Dia do Consumidor: 85% dos brasileiros compram online e desafiam varejistas a acertar nas promoções
Celebrado tradicionalmente em 15 de março, o Dia do Consumidor é uma data importante para varejistas e clientes que buscam boas promoções. Nesse contexto, destaca-se o papel do e-commerce como principal canal de compras para 85% dos brasileiros, segundo o estudo CX Trends 2026. Os dados também apontam que 76% desses consumidores digitais escolhem os marketplaces para adquirir um produto ou serviço, sobretudo pela segurança das plataformas. Somando comodidade com promoções, fica evidente que os brasileiros aguardam as “datas comerciais” para comprar. O levantamento Neotrust Confi confirmou que, em 2025, o comércio eletrônico brasileiro atingiu R$8,3 bilhões durante a semana do consumidor, um aumento de 13,6% comparado ao mesmo período de 2024. Independentemente da estratégia de cada indústria e varejista nestas épocas, a análise cuidadosa dos descontos e checagem dos preços faz toda a diferença no fluxo de caixa. De acordo com Pablo Zapata, CEO e fundador da TrackingTrade, empresa especializada em monitoramento e governança comercial, o mercado aproveita essas oportunidades para promover os produtos mais antigos e como consequência introduzir novos produtos nos canais parceiros. Sendo assim, o monitoramento de preços para proteção de margens é o melhor caminho para garantir o sucesso comercial no período. “Observo que o consumidor brasileiro é muito sensível a preço na composição da sua decisão para comprar bem, e o mercado precisa acompanhar esse ritmo. E o sucesso do canal está na compra (sellin) do produto que antecede as datas sazonais. Portanto, se um varejista encontrou os melhores fornecedores e está com o estoque disponível para atender a demanda, é sinal que ele usou dados corretamente ao seu favor”, destaca o executivo, que defende o monitoramento das informações como parte fundamental das estratégias de vendas e supply chain (cadeia de suprimentos ou estoque). Governança comercial e monitoramento dos preços Utilizar dados a favor dos negócios é justamente um dos desafios das empresas nacionais, de acordo com pesquisa Panorama de Sentimento das Lideranças. De um lado, 80% das companhias consultadas utilizam algum tipo de ferramentas para controle de preços. Porém, os executivos opinam que a falta de estratégia e integração de processos organizacionais são desafios que precisam ser discutidos internamente. Para Zapata, essa percepção dos líderes tem relação com a falta de governança na tomada de decisão, podendo trazer prejuízos sérios em datas comerciais. “Nestes períodos os fornecedores e administradores dos canais de venda, como marketplaces, fazem grandes apostas. Uma vez que o desafio das marcas é tornar a concorrência menos predatória, é nesse momento que uma tecnologia de monitoramento de preço ou proteção de margem, são essenciais para garantir a execução da estratégia”, explica. O fundador da TrackingTrade enxega a governança como um diferencial enorme no Brasil que vai além do controle de mercadoria. “A gestão inteligente começa no planejamento de vendas e operações (S&OP), passando pela política comercial, contratos com o canal, logística e finalmente o trade marketing”, acrescenta Zapata.
Após M&A, Platform Science anuncia rebranding e apresenta nova campanha institucional com a influenciadora Suelen Lopes
A Platform Science, multinacional americana líder em soluções de segurança para o setor de transporte no Brasil e na América Latina, apresentou sua nova identidade, marcando uma fase de expansão e maior visibilidade no mercado. A mudança ocorre após a aquisição de unidades globais da Trimble Transportation. A reformulação não altera os serviços, que passam a operar sob a nova marca. “A aquisição da Trimble Transportation não foi apenas um movimento de mercado, mas o catalisador para nos tornarmos a inteligência central do transporte na América Latina. Com o rebranding, deixamos de ser um fornecedor de ferramentas para ser a plataforma onde a rentabilidade e a segurança dos nossos clientes de fato acontecem. Em 2026, nosso foco é transformar essa robustez tecnológica em autoridade inquestionável no setor.”, afirma Rony Neri, diretor-executivo LATAM da empresa Tendo a segurança como pilar central, a nova identidade visa falar com decisores e donos de transportadoras. A campanha institucional Além do rebranding da marca, a empresa lançou uma campanha institucional focada em posicionar a segurança como essencial para o setor de transportes e logística, com o conceito “Segurança que move”. “A Platform Science desdobra a narrativa em três pilares: ‘segurança que move o futuro’, ao antecipar riscos e preparar as operações para decisões mais inteligentes; ‘segurança que move rentabilidade’, ao transformar dados em eficiência operacional e resultados financeiros concretos; e ‘segurança que move cultura’, ao reforçar o cuidado com pessoas, especialmente motoristas e gestores, promovendo uma operação mais responsável, confiável e sustentável”, explica Rony Neri. A influenciadora e caminhoneira Suelen Lopes é o rosto da campanha e traz a visão de quem entende os perigos das estradas. “A escolha reforça o pilar de ‘cuidar de quem cuida’, unindo a robustez dos dados da Platform Science à experiência prática”, reforça Neri. A campanha reforça como a tecnologia ajuda os motoristas a se sentirem menos sozinhos e mais protegidos, enquanto os gestores de frotas reduzem o estresse e a sobrecarga, e as empresas de logística conseguem decisões lucrativas, por meio dos dados da plataforma. O diretor-executivo LATAM da Platform Science ressalta que, em 2026, a startup pretende se consolidar no mercado como a principal base de confiança e crescimento para seus clientes. “Neste ano, a Platform Science concentrará seus esforços na expansão de autoridade e na consolidação de mercado, fortalecendo o diálogo com decisores estratégicos e aprofundando parcerias com players nacionais e globais”, finaliza.
Agência paranaense disputa Prêmio Nacional de Jornalismo
O mercado ilegal de cabos e fios elétricos movimenta cerca de R$ 2,4 bilhões por ano no Brasil, segundo o Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não Ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel). A circulação desses materiais, muitas vezes sem qualidade e com baixa fiscalização, ajuda a explicar um cenário preocupante no país quando o assunto envolve acidentes elétricos. Segundo o último levantamento anual realizado pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), os casos aumentaram 11,6% em 2024, totalizando 2.373 ocorrências. Esses números, que expõem uma realidade preocupante no Brasil, cuja reversão passa, sobretudo, pela conscientização, pautaram o trabalho da Engenharia de Comunicação e levaram a agência a ser, mais uma vez, finalista do Prêmio Abracopel de Jornalismo. A iniciativa reconhece reportagens e ações de comunicação voltadas à conscientização sobre os riscos da eletricidade no país. A pauta que está concorrendo esse ano tem o título “30% dos fios de cobre usados no Brasil têm origem ilícita”. “Ano após ano, assumimos o compromisso de levar informação qualificada aos jornalistas sobre o tema. Nosso trabalho consiste em organizar dados e estudos, conectando fontes especializadas à imprensa, com o objetivo de ajudar a construir reportagens relevantes que contribuam para transformar a realidade dos acidentes no Brasil”, afirma a fundadora, Patrícia Stedile. A nova indicação reforça uma trajetória consistente. A Engenharia de Comunicação já conquistou o título de ‘Melhor Assessoria de Imprensa’ em quatro edições do prêmio e recebeu menção honrosa em outras duas. Em 2025, a agência superou 24 concorrentes e levou o prêmio especial ‘Anuário Estatístico’, pelo trabalho ‘Número de mortes por acidentes elétricos no Brasil se aproxima dos EUA’. “Ser finalista novamente representa o reconhecimento de um trabalho pautado por propósito, consistência e responsabilidade social. É um resultado construído em parceria com nossos clientes, redatores, revisores, equipe de divulgação e, sobretudo, com a imprensa, que abre espaço para temas de interesse público”, destaca Patrícia. Entre os concorrentes desta edição estão veículos e programas de alcance nacional, como o Jornal Nacional, a Rede Record e a Revista O Setor Elétrico. Os vencedores serão anunciados no dia 31 de março, em cerimônia na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo. Os primeiros colocados de cada categoria receberão troféu, e todos os finalistas, medalha exclusiva. Além das categorias tradicionais, a edição contará com duas premiações especiais: o Prêmio Especial Anuário Estatístico Abracopel, para a matéria que mais utilizar dados do Anuário Estatístico da entidade, e o Prêmio Especial Qualifio, voltado para as reportagens que abordaram o impacto do mercado irregular de fios e cabos elétricos. Na mesma data, será lançado o Anuário Estatístico de Acidentes de Origem Elétrica 2026 (ano-base 2025), com dados inéditos sobre ocorrências registradas ao longo de 2025, incluindo choques elétricos, incêndios por sobrecarga e descargas atmosféricas. Sobre a Engenharia de Comunicação Fundada em 2004, com sede no Paraná e atuação nacional, a agência soma mais de 20 anos de experiência no mercado. Atende empresas de tecnologia de diferentes portes, incluindo startups, desenvolvedores de softwares de gestão para food service, planejamento financeiro, gestão de frotas, voltados às áreas contábil, fiscal e financeira, além de hubs de integração de marketplaces e ecossistemas digitais. Com metodologia própria, a Engenharia de Comunicação atua no gerenciamento de pautas, divulgação e follow-up ativo junto à imprensa, mantendo relacionamento com veículos de comunicação em todo o País. Mais informações: https://engenhariadecomunicacao.com.br SERVIÇO Sobre a Abracopel e o prêmio: https://abracopel.org
Com foco em medicina de precisão e setor público, Roche Diagnóstica bate R$ 1,5 bilhão em faturamento em 2025
A Roche Diagnóstica fechou 2025 com um crescimento de 9% em relação ao ano anterior e faturamento de R$1,5 bilhão. Em um cenário de transformações aceleradas no setor de saúde global, a companhia reafirma seu protagonismo no Brasil ao aliar solidez financeira a um salto tecnológico sem precedentes. O ano de 2025 consolidou a visão da companhia de que o futuro do diagnóstico reside na integração entre medicina de precisão, inteligência de dados e parcerias estratégicas que conectam os setores público e privado. Com o avanço da genômica e a digitalização de processos laboratoriais, a Roche Diagnóstica não apenas superou expectativas de mercado, mas estabeleceu novos padrões de eficiência e agilidade que estão redefinindo a jornada do paciente e a sustentabilidade do ecossistema de saúde nacional. A empresa também foca seus esforços em 2026 na preparação do mercado para a chegada do novo sequenciador SBX¹, produto que por enquanto é utilizado somente em pesquisa e tem chegada prevista no mercado em 2027. Como parte desse movimento, a Roche Diagnóstica anunciou uma colaboração estratégica com a Broad Clinical Labs para desenvolver aplicações utilizando a tecnologia de sequenciamento de próxima geração (NGS) Sequencing By Expansion (SBX). Recentemente, essa tecnologia demonstrou seu potencial ao quebrar um GUINNESS WORLD RECORD™, sequenciando um genoma humano completo em menos de quatro horas. O foco desta cooperação em pesquisa é transformar a genômica clínica e a descoberta biomédica, impactando diretamente o tratamento de doenças complexas, como o câncer, e a identificação de mutações causadoras de doenças hereditárias e raras. Reforçam a solidez da operação no Brasil outros marcos atingidos em 2025, como a renovação da parceria com a Dasa por mais sete anos, na maior concorrência já realizada pela Roche Diagnóstica na América Latina e uma das maiores do mundo. A empresa será a principal responsável pela atualização do parque tecnológico da Dasa, fornecendo equipamentos com foco em automação avançada e custo-eficiência. Ainda em 2025, a Roche Diagnóstica expandiu sua atuação em colaboração com outros grandes players da medicina diagnóstica nacional. Junto ao Grupo Sabin, implementou uma das plataformas tecnológicas mais modernas do país, em Brasília. Simultaneamente, o Hospital Sírio-Libanês adotou o ecossistema digital navify®, integrando automação e equipamentos de última geração para otimizar a precisão e a agilidade dos exames. No âmbito da saúde pública, a incorporação do teste DNA-HPV da Roche Diagnóstica pelo SUS para diagnóstico do câncer de colo de útero representou um avanço histórico, com expectativa de investimento público anual entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões, reafirmando o compromisso da empresa com a medicina de precisão em larga escala. Por fim, 2025 foi marcado por avanços da Roche Diagnóstica no segmento de doenças infecciosas: a companhia cresceu 2 pontos percentuais em um mercado de R$ 427 milhões anuais, alcançando a segunda posição no setor e estabelecendo a meta de crescer 35% nesta área até 2029. Outro destaque da companhia do último ano foi o lançamento do Accu-Chek® SmartGuide, dispositivo que trouxe a funcionalidade inédita de antecipar oscilações de açúcar no sangue com alertas em tempo real. “O desempenho da Roche Diagnóstica em 2025 é o reflexo direto de nossa estratégia em acelerar a medicina de precisão no Brasil por meio de parcerias de alto impacto e inovação disruptiva. Ao alcançarmos R$ 1,5 bilhão em faturamento, não apenas consolidamos nossa operação, mas pavimentamos o caminho para um 2026 ainda mais ambicioso. Nosso compromisso vai além dos números: estamos prontos para continuar moldando o futuro do diagnóstico, garantindo que a tecnologia de ponta chegue a cada vez mais brasileiros, do setor privado ao sistema público”, comenta Carlos Martins, CEO da Roche Diagnóstica. ¹ Produto para Ciências da Vida, não indicado para Diagnóstico de Uso “in vitro”. Este produto não está disponível para comercialização no Brasil.
A crise começa na mídia
Crises raramente surgem de forma abrupta. Elas costumam começar pequenas: um tom que muda em uma nota de rodapé, um tema que ganha recorrência ou uma tendência que emerge em canais digitais antes de se consolidar em cobertura mais ampla. O mercado de media monitoring está em expansão acelerada, com projeções que indicam que o setor global deve crescer de cerca de US$ 5,99 bilhões em 2026 para mais de US$ 10 bilhões até 2031, a uma taxa média de crescimento anual superior a 10%. Isso reflete a demanda por ferramentas capazes de transformar grandes volumes de dados em leitura estratégica para reputação, risco e narrativa de marca. Ao mesmo tempo, soluções alimentadas por inteligência artificial e análise em tempo real têm se mostrado centrais para detectar tendências emergentes de risco e antecipar movimentos antes que se tornem problemáticos. O aumento de dados publicados, incluindo bilhões de menções em redes sociais, blogs e notícias diariamente, torna indispensável a capacidade de interpretar padrões em vez de apenas coletar menções. Nesse contexto, o clipping passa a ocupar um papel executivo: não apenas registrar o que aconteceu, mas identificar o que está se formando. Quem consegue ler esses sinais antes ajusta discurso, estratégia e posicionamento antes que um problema se amplifique. A mídia muitas vezes não cria todos os problemas, mas frequentemente revela os primeiros sinais de que eles estão prestes a crescer. Saiba mais: www.sinopress.com.br
Sebrae RS acompanha o SXSW 2026 e traduz tendências globais para o varejo
O Sebrae RS está acompanhando de perto o South by Southwest (SXSW) 2026, que acontece de 12 a 18 de março, em Austin, nos Estados Unidos. Reconhecido como um dos principais eventos globais sobre inovação, tecnologia, comportamento e novos modelos de negócio, o festival reúne especialistas, empresas e lideranças que discutem os caminhos do futuro. Mais do que participar do evento, a proposta do Sebrae RS é atuar como um radar de tendências para os pequenos negócios do Rio Grande do Sul. Ao longo da programação, a equipe acompanha painéis, experiências e debates que ajudam a entender como tecnologia, cultura e comportamento estão transformando mercados no mundo todo. A cobertura é realizada por Débora Martini Kryvoruchca, gerente de marketing, Fabiano Zortéa, especialista em varejo, e David Viegas, analista de projetos em inovação do Sebrae RS. O grupo acompanha os principais conteúdos do evento com atenção especial a temas como mundo do trabalho, novas profissões, desafios de gestão e liderança de times, além de creator economy. Os principais aprendizados e reflexões do SXSW são compartilhados em uma cobertura especial no blog e no Instagram do Sebrae RS, conectando empreendedores gaúchos às discussões que estão acontecendo no cenário global. A proposta é traduzir essas conversas para uma linguagem próxima da realidade dos micro e pequenos negócios, destacando o que merece atenção no radar de quem empreende. “O SXSW é um espaço onde diferentes áreas – tecnologia, cultura, comportamento e negócios – se encontram para discutir o que vem pela frente. Estar aqui nos permite observar essas transformações e trazer para os empreendedores gaúchos uma leitura mais próxima do que pode impactar seus negócios nos próximos anos”, destaca a gerente de marketing do Sebrae RS. Com essa iniciativa, o Sebrae RS amplia o acesso dos pequenos negócios às grandes discussões internacionais e reforça seu papel de conectar empreendedores às tendências que estão moldando o futuro dos mercados. Para acompanhar a cobertura completa do SXSW 2026, acesse:sebrae.rs/sebraersnosxsw.
Marketing precisa voltar à mesa do CEO, defende Fernando Lebbe
Em muitas empresas brasileiras, o marketing ainda aparece na planilha como despesa operacional e permanece distante das decisões estratégicas. Para Fernando Lebbe, CEO da Lebbe, agência de marketing e comunicação do Grupo Partners, essa lógica ajuda a explicar por que tantas marcas perdem relevância, competitividade e valor justamente nos momentos de maior pressão econômica. “Quando o marketing é tratado apenas como custo, a empresa abre mão de uma das principais ferramentas de geração de valor no médio e no longo prazo”, afirma. Segundo Lebbe, o problema não está apenas no volume de investimento, mas na posição que o marketing ocupa dentro da estrutura de poder das organizações. Em muitos casos, as decisões ficam restritas a ações táticas, de curto prazo, desconectadas da estratégia do negócio e da visão da alta liderança. “Marketing precisa estar na mesa do CEO porque é ali que se decide crescimento, posicionamento e perenidade. Marca forte não se constrói com iniciativas isoladas, mas com decisões estratégicas consistentes”, diz. Estudos internacionais reforçam esse diagnóstico. Um levantamento global da Deloitte aponta que empresas com marcas fortes e estratégias de marketing integradas à alta liderança podem apresentar desempenho financeiro até 20% superior ao de concorrentes excessivamente focados em eficiência operacional. Já uma análise da McKinsey indica que organizações orientadas por marca tendem a atravessar ciclos econômicos adversos com maior estabilidade de receita e recuperação mais rápida após períodos de crise. Para Lebbe, o paradoxo é que, justamente em cenários de instabilidade, o marketing costuma ser o primeiro item a sofrer cortes. “É compreensível que empresas busquem eficiência em momentos de aperto, mas reduzir marketing de forma linear geralmente sai caro. Marcas que desaparecem do radar do consumidor acabam pagando um preço muito maior para recuperar relevância depois”, avalia. O executivo observa que companhias que mantêm o marketing conectado à estratégia corporativa conseguem transformar períodos de crise em oportunidade. “Enquanto alguns reduzem presença e discurso, outros fortalecem o vínculo com o público, ajustam narrativa e ganham espaço competitivo. É nesse momento que o marketing deixa de ser visto como gasto e se revela investimento”, afirma. Na avaliação do CEO da Lebbe, recolocar o marketing no centro das decisões passa também por uma mudança cultural dentro das empresas. “Não se trata de defender campanhas mais caras ou ações mirabolantes, mas de usar inteligência de dados, visão de marca e leitura de cenário para orientar decisões de negócio. Quando o CEO entende isso, o marketing deixa de ser acessório e passa a ser motor de crescimento”, conclui.
Gustavo Herrmann, CEO da Koppert América do Sul, é eleito um dos 100 Mais Influentes do Agronegócio 2026
O CEO da Koppert para a América do Sul, Gustavo Herrmann, foi eleito um dos 100 Mais Influentes do Agronegócio 2026, na categoria Indústria, reconhecimento promovido pelo Grupo Mídia e considerado um dos mais relevantes do setor no país. A homenagem destaca as lideranças que têm papel decisivo na transformação do agronegócio brasileiro, impulsionando inovação, competitividade e sustentabilidade. O prêmio reconhece profissionais que se destacam por sua capacidade de definir rumos, orientar investimentos e estimular avanços tecnológicos em toda a cadeia produtiva. A lista reforça a importância das lideranças que integram diferentes áreas do setor — da indústria às entidades representativas, da pesquisa científica ao campo. A cerimônia oficial de premiação está marcada para o dia 28 de abril, no histórico Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto (SP). Reconhecimento que impulsiona o agro À frente da Koppert América do Sul, os CEOs Gustavo Herrmann e Danilo Pedrazzoli atuam para acelerar a adoção de soluções biológicas no país, apoiando a construção de um modelo de produção mais eficiente, competitivo e ambientalmente responsável. A atuação da liderança executiva tem fortalecido parcerias estratégicas, ampliado investimentos em pesquisa e estimulado o uso de tecnologias que conectam sustentabilidade e produtividade no campo. Nos últimos anos, a Koppert Brasil avançou em iniciativas estratégicas de expansão, incluindo um plano de investimento para triplicar sua capacidade industrial a partir de 2026, com novas unidades dedicadas a fungos, bactérias e nematoides em Piracicaba (SP). Esse movimento, apoiado por negociações com investidores e instituições financeiras locais, reforça a autonomia e o protagonismo da operação brasileira no grupo global.
Ana Martins fortalece equipe esportiva da Rádio Bandeirantes
A Rádio Bandeirantes anuncia a chegada de Ana Martins ao seu time esportivo. A jornalista estreia neste sábado (14), às 17h, no programa Concentração, passando a integrar também as transmissões e atrações semanais, fortalecendo a presença feminina na emissora. A comentarista retorna ao Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde já atuou pela Nativa FM. “Minha família sempre respirou esporte na Bandeirantes e vivi isso desde a infância. Estar aqui é um presente especial, ainda mais em ano de Copa do Mundo Fifa. É uma honra estar ao lado de profissionais que são referência e entregam um trabalho de credibilidade e respeito ao ouvinte”, celebra. Com 28 anos de carreira, a locutora irá reforçar a cobertura do mundial de futebol e de outras grandes competições nacionais e internacionais. O público pode acompanhar a programação no dial, no aplicativo Bandplay, no site Band.com.br e no canal oficial no YouTube.
Oscar 2026: AdoroCinema transforma a premiação no maior evento digital do Brasil
O clima de “Copa do Mundo do Cinema” está oficialmente de volta. Com o Brasil na disputa pela estatueta dourada em 2026, o AdoroCinema, principal vertical de entretenimento da Webedia Brasil, prepara a maior e mais rentável cobertura de sua história. No dia 15 de março, a partir das 18h, o portal realiza a 6ª edição de sua já consagrada live multiplataforma, consolidando-se como o principal “sofá digital” dos fãs de cinema e o ativo comercial mais quente da premiação no país. Com o Brasil muito bem representado na disputa com O Agente Secreto (indicado a 4 categorias, incluindo Melhor Filme) e Adolpho Veloso (indicado a Melhor Fotografia por Sonhos de Trem), as expectativas de audiência estão altíssimas. Para dar conta dessa demanda, a live evoluiu. Adotando a dinâmica ágil e descontraída dos podcasts, a transmissão do AdoroCinema alinha-se aos novos hábitos de consumo, especialmente os da Geração Z. Liderando o consumo mobile, esse público dita a regra: enquanto a transmissão oficial na TV dita o ritmo da entrega dos prêmios, é no ambiente digital, com análise, memes e interação em tempo real, que a conversa ganha profundidade e a audiência se retém de verdade. Para comandar essa maratona, os apresentadores Amanda Brandão e Digão Ribeiro estarão à frente de um verdadeiro hub de criadores. O AdoroCinema uniu forças com gigantes da internet para criar a maior mesa-redonda do cinema nacional: Otávio Ugá (do canal Super 8), o coletivo Entremigas e o comentarista de cultura pop Fabão. O pré-show, focado na moda e nas tendências do tapete vermelho, terá a análise afiada do influenciador de moda, Raphael Dumaresq. Além do timaço no estúdio, a jornalista e repórter Aline Pereira estará in loco em Los Angeles, trazendo a temperatura dos bastidores, a tensão da delegação brasileira e entradas exclusivas direto de Hollywood. Longe de ser apenas um formato de cobertura, a transmissão se tornou um verdadeiro case de sucesso. A live de 2025 foi a melhor da história do portal, registrando 60 milhões de impressões, 40 milhões de visualizações totais e 10 milhões em engajamento nas redes. Apenas durante a transmissão da live multiplataforma, foram contabilizados 4 milhões de visualizações, 1,5 milhão em engajamento e picos de 21 mil usuários simultâneos (CCU). Com o crescimento das expectativas para 2026, gigantes do mercado como Volkswagen, Nespresso, Britânia, Sazón, Cinépolis, Tim, Fanta, Boticário, Heinz e Piracanjuba já garantiram suas cotas de patrocínio, apostando na força da atração. “O público não quer mais uma cobertura engessada; ele quer assistir ao evento acompanhado de quem entende do assunto e fala a sua língua. Para os anunciantes, estar na nossa live significa participar de forma orgânica no auge da empolgação da audiência e no momento exato em que a conversa acontece. E não existe palco melhor para as marcas do que participar de um evento como esse de forma imersiva e com quem conhece a comunidade.”, destaca Mauro Borges, Diretor Geral de Planejamento e Vendas da Webedia Brasil. A cobertura completa, desde os looks das estrelas até o anúncio do prêmio principal, será transmitida simultaneamente no YouTube, TikTok, Instagram e Facebook do AdoroCinema. A operação conta ainda com o Kwai como parceiro estratégico para a amplificação da live e centralização de conteúdos em uma página dedicada dentro da plataforma. AdoroCinema – Live do Oscar 2026 Quando: 15 de março (Domingo), a partir das 18h Apresentadores: Amanda Brandão e Digão Ribeiro Convidados: Raphael Dumaresq, Otávio Ugá (Super 8), coletivo Entremigas e Fabão Correspondente em LA: Aline Pereira Onde: YouTube, Instagram, TikTok e Facebook do AdoroCinema Link da transmissão oficial: https://www.youtube.com/watch?v=04t08KftWR0
Atlético promove leilão solidário para apoiar vítimas das enchentes na Zona da Mata
O Clube Atlético Mineiro lançou a campanha “Galo Solidário: Juntos pela Zona da Mata” para apoiar as vítimas das enchentes que atingiram a região mineira, em fevereiro. Como parte da iniciativa, o Clube promove um leilão beneficente na Play For a Cause — plataforma que utiliza esporte e entretenimento como ferramentas de transformação social — com uma camisa oficial autografada pelo elenco profissional da temporada de 2026. O lance inicial é de R$ 3.200, e os interessados podem participar até o dia 19 de março. Parte da arrecadação será destinada ao Instituto Galo, responsável por repassar os recursos às instituições que atuam diretamente no apoio às vítimas das enchentes na região. Além de levar para casa um item exclusivo do Galo, o vencedor do leilão viverá uma experiência especial: a entrega da camisa acontecerá diretamente no gramado da Arena MRV, em um encontro com Reinaldo, considerado um dos maiores ídolos da história do Atlético. Para André Georges, fundador e CEO da Play For a Cause, iniciativas como essa mostram como o esporte pode mobilizar pessoas em torno de causas urgentes. “Quando clubes, ídolos e torcedores se unem por um propósito maior, o impacto vai muito além do campo. Esse leilão transforma a paixão pelo Galo em solidariedade real para ajudar famílias que enfrentam um momento extremamente difícil”, afirma. A data da experiência será definida após o encerramento do leilão e não ocorrerá em dia de jogo oficial. Custos de transporte, hospedagem ou outras despesas relacionadas ao deslocamento até Belo Horizonte não estão incluídos e são de responsabilidade do ganhador. Outras informações sobre a ação podem ser obtidas na plataforma da Play For a Cause, no link: https://playforacause.com.br/campanha/galo-solidario-juntos-pela-zona-da-mata. SERVIÇOLeilão: Camisa oficial Atlético Mineiro 2026 autografada pelo elenco + entrega no gramado da Arena MRV com ReinaldoData: até 19 de marçoLance inicial: R$ 3.200Link: https://playforacause.com.br/campanha/galo-solidario-juntos-pela-zona-da-mata
ITSM inteligente redefine o service desk nas empresas brasileiras
Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e da Milldesk Help Desk Software A adoção de automação inteligente em plataformas de IT Service Management (ITSM) está transformando a maneira como empresas brasileiras gerenciam seus service desks. Impulsionadas pela necessidade de agilidade e eficiência, organizações de diversos setores estão migrando para soluções em nuvem (SaaS) que incorporam fluxos automatizados. E o momento para isso é propício: o mercado global de ferramentas inteligentes para gestão de serviços de TI projeta crescimento anual de 9,4% até 2028, puxado pelo aumento do volume de chamados, pelo trabalho híbrido e pela pressão por redução de custos e melhor experiência do usuário. No Brasil, essa tendência ganha força com praticamente 97% dos executivos de TI planejando aprimorar seus processos de ITSM no próximo ano, e a automação de fluxos aparece entre as principais iniciativas nesse sentido. Há um movimento claro rumo a service desks mais ágeis, proativos e estratégicos, alavancado por tecnologias de automação – sem depender de menções a inteligência artificial direta – e pela rápida disseminação de plataformas SaaS no país. Automação para resposta mais rápida e precisa Nos modelos tradicionais, a central de serviços atuava de forma majoritariamente reativa – um incidente ocorria, abria-se um tíquete manualmente, e então o problema era encaminhado. Hoje, com o suporte da automação, esse ciclo ficou muito mais dinâmico. Sistemas de monitoramento integrados ao ITSM conseguem detectar falhas e abrir chamados automaticamente, já atribuindo cada incidente ao especialista certo para resolução. Isso elimina atrasos na triagem inicial e garante que os problemas críticos sejam atacados imediatamente, muitas vezes antes mesmo que os usuários percebam. Da mesma forma, solicitações de serviço rotineiras são distribuídas e priorizadas de forma automática, levando em conta a urgência e complexidade de cada pedido – o que acelera as respostas e melhora o cumprimento dos SLAs (acordos de nível de serviço). Analistas do setor apontam que a automação de TI já se tornou prioridade estratégica nas organizações modernas. Esse ganho de velocidade e precisão no atendimento é vital em um cenário onde interrupções podem significar perdas financeiras e operacionais significativas. Cada minuto conta, e fluxos automatizados bem desenhados garantem que nenhum chamado urgente fique esquecido na fila. Outro ponto importante da automação inteligente é a diminuição drástica dos chamados repetitivos. Tarefas corriqueiras – como redefinição de senha, liberação de acesso a VPN ou esclarecimento de dúvidas frequentes – podem agora ser resolvidas sem intervenção humana direta. Muitas empresas implementaram portais de autoatendimento e bases de conhecimento inteligentes, onde os usuários encontram soluções passo a passo ou interagem com chatbots e scripts automatizados. Isso se reflete nos indicadores: em ambientes que adotaram automação no suporte, observa-se uma redução consistente nos tíquetes duplicados, por exemplo, aliviando o volume de trabalho de primeiro nível. Service desk como centro estratégico Ao eliminarem-se tarefas manuais repetitivas e acelerarem-se os tempos de resposta, os líderes de TI estão reposicionando o service desk como uma área estratégica dentro da organização. O suporte técnico automatizado e “inteligente” passa a focar não só em apagar incêndios, mas em prevenir problemas e agregar valor ao negócio. Ferramentas de análise de dados e monitoramento contínuo permitem identificar padrões de falhas, antecipar gargalos e realizar manutenções preventivas de forma proativa. Assim, a TI deixa de atuar somente reativamente e assume um papel de guardiã da continuidade operacional. A própria experiência dos colaboradores internos melhora sensivelmente: com atendimento mais rápido, multicanal e personalizado – viabilizado por integrações de sistemas e fluxos automáticos, os funcionários conseguem resolver suas demandas de TI sem frustrações, mantendo sua produtividade em alta. Isso tem impactos diretos em indicadores organizacionais – downtime menor significa menos interrupções nas atividades de negócio, e um suporte eficiente eleva a satisfação dos usuários internos, contribuindo inclusive para a retenção de talentos e para a imagem da TI perante os stakeholders. Um Service Desk inteligente gera valor para a organização como um todo, garantindo continuidade e confiabilidade nos serviços de TI – elementos fundamentais para qualquer iniciativa de transformação digital. Em última instância, a área de suporte deixa de ser vista como um centro de custo “apagador de chamados” e passa a atuar como agente de inovação, provendo insights (via dados de chamados) para melhorias de processos e alinhando-se às estratégias do negócio. Apostar na automação do service desk não é apenas melhorar um departamento, mas sim fortalecer toda a organização para os desafios da economia digital. E os gestores brasileiros enxergam cada vez mais essa realidade: service desks inteligentes, apoiados por automação de processos, deixam de ser um luxo tecnológico para se tornarem um pilar estratégico indispensável para o sucesso e a inovação contínua das empresas.
TNT Sports anuncia renovação de contrato com produtor de conteúdo e humorista Pedro Certezas
A TNT Sports anunciou a renovação de contrato do humorista, criador de conteúdo e roteirista Pedro Certezas, um dos grandes profissionais formados pela casa. O comunicador integra o quadro de talentos da marca esportiva desde 2015 e é figura central do De Sola, pilar humorístico do grupo de mídia, que conta com mais de 1.6 milhão de inscritos em seu canal no YouTube. Pedro Certezas foi fundamental para o desenvolvimento de uma linguagem leve e descontraída que combina humor, entretenimento e futebol sob o selo do De Sola. O comunicador compõe o elenco de atrações de sucesso na programação digital da casa, como o viral De Sola a Dez e o Cortes do De Sola. Certezas ainda atua na produção de conteúdos para todas as redes sociais da TNT Sports, que somam cerca de 70 milhões de seguidores. A renovação de contrato reforça a relevância do profissional no quadro de talentos da casa e consolida sua posição como um dos pilares da atuação digital da marca esportiva no Brasil. “Estou realmente muito feliz por continuar em casa. A TNT Sports é um lugar onde me sinto querido, tenho total liberdade pra ser quem eu sou de verdade e sou incentivado cada vez mais a ser criativo, sem medo de errar. Que venham mais anos maravilhosos juntos”, destaca Certezas.
Outdoor estático ou tela inteligente? O que você está deixando de ganhar sem DOOH
O consumidor mudou. A forma como ele anda pela cidade, como desvia o olhar dos cartazes, como reage (ou não) a uma peça publicitária fixa tudo isso se transformou nos últimos anos. O que não acompanhou esse ritmo é o bolso de quem anuncia. Muitas empresas ainda destinam verba para outdoors estáticos sem calcular o que perdem em flexibilidade, em atualização e, sobretudo, em relevância. O problema está na imutabilidade. Um cartaz impresso, instalado por trinta dias em um ponto de ônibus ou em uma empena, comunica a mesma mensagem durante todo o período. Chova ou faça sol. Durante uma promoção relâmpago ou um feriado. Em horário de pico ou na madrugada vazia. O consumidor que passa todos os dias pelo mesmo local simplesmente para de ver o anúncio depois da terceira repetição. O olho humano funciona assim: o que não muda vira paisagem. A migração para o Digital Out-of-Home (DOOH) caracteriza a passagem do impresso para o audiovisual. A tela de LED instalada em um ponto de grande circulação carrega imagem de alta definição e a possibilidade de trocar essa imagem quantas vezes for necessário, no intervalo de segundos, sem custo adicional de impressão, sem logística de troca de lona, sem esperar o próximo período de locação. O OOH (Out-of-Home) é hoje o segundo maior canal de mídia do país, atrás apenas da internet, e atinge 89% da população, segundo a Kantar Ibope Media. O investimento no setor cresceu 40,7% em 2024, com movimentação próxima de R$ 3 bilhões. Dados da BE180 indicam que 29% dos displays de OOH atuais são digitais. Dados do final de 2025 indicam um ponto de equilíbrio no setor: 50% das estruturas digitalizadas e 50% ainda estáticas. O que explica essa curva ascendente é a capacidade de o DOOH entregar algo que o consumidor contemporâneo exige: relevância no momento certo. “Uma marca de café pode anunciar com mais força nos horários da manhã. Uma rede de fast food ajusta a mensagem para o almoço ou para a madrugada. Uma loja de departamento altera a peça publicitária em tempo real se começar uma liquidação ou se o estoque de determinado produto esgotar. A tecnologia permite ainda integração com dados meteorológicos: anúncio de sorvete em dia quente, de chocolate quente em dia frio. O mesmo painel, o mesmo ponto, a mesma verba com resultados diferentes”, descreve Odair Tremante, CEO da Leyard Planar no Brasil e América Latina, a empresa se desataca como líder global na fabricação de painéis de LED e microLED. Há quem olhe para o investimento inicial em painéis de LED e recue. O custo de aquisição e instalação é superior ao da impressão de uma lona. A conta, porém, não pode ignorar o que se ganha em vida útil, em versatilidade e em retorno sobre a verba de mídia. “Uma tela digital elimina custos recorrentes de impressão, transporte e fixação. Encurta o tempo entre a decisão de comunicar e a veiculação efetiva. E, talvez o mais importante, mantém a campanha viva aos olhos de quem passa todos os dias”, acrescenta o especialista. A Leyard Planar tem observado de perto essa transição no Brasil. A empresa participou de projetos que ajudam a visualizar o que o DOOH pode oferecer em termos de impacto e conectividade urbana. No Rio de Janeiro, em parceria com a Movie Mídia, instalou o maior painel de LED Outdoor 3D do país. A tecnologia interage com o espaço e com quem circula por ele. Entre as inovações que a empresa trouxe ao mercado brasileiro está o painel MGS Outdoor Fine Pitch, com pixel pitch de 1,2 mm o menor já desenvolvido para ambientes externos. O revestimento GOB (Glass on Board) confere resistência a umidade, poeira e variações de temperatura, problemas comuns em instalações urbanas. A durabilidade do equipamento permite que a marca recupere o investimento ao longo dos anos, sem intercorrências técnicas que exijam manutenção frequente. De acordo com Odair, além da resistência física, o DOOH oferece uma camada intangível de valor: a possibilidade de personalização em escala. “A integração com inteligência artificial permite que os anúncios sejam ajustados não apenas por horário ou clima, mas por perfil de público. Câmeras com sensoriamento (respeitando as legislações de privacidade) conseguem identificar faixa etária, gênero e até tempo de permanência diante da tela. Com esses dados, a programação exibida se adapta em frações de segundo para falar com quem está passando ali naquele instante“, afirma o profissional. O consumidor não precisa saber que um algoritmo escolheu aquele anúncio para ele naquele momento. Ele apenas sente que a mensagem conversa com ele. Essa sensação de pertinência é o que transforma uma impressão publicitária em um início de conversa. No Dia do Consumidor (15/3), a reflexão que se levanta às marcas não é tanto sobre o que dizem, mas como dizem. Em um ambiente urbano onde milhares de estímulos disputam a atenção de quem se desloca, a mídia que não se mexe corre o risco de não ser vista. O outdoor parado ainda cumpre sua função, especialmente em locais de passagem forçada, como pontos de ônibus e estações. Mas a pergunta que o profissional de marketing precisa fazer é: será que ele cumpre a função melhor do que uma tela que pode mudar a cada segundo? “A resposta varia conforme o objetivo da campanha, o orçamento disponível e a localização. Resta saber se o anunciante vai acompanhar esse movimento ou se continuará pagando para ver o mesmo cartaz todos os dias, esperando que o consumidor, em algum momento, resolva olhar“, finaliza Odair.
Bob’s celebra a Semana do Consumidor com Milk Shake em dobro
Para celebrar a Semana do Consumidor, o Bob’s lança a campanha “Semana do ConsumiDOBRO”, que transforma um dos produtos mais icônicos da marca em uma experiência ainda mais compartilhável: na compra de um Milk Shake clássico de 300 ml, o consumidor ganha outro. A ação acontece de 16 a 20 de março, nas lojas participantes da rede, e aposta na interação nas redes sociais para liberar o benefício. A dinâmica é simples: para receber o cupom da promoção, o consumidor deve interagir com o post oficial da campanha nas redes sociais do Bob’s e marcar aquele amigo que sempre pede um gole do Milk Shake. Após a interação, o cupom é enviado via mensagem direta (DM) e pode ser utilizado na compra do produto nas unidades participantes. A campanha reforça a proposta de estimular momentos de descontração e compartilhamento entre os consumidores. “Criamos uma ação leve e divertida para incentivar os clientes a curtirem juntos um dos produtos mais clássicos do Bob’s. O Milk Shake faz parte da história da marca e tem tudo a ver com momentos de encontro e celebração”, afirma Felipe Diniz, gerente de marketing do Bob’s. A promoção é válida apenas para compras realizadas nas lojas físicas, não sendo aplicável para pedidos via delivery.
Convocação da Seleção Brasileira é destaque na programação desta segunda na N Sports
Deu Jogo, encontro diário como melhor do esporte, comandado pelo carisma de Wallace Neguerê, começará mais cedo nesta segunda-feira (16), às 15h, para acompanhar as tão aguardadas novidades da convocação da Seleção Brasileira. A repórter Gabi Martins fará entradas ao vivo durante o programa com todos os bastidores diretamente da CBF, onde participará da coletiva de imprensa. O evento ganha importância maior porque é a penúltima convocação na missão em busca pelo Hexa e porque Carlo Ancelotti declarou anteriormente que, salvo alguma exceção, esta convocação já seria do time que ele pretende levar ao Mundial. Os atletas convocados estarão neste mês, nos Estados Unidos, nos amistosos contra a França em Boston (dia 26) e a Croácia em Orlando (dia 31). A N Sports, emissora oficial da Copa do Mundo, em consórcio com o SBT, estará in loco com a repórter Gabi Martins para fazer uma cobertura especial destes dois testes de altíssimo nível, balizadores para a Seleção Brasileira. No estúdio, Neguerê estará acompanhado de convidados para repercutir os nomes escolhidos e preteridos pelo treinador italiano, eventuais surpresas e fazer análises sobre os próximos compromissos da Seleção Canarinho, com a participação do elenco de comentaristas da N Sports. “Este é mais um passo importante da jornada da N Sports rumo à Copa do Mundo. A convocação é aquele momento que esquenta o clima da competição porque mexe com as preferências de cada torcedor. Depois de entrevistar Ancelotti no Sorteio da Copa nos EUA, com exclusividade para a N Sports, volto para mais uma cobertura da Seleção Brasileira neste cenário em que a expectativa é altíssima sobre as chances de retorno de Neymar, quem vai substituir Rodrygo e outras dúvidas que ainda pairam na cabeça do nosso treinador”, destaca Gabi Martins. “A convocação da Seleção Brasileira sempre movimenta o país e desperta grande expectativa entre torcedores, jornalistas e amantes do futebol. Cada nome anunciado gera debate, opiniões e análises sobre o momento dos jogadores e os rumos da equipe nacional. No Deu Jogo, vamos reagir em tempo real à lista de convocados, analisando as possíveis surpresas e o impacto das convocações nos clubes nacionais”, comenta Neguerê
Design e dados juntos: como o CRO pode transformar a performance digital de empresas brasileiras em 2026
O Brasil é um dos países com maior engajamento digital do mundo. Segundo o Digital Report 2026, produzido pela We Are Social em parceria com a Meltwater, o país conta com mais de 170 milhões de usuários ativos na internet e a digitalização de negócios segue em ritmo acelerado. Nesse cenário, cresce entre empresários e gestores o interesse por uma prática já consolidada nos mercados norte-americano e europeu: o CRO, sigla para Conversion Rate Optimization, ou otimização da taxa de conversão. O CRO reúne técnicas e estratégias voltadas a aumentar o percentual de usuários que realizam uma ação desejada em um site ou aplicativo, como comprar um produto, solicitar um orçamento ou preencher um formulário. Em mercados mais maduros, a prática já integra as áreas de produto, growth e tecnologia das empresas. No Brasil, o movimento está em curso e 2026 pode ser o ano em que o CRO deixa de ser novidade e passa a ser estratégia. Para Adriano Valadão de Freitas, designer especialista em UX e CRO com atuação nos Estados Unidos e no Brasil, a adoção da prática responde a uma pressão real do mercado. “O CRO ajuda a criar uma jornada mais assertiva e memorável, com eficiência e inteligência no uso de dados. Diante do aumento do custo de aquisição de clientes e da transformação causada pela busca com IA, otimizar o que já existe torna-se cada vez mais necessário. Mais do que atrair uma grande quantidade de visitantes, é preciso transformar a audiência em resultado”, afirma. O especialista reforça que dados isolados não bastam. Para ele, o CRO só entrega seu potencial máximo quando a análise quantitativa caminha ao lado do design. “Um teste A/B, por exemplo, pode indicar que uma página não está convertendo, mas é o olhar do design que revela o porquê: o botão está em segundo plano visual, a hierarquia da informação está invertida, o call to action compete com outros elementos, e assim por diante. Dados apontam o problema e o design resolve.”, explica Freitas. Nesse sentido, princípios fundamentais de UX e design de interface, como clareza visual, hierarquia tipográfica, e fluxo de leitura, bem como a aplicação de padrões de acessibilidade como uso adequado de cor e contraste, são ferramentas relativamente simples de se implementar e com alto potencial de aumento de receita. Freitas observa que o mercado americano de tecnologia e e-commerce, altamente competitivo, foi o principal laboratório para a consolidação do CRO como disciplina estratégica. “Plataformas digitais nos EUA operam com metas rigorosas de conversão e utilizam ferramentas avançadas de analytics, personalização e inteligência artificial para transformar dados em decisões de melhoria contínua”, explica. “As pequenas e médias empresas, em especial, podem ter resultados muito positivos se replicarem esse movimento. Falta, em muitos casos, saber por onde começar”, completa.
Padaria Brasileira aposta em promoções no aplicativo para aproximar clientes do ambiente digital
A Padaria Brasileira inicia neste mês uma série de ações promocionais em seu aplicativo próprio, movimento que busca incentivar os clientes a utilizarem cada vez mais os canais digitais da rede. As primeiras iniciativas acontecem ainda em março e marcam o início de uma sequência de ativações voltadas aos usuários da plataforma.No Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, os pedidos realizados pelo aplicativo garantem 15% de desconto em todo o cardápio disponível na plataforma. A promoção é válida exclusivamente para compras feitas pelo app.Na semana seguinte, em 21 de março, data em que se comemora o Dia do Pão Francês, a rede promove uma nova ação dentro do aplicativo, com 10% de desconto em produtos selecionados especialmente para a ocasião.Segundo Antônio Henrique Afonso Júnior, diretor geral da Padaria Brasileira, as iniciativas fazem parte de um movimento para ampliar a interação com os clientes também no ambiente digital. “Estamos estimulando o público a explorar cada vez mais o nosso aplicativo, que reúne promoções e facilidades para o dia a dia. Essas primeiras ações ajudam a apresentar essa dinâmica e a aproximar ainda mais os clientes desse canal”, afirma.De acordo com o executivo, a estratégia também prepara o terreno para um novo modelo de relacionamento com os consumidores, que está em desenvolvimento pela rede e deve ser anunciado nos próximos meses.“Somos uma padaria com 72 anos de história e nossa missão é continuar investindo em inovação e relacionamento com os consumidores. A ideia é evoluir gradualmente essa experiência e, em breve, apresentar um programa estruturado de benefícios para quem utiliza nossos canais digitais”, finaliza.Onde encontrarPadaria BrasileiraLoja Vila – Rua Regente Feijó, 325 Vila Assunção – Santo André. Tel: (11) 3262-2207. Todos os dias das 6h40 às 22h10 e delivery das 08h às 21h30Loja Matriz – R. Santo André, 232, Vila. Assunção, Santo André, SP. Tel.: (11) 3757-2277. Todos os dias das 6h40 às 22h20 e delivery das 08h às 20h30Loja Jardim – R. das Figueiras, 664, B. Jardim, Santo André, SP. Tel.: (11) 4437-3545. Todos os dias das 6h40 às 22h10 e delivery das 08h às 20h30Loja Fórum – Av. José Caballero, 189, Vila Bastos, Santo André, SP. Tel.: (11) 4994-1027. Todos os dias das 6h40 às 22h10.Loja Fláquer – R. Dr. Flaquer, 639, centro, São Bernardo, SP. Tel.: (11) 4337-1110. Todos os dias das 6h40 às 22h20 e delivery das 08h às 20h30.Site: www.padariabrasileira.com.brFanpage: www.facebook.com/PadariaBrasileira/Instagram: @padariabrasileira
Americanas lança campanha de Páscoa com Simone Mendes e apresenta novo conceito de experiência em loja
A Americanas lançou essa semana a campanha “Páscoa Americanas, a mais amada do Brasil”, criada em parceria com a Suno United Creators e estrelada pela cantora Simone Mendes e pelo mascote da marca Ameriquinho. O evento não é abordado apenas sob a ótica de preço e produto, mas passa a fazer parte de uma experiência ampliada, que une afeto, conexão com as famílias brasileiras, entretenimento, descoberta e compra. Neste ano, a varejista investe em ativações imersivas e sensoriais, desenvolvidas pela MegaMídia e parceiros da companhia, reforçando o novo posicionamento da Americanas, que passa a tratar a loja como nova praça em todas as iniciativas. E a Páscoa, por sua relevância, é a primeira grande vitrine desse reposicionamento. Segundo Washington Theotonio, CMO da Americanas, a estratégia representa uma mudança profunda na lógica do varejo, uma proposta de virada de chave que sai da visão tradicional de preços e produtos para oferecer uma jornada completa, em que consumidores experimentam, descobrem e, por consequência, compram melhor. “A loja se torna a nova praça, um lugar vivo de convivência e encontro. E isso não é uma escolha estética, mas uma diretriz estratégica que orienta investimento, segmentação, desenho de espaços e curadoria de experiências, para que cada unidade atue como palco de narrativas que combinam entretenimento e conversão”, explica. Nesta nova lógica, a Páscoa vira um programa de família, à semelhança do Natal, quando as famílias vão às compras dos presentes, mas também conferir a decoração e personagens natalinos. “Nesta Páscoa, quem for à Americanas vai viver intensamente a temporada: tirar fotos com o Ameriquinho, brincar, experimentar, registrar e compartilhar, além, é claro, encontrar um enorme sortimento de chocolates e ovos de Páscoa”, destaca. CampanhaOs filmes da campanha apresentam Simone e o Ameriquinho em situações divertidas, com dancinhas e cenas bem-humoradas pensadas para viralizar nas redes sociais durante a temporada. A proposta amplia o território afetivo que conecta gerações à marca ao longo de quase um século, consolidando a Americanas como líder em recall na Páscoa e transformando algumas lojas da companhia em espaços de convivência e construção de memória afetiva — agora peças centrais na jornada de compras do cliente. A campanha contará com 10 filmes para TV, cerca de 350 conteúdos digitais, mídia patrocinada nas redes Instagram, TikTok, X, Facebook e YouTube. Estão previstas oito lives dedicadas ao período, com transmissões simultâneas no Instagram da Americanas e direcionamento para um hotsite exclusivo. O tradicional “Cestaço” nas lojas físicas terá três edições especiais com ofertas focadas na data. O Ameriquinho também ganha vida como protagonista em missões para criadores de conteúdo nas redes sociais. Fora das telas, o personagem irá entreter os consumidores em diversas lojas espalhadas em shoppings do País, com ativações como de caça aos ovos e evento de chegada do coelho. Retail Media e experiências imersivasA Delice, marca proprietária da varejista, lidera a estratégia com presença integrada no ecossistema físico e digital. Nas lojas físicas, a ambientação contará com vitrines adesivadas, totens de aclimatação, pórticos em LED, rádio indoor e ambientações imersivas. Entre as inovações está a parreira digital, uma releitura tecnológica das tradicionais parreiras de ovos de Páscoa — formato cuja primeira montagem no varejo aconteceu nas lojas da Americanas —, transformando fachadas e áreas internas em instalações visuais de alto impacto. A Páscoa 2026 será liderada por uma estratégia robusta de Retail Media que integra ativos físicos, digitais e experiências proprietárias em um ecossistema unificado. “Retail Media deixa de ser compra de inventário para se tornar arquitetura de presença, conectando o digital ao físico com consistência e escala”, afirma Theotonio. “Estamos transformando marcas em protagonistas dentro e fora das lojas”, afirma. A cocriação com a indústria se materializa em ativações exclusivas e inéditas que diferenciam a experiência por marca, consolidando a Americanas como um hub vivo onde branding e sellout caminham juntos. Entre os parceiros está a Mondelez que levará para as lojas do Shopping Interlagos, em São Paulo, e Shopping Bahia, em Salvador, uma store in store da exclusiva da Lacta, com circuito cenográfico sensorial que combina cheiro de chocolate, pórticos e pisos com LED, espaços instagramáveis e ações de live commerce integradas. Apostando em impacto cenográfico, a TopCau levará os paulistanos a uma verdadeira viagem a Paris, com a instalação de uma Torre Eiffel gigante como elemento central da ambientação temática, destacando os ovos de Ladybug e Cat Noir, além da presença dos personagens para interação com as crianças. Já a Sanrio levará para as lojas de alguns shoppings ativações da Hello Kitty, painel instagramável, estátua da personagem e máquinas interativas de foto, ampliando a experiência compartilhável e a presença da marca nas redes sociais. assista ao vídeo da campanha
Cacau Show traz Coelho Chef de volta e amplia investimento em mídia para a Páscoa 2026
Em uma cozinha que funciona como laboratório de ideias, onde cada receita vira história e cada detalhe tem propósito, o Coelho Chef retorna como protagonista da campanha de Páscoa da Cacau Show, maior rede de chocolates finos do mundo. Pelo segundo ano consecutivo, o personagem conduz a narrativa da marca em um universo de experiências gastronômicas que dá destaque às linhas Dreams, com ovos de recheios marcantes, e aos produtos com brindes de personagens exclusivos. O conceito criativo da campanha foi desenvolvido pela We, que assina também a construção do planejamento de mídia focado o varejo, com desdobramentos ao longo do período. No filme principal, a campanha começa na fábrica mágica da Cacau Show, onde a Páscoa parece surgir diante dos olhos do público. A narrativa então conduz o espectador até o “laboratório” do Coelho Chef, que é o grande mestre das invenções e, ao lado de uma ajudante, passa a revelar as criações da temporada como quem abre uma caixa de surpresas. Entram em cena presentes inspirados em personagens como Ursinhos Carinhosos e Snoopy, itens colecionáveis e presentes que transformam o chocolate em brincadeira, como a mochila com pelúcia, a máquina de bolha de sabão dos Chocomonstros e a pelúcia de dinossauro. Em um momento de humor, a ajudante desaparece e o Coelho Chef assume o protagonismo da cena, antes de o filme se encerrar com a apresentação do portfólio completo da campanha. “A Páscoa é uma data especial porque ocupa um espaço na memória afetiva no consumidor e isso permite uma conexão real da marca com as pessoas. E, para nós é inspirador acompanhar o crescimento da Cacau Show e contribuir para que, juntos, continuemos construindo a maior Páscoa do Brasil.”, afirma Beto Campos Co-CEO da We Para 2026, a Cacau Show reforça a Páscoa como sua data mais estratégica e amplia a presença da campanha na mídia com um investimento 20% maior do que no ano anterior. O plano contempla TV, streaming, mídia out of home (OOH), digital, rádio e cinemas, com a proposta de ampliar alcance, frequência e relevância em diferentes momentos da jornada do consumidor. Além do aumento de mídia, a campanha ganha um olhar de varejo mais dinâmico. A marca passa a trabalhar com filmes modulares, pensados para se desdobrar em diferentes versões ao longo do período, mantendo uma narrativa central, mas abrindo espaço para comunicar novas camadas conforme a demanda do mercado. Isso permite ativar, com agilidade, temas em alta nas redes sociais, ações do programa de experiências Cacau Lovers, estímulos de urgência para produtos próximos de esgotar e convites para compra pelos diferentes canais, incluindo loja, revendedor e ambiente digital. ““A Páscoa é o momento em que a Cacau Show expressa toda a sua capacidade de inovar sem perder a essência da marca. O Coelho Chef representa exatamente isso: nossa criatividade na construção de experiências que vão além do chocolate. Neste ano, ampliamos o investimento em mídia e adotamos uma estratégia modular de comunicação, que nos permite manter a campanha viva e relevante ao longo de toda a temporada, conectando desejo, experimentação e conveniência em diferentes pontos de contato com o consumidor.”, afirma Lilian Rodrigues, diretora de marketing da Cacau Show. A estratégia se conecta diretamente ao portfólio da Páscoa 2026, que reúne 75 produtos e 46 inovações, com opções para diferentes perfis de consumo e ocasiões de presente com itens a partir de R$ 9,99 a criações premium. No filme, além da linha Dreams, o Coelho Chef destaca produtos com forte apelo de presenteável e colecionável, como os ovos que acompanham mochilas com pelúcia (Dinossauros e Bella’s), o Ovo Bolha de Sabão Chocomonstros, o Ovo Pelúcia Ursinhos Carinhosos com LED e o Ovo Pelúcia Snoopy Astronauta, reforçando a proposta de transformar o chocolate em experiência e manter a campanha relevante ao longo de toda a temporada. FICHA TÉCNICA TÍTULO: CLIENTE: Cacau Show PRODUTO: Páscoa 2026 1a DATA DE VEICULAÇÃO: AGÊNCIA: WeCO-CEO: Fabio Rosinholi CO-CEO: Roberto Campos MANAGING DIRECTOR: Mauricio Almeida CCO: Armando Araújo DIRETOR DE CRIAÇÃO: Celio Salles CRIAÇÃO: Marcelo Henriques | Cristian Firmino | Rodrigo Pafume | William Makino | Felipe Perles | Roberta Matsunaga | Anderson Kiss | Renato Lucena | Paula Paiva | Polyana Benedicto | Taitê Vieira HEAD DE OPERAÇÕES: Rodolfo Vettore ATENDIMENTO: Victor Malaquias | Juliana Braga GERENTE DE PROJETOS: Rodrigo AbrahãoPLANEJAMENTO: Flavia Campos | Omar Assaf MÍDIA: Luca Lima | Bruna Simões | Manoel Neto | Samuel Correa | Luan Kahil | Pedro Bezerra | Micaela Novais | Gabrielly Stefanie PRODUÇÃO: Mario Vianna e Fábio Vieira MOTION DESIGNER: Victor Fonseca APROVAÇÃO CLIENTE: Alê Costa | Daniel Roque | Lilian Rodrigues | Rafael Altavista Jr. | Samuel Caum | Iris Ferraz | Victor Costa Produtora: NoCandyDiretor de Cena: Adriano AlarconProdução Executiva: Grayce Felix e Juliana LutterbachDireção Criativa: Adriano Alarcon e Lucca MeloniLine Producer: Lili BigatelloMontador: Diego NascimentoDOP: Fernando BertolucciColor Grading: Ian PasqualinoDiretor de Arte: Luize CidadeFigurinista: Fernanda GunutzmanCoord. de Produção: Drielle PaivaAssist. Coordenação: Raissa GonçalvesSecretária de Produção: Ana Paula BentoAssist. Line Producer: Gabriel RufinoAssist. Criativo: Marina RosaDiretor de Produção: Dudu MirandaAssist. Produção: Gustavo Oliveira1º Assist. de Direção: Nills Bonetti2º Assist. de Direção: André Lima1º AC: Parvati Caetano2º AC: Mathias CostaAssist. Set: Ricardinho, Jhon, Oseias e FabianaProd. Elenco: Tamara Pires e Matheus MalaguetaAssist. Arte: Fernanda ZottisProd. Objeto: Mirian AvedissianAssist. Prod. Objeto: Eduardo BuenoContra-Regra: Juliano de BarrosAjud. Objeto: Aroldo Ronconi, Helio da Silva, Bruno de Paula, Felipe Soares, Igor ChavesEfeitos: Bruno StegerCamareira: Jean CarneiroMake Up: Marcely CanaesChefe Elétrica: Arnaldo Shoyama1º Assist. Elétrica: José CruzChefe Maquinária: José Carlos da SilvaOp. de Som: Denis Melito PÓS / VFX: Tribbo VFXDiretor Criativo VFX: Bibinho CarvalhoCoord. VFX: Tato CarvalhoMotion Designer: Fabiano IwasitaSup. VFX / Comp Sênior: Rodrigo Pina3D Lead Artist: Erick BuosiModelador: Alexandre TakeshiRigger: Raul SalesAnimador: Ary Antonio, Fabiano IwasitaTexturas / Lookdev: Thiago Peyon, Erick BuosiGrooming / Lookdev: Erick BuosiLead Grooming Artist: Hasan TawfiqMotion Artist: Fabiano IwasitaI.T Manager: Lucas Pereira Atendimento: Carolina Barros Produtora de Som: Lua NovaDiretor Musical: Thomas RothProdutor Musical: Fred BenuceDiretora de Atendimento: Ana Cristina IzzoFinalizadores: Júlio Brasileiro / Gabriel SchubskyCoordenadora: Adriana Coimbra
Unicharm apresenta marca Sofy ao mercado brasileiro durante a Abradilan
A Unicharm Corporation apresenta ao mercado brasileiro a marca de absorventes femininos Sofy durante a Abradilan, uma das principais feiras do setor de higiene, beleza e bem-estar da América Latina. Criada no Japão, a marca é líder em absorventes femininos em diversos países da Ásia e chega ao Brasil como parte da expansão da companhia na categoria de higiene feminina. No cenário internacional, Sofy ocupa a primeira posição em países como Japão, Tailândia, Myanmar, Vietnã, Taiwan e Indonésia. A marca também mantém presença relevante em mercados como Coreia, China, Singapura, Malásia, Índia, Arábia Saudita e Egito. Esse histórico sustenta a proposta da empresa para o Brasil, baseada em tecnologia desenvolvida ao longo de décadas e foco em desempenho. A comunicação global de Sofy é centrada em alta performance contra vazamentos, tanto para o dia quanto para a noite, com tecnologia de absorção imediata. No Brasil, o portfólio chega estruturado por momento de uso, buscando atender diferentes necessidades da rotina menstrual. Entre os produtos apresentados está o Sofy Dia Seguro, desenvolvido para acompanhar a rotina diária, com deslocamentos, trabalho e estudo. Indicado para fluxo intenso, o absorvente combina absorção rápida, cobertura suave e abas que auxiliam na fixação. Cada embalagem conta com oito unidades. O Sofy Noite Segura foi pensado para o período noturno, quando o tempo de uso é mais prolongado e o fluxo pode se intensificar. Indicado para fluxo muito intenso, o modelo prioriza retenção e estabilidade para ajudar a evitar vazamentos durante o sono. Assim como a versão diurna, possui cobertura suave e embalagem com oito unidades. Já o Sofy Real Frescor amplia a linha com uma proposta diferenciada dentro da categoria. O produto possui ativo refrescante com aroma de hortelã, desenvolvido para proporcionar sensação gelada na região íntima e ajudar a reduzir o desconforto causado pelo abafamento ao longo do dia. Indicado para fluxo intenso, mantém a absorção imediata e estrutura com abas. Com a apresentação da marca na Abradilan, a Unicharm reforça sua estratégia de expansão no Brasil e passa a oferecer ao mercado uma marca com trajetória internacional consolidada. A proposta é combinar tecnologia japonesa, experiência global e adaptação às necessidades das consumidoras brasileiras.
Mercado Livre lidera destaque entre marcas do BBB 26 e Mercado Pago cresce após “quarto secreto”, aponta monitoramento
O mais recente monitoramento da IMO Insights sobre o Big Brother Brasil 26 mostra que, após a oitava semana de confinamento, o Mercado Livre segue como a marca de maior destaque entre os patrocinadores do programa. De acordo com o levantamento, 49% do público apontam a empresa como a marca que mais se destacou até agora na edição. Na sequência aparece o Mercado Pago, que registrou crescimento expressivo no indicador após a dinâmica do polêmico “quarto secreto”, passando de 33% para 41% das menções. O estudo também aponta que o iFood é atualmente a marca mais conhecida entre as empresas associadas ao reality, com 90% de reconhecimento do público. Mercado Livre e McDonald’s aparecem logo atrás, com 89%, enquanto o Mercado Pago registra 88%. Quando analisado o indicador de intenção de compra, a MRV lidera com 20%, seguida por Mercado Pago e Estácio, ambas com 12%. Entre os indicadores de presença e relacionamento com o público, o Mercado Livre também se destaca como a marca mais associada ao BBB 26, com 68%, além de liderar o índice de preferência de marca, com 28%. McDonald’s aparece em segundo lugar nesse indicador (16%), seguido por iFood (14%) e Nestlé (12%). Uso e presença das marcas – O levantamento também investigou a relação prática do público com as marcas patrocinadoras. Mercado Livre, McDonald’s e iFood lideram o indicador de marcas que o público já usou ou comprou ao menos uma vez, todas com 81%, seguidas pela Nestlé, com 80%. Quando o recorte considera uso atual, Nestlé aparece na liderança com 72%, seguida por iFood (70%), Mercado Livre (65%) e McDonald’s (62%). Outro dado que chama atenção é o crescimento da Super (Cimed), que alcançou 22% de uso atual, seu maior percentual desde o início do monitoramento. No indicador de presença nas redes sociais, Mercado Livre também aparece na liderança, com 81%. McDonald’s e iFood registram 76%, enquanto Mercado Pago soma 75%. Evolução da percepção de marca – Entre os atributos de imagem, algumas marcas registraram evolução relevante ao longo da temporada. O Mercado Pago cresceu 9 pontos percentuais no atributo “facilita a minha vida”, passando de 11% no início do monitoramento para 20%. O iFood também apresentou avanço no mesmo indicador, subindo de 20% para 28%. Mesmo figurando entre as marcas menos lembradas do público, a Ademicon apresentou melhora em atributos de reputação. A percepção de que a marca “facilita a minha vida” passou de 8% para 21%, enquanto o atributo “é confiável” evoluiu de 17% para 26%. Apesar disso, a empresa permanece como a marca menos conhecida do público, com 36% de reconhecimento. Segundo a análise da IMO Insights, embora o público se recorde da Prova do Líder patrocinada pela marca, os indicadores de lembrança espontânea e estimulada ainda estão entre os mais baixos do monitoramento de ações da edição. Já no indicador de rejeição, que mede as marcas que o público afirma que jamais usaria ou compraria, a Betano lidera com 13%, seguida pela TIM, com 8%. Metodologia – A IMO Insights realiza, desde 2022, um monitoramento independente sobre o Big Brother Brasil com o objetivo de analisar a percepção do público em relação ao programa, aos participantes e às marcas patrocinadoras. O levantamento é baseado em pesquisa quantitativa online, com coleta mensal de mil entrevistas realizadas por meio de um painel digital. A metodologia permite acompanhar, ao longo da temporada, tendências de comportamento da audiência, temas que mobilizam a conversa pública e a evolução da imagem dos participantes dentro e fora da casa, além da previsão semanal dos eliminados no paredão.
O baiano tem o molho: Heinz homenageia talento brasileiro durante a temporada do Oscar
Durante a temporada mais icônica de Hollywood, as ruas são tomadas por uma frase onipresente: “For Your Consideration” ou ‘’Para sua consideração’’, usada pelos grandes estúdios para angariar votos dos membros da Academia. Este ano, Heinz, marca nº 1 de ketchup no mundo, decidiu usar essa mesma linguagem para fazer uma consideração importante sobre qualidade e talento. Quem passar pela icônica Sunset Boulevard, no coração da West Hollywood, encontrará um billboard com a mensagem: “For Your Consideration: O baiano tem o molho”. A frase faz referência ao bordão que passou a circular nas redes sociais durante a repercussão do filme ‘’O Agente Secreto’’ e de seu protagonista, Wagner Moura, natural da Bahia. Para a Heinz, a conexão foi imediata: “ter o molho” — expressão usada para definir quem tem algo especial e autêntico — reflete o mesmo padrão de excelência que a marca aplica aos seus produtos. “Heinz é reconhecida globalmente por sua qualidade superior e por ser o ‘molho’ que eleva qualquer experiência. Quando o público começou a dizer que ‘o baiano tem o molho’, vimos a oportunidade perfeita de unir o nosso DNA ao orgulho nacional”, afirma Thiago Lopes, CMO da Kraft Heinz Brasil. “Transformar essa expressão em uma homenagem próxima ao Dolby Theatre foi uma forma leve e brasileira de destacar o talento do país e reforçar o território mais icônico da marca.” Ao levar a expressão para a região do Dolby Theatre, onde se concentram as campanhas da temporada de premiações, Heinz transforma a brincadeira em uma homenagem bem-humorada que conecta o orgulho brasileiro ao universo da marca. “O Oscar é um dos momentos mais emblemáticos da cultura pop global. A gente quis brincar com um formato clássico da temporada de premiações para fazer uma consideração bem brasileira: reconhecer um talento que está conquistando o mundo com uma expressão que nasceu da nossa cultura’’, diz Marie Julie Gerbauld, Chief Creative Officer da DAVID. FICHA TÉCNICA: Agência: DAVID Campanha: O MOLHO DO BAIANOCliente: Kraft Heinz Produto: Ketchup Partner, Global CCO: Pancho Cassis Global COO: Sylvia Panico CCO: Marie Julie Gerbauld Diretor de Criação Executivo: João Gandara Diretor de Criação: Guilherme Manzi e Mario Morais Criação: Pedro Gattringer, Guilherme Prado e Matheus Santos Atendimento: Tom Gil, Cacá Franklin, Karen Sousa, Maju Ficher Produção: Fernanda Peixoto, Mariana Marinho, Amanda Santos Arte Final: Victor Peccia Revisão: Ava Silva Planejamento: Carolina Silva, Rafael Prieto, Sabrina Santos Mídia: Raoni Oliveira, Filipe Machado Data Intelligence: Daniel Nobemassa Global PR Director: Sandra Azedo Aprovação Heinz: Thiago Lopes, Lariane Duarte, Thaís Correa, Fernanda Rubião e Bianca Gasparetto Produção: Motion: Md Filmes Fotografia: Luiza De Moraes Campos
O falso mito da produtividade está travando o B2B de autopeças
Por Rafael Calixto, CEO da Zydon e especialista em vendas B2B* No B2B de autopeças, agendas lotadas, telefone tocando o dia inteiro e notificações constantes no WhatsApp costumam ser vistos como sinônimo de produtividade. A sensação é de movimento permanente, mas movimento não é, necessariamente, avanço. Em muitos casos, essa rotina intensa mascara um problema estrutural, em que o tempo do vendedor é consumido por tarefas operacionais que pouco contribuem para crescimento, margem ou fidelização estratégica. O desvio começa quando o vendedor se transforma no principal canal para pedidos recorrentes e previsíveis. Ele confere códigos, repete preços, registra solicitações, calcula descontos já tabelados e responde dúvidas básicas que poderiam estar organizadas em processos claros. Segundo a McKinsey & Company, equipes comerciais B2B podem gastar até 60% do tempo em atividades operacionais quando não contam com fluxos estruturados e automação adequada, um dado que ajuda a dimensionar o tamanho da distorção. No setor de autopeças, essa realidade é ainda mais sensível, já que se trata de um mercado com alto volume de unidades de manutenção de estoque, recorrência de pedidos e grande pressão por preço e prazo. O profissional que deveria analisar o giro da carteira, identificar oportunidades de venda adicional, negociar melhores condições e desenvolver contas estratégicas acaba atuando como um “balcão humano”, resolvendo urgências em vez de construir crescimento sustentável. O resultado é um paradoxo perigoso, em que o time trabalha muito, mas o crescimento não escala na mesma proporção. Negociações estratégicas ficam para depois, clientes com potencial de expansão recebem pouca atenção e o aumento de ticket médio ocorre mais por inércia do que por planejamento. A empresa cresce em volume, mas não necessariamente em qualidade de receita. Outro efeito colateral é a dependência excessiva da figura do vendedor. Quando ele não está disponível, o pedido atrasa; quando entra de férias, a operação perde ritmo; se sai da empresa, parte do histórico e do vínculo com o cliente vai junto. A estrutura se fragiliza e o mercado percebe. Em ambientes competitivos, essa vulnerabilidade abre espaço para a troca silenciosa de fornecedor. Há ainda um impacto menos visível, em que se a maior parte da energia do time está concentrada em tarefas de baixo valor agregado, sobra pouco espaço para abrir novas frentes, mapear oportunidades regionais ou estruturar estratégias de expansão. O crescimento passa a depender quase exclusivamente da carteira atual, limitando o ganho de participação de mercado. Redefinir o papel do vendedor passa a ser necessidade estratégica, em que pedidos simples e recorrentes podem seguir fluxos padronizados, com regras comerciais aplicadas e validações integradas, preservando o contato humano para momentos decisivos. O vendedor deve atuar onde realmente gera valor: negociação complexa, orientação técnica, gestão de contas-chave e desenvolvimento de relacionamento de longo prazo. O cliente B2B valoriza autonomia, previsibilidade e agilidade. Quando consegue consultar disponibilidade, verificar condições comerciais e formalizar pedidos de forma organizada, a experiência melhora e a confiança aumenta. A tecnologia, nesse contexto, não substitui o relacionamento; ela elimina ruídos que desgastam a operação e liberam espaço para conversas mais estratégicas. Portanto, vender envolve estratégia, leitura de mercado, capacidade de negociação e visão de crescimento sustentável. Empresas que estruturam processos e liberam o time comercial do excesso operacional ganham escala com consistência, protegem margens e reduzem riscos. As que confundem movimento com resultado podem até continuar ocupadas, mas seguirão desperdiçando o ativo mais caro da operação: o tempo comercial. *Rafael Calixto é especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon.
IA aplicada à cibersegurança muda a lógica da detecção e resposta em cloud
Por Alexandre Theodoro, diretor de Negócios e Soluções da Faiston Com o início de 2026, as empresas enfrentam um panorama complexo quando se trata de segurança na nuvem. O volume de ataques cibernéticos semanais saltou quase 50% em relação ao ano anterior, com as empresas sofrendo cerca de 1,9 mil investidas por semana. Incidentes de ransomware dispararam 126% apenas no primeiro trimestre de 2025. Essa explosão de ameaças ocorre em meio à onipresença da computação em nuvem: aproximadamente 88% das empresas em todo o mundo já operam ambientes de TI híbridos e quase 80% utilizam múltiplos provedores de nuvem, expandindo a superfície de ataque digital. Em ambientes de nuvem dinâmicos, recursos e workloads surgem e desaparecem em questão de momentos, distribuídos por múltiplas contas, regiões e provedores. Tecnologias nativas de nuvem e até iniciativas paralelas não autorizadas agravam os riscos de configurações expostas e vulnerabilidades despercebidas. Ferramentas tradicionais de monitoramento não conseguem acompanhar o ritmo, abrindo pontos cegos que atacantes exploram. Por isso, a chamada “observabilidade dinâmica”, potencializada por IA, tornou-se indispensável. Soluções inteligentes de observabilidade coletam e processam volumes massivos de dados em tempo real a partir de diversas fontes, oferecendo uma visão contextual e integrada de todo o ambiente. Essa consciência situacional contínua permite detectar comportamentos anômalos assim que surgem, algo impraticável de forma manual na escala das nuvens modernas. IA: tecnologia também aumenta os riscos A inteligência artificial também vem transformando a forma como as ameaças são analisadas e correlacionadas. Em vez de depender de regras fixas e respostas predefinidas, as soluções mais avançadas utilizam modelos de machine learning para entender padrões comportamentais, comparar contextos históricos e identificar desvios com base em probabilidade de risco. Isso reduz drasticamente o volume de falsos positivos, liberando os analistas para se concentrarem nos incidentes realmente relevantes. Mais do que isso, esses sistemas aprendem com cada tentativa frustrada de invasão, fortalecendo a postura defensiva de forma contínua. Essa nova abordagem impacta diretamente o tempo de resposta. Em arquiteturas cloud-native, onde contêineres têm ciclos de vida de segundos e a lateralidade de um ataque pode comprometer dezenas de serviços em minutos, a velocidade de reação é determinante. Iniciativas como a métrica “555” – detectar uma ameaça em até 5 segundos, investigar em 5 minutos e responder em mais 5 – refletem o novo padrão de exigência operacional. E é a automação, combinada à inteligência artificial, que torna esse nível de agilidade possível. Plataformas de cibersegurança orientadas por IA já conseguem isolar workloads suspeitos, revogar permissões, aplicar correções ou iniciar rollbacks com base em regras adaptativas e aprendizado prévio – tudo isso sem depender de comandos manuais. Esse avanço técnico tem repercussões profundas na estrutura organizacional das equipes de segurança. Em vez de manter grandes times para triagem e correlação de alertas, muitas empresas estão migrando para modelos híbridos, em que profissionais altamente qualificados trabalham em conjunto com sistemas autônomos de resposta e observabilidade. A automação cuida do volume; o humano, do julgamento estratégico. Essa divisão de papéis exige uma mudança cultural nas equipes de segurança, que passam a atuar mais como orquestradores de inteligência do que como operadores de ferramentas. Além disso, cresce a busca por serviços gerenciados de segurança com capacidades nativas de IA. O modelo tradicional de MSSP, centrado em SOCs baseados em regras e monitoramento passivo, já não atende à escala nem à velocidade dos ambientes distribuídos. Por isso, muitos líderes estão migrando para ofertas de MDR (Managed Detection and Response) e XDR (Extended Detection and Response), em que a automação, a telemetria em tempo real e o uso de modelos preditivos são parte do serviço. De acordo com o Gartner, até o fim de 2025, 60% das empresas já terão adotado pelo menos uma solução desse tipo – o dobro do registrado em 2024. Mais do que uma resposta tecnológica, esse movimento representa uma mudança estratégica: proteger o ambiente cloud com a mesma fluidez e adaptabilidade com que ele opera. É reconhecer que não há mais tempo para esperar a ameaça se manifestar completamente para só então reagir. A segurança agora precisa ser preditiva, contextual e, acima de tudo, contínua – e a IA tem sido o elemento central nessa virada de paradigma. Se, até pouco tempo atrás, a discussão sobre cibersegurança girava em torno de perímetros, firewalls e políticas de acesso, em 2026 ela se concentra em aprendizado, automação e orquestração inteligente. A nuvem não para, e as ameaças tampouco. Quem ainda tenta proteger esse ambiente com abordagens reativas está simplesmente atrasado. A nova lógica é clara: ou sua defesa pensa mais rápido que o ataque, ou ela já perdeu.
O que esperar da IA aplicada à gestão em 2026?
Por Mauricio Frizzarin À medida que o ano de 2026 avança, a Inteligência Artificial (IA) deixa de ser uma promessa futurista e se torna um elemento central na gestão empresarial em todos os segmentos da economia. Não se trata apenas de experimentar ferramentas novas, mas de redesenhar modelos de gestão, operar com base em dados em tempo real e criar vantagem competitiva sustentável em mercados cada vez mais dinâmicos e complexos. Isso significa que há algumas tendências relevantes de aplicação da IA em processos de gestão, com vantagens concretas para as empresas. Claro, o Brasil pode acelerar a adoção dessa e de outras novas tecnologias para impulsionar produtividade, inovação e competitividade. Inclusive, diversos estudos, tais como o ‘The State of AI’, de 2025, feito pela McKinsey & Company, mostram que as empresas estão incorporando a IA em ritmo acelerado em todo o mundo. Segundo o levantamento, 78% das empresas já usam IA em ao menos uma função de negócio — um salto significativo em relação a anos anteriores, com a tecnologia saindo das fases de teste para implantações em larga escala. Em pequenas e médias empresas (PMEs), 78% já utilizam IA em algum setor, especialmente em atendimento ao cliente, marketing e operações. Por fim, o estudo aponta que organizações que investem em IA com objetivos de crescimento e inovação tendem a alcançar melhores resultados do que aquelas que a usam apenas para redução de custos. Esses números destacam que a Inteligência Artificial não é mais opcional, mas um componente estratégico e indispensável na gestão moderna, que está transformando a gestão de forma relevante. Afinal, com o uso de IA as tomadas de decisão ficam mais rápidas e assertivas, visto que sistemas de IA conseguem analisar grandes volumes de dados em tempo real, fornecendo insights que gestores humanos demorariam dias ou semanas para gerar. Isso melhora desde decisões operacionais até estratégias de mercado. Além disso, a automação de processos e produtividade está revolucionando tarefas repetitivas e administrativas, desde processamento de documentos até cálculo de preços e otimização de inventário. Outro benefício é atrelado ao atendimento e experiência do cliente. Chatbots, assistentes virtuais e agentes de IA já respondem grande parte das interações rotineiras dos clientes, garantindo atendimento 24/7 e mais satisfação. Fora isso, o planejamento financeiro se torna ainda mais objetivo, uma vez que as ferramentas de IA analisam padrões históricos e variáveis emergentes para criar projeções robustas de fluxo de caixa, gastos e receita, aumentando a precisão do planejamento financeiro. E, para fechar, há as vantagens relacionadas ao recrutamento e gestão de talentos, por conta da automatização de tarefas ligadas à triagem de currículos, realização de entrevistas preliminares e análise de perfil, que permitem liberar os gestores para focar em decisões humanas estratégicas. Empresas que investem estrategicamente em IA relatam retornos médios de 3,7 vezes o valor investido. No caso das PMEs, há ganhos significativos de produtividade, melhor experiência do cliente e aceleração da inovação. Além disso, organizações que combinam dados de qualidade, governança robusta e integração tecnológica conseguem extrair resultados muito superiores à média. Em mercados competitivos, empresas que dominam o uso de IA obtêm vantagens que se acumulam ao longo do tempo. No Brasil, há um ecossistema de inovação vibrante, com startups e iniciativas que já aplicam IA em gestão empresarial. Exemplos de empresas brasileiras que inovam com IA incluem soluções de automação de atendimento, CRM inteligente e plataformas de gestão financeira que automatizam processos contábeis e operacionais. Com políticas públicas que incentivem inovação, capacitação e parcerias entre empresas e instituições acadêmicas, o Brasil tem tudo para se posicionar entre os líderes da América Latina em adoção de IA aplicada à gestão. Na minha visão, em 2026, a inteligência artificial vai ajudar a remodelar a forma como as empresas são geridas ao transformar a tomada de decisões, melhorar a experiência do cliente, fortalecer times e moldar estratégias vencedoras. Nas empresas brasileiras, a pergunta deve deixar de ser “adotar ou não?” para se tornar “quão rápido e de forma estratégica nós iremos implementar?”. A resposta a essa pergunta definirá quem lidera setores e quem fica para trás. A tecnologia é apenas uma parte da equação. A verdadeira vantagem competitiva virá de líderes que saibam integrar IA à cultura e à estratégia do negócio, transformando o potencial da tecnologia em resultados reais. *Mauricio Frizzarin é fundador e CEO da QYON Tecnologia, empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares para gestão empresarial com inteligência artificial. Frizzarin cursou Tecnologia de Software e Marketing, OPM (Owner/President Management) na Harvard Business School, Executive Education em Inteligência Artificial na University of California, Berkeley e em Fintech em Harvard – www.qyon.com
Google Ads: Você está comprando cliques ou fechando negócios?
Por Marcelo Freitas Parece uma questão óbvia, mas no dia a dia das agências e departamentos de marketing existe um abismo perigoso entre o clique e o fechamento de negócio. A verdade é que o Google Ads é uma máquina de gerar tráfego, mas tráfego não é receita. Se a sua estratégia termina no clique, você não está fazendo marketing de performance, está apenas alimentando o algoritmo. Muitas empresas vivem o que costumo chamar de ‘Clique de Esperança’. Elas configuram campanhas, selecionam palavras-chave genéricas e esperam que, por milagre, aquele volume de acessos se transforme em vendas. O problema é que o clique é apenas o início de uma conversa. Um clique pode ser, por exemplo, um internauta curioso, um concorrente pesquisando seu preço ou até alguém que clicou por engano. Em nossa empresa, a mentalidade é outra, isto é, o clique é um custo. O fechamento é o valor. Na prática cliques são até fáceis de conseguir, pois basta pagar o preço certo. Fechar negócios, no entanto, exige inteligência, segmentação cirúrgica e um alinhamento total entre a expectativa criada pelo anúncio e a entrega do seu comercial. Não se contente com um CTR (Click Through Rate) alto, ou seja, aquela proporção elevada de cliques em um link (anúncio, e-mail, etc.) versus o número de vezes que ele foi exibido (impressões). Exija, portanto, um ROI (Retorno sobre Investimento) real. Afinal, empresas não sobrevivem de visitas ao site, mas de contratos assinados e dinheiro no caixa. Para transformar o Google Ads em uma máquina de vendas real, é preciso parar de olhar apenas para as ‘conversões’ dentro da plataforma. Muitas vezes, um formulário preenchido (Lead) é celebrado como uma vitória, mas se esse lead é desqualificado, ele é apenas um custo para o seu time comercial. A interpretação correta dos dados deve responder a três perguntas essenciais: Mas afinal aonde a venda pode se perder? Quando o Google Ads ‘funciona’, gera naturalmente cliques, mas quando o negócio não fecha, o erro geralmente está em um desses três fatores a seguir: Defendemos, em nossa empresa, que a estratégia de Google Ads deve ser desenhada de trás para frente. Primeiro, entendemos o que é uma venda fechada para o cliente. Depois, rastreamos o caminho de volta até o clique que a originou. Se o seu relatório de ‘mídia paga’ mostra números verdes, mas o seu gerenciamento de relacionamento com o cliente ou Customer Relationship Management (CRM) está no vermelho, algo está errado. O Google Ads deve ser tratado como um canal de aquisição de clientes, não como uma fonte de vaidade estatística. Portanto, muito cuidado com a valorização exagerada de certos algarismos que apresentam apenas verdades aparentes. *Marcelo Freitas é bacharel em Ciência da Computação, consultor de tráfego pago e fundador da Spot-A Marketing. É expert em tráfego pago estratégico para empresas que buscam captar leads e vender através da Internet. http://spot-a.com.br/
Quando automação e integração não acompanham o software, a qualidade paga o preço
Por Kalil Picelli, especialista em engenharia de software e sócio e gerente operacional da Vericode* Durante muitos anos, a engenharia de software foi conduzida como um conjunto de iniciativas isoladas. Desenvolvimento, testes, segurança e operações atuavam de forma sequencial, com fronteiras rígidas e pouca integração. Embora esse modelo ainda seja tratado como “padrão” em muitas organizações, ele se mostra cada vez mais incompatível com a complexidade, a velocidade e o nível de risco dos sistemas atuais. Na prática, a fragmentação da engenharia cria gargalos previsíveis, retrabalho recorrente e uma falsa sensação de controle. A busca por eficiência acaba se concentrando em acelerar etapas individuais, quando o verdadeiro problema está no fluxo como um todo. É justamente por isso que ganha força a visão da engenharia de software como uma esteira de produção: eficiência não está em times trabalhando mais rápido de forma isolada, mas em um processo integrado, contínuo e previsível, do início ao fim. Quando qualidade e segurança são empurradas para o final do ciclo, algo que ainda acontece com frequência, o resultado raramente surpreende: correções emergenciais, instabilidade em produção e aumento significativo do custo operacional. Integrar essas práticas desde a concepção do produto não é uma escolha de maturidade, mas uma necessidade operacional. Empresas que insistem no modelo reativo acabam gastando mais energia apagando incêndios do que evoluindo seus produtos. Por isso, a inteligência artificial passa a ocupar um papel estratégico, mas ainda mal compreendido. Uma pesquisa do Google indica que 90% dos desenvolvedores já utilizam IA no trabalho, e 80% relatam ganhos de produtividade. Ainda assim, a desconfiança em relação aos resultados gerados pela tecnologia persiste. Isso revela um ponto central: a IA, sozinha, não resolve ineficiências estruturais. Quando usada de forma isolada, tende apenas a acelerar problemas já existentes. É a integração da IA aos processos de engenharia, e não seu uso pontual, que gera valor real. O próprio mercado sinaliza essa mudança, pois segundo a MarketResearch.biz, o mercado global de IA generativa aplicada a DevOps deve crescer de US$ 942,5 milhões em 2022 para cerca de US$ 22,1 bilhões até 2032. Esse avanço reforça que a IA passa a fazer parte da estrutura da engenharia moderna, desde que integrada a práticas bem definidos. Processos bem orquestrados reduzem dependências ocultas, tornam prazos mais confiáveis e diminuem a necessidade de intervenções emergenciais. Testes automatizados, fluxos automatizados de integração e entrega contínua, práticas de segurança incorporadas ao desenvolvimento e monitoramento em tempo real criam um processo mais consistente, menos suscetível a erros humanos e mais preparado para ciclos de entrega curtos sem perda de qualidade. Portanto, tratar a engenharia de software como um sistema integrado exige uma mudança de mentalidade. Significa abandonar a ilusão de que excelência técnica nasce de esforços isolados e aceitar que previsibilidade, escala e resiliência dependem da orquestração entre pessoas, processos, automação e inteligência artificial. Em um ambiente digital cada vez mais exigente, não é a velocidade individual que diferencia empresas maduras, mas a capacidade de sustentar entregas contínuas com qualidade e controle. *Kalil Picelli é sócio e gerente operacional da Vericode, com sólida experiência em Qualidade de Software e MBA em Gestão de Projetos de TI. Lidera equipes multifuncionais e atua na integração de práticas de QA, DevSecOps e SRE, garantindo entregas digitais robustas, previsíveis e escaláveis.
Cora lança projeto dedicado para impulsionar histórias de empreendedores
A Cora, instituição financeira criada para pequenas e médias empresas, lançou um projeto dedicado a transformar seus clientes cada vez mais em protagonistas da comunicação da marca. Por meio da iniciativa, empreendedores atendidos pela empresa podem se inscrever para participar de conteúdos e campanhas da marca, compartilhando suas histórias e experiências no empreendedorismo. O formato consolida um movimento que a Cora vem desenvolvendo nos últimos anos para valorizar ainda mais os pequenos e médios negócios que fazem parte da sua base de mais de 1,5 milhão de clientes. Entre as iniciativas já existentes está o podcast Fala PJ, apresentado por Igor Senra, CEO e cofundador da Cora, que soma mais de 40 episódios — cerca de 90% deles com participação de clientes compartilhando suas trajetórias no empreendedorismo. “Na Cora, acreditamos que as melhores histórias sobre empreendedorismo vêm de quem está no dia a dia do seu próprio negócio. Não queremos só apoiar com soluções financeiras, queremos que nossos clientes se sintam vistos, ouvidos e representados. Com esse novo projeto, daremos ainda mais visibilidade aos seus negócios e trajetórias, transformando-os cada vez mais em protagonistas e inspiração para outros empreendedores”, afirma Débora Dias, líder de Marca & Comunicação Corporativa da Cora. A estratégia também se estende às redes sociais da marca, com editorias proprietárias como o Negócio do Mês, em que um cliente assume a produção de parte do conteúdo das redes da Cora durante um período, apresentando seu negócio e rotina empreendedora. Mais recentemente, o protagonismo dos clientes foi destaque na primeira campanha institucional da empresa, lançada em 2025 com o mote “Retratos de um Brasil que não para”, que trouxe empreendedores reais como personagens da narrativa. Com o projeto, a Cora visa reforçar o papel da comunidade de empreendedorismo na construção da comunicação da marca e ampliar a visibilidade de histórias e negócios de empreendedores brasileiros. Para mais informações, acesse: comunidade.cora.com.br/lp/o-cliente-no-centro-da-comunicacao-da-cora/.
Isso é Icônico: Tupperware® celebra 80 anos de legado global
Em um mundo onde marcas disputam atenção em ciclos cada vez mais curtos e tendências se tornam obsoletas da noite para o dia, a Tupperware® construiu uma trajetória de permanência. Em 2026, a marca celebra 80 anos de história e lança, no Brasil e no México, a campanha “Isso é Icônico. Desde Sempre. Para Sempre.”, um manifesto que reafirma a marca enquanto ícone cultural, amplamente presente na vida dos consumidores latino-americanos. No Brasil há 50 anos, a marca faz parte da rotina de milhões de famílias: da mesa de domingo à lancheira da escola, da organização da cozinha aos momentos de celebração. Hoje, a marca celebra a sua história como resultado de evolução constante, adaptando-se às mudanças nos hábitos e estilos de vida das pessoas sem perder sua essência: oferecer soluções práticas, duradouras e confiáveis. Cada vez que alguém fecha uma tampa e escuta o “click” característico dos recipientes herméticos, reconecta-se a uma marca que atravessou o tempo e sempre esteve presente no cotidiano. Desenvolvida pela another, agência de comunicação estratégica, a campanha apresenta uma proposta visual contemporânea, com peças coloridas e vibrantes, que destacam produtos e reafirmam iconicidade da marca. Com ritmo dinâmico e linguagem visual moderna, o vídeo-hero reforça uma verdade já incorporada ao imaginário popular: produtos Tupperware não precisam de apresentação, são imediatamente reconhecidos. A direção de arte da campanha traduz esse conceito ao apostar em uma estética pop, marcada por cores saturadas, contrastes intensos e composições gráficas de forte impacto visual. Elementos visuais vibrantes e uma construção energética de imagens aproximam o filme do repertório da arte urbana contemporânea, dialogando com códigos culturais atuais e ampliando a presença simbólica da marca para além da cozinha, inserindo-a no estilo de vida das pessoas. A campanha será amplificada em todos os pontos de contato da marca no Brasil e no México: site, redes sociais, catálogos e materiais da força de vendas, uma das maiores comunidades de vendas diretas do país. A estratégia também contempla ativações especiais ao longo do ano, colaborações estratégicas e inserções em eventos e conversas culturais relevantes para 2026. A narrativa de “Isso é Icônico” parte de uma ideia simples: há objetos que transcendem a passagem do tempo porque fazem parte da memória coletiva das pessoas. A Tupperware® construiu sua história acompanhando milhões de lares, mantendo uma presença constante ao longo de diferentes gerações. Em um mundo em permanente transformação, a marca continua evoluindo sem perder aquilo que a definiu desde o início e, em 2026, reafirma o que sempre foi: icônica, atemporal e insubstituível. Mais do que celebrar 80 anos de história, a Tupperware® demonstra que sua longevidade é consequência direta de sua relevância cultural. Não é icônica porque completa oito décadas; completa oito décadas porque é icônica. O mundo muda. A Tupperware® permanece. Isso é icônico. Desde Sempre. Para Sempre.
Le Creuset promove jantar especial, iluminação do Cristo Redentor e abertura de flagship
No dia 10 de março, a Le Creuset, marca centenária e reconhecida mundialmente por suas panelas e utensílios, promoveu momentos especiais em São Paulo e no Rio de Janeiro. A intenção foi celebrar sua história e marcar a abertura de um novo capítulo para a marca, rumo aos próximos 100 anos, reforçando a importância do Brasil, um de seus principais mercados. Na capital paulista, no Cidade Jardim, a marca francesa realizou um jantar exclusivo no Bistrot Parigi para influenciadores, imprensa e amigos, que fizeram parte da trajetória da marca no Brasil. Em seguida, os convidados puderam conhecer em primeira mão a nova flagship no shopping. A loja, que detém recorde global de vendas da Le Creuset, foi totalmente redesenhada e é pioneira de um projeto arquitetônico que destaca o legado da marca. Além disso, o evento contou com um speech de Alexandre Pinto, CEO LATAM da Le Creuset, e a presença de Juliana Fernandes, COO da marca na América Latina. Entre os convidados, estiveram presentes os formadores de opinião e influenciadores como Vini Cordeiro, Fred Sabbag, Daniel Sozzo, Luiza Sobral, Amira Kalaf, bem como os chefs Emmanuel Bassoleil, Laurent Suaudeau, e o artista Seu Jorge. Já na capital carioca, em meio ao momento celebrativo, o monumento ao Cristo Redentor, símbolo do Brasil, foi iluminado no tom Laranja da Le Creuset, em uma parceria com o Santuário Cristo Redentor, abrindo o próximo centenário de sucesso da marca. A ideia é que a Le Creuset construa essa parceria junto aos projetos sociais atendidos pelo Consórcio Cristo Sustentável, formado pelo Santuário Cristo Redentor, pela Obra Social Leste Um – O Sol e pelo Instituto Redemptor. Flagship Le Creuset Shopping Cidade Jardim A loja está localizada no Shopping Cidade Jardim, na Avenida das Américas, 3900, com horário de funcionamento das 10h às 22h, de segunda-feira à sábado, e das 14h às 20h, de domingo. Nas fotos, o artista Seu Jorge, a influenciadora Luiza Sobral; e Alexandre Pinto, CEO LATAM da Le Creuset, e Juliana Fernandes, COO da marca na América Latina
Billboard Brasil assina curadoria musical da SP House no SXSW pelo segundo ano consecutivo
A Billboard Brasil assina, pelo segundo ano consecutivo, a curadoria musical da SP House no SXSW, iniciativa do Governo de São Paulo em Austin que promove a cultura brasileira no festival. Entre os dias 12 e 16 de março, 12 artistas brasileiros se apresentarão no espaço, representando a diversidade e a riqueza da cena musical brasileira, com dois shows por dia ao longo da programação. Realizado nos Estados Unidos, o SXSW 2026 celebra seus 40 anos como um dos principais encontros globais de música, tecnologia, inovação e economia criativa. Dentro desse contexto, a SP House amplia sua presença no festival e se consolida como um espaço dedicado à promoção da cultura, da criatividade e da indústria brasileira no cenário internacional. Além da curadoria musical, a Billboard também gravará uma nova temporada do podcast Cabos & Cases, conduzido por Camila Zana, CMO da Billboard Brasil. Nos episódios, executivos da indústria musical, artistas e profissionais do mercado participam de conversas sobre tendências, inovação e os rumos da música global. “A SP House chega maior nesta edição e isso se reflete diretamente na curadoria musical. Ampliamos a seleção de artistas, trazendo nomes de grande relevância, para apresentar ao público do SXSW diferentes vertentes da música brasileira e mostrar a força e a diversidade da nossa cena.”, afirma Camila Zana, CMO da Billboard Brasil. A programação da SP House começa no dia 13 de março, com apresentação de Paula Lima, que recebe Simoninha como convidado. Nos dias seguintes, o espaço recebe shows de nomes como Di Ferrero, Unna X, além do projeto Canto Djavan, com Jota.pê, Bruna Black e Melly. A programação também inclui apresentação de Dominguinho, acompanhado por João Gomes, Jota.pê e Mestrinho. Entre os sets e apresentações, a discotecagem fica por conta da DJ Cady e do coletivo Discos N’agulha, que conduzem a trilha sonora da casa ao longo dos quatro dias de evento. “O SXSW é um dos principais pontos de encontro da indústria criativa global, e a SP House vem se consolidando como um espaço importante para posicionar o Brasil nesse diálogo. Nosso objetivo é ampliar as conexões entre artistas, executivos e criadores, mostrando como a música brasileira está inserida nas transformações do entretenimento e da economia criativa”, diz Fátima Pissarra, CEO da Billboard Brasil. Além de um line-up repleto de talentos — incluindo artistas do Billboard Descobre, programa dedicado a revelar novas vozes da música nacional — a iniciativa também ganha projeção internacional por meio do ecossistema global da Billboard, ampliando a visibilidade da programação brasileira para outros mercados. Programação Billboard HORÁRIO 13/03 14/03 15/03 16/03 18:00 / 18:30 Dj Cady Dj Cady Dj Cady Dj Cady 18:30 / 19:30 Mariana Nolasco – Unna X – 19:30 / 20:00 Discos N’agulha Discos N’agulha Discos N’agulha Discos N’agulha 20:00 / 21:00 Paula Lima & Simoninha Di Ferrero Canto Djavan(Jota.pe + Bruna Black + Melly) Dominguinho(João Gomes + Jota.pe + Mestrinho) Serviço – Programação musical da SP House Data: 13, 14, 15 e 16 de março de 2026 Horário: 18h às 21h Local: SP House |SXSW – Austin, Texas – EUA
OXXO aposta em influenciadores especialistas de economia para reforçar combos e impulsionar categoria de foodservice
Com foco em ampliar o consumo da categoria de food, um dos pilares estratégicos da marca, e reforçar sua proposta de conveniência com preço acessível, o OXXO lançou uma ação com criadores de conteúdo especializados em economia pessoal para destacar ofertas e combos disponíveis nas lojas da rede. A iniciativa também reforça a estratégia da marca de se aproximar do consumidor por meio de influenciadores digitais, ampliando o alcance das campanhas de forma mais próxima e relevante no dia a dia das pessoas. Realizada em parceria com a Squid, empresa de marketing de influência, a ação tem como objetivo mostrar, de forma prática e próxima ao consumidor, como os combos disponíveis nas unidades podem representar alternativas rápidas e econômicas para diferentes momentos do dia. Nos conteúdos, os influenciadores também trazem reflexões sobre educação financeira no cotidiano, mostrando como pequenas escolhas de consumo podem gerar economia no dia a dia e abrir espaço para organizar melhor o orçamento, guardar ou investir o dinheiro. Entre os influenciadores que participam da ação estão perfis voltados à educação financeira, como @danicolombo.invest e @mente.economica, que apresentam análises sobre custo-benefício e mostram como os combos disponíveis nas lojas podem se encaixar no orçamento do dia a dia, sem abrir mão da qualidade. “A ideia é mostrar que conveniência também pode estar associada a preço acessível. Queremos reforçar que o OXXO oferece opções práticas para diferentes momentos do dia, com ofertas que cabem no bolso do consumidor e fazem sentido dentro da rotina da cidade. Trazer influenciadores que já têm autoridade no tema da economia, ajuda a ampliar essa conversa de forma transparente e próxima do público, mostrando na prática como as promoções e combos da rede podem fazer parte do dia a dia das pessoas”, afirma Camila Assis, Head de Marketing e Comunicação Externa do OXXO. Durante o Mês do Consumidor, o OXXO destaca combos de food a partir de R$ 9,99, combinando itens populares como salgados, bebidas e cafés em ofertas pensadas para diferentes ocasiões de consumo, como lanches rápidos, pausas durante a rotina ou momentos de conveniência na cidade. A iniciativa reforça o papel da categoria de food dentro da proposta de valor da marca, ampliando as opções de consumo nas lojas e fortalecendo a experiência de consumo para os clientes. “Quando conectamos creators especializados em educação financeira a uma proposta de conveniência e preço acessível, transformamos uma oferta em conteúdo útil para o consumidor. Essa é a lógica do marketing de utilidade, onde usamos a influência para traduzir benefícios reais no dia a dia das pessoas. Ao estruturar essa estratégia para o OXXO, nosso objetivo foi gerar mais conexão com o público ao mesmo tempo em que impulsionamos a categoria de foodservice da rede”, afirma Luciana Alencar, diretora de operações e estratégia da Squid.
ARVORE leva inovação brasileira ao SXSW com “Fabula Rasa: Dead Man Talking”, experiência em VR com IA generativa
A ARVORE, estúdio brasileiro vencedor do Primetime Emmy e referência global em XR e jogos imersivos, participa da mostra competitiva de XR no South by Southwest (SXSW) 2026 com sua nova experiência em realidade virtual, Fabula Rasa: Dead Man Talking, uma narrativa interativa que utiliza inteligência artificial generativa para criar diálogos dinâmicos e histórias que se transformam a cada partida. Durante o SXSW 2026, o novo projeto da ARVORE concorre à premiação na categoria ‘XR Experience Competition’. O trailer de Fabula Rasa: Dead Man Talking já está disponível no canal do YouTube da ARVORE. Após o reconhecimento internacional com The Line (A Linha), vencedor do Primetime Emmy de 2020 e do Leão de Veneza de 2019, como Melhor Experiência Imersiva em VR, a ARVORE volta ao festival com um projeto de diferente perfil: em vez de uma narrativa linear e contemplativa, apresenta uma experiência construída a partir de conversas em tempo real com personagens movidos por IA combinando design narrativo, tecnologia generativa e princípios de improvisação para testar novos caminhos de interação em VR. Ambientado em uma pitoresca vila medieval, Fabula Rasa coloca o jogador no centro da trama: preso em uma gaiola e prestes a ser lançado ao poço do monstro por supostos crimes, ele precisa interagir com os habitantes da cidade para convencer o Rei a poupar sua vida. A diferença está na forma como a história se desenrola. Os personagens são movidos por Large Language Models (LLMs), capazes de ouvir, interpretar e responder em tempo real às falas e ações do jogador. Cada NPC possui personalidade e histórico próprios, desenvolvidos por designers narrativos, permitindo que a IA atue como extensão criativa desses perfis. O resultado é uma experiência de aproximadamente 30 minutos em que nenhuma sessão é igual à outra. Existem apenas dois desfechos possíveis: viver ou morrer. Mas, o caminho até o julgamento final é moldado pelas escolhas, argumentos e improvisos de cada jogador. IA generativa como ferramenta narrativa Em Fabula Rasa, a inteligência artificial não é utilizada para automatizar processos ou substituir etapas criativas, mas como um instrumento de experimentação narrativa. A equipe da ARVORE desenvolveu uma estrutura que equilibra o funcionamento do motor do jogo com a camada de IA garantindo coerência dramática e consistência de mundo. “Com Fabula Rasa, queríamos explorar a inteligência artificial como linguagem narrativa, não como atalho de produção. Nosso foco sempre foi criar uma experiência genuinamente humana, em que a tecnologia amplia a imaginação e não substitui o olhar criativo da equipe”, afirma Luiza Justus, Diretora Criativa do Fabula Rasa. “Estar no SXSW com essa experiência em VR reforça nosso compromisso em colocar o Brasil no centro das discussões globais sobre o futuro das experiências imersivas.” O estúdio combinou princípios de improvisação teatral com tecnologia generativa. A IA fornece “o cérebro” dos personagens, o game engine garante seus corpos e reações físicas, e o jogador dá propósito às interações. Essa integração permite que o mundo virtual reaja tanto às palavras quanto às ações físicas dentro do ambiente. O futuro das experiências imersivas Dirigido por Luiza Justus e Marcelo Marcati, Fabula Rasa: Dead Man Talking subverte tropos clássicos da fantasia sob uma lente estilizada e teatral. A experiência pode ser vivenciada em inglês, português, espanhol, francês e italiano. “Participar do SXSW é especialmente simbólico para nós. É um espaço onde tecnologia, cultura e criatividade se encontram, exatamente o território em que a ARVORE atua”, complementa Ricardo Justus, CEO da ARVORE. “Apresentar uma experiência baseada em IA generativa nesse contexto é uma forma de contribuir para o debate sobre como essas ferramentas podem fortalecer a indústria criativa.” A participação no SXSW 2026, que será entre os dias 12 e 18 de março, em Austin, Texas (EUA), reforça a posição da ARVORE como um dos estúdios mais inovadores da América Latina em experiências imersivas. Reconhecido por reunir os principais nomes globais de tecnologia, cinema, música e cultura digital, o festival é um dos palcos mais relevantes para lançamentos e debates sobre o futuro da indústria criativa. Para mais informações sobre o lançamento, acompanhe a ARVORE no X, Instagram e Threads, ou visite o site oficial do estúdio.
Ourofino Agrociência fortalece estrutura de marketing para sustentar plano para os próximos anos
A Ourofino Agrociência anuncia o fortalecimento de sua estrutura de marketing com movimentações estratégicas nas Unidades de Negócio (BUs) Centro-Leste e Sul. A iniciativa integra o plano de crescimento da companhia e prepara a organização para um novo ciclo de expansão a partir de 2026. Desde janeiro, Michel Daniel passou a integrar oficialmente o departamento de Marketing como gerente da BU Centro-Leste. O executivo já atuava na empresa como gerente regional e acumula mais de 15 anos de experiência no agronegócio, com passagens por multinacionais do setor. Engenheiro agrônomo, Michel construiu sua trajetória com forte atuação em geração de demanda, gestão de negócios e desenvolvimento de mercado em culturas estratégicas como soja, milho e cana-de-açúcar. Sua transição da área comercial para o marketing reforça a integração entre estratégia, posicionamento de portfólio e execução no campo, um dos pilares do plano de crescimento da companhia. Em fevereiro, a empresa também anunciou a contratação de João Paulo Tomás para assumir a gerência de Marketing da BU Sul. Com ampla experiência em marketing regional e gestão comercial no segmento de defensivos agrícolas, o executivo traz profundo conhecimento do mercado sulista, região estratégica pela relevância em culturas como soja, milho e trigo. Formado em Agronomia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Tomás tem histórico consistente na construção de estratégias regionais orientadas por análise de mercado, proximidade com cooperativas e fortalecimento da distribuição. Marketing mais próximo ao campo e orientado à geração de valor As movimentações fazem parte de uma estratégia estruturada para sustentar o crescimento da companhia nos próximos anos. A Ourofino Agrociência mantém como metas o fortalecimento do seu portfólio – com a incorporação de moléculas de alto desempenho adaptadas às condições da agricultura tropical e o avanço em regiões de alto potencial, como o Cerrado brasileiro. Para 2026, a expectativa é ampliar a participação de mercado, além de registrar crescimento na receita líquida, sustentado pela expansão do portfólio, novos registros e fortalecimento das estruturas regionais, combinando inovação tecnológica, tropicalização de formulações, suporte técnico especializado e proximidade com o agricultor. “Acreditamos que o próximo ciclo de crescimento passa necessariamente por uma estrutura ainda mais integrada entre marketing, comercial e áreas internas para entender e atender as demandas do cliente. Estamos reforçando nossas lideranças regionais para garantir leitura estratégica de mercado, agilidade na tomada de decisão e maior proximidade com o produtor. Nosso foco é crescer de forma sustentável, com rentabilidade e geração de valor para toda a cadeia”, afirma Luiz Gustavo Guerreiro Moreira, Gerente Executivo de Negócios da Ourofino Agrociência. Estratégia de diferenciação e inovação Diferentemente de empresas que desenvolvem soluções prioritariamente no exterior, a Ourofino Agrociência investe na tropicalização de tecnologias diretamente no Brasil, adaptando formulações às condições específicas do clima, do solo e dos sistemas produtivos nacionais. Esse modelo permite maior aderência às necessidades do produtor e reforça o posicionamento da empresa como protagonista em inovação voltada à agricultura tropical. “Ao fortalecer sua estrutura de marketing regional, a companhia sinaliza ao mercado que está preparada para ampliar market share, aprofundar parcerias estratégicas e consolidar sua presença entre os principais players do setor, em um ambiente cada vez mais competitivo e orientado por eficiência, tecnologia e sustentabilidade”, reforça Luiz Gustavo.
Buscas por IA aumentam a importância de fontes confiáveis e citações
Não é de hoje que a inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas buscam informação na internet. Recursos como respostas geradas automaticamente, resumos instantâneos e interfaces mais conversacionais já fazem parte da experiência de pesquisa. No entanto, apesar da mudança na interface, a lógica que sustenta a qualidade dessas respostas continua fortemente ligada à web aberta e, principalmente, à credibilidade das fontes. Devido a isso, sinais tradicionais de autoridade, como links, menções e presença editorial, tendem a ganhar ainda mais importância. IA muda a experiência da busca, mas não elimina o ranking Nos últimos meses, o Google passou a integrar recursos baseados em inteligência artificial diretamente na página de resultados. Um dos exemplos mais visíveis são os AI Overviews, que apresentam um resumo inicial sobre determinado tema antes da lista tradicional de links. A proposta é ajudar o usuário a compreender rapidamente assuntos complexos e, a partir disso, explorar conteúdos mais aprofundados. No entanto, a presença da IA não significa que o sistema de ranking das buscas deixou de existir. “Mesmo com a evolução da inteligência artificial, os buscadores continuam precisando identificar quais páginas são mais confiáveis, relevantes e úteis antes de utilizá-las como base para gerar respostas”, explica Alice Bachiega, especialista em comunicação e PR da agência de link building Do Follow. Sendo assim, a IA muda a forma como a informação aparece, mas não elimina os critérios que determinam quais conteúdos merecem destaque. Nesse processo, conceitos como EEAT (Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness), usados pelo Google para avaliar experiência, especialização, autoridade e confiabilidade das fontes, continuam sendo referências importantes para identificar conteúdos de qualidade. Conteúdo da web continua sendo base das respostas Apesar do avanço dos modelos generativos, os sistemas de IA ainda dependem do conteúdo publicado na internet para funcionar. Isso vale tanto para recursos integrados aos buscadores, como os AI Overviews do Google, quanto para assistentes baseados em IA, como ChatGPT e Perplexity, por exemplo. Na prática, isso significa que as respostas geradas automaticamente continuam sendo construídas a partir de informações disponíveis online, muitas vezes reunindo dados de diferentes fontes. Nesse cenário, a autoridade editorial se torna um fator ainda mais relevante para que determinados conteúdos sejam utilizados como referência. Backlinks funcionam como “votos de confiança” Entre os sinais utilizados pelos algoritmos para avaliar a credibilidade de um site estão os backlinks, que são links de outros sites apontando para uma determinada página. Esses links funcionam como uma espécie de recomendação pública. Quando um site relevante cita outro conteúdo, ele indica que aquela informação merece atenção. A própria filosofia de funcionamento do Google destaca esse princípio: o mecanismo de busca utiliza milhões de links publicados na internet para ajudar a determinar quais páginas oferecem conteúdo de valor. Assim, fatores como qualidade, quantidade e consistência desses links podem influenciar diretamente a visibilidade de um site nos resultados. Autoridade digital também influencia respostas de IA Com a chegada das interfaces baseadas em inteligência artificial, a construção de autoridade digital passou a impactar não apenas o ranking tradicional, mas também as respostas geradas automaticamente. “Sem dúvidas, as respostas vindas de ferramentas de IA têm ganhado espaço na SERP e a maior parte dos nossos clientes já sente esse impacto, especialmente em termos com intenção informacional”, afirma Carolina Glogovchan, CEO da Do Follow. Segundo ela, as estratégias de SEO estão se adaptando para acompanhar esse novo cenário. “Para acompanhar esse cenário de mudança, aqui na Do Follow temos investido nas menções à marca, bem como no olhar para outras métricas como impressões, bots que acessam os sites e prompts que podem ser usados pelos usuários para chegar aos nossos clientes. Tudo ainda é bastante novo, mas nosso olhar tem sido atento para acompanhar as mudanças e observar retornos vindos neste canal”, explica. Contexto e relevância das citações também importam Além da quantidade de backlinks, os algoritmos analisam o contexto e a relevância das páginas que fazem essas citações. Links provenientes de sites que compartilham temas ou áreas de atuação semelhantes tendem a ter mais peso. Menções em veículos de imprensa, blogs especializados e plataformas reconhecidas também ajudam a fortalecer a credibilidade de uma marca. Para Alice Bachiega, essa construção de reputação digital passa por uma presença consistente em diferentes ambientes da internet. “Quando um site é citado por portais, especialistas ou comunidades relevantes, ele começa a formar uma rede de reconhecimento. Esses sinais ajudam os algoritmos e também os sistemas de IA a identificar quais fontes são mais confiáveis e frequentemente utilizadas como referência”, afirma. Conteúdo original ganha ainda mais valor Outro ponto destacado nas discussões sobre o futuro da busca é a importância de produzir conteúdos originais. Com a popularização da inteligência artificial generativa, conteúdos genéricos ou muito semelhantes tendem a ter menos destaque. Páginas que apresentam análises próprias, dados exclusivos ou interpretações diferenciadas têm mais chances de ganhar relevância tanto nos buscadores quanto nas respostas geradas por IA. Um novo cenário, com fundamentos conhecidos Apesar das mudanças trazidas pela inteligência artificial, as especialistas afirmam que o cenário atual representa mais uma evolução do que uma ruptura completa. Princípios clássicos do SEO, como autoridade, relevância e experiência do usuário, continuam sendo fundamentais para determinar quais conteúdos se destacam na internet. Com esse foco, estratégias como produção de conteúdo relevante, presença editorial e link building tendem a se tornar ainda mais estratégicas, já que as fontes por trás das respostas geradas por IA passam a ser o verdadeiro diferencial.
Brasil terá a 1ª Faculdade de Negócios do Mercado Financeiro da América Latina
O lançamento de uma escola dedicada exclusivamente ao mercado financeiro acompanha a própria expansão da indústria financeira no Brasil e na América Latina. No Brasil, o volume total de crédito já supera R$ 7 trilhões, equivalente a cerca de 54% do PIB, refletindo o peso crescente do sistema financeiro na economia. Ao mesmo tempo, o país vive uma transformação no mercado de investimentos: o número de investidores pessoas físicas na bolsa brasileira saltou de cerca de 600 mil para mais de 5 milhões em poucos anos, impulsionando o desenvolvimento de corretoras, plataformas digitais e serviços de advisory. O patrimônio financeiro das famílias brasileiras já ultrapassa R$ 6 trilhões em investimentos, distribuídos entre renda fixa, fundos, ações, previdência e produtos estruturados. Apenas a indústria de fundos de investimento administra mais de R$ 8 trilhões em ativos, enquanto o mercado de gestão de patrimônio e private banking movimenta cerca de R$ 2 trilhões em recursos sob gestão. Essa expansão também se reflete na estrutura da indústria. O país possui, centenas de corretoras, assets, gestoras independentes e fintechs, além de grandes bancos que lideram operações de corporate banking, investment banking e wealth management. Esse crescimento acelerado do mercado financeiro ampliou a demanda por profissionais qualificados em áreas como banking, gestão de patrimônio, mercado de capitais, advisory, análise de investimentos e estruturação de operações. Nesse contexto, surgem oportunidades para instituições educacionais especializadas capazes de formar profissionais preparados para atuar em um setor que movimenta trilhões de reais e cresce em complexidade e competitividade ano após ano. Antes dessa nova etapa, a iniciativa nasceu como Eu Me Banco, uma plataforma educacional focada na formação de profissionais para o mercado financeiro por meio de cursos online. Ao longo dos últimos anos, a plataforma formou mais de 300 mil alunos em programas e treinamentos voltados ao setor financeiro, além de desenvolver programas avançados de especialização e MBA. A evolução desse projeto levou à criação de uma nova estrutura acadêmica: Agora, a instituição passa a atuar também com pós-graduação reconhecida pelo MEC, consolidando um modelo educacional mais amplo e estruturado para formação de profissionais da indústria financeira. Com essa reestruturação, a instituição passa a se chamar B7 Business School, marcando uma nova fase da escola, com foco em educação executiva, pós-graduação e programas especializados voltados exclusivamente ao mercado financeiro. “O mercado financeiro mudou profundamente nos últimos anos. A indústria cresceu, novos produtos surgiram, milhões de brasileiros passaram a investir e a demanda por profissionais preparados aumentou muito. A B7 nasce justamente para responder a esse movimento. Nosso objetivo é formar profissionais que entendam o funcionamento real do mercado, com conhecimento técnico, visão comercial e capacidade de atuação prática dentro de bancos, assets, corretoras e estruturas de gestão de patrimônio. “Não somos uma faculdade tradicional. Assim como no próprio mercado financeiro, nosso foco é gerar retorno sobre o investimento do aluno. A ideia é que ele não venha apenas buscar um diploma, mas sim multiplicar, na prática, aquilo que investiu na B7, seja em evolução de carreira, aumento de renda ou acesso a posições mais estratégicas dentro do setor financeiro. A proposta é construir uma escola de negócios que esteja conectada com o dia a dia da indústria financeira na prática e com as habilidades que o mercado realmente exige”, afirma Fabio Louzada, CEO da B7 Business School. O modelo de ensino é EAD, com encontros presenciais pontuais e parcerias acadêmicas no exterior, e a instituição projeta formar cerca de 10 mil alunos ao longo deste ano. Em um setor em que, reputação, tomada de decisão e capacidade analítica são determinantes para a evolução de carreira, a formação especializada passa a ter papel central na preparação de profissionais para funções cada vez mais estratégicas dentro das instituições financeiras. Nesse cenário, a B7 Business School consolida sua nova fase ao estruturar um modelo educacional voltado exclusivamente para carreiras do mercado financeiro, conectando formação acadêmica, programas executivos e especializações focadas na indústria.“Nós acreditamos que a formação no mercado financeiro precisa ir muito além da sala de aula. Por isso buscamos criar experiências que realmente ampliem a visão de mundo dos alunos, conectando conhecimento técnico com vivência prática e contato com ambientes de inovação. Levar alunos para experiências internacionais, como visitas à Nasdaq e a instituições globais, é algo extremamente enriquecedor, porque mostra na prática como diferentes indústrias pensam estratégia, tecnologia e futuro. Nosso objetivo é proporcionar uma jornada de formação que seja transformadora para a carreira e para a forma como esses profissionais enxergam o mercado”, afirma Fabio.
Samsung e Empresas Todeschini: transformação digital no mercado moveleiro de alto padrão
A Samsung apoiou as Empresas Todeschini (Todeschini, Italínea e Criare) na modernização da experiência de compra em suas lojas, atuando como parceira estratégica na implementação de um ecossistema integrado de tecnologia no ponto de venda. A iniciativa transformou um modelo de venda tradicional em uma jornada phygital, integrando o físico e o digital de forma prática no atendimento ao cliente, tornando a experiência mais visual, interativa e eficiente no varejo de móveis planejados de alto padrão. 1. O Cenário e o Desafio Com um modelo de venda tradicional, apoiado em catálogos impressos, as Empresas Todeschini enfrentavam o desafio de reduzir o nível de abstração do consumidor durante a escolha dos projetos. As empresas buscavam transformar esse processo em uma jornada de compra phygital, tornando a experiência mais visual, interativa e confiável por meio da integração prática entre o físico e o digital no ponto de venda. 2. A Solução Samsung (O Ecossistema) A solução desenvolvida foi baseada em um ecossistema integrado de tecnologia Samsung, combinando Displays Interativos, Monitor Interativo Samsung Flip e tablets das linhas Galaxy Tab S e Galaxy Tab A. Mais do que fornecer dispositivos, a Samsung estruturou uma solução conectada para o ponto de venda, que possibilitou a digitalização completa do catálogo e a integração entre os dispositivos, permitindo que arquitetos e consultores apresentassem projetos, acabamentos e aplicações em tempo real, com mais clareza visual e precisão durante o atendimento. Essa infraestrutura de mobilidade e interatividade foi construída a partir de três pilares: Mobilidade com tablets (Galaxy Tab S e Tab A): utilizados pelos arquitetos e vendedores para apresentar catálogos digitais e realizar ajustes nos projetos ao lado do cliente, eliminando a barreira da mesa do escritório. o Samsung Flip: Substituição dos quadros brancos tradicionais por telas interativas de alta resolução. Isso permitiu que o “brainstorm” entre arquiteto e cliente fosse digital, com anotações salvas e compartilhadas instantaneamente. “Desde o início, vimos este projeto com as Empresas Todeschini como uma ótima oportunidade de mostrar toda a proposta de valor do ecossistema integrado. Eles tinham uma necessidade de aprimorar o processo de jornada de compra. Nós entendemos esse escopo, trouxemos para dentro de casa e, a quatro mãos, desenvolvemos com o cliente que soluções eram necessárias para essa implementação. A partir disso, apresentamos tanto a linha de displays interativos quanto os tablets de forma integrada, permitindo o compartilhamento simultâneo de conteúdos e criando uma experiência fluída e ágil, trazendo encantamento ao cliente”, explica Kauê Melo, diretor sênior da divisão de B2B da Samsung Brasil. 3. Impactos e Resultados A implementação gerou benefícios diretos para todos os lados envolvidos: “Hoje estamos criando a loja do futuro. Um futuro que já está aqui, integrando o físico e o digital, trazendo resultados concretos e uma ótima resposta dos consumidores. Um enorme passo para nossa missão de oferecer soluções e ambientes personalizados e a melhor experiência para nossos clientes”, Diego Peruchi, head de inovação Todeschini Mais do que fornecer dispositivos, a Samsung se consolida nesse projeto como a parceira ideal para a transformação digital do varejo, demonstrando como um ecossistema de tecnologia integrada pode gerar impacto real na experiência de compra, na eficiência do ponto de venda e no desempenho do negócio no segmento de móveis planejados de alto padrão. Saiba mais assistindo ao vídeo sobre a parceria no YouTube e para mais informações, visite a Samsung Newsroom Brasil.
Indústria 4.0 avança no Brasil, mas gargalos tecnológicos e qualificação ainda limitam expansão
A chamada Indústria 4.0, que incorpora tecnologias como internet das coisas (IoT), inteligência artificial (IA), robótica avançada e sistemas ciberfísicos à manufatura, ainda caminha a passos desiguais no Brasil. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), apenas 28% das empresas industriais de médio e grande porte adotaram tecnologias relacionadas à transformação digital em seus processos até 2023. “O Brasil tem um grande potencial em automação industrial, mas enfrenta desafios históricos como a defasagem da infraestrutura tecnológica e a escassez de profissionais com qualificação técnica específica para sistemas integrados e operações críticas”, explica Fábio Camargo Miki, engenheiro eletricista com pós-graduação em automação industrial pela PUC-PR e experiência internacional nos setores de óleo e gás, mineração e papel e celulose. Com atuação em países como México, Brasil e Moçambique, Miki destaca que as iniciativas mais bem-sucedidas de digitalização industrial envolvem sistemas de controle distribuído (DCS) e uso intensivo de sensores e dados em tempo real. “Trabalhos com sistemas ABB, Siemens, Yokogawa e Emerson mostram que é possível atingir padrões globais, mas isso exige planejamento de longo prazo e investimento em manutenção e atualização de sistemas críticos”, afirma. Levantamento realizado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que o uso pleno de tecnologias da Indústria 4.0 pode gerar uma economia anual de até R$ 73 bilhões com ganho de eficiência nas fábricas. No entanto, 90% das indústrias brasileiras ainda operam com baixo ou nenhum nível de automação inteligente, de acordo com o Mapa da Digitalização da Indústria. Na avaliação de Miki, que liderou projetos de integração mina-planta-porto, o gargalo não está apenas na aquisição de tecnologia. “É uma questão estrutural. Muitas plantas operam com sistemas antigos, sem conectividade, e a migração para arquiteturas digitais exige compatibilização de equipamentos legados e capacitação técnica local. Isso encarece e desacelera o processo.” A assimetria regional também preocupa. Enquanto estados como São Paulo, Paraná e Minas Gerais avançam com iniciativas de inovação industrial, regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam limitações severas em infraestrutura energética, conectividade e formação profissional. Segundo o IBGE, em 2023, apenas 8% das empresas industriais do Norte do país utilizavam algum sistema de automação conectado à internet. Entre os setores mais avançados no uso de tecnologias da Indústria 4.0 no Brasil estão papel e celulose, petróleo e gás e metalurgia, segmentos nos quais Miki desenvolveu soluções integradas de controle de processos. “Essas indústrias operam com margens apertadas e alto risco operacional. Por isso, são pressionadas a investir em confiabilidade e predição de falhas por meio de automação avançada.” A perspectiva para os próximos anos é de expansão lenta, mas consistente. A Pesquisa de Inovação da Indústria 2024, da CNI, indica que 41% das empresas pretendem investir em digitalização até 2026, com foco em eficiência energética, redução de perdas e integração de sistemas de chão de fábrica com plataformas de gestão (ERP e MES). Para Miki, o futuro da indústria brasileira depende da capacidade de formar um ecossistema de inovação com base técnica sólida, políticas de incentivo coordenadas e atração de talentos. “A Indústria 4.0 não é apenas sobre sensores e algoritmos. É sobre transformar o modo como fabricamos, gerenciamos e tomamos decisões, com impacto direto na produtividade e na competitividade internacional do país”, conclui.
Curiosidade e o inesperado ganham destaque no SXSW como motores da inovação
A curiosidade, apontada como uma das habilidades mais importantes para os profissionais do futuro, tem sido um dos temas recorrentes nas discussões do SXSW, um dos maiores festivais globais de inovação, tecnologia e comportamento, realizado em Austin, no Texas. De acordo com o Relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, a curiosidade e o aprendizado ao longo da vida estão entre as dez habilidades com maior crescimento de importância até 2030. O estudo também indica que cerca de 40% das habilidades exigidas no mercado de trabalho devem mudar nos próximos anos, reforçando a necessidade de adaptação constante e de desenvolvimento de competências humanas, como criatividade, resiliência, flexibilidade e pensamento analítico. Especialistas destacam que a curiosidade é um fator decisivo para estimular a criatividade, considerada o principal combustível para a inovação, e para ampliar a capacidade de adaptação em um cenário de rápidas transformações no mundo do trabalho. Outro insight que já emerge das experiências no evento é o papel do inesperado no processo de inovação. Em meio à intensa programação e aos encontros pela cidade, grande parte das ideias e conexões surge justamente de situações imprevistas: conversas informais, descobertas de temas fora da própria área ou palestras que provocam novas perspectivas. Direto de Austin, as especialistas Gaya Machado e Débora Maia, que acompanham a programação do festival, destacam que o SXSW evidencia como a combinação entre curiosidade, abertura ao novo e interações inesperadas pode gerar insights relevantes para profissionais e empresas. Embora Austin seja um ambiente que respira tecnologia, com demonstrações de inovações como carros autônomos e robôs circulando pelas ruas, o evento reforça que as conexões humanas continuam sendo centrais para a geração de ideias e para o desenvolvimento de soluções criativas. Gaya Machado e Débora Maia estão disponíveis para comentar os principais insights do SXSW sobre criatividade, inovação, comportamento e o futuro do trabalho. Sobre as especialistas Gaya Machado é cientista comportamental, palestrante e mentora executiva, com atuação voltada à inovação, comportamento e futuro do trabalho. Participa de imersões internacionais como o SXSW, onde acompanha tendências globais em tecnologia, inteligência artificial e transformação cultural. Integra o Harvard Business Review Advisory Council, comunidade internacional de executivos que contribuem com insights estratégicos para a publicação, e atua conectando ciência comportamental, inovação e estratégia de negócios em palestras e programas corporativos no Brasil e no exterior. Débora Carrera Maia é sócia e diretora da MDS 4Health, especialista em saúde corporativa, bem-estar e desenvolvimento humano, com mais de 25 anos de atuação nas áreas de gente e gestão. Atua na análise de tendências ligadas ao futuro do trabalho, saúde organizacional e modelos mais sustentáveis de benefícios, conectando estratégia, inovação e cuidado nas decisões empresariais. Com experiência em projetos no Brasil e na América do Sul, acompanha de perto a evolução das práticas de gestão de pessoas e os impactos da tecnologia, da cultura organizacional e do comportamento humano na performance e no engajamento das equipes.
O Boticário transforma fragrância em experiência de encontros com circuito Coffee Party
Em um momento em que encontros tradicionais parecem cada vez mais difíceis, uma nova forma de socialização começa a ganhar espaço entre jovens adultos: experiências sensoriais que substituem o encontro formal por conexões mais espontâneas. É nesse contexto que surgem iniciativas como as Coffee Parties, formato que mistura música, fragrância e experiências sensoriais para transformar a forma como as pessoas se encontram. Impulsionado por essa mudança de comportamento, O Boticário apresenta no Brasil o circuito Coffee Party, uma série de ativações proprietárias que colocam Coffee Addictive no centro da vida noturna ao conectar café arábica, música eletrônica e perfumaria em uma atmosfera imersiva. A principal ativação acontece em São Paulo, no dia 17 de março, na flagship do Boticário em Pinheiros, que será transformada em uma festa eletrônica exclusiva para convidados. O evento marca a abertura oficial do circuito pelo Brasil e terá como destaque a presença de Gabriela Prioli e do DJ ATKÖ, casal que estrela a campanha de Coffee Addictive e traduz, na vida real, a intensidade, o magnetismo e a energia que definem o território da fragrância. A noite contará com headline assinada por ATKÖ, além de experiências sensoriais. A iniciativa parte de um insight cultural: em um mundo marcado pela chamada “catch-up culture”, em que encontros sociais muitas vezes se tornam apenas compromissos na agenda, cresce o interesse por experiências que gerem conexões mais autênticas e espontâneas. Nesse contexto, fragrâncias deixam de ser apenas um produto e passam a funcionar como um gatilho sensorial para encontros. Movimentos recentes nas redes sociais apontam para uma dificuldade crescente em retomar interações sociais. O fenômeno conhecido como F.O.D.A. (Fear of Dating Again), medo de voltar a se relacionar, ganhou espaço entre jovens adultos que relatam ter “desaprendido a flertar” ou se sentirem cansados das dinâmicas tradicionais de encontros. É justamente nesse cenário que experiências sensoriais coletivas começam a ganhar relevância. Coffee parties funcionam porque substituem a pressão do encontro tradicional por um ambiente compartilhado de descoberta. As pessoas chegam pela curiosidade e permanecem pela experiência. Nesses ambientes, o cheiro se torna um veículo de conexão. Fragrância, música, sabor e atmosfera se misturam para criar um espaço onde conversas surgem de forma mais natural e encontros acontecem sem roteiro pré-definido. “Estamos vivendo um momento em que as pessoas buscam novas formas de se conectar. Ao nos apropriarmos de um formato em ascensão, como as Coffee Parties, conseguimos integrar fragrância, cultura e experiência de forma proprietária e contemporânea”, afirma Carolina Carrasco, Diretora de Branding e Comunicação do Boticário e Quem Disse, Berenice?. Após a abertura em São Paulo, o projeto segue para outras cidades com ativações em loja que levam o mesmo conceito, em escala menor, para o público. As experiências acontecem em São Paulo e Rio de Janeiro nos dias 14 e 15 de março, e em Curitiba, Recife e Fortaleza nos dias 20 e 21 de março, sempre a partir das 18h. Em cada cidade, o formato se adapta ao porte da loja, mantendo o mesmo conceito: DJ set, experiências com café arábica e ambientação inspirada na cultura da noite. Toda a estratégia se conecta ainda à Track Addictive, música autoral assinada por ATKÖ que funciona como trilha sonora oficial do projeto. A faixa embala tanto as ativações físicas quanto a campanha digital estrelada por Gabriela Prioli e o DJ, reforçando o magnetismo e a química que traduzem o espírito de Coffee Addictive, fragrância disponível nas versões Man e Woman. Mais do que um evento, o projeto propõe uma nova leitura sobre encontros contemporâneos: quando a perfumaria entra em cena, a conexão acontece de forma natural.
Ampla transforma prestação de contas da saúde em narrativa de impacto cotidiano no Espírito Santo
Em um cenário no qual transparência deixou de ser diferencial e passou a ser exigência, comunicar políticas públicas tornou-se um exercício de clareza e conexão. No Espírito Santo, os investimentos realizados na saúde, entre 2019 e 2025, promoveram ampliação de estrutura, modernização de serviços, regionalização do atendimento e fortalecimento da atenção básica, especializada e hospitalar. O desafio era transformar esse conjunto de entregas em narrativa compreensível, próxima e reconhecível para a população. Nesse contexto, a Ampla-ES criou para o Governo do Estado a campanha “A gente faz cada vez mais pela saúde capixaba”. “A construção do conceito parte da experiência real. Nosso papel foi fazer a ponte entre investimento público e percepção das pessoas, transformando números em situações reconhecíveis e próximas do cotidiano. A linguagem é humana e emocional, com personagens representando profissionais e usuários do sistema de saúde, reforçando identificação e pertencimento”, afirma Bruno Reis, diretor de Criação da Ampla-ES. Segundo ele, um ponto importante em toda a comunicação é o símbolo “+”. Ele organiza toda a identidade visual e se torna elemento central da narrativa, representando mais acesso, mais acolhimento, mais agilidade, mais presença e mais cuidado. O recurso gráfico sintetiza a ideia de evolução contínua expressa no conceito e garante unidade a todas as peças. O filme institucional de 60 segundos é o eixo de construção de imagem e estabelece o tom da ação. A estratégia foi estruturada de forma integrada, com presença em TV, rádio, mídia exterior e digital. O plano contempla spots de 30 segundos, programetes de 60 segundos com aprofundamento das entregas, merchandising em telejornais locais e outdoors com cinco layouts temáticos explorando o conceito do “+”. Também inclui busdoor, vinhetas de LED, web banners, posts em carrossel, dois reels de 30 segundos e campanha digital com veiculação em Meta Ads, Google Ads e portais capixabas. “Ao estruturar narrativa aproximando gestão e cidadão, se mostra a percepção concreta de cuidado e presença, aliando estratégia, sensibilidade e construção multicanal consistente. A comunicação traduz esse volume de entregas em impacto concreto, reforçando compromisso e continuidade das ações”, conclui o criativo da Ampla. Assista o filme: Ficha técnicaAgência: Ampla ComunicaçãoCliente: SECOMDireção de Criação: Bruno ReisHead de criação: Thauana MoreiraCoordenação de criação: Izabella RodriguesCriação: Rodrigo Pegoretti, Daniel Galvão, Barbara Stein, Enzo Gratz, Thales SantosPlanejamento: Felipe GuimarãesMídia: Grazi Fioresi, Andressa Lírio, Andi Nascimento, Tatiana Oliari e Amarildo FelettiProdução: Mila NeriDiretora de Negócios: Marla OliveiraCoordenadora de atendimento: Isabela GavaAtendimento: Tamyres MayerProdução de vídeo: Light PixelAprovação: Secom
“Se você vai que nem louco, você não perde um jogo, perde a Copa”, alerta Parreira
A Copa do Mundo da FIFA 2026 se aproxima rapidamente e as expectativas crescem para ver a Seleção Brasileira em campo. Assim, a N Sports já está a todo vapor na preparação para sua estreia na transmissão do maior evento esportivo do planeta. Como parte do aquecimento especial para o evento, nada melhor do que falar com quem sabe do assunto e, sobretudo, se consagrou ao levantar a cobiçada taça. E ninguém melhor do que Galvão Bueno, narrador do tetra e do penta, para conduzir essa série de entrevistas para encontrar o caminho do hexa. Desse modo, os canais lineares de Fast TV e TV por assinatura e o YouTube da N Sports estrearam na última terça-feira (10) o “Campeão do Mundo com Galvão”, um programa especial em que o narrador de tantas edições de Copa do Mundo traz convidados que têm propriedade para falar do que é ser campeão e mostrar o quão desafiador é repetir esse feito. A atração também é exibida em versão mais curta dentro do programa Galvão FC, transmitido pelo SBT e pela N Sports, que são parceiras na cobertura oficial da Copa do Mundo. Como primeiro convidado, Carlos Alberto Parreira, que foi preparador físico da Seleção brasileira em 1970 e comandante técnico de 1994, além de ter dirigido outras cinco seleções dos cinco continentes. “Não se ganha por acaso, tem que ter time. É preciso ambiente, preparação, planejamento, mas tem que ter time e nós tínhamos. Eles entraram para não perder. Se você vai que nem louco, você não perde um jogo, perde a Copa. Só isso. Você não pode entrar (em uma decisão) como um louco, um suicida. Eram todos jogadores conhecidos e experientes”, explicou Parreira, falando da semifinal contra Holanda, jogo que considera o mais difícil da campanha de 94, e da postura adotada na final contra a então e também tricampeã Itália. No primeiro episódio ao lado de Galvão Bueno, Parreira faz reverência a Zagallo como maior treinador brasileiro de todos os tempos, relembra esporro que Pelé deu em 1970, aponta para a liderança de Dunga e Cafu em 1994 e conta bastidores da escolha de Romário para bater um dos pênaltis da decisão nos Estados Unidos. Além disso, o comandante contou que fez educação física inspirado por uma foto, sua dedicação de registrar tudo o que assistia de palestras de técnicos históricos e como isso o ajudou a se tornar técnico de Gana no final da década de 60. Se a estreia já foi boa e rica de histórias, isso foi só o começo. Galvão Bueno promete trazer personagens que fizeram partes das campanhas vitoriosas de 2002 e 1994. Compartilhando suas vivências de campeões do mundo, os convidados ajudarão a desvendar o quebra-cabeça para os comandados de Carlo Ancelotti estamparem a sexta estrela no peito da camisa mais temida e adorada do futebol mundial. Toda semana um episódio novo também para aquecer as narrações que Galvão fará na parceria entre N Sports e SBT. Nos canais lineares, a edição do programa traz, inclusive, imagens das Copas passadas, para relembrar e vibrar com os grandes momentos e lances que estão na memória dos brasileiros.
Don Luiz lança campanha “8 Weeks” com oito semanas de degustações em PDVs e ofertas para novos clientes
A Don Luiz, marca de coquetel alcoólico de doce de leite, dá início à campanha “8 Weeks”, uma ação nacional focada na experimentação e conquista de novos consumidores. A iniciativa começou em 1º de março e se estenderá por oito semanas consecutivas, combinando degustações presenciais em PDVs e ações promocionais voltadas à primeira compra. A estratégia aproveita o Mês do Consumidor — período que ganhou relevância no varejo brasileiro e se consolidou como um dos principais motores de conversão do primeiro semestre — para apresentar o produto a novos públicos e estimular a entrada de consumidores na categoria. Oito semanas intensas de experimentação A campanha “8 Weeks” é estruturada em torno da degustação do coquetel alcoólico de doce de leite, incentivando o público a experimentar a bebida no ponto de venda e conhecer de perto sua cremosidade, sabor marcante e versatilidade em diferentes ocasiões de consumo. Durante os meses de março e abril, as ações acontecem sempre às sextas-feiras e aos sábados, em lojas selecionadas das principais redes supermercadistas que já trabalham com a marca em diferentes estados do país. No Rio Grande do Sul, a ação será realizada no Zaffari. Em Santa Catarina, nas lojas Bistek. Em São Paulo, participam St Marche, Zaffari, Mambo, Carrefour e Sonda Supermercados. No Rio de Janeiro, a campanha chega às redes Zona Sul, Supermercados Mundial, Guanabara, Dom Atacadista e Prezunic. No Distrito Federal, participam Dia a Dia, Super Adega e Atacadão. Já na Bahia, a ação será realizada no Hiperideal e na Rede Mix. Ao todo, a campanha contempla praças estratégicas para a marca, ampliando presença em redes consolidadas e fortalecendo o relacionamento com o varejo físico. “Com o “8 Weeks”, reforçamos nossa estratégia omnichannel ao conectar o Mês do Consumidor com ativações presenciais de impacto. O objetivo é transformar março e abril em um período estratégico para expandir nossa base e fortalecer a marca no varejo nacional”, afirma Lucas Rocha, CEO da Don Luiz. Para conferir todas as novidades da Don Luiz, acesse www.donluiz.com.br ou acompanhe a marca pelo Instagram @donluizcream.
Consumidor multicanal pressiona empresas por atendimento integrado, aponta Dígitro
Um consumidor inicia um contato com uma empresa por telefone, continua a conversa pelo WhatsApp e finaliza a solicitação em um chat ou aplicativo. Esse percurso entre diferentes canais se tornou cada vez mais comum na jornada de relacionamento com marcas e serviços. Para as empresas, esse comportamento tem ampliado a pressão por sistemas capazes de integrar os canais de atendimento e garantir continuidade nas interações, evitando que o cliente precise repetir informações a cada novo contato. No contexto do Dia do Consumidor, essa transformação se torna ainda mais evidente. Em datas comerciais e campanhas promocionais, o volume de interações cresce significativamente, exigindo que as empresas tenham sistemas capazes de organizar o fluxo de atendimento e ampliar a capacidade de resposta das equipes. Outro fator que impulsiona essa mudança é a diversidade de perfis de consumidores. Enquanto gerações mais jovens tendem a preferir interações por aplicativos de mensagens e canais digitais, muitos clientes ainda valorizam o atendimento por telefone. Para as empresas, o desafio passa a ser estar disponível no canal que cada pessoa prefere utilizar. Segundo André Jansen, diretor de Operações e Serviços da Dígitro Tecnologia, acompanhar esse comportamento é essencial para manter a qualidade da experiência do cliente. “O consumidor quer resolver suas demandas de forma rápida e pelo canal de sua preferência. Quando as empresas conseguem integrar esses canais e organizar o atendimento, a experiência melhora tanto para o cliente quanto para as equipes responsáveis pelo suporte. Dessa forma, a inteligência artificial surge como protagonista ao possibilitar automatizar etapas do atendimento, direcionar solicitações de forma mais eficiente e garantir interações mais fluidas e ágeis ao longo de toda a jornada do consumidor”, afirma. Evolução das plataformas de atendimento Para responder a esse novo cenário, empresas têm investido em plataformas capazes de integrar diferentes canais de comunicação em um único ambiente de gestão. Essa abordagem, conhecida como estratégia omnichannel, permite que todas as interações, independentemente do canal utilizado, façam parte de uma mesma jornada de relacionamento com o cliente. Na prática, isso significa que atendentes humanos e sistemas automatizados conseguem acessar o histórico completo das interações, garantindo continuidade no atendimento mesmo quando o consumidor muda de canal ao longo da conversa. Na Dígitro Tecnologia, essa estratégia se materializa no NeoInteract, plataforma desenvolvida para unificar interações realizadas por voz, chat, aplicativos de mensagens e outros canais digitais. A solução permite que empresas organizem a jornada do consumidor em um único sistema, facilitando a continuidade do atendimento e ampliando a eficiência das equipes responsáveis pela gestão das interações. Além do atendimento receptivo, plataformas desse tipo também permitem integrar ações de marketing e comunicação conectadas a sistemas de CRM, ampliando a capacidade de relacionamento com clientes. A partir do histórico de interações, as empresas podem organizar campanhas, realizar comunicações personalizadas e desenvolver estratégias mais estruturadas de contato ao longo da jornada do consumidor. Inteligência artificial amplia capacidade de atendimento O avanço do atendimento multicanal tem levado empresas a rever suas estratégias de relacionamento com clientes. Cada vez mais, os investimentos estão direcionados ao uso de inteligência artificial para automatizar parte das interações e ampliar a capacidade de atendimento, mantendo níveis elevados de personalização. Agentes virtuais baseados em IA já assumem etapas operacionais do atendimento, como a triagem inicial de demandas e o direcionamento de solicitações, permitindo que equipes humanas se concentrem em casos mais complexos. Ao mesmo tempo, tecnologias de automação tornam as interações mais rápidas e naturais para o consumidor. Para que esse modelo funcione de forma eficiente, a chamada camada de serviços também ganha importância. É ela que permite desenhar e estruturar jornadas de atendimento alinhadas às particularidades de cada empresa, integrando canais, processos e tecnologias de forma consistente. A combinação entre plataformas integradas, inteligência artificial e serviços especializados tende a se consolidar como um dos principais pilares das estratégias de experiência do cliente nos próximos anos. Nesse cenário, empresas de tecnologia passam a desempenhar um papel estratégico ao estruturar as arquiteturas que sustentam essa jornada, integrando canais de comunicação, automação e análise de dados em um mesmo ambiente de gestão. Para a Dígitro Tecnologia, essa integração entre plataforma, inteligência artificial e serviços é justamente o que permite às empresas organizar operações de atendimento mais eficientes, escaláveis e alinhadas ao novo comportamento do consumidor.
Mira Comunicação expande portfólio em educação com três novos clientes
A Mira Comunicação, agência de Relações Públicas com sede em São Paulo e atuação nacional, acaba de anunciar a conquista de três importantes clientes do mercado educacional: a CASIO Educação, o Congresso de Gestão Educacional (GEduc) e a Associação Brasileira de Sistemas de Ensino e Plataformas Educacionais (ABRASPE). Com mais de 10 anos de atuação e profissionais especializados, a Mira passou a responder pelo relacionamento com a imprensa da marca educacional, da Associação representativa e do Congresso. No caso do GEduc, com renovação do trabalho desenvolvido para o evento pelo sexto ano consecutivo. “Temos expandido nossa atuação para diversos segmentos, ao mesmo tempo que fortalecemos ainda mais nosso DNA em educação. A chegada de contas como essas reforçam esse posicionamento e nos animam muito para os novos desafios”, afirma Diego Ramalho, CEO da Mira Comunicação. Para a CASIO Educação – divisão da CASIO dedicada ao fortalecimento do ensino e da aprendizagem da matemática por meio de tecnologias educacionais que promovem raciocínio lógico, pensamento crítico e compreensão conceitual –, a estratégia da equipe de assessoria de imprensa prevê ampliar a presença em mídia especializada e em veículos de grande abrangência. A marca celebra os 60 anos do lançamento de sua primeira calculadora eletrônica, marco de relevância em sua trajetória de inovação. Reconhecido como o principal Congresso de Gestão Educacional do país, o GEduc realiza a sua 24ª edição nos dias 25, 26 e 17 de março de 2026, em São Paulo (SP), reunindo lideranças, mantenedores e gestores de instituições de ensino para uma programação de palestras e debates de alto nível. O evento é promovido pela Humus, empresa que realiza capacitação para gestores de universidades e escolas, consultoria e seleção de profissionais para o segmento educacional. Já a ABRASPE, com atuação nacional desde 2021, representa e incentiva empresas de sistemas de ensino e plataformas educacionais. A Mira passa a apoiar o posicionamento institucional da entidade e a interlocução com a imprensa, especialmente em um momento em que a educação e a transformação digital do setor estão no centro do debate público.
Ram Dakota retorna ao Brasil ancorada em legado e potência
Uma picape que marcou o imaginário brasileiro retorna ao mercado celebrando a força de seu nome. É assim que Ram Dakota retorna ao Brasil, com uma campanha criada pela Leo que resgata a memória de um ícone que atravessou gerações e simboliza poder, reconhecimento e autoridade. Com a assinatura “Pra quem carrega o poder no nome”, a campanha tem como ponto de partida honrar o legado construído pela Dakota no Brasil em uma narrativa forte e emocional. A estratégia da campanha reconhece que o modelo não é apenas um nome que volta ao mercado, mas sim, um nome que já nasce carregado de significado, história e relevância dentro da categoria, atributos que sustentam sua retomada. “A nova Ram Dakota chega para ocupar um espaço estratégico no nosso portfólio e no mercado brasileiro. A campanha traduz esse posicionamento ao valorizar o legado do modelo e conectá-lo a uma proposta contemporânea de potência, performance e presença”, afirma Juliano Machado, head da Ram para a América do Sul. Marcando o início da parceria entre Ram e Leo — que venceu a concorrência pela conta em setembro do ano passado —, o filme de lançamento aposta em uma narrativa de grande impacto visual, com estética cinematográfica e trilha marcante ao som de “Blaze of Glory”, clássico de Bon Jovi, reforçando o protagonismo da picape dentro da categoria. A produção é da Primo Content, com direção de cena de Alvaro Stocker e produção de áudio da Jamute. A campanha busca transformar o retorno da Dakota em um marco para os apaixonados por carros no país, conectando memória afetiva e performance contemporânea. Para assistir ao filme, que estreia na TV aberta e fechada, clique aqui. “A Dakota é um nome que já carrega uma história muito forte no mercado brasileiro. Nosso desafio foi respeitar esse legado e, ao mesmo tempo, traduzi-lo para o presente, construindo uma narrativa que reforça a potência da marca e o papel estratégico desse lançamento para a Ram no país”, afirma Leandro Gregório, diretor executivo de negócios da Leo. Além do filme, a comunicação também contempla spots, OOH, DOOH e digital. A comunicação teve início ainda na fase de pré-venda, em janeiro, quando os consumidores puderam reservar o veículo antecipadamente. Agora, com o lançamento oficial da Ram Dakota, a campanha entra em sua segunda fase, marcada por novos filmes e ativações que se estendem ao longo do ano. Veja o filme: FICHA TÉCNICA Cliente: StellantisProduto: Ram Dakota Anunciante: Ram Agência: LeoCO-Presidente: Fabio BritoCO-Presidente: Rafaela Queiroz CCO: Vinicius StanzioneCOO: Isa CinopolliCSO: Priscilla CeruttiVP de mídia: Vinícius TieppoDiretor de Criação: Bruno Godinho Criação: Ezequiel Soules, Matheus Valery, Vitor ZilloAtendimento: Leandro Gregório, Pedro Lavezo, Isabela Mori Mídia: Carolina Richa, Danilo Pizardi, Lucas Viana Estratégia: Thiago Neves, Victor Barros Conteúdo: Wagner Ximenez Aprovação Cliente: Sebastian Gimenez, Ana Brant, Marcela Santana, Victoria Bitencourt Diretora de Produção Integrada: Julia Ramos Producer: Yris Franco Produtora de imagem: Primo Content Diretor: Alvaro Stocker Diretor (2ª unidade): Patryck Rhuan Produtor executivo: Fernando Fanucchi Produtores executivos (Chile): Francisca Ibañez Petersen e Rodrigo Allel Line producer: Paz Zedan Head of sales: Luisa Ferreira Coordenadora de produção: Karla Fernandes Coordenador de produção (Chile): Gonzalo Albornoz Assistente de direção criativa: Leo Ferrario Assistente de coordenação: Arthur Queiroz Diretor de fotografia: Diego Robaldo Diretor de fotografia (2ª unidade): Gonzalo Rayo 1º Assistente de Direção: Paco Bueno 2º Assistente de Direção: Camila Rodó Diretora de produção: María Paz Guzmán Produtor: Pablo Rojas Assistente de produção: Isadora Michea Assistente de produção: Isabel Covarrubias Diretora de Arte: Alejandra Ortíz Assistente de arte: María Ignacia Sands Assistente de arte (2ª unidade): Álvaro YoultonProdutor de objetos: Vladimir Riquelme Assistente de objeto: Marcela Farías Produtor de locação: Fernando Toledo Produtora de elenco: Kena Lopez Ator: Alejandro Melvin Figurinista: Dominique Duhalde Assistente de figurino: Daniela Oyanguren Maquiadora: Carolina Fernández Video Assist: Victor Palma Eletricista: Tomás Valdivieso Maquinista: Alejandro Medrano Maquinista (2ª unidade): Giovanni Medrano Contrarregra: Álvaro Mariángel “Tyson” Pós-Produção Head de pós-produção: Diulle Fonseca Assistente de pós-produção: Lucas Ramos Pós-Produção: Guava Post Coordenação de Pós-Produção: Diulle Fonseca e Renan Chagas Montador: Alejo Santos e Matheus Tibira Finalização: Tais Oliveira Color: Acauan Pastore VFX: Flow Vfx Produtora de áudio: Jamute Produção executiva de som: James Feeler Engenharia de som: Otavio Bertolo, Marcelo Filho, Eduardo Barbosa e Fernanda Galetti Coordenação: Ana Cordeiro, Julianna Zuppo e Dee Olivério Atendimento: Hingrit Nitsche, Dani Harriz e Carol Oliveira Locutores: PT: Irineu Toledo | ES: Nacho Sacchi Música: Blaze Of Glory Autor: Jon Bon Jovi Editora: Universal Mus. Publishing MGB Brasil Ltda. em nome de Bon Jovi Publishing e Universal Music Works
CRM Day da Dinamize chega à 2ª edição em São Paulo e destaca novos CRM e Dashboard ao mercado
Criado para promover conteúdos de alta relevância dentro do universo do CRM (Customer Relationship Management), o CRM Day chega à segunda edição em São Paulo reforçando um novo posicionamento da Dinamize. A companhia apresentará os novos CRM e Dashboard, ferramentas que ampliam a capacidade de gestão de dados e oferecem uma visão mais clara sobre desempenho de campanhas, oportunidades de vendas e geração de receita, reforçando a integração entre marketing e área comercial. As novidades ocorrem em meio às projeções da Dinamize de crescer 10% neste ano em relação a 2025, quando registrou faturamento de R$ 24 milhões. “O CRM Day deste ano vai muito além de conteúdo e networking. Depois de uma grande evolução nos últimos anos, ampliamos nossa visão de mercado e estamos apresentando agora um novo CRM de Vendas, desenvolvido em parceria com a DWU, além de um novo Dashboard que traz mais clareza sobre performance e impacto das estratégias digitais”, afirma o CEO da Dinamize, Jonatas Abbott, que complementa: “Será novamente uma edição histórica do CRM Day, sem enrolações, com insights, demonstrações e um happy hour para fechar com boas conexões.” A segunda edição do CRM Day será realizada no próximo dia 18 de março no Rooftop Dinamize. A programação reunirá agências, parceiros e clientes da plataforma. A mudança de posicionamento da Dinamize com os novos CRM e Dashboard foram apresentados a parceiros e clientes na terça-feira (10/03), em Porto Alegre, durante o CRM Happy. Abbott destacou a mudança de perfil da carteira de clientes da companhia ao longo dos últimos anos. Ele citou que, em 2020, o e-commerce representava 5% do faturamento da Dinamize, e hoje representa 45% com 500 e-commerces atendidos. Há sete anos, a companhia tinha 16 filiais e, atualmente, opera em Porto Alegre e em São Paulo, estados onde concentra 50% do faturamento. Em 2026, a Dinamize projeta crescimento de 10% em relação ao ano passado, quando o faturamento atingiu R$ 24 milhões. Atualmente, são 9 mil marcas atendidas no Brasil e no exterior. “A Dinamize passou por uma mudança profunda nos últimos anos, uma verdadeira virada de 180 graus no atendimento ao mercado. Com os novos CRM de Vendas e o Dashboard do CRM de Automação, nosso objetivo é oferecer uma plataforma que acompanhe toda a jornada do cliente, combinando dados, automação e comunicação para apoiar o crescimento dos negócios”, projeta Abbott. Novos CRM e Dashboard Co-criado com a DWU, empresa especializada em CRM, o novo Dinamize CRM | Vendas chega para consolidar o movimento de ampliação das soluções da companhia para além da automação de marketing. O novo software tem foco na gestão e segmentação da base de dados, integrando marketing, vendas e ERP em um único fluxo. A proposta é oferecer visão clara da performance da equipe comercial, oportunidades geradas, previsão de receita e insights estratégicos para direcionamento de foco. Já o novo Dashboard do CRM | Automação, que também ganha novo módulo de Receita Influenciada, foi desenvolvido para “mastigar” informações relevantes sobre a performance das campanhas dos clientes na Dinamize. O objetivo é apresentar o verdadeiro impacto que a companhia representa na geração de receita das marcas que usam a plataforma. Serviço: O quê: CRM Day da DinamizeQuando: dia 18 de março, a partir das 14h.Onde: Rooftop Dinamize (Rua Alvorada, 1.289 – Vila Olímpia, São Paulo).Inscrições: https://lp.crm.day/sao-paulo Confira a programação: 14h – Welcome Coffee: recepção no rooftop e networking entre participantes. 15h – Abertura oficial: apresentação dos novos CRM e Dashboard da Dinamize. 15h20 – Painel Plataformas: infraestrutura de crescimento e impacto das plataformas na performance do e-commerce, com Ana Luiza Rocha (Appmax), Leandro Capoluto (Founder e COO da BonifiQ) e Victor Hugo (Partner da Biso). 16h – Painel Agências: como transformar CRM em fonte de receita recorrente e diferencial competitivo, com Rodrigo Friano (COO e Partner da Yooper), Danilo Grava (Head de Marketing da Selia) e Patrick Baldino (Líder de estratégia e CRM da Agência FG). 16h40 – Ativação com prêmios: roleta com brindes da brinquedos Estrela e ingresso VIP para o VTEX Day. 16h45 – Pitch ABCCOM.Entrega de homenagem e apresentação da ABCCOM 2026. 17h – Painel de E-commerce: dados próprios versus dependência de mídia paga e o papel do CRM no aumento de LTV e redução de CAC, com Thiago Rodrigues (Digital Project Manager da Rip Curl) e Eduardo Carvalho (Head de Digital e Inovação do grupo Barão. 17h40 – Cases Dinamize: apresentação de resultados reais, com Carolina Branchi (Diretora de Integrações) e Daniel dos Reis (Diretor Comercial). 18h10 – Premiações: reconhecimento a parceiros e empresas do ecossistema. 18h20 – Visão de futuro da plataforma: executivos da Dinamize apresentam perspectivas para CRM e Dashboard, com Jonatas Abbott (CEO da Dinamize), Carolina Branchi (Diretora de Integrações), Maurício Martini (Diretor de Tecnologia) e Nicolas Pedroso (Gerente de Produto). 18h30 – Happy Hour. 21h30 – Encerramento.
Score Agency assina ativação 360° da Fiat no Lollapalooza Brasil 2026 e transforma fãs em protagonistas do festival
A Score Agency, Agência de Brand & Shopper Experience do ecossistema Biosphera.ntwk é a responsável por toda a ativação da Fiat no Lollapalooza Brasil 2026, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos. Com uma operação 360°, a agência desenvolveu três espaços proprietários dentro do festival com a presença no Lolla Lounge e um serviço exclusivo de shuttle interno até o palco Perry’s, o palco com naming rights da marca. O projeto tem como principais objetivos aumentar o desejo e awareness pela Fiat, aproximar a marca do público a partir de seus passion points, música e festival, além de reforçar atributos ligados à inovação e tecnologia. Com o conceito “No Lollapalooza 2026, o palco é o agora. E o agora é de quem se joga com a Fiat!”, a ativação parte do insight “Ser palco para quem é fã”. A proposta é posicionar a marca como plataforma de visibilidade para a paixão do público, oferecendo experiências que colocam os fãs no centro da narrativa. A ativação central do projeto é um mosh, que materializa a energia e a intensidade do festival em uma experiência proprietária, conectando atitude, música e protagonismo, atributos alinhados ao território contemporâneo da Fiat. O stand principal da marca conta com 175m² e abriga quatro ativações, além de um mezanino dedicado a convidados. A operação inclui ainda um cardisplay, grande photo opportunity que integra exposição de produto e geração de conteúdo, além de um espaço de descanso com puffs e estações para carregamento de celular, ampliando o tempo de permanência e conveniência para o público. “Este projeto materializa o que acreditamos: marcas não ocupam espaços, elas ocupam significados.” afirma Lucas Elias, COO & Partner da Score Agency. Complementando a jornada, a Score Agency também desenvolve um shuttle interno que conecta um ponto estratégico do festival ao palco Perry’s by Fiat, reforçando o naming e garantindo visibilidade dinâmica para a marca ao longo dos três dias de evento. No Lolla Lounge, a Fiat marca presença com uma ativação exclusiva e distribuição de brindes, ampliando o contato com um público premium e fortalecendo a percepção de inovação e experiência. Ficha Técnica:Biosphera.NTWKAgência: Score AgencyCliente: Stellantis – marca FiatCampanha: Ativação Lollapalooza 2026 VP Business: Carolina VanuciHead de planejamento: Fabricio NatoliDiretor de criação: Nathalie CartolanoHead de criação: Alvaro GuimarãesDiretor de arte: Denis Paganani e Tatiana VenturaDesigner de Produto: Lucas SouzaRedator: Ricardo Fantinatti e Carol CarbonariDiretor de contas: Patricia ValeijeGerente de contas: Carolina DominguesHead de produção: Ronaldo AlvesHead de eventos: Aline RodriguesGerente de Produção: Camila SzaboCoordenação de produção: Newton RochaProdutor Master: Luiz EstevesProdutor executivo: Marco FranzãoProdutor de montagem: Marcio CunhaArte finalista: Miriam SantosAssessoria de Comunicação: Jef Martins, Bianca Sousa, Rodrigo Torres e Giovanna Vitória
Baly Brasil lança maior variedade de energéticos zero do país na Super Rio Expofood e amplia democratização
Baly Brasil inova mais uma vez, agora para democratizar o acesso às bebidas energéticas sem açúcar no país. Pioneira em 2021 ao lançar energéticos zero no Brasil, agora reforça sua estratégia de expansão e posicionamento ao lançar uma linha completa com 08 sabores zero açúcar na embalagem 1 litro, 10 em lata 473ml e 08 na versão 250ml. A novidade da Baly Energy Drink, a maior marca brasileira de energéticos, será apresentada com degustação na SRE Trade Show – Super Rio Expofood 2026, de 17 a 19 de março, no Riocentro (RJ). Baly estará no estande F45, Rua F (próximo da entrada de carga/descarga). Líder absoluta em sabores, Baly oferece mais de 30 opções, o que conquistou o consumidor ao longo dos anos. Um bom exemplo dessa criatividade é o lançamento Baly Tadala, que veio para o Carnaval 2026 fazendo referência ao termo popular “toma um tadala”, que virou bordão dito sempre que alguém fala que está cansado ou sem energia. Fenômeno de vendas, somou 23 milhões de pedidos em 25 dias. “Mais uma vez, estamos ouvindo o consumidor e transformando essa escuta em entrega concreta para novamente impulsionar a de mocratização do mercado de energéticos no Brasil. A linha Baly Zero responde a uma demanda real por sabor e qualidade sem açúcar, equilibrando performance, estilo de vida e atitude”, afirma Dayane Titon Cardoso, Diretora Comercial e de Marketing da Baly Brasil. O movimento reforça o perfil inovador dessa indústria de bebidas 100% brasileira, que mantém a leitura constante de mercado. A nova linha zero nasce de uma demanda clara do consumidor: reduzir açúcar sem abrir mão do sabor. Dados da Kerry Consumer Insights indicam que existe um grupo específico, os “Taste Chasers” (Caçadores de Sabor), que evitam versões zero por receio do gosto. Já a Consumer Insights Worldpanel (Kantar/Numerator) mostra que 41,7% dos consumidores apontam que o principal fator para tornar bebidas zero mais atrativas é ter sabor semelhante ao original. É nesse ponto que a Baly concentra seu principal pilar: muito sabor com a energia do Brasil zero açúcar. A linha Baly Zero foi desenvolvida com diversidade pensada para o paladar brasileiro, sem residual de adoçante, buscando maior aceitação e recorrência de consumo. A proposta é clara: um Baly Zero para todos os momentos, com diferentes tamanhos e formatos que acompanham trabalho, treino, lazer e rotina diária, ampliando o acesso à categoria sem açúcar e mantendo a trajetória da marca de tornar o energético mais acessível no Brasil. Imersão através de portais de energia Em 2026, Baly traz como proposta transformar cada feira em uma nova experiência, revelando diferentes facetas da mesma força que move a marca. O conceito nacional nasce de um símbolo simples e poderoso: a porta, elemento que ativa energias, revela identidades e conecta pessoas aos diversos momentos de consumo do produto. Na SRE Trade Show – Super Rio Expofood 2026, primeira grande feira do calendário, será aberto o primeiro portal da Baly Brasil. O projeto cenográfico promete impactar os visitantes com uma estrutura imponente, inspirada na icônica Escadaria Selarón, representando simbolicamente a ascensão da energia brasileira. “A energia não é única. Ela se manifesta em todos os momentos da vida. Por isso, criamos o conceito: Portas da Energia do Brasil, com seis portas, sendo que cada uma representa uma experiência”, explica a arquiteta Juliana Loffi, autora do projeto. “Assim, em cada estado (feira supermercadista), abre-se uma porta. E a Baly abre todas elas, porque Baly é mais que energia, é ritmo, é força, é vibração, é estratégia, é história, é criação”, completa. A cenografia também incorpora a imagem de um cofre, que simboliza o valor, a potência e a presença marcante da Baly nos mais diversos espaços do mercado. Para ampliar a experiência sensorial e a interação com o público, o estande terá espaço instagramável em formato de lata/tubo, funcionando como portal para outra dimensão, convidando o visitante a mergulhar em uma experiência imersiva no universo Baly. Ainda, o projeto reforça o compromisso com a sustentabilidade e a inteligência construtiva, priorizando elementos estruturais reaproveitáveis, que podem ser reorganizados, reposicionados e reinterpretados a cada feira, criando novas leituras espaciais e conceituais. Liderança com crescimento vertiginoso O crescimento de Baly Brasil vem com um salto produtivo: a empresa produziu 205 milhões de litros em 2024, ultrapassou 550 milhões em 2025 e projeta alcançar 1 bilhão de litros a partir de 2026. São números expressivos que a consolidam como protagonista na categoria. De janeiro a dezembro de 2025, a Baly Energy Drink superou a austríaca Red Bull em todos os meses e liderou o mercado nacional em volume de vendas em março, abril, julho e dezembro, também à frente da norte-americana Monster. Em dezembro, atingiu 34,9% de share, contra 30,3% da concorrente, segundo dados do painel ScannShare, da Scanntech. No segmento de saborizados, é hoje o maior player, com 80% de participação em volume.
Asia anuncia Ricardo Dolla e Pedro Reis como co-CCOs
A Asia anuncia a chegada de Ricardo Dolla e Pedro Reis como seus novos co-CCOs. A movimentação ocorre em um momento estratégico de expansão, buscando consolidar sua estrutura criativa e reforçar a geração de resultados cada vez mais sólidos e relevantes. Os criativos responderão ao cofundador, sócio e CCO da agência, Vico Benevides. Com mais de 20 anos de experiência, Ricardo Dolla já trabalhou em agências como Artplan, Africa Creative e Talent. Em 2017 se mudou para França onde foi diretor de criação EMEA na VML e posteriormente ECD na VML Itália. Antes de vir para a Asia, Dolla foi CCO da Dentsu Brasil. Já Pedro, diretor de arte por formação, iniciou sua trajetória profissional em Belo Horizonte, MG. O criativo tem 20 anos de carreira, com passagens por agências como Africa Creative, DPZ e AlmapBBDO. Antes de ingressar na Asia, atuava como Global Creative Director na Grey. “Contar com o talento de dois nomes tão relevantes no mercado como o Dolla e o Pedro simboliza o amadurecimento e o crescimento que temos traçado nos últimos anos. Sempre colocamos a criatividade no centro do negócio, unindo cultura e relevância em tudo o que fazemos. A chegada dessa dupla eleva ainda mais a qualidade dos nossos trabalhos, garantindo que a nossa essência se mantenha consistente e potente em cada projeto”, comenta Vico Benevides, cofundador, sócio e CCO. Fundada em 2022 por Sérgio Brandão e Vico Benevides, a agência integra o Grupo Unah. Seu portfólio de clientes inclui marcas como Sabesp, Ambev, Jornal O Globo, Engie, Women To Watch e, mais recentemente, a Haier.
Estrategista ensina a “Receita do TikTok Shop” para escalar as vendas em 2026
Aquela plataforma que oferecia apenas entretenimento, já não existe mais. Hoje, o TikTok se consolidou como um dos principais motores de descoberta de produtos em nível mundial. No Brasil, o avanço do TikTok Shop, a partir de 2025, estruturou o chamado social commerce no País. Para 2026, segundo o empreendedor e mentor, Alexandre Capella, o cenário aponta para uma expansão ainda mais acelerada. “Com mais de 152 milhões de usuários brasileiros, a plataforma se tornou um dos ambientes mais poderosos para descobertas de marcas, tendências e consumo por impulso.” Ele explica que as empresas que entenderem a lógica do novo modelo de negócio conseguirão transformar viralização em vendas consistentes. “Existe uma espécie de ‘receita de bolo’ para o TikTok Shop, que envolve preço correto, estrutura operacional, creators em escala e uma estratégia de aquisição de clientes”, afirma, ao revelar que um dos pilares da operação é o ticket médio. De acordo com Capella, no TikTok Shop, a decisão de compra ocorre em segundos, por impulso, no momento em que o consumidor está navegando, consumindo conteúdo. “Produtos com preço de até R$ 79,90 apresentam taxas de conversão significativamente maiores, pois criam uma percepção de baixo risco.” Para se adaptar a esse comportamento, as marcas estão adotando medidas estratégicas variadas, como versões menores de produtos; kits de entrada; itens exclusivos para a plataforma e ajustes de volume ou gramagem. Segundo o mentor, a adequação ao modelo de compra impulsiva é determinante para escalar dentro do ambiente. Característica Diferentemente do que muitos imaginam, o TikTok Shop não funciona apenas como uma vitrine digital. Trata-se de uma operação tecnológica e logística robusta, sendo que para operar com eficiência, é necessário ter seller center configurado; ERP integrado; emissão automática de notas fiscais e integração com o operador logístico. “Entre os sistemas mais utilizados no Brasil estão ERPs como Bling e Tiny. É importante ressaltar que se um vídeo viraliza e a empresa recebe milhares de pedidos em poucas horas, a operação precisa estar preparada, uma vez que sem estrutura, ela trava”, observa. Capella explica que no TikTok Shop a logística é gerenciada pela própria plataforma, e é o TikTok que define se os pedidos serão levados a pontos de coleta ou se haverá retirada no centro de distribuição da empresa. Outro ponto importante é a validação do produto, que não acontece com poucos vídeos. Segundo ele, uma validação robusta costuma envolver entre dois mil e três mil vídeos publicados, permitindo que o algoritmo identifique padrões de audiência e comportamento. “Quando determinados conteúdos começam a performar acima da média, a plataforma amplia a distribuição, gerando o efeito viral. E a escala vem, principalmente, dos creators afiliados. Operações que atingem alto desempenho costumam trabalhar com três mil e cinco mil creators ativos, podendo alcançar dezenas de milhares ao longo do tempo. O fato é que cada um produz abordagens diferentes. Enquanto muitos vídeos não performam, um único conteúdo viral pode gerar milhares de pedidos em poucas horas.” Outros ingredientes Para alimentar toda essa engrenagem, marcas estruturadas costumam enviar entre 1,5 mil e 3 mil amostras mensais para os criadores testarem e gerarem conteúdo real, o que cria uma rede descentralizada de divulgação, multiplicando pontos de contato com o consumidor. De acordo com Capella, embora o TikTok seja conhecido por sua força orgânica, ele também combina com ações de mídia paga. Ele explica que após cerca de 500 vídeos publicados já é possível identificar os conteúdos com potencial de conversão. “Investimentos entre R$ 1 mil e R$ 3 mil por dia são comuns em operações validadas e aceleram o processo de crescimento. No entanto, apesar do potencial de faturamento, a rentabilidade depende de cálculos precisos. Entre os principais custos estão a comissão da plataforma; a taxa de logística de 6%; a comissão dos creators; os custos operacionais ou de agências; o envio de amostras; os impostos e a estrutura interna”, relata, ao comentar que para muitas marcas, o TikTok Shop funciona como um canal de aquisição de novos clientes, sendo que após a primeira compra, o relacionamento pode migrar para um ecommerce próprio ou base de CRM, por exemplo. Cupons de desconto e benefícios promocionais são incentivos que impulsionam o crescimento e, para o empreendedor e mentor, o sucesso do TikTok Shop pode parecer aleatório para quem observa de fora, mas as operações que realmente dão certo seguem um padrão claro, com preço estratégico; estrutura operacional; escala massiva de creators; validação baseada em volume e estratégia definida de aquisição. “Empresas que compreenderem essa dinâmica transformarão o TikTok não apenas em um canal de vendas, mas em uma poderosa máquina de geração de novos clientes, representando uma das maiores oportunidades da nova economia digital no Brasil em 2026”, afirma.
O caos não é um selo de produtividade ou por que a organização é a maior vantagem competitiva
Por Bruno Rosa* No mundo corporativo, existe um mito perigoso de que estar “sempre ocupado” ou com a mesa cheia de papéis é sinônimo de importância. Ledo engano. A verdade é que a desorganização é um ralo invisível por onde escoam prazos, oportunidades e, principalmente, a sua saúde mental. Organização pessoal não é sobre ter uma agenda colorida ou um checklist infinito. É sobre gestão de energia. Quando você não domina sua rotina, a rotina domina você. O resultado? A sensação angustiante de “apagar incêndios” o dia todo sem, de fato, sair do lugar. Na prática, no entanto, para deixar de ser refém das urgências, precisamos aplicar filtros estratégicos. Não se trata de fazer mais, mas de fazer o que importa. O Urgente acaba por se constituir uma ditadura, muitas vezes, negligenciamos o que é importante porque estamos ocupados demais com o que é apenas urgente, ou pior, apenas barulhento. A Matriz de Eisenhower comete um erro fundamental: tenta qualificar itens por importância, em um mundo onde o tempo é precioso demais para ser consumido com o não-importante. A aplicação de sistemas e não apenas da força de vontade pode ser uma alternativa, já que sabemos que confiar na memória é o caminho mais curto para o erro. Metodologias como o GTD (Getting Things Done) servem para tirar a carga cognitiva do cérebro e colocá-la em sistemas confiáveis. Assim como complementar essa metodologia com a Técnica Pomodoro pode manter o foco profundo, permitindo um salto da produtividade. É preciso ainda desenvolver a técnica de largar o controle, uma vez que o profissional que tenta centralizar tudo, vira o próprio gargalo da equipe. Automatizar processos repetitivos e delegar tarefas não é “trabalhar menos”, é gerir com inteligência. O tempo deve ser investido onde o talento é insubstituível. Podemos dizer que organização é um músculo que precisa de manutenção. A revisão semanal é o momento de “subir na torre de controle” e olhar o panorama geral. Sem esse ajuste, o acúmulo de pequenas pendências vira uma avalanche em poucos dias. Na realidade, constatamos que ser organizado não transforma ninguém em uma máquina; pelo contrário, ajuda a devolver a humanidade, fornecendo o tempo necessário para pensar de forma estratégica, para descansar sem culpa e para entregar excelência sem o peso do esgotamento. No final das contas, a organização é a liberdade de escolher onde o esforço será aplicado, com a conclusão que organização não é um “dom”, mas uma estratégia de sobrevivência e alta performance. *Bruno Rosa é engenheiro eletricista e managing director da Domperf High Performance, empresa de treinamento de alto desempenho profissional e consultoria empresarial. Há mais de uma década tem se dedicado ao estudo da neurociência e comportamento, estabelecendo padrões práticos baseados em conceitos dos maiores especialistas do mercado. A partir dessa experiência e vivências internacionais criou e aperfeiçoou uma metodologia inovadora baseada em situações de dentro e fora de empresas. https://domperf.com.br
“O custo invisível da comunicação fraca em entidades de classe e organizações sociais”
Por Francine Ferreira, Jornalista, especialista em Comunicação Empresarial Diretora e fundadora da Expressio Comunicação Humanizada Existe um ponto decisivo na vida de entidades de classe e organizações sociais: quando representar um setor ou uma causa deixa de ser apenas um trabalho interno e passa a exigir presença pública com propósito. Não se trata de “aparecer por aparecer”. Trata-se de garantir que a sociedade compreenda por que a instituição existe, o que ela protege, o que ela constrói e por qual motivo sua voz importa. Porque, na prática, quando uma entidade não ocupa espaço público, ela perde três coisas ao mesmo tempo: legitimidade percebida, capacidade de influência e autoridade para pautar. O que costuma acontecer é um paradoxo: muitas instituições fazem um trabalho consistente, com impacto real, e ainda assim permanecem restritas ao próprio ecossistema. Falam bem com associados, com comissões, com o público interno, mas não transformam essa relevância em reconhecimento público. O resultado é previsível: o setor conversa sozinho, a sociedade não entende, a imprensa não chama e o debate se organiza com outras fontes. O lugar que deveria ser ocupado por quem tem legitimidade vira um vazio. Uma das armadilhas mais comuns é a ideia de que “ser técnico” dispensa comunicação. A técnica, sozinha, não se impõe no debate público. Ela precisa de tradução: contexto, linguagem acessível, recorte de relevância, fonte preparada e consistência. Se a instituição não traduz a própria contribuição, alguém traduz por ela, e nem sempre com o mesmo compromisso, precisão ou equilíbrio. Canais próprios e validação pública Outra armadilha é acreditar que canais próprios resolvem tudo. Canais próprios são essenciais, mas não substituem um ativo específico da imprensa: validação pública. Quando a instituição aparece de forma espontânea, com clareza e consistência, ela não está apenas “saindo na mídia”. Ela está sendo reconhecida como uma voz que ajuda a sociedade a entender um tema. E aqui está o ponto-chave: para instituições representativas, imprensa não é vitrine, é legitimidade. Não se trata de “viralizar”. Trata-se de ser considerada fonte. Ser fonte significa ser consultada, ser lembrada, ser chamada para contribuir, especialmente quando o assunto é complexo, sensível ou estratégico. Esse lugar não se compra com impulsionamento: constrói-se com método, pauta certa, porta-voz preparado, agenda de temas, timing, dados, linguagem e relacionamento profissional. Quando isso acontece, o impacto é muito mais profundo do que alcance. A instituição entra no debate antes que ele esteja polarizado, influencia enquadramentos e interpretações, protege a categoria ou a causa de generalizações e se aproxima da sociedade com mais confiança. Os pilares para uma presença pública ideal Presença pública consistente não é aparecer toda semana por obrigação. É ter regularidade suficiente para que imprensa e público reconheçam: “essa instituição está aqui, acompanha o tema, tem posição, tem responsabilidade”. Na prática, isso passa por três pilares objetivos: O erro mais comum é aparecer só quando precisa. Quando a instituição procura a imprensa apenas em momentos pontuais, chega ao debate como quem pede espaço. Quando constrói presença, vira espaço. E isso muda tudo. Em crises, disputas setoriais ou grandes transformações, ganha protagonismo quem já vinha presente, contribuindo, explicando, educando e contextualizando. No fim, uma coisa permanece: entidades de classe e organizações sociais não podem aceitar o papel de coadjuvantes no debate que impacta o próprio setor e a própria sociedade. Comunicação institucional não é perfumaria, é infraestrutura de influência. Quem tem legitimidade precisa ter voz: com consistência, clareza e responsabilidade. Sobre Francine Ferreira Francine Ferreira é jornalista há mais de 10 anos e especialista em Comunicação Empresarial. Fundadora e diretora da Expressio Comunicação Humanizada, é a criadora do Ciclo da Autoridade Expressio™, metodologia própria que orienta estratégias de comunicação corporativa e gestão de reputação, conectando inteligência jornalística, humanização e posicionamento institucional para fortalecer a autoridade de empresas e lideranças.
Porque os creators são o novo motor da descoberta
Por Miriam Shirley, presidente da BrandLovers Nos últimos meses, o Google vem deixando claro que a busca está mudando. A transformação é estrutural: saímos de um modelo organizado por palavras-chave e entramos em um modelo orientado por interpretação. Ferramentas de busca agora operam como sistemas de compreensão. Em vez de depender de correspondências literais, analisam intenção, contexto, autoridade e consistência histórica. A consolidação do que vem sendo chamado de GEO (Generative Engine Optimization) ou AEO (Answer Engine Optimization) confirma essa virada. O centro da disputa migra da indexação para a capacidade de gerar entendimento. Quando a IA entrega uma síntese no lugar de uma lista de links, a confiança na fonte torna-se decisiva. Autoridade assume novamente valor econômico mensurável. Conteúdos profundos e estruturados ganham relevância por serem mais citáveis e reaproveitáveis, enquanto superficialidade, inconsistência e ruído perdem espaço. Dominar termos específicos já não garante vantagem. O diferencial está na geração contínua de sinais semânticos consistentes. Modelos de linguagem aprendem por padrões recorrência temática, coerência narrativa, diversidade de contextos e legitimidade da fonte. Compreensão depende de densidade, e densidade depende de contexto. A descoberta se expande para respostas conversacionais, assistentes de voz, resumos automáticos e ambientes em que pesquisa e decisão acontecem na mesma interação. A jornada se comprime. Marcas que não produzem repertório interpretável correm o risco de se tornar invisíveis nas respostas sintetizadas. Creators como camada interpretável Nesse ambiente, creators assumem papel estrutural. No contexto da IA, conversas significam linguagem natural organizada em explicações, comparações, relatos de uso, tutoriais e análises situadas. Creators produzem esse tipo de conteúdo diariamente. Respondem dúvidas reais, demonstram produtos em contextos concretos, comparam alternativas, contextualizam necessidades e aprofundam discussões a partir da experiência. O resultado é uma malha semântica viva, distribuída em diferentes plataformas e comunidades. Trata-se de densidade contextual em circulação. Comunicações institucionais costumam operar em narrativas mais controladas; creators atuam na cadência da vida cotidiana. Vocabulário situacional, exemplos práticos e interação contínua com a audiência geram camadas de significado que modelos de IA conseguem mapear com maior precisão. No universo editorial, autoridade histórica recupera centralidade na era do GEO/AEO. Para as marcas, a lógica converge: presença consistente em linguagem natural amplia a probabilidade de compreensão e de citação. A citação, nesse contexto, funciona como selo de validação no momento da decisão. Comunidade como inteligência Comunidades também ganham peso como fonte de interpretação. Plataformas como o Reddit estruturam bilhões de interações em sinais organizados por inteligência proprietária, transformando conversas espontâneas em padrões analisáveis. Interesses coletivos, clusters comportamentais e personas dinâmicas emergem desse contexto compartilhado. Modelos aprendem com mais eficiência quando existe debate recorrente e troca orgânica, território onde creators operam com fluidez. Para marcas, trabalhar com creators amplia alcance e, ao mesmo tempo, fortalece inserção semântica. Integrar o produto a ecossistemas legítimos de discussão aumenta a legibilidade diante de sistemas que priorizam coerência e contexto. Ativações recorrentes constroem múltiplas camadas de interpretação ao redor de um mesmo tema. Um produto pode aparecer em demonstrações cotidianas, análises comparativas, explicações técnicas ou discussões baseadas em dúvidas frequentes. A diversidade de ângulos fortalece a capacidade do modelo de consolidar entendimento. A disputa se desloca para dentro do próprio sistema, naquilo que ele reconhece como consistente e confiável. SEO, antes tratado majoritariamente como disciplina técnica, passa a envolver construção semântica e reputacional. Marcas que internalizam essa lógica consolidam autoridade temática sustentada por consistência e recorrência. Creators ocupam posição central nesse movimento porque ajudam a gerar repertório interpretável em escala e em contextos legítimos. A questão estratégica deixa de girar em torno de ranking e passa a considerar compreensão: sua marca está sendo entendida com profundidade pelos sistemas que sintetizam respostas? Na era da busca conversacional, creators integram a arquitetura que sustenta a descoberta, uma arquitetura baseada em contexto, coerência e legitimidade interpretável.
Lição da NRF 2026 para o varejo de médio porte: tecnologia como valor para “menos modismo e mais resultado”
Por Luciana Miranda, COO e CMO da AP Digital Services A edição de 2026 da NRF Retail’s Big Show, encontro anual que apresenta as prioridades tecnológicas do varejo global, passou uma mensagem explícita e direta para quem lidera o varejo de médio porte (também chamado de varejo middle market). A mensagem é que a estratégia deve ser focada na capacidade de utilizar tecnologia como infraestrutura que gera valor operacional mensurável. De acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as empresas de médio porte são aquelas com receita operacional bruta anual entre R$ 4,8 milhões e R$ 300 milhões. Especificamente no varejo, essa heterogeneidade de receita também se reflete em perfis diversificados de empresas, desde o comércio de bairro em expansão a redes regionais com presença multicanal. Com um universo tão amplo, já temos a primeira definição sobre o varejo de médio porte: as soluções padronizadas raramente funcionam, criando o desafio de desenvolver tecnologia e processos escaláveis de acordo com a realidade de cada operação. A lacuna que existe entre tecnologia e negócios no varejo de médio porte De tudo que analisei na NRF, e que pode ser corroborado por dados e previsões de mercado, reforço dois sinais relevantes para o varejo de médio porte: 1. Inteligência Artificial (IA) e análises são relevantes, mas dependem de dados e processos claros para serem efetivos: segundo o relatório “Tech Trends 2026”, da Deloitte, 64% das empresas planejam aumentar os investimentos em IA nos próximos dois anos. Especificamente no varejo, para que esses investimentos gerem retorno, a aposta deve ser focada em IA para previsão de demanda, otimização de estoques e automação de operações. Porém, a adoção da IA deve ser sustentada por uma tecnologia robusta para análise, integração e governança de dados. Sem isso, a IA gera mais modismo e menos resultado para o varejista. 2. Omnichannel continua sendo diferencial competitivo: outra pesquisa da Deloitte, intitulada “Perspectivas Globais do Setor Varejista para 2026”, apontou que as prioridades para este ano são aprimoramento das experiências omnichannel (46%) e fortalecimento dos programas de fidelidade (36%) para ampliar a hiperpersonalização. Esses dados nos mostram que a inovação sem benefício operacional imediato é risco, uma vez que os consumidores desejam uma experiência integrada entre loja física, e-commerce e canais digitais. O que essa exigência significa? Quem não unificar inventário com recursos de Experiência do Cliente (CX) perde a confiança do seu público e, consequentemente, perde vendas. A regra prática para o varejo: tecnologia como infraestrutura apoiada em três pilares Pela experiência de mercado e pelos insights gerados na NRF, aponto que a transformação digital que dá resultado no varejo de médio porte estrutura-se em três pilares igualmente importantes e interligados. 1. Previsão de cenários (não apenas apresentação de informações): mais do que relatórios, o varejo precisa de uma camada de dados única e confiável, com foco em previsão sobre Unidade de Manutenção de Estoque (SKU) por loja e definição do tempo ideal entre pedido e entrega do produto, além de taxas de conversão por canal. O investimento em tecnologia preditiva com dados consistentes diminui o risco de atritos na integração de dados com a execução operacional, tanto na venda quanto no atendimento pós-venda. 2. Pessoas para transformar insights em ação: o Boston Consulting Group divulgou o estudo “Previsões para o Varejo em 2026”, com dados relevantes sobre automação e IA no varejo: proporcionam redução de 5 a 10% no custo com mão de obra, economia de 25% no tempo que antes era utilizado em tarefas manuais e aumento de 30% na satisfação dos funcionários. Nesse sentido, devemos valorizar o fator humano na operação do varejo de médio porte. Isso porque é a equipe (compras, operações e CX) que terá participação em 100% das conversões de previsão em venda, a partir da competência necessária para interpretar sinais de comportamento do consumidor, tomar decisões rápidas e ajustar os processos quando for necessário. Treinamento, formação de equipes multidisciplinares e clareza na definição de papéis (quem decide o que e com que frequência) são iniciativas fundamentais. 3. Processos tecnológicos que garantem execução sem desperdício: de acordo com o Gartner, os gastos globais com IA ultrapassarão US$ 2 trilhões em 2026, o que representa crescimento de 44% em relação a 2025. Para que a automação e a IA se reflitam em valor agregado para os negócios, ambas precisam de processos repetíveis, como regras de reposição, Acordos de Nível de Serviço (SLAs) de atendimento, automação da cadeia logística, conferência de estoque físico com o estoque registrado em sistema e políticas de devolução. Por meio desses processos, o varejista terá ganhos rápidos que justificam e viabilizam os próximos ciclos de investimento em tecnologia. O varejo de médio porte precisa trocar projetos isolados por tecnologia escalável A NRF 2026 nos deu a lição de que a tecnologia mais impactante não é a mais chamativa, e sim a que se estabelece como infraestrutura previsível, integrada e orientada por dados, de modo a colocar o “consumidor no centro da estratégia”. Para o varejo brasileiro de médio porte, o recado é: menos experiências isoladas e mais utilização concreta de tecnologias escaláveis de IA e omnichannel para conectar dados, pessoas e execução.
Qual a diferença entre ganhar dinheiro e construir patrimônio?
Por Arthur Lemos, CEO e sócio fundador da Empreender Dinheiro Muitos profissionais extremamente bem pagos, como executivos, médicos, engenheiros, funcionários públicos, ainda se sentem travados quando o assunto é construir patrimônio. Trabalham muito, têm boa renda, investem todos os meses, acompanham grandes educadores financeiros e, mesmo assim, têm a sensação de que a conta nunca fecha. Costumo dizer que o problema, na maioria das vezes, não está na disciplina, mas sim na estratégia. O plano tradicional de “gaste menos do que ganha, invista todo mês e espere 30 anos” acaba não sendo o suficiente para quem deseja construir patrimônio. Esse modelo mais conservador, acaba colocando o investidor no risco de nunca atingir seus objetivos. Além de moroso, ele também é linear e não cria oportunidades reais de crescimento acelerado, que é o que, na prática, permite dar saltos patrimoniais. E a verdade é que quem construiu grandes fortunas raramente ficou apenas na renda fixa tradicional e em aportes mensais previsíveis. Nos últimos anos, tenho visto investidores com maior patrimônio, e perfil mais arrojado, direcionarem parte do capital para aplicações mais conectadas à economia real e menos dependentes dos mercados tradicionais. Usinas solares, leilões imobiliários, participações diretas em ativos estruturados são exemplos claros disso. Quem tem patrimônio maior busca três coisas: maior potencial de rentabilidade, mais controle sobre o investimento e ativos que façam sentido no longo prazo, inclusive do ponto de vista sucessório. Os leilões imobiliários são um bom exemplo. A aquisição de casas e apartamentos sempre fez parte da cultura patrimonial do brasileiro, mas o leilão traz um elemento estratégico: o desconto na origem. Comprar um imóvel retomado por uma instituição financeira com 30%, 40% ou até 50% abaixo do valor de mercado cria uma margem de segurança que praticamente não existe em outras modalidades. Muitas vezes, parte do ganho já está na compra. Esse tipo de operação pode gerar retorno na revenda, na locação ou na composição de patrimônio familiar de longo prazo. E, diferente do investimento tradicional em fundos imobiliários ou ações, o investidor participa diretamente da estrutura do ativo. O mesmo acontece com investimentos estruturados em usinas solares. Ao investir diretamente no projeto, elimina-se parte dos intermediários do processo, o que aumenta o potencial de retorno. O investidor aporta o capital, participa da operação estruturada e recebe os lucros acordados, dentro de uma estratégia previamente desenhada. Mas aqui existe um ponto fundamental: não se trata de “apostar” em algo diferente e sim de planejar. Construção patrimonial não é sobre seguir a moda do mercado, nem sobre buscar risco pelo risco. É sobre estratégia, diversificação inteligente e organização. Ganhar dinheiro é importante. Ter uma boa renda é um privilégio. Mas renda alta não garante riqueza. O que transforma renda em liberdade é a capacidade de direcioná-la para ativos estratégicos, com potencial de crescimento real. Construir patrimônio exige sair do automático, entender que o modelo linear pode preservar, mas dificilmente acelera. E quem deseja alcançar um novo patamar precisa combinar disciplina com inteligência estratégica. É isso que separa quem apenas ganha bem de quem, de fato, constrói riqueza. Arthur Lemos é especialista em finanças, com mais de 10 anos de experiência no mercado financeiro. Ele é fundador da Empreender Dinheiro (ED), uma consultoria financeira especializada em construção patrimonial familiar. Formado em administração de empresas, o empresário tem MBA em Finanças Corporativas pela FGV, é credenciado pela NACVA, nos Estados Unidos, como avaliador de empresas profissional, já passou por empresas como a Deloitte em projetos no Brasil e no exterior, e na Smart Fit em Recife, onde fez parte do quadro societário.
Dados não estruturados são desafio para incorporação da IA agêntica no Brasil
por Inon Neves, vice-presidente da Access As empresas brasileiras vivem uma corrida pela adoção da inteligência artificial generativa, buscando ganhos de produtividade e inovação. Ferramentas baseadas em grandes modelos de linguagem já escrevem contratos, analisam dados e interagem com clientes em português – muitas vezes atuando como agentes autônomos de IA, capazes de planejar, raciocinar e executar tarefas de forma independente. Uma pesquisa do Google, realizada no ano passado no Brasil, indicou que ao menos 62% dos altos executivos no Brasil afirmam já usar agentes de IA em suas operações, índice superior à média global. No entanto, por trás do entusiasmo com essas “colegas digitais” esconde-se um obstáculo estrutural subestimado: a gestão caótica do conteúdo não estruturado dentro das organizações. Em um país onde 78% das empresas ainda estão nos estágios iniciais de maturidade em dados, segundo dados divulgados pela Beanalytics a incapacidade de organizar e aproveitar informações dispersas – de e-mails a documentos escaneados – ameaça comprometer os benefícios prometidos pela IA. Esse gargalo invisível pode desacelerar projetos, gerar riscos de segurança e fazer com que empresas brasileiras percam vantagem competitiva justo no momento em que a adoção da IA entra em alta velocidade. O gargalo dos dados não estruturados Grande parte do conhecimento corporativo reside em conteúdo não estruturado: textos livres, PDFs, imagens, áudios e outros formatos que não se encaixam em bases de dados tradicionais. Estimativas globais sugerem que cerca de 80% de todos os dados disponíveis hoje são não estruturados, mas as empresas aproveitam efetivamente apenas 20% do Big Data em suas decisões. Ou seja, a maioria das informações valiosas permanece à margem das análises e das ferramentas de IA, simplesmente porque está desorganizada ou inacessível. Mesmo organizações que investiram pesado em transformação digital enfrentam esse dilema: possuem repositórios vastos de documentos e registros, porém carecem de ferramentas para extrair insights acionáveis deles e de governança para canalizar esse conhecimento de forma confiável em seus sistemas de IA. O principal gargalo para escalar IA nas empresas não é apenas técnico – é organizacional. Sem uma gestão eficiente do conteúdo, os projetos de IA ficam “cegos” para seu maior patrimônio informacional. Essa limitação gera um efeito cascata: equipes continuam sobrecarregadas por tarefas manuais, agentes de IA operam com contexto incompleto e a vantagem competitiva esperada da IA simplesmente não se concretiza. O problema não é falta de dados – pelo contrário. Um estudo recentemente publicado pela norte-americana Komprise em dezembro último, revelou que 74% dos líderes de TI e armazenamento já gerenciam pelo menos 5 petabytes desse tipo de conteúdo, um aumento de 57% em relação a 2024. Porém, transformar essa massa caótica em ativos prontos para IA é o grande desafio. Técnicas tradicionais ajudam apenas até certo ponto: por exemplo, digitalizar documentos em papel via OCR resolve a questão da leitura, mas não da compreensão. Um contrato escaneado pode se tornar pesquisável por palavras-chave, mas um agente de IA ainda não saberá discernir se uma data perdida no meio de um parágrafo representa assinatura, vencimento ou renovação – distinções que importam enormemente em operações legais e financeiras. Iniciativas de IA generativa falham ou patinam quando os dados de base não estão prontos. Em 2025, um estudo da Fivetran constatou que 42% das empresas enfrentaram atrasos, baixo desempenho ou fracasso em mais da metade de seus projetos de IA devido a problemas de prontidão dos dados. Em suma, enquanto os executivos cobram resultados da inteligência artificial, muitos times de tecnologia ainda lutam nos bastidores para organizar a informação necessária. Essa disparidade entre aspiração e realidade representa um gargalo estratégico: para usufruir da IA em todo seu potencial, as empresas precisam primeiro arrumar a casa dos dados. Realidade e desafios nas empresas brasileiras A adoção de IA generativa nas empresas brasileiras ainda é desigual e repleta de obstáculos práticos. Um estudo global patrocinado pela SAS em 2024 mostrou que apenas 46% das empresas no Brasil estavam utilizando ou implementando IA generativa, percentual abaixo da média mundial (54%). Além disso, mesmo entre as que adotaram, menos da metade realmente conseguiu passar do experimento inicial para um caso de uso concreto – somente 47% possuem aplicações de IA generativa já em funcionamento. Os motivos desse descompasso ficam claros nas entrevistas com executivos: falta de expertise interna foi citada por 51% como o principal entrave para avançar, superando a média global e indicando escassez de profissionais capacitados no mercado brasileiro. A dificuldade em sair da fase conceitual e implementar na prática também foi mencionada por 51%, evidenciando o famoso gap entre provar o conceito e escalar a solução no dia a dia operacional. Ou seja, há muita experimentação em laboratório, mas nem tanto projeto consolidado gerando valor contínuo. Produtividade, eficiência e o caminho da competitividade Superar o gargalo do conteúdo não estruturado não é apenas uma questão técnica – é uma estratégia de negócio para liberar o verdadeiro valor da IA. Os ganhos potenciais são substanciais. Empresas brasileiras que já iniciaram a jornada da IA generativa relatam impactos positivos bem concretos: o estudo da SAS também apontou 87% delas afirmaram ter reduzido custos operacionais e 76% observaram aumento na retenção de clientes após implementar soluções de IA. Isso reforça a ideia de que uma inteligência artificial bem alimentada por dados confiáveis pode atuar como catalisador de eficiência e inovação. Imagine agentes de IA agilizando a triagem de milhares de contratos, apontando riscos em segundos – tarefa que um time humano levaria dias para executar – ou assistentes inteligentes resolvendo dúvidas de clientes de forma personalizada, liberando os atendentes para casos mais complexos. Esses saltos de produtividade só são alcançáveis quando a IA trabalha com informação completa e correta. Caso contrário, os supostos ganhos viram retrabalho ou, pior, problemas inesperados. No fim das contas, a adoção bem-sucedida da IA autônoma dependerá menos de algoritmos miraculosos e mais de uma boa administração de um ativo já conhecido: os dados da empresa. Em um futuro breve, a competitividade no mercado – doméstico e global – será marcada pela capacidade de cada organização orquestrar
Centauro patrocina DesimpaiN nas transmissões da Kings League Brazil
A Centauro será patrocinadora do DesimpaiN nas transmissões da franquia durante o primeiro semestre da Kings League Brazil, competição que reúne futebol, entretenimento e creators. A parceria prevê a presença da marca nas entregas comerciais exibidas durante a transmissão dos jogos da competição no Youtube do canal Desimpedidos Esporte Clube (DEC). O DesimpaiN é fruto da parceria entre o Desimpedidos, marca de entretenimento de futebol da NWB, e a paiN Gaming, uma das principais organizações de e-sports do país. A franquia disputa a edição brasileira da liga criada por Gerard Piqué, que combina partidas de futebol com mecânicas de gamificação e transmissões focadas no público digital. Dentro do acordo, a Centauro terá inserções de mídia durante as transmissões, sobretudo dos jogos da equipe, incluindo formatos como L-Bar, QR Codes exibidos na tela e ativações de cuponagem voltadas ao público que acompanha os jogos. A marca também será integrada ao conteúdo por meio de menções feitas pelo presidente da franquia, o streamer Renato Vicente. “Ter a Centauro ao lado do DesimpaiN na Kings League mostra como grandes marcas do esporte estão olhando para esse novo formato de competição e entretenimento. A liga nasce com uma lógica muito conectada à cultura digital e abre espaço para ativações mais dinâmicas e próximas do público que consome as transmissões”, afirma André Barros, co-CEO da NWB e fundador do Desimpedidos. “A chegada da Kings League ao Brasil representa um marco no entretenimento esportivo, consolidando-se como um verdadeiro fenômeno digital que une a paixão pelo futebol à dinâmica do streaming. Para a Centauro, apoiar o DesimpaiN nesse cenário é um passo natural dentro da nossa longa e bem-sucedida história de parceria com a NWB, com quem compartilhamos o DNA de inovação no esporte. Nosso objetivo é continuar conectando com o torcedor em todos os seus momentos, garantindo presença onde quer que a jornada do fã aconteça — seja no ambiente físico das nossas lojas ou na palma da mão, através das plataformas digitais”, afirma Lucas Bomfim, Diretor Comercial de futebol da Centauro. A presença da Centauro na competição acompanha um movimento crescente de marcas esportivas que buscam novas plataformas de conteúdo e formatos híbridos para dialogar com audiências mais jovens e altamente engajadas no ambiente digital.
Docile apresenta lançamentos e reforça pioneirismo com Tortinhas e Estrelinhas
A Docile, marca 100% brasileira e uma das 100 maiores empresas do mundo no segmento, dá mais um passo em sua trajetória de inovação ao anunciar uma nova janela de lançamentos que reforça seu pioneirismo. Atenta ao crescimento da categoria e às transformações no comportamento do consumidor, a companhia avança com uma estratégia de diferenciação baseada em leitura de mercado e inovação contínua no Brasil. Entre os destaques dessa nova fase estão as Tortinhas, que chegam ao mercado como uma proposta inédita dentro da categoria de balas de gelatina, combinando sabores clássicos de sobremesa (Cheesecake, Limão e Banoffee) em formatos alusivos a fatias de torta. Inspirado em sabores inusitados conectados ao desejo do consumidor brasileiro, o lançamento combina textura dupla e sabores cuidadosamente pensados para tornar o produto ainda mais atrativo. As Estrelinhas representam outro movimento estratégico, com o lançamento de um formato exclusivo da linha regaliz. Lúdico, com cores vibrantes e com forte apelo visual, o produto nasce com foco em encantamento, experiência e conexão emocional com o consumidor. A novidade reforça a proposta da Docile de transformar o consumo de doces em uma experiência completa, que vai além do sabor. Essa guloseima está disponível nos sabores morango, maçã verde, pêssego, abacaxi, melancia e framboesa. Para Ricardo Heineck, presidente da Docile, cada lançamento nasce de um olhar atento para a evolução do mercado. “Nosso direcionamento estratégico está baseado em fortalecer o posicionamento da Docile como protagonista em inovação no Brasil, trazendo propostas que geram valor para a categoria e para o varejo e criam novas oportunidades de crescimento sustentável. Mais do que lançar produtos, buscamos liderar movimentos, antecipar tendências e consolidar nossa presença como referência em diferenciação e competitividade no setor”, afirma. Azedinho é tendência Além desses produtos, a nova janela de lançamentos da Docile contempla novidades que reforçam a diversidade do portfólio e a leitura atenta da marca sobre o comportamento do consumidor. A Jujulícia se destaca pelo sabor azedinho, tendência em crescimento no segmento, e por sua proposta diferenciada dentro do portfólio da marca. O produto agrega valor à categoria de doces ao entregar uma experiência sensorial marcante e dialogar com consumidores em busca de novidades e sabores mais intensos. Os lançamentos já estão disponíveis para compra no e-commerce da marca.
Gustavo Mota assume como novo CEO do Lance!
O Grupo Lance!, uma das principais lideranças em conteúdo esportivo no Brasil, acaba de anunciar Gustavo Mota como novo CEO. O executivo sucede o antigo presidente do Grupo, Paulo Ganime, em um movimento de transição planejada na liderança, alinhado às diretrizes de governança da empresa. A sucessão marca o encerramento de um ciclo de reposicionamento estratégico conduzido por Paulo Ganime, no qual o Lance! consolidou sua evolução para um modelo digital orientado por dados, tecnologia e diversificação de receitas, ao mesmo tempo em que fortaleceu sua relevância jornalística e competitividade editorial no ambiente digital. No período, foram estruturadas bases importantes para crescimento, como a integração de growth e dados, e o lançamento de iniciativas de receita recorrente como o Sócio Lance!, além do reforço das práticas de governança corporativa. Em 2025, após a consolidação dessas iniciativas, o Grupo registrou crescimento de 57% de receita com venda direta. “Encerramos um ciclo de preparação e fortalecimento institucional do Lance!, com foco em qualidade editorial, eficiência e bases sólidas para um novo estágio de crescimento. A transição foi conduzida com serenidade e responsabilidade, garantindo continuidade estratégica para a próxima fase”, afirma Paulo Ganime. A chegada de Gustavo Mota como novo CEO visa acelerar iniciativas capazes de ampliar receitas e consolidar o Lance! como um ecossistema esportivo cada vez mais completo. Entre as prioridades, está o avanço do modelo de flywheel, no qual o conteúdo impulsiona audiência e dados que, por sua vez, se transformam em produtos, serviços e novas oportunidades comerciais. O movimento também reforça o compromisso do Lance! em amplificar a paixão do torcedor pelo esporte por meio de uma jornada integrada de informação, experiências e conexões. Formado em Design Gráfico e pós-graduado em Marketing pelo IBMEC, Gustavo Mota é especialista em gestão e marketing digital. Com especialização em mentoria pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), e empresas de alto crescimento pela Babson College, atua também como board member, investidor e é TEDx Speaker. Empreendedor serial com 25 anos de atuação no mercado digital, Mota construiu uma trajetória marcada pela criação e escalabilidade de negócios. É fundador da We Do Logos, considerada a maior agência de design para micro e pequenas empresas do Brasil, e também liderou a Escola de CEO, a Sales Club, Grupo Mola e o Instituto Brasileiro de Presença Digital, iniciativas voltadas à formação de lideranças e ao desenvolvimento de empresas orientadas à alta performance. Mota já integrava o Conselho do Lance! e vinha participando ativamente das decisões do negócio, o que assegura uma transição planejada e a continuidade das iniciativas prioritárias do Grupo. Sua trajetória empreendedora traz uma perspectiva diferenciada, aliada a uma sólida experiência no mercado de tecnologia, o que contribui para ajustar rotas com mais agilidade e eficiência. “Meu compromisso será o de gerar valor em cada interação e transformar o leitor em um usuário ‘lover’, potencializando sua paixão pelo esporte. Queremos ir além, com um conteúdo esportivo centrado no público, criando experiências relevantes para os torcedores, fazendo-os não só saber, mas também entender, sentir e fazer. E com isso, gerar engajamento genuíno e resultados concretos com novos negócios para nossos clientes e parceiros”, afirma Gustavo Mota.Com foco cada vez maior em performance e inteligência analítica, o Lance! vem reforçando sua atuação orientada por dados e, nesse contexto, transformou a área de marketing em growth. Para liderar essa estratégia, a empresa contratou recentemente Maykon Marins, como Head de Growth. O especialista é responsável por definir e executar iniciativas de aquisição, ativação, retenção e monetização em canais digitais, além de analisar indicadores do funil de vendas para identificar oportunidades e otimizar campanhas de performance, CRM e jornada do cliente. Outra novidade recente foi a chegada de Marcos Rayol como novo CTO do Lance! e com isso o Luiz Cruz assumiu a cadeira de diretor de IA, acompanhando o avanço dos investimentos do veículo na área.
Vale reforça a essencialidade da mineração na vida e no futuro das pessoas
A Vale inicia um novo capítulo da sua comunicação institucional com o lançamento da campanha Essencialidade, criada pela agência Africa Creative, que aprofunda território trabalhado pela marca anteriormente. Em 2026, o conceito ganha ainda mais significado ao expandir a percepção sobre o papel da companhia na vida das pessoas e ao reforçar a ideia de que o futuro da sociedade depende de uma mineração mais responsável e inovadora, com respeito ao planeta e menor impacto ambiental. Sob o conceito criativo “Se é essencial para você, tem a ver com a Vale”, a narrativa da campanha é ancorada em três pilares centrais: transição energética, descarbonização e inovação tecnológica. Partindo do insight de que quase tudo na vida das pessoas tem relação com a mineração, a comunicação mostra como os minérios estão presentes no nosso cotidiano e no futuro da sociedade – do níquel utilizado em baterias para veículos elétricos ao cobre essencial para tecnologias digitais e inteligência artificial. “A mineração é um dos temas mais importantes do mundo hoje. E não à toa. É uma atividade fundamental para um planeta que busca soluções para reduzir suas emissões de carbono. Estamos em uma jornada para produzir o minério de ferro que apoia a descarbonização da siderurgia, assim como o cobre e níquel, essenciais para a transição energética. A campanha convida a sociedade a embarcar nessa jornada conosco”, afirma Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale. O filme traz funcionários da companhia mostrando que a forma de operar da Vale é inovadora, tecnológica e com respeito ao planeta. A mensagem final reforça o posicionamento da marca: “A mineração que pensa no hoje e no amanhã é essencial para todos. E, se é essencial para você, tem a ver com a Vale”. “Nosso ponto de partida foi um insight de que quase tudo o que é essencial na vida das pessoas tem alguma conexão com a mineração. A partir daí, construímos uma narrativa que amplia o entendimento sobre o papel da Vale na sociedade, mostrando como a companhia está presente no dia a dia que muitas vezes passam despercebidas”, comenta Aaron Sutton, ECD da agência Africa Creative. Com estreia durante o intervalo do Jornal Nacional, da TV Globo, a campanha ainda terá abrangência nacional com desdobramentos em TV aberta, TV por assinatura, streaming, digital, OOH e redes sociais. A estratégia será dividida em quatro etapas ao longo do ano, garantindo a consistência da mensagem e o diálogo contínuo com o público sobre o tema. Veja o filme: FICHA TÉCNICA CLIENTE: VALE CAMPANHA: Essencialidade AGÊNCIA: Africa Creative CCO: Sérgio Gordilho Diretor Executivo de Criação: Aaron Sutton Diretor de criação: Guilherme Valverde Criação: Caio Machado, Rodrigo Fernandes e Lucas Santos CO-CCO: Veronica Gordilho Atendimento: Tatiana Chiari, Mateus Rafael, Rebeca Santiago e Leonardo Ferreira Mídia: Tony Arbex, Caio Augusto Joaquim, Marcela Cantarin e Marlon Pereira CSO: Ana Paula Kuroki Borges Planejamento: Isadora Prado, Mario Vieira e Marina Buzzi RTV: Rodrigo Ferrari, Tais Olhiara, Debora Souza e Nathalia Trindade APROVAÇÃO CLIENTE: Paula Silvino, Natalia Bezerra de Menezes e Flavia Toledo Produtora Imagem: Saigon Filmes Diretor: Dois Diretor 2a unidade: Diogo Pacífico Diretora MG: Flavia Meszberg Produtores Executivos: Marcelo Altschuler / Victoria Scaff Atendimento: Bruna Chamlian, Patricia Aguiar, Fernanda Mormanno, Giovanna Saad, Karin Diniz Coordenadora de Produção: Katiucia Soares Assistentes de Coord. de Produção: Thalita Machado / Karen Burd / Daiana Andradel Diretor de Fotografia: Danilo Arenas Diretor de Fotografia 2a unidade: Tristian Pae Diretora de Arte: Larissa Cambauva Assistentes de Direção: Flavia Meszberg, Gabriela Lima Assistente de Direção 2a unidade: Rafaela Della Rosa Assistente Criativo: Diogo Pacífico Diretor de Produção SP: Davis Fabri Diretora de Produção/ Locação MG: Gisela Mangeon Figurinista SP: Gabriela Pinesso Produtor de Casting: Cintia Capellano Produtor de Locação SP: Kleber Pereira Produtor de Locação MG: Hugo Drumond Produtora de Objetos: Vanessa Utimura Maquiadora SP: Mima Mizukami Maquiadora MG: Camila Grandinetti Coordenação de Pós-produção: Rodrigo Parente Finalizador: Luana Borges Montador: Rogério Ferreira Alves Cor: Bleach Pós-Produção: Tribbo Produtora de Áudio: Lucha Libre Áudio Direção Musical: Paulinho Corcione e Danilo Barbalaco Produção Executiva: Renata Prado Atendimento: Vanessa Nascimento Coordenação: Thácio Palanca e Fernanda Pires Mixagem: Thácio Palanca e Hélio Rimaud
Marketing como HUB de gestão: por que integrar estratégia, ciência e execução é o único caminho para crescer
Por Carulina Pfingstag Durante décadas, o marketing ocupou um papel periférico dentro das organizações. Era visto como a área responsável por campanhas, materiais e comunicação institucional. Importante, mas distante das decisões centrais do negócio. Esse modelo ficou para trás. Em mercados cada vez mais técnicos, competitivos e pressionados por margem, crescimento sustentável não nasce de campanhas isoladas. Nasce de coordenação entre estratégia, portfólio, ciência, time comercial e mercado. É nesse contexto que o marketing deixa de ser uma função operacional e passa a atuar como um HUB de gestão do negócio. Ao longo da minha trajetória executiva, especialmente no agronegócio, observei um padrão recorrente: empresas com bons produtos, equipes qualificadas e investimentos relevantes que, ainda assim, enfrentam dificuldade para escalar resultados. Raramente o problema está na capacidade técnica. O que falta é integração estruturada. P&D desenvolve soluções robustas que o comercial tem dificuldade de argumentar no campo. Marketing produz materiais que não refletem as dores reais do produtor. Vendas corre atrás da meta sem clareza de prioridade estratégica. Dados de desenvolvimento de mercado são coletados, mas não se transformam em decisão. Muito esforço, pouca conexão e energia dispersa. Estratégia, quando não está integrada aos processos e às pessoas, vira apenas intenção. Quando o marketing assume o papel de HUB, sua função deixa de ser produzir peças e passa a ser organizar o sistema que sustenta o crescimento. Isso significa traduzir ciência em proposta de valor clara, transformar portfólio em narrativa estratégica, converter dados em decisão comercial e alinhar discurso institucional com execução no campo. Na prática, envolve estruturar papéis e responsabilidades, criar ritos formais de alinhamento entre marketing, P&D e comercial, definir fluxos de informação, organizar processos de lançamento, consolidar narrativas únicas de portfólio e estabelecer cadência de acompanhamento de resultados. Sem processo, a empresa depende de esforço heroico. Com processo, constrói performance previsível. Existe o mito de que processos engessam. A experiência mostra o contrário. Processos bem desenhados reduzem ruído, trazem foco e liberam energia para aquilo que realmente importa: gerar valor ao cliente e rentabilidade ao negócio. Gestão, nesse contexto, é arquitetura organizacional. É desenhar o caminho para que a estratégia saia do PowerPoint e chegue ao mercado com consistência. No agronegócio, essa discussão é ainda mais sensível. Cada safra representa uma janela curta de decisão e cada erro custa tempo, credibilidade e margem. A execução não pode depender de improviso. Precisa de método, alinhamento e cadência. Quando marketing, ciência e comercial operam desconectados, a consequência aparece rapidamente no campo. Quando atuam de forma integrada, o impacto é exponencial: clareza de portfólio, argumento técnico consistente, posicionamento estratégico e execução coordenada. Nesse cenário, o marketing deixa de ser suporte e passa a ser motor de crescimento. Torna-se guardião do portfólio, tradutor de valor e conector de áreas. Empresas que crescem de forma sustentável não são as que trabalham mais, mas as que trabalham de forma integrada. Crescimento não é sorte, é sistema. E todo sistema precisa de um centro de conexão. Esse é o papel que o marketing pode e deve ocupar: o de HUB entre estratégia, pessoas e resultados. Sobre Carulina Pfingstag: Engenheira agrônoma com pós-graduação em Recursos Humanos e MBAs em Liderança, Marketing, Branding, Negócios e Comunicação. Com mais de 25 anos de experiência em empresas como DuPont, BASF, Nufarm e Sipcam Nichino, liderou equipes de alta performance e projetos estratégicos no Brasil, Europa e Ásia. Atualmente, atua como consultora, palestrante e mentora, apoiando empresas e profissionais na construção de negócios e carreiras com intencionalidade, autenticidade e impacto duradouro. Conselheira formada pela Board Academy, é coautora do livro Os Conselheiros da Board Academy e membro do Comitê do Agro.
Holding, marcas e propósito: por que o mercado está olhando para empresas “integradas”
*por Ricardo Gorski, VP Comercial do Grupo MakeOne Vivemos um momento em que inovação deixou de ser apenas um diferencial de produto para virar arquitetura organizacional. Holdings e empresas “integradas” (aquelas que reúnem marcas, serviços e plataformas sob uma governança comum) estão no radar do mercado porque oferecem uma combinação relevante de soluções que startups avulsas e unidades isoladas já não conseguem sozinhas: escalabilidade rápida de experimentos, replicabilidade de soluções e poder de potencializar financeiramente investimentos estratégicos em tecnologia e propósito. Dessa forma, é possível transformar integração em motor de inovação, não em freio. O primeiro motivo é pragmático: sinergia operacional. Uma holding bem desenhada cria plataformas compartilhadas (dados, tecnologia, logística, atendimento) que reduzem o custo de testar novas ideias e aceleram o rollout (processo estratégico de implementação gradual e controlada de um novo produto) quando um teste dá certo. Ao mesmo tempo, permite que uma marca de nicho siga ousada enquanto a estrutura mãe garante segurança financeira, o equilíbrio perfeito entre risco e velocidade que investidores hoje valorizam. Isso ganha ainda mais relevância em um contexto onde, segundo cálculos da McKinsey & Company, cerca de 70% das empresas adotarão modelos híbridos de nuvem/multicloud, e a adoção de tecnologias como computação de borda, IA e plataformas digitais cresce fortemente, abrindo espaço para inovação rápida e econômica. O segundo ponto é a capacidade de experimentação com propósito e credibilidade, algo que o mercado e o consumidor moderno vêm cobrando com peso. Segundo o Edelman Trust Barometer 2025, 83% dos brasileiros esperam que as empresas lhes façam “sentir-se bem”, 78% querem aprender com elas, e 81% valorizam marcas que os ajudem a “fazer o bem”. Ao mesmo tempo, 73% dos consumidores já deixaram de comprar de uma marca após quebra de confiança. Ou seja: discurso de propósito não basta mais. É necessário estrutura para transformar promessas em ação consistente. Empresas integradoras, com governança central e visão estratégica, estão estruturadas para isso. Integração como paleta de inovação Além disso, holding = capital estratégico. Em mercados mais voláteis, investidores preferem alocar capital em estruturas que permitam diversificação e reacomodação rápida de recursos entre iniciativas promissoras. Essa arquitetura facilita M&A tático, spin-offs inteligentes e reinvestimento em P&D e tecnologia. Dados recentes da McKinsey apontam uma retomada nos investimentos em tecnologias de fronteira em 2024, mesmo após um ciclo difícil, com crescimento entre 10 dos 13 principais vetores tecnológicos, incluindo IA, nuvem, edge computing e cibersegurança. Isso significa que empresas capazes de distribuir capital e risco internamente, manter portfólio variado e investir em plataformas comuns, estão em posição privilegiada para surfar a próxima onda de inovação. Outro aspecto a favor das empresas integradas é a governança de risco reputacional e coerência de discurso. Quando uma marca do portfólio enfrenta crise, a holding pode mobilizar recursos, centralizar comunicação e proteger a reputação do conjunto, desde que exista governança transparente e princípios de propósito claros. Em contraponto, conglomerados sem alinhamento de propósito tendem a amplificar ruídos e criar desconexão entre promessa e prática. Nesse contexto, a holding orientada por propósito tem mais agilidade para articular ações concretas que respondam a desafios sociais, ambientais ou reputacionais, gerando confiança sustentável. Há ainda um ganho de inovação por composição: juntar marcas com expertises distintas dentro de um mesmo guarda-chuva cria possibilidades de produtos e experiências híbridas que nenhuma marca isolada teria incentivo para construir. É aí que as empresas integradas deixam de ser apenas “donas de marcas” e viram verdadeiros laboratórios de inovação, testando bundles, plataformas de assinatura, dados compartilhados para personalização em escala, modelos de negócio inovadores. Quando a governança é orientada por propósito e métricas claras, essas experimentações têm mais chance de virar vantagem competitiva de longo prazo. Concluo dizendo que holdings e empresas integradas permitem aos investidores enxergar uma resposta prática às duas grandes demandas do mercado contemporâneo: eficiência na execução e coerência no propósito. Quem souber estruturar essa integração com governança forte, investimento em plataformas e compromisso real com impacto terá não apenas portfólio de marcas, mas um ecossistema capaz de inovar repetidamente, e isso, no fim, é o que distingue liderança de ruído no mercado. *Ricardo Gorski é Vice-Presidente Comercial da MakeOne. O executivo possui MBA no Ibmec e formação de Telecomunicações e Engenharia Elétrica no Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicações), além de ser ex-board member da CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim e ex-country manager da Avaya.
Gestão remota de ativos tecnológicos: o caminho para eficiência operacional no agro brasileiro
Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e da Milldesk Help Desk Software No ano passado, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 169,2 bilhões, representando 48,5% de tudo que o país vendeu ao exterior. Esse desempenho foi impulsionado por uma safra recorde de 352,2 milhões de toneladas de grãos. Por trás desses números, porém, está um setor sob pressão – custos em alta, exigências ambientais crescentes e a necessidade de ganhar eficiência operacional. A partir deste contexto, a gestão remota de ativos tecnológicos pode ser uma ferramenta estratégica – potencial diferencial entre perder margem ou ganhar competitividade. Tecnologias como Internet das Coisas (IoT), automação e análise de dados deixaram de ser exceção para se tornar prática comum nas propriedades rurais. Uma pesquisa realizada pela Embrapa em 2024 apontou que 8 em cada 10 agricultores já utilizavam soluções digitais em seu dia a dia, e quase metade deles reconhecia ganhos em desempenho e produtividade com essas inovações. No âmbito corporativo, 45% das empresas do agronegócio no Brasil declaram usar IoT, um índice muito acima da média de 9% observada na economia em geral, de acordo com a PWC. Mas o que significa, na prática, gestão remota de ativos tecnológicos no agro? Em essência, é a capacidade de supervisionar e operar os “bens” tecnológicos da fazenda à distância, por meio de conectividade e plataformas integradas. Isso inclui conectar máquinas, insumos, armazéns e dados em tempo real, permitindo decisões mais rápidas, seguras e sustentáveis na produção. Sensores distribuídos pelo campo capturam informações de clima, umidade do solo, temperatura de silos e desempenho de equipamentos, alimentando sistemas centralizados que exibem o panorama completo da fazenda. Com os dados à mão, um gestor pode, por exemplo, ajustar de imediato a irrigação de uma parcela ou a ventilação em um armazém de grãos, tudo remotamente. Tratores e colheitadeiras equipados com telemetria enviam em tempo real sua localização e condições de operação. Até a infraestrutura de TI – câmeras, redes sem fio rurais, drones de monitoramento – entra nesse escopo, compondo um ecossistema em que cada ativo “fala” à distância. Telemetria remota: parte da revolução No front dos maquinários, a telemetria remota revolucionou a manutenção e a segurança operacional. Tratores, colheitadeiras e outros equipamentos modernos estão equipados com sensores que medem temperatura do motor, vibração, nível de combustível e desgaste de peças durante o trabalho. Esses dados permitem identificar potenciais falhas antes que aconteçam, viabilizando a manutenção preditiva e reduzindo o risco de acidentes ou paradas inesperadas. Do ponto de vista financeiro e gerencial, os ganhos são igualmente expressivos. A integração de dados proporciona uma visão preditiva do negócio – o agricultor consegue antecipar necessidades de manutenção, planejar a logística de escoamento da safra com base em níveis de estoque monitorados e até negociar melhor insumos e financiamentos com informações confiáveis em mãos. Estudos indicam que a digitalização da gestão pode gerar aumentos de 10% a 20% na eficiência operacional em apenas dois anos de uso, graças à redução de perdas, uso otimizado de recursos e tomadas de decisão mais ágeis. Apesar dos claros benefícios, a adoção ampla da gestão remota de ativos ainda enfrenta obstáculos no Brasil. O primeiro é a conectividade. Grandes áreas rurais permanecem sem cobertura de internet de qualidade. Houve progressos recentes – a presença de sinal 4G ou 5G nas regiões agrícolas saltou de 18,7% para 33,9% nos últimos dois anos– mas isso ainda significa que dois terços do campo estão desconectados. Em muitas fazendas distantes dos centros urbanos, a falta de rede inviabiliza o uso de IoT, agricultura de precisão e plataformas de gestão remota, limitando o potencial produtivo, sobretudo entre pequenos e médios produtores. A exclusão digital é hoje um gargalo: sem internet, o produtor não consegue receber os dados das máquinas nem acionar sistemas remotos. Outro desafio é a capacitação técnica. Implementar e manter sensores, redes sem fio e softwares especializados exige conhecimento que nem sempre está disponível no meio rural. Falta mão de obra treinada para operar esses sistemas e interpretar os dados gerados. Pequenos produtores, em especial, enfrentam dificuldade em arcar com investimentos iniciais em infraestrutura e treinamento – muitas vezes precisam de apoio para ingressar na era digital. Superar esses desafios é fundamental para liberar todo o potencial da gestão remota de ativos tecnológicos. O agronegócio brasileiro – já consagrado como um dos celeiros do mundo – encontra na transformação digital não apenas uma ferramenta a mais, mas um alicerce estratégico para manter sua liderança e crescer de forma eficiente e sustentável nos próximos anos. Sobre a Setrion Fundada em 2005, a Setrion Software é uma empresa catarinense especializada no desenvolvimento de soluções SaaS para atendimento ao cliente, help desk e gestão de workflows empresariais. Seu principal produto, Milldesk, é uma plataforma 100% nacional reconhecida pelo mercado por sua eficiência, inovação e aderência às melhores práticas ITIL. Atendendo mais de 600 clientes no Brasil e América Latina, em segmentos variados como manufatura, farmacêutico, saúde, governo, tecnologia, serviços financeiros e educação, o Milldesk auxilia mais de 80 mil usuários mensais a otimizarem processos internos, gerenciando cerca de 1,6 milhão de notificações e mais de 125 mil solicitações a cada mês. Reconhecida nacionalmente pela excelência técnica e foco no cliente, a Setrion Software segue comprometida com o crescimento e inovação no mercado de tecnologia brasileiro.
Ano fragmentado: como manter times engajados com Copa, eleições e feriados
Por Andréa Migliori Alguns anos parecem normais no calendário, mas são tudo, menos previsíveis na prática. Copa do Mundo, eleições, feriados em sequência e agendas pessoais mais carregadas criam um ritmo fragmentado que desafia qualquer liderança. As pessoas não deixam de trabalhar ou se dedicar, mas elas passam a dividir a atenção entre muitos mundos ao mesmo tempo. É aquela história: não dá para separar vida profissional de vida pessoal, não de verdade. Por isso mesmo, não dá para fingir que grandes eventos, que afetam o dia a dia e o emocional de milhões de pessoas, não fazem diferença. Existem diferentes maneiras de lidar com esse cenário. Vejo muitas empresas tentando compensar a fragmentação com mais controles, reuniões e cobranças. O efeito quase sempre é o oposto do desejado, aumentando o cansaço e a sensação de desconexão. É como se você estivesse na frente de um show de fogos de artifício e uma pessoa tentasse segurar seu rosto para olhar só para ela. É desconfortável e ineficaz, porque sua mente continua nos fogos lá atrás, só que agora com um novo sentimento de irritação. Só que engajamento não nasce da vigilância constante, nasce de clareza, confiança e alinhamento consistente. Engajamento e performance não são dimensões separadas. Times performam melhor quando sabem exatamente o que se espera deles, onde encontrar informações confiáveis e quais são as prioridades do momento. Clareza reduz ansiedade, e menos ansiedade significa mais foco na entrega. Em anos assim, a comunicação precisa ser ainda mais intencional. Não basta informar o que precisa ser feito, é fundamental reforçar prioridades. O time precisa saber o que realmente importa naquele momento e o que pode esperar. Quando tudo parece urgente, as pessoas se perdem. Se a liderança ajudar a organizar o cenário, o trabalho flui melhor mesmo com interrupções naturais. Esse aspecto pode ser aprimorado com ferramentas que concentrem a comunicação em um só lugar, organizem prioridades, registrem decisões e deixem metas visíveis para todas as equipes. É o caso das intranets, que, quando bem estruturadas, reduzem ruídos, organizam fluxos de informação e permitem que cada pessoa saiba exatamente onde encontrar o que precisa, seja uma meta, um direcionamento estratégico ou uma decisão recente. Esse é o tipo de atenção para processos que faz a diferença no dia a dia, especialmente em épocas de fragmentação da atenção. Aliás, outro ponto essencial é respeitar os ciclos de atenção. Dias de jogo, datas eleitorais ou semanas encurtadas não significam falta de comprometimento. Significam apenas que o foco coletivo se reorganiza temporariamente. Empresas maduras entendem isso e ajustam expectativas sem abrir mão de resultados. Elas trocam rigidez por inteligência operacional. Também acredito muito no poder do propósito nesses períodos. Se o time entende o impacto do seu trabalho e como ele se conecta a algo maior, a motivação não depende apenas da rotina perfeita. Pessoas engajadas sabem por que fazem o que fazem e conseguem atravessar fases mais instáveis sem perder o sentido. A autonomia entra como mais uma peça central nessa equação. Dar espaço para que cada equipe organize seu próprio ritmo, dentro de objetivos bem definidos, é uma forma prática de manter produtividade e bem-estar ao mesmo tempo. Spoiler: ferramentas de comunicação corporativa também apoiam muito nesse ponto, especialmente quando permitem que diferentes times tenham seus espaços digitais e consigam interagir entre si sem amarras. Anos como 2026 são testes de cultura. Eles revelam se ela é forte o suficiente para sustentar o engajamento mesmo quando o cenário externo puxa a atenção para todos os lados. Quem aprende a liderar nesses contextos sai mais preparado para qualquer outro desafio que venha depois. Andréa Migliori é CEO da Workhub, uma HRTech de soluções para portais corporativos, pioneira no segmento a incorporar inteligência artificial aos seus serviços.
A inteligência artificial não é o desafio. A adaptação humana é
Por Cesar Cotait Kara José No esporte, evolução nunca foi opcional. Mudanças em regras, equipamentos e estratégias fazem parte da dinâmica competitiva. A história do esporte é, essencialmente, a história da adaptação humana. Com a inteligência artificial, a lógica é idêntica. Assim como um novo equipamento não transforma um atleta despreparado em campeão, a IA não converte organizações em referências de performance. Sem ética, transparência e preparo mental, corremos o risco de utilizar uma tecnologia poderosa sem a maturidade necessária para extrair seu valor. No esporte, desempenho não pode ser conquistado às custas da integridade. No mundo corporativo, o princípio deveria ser o mesmo. Ao longo de minha trajetória como esportista, CEO e empreendedor, acompanho de perto os dois lados dessa transformação. Atuando junto a algumas das maiores organizações dos setores financeiro, saúde, varejo e indústria, observo como a IA pode atuar como uma alavanca estratégica de crescimento e como uma fonte relevante de riscos operacionais e culturais. Essa dinâmica já aparece em estudos globais. Relatórios da McKinsey & Company indicam que o maior obstáculo para captura de valor com IA não está na tecnologia, mas na preparação organizacional, na liderança e na capacidade humana de integração estratégica. No esporte, toda vantagem tecnológica exige preparo humano. No ciclismo, por exemplo, uma bicicleta aerodinâmica não compensa falta de condicionamento. Equipamentos amplificam capacidade — não criam competência. Isso vale para métricas avançadas ou qualquer inovação técnica: sem treino, disciplina e estratégia, tecnologia vira apenas expectativa frustrada. No ambiente corporativo, a IA exerce o mesmo papel. Empresas que adotaram IA sem preparo frequentemente enfrentaram desalinhamentos, decisões inconsistentes e tensões internas. Em contraste, organizações que investiram em capacitação testemunharam ganhos reais em produtividade e eficiência. A IA se comporta de maneira semelhante ao surf. Uma prancha em mar calmo oferece estabilidade. Em mar agitado, porém, o mesmo equipamento pode ampliar horizontes ou provocar quedas abruptas. O resultado depende menos da prancha e mais da leitura do ambiente, do preparo técnico e da capacidade de ajuste contínuo do atleta. Ainda assim, o debate público permanece excessivamente concentrado na potência das máquinas. O verdadeiro desafio é outro. A agenda do Fórum Econômico Mundial reforça que as competências críticas para o futuro do trabalho não são exclusivamente técnicas, mas habilidades humanas como pensamento analítico, criatividade, resiliência e aprendizado contínuo. Ao mesmo tempo em que amplia capacidades, a IA introduz riscos silenciosos, como a obsolescência cognitiva. No esporte, músculos não exigidos atrofiam. Capacidades não treinadas deterioram. Na interação com sistemas inteligentes, observa-se dinâmica semelhante. Não se trata apenas de memória ou cálculo, mas da capacidade de questionar, interpretar ambiguidades e sustentar pensamento crítico em contextos complexos. Outro fenômeno emergente é a chamada poluição de realidade. No esporte, excesso de estímulo sem recuperação compromete desempenho. No ambiente informacional contemporâneo, a produção massiva de conteúdo sintético começa a produzir efeito análogo. Quando tudo pode ser perfeitamente simulado, o próprio conceito de “real” torna-se instável, gerando ruído, fadiga cognitiva e erosão de confiança. Há ainda impactos menos visíveis. Sistemas de IA, treinados com dados históricos, tendem a reproduzir padrões do passado. No esporte, estratégias ultrapassadas não sustentam competitividade. Na cultura, padrões históricos podem ser amplificados sob aparência de neutralidade algorítmica. Gradualmente, decisões e narrativas passam a responder mais ao algoritmo do que à experiência humana. Nesse cenário, emerge uma competência decisiva: mentalidade de crescimento. No esporte, evolução depende de ajuste contínuo, sobrecarga progressiva e tolerância ao desconforto. Na carreira, a dinâmica é idêntica. Profissionais e organizações que prosperarão não serão os que resistirem à transformação, mas os que desenvolverem capacidade de adaptação. No fim, a corrida não será contra as máquinas. Será contra a própria resistência humana à evolução. Porque, em última instância, a inteligência artificial não representa apenas uma revolução tecnológica. Representa o ambiente mais exigente já imposto à cognição humana. E, como em qualquer competição, prosperarão aqueles que compreenderem uma verdade fundamental: adaptação não é reação eventual. É disciplina permanente. Com mais de três décadas de atuação executiva, Cesar Cotait Kara José é Head Global da unidade de negócios de Financial Services da Exadel. É autor dos livros “Atleta Corporativo” e “Pilares do Sucesso”, obras dedicadas à liderança, desenvolvimento profissional e alta performance.
Voluntariado corporativo só gera valor real quando é mensurado
Por Marianna Taborda, CEO do V2V e especialista em estratégias de voluntariado corporativo* Ainda existe uma lacuna significativa entre o voluntariado corporativo e os pilares de Environmental, Social and Governance (ESG). Muitas empresas promovem ações relevantes, mas não conseguem transformar esses esforços em resultados concretos ou indicadores estratégicos que demonstrem impacto social real. O voluntariado não pode ser visto como uma boa prática isolada; ele deve ser integrado à estratégia da empresa e aos compromissos ambientais, sociais e de governança. Um voluntariado bem estruturado contribui diretamente para objetivos sociais, ambientais e de governança. Por exemplo, uma empresa do setor de tecnologia que organiza oficinas de alfabetização digital em comunidades vulneráveis não apenas fortalece a educação local, mas também desenvolve competências de seus colaboradores, promovendo engajamento interno e inovação. Esse impacto só é percebido quando os indicadores são definidos a partir do efeito desejado e não apenas do que é mais fácil de medir, como número de horas voluntariadas ou quantidade de participantes. Conectar voluntariado e ESG exige uma visão integrada. É necessário identificar claramente os objetivos do programa, definir quais resultados sociais realmente importam e criar métricas coerentes que permitam usar os dados para tomar decisões estratégicas. Não se trata de quantificar o bem por si só; trata-se de dar visibilidade, consistência e credibilidade ao impacto gerado. Outro exemplo prático aparece em empresas de grande porte que mapeiam os resultados de programas de engajamento social corporativo, como redução da desigualdade ou fortalecimento da empregabilidade de jovens e mulheres. Com dados claros, torna-se possível demonstrar que o investimento em ações sociais gera retorno social mensurável e fortalece a reputação da empresa junto a investidores e clientes. A relevância desse enfoque é reforçada pela ONU, que declara 2026 como o Ano Internacional dos Voluntários para o Desenvolvimento Sustentável, reconhecendo a prática como força motriz para acelerar a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Isso evidencia que medir e estruturar o voluntariado vai além de uma prática interna: trata-se de uma contribuição concreta para compromissos globais. Medir os efeitos das ações voluntárias é essencial para transformar compromissos globais em iniciativas locais efetivas. Essa prática valoriza o papel dos voluntários, reconhecendo especialmente mulheres e grupos marginalizados, além de fortalecer políticas públicas que promovam ambientes inclusivos, seguros e mais equitativos. Sem essa mensuração, as ações correm o risco de se limitar a um engajamento simbólico, sem gerar mudanças concretas para a sociedade ou para a própria organização. Ao mensurar o impacto social de suas ações, as empresas fazem com que os programas de engajamento social deixem de ser apenas iniciativas de participação e passem a integrar de forma consistente os relatórios ESG e de sustentabilidade. Indicadores bem definidos permitem relacionar essas ações a temas como desenvolvimento humano, bem-estar, fortalecimento comunitário, inclusão, engajamento interno, cultura e ética corporativa. Mais do que contabilizar horas ou número de participantes, é essencial compreender a transformação gerada, o fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento de competências, pois esses aspectos revelam o real valor social do programa. Para estruturar essa mensuração de forma consistente desde o início, uma das metodologias que pode ser utilizada é a Teoria da Mudança, que define com clareza os resultados sociais que se pretende alcançar e estabelece a relação entre as ações realizadas e os impactos esperados. Essa abordagem permite identificar indicadores mais consistentes e acompanhar a evolução dos resultados, demonstrando de forma estruturada como o voluntariado corporativo contribui para objetivos sociais alinhados à estratégia ESG. Com indicadores bem definidos e uma metodologia estruturada, a medição consistente, apoiada por processos e tecnologia, passa a organizar dados, facilitar análises e dar visibilidade aos resultados alcançados. Empresas que utilizam plataformas digitais de gestão de voluntariado conseguem consolidar informações sobre atividades, resultados e perfis de voluntários, tornando os relatórios mais robustos e confiáveis. Definir indicadores claros não é burocracia, mas uma forma de conectar ações voluntárias à missão da empresa e aos compromissos estratégicos de sustentabilidade. Dessa maneira, o voluntariado corporativo deixa de ser um ato isolado e se torna uma estratégia de transformação social e empresarial. Ele passa a ser ferramenta de impacto real, capaz de gerar benefícios tangíveis para a comunidade, desenvolver talentos internos e fortalecer a posição da empresa em um mercado cada vez mais exigente em relação à responsabilidade social e ambiental. *Marianna é mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ e consultora com mais de 20 anos de experiência em voluntariado corporativo. É diretora executiva do V2V, empresa de consultoria e tecnologia em responsabilidade social que já engajou mais de um milhão de voluntários em mais de 40 países e apoiou a implementação de tecnologias para a gestão de programas de voluntariado em mais de 200 empresas.
Bolívia Talk Show reestreia com Alexandre Pato como convidado nesta terça-feira (10)
Precursor dos podcasts e videocasts de resenhas esportivas, o Bolívia Talk Show (BTS) está de volta ao Desimpedidos em grande estilo e reestreia nesta terça-feira (10), às 18 horas, no YouTube do canal, com um convidado muito especial: Alexandre Pato, jogador com passagens por Seleção Brasileira, Milan, São Paulo, Corinthians e Internacional. A apresentação de Bolívia faz o programa se tornar uma entrevista nada protocolar, com muita risada, provocação ao Ronaldo Fenômeno, revelações da vida fora dos campos, polêmicas e projetos do ainda jogador. Em cerca de 40 minutos de conversa, Bolívia mostra que refinou a verve que consagrou o BTS no mundo do futebol. A nova temporada vem para resgatar a identidade do Desimpedidos, com perguntas afiadas e convidados impactantes respondendo aos mais variados assuntos. Sem uma periodicidade fixa na grade semanal, a qualidade da resenha é o que se sobressalta nessa reestreia. “Eu sofri e aprendi muito porque não consegui fazer política, sempre fui muito verdadeiro. Falei coisas que possam ter machucado alguém. Sempre fui assim, porque aprendi a ser desse jeito autêntico”, ressaltou Alexandre Pato. O atacante de 36 anos revelou que, ao contrário do que possa estar no imaginário de muitas pessoas, não se considera um jogador aposentado, ainda que não esteja em atividade nos últimos dois anos. No bate-papo, Pato diz ainda há muitas coisas para se ponderar, mas que ainda vê os jogos e pensa que tem condições de atuar. Ao mesmo tempo, mostrou que está pronto para exercer outras funções no mundo do futebol. Falou sobre ser comentarista da Copa do Mundo, ao lado de Galvão Bueno, nas transmissões compartilhadas de SBT / N Sports e que, quando parar de fato, pensa na possibilidade de ser proprietário de clube. Bolívia resgatou épocas distintas da carreira de Alexandre Pato, como sua chegada, com 17 anos, ao Milan, a vida que teve no Tianjing, da China, suas passagens pelo São Paulo, clube que demonstra mais identidade no futebol brasileiro, e com uma declaração surpreendente para o Corinthians: “Posso falar que o Corinthians está na prateleira dos clubes que amo, porque me deu algo que precisava muito. Apostou em mim, me recuperou com todos os profissionais que tinha em volta, me colocou em pé para poder jogar e pude ser campeão lá. Me deu a alegria de voltar a jogar futebol e a torcida me colocava muito para cima”, explicou. A conversa abordou a possibilidade que Alexandre enxergava de ter jogado a Copa do Mundo de 2014. E falando em Mundial, o atacante apontou quem da posição dele não pode ficar de fora da lista de Carlo Ancelotti, a exemplo de Neymar, Estêvão, Matheus Cunha, Vini Jr. e Raphinha, e quais seleções considera adversários diretos para o Brasil na busca pelo hexa. E ainda trouxe uma história do seu companheiro de quarto de época da Amarelinha que só quem assistir ao episódio vai se deliciar de dar risada.
Por que a IA pode acelerar o número de mulheres líderes em tecnologia?
Por Anaterra Oliveira, CIO da Dasa A ascensão da inteligência artificial não está apenas transformando processos e modelos de negócio, mas redesenhando o próprio conceito de liderança. E, nesse novo desenho, a presença de mulheres em posições de decisão encontra um terreno fértil para crescer, especialmente na tecnologia. Na minha visão, se por décadas a alta liderança em tech foi marcada por um perfil mais técnico e orientado à execução racional, o avanço da IA começa a deslocar esse eixo. Os algoritmos passam a assumir, com cada vez mais eficiência, tarefas estruturadas, analíticas e repetitivas. O que ganha centralidade, agora, é a capacidade de decidir em ambientes ambíguos, interpretar contextos humanos e sustentar visões de longo prazo com sensibilidade e responsabilidade. A liderança – como acredito que deve ser – passa a ser profundamente relacional, ética e sistêmica. Esse movimento ajuda a explicar por que cresce o número de mulheres em posições sêniores de tecnologia. Exemplos recentes incluem mulheres à frente de iniciativas de IA em empresas globais de tecnologia e executivas brasileiras que hoje comandam transformações digitais em setores como saúde, varejo e serviços financeiros. À medida que a IA nivela o acesso ao conhecimento, reduzindo barreiras técnicas históricas, o foco deixa de estar no “saber tudo” e passa para o “saber integrar”. Ferramentas generativas permitem que profissionais acessem metodologias, organizem análises complexas, estruturem apresentações estratégicas e simulem cenários com rapidez inédita. O capital técnico torna-se mais distribuído. E as mulheres já estão se apropriando dessa transformação. Segundo o Skillsoft Women in Tech Report 2024¹, levantamento global realizado com mulheres que atuam na área de tecnologia, 40% das profissionais entrevistadas afirmam utilizar inteligência artificial em suas atividades de trabalho. Entre aquelas que já usam essas ferramentas, 73% relatam aumento de produtividade e 19% apontam maior eficiência nos fluxos de trabalho. O dado é relevante porque demonstra protagonismo: as mulheres não estão apenas inseridas no setor, estão incorporando ativamente a IA às suas rotinas profissionais e colhendo ganhos concretos com isso. Ao mesmo tempo, 63% das profissionais que respobderam à pesquisa reconhecem que ainda falta formação adequada para explorar plenamente o potencial dessas tecnologias. Essa informação revela uma oportunidade estratégica evidente. Se já há ganhos concretos de produtividade com o uso atual, o impacto pode ser exponencial com investimento estruturado em capacitação. A IA, portanto, não apenas transforma o trabalho. Ela pode funcionar como aceleradora de ascensão profissional. Ao reduzir parte da dependência de estruturas hierárquicas tradicionais e democratizar acesso à informação, cria condições para que competências historicamente subvalorizadas ganhem espaço. Entre essas competências estão o pensamento sistêmico, a leitura de contexto, a capacidade de articulação, a construção de ambientes de confiança e a gestão de conflitos em cenários complexos. Em um ambiente onde algoritmos entregam respostas técnicas, a diferença passa a estar na qualidade das perguntas, na interpretação dos resultados e na tomada de decisão responsável. A liderança contemporânea exige habilidade para lidar com paradoxos: inovação e risco, eficiência e ética, velocidade e prudência. Exige sensibilidade para compreender impactos humanos em meio à automação crescente. Exige capacidade de escuta em um ambiente saturado de dados. Isso não significa atribuir características essenciais a homens ou mulheres. Porém, é inegável que muitas mulheres, ao longo de suas trajetórias, desenvolveram repertórios amplos de adaptação, negociação e integração de múltiplas responsabilidades. Em um cenário tecnológico que valoriza justamente essa capacidade de articulação complexa, esses repertórios deixam de ser invisíveis e passam a ser estratégicos. Há também um aspecto simbólico. À medida que mais mulheres ocupam posições de liderança em tecnologia, as referências para as próximas gerações se ampliam. A era da IA não elimina desafios estruturais. Persistem assimetrias de oportunidades ligadas a gênero, vieses inconscientes nos processos de promoção e avaliação, além de barreiras culturais que historicamente limitaram o acesso de mulheres às áreas técnicas e às posições de decisão. Mas o contexto mudou. Se a inteligência artificial redefine o que é trabalho, redefine também o que é liderar. E, nesse novo cenário, a liderança feminina não é apenas desejável, é estratégica. O crescimento da presença de mulheres na tecnologia não será automático. Dependerá de políticas organizacionais, investimento em formação e compromisso real com diversidade. Mas os sinais estão aí: quando a tecnologia resolve o racional, o humano ganha centralidade. Não se trata apenas de uma agenda de diversidade ou de uma correção histórica necessária. A transformação digital é, também, uma transformação cultural. As barreiras que limitam a presença feminina não estão só nas áreas técnicas. Elas começam muito antes, no próprio acesso e na permanência das mulheres no mercado de trabalho e acabam aparecendo com ainda mais força nos campos de tecnologia. Nesse contexto, a era da inteligência artificial pode ser o momento em que liderança feminina e tecnologia deixam de ser exceção e passem a se tornar parte estruturante do futuro. Referências
Como a inteligência artificial impulsiona o planejamento estratégico no setor de beleza
Por Davi Iglesias, CEO da Gendo O uso da inteligência artificial (IA) na rotina de gestão tem transformado a forma como empresas de serviços planejam seu crescimento e tomam decisões. No setor de beleza e bem-estar, em que a operação depende diretamente de agenda, recorrência de clientes e produtividade da equipe, o uso estratégico de dados passou a ser um grande diferencial competitivo. Durante muito tempo, o planejamento estratégico nesses negócios foi construído com base em percepções e na experiência prática dos gestores. Embora esse conhecimento continue sendo importante, a complexidade atual do mercado exige análises mais rápidas e precisas. Variações na demanda, mudanças no comportamento do consumidor e pressão por eficiência tornaram a leitura de dados operacionais um elemento central para decisões mais seguras. Dados como base do planejamento Hoje, informações geradas na rotina de atendimento como volume de agendamentos, horários de pico, serviços mais procurados, desempenho de profissionais e frequência de retorno dos clientes, oferecem um retrato detalhado do funcionamento do negócio. Quando organizados e analisados de forma estruturada, esses dados permitem identificar padrões, antecipar demandas e ajustar estratégias com maior precisão. Dessa forma, a inteligência artificial vem ganhando espaço como ferramenta de apoio à gestão. Sistemas capazes de analisar grandes volumes de dados operacionais conseguem identificar tendências e gerar recomendações práticas, reduzindo a dependência de análises manuais e tornando o planejamento mais ágil. Em vez de decisões baseadas apenas na intuição, os gestores passam a contar com evidências concretas para definir metas, ajustar preços, reorganizar a agenda ou estruturar campanhas. Algumas soluções recentes já aplicam esse conceito na rotina de negócios de serviços. O objetivo dessas iniciativas não é substituir a tomada de decisão humana, mas ampliar a capacidade de análise e trazer mais clareza para o planejamento. Além de acelerar a leitura de informações, a IA contribui para transformar dados em ações práticas. Ao identificar, por exemplo, períodos de ociosidade, serviços com maior rentabilidade ou padrões de comportamento dos clientes, é possível equilibrar a operação e direcionar esforços para atividades que geram mais resultados. Isso amplia a previsibilidade do negócio e reduz falhas comuns, como agenda mal distribuída ou falta de alinhamento entre a demanda e a equipe. Planejamento mais contínuo e menos intuitivo A adoção de ferramentas baseadas em inteligência artificial também altera a lógica do planejamento estratégico. Em vez de um processo pontual, concentrado em revisões anuais, o planejamento passa a ser contínuo, com ajustes frequentes orientados por dados atualizados. Esse acompanhamento constante permite que negócios de serviços respondam com mais rapidez às mudanças do mercado e às variações no comportamento do consumidor. Outro impacto relevante está na segurança das decisões. Com acesso a indicadores claros e recomendações baseadas em dados reais, os gestores conseguem avaliar com mais precisão o momento de investir, expandir a equipe ou revisar a oferta de serviços. Essa clareza reduz riscos e contribui para um crescimento mais sustentável. A tecnologia também favorece a organização da rotina operacional. Ao automatizar análises e consolidar informações em relatórios acessíveis, a inteligência artificial libera tempo antes dedicado a tarefas manuais e permite que a liderança concentre esforços em planejamento, relacionamento com clientes e desenvolvimento do negócio. Eficiência e competitividade no setor de serviços É fato queo avanço da inteligência artificial na gestão de salões, clínicas e outros serviços recorrentes indica uma mudança estrutural no setor. Negócios que utilizam dados de forma estratégica conseguem operar com mais eficiência, reduzir desperdícios e construir experiências mais consistentes para os clientes. Ao mesmo tempo, tornam-se mais preparados para lidar com sazonalidades, oscilações de demanda e novos padrões de consumo. Porém, mais do que uma tendência, a integração entre dados, inteligência artificial e planejamento estratégico representa uma evolução na forma de administrar negócios de serviços. Ao transformar informações do dia a dia em decisões mais claras e estruturadas, a tecnologia contribui para uma gestão mais profissional, previsível e orientada a resultados. *Davi Iglesias é CEO da Gendo, plataforma de agendamento online e gestão voltada para micro, pequenas e médias empresas.
Muito além da representatividade: o impacto real da liderança feminina em produtos e decisões de IA
Por Viviane Campos Director of Business Operations Brazil na Connectly Todos os anos, o Dia Internacional da Mulher nos convida à reflexão. Mas, em 2026, o debate sobre diversidade na liderança, especialmente em empresas de inteligência artificial, não pode mais se limitar à representatividade. Se nos últimos anos assistimos ao avanço da implementação, agora entramos em uma fase mais exigente: a da influência real. Se a IA deixou de ser experimental para se tornar infraestrutura interna dos negócios, então quem ocupa as cadeiras de decisão deixou de ser uma questão de imagem para se tornar uma questão estratégica. A pergunta central não é mais quantas mulheres estão na empresa, mas quanto poder real elas têm para influenciar produtos, experiência do cliente e ética nas organizações. Quando a liderança é diversa, as decisões tendem a ser mais completas e menos enviesadas. Pessoas com experiências diferentes enxergam riscos e oportunidades que um grupo muito parecido entre si pode não perceber, questionam mais premissas e faz com que os ambientes se tornem mais colaborativos. Na prática, isso melhora a eficiência e o lucro porque os produtos já nascem mais alinhados com a realidade dos clientes, evitando retrabalho e erros caros no futuro. Além disso, uma liderança diversa costuma prestar mais atenção em segurança e equidade, o que hoje impacta diretamente a reputação e a confiança do cliente. Quando há diferentes perspectivas na liderança, aumenta a chance de alguém levantar perguntas difíceis sobre impactos da tecnologia, uso de dados e possíveis riscos. Isso ajuda a empresa a se antecipar a problemas e a se preparar melhor para cobranças de transparência. Há também uma dimensão cultural em que times diversos tendem a ter mais sensibilidade para o impacto social das decisões tecnológicas, especialmente em IA, que afeta diretamente a vida das pessoas. Mas vale o alerta: se a diversidade for apenas simbólica, sem poder de decisão, esse benefício praticamente não aparece. Esse ponto ganha ainda mais força diante de dados recentes. A pesquisa “Diversidade sem Poder: quem entra, mas não decide”, conduzida pela Heach Recursos Humanos em janeiro de 2026, mostrou que 68% dos profissionais de grupos diversos participam de reuniões estratégicas sem poder real de decisão. O IDP (Índice de Diversidade com Poder) médio nacional ficou em 52 pontos, sendo que o indicador de poder decisório marcou apenas 47, ou seja: a presença aumentou, mas a influência ainda é limitada. Quando olhamos para experiência do cliente e canais digitais, o impacto da liderança feminina tende a se manifestar de forma ainda mais concreta no desenvolvimento de soluções baseadas em IA, especialmente em três frentes. A primeira é na compreensão mais completa da jornada do cliente. Muitas vezes, lideranças femininas trazem um olhar mais atento para pontos de fricção e para a experiência como um todo, não só para a eficiência técnica. A segunda está na humanização da automação. Em soluções de atendimento com IA, por exemplo, decisões sobre como a conversa acontece, quando envolver um humano e qual deve ser o tom da comunicação fazem muita diferença na satisfação do cliente. A terceira é a inclusão de públicos que normalmente são pouco considerados no desenho dos produtos. Isso amplia o alcance das soluções e melhora indicadores como conversão, retenção e satisfação. A IA continua eficiente, mas passa a ser também mais próxima e relevante para as pessoas, pois em um cenário onde a experiência digital define a percepção de marca, esses elementos deixam de ser detalhes e se tornam diferenciais competitivos. Para que a influência seja real, não basta ter mulheres no organograma, é preciso criar condições para que elas participem das decisões que realmente importam. Isso começa por garantir que essas líderes estejam conectadas ao coração do negócio, com responsabilidade direta sobre resultados, produtos ou receita. Sem essa conexão, a influência tende a ser limitada. Também é fundamental que a empresa tenha processos decisórios claros e transparentes. Ambientes excessivamente informais ou concentrados em poucas pessoas reduzem a diversidade de vozes. As métricas de sucesso precisam considerar o longo prazo. Se a organização valoriza apenas ganhos imediatos, decisões mais responsáveis, especialmente em IA, perdem espaço. Se 2024 e 2025 foram anos de consolidação tecnológica, 2026 marca o fim da liderança simbólica. A inteligência artificial já molda mercados, comportamentos e oportunidades. Não é razoável que decisões dessa magnitude partam de perspectivas limitadas. Quando há autonomia, responsabilidade e espaço real de decisão, a diversidade deixa de ser simbólica e passa a integrar a própria infraestrutura estratégica da empresa, gerando impacto concreto, sustentável e competitivo. Sobre VivianeViviane Campos é Head de Vendas da Connectly, com atuação focada em inteligência artificial e comércio conversacional. Possui mais de 24 anos de experiência em vendas, expansão de negócios e liderança comercial em empresas de tecnologia e inovação, como OmniChat, MadeiraMadeira e Oi. Ao longo da carreira, se especializou em estratégias de crescimento e relacionamento com clientes, sempre com o objetivo de transformar a experiência do consumidor. Formada em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense e em Marketing e Vendas pelo Centro Universitário Barão de Mauá, Viviane combina visão estratégica e sólida experiência em mercados dinâmicos para impulsionar resultados globais.
Social selling: quando a venda tradicional encontra as redes sociais
Por Bruno Alves, vice-presidente de Clientes & Social da Plusoft Desde que a sociedade existe, vender nunca foi apenas transacionar, foi antes de tudo, conversar, onde o vendedor que batia de porta em porta, o balconista que conhecia o cliente pelo nome, o comerciante do bairro entendia a dor antes de oferecer o produto: todos eles vendiam porque criavam relações. A conversa sempre foi o caminho para explicar valor, mostrar benefícios e entender uma necessidade real. O que mudou não foi o princípio da venda, mas o lugar onde ela acontece Hoje, uma boa parte dessa conversa migrou para as redes sociais. É aí que entra o social selling, não como uma moda, mas como a evolução natural da forma como marcas e pessoas se relacionam. Diferente do modelo tradicional de vendas, o social selling nasce dentro do atendimento, que acontece quando alguém entra em contato para elogiar um produto, tirar uma dúvida, reclamar, pedir uma atualização ou fazer uma sugestão. Em geral, esse canal dentro das redes sociais é visto apenas como um espaço de resolução de problemas, mas foi exatamente ao olhar com mais profundidade para essas conversas que ficou claro que ali existe uma oportunidade legítima de venda. Imagine um consumidor que entra em contato dizendo que sua geladeira quebrou, que o modelo é antigo e que não encontra mais peças no mercado. Isso não é apenas um problema a ser encerrado com um protocolo, é uma chance concreta de oferecer uma solução melhor, talvez um cupom de desconto, um upgrade, um novo produto que resolva aquela dor. E muitas vezes, a venda se concretiza ali mesmo, dentro da conversa na rede social. Esse entendimento muda completamente a dinâmica das equipes de atendimento, já que o profissional que antes tinha como único objetivo resolver demandas passa a ter um novo papel: o de vendedor consultivo. Alguém que escuta, interpreta o contexto, entende o momento do consumidor e a partir disso, oferece algo que faça sentido. Não é empurrar produto, é gerar valor no momento certo. A conversão através da conversa é, para mim, uma das transformações mais interessantes desse modelo, especialmente porque ela acontece em um canal que historicamente sempre foi associado a problemas. Encontrar oportunidades de venda justamente ali exige maturidade, empatia e inteligência tanto humana quanto tecnológica. Nesse cenário, a inteligência artificial tem um papel estratégico O primeiro passo já está acontecendo, que é usar IA para analisar o que é dito nas redes sociais e identificar com mais precisão os casos com potencial de venda. Isso significa mapear padrões, intenções, sinais de compra e momentos de oportunidade. É a base para automatizar parte desse processo no futuro. Hoje, a IA atua como um copiloto, apoiando o time humano, aponta oportunidades, ajuda a priorizar atendimentos e indica onde há maior probabilidade de conversão. Em um futuro próximo, esse copiloto será cada vez mais sofisticado, sugerindo inclusive qual produto faz mais sentido oferecer para cada pessoa, naquele contexto específico. Se olharmos um pouco mais adiante, é inevitável imaginar agentes de venda baseados em IA atuando diretamente nesses canais, primeiro em colaboração com humanos, e depois conduzindo conversas e vendas de forma autônoma. Esse caminho segue uma lógica: a IA começa analítica, evolui para preditiva e em um terceiro estágio, se torna prescritiva, interagindo diretamente com o consumidor. Isso não elimina o fator humano, pelo contrário, reforça a importância de desenhar experiências de venda mais inteligentes, éticas e centradas na necessidade real do cliente. É importante esclarecer um ponto que costuma gerar confusão: Social selling não é social commerce Social commerce é quando a rede social já nasce como um ambiente de venda direta, com vitrines, carrinhos e checkouts integrados. O social selling é outra coisa, é a venda que acontece dentro da conversa de atendimento, mediada por pessoas, contexto e relacionamento. Ainda existe um espaço enorme para crescimento nesse mercado, já que muitas empresas continuam enxergando as redes sociais apenas como um SAC ampliado ou como um canal de marketing. Enquanto isso, deixam passar oportunidades valiosas de transformar interação em relacionamento e relacionamento em receita. No fim das contas, o social selling não é sobre tecnologia, IA ou canais digitais, é sobre resgatar algo que sempre esteve no centro da venda: a conversa certa, no momento certo, com a solução certa. A diferença é que agora essa conversa acontece em escala e com muito mais inteligência envolvida. Sobre Bruno Alves Bruno Alves é executivo de tecnologia com 30 anos de experiência, atuando na Plusoft como vice-presidente desde 2020 e liderando iniciativas que conectam estratégia de clientes, dados, IA e experiência do consumidor. Tem histórico de direção executiva na iCustomer (Plusoft) e foco em evolução de CRM inteligente, automação de marketing e jornadas digitaisorientadas por dados.
Sem governança, “shadow IA” vira passivo invisível no balanço das empresas
Por Sylvio Sobreira Vieira, CEO & Head Consulting da SVX Consultoria O ano de 2025 consolidou a inteligência artificial (IA) como peça central de estratégias de negócios, mas expôs um grave desalinhamento: enquanto empresas correm para adotar IA, poucas se preocupam em governá-la adequadamente. No Brasil, 8 em cada 10 emresas ainda não possuem políticas formais de governança para IA, de acordo com o relatório Cost of a Data Breach 2025 da IBM. Esse mesmo estudo revelou que o custo médio de uma violação de dados no país já alcança R$ 7,19 milhões, evidenciando o tamanho do risco oculto quando se implementa IA sem controles e compliance claros. Empresas têm adotado a IA em busca de eficiência e vantagem competitiva, tratando modelos algorítmicos e dados como ativos intangíveis valiosos. Porém, sem governança, a IA pode rapidamente se tornar um passivo oculto. Modelos de IA mal documentados, por exemplo, são caixas-pretas que ninguém sabe explicar ou auditar. Isso não apenas dificulta correções e melhorias, como também impede a empresa de demonstrar conformidade em auditorias regulatórias ou responder por decisões automatizadas. Os riscos invisíveis de uma IA sem governança Muitos problemas gerados pela IA sem supervisão apropriada não aparecem de imediato – são silenciosos e cumulativos, explodindo quando menos se espera. Um cenário hipotético, mas plausível, descrito por especialistas: imagine uma empresa que implementa um agente de IA para qualificar automaticamente leads de vendas. Tudo corre bem, até que um cliente pergunta como seus dados foram usados. Descobre-se então que o agente cruzava informações de múltiplas fontes sem consentimento e armazenava dados sem política de retenção definida. O resultado? Notificação da ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados), multa, perda de confiança dos clientes e necessidade de rever às pressas todos os processos internos. Outros riscos frequentes envolvem a dependência excessiva de terceiros. Empresas que adotam IA sem um plano de governança acabam criando dependências tecnológicas sem alternativa: confiam cegamente em um fornecedor ou numa ferramenta externa, sem portabilidade de dados ou planos de contingência. Diante de tudo isso, por que ainda há tanta empresa negligenciando a governança de IA? Em parte, porque a velocidade da inovação superou a maturidade organizacional. Vivemos um momento de “hype” da IA, em que múltiplos sistemas e modelos são adotados simultaneamente, orquestrando processos críticos em tempo real. Muitas vezes, equipes diferentes dentro da mesma companhia implementam ferramentas de IA isoladamente – marketing usa um chatbot público, TI adota uma solução de automação, RH experimenta um algoritmo de seleção – sem uma coordenação central. Essa fragmentação leva à chamada Shadow AI: aplicações de inteligência artificial usadas de forma não autorizada ou sem supervisão dentro da organização. O fenômeno é perigoso e invisível justamente por ocorrer nas sombras – analistas e gestores bem-intencionados utilizando IA sem diretrizes claras. Conselhos e diretoria ligam o alerta vermelho Conselhos de Administração e comitês de risco das empresas começaram a olhar projetos de IA com a mesma atenção dedicada a grandes aquisições ou contratos estratégicos de tecnologia. Afinal, o potencial de impacto – seja em ganhos ou em perdas – é comparável. Pesquisas recentes indicam que a IA já figura entre as principais preocupações dos conselhos corporativos em 2026, ao lado de temas clássicos como desempenho financeiro e estratégia. Líderes querem garantias de que a tecnologia trará retorno e não uma surpresa desagradável. A gestão de riscos de IA já é vista como parte da boa governança corporativa. Porém, a realidade mostra que ainda há caminho a percorrer: somente 22% dos boards de empresas públicas afirmam ter políticas formais de governança de IA em vigor, embora outros 60% reconheçam o tema e planejem discuti-lo em breve. A expectativa é que essa conscientização cresça rápido, impulsionada tanto por casos práticos de fracassos quanto pelo avanço de regulações. Empresas mais maduras já iniciaram movimentos preventivos. Muitas corporações de grande porte, por exemplo, passaram a exigir de seus fornecedores evidências de governança de IA antes de fechar contratos. Investidores também estão fazendo perguntas específicas sobre segurança algorítmica e uso responsável de IA nos processos de due diligence de aportes e aquisições. Todos querem se certificar de que não há uma bomba-relógio escondida nos sistemas inteligentes de quem recebe seus recursos. Transformando a IA de passivo oculto a ativo confiável A boa notícia é que é possível, sim, aproveitar os benefícios da inteligência artificial sem cair nas armadilhas dos riscos invisíveis. Isso exige, primeiramente, encarar a IA como parte integrante da estratégia de negócio e da matriz de riscos da empresa, e não como um experimento isolado do departamento de TI. Envolve criar estrutura de governança: definir quem, dentro da organização, aprova e supervisiona o uso de IA; mapear todas as ferramentas e modelos em uso, inclusive aqueles contratados de terceiros; estabelecer políticas claras sobre quais dados podem (ou não) ser alimentados em algoritmos e quais critérios mínimos de explicabilidade e segurança cada projeto de IA deve atender antes de entrar em produção. Também implica implementar mecanismos de rastreabilidade e auditoria – cada decisão automatizada relevante deve deixar um rastro: qual sistema tomou, com que dados, em qual momento, e qual foi o resultado. Assim, quando houver uma dúvida ou incidente, consegue-se investigar rapidamente a causa e tomar medidas corretivas. Vale destacar que governança de IA não significa engessar a inovação, e sim habilitá-la com segurança. Empresas com políticas robustas de governança reduziram significativamente o impacto financeiro de incidentes: já as que adotam tecnologias de governança de IA conseguiram economizar, em média, R$ 629 mil no custo de cada violação de dados em comparação às que não adotam. Ou seja, controle não freia inovação – ele a torna sustentável. No balanço final, a IA governada tende a permanecer um ativo valioso que impulsiona a competitividade Cuidar da governança da IA hoje é evitar que ela se torne o problema de amanhã. O ativo e o passivo estão nas duas faces da mesma moeda tecnológica; cabe às empresas decidirem, através da boa governança, em qual lado dessa moeda querem ficar.
Por que o marketing é a nova fronteira da sua cibersegurança
Por Erlon Junior A distância entre a conveniência digital e um incidente crítico é mínima. O crime organizado transformou o ataque cibernético em um mercado profissional de alta lucratividade, atingindo corporações e governos com a mesma precisão com que o marketing atinge consumidores. Se a vulnerabilidade é comportamental, a solução não pode ser estritamente tecnológica. A arma mais eficaz nesta guerra não é apenas um novo sistema de defesa, mas uma estratégia de comunicação executada com rigor. Segurança como ativo de comportamento Assim como a segurança de dados foi vista por muito tempo como apenas um assunto técnico e cansativo. O marketing também foi visto apenas como uma ferramenta de vendas. Porém, esse cenário mudou. Hoje, a convergência é inevitável: a cibersegurança é estratégia de negócio, e o marketing é a ferramenta para torná-la orgânica. Arquitetura de Escolhas (Nudge Theory) utiliza estímulos sutis para guiar decisões sem cercear a liberdade. Aplicar isso à segurança significa utilizar design e psicologia para incentivar hábitos seguros de forma natural. A cibersegurança eficiente é aquela que o colaborador escolhe praticar porque compreende o valor real de sua identidade digital e o impacto de suas ações na continuidade do negócio. A sinergia entre Martechs e Cybertechs A integração entre tecnologias de marketing e segurança digital estabelece um ecossistema educativo de alta performance: Gamificação: Substituir treinamentos estáticos por sistemas de desafios e recompensas. Detectar uma ameaça real deve gerar reconhecimento e métricas de desempenho, transformando o aprendizado em um processo ativo. Segmentação de dados: Da mesma forma que o marketing direciona a mensagem ao público-alvo, as campanhas de conscientização devem ser personalizadas. A comunicação deve ser adaptada ao perfil técnico e gerencial de cada departamento para garantir a absorção da mensagem. Unificação de Canais: A mensagem de proteção deve ser integrada e onipresente. A diretriz de segurança precisa ser coerente em todos os pontos de contato: do anúncio em redes sociais à comunicação interna, garantindo que a cultura de prevenção seja reforçada em múltiplos canais simultaneamente. O marketing como escudo estratégico A segurança digital é o alicerce da reputação institucional. Enquanto a tecnologia opera no invisível, qualquer falha projeta a vulnerabilidade da empresa sob o foco imediato da opinião pública e sem uma comunicação estratégica, não há backup que recupere a credibilidade perdida. O marketing deve, portanto, converter manuais densos em diretrizes de consumo rápido, eliminando as falhas humanas que servem de porta de entrada para a maioria das intrusões. Ao simplificar o complexo, retira-se a maior vantagem do crime digital: a desinformação. A tecnologia estabelece a barreira, mas é a clareza da mensagem que garante que ninguém abra a porta por dentro. No âmbito governamental, essa lógica se amplia. Quando órgãos públicos sofrem incidentes, o impacto ultrapassa prejuízos financeiros e compromete serviços essenciais, políticas públicas e a própria confiança social. A proteção digital do Estado não depende apenas de infraestrutura tecnológica robusta, mas de campanhas permanentes de conscientização que orientem servidores e cidadãos. Ao comunicar riscos com clareza e educar em escala, o poder público reduz fraudes, fortalece a resiliência institucional e transforma a sociedade em parte ativa da defesa. Em um cenário de ameaças cada vez mais profissionalizadas, segurança também é uma questão de cultura coletiva. *Erlon Junior, Diretor de Marketing da Neotel Segurança Digital.
Kimberly-Clark e Omnicom anunciam mudança estratégica de comunicação no Brasil
A Kimberly-Clark e a Omnicom anunciam uma nova configuração estratégica para a comunicação de três marcas da multinacional no Brasil. A movimentação marca a estreia da Africa Creative no ecossistema da companhia, onde passa a atuar com uma entrega 360º em comunicação e estratégia. A agência assume a liderança da conta publicitária de Intimus (líder no segmento de cuidados íntimos femininos), além de assumir a operação de mídia de Huggies (cuidados infantis) e Plenitud (cuidados para incontinência). Para Intimus, a Africa Creative será responsável por toda a estratégia integrada de comunicação – incluindo planejamento, criação, conteúdo, ativações e compra de mídia. Já para as marcas Huggies e Plenitud, a agência assume a inteligência de compra de mídia. A mudança reflete um processo de consolidação: a criação de Intimus estava anteriormente na FCB Brasil, enquanto a inteligência de mídia das três marcas citadas já era de responsabilidade da Omnicom Media, sendo agora integrada à operação da Africa Creative. Além de otimizar estruturas com foco em excelência de resultado e consistência criativa, o movimento tem como objetivo ganho de agilidade e um trabalho cada vez mais colaborativo. “É uma honra trabalhar com uma empresa que sempre revolucionou suas categorias com inovação de produto e que agora assume, com a mesma ousadia, a ambição de revolucionar também a criatividade na comunicação. A Kimberly-Clark está elevando a barra do mercado. Para nós, na Africa Creative, essa parceria é a união de duas forças que acreditam que a criatividade de verdade gera valor, relevância cultural e legado”, comenta Sergio Gordilho, sócio, copresidente e CCO da Africa Creative. “Estamos muito animados com esse movimento, que acelera nossa estratégia de crescimento e fortalece as marcas da Kimberly-Clark. A parceria com a Africa Creative garante que a excelência dos nossos produtos também se reflita em uma comunicação mais ágil, moderna e conectada às necessidades dos nossos consumidores”, afirma Marília Zanoli, CMO da Kimberly-Clark Brasil.
WBP lidera rebranding da Treeal e reposiciona marca no mercado de meios de pagamento
Reposicionar uma marca é um trabalho sério, que deve ser feito com estratégia e planejamento. Baseado neste princípio, a Treeal, instituição autorizada pelo Banco Central do Brasil que cuida de meios de pagamento para empresas de todos os tamanhos, contratou a agência de comunicação e marketing WBP, no final de 2025, para fazer um trabalho de comunicação, assumindo, inicialmente, as redes sociais da empresa, tráfego pago, SEO, gestão do site e estratégia de e-mail marketing. No entanto, assim que o trabalho começou, a WBP identificou a necessidade de fazer um rebranding da marca. “O primeiro passo foi fazer um estudo detalhado para entender o cenário do negócio e como a comunicação poderia ser utilizada como um grande diferencial”, explica a sócia-diretora da WBP, Beatrice Castro. Sempre disposta a entregar o melhor a seus clientes, a agência conta com uma série de parceiros estratégicos e, para esse trabalho de rebranding para a Treeal, contou com a Tomorrow Branding, escritório especializado, que participou de todo o processo de maneira efetiva. Antes e depois: à esquerda, a antiga logomarca; à direita, a nova comunicação Etapas Beatrice conta que o trabalho foi baseado em semanas intensas de entrevistas, análises e benchmark a fim de se entender qual é a personalidade da marca e criar a melhor estratégia. “Fizemos a apresentação do projeto, que foi aprovado, e realizamos o lançamento digital da marca no início de março. Além disso, ao longo do ano, teremos outras ações para apresentar o novo ‘rosto’ da empresa.” Dentre os trabalhos realizados estão a construção da nova logomarca, assim como o site e as redes sociais, que estão com um “rosto” novo. “Fizemos também a reformulação do uniforme dos colaboradores, acompanhando a nova identidade”, relata a sócia-diretora da WBP. De acordo com o diretor de marketing da Treeal, Guilherme Capucci, o trabalho de reposicionamento realizado deixa bem explícito a empresa que eles desejam escalar; uma marca mais clara, mais forte e mais consistente. “A agência conseguiu traduzir muito bem o que já entregamos na operação, que é a confiança, a velocidade e o controle. Quanto as nossas expectativas, desejamos que o mercado entenda a Treeal como a melhor parceira de meios de pagamento em segundos e confie nela por anos”, revela.
CX em 2026: por que a experiência do cliente deixou de ser diferencial para se tornar sobrevivência
*por Simone Bervig, CMO do Grupo MakeOne A experiência do cliente nunca foi tão estratégica e, ao mesmo tempo, tão desafiadora. À medida que avançamos para 2026, fica cada vez mais evidente que as empresas que continuarão relevantes não serão apenas aquelas que investem em tecnologia de ponta, mas as que conseguem transformar inovação em relações mais humanas, ágeis e transparentes com seus consumidores. Durante muitos anos, falar de Customer Experience (CX) significava discutir canais de atendimento ou eficiência operacional. Hoje, essa visão ficou pequena demais. A experiência passou a ocupar o centro das decisões de negócio, influenciando diretamente receita, fidelização e reputação. E o consumidor, mais informado e exigente, já não diferencia tecnologia de experiência: ele espera que tudo funcione de forma simples, rápida e personalizada. Nesse cenário, observo cinco grandes tendências que vão redefinir o relacionamento entre marcas e clientes em 2026. Mais do que modismos tecnológicos, elas refletem uma mudança profunda na forma como as pessoas desejam ser atendidas e compreendidas. A promessa da personalização acompanha o mercado há anos, mas, até pouco tempo atrás, muitas experiências ainda pareciam genéricas e desconectadas. A evolução da inteligência artificial, especialmente a capacidade de compreender contexto e histórico, começa a mudar esse cenário. Em vez de interações fragmentadas, veremos sistemas capazes de lembrar preferências, acompanhar jornadas e entender o momento específico do cliente. Isso permitirá uma comunicação mais coerente, evitando repetições e tornando o atendimento mais fluido. Não se trata apenas de eficiência operacional, mas de demonstrar atenção genuína, algo que impacta diretamente a percepção de valor da marca. Se antes a empresa definia os canais de contato, agora quem dita as regras é o consumidor. Em 2026, a expectativa será de conversas contínuas que integrem texto, voz, imagem e vídeo dentro da mesma jornada, sem interrupções. Esse modelo reduz fricções e aproxima o atendimento da forma como as pessoas se comunicam no dia a dia. A experiência deixa de ser uma sequência de interações isoladas e passa a ser uma conversa contínua, onde o cliente pode alternar canais sem perder contexto. Para as empresas, o desafio será integrar tecnologias e dados para oferecer essa fluidez de forma consistente. Vivemos em uma era em que a velocidade é sinônimo de respeito ao tempo do cliente. A ideia de aguardar horas, ou dias, por uma resposta já não é aceitável para grande parte dos consumidores. Com o avanço da IA, o autoatendimento deixa de ser uma alternativa limitada e passa a resolver demandas complexas de maneira imediata. Disponível 24 horas por dia, ele permite que as pessoas encontrem soluções no momento em que precisam. O impacto vai além da redução de custos: trata-se de empoderar o cliente e dar autonomia para que ele resolva problemas sem frustrações. Durante muito tempo, as empresas tomaram decisões baseadas em relatórios que demoravam semanas para serem consolidados. Em um mercado cada vez mais dinâmico, esse modelo se torna inviável. Ferramentas de inteligência artificial estão permitindo análises em tempo real, identificando padrões, gargalos e oportunidades enquanto a experiência acontece. Isso abre espaço para ajustes proativos na jornada do cliente. Mais do que números, essas análises ajudam as empresas a entender emoções, expectativas e comportamentos, tornando as decisões mais estratégicas e alinhadas às necessidades reais das pessoas. Quanto mais a inteligência artificial se torna presente nas interações, maior é a preocupação dos consumidores com privacidade, ética e clareza. Em 2026, a transparência deixará de ser um diferencial competitivo para se tornar um requisito básico. Os clientes querem saber quando estão interagindo com uma máquina, como seus dados são utilizados e quais critérios orientam decisões automatizadas. Empresas que adotarem uma postura aberta e responsável construirão relações mais duradouras, baseadas em confiança, o ativo mais valioso em qualquer estratégia de CX. Muito além da tecnologia: a era da experiência consciente Apesar do protagonismo da inovação tecnológica, é importante reforçar que nenhuma dessas tendências funciona sem empatia e propósito. A experiência do cliente não é sobre substituir pessoas por sistemas, mas sobre utilizar a tecnologia para tornar cada interação mais relevante, humana e eficiente. Em 2026, veremos uma mudança definitiva: CX deixará de ser um departamento e passará a ser uma cultura organizacional. Todas as áreas precisarão trabalhar de forma integrada para oferecer jornadas consistentes e significativas. As empresas que prosperarão serão aquelas que entenderem que a verdadeira transformação digital não acontece apenas na infraestrutura, mas na forma como se conectam com seus clientes. Personalizar, humanizar e simplificar cada ponto de contato será uma questão de sobrevivência. A boa notícia é que nunca tivemos tantas ferramentas para construir experiências memoráveis. O desafio agora é utilizá-las com inteligência, responsabilidade e foco genuíno nas pessoas. Afinal, em um mercado cada vez mais automatizado, a confiança e a empatia continuam sendo os maiores diferenciais competitivos. *Executiva com experiência global, atuando em mercados na América Latina e Estados Unidos, Simone Bervig possui mais de 20 anos de experiência em marketing, branding e tecnologia, e coleciona passagens por multinacionais de tecnologia como SAP, Citrix e SAS. É colunista da MIT Tech Review, membro da Angel Investor Club e mentora na AngelUs Network. Atualmente é Diretora de Marketing do Grupo MakeOne.
O impacto humano por trás dos números da judicialização trabalhista
Por Karoline Monteiro, CEO do Monteiro AKL Os números da judicialização trabalhista no Brasil costumam impressionar. Segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST), apenas em 2025 foram ajuizadas 2,47 milhões de ações trabalhistas no país, o maior volume desde a Reforma Trabalhista de 2017, movimento impulsionado por recentes decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Com esse elevado número de ações em tramitação, custos elevados para empresas e um Judiciário sobrecarregado são dados frequentemente citados em relatórios, notícias e debates públicos. Por trás dessas estatísticas, no entanto, existe uma dimensão menos visível e talvez mais relevante: o impacto humano que sustenta cada processo. Toda ação trabalhista nasce de uma relação que, em algum momento, se rompeu. Não se trata apenas de cálculos, verbas ou interpretações legais, mas de histórias marcadas por expectativas frustradas, falhas de comunicação, decisões mal conduzidas e, muitas vezes, pela ausência de diálogo. Quando o conflito chega ao Judiciário, o vínculo já está desgastado, e o processo passa a representar o último recurso para a busca por reconhecimento e reparação. É comum atribuir o alto volume de ações trabalhistas exclusivamente à complexidade da legislação ou à tendência de levar conflitos diretamente à Justiça. Esses fatores existem, mas não explicam o fenômeno por completo. Grande parte da judicialização tem origem em problemas internos de gestão, como lideranças despreparadas, políticas mal implementadas, comunicação ineficiente e uma cultura organizacional que não coloca as relações de trabalho no centro das decisões. Situações como jornadas mal controladas, metas pouco claras, ausência de feedback, mudanças unilaterais de função ou remuneração e desligamentos conduzidos sem cuidado humano são exemplos recorrentes. Conflitos aparentemente pequenos, quando ignorados no cotidiano, tendem a se acumular até se transformarem em disputas formais, com impactos não só na área financeira e emocional, mas também na reputação para todos os envolvidos Sob a ótica das empresas, o processo judicial costuma ser encarado como um risco ou um passivo a ser administrado. Para o trabalhador, muitas vezes representa a tentativa de validar sua experiência e sua percepção de injustiça. Essa assimetria de expectativas ajuda a compreender por que a judicialização vai além dos números: ela reflete, de forma direta, a maneira como as relações de trabalho são construídas, conduzidas ou, não raramente, negligenciadas. Prevenir conflitos trabalhistas, portanto, não se limita ao cumprimento formal da legislação. Envolve governança, decisões mais conscientes e uma liderança capaz de alinhar desempenho, respeito e transparência. Organizações que investem em orientação adequada, políticas claras e canais efetivos de diálogo tendem a reduzir significativamente o risco de litígios, além de fortalecer a confiança interna. Nesse contexto, a atuação jurídica precisa ser estratégica e preventiva, e não apenas reativa. O Direito do Trabalho deixa de ser um instrumento acionado no conflito e passa a atuar como apoio à gestão, contribuindo para decisões mais seguras, sustentáveis e alinhadas à realidade das organizações. Ao observar os números é essencial lembrar que eles não são abstratos. Representam pessoas, relações e escolhas feitas ao longo do tempo. Compreender o impacto humano por trás dessas estatísticas é um passo fundamental para transformar conflitos em aprendizado e construir ambientes de trabalho mais equilibrados, produtivos e duradouros. *Karoline Monteiro é advogada trabalhista, doutora em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidad Museo Social Argentino (UMSA) e especialista em Advocacia Trabalhista pela Luiz Flávio Gomes (LFG), uma das mais tradicionais instituições de ensino jurídico do Brasil. É CEO do Monteiro AKL Advocacia Especializada, escritório com atuação exclusiva e 100% digital em ações envolvendo bancários com LER/DORT, fundado em 2017.
Networking executivo deixou de ser evento social e virou ferramenta estratégica de negócios
Por Felipe Guimarães Eu acompanhei de perto a mudança do networking executivo nos últimos anos. O que antes era visto como encontro social hoje funciona como ferramenta direta de geração de negócios. Empresários não buscam mais apenas visibilidade. Eles buscam conexão qualificada, decisão rápida e resultado concreto. O mercado ficou mais competitivo. As empresas precisam vender mais, reduzir risco e acelerar parcerias. O relacionamento deixou de ser acessório. Ele passou a ser ativo estratégico (recurso que gera valor para o negócio). Quem entende isso cresce com mais consistência. Atuei nos setores de saúde corporativa, seguros, eventos empresariais e projetos esportivos. Fui lojista em grandes shopping centers e administrei mais de dez lojas ao mesmo tempo. Essa experiência me ensinou uma lição simples: relacionamento certo reduz custo e aumenta oportunidade. Quando ocupei o cargo de diretor de comunicação da CDL Jovem de Salvador, percebi outro ponto importante. O empresário quer acesso, não apenas exposição. Ele quer sentar à mesa com quem decide, trocar informação relevante, resolver problema real. O networking executivo moderno organiza esse ambiente. Ele seleciona perfis, define objetivo claro e aproxima pessoas com interesses compatíveis. Esse processo reduz ruído e aumenta eficiência. Não se trata de distribuir cartões. Trata-se de criar pontes com intenção. Muitos eventos ainda mantêm formato antigo. Reúnem muitas pessoas, mas geram pouca conexão efetiva. O empresário perde tempo quando não há curadoria (processo de seleção estratégica). Ele sai com contatos, mas sem avanço real. Eu passei a estruturar projetos com foco em ecossistema (rede organizada de empresas, profissionais e instituições que interagem). Isso permite continuidade, mantém diálogo ativo e estimula parceria recorrente. O resultado aparece no médio e longo prazo. Networking estratégico exige método. Primeiro, é preciso clareza de posicionamento. A empresa deve saber quem é, o que entrega e para quem vende. Depois, ela precisa escolher os ambientes certos. Nem todo evento faz sentido para todo perfil. Por fim, ela deve acompanhar as conexões feitas. Relacionamento sem acompanhamento perde força. A confiança continua sendo a base. A diferença está na forma como ela se constrói. Hoje, o empresário valida reputação antes de fechar negócio, observa histórico, entrega e coerência. O relacionamento abre a porta, mas a consistência mantém a parceria. Eu também acredito no impacto social como parte do processo. Projetos que conectam empresários a iniciativas sociais fortalecem reputação institucional (imagem pública da empresa). Eles criam valor compartilhado. Eles ampliam alcance. O negócio cresce junto com a comunidade. Networking executivo não sobre socializar. É ferramenta de expansão. Ele acelera negociação, encurta caminho e reduz incerteza. Empresas que tratam relacionamento como estratégia ocupam espaço com mais segurança. O mercado não valoriza presença vazia. Valoriza conexão útil. Quem entende essa lógica constrói rede forte, gera oportunidade constante e transforma relacionamento em resultado. *Felipe Guimarães é empresário com atuação consolidada no Brasil, reconhecido pela articulação de ecossistemas empresariais e projetos de networking executivo de alto impacto. Com trajetória construída a partir da prática, atuou nos setores de saúde corporativa, seguros, eventos empresariais e projetos esportivos. Foi lojista em grandes shopping centers, com operação simultânea de mais de dez lojas, experiência que desenvolveu em paralelo ao cargo de diretor de comunicação da CDL Jovem de Salvador. É idealizador de iniciativas que conectam empresários, instituições e projetos de impacto social, unindo gestão estratégica, relacionamento qualificado e visão de longo prazo.
Diversidade é vantagem competitiva na era da Inteligência Artificial
*Por Ingrid Imanishi O Dia Internacional das Mulheres é um momento de balanço sobre avanços e desafios na busca por equidade. Em um contexto em que a Inteligência Artificial redefine modelos de negócio e impacta milhões de consumidores diariamente, a diversidade também é um fator determinante na qualidade e na responsabilidade das tecnologias que estamos construindo. A IA deixou de ser uma promessa para se tornar elemento central na operação das empresas. Hoje, ela automatiza decisões, interpreta comportamentos, personaliza jornadas e influencia experiências em escala. Nesse cenário, uma pergunta se torna inevitável: quem está construindo essa tecnologia e com quais perspectivas? Sistemas de IA não são neutros. Eles refletem dados, modelos e decisões humanas. Quando desenvolvidos em ambientes homogêneos, tendem a reproduzir vieses existentes e a limitar a capacidade de compreender a diversidade do público que atendem. Em um contexto em que a experiência do cliente se tornou diferencial competitivo, essa limitação pode significar perda de relevância e falhas estratégicas. A nova geração de plataformas baseadas em IA agêntica amplia ainda mais essa responsabilidade. Ela não só automatiza interações, também estrutura jornadas completas, interpreta contexto, age de forma autônoma, além de apoiar decisões em tempo real. Nesse modelo, tecnologia e governança caminham juntas. É preciso orquestrar jornadas, equilibrar eficiência com empatia e garantir governança. As mulheres vêm ocupando papel estratégico especialmente em áreas como Customer Experience, análise de dados, governança de IA, Segurança, Compliance e Estratégia Digital. Essas frentes são decisivas para que a inteligência artificial seja funcional e responsável. A presença feminina nesses espaços contribui para enriquecer a construção de soluções mais aderentes à realidade dos consumidores. Ainda assim, os desafios estruturais permanecem. O acesso à formação técnica desde os primeiros ciclos educacionais, a permanência em carreiras de tecnologia e a representatividade em cargos de liderança seguem sendo pontos críticos. Além disso, é necessário enfrentar o chamado viés invisível, aquele que não aparece de forma explícita, porém influencia decisões de contratação, promoção e até o desenvolvimento dos próprios algoritmos. A Inteligência Artificial está redesenhando o atendimento e a experiência do cliente. Garantir que mulheres participem ativamente dessa transformação é uma pauta de equidade e uma estratégia de negócios. As empresas que promovem diversidade em tecnologia tendem a desenvolver soluções mais aderentes ao cliente, reduzir riscos éticos e reputacionais e aumentam os resultados dos investimentos. Isso representa vantagem concreta! Na era da IA, diversidade não é uma pauta social isolada. É estratégia de negócio. No mês das Mulheres, é importante refletir que não existe IA de alta performance sem diversidade na sua concepção. *Ingrid Imanishi, diretora de Soluções da NiCE
ADIBRA marca presença na ITB Berlin, principal feira de turismo do mundo
A Associação Brasileira de Parques e Atrações (ADIBRA) marcou presença na ITB Berlin 2026, considerada a principal feira mundial de turismo, realizada de 3 a 5 de março, no centro de exposições Messe Berlin, na Alemanha. Representando a associação, a diretora de Educação da ADIBRA, Cyntia Carneiro, acompanhou a programação do evento e visitou os estandes do Brasil, do Estado e da cidade de São Paulo, fortalecendo conexões com o trade turístico internacional e acompanhando tendências do setor. A presença na feira também foi uma oportunidade para estreitar o relacionamento com parceiros, promover o setor de parques e atrações e acompanhar as discussões globais sobre inovação e sustentabilidade no turismo. Em sua 60ª edição, a ITB Berlin reuniu destinos, empresas e profissionais de turismo de todo o mundo, consolidando-se como um dos principais pontos de encontro da indústria global. Sobre a ADIBRA A associação, que celebrou recentemente 35 anos de fundação, reúne mais de 250 empresas filiadas que representam cerca de 700 operações e fornecedores de serviços do setor de parques e atrações turísticas. Desempenha importante papel para o setor, incluindo parques e atrações: temáticos, itinerantes, aquáticos, centros familiares em shoppings (FECs), infláveis, trampolim, dentre outros estabelecimentos. Promove a união e o desenvolvimento sustentável do setor, consolidando a cultura da segurança e da excelência por meio da educação e capacitação, inovação, ética e responsabilidade social. www.adibra.com.br
Pagsmile anuncia aquisição estratégica da A55 SCD e amplia portfólio de serviços
A A55 SCD passa a integrar o Grupo Pagsmile, que acaba de adquirir uma participação qualificada da A55 SCD de 49%, e está em processo de aquisição de controle, sujeita à aprovação do Banco Central. Nas suas outras linhas de negócio, a fintech A55 continua operando nos ecossistemas de inovação em tecnologia financeira, com cargo chefe na orquestração de pagamentos cross border. A aquisição está alinhada à estratégia de crescimento e diversificação da Pagsmile, que consolida um ecossistema financeiro integrado, reunindo pagamentos, crédito estruturado e soluções bancárias sob estrutura regulada. A incorporação da licença de Sociedade de Crédito Direto (SCD) amplia as possibilidades de atuação do grupo no mercado e viabiliza, futuramente, o desenvolvimento de novos produtos de crédito voltados para Pessoa Jurídica, respeitando os prazos e exigências regulatórias. Para Marlon Tseng, CEO da Pagsmile, “com a aquisição da A55 SCD, a Pagsmile fortalece seu posicionamento como plataforma financeira completa. Este movimento reforça nossa estratégia de crescimento estruturado e responsável, ampliando nossa atuação no ecossistema financeiro.” O executivo destaca ainda que a companhia segue crescendo em estrutura física, número de colaboradores e inteligência de dados e tecnologia para atender à nova demanda de clientes.
2026 será o ano das experiências e o varejo já escolheu um novo campo de batalha para rivalizar com a Black Friday e impulsionar a economia
Ano após ano, a Black Friday deixou de ser apenas mais uma data promocional e passou a rivalizar de igual para igual com o Natal, historicamente o maior motor do varejo brasileiro. Em 2025, a última semana de novembro voltou a se consolidar como uma das principais janelas de consumo do país, reforçando o poder de um sazonal bem construído. Segundo levantamento do Itaú Unibanco, as vendas na última Black Friday cresceram 28,5% em relação a 2024. O e commerce avançou 33,3% e o uso do Pix subiu 37,5% entre os pagamentos realizados no período. Estimativas da Confi Neotrust apontam que o faturamento isolado da sexta-feira atingiu cerca de R$ 4,8 bilhões, alta de aproximadamente 11% frente ao ano anterior, mesmo em um ambiente de competição mais intensa entre marketplaces e gigantes globais. Mais do que volume, os números revelam maturidade. O consumidor brasileiro pesquisou mais, planejou mais e antecipou compras, especialmente em categorias de maior valor agregado, como tecnologia e grandes eletrodomésticos. Pesquisa com consumidores mostra que 53% dos brasileiros planejavam comprar eletroeletrônicos e eletrodomésticos na Black Friday de 2025, evidenciando o quanto a data já faz parte do calendário mental do país. Quando o sazonal vira estratégia A Black Friday se tornou um case clássico de como um evento sazonal pode ancorar a estratégia anual de geração de demanda. Não se trata apenas de desconto, mas de timing, narrativa e previsibilidade. O consumidor sabe que ali encontrará oportunidades reais e, por isso, organiza seu orçamento. No primeiro semestre, a Semana do Consumidor tem ensaiado ocupar um espaço semelhante. Em 2025, o período movimentou cerca de R$ 8,3 bilhões no e commerce, crescimento de 13,6% em relação a 2024, com 61 milhões de itens vendidos. Ainda assim, o Dia do Consumidor isoladamente registrou leve recuo na comparação anual, indicando que, embora a semana ganhe tração, ela ainda não alcança a potência simbólica e financeira da Black Friday. A diferença é estrutural. Enquanto a Black Friday se beneficia da proximidade do décimo terceiro salário e da temporada de compras de fim de ano, março exige um esforço adicional de convencimento. Não há bônus no contracheque nem urgência natalina. Há, no máximo, boletos do início do ano. 2026 será um teste de fogo O desafio se amplia em 2026. O calendário terá múltiplos feriados prolongados, grandes festivais como o Rock in Rio e a Copa do Mundo, eventos que tradicionalmente deslocam parte do orçamento para viagens, lazer e experiências. Estudos internacionais indicam que, em anos com maior oferta de entretenimento e turismo, o consumidor tende a priorizar vivências em detrimento de bens duráveis, adiando compras de maior ticket. Em outras palavras, o varejo de produtos não vai concorrer apenas entre si, mas principalmente com o varejo de experiências. Competirá com passagens aéreas, ingressos para shows, pacotes de viagem e churrascos de feriado. Esse novo tabuleiro exige estratégia fina. Não basta cortar preço. Será preciso criar novos rituais de consumo capazes de gerar expectativa, conversa e desejo em momentos menos óbvios do calendário. Karcher aposta em um novo pico de consumo A Karcher Brasil entendeu o recado. Em 2025, a companhia ultrapassou R$ 1 bilhão em faturamento. Desse total, R$ 100 milhões foram gerados apenas durante a Black Friday, evidenciando o peso da data no desempenho anual. Agora, a marca quer replicar esse impacto no primeiro semestre. Para isso, criou a Yellow Week, uma plataforma promocional com descontos agressivos, inclusive superiores aos praticados na Black Friday, e meta ambiciosa de R$ 50 milhões em faturamento apenas na última semana de março. “Queremos gerar um movimento que aumente o diálogo da marca com o consumidor e impulsione nossa performance no primeiro semestre surfando a onda do mês do consumidor, mas criando um movimento proprietário e imperdível para o consumidor. A estratégia foi criada já no ano passado porque prevíamos que esse ano pedia uma janela de consumo só nossa. Por isso colocamos a fábrica para aumentar a produção, negociamos com os principais clientes das linhas residenciais, como o Mercado Livre, e destinamos um investimento significativo de marketing para movimentar a atenção do consumidor e criar um novo sazonal no nosso calendário”, afirma Marco Dutra, CEO da Karcher Brasil. Segundo ele, a decisão envolve risco calculado. “Sabemos que a atenção do consumidor estará dividida entre viagens, festivais e futebol. Justamente por isso, precisamos ser ainda mais relevantes e estratégicos. Esse ano queremos mudar a cultura de entendimento do consumidor em relação à Kärcher, queremos que ele perceba que há vantagens imperdíveis em março e em novembro.” Ligia Pugliesi, gerente de marketing da companhia, explica que a marca estruturou uma campanha exclusiva para a data, com o segundo maior aporte de marketing da história da empresa. “Criamos uma estratégia robusta que inclui liveshops nas plataformas da marca no Instagram, presença estruturada no TikTok Shop, que é uma grande aposta para 2026, além de campanhas digitais com influenciadores e investimentos em mídia digital, em streamings e OOH para ampliar alcance e consideração. Todos os esforços estão direcionados para consolidar essa data e alcançar nossos objetivos audaciosos.” O varejo em modo reinvenção O movimento da Karcher não é isolado. Ele simboliza uma tendência maior: a necessidade de criar novos motores de demanda em um ambiente em que o consumidor está mais seletivo e com múltiplas possibilidades de destino para seu orçamento. A Black Friday de 2025 comprovou que um sazonal forte pode redefinir resultados. O que está em jogo agora é a capacidade de replicar esse fenômeno fora do segundo semestre, em um ano que promete ser dominado por experiências. Se 2026 será o ano das viagens, festivais e futebol, o varejo já deixou claro que não assistirá a essa disputa de braços cruzados. O novo campo de batalha está aberto. E, desta vez, a guerra não é apenas por desconto. É por relevância.
Sehal lança Núcleo de Estudos para fortalecer Gastronomia, Hospedagem e Turismo no Grande ABC
O Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) anuncia a criação de um Núcleo de Estudos para o Desenvolvimento dos setores de Gastronomia, Hospedagem e Turismo na Região. A proposta foi apresentada durante reunião mensal do COMTUR Santo André, em fevereiro, e presidido por Paulo Tinoco, que também representa o sindicato. A iniciativa tem como objetivo estruturar um grupo permanente de estudos e articulação regional, reunindo representantes do poder público e da iniciativa privada para discutir estratégias, propor ações e potencializar o setor nas sete cidades do Grande ABC. Segundo o presidente do Sehal, a proposta nasce da necessidade de planejar o crescimento do setor. “A Região tem potencial gastronômico e hoteleiro. Por isso, a ideia do Núcleo é justamente criar um grupo estratégico para pensar o setor, propor melhorias e qualificar cada vez mais nossos serviços”, destacou. O grupo vai contar com a participação de diretorias das Secretarias de Turismo da Região, empresários dos segmentos e integrantes do Grupo de Turismo do Consórcio Intermunicipal Grande ABC. Entre as prioridades estão a qualificação profissional, a troca de boas práticas, a construção de propostas conjuntas e a promoção integrada do destino ABC. Primeiro passo Para Paulo Tinoco, o Núcleo de Estudos representa um passo estratégico para consolidar o Grande ABC como referência em turismo gastronômico e de negócios, promovendo desenvolvimento econômico, geração de empregos e maior integração entre os municípios da Região. “Embora a proposta tenha sido lançada inicialmente em Santo André, o objetivo do Sehal é ampliar o debate para todas as sete cidades, permitindo que cada município contribua com sugestões e projetos que fortaleçam o turismo regional, especialmente nas áreas de gastronomia e hospedagem”, reforçou Paulo Tinoco. Lançamento A entidade também prevê a realização de um evento presencial de lançamento oficial do Núcleo, na sede do Sehal, em data a ser divulgada. O encontro reunirá todos os convidados a integrar o grupo e marcará o início formal das atividades. Sobre o Sehal Fundado em 12 de julho de 1943, o Sehal é uma entidade sindical patronal sem fins lucrativos que representa e apoia empresários do setor de hospedagem e alimentação no Grande ABC. Com atuação focada na valorização e no fortalecimento do segmento, o sindicato investe continuamente na qualificação e atualização dos empresários, promovendo a reciclagem de conhecimentos em diversas áreas estratégicas. Reconhecido como um dos sindicatos patronais mais atuantes do Brasil, o Sehal se destaca pelas conquistas alcançadas ao longo de sua trajetória e pela constante ampliação do número de associados.
Bossa Invest: Mulheres ampliam presença e lideram 255 startups dentro do portfólio
O avanço do empreendedorismo feminino tem redesenhado o ecossistema global de inovação e de startups. Hoje, as mulheres representam quase metade das pessoas que iniciam novos negócios no mundo, refletindo uma mudança estrutural na dinâmica empresarial. No Brasil, esse movimento também ganha escala. Estima-se que mais de 10 milhões de mulheres estejam à frente de empresas no país, número que cresce de forma consistente ao longo dos últimos anos. No universo das startups, o avanço ainda enfrenta barreiras históricas de acesso a capital, mas já mostra sinais claros de transformação. Empresas fundadas ou cofundadas por mulheres representam cerca de 20% das startups em operação, e o número de rodadas de investimento envolvendo lideranças femininas tem aumentado gradualmente, sobretudo em áreas como tecnologia, saúde, educação e serviços digitais. Ao mesmo tempo, estudos de performance indicam que startups com mulheres no time fundador tendem a apresentar maior eficiência na gestão de capital e crescimento sustentável, fator que tem ampliado o interesse de investidores por negócios liderados por empreendedoras. Esse cenário tem impulsionado redes de investimento, programas de aceleração e comunidades de inovação focadas em ampliar a presença feminina no empreendedorismo de alto impacto. À medida que mais mulheres assumem posições de liderança na criação de empresas inovadoras, cresce o interesse de investidores por negócios fundados ou liderados por empreendedoras, ampliando a diversidade de ideias, modelos de gestão e soluções tecnológicas no ecossistema de inovação. Esse movimento já pode ser observado em diferentes portfólios de investimento no Brasil. O avanço da presença feminina no empreendedorismo também começa a ganhar espaço dentro do mercado de venture capital. À medida que mais mulheres assumem posições de liderança na criação de empresas inovadoras, cresce o interesse de investidores por negócios fundados ou liderados por empreendedoras, ampliando a diversidade de ideias, modelos de gestão e soluções tecnológicas no ecossistema de inovação. Para Paulo Tomazela, CEO da Bossa Invest, essa mudança já aparece de forma concreta dentro do próprio ecossistema de investimentos. “Hoje temos 255 startups do portfólio da Bossa Invest fundadas ou lideradas por mulheres, o que mostra como o empreendedorismo feminino tem avançado também no universo das startups. Quando ampliamos a diversidade dentro do ecossistema, ampliamos também a capacidade de resolver problemas reais da sociedade. Startups lideradas por mulheres trazem novas perspectivas de gestão, de mercado e de desenvolvimento de produtos. Esse movimento fortalece o ecossistema e cria empresas mais resilientes e inovadoras”, afirma. O crescimento da presença feminina no ecossistema de inovação tem provocado uma mudança gradual na forma como investidores avaliam oportunidades de negócio. Startups fundadas ou lideradas por mulheres vêm ganhando maior visibilidade e demonstrando capacidade de escalar modelos de negócio em diferentes setores. Esse movimento contribui para ampliar a diversidade de soluções no mercado e fortalece um ambiente de inovação mais dinâmico, no qual diferentes perspectivas de gestão e desenvolvimento de produtos passam a ter espaço dentro do universo das startups. “O empreendedorismo feminino tem mostrado uma capacidade consistente de geração de valor. Cada vez mais vemos mulheres criando empresas escaláveis, estruturando modelos de negócio sólidos e resolvendo problemas relevantes da economia real. Essas fundadoras costumam trazer uma visão muito estratégica de gestão, de construção de equipe e de desenvolvimento de produtos. Quando o ecossistema passa a apoiar mais mulheres empreendedoras, ele não apenas amplia a diversidade, mas também fortalece a qualidade das soluções que chegam ao mercado. Investir em fundadoras é investir em inovação, em crescimento sustentável e em um ambiente empresarial mais equilibrado e competitivo”, completa Claudia Rosa, Investidora da Bossa Invest.
SalesRush promove workshop gratuito para transformar operações comerciais e eliminar improviso nas vendas B2B
A SalesRush, aceleradora comercial especializada em vendas B2B, anuncia o workshop gratuito “Vendas Sem Improviso”, que será transmitido no dia 11 de março, das 16h às 18h, para se cadastrar e entrar na comunidade esse é o link: workshop.salesrush.com.br. Voltado para profissionais de vendas, líderes comerciais, marketing, founders, agências de publicidade e empresas de tecnologia, o workshop tem como objetivo apresentar uma metodologia prática para construir processos previsíveis de ponta a ponta — da definição de ICP ao fechamento. O conteúdo destaca os erros mais comuns que prejudicam a conversão e mostra como estruturar um fluxo comercial moderno com apoio de dados, frameworks e inteligência artificial. O workshop será conduzido por Daniel Rosa, CEO da SalesRush e especialista em estratégia comercial para o mercado de comunicação e marketing, e Camila Bove COO da SalesRush, especialista em prospecção, processos e inteligência de vendas. Juntos, eles apresentarão os 10 pilares essenciais do outbound moderno, incluindo diagnóstico comercial, construção de listas qualificadas, fluxos de cadências, estratégia de prospecção multicanal, social selling, gatilhos de conexão, objeções e fechamento. E no final o bônus sobre inteligência artificial e CRM. Segundo Daniel Rosa, “as empresas ainda sofrem com vendas conduzidas de forma diferente por cada vendedor, pipeline cheio e baixa conversão. Esse workshop é um chamado para trazer estrutura, método e previsibilidade para o processo de vendas.” A SalesRush atua há mais de cinco anos acelerando operações comerciais, tendo atendido mais de 300 empresas em projetos de diagnóstico, agenda, consultoria, prospecção e social selling com IA. A iniciativa reforça o compromisso da empresa em preparar o mercado para um novo momento da venda B2B, combinando processo, tecnologia, dados e inteligência emocional. Serviço — Workshop Vendas Sem Improviso• Data: 11 de março de 2026• Horário: 16h às 18h• Online, link para cadastro e entrar na comunidade: workshop.salesrush.com.br• Inscrição: Gratuita
Inspiração emociona. Transformação permanece.
Valorizar histórias é importante. Reconhecer impacto é essencial. Desde 2024, a ABCCOM vem colocando em evidência mulheres que não apenas atuam no mercado do marketing e da comunicação, mas que ajudam a moldá-lo diariamente com visão estratégica, liderança e coragem empreendedora. A campanha nasceu com um propósito claro: dar visibilidade às mulheres que estão à frente de suas próprias empresas, conduzindo negócios, gerando empregos, formando equipes e impulsionando o desenvolvimento de um mercado cada vez mais profissional, ético e inovador na região do ABC. Em sua primeira edição, em 2024, o projeto reuniu 18 mulheres empreendedoras da área da comunicação — profissionais com trajetórias sólidas, histórias inspiradoras e atuação relevante em diferentes frentes do setor. A maioria com forte atuação no ABC, fortalecendo o ecossistema local e consolidando a região como um polo estratégico da comunicação. O crescimento foi consistente e orgânico. Em 2025, o grupo praticamente dobrou de tamanho, ampliando a representatividade e fortalecendo o movimento dentro da comunidade. Agora, em 2026, além de um novo e importante aumento no número de participantes, a campanha também avança geograficamente: embora a maioria das empreendedoras ainda seja do ABC, o projeto já conta com representantes da capital paulista, ampliando sua influência e consolidando pontes entre o ABC e São Paulo. Esse avanço não é apenas numérico. Ele reflete o reconhecimento da iniciativa e a força de uma rede que cresce pela credibilidade, pela consistência e pelo propósito. Todas as mulheres participantes têm algo em comum: estão à frente de suas empresas, liderando equipes, enfrentando desafios de mercado e entregando resultados consistentes. São empresárias que conciliam estratégia, criatividade e gestão, contribuindo diretamente para a evolução do setor e para a construção de um ambiente mais colaborativo e sustentável. Mais do que uma campanha, a iniciativa se tornou um marco dentro da Comunidade ABCCOM, reforçando o compromisso da entidade com o fortalecimento do empreendedorismo feminino e com a construção de um mercado mais inclusivo, conectado e em expansão. Para Daniely Farina, à frente da ABCCOM, o projeto representa muito mais do que visibilidade: “Essa campanha representa reconhecimento, mas principalmente responsabilidade. Estamos falando de mulheres que não apenas inspiram, mas que transformam o mercado todos os dias com seu trabalho, sua gestão e sua visão de futuro. Colocá-las em evidência é fortalecer toda a cadeia da comunicação no ABC e ampliar esse diálogo com São Paulo. Quando valorizamos essas empreendedoras, fortalecemos a comunidade, impulsionamos o crescimento regional e mostramos que é possível liderar com competência, propósito e impacto real.” A campanha também reúne profissionais que ajudam a contar e registrar essas histórias. Para a jornalista Maria Claudia Klein, responsável pelo portal Casa Vida Prática e integrante da iniciativa, fazer parte do projeto representa um reconhecimento significativo de sua trajetória profissional e empreendedora: “Há três anos, tenho a honra de ser convidada para integrar a Campanha da ABCCOM — um reconhecimento que se tornou um marco na minha trajetória como jornalista e como mulher. Afinal, empreender no Brasil é um ato de coragem diária, e transformar comunicação em propósito é, para mim, mais do que profissão: é posicionamento, construção de legado e afirmação de voz em um mercado que exige resiliência, estratégia e informações bem apuradas.” Por trás das imagens que retratam essas mulheres e ajudam a eternizar cada edição da campanha está o olhar sensível da fotógrafa Samara Alcântara, responsável pelos registros do projeto desde seu início. “Há três anos, mulheres se encontram diante da minha lente para afirmar algo simples e poderoso: suas histórias merecem ser vistas. A cada ano nos conectamos mais e, para mim, é uma honra construir cada imagem.” Ao longo dos últimos anos, o projeto acompanhou o amadurecimento da própria comunidade. O que começou como uma homenagem se consolidou como um movimento de posicionamento, expansão e valorização do legado construído por mulheres que abriram caminhos e seguem criando novas oportunidades. Em um mercado dinâmico e em constante transformação, dar visibilidade a essas lideranças não é apenas celebrar conquistas individuais — é reconhecer que o desenvolvimento do setor passa, necessariamente, pela força, pela competência e pela visão estratégica dessas empreendedoras. Porque inspiração emociona. Mas transformação permanece.
O legado feminino na arte e na política brasileira
Por: Flor Pimentel, Diretora de Marketing do iArremate Em fevereiro de 1922, o Teatro Municipal de São Paulo tremeu sob os passos de um grupo que decidiu desafiar o status quo de uma sociedade paulistana profundamente conservadora. Se os homens do Modernismo trouxeram o barulho, as mulheres trouxeram a cor e a coragem de viver fora das normas. Neste Dia Internacional da Mulher, celebramos aquelas que foram, em números, modestas; em conteúdo, avassaladoras. Antes de 22, o destino artístico feminino era o “limbo” das naturezas-mortas e temas sacros. Artistas como Maria Pardos, Abigail de Andrade e Alice Santiago abriram caminhos no século 19, mas foi a vanguarda modernista que permitiu à mulher brasileira ser, finalmente, a dona de sua própria narrativa. Anita Malfatti: a coragem sob ataque O Modernismo brasileiro deve sua existência a Anita Malfatti. Filha do engenheiro italiano Samuele Malfatti e da norte-americana Betty Krug, Anita nasceu com uma atrofia no braço direito, o que a levou a desenvolver uma técnica visceral com a mão esquerda. Em dezembro de 1917, sua exposição individual em São Paulo foi o verdadeiro estopim do movimento. Ao ser duramente criticada por Monteiro Lobato, Anita não recuou; ela se tornou o símbolo de resistência que uniu o grupo de 22. Foi a artista com maior presença na Semana de Arte Moderna, expondo 20 telas, incluindo as icônicas A Mulher de Cabelos Verdes e O Homem Amarelo. Viveu de forma independente, nunca se casou e dedicou sua vida inteira à liberdade criativa. Tarsila do Amaral: o vermelho da vanguarda Embora não estivesse presente fisicamente nos dias da Semana (estava em Paris estudando com mestres como Fernand Léger), Tarsila do Amaral é a tradução visual do movimento. Filha dos proprietários de terras José Estanislau do Amaral e Lydia Dias de Aguiar, de Capivari, ela se juntou ao “Grupo dos Cinco” em junho de 1922. Seu famoso “Auto-Retrato (Manteau Rouge)”, de 1923, é um marco dessa independência. O casaco de seda vermelha, desenhado pelo estilista francês Paul Poiret, foi usado por ela em um jantar na Ópera de Paris em homenagem a Santos Dumont. Tarsila escolheu essa imagem para seu retrato não apenas pelo luxo, mas pelo que Poiret representava: a libertação feminina do espartilho. Ela uniu a sofisticação europeia à força brasileira do Abaporu (1928), obra que deu início à Antropofagia. Pagu e Zina Aita: a rebeldia e a pluralidade Patrícia Galvão, a Pagu, era a “enfant terrible”. Em 1922 era apenas uma menina, mas logo se tornou a voz mais moderna e política do grupo. Usava roupas masculinas, fumava em público e foi a primeira mulher presa por motivos políticos no Brasil. Em 1933, publicou “Parque Industrial”, denunciando a exploração operária e a objetificação doméstica da mulher. Ao lado de Anita em 1922, tivemos também a mineira Zina Aita. Formada em Florença, Zina trouxe influências do pós-impressionismo, provando que o Modernismo tinha raízes além do eixo Rio-São Paulo. Olívia Guedes Penteado: o suporte da arte Nada disso teria a mesma escala sem Olívia Guedes Penteado. Filha dos Barões de Pirapitingui, Olívia casou-se com o primo Inácio Leite Penteado e dividiu sua vida entre o luxo de Paris e São Paulo. Após ficar viúva, tornou-se a grande mecenas dos modernistas. Suas galerias e salões eram o ponto de encontro da inteligência brasileira. Foi ela quem financiou e organizou a histórica viagem de “descoberta do Brasil” em 1924, levando os artistas para redescobrirem o barroco mineiro. Um legado em cores fortes Celebrar estas mulheres hoje é entender que a liberdade que respiramos foi conquistada com pinceladas de audácia. Elas não levantaram bandeiras em passeatas; elas simplesmente foram feministas em cada escolha de vida, em cada tela que desafiava a anatomia clássica e em cada texto que questionava o poder. O legado de Tarsila, Anita, Pagu, Zina e Olívia não é uma peça de museu empoeirada, mas uma chama viva que nos convida à autenticidade. Que neste 08 de março, possamos olhar para o “Manteau Rouge” de Tarsila e para o olhar firme da “Mulher de Cabelos Verdes” de Anita, lembrando que o Brasil moderno nasceu de mãos femininas que se recusaram a pintar apenas o que o mundo esperava delas. Elas pintaram o futuro. E esse futuro é nosso.
O ano da virada para as 2000 fintechs brasileiras é em 2026
Por Gabriel Sousa César, administrador; CEO da M3 Lending, fintech que conecta projetos em busca de financiamento e investidores em busca de bons negócios Esta virada de ano vai ser decisiva para o mercado de fintechs. Desde o começo do segundo semestre de 2025, o Banco Central vem promovendo alterações na regulamentação desse segmento. Na Câmara dos Deputados, tramita um projeto de lei que institui uma espécie de “estatuto das fintechs”. Entre outras medidas, a proposição inclui uma maior tributação das plataformas digitais que oferecem serviços financeiros. Para 2026, a discussão deve ganhar ainda mais força. Mas o texto vai além da questão tributária. O Projeto de Lei Complementar 137/2025, conhecido como marco regulatório das fintechs, propõe a criação de princípios e diretrizes voltados à inovação, inclusão financeira, proteção do consumidor e estímulo à concorrência, estabelecendo ainda obrigações de governança, transparência e execução de serviços financeiros. Em outras palavras, o PL busca estruturar o setor sob uma ótica de segurança jurídica e amadurecimento institucional, ao mesmo tempo em que incentiva a inovação e o equilíbrio competitivo entre bancos tradicionais e empresas de tecnologia financeira. Esse debate é fundamental porque o mercado de fintechs ultrapassou a fase da novidade e passou a ocupar um papel central na economia digital. Segundo um levantamento da PwC Brasil divulgado em agosto, o volume de crédito concedido pelas fintechs registrou alta de 68%, alcançando R$ 35,5 bilhões em 2024 — um volume que reforça a necessidade de diretrizes claras e de um ambiente regulatório robusto. Mas, independentemente dessas mudanças de ordem legal, o que é importante destacar neste momento é que duas premissas devem estar — e na verdade sempre estiveram — entre as preocupações do mercado de fintechs. Refiro-me à governança desses negócios e à sustentabilidade financeira. São dois atributos fundamentais para que elas consolidem reconhecimento e credibilidade perante a sociedade. Depois do boom na década passada, as plataformas digitais de serviços financeiros tornaram-se imprescindíveis para a economia. Portanto, cuidar da sobrevivência sustentável do mercado de fintechs não diz respeito apenas à proteção dessas empresas. Significa assegurar inclusão bancária, acesso ao crédito pessoal e empresarial e fomento ao setor produtivo. Embora negócios disruptivos, as fintechs priorizaram uma governança interna sólida e organizada. Em suas estruturas administrativas, cada sócio se responsabiliza por uma área da empresa, o que garante tranquilidade e segurança na definição de estratégias. A divisão de atribuições proporciona uma gestão profissional e especializada. Em outras palavras, estou dizendo o seguinte: o fato de startups, como são as fintechs, emergirem do espírito empreendedor e romperem com lógicas tradicionais e modelos pesados não quer dizer que se tratem de negócios desestruturados. Há muita ordem e foco na governança. Do contrário, não há como se manter em um mercado de competição acirrada. Uma governança profissional leva a um crescimento sólido e sustentável. Startups de um modo geral — e em particular as fintechs — também se caracterizaram, sobretudo no início desse processo, por saltos exponenciais em seus resultados. Como não lembrar, na virada dos anos 1990 para os anos 2000, da “bolha da Nasdaq” — a queda no mercado de ações de empresas de internet, logo após uma hipervalorização desses empreendimentos? Porém, no mercado de fintechs, em particular no Brasil, não há replicação desse fenômeno. Em regra, o setor vem sendo marcado por players de considerável liquidez financeira. Nesse ponto, a regulação do sistema financeiro nacional garante que não só os bancos convencionais, como também as fintechs, nos mais variados segmentos, atuem de maneira responsável. A combinação entre governança e sustentabilidade financeira, que faz parte do modelo de negócios das fintechs, tende a se tornar cada vez mais perceptível pela sociedade. Ganham as plataformas e seus investidores; ganha a economia; ganha o país.
Jim Beam reforça sua conexão histórica com o automobilismo
A temporada 2026 da Fórmula 1® começa oficialmente no dia 8 de março, com o GP da Austrália, e inaugura também um novo momento para Jim Beam. Após anunciar, no ano passado, a parceria global com a Cadillac Formula 1® Team, o Bourbon Nº 1 do Mundo patrocina a nova equipe a integrar a categoria desde 2016. Essa conexão carrega também um simbolismo histórico. Durante a Lei Seca nos Estados Unidos, a família Beam protegia sua levedura patenteada, elemento central da receita, transportando o pote de vidro no banco da frente de seu Cadillac para garantir a continuidade da produção mesmo em um período de restrições. Décadas depois, essa história ganha um novo capítulo, agora nas pistas. Se no automobilismo as decisões acontecem em frações de segundo, no Kentucky o tempo é parte essencial do processo. Com mais de 230 anos de história e oito gerações da família Beam à frente da produção, a marca vê na categoria um território natural de afinidade. Precisão, consistência e trabalho em equipe, pilares das pistas, também fazem parte do processo que transformou o Bourbon Nº 1 do Mundo em uma referência global. Durante o calendário, a marca estará presente com ativações, ações no varejo e iniciativas ligadas ao consumo responsável. A proposta é aproveitar o ciclo da competição como ponto de encontro com o público, especialmente em mercados estratégicos, como o Brasil. Um ritual que vai além das pistas Com o campeonato em andamento, a marca amplia sua presença também fora das pistas, valorizando o hábito de acompanhar as corridas como um programa que vai além do esporte. Seja em casa, no bar ou em encontros organizados especialmente para a transmissão, a ideia é incentivar esse clima de torcida compartilhada que faz parte da cultura do automobilismo. “O automobilismo é um dos maiores palcos esportivos do mundo e, nesta temporada, ganha ainda mais força com dois ícones americanos juntos. Queremos que Jim Beam esteja presente nessas ocasiões em que as pessoas se reúnem para assistir a corrida, conversar e aproveitar o momento, com opções refrescantes e versáteis para acompanhar cada etapa”, afirma Lizandra Freitas, diretora-geral da operação da Suntory Global Spirits no Brasil. De perfil equilibrado, com notas adocicadas do milho e maturação em barris de carvalho, Jim Beam se adapta a diferentes propostas de consumo. Pode ser apreciado puro, com gelo ou em combinações mais leves, que valorizam suas características.
EBC expande comunicação pública no Ceará com duas inaugurações nesta semana
A comunicação pública no Ceará foi ampliada nesta semana com as inaugurações da TV IFCE Educativa e Rádio Educativa FM 86.7, frutos de cooperação entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Os veículos expandem a atuação da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), levando conteúdos educativos, culturais e informativos à grande Fortaleza e ao interior do estado. Na quinta-feira (5), em Iguatu, foi inaugurada a TV IFCE. O novo canal vai permitir que mais de 104 mil cearenses nos munícipios de Iguatu e Quixelô tenham acesso aos conteúdos de alta qualidade produzidos pela TV Brasil e parceiras. A cerimônia contou com a participação da gerente-executiva de Integração de Conteúdos e Rede da EBC, Lídia Neves; do reitor do IFCE, José Wally Menezes; do diretor-geral do IFCE Campus Iguatu, Francisco Heber da Silva; do presidente da Câmara Municipal de Iguatu, vereador Diego Gomes Felipe; e outras autoridades do Governo do Brasil, do Ceará e do município. Já nesta sexta-feira (5), em Fortaleza, entrou em operação a Rádio Educativa FM 86.7, também em parceria com o IFCE. Com área de cobertura voltada à capital e ao entorno metropolitano, o veículo alcança os municípios de Fortaleza, Caucaia, Maracanaú, Maranguape, Pacatuba, Eusébio, Aquiraz e Itaitinga, abrangendo uma população estimada de 3,1 milhões de habitantes. Além de representantes do IFCE, EBC e Governo Feral que estiveram em Iguatu, o ato de lançamento na capital reuniu também o superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Daniel Barboza; o superintendente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Nabupolasar Feitosa; o secretário nacional de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Inácio Arruda; a presidente da TV Ceará, Lena Ximenes; e o secretário substituto da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (MEC), Sérgio Pedini. “A inauguração da TV Educativa em Iguatu e da Rádio Educativa IFCE 86,7 FM na Grande Fortaleza representa a força do IFCE na nossa rede. Há um grande potencial nesta parceria, devido a toda a capacidade de produção de conhecimento do instituto e à capilaridade no Ceará”, afirma Lídia Neves. A união entre as instituições que fazem comunicação pública no estado representa um grande marco para a RNCP”, complementa a gerente-executiva. TV IFCE leva comunicação pública para o interior do Ceará A implantação da TV IFCE Campus Iguatu recebeu investimento federal de R$ 916.559,00, por meio do programa Brasil Digital, que é coordenado pelo Ministério das Comunicações (Mcom) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Além dos recursos federais destinados aos equipamentos de transmissão, o IFCE realizou investimento próprio superior a R$ 30 mil para a preparação da área técnica, incluindo instalação de cabos, eletrodutos, sistema de drenagem e adequação do terreno para receber os equipamentos de radiodifusão. O Campus de Iguatu conta com cursos de excelência na área de agroindústria e é um dos mais antigos do IFCE: são mais de 70 anos de história. A chegada da TV IFCE, que transmitirá a programação da TV Brasil e da TV Ceará, consolida a atuação do Instituto Federal no campo da comunicação pública e contribui para difusão do conhecimento, da ciência, da cultura e das ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas na instituição. Com perfil educativo e compromisso com o interesse público, a TV IFCE Campus Iguatu nasce como espaço de diálogo entre a comunidade acadêmica e a sociedade, valorizando a produção local, a divulgação científica e os saberes ligados ao desenvolvimento rural e à agroindústria, áreas estratégicas para a economia do centro-sul cearense. Além da TV IFCE, que estará no canal 2.1, a população de Iguatu poderá assistir também ao Canal Gov (2.2), Canal Educação (2.3) e o Canal Saúde (2.4). Na ocasião, também foi inaugurado o canal 20, da Rede Legislativa de TV, que transmitirá na multiprogramação o canal da TV da Câmara dos Deputados (20.1), da TV Assembleia do Ceará (20.2), da TV do Senado Federal (20.4) e, futuramente, o canal da TV da câmara municipal (20.3). Rádio Educativa FM 86.7 entra em operação na grande Fortaleza Com vocação educativa e compromisso com o interesse público, a Educativa FM 86.7 nasce como um espaço de diálogo entre a comunidade acadêmica e a sociedade, promovendo conteúdos voltados à educação, à ciência, à cultura, à cidadania e à valorização da produção local, integrados à programação nacional da Rádio MEC, da EBC. “É com grande entusiasmo que entregamos à nossa comunidade a Rádio Educativa FM 86,7. Como reitor do IFCE, vejo neste canal muito mais do que uma emissora: trata-se de um espaço vibrante para a difusão da ciência, da cultura e da educação, garantindo que o conhecimento gerado em nossos campi ecoe por todo o território”, destaca o reitor Wally Menezes. A emissora possui um transmissor de 15 KW, operando em FM com sinal de qualidade e estabilidade técnica. O projeto integra o esforço da EBC de apoiar a implantação e o fortalecimento de rádios públicas educativas em parceria com instituições federais de ensino, ampliando o acesso da população a conteúdos qualificados. O IFCE foi responsável pela implantação da infraestrutura de transmissão e de produção, com investimento de aproximadamente R$ 1,2 milhão para a instalação dos sistemas necessários à operação da emissora. A instituição passa a assumir a gestão do canal da EBC, a manutenção dos equipamentos e a produção da programação local, com ênfase em ações de ensino, pesquisa e extensão, além de jornalismo de interesse público e conteúdos culturais para integração em rede. A programação da Educativa FM 86.7 contará com programas educativos, jornalísticos e culturais, debates, ações de divulgação científica e espaços dedicados à música brasileira, alinhados aos princípios da comunicação pública e ao papel social das instituições públicas de ensino. Com a entrada em operação da Educativa FM 86.7, a EBC e o IFCE reafirmam o compromisso com uma comunicação pública plural, educativa e socialmente relevante, fortalecendo o papel do rádio como instrumento de formação cidadã e difusão cultural.
ERP na era da IA: A última chamada para a governança de dados no Brasil
Por Alberto Freitas* O ecossistema de ERP no Brasil atravessa um novo ciclo de transformação. Se há três décadas o protagonismo era do hardware e depois do software, hoje a evolução tecnológica está sendo impulsionada pela Inteligência Artificial (IA). Nesse contexto, os sistemas de gestão deixaram de ser ferramentas operacionais e passaram a ser a espinha dorsal informacional das empresas. É dentro do ERP que nascem os dados que sustentarão a capacidade competitiva das organizações nos próximos anos. O Brasil possui características particulares nesse cenário. O mercado de grandes empresas é fortemente concentrado em poucos fornecedores globais, com destaque para a SAP, que domina a maior parte das grandes contas corporativas e representa cerca de 77% do mercado entre as maiores empresas brasileiras. Ao mesmo tempo, o país apresenta uma base significativa de sistemas antigos – cerca de 72% dos ERPs em operação foram implementados antes de 2017 – o que evidencia um grande potencial de modernização tecnológica. Esse processo de renovação ganhou urgência com o encerramento do suporte ao SAP ECC previsto para 2027, com extensões limitadas até 2030. A migração para o SAP S/4HANA deixou de ser apenas uma atualização tecnológica e passou a representar uma decisão estratégica sobre o futuro operacional das empresas – e sobre a base de dados que sustentará sua estratégia de inteligência artificial. Trata-se de uma oportunidade rara para revisar processos, simplificar estruturas e abandonar customizações acumuladas ao longo de anos. Empresas que postergarem essa decisão até a proximidade do encerramento do suporte enfrentarão um cenário mais restritivo. A combinação de prazos curtos, escassez de profissionais especializados e pressão por continuidade operacional tende a reduzir o espaço para revisão estrutural. Projetos conduzidos sob urgência priorizam conversão técnica, não transformação estratégica. A janela de reposicionamento competitivo é maior quando há tempo para simplificar e redesenhar. Historicamente, a implementação de ERP nas empresas brasileiras foi conduzida de forma excessivamente personalizada. Ao longo dos anos, decisões pontuais e customizações sucessivas moldaram o sistema às preferências operacionais de cada área. Cada exceção parecia justificável isoladamente. No conjunto, porém, criou-se um ambiente altamente complexo, difícil de evoluir e dependente de conhecimento específico. Em muitos casos, o ERP deixou de refletir melhores práticas globais e passou a refletir preferências acumuladas ao longo do tempo. Esse modelo também se reflete na governança dos projetos. Muitas companhias ainda delegam a decisão sobre o sistema que sustentará o negócio a grupos técnicos isolados, sem o envolvimento efetivo da liderança executiva. Trata-se de uma contradição evidente: o ERP é o núcleo operacional e informacional da organização, mas sua definição muitas vezes ocorre sem uma visão estratégica integrada. A escolha acaba baseada em preferências individuais, e não na arquitetura futura do negócio. A nova geração de plataformas ERP, especialmente no modelo cloud, incentiva uma abordagem diferente. Em vez de adaptar o sistema a cada exceção histórica, o movimento atual é o chamado back to standard, baseado em melhores práticas globais por setor. Esse modelo reduz complexidade, melhora a qualidade dos dados e acelera projetos. Mais importante ainda, cria a base estruturada necessária para o uso consistente de inteligência artificial na gestão empresarial. Inteligência artificial não corrige dados inconsistentes – ela aprende com eles. Se estruturas de cadastro forem frágeis, se exceções forem frequentes ou se o histórico for pouco padronizado, algoritmos apenas amplificarão essas distorções com mais velocidade. A qualidade da IA será diretamente proporcional à qualidade da base de dados construída agora. Nesse novo ciclo, o ERP deixa de ser apenas um sistema de registro e passa a funcionar como o celeiro de dados que alimentará as camadas de inteligência do negócio. Organizações que mantiverem dados organizados e padronizados terão vantagem clara na adoção de algoritmos e agentes inteligentes. Já organizações que preservarem estruturas fragmentadas poderão até adquirir ferramentas avançadas, mas terão dificuldade em extrair valor real delas. O Brasil tende a ocupar uma posição relevante nesse cenário. A necessidade de modernização, combinada com a rápida adoção das novas versões do SAP, coloca o país em um estágio avançado em relação a outros mercados. Nos próximos cinco anos, a competitividade empresarial dependerá menos da capacidade de implementar sistemas e mais da capacidade de transformar o ERP em uma base confiável de dados. A diferença entre continuidade operacional e vantagem competitiva estará justamente nessa decisão. Migrar é inevitável. Evoluir é opcional. *Alberto Freitas é vice-presidente da Megawork Consultoria, uma empresa da GFT Technologies
Pfizer Brasil transforma a Avenida Paulista em palco de conscientização sobre os riscos de doenças respiratórias
A Pfizer Brasil escolheu a Avenida Paulista, coração pulsante de São Paulo, para sediar sua mais nova iniciativa de conscientização sobre doenças respiratórias, que fica em exibição até o dia 15 de março. Com uma estratégia focada em mídia out of home (OOH), a marca transformou a fachada do Shopping Center 3 em uma grande tela de projeção para alertar sobre os riscos associados a gripe e Covid-19, especialmente entre pessoas com 60 anos ou mais.1,2 De acordo com o mais recente Boletim Infogripe, esse grupo etário apresenta elevada incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao Sars-CoV-2.4 Além disso, dados do Ministério da Saúde indicam que quase metade dos casos graves registrados em 2025 concentrou-se nessa faixa etária.3 “À medida que a população envelhece, cresce também a importância de falarmos de prevenção de forma clara e acessível. Pessoas acima de 60 anos têm maior risco de desenvolver formas graves de doenças respiratórias, e a informação é uma ferramenta essencial para reduzir esse impacto”, destaca Adriana Ribeiro, Diretora Médica da Pfizer Brasil. Além de evidenciar os riscos, a iniciativa reforça a importância de medidas de prevenção que seguem sendo fundamentais para reduzir a transmissão de vírus respiratórios. Entre elas, estão: manter a vacinação em dia, higienização frequente das mãos, cobrir boca e nariz ao tossir o espirrar; manter ambientes ventilados e evitar contato próximo em caso de sintomas respiratórios.5 Mais do que um alerta informativo, a ação foi concebida como uma experiência urbana de conscientização, utilizando um dos locais de maior circulação do país para ampliar o alcance da mensagem. Os conteúdos visuais, curtos e de alto impacto, foram pensados para favorecer a atenção e a retenção da informação pelo público. “A nossa estratégia está alinhada ao esforço do Ministério da Saúde em fortalecer a vigilância de doenças respiratórias no Brasil. Ao unir saúde pública e comunicação estratégica, a ação reforça o papel da epidemiologia como ponte entre ciência, gestão e sociedade, ampliando o alcance da informação qualificada”, afirma Adriana Ribeiro, Diretora Médica da Pfizer Brasil. Com essa iniciativa, a Pfizer reforça seu compromisso com a promoção da saúde e com a disseminação de informações baseadas em evidências científicas. A escolha de um espaço urbano tão emblemático reflete a intenção de traduzir dados complexos em uma narrativa acessível, integrada ao cotidiano da população e capaz de gerar uma conexão genuína com o público. Riscos que não valem a pena A ativação na Paulista integra a campanha “Riscos que não valem a pena”, que utiliza o imaginário das superstições brasileiras, como passar embaixo da escada ou quebrar um espelho, para provocar uma reflexão e alertar a população de que os riscos reais são as doenças respiratórias como gripe e Covid-19. Reforçando o compromisso da companhia com a promoção da saúde e com conscientização da população de forma acessível, a campanha contou com ações em diferentes frentes, estando presente no bloco infantil ‘Berço Elétrico’, na novela “Dona de mim”, da Globo, além de diversas parcerias com creators e influenciadores. A ideia é provocar uma mudança na percepção de risco dos vírus respiratórios, que ainda seguem circulando. Informações: Gripe e Covid-19: Riscos que não valem a pena Local: Avenida Paulista, 2064 – Cerqueira César Data: 03 a 15 de março Saiba mais clicando no link.
GOL anuncia a chegada de aviões de longo curso para fortalecer sua expansão internacional
A GOL Linhas Aéreas, companhia aérea mais pontual do Brasil, anuncia hoje (06/03) um marco importante na sua história: o recebimento inicial de até 5 aeronaves Airbus A330-900 – aviões de grande porte com capacidade para aproximadamente 300 assentos e rotas de até 15 horas de duração. Os aviões serão incorporados à frota de forma faseada entre 2026 e 2027, possibilitando voos intercontinentais da Companhia. “A GOL foi criada há 25 anos para transformar a aviação na América Latina. Já operamos em 12 países, em mais de 80 bases, e transportamos 30 milhões clientes todos os anos. Agora, com a operação widebody, damos um passo para mais uma evolução que expande as nossas fronteiras e que cria novos produtos e serviços para nossos clientes. Assim, vamos conectar ainda mais o Brasil ao mundo, além de permitir que mais pessoas conheçam as belezas do nosso país”, disse Celso Ferrer, CEO da GOL. A decisão de destinar as aeronaves recém incorporadas pelo Grupo ABRA à GOL tem como objetivo fortalecer a estratégia de expansão internacional da Companhia. “O Grupo Abra nasceu com o propósito de ampliar o acesso à aviação, conectando ainda mais a América Latina ao mundo. Com os novos A330-900 operados pela GOL, vamos explorar mercados de longo curso a partir do Brasil, isso para a ABRA é muito importante. Nos tornamos ainda mais fortes, oferecendo novas opções de rotas para que nossos clientes possam aproveitar mais oportunidades junto às empresas do nosso Grupo”, reforça Adrian Neuhauser, CEO do Grupo ABRA. Nova frota, mesmo foco em eficiência Com aeronaves Airbus A330-900, a GOL segue alinhada com as premissas de seu plano de crescimento para os próximos cinco anos, que incluem a ampliação da sua frota com modelos de aeronaves que tenham melhor desempenho e eficiência operacional. Além disso, a ideia é aproveitar a sinergia com a operação da Avianca e da Wamos, que faz parte do mesmo grupo e já operam Airbus, em todas as etapas de gestão e manutenção desses novos ativos. O A330-900 proporciona à GOL a maior rentabilidade possível no segmento de aeronaves widebody. Ao oferecer economias significativas de combustível por assento em comparação com widebodies de gerações anteriores, garante que a GOL possa ampliar suas operações internacionais mantendo seu compromisso com baixos custos operacionais e redução na emissão de CO2. A frota conta com a premiada cabine Airspace, que oferece mais conforto ao passageiro e flexibilidade para disponibilizar uma experiência premium em classe executiva, ao mesmo tempo em que mantém uma configuração eficiente, assegurando rentabilidade. Essa experiência aprimorada do passageiro é definida por mais espaço individual, sistemas de entretenimento a bordo, compartimentos superiores maiores para maior capacidade de bagagem e cabine mais silenciosa. Tudo isso combinado a um sistema de iluminação de última geração, que ajuda a reduzir o jet lag. Operação Wamos Junto com as aeronaves que serão incorporadas à frota GOL, a companhia anuncia também uma operação de ACMI (Aircraft, Crew, Maintenance and Insurance), com aviões da empresa parceira Wamos, que também compõe as empresas do Grupo Abra. Essa solução será implementada em algumas rotas como forma de ampliar capacidade de forma ágil, atender picos de demanda ou garantir maior eficiência e flexibilidade na operação intercontinental. Nas próximas semanas a GOL anunciará as novas rotas, as datas de início das vendas e as novidades em serviços e produtos aos clientes.
Com faturamento recorde, shoppings mostram a força do varejo físico no Brasil
Mesmo diante do avanço do comércio eletrônico, os shopping centers seguem demonstrando relevância no varejo brasileiro. De acordo com o Censo Brasileiro de Shopping Centers 2025–2026, da Abrasce, o setor alcançou R$ 201 bilhões em faturamento em 2025, alta de 1,2% em relação ao ano anterior — o maior resultado da história. O tempo médio de permanência também atingiu recorde, chegando a 80 minutos por visita, reforçando o papel desses espaços como polos de convivência, lazer e serviços, mesmo em um cenário de crescimento das compras online. Nesse contexto, integrar um negócio a um mall tem se tornado uma estratégia para ampliar visibilidade e potencializar resultados. Para William Martins, sócio do ASA Open Mall, em fase final de implantação no Parque Oeste Industrial, em Goiânia, o modelo favorece o fluxo compartilhado de clientes. “Fazendo parte de um mall, o lojista se beneficia do cliente passante, que muitas vezes está consumindo outro serviço e acaba aproveitando para consumir também. Estar junto de outras marcas amplia a visibilidade e fortalece a conveniência para o consumidor resolver tudo em um só lugar”, explica. Outro diferencial do empreendimento está no modelo de salas modulares. Segundo William, essa flexibilidade permite que o empreendedor adeque o espaço de acordo com a necessidade do negócio, inclusive integrando duas ou mais salas para ampliar a área. “Dentro de um mall, cada metro quadrado precisa ser bem aproveitado. A possibilidade de integração facilita a instalação de diferentes tipos de operação e acompanha o crescimento da empresa”, destaca. Além da localização, o ambiente onde o negócio está inserido é decisivo para o desempenho comercial. Para o executivo, a atração do cliente e a percepção de valor do produto ou serviço estão diretamente ligadas ao padrão do espaço. “O ASA Open Mall chega para elevar o padrão de consumo da região. Os moradores já anseiam por um ambiente mais qualificado, acolhedor e seguro perto de casa, o que contribui diretamente para uma maior conversão de vendas”, afirma. O planejamento do empreendimento também considera o tipo de operação e sua melhor posição dentro do mall. Por lá, há salas voltadas para o pátio interno, caracterizado como uma praça de alimentação a céu aberto, ideal para restaurantes e operações gastronômicas. Já as salas voltadas para as vias públicas são indicadas para comércios que dependem do fluxo direto da rua, como drogarias e empórios. Há ainda espaços com metragens maiores, pensados para clínicas, consultórios e escritórios. “A localização correta de cada operação faz toda a diferença no resultado”, ressalta. Além disso, o planejamento considera o perfil de cada operação, com espaços voltados para praça de alimentação a céu aberto, lojas com frente para a rua e unidades maiores destinadas a clínicas e escritórios. “A localização correta de cada operação faz toda a diferença no resultado”, ressalta. O empreendimento segue o conceito de strip mall, caracterizado por ambientes abertos, integração com o meio urbano e circulação fluida entre lojas e serviços. O projeto conta com salas modulares, que permitem adequação e expansão conforme a necessidade do negócio. “O ASA Open Mall foi pensado para oferecer experiência, conveniência e um novo padrão de consumo para a região”, conclui William. Sobre o ASA Open Mall Com conceito arquitetônico contemporâneo, o ASA Open Mall aposta em uma estrutura open air, com lojas em ambientes abertos, fachada ativa e maior integração com a paisagem urbana. Sob gestão profissional, o empreendimento contará com um mix diversificado de serviços e comércio, incluindo lanchonete, clínica, drogaria, além de franquias dos segmentos de beleza e alimentação. O mall está estrategicamente localizado próximo aos bairros Goiá, Eldorado e Eldorado Park. O projeto é desenvolvido por Agni Aguiar, CEO da ASA Imobiliária e sócia do ASA Open Mall, e William Martins, diretor de Engenharia do ASA Open Mall e CEO da Íntegra Engenharia.
Superlógica promove diálogos entre mulheres de diferentes gerações na campanha “Nós Voz Elas”
Em uma roda de conversa, mulheres de diferentes idades compartilham experiências sobre os desafios enfrentados para se firmar no mercado de trabalho. Esse é o ponto de partida da ação “Nós Voz Elas”, iniciativa do Grupo Superlógica, principal plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para o mercado do morar, durante o Mês Internacional das Mulheres. No vídeo principal, sete mulheres ligadas ao universo condominial e imobiliário, como síndicas, corretoras e administradoras, relatam experiências pessoais e estratégias que adotaram para superar obstáculos e consolidar suas trajetórias. Apesar das jornadas distintas, os depoimentos evidenciam um ponto em comum: a percepção de que muitos desafios enfrentados por mulheres no ambiente profissional se repetem ao longo do tempo, independentemente da idade ou do estágio da carreira. Algumas participantes lembram que começaram a trabalhar ainda na adolescência e já se depararam com situações que exigiram resiliência e afirmação profissional. “Muitas vezes, a gente precisa se provar duas vezes: pela nossa competência e por ocupar um espaço em que ainda esperam menos de nós”, diz Larissa Tieko, ao relembrar episódios em que foi questionada por sua pouca idade ao se apresentar como advogada de um condomínio. Outras destacam como a experiência acumulada fortalece o repertório, sem eliminar o desafio constante de se adaptar a novas demandas e tecnologias. “Antes, a gente corrigia relatório com corretor líquido. Hoje, a IA virou parte da rotina. O mercado muda o tempo todo, e a gente muda junto”, comenta a síndica profissional Cássia Capuso. A troca de experiências também estimula uma reflexão sobre os avanços conquistados ao longo das últimas décadas e sobre os desafios que ainda existem para ampliar o reconhecimento do papel das mulheres no ambiente profissional. “O fato de estarmos juntas nesta sala discutindo esses temas já é uma vitória”, afirma também Larissa. Para Talita Zampieri, CMO do Grupo Superlógica, o encontro também funciona como um gesto prático de continuidade entre gerações. “A campanha nasceu para transformar a experiência em ponte: quando uma mulher compartilha o que viveu, ela encurta o caminho da próxima”, destaca. Criado em 2024, o projeto “Nós Voz Elas” busca abrir espaço para que mulheres com trajetórias de destaque na Superlógica e no mercado do morar compartilhem inspirações, falem sobre suas lutas por igualdade e contribuam para ampliar o debate sobre equidade no ambiente de trabalho. Ao longo de março, a campanha também terá desdobramentos em formato de mini vídeos e mini falas com trechos extras das participantes, incluindo conteúdos que ficaram fora da edição do vídeo principal. A ação pode ser acompanhada nos canais da empresa no YouTube, LinkedIn e Instagram.
Estrategista político cearense Stênio Muniz é confirmado como palestrante no maior evento de comunicação política do Brasil
O cenário da comunicação política nacional já começa a desenhar os nomes que conduzirão os debates no Compol Brasil 2026. Entre os destaques confirmados para a edição de Florianópolis está o estrategista Stênio Muniz, nome por trás da 2S Marketing e um dos profissionais mais requisitados do setor no Nordeste brasileiro. Com uma carreira que já soma 24 anos e um portfólio de mais de 50 conquistas eleitorais distribuídas em cinco estados, Stênio Muniz consolidou-se em 2024 com um marco expressivo: a liderança de 22 campanhas vitoriosas em um único pleito. Sua trajetória, iniciada no Rio de Janeiro em 2002, ganhou novos contornos ao retornar ao Ceará, onde fundou a agência 2S Marketing e estruturou o que chama de “Fábrica de Campeões”. Experiência e Inovação no Palco No Compol Brasil, Stênio abordará a união entre a vivência prática de duas décadas e as novas tecnologias de inteligência estratégica. Sua atuação hoje abrange estados como Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Pernambuco, unindo a comunicação institucional de prefeituras ao planejamento rigoroso de campanhas majoritárias e proporcionais. “Nossa missão é formar líderes preparados e conscientes. No Compol, a ideia é compartilhar como transformamos dados e sentimento popular em vitórias reais nas urnas”, destaca o estrategista. Sobre o Compol Consolidado como o maior evento de comunicação política e institucional do Brasil, o Compol acontece em conjunto com o Summit Cidades e reúne anualmente milhares de gestores públicos, prefeitos, vereadores e profissionais do marketing político. Em 2026, o evento em Florianópolis promete ser o epicentro das discussões sobre as tendências que ditarão os próximos pleitos no país. (https://compolbrasil.com.br/) SOBRE STÊNIO MUNIZ Formado em Publicidade e Propaganda pela UVA (RJ) e com MBA em Gestão Pública, Stênio Muniz é o idealizador do projeto Papo de Urna, imersão voltada para a formação de assessores e políticos. À frente da 2S Marketing, com sedes em Fortaleza e Baturité, lidera uma equipe multidisciplinar focada em inovação e resultados eleitorais.
Franquias de saúde e bem-estar avançam no Brasil e movimentam mais de R$74 bilhões
Cuidar do corpo, da aparência e da saúde deixou de representar um hábito pontual para se tornar um investimento contínuo, e os números comprovam essa transformação. Em 2025, o franchising brasileiro alcançou faturamento recorde de R$ 301,7 bilhões, crescimento nominal de 10,5% em relação ao ano anterior, conforme a Pesquisa de Desempenho do Franchising da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Dentro desse universo, o segmento de Saúde, Beleza e Bem-Estar avançou 14,6%, configurando o segundo maior crescimento entre todos os setores. O resultado dialoga diretamente com o comportamento da população, comprovado por um levantamento da PiniOn, que aponta que 52,5% dos brasileiros praticam atividade física, 37% mantêm alimentação equilibrada, 29,4% cuidam da pele e 15,9% meditam regularmente. O autocuidado integra, portanto, a rotina de milhões de pessoas, sustentando uma demanda recorrente por serviços especializados, produtos de qualidade e atendimento profissional. No campo da beleza, o percentual de consumidores que afirmam manter cuidados frequentes com a pele ajuda a explicar o dinamismo de franquias voltadas a unhas, estética facial, cabelos, maquiagem e sobrancelhas. A procura por soluções rápidas e padronizadas tem impulsionado o modelo de salões express e espaços multisserviços. A Unhas Cariocas, rede nacional que ocupa a posição de maior franquia de esmalterias do mundo, por exemplo, ilustra esse movimento ao encerrar 2025 com faturamento superior a R$ 64 milhões e mais de 680 mil atendimentos realizados, crescimento de 15% frente ao ano anterior, com projeção de R$ 77 milhões para 2026. Em paralelo, quando se observa o aumento na procura por locais para prática de atividades físicas, compreende-se o avanço de academias, estúdios de pilates e clínicas de fisioterapia. O movimento envolve estética, prevenção e longevidade, especialmente em um país que envelhece rapidamente. Nesse contexto, cresce também a demanda por acompanhamento profissional no ambiente domiciliar, para garantir mobilidade e qualidade de vida independente da condição ou idade. A Acuidar, maior rede de cuidadores da América Latina, atesta essa ascensão, uma vez que encerrou 2025 com faturamento de R$ 243,7 milhões e crescimento de 34% em relação ao ano anterior, alcançando 321 unidades ativas e mais de 3,5 milhões de assistências realizadas. O conceito de bem-estar também se estende à moda, já que imagem pessoal e autoestima caminham juntas. Inserida nesse cenário, a Skyler, marca de moda masculina, exemplifica esse movimento com o avanço de 9,09% no faturamento, levando a uma receita superior a R$ 78 milhões. É justamente a partir desse cenário que se abrem oportunidades concretas para quem busca investir em franquias alinhadas às tendências de mercado. A seguir, confira algumas redes que exemplificam como transformar o avanço do setor em potencial de alta lucratividade e expansão consistente. DoctorFit A DoctorFit é uma rede de franquias de estúdios premium de treinamento físico, fundada em 2012. Com 64 unidades espalhadas pelo país, a marca se destaca pelo treinamento personalizado, com forte base científica em saúde, longevidade e prevenção. Seu método exclusivo une tecnologia, conforto e alto padrão de atendimento para entregar resultados reais e duradouros. A DoctorFit atende desde atletas até idosos e pessoas que buscam mais bem-estar, performance e qualidade de vida no dia a dia. Investimento inicial: R$ 170 mil (equipamentos, custo de infraestrutura, taxa de franquia inicial) Faturamento médio mensal: R$ 20 mil a R$ 30 mil Prazo de retorno estimado: 16 a 20 meses Unhas Cariocas Considerada pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) como a maior franquia de esmalteria do mundo, a marca preza pela proteção e biossegurança dos clientes, com colaboradoras treinadas para um atendimento padronizado, com rapidez e qualidade. Com técnica exclusiva, as unhas são feitas, em média, em 30 minutos. Investimento inicial: a partir de R$ 115 mil Faturamento médio mensal: R$ 80 mil Prazo de retorno: entre 12 a 24 meses Escova Express A Escova Express é referência em beleza rápida, oferecendo escovas, penteados, maquiagens e design de sobrancelhas sem necessidade de agendamento. Investimento inicial: a partir de R$200 mil Faturamento médio mensal: R$60mil a R$80 mil Prazo de retorno: 18 meses Skyler A Skyler é uma marca de moda masculina que atua no mercado desde 1997, atualmente com 66 lojas em todo o Brasil. Com mais de 400 novos produtos por coleção, suas peças atendem diferentes estilos de vida por meio das linhas Essential, Casual, Motion, Tech, Business, Premium, Forward e Junior. Investimento inicial: a partir de R$ 300 mil Faturamento médio mensal: R$ 90 mil Prazo de retorno: 36 meses Acuidar Fundada em 2016, a rede oferece serviços de assistência especializada para crianças, adultos e idosos, no domicílio do cliente ou durante acompanhamento hospitalar, com opções de diárias avulsas e planos mensais. A marca entrou no franchising em 2020, contando hoje com mais de 300 unidades e se consolidando como a maior franquia de cuidadores da América Latina Investimento inicial: a partir de R$ 55 mil (incluindo taxa de franquia) Faturamento médio mensal: R$ 60 mil Prazo de retorno: 6 a 15 meses
Após movimento do Mercado Livre, automação vira regra no varejo online
A Magis5, plataforma de automação e integração de marketplaces, anunciou o lançamento de sua nova funcionalidade: Gestão Automática de Preços. A ferramenta foi desenvolvida como uma resposta imediata às recentes mudanças na política de preços do Mercado Livre, que agora monitora em tempo real os valores praticados pelos vendedores tanto dentro quanto fora da plataforma, exigindo que o preço mais baixo seja mantido no marketplace. O movimento acendeu um alerta entre os sellers com presença neste marketplace, que agora precisam se ajustar rapidamente e aprimorar sua gestão para evitar as penalizações — que vão desde queda de relevância e redução drástica de visibilidade até, em último caso, a suspensão do anúncio. “Criamos o Gestão Automática de Preços para garantir a competitividade das ofertas dos sellers e impedir que anúncios sejam suspensos por descumprimento das novas diretrizes”, explica Claudio Dias, CEO da Magis5. Segundo ele, a ferramenta automatiza a análise comparativa de valores e ajusta os preços de forma inteligente, reduzindo riscos operacionais e mantendo os vendedores conforme as regras do Mercado Livre. Tecnologia como vantagem competitiva Para Claudio Dias, a mudança visa reforçar a competitividade do Mercado Livre perante o mercado. Porém, levantou uma preocupação entre lojistas que operam em múltiplos canais. “Acompanhar preços manualmente, em grande volume, é inviável para quem gerencia dezenas, centenas ou até milhares de anúncios. Nesse cenário, a automação se torna indispensável”, destaca. A nova ferramenta da Magis5 centraliza a inteligência da operação, permitindo monitorar valores e ativar regras automáticas de precificação. O sistema interpreta dados e orienta correções para manter a operação nas normas, reduzindo drasticamente o risco de penalidades. A ferramenta lançada permite ao seller: A funcionalidade também reúne e interpreta dados, orienta correções e mantém a operação nas normas, reduzindo o risco de penalidades que afetam vendas e visibilidade. A funcionalidade já está acessível para a base de clientes na aba Produtos → Mercado Livre → Gestão de Preços.