ensino superior. Por isso, modelos alternativos e gratuitos de formação são essenciais”, diz a executiva. A expansão das graduações em IA está alinhada ao PBIA (Plano Brasileiro de Inteligência Artificial), que prevê ações de formação, capacitação e requalificação profissional em larga escala para reduzir a dependência do país de tecnologias e talentos estrangeiros. Segundo o MEC, o movimento ocorre no âmbito do programa Universidades Inovadoras e Sustentáveis, lançado em outubro de 2025, que apoia a criação de cursos, a ampliação de vagas em áreas STEM e o fortalecimento dos núcleos de inovação tecnológica. A alta procura reforça a mudança de mentalidade dos estudantes. Na UFG, o curso de inteligência artificial superou medicina e se tornou o mais concorrido da universidade. Para a Escola da Nuvem, o dado evidencia a urgência da discussão sobre acesso. “A formação em inteligência artificial não pode ser privilégio de quem tem tempo, renda ou acesso a determinadas universidades. Estamos falando de uma competência essencial para gerar renda agora”, afirma Ana Letícia. Segundo ela, o debate central já mudou. “A questão não é se o Brasil vai formar profissionais em IA, mas quem vai conseguir se formar. Se não houver ações coordenadas entre universidades, políticas públicas e organizações da sociedade civil, a IA corre o risco de se tornar mais um fator de exclusão, e não de desenvolvimento”.
Na era dos memes, quem protege empresários e celebridades quando a reputação vira entretenimento?
Imagine a seguinte cena: uma empresária em ascensão se prepara para falar com a imprensa e, em um ensaio, seu assessor de comunicação simula uma entrevista difícil, trazendo à tona perguntas sobre temas que ela preferiria evitar. Mesmo desconfortável, ela entende que o treino é necessário. É justamente nesse tipo de exercício que se constrói a capacidade de lidar com perguntas inesperadas vindas de jornalistas, evitando constrangimentos que possam prejudicar sua imagem e a reputação de sua empresa. Esse processo é conhecido como media training, uma prática que capacita empresários, líderes, políticos e porta-vozes a se relacionarem de forma segura e clara com a mídia e, por consequência, com o público. O treinamento é geralmente conduzido por profissionais de comunicação e assessorias de imprensa que conhecem a fundo o funcionamento das redações e a lógica das entrevistas, ajudando o porta-voz a transmitir suas mensagens com confiança, clareza e foco. Com mais de 20 anos de experiência na área, a jornalista Patrícia Stedile, fundadora e CEO da Engenharia de Comunicação, ressalta que o media training previne contra gafes, inconsistência de informações e insegurança em situações como entrevistas e atendimento a jornalistas. “Em especial nos tempos atuais, em que qualquer escorregão, qualquer falha pode virar um meme, é imprescindível para uma marca ou liderança contar com o media training por meio do suporte de uma assessoria de imprensa. Esta vai fornecer orientação e treinamento para atender jornalistas e influencers, além de apoiar fornecendo informações, dados e destacando pontos que precisam ser abordados em uma matéria”, explica a jornalista. A pessoa e a organização assessoradas podem – e devem – cobrar por esse suporte contínuo, inclusive o acompanhamento dos momentos de entrevistas. Quando isso não for possível – com as facilidades de comunicação digital, muitas vezes o contato entre jornalista e entrevistado acaba se dando de forma direta –, a assessoria deve atuar ficando a par do tema da entrevista, fornecendo ao assessorado as informações necessárias, transmitindo estímulo e confiança, para que ele se sinta seguro. “Muitas vezes”, explica Patrícia Stedile, “o assessorado não dispõe ou não se lembra de detalhes de um tema de um release que motivou a realização daquela entrevista. É a assessoria de imprensa, que acompanhou todo o processo, que tem essas informações em maiores detalhes. Então, o assessor pode orientar sobre o que destacar, o que falar, como se posicionar diante da câmera, preparando o assessorado antes de atender o jornalista”. A falta dessa preparação pode custar caro: um dado equivocado, uma resposta prolixa ou atravessada, instabilidade e insegurança, entre outros comportamentos, podem, como bem define a linguagem coloquial, “dar ruim”. “Reverter aquela imagem negativa criada, desmentir uma informação, enfim, reparar os erros se torna difícil e leva tempo”, sublinha a CEO da Engenharia de Comunicação. Era o que, voltando à imaginação do começo do texto, o assessor queria evitar que acontecesse com a assessorada. Até porque, na trama, a empresária estava dando um novo passo na carreira, expandindo seus negócios. Ainda inexperiente no campo das relações comunicacionais, precisava daquela capacitação. Mas, conforme ressalva Patrícia Stedile, media training é imprescindível tanto a debutantes no contato com a imprensa como a veteranos. “A capacitação deve ser contínua, diante da velocidade de transformações da mídia.”
Havan, em parceria com a WAP, realiza limpeza da maior Estátua da Liberdade do país
Nesta sexta-feira, 27, a megaloja da Havan em Barra Velha (SC) recebe uma ação especial: a limpeza da Estátua da Liberdade, realizada em parceria com a WAP. A programação segue até segunda-feira, 2. A estátua de Barra Velha é a maior do Brasil, com 57 metros de altura, e se tornou um dos principais símbolos da rede. Para executar o trabalho, a WAP utilizará as lavadoras de alta pressão profissionais L Profi 4000 e L Profi 2500, equipamentos escolhidos pela eficiência e desempenho na operação. O dono da Havan, Luciano Hang, explica que a parceria com a WAP é de longa data. “É uma empresa que tem equipamentos de alta qualidade. Para uma estrutura desse tamanho, precisamos de eficiência e segurança na operação. A WAP entrega exatamente isso”. Luciano ressalta que a iniciativa está alinhada com a rotina da empresa. “Na Havan, a gente preza por limpeza e organização. Esse cuidado faz parte da nossa rotina. Queremos que o cliente entre na loja e se sinta bem, em um ambiente agradável, bonito e bem-cuidado. Essa parceria com a WAP nos deixa felizes, porque une duas marcas fortes em uma ação que mostra, na prática, esse cuidado que temos todos os dias”.
Reality de churrasco da RPC, afiliada da Globo no Paraná, aposta em duplas anônimas na nova temporada
Vem aí mais uma temporada de O Grande Assador, o reality de churrasco da RPC, afiliada da Rede Globo no Paraná. E este ano a competição chega com uma novidade: as vagas estão abertas para o público. Pela primeira vez, duplas anônimas poderão disputar o título e mostrar que mandam bem na brasa. A proposta é dar protagonismo a gente comum, com histórias reais e paixão pelo churrasco. Pessoas de todo país podem se inscrever até 8 de março, mas atenção porque ao menos um integrante da dupla deve ser morador do Paraná. As selecionadas vão encarar provas que testam não só a habilidade no preparo das carnes, mas também a técnica, a criatividade, a desenvoltura diante das câmeras e o desempenho sob a pressão de um verdadeiro desafio de churrasco. Apresentado pelo especialista Marcos Canan, o programa combina tradição, técnica e emoção em provas que colocam à prova os conhecimentos e a paixão pelo churrasco. Ao longo de seis episódios, as duplas enfrentam desafios que testam domínio de cortes, preparo de carnes, técnica e criatividade. A cada etapa, jurados de peso avaliam as provas e definem quem avança na disputa pelo título de Grande Assador. A temporada segue até 9 de maio, quando será revelado o Grande Assador de 2026. As inscrições seguem abertas até 8 de março, exclusivamente pelo aplicativo Você na RPC. Para participar, é necessário preencher o formulário e enviar um vídeo de até um minuto contando a história da dupla e porque merecem entrar no programa. Veja mais em www.rpc.com.br/ograndeassador
AISphere lança robôs de cobrança com IA para transformar a recuperação de crédito no Brasil
A AISphere, empresa brasileira de inteligência artificial e análise de dados para o setor financeiro, acaba de lançar uma nova geração de robôs de cobrança baseados em IA generativa. A solução utiliza um sistema de multiagentes capazes de planejar estratégias, conversar de forma personalizada com cada perfil de devedor e negociar condições de pagamento em múltiplos canais, como WhatsApp, SMS, e-mail e voicebot. Nas primeiras operações, a tecnologia apresentou resultados expressivos: aumento de 18% no volume de acordos fechados, redução de 35% nos custos de cobrança e diminuição de 27% no tempo médio até a aceitação da proposta. A expectativa da companhia é apoiar a recuperação de carteiras que podem somar até R$ 5 bilhões em valor de face ao longo de 2026. Batizada de CollectiveAI, a plataforma reúne agentes especializados em estratégia, segmentação, orquestração de canais, negociação, compliance e jurídico. O sistema analisa grandes volumes de dados para identificar o melhor momento, linguagem e abordagem para cada contato, respeitando as políticas de desconto, parcelamento e refinanciamento definidas pelas empresas contratantes. “A cobrança precisa deixar de ser genérica e passar a ser inteligente, empática e orientada por dados. Criamos um coletivo de agentes que entende o contexto de cada pessoa, escolhe a melhor estratégia e negocia de forma responsável, permitindo recuperar crédito em escala e com muito mais eficiência”, afirma Gabriel Camargo, fundador e CEO da AISphere. Criada em 2018, a empresa passou recentemente por um rebranding impulsionado pelo avanço da IA generativa e hoje conta com um ecossistema integrado a mais de 200 players do setor de contact center. Sua infraestrutura processa dezenas de milhões de registros por dia, permitindo atuação contínua, 24 horas por dia, tanto na recuperação de dívidas quanto na prevenção da inadimplência, com o envio de lembretes e alertas antecipados. A tecnologia de multiagentes da AISphere já está em uso em grandes operações corporativas, evidenciando sua capacidade de escalar processos, elevar níveis de automação e gerar ganhos relevantes de eficiência em diferentes segmentos da economia.
Segunda edição brasileira do Woman Awards acontece na ALESP e destaca categorias que homenageiam ícones femininos
A edição brasileira do Woman Awards anuncia sua segunda realização no dia 16 de março de 2026, no Hall Monumental da Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP). A homenagem retorna ao espaço onde as leis são debatidas para colocar no centro do palco mulheres que transformam o Brasil em diferentes áreas de atuação, reforçando o protagonismo feminino no mês dedicado às mulheres. Realizada pela primeira vez em 2025, a iniciativa se consolidou no calendário nacional ao reunir algumas das mulheres mais notáveis do país em uma noite marcada por representatividade e visibilidade. Entre as homenageadas estiveram Luiza Brunet, Wanessa Camargo e Rafa Brites, além de executivas e empreendedoras reconhecidas por suas trajetórias e impacto social. A repercussão positiva na imprensa e nas redes sociais ampliou o alcance do projeto e fortaleceu sua relevância. Em sua estrutura, a homenagem é organizada em categorias que levam o nome de mulheres que marcaram a cultura e a sociedade brasileira. A Categoria Rita Lee contempla influencers, humor, moda e beleza, em referência ao espírito inovador de Rita Lee. A Categoria Hebe Camargo reconhece talentos da TV, jornalismo, streaming, cinema, rádio e podcast, evocando o legado de Hebe Camargo na comunicação. Já a Categoria Gal Costa é dedicada à música — compositora, cantora e clipe — inspirada na trajetória de Gal Costa, enquanto a Categoria Clarice Lispector celebra literatura e arte, em alusão à força criativa de Clarice Lispector. Além das categorias que reverenciam ícones culturais, a homenagem destaca lideranças e iniciativas de impacto por meio de Mulheres que Inspiram, voltada à executivas, diretoras, CEOs e mentes visionárias que estão fazendo história, e Mulheres que Fazem a Diferença, dedicada a empreendedoras e mulheres à frente de trabalhos sociais transformadores. À frente do projeto, Vanessa Bellini e Guto Melo conduzem a realização que integra a ABRA Prêmios (Academia Brasileira de Prêmios). Mulheres interessadas em se tornar elegíveis à homenagem podem se inscrever até o dia 5 de maio por meio do site oficial. A nova edição projeta uma noite que une simbolismo, reconhecimento e visibilidade para trajetórias que seguem transformando o país. “A liderança feminina é fundamental para o aumento da igualdade de gênero no mercado de trabalho e em diferentes esferas sociais. Queremos ver cada vez mais mulheres sendo reconhecidas e ocupando os espaços que merecem”, destaca Vanessa Bellini. Pela primeira vez, a edição de 2026 terá transmissão pelo R7 e suas plataformas digitais, e pelo canal Red Carpet Brasil, ampliando o alcance nacional da homenagem. A parceria conta ainda com um portal dedicado a notícias e artigos temáticos, fortalecendo o debate sobre liderança feminina e ampliando o reconhecimento público das mulheres brasileiras. WOMAN AWARDS 2026 Inscrições até 05 de março. Link: https://womanawards.com.br/#inscricao
Erick Jacquin é chamado para salvar restaurante sem liderança no próximo episódio de “Pesadelo na Cozinha”
A Band apresenta na próxima terça-feira (3), às 22h30, o segundo episódio de Pesadelo na Cozinha. Dessa vez, Erick Jacquin vai até uma das esquinas mais movimentadas do Alto de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, para conhecer o Boteco Malum, que funciona há 20 anos no local, mas vive uma fase de decadência. Assim que chega ao estabelecimento, o chef descobre que a proprietária Vera Reis deixou o negócio sair do controle. Além dos conflitos constantes entre a equipe, a casa passou a operar sem uma identidade definida. O ambiente desgastado reflete a ausência de comando e de direcionamento, enquanto a comida se distancia do conceito que um dia atraiu os clientes. A insatisfação interna também compromete a rotina do restaurante. “Tem inúmeras reclamações, muito sal, ponto errado, pratos devolvidos. Falta um líder. A dona não é exigente da maneira que deveria ser”, avalia Jacquin. O empreendimento perdeu a personalidade e precisa urgentemente reencontrar sua essência para sobreviver. Versão brasileira do formato britânico Kitchen Nightmares, Pesadelo na Cozinha é uma coprodução da Band com a Warner Bros. Discovery. A atração é exibida na emissora às terças-feiras, às 22h30, em simulcast no Band.com.br e no aplicativo Bandplay. Os espectadores podem conferir tudo na plataforma de streaming HBO Max e no canal por assinatura Discovery Home & Health às sextas-feiras, às 20h40.
SIÉ, marca de fitness premium, lança coleção e sinaliza nova fase com aumento da linha masculina
Com menos de um ano de operação e apenas três coleções no portfólio, a SIÉ, marca de fitness e lifestyle fundada pela empresária e influenciadora Esther Marques, chega ao mercado com um movimento que combina construção de identidade, ampliação de portfólio e leitura clara de escala. A nova coleção, SUBLIMÉ, encerra a trilogia iniciada com ELEVARE e INSPIRÉ e marca a entrada da empresa na categoria masculina, um passo que amplia o público potencial sem descaracterizar o DNA original da marca. Criada a partir da proposta de traduzir o activewear como linguagem de estilo, a SIÉ vem estruturando seu crescimento sobre uma lógica de drops conceituais e edição enxuta. A sequência das coleções acompanha a própria formação da marca: se ELEVARE representou o impulso inicial e INSPIRÉ o fôlego criativo, SUBLIMÉ consolida o momento de maturidade estética e comercial. A coleção será lançada em três drops, revisitando os best-sellers com novas matérias-primas, nova cartela de cores e ajustes de proporção que ampliam a versatilidade de uso, do treino à agenda urbana. O movimento acompanha uma tendência global de diluição das fronteiras entre moda esportiva e guarda-roupa cotidiano, segmento que tem registrado crescimento contínuo com a consolidação do lifestyle wellness. A campanha que apresenta a nova fase da SIÉ é protagonizada pela própria fundadora ao lado do marido, Adolpho Mello, escolha que reforça a proposta de lifestyle da etiqueta e dialoga diretamente com a chegada do masculino ao portfólio. “A presença da categoria masculina na SIÉ, amplia nosso mercado. Existe um espaço enorme para um produto com design, tecnologia e esse olhar de lifestyle também para eles. No fim, estamos construindo uma marca que pode transitar por diferentes categorias e momentos de uso, sempre com consistência de produto e de linguagem porque é isso que sustenta desejo e valor no longo prazo.”, afirma Esther Marques, fundadora e diretora criativa. Desde a estreia, a marca vem operando com produção nacional e posicionamento em um nicho que combina design, tecnologia têxtil e narrativa de lifestyle, estratégia que busca diferenciação em um mercado altamente competitivo e dominado por grandes players.
POSICIONAMENTO – Central de Outdoor sobre Distritos de Mídia
por Halisson Pontarola, Presidente da Central de Outdoor O debate sobre Distritos de Mídia digital, informalmente batizados e americanizados como “Times Square”, não pode ser reduzido a uma dicotomia simplista entre “modernização” e “impacto visual desordenado”. Trata-se, na realidade, de discutir modelo urbano, governança, curadoria qualificada e responsabilidade pública. Essa discussão precisa ser conduzida com embasamento técnico e visão de longo prazo. Não se trata de replicar modelos estrangeiros de forma aleatória, tampouco de flexibilizar regras sem critérios claros. Trata-se de compreender como a comunicação urbana pode evoluir de maneira responsável, estruturada e integrada ao planejamento da cidade, contribuindo efetivamente para a regeneração econômica e social dos centros urbanos. A Central de Outdoor, maior associação de mídia exterior do Brasil, defende que a discussão sobre leis regulatórias e, principalmente, sobre os distritos de mídia digital precisa ser conduzida com maturidade e base técnica. Quando falamos em distritos de mídia, falamos de territórios delimitados, com regras específicas, governança clara, curadoria urbana e contrapartidas objetivas ao poder público e à população. Esse é o ponto central. O conceito de mídia regenerativa parte de um princípio simples: a publicidade não deve apenas ocupar espaço, e sim devolver valor ao espaço. Em um modelo bem estruturado, os distritos de mídia podem gerar benefícios concretos ao ecossistema urbano: A concentração de ativos digitais em regiões previamente definidas aumenta a circulação de pessoas, amplia a sensação de segurança e estimula a ocupação noturna, contribuindo para a recuperação de centros urbanos que perderam vitalidade econômica. O aumento do fluxo impacta diretamente bares, restaurantes, varejo, hotelaria e serviços. A mídia funciona como catalisadora de movimento e permanência. Projetos dessa natureza envolvem engenharia, tecnologia, manutenção, criação de conteúdo, produção cultural, eventos e serviços urbanos. O OOH é o terceiro meio para o qual se destinam as verbas publicitárias. O relatório Cenp-Meios ratifica que o OOH manteve o terceiro lugar, com participação de 11,8%, equivalente a mais de R$ 3 bilhões faturados. Já pelo levantamento da Tendências, os players de mídia OOH faturam, aproximadamente, R$ 5,5 bilhões. A penetração do OOH, portanto, chega a 89% do território nacional. Assim, por isso mesmo, o meio tem capacidade de desdobramentos na economia: R$ 1 milhão em investimento no OOH gera R$ 835 milhões para o PIB, aponta o relatório da Tendências. Os distritos de mídia tornam-se pontos de referência simbólica, fortalecendo a imagem da cidade e ampliando seu potencial turístico e de entretenimento. A requalificação do entorno impacta positivamente imóveis e ativos comerciais, desde que acompanhada de planejamento urbano e equilíbrio regulatório. Como são custeados pela iniciativa privada e vinculados a termos de cooperação transparente, incluindo doação de mídia ao poder público, esses projetos entregam infraestrutura, iluminação, conservação e intervenções urbanas sem onerar o orçamento municipal. A obrigatoriedade de veiculação de conteúdos públicos, culturais e comunitários amplia o papel social da mídia. Cidades que desejam competir globalmente precisam integrar inovação, comunicação e desenvolvimento urbano de forma coordenada. É fundamental destacar que a modernização regulatória constitui etapa primordial para que as cidades brasileiras possam se adaptar às novas tecnologias e aos novos modelos de comunicação urbana, preservando princípios de ordenamento, equilíbrio estético e responsabilidade social, ao mesmo tempo em que viabiliza ganhos econômicos, inovação e benefícios estruturais para a cidade. O risco não está no suposto potencial de poluição visual, mas sim na ausência de planejamento, diretrizes claras e governança adequada. O verdadeiro risco está em perder a oportunidade de tangibilizar, de forma estruturada e mensurável, todos os ganhos urbanos, econômicos e sociais que o conceito de mídia regenerativa pode proporcionar à cidade. Modelos planejados, com governança adequada, transparência e participação institucional dos setores interessados podem gerar equilíbrio entre estética urbana e dinamismo econômico olhando holisticamente para o conjunto de leis que ordenam também outros formatos de mídia fora dos distritos. A alternativa não é proibir, mas ordenar com inteligência. Quando bem regulamentadas, as leis que tratam do tema da mídia OOH (Out of Home) e dos distritos de mídia não competem com a cidade, elas passam a integrar uma estratégia maior de desenvolvimento econômico, cultural e turístico. O debate precisa sair da superficialidade estética e avançar para uma análise sistêmica de impacto urbano. O debate não pode permanecer limitado à narrativa e rotulagem simplista de ‘poluição visual’; é necessário avançar para uma abordagem sistêmica, fundamentada em planejamento, governança, impacto econômico e responsabilidade pública, avaliando os efeitos estruturais sobre o olhar do desenvolvimento urbano moderno que funciona no mundo todo. As cidades que prosperam são aquelas que compreendem que comunicação, tecnologia e urbanismo não competem entre si, mas se complementam. Halisson Pontarola Presidente da Central de Outdoor
Gela Boca realiza nova ativação de marketing no Santos FC ao unir sorvete e futebol
A Gela Boca realiza mais uma importante ativação de marketing ao unir dois universos que fazem parte da paixão dos brasileiros: sorvete e futebol. A marca passa a servir suas delícias no Espaço Kids localizado dentro do Estádio do Santos Futebol Clube, atendendo convidados e os filhos dos jogadores durante os jogos na Vila Belmiro. A rede também marca presença no camarote da família Neymar, oferecendo muitas opções de gelado. A iniciativa faz parte da parceria entre a Gela Boca e a NR Sports, que vem investindo cada vez mais em ações voltadas ao conforto e à experiência de quem acompanha as partidas no estádio. No espaço, os convidados e as crianças podem aproveitar uma variedade de sabores de sorvetes, entre picolés e cones, com consumo liberado. Para o CEO da Gela Boca, Thiago Ramalho, a ação reforça o fortalecimento da relação com a NR Sports. “Estamos muito felizes em ampliar essa parceria e em estar presentes no Santos FC, proporcionando momentos inesquecíveis para torcedores, jogadores e convidados que vão curtir os jogos no estádio. Em breve, essa colaboração deve seguir por novos caminhos”, afirma. Segundo o executivo, até o Neymar Pai se emocionou ao ver a alegria das crianças curtindo o futebol e saboreando um dos melhores sorvetes do Brasil”, completa.
89% dos brasileiros planejam trocar de carro em 2026
Em 2026, os holofotes do consumo nacional apontam diretamente para as concessionárias. O mercado automotivo desponta como o principal motor de investimentos de alto valor no país. De acordo com a pesquisa da Toluna, a troca de veículo lidera as intenções de gastos de alto valor para este ano. Entre os brasileiros que planejam investimentos vultosos, impressionantes 89% afirmam que o foco do orçamento será um automóvel. Essa tendência surge em um momento de reorganização do orçamento doméstico. Com expectativas positivas sobre o futuro econômico pessoal, o consumidor sente-se mais confiante para assumir compromissos financeiros de maior impacto. Muitos buscam ofertas específicas, como carros Volkswagen novo RJ, para garantir durabilidade e tecnologia. A preferência pelo “cheiro de novo” é nítida, já que 65% dos entrevistados que pretendem comprar um carro miram os modelos zero quilômetro. Por outro lado, 24% dos consumidores devem focar suas buscas no mercado de usados e seminovos. A percepção geral é de que 2026 oferece um cenário favorável para essas aquisições. Apesar do forte desejo de consumo, a cautela financeira não foi deixada de lado. O estudo aponta que 42% dos brasileiros colocam a melhor gestão das finanças e a economia como metas prioritárias. Esse comportamento indica uma tentativa de conciliar a realização de sonhos materiais com a manutenção de uma reserva saudável Para além das garagens, o brasileiro entra em 2026 focado no bem-estar. As metas de saúde dominam o planejamento pessoal, com 67% querendo praticar mais atividades físicas e 64% buscando uma alimentação saudável. Viagens (53%) e o equilíbrio entre vida profissional e pessoal (41%) também ganham destaque na lista. Mesmo com os desafios do ano anterior, em que apenas 21% conseguiram cumprir todas as metas, o clima é de esperança renovada. Cerca de 91% da população acredita que a vida será melhor neste ano. Esse otimismo resiliente sustenta a confiança para alcançar os novos objetivos, tanto no asfalto quanto na vida pessoal.
Edenred lança SuperTag e amplia pagamentos integrados para abastecimento, pedágio e estacionamento
A Edenred, plataforma digital líder para serviços e meios de pagamento, representada no Brasil pelas marcas Ticket, Ticket Log, Repom, PagBem, Taggy, Edenred Pay e Punto, apresenta ao mercado a SuperTag. A solução, já lançada no México, une inovação e tecnologia ao trazer, em um único dispositivo adesivo instalado no para-brisa do veículo, o pagamento de abastecimento, pedágios, free-flow, estacionamentos e vale-pedágio. A novidade da marca amplia seu ecossistema de mobilidade, com o objetivo de tornar a rotina de gestores de frotas e motoristas mais simples e segura. “A SuperTag foi pensada a partir de uma análise prática das rotinas operacionais das empresas e dos gargalos enfrentados na gestão de pagamentos. A partir desse diagnóstico, desenvolvemos uma solução que reúne diferentes serviços em uma única plataforma, trazendo mais simplicidade, eficiência e governança. Nossa capacidade de integrar dados de mobilidade, frotas e frete em larga escala, em toda a América Latina, nos permite entregar uma visão mais completa do negócio e apoiar decisões mais inteligentes em toda a cadeia.”, afirma Pablo Carunchio, Diretor Geral da Edenred Mobilidade. A SuperTag traz inovação que integra eficiência, segurança, praticidade e autonomia para gestores e para motoristas na estrada. Combinação inédita no mercado A SuperTag Edenred combina duas tecnologias em um só produto: a RFID (identificação por radiofrequência), para pedágio e estacionamento, e a NFC, que permite o pagamento por aproximação no abastecimento. A dupla dispensa qualquer tipo de infraestrutura adicional nos estabelecimentos, como antenas ou equipamentos específicos. “Essa combinação é inédita no mercado brasileiro, o que torna a Edenred pioneira ao oferecer uma solução que integre as duas funcionalidades”, conta Pablo. “Com a SuperTag, as transações ocorrem exclusivamente quando o veículo está no local, o que reduz o risco de fraudes e proporciona mais segurança e controle para a gestão das frotas”, acrescenta o Diretor Geral. Assim como todo o ecossistema de soluções da marca, a SuperTag já chega com a maior cobertura de rede do mercado, habilitada para funcionar em mais de 12 mil postos de abastecimento espalhados por todo o país. Além disso, a companhia segue ampliando seu portfólio com iniciativas voltadas para Veículos Elétricos, reforçando sua posição como referência em inovação e tecnologia para uma mobilidade mais eficiente e sustentável. “A estrutura da Edenred sustenta essa escala: são mais de 35 mil empresas clientes, um milhão de veículos sob gestão e uma média de 55 transações por segundo. É o retrato de uma operação sólida, construída sobre tecnologia e confiança”, completa Carunchio. Integração com a PuntoEm postos credenciados com a Punto, a maquininha da Edenred Brasil, com uma plataforma inteligente de solução e gestão de pagamentos para estabelecimentos comerciais, o uso da SuperTag ocorre em poucos segundos. Basta que o motorista selecione a opção de pagamento via tag, e em seguida informe os dados do abastecimento. “A integração da SuperTag com as maquininhas Punto garante uma jornada de pagamento muito mais fluida. A leitura é instantânea e a validação ocorre no momento do abastecimento, representando um ganho real de eficiência tanto para os postos quanto para os motoristas”, explica Cristiane Nogueira, Diretora-geral da Punto Brasil e México.
Instagram reformula algoritmo e impõe novos desafios para quem vende online
Quem vende pela internet precisa estar atento às mudanças. Além da importância de um bom tráfego pago, feito com estratégia, as redes sociais também merecem atenção especial. O Instagram, por exemplo, mudou as regras em 2026. O que funcionava em 2023 ficou para trás. Para se ter ideia, os likes, hoje, representam apenas 5% da real importância dentro da plataforma, pois o algoritmo passou a priorizar retenção, compartilhamentos reais e profundidade de interação, e não números vazios. De acordo com o sócio-diretor da agência de comunicação e marketing WBP, Leonardo Munhoz, especialista no assunto, hierarquia do sucesso no Instagram mudou bastante. Agora, o Watch Time tem um peso maior (35%), uma vez que manter a pessoa no post é o “novo ouro”. “Quanto mais tempo assistindo, maior será a entrega.” Na segunda posição está o Saves, com 25% de relevância. Munhoz explica que é importante investir no conteúdo, uma vez que aquele que vale a pena ser guardado, sinaliza profundidade e valor. Em terceiro lugar, com 20%, está a DM Shares, que representa o sinal mais forte de distribuição. “Quando alguém compartilha no direct, o algoritmo entende como relevância máxima”, revela, ao comentar que os Likes, com apenas 5%, perderam sua importância e representatividade. “Como afirmou Adam Mosseri, CEO do Instagram, ‘o alcance depende de como as pessoas reagem, não de quanto seguidores você tem’. Por isso, é importante se atualizar.” Atente-se! Munhoz reforça que é necessário ter cuidado com o chamado “Fingerprinting Visual”. Agora, o Instagram detecta reposts automaticamente e se o conteúdo for 70% similar ao que já existe, o perfil pode ser penalizado. “O excesso de conteúdo reciclado, especialmente vindo do TikTok, pode reduzir o alcance em até 80%. Sendo assim, a originalidade deixou de ser diferencial e passou a ser exigência”, afirma. Segundo ele, com a entrada da IA, imagens “muito perfeitas” podem ser prejudiciais e isso está se tornando um grande dilema. Ele explica que apostar em fotos mais cruas e reais geram mais conexão, além de provarem que existe uma pessoa por trás do perfil. “A regra é clara: menos filtro, mais verdade. O fato é que o Instagram não é mais um jogo de popularidade, mas sim de atenção, profundidade e conexão real. Em 2026, vencerá quem entender que o algoritmo não premia a vaidade, e sim a relevância.” Quatro dicas para aumentar o engajamento (e as vendas) Foque nos últimos dez segundos: o final do vídeo impacta diretamente o replay; Use legendas longas: elas aumentam o tempo de permanência no post; Defina um nicho coeso: quem fala de tudo, não entrega nada para ninguém; Responda as DMs rapidamente: engajamento imediato vira boost, aquele empurrão extra na distribuição do conteúdo.
De empresária a fenômeno digital: Karla Marques Felmanas anuncia sua versão em boneca
De executiva do setor farmacêutico à fenômeno digital entre crianças e famílias brasileiras, Karla Felmanas dá um novo passo em sua trajetória e anuncia o lançamento de sua própria boneca – “Karla, Oi Tchurma”. A novidade foi desenvolvida em parceria com a Adijomar Brinquedos e marca a estreia de Karla no universo de produtos licenciados atrelados à sua imagem. O lançamento oficial acontece no dia 1 de março durante a Abrin, maior feira de brinquedos da América Latina, e chega ao varejo físico e digital a partir do dia 1 de Abril por R$ 99,90. Mais do que um produto, a boneca nasce como um convite ao lúdico e à valorização do brincar, incentivando as crianças a criar histórias, sonhar e acreditar na possibilidade de construir suas próprias histórias, independente do contexto em que vivem. “A Karla criança não acreditaria que a sua versão adulta viveria tantas conquistas e histórias incríveis, chegando a se transformar em uma personagem de boneca. Tenho muito orgulho da criança sonhadora que eu fui e isso com certeza me impulsionou a chegar onde cheguei. Essa boneca é a concretização dessa trajetória e, com ela, quero inspirar outras crianças a sonharem alto”, afirma Karla. Com o lançamento, a empresária amplia sua atuação para além do ambiente digital e empresarial, consolidando-se como uma das personalidades mais relevantes na conexão entre liderança, influência e universo infantil no Brasil. O sucesso de empresária como personalidade pública começou em 2021 quando tornou seu perfil no Instagram público. Aos 49 anos, Karla se aventurou no universo digital como uma forma de compartilhar lições, inspirar pessoas a realizar seus sonhos e aprender algo novo e, com comunicação leve, espontânea, bem humorada e real, conseguiu um feito que até então parecia impossível – furar a bolha do mundo corporativo, se conectando com pessoas reais e comuns pela internet. Ela se tornou um case de comunicação e branding com uma audiência altamente engajada, formada principalmente por mulheres que passaram a se inspirar em seu lifestyle. Mas foi em 2023 que a conexão de Karla com o público infantil aconteceu, expandindo das fãs mulheres para suas filhas e filhos. O ponto alto dessa virada se deu com o lançamento da primeira collab da marca de hidrantes labiais Carmed, da farmacêutica Cimed, com a Fini, marca de doces e balas. Karla já atuava como VP da Cimed e ajudou a viralizar o produto nas redes sociais com uma linguagem divertida e espontânea, promovendo uma verdadeira caça aos produtos em farmácias de todo o Brasil. O buzz gerado com a ação atraiu milhares de crianças e adolescentes para o seu perfil. Nesse momento, Karla passou a atuar como figura central na construção de uma comunidade altamente engajada para a marca Carmed, que se converteu em fãs e admiradores de seu trabalho. Hoje, a executiva soma mais de 2,2 milhões de seguidores no Instagram e 2 milhões no TikTok. A partir do sucesso da primeira grande collab de Carmed, as crianças desenvolveram uma conexão verdadeira e profunda com Karla, fazendo com que muitas sonhem em conhecê-la pessoalmente. São milhares de mensagens recebidas diariamente pelo Instagram com pedidos para um encontro, uma mensagem, uma forma de expandir a interação do mundo digital para o físico. Karla se tornou uma celebridade para esse público e construiu uma comunidade forte e engajada de mini-fãs. “É muito incrível saber que de alguma forma, posso realizar o sonho dessas crianças, estando com elas no mundo físico com a minha boneca”, explica a executiva. Além de VP da Cimed, Karla ainda acumula a função de Head de Carmed, sendo responsável por todo a estratégia criativa, de comunicação e desenvolvimento de produtos da marca.
Assessoria de Imprensa: o diferencial estratégico que se consolidou em 2025 e ganha ainda mais força em 2026
Por Davi Paes e Lima Se houve um aprendizado inequívoco ao longo de 2025, foi este: comunicação estratégica não é mais acessório — é ativo central de posicionamento, reputação e competitividade. E dentro desse cenário, a assessoria de imprensa deixou definitivamente de ocupar um papel operacional para assumir protagonismo na construção de valor de marcas e profissionais. O que mudou não foi apenas o ambiente midiático. Mudaram as expectativas. Mudaram os fluxos de informação. Mudou a forma como jornalistas trabalham. E, sobretudo, mudou a maneira como reputações são construídas — ou desconstruídas — em tempo real. O avanço acelerado da inteligência artificial foi, sem dúvida, um dos principais pontos de transição. Ferramentas generativas passaram a integrar a rotina de comunicadores e jornalistas, seja nas redações ou nas agências, automatizando tarefas, organizando dados, sugerindo pautas e até estruturando textos. No entanto, a grande constatação de 2025 foi que a tecnologia ampliou o valor do pensamento estratégico — não o substituiu. Quanto mais conteúdo passou a ser produzido com apoio de IA, mais o mercado percebeu a diferença entre volume e relevância. E é exatamente nesse ponto que a assessoria de imprensa se fortaleceu. Afinal, reputação não se constrói com textos e postagens automatizadas. Constrói-se com narrativa consistente, contexto, timing, leitura de cenário e relacionamento qualificado com a mídia e com a sua audiência. A era da curadoria estratégica Durante anos, confundiu-se assessoria de imprensa com disparo de releases (já falei muito sobre isso em outros artigos, como este). Em 2025, essa visão se mostrou definitivamente ultrapassada. Jornalistas, cada vez mais pressionados por tempo e múltiplas plataformas, passaram a valorizar abordagens personalizadas, fontes realmente preparadas e informações que agregassem conteúdo — não apenas autopromoção. A assessoria eficiente tornou-se curadora de narrativas. Não apenas identifica oportunidades de pauta, mas constrói ângulos relevantes, traduz tendências, organiza dados e prepara porta-vozes para que contribuam com o debate público de forma qualificada. A lógica deixou de ser “aparecer” e passou a ser “aparecer com propósito”. Em um ambiente de excesso de informação, quem filtra, organiza e entrega relevância ganha espaço. E isso não se faz sem experiência editorial, sensibilidade jornalística e visão estratégica. IA como aliada — e não como atalho Outro ponto que ficou evidente ao longo do último ano foi a necessidade de integração inteligente entre tecnologia e estratégia. A inteligência artificial passou a apoiar monitoramento de mídia, análise de sentimento, mapeamento de tendências e antecipação de riscos reputacionais. Mas a interpretação desses dados — e a decisão sobre como agir — continuam sendo humanas. O chamado “assessor 2.0” não é aquele que apenas utiliza ferramentas digitais. É aquele que entende como aplicá-las dentro de um raciocínio estratégico maior. A IA organiza dados. O assessor experiente transforma dados em narrativa, narrativa em posicionamento e posicionamento em autoridade. Em um cenário onde qualquer empresa pode produzir conteúdo para redes sociais, a diferença competitiva passou a estar na capacidade de ocupar espaços editoriais com legitimidade. E legitimidade ainda é construída com relacionamento, credibilidade e consistência — atributos que nenhuma ferramenta automatiza sozinha. Reputação como ativo permanente Se 2025 reforçou algo de maneira contundente foi a percepção de que reputação é um ativo que precisa ser gerenciado de forma contínua. Crises se formam com rapidez inédita. Ruídos ganham proporções inesperadas. E a ausência de posicionamento pode ser tão prejudicial quanto um posicionamento equivocado. Empresas e profissionais que investiram em assessoria estratégica conseguiram não apenas ampliar visibilidade, mas fortalecer sua imagem institucional, preparar porta-vozes, alinhar discurso interno e externo e criar uma base sólida para enfrentar momentos de tensão. Mais do que gerar mídia espontânea, a assessoria passou a atuar como eixo de coerência narrativa. Uma marca que comunica com consistência ao longo do tempo constrói confiança. E confiança, em um mercado saturado de estímulos e promessas, tornou-se um diferencial competitivo decisivo. O que se fortalece em 2026 As projeções para 2026 — e arrisco dizer para ao menos os próximos 3 anos — indicam um aprofundamento desse movimento. A tecnologia continuará evoluindo, com análises cada vez mais preditivas e monitoramento em tempo real mais sofisticado. A personalização de abordagens à imprensa tende a se intensificar. E a exigência por autenticidade e originalidade dos conteúdos/pautas será ainda maior. Ao mesmo tempo, temas como sustentabilidade, governança, responsabilidade social e posicionamento institucional ganharão ainda mais centralidade nas pautas. Não como discurso publicitário, mas como expectativa concreta da sociedade e dos stakeholders. Nesse contexto, a assessoria de imprensa se consolida como ferramenta estratégica de longo prazo. Não apenas para conquistar espaço na mídia, mas para construir autoridade, influenciar percepções e sustentar marcas longevas. Se 2025 foi o ano da virada de chave, 2026 tende a ser o ano da consolidação. A consolidação de um modelo de comunicação que integra inteligência tecnológica, leitura de cenário, relacionamento qualificado, visão de negócio e aquele faro jornalístico para o que de fato faz sentido comunicar/informar. Para profissionais e empresas que desejam ocupar posições de relevância — e não apenas disputar atenção —, contar com uma assessoria de imprensa experiente deixa de ser um diferencial eventual e passa a ser um investimento estruturante. Porque, no fim das contas, visibilidade qualquer um pode conquistar — basta pagar. Credibilidade, não. E é justamente na construção dessa credibilidade que a assessoria de imprensa reafirma, com ainda mais força, sua importância estratégica no presente — e no futuro próximo. *Davi Paes e Lima é jornalista, empresário, com mais de 20 anos de experiência em assessoria de imprensa e diretor na Paes e Lima Comunicação.
Kinder® Bueno Dark chega ao Brasil em edição limitada
Kinder®, marca icônica da Ferrero, reconhecida por acompanhar diferentes momentos da vida dos consumidores, acaba de anunciar o lançamento de Kinder® Bueno Dark no Brasil. Em edição limitada, a novidade amplia a família Kinder® Bueno ao trazer uma versão com cobertura de chocolate meio amargo, combinada ao wafer crocante e ao recheio cremoso de leite e avelã que já são característicos do produto. O lançamento reforça a estratégia de inovação da marca e sua capacidade de evoluir junto com o consumidor, ampliando o portfólio com novas experiências de sabor. Kinder® Bueno representa uma parte relevante do volume total de Kinder® no Brasil e segundo dados Nielsen*, é a marca que mais cresceu na categoria Candy Bar em relação às principais marcas do segmento. A demanda do público por versões com chocolate intenso ajudou a inspirar o desenvolvimento da nova proposta. O produto amplia o portfólio para três opções de sabor, que já conta com o clássico de chocolate ao leite e a versão com chocolate branco, além de estender a jornada de Kinder® para a vida adulta e impulsionar a geração de valor no mercado de snacks, ampliando a oferta para mais perfis de consumidores amantes de chocolate meio amargo. O produto começa a chegar aos pontos de venda a partir de fevereiro e faz parte da campanha de Páscoa 2026. Como uma das principais apostas da companhia para o período, Kinder® Bueno Dark surge como um sabor querido por fãs da marca, mantendo as diversas sensações com o equilíbrio perfeito entre texturas e sabores que define a experiência Kinder® Bueno, traduzidas pelo seu slogan: É mais que chocolate, é Kinder® Bueno. “Kinder® Bueno Dark traz novidade para a marca e amplia o seu portfólio, oferecendo mais opções ao consumidor. O produto mantém a experiência única de Kinder® Bueno, agora com uma intensidade que conversa diretamente com o público jovem-adulto, especialmente em um período tão relevante como a Páscoa”, afirma Diego Caride, Diretor de Marketing de Kinder® para a América do Sul O lançamento de Kinder® Bueno Dark contará com uma estratégia de comunicação 360°, integrando diferentes frentes para amplificar a novidade ao longo da jornada do consumidor. A campanha será reforçada por ações em mídias digitais e redes sociais, além de um squad de influenciadores que ajudará a construir conversa e relevância em torno do produto. O plano também contempla ativação em ponto de venda, com alta visibilidade nas lojas, iniciativas de PR e experiências de marca desenvolvidas para aprofundar a conexão com o público e fortalecer o posicionamento de Kinder® Bueno como powerbrand no período da Páscoa. Criado em 1990 originalmente para jovens adultos, Kinder® Bueno se posiciona como uma opção de indulgência leve para diferentes ocasiões do dia e momentos de descontração com amigos ou sozinho. Kinder® Bueno Dark mantém esse espírito, oferecendo a mesma experiência multissensorial da marca, agora com um toque extra de intensidade e sofisticação.
Digibee reforça time de executivos para acelerar crescimento e performance
A Digibee está vivendo um momento de virada importante no seu modelo de negócio com a era dos agentes de IA. A empresa, que atua como uma plataforma de integrações inteligentes, passou a ser uma construtora de “guardrails” — limites invisíveis que mantêm a inteligência artificial alinhada com as regras e políticas do negócio. Diante desse novo desafio, a Companhia inicia 2026 investindo no seu time de executivos, com a chegada do Rodrigo Barrem, ex-SAS e TIVIT, que assume como o novo Head de Operações e Kelly Rodrigues, ex-TIVIT e CoreBiz, que chega como a nova Head de Gente e Gestão. Atualmente, a Digibee executa mais de 4 bilhões de integrações por mês e atende empresas como Itaú, Assaí, GOL, Bauducco e Vivara. Felipe Kraus, COO da Digibee, conta que a empresa tem o desejo de escalar a operação no Brasil e nos Estados Unidos, ampliando significativamente sua base de clientes, ao mesmo tempo em que aprofundará seu impacto e relevância aos que já fazem parte de sua base. “Em 2025, realizamos a aquisição da Vertify nos Estados Unidos e fortalecemos nossos times de gestão de pessoas e operações. Agora, em 2026, nosso objetivo é evoluir o modelo operacional, consolidar a cultura e investir nas pessoas como pilar central desse crescimento. Estamos muito felizes com a chegada deste novo time, que se junta a nós para impulsionar essa jornada”, finaliza.
Líderes que decidem os rumos da conectividade e da infraestrutura digital na América Latina se reúnem no Capacity LATAM 2026
Executivos como Victor Arnaud, Managing Director da Equinix Brasil; Andres Madero, CTO da Nokia; Alexandre Oliveira Dal Forno, diretor de IoT & 5G da TIM Brasil; Ivo Ivanov, CEO da DE-CIX; e Octavio Pena Pieranti, conselheiro da ANATEL, estão entre os palestrantes confirmados do Capacity LATAM 2026. Ao longo de dois dias, o evento reúne líderes que estão diretamente à frente das principais decisões estratégicas sobre conectividade, infraestrutura digital e expansão tecnológica na América Latina. A programação conta com executivos C-level, reguladores e responsáveis por grandes investimentos nos setores de telecomunicações, data centers, cloud, inteligência artificial, energia e regulação. Os debates refletem desafios concretos do setor diante do avanço da IA, do 5G, da crescente demanda por capacidade e das exigências de eficiência energética e resiliência das infraestruturas críticas. Como parte da programação, o Capacity LATAM contará com o Sunset Mixer, que acontecerá no dia 16 de março como uma ativação especial de pré-evento. A iniciativa antecede os dois dias principais do evento, realizados em 17 e 18 de março, e foi pensada para promover networking de alta qualidade em um ambiente mais descontraído, reunindo participantes, parceiros e líderes do setor antes do início oficial das atividades de conteúdo e negócios. O evento contará com a participação de Gabriel del Campo, VP Data Centres da Cirion; Natalia Lopez, GM da Desarrollo País; Fernanda Pires, Real Estate Director da V.tal; Fabiano Ferreira, CEO da Vero; Elmer Utrilla, Head of Sales, Southern region da Telxius; Jin Cheng, Managing Director da Starcloud; Javier Lacasa, President da Ufinet; Natalia Lopez, CEO da Chilean Data Center Association; Fabio Laguado, CCO da v.tal; Carlos Pazminio, CEO da Subsea Business Unit da Telconet LATAM; Chris Torto, CEO da Ascenty; Jose Miguel Vilela Jr, CEO da Tecto; Renato Tradardi, CEO da Gold Data; Ivan Zilic, CEO & Founder da PIT Chile; Carolina Cortes, Directora da ICREA; Ricardo Jara, Wholesale VP Technology & Operations da Entel; e Ruet Valliani, Network Site Investment Manager da Meta. O line-up reúne executivos que atuam na interseção entre tecnologia, investimentos, regulação e inovação, representando diferentes elos do ecossistema digital latino-americano. Os painéis do Capacity LATAM vão além da análise de tendências e abordam decisões que impactam diretamente a expansão de redes, a construção e operação de data centers, a adoção de cloud e inteligência artificial e a sustentabilidade das infraestruturas digitais. A programação promove conversas diretas entre líderes responsáveis por projetos de grande escala, investimentos estratégicos e políticas que moldam o crescimento digital da região. “O diferencial do Capacity LATAM está nas pessoas que sobem ao palco. São executivos que não apenas acompanham o mercado, mas que lideram transformações reais na infraestrutura digital da América Latina”, afirma Vanessa Barbe, Diretora-Geral do Capacity LATAM. Com mais de 60 palestrantes confirmados, o evento cria um ambiente qualificado para a troca de experiências, geração de negócios e construção de parcerias estratégicas entre empresas locais e globais. Os palestrantes representam organizações que atuam em toda a cadeia de valor da conectividade, do backbone internacional aos serviços digitais que sustentam a nova economia digital
Gabriel Augusto Alba é o novo CFO da NoPing
A NoPing, empresa brasileira de tecnologia voltada ao mercado gamer, anuncia a contratação de Gabriel Augusto Wensing Alba como seu novo Chief Financial Officer (CFO). Com uma trajetória consolidada em gestão financeira de alto nível e experiência em ambientes de alta complexidade, Gabriel chega para liderar a área financeira da empresa em um momento estratégico de crescimento e consolidação no mercado. Gabriel possui trajetória sólida em finanças e estratégia, com atuação em ambientes de alta complexidade e rigor operacional, especialmente no setor da saúde. Ao longo de sua carreira, desenvolveu expertise em controladoria, planejamento estratégico, gestão patrimonial, análise de investimentos e gestão de riscos. Anteriormente, ocupou posições de liderança financeira na TopMed Saúde Digital e no Hospital SOS Cárdio, conduzindo operações críticas, promovendo eficiência operacional, automação de processos e melhoria consistente de resultados. “Sempre busquei atuar em ambientes desafiadores, onde a disciplina financeira e a visão estratégica fazem a diferença. A NoPing representa uma oportunidade única de aplicar toda minha experiência em um segmento inovador e em plena expansão. Estou animado para contribuir com o crescimento sustentável da empresa e ajudar a construir bases sólidas para o futuro”, afirma o executivo. Foco em estruturação financeira e crescimento sustentável Como CFO, Gabriel terá como principais responsabilidades a gestão financeira e estratégica da NoPing, incluindo planejamento financeiro, controladoria, análise de investimentos e estruturação de processos. Seu objetivo central é fortalecer a governança financeira e criar as condições necessárias para que a empresa possa escalar suas operações de forma sustentável e eficiente. “A chegada do Gabriel representa um passo fundamental na nossa trajetória de crescimento. Sua experiência em gestão financeira de alto nível e sua capacidade de navegar em cenários complexos serão essenciais para nos ajudar a estruturar a NoPing para os próximos ciclos de expansão. Estamos confiantes de que sua visão estratégica e disciplina operacional agregarão muito valor à nossa operação”, destaca o CEO da NoPing, Thomas Gandini. Visão estratégica e construção de valor A gestão de Gabriel terá como pilares a disciplina financeira e a visão de longo prazo, com foco no alinhamento entre a estratégia financeira e os objetivos do negócio, assegurando decisões orientadas à geração de valor sustentável. Nos próximos meses, o executivo conduzirá um diagnóstico das operações financeiras da NoPing, com foco em eficiência, previsibilidade e controle, além de estruturar análises para apoiar decisões de investimento e expansão. “É com grande entusiasmo que me junto à equipe da NoPing, uma empresa que se destaca pela inovação e pelo impacto significativo que gera no universo gamer. Meu objetivo é alavancar a robustez financeira da companhia, implementando práticas de gestão que não apenas garantam a sustentabilidade, mas também impulsionem o crescimento exponencial e a criação de valor a longo prazo para todos os stakeholders. Estou confiante de que, juntos, alcançaremos novos patamares de sucesso”, finaliza o novo CFO.
2Neuron investe mais de R$ 600 mil em feiras e amplia presença nacional e internacional em 2026
A 2Neuron, startup brasileira especializada em manutenção preditiva baseada em inteligência artificial, anuncia um investimento superior a R$ 600 mil em participação em feiras e eventos estratégicos ao longo de 2026. A iniciativa reforça o posicionamento da empresa no mercado e amplia sua presença nacional e internacional. Entre os destaques da agenda estão a participação na Hannover Messe, na Alemanha — uma das maiores e mais relevantes feiras industriais do mundo —, na Fenasan, em São Paulo, principal evento de saneamento ambiental da América Latina, Expoman e Feimec, dentre outras. Além disso, a 2Neuron participará de uma série de eventos pelo país para apresentar o Ultronline a empresas e parceiros em diferentes regiões brasileiras. O movimento faz parte da estratégia da companhia para consolidar a imagem institucional, fortalecer o relacionamento com clientes e ampliar oportunidades comerciais em setores estratégicos da indústria. “Estar presente em eventos como a Hannover Messe e a Fenasan é fundamental para a nossa estratégia. São ambientes que conectam inovação, tecnologia e tomadores de decisão. 2026 é um ano de consolidação da marca 2Neuron. Queremos ampliar nossa visibilidade, fortalecer parcerias e fazer com que nossa tecnologia chegue ainda mais longe, tanto no Brasil quanto no exterior”, afirma Gabriel Coimbra, CEO da 2Neuron. Ao investir em presença física nos principais fóruns do setor, a startup busca não apenas gerar novos negócios, mas também reforçar seu protagonismo no debate sobre eficiência operacional, manutenção preditiva e uso de inteligência artificial na indústria. Com essa agenda estratégica, a 2Neuron dá mais um passo em sua trajetória de crescimento estruturado, consolidando-se como uma das empresas brasileiras mais inovadoras no campo da manutenção preditiva.
Hector Dragão e YPY lançam linha de picolés e sorvetes para crianças
Varinhas viram colheres, feitiços dão lugar a sabores e a fantasia sai das páginas para ganhar forma gelada. Inspirada pelo imaginário mágico popularizado por Harry Potter, a Hector Dragão transporta seu universo encantado para o mercado de alimentos com os Sorvetes Mágicos, uma estreia que une memória afetiva e infância. Conhecida pelas experiências imersivas de atmosfera lúdica que encantam turistas em Gramado (RS), a marca apresenta uma linha para consumo infantil, sem corantes artificiais e livre de gordura trans e glúten, além de teor de açúcar reduzido. Com produção realizada em Florianópolis (SC) pela Ypy Sorvetes, os produtos chegam ao varejo em seis versões: quatro sabores de picolés, 60 gramas cada, e outros dois sabores em potes de sorvete, de 80 gramas cada, incluindo açaí natural zero. O CEO da Hector Dragão, Wiliam Weber explica que a linha prioriza a relação entre pais, educadores e as crianças com o objetivo de proporcionar escolhas mais saudáveis e acrescentar mais fantasia ao cotidiano das famílias. Conforme ele, os Sorvetes Mágicos são os únicos liberados para consumo em escolas por não apresentarem nenhuma restrição alimentar. “Sonhamos em levar a magia da marca Hector Dragão onde as famílias estão e a Ypy é um parceiro com forte aderência a nossa marca pela qualidade dos produtos e valores da empresa. Estamos sempre preocupados em entregar as melhores memórias e este projeto de licenciamento é mais um passo na criação da marca mais mágica do Brasil”, afirma. Nessa direção, Weber reforça que o lançamento, além de levar a magia também para o freezer das famílias, reforça a identidade brasileira da Hector Dragão e amplia sua presença para além do entretenimento presencial na Serra Gaúcha, a partir de um projeto de licenciamento da marca com expectativa de faturar R$ 1,8 milhão em 2026. “Trata-se de um novo capítulo em nossa trajetória de transformar de forma cuidadosa a imaginação em experiências, agora também diretamente à mesa das famílias”, acrescenta. Weber adianta que, além da estreia no varejo alimentar, os Sorvetes Mágicos inauguram uma nova fase criativa da marca com a turma do Hector Dragão em versão 3D. Os personagens inspiraram uma nova série do canal Hector Play, no Youtube, com estreia prevista para breve.
Karin Borba chega à French Fries Audio
A French Fries Audio, produtora fundada e dirigida por Bernardo Massot, reforça sua estrutura com a chegada de Karin Borba como Diretora de Atendimento. Com mais de 20 anos de experiência no mercado publicitário, a executiva assume a liderança da interface com clientes e agências, acompanhando os projetos do briefing à entrega e trazendo mais consistência aos processos da casa. Com passagem por produtoras de áudio como A Voz do Brasil, Loud+ e Hefty, Karin atuou no desenvolvimento e na execução de campanhas para marcas como Mercado Livre, Nestlé, TikTok, Mercado Pago, Samsung, Unilever, Itaú, Natura, O Boticário, Heinz, Volkswagen e Casas Bahia, em parceria com agências como AKQA, GUT, AlmapBBDO, Droga5, Galeria, Cheil, David e VML. A movimentação marca um novo momento para a produtora, enquanto Karin fortalece a gestão e o relacionamento com o mercado, Bernardo amplia sua dedicação à direção musical e ao desenvolvimento de novos negócios. A sintonia entre os dois, construída ao longo de três anos de trabalho conjunto no passado, reforça a proposta de uma operação mais estruturada, sem perder o foco criativo que caracteriza a French Fries Audio.
A força da conversa: o que o jeito latino tem ensinado ao mundo sobre vendas no WhatsApp
A América Latina sempre foi um continente movido pela conversa e não seria diferente na relação de compra e venda. O dono do mercadinho que conhece o cliente pelo nome e tem uma relação próxima com os distribuidores e vendedores de marcas fornecedoras, negocia olhando nos olhos e ajusta o pedido conforme a necessidade do dia faz parte da identidade econômica da região. Por isso, quando o WhatsApp se tornou o principal canal de comunicação do continente, o salto para o chamado conversational commerce não exigiu ruptura e, sim, apenas uma migração. “O comerciante não adotou uma nova tecnologia; ele expandiu um hábito que já existia”, esclarece Andres Stella, COO da Yalo, empresa que se tornou referência global em jornadas conversacionais entre indústria e varejo. “O WhatsApp virou o balcão digital porque estava no bolso de todos e resolvia a principal dor do varejo latino: a simplicidade”. No entanto, a simplicidade virou escala e Stella explica que a digitalização promovida pela indústria acabou criando um paradoxo: para comprar de diferentes fornecedores, o pequeno varejista passou a ter de acessar inúmeros sites ou baixar diversos aplicativos – algo impraticável para quem opera em ritmo acelerado. “O WhatsApp eliminou essa dor imediatamente. O lojista concentra todas as interações no app que já usa diariamente. Nosso papel foi estruturar esse comportamento com catálogo, recomendação, pagamento e assistência dentro do próprio mensageiro”, explica o especialista. Esse comportamento já aparece de forma clara no varejo brasileiro. Um levantamento da Yalo mostra que 39% dos lojistas já utilizam o WhatsApp como principal canal para realizar pedidos junto aos fornecedores e 26% já usam sugestões automáticas de reposição dentro do aplicativo. Esse movimento também é confirmado por dados inéditos da Meta. Em dezembro de 2024, uma pesquisa encomendada à Morning Consult, com 2.363 líderes empresariais da América Latina, revelou que 9 em cada 10 empresas consideram os aplicativos da Meta essenciais para seus negócios, com destaque para WhatsApp Business, Instagram e Facebook pela facilidade de uso, alto retorno sobre investimento e forte geração de vendas. O estudo mostra que o impacto vai diretamente para o caixa das empresas. No Brasil, 93% das companhias que utilizam as ferramentas da Meta relataram aumento de receita, sendo que 73% registraram crescimento superior a 25%. Na Argentina, 84% das empresas reportaram alta no faturamento, com 58% crescendo acima de 25%. Na Colômbia, 90% observaram aumento de receita, sendo que 60% superaram a marca de 25%. Já no México, 90% também registraram crescimento, com 62% avançando mais de 25%. As métricas são surpreendentes e chocam executivos de EUA, Europa e Ásia. Segundo o COO da Yalo, nenhuma reunião internacional passa incólume aos números latino-americanos. “Quando mostramos taxas de conversão próximas de 80%, frequência de recompra praticamente diária e adoção instantânea, os executivos ficam incrédulos. Se você coloca uma jornada fluida no WhatsApp, o comerciante adere imediatamente. Ele já confia no canal, já conversa com clientes e fornecedores ali. O crescimento é quase imediato e uma curva que não existe em interfaces tradicionais”. De acordo com o especialista, a escalabilidade real foi o ponto de virada, quando a América Latina deixou de ser exceção e virou modelo. “Quando vimos projetos saltarem de dezenas para centenas de milhares de lojas em poucos meses e funcionando com estabilidade, percebemos que o modelo era exportável”. Segundo ele, o exemplo mais emblemático é o da Coca-Cola FEMSA, que digitalizou mais de 1 milhão de pequenos comércios via WhatsApp utilizando a plataforma da Yalo. “Criamos uma jornada completa: catálogo, repetição de pedidos, histórico, campanhas segmentadas e integrações diretas com preço, estoque e logística. O canal conversacional se tornou um dos principais motores digitais da operação”, conta Stella. O resultado inclui taxas de conversão de cerca de 80% e mais de 60% das lojas realizando pedidos recorrentes. “O WhatsApp deixou de ser canal de comunicação; virou infraestrutura crítica de vendas”, resume. Stella elenca 3 lições que Estados Unidos e Europa estão correndo para absorver: a primeira delas é que o canal certo vale mais que a tecnologia nova. “Se não é WhatsApp, pode ser iMessage ou WeChat. O princípio é: não brigue com o comportamento do consumidor”; a segunda é que o Chat não é SAC e, sim, canal de vendas. “Na América Latina, provamos que mensagens podem ser o principal motor de pedidos e reabastecimento”; e a terceira é que IA e automação escalam a eficiência e o humano escala a conversão. “O equilíbrio é o segredo latino. A tecnologia não esfria a relação, ela prepara o terreno para que o humano brilhe”. O estudo feito pela Meta revela ainda um forte apetite por inteligência artificial generativa na região — com interesse de 79% das empresas na Argentina, 88% no Brasil, 80% na Colômbia e 89% no México — e mais da metade das organizações já utiliza a tecnologia na prática, acelerando automação, eficiência e personalização no relacionamento comercial. Aproveitando essa tendência, a Yalo vem implementando na indústria da América Latina o Oris, um agente inteligente criado para vender como os melhores vendedores humanos, em escala e com base em dados. O Oris é capaz de entender mensagens de voz, fazer recomendações estratégicas, agir proativamente e vender, de forma contextualizada, personalizada e escalável, utilizando inteligência artificial em qualquer canal, podendo ser chamadas de voz, WhatsApp, aplicativos e muito mais. Stella defende que a IA generativa se tornará o motor invisível do relacionamento, desenvolvendo o papel central nessa exportação. “Ela já é o cérebro que permite personalização em escala. Cria e adapta mensagens, recomenda produtos, antecipa rupturas e ajusta o tom da conversa. Cada lojista recebe algo relevante e no momento certo”, pontua. Segundo ele, a soma da atuação humanos + agentes inteligentes de IA será uma fórmula latino-americana poderosa no mercado nos próximos anos e ela também será usada para preservar o elemento cultural do varejo regional mantendo características específicas de cada cultura, o que proporciona uma maior aproximação com o consumidor. “O vendedor latino tem uma sensibilidade que nenhuma máquina reproduz. A automação cuida do operacional; ele cuida da confiança”, afirma Stella. Com isso, o atendente passa menos tempo conferindo estoque ou digitando respostas repetidas
Kinder® Ovo lança coleção exclusiva DC Playmobil e transforma a surpresa em conexão entre gerações
Kinder® Ovo, marca icônica da Ferrero reconhecida por transformar chocolate em surpresa, apresenta ao público brasileiro uma coleção inédita que promete ir além da brincadeira: a nova parceria com a DC Comics e a Playmobil que conecta gerações ao unir super-heróis e vilões consagrados, brinquedos clássicos e a experiência única. A coleção exclusiva traz os personagens mais emblemáticos do universo DC em miniaturas Playmobil, criando um ponto de encontro entre pais e filhos, onde adultos revivem histórias que amam e compartilham esse universo com as crianças, enquanto fãs de cultura pop encontram mais um motivo para se conectar. É a combinação perfeita entre chocolate delicioso, brinquedos incríveis e aquela expectativa inconfundível de Kinder® Ovo. Ao todo, são 16 surpresas icônicas, com heróis como Superman, Batman, Mulher-Maravilha e Flash, além de vilões conhecidos como Coringa, Mulher-Gato, Charada e Arlequina, todos reinterpretados no visual único de Playmobil. Cada ovinho convida à brincadeira, à imaginação e também à satisfação de completar a coleção com itens das franquias favoritas. Mais do que uma collab, a coleção DC Playmobil reforça o posicionamento da marca em criar momentos de diversão compartilhados, estimulando o brincar junto e a criação de memórias afetivas. Para os pais, é a chance de dividir com os filhos aquilo que marcou sua própria infância. Para os geeks, é um convite para a criança que existe em todo adulto reviver séries e personagens amados em forma de coleção. “Kinder® Ovo sempre foi sobre surpresa, imaginação e conexão emocional. Essa coleção traduz perfeitamente esse propósito ao unir universos que fazem parte da vida de diferentes gerações. É um lançamento que vai além do chocolate: é sobre brincar junto e criar memórias”, afirma Diego Caride, Diretor de Marketing de Kinder® para a América do Sul. A chegada da coleção aos pontos de venda será acompanhada por materiais especiais de PDV e uma estratégia robusta de comunicação digital, com forte presença nas redes sociais, ações com influenciadores e envio de press kits personalizados para criadores de conteúdo. A campanha busca gerar alto engajamento orgânico e ampliar a conversa com famílias e fãs de cultura geek, especialmente no período que antecede a Páscoa. Com histórico de sucesso em países como Espanha, França e Portugal, a coleção DC Playmobil desembarca agora no Brasil como uma aposta estratégica de Kinder® para transformar cada ovinho em surpresa, coleção e conexão entre gerações, reforçando que a marca não é só um chocolate, mas também uma experiência, uma surpresa e uma diversão compartilhada.
PicDoc amplia o acesso à saúde e conecta pacientes a especialistas em minutos, de qualquer lugar do país
A tecnologia tem transformado a forma como as pessoas acessam serviços de saúde no Brasil, especialmente em regiões onde a oferta de médicos especialistas ainda é limitada. Nesse cenário, a PicDoc, plataforma de consulta online, se consolida como uma solução que democratiza o cuidado, permitindo que pacientes de diferentes localidades tenham acesso rápido a atendimento médico qualificado, sem a necessidade de deslocamentos ou longas esperas. Por meio da plataforma, pacientes conseguem realizar consultas online em poucos minutos, conectando-se a médicos de diversas especialidades de forma prática e segura. A proposta é reduzir barreiras geográficas, otimizar o tempo do paciente e ampliar o acesso à saúde, especialmente para quem vive em cidades pequenas, áreas rurais ou regiões afastadas dos grandes centros urbanos. “A PicDoc nasceu com o propósito de tornar o acesso à saúde mais simples, rápido e democrático. Hoje, conseguimos conectar pessoas que estão em locais remotos a médicos especialistas em questão de minutos, algo que antes poderia levar dias ou até meses”, afirma Marcelo Amante, CEO da PicDoc. Segundo o executivo, a tecnologia é uma aliada fundamental nesse processo, mas sempre com foco no cuidado humano. “A plataforma facilita o acesso, encurta distâncias e melhora a experiência do paciente, mas o centro da consulta continua sendo o médico. Nosso papel é usar a inovação para aproximar as pessoas do cuidado médico de qualidade”, destaca Amante. Além de ampliar o acesso, a PicDoc contribui para desafogar serviços presenciais, oferecendo uma alternativa eficiente para orientações médicas, acompanhamento de condições de saúde e esclarecimento de dúvidas, sempre respeitando as normas e diretrizes da prática médica. Com atuação em todo o território nacional, a PicDoc reforça seu compromisso com a inclusão em saúde, mostrando que a tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa para reduzir desigualdades, levar atendimento especializado a quem precisa e transformar a jornada do paciente no Brasil. 📌 Sobre a PicDocA PicDoc é uma healthtech brasileira que conecta pacientes a médicos de mais de 70 especialidades de forma imediata, sem filas, sem mensalidades e sem burocracias. Reconhecida pela alta satisfação dos usuários e entre as melhores avaliadas no Reclame Aqui, a startup já superou 50 mil pacientes e se posiciona como a plataforma de telemedicina mais acessível, flexível e escalável do país. Seus fundadores possuem amplo background na indústria de tecnologia e no setor de saúde, com passagens por empresas de referência como Nokia, Claro, TIM, Microsoft e Hospital Israelita Albert Einstein. Essa bagagem de conhecimento rica e complementar é um dos diferenciais estratégicos da PicDoc, garantindo robustez operacional e visão de longo prazo para escalar o negócio.
DEA consolida-se como consultoria integrada de marcas e espaços ao completar 25 anos
A DEA, agência brasileira multidisciplinar de branding, comemorou recentemente 25 anos, marco que firma sua expertise como uma consultoria integrada de marcas, comunicação e espaços. Com um portfólio de mais de 2.000 projetos entregues para 400 clientes, incluindo nomes como Google, Nubank, Natura, XP.inc e Einstein Hospital Israelita, a empresa se destaca por sua abordagem que constrói e promove experiências de marca consistentes, conectadas e impactantes. O momento atual marca também o início de uma nova fase com o fortalecimento de sua área de marca e comunicação, extrapolando sua expertise de anos construída em projetos de wayfinding e experiência. A expansão reforça o objetivo da DEA de ser reconhecida como uma solução completa, que entrega projetos da idealização à implementação. A proposta de valor da DEA se baseia em quatro pilares principais: “Nós existimos para abrir espaço para marcas e negócios encontrarem e expressarem seus propósitos. Ao longo desses 25 anos, aprendemos que a força de uma marca está na consistência de suas expressões. Por isso, integramos disciplinas para criar sistemas únicos que orientam, envolvem e fortalecem a marca a partir de um propósito claro. Queremos ser parceiros estratégicos de nossos clientes, atuando junto aos departamentos de marca, marketing e pessoas”, afirma Mariana Caram, sócia-fundadora da DEA. Essa visão se traduz em resultados concretos. Estima-se que os projetos de ambientes corporativos e de consumo desenhados pela DEA já tenham impactado diretamente a jornada de mais de 50.000 colaboradores, com clientes relatando melhoria significativa da percepção da cultura, da marca e bem-estar. Wayfinding na estratégias de marketing Especializada em Wayfinding (ou “sistema de sinalização”), a DEA ganhou grande notoriedade no mercado ao conectar a essência do conceito às estratégias de comunicação e marketing, físico ou digital, de grandes marcas. Embora originado no design de espaços físicos — como shoppings, hospitais e aeroportos -, ele se refere a estratégias mais amplas, que guiam o cliente ao longo de uma jornada de forma intuitiva, clara e eficiente, facilitando a navegação até o objetivo final, como uma compra ou conversão. O mercado brasileiro de soluções de wayfinding foi avaliado em US$ 1,5 bilhão em 2024 e deve chegar a US$ 3,2 bilhões até 2033 (Verified Market Reports). O avanço acompanha a expansão global do experiential marketing, projetado para alcançar US$ 73,4 bilhões em 2035 (Business Research), além de refletir no Brasil, onde o setor de live marketing já movimenta mais de R$ 100 bilhões ao ano, segundo o anuário Brasileiro de Live Marketing 2024-2025). “Começamos como especialistas em wayfinding, ajudando marcas a guiar pessoas em espaços físicos de forma intuitiva e estratégica. Hoje, ampliamos nosso olhar para toda a jornada do cliente — no digital, no físico e no emocional. A essência continua a mesma: orientar, simplificar e conectar. Só que agora, fazemos isso com um leque ainda mais completo de soluções em marketing e comunicação”, explica Mariana Caram.
Canal Gov atinge a marca de 1 milhão de seguidores no Instagram
O perfil do Canal Gov (@canalgov) alcançou nesta semana a marca de 1 milhão de seguidores no Instagram. A emissora foi criada em julho de 2023 como um serviço prestado pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) voltado a divulgar informações sobre as ações do Governo do Brasil, aproximando a população das políticas públicas e ampliando a circulação de conteúdos de interesse coletivo. No Instagram, o Canal Gov agradeceu ao público: “Essa marca só é possível graças a quem acompanha o Canal Gov, veículo da EBC voltado às notícias do Governo do Brasil. Aqui divulgamos políticas públicas que impactam a vida do brasileiro, ações dos ministérios, agenda presidencial e muito mais, prezando sempre pela informação simples, de qualidade e contra a desinformação. A você que nos segue, curte e compartilha nossos conteúdos, nosso imenso obrigado!”. A atuação do Canal Gov nas redes sociais também foi destaque em pesquisa realizada pela plataforma Social Media Gov e divulgada nesta quarta-feira (25). Levando-se em consideração todo o ano de 2025, a emissora atingiu o quarto maior volume de interações entre todas as instituições públicas brasileiras. A EBC ainda figurou no Top 10 do estudo com outros três perfis: o da TV Brasil (1º lugar), o da própria EBC (3º lugar), e o da Agência Brasil (7º lugar). O levantamento considerou curtidas, comentários, compartilhamentos e outras formas de engajamento nas principais plataformas. “O resultado expressivo do Canal Gov no Instagram está em consonância com o nosso objetivo de oferecer aos cidadãos ferramentas para que eles possam compreender as políticas públicas e exercer os seus direitos. Tudo isso de forma objetiva e didática, dialogando com formatos, linguagens e a própria cultura das redes sociais”, explica o superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais da EBC, Fernando Miranda, que ressalta ainda que o trabalho é feito de forma orgânica, sem impulsionamento pago. O superintendente de Serviços de Comunicação da EBC, Juan Pessoa, acrescenta que o trabalho desenvolvido nas redes sociais fortalece a atuação estratégica multiplataforma. “Estruturamos o que chamamos de Rede Gov, com presença na televisão (Canal Gov), rádio (Rádio Gov) e internet (Agência Gov). Essa sinergia entre as diferentes formas de produção e distribuição permite que cheguemos mais longe, seja pelo alcance dos nossos próprios meios ou pelos parceiros da imprensa que, ao reproduzir nossas transmissões e conteúdos, ajudam na capilaridade dessa difusão”, afirma.
“O futuro do varejo não é do maior, mas do mais ágil”, avalia especialista
A edição de 2026 da NRF, maior evento mundial do varejo, mostrou para executivos, investidores e líderes de tecnologia que, no novo ciclo do comércio global, a vantagem competitiva não vem mais do tamanho da empresa, mas da sua capacidade de reagir rápido, integrar dados e transformar tecnologia em resultado. “As grandes empresas já entenderam que a IA precisa estar embutida no negócio, funcionando nos bastidores, resolvendo problemas reais e apoiando decisões”, disse César Baleco, CEO do grupo IRRAH Tech, empresa paranaense com atuação global em soluções de automação e inteligência artificial voltadas à eficiência operacional. “Nesse novo jogo, o futuro não é do maior, mas do mais ágil. O foco agora está em como automatizar processos, reduzir desperdícios, prever demanda, personalizar ofertas e acelerar decisões comerciais em tempo real”. O raciocínio ecoa entre executivos que acompanharam a programação global. Para Siro Canabarro, CEO da Tecinco, parceira da IRRAH Tech no evento, “se você ainda não utiliza IA, você está sendo utilizado por ela, e a tecnologia passa a ser um ativo central de competitividade”. A mudança de perspectiva apareceu nos estandes e palestras das big techs e líderes de mercado presentes na NRF, e a IA está deixando de ser vista como um suplemento de marketing para passar a assumir funções operacionais essenciais. Isso inclui: análise de comportamento do consumidor em tempo real; identificação de necessidades antes mesmo de serem explicitadas; mapeamento contextual da jornada de compra; e predição de demandas e otimização de estoques. “Não estamos mais lidando apenas com uma IA operacional. Ela apoia decisões humanas, cruzando grandes volumes de dados para gerar predições que se traduzem em mais eficiência”, explicou Baleco. É uma tendência: no varejo, os modelos de relacionamento baseados em comunicação invasiva, como campanhas push massivas, tendem a perder eficácia frente a abordagens que combinam personalização baseada em dados e automação personalizada. “A IA passa a identificar não apenas o que o consumidor compra, mas quando, por quê e em que contexto social e econômico. Isso permite criar jornadas de compra mais eficientes, menos dependentes de descontos e mais orientadas à conversão real”, destaca o CEO da IRRAH Tech. A empresa paranaense vem investindo em infraestrutura que permite às empresas operar IA de forma integrada aos seus sistemas de negócio, do CRM ao ERP, do atendimento ao financeiro. No final de 2025, o grupo lançou o Model Context Protocol (MCP), um padrão que facilita a comunicação entre agentes de IA e softwares corporativos, eliminando uma das maiores barreiras à automação em larga escala: a fragmentação dos sistemas. Na prática, isso permite que empresas conectem inteligência artificial a seus processos operacionais sem precisar reconstruir toda a arquitetura tecnológica — o que reduz custos, tempo de implementação e dependência de equipes especializadas. “O que o MCP faz é transformar a IA em infraestrutura plugável, algo que pode ser escalado rapidamente conforme o negócio cresce ou muda”, explica Baleco. O resultado dessa transformação é um mercado em que agilidade, integração e capacidade de adaptação passam a pesar mais do que tamanho, legado ou poder de marca. “A NRF 2026 nos ensina a ser menos deslumbrados com promessas, mais focados em retorno sobre tecnologia, produtividade e impacto financeiro, e mostra que rapidez faz a diferença. Por isso, encurtar esse caminho com parceiros tecnológicos fará toda a diferença neste ano”, conclui.
Morana celebra o Dia da Mulher com campanha que exalta sororidade, pertencimento e força coletiva
A Morana, rede que é autoridade em acessórios, lança sua campanha de Dia da Mulher com um convite para olhar além do espelho e reconhecer tudo o que existe por trás do ato de se ver bem. Com o conceito “Faz bem se ver bem juntas”, a marca propõe uma reflexão sobre como o cuidado individual também é coletivo e como histórias compartilhadas entre mulheres são capazes de gerar pertencimento, inspiração e transformação. Para dar vida a esse manifesto, a campanha reúne histórias reais de mulheres que enfrentaram desafios profundos e encontraram, no apoio de outras mulheres, a força para seguir adiante. As narrativas abordam temas como superação, identidade, fé, recomeço e acolhimento, reforçando a ideia de que se ver bem vai muito além da estética: é sobre conexão, confiança e reconhecimento. “Acreditamos que o cuidado individual também é coletivo”, diz Nara Dutra, head de marketing da marca. “Quando uma mulher se reconhece, ela inspira. Quando se apoia, fortalece. E quando compartilha sua trajetória, abre caminhos para muitas outras. Essa campanha nasce desse olhar sensível e verdadeiro sobre o feminino.” Histórias reais como centro da narrativa A campanha é protagonizada por mulheres que representam diferentes vivências e momentos da vida, como Ana K Mello, Débora Campos, Fátima Pereira e Lívia Araújo, além da influenciadora Flavia Pavanelli, parceira de longa data da Morana. Todas compartilham relatos pessoais marcados por dor, reconstrução e apoio feminino, traduzindo na prática o conceito de sororidade que guia a comunicação da marca neste Dia da Mulher. Flavia Pavanelli, que integra o squad de influenciadoras da Morana desde 2021, retorna à campanha como uma das vozes que amplificam esse diálogo. Sua participação reforça a consistência da estratégia da marca de construir relações de longo prazo com creators que compartilham valores e propósito. Parceria com Scarf Me Como parte da campanha, a Morana lança, pela primeira vez, uma coleção de lenços com estampas exclusivas desenvolvidas em parceria com a Scarf Me, materializando o conceito do Dia da Mulher em produto. A proposta ganha ainda mais significado com pingentes multiusos, pensados como símbolos de expressão e identidade, que podem ser combinados ao lenço. Os lenços estão disponíveis nas lojas Morana por R$ 49,90 Cada pingente possui uma representatividade como força, amor, cuidado, liberdade, fé, proteção, resiliência e sororidade. Eles podem ser usados de diferentes formas, ampliando as possibilidades de estilo e conexão pessoal. Ao escolher os seus, cada mulher constrói uma narrativa própria, refletindo suas vivências e as forças que a movem. A coleção reforça o posicionamento da Morana de unir estilo, propósito e acessibilidade, ao mesmo tempo em que inaugura um novo olhar da marca para os lenços como acessórios versáteis, carregados de significado e capazes de dialogar com diferentes histórias e momentos de vida. Comunicação integrada e multicanal A campanha conta com filmes e conteúdos digitais que ampliam o alcance da mensagem, além de ativações nas redes sociais e nas mais de 300 lojas da rede. O objetivo é criar um diálogo emocional com o público, reforçando o posicionamento da Morana como uma marca que entende o acessório como parte de uma experiência mais ampla de identidade, cuidado e pertencimento.