VEJA Rio anuncia as marcas e lugares mais amados da cidade

A VEJA Rio anunciou as marcas, produtos e os lugares mais queridos da cidade durante a 7ª edição do prêmio “Os Mais Amados do Rio”, realizada na noite desta quinta-feira (19), no Windsor Florida, no Rio de Janeiro. O evento celebrou os vencedores de 50 categorias, escolhidos por moradores da capital e da região metropolitana em votação realizada no início do ano. A premiação destaca desde marca de protetor solar, shopping e universidade até escola de samba. Nesta edição, foram contempladas trilha, ONG e livraria. Com mais de nove mil participantes, a pesquisa foi conduzida pela plataforma MindMiners e ouviu diretamente os consumidores, assegurando um retrato fiel das preferências dos cariocas. Foram avaliados diversos segmentos, de plano de saúde a aplicativo de transporte, reforçando o alcance e a diversidade do levantamento. “Com a autoridade de quem acompanha de perto os hábitos, comportamentos e transformações da cidade, a VEJA Rio celebra as marcas, produtos e lugares que fazem parte do cotidiano e do coração dos cariocas. ‘Os Mais Amados do Rio’ traduz o reconhecimento do público àquilo que constrói vínculos afetivos e marca presença na vida da cidade”, afirma Andrea Abelleira, VP de Publishing da Abril. Mais informações no site da VEJA Rio Lista de vencedores: 1.BAIRRO preferido – Barra da Tijuca 2. PRAIA preferida – Barra 3. ATRAÇÃO TURÍSTICA – Parque Bondinho Pão de Açúcar 4. ÁREA DE LAZER – Lagoa Rodrigo de Freitas 5. TRILHA – Morro da Urca 6.TIME DE FUTEBOL – Flamengo 7. ESCOLA DE SAMBA – Estação Primeira de Mangueira 8. HOTEL – Copacabana Palace (Copacabana) 9. MUSEU ou CENTRO CULTURAL – CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) 10. CINEMA – Kinoplex 11. TEATRO – Teatro Casa Grande (Leblon) 12. CASA DE SHOWS E ESPETÁCULOS – Theatro Municipal (Centro) 13. LIVRARIA – Livraria da Travessa 14. FESTIVAL DE MÚSICA – Rock in Rio 15. EVENTO ESPORTIVO – Rio Open 16. SITE PARA COMPRA DE INGRESSOS – Sympla 17. ACADEMIA – Smart Fit 18. ONG – Viva Rio 19. HOSPITAL – Barra D’Or 20. LABORATÓRIO – Sérgio Franco 21. PLANO DE SAÚDE/SEGURO SAÚDE – SulAmérica 22. FARMÁCIA – Venâncio 23. COLÉGIO/CENTRO EDUCACIONAL – Colégio Cruzeiro 24. CURSO DE IDIOMAS – Cultura Inglesa 25. UNIVERSIDADE – UFRJ 26. APLICATIVO DE DELIVERY -iFood 27. Qual é a sua CERVEJA – Heineken 28. LANCHONETE – McDonald’s 29. SUPERMERCADO – Zona Sul 30. CONSTRUTORA – RJZ Cyrela 31. IMOBILIÁRIA – Quinto Andar  32. SHOPPING CENTER – BarraShopping 33.MARCA DE PROTETOR SOLAR – La Roche-Posay 34. MARCA/LOJA DE VESTUÁRIO – Renner 35. MARCA DE CALÇADOS – Havaianas 36. LOJA DE ELETRODOMÉSTICOS – Fast Shop 37. MONTADORA DE AUTOMÓVEIS – Honda 38. BICICLETA ELÉTRICA – Lev 39. LOJA DE ARTIGOS ESPORTIVOS – Adidas e Decathlon 40. LOJA DE ARTIGOS PARA PETS OU PET SHOP – American Pet 41. APLICATIVO DE TRANSPORTE – Uber 42. POSTO DE COMBUSTÍVEL – BR Petrobras 43. BANCO – Itaú 44. CARTÃO DE CRÉDITO – Mastercard 45. Operadora de TELEFONIA E INTERNET – Claro 46.Operadora de STREAMING DE FILMES E SÉRIES – Netflix 47. COMPANHIA AÉREA – Gol 48. CIDADE TURÍSTICA – Búzios 49. MUSEU/CENTRO CULTURAL no estado do Rio de Janeiro – Museu Imperial – Petrópolis 50. FESTIVAL OU EVENTO no interior ou no litoral do estado do Rio de Janeiro – Bauernfest – Petrópolis

Prêmio Especial VFX ABC de cinematografia ganha sua primeira ediçāo este ano

Os efeitos visuais ganham, em 2026, um novo marco de reconhecimento no audiovisual brasileiro. O Prêmio Especial VFX ABC conta com o apoio para realização da Associação Brasileira de Cinematografia enasce como uma articulação conjunta do setor para valorizar a excelência técnica e criativa em VFX e premiar os melhores trabalhos em duas categorias: Longa-Metragem e Série de TV. Integrado à programação do Prêmio ABC de Cinematografia, criado em 2002 e hoje consolidado como uma das principais premiações técnicas do audiovisual brasileiro, o movimento será apresentado na cerimônia marcada para 16 de maio. A iniciativa surge da união de empresas diretamente ligadas ao ecossistema de pós-produção e efeitos visuais. Reúnem-se como patrocinadoras Casablanca, Conspiração, Dot, Mistika, O2 Pós, Picma e Quanta, em um esforço coletivo para ampliar a visibilidade a uma área central para a construção estética, narrativa e técnica das produções brasileiras. Mais do que reconhecer o impacto visual percebido nas telas, o Prêmio Especial VFX 2026 foi criado para valorizar a complexidade dos mais diversos processos por trás dessa experiência cinematográfica. Entram nesse olhar os desafios técnicos superados, a qualidade de execução, a integração artística com a obra e a contribuição dos efeitos visuais para a força narrativa de cada projeto, seja filme, série ou novos formatos. “Os efeitos visuais ocupam hoje um lugar decisivo na forma como muitas histórias são concebidas e realizadas. Ter um reconhecimento específico para essa área é uma forma de acompanhar a evolução do mercado e valorizar um trabalho que exige repertório técnico, sensibilidade criativa e alto grau de especialização”, afirma o diretor de fotografia Carlos Pacheco e membro vitalício da Comissão de Ética da ABC. Esta categoria especial dentro do Prêmio ABC responde ao amadurecimento de um setor que ganhou escala, sofisticação e relevância nos últimos anos. O VFX deixou de ser um recurso pontual e passou a integrar de forma cada vez mais orgânica a linguagem audiovisual contemporânea. A iniciativa aposta em um modelo de premiação com critérios aderentes à natureza dessa disciplina na ABC. “VFX é uma linguagem complexa, construída em muitas camadas. Senna foi um divisor de águas para essa área no Brasil porque mostrou a capacidade técnica, criativa e operacional que o país já alcançou em projetos de grande escala. Quando o setor cria um prêmio com esse nível de entendimento, ele reconhece melhor os profissionais, fortalece os processos e ajuda a elevar a régua de toda a indústria”, diz Marcelo Siqueira, fundador da Mistika, Supervisor de VFX e Diretor da Segunda Unidade de Senna, da Netflix, projeto considerado o maior e mais desafiador já realizado na América Latina. O processo de avaliação foi desenhado para refletir essa complexidade. Em uma primeira etapa, uma comissão técnica formada majoritariamente por especialistas em efeitos visuais será responsável por selecionar os finalistas. Depois, a votação será aberta a profissionais do audiovisual cadastrados na plataforma AVW, em um modelo que busca assegurar transparência, representatividade e qualificação no julgamento. “Reconhecer a excelência em VFX com critérios qualificados é um passo importante para fortalecer o setor e acompanhar o grau de sofisticação que o audiovisual brasileiro já alcançou. Esse tipo de iniciativa valoriza equipes, processos e resultados que têm impacto direto na potência criativa das obras”, afirma Sandro Di Segni, VFX Executive Latin America & Canada do Amazon MGM Studios. A primeira edição do prêmio terá inscrição gratuita, com participação aberta a projetos brasileiros lançados em 2025 que apresentem uso relevante de efeitos visuais, CPB válido e supervisão de VFX creditada. Para a submissão, será necessário enviar materiais técnicos que permitam uma análise mais precisa do trabalho realizado, como breakdown em vídeo, PDF explicativo e identificação da equipe conforme os créditos oficiais. Esta premiação especial joga luz na atuação do Brasil neste segmento e nos une às práticas internacionais de valorização dessa área. SERVIÇOPrêmio Especial VFX ABC 2026 de Cinematografia Categorias:  Melhor Efeito Visual em Longa-Metragem                    Melhor Efeito Visual em Série de TV Inscrições: 16 de março de 2026 a 16 de abril de 2026https://www.audiovisualworld.com.br/premio-vfx-abc-2 Premiação:  16 de maio de 2026

BlaBlaCar vai dar 20% de desconto em viagens de ônibus para quem estiver viajando para o Lollapalooza

Para quem vai curtir o Lollapalooza Brasil e quer economizar no deslocamento, a BlaBlaCar anuncia uma ação especial com 20% de desconto em passagens de ônibus para viagens com origem ou destino na cidade de São Paulo. A promoção é válida até 24 de março, por meio do cupom MUSICA20, aplicado diretamente na plataforma. A iniciativa acompanha o aumento da demanda por viagens durante o período do festival e reforça a proposta da BlaBlaCar de oferecer alternativas práticas e acessíveis para quem pretende se deslocar pelo país. Com a campanha, os usuários podem buscar e reservar passagens de forma simples pelo aplicativo ou site, com opções de pagamento como Pix e parcelamento no cartão de crédito. O desconto é aplicado automaticamente no valor final ao inserir o cupom durante a reserva. A ação reforça o posicionamento da BlaBlaCar em ampliar o acesso a viagens rodoviárias no Brasil, especialmente em datas de grande movimentação, como festivais e feriados, conectando pessoas a destinos de forma acessível. *A BlaBlaCar não é uma operadora de ônibus. Os preços são aplicados de acordo com disponibilidade e podem mudar. O número de passagens é limitado. Para mais detalhes acesse o site.

Neoenergia e COB impulsionam movimento “Mais pelo esporte feminino”

Quando mulheres campeãs se unem, elas provam que a coragem interna impulsiona todas as conquistas. Essa é a mensagem da nova campanha que a Neoenergia lança nas plataformas digitais. No filme “Acredite na sua energia” as embaixadoras do Time Neoenergia – entre elas, medalhistas olímpicas Bia Souza (judô), Ana Marcela (águas abertas), Antonia Silva (futebol), e Rayane Soares (atletismo paralímpico) – estão ao lado de atletas amadoras, como a nadadora Fabienne Guttin que, aos 70 anos, tem fôlego suficiente para fazer 5 mil metros na piscina. Juntas, elas reforçam que o movimento “Mais pelo esporte feminino” segue em frente para enfrentar qualquer questionamento. “Mesmo quando a gente vence, muita gente não acredita”, diz Bia Souza. Assista aqui: https://www.neoenergia.com/esporte/embaixadoras-da-marca Este é o segundo ano consecutivo, que a companhia lança uma publicidade com as embaixadoras do Time Neoenergia para reforçar o movimento “Mais pelo esporte feminino”. A iniciativa integra as ações da campanha “Mais por você”, criada em março do ano passado, para estreitar a comunicação da marca com os seus 17 milhões de clientes no país. “A Neoenergia continua sendo reconhecida como a marca, entre as empresas do setor elétrico, que mais apoia o esporte feminino no país. Para a companhia, o esporte feminino é uma plataforma fundamental para reforçar nosso compromisso de promover a igualdade de oportunidades. Por isso, a nova campanha fortalece a conexão com público para valorizar o papel da mulher no esporte e na sociedade”, afirma Lorenzo Perales, Diretor de Marketing da Neoenergia. O lançamento de “Acredite na sua energia” aconteceu durante o III Fórum Mulher no Esporte, evento promovido pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), em Brasília, para debater os desafios e avanços da participação feminina no esporte. O filme também reforça a parceria da Neoenergia com o COB, especialmente em questões associadas à equidade de gênero, um pilar que faz parte dos compromissos das duas organizações. A apresentação da campanha contou com a presença da Vice-presidente da Neoenergia, Solange Ribeiro e demais representantes da empresa. “Acreditamos que a energia é um agente transformador e que uma sociedade saudável se constrói com igualdade de oportunidade. A Neoenergia reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e a diversidade em todas as suas dimensões. Como parte desse propósito, ampliamos iniciativas voltadas à redução das desigualdades e ao fortalecimento da participação feminina, tanto no esporte quanto no setor elétrico. Um dos exemplos mais emblemáticos é a Escola de Eletricistas, reconhecida pela ONU Mulheres, que já formou mais de 1.400 profissionais em todo o país”, disse a executiva. Time Neoenergia O Time Neoenergia tem oito atletas de diferentes modalidades esportivas. O patrocínio tem contribuído para o treinamento das atletas, incluindo a preparação durante o ciclo olímpico para os Jogos Los Angeles 2028. As embaixadoras são: Bia Souza (judô); Ana Marcela (águas abertas); Antonia Silva (futebol); Ana Vitória Magalhães, a Tota (ciclismo); Bruna Kajiya (kitesurfe); Mirelle Leite (atletismo); Celine Bispo (natação); e Rayane Soares (atletismo paralímpico). Outras iniciativas de apoio às mulheres na sociedade Além do lançamento da campanha “Acredite na sua energia”, a Neoenergia possui outras ações que valorizam a presença da mulher na sociedade brasileira. Este mês, a companhia lançou em parceria com o Ministério das Mulheres, uma ação para fortalecer a rede de proteção feminina ao incluir o número do Ligue 180 de forma destacada no verso das faturas de energia, alcançando mais de 17 milhões de lares nas áreas de concessão onde atua: Bahia, Brasília, Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo. A estratégia transforma um documento cotidiano em ferramenta de utilidade pública e suporte social. A companhia mantém ainda um programa interno de proteção, acolhimento e suporte a colaboradoras vítimas de violência doméstica, iniciativa reconhecida com o Prêmio Boas Práticas, do Movimento Elas Lideram 2030, promovido pelo Pacto Global-Rede Brasil, da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2030. A Neoenergia também oferece treinamentos para orientar eletricistas e leituristas a reconhecer sinais de violência. Cerca de 2 mil pessoas já participaram das formações desde o início do programa, em 2024. Ficha técnica “Acredite na sua energia”: Cliente: Neoenergia Diretor de Marketing da Neoenergia: Lorenzo Perales Agência: Propeg Diretoria Geral de Atendimento: Michele Estevez Gerente de Atendimento: Carla Pataro Atendimento: Amanda Kruschewsky Diretoria de Estratégia: Bárbara Ferreira Planner: Alice Sampaio CCO: Hermes Zambini Diretor Executivo de Criação: João Caetano Brasil Head of Art: André Batista Criação: Luciana Elaiuy, Rodrigo Cardoso e Letícia Serem Head de Mídia: Felipe Arruda Gerente de Mídia: Patrícia Seabra Mídia Digital: Júlio Marinho Mídia off: Enrique Cerqueira Diretora de Produção: Manuela Peixoto

Desenvolvedores na era da IA: de programadores a arquitetos de soluções

Por José Oliveira, CTO da Certta Durante muito tempo, a engenharia de software seguiu uma divisão clara: enquanto algumas áreas definiam o que precisava ser construído, os desenvolvedores eram responsáveis por transformar essas demandas em código. Com a popularização da inteligência artificial generativa, essa estrutura começa a evoluir. Em vez de apenas desenvolver ferramentas, os profissionais passam a atuar como arquitetos de intenções e soluções, orientando como a IA deve operar dentro dos sistemas. Nesse novo cenário, programar é apenas parte do processo. Torna-se essencial orientar os modelos, revisar os resultados produzidos e validar sua consistência. O diferencial do profissional passa a estar na capacidade de selecionar as tecnologias certas, definir instruções claras e avaliar criticamente o que a inteligência artificial gera. Surge assim um novo paradigma conhecido como spec-driven development, em que a qualidade da especificação e a visão de arquitetura se tornam mais importantes do que a escrita manual do código. Já que a Inteligência Artificial executa parte significativa da construção, a responsabilidade sobre decisões técnicas continua sendo humana. Por isso, o pensamento crítico ganha protagonismo, já que nem todo desafio precisa ser resolvido com inteligência artificial. Saber quando usar e, principalmente, quando não usar essas tecnologias virou uma competência estratégica e indispensável ao trabalho de desenvolvedores e o discernimento técnico sobre a viabilidade e o ROI da IA tornou-se a nova senioridade.  A proximidade com o negócio também aumenta. Como a tecnologia comoditiza  “como fazer”, o profissional precisa compreender melhor o impacto do que está sendo construído. Além disso, cresce a necessidade de curadoria técnica. Modelos são poderosos, mas não infalíveis. Sem supervisão humana, erros plausíveis podem se transformar em problemas reais, que podem, muitas vezes, causar impactos profundos no negócio.  Dados de baixa qualidade geram resultados insatisfatórios, e o uso inadequado de informações sensíveis pode trazer riscos reputacionais e legais relevantes. Portanto, segurança, governança e políticas claras devem ser parte central da estratégia tecnológica, além de serem incorporadas ao dia a dia de todos os profissionais. Afinal, sem cultura, processos e controle de dados, a tecnologia dificilmente escala de forma sustentável. Nesse contexto, a inteligência artificial não elimina a necessidade de desenvolvedores, ela redefine seu papel. Os profissionais mais valorizados tendem a ser aqueles que combinam profundidade técnica com visão de produto e negócio, capazes de atuar como mediadores entre estratégia humana, pensamento crítico e execução algorítmica. Quanto mais inteligentes se tornam as máquinas, maior é a responsabilidade de quem as supervisiona. Na nova fase do software, desenvolver não significa apenas escrever código. Significa garantir que a inteligência por trás dele esteja tomando as decisões certas. *José Oliveira é CTO da Certta, hub de verificação inteligente. Com mais de 20 anos de experiência em Tecnologia, Produtos, Inovação e Canais Digitais, o executivo acumula passagens por gigantes financeiras como Itaú, Nubank e Rede, onde liderou a implementação de soluções ‘Banking as a Service’. Além disso, José já atuou em conselhos de empresas de tecnologia e pagamentos digitais como Trinus, Kirvano, Finly Tech e Aleevia. Também possui um histórico comprovado em liderar grandes equipes, gerenciar produtos e impulsionar a inovação, sobretudo com o uso de IA. Sua formação une uma graduação em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul a um MBA pelo Ibmec e especialização na INSEAD, uma das principais escolas de negócios da Europa. Hoje, o especialista é responsável pela área de produto e tecnologia em uma das principais marcas de inteligência antifraude do país.

Inovação e engenharia aplicada impulsionam o crescimento sustentável da indústria e da logística no país

Por Cássio Pissetti* O avanço do e-commerce e a expansão dos centros logísticos no Brasil vêm impulsionando um novo ciclo de crescimento para galpões industriais e operações de grande porte. Estruturas cada vez maiores, funcionamento ininterrupto e margens operacionais pressionadas colocam eficiência energética e conforto ambiental no centro das decisões estratégicas. Nesse cenário, iluminação e ventilação natural deixaram de ser diferenciais e passaram a ser componentes estruturais de desempenho. O desafio, no entanto, vai além de permitir a entrada de luz ou circulação de ar. É preciso garantir uniformidade luminosa, controle de ofuscamento, segurança em coberturas industriais, durabilidade e retorno mensurável ao longo do tempo. Sustentabilidade, hoje, é decisão econômica — e exige engenharia aplicada, validação técnica e previsibilidade de resultados. Empresas que atuam nesse segmento precisam investir de forma estruturada em tecnologia, testes e certificações. Na Engepoli, encerramos 2025 com um ciclo consistente de evolução que reflete exatamente essa demanda do mercado: expansão comercial, maturidade técnica e fortalecimento do portfólio, com avanço significativo em galpões industriais e logísticos, além de projetos de retrofit. Esse movimento não é circunstancial. Ele é resultado de uma estratégia baseada em pesquisa, inovação e desenvolvimento de soluções proprietárias. Anualmente, investimos cerca de R$ 1,3 milhão em Pesquisa & Desenvolvimento. Como consequência, acumulamos hoje 14 produtos patenteados no Brasil, todos voltados à eficiência energética e ao conforto ambiental. Muito além de um reconhecimento formal, essas patentes representam um processo rigoroso que envolve engenharia, testes de desempenho, certificações e melhoria contínua. Em mercados industriais e logísticos, patentes e certificações são decisivas porque reduzem riscos e ampliam a previsibilidade técnica. Grandes empresas operam sob elevados níveis de exigência em compliance, auditorias e segurança estrutural. Por isso, soluções validadas e certificadas tornam-se pré-requisito, não diferencial. Esse conjunto de investimentos nos permite ocupar um espaço que poucos players alcançam: o de pioneirismo técnico aliado à escala industrial. Somos a única empresa brasileira a oferecer sistemas de iluminação natural com até 80% de transmissão de luz visível — o maior índice do mercado nacional. Esse desempenho só é possível porque dominamos toda a cadeia de desenvolvimento da solução, da engenharia à aplicação em campo. Entre nossas soluções, destacam-se o sistema Skylux, que amplia a entrada de luz natural e reduz a dependência de iluminação artificial, e o Exhaust, voltado à ventilação natural, que melhora a qualidade do ar e diminui a necessidade de climatização mecânica. A combinação dessas tecnologias pode gerar economia de até 54% no consumo de energia elétrica em comparação a centros convencionais. Mais do que tendência, iluminação e ventilação natural tornaram-se instrumentos estratégicos para reduzir custos operacionais e emissões — um aspecto central diante das crescentes exigências ambientais e metas de ESG. Em indústrias e centros logísticos, o impacto é direto: menor consumo energético, melhor ambiente interno e ganhos de produtividade. O futuro da construção industrial será definido pela capacidade de unir desempenho técnico, economia de energia e responsabilidade ambiental. Sustentabilidade deixou de ser discurso para se consolidar como critério de competitividade. Empresas que compreendem essa transformação e investem em engenharia, inovação e certificações estarão mais preparadas para liderar o próximo ciclo de crescimento do setor. *Cássio Pissetti é diretor comercial da Engepoli e atua há mais de duas décadas no desenvolvimento de soluções técnicas para iluminação e ventilação natural.

Consórcio como aliado do empreendedor na expansão dos negócios

Por Adriano Bruni* Expandir um negócio nunca foi apenas uma questão de oportunidade, mas sim de leitura de cenário, planejamento e uso inteligente do capital. Em um momento de juros elevados, crédito restrito e maior cautela por parte das instituições financeiras, o empreendedor brasileiro tem sido obrigado a repensar suas estratégias de crescimento. E é nesse contexto que o consórcio vem ganhando protagonismo como um aliado silencioso, porém eficiente, na expansão das atividades empresariais. Diferentemente das linhas tradicionais de financiamento, o produto não tem juros, o que por si só já representa um diferencial competitivo importante. Ao eliminar esse custo, o empreendedor consegue planejar a aquisição de bens e contratação de serviços sem comprometer sua margem de lucro nem descapitalizar a operação. Mais do que uma alternativa de crédito, a modalidade se consolida ainda como uma ferramenta de gestão financeira. Ao exigir disciplina e visão de médio e longo prazo, ela se alinha à lógica de crescimento sustentável, necessária para empresas que desejam escalar com solidez. Assim, em vez de reagir às urgências do mercado de forma onerosa, o empreendedor passa a antecipar decisões estratégicas, organizando seu fluxo de caixa e reduzindo riscos. Outro ponto relevante é a flexibilidade. O consórcio permite que o empresário escolha o valor do crédito, tempo de pagamento e o momento ideal para utilizar o recurso. Isso oferece previsibilidade e autonomia, fatores essenciais em ambientes de negócios cada vez mais voláteis. Para pequenas e médias empresas, especialmente, essa previsão pode ser a diferença entre crescer com consistência ou comprometer a saúde financeira da empresa. Aliás, no campo do empreendedorismo, expandir vai além de aumentar de tamanho. Trata-se de ampliar a capacidade produtiva, eficiência e competitividade. A aquisição planejada de ativos via consórcio possibilita exatamente isso: investir no negócio sem pressionar o caixa, mantendo recursos disponíveis, viabilizando a inovação. Não por acaso, a modalidade tem sido cada vez mais utilizada por empreendedores de diferentes setores, do comércio à indústria, do agronegócio aos serviços. Esse movimento reflete uma mudança de mentalidade: menos imediatismo e mais estratégia. Menos dependência do crédito caro e mais foco em soluções que estimulem o planejamento financeiro. Em um país onde empreender é um desafio constante, a forma de crescer é tão importante quanto a decisão de expandir. O consórcio, nesse sentido, deixa de ser apenas uma opção de compra parcelada e passa a ocupar um espaço relevante na arquitetura financeira das empresas. Planejar, sob esta ótica, não é sinal de cautela excessiva, e sim de maturidade empresarial. * Adriano Bruni é diretor comercial na Ademicon, formado em Direito com Pós-Graduação em Gestão e Planejamento de Negócios.

Oportunidade e liderança: Como o ecossistema SAP pode transformar negócios no Brasil em 2026

Por Alessandro Buonopane* Ao olharmos para o cenário tecnológico brasileiro em 2026, não há como ignorar o papel central que estratégias de transformação digital – especialmente aquelas ancoradas em plataformas ERP de classe mundial como a SAP – terão para a competitividade das empresas. A tecnologia SAP não é apenas mais um elemento de infraestrutura; ela se tornou um motor de inovação, eficiência e inteligência de dados para organizações de todos os setores, com particular impacto no setor financeiro, bancário e segurador, que lida com volumes massivos de transações e requisitos regulatórios rigorosos. O tema não é emergente, mas muitas organizações adiaram decisões importantes na prática. No ambiente SAP, uma parcela significativa da base instalada ainda opera no sistema legado ECC, e o suporte oficial à versão antiga se encerra em 31 de dezembro de 2027. Isso significa que 2026 é o último ano para planejar e iniciar essa transição com tranquilidade. Quem deixar para depois disputará consultores escassos, pagando mais e assumindo riscos desnecessários. A SAP atende a maior parte das grandes empresas brasileiras – e, para todas elas, o relógio já está correndo. A SAP tem registrado crescimento consistente na adoção de soluções em nuvem e capacidades inteligentes de gestão, especialmente nas ofertas de Cloud ERP, como RISE with SAP e S/4HANA Cloud, impulsionadas pela procura por ambientes integrados com automação e análise em tempo real. Essa evolução acompanha uma mudança estratégica relevante: a SAP está deixando de ser apenas uma plataforma de gestão empresarial para se tornar uma organização orientada ao modelo AI-First, no qual o S/4HANA Cloud funciona como base de uma arquitetura preparada para inovação contínua com Business AI. Na prática, o conceito de Business AI significa levar a Inteligência Artificial (IA) para dentro dos fluxos reais de negócio, incorporando recursos inteligentes diretamente nas operações corporativas. Esse movimento inclui o assistente digital Joule e uma série de funcionalidades de IA embarcadas em processos financeiros, logísticos, operacionais e de recursos humanos, permitindo decisões mais rápidas e maior automação sem aumento de complexidade tecnológica. Essa nova abordagem está diretamente ligada ao conceito de Clean Core, que vem se consolidando como a melhor prática para migração e evolução dos ambientes SAP. O Clean Core consiste em adotar o modelo padrão do S/4HANA com o menor nível possível de customizações no núcleo do sistema, preservando apenas aquilo que representa diferencial competitivo. Essas extensões devem ser construídas fora do core, utilizando a SAP Business Technology Platform (BTP), hoje a base de extensibilidade, integração e inovação do ecossistema SAP. Esse modelo permite atualizações contínuas, com novos recursos e IA embarcada, reduzindo significativamente a complexidade operacional. Não por acaso, o maior desafio em projetos de migração ou upgrade ainda é o grande volume de customizações históricas acumuladas dentro do core do sistema. Nesse contexto, é importante entender que o SAP S/4HANA não é apenas um ERP isolado, mas o centro de uma suíte integrada de soluções empresariais. Ao redor dele, a SAP oferece aplicações já nativamente conectadas – como Ariba para gestão de compras e fornecedores, SuccessFactors para gestão de pessoas, IBP para planejamento integrado, CX para relacionamento com clientes e Concur para gestão de despesas – formando um ecossistema completo que unifica processos e dados em uma única arquitetura digital. Fica claro que as empresas que não se prepararem para as mudanças que vêm aí correm o risco de ficar sem suporte técnico e estratégico, comprometendo sua capacidade de acompanhar as exigências de mercado e inovação. Este movimento não é apenas técnico: ele é transformacional para o negócio. Quando o ERP é reposicionado como uma plataforma central de inteligência de negócio, as empresas entram em um caminho de decisões baseadas em dados em tempo real, automação de processos críticos e integração natural com IA, transformando seu core operacional em vantagem competitiva sustentável. No contexto brasileiro, onde grande parte das companhias ainda está em fases iniciais de migração para o SAP S/4HANA, há uma oportunidade histórica para se posicionar à frente. O setor financeiro é um exemplo claro de como o ERP moderno pode agregar valor estratégico. Em instituições que processam milhões de transações diariamente, a capacidade de integrar dados financeiros em tempo real, automatizar conformidade regulatória e otimizar a gestão de risco não é apenas um diferencial – é uma exigência de mercado. Plataformas como o SAP S/4HANA oferecem essas capacidades nativamente, com ganhos diretos em eficiência, redução de custos operacionais e maior resiliência a interrupções ou variações de demanda. Para além das organizações financeiras, varejo, agronegócio, manufatura e serviços também estão se beneficiando de ecossistemas integrados que unem dados operacionais e analíticos, permitindo maior precisão nas previsões de demanda, rastreabilidade e flexibilidade para responder às mudanças do mercado. A adoção de soluções em nuvem, combinada com IA, está acelerando esse processo, criando plataformas mais acessíveis e escaláveis para organizações de todos os portes. No Brasil, a SAP tem sido reconhecida por seu papel de liderança em plataformas de ERP na nuvem, reforçando a importância de soluções flexíveis, integradas e preparadas para inovação contínua. Essa posição é crítica: permite que empresas brasileiras alinhem estratégia de tecnologia e negócios em um ambiente cada vez mais competitivo, regulado e baseado em dados. A essência dessa transformação é simples, mas profunda: não se trata apenas de migrar sistemas; trata-se de transformar negócios. Companhias que adotam uma visão holística de ERP como plataforma de inteligência e tomam decisões estratégicas com base em dados integrados conseguem não apenas sobreviver, mas prosperar em um ambiente de inovação acelerada. Para instituições financeiras, isso significa melhores mecanismos de gestão de risco, compliance mais eficaz, agilidade operacional e experiências superiores para clientes e colaboradores. Em 2026, abraçar o ecossistema SAP no Brasil não é apenas uma decisão técnica inevitável – é uma decisão de liderança estratégica. Trata-se de equipar organizações com a capacidade de inovar com rapidez, responder às demandas do mercado e construir modelos de negócio resilientes e conectados à realidade digital global. Contar com uma consultoria parceira experiente nessa jornada pode ser decisivo para transformar a migração

Empresas como universidades: por que o ambiente de treinamento virou parte da estratégia de negócios

Por: Marcelo Rodorigo, Diretor da Metadil A frase “falta gente” virou um refrão no mundo corporativo. Ela aparece em indústrias, hospitais, serviços, tecnologia. Só que, na prática, não se trata apenas de falta de pessoas, é falta de pessoas prontas. O jovem sai do ensino técnico ou da faculdade com repertório, mas nem sempre com a segurança necessária para operar processos, atender clientes, cumprir protocolos e entregar resultado no ritmo que a empresa precisa. Do outro lado, organizações pressionadas por competitividade, qualidade e produtividade entendem rapidamente o tamanho do custo dessa lacuna: mais erros, mais retrabalho, mais rotatividade. É nesse ponto que surge uma mudança silenciosa, mas profunda: empresas estão investindo em universidades internas. Programas de capacitação deixaram de ser uma agenda de RH para se tornarem uma agenda de negócio. Treinar virou sinônimo de acelerar performance, reduzir risco e sustentar crescimento. E, como toda transformação real, essa também exige uma peça-chave que por muito tempo foi tratada como coadjuvante: o ambiente onde a aprendizagem acontece. O senso comum costuma enxergar treinamento como conteúdo, instrutor e cronograma, mas a aprendizagem não é apenas transmissão de informação. Ela depende de atenção, permanência, participação, interação e tudo isso é impactado por fatores concretos do espaço físico. Quem já passou horas em um auditório desconfortável, em uma sala improvisada, com cadeiras inadequadas, sabe: a fadiga chega cedo, a concentração vai embora e a mensagem se perde. O ambiente, quando mal resolvido, vira um ruído constante. Quando bem planejado, vira um aliado. Esse tema ganha ainda mais importância em um momento em que muitas empresas retomam o presencial. A volta ao escritório não é apenas uma questão operacional. Ela está diretamente ligada à tentativa de preservar cultura, identidade e o chamado DNA corporativo. A convivência é o espaço onde valores são transmitidos, onde boas práticas são observadas, onde o padrão de atendimento e a postura profissional se consolidam. Treinamento, nesse contexto, é um dos principais instrumentos de alinhamento cultural e ele precisa ocorrer em ambientes compatíveis com esse objetivo. Ao olhar para o treinamento como estratégia, o mercado começa a perceber que há uma diferença fundamental entre ter uma sala e ter um ambiente de aprendizagem. O primeiro é um cômodo. O segundo é um conjunto de decisões sobre ergonomia, layout, flexibilidade, durabilidade e experiência do usuário. Um ambiente voltado ao desenvolvimento precisa sustentar longas jornadas de capacitação com conforto; precisa permitir mudanças de configuração (palestra, grupos, dinâmicas); precisa ser robusto para uso intenso; precisa facilitar manutenção; e, cada vez mais, precisa conversar com tecnologia e recursos audiovisuais. Há também uma dimensão pouco discutida, mas decisiva: o efeito do ambiente na percepção do colaborador. Uma empresa que investe em espaços bem planejados envia um recado claro: o seu desenvolvimento importa. Isso se conecta com um tema central do mundo do trabalho atual: propósito e pertencimento. Pessoas não ficam apenas pelo salário; elas ficam pelo conjunto de experiências que constroem vínculo. Treinamento, bem executado, é uma dessas experiências. E o ambiente é parte do treinamento, não um detalhe. Essa conversa fica ainda mais relevante quando pensamos em setores que lidam com alto risco e alta responsabilidade como saúde e indústria. Em hospitais, por exemplo, o atendimento é profundamente humano. Protocolos existem para reduzir erro, mas o fator humano é decisivo. Na indústria, capacitar times significa evitar acidentes, reduzir falhas, sustentar produtividade. Em ambos os casos, o ambiente precisa estar à altura do desafio. No fim, a lógica é direta: negócios são feitos por pessoas. Para vender mais, atender melhor, produzir com mais qualidade, inovar com mais velocidade, é preciso equipes preparadas e aprendizagem contínua. Criar ambientes que favoreçam essa aprendizagem deixou de ser estética ou conforto: virou parte da engrenagem de crescimento.

Moët & Chandon brinda o cinema nacional no Golden Globes Tribute Gala Brazil

A Moët & Chandon comemorou um novo capítulo de sua história com o cinema na noite de 18 de março, data em que o Golden Globes Tribute Gala desembarcou pela primeira vez no país, no icônico Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Como champagne oficial da cerimônia há 35 anos, a Maison francesa brindou os nomes da indústria cinematográfica nacional cujas obras conquistaram reconhecimento global, reafirmando sua herança como símbolo de celebração, excelência e savoir-faire. MOËT & CHANDON CELEBROU OS TALENTOS DO CINEMA BRASILEIRO Abrindo a noite no tapete vermelho, os convidados puderam retirar de forma descontraída uma Mini Moët com biqueira dourada diretamente da Vending Machine. O Prestige Bar, por sua vez, também garantiu uma recepção com serviço de champagne em taça. Dentro do salão, as garrafas de Moët, dispostas em elegantes champanheiras douradas em cada mesa, compuseram o cenário sofisticado, permitindo brindes memoráveis.  Como estrelas da cerimônia, os homenageados puderam materializar a lembrança de suas honrarias por meio de Jeroboams personalizados com seus nomes e adornados à mão com cristais Swarovski por artesãos do Atelier Moët. A mesa exclusiva da marca contou com a presença de Valentina Herszage, que recebeu o Golden Globes Ascensão Award como reconhecimento ao seu avanço excepcional no cinema e na televisão.  Junto à ela, sentaram-se personalidades como a atriz Alice Wegmann, a influenciadora Maria Braz, o ator Bruno Fagundes, a atriz Bianca Comparato e a cantora Xenia França. Na primeira foto, as atrizes Valentina Herszage e Alice Wegmann. Na segunda, a cantora Xênia França e o ator Bruno Fagundes /Foto André Ligeiro No decorrer do evento, eles apreciaram o Moët & Chandon Impérial Brut, um rótulo estabelecido em 1869 e celebrado como a expressão de excelência do estilo da Maison.  Fiel à sua crença de que os momentos mais significativos da vida se tornam ainda maiores quando compartilhados, a Maison fez de cada brinde um símbolo de conexão, emoção e celebração coletiva: uma expressão viva de sua filosofia atemporal de que “Life is better shared.”  UM VÍNCULO DURADOURO COM O CINEMA A rica ligação da Moët & Chandon com a sétima arte é inegável, uma jornada cinematográfica que começou já em 1896 com os pioneiros irmãos Lumière. Isso demonstrou a visão precoce da marca como um símbolo eterno de alegria, uma conexão poderosamente consolidada com seu primeiro product placement conhecido em The Ring, dirigido por Alfred Hitchcock  em 1927. Hitchcock, um admirador reverenciado, continuou a apresentar a Moët & Chandon em seus clássicos, forjando uma presença cinematográfica incomparável e duradoura que permanece viva. O champagne da Moët & Chandon brilhou na silver screen ao lado de luminares culturais por gerações. De Audrey Hepburn em “Love in the Afternoon” a Charlie Chaplin em “A King in New York”, e de Marlon Brando a Julia Roberts, a Moët & Chandon tem sido uma presença constante, feliz e jovial, marcando indelevelmente seu lugar na história do cinema. Seus arquivos fotográficos revelam um fio dourado ininterrupto: cada estrela, cada vitória, celebrada com seu champagne. De Leonardo DiCaprio brindando com Cameron Diaz em 2010 a Kendall Jenner erguendo uma Moët mini, e Ben Affleck em contemplativa comunhão com as borbulhas, esses momentos sintetizam a crença central da marca: “Life is better shared.” O Golden Globes é o palco perfeito para ampliar a vida, a festividade, o talento e o incomparável savoir-faire das equipes da Maison, culminando em produtos de qualidade requintada, que incorporam um espírito coletivo e alegre. Essa conexão com o cinema se aprofundou na década de 1950 sob o Presidente & CEO Robert-Jean de Vogüé, que reconheceu os artistas como formadores de tendências culturais. Ele estabeleceu os “Friends of the House”, uma comunidade que reflete os valores centrais da Moët & Chandon de conexão global por meio do savoir-faire e da excelência do produto. A visão de Vogüé, demonstrada ao receber Josephine Baker e expandir a presença cinematográfica da marca em todo o mundo, cultivou essa vibrante comunidade de talentos. Esse legado agora prospera como “The Moët Talent Club”, uma comunidade que reforça a relevância cultural global da Maison. Após 35 anos, essa parceria demonstra de forma magnífica a capacidade única da Moët & Chandon de inspirar emoção e celebrar autenticamente momentos especiais. A marca continua a sustentar sua estimada reputação no universo do vinho, infundindo elegância no mundo e convidando todos a celebrar cada momento “à la française”, onde cada taça compartilhada é um sofisticado tributo à arte de viver e à excelência.35 anos de lendas icônicas, uma celebração atemporal, alegre e chique.

Confira como será a ativação de Olla no Lollapalooza Brasil 2026 e os brindes que o público poderá ganhar

Pelo quinto ano consecutivo no Lollapalooza Brasil 2026, Olla, marca de bem-estar íntimo da Reckitt, retorna ao festival com uma nova experiência interativa que convida o público a descobrir diferentes sensações dentro do universo da marca. Conhecido por atrair grandes filas e se tornar um dos espaços mais disputados do evento nos últimos anos, o estande de Olla, com produção, criação e operação assinadas pela Agência 947 traz, em 2026, uma jornada pensada para começar antes mesmo da entrada na ativação principal. Neste ano, [BC1] a marca transforma o tempo de espera em parte da experiência. Durante o dia, além de várias distribuições de preservativos, os promotores abordarão o público na fila convidando para participar da Caixa das Sensações, uma dinâmica em que os participantes escolhem um entre três “ovos do dragão”, [BC2] inspirados no símbolo de Olla e no universo lúdico criado para a ativação, cada um representando uma sensação ligada ao universo da marca. Ao abrir o ovo, o participante pode encontrar charms em formatos divertidos, preparando-o para complementar o que virá dentro do estande.[BC3]  Ao entrar na ativação, o público participa da experiência “Descubra sua sensação”, conduzida por um totem interativo que faz perguntas rápidas e realiza uma leitura sensorial. Ao final, o sistema revela uma das cinco sensações possíveis (prazer, intensidade, conexão, autenticidade ou liberdade) e direciona o participante ao armário de brindes correspondente. Entre os destaques, está a mini bag exclusiva de Olla personalizada com vários charms, pensada como um acessório funcional para acompanhar o público durante o festival. Inspirada no comportamento da geração Z e dos millennials, versátil e adaptável a diferentes usos, a peça funciona como um item utilitário e como extensão de estilo e expressão individual. Após a ativação, o público ainda pode registrar o momento em um espaço de fotos polaroides tiradas na hora para levar de lembrança e compartilhar a experiência nas redes sociais. A ativação ainda propõe uma ação que convida o público a levar camisinhas vencidas de qualquer marca para o estande. Quem participar pode trocá-las por um voucher para uma tatuagem em um estúdio parceiro em São Paulo, no valor de até R$ 100. [BC4] Durante todo o festival, Olla também realiza a distribuição gratuita de preservativos da linha Olla Máxima Sensação, desenvolvida com tecnologia que torna o produto até 58% mais fino¹, proporcionando proteção com segurança e conforto.

Lollapalooza Brasil chega à Globo com estratégia 360º e transmissão multiplataforma centradas no fã 

A Globo reforça sua atuação no território de música em 2026 com a transmissão multiplataforma do Lollapalooza Brasil. Com uma cobertura integrada entre TV Globo, Globoplay, Multishow, Canal Bis e produtos digitais, a empresa conecta marcas, artistas e público na 13ª edição do festival, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, com mais de 30 horas de shows ao vivo direto do Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A transmissão de 2026 do LollaBR conta com patrocínio de Bradesco, Budweiser e Samsung, que renovaram a parceria de 2025. HBO Max, Neve e Tic Tac completam a relação de parceiros com entregas only digital. No total, 38 marcas apoiaram o território de música ao longo do ano de 2025, resultando em quase 90 entregas comerciais, com destaque para cervejarias (36%) e o setor bancário (29%). Dessas entregas, 88% foram transmissões ao vivo, reforçando a conexão com o público e impulsionando um aumento de 8% nas vendas de cotas comerciais, superando a estimativa anual em 18%. “A nossa transmissão é desenhada para aproximar o público que assiste ao festival de outros locais da emoção de estar no Lollapalooza Brasil. Por isso, apostamos em tecnologias que captam a energia do festival a partir da perspectiva de quem está vivendo aquilo ali, no melhor lugar possível. Câmeras digitais já fazem parte da forma como o público vive o festival. Incorporá-los à transmissão não é apenas uma escolha estética, mas uma forma de reconhecer essa cultura. Quando trazemos essas câmeras de celulares e outros dispositivos wearables (como os óculos do Google)  para dentro do nosso fluxo ao vivo, ampliamos a diversidade de olhares e reforçamos a autenticidade da experiência. Essa mistura cria uma linguagem híbrida que está muito alinhada ao comportamento dessa geração. Ela combina qualidade técnica com espontaneidade, permitindo que a transmissão pareça mais fluida, imersiva e conectada”, afirma Joana Thimoteo, diretora de Gênero de Música da Globo. Para 2026, a Globo desenhou uma campanha multijanelas que coloca o fã no centro da experiência. Sob o mote “Onde tem fã, tem Globo”, a TV Globo reforça o seu compromisso em levar os principais festivais nacionais e grandes shows para o público de todo o Brasil, garantindo presença nos principais eventos musicais de janeiro a janeiro. A relação dos fãs com seus ídolos, a busca por garantir o momento de assistir aos shows e toda ansiedade pré-festival aparecem em peças de PR Stunt que brincam com a relação entre fã e ídolo. Com a temática “Hoje meu trabalho é ser fã”, a iniciativa parte de um insight simples e universal: no Lolla, muitos fãs fariam de tudo para estar no festival ou assistir à transmissão, até tentar convencer o chefe a liberar uma folga. A partir desse conceito, a marca lança uma websérie em três episódios, publicados entre os dias 17 e 19 de março nas redes sociais da @tvglobo, além de um spin-off exclusivo no TikTok, conectando humor, cultura pop e referências ao line-up do festival. Com elenco formado por Marcelo Adnet, João Vitor Silva, Jeff e Kenya Sade, além de participações especiais de N.I.N.A e Mu540, a narrativa traz os planos de três funcionários de uma loja de conveniência para conseguir folga e acompanhar o Lolla na Globo, em uma história que brinca com o imaginário do fã e reforça a conexão da marca com os grandes momentos da música. A campanha “Tudo me lembra o Lolla” do Multishow e do Globoplay também aborda a expectativa dos fãs em assistir aos seus artistas favoritos no festival, traduzindo seu estado emocional de forma que quando qualquer detalhe do dia vira gatilho para antecipar o evento, do café que evoca a voz da Sabrina Carpenter ao girassol que lembra Tyler, The Creator, passando pela maquiagem no estilo Chappell Roan. O conceito materializa essa ansiedade afetiva e divertida, mostrando como o Lollapalooza ultrapassa suas datas e passa a ocupar o imaginário do público muito antes dos portões abrirem. “Hoje, promover um festival não é mais sobre cobertura, é sobre construção de expectativa, pertencimento e continuidade. A gente começa antes, criando desejo e conversa; vive o festival em tempo real com uma cobertura tão pulsante quanto a experiência de quem está lá; e prolonga depois, transformando momentos em memória cultural. Nesse novo modelo, trazer talentos inesperados, como Nina e Musão, não é só uma escolha criativa, é uma estratégia de expansão de audiência, capaz de conectar o festival a novos públicos e repertórios, mantendo a marca viva, relevante e em constante renovação”, afirma Samantha Almeida, diretora de marketing da TV Globo. Nas redes sociais, a estratégia de influência conta com nomes que amplificam a conexão com o público. Samanta Alves atua como correspondente do Globoplay e utiliza o humor gerado pelo choque cultural entre Rio de Janeiro e São Paulo para construir identificação com a audiência. Ao representar quem assiste aos shows pela plataforma, ela traduz a experiência do festival para o público que se sente parte desse universo mesmo sem dominar todos os seus códigos. Paralelamente, Julia Alvarenga acompanha o ‘Tour dos Assinantes’ do Globoplay para revelar os bastidores da transmissão do festival por meio de uma experiência de acesso exclusivo. A influenciadora compartilha essa vivência em suas redes sociais para destacar a atmosfera de áreas restritas e fortalecer a proximidade entre a plataforma e os usuários no território da música. “Festivais como o Lolla mobilizam audiências altamente engajadas e criam um ambiente extremamente poderoso para as marcas. O ao vivo, especialmente no território de música, é um grande diferencial do Globoplay, que se consolida como a casa dos maiores eventos, festivais e shows do país. Transformamos toda essa energia do palco em experiência para quem acompanha de qualquer lugar, ampliando o olhar do fã com múltiplas câmeras, bastidores e apresentadores que aproximam o público da emoção do festival, além de conteúdos exclusivos nas redes sociais da plataforma”, diz Bernardo Leão, diretor de marketing dos produtos digitais da Globo. Além do LollaBR, já estão confirmadas as coberturas de Todo Mundo no Rio

Sadia leva 40 toneladas de comida ao Lollapalooza Brasil 2026

Sadia vai participar do Lollapalooza Brasil pelo 5º ano consecutivo. Além de levar estande, brindes e ativações, a marca é a maior fornecedora de alimentos do festival, em termos de volume de comida dentro da operação. Projeta vender, ao longo dos três dias de evento, mais de 40 toneladas de comida, o equivalente a 4 milhões de mordidas, se consolidando por mais um ano como a Mordida Oficial do Lollapalooza Brasil. A operação de food service da Sadia contará com 24 tendas de produtos e uma operação de venda com mais de 150 ambulantes. O cardápio de alimentos é variado, acessível e fácil de consumir em movimento e durante o ritmo intenso do festival. Serão mais de 30 opções disponíveis para compra, com protagonismo para a linha Pop Sadia, que conta com Pop Burger, Pop Fritas, Pop Nuggets e Pop Dog (hambúrguer, batata frita, nuggets e salsicha), alimentos que possuem alta aderência com o público jovem e com momentos de lazer e entretenimento. A marca também vai leva os clássicos como Pizzas, Empanados e Mac’N Cheese, também haverá burgers Sadia Bassi, espetinhos, pastéis e opções vegetarianas da linha Sadia Veg&Tal. No Chef’s Stage, terá três lanches elaborados com a linha premium de frios Sadia Speciale e uma opção vegetariana. Já o Lolla Lounge terá um carrinho de Hot Dog com lanches feitos com a novidade Pop Dog e opções variadas de toppings, além de “invasões” de produtos da linha Pop Sadia em diferentes momentos do dia. Além disso, nos pontos de alimentação Sadia, é possível adquirir o Balde Crocantudo, um bowl em formato da cabeça do Lek Trek – item de colecionador que foi hit de vendas na edição de 2025 – recheado com Pop Nuggets, Xtreme Chicken Bomb, Empanadíssimo e Pop Fritas.  “A ideia é promover a linha dentro do contexto do festival: ‘linha Sadia Pop Stars – atração principal na hora da fome’. O conceito foi gerado a partir da feliz coincidência de a edição deste ano contar com um line-up mais pop, com grandes nomes desse estilo musical, então aproveitamos para conectar com a nossa recém-lançada linha de congelados para a air fryer”, explica Marina Secaf, gerente executiva de Marketing da Sadia.

Como a clareza constrói margem de lucro antes mesmo do preço 

Por Denise Joaquim Marques, consultora de negócios especializada em Vendas e Marketing, com foco em estratégias de alta performance, liderança comercial e diferenciação de mercado  A margem de lucro raramente se perde na negociação final. Na maioria das empresas, ela começa a escorrer muito antes, nas decisões invisíveis do dia a dia, quando a organização opera sem clareza suficiente sobre prioridades, critérios e posicionamento. Antes de o cliente questionar o preço, a empresa já fragilizou o próprio valor.  Quando não está claro o que é prioridade, o que é aceitável e o que realmente diferencia a empresa no mercado, surgem vazios de comunicação que são preenchidos pelo time da forma que cada um consegue, com base em experiências individuais, pressões momentâneas ou interpretações pessoais. O problema não é o erro pontual, mas o desalinhamento constante que se instala silenciosamente.  Sem clareza, cada área passa a tomar decisões com critérios próprios. O comercial negocia para fechar, o marketing comunica outra promessa, o atendimento cria exceções para resolver conflitos e a liderança reage caso a caso. O cliente percebe mensagens diferentes dependendo de quem fala com ele. A negociação se alonga, as concessões aumentam e o preço vira o principal argumento porque o valor não está claramente sustentado.  Esse cenário gera um ciclo perigoso. Quanto menos transparência, mais a empresa sente que precisa ceder para manter volume. Quanto mais cede, mais enfraquece seu posicionamento. E quanto mais frágil o posicionamento, mais difícil se torna defender margem. A empresa até cresce em faturamento, mas com esforço desproporcional e rentabilidade cada vez mais pressionada.  Empresas que protegem margem fazem o caminho inverso. Elas começam definindo com nitidez quem são, para quem fazem sentido e quais critérios orientam suas decisões. Antes de discutir preço, deixam clara a sua postura. Antes de buscar escala, alinham discurso, expectativas e limites. Antes de acelerar vendas, garantem que todos saibam o que sustentar e o que não negociar.  Clareza reduz ruído, encurta negociações e aumenta a consistência das decisões. Ela cria segurança interna para sustentar critérios, mesmo sob pressão externa, para que o cliente reconheça valor com mais facilidade. Quando o discurso é alinhado, o time ganha confiança, a experiência do cliente se torna previsível e o preço deixa de ser o único ponto de comparação.  Mais do que comunicação, clareza é um instrumento de decisão. É o que permite dizer não sem desgaste e dizer sim sem contradição. Não se trata de rigidez ou inflexibilidade, mas de precisão estratégica. Empresas transparentes decidem melhor porque sabem exatamente o que estão protegendo.  Quando a liderança assume essa postura, a organização inteira se move com mais direção. O time entende os limites, o cliente percebe consistência e a margem deixa de ser um tema defensivo para se tornar consequência natural de escolhas bem definidas. Antes de ajustar o preço, vale ajustar o nível de clareza. É ali que a margem começa a ser construída.  *Denise Joaquim Marques é consultora de negócios especializada em Vendas e Marketing, com foco em estratégias de alta performance, liderança comercial e diferenciação de mercado. – E-mail: denisemarques@nbpress.com.br. 

Pessoas, propósito e lucro: a nova equação da competitividade

*Por Tânia Dias Santos Empresas brasileiras operam sob pressão crescente por eficiência, reputação e capacidade de resposta e, hoje, o desempenho depende diretamente da qualidade das decisões tomadas diariamente pelas equipes. Nesse cenário, a gestão de pessoas assume dimensão de variável econômica, já que o desafio vai além da contratação de profissionais qualificados e envolve a construção de ambientes capazes de sustentar resultados no longo prazo. Durante anos, processos seletivos priorizaram a competência técnica como principal critério de escolha, o que permanece indispensável. Essa lógica, porém, passou a considerar novos fatores, como a cultura organizacional e o alinhamento de valores, cada vez mais decisivos na escolha do local de trabalho. Segundo o estudo Workmonitor 2025, da Randstad, 58% dos trabalhadores brasileiros apontam esse alinhamento como relevante, acima da média global. Empresas que mantêm critérios exclusivamente técnicos tendem a perder competitividade na atração e na retenção de talentos, especialmente em um contexto em que profissionais avaliam com rigor a coerência institucional. O engajamento também exige atenção. Um levantamento de 2025 da EAESP/FGV mostra que apenas 39% dos trabalhadores brasileiros se declaram engajados — o menor índice da série histórica. Sem clareza de propósito e coerência entre discurso e prática, o vínculo se fragiliza e a produtividade cai. Os impactos são concretos: rotatividade elevada representa mais do que custos de recrutamento e treinamento, pois acarreta perda de conhecimento acumulado, descontinuidade de projetos e maior tempo de adaptação de novas equipes. De acordo com o levantamento State of the Global Workplace 2025, da Gallup, a queda no engajamento global em 2024 reduziu a produtividade em cerca de US$ 438 bilhões, enquanto a elevação desses níveis poderia adicionar até US$ 9,6 trilhões à economia mundial — o equivalente a cerca de 9% do PIB global. Esses números evidenciam a relação direta entre ambiente interno, resultados financeiros e competitividade. Organizações que alinham cultura e estratégia constroem equipes mais estáveis, reduzem a rotatividade e tomam decisões com maior consistência. A competência técnica continua sendo um pilar essencial — especialização, capacidade analítica e visão sistêmica são diferenciais relevantes —, mas a sustentabilidade das equipes também depende de colaboração, responsabilidade, adaptabilidade e compromisso ético, fatores que influenciam diretamente a qualidade das entregas e a previsibilidade dos resultados. A gestão de talentos consolidou-se como eixo estratégico, na medida em que critérios de contratação, desenvolvimento e reconhecimento indicam quais comportamentos são esperados e quais valores orientam a organização. Quando esses critérios não dialogam com a estratégia, surgem decisões fragmentadas e perda de foco. Cultura, nesse sentido, deixa de ser um tema restrito à área de recursos humanos e passa a integrar a governança corporativa. Esse princípio deve orientar as escolhas relacionadas a pessoas e liderança, garantindo coerência entre a missão institucional e as práticas cotidianas. Mais do que discurso, trata-se de traduzir valores em ações concretas, capazes de sustentar resultados e preservar credibilidade em ambientes de alta exposição pública. O futuro do trabalho é frequentemente discutido em termos de evolução tecnológica e novos modelos contratuais. A tecnologia continuará avançando, modelos de negócio seguirão mudando e novas métricas surgirão. Mas nenhuma estratégia sobreviverá se as pessoas não acreditarem nela. Ignorar o alinhamento cultural é tratar sintomas — rotatividade, queda de produtividade, desalinhamento — sem enfrentar a causa estrutural. Organizações sustentáveis são aquelas em que estratégia e cultura caminham juntas — e nas quais cada decisão reforça, na prática, aquilo que a instituição declara como valor. No longo prazo, não são os ativos físicos nem os algoritmos que definem a competitividade, mas a capacidade de mobilizar pessoas em torno de um propósito claro. É essa coerência que sustenta os resultados e preserva a credibilidade. *Tânia Dias Santos é diretora de Pessoas e Cultura do Grupo Marista. Formada em Direito, possui especializações em Direito do Trabalho e Direito Ambiental e MBA em Gestão de Pessoas, com mais de 15 anos de experiência em desenvolvimento organizacional, comunicação interna e ESG.

Diversidade nos espaços de poder como estratégia de desenvolvimento sustentável

Por Tania Cristina Teixeira, presidenta do Conselho Federal de Economia A relação entre liderança feminina e desenvolvimento econômico deixou, há muito tempo, de ser uma mera pauta social ou identitária. Hoje ela se insere no centro do debate sobre produtividade, inovação, competitividade e crescimento sustentável. Países e empresas que incorporam mulheres em espaços de decisão constroem estruturas mais eficientes e adaptáveis às transformações do Século XXI. Diversos estudos sustentam a correlação positiva entre diversidade de gênero e desempenho econômico. Diversity Wins (McKinsey & Company, 2020) mostra que empresas com maior diversidade de gênero entre seus executivos têm 25% mais probabilidade de superar financeiramente a média de seus pares. O Gender 3000 Report (Credit Suisse Research Institute, 2021) revela que organizações com mulheres em posições de liderança apresentam retornos sobre o patrimônio (ROE) mais elevados, e que a presença de apenas uma mulher no conselho já traz uma melhora em indicadores financeiros. O Global Gender Gap Report (Fórum Econômico Mundial) também traz achados interessantes. A edição de 2022 do estudo revela que países com maior participação de mulheres em cargos de liderança e no parlamento tendem a ter melhores resultados em inovação, educação e indicadores de bem-estar geral, e que uma diminuição de 10% na brecha de participação feminina no mercado de trabalho pode aumentar em 0,3 ponto percentual o crescimento do PIB per capita dos países. Já a edição de 2025 estima que o mundo levará cerca de 123 anos para fechar completamente esta brecha. A diversidade melhora processos de tomada de decisão, amplia a compreensão dos cenários, leva em conta realidades que, muitas vezes, são silenciadas e, desta maneira, gera respostas mais eficientes a contextos complexos e instáveis. No plano macroeconômico, a inclusão plena das mulheres no mercado de trabalho, na ciência, na política e nos espaços de poder amplia a base produtiva, fortalece a renda, dinamiza o consumo e impulsiona o crescimento. Economias que excluem talentos femininos desperdiçam capital humano e reduzem seu potencial produtivo, aprofundando desigualdades estruturais que se transformam em entraves ao desenvolvimento. A liderança feminina também introduz novos olhares na formulação de políticas públicas. Temas como economia do cuidado, saúde mental, organização do tempo, mobilidade urbana, proteção social, educação e sustentabilidade passam a integrar a agenda econômica de forma estruturante, e não como pautas periféricas. Isso produz modelos de desenvolvimento mais equilibrados e um crescimento econômico que vem acompanhado de qualidade de vida para todos. Entretanto, apesar de toda a evidência encontrada nestes estudos, a realidade ainda está longe de ser a ideal. Globalmente, as mulheres representam 41,2 dos trabalhadores, mas apenas 28,1 dos líderes. Esta disparidade é ainda mais visível em áreas de alto crescimento e grande importância econômica: embora as mulheres constituam quase um terço dos graduados nas chamadas áreas STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática), elas representam apenas 14% da liderança nestas mesmas áreas (Fórum Econômico Mundial, 2026). Além disso, conforme o mesmo estudo, a participação feminina em novas nomeações para cargos de liderança sênior atingiu o pico em 2022 e vem caindo nos últimos três anos (de 34,8% para 32,8%). Defender diversidade nos espaços de liderança é reconfigurar o próprio modelo de desenvolvimento, deixando de perpetuar desigualdades históricas e fazendo com que a própria igualdade seja o motor de um crescimento que seja sustentável no longo prazo. As economias mais capazes de enfrentar os desafios do Século XXI (transição ecológica, crise climática, mudança demográfica e reconfiguração do mundo do trabalho, entre outros) serão aquelas nas quais a liderança feminina não seja uma concessão simbólica, mas uma estratégia de desenvolvimento.

O futuro do marketing institucional passa por experiências culturais mais inteligentes

Por Ronny Müller, CEO & Fundador da Müller Cultural Empresas continuam precisando aparecer, claro. Mas aparecer deixou de ser suficiente. Hoje, é preciso criar conexão, gerar significado, construir valor de longo prazo e ocupar um lugar mais nobre na percepção dos públicos. Esse movimento impacta diretamente o marketing institucional. Na minha visão, o futuro dessa área passa por experiências mais inteligentes, mais relevantes e mais alinhadas ao que a sociedade espera das marcas e é nesse cenário que os projetos culturais ganham uma nova dimensão. Cultura não deve ser vista apenas como um campo de apoio ou como uma agenda paralela à estratégia da empresa. Ela pode ser um território privilegiado para construir presença institucional com profundidade, sofisticação e legitimidade. Isso acontece porque experiências culturais têm algo que poucas ferramentas de comunicação conseguem oferecer ao mesmo tempo: capacidade de emocionar, educar, engajar, gerar memória e produzir valor público. Quando uma marca se associa a esse tipo de experiência, ela se afasta do ruído da comunicação convencional e entra em um espaço mais qualificado de relacionamento com seus públicos, mas há um ponto que considero decisivo: essas experiências precisam ser inteligentes. Isso significa que não basta repetir formatos tradicionais ou investir em iniciativas pouco conectadas à identidade da empresa. O marketing institucional do futuro exigirá projetos mais aderentes, mais personalizados e mais capazes de dialogar com inovação, tecnologia e contexto. Tenho observado que, quando a cultura é integrada a recursos como realidade aumentada, inteligência artificial, exposições interativas, livros artísticos, workshops e ações de experiência, o projeto ganha uma nova camada de potência. Ele deixa de ser apenas uma entrega formal e passa a ser uma plataforma de ativação, relacionamento e posicionamento. Essa transformação é importante porque o público também mudou. Hoje, as pessoas valorizam mais experiências do que mensagens puramente promocionais. Elas se conectam mais com marcas que demonstram visão, sensibilidade e coerência. Elas prestam mais atenção em empresas que ajudam a construir algo relevante, e não apenas em empresas que querem ser vistas. Isso vale para consumidores, parceiros, investidores, formadores de opinião e comunidades, ou seja, o marketing institucional precisa acompanhar uma lógica mais relacional e menos declaratória. Nesse sentido, os projetos culturais oferecem uma vantagem importante. Eles permitem que a marca não apenas fale sobre seus valores, mas os materialize em ações concretas, abertas à sociedade e capazes de gerar impacto real. É uma forma de comunicação mais madura. Ao mesmo tempo, as empresas precisam reconhecer que sofisticação estratégica não está em fazer mais do mesmo com uma estética melhor. Sofisticação estratégica está em escolher melhor onde estar, como ativar e que tipo de percepção deseja construir. É por isso que defendo que o marketing institucional dos próximos anos será cada vez menos centrado apenas em exposição e cada vez mais orientado por experiência, legado e relevância. Marcas que compreenderem isso antes tendem a sair na frente Projetos culturais inteligentes podem cumprir múltiplas funções ao mesmo tempo: fortalecer branding, gerar ativos de comunicação, ampliar reputação, dialogar com ESG, aproximar stakeholders e consolidar presença institucional. Claro que isso exige leitura estratégica, curadoria e capacidade de execução. Não se trata de apoiar cultura de forma aleatória, mas de desenhar iniciativas consistentes, com aderência e propósito. Quando esse cuidado existe, o projeto cultural passa a ser muito mais do que uma ação complementar. Ele se torna uma peça relevante da arquitetura de marca da empresa. E, em um ambiente em que diferenciação real está cada vez mais escassa, isso pode representar uma vantagem importante. Acredito que o futuro pertence às marcas que entenderem que comunicação institucional não é só discurso. É experiência, escolha e construção de valor e a cultura, sem dúvida, pode ser uma das ferramentas mais inteligentes para isso.

O fim da Guerra Fria: como o Martech está unindo CMOs e CIOs em busca de eficiência

Por Fábio Sayeg O “fim da Guerra Fria” no ecossistema de Martech não é apenas metáfora: é a constatação de que a distância entre marketing e tecnologia, antes marcada por reservas e silos, vem se dissolvendo em uma parceria pragmática e necessária. Hoje, CMOs e CIOs caminham lado a lado na busca por eficiência, orientação a dados e experiência do cliente, movidos pela crença de que apenas a integração entre estratégia de marca e governança de tecnologia pode sustentar resultados consistentes em um mercado cada vez mais competitivo. A unificação entre as áreas não é uma promessa abstrata, mas uma prática que se reflete na melhoria da eficiência operacional. Quando marketing e tecnologia alinham metas, métricas e roadmaps, as decisões deixam de ser reativas e passam a ser orientadas por evidências. A integração entre plataformas de martech, dados e IA reduz ciclos de entrega, diminui desperdícios e amplia o retorno sobre o investimento. A consultoria Gartner aponta que embora os orçamentos de Marketing não tenham crescido nos últimos anos, os líderes estão aplicando os recursos de forma mais produtiva graças ao uso de IA e dados. ‘Os investimentos em GenAI estão gerando ROI por meio de maior eficiência de tempo (49%), maior eficiência de custos (40%) e maior capacidade de produzir mais conteúdo e/ou gerenciar mais negócios (27%)’, destaca a pesquisa, realizada no início de 2025 com 402 CMOs e outros líderes de marketing na América do Norte, Reino Unido e Europa, de diferentes setores, tamanhos de empresas e receitas. Com segmentação mais precisa, automação de campanhas com maior relevância e uma governança de dados promovendo estratégias escaláveis, as equipes têm sido capazes de passar com mais rapidez do insight à ação. Entretanto, não se pode ignorar possíveis resistências à mudança. Impedimentos culturais são, muitas vezes, o obstáculo mais desafiador: silos enraizados, diferenças de linguagem entre negócios e tecnologia, e governança de dados ainda fragmentada. Então quais estratégias precisam ser adotadas para uma colaboração mais eficaz? A saída é criar uma visão de valor compartilhada e estabelecer canais de comunicação transparentes e regulares. Em muitas organizações, a resposta tem passado pela criação de pactos de governança que definem papéis, responsabilidades e níveis de autonomia, sem sufocar a agilidade. Concentrar os esforços em torno da experiência do cliente também serve como um poderoso ponto de convergência. Ambas as áreas podem colaborar no mapeamento da jornada do cliente, identificando pontos problemáticos e usando a tecnologia para oferecer experiências digitais aprimoradas. No campo dos dados e da privacidade, a aliança CMO-CIO se revela ainda mais decisiva. A qualidade dos insights depende da qualidade das fontes, da harmonização entre dados (de onde vêm e como são tratados), e da conformidade com regulações. Assim, a parceria entre as áreas aumenta a responsabilidade compartilhada pela confiabilidade dos resultados, algo que reforça a confiança de clientes, reguladores e acionistas. Em termos práticos, isso se traduz em modelos de governança de dados que assegurem transparência, rastreabilidade e proteção, sem impedir a agilidade necessária para competir. A tecnologia é o motor dessa transformação. Plataformas de Martech, Data Platforms e inteligência artificial não apenas aceleram operações, mas redefinem o peso da priorização de investimentos. Quando CMOs e CIOs entendem os cenários de valor, a priorização deixa de depender apenas do retorno imediato de campanhas para considerar aprendizado, qualidade de dados e a escalabilidade de soluções. A responsabilidade por resultados passa a ser compartilhada: cada investimento é mensurado pela melhoria da experiência do cliente, pela consistência de dados e pela eficiência dos processos internos. Olhando para o futuro, algumas tendências devem guiar essa sinergia entre as áreas. A agilidade continuará a ser a base da transformação, com estruturas que favoreçam decisões rápidas sem sacrificar a governança. Por outro lado, a governança de dados precisa amadurecer, com arquiteturas que garantam a confiabilidade e acessibilidade dos dados, respeitando a privacidade. E, finalmente, a experiência do cliente continua a ser o farol: tecnologias devem respeitar a narrativa da marca, de forma que crie valor real para o público, sem perder de vista a ética e a responsabilidade. O “fim da Guerra Fria” em Martech não é o desaparecimento de tensões, mas a edificação de uma parceria estratégica entre CMOs e CIOs. Quando essa aliança amadurece, a eficiência é mais do que um resultado operacional: é a consequência natural de uma visão compartilhada de valor, respaldada por dados confiáveis, governança sólida e uma experiência do cliente que, de fato, faz a diferença. * Fábio Sayeg é  CRO da Cadastra, empresa global especialista em serviços tecnológicos aplicados ao marketing para fazer as empresas crescerem.

Neve leva banheiro premium para o Lollapalooza Brasil 2026 e entra em cena com ativações que levam mais cuidado para os amantes do festival

Em um festival onde cada minuto importa, Neve quer garantir que o cuidado acompanhe o público no mesmo ritmo da música, do início ao fim. A marca será apoiadora do Lollapalooza Brasil 2026 e chega ao evento com uma série de ativações pensadas para um dos maiores desafios de quem vive a experiência de um festival: curtir tudo sem perder nenhum momento especial, mas sem abrir mão do cuidado pessoal e do conforto em toda a experiência. Inspirada no conceito “Cuidado no Seu Ritmo”, a marca cria interações que acompanham o fluxo do público e descobertas do festival. Líder na categoria de papel higiênico no Brasil e integrante do portfólio de bens de consumo da Suzano, Neve transforma o cuidado, tradicionalmente associado ao ambiente doméstico, em uma presença relevante também fora de casa, especialmente em momentos intensos como um grande festival de música.  No Lolla Lounge by Vivo, Neve transforma um momento cotidiano em uma extensão de brand experience do evento. O Banheiro Neve será ambientado com decoração sofisticada, fragrância exclusiva e o portfólio de produtos Neve, com qualidade já reconhecida pelos consumidores, para oferecer a melhor experiência em todos os momentos do festival, reforçando sua proposta de cuidado e conforto.  Chama o Alfredo, no seu ritmo e em qualquer lugar Entre as ativações para movimentar o Lollapalooza Brasil 2026, está o encontro com o Alfredo, icônica personalidade da marca. A partir de conteúdos interativos que dominam as redes sociais, inspirada em virais no TikTok, a experiência convida o público para um game de voz. Na dinâmica, que acontece no Lolla Lounge by Vivo os participantes precisam chamar o Alfredo no ritmo certo para avançar pelas camadas de cuidado Neve e chegar até o famoso personagem da marca. Quanto melhor o desempenho no desafio, maiores são as chances de conquistar brindes exclusivos, como capa para celular à prova d’água, necessaires e palhetas personalizadas. Ao final da experiência, fotos e vídeos são liberados automaticamente por QR Code, incentivando o compartilhamento nas redes sociais e ampliando o alcance da ativação. Durante os três dias de evento, personagens caracterizados circularão pelo gramado distribuindo unidades do Neve On The Go, os lenços umedecidos de bolso da marca, ideais para levar a praticidade e o cuidado de Neve para qualquer lugar. “O Lollapalooza Brasil é um ambiente vibrante, cheio de energia e movimento, e é justamente nesses momentos que o cuidado faz ainda mais diferença. Queremos mostrar que Neve pode acompanhar as pessoas também fora de casa, oferecendo praticidade e experiências que ajudam o público a curtir o festival sem perder o ritmo. Levamos isso para o Lolla com experiências que traduzem o bem-estar em todas as suas vertentes, desde a entrega de um banheiro premium icônico ao recebimento de brindes que traduzem o cuidado na prática.”, afirma Patrícia Macedo, CMO da Unidade de Bens de Consumo da Suzano. A estratégia de ativação de marca foi desenvolvida pelas agências VOE, do Grupo 4ZERO4, responsável pelas ativações no Lolla Lounge by Vivo, pela DRUM, agência criativa da Omnicom Media que assina o conceito de comunicação e pela PROS, que lidera as ações de PR e parte das ativações voltadas ao engajamento do público.

Backstage Mirante desembarca no Lollapalooza Brasil com experiência de hospitalidade inédita; entenda o que a marca oferece

Consolidando sua posição como a maior referência em experiências premium e hospitalidade de alto padrão nos principais palcos do país, o Grupo Mirante anuncia sua chegada ao Lollapalooza Brasil.  Através de sua label de eventos, o Backstage Mirante, o grupo leva para o Autódromo de Interlagos a expertise que já transforma dias de jogos e shows no Allianz Parque, Morumbis e Mercado Livre Arena Pacaembu em jornadas de absoluto conforto. Após o sucesso no The Town, com o qual assinou uma operação com acesso exclusivo, concierge dedicado e a cobiçada varanda com vista direta para o palco Skyline, o Backstage Mirante agora finca sua bandeira no Lolla.  A proposta é oferecer uma solução exclusiva para quem não abre mão do conforto e do atendimento de excelência, mesmo no coração de um dos maiores festivais de música alternativa do mundo. O movimento em direção ao Lollapalooza Brasil acontece em um momento de expansão vigorosa para o grupo. Os empresários à frente do projeto acabam de anunciar o Jardim Nacional, um novo empreendimento de 2 mil metros quadrados no icônico Conjunto Nacional, na Avenida Paulista.  Com pé-direito de 7 metros e caráter modular, o novo espaço reforça a capacidade adaptativa do grupo em oferecer estruturas em múltiplas circunstâncias — seja em um jogo da NFL na Neo Química Arena ou na Copa do Mundo de Seleções, em parceria com o projeto Arena Brasileira. Para o Lollapalooza Brasil, o Backstage Mirante projeta uma infraestrutura que espelha o sucesso de suas sedes fixas, unindo: “O Backstage Mirante é uma label que carrega o DNA de transformar grandes eventos em experiências personalizadas e sem falhas. Levar esse padrão para o Lollapalooza Brasil é um passo natural para um grupo que já domina os rooftops e arenas de São Paulo”, afirma a gestão do projeto. Com o selo de qualidade de quem opera nos maiores cartões-postais da cidade e entrega soluções de hospitalidade para os públicos mais exigentes do mundo esportivo e musical, o Backstage Mirante no Lollapalooza Brasil promete ser, mais uma vez, o lugar mais disputado do festival.

Sadia patrocina mais um ano de Lollapalooza Brasil e se consolida como a Mordida Oficial do festival 

A Sadia é presença confirmada no Lollapalooza Brasil 2026. Em sua quinta participação consecutiva, a marca leva um conceito que traduz o espírito do festival: “Linha Sadia PopStars – a atração principal na hora da fome” (confira o vídeo no link), conectando experiências e seu portfólio de produtos ao line-up do festival. Como uma das principais fornecedoras de alimentação do evento, reforça seu papel de “Mordida Oficial do Lollapalooza Brasil”, destacando que é a opção de alimento para todos os tipos de fome.  Mais do que marcar presença em um dos maiores festivais do país, Sadia aproveita o Lollapalooza Brasil como plataforma de conexão emocional com o público. Idealizada pela Africa Creative, a estratégia se estrutura em dois pilares complementares: de um lado, uma operação robusta de alimentos e o reforço da linha Pop Sadia ao público; do outro, uma frente voltada à música, fandoms, experiência e conteúdo, desenhada para gerar engajamento, conversas orgânicas nas redes sociais e desejo que ultrapassa o espaço físico do festival, impactando também quem acompanha os shows de casa.  Com essa abordagem, Sadia consolida sua relevância cultural, usando grandes eventos como palco para apresentar seu portfólio, reforçar categorias estratégicas e fortalecer seu brand power junto ao público jovem, aos quais a marca atribui como os consumidores do futuro.  Estande Sadia #POPstars e brindes Em parceria com a agência ATENAS.ag, a marca levará uma instalação de 100m² envelopado com leds que remetem ao mote “Sadia #POPstars”, chamativo e único. Um dos grandes diferenciais desse ano será uma maquete gigante do icônico mascote Lek Tek de corpo inteiro, visível mesmo a distância, marcando o estande mais uma vez como “ponto de encontro” dos participantes.  Serão dois andares. No inferior, Sadia convida os fãs para viverem seu momento de pop stars, em uma experiência imersiva com DJ, fotógrafos e degustação dos produtos, além de espaços para photo oppotunity. Já o andar superior será dedicado à geração de conteúdo de influenciadores e celebridades convidados pela marca  Ao sair da experiência, os participantes levam gratuitamente um Leque do Lek Trek, que vem com cordão para ficar fácil de carregar o brinde. Já nos pontos de alimentação Sadia, é possível adquirir o Balde Crocantudo, um bowl em formato da cabeça do Lek Trek – item de colecionador que foi hit de vendas na edição de 2025 – recheado com Pop Nuggets, Xtreme Chicken Bomb, Empanadíssimo e Pop Fritas.   “O Lollapalooza Brasil é um território cultural extremamente relevante para nós. É onde música, comportamento e consumo se encontram, e isso nos permite levar inovação para a vida real. Ao promover a linha Pop Sadia como protagonista da edição desse ano, queremos mostrar que a marca entrega praticidade, sabor e experiências, seja no festival ou na casa das pessoas que vão acompanhar os shows do sofá, e que querem preparar lanches do seu jeito e com praticidade na air fryer”, afirma Marina Secaf, gerente executiva de Marketing da Sadia.  A Mordida Oficial do Lollapalooza Brasil A linha Pop Sadia conta com Pop Burger, Pop Fritas, Pop Nuggets e Pop Dog (hambúrguer, batata frita, nuggets e salsicha), que possuem alta aderência com o público jovem e com momentos de lazer e entretenimento. Os itens estarão disponíveis para experimentação no estande da marca e serão comercializados nos pontos de alimentação do evento. Sadia projeta vender, ao longo dos três dias de festival, mas de 40 toneladas de comida, o equivalente a 4 milhões de mordidas, se consolidando por mais um ano como a Mordida Oficial do Lollapalooza Brasil.  “A ideia é promover a linha dentro do contexto do festival: ‘linha Sadia Pop Stars – atração principal na hora da fome’. O conceito foi gerado a partir da feliz coincidência de a edição deste ano contar com um line-up mais pop, com grandes nomes desse estilo musical, então aproveitamos para conectar com a nossa recém-lançada linha de congelados para a air fryer”, complementa Secaf.  A operação de food service da marca contará com 24 tendas de produtos e uma operação de venda com mais de 150 ambulantes. O cardápio de alimentos da Sadia é variado, acessível e fácil de consumir em movimento e durante o ritmo intenso dos shows.   Serão mais de 30 opções disponíveis para compra, com protagonismo para a linha Pop, além dos clássicos como Pizzas, Empanados e Mac’N Cheese, também haverá burgers Sadia Bassi, espetinhos, pastéis e opções vegetarianas da linha Sadia Veg&Tal. No Chef’s Stage, a marca levará três lanches elaborados com a linha premium de frios Sadia Speciale e uma opção vegetariana. Já o Lolla Lounge terá um carrinho de Hot Dog com lanches feitos com a novidade Pop Dog e opções variadas de toppings, além de “invasões” de produtos da linha Pop Sadia em diferentes momentos do dia.  Divulgação A comunicação da marca foca em mídias digitais, com conteúdos exclusivos para as redes sociais e uma estratégia de marketing de influência. Será realizado um forte trabalho de CRM no Instagram, TikTok e X, para gerar conversas e comentários mais personalizados e interativos. A programação também conta com uma cobertura OOH, com formatos digitais de alto impacto, além de envelopamento de trens da Linha Esmeralda da CPTM, assim como relógios de rua e abrigos de ônibus da cidade de São Paulo. Há também uma collab com a Hellmann’s, reforçando a parceria de sucesso entre os molhos da marca e os snacks de Sadia. 

Vivo terá experiências inspiradas na paixão exagerada dos fãs no Lollapalooza Brasil

A Vivo, patrocinadora do Lollapalooza Brasil e que assina o Lolla Lounge by Vivo, chega ao festival celebrando a força dos fandoms e a paixão vivida no superlativo pelos fãs dos headliners desta edição. Inspirada na criatividade, nos rituais e nos gestos intensos que definem a relação dos brasileiros com seus ídolos, a marca destaca como essa entrega ultrapassa o óbvio e transforma histórias individuais em movimento coletivo.  Em suas ativações durante os dias do Lolla BR, a Vivo traz experiências desenvolvidas para valorizar quem vive tudo com intensidade, reconhecendo a autenticidade e a entrega que só um fã exagerado tem. Todo o projeto, da concepção do espaço às suas ativações e brindes, é assinado pela Musicalize, empresa de music branding e entretenimento do Grupo Dreamers.  No evento, a Vivo terá dois espaços no festival em que vai dar vida a todo esse sentimento superlativo, reforçando a conexão com os fandoms e convidando o público a viver o LollaBR em sua potência máxima, ampliando a energia e a vibração que só o festival proporciona. Na pista, o estande da Vivo traz o “Exagerados VR Tour”, uma ação com óculos de realidade virtual que levará a uma experiência de realidade “fantástica” que passará pelos bastidores, camarins e áreas exclusivas até a chegada ao palco principal. Serão três percursos disponíveis, inspirados no universo dos headliners do LollaBR. Lá, as pessoas também encontrarão um espaço para fotos, que serão aplicadas a um arquivo digital de cartaz especialmente criado com ícones que remetem aos principais nomes dos palcos. O estande ainda terá um ambiente especial para o público poder confessar, in loco, suas maiores loucuras como fãs.  Entre os brindes, a marca distribuirá os “la vivinhos”, bonecos de pelúcia no formato do seu ícone e personalizados com patches da campanha, inspirados na febre dos plushies entre a geração Z. Artistas de caligrafia também vão personalizar bags que, além de guardar os brindes, podem ser abertas e transformadas em faixas para chamar atenção dos artistas favoritos durante os shows. Os fãs exagerados que já estiverem dentro do festival e participarem das ativações da marca terão a chance de tentar ganhar ingressos do Lolla Lounge by Vivo do mesmo dia e fazer o upgrade para a área VIP do festival, ingressos de gramado para voltarem no sábado ou no domingo e também para o Lolla Pit (que dá a possibilidade de acesso a área exclusiva em frente aos palcos para verem seus artistas favoritos de perto).  O espaço contará ainda com áreas de descanso e pontos de recarga de celular. Já no segundo andar, o “Exagerados lounge” vai oferecer aos clientes Vivo um ambiente único com cenários para fotos, telas de transmissão dos shows, salão para compor make, além de carregadores de celular e snacks para repor a energia e curtir os shows. Para acessar, será necessário apenas mostrar no celular que é cliente Vivo.  No Lolla Lounge by Vivo, a marca terá um estande especial que também irá receber o público com ações para todos os fanversos presentes no festival, com uma versão do Exagerados VR Tour e espaços especiais para criar makes e compor o estilo que tem tudo a ver com o evento.  E para que ninguém fique sem bateria no gramado, a Vivo disponibilizará charges box em pontos estratégicos. A caracterização dos equipamentos muda diariamente e acompanha os símbolos do headliner de cada dia do festival. 

Bacio di Latte retorna ao Lollapalooza 2026 com milkshakes e picolés em diferentes pontos do festival

A Bacio di Latte confirma sua presença no Lollapalooza Brasil 2026, participando do festival pelo terceiro ano consecutivo. Ao longo da programação, a gelateria artesanal de inspiração italiana leva ao público experiências indulgentes pensadas para acompanhar a energia e o ritmo do evento.  Neste ano, a Bacio di Latte contará com três operações estratégicas espalhadas pelo Autódromo de Interlagos: dois pontos fixos e uma operação ambulante, garantindo que o público possa aproveitar os produtos enquanto circula entre os palcos e áreas de convivência. O destaque da ativação será o stand de milkshakes, localizado próximo ao Palco Samsung. No espaço, os visitantes poderão experimentar os Milkshakes Clássicos nos sabores Pistache, Cioccolato Belga, Caramello Salgado e Ninho & Bella. Além deles, o stand disponibilizará os Picolés Clássicos nos sabores Pistache, Cioccolato Belga, Bacio di Latte, Doce de Leite e Fragola. A marca também estará presente no Chef Stage, área tradicional de gastronomia do festival. Nesse espaço, o público encontrará os icónicos Picolés Insanos, nos sabores Chocovado, Doce & Cabana, Posto 9 e Doce de Leite, e os Picolés Clássicos. Para ampliar ainda mais o acesso aos produtos, a Bacio di Latte também contará com vendedores ambulantes circulando por toda a área. A operação terá como foco a venda dos Picolés Clássicos, oferecendo uma opção prática para quem deseja fazer uma pausa saborosa entre os shows.  Com a iniciativa, a Bacio di Latte fortalece sua presença em grandes encontros culturais e reforça a conexão da marca com momentos de celebração, levando seus sabores para um dos festivais de música mais relevantes do país.

A Camisa e o Grito: Por que o patrocínio esportivo é a nova conversa

Por Rodrigo Cerveira Lembra de como era  colecionar figurinhas de futebol na infância?  O logo na camisa dos jogadores era só um adesivo colorido. Alguns, icônicos, como o da Coca-Cola no Grêmio ou o da Parmalat no Palmeiras, mas a conversa terminava ali. Era uma estampa. Hoje, a sensação é outra. O adesivo deu lugar a um megafone. E a pergunta não é mais “qual é a marca?”, mas “o que ela está tentando dizer?” Vivemos um novo auge do patrocínio esportivo. Novos atores, como casas de apostas e streamings, injetaram recursos sem precedentes. A indústria esportiva, que já representa quase 2% do PIB brasileiro, virou um campo de batalha por atenção. Mas, nesse ruído, estampar um logo é como gritar em meio a uma multidão que já grita. Ninguém ouve. O jogo mudou. Patrocinar deixou de ser um monólogo para virar um diálogo. A velha métrica da “exposição” foi trocada pela profundidade da “conexão”. Veja a Red Bull. A empresa não só colocou seu logo em carros de corrida; ela criou seus próprios eventos,  seus times, seus heróis, sua própria definição de “extremo”. A Red Bull não patrocina o esporte; para muitos, ela é o esporte. A Nike, ao apoiar atletas com posições firmes em questões sociais, transcende a venda de tênis para participar de conversas culturais relevantes. Não vende um produto, mas um ponto de vista. O mesmo princípio se aplica aos palcos globais. Em uma Copa do Mundo ou Olimpíadas, marcas como Visa e Coca-Cola não apenas exibem seus logotipos; elas criam narrativas sobre união, celebração e superação. Na Fórmula 1, a Tag Heuer não está apenas marcando o tempo; ela se associa à precisão, à herança e à busca incansável pela excelência. Elas não interrompem o espetáculo. Elas se tornam parte dele. Essas marcas entenderam que patrocínio não é aluguel de audiência, mas construção de comunidade. Não buscam visibilidade, mas ressonância. O objetivo não é que as pessoas vejam seu logo, mas que sintam sua mensagem. O desafio não é mais o dinheiro, mas a coragem de construir uma narrativa autêntica. Exige uma postura profissional que vai além do contrato. Demanda estratégia, ativação e, acima de tudo, a disposição para fazer perguntas difíceis: Por que estamos aqui? O que defendemos? Que conversa queremos iniciar? Uma boa dúvida, eu acredito, está sempre viva e faminta. Uma resposta pronta, saciada e inerte. No campo do patrocínio esportivo, as marcas que alimentam a dúvida, que questionam o óbvio e ousam ter uma voz, não estão apenas estampando uma camisa. Elas estão vestindo a alma de uma geração. *Rodrigo Cerveira é sócio e CMO da Vórtx e co-fundador do Strategy Studio. Com 30 anos de experiência em estratégia, liderança e desenvolvimento de negócios globais e locais, é especializado em construção de marca e estratégia criativa. É formado em Publicidade e Marketing pela Faculdade Cásper Líbero, com Extensão em Gestão pelo INSEAD (Instituto Europeu de Administração de Negócios).

Você tem perfil para investir em uma franquia do setor de alimentação?

Por Glaucia Fernandes Depois de alguns anos atuando profissionalmente no universo do franchising no Brasil, aprendi que o sucesso de uma unidade franqueada raramente depende apenas de localização ou investimento inicial. Ele nasce, sobretudo, do alinhamento entre o perfil do investidor e as exigências reais do negócio. E é justamente a respeito deste ponto que muitos candidatos a franqueados precisam refletir com profundidade. O franchising brasileiro vive um ciclo consistente de crescimento. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que o setor mantém expansão contínua em faturamento e número de operações, com destaque recorrente para o segmento de alimentação. Trata-se de um dos pilares do sistema de franquias no país, impulsionado pelo hábito consolidado do brasileiro de consumir fora do lar e pelo avanço dos canais digitais, como delivery e aplicativos próprios. No entanto, o crescimento do mercado não elimina o fato de que resultados individuais dependem de competência, disciplina e preparo. Por isso, uma das primeiras perguntas que faço a um potencial franqueado não é quanto ele tem para investir, mas por qual motivo deseja investir. Empreender em alimentação exige envolvimento genuíno com o negócio. Diferentemente de outros setores, aqui o produto é sensorial, a experiência é imediata e o cliente percebe rapidamente qualquer falha. Quem entra apenas movido por expectativa de retorno financeiro tende a se frustrar diante da intensidade operacional diária. Já aqueles que demonstram motivação empreendedora clara — seja pela afinidade com hospitalidade, desejo de liderar pessoas ou de construir algo próprio — normalmente apresentam mais resiliência e capacidade de evolução. Outro aspecto decisivo é a habilidade de gestão. Uma franquia não elimina a necessidade de administrar; ela oferece método, marca consolidada e processos testados. O franqueado continua sendo o gestor da operação. Isso implica controlar custos com rigor, compreender margens, acompanhar indicadores de desempenho e, sobretudo, lidar com pessoas. No setor de alimentação, a rotatividade de funcionários pode ser um desafio constante. Um franqueado de sucesso entende que clima organizacional, treinamento contínuo e exemplo de liderança impactam diretamente a qualidade da experiência e, consequentemente, o faturamento. Pesquisas conduzidas pelo Sebrae reforçam que negócios bem-sucedidos no Brasil têm maior probabilidade de prosperar quando o empreendedor domina minimamente conceitos de gestão financeira e planejamento estratégico. No franchising, isso ganha um componente adicional: a capacidade de seguir padrões. É fundamental compreender que a franquia não é um laboratório para testar ideias pessoais a todo momento. O modelo já foi validado. Há manuais, diretrizes de marketing, fornecedores homologados e padrões operacionais definidos para preservar a identidade da marca. O perfil adequado é aquele que consegue equilibrar disciplina para seguir o sistema com iniciativa para executar com excelência. Também é preciso maturidade financeira. Muitos investidores subestimam o capital de giro necessário nos primeiros meses de operação. Embora a marca ofereça suporte e histórico de desempenho, cada praça tem seu tempo de maturação. Ter reserva para atravessar o período inicial com tranquilidade é um fator que reduz decisões precipitadas e aumenta as chances de consolidação da unidade. Há ainda um ponto frequentemente negligenciado: compatibilidade com o estilo de vida do setor. Alimentação envolve horários estendidos, finais de semana, feriados e grande intensidade operacional. Mesmo que o franqueado conte com gerentes, é essencial ter proximidade com a rotina da loja, especialmente nos primeiros anos. Quem não se identifica com esse ritmo pode ter dificuldade em manter padrão elevado de entrega. Além disso, o franqueado precisa estar presente na operação, acompanhar o dia a dia, entender pormenores, oferecer suporte à equipe e, principalmente, acreditar que o negócio é próspero e feito por pessoas. Por fim, um traço que diferencia franqueados medianos de franqueados excepcionais é a disposição para aprender continuamente. O comportamento do consumidor muda, novas tecnologias surgem, tendências gastronômicas evoluem. O empreendedor que participa ativamente de treinamentos, troca experiências com outros franqueados e acompanha indicadores com mentalidade analítica amplia suas chances de crescimento sustentável. Investir em uma franquia do setor de alimentação pode ser uma decisão estratégica inteligente, respaldada por um mercado estruturado e por marcas que oferecem suporte consistente. Contudo, a pergunta central permanece: você tem o perfil para operar dentro de um sistema, liderar pessoas, manter disciplina financeira e dedicar energia constante ao negócio? Se a resposta for sim — sustentada por autoconhecimento e preparo — as probabilidades de sucesso aumentam significativamente. No fim das contas, mais importante do que escolher a marca certa é tornar-se o franqueado certo para ela. *Glaucia Fernandes é diretora executiva do L’Entrecôte de Paris, rede de restaurantes que faz parte do Grupo SMZTO, é reconhecida por inovar no Brasil com o conceito de prato único e proporcionar a verdadeira experiência vivida nos mais tradicionais bistrôs parisienses – www.lentrecotedeparis.com.br / @lentrecotedeparis 

Band e TV Cultura fecham parceria para a realização dos debates presidenciais das Eleições 2026

A Band e a TV Cultura firmaram nesta terça-feira (17) um acordo que prevê a realização dos debates presidenciais das Eleições 2026. A Band mantém a tradição e promoverá o primeiro encontro entre os candidatos ao Palácio do Planalto no mês de agosto. A sabatina com os concorrentes do segundo turno ocorrerá em outubro. Maria Angela de Jesus, presidente da TV Cultura, avalia que a união reforça a credibilidade e a reputação de ambas as emissoras. “É uma alegria anunciar que estaremos juntos para levar ao público debates qualificados e uma discussão política responsável. Estamos fortalecendo em nossa programação o diálogo construtivo, as boas conversas e a informação de qualidade, para que o telespectador possa tomar sua decisão de forma consciente na hora do voto”. Para Fernando Mitre, da direção de Jornalismo da Band, a cooperação entre os canais representa um salto de qualidade em um horizonte de enorme expectativa e responsabilidade. “O Brasil está vivendo um momento muito significativo e complexo, o que é um desafio para o Jornalismo. Unidos, vamos enfrentar essa dificuldade com mais competência, confiança e disposição. Informaremos o eleitor com o que de fato interessa para que ele faça uma escolha racional no instante em frente à urna eletrônica”. A Band deu a largada em janeiro, durante uma reunião estratégica com representantes das siglas, para a maior cobertura eleitoral de sua história. A antecipação do calendário consolida o compromisso da rede em oferecer ao público uma análise profunda e equilibrada da conjuntura nacional. O Canal Livre exibiu no último domingo (15) uma edição que reuniu três governadores do Partido Social Democrata (PSD) que figuram como pré-candidatos à Presidência da República: Eduardo Leite (RS), Ratinho Jr. (PR) e Ronaldo Caiado (GO). Ao longo do ano, a emissora produzirá outros especiais do programa de entrevistas mais longevo da televisão brasileira. Ainda no primeiro semestre, o canal estreia o programa semanal Band Eleições, que receberá especialistas, candidatos e integrantes das campanhas.

Analu Santos chega como VP de Estratégia na Lola\TBWA

Para completar a liderança executiva da Lola\TBWA, Ana Luiza Santos é a nova contratada da agência. A recém-chegada responderá como vice-presidente de estratégia, com report direto à CEO Carol Boccia, e será responsável pelo planejamento estratégico, pesquisa e insights. “Analu tem uma trajetória muito consistente como estrategista de marcas globais e traz também um olhar muito forte de negócio, reforçado pela experiência recente como managing director. Essa combinação fortalece ainda mais o papel da estratégia na Lola\TBWA. Somada ao ferramental global da TBWA e à metodologia Disruption, ela amplia nossa capacidade de transformar estratégia em crescimento real para as marcas e para os negócios dos nossos clientes“, comenta Carol Boccia.  Analu tem mais de 20 anos de experiência, com passagens por agências Talent, Leo Burnett, MullenLowe Brasil e Fischer America, sendo responsável por desenvolver estratégias para marcas como Samsung, Jeep, Unilever, Akzo Nobel, Reckitt, Suzano e Bayer, Geely entre outras. “A Lola/TBWA é uma agência única, que desafia os códigos de forma criativa, mas com metodologia estratégica reconhecida globalmente. Será uma honra poder liderar um time incrível de estrategistas em um mercado tão relevante como o Brasil e contribuir para a construção de marcas que acreditam que a disrupção criativa é condição para o crescimento consistente de negócios“, completa Analu.

Cielo leva a cultura do boteco brasileiro ao Lollapalooza BR 2026 e reforça presença como maquininha oficial do festival

A Cielo, referência no setor de meios de pagamentos, será, pelo terceiro ano consecutivo, a maquininha de cartões oficial do Lollapalooza Brasil 2026, um dos maiores festivais de música do mundo. A companhia vai disponibilizar 1500 terminais inteligentes Smart para processar todas as transações de consumo no festival. Em 2025, foram registradas mais de 429 mil transações nas maquininhas da Cielo durante os três dias de festival — um pico real de comportamento de consumo ao vivo. O evento acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.  A marca estará no Lolla Comfort — espaço exclusivo assinado em conjunto com o Bradesco — com um estande de 40m² dedicado a ativações interativas. A grande novidade desta edição é o conceito “Chega Junto”, que transforma o estande da Cielo em um boteco brasileiro contemporâneo. A ativação aposta na brasilidade como posicionamento cultural, conectando música, cultura popular e tecnologia de pagamento em um espaço que celebra o ponto de encontro mais democrático do país. “O boteco é um símbolo potente da cultura brasileira. É onde pessoas se encontram, histórias nascem, negócios começam e onde a música nunca para. É a celebração do nosso jeito leve, caloroso e criativo de viver. Levar esse universo para dentro do Lolla BR é mostrar que a Cielo entende o Brasil que empreende, que consome, que se conecta, seja no cotidiano de cada bairro ou nos grandes palcos de eventos icônicos como o Festival. É afirmar que a Cielo está ao lado do Brasil real: diverso, vibrante e cheio de histórias para contar”, afirma Thalita Martorelli, Diretora de Marketing da Cielo.  No estande, o público poderá participar de ativações interativas como o Caixa da Resenha, um desafio de adivinhar músicas em até 5 segundos, o mesmo tempo que uma transação leva para ser processada nas maquininhas da Cielo. Os participantes ganham brindes exclusivos como porta-copos temáticos e imãs de geladeira com frases de boteco.  “Um festival como o Lollapalooza movimenta milhares de transações por hora, é um laboratório em tempo real de comportamento de consumo. Para a Cielo, estar aqui não é só exposição de marca, é sobre gerar inteligência que depois volta para os nossos clientes. Quais horários vendem mais, qual o ticket médio, como as pessoas preferem pagar, esse tipo de dado ajuda qualquer dono de negócio a tomar decisões melhores”, completa Thalita. A presença no Lollapalooza faz parte de uma estratégia mais ampla da Cielo de se conectar com a cultura por meio de grandes eventos. Nos últimos anos, a companhia marcou presença em festivais como Festival de Parintins, no Amazonas, e a Oktoberfest, em Blumenau, reforçando seu compromisso com o apoio à cultura regional em diferentes partes do país. É também a prova de como a sinergia entre Cielo e Bradesco fortalece o empreendedor brasileiro, levando tecnologia, presença e brasilidade para onde a economia realmente acontece. Para representar diferentes regiões do país, a marca continua apostando em influenciadores que representam a cultura regional e, por isso, convidou a cantora Zainara, do Norte; o baiano Danrlei Orrico (okanalha_oficial), conhecido por “Baiano Tem o Molho”; e a rapper paulista Nanda Tsunami, destaque da cena urbana e voz feminina negra do Sudeste. Como pagar no festival  O consumo dentro do Lollapalooza é feito por meio de cartão de cartões de crédito ou débito, diretamente na maquininha do festival. As transações são processadas nos terminais Smart da Cielo, que aceitam pagamento por aproximação (contactless) e inserção de cartão de crédito ou débito. Quem desejar usar dinheiro em espécie ou Pix terá  que adquirir um cartão pré-pago (“cashless”), e carregar junto aos caixas da operação cashless que estarão sinalizados pelo evento e também será usado para transações na Smart. Por determinação da organização do evento, este ano não haverá adoção da pulseira cashless.

Adobe e NVIDIA anunciam parceria estratégica para oferecer próxima geração de modelos Firefly e fluxos de trabalho criativos, de marketing e agentes

A Adobe e a NVIDIA anunciam uma parceria estratégica para acelerar a criação, produção e personalização com inteligência artificial, incluindo o fornecimento da próxima geração de modelos fundamentais do Adobe Firefly e fluxos de trabalho com agentes.  A parceria reunirá os fluxos de trabalho, modelos e tecnologia de criação e marketing da Adobe com os modelos abertos, bibliotecas, pesquisas e computação acelerada da NVIDIA, à medida que a demanda por conteúdo continua a crescer e a IA generativa remodela os fluxos de trabalho de criação e marketing.  Por meio dessa parceria, a Adobe e a NVIDIA impulsionarão a indústria criativa desenvolvendo modelos Firefly de última geração que oferecerão precisão e controle criativos incomparáveis para fluxos de trabalho de criação e marketing. Os modelos serão construídos com a tecnologia de computação avançada da NVIDIA e utilizarão as bibliotecas NVIDIA CUDA-X™, NVIDIA NeMo ™, os modelos abertos NVIDIA Cosmos™ e o software NVIDIA Agent Toolkit para possibilitar a criação interativa e de alta qualidade que os clientes esperam.  “A criação de conteúdo está explodindo, e nossa parceria com a NVIDIA se baseia em uma visão compartilhada de reinventar os fluxos de trabalho criativos e de marketing com o poder da IA”, diz Shantanu Narayen, presidente e CEO da Adobe. “À medida que a IA transforma a maneira como as equipes de marketing e os estúdios de mídia e entretenimento trabalham, a Adobe e a NVIDIA integrarão nossos modelos Firefly, bibliotecas CUDA em nossos aplicativos, digital twins 3D para marketing e o Agent Toolkit e o Nemotron em nossas estruturas de agentes para oferecer fluxos de trabalho de IA de alta qualidade, controláveis e de nível empresarial para o futuro”.  “A IA está dando a todos os setores a capacidade de redefinir o que é possível”, afirma Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA. “Há mais de 20 anos, a NVIDIA e a Adobe são parceiras para expandir os limites do design e da criatividade. Hoje, estamos elevando essa parceria a um novo patamar, unindo nossas equipes de pesquisa e engenharia para acelerar os aplicativos consagrados da Adobe com a NVIDIA CUDA e construir em conjunto modelos fundamentais de última geração que reinventam a criatividade e transformam as experiências dos clientes”.  “A convergência entre IA generativa, computação acelerada e ferramentas criativas está transformando a forma como marcas produzem e escalam conteúdo”, afirma Marcio Aguiar, diretor da divisão Enterprise da NVIDIA para América Latina. “Ao integrar modelos avançados, agentes e digital twins aos fluxos de trabalho, essa parceria permite às empresas ganharem velocidade, consistência e controle criativo em um cenário de demanda crescente por experiências personalizadas”, conclui o executivo.  A Adobe e a NVIDIA colaborarão para oferecer fluxos de trabalho inovadores de criação e marketing com agentes, visando maior velocidade de conteúdo, campanha e produção. A Adobe explorará o software NVIDIA Agent Toolkit e os modelos abertos NVIDIA Nemotron ™ para impulsionar esses fluxos de trabalho com agentes.  A Adobe e a NVIDIA também trabalharão juntas no NVIDIA NemoClaw, uma plataforma de código aberto que simplifica a execução de assistentes sempre ativos do OpenClaw de forma mais segura, com um único comando. Como parte do NVIDIA Agent Toolkit, ele instala o ambiente de execução NVIDIA OpenShell, um ambiente seguro para executar agentes autônomos e modelos de código aberto como o NVIDIA Nemotron.  Em parceria com a NVIDIA, a Adobe está lançando uma solução de digital twins 3D nativa da nuvem e que preserva a identidade da marca (beta público). A solução cria réplicas virtuais de produtos físicos que atuam como identidades digitais permanentes para experiências de marketing e comércio. Integrando as bibliotecas NVIDIA Omniverse ™ às tecnologias da Adobe, a colaboração amplia o suporte para fluxos de trabalho de digital twins 3D baseados no  OpenUSD para automação de conteúdo de marketing.  Com interoperabilidade perfeita entre as ferramentas, as marcas podem gerar tudo, desde fotos de embalagens e imagens de estilo de vida consistentes até experiências de produtos 3D configuráveis e experimentações virtuais imersivas.  A Adobe também aproveitará a infraestrutura de IA da NVIDIA, as bibliotecas de IA, os serviços e os modelos para acelerar e otimizar todas as camadas de suas ferramentas com tecnologia de IA em criatividade, produtividade e orquestração da experiência do cliente, incluindo Adobe Acrobat, Photoshop, Premiere Pro, Frame.io, Adobe Firefly Foundry, Adobe GenStudio e Adobe Experience Platform.  Com o Adobe Firefly Foundry, os modelos de IA comercialmente seguros do Firefly são profundamente ajustados ao conteúdo exclusivo e proprietário da marca ou franquia de uma empresa ou detentor de propriedade intelectual, o que é fundamental para estúdios de mídia e entretenimento. O Adobe Firefly Foundry integrará as tecnologias avançadas de computação e IA da NVIDIA para impulsionar a IA personalizada de nível empresarial, que oferece conteúdo comercialmente seguro em escala.  As principais áreas da parceria estratégica incluem: 

Hellmann’s confirma presença pelo terceiro ano consecutivo no Lollapaooza 2026, com Xamã e linha Supreme

Por mais um ano, Hellmann’s confirma sua presença como marca oficial de molhos do Lollapalooza Brasil 2026, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A linha Hellmann’s Supreme chega completa ao festival para transformar a experiência gastronômica do público e reforçar sua conexão com música, cultura e entretenimento em um dos maiores festivais do país. A ativação da marca contará com open molho, convidando o público a experimentar, de forma livre e personalizada, os diferentes sabores da linha Supreme.  No Lollapalooza Brasil 2026, Hellmann’s parte de uma verdade simples do consumo on-the-go: quando existe cremosidade, a experiência fica ainda melhor. Para transformar cada mordida em algo mais suculento e saboroso, a marca leva ao festival a linha Supreme — o Ketchup Hellmann’s Supreme feito com ingredientes de origem 100% natural, a Maionese Hellmann’s Supreme feita com ovos 100% caipiras, a Mostarda Hellmann’s Supreme, elaborada com grãos selecionados e o Barbecue Hellmann’s Supreme que se destaca pelo sabor defumado e indulgente — reforçando seu papel como aliada para elevar qualquer combinação ao longo do evento.  Ao lado de Xamã (cantor e ator), Luana Zucoloto (humorista) e Álvaro (influenciador) serão as peças-chaves da campanha Supreme de Hellmann’s no Lollapalooza Brasil 2026, para representá-los no festival com a sua personalidade à narrativa da campanha para interagir com o público. Os talentos darão vida à campanha de forma leve e bem-humorada e reforçando a ideia de que lanches cremosos são feitos com molhos Hellmann’s.   “Estar no Lollapalooza é sempre muito especial pra mim e essa parceria com Hellmann’s veio para somar! A campanha Lanche Seco Nunca Mais me faz lembrar que a vida já é corrida demais pra aceitarmos viver sem aquela cremosidade que faz tudo valer a pena.”, comenta Xamã.   Com a campanha Supreme, a marca mostra que a escolha do molho certo transforma completamente a experiência, elevando sabor, cremosidade e prazer em cada mordida. Ao unir produto, entretenimento e squad de influenciadores que traduzem os atributos de seu portifólio de forma autêntica, a marca reforça seu posicionamento como especialista em molhos e protagonista dos momentos mais marcantes do consumidor, dentro e fora do Lollapalooza Brasil 2026.   Durante o festival, a campanha ganha presença física com as icônicas molheiras Hellmann’s, estrategicamente posicionadas pelo evento — duas no gramado e uma no Lolla Lounge. Nos espaços do gramado, o público poderá customizar snacks e lanches com a família Supreme completa e versões de maioneses saborizadas. A expectativa é de distribuir cerca de 5 toneladas de produto ao longo do evento nas estações open molho.  “Para nós, o Lollapalooza é mais do que um canal de comunicação, é um ponto de relacionamento e proximidade com o público. Estar presente como marca oficial de molhos já nos garante visibilidade, mas o que buscamos é algo maior: usar o festival como palco para materializar um posicionamento que vem sendo construído há quatro anos com a linha Supreme”, afirma Rodrigo Latance, Gerente de Marketing de Hellmann’s para Brasil e América Latina.    Pelo terceiro festival consecutivo, Hellmann’s apresenta sua icônica jaqueta, agora em uma nova versão. O brinde será distribuído no Lolla Lounge e reforça a conexão da marca com moda, cultura e gastronomia, traduzindo o espírito da campanha Supreme em um item desejável que já se tornou parte da experiência do público.  Além disso, a participação de Hellmann’s no Lollapalooza Brasil 2026 marca mais um capítulo de sua parceria com Sadia, que chega ao terceiro ano. Ao longo desse período, as marcas já se uniram em diferentes iniciativas e campanhas, como a campanha Supreme 2025 e campanhas no universo da NBA em anos anteriores, reforçando uma colaboração de sucesso entre os snacks de Sadia e os molhos de Hellmann’s.  Para acompanhar todas as novidades de Hellmann’s, siga @hellmannsbr no Instagram (https://www.instagram.com/hellmannsbr/), TikTok (https://www.tiktok.com/@hellmannsbr) e @hellmannsbrasil no Facebook (https://pt-br.facebook.com/hellmannsbrasil/), ou acesse www.hellmanns.com.br.  Fichas Técnicas  Anunciante: Unilever  Marca: Hellmann’s   Cliente: Carolina Riotto, Kaio Silva, Rodrigo Latance, Isis Bialoskorski, Danilo Dias, Thais Dalle-Luche, Luana Elias, Aline Luche, Ingrid Cavalcanti , Gabriella Tetti, Beatriz Bordini, Pamella Dias, Lucas Mantovani e Rafaela Generoso  Euphoria Creative  Produto: Supreme: Maionese, Ketchup, Mostarda e Barbecue Supreme e Saborizadas: Maionese Churrasco, Alho, Verde, Bacon e Queijo  Cliente: Carolina Riotto, Kaio Silva, Danilo Dias e Ingrid Cavalcanti  Criação: Marcelo Rizério, Ricardo Alonso, Bianca Fratus, Pedro Ramos, Ygor Silva e Lara Ignezli  Conteúdo: Paula Baião  Planejamento: Caio Del Manto, César Villas Bôas, Guilherme Maineti, Julia Lupinacci, Julia Saldanha e Joao Cavalcante  Atendimento: Andressa Fukunaga, Marina Porto, Talita Lima e Wellington Faustino  Data Insights: Tiago Santos   Produção: Cris Almeida e Larissa Gonzaga   BR Media Group  Comercial: Karina Olaia | Diretora Comercial   Victoria Bruck | Gerente Comercial  Ygor Feitosa | Analista Comercial  Operações:  Rafaela Sgariboldi | Diretora de Operações  Ingrid Alves | Diretora de Atendimento  Juliana Salgueiro | Gerente de Atendimento  Matheus Carvalho | Analista Pleno  Ingrid Glovackis | Analista Júnior  Planejamento:  Alan Alves | Diretor Executivo de Planejamento  Jamille Faziali | Diretora de Planejamento Estratégico   Maria Isabella | Gerente de Estratégia   Rebeca Porto | Especialista de Estratégia  Content:  Marcelo Pollara | Diretor Criativo  Leticia Prada | Líder de Criação  Nicole Holanda | Analista Pleno  Tatiany Mercatelli | Analista Júnior  Buena Onda  Head de Conteúdo e Operações: Marina Tomaz  Gerente de Projetos: Jéssica Lima e Kelvin Prudêncio  Estrategista: Júlia Fernandes  Redação: Matheus Dias  Gestão de Comunidade: Taciana Farias  Direção de Arte e Motion: Milena Luchini, Pedro Cunha e Isabela Nogueira  Diretora de Estratégia: Renata Guerra  Diretora de Operações: Claudia Schneider  Diretor de Financeiro: Lucas Valério  Diretor de Criação: Maurício Oliveira  Diretor Audiovisual: Mark Daniel  Cadastra  Business & Strategy:  Leandro Rodrigues – Diretor  Mayara Carrera – Gerente  Daiane de Souza – PO  Giovanna Bezerra – Analista de PO  Fernanda Bueno – Account Strategy  Mídia  Carol Bianchi – Gerente  Renan Macedo – Coordenador de Mídia  Pedro José Pires Silva – Analista de mídia  Edelman Brasil  Vice-Presidente: Flávia Janotti Novaes   Gerente de contas: Camila Lee Teixeira   Atendimentos: Caroline Sargologos, Maria Renaux e Murilo Santiago   Initiative  Diretora geral: Ana raquel  Diretor de planejamento : Gabriel Esposito  Diretor de Operações : Thiago Segundo  Diretor de Midia:Rodolfo Peixinho  Diretora de Midia: Tais Salvi  Gerente de Planejamento: Nadja Amui  Gerente de Midia: Arthur Cavazini  Supervisor de Midia: Raphael Dorta,  Planejadora de Midia Gabriela Bertelis  Planejadora de Midia: Patricia Lima  Assistente de Midia: Matheus Rocha  Estagiaria de Midia: Amanda Marçal  Diretora de programática: Mayra Leonel  Gerente de programática: Henrique Fermino  Gerente de programática: Carla Cravo  Coordenadora de programática: Aline Souza  Gerente de Mídia Search: Ruda Rocha  Supervisora de Mídia Search: Milena Borderes  Coordenadora de Mídia Search: Carolina Damascena  HUB  Criação Arthur Cachel — CC O Bruno Amorin — Diretor de Execução Criativa Vagner Hernandez — Coordenador de Execução Criativa e Direção de Arte Victor Rocco — Coordenador de Execução Criativa e Direção de Arte Cesar Mariano — Arte Finalista  Produção Felipe Rangel — Diretor de Produção Marina Ciancaglini — Gerente de Produção Aline Oliveira — Assistente de Produção Sabrina Lemes — Assistente de Produção Christiani Ferreira —

A era do piloto acabou e a IA agora precisa dar resultado

Por Waldison Miranda, CEO da Sow Serviços e empreendedor em tecnologia* Existe uma diferença profunda entre falar de Inteligência Artificial (IA) e operar uma empresa melhor por causa dela. Durante anos, a tecnologia ocupou o espaço da experimentação: projetos-piloto, provas de conceito e iniciativas de inovação que raramente saíam do laboratório. Em 2026, essa fase chega ao limite. A IA deixa de ser tema aspiracional e passa a funcionar como infraestrutura de competitividade. Os números do mercado refletem essa mudança. Apesar da ampla adoção, apenas 26% das empresas conseguem extrair valor real da IA, segundo o Boston Consulting Group. A maioria ainda se limita a pilotos ou ganhos pontuais que não geram impacto consistente. A discussão não é mais sobre potencial da tecnologia, mas sobre capacidade de gerar efeito tangível, em um mercado menos tolerante com iniciativas sem métricas claras. A fase do entusiasmo sem responsabilidade acabou; a área de Produto está no centro dessa cobrança. A boa notícia é que nunca foi tão fácil construir soluções. Ferramentas baseadas em IA permitem prototipar em dias, automatizar tarefas complexas e testar hipóteses rapidamente. A má notícia é que essa agilidade evidencia a diferença entre equipes que apenas produzem atividades e aquelas que entregam valor real. Até aqui, a tecnologia era tratada como assistente, melhorando a produtividade individual. Agora, assume partes inteiras do trabalho por meio de agentes, automações e fluxos inteligentes. O usuário não busca apenas apoio em decisões, mas resultados delegáveis. Essa transformação muda o desenho dos produtos. A pergunta relevante deixa de ser onde incluir IA e passa a ser qual parte do trabalho do cliente pode ser eliminada, encurtada ou tornada previsível. Soluções que resolvem etapas completas de um processo tendem a ganhar adoção, melhorar margens e aumentar relevância competitiva. A vantagem deixa de estar na funcionalidade e passa a estar na redução concreta de esforço. Apesar da evolução, um ponto permanece: a IA acelera o como, mas não define o quê. A clareza sobre o problema continua sendo o principal fator de sucesso. Em 2026, o patamar sobe porque a implementação ficou mais rápida. Práticas antes toleradas, como backlogs intermináveis, rituais excessivos e entregas sem impacto mensurável, passam a ser vistas como desperdício. Se prototipar ficou ágil, decisões lentas se tornam indefensáveis. Processos que impedem experimentação revelam inércia estrutural. Nesse contexto, Produto precisa demonstrar valor de forma objetiva. A legitimidade não vem mais do discurso, mas do impacto no negócio. Um erro comum será acreditar que distribuir ferramentas de IA provoca transformação automática. Ganhos individuais de produtividade podem ser relevantes, mas desaparecem em estruturas lentas, dependentes e burocráticas. Sem mudanças organizacionais, a tecnologia amplia esforço sem aumentar retorno. A tendência é a volta ao essencial. Times menores, autonomia real e ciclos curtos capturam melhor o potencial da automação. Estruturas enxutas reduzem atrito e aceleram decisões. Não se trata de trabalhar mais, mas de remover obstáculos que impedem converter velocidade em impacto. Nesse cenário, ganha destaque o profissional construtor. Não aquele que faz tudo, mas quem tem habilidade principal sólida e competências adjacentes suficientes para transformar ideias em artefatos concretos. Profissionais capazes de criar protótipos simples, automatizações ou provas de conceito funcionais reduzem dependências e aceleram validações. A IA tende a ampliar a diferença entre profissionais experientes e medianos. A tecnologia não substitui método nem visão de problema; funciona como multiplicador de quem sabe priorizar, decidir e executar com clareza. A promessa de democratização ignora que ferramentas poderosas ampliam vantagens pré-existentes. Agilidade traz riscos proporcionais. Empresas que desejam escalar a IA precisam integrar governança ao produto. Padrões de construção, qualidade de testes, controle de acesso, rastreabilidade e observabilidade deixam de ser preocupações técnicas isoladas e se tornam estratégicos. Sem eles, a organização acelera até encontrar seus limites; com eles, rapidez se transforma em previsibilidade. Ainda há percepção equivocada de que todas as empresas já são orientadas por IA. A realidade é desigual: em muitas, a tecnologia se limita a interfaces conversacionais, dados permanecem fragmentados e decisões não têm base analítica consistente. Essa assimetria cria vantagem competitiva crescente. A liderança de Produto não pode ser neutra. Cabe a ela definir direção clara, priorizar por impacto e sustentar decisões difíceis. Também é responsável por tirar equipes da inércia, abrir espaço para aprendizado baseado em implementação e conectar iniciativas a eficiência operacional, receita e redução de risco. Se os anos anteriores foram de testes e deslumbramento tecnológico, 2026 se consolida como o ano do pragmatismo. A questão central deixa de ser experimentar IA e passa a ser escalá-la com responsabilidade. No fim, destacam-se as empresas que combinam foco disciplinado nos problemas certos, atuação rápida com autonomia, governança suficiente para expandir e liderança orientada a impacto. O piloto terminou; agora começa o trabalho real. *Waldison Miranda é CEO da SOW Serviços e parceiro em diferentes iniciativas de negócios. Com mais de 20 anos de experiência em finanças, estratégia e desenvolvimento empresarial, atua também como mentor de pequenos empreendedores, unindo prática e educação empreendedora para impulsionar crescimento sustentável.

Nova leitura da Receita Federal fortalece segurança jurídica para premiar talentos

Por Alan Dantas A Receita Federal deu um recado importante ao mercado ao publicar a Solução de Consulta COSIT nº 10/2026. Na prática, ela revisa o entendimento anterior (COSIT nº 151/2019) sobre a cobrança de contribuição previdenciária sobre prêmios por desempenho. Pode parecer um tema técnico, mas a mudança mexe diretamente com a forma como as empresas estruturam seus programas de reconhecimento, organizam a gestão de pessoas e desenham a remuneração variável. O entendimento principal foi mantido. Desde a Reforma Trabalhista de 2017, prêmios pagos por liberalidade do empregador, em dinheiro, bens ou serviços, para reconhecer desempenho acima do esperado não integram o salário de contribuição, mesmo quando pagos com frequência. Isso mantém segurança jurídica para empresas que adotam programas de incentivo, desde que o pagamento não seja contratual nem obrigatório. A principal evolução trazida pela nova solução de consulta está na abordagem dos regulamentos internos. A orientação anterior sustentava que a simples previsão do prêmio em norma interna poderia afastar a liberalidade, ao transformar o pagamento em obrigação. A COSIT nº 10/2026 aperfeiçoa essa leitura ao admitir que a empresa pode estabelecer critérios objetivos, metas claras e parâmetros formais de elegibilidade, desde que tais regras não decorram de negociação coletiva, cláusula contratual ou compromisso prévio que retire a autonomia decisória do empregador. Em outras palavras, a existência de governança e previsibilidade não descaracteriza, por si só, a liberalidade, o que a descaracteriza é a obrigatoriedade. Essa distinção aproxima o entendimento fiscal de uma visão mais contemporânea de gestão. Estudos da consultoria global McKinsey & Company indicam que organizações que combinam metas claras com reconhecimento diferenciado de performance apresentam maior engajamento e melhores resultados operacionais. Da mesma forma, pesquisas da Harvard Business School apontam que sistemas de recompensa baseados em desempenho excepcional, quando bem desenhados e percebidos como justos, contribuem para aumento consistente de produtividade e retenção de talentos. Ao admitir regulamentos internos com critérios objetivos, a Receita alinha-se, ainda que indiretamente, a essa lógica de gestão baseada em métricas e meritocracia estruturada. Outro aspecto enfatizado pela nova solução é a necessidade de comprovação do desempenho superior. A Receita deixa claro que o empregador deve ser capaz de demonstrar qual era o padrão ordinário esperado e de que forma o trabalhador o superou de maneira efetiva. A exigência não é nova, mas ganha densidade técnica: não basta afirmar a excepcionalidade; é preciso evidenciá-la. Essa ênfase dialoga com práticas modernas de compliance e governança corporativa, nas quais decisões estratégicas são sustentadas por dados, indicadores e registros auditáveis. O prêmio legítimo é aquele que decorre de resultado objetivamente mensurável, não de liberalidade genérica ou política informal de remuneração complementar. A solução também resgata a questão intertemporal relativa à MP 808/2017, lembrando que, no período entre 14 de novembro de 2017 e 22 de abril de 2018, a não incidência previdenciária estava condicionada ao limite de até duas concessões por ano. Para fatos geradores ocorridos nesse intervalo, a restrição permanece aplicável, o que pode impactar revisões de passivo e auditorias internas. No conjunto, a COSIT nº 10/2026 sinaliza um amadurecimento interpretativo. A Receita não restringe o uso de prêmios como instrumento de incentivo, mas deixa claro que a linha divisória entre reconhecimento legítimo e remuneração disfarçada será definida pela coerência entre discurso e prática. Programas que preservem a facultatividade, evitem compromissos prévios e mantenham documentação consistente tendem a ser reconhecidos como válidos. Por outro lado, estruturas que transformem o prêmio em parcela previsível, automática ou contratualmente assegurada poderão sofrer requalificação. Para empresas que disputam talentos em um ambiente de alta competitividade, a atualização representa uma oportunidade estratégica. Revisar regulamentos internos, alinhar critérios de avaliação, fortalecer a documentação de resultados e integrar áreas jurídica, fiscal e de recursos humanos tornam-se medidas não apenas recomendáveis, mas essenciais. Um programa de prêmios bem estruturado permanece um instrumento legítimo de diferenciação e estímulo à alta performance, agora sob parâmetros mais claros, que exigem técnica, governança e consistência. * Alan Dantas é advogado especialista em Direito do Trabalho no Marcos Martins Advogados

Tecnologia e sustentabilidade: os novos pilares do franchising

Por Philippe Enke Mathieu*  Mesmo em um cenário global ainda marcado por juros elevados, instabilidades geopolíticas e mudanças no comportamento do consumidor, o setor de franquias segue demonstrando uma característica que sempre foi central para sua sobrevivência: a capacidade de adaptação. Ao observar as tendências para os próximos meses do ano, fica claro que o franchising entra em uma nova fase de mais tecnologia, estratégia e, principalmente, com foco em eficiência.  Ao longo dos últimos anos, o modelo de franquias mostrou resiliência justamente por combinar padronização com inovação. Agora, essa combinação passa necessariamente pela digitalização das operações. Plataformas integradas de gestão financeira, controle de estoque, vendas e treinamento já deixaram de ser um diferencial para se tornar parte essencial da operação. A tecnologia permite que redes cresçam com maior controle, reduzindo custos operacionais e oferecendo mais suporte aos franqueados.  Nesse contexto, a inteligência artificial começa a ganhar espaço nas redes de franquias, ainda que muitas empresas estejam em fase inicial de adoção. Um estudo da Associação Brasileira de Franchising mostra que parte relevante das franqueadoras já testa ou utiliza IA para análise de dados, previsão de demanda e apoio a decisões estratégicas. O uso estruturado de dados permite decisões mais rápidas e precisas, algo essencial em um ambiente econômico volátil. A GFX – Inteligência Financeira é uma das empresas que vêm investindo em plataformas digitais em sua operação. A aposta na tecnologia busca aprimorar a gestão, organizar processos e ampliar a capacidade de análise estratégica.  Outro movimento importante é a evolução dos formatos de franquia. Modelos mais compactos, híbridos e com menor investimento inicial vêm ampliando o acesso de novos empreendedores ao setor. Microfranquias, operações home based e negócios que combinam canais físicos e digitais estão ganhando espaço porque oferecem maior flexibilidade e menor risco financeiro. Para investidores e franqueados, isso significa oportunidades mais acessíveis; para as marcas, uma expansão mais ágil e capilar.  A sustentabilidade também deixou de ser apenas um elemento de posicionamento institucional para se tornar parte da estratégia de crescimento. Práticas ligadas à agenda ESG – como eficiência energética, redução de desperdícios e cadeias produtivas mais responsáveis – já impactam diretamente a percepção do consumidor e a competitividade das redes. No longo prazo, negócios que incorporam esses princípios tendem a operar com mais eficiência e reputação mais sólida.  Além disso, há uma mudança importante na forma como as redes estruturam sua relação com franqueados e clientes. O sucesso do franchising passa cada vez mais pela experiência oferecida em toda a jornada: desde o suporte ao empreendedor até o atendimento final ao consumidor. Plataformas de treinamento digital, comunicação mais ágil entre franqueadora e unidades e estratégias omnichannel tornam o sistema mais integrado e eficiente.  Diante desse cenário, acredito que o setor caminha para um modelo ainda mais sofisticado. Tecnologia, análise de dados e sustentabilidade não são apenas tendências, são pilares de competitividade. As redes que conseguirem integrar esses elementos à sua estratégia terão mais capacidade de escalar operações, fortalecer a marca e navegar com mais segurança em um ambiente econômico incerto.  Em um mundo que exige rapidez de adaptação e decisões cada vez mais baseadas em informação, o franchising tem a oportunidade de se consolidar como um dos modelos de negócio mais dinâmicos da economia. Para o futuro próximo, o desafio não será apenas crescer, mas crescer de forma inteligente. E isso passa, inevitavelmente, por inovação, eficiência e visão de longo prazo.  * Philippe Enke Mathieu é CEO da GFX – Inteligência Financeira, uma das maiores plataformas de consultoria financeira do Brasil, com unidades em várias regiões do país. 

Moët & Chandon traz momentos exclusivos de celebração  para o Golden Globes Tribute Gala Brazil

A Moët & Chandon escreve um novo capítulo em sua história com o cinema. Em 18 de março, o Golden Globes Tribute Gala chega ao Brasil pela primeira vez, tendo como cenário o icônico Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Como o champagne oficial da cerimônia, a Maison francesa transforma a noite em uma experiência memorável, reafirmando sua herança como símbolo de celebração, excelência e savoir-faire. Com uma trajetória entrelaçada com a própria história da sétima arte, a Moët & Chandon mantém uma parceria histórica de 35 anos com o Annual Golden Globes, reforçando sua presença em um dos mais prestigiados prêmios de entretenimento do mundo. Ao longo das décadas, a Maison tornou-se parte inseparável do momento que homenageia atores, diretores, produtores e os grandes talentos da indústria cinematográfica. Estrelas da indústria nacional brindarão com Moët & Chandon Impérial Brut, um rótulo estabelecido em 1869 e celebrado como a expressão de excelência do estilo da Maison. Para a ocasião no Brasil, ativações exclusivas foram selecionadas para levar as borbulhas em uma jornada que começa no tapete vermelho e se estende pelos momentos mais emblemáticos do evento. Entre as experiências preparadas para a noite estão a Mini Moët Vending Machine no tapete vermelho, o Prestige Bar com serviço de champagne em taça, e as icônicas garrafas com seus elegantes baldes de gelo posicionados em cada mesa. Como lembrança da noite, os vencedores receberão um Jeroboam personalizado adornado com cristais Swarovski. Além de sua presença no Tribute Awards, a Moët & Chandon celebra a arte de transformar encontros em memórias duradouras. Ao reafirmar sua crença de que os momentos mais significativos da vida se tornam ainda maiores quando compartilhados, a Maison de Champagne transforma cada brinde em ufm símbolo de conexão, emoção e celebração coletiva, uma expressão viva de sua crença atemporal de que “Life is better shared.” UM VÍNCULO DURADOURO COM O CINEMA A rica ligação da Moët & Chandon com a sétima arte é inegável, uma jornada cinematográfica que começou já em 1896 com os pioneiros irmãos Lumière. Isso demonstrou a visão precoce da marca como um símbolo eterno de alegria, uma conexão poderosamente consolidada com seu primeiro product placement conhecido em The Ring, dirigido por Alfred Hitchcock  em 1927. Hitchcock, um admirador reverenciado, continuou a apresentar a Moët & Chandon em seus clássicos, forjando uma presença cinematográfica incomparável e duradoura que permanece viva. O champagne da Moët & Chandon brilhou na silver screen ao lado de luminares culturais por gerações. De Audrey Hepburn em “Love in the Afternoon” a Charlie Chaplin em “A King in New York”, e de Marlon Brando a Julia Roberts, a Moët & Chandon tem sido uma presença constante, feliz e jovial, marcando indelevelmente seu lugar na história do cinema. Seus arquivos fotográficos revelam um fio dourado ininterrupto: cada estrela, cada vitória, celebrada com seu champagne. De Leonardo DiCaprio brindando com Cameron Diaz em 2010 a Kendall Jenner erguendo uma Moët mini, e Ben Affleck em contemplativa comunhão com as borbulhas, esses momentos sintetizam a crença central da marca: “Life is better shared.” O Golden Globes é o palco perfeito para ampliar a vida, a festividade, o talento e o incomparável savoir-faire das equipes da Maison, culminando em produtos de qualidade requintada, que incorporam um espírito coletivo e alegre. Essa conexão com o cinema se aprofundou na década de 1950 sob o Presidente & CEO Robert-Jean de Vogüé, que reconheceu os artistas como formadores de tendências culturais. Ele estabeleceu os “Friends of the House”, uma comunidade que reflete os valores centrais da Moët & Chandon de conexão global por meio do savoir-faire e da excelência do produto. A visão de Vogüé, demonstrada ao receber Josephine Baker e expandir a presença cinematográfica da marca em todo o mundo, cultivou essa vibrante comunidade de talentos. Esse legado agora prospera como “The Moët Talent Club”, uma comunidade que reforça a relevância cultural global da Maison. Após 35 anos, essa parceria demonstra de forma magnífica a capacidade única da Moët & Chandon de inspirar emoção e celebrar autenticamente momentos especiais. A marca continua a sustentar sua estimada reputação no universo do vinho, infundindo elegância no mundo e convidando todos a celebrar cada momento “à la française”, onde cada taça compartilhada é um sofisticado tributo à arte de viver e à excelência.35 anos de lendas icônicas, uma celebração atemporal, alegre e chique.

Grupo Toriba amplia oportunidades para profissionais 50+

Enquanto parte do mercado ainda associa idade a aposentadoria, os dados mostram que cada vez mais brasileiros seguem ativos profissionalmente. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que um em cada quatro brasileiros com 60 anos ou mais está trabalhando, o maior índice já registrado pelo instituto. Neste cenário, o Grupo Toriba estabelece uma parceria com o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) para ampliar o acesso de profissionais ao mercado de trabalho, com atenção especial ao público 50+. Com atuação consolidada no setor automotivo em diversas cidades do estado de São Paulo, o Grupo Toriba, reúne concessionárias e serviços voltados à comercialização de veículos novos e seminovos, assistência técnica e atendimento ao cliente de marcas como Volkswagen, Honda, Renault, Volvo, Citroën, Peugeot e Jeep, além de marcas globais em expansão como GWM, Omoda e Jaecoo,  LeapMotor e MG. A diversidade de áreas dentro da empresa gera oportunidades frequentes em setores como vendas, atendimento, administração e serviços técnicos. A parceria prevê que as vagas abertas pela empresa sejam divulgadas pelo Sindnapi, que também atua no encaminhamento do processo seletivo dos candidatos interessados. A iniciativa facilita o acesso às oportunidades e reforça a importância da experiência acumulada ao longo da trajetória profissional. Para head de RH do Grupo Toriba, Rene Acioli, integrar diferentes gerações nas equipes contribui para fortalecer o ambiente de trabalho e melhorar o atendimento ao cliente. “Profissionais com mais de 50 anos trazem experiência, responsabilidade e uma visão prática construída ao longo da carreira. Quando diferentes gerações trabalham juntas, as equipes ganham em troca de conhecimento e capacidade de adaptação”, afirma. Embora incentive a participação de profissionais 50+, as oportunidades seguem abertas a candidatos de todas as idades, reforçando o compromisso da empresa com diversidade e inclusão. Entre as vagas atualmente disponíveis no grupo estão posições como analista de qualidade, analista fiscal júnior, assessor técnico de vendas (externo), auxiliar administrativo, auxiliar de agendamento, auxiliar de manutenção, assistente de vendas, consultor técnico, caixa, entregador de veículos, mecânico de autos, mecânico diesel, piloto de teste, preparador de veículos, recepcionista, supervisor de CRM, vendedor de autos, vendedor de veículos seminovos e vendedor de peças, entre outras. Os interessados em participar do processo seletivo podem obter mais informações ou se candidatar pelo telefone (11) 3293-7500, com o diretor José Carolino, ou presencialmente na sede nacional do Sindnapi, localizada na Rua do Carmo, 171, na região da Sé, em São Paulo.

Itaú Unibanco entra na conversa dos torcedores durante convocação da Seleção Brasileira de Futebol e vira assunto nas redes sociais

O Itaú Unibanco realizou uma ação com clientes durante a convocação da Seleção Brasileira de Futebol, nesta segunda‑feira (16). Durante a transmissão ao vivo da coletiva de imprensa, um detalhe no backdrop oficial chamou a atenção de quem acompanhava o anúncio da lista de convocados para os próximos amistosos, dando início a comentários e compartilhamentos nas redes sociais. Em poucos minutos, quem acompanhava a convocação começou a observar, compartilhar imagens e trocar mensagens sobre o detalhe percebido durante a transmissão. A movimentação transformou o momento em assunto entre torcedores que assistiam ao anúncio em tempo real. Em menos de duas horas, a ação teve tantas menções que levou o Itaú a figurar entre os assuntos do momento (trending topics) no X (antigo Twitter), em plena tarde de segunda‑feira. A repercussão se espalhou para além de uma única plataforma, com registros e comentários feitos a partir de diferentes transmissões e emissoras. “A convocação da Seleção Brasileira de Futebol é um daqueles momentos em que todo mundo presta atenção, comenta junto e vive o futebol em tempo real. Estar ali do mesmo jeito que o torcedor, atento aos detalhes e participando da conversa, é a nossa forma de torcer junto”, afirma Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco. Como reconhecimento pela participação, todos que comentaram a ação durante a transmissão receberam um cupom de 10% de desconto no Itaú Shop, com valor máximo de R$ 100, enviado diretamente por mensagem direta na própria plataforma. A iniciativa, desenvolvida pela agência Africa Creative, acompanha o conceito Torcendo Feito Você, que traduz a presença do Itaú nos grandes momentos do futebol brasileiro a partir do olhar de quem torce, observa e participa. Ao entrar na conversa em tempo real durante a convocação, o banco esteve presente em um dos momentos mais simbólicos do calendário esportivo, com repercussão espontânea entre os torcedores. “Ao integrarmos a marca a uma ação promocional, transformamos a visibilidade do backdrop em uma experiência de valor para o cliente. A inversão busca dar novo fôlego a um ativo valioso como o patrocínio de backdrops. Nossa intenção foi justamente fazer com que a marca saltasse aos olhos do público através de uma mecânica que gera conversa e utilidade”, comenta Angerson Vieira, co-CCO da Africa Creative.  FICHA TÉCNICA: BACKDROP Cliente: Itaú Agência: Africa Creative CCO: Sergio Gordilho Head of Design: Bruno Valença Criação: Angerson Vieira, Bruno Anibal, Guzera Alves, Rick Garcia, Caio Verçosa e Têto CEO: Marcio Santoro Atendimento: Renato Broggin, Stephanie Barbatto, Marina Lacerda, Vitoria Medauar e Guilherme Pereira Conteúdo: Patrícia Colombo, Marcelo Reis, Monikhe Menezes, Marcos Martins e Lucas Sousa Mídia: Nathalia Oliveira, Larissa Franco, Rodrigo Saviano, Alex Ferreira e Laura Silveira Planejamento: Isadora Prado, Jardel Fonseca e Mario Vieira Talents & Influência Digital: Fernando Alonso, Bruna Cicolino, Mariana Whitehead, Andrés Nunes, Jéssica Oliveira e Felipe Gordilho Projetos Especiais: Juliana Leite, Lica de Souza, Laís Cattena, Lucia de Carvalho Maia, Shari Saber, Andrea de Marques, Nadia Sobh e Raquel Martins Aprovação Cliente: Juliana Cury, Thaiza Akemi, Natália Barreira, Caroline Pintarelli, Caroline Paluan, Stephanie Fernandes, Juliana Gonçalves, Camile Liguori e Verônica Bortolotto

Não seja invisível

Por Laís Macedo, presidente do Future is Now* Networking é relacional, humano e acontece entre pessoas, mas, na prática, ele começa antes do encontro físico e continua depois dele no ambiente digital. Hoje, toda recomendação passa por um filtro inevitável: a validação online. Quando alguém cita seu nome em uma conversa, te indica em uma roda ou sugere seu perfil para uma oportunidade, o próximo movimento é automático: a pessoa pega o celular e procura você. E é aí que muita gente perde o jogo sem perceber. Vivemos um tempo em que a presença digital não é vaidade, é legitimidade. Não é exposição, é existência. Porque, gostemos ou não, o ambiente virtual ou nos projeta ou nos anula. Tenho visto isso acontecer com frequência. Um nome surge em uma conversa. Alguém se interessa e quer entender quem é aquela pessoa. Digita o perfil no Google. Nada. Procura no LinkedIn. Inexistente, incompleto ou genérico. Vai ao Instagram. Um usuário confuso, sem foto, sem sobrenome, sem qualquer narrativa clara. O WhatsApp chega com um número sem imagem, ou com um emoji, ou com um monograma que não diz nada. Essa pessoa não é rejeitada. Ela é simplesmente ignorada. Não por falta de competência, mas por invisibilidade. O problema é que muitos ainda acreditam que “o trabalho fala por si”. Não fala. A competência precisa ser encontrada para ser considerada. Outro erro comum é tratar identidade como detalhe. Usar um sobrenome no LinkedIn, outro no Instagram, um apelido no WhatsApp, uma variação no e-mail. Essa fragmentação dilui a construção de marca pessoal e dificulta qualquer tentativa de validação rápida. E validação rápida é essencial em um mundo de decisões aceleradas. Nós somos a nossa marca pessoal. E a marca se constrói com coerência, repetição e clareza. Eu não separo quem sou do que faço. Em qualquer ambiente, físico ou digital, sou Laís Macedo. O mesmo nome, a mesma assinatura, a mesma narrativa. Se alguém me procurar, vai sempre chegar ao mesmo lugar. Vai encontrar conteúdo, contexto, referências, repertório. Vai entender quem eu sou, no que acredito e como penso. Isso não é ego. É estratégia. É respeito pelo tempo de quem busca entender se faz sentido confiar em você. A invisibilidade digital cria barreiras silenciosas no networking. Ela gera atrito. E, em um mundo onde há tantas opções, o atrito faz com que as pessoas simplesmente sigam adiante. Não é pessoal. É pragmático. Por isso, deixar de ser invisível não é sobre se expor mais, é sobre se apresentar melhor. É garantir que seu nome e sobrenome sejam fáceis de encontrar. Que seu LinkedIn esteja completo, atualizado e conte uma história coerente. Que seu Instagram, se profissionalmente relevante, diga algo sobre você. Que seu WhatsApp tenha uma foto que identifique quem você é, porque ele é, sim, uma ferramenta de trabalho. Que exista algum registro da sua visão, do seu pensamento, da sua atuação. Um artigo, um post, uma fala assinada. Não basta um monograma. Não basta um apelido. Não basta existir apenas para quem já te conhece. Networking só funciona quando o outro consegue te legitimar com facilidade. E a legitimação hoje passa, inevitavelmente, pelo digital. Se você quer ser lembrado, indicado, acionado e considerado, precisa ser encontrável. Precisa ser reconhecível. Precisa ser validável. Não seja invisível. Porque, no mundo das relações estratégicas, quem não é visto dificilmente é escolhido. *Laís Macedo é Presidente do Future Is Now (plataforma de networking para lideranças que protagonizam a nova economia), conselheira do CJE (Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP), mentora do IFTL (Instituto de Formação em Tecnologia e Liderança) e embaixadora do Sweet Club (business club de grandes líderes empresariais). Com uma ampla e qualificada rede de networking, acredita no poder das conexões, das relações humanas e de uma rede bem consolidada. Palestra, escreve e assessora projetos dentro dessa temática.

O problema de falar em tendências quando o mundo já virou um sistema

Por Ana Maria Coelho* Estou no SXSW, em Austin, no Texas, acompanhando algumas das discussões mais relevantes sobre tecnologia, negócios e sociedade. Uma das palestras mais aguardadas do evento foi a da futurista Amy Webb, fundadora do Future Today Institute, responsável por um dos relatórios globais mais respeitados sobre tecnologias emergentes. O que mais chamou minha atenção desta vez não foi uma tecnologia específica. Foi uma crítica ao próprio modo como empresas e líderes vêm tentando compreender o futuro. Durante muito tempo, a lógica estratégica parecia relativamente simples: mapear tendências, identificar oportunidades e adaptar o negócio. Porém, talvez essa lógica esteja ficando pequena demais para o momento que estamos vivendo. Se olharmos os relatórios de tendências publicados nos últimos anos, veremos algo curioso: muitos falam basicamente das mesmas coisas, como economia da experiência, bem-estar, mudanças de comportamento e novos modelos de consumo. Os termos mudam, mas a narrativa permanece muito parecida. Em muitos casos, não estamos observando as mudanças estruturais. Estamos apenas renomeando fenômenos culturais que já estavam em curso. Isso cria uma falsa sensação de previsibilidade. A provocação de Amy Webb foi clara: talvez o problema não esteja em entender tendências, mas em continuar olhando o mundo como se ele ainda fosse composto por tendências isoladas. O que está acontecendo agora é diferente. Tecnologias estão deixando de ser ferramentas separadas e começam a formar sistemas complexos. Inteligência artificial, biotecnologia, computação avançada e infraestrutura de dados já seriam transformadoras individualmente. Mas o impacto mais profundo surge quando essas tecnologias passam a operar de forma integrada, criando sistemas econômicos, novas formas de trabalho e de modelos de decisão. Amy Webb organiza esse cenário em três grandes convergências que ela chama de “tempestades”. A primeira é o Human Augmentation. A tecnologia deixa de atuar apenas no tratamento de doenças e passa a ampliar as capacidades humanas. Exoesqueletos que aumentam força física, óculos que traduzem idiomas em tempo real e interfaces cérebro-computador já apontam nessa direção. Nesse contexto, surge um novo tipo de desigualdade: não apenas de renda ou educação, mas de capacidade humana ampliada por tecnologia. Como resume Webb, “o corpo humano está se tornando uma plataforma”. A segunda convergência é o Unlimited Labor. Sistemas automatizados começam a operar sem limite de tempo ou fadiga. Agentes de inteligência artificial executam tarefas complexas, robôs atuam em ambientes industriais e já existem fábricas projetadas para funcionar sem a presença humana. Isso levanta uma questão inédita: durante séculos o crescimento econômico esteve ligado ao trabalho humano. O que acontece quando a economia pode crescer sem depender diretamente dele? A terceira convergência é o Emotional Outsourcing, talvez a mais silenciosa. Cada vez mais pessoas utilizam inteligência artificial como apoio emocional, seja em conversas terapêuticas, companhias virtuais ou interações que simulam vínculos humanos. Pesquisas indicam que entre 25% e 50% dos americanos já recorreram a algum tipo de suporte emocional mediado por IA. Isso sugere que sistemas de linguagem podem se tornar uma das maiores infraestruturas emocionais da sociedade. E isso levanta uma pergunta relevante: o que acontece quando o sistema que consola também é o sistema que precisa manter sua atenção e dependência? Durante décadas, o desafio das organizações foi gerenciar pessoas em escala. Agora surge outro desafio: liderar sistemas em escala; sistemas que aprendem, tomam decisões e operam com cada vez menos intervenção humana. Talvez a pergunta central deixe de ser “como crescer mais rápido?”. A pergunta passa a ser outra: que tipo de sistema estamos construindo? Amy Webb costuma usar uma expressão que resume bem esse momento: foresight is activism. Antecipar cenários não significa apenas observar o que pode acontecer, mas assumir a responsabilidade sobre o futuro que estamos ajudando a construir. Durante muito tempo falamos de inovação como uma corrida para acompanhar tendências. Mas, talvez, o desafio real agora seja outro: entender como os sistemas estão sendo redesenhados e qual papel queremos ocupar dentro deles. Porque, no final, a tecnologia não determina o futuro. São sempre as decisões humanas que fazem isso. * Ana Maria Coelho é pedagoga, consultora e palestrante nas áreas de Liderança, Vendas, Empreendedorismo e Inovação. Há mais de 18 anos atua desenvolvendo pessoas e negócios com foco em resultados sustentáveis e relações autênticas. É coautora do livro Empreendedorismo Inovador focado em modelos de negócios e planejamento estratégico. Tem como propósito inspirar pessoas e organizações a aprender continuamente, transformar curiosidade em ação e fazer do potencial humano o diferencial que sustenta o futuro.

Bradesco leva experiências inéditas e exclusivas ao Lollapalooza Brasil 2026

Público poderá aproveitar ações digitais, áreas para fotos, momentos de diversão e brindes exclusivos Patrocinador máster do Lollapalooza Brasil, o Bradesco entra na edição de 2026 pelo sétimo ano consecutivo com uma série de iniciativas que prometem ampliar a experiência dos fãs antes, durante e após o festival. O cronograma acompanha diferentes momentos da jornada do público e incluem ativações de marca, conteúdos digitais e espaços dedicados no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, onde o evento acontece nos dias 20, 21 e 22 de março. Como benefício exclusivo, os clientes pessoa física dos cartões de débito e crédito Bradesco, Bradescard, next e Digio – de todas as bandeiras – contam com condições especiais na compra de ingressos. Em 2025, as compras garantiram 15% de desconto, enquanto em 2026 o benefício é de 10%, com opção de parcelamento em até 10 vezes sem juros. “O Lollapalooza se consolidou como um dos principais movimentos culturais do país e reúne fãs diversos em torno da música e da conexão coletiva do festival. Nossa presença acompanha essa evolução, com iniciativas que ampliam a vivência do público ao longo de toda a jornada”, afirma Raquel Bonaparte, head de experiência de marca do Bradesco. Raquel ressalta, ainda, que o conceito da atuação do banco nesta edição tem como destaque o papel das pessoas na interação com a música. “O LollaBR é um evento que reflete a energia do público. Cada indivíduo vive o momento de um jeito diferente e nossas ativações foram pensadas para dialogar com essa diversidade, oferecendo experiências que acompanham os fãs desde o esquenta até os dias de shows”. Confira abaixo: Esquenta Em clima prévio ao festival, o Bradesco identificou dois bares em São Paulo que têm Lolla no nome – Lolla Meets Fire e Lolla Osteria – e decidiu fazer uma brincadeira: levar para esses locais, de forma antecipada, alguns dos benefícios e experiências que os clientes encontrarão durante o evento. Nos dias 13 e 14 de março, das 19h às 23h, o público vivenciou um esquenta que conectou música, gastronomia e experiências exclusivas. Aberta a todos, a programação ofereceu benefícios especiais para clientes do banco. Portadores dos cartões de crédito e débito Bradesco garantiram 10% de desconto nas duas casas e ganharam água grátis, ampliando as vantagens relacionadas ao festival. “Com essa ação, reforçamos o conceito de que, para o Bradesco, o ‘Lolla é Você’. A experiência do festival começa muito antes dos portões abrirem, e antecipá-la em bares que já carregam o nome Lolla foi uma forma divertida de criar conexão, aproximar o público do clima do LollaBR e oferecer benefícios que seguirão ao longo de toda a jornada”, afirma José Maurício Lilla, head de Comunicação. No Lolla Meets Fire, as DJs Camila Jun e Bruna Strait comandaram as noites com sets inspirados no clima do Lollapalooza Brasil 2026. Camila esteve presente no dia 13/3 e Bruna em 14/3. O espaço também contou com um totem interativo que deu acesso, via celular, à experiência The Stage, do Bradesco no Spotify, ferramenta que identifica o estilo musical de cada usuário e cria playlists personalizadas e compartilháveis. Durante o evento, fãs foram presenteados com ingressos e convidados para serem estrelas de gravações do banco durante o festival para as redes sociais. A ativação nos bares também contou com influenciadores e ampla cobertura nos canais do Bradesco. Os perfis de rolês em São Paulo – Experimente SP, Taurinagens e Trips pelas Ruas – marcaram presença, destacando os benefícios oferecidos e convidando o público a participar da festa. Campanha Sob o conceito “O LollaBR é você. E Bradesco é você primeiro”, a campanha coloca o fã no centro da narrativa, reforçando que o festival é construído por quem vive a experiência: quem ocupa a grade, canta alto, coleciona memórias e transforma cada show em um momento coletivo. Criada pela Lovely e lançada em 15/3 na TV, a comunicação parte da conexão entre o espírito do LollaBR e o posicionamento do Bradesco de colocar o cliente em primeiro lugar. Assim como o festival só existe por causa dos fãs, o banco destaca seu papel em tornar o evento possível e proporcionar benefícios que impactam diretamente a jornada das pessoas. O filme (link) apresenta vantagens como 10% de desconto na compra de ingressos e parcelamento em até 10 vezes sem juros para clientes Bradesco. Além da veiculação em TV, a comunicação conta com desdobramentos no digital e em OOH. Trajeto Para quem escolhe chegar ao festival de transporte público, o clima do Lollapalooza Brasil começa ainda no trajeto. A linha 9–Esmeralda, no percurso Varginha–Osasco, recebe uma ambientação especial, com composições personalizadas que circulam com identidade visual inspirada no universo da festa. A tematização se estende a dois trens adesivados e à Estação Autódromo Interlagos, que ganha cenografia alusiva e comunicação visual, transformando o espaço em uma prévia da atmosfera que espera os Lolla fãs. Quem optar por ir de Uber também será impactado por comunicações visuais especiais ao longo da jornada. Water Stations e Squeezes As tradicionais Water Stations retornam em 2026 com oito pontos de hidratação espalhados pelo festival, oferecendo água gratuita. Além disso, seis modelos colecionáveis de squeezes, escolhidos por votação dos fãs, estarão disponíveis em dois pontos de retirada. A seleção dos modelos surgiu a partir de uma ação iniciada em setembro de 2025, em uma votação nas redes sociais para que os fãs escolhessem seus modelos favoritos. Os vencedores foram produzidos para a nova edição, reforçando o compromisso do banco em colocar o público no centro da experiência, permitindo que cada fã tenha participação direta nos detalhes. Espaço Bradesco Com 200 m², o ambiente foi planejado para oferecer aos fãs experiências que combinam música, entretenimento e interação com a marca. O espaço contará com o Terraço BRA, um rooftop com vista privilegiada, e uma área dedicada a photo opportunity, para que os visitantes registrem momentos únicos, com um serviço de comidas e bebidas. No local, os participantes poderão explorar o “Faça seu Mix”, que permitirá criar músicas e capas de álbum personalizadas, prontas para postagem nas redes sociais. Já o Tempo

A indústria mundial está contratando cada vez mais o Dr. PLÁGIO INTELECTUAL

Por Ellyot Mackenzie A indústria mundial do PLÁGIO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, sem dúvida alguma, foi a base de muitas das principais economias no século passado no advento do Pós Segunda Guerra Mundial. Algumas das principais potências do mundo consolidaram os primórdios de sua base econômica por meio de um processo de plágio sem medo algum das consequências deste fenômeno. Muitas das empresas seguiram esse modelo como sendo algo relevante para se consolidar no mercado mundial de alta tecnologia, este fenômeno foi tão conciso que no terceiro quarto do século passado surgiram milhares de companhias que copiavam sem saber o que estavam fazendo, lançando produtos que nem sequer faziam o que se esperava do original. Este “Control V, Control C” foi descaradamente o motivo pelo qual centenas de empresas de alta tecnologia surgiram e desapareceram sem sequer “deixar sua pegada” na inconsistente areia das praias da evolução cientificamente verdadeira. Nos tempos atuais a utilização de pseudo ferramentas de Inteligência Artificial facilitou a vida dos plagiadores profissionais que consolidam sua mediocridade profissional replicando tudo que for possível por não saberem nada sobre a tecnologia que copiaram ou disseram que possuíam. Podemos citar como exemplo máximo das virtudes plagiadoras intelectuais o mercado de desenvolvimento industrial da China, que consolidou seu crescimento copiando indiscutivelmente produtos, serviços, tecnologias, procedimentos científicos e tudo o que se refere ao mercado mundial. Obviamente que após seu enriquecimento passou a desenvolver ferramentas próprias. Mas ainda lhe falta pelo plágio contínuo a criatividade necessária para abrir novas portas. Mas ao contrário do que todos imaginavam o ato de copiar se tornou extremamente fluente entre as empresas contratadoras de serviço no mercado de open service no Brasil. Hoje uma empresa brasileira que usa recursos próprios numa luta indigna para o desenvolvimento de alta tecnologia sofre um bullying empresarial quando partes ativas das empresas que necessitam contratar uma tecnologia inovadora declaram fazer a mesma coisa, sem explicar porque nunca fizeram nada. O que isso ocasiona, em primeiro lugar, é a capacidade dos gestores se deixarem enganar conscientemente, pois sabem que aquilo que lhes é prometido é simplesmente uma cópia pouco funcional e enfaticamente não evolutiva, tal como a empresa que copia bonequinhos tentando demonstrar ser a Disney. Inúmeras empresas esquecem que copiar foi algo extremamente funcional quando a evolução tecnológica andava a passos paquidérmicos, quando um produto novo demorava 15 a 20 anos para ser substituído, ou décadas para deixar de ser útil à sociedade vigente. Quando as necessidades dos usuários evoluíram exponencialmente, principalmente em função de que em suas mãos carregam um instrumento capaz de colocar a disposição no momento que quiser milhares de canais de informação, milhares de influenciadores, milhares de novidades em frações de segundos o ato de copiar gera neste cenário um conceito de ecossistema quase que efetivamente depreciativo. Quando uma vírgula necessita ser mudada ou o entendimento do comportamento do usuário, contratante, cliente ou o público-alvo se altera vertiginosamente os ditos entendidos ou na gíria mundial os famosos “IKID” – abreviatura de I know, I don’t, ou seja, sei, não faço – demonstram suas fraquezas e acabam abandonando a empresa em busca da “próxima vítima” e quando este procedimento é corporativo a contratante bullying vai em busca de uma nova empresa, num pleonasmo “Uma nova empresa Inovadora” para ser a coitada da vez. O maior problema encontrado no bullying empresarial pelo plágio científico e tecnológico é a incapacidade da empresa praticante de notar que ela está aferindo o prejuízo a empresa e/ou ao conjunto de empresas que poderiam resolver todos os seus problemas tecnológicos.  Atuando no espectro dos problemas legados, na situação atual da empresa e na capacidade de garantir a médio e longo prazo a sobrevivência e evolução de seus produtos e serviços. Existe um fator limitante entre os profissionais que é a incapacidade de declararem que não sabem fazer, não possuem o produto ou encontram-se limitados dentro do espectro da evolução tecnológica na Constituição da solução necessária. Todavia, quando uma empresa apresenta a solução concreta pelo ponto de vista do ego profissional é muito mais fácil aplicar o contexto do plágio intelectual, no aprimoramento do discurso teórico baseado na solução de um terceiro e assim justificar ao corpo diretivo que com um pouco de investimento problemas serão solucionados. E todos acreditam, pois, Chapeuzinho Vermelho vai trazer um estoque de soluções que Papai Noel vai mandar de Nárnia. * Ellyot Mackenzie, Chief of Digital Information Cognitive Financial Systems na 4Mooney. www.4mooney.com

Por que a gestão da força de trabalho se tornou uma decisão estratégica?

Por José Pedro Fernandes Em operações intensivas em mão de obra, a eficiência raramente depende apenas do esforço das equipes, pois ela nasce da forma como o trabalho é planejado, organizado e executado ao longo do tempo. Decisões sobre dimensionamento de equipes, cobertura de escalas ou distribuição de competências influenciam diretamente em custos, produtividade e qualidade de serviço. Nesse contexto, escolher uma plataforma de Workforce Management (WFM) deixa de ser apenas uma decisão tecnológica e passa a ser uma definição estratégica sobre como a operação será estruturada e sustentada.  Nos últimos anos, a gestão da força de trabalho ganhou um papel ainda mais central nas organizações. A transformação digital, o crescimento de operações distribuídas e a maior volatilidade da demanda tornaram o planejamento de pessoas muito mais complexo.  A exemplo isso, o Future of Jobs Report 2025, do World Economic Forum, apontou que 63% dos empregadores consideram o desalinhamento entre competências disponíveis e necessidades operacionais um dos principais obstáculos à transformação dos negócios.  Na prática, o desafio não está apenas em contar com profissionais qualificados, mas em garantir que as competências certas estejam disponíveis no momento e no local em que a operação precisa delas.  Ao mesmo tempo, ganhos consistentes de produtividade continuam sendo um desafio estrutural em diversas economias.  No Brasil, análises do IBRE/FGV mostram que a produtividade do trabalho tem oscilado entre pequenas quedas e avanços modestos nos últimos anos, um sinal de que ganhos sustentáveis dependem cada vez mais de organização operacional e gestão eficiente da capacidade.  É nesse contexto que as soluções de WFM assumem um papel importante, pois, quando bem implementadas, elas conectam previsão de demanda, dimensionamento de equipes, gestão de competências e cumprimento de regras laborais em um único modelo de planejamento. Isso permite reduzir a dependência de ajustes emergenciais, como remanejamentos constantes ou uso recorrente de horas extras, e aumenta a previsibilidade da operação.  Mas o impacto dessas plataformas depende diretamente da forma como a escolha da tecnologia é conduzida. Um erro frequente é tratar o WFM como um projeto puramente de software, quando, na realidade, ele precisa refletir o modelo operacional da organização.  O fato é: cada empresa possui características próprias como sazonalidade de demanda, complexidade de jornadas, diversidade de funções, exigências regulatórias e níveis de serviço específicos. Contudo, quando a tecnologia não consegue representar essas variáveis com precisão, o sistema tende a se tornar apenas um apoio administrativo, enquanto decisões operacionais continuam sendo resolvidas manualmente no dia a dia.  Por isso, a aderência ao modelo operacional deve ser um dos primeiros critérios de avaliação. Uma plataforma de WFM eficaz traduz as regras e a lógica do negócio de forma estruturada, permitindo que o planejamento seja confiável e executável.  Escalabilidade também é fundamental. À medida que organizações crescem, expandem serviços ou ampliam a sua presença geográfica, a complexidade da gestão da força de trabalho aumenta rapidamente, e a tecnologia precisa acompanhar esse movimento.  Outro ponto essencial é a integração com o restante do ecossistema tecnológico. Sistemas de WFM dialogam diretamente com plataformas de recursos humanos, ERPs e outros sistemas corporativos. Sem essa conexão, os dados ficam fragmentados e o planejamento perde qualidade.  Por fim, vale citar que existe um fator frequentemente subestimado, sendo ele a capacidade analítica da plataforma, tendo em vista que o verdadeiro valor do WFM está em transformar dados em decisões. Recursos como simulação de cenários, análise preditiva e monitoramento em tempo real permitem antecipar demandas e ajustar a operação com mais precisão, reduzindo a dependência de respostas emergenciais e tornando o planejamento parte efetiva da gestão.  *José Pedro Fernandes é vice-presidente global da SISQUAL® WFM. 

CMO Summit: Ana Gabriela Marin, CMO da Performa_IT, lidera debate sobre reinvenção do marketing diante da Inteligência Artificial

A Performa_IT, empresa de tecnologia com atuação em transformação digital, desenvolvimento de soluções, inteligência artificial, dados e produto, anuncia a participação de sua CMO, Ana Gabriela Marin, no CMO Summit 2026, um dos principais encontros de lideranças de marketing do país. A executiva será host de um debate no dia 25 de março, às 13h15, no IA Stage, dentro do formato roundtable, que promove conversas diretas entre executivos sobre temas estratégicos do mercado. O evento acontece nos dias 25 e 26 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo, e as inscrições podem ser realizadas pelo site oficial: https://cmosummit.com.br/  Durante o encontro, Ana conduzirá a discussão “Como se reinventar como CMO diante da IA”, que reunirá lideranças de diferentes empresas para discutir como a Inteligência Artificial está transformando a tomada de decisões no marketing e nos negócios. Participam da conversa Bernardo Brandão, CMO da Nuvemshop; Rogério Bahia, superintendente de Marketing da Alelo; e Mariana Hatsumura, vice-presidente de Marketing da Blip. O painel abordará os desafios da liderança em um cenário em que a tecnologia avança rapidamente e exige dos executivos uma postura cada vez mais estratégica e técnica na adoção de soluções de Inteligência Artificial. Entre os temas discutidos estão os motivos que levam muitos projetos de IA a falhar, especialmente quando priorizam a tecnologia em vez da solução de problemas reais dos clientes, e a transformação das estruturas de trabalho com a incorporação de agentes de IA em processos corporativos. Ana Gabriela Marin é CMO da Performa_IT, onde lidera as estratégias de marketing e posicionamento da empresa no mercado de tecnologia e transformação digital, com foco na aplicação estratégica de dados, inovação e Inteligência Artificial aplicada aos negócios. Para a executiva, participar do CMO Summit ao lado de outras lideranças do setor é uma oportunidade importante de discutir o futuro da área em um momento de rápidas transformações. “O marketing vive uma grande  oportunidade com o avanço da inteligência artificial. Quando bem utilizada, a tecnologia pode assumir tarefas operacionais e liberar tempo das equipes para pensar estratégia, inovação e crescimento de negócio. Estar nesse debate com profissionais de grandes empresas é uma chance de trocar experiências e refletir sobre como os CMOs podem se reinventar diante dessa nova realidade”, afirma. O CMO Summit reúne profissionais de marketing, fundadores e executivos C-level para discutir tendências, inovação e estratégias de crescimento. O evento se consolidou como um espaço de troca entre lideranças do setor e conta com um público majoritariamente formado por tomadores de decisão; 86,2% dos participantes ocupam cargos de liderança como C-level, diretores, fundadores ou heads. CMO Summit 2026 Data: 25 e 26 de março de 2026 Local: Expo Center Norte – São Paulo Informações e inscrições: https://cmosummit.com.br/ 

Agência Y’ALL integra estratégia digital de LA Open à presença de 15 marcas patrocinadoras

Por trás da estreia do LA Open – Latin America Open no Brasil existe uma estratégia digital pensada para conectar o torneio, o público e as 15 marcas patrocinadoras em torno de uma mesma narrativa: Stella Artois, Claro, Track&Field, Grupo Iguatemi, Trousseau, Premium Lindóia, PlayPiso, Dunlop, Woods Wine, Reaxing, DobySeg, GlobalCorp, Waterdesign, Água Di e Barts & Co/Cyrela. A responsável por estruturar essa comunicação é a agência Y’ALL, que assina a presença digital do LA Open e a criação dos conteúdos dos patrocinadores dentro das redes sociais oficiais do torneio, durante a primeira edição do campeonato, que acontece de 21 a 29 de março, no Jockey Club de São Paulo. A Y’ALL assina a identidade visual da campanha, gestão de conteúdo, presença nas redes sociais e campanha de mídia OOH do torneio, além da gestão do perfil oficial do LA Open no Instagram, com conteúdo sobre os jogos, bastidores da competição, experiências do público e ativações das marcas presentes no evento. Complementando a presença nas redes sociais, a agência lidera ainda a estratégia nas plataformas da Meta Plataforms, ampliando o alcance da estreia do torneio e fortalecendo sua visibilidade junto aos fãs do esporte. “Nosso desafio foi traduzir no digital a grandiosidade de um evento que já nasce relevante no calendário esportivo. O LA Open estreia reunindo grandes nomes do tênis mundial em jogos de exibição e promovendo partidas do circuito ATP Challenger com alguns dos jogadores mais promissores da atualidade. A partir desse contexto, desenvolvemos uma estratégia capaz de integrar a comunicação das marcas patrocinadoras à narrativa do torneio, criando um ambiente em que esporte, entretenimento, experiência e branding acontecem de forma simultânea no digital”, comenta Luiz Campos, CEO da Y’ALL. O LA Open chega ao país como um torneio da categoria ATP Challenger Tour, nível Challenger 100, realizado pela New Quality. A programação reúne atletas do circuito profissional e também contará com jogos de exibição com nomes que marcaram a história do tênis, como Andre Agassi, Andy Roddick, Juan Martín del Potro e Fernando Meligeni. Ao todo, 23 partidas serão transmitidas ao vivo pelos canais BandSports e N Sports, ampliando o alcance do evento para fãs de tênis em todo o país. A estrutura do torneio ocupará cerca de 45 mil metros quadrados no Jockey Club de São Paulo, com arena principal para seis mil pessoas, além de quadras secundárias, áreas de convivência, experiências gastronômicas e ativações das marcas ao longo da competição. Ficha técnica: Cliente: LA OPEN – Latin America Open Agência: Y’ALL CEO: Luiz Campos CMO: Yuji Nakamura CTO: Anderson Xavier Diretora de atendimento: Alessandra Vieira Atendimento: João Herculano e Erika de Castro Neves Diretor de Criação: Thiago Guedes Filmmaker: Gabriel Silva Diretor de arte: Sara Caetano / Lucas Cabral / Renan Silva Tráfego: Fabio  Aprovações: Guilherme Velloso e Eduardo Secco

Sócio-fundadores da Truths, Sabrina Guzzon e Martin Montoya lançam “Qual é a sua verdade?”, livro sobre metodologia própria para construção de marcas

 Em um mercado pressionado por velocidade, excesso de conteúdo e fragmentação de canais, Sabrina Guzzon e Martin Montoya, sócios na consultoria estratégica Truths, lançam o livro Qual é a sua verdade? – A corrida do ouro do planejamento de marca (Editora Labrador). A obra sistematiza a metodologia da empresa fundada pelos autores em 2024, e propõe um retorno à disciplina estratégica como base para marcas relevantes e duradouras. O lançamento acontece no dia 18 de março, a partir das 18h30, na Livraria da Vila – Unidade Vila Madalena. O evento contará com sessão de autógrafos e nova edição da Strategy Talks, encontros de discussao com importantes nomes do mercado publicitário, promovido pelo Grupo de Planejamento (GP), que apoia institucionalmente o lançamento do livro. Nesta ocasião integrarão o debate, intitulado “A verdade como estratégia” Amanda Agostini, presidente do GP, os autores – Martin Montoya e Sabrina Guzzon, Caroline Ferraz, da AMBEV, e Sérgio Bairon, professor de semiótica da USP. A corrida do ouro do planejamento Com prefácio de Rita Almeida, líder do Lab Humanidades da AlmapBBDO, e apresentação de Ken Fujioka, co-fundador da ADA Strategy, o livro parte de uma premissa central: grandes marcas são construídas a partir de verdades significativas e mobilizadoras, não apenas de slogans ou formatos criativos. Durante 31 capítulos ao longo de 160 páginas., os autores diferenciam “verdade” de “insight”, discutem critérios para identificar verdades potentes e apresentam o Truths Diamond, metodologia proprietária que, dentre outras coisas, diferencia e aborda conceitos importantes para as marcas, como: verdade, essência, autenticidade e propósito. “Acreditamos que a capacidade de encontrar verdades relevantes é uma das competências mais valiosas que, como profissionais estrategistas, temos a entregar para uma marca. Em um cenário em que a forma muitas vezes se sobrepõe ao conteúdo, se voltar à verdade é uma forma de recuperar foco, consistência e impacto”, afirma Sabrina. Montoya complementa: “Não se trata de inventar discursos, mas de revelar o que já é real para a cultura, para a audiência e para a própria marca. Quando uma marca encontra sua verdade central e a traduz com clareza, ela ganha coerência estratégica e potência criativa.” O livro combina reflexão conceitual, repertório filosófico e exemplos práticos de mercado para demonstrar como verdades bem trabalhadas podem orientar posicionamento, territórios de comunicação, escolha de influenciadores, definição de editorias e expressão verbal e visual. Depois de viveram diferentes etapas/modas do mercado – foco em benefícios funcionais, manifestos, obrigatoriedade de insights (ainda que ruins) no briefing, board com big ideas, campanhas guarda-chuva, guias de linguagem e brandbooks -, os autores alertam para a fase atual, potencialmente mais perigosa, por ser digital e social, em que presença é mais importante que relevância. “Numa era em que forma é mais importante que conteúdo, as audiências constroem a marca em suas cabeças, do jeito que bem entenderem. Nesse cenário as marcas precisam ter clara sua essência e escolher seu foco. Só assim dá pra manter consistência num mundo tão diverso”, alertam os autores, enquanto fazem um chamamento aos profissionais da disciplina: “Se fugirmos à responsabilidade de definir um foco deixaremos o posicionamento da marca nas mãos do destino”. Trajetória que credencia a proposta A metodologia apresentada é resultado de mais de seis décadas de experiência combinada dos autores no mercado de comunicação e branding. Ao longo de suas carreiras, Sabrina e Martin atuaram em posições estratégicas em grandes agências e projetos de construção e reposicionamento de marcas líderes, acumulando vivência em planejamento, desenvolvimento de conceito criativo e liderança de equipes multidisciplinares. Ela trabalhou na AlmapBBDO, WMcCann, Ogilvy, além de ter sua própria consultoria (People Shake); enquanto Martin liderou as operações da JWT, WMcCann, Edelman, Cheil e BCW. A fundação da Truths, em 2024, consolida essa trajetória em um modelo de consultoria voltado a simplificar e agilizar processos estratégicos, com foco em alinhamento interno e clareza de posicionamento. Apoio institucional do Grupo de Planejamento O lançamento do livro conta com apoio institucional do Grupo de Planejamento, entidade referência na formação e valorização do planejamento no Brasil. Para Amanda Agostini, presidente do GP, iniciativas como essa reforçam a importância da disciplina estratégica para o mercado: “O planejamento é a espinha dorsal da construção de marcas consistentes. Iniciativas como a da Truths contribuem para fortalecer o pensamento crítico e aprofundar a prática estratégica no Brasil, oferecendo ferramentas que ajudam profissionais a sair do óbvio e a construir relevância real.” A parceria com o GP também reforça o posicionamento do livro como uma contribuição estruturada à comunidade de planejamento, indo além de relatos de cases para propor métodos e reflexões aplicáveis. Amanda Agostini, que além de presidente do GP é CSO da Ampfy, também contribui, ao lado de outros expoentes do mercado, com a série de depoimentos que encerram a publicação. Além dela, são depoentes Cintia Gonçalves – Sócia da Suno United Creators / Fundadora da Wiz&Watcher Consultoria; Viviane Pepe – Digital Commerce & Marketing Senior Director The Estée Lauder Companies Inc; Ricardo Andrez – Diretor de Marketing, Produtos e CX da AZUL Linhas Aéreas; Maria Anita Martinez Ferreira, estrategista de marca e comunicação corporativa; e Eduardo Nasi, Diretor de Conteúdo da AlmapBBDO. Serviço Lançamento do livro “Qual é a sua verdade? – A corrida do ouro do planejamento de marca”Data: 18 de março de 2026Horário: a partir das 18h30Local: Livraria da Vila – Unidade Vila MadalenaApoio institucional: Grupo de PlanejamentoEditora: LabradorISBN: 978-65-5044-155-5

Prêmio Sicredi Comunicação em Rede está com inscrições abertas para jornalistas e criadores de conteúdo

A primeira edição do Prêmio Sicredi Comunicação em Rede, que irá reconhecer e premiar jornalistas e criadores de conteúdo que publicam materiais sobre o cooperativismo de crédito no país, está com inscrições abertas até 30 de junho. As matérias inscritas devem abordar exclusivamente a temática do cooperativismo de crédito no Brasil, evidenciando seus princípios, práticas e impactos no contexto nacional. As inscrições devem ser feitas pelo site www.sicredi.com.br/premio-comunicacao-em-rede. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com o fortalecimento do jornalismo brasileiro e com a produção de conteúdos qualificados e autênticos, capazes de evidenciar o impacto do cooperativismo de crédito na transformação de realidades, por meio da inclusão financeira, do desenvolvimento social e local e da cooperação entre pessoas. Com um total de R$220 mil em prêmios, o concurso está dividido em duas categorias principais: Jornalistas Profissionais (com subcategorias em texto, áudio e audiovisual, nos âmbitos nacional, regional e local) e Comunicadores em Rede (criadores de conteúdo digital com projetos multimídia). No total serão 11 contemplados com R$20 mil em prêmios, e os três finalistas de cada categoria, formato e abrangência participarão da votação popular pela internet. “O Prêmio Sicredi Comunicação em Rede simboliza nossa crença no papel transformador do cooperativismo por meio da comunicação e no potencial do jornalismo em amplificar o conhecimento da sociedade sobre cooperativismo de crédito. Nossa intenção é incentivar profissionais e criadores de conteúdo a contar histórias que inspiram, conscientizam e fortalecem nossa identidade cooperativa”, afirma João Clark, superintendente de Marketing e Growth do Sicredi. Com mais essa iniciativa, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em todo o Brasil e mais de 9,5 milhões de associados, projeta ampliar significativamente o alcance e a visibilidade do prêmio. Até o momento, mais de 250 trabalhos já foram inscritos, e a instituição estima que, até o encerramento do período de inscrições, o total chegue a cerca de 300 produções registradas. O Prêmio faz parte do movimento da marca em alusão ao Ano Internacional das Cooperativas (2025), instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Podem se inscrever no Prêmio Sicredi Comunicação em Rede: Jornalistas profissionais: autores de matérias publicadas em veículos da imprensa brasileira, em língua portuguesa, entre 07 de outubro de 2025 a 30 de junho de 2026. Serão aceitos conteúdos nos formatos texto, áudio e audiovisual, veiculados em meios impressos, digitais, rádio ou televisão. Comunicadores em rede (criadores de conteúdo digital): autores de conteúdos originais sobre cooperativismo de crédito, publicados em blogs, mídias sociais, podcasts, serviços de streaming ou outras plataformas digitais, desde que em língua portuguesa, com link público. Como requisito, o participante deve possuir um mínimo de 5.000 seguidores em pelo menos um único perfil de rede social. Todos os participantes devem ser pessoas físicas, maiores de 18 anos, domiciliados no Brasil, com cadastro regular no CPF. Os materiais inscritos serão avaliados a partir de critérios como: técnico (qualidade da produção, apuração jornalística, inovação); impacto (relevância social, alcance, influência) e criatividade (originalidade, engajamento).

Eficiência de dados é divisor de águas para o ROI no Mês do Consumidor, afirma o CBO da Nava

O Mês do Consumidor consolidou-se como o primeiro grande teste de estresse do varejo no ano. No entanto, em um cenário de compressão de margens e do custo de aquisição de clientes (CAC) ascendente, a disputa apenas por preço tornou-se uma estratégia insustentável. Segundo o Estudo Opinion Box/Neogrid, 33,5% dos consumidores dão mais peso para a experiência do que para a oferta como pilar principal para se fidelizar a uma marca.  Para a Nava, consultoria de soluções de tecnologia, o desafio das marcas em 2026 é a integridade da jornada digital, já que a maturidade digital no varejo migrou da digitalização para a antecipação. Por meio da GH Brandtech, parte integrante do ecossistema da Nava, a companhia identifica que a desconexão entre o marketing e a criatividade da engenharia de dados é o principal dreno de faturamento nas datas sazonais.  A Nava destaca quatro pilares onde a tecnologia aplicada dita o sucesso financeiro da operação: “O diferencial competitivo reside na capacidade de eliminar as fricções invisíveis na jornada do usuário. Quando os dados orientam a criatividade em tempo real, as campanhas se tornam precisas. É essa integração que permite às empresas escalarem com sustentabilidade, transformando o volume de tráfego do Dia do Consumidor em LTV (Lifetime Value) real”, afirma Hansel.

Brasil no Oscar sinaliza amadurecimento da indústria criativa e reforça atratividade do setor para investidores

O destaque recente do Brasil no Oscar, com produções nacionais conquistando indicações consecutivas e espaço entre os principais prêmios da indústria cinematográfica, aprofundam um movimento que já vinha se desenhando no mercado e passam a produzir efeitos que vão além da visibilidade cultural. Para Matheus Barcelos Martins, advogado especializado em venture capital, private equity e estruturação de negócios, o momento sinaliza um estágio mais avançado de maturidade da indústria criativa brasileira, reforçando a atratividade do audiovisual como classe de ativo dentro da economia criativa. Dados do governo federal mostram que o audiovisual brasileiro registrou 3.981 obras em 2025, número recorde de produção, além de R$ 1,41 bilhão em recursos públicos destinados ao fomento do setor, segundo o Ministério da Cultura/Ancine. Já um estudo da Oxford Economics aponta que a indústria audiovisual contribuiu com R$ 70,2 bilhões para o PIB brasileiro em 2024 e gerou mais de 600 mil empregos diretos e indiretos. Fundador da Barcelos Martins Advogados, boutique jurídica que já assessorou mais de R$ 2 bilhões em transações envolvendo startups e empresas em expansão, o especialista acompanha de perto a profissionalização de setores intensivos em propriedade intelectual. Segundo ele, o reconhecimento internacional funciona como um catalisador para negócios que já vinham se estruturando nos bastidores. “Quando um país passa a ter presença recorrente em premiações globais, o mercado começa a enxergar aquele setor não apenas como expressão cultural, mas como uma indústria com capacidade de gerar receita, escalar e atrair capital”, afirma. Na avaliação do advogado, esse cenário reforça o apetite de investidores por negócios ligados à cadeia do audiovisual, como produtoras, estúdios, plataformas de conteúdo e empresas detentoras de catálogos e direitos autorais. “O ativo central desse mercado é a propriedade intelectual, e ela precisa estar bem estruturada do ponto de vista societário, contratual e de governança para se tornar realmente atrativa a fundos e compradores estratégicos”, explica. Matheus acrescenta que o avanço do setor tende a estimular operações de fusão e aquisição, rodadas de investimento e parcerias internacionais, desde que as empresas estejam preparadas. “O Brasil começa a entrar em um estágio em que criatividade e capital se encontram, e quem se organizar primeiro, com estrutura jurídica sólida e visão de longo prazo, vai capturar mais valor desse movimento”, conclui.

Como lojas pop-up organizam vendas temporárias — e integram físico e digital

Montar uma loja do zero em poucos dias, integrar estoque físico e digital, treinar equipe para um sistema novo e ainda garantir agilidade no atendimento durante um evento de alto tráfego. Esse é o desafio enfrentado por marcas que apostam em pop-up stores, flagships temporárias e lojas conceito como canal de relacionamento com o consumidor. A FILA encontrou uma resposta para esse problema no Rio Open 2026. Durante os nove dias do torneio, a marca operou sua loja oficial no evento com um sistema de gestão 100% em nuvem — o Myrp Enterprise — que permitiu abrir caixas, controlar estoque e registrar vendas em tempo real sem instalar nenhum programa nas máquinas. Bastou acessar pela internet. Velocidade de montagem, sem abrir mão do controle A principal vantagem de sistemas baseados em nuvem para operações temporárias é justamente a ausência de infraestrutura pesada. Não há necessidade de servidores locais, instalações complexas ou técnicos no local. A operação da FILA foi estruturada rapidamente e funcionou de forma estável mesmo nos horários de maior movimento do torneio, reduzindo filas e acelerando o atendimento. “Estar presente no evento vai muito além da visibilidade: é sobre construir relacionamento com o consumidor e fortalecer nossa autoridade na categoria”, afirma Adriana Negrão Magalhães David, Head de Marketing da FILA Brasil. Os resultados reforçam a estratégia: produtos do segmento feminino cresceram 11% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto os lançamentos masculinos superaram 25% de crescimento na comparação com o ano anterior. Prateleira infinita: o físico vende o que não tem em estoque Outro desafio clássico das lojas temporárias é o estoque limitado. Com espaço reduzido e mix enxuto, é comum o consumidor não encontrar o produto que procura — e a venda se perder. A integração entre físico e digital do Myrp Enterprise resolveu com o conceito de “prateleira infinita”: o consumidor que não encontrava um item disponível na loja do Rio Open podia comprá-lo ali mesmo e optar pela entrega em casa.  Tibério César Valcanaia, diretor técnico e comercial do Myrp, explica que a proposta é exatamente essa: simplificar a operação do varejo em formatos temporários — pop-up stores, flagships e lojas conceito. “Ter uma solução que conecta perfeitamente a loja física e os canais digitais hoje significa oferecer uma experiência de compra contínua. O consumidor moderno já não vê fronteira entre o que é online ou presencial — ele quer conveniência, velocidade e transparência em qualquer ponto de contato. Isso melhora significativamente a experiência de compra e reduz interrupções nas vendas”, afirma. A FILA já adota esse modelo em outras iniciativas além do Rio Open, como a Maratona FILA e a House of Racer.

Levi’s®️ apresenta nova coleção Grunge

Com o retorno da estética grunge na moda global, a Levi’s®️ apresenta sua nova coleção Grunge, com estilo naturalmente cool, que marca o encontro da rebeldia com a sofisticação. Reconhecido pela energia de suas performances, Lucas Silveira, da banda Fresno, traz a atitude e a essência do grunge para o universo Levi’s®️ no Brasil, aproximando o lado musical do movimento à moda. As peças estão disponíveis no site e em lojas selecionadas. Inspirada na cultura grunge dos anos 1990, mas com uma abordagem de camadas limpas e refinadas, a marca apresenta a estética como destaque da coleção Primavera/Verão 2026. As peças unem o clássico e despojado, e foram desenvolvidas com foco no styling e proporções, resultando em composições que transmitem naturalidade de maneira cuidadosamente planejadas. Com sobreposições de tons de azul, leves desgastes e barras desfiadas, cada item carrega um ar vivido, sem perder o viés premium. A estética combina de forma fluida silhuetas amplas e lavadas com detalhes limpos e precisos. “O grunge é um estilo que nasce da música, da liberdade de se expressar e de se conectar com quem você realmente é. Participar da campanha da Levi’s®️ é trazer essa energia para a moda, mostrando que o espírito grunge pode ser contemporâneo, sofisticado e cheio de atitude”, afirma Lucas Silveira, vocalista da Fresno. Para o público masculino, a coleção traz opções inspiradas no grunge com foco em versatilidade, como a calça 578™️ Baggy, com acabamentos grunge, e 568™️ Stay Loose, que mantêm tons intencionalmente remetentes aos anos 1990, com efeitos autênticos de desgaste e conforto casual. A linha ganha mais força com a camisa Jackson Worker, pensada para facilitar as composições. Modelos como a Authentic Button Down, Simone Long Bubble Parka e Red Tab Vintage Tee oferecem opções versáteis de sobreposição e sustentam qualquer look grunge.  Para o público feminino, a estética que mistura grunge e preppy é traduzida em silhuetas como Loose Boot, oferecendo diferentes proporções para estilos variados. O destaque fica com o top Supersoft Crewneck Cardigan que traz uma abordagem de estéticas contrastantes que funcionam perfeitamente. O shooting com cantor é criação e produção da POIU Studios, administrado por Guilherme Zibetti e Beto Cardoso, a coleção entrega um portfólio versátil que mistura harmonia, contraste e sobreposições, fazendo de cada peça um complemento marcante para os guarda-roupas cheios de atitude. A coleção já está disponível no site www.levi.com, no aplicativo Levi’s®️ e em lojas Levi’s®️ selecionadas.

Lollapalooza 2026: Casal Garcia aposta em novidades para o festival

Líder em vinhos portugueses no Brasil, Casal Garcia consolida a parceria com o Lollapalooza Brasil e retorna ao festival em 2026. Pioneira na conexão entre vinho e música há mais de 15 anos, quando estreou no festival NOS Alive (Portugal), a presença de Casal Garcia em festivais de grande dimensão reforça a forte ligação emocional da marca com o seu público, em contextos de consumo alinhados com estilos de vida contemporâneos.   Depois do sucesso alcançado na edição passada, Casal Garcia volta ao Autódromo de Interlagos com os vinhos Casal Garcia Branco, Rosé e Tinto, reconhecidos pela sua leveza e frescor, e a linha Casal Garcia Fruitzy, nos sabores Morango e Maracujá — uma combinação de vinho e frutas com baixo teor alcoólico que foca na refrescância e atende aos novos hábitos de consumo do público jovem.  Com uma maior área de ativação este ano, a estratégia, pensada para momentos de descontração ao ar livre, prioriza a conveniência, garantindo que os rótulos estejam presentes tanto no gramado, com 10 carrinhos, circulando pelo recinto, e um bar da marca com 25 m2, onde os festivaleiros poderão personalizar a sua taça, quanto nos espaços Lolla Lounge e Lolla Comfort.  Segundo Isabel Barbosa, Senior Brand Manager de Casal Garcia, é no território da música que a marca constrói sua maior ligação emocional:  “A escolha do Lollapalooza Brasil está alinhada com a nossa visão de reforçar a aproximação ao consumidor brasileiro. A música tem sido o território por excelência de ligação emocional para a marca, e estar presente num dos maiores festivais do mundo permite-nos reforçar essa conexão privilegiada com o nosso público. Mais do que gerar visibilidade e promover a experimentação de novidades, estes eventos são catalisadores de memórias partilhadas com Alegria, das quais Casal Garcia faz, frequentemente, parte. Os festivais são recordados como momentos únicos, durante os quais se concretizam sonhos de ver artistas ao vivo, nascem amizades, se criam histórias inesquecíveis entre amigos. Casal Garcia, como marca da Alegria, tem o privilégio de fazer parte destas memórias”.  Os rótulos Casal Garcia podem ser encontrados nas principais lojas do Brasil e no e-commerce TodoVino, da Interfood, importadora exclusiva da marca no país, com preços a partir de R$ 77,28 para a garrafa de 750 ml. Após impactar mais de 10 milhões de pessoas através das redes sociais, na última edição do Lollapalooza Brasil, Casal Garcia continuará a proporcionar momentos únicos de partilha e descontração na edição deste ano, sob o mote que sempre a guia: Haja Alegria

Shiva levanta US$ 10 milhões com Monashees para ajudar empreendedores construírem produtos globais usando IA

A Shiva, comunidade criada para ajudar  empreendedores de tecnologia a criar produtos globais usando IA, acaba de levantar US$ 10 milhões em uma rodada pré-seed liderada pela Monashees e com a participação da Endeavor Catalyst. O aporte é o maior investimento já reportado nesse estágio na América Latina e marca o lançamento oficial da operação da empresa no Brasil, com ambição global desde o primeiro ciclo, e será alocado para financiar empreendedores por meio de bolsas mensais, apoiar o uso intensivo de ferramentas de IA e infraestrutura de nuvem, e dar acesso a mentorias de desenvolvimento, produto e negócios. Fundada por Lucas Marques, sócio e ex-COO da Méliuz e fundador da ONG Programadores do Amanhã, iniciativa voltada à formação e inclusão de jovens de baixa renda em tecnologia, a Shiva chega ao mercado a partir da tese que um novo tipo de startup vai surgir por conta da revolução tecnológica causada pela IA. A proposta parte da constatação de que a queda acelerada de custo e tempo para a construção de softwares por conta da inteligência artificial está dando origem às chamadas Stars (nova categoria de empresas de tech com times de no máximo três pessoas, construindo produtos globais, de nicho e alta margem, com IA no centro do modelo operacional). Nesse contexto, a Shiva, que opera de forma alinhada à tese que defende e mantém uma estrutura fixa mínima atualmente (com Lucas Marques como único membro permanente), atua em uma camada anterior ao venture capital tradicional, oferecendo apoio por meio de bolsas mensais a empreendedores brasileiros que desenvolvem soluções globais de software a partir do uso intensivo de IA.  “A inteligência artificial mudou radicalmente a equação de custo, tempo e complexidade para construir software. O modelo tradicional de venture capital, focado em poucos unicórnios altamente capitalizados, não captura bem essa nova geração de negócios já concebidos para operar em múltiplas línguas e moedas, com estruturas enxutas, alta eficiência operacional e potencial de rentabilidade frequentemente fora do radar do modelo convencional de VC. São empresas menores em capital, mas extremamente eficientes e rentáveis”, explica Lucas Marques, fundador da Shiva. O pioneirismo está na combinação de investimento, mentoria e comunidade em um desenho próprio. Isso porque o apoio financeiro ocorre por meio de bolsas mensais, concedidas por até 12 meses em troca de participação acionária, e diluição ajustada ao perfil desse novo tipo de empresa. Além disso, a Shiva oferece também orientação em decisões estratégicas pouco exploradas no debate público, como cap table, estrutura societária, instrumentos financeiros e escolhas operacionais críticas, mantendo uma comunidade ativa de founders voltada à troca prática sobre uso de IA, workflows, automações e ganhos de produtividade. O modelo foi desenhado para atender empreendedores de diferentes origens e trajetórias. Entre os perfis estão desde desenvolvedores que começaram a empreender em contextos desfavoráveis, como baixa renda e acesso limitado a capital, até profissionais seniores altamente capacitados que iniciam seus primeiros projetos autorais sem depender de grandes cheques iniciais. “A redução do custo de construir software abre uma janela inédita de democratização do empreendedorismo. Nosso papel é organizar esse movimento, dar suporte financeiro e intelectual e criar um ambiente onde esses fundadores consigam transformar produtos nichados em negócios globais sustentáveis antes mesmo de alcançarem o seed”, diz o fundador. Apesar das diferenças, a Shiva se posiciona como uma camada complementar ao venture capital tradicional, atuando antes do seed para formar uma nova geração de fundadores. A ideia é que parte desses empreendedores deve seguir para rodadas maiores com fundos institucionais; enquanto outra parte tende a construir negócios independentes, altamente rentáveis e sem necessidade de futuras rodadas de investimento.  “Com IA,  a lógica de risco e retorno mudou completamente. Um negócio enxuto, vendido por US$ 20 ou 30 milhões, ou que gere caixa de forma recorrente, pode ser um ativo extremamente atrativo. Aquele velho conceito de que as empresas ‘ou dão muito certo ou morrem’ deixa de ser a única opção”, afirma Marques. Expectativas e próximos passos Mais do que um novo veículo de investimento, a Shiva se propõe a organizar e dar escala a um movimento que já vinha se formando de maneira fragmentada no ecossistema global,o de empreendedores capazes de criar produtos globais de tecnologia com poucos recursos, pouca gente e alto grau de retorno. Ao estruturar capital, conhecimento e comunidade em torno dessa nova realidade, a empresa busca transformar um fenômeno disperso em uma camada consistente de formação de negócios e fundadores na era da inteligência artificial. O Brasil é o ponto de partida inicial pela densidade de desenvolvedores com vontade de empreender e pelo crescimento de comunidades de builders solo de IA, mas a expectativa da Shiva é impactar o mercado em escala global, ao financiar cerca de 100 empresas, mirando um retorno médio estimado de 10 vezes sobre o capital investido em cada star. “Unicórnios continuarão existindo, mas eles não serão o único símbolo de sucesso. A próxima onda de criação de riqueza em tecnologia pode vir de centenas de empresas enxutas, eficientes e profundamente conectadas aos seus usuários”, conclui.

Beez.ag estreia como patrocinadora do CMO Summit e leva criatividade para o maior encontro de líderes de marketing

A Beez.ag, agência especializada em eventos corporativos, ativações e campanhas de engajamento, com mais de 15 anos de atuação no mercado, patrocina pela primeira vez o CMO Summit, encontro que reúne CMOs, vice-presidentes e lideranças de marketing nos dias 25 e 26 de março de 2026. Fundada com o objetivo de transformar interações em conexões de alto impacto, a Beez.ag consolidou sua atuação no mercado como uma agência especializada no desenvolvimento de soluções criativas e estratégicas para grandes marcas. Com uma abordagem que integra planejamento minucioso, execução impecável e uma abordagem jovem e inovadora, que traduz o DNA da empresa, desenvolve projetos capazes de gerar engajamento, fortalecer o relacionamento entre marcas e públicos e produzir resultados consistentes em diferentes frentes de comunicação. Para Ednei Arras, sócio e diretor de produção da Beez.ag, participar do CMO Summit é um marco para a história da agência. “Ao levar o olhar de uma agência de eventos para esse encontro de lideranças de marketing, nosso posicionamento é claro: somos parceiros estratégicos que entregam soluções criativas e de alto impacto, capazes de transformar momentos em experiências que fortalecem marcas e geram conexões reais.” Trazendo a nostalgia dos anos 1990 e 2000, a Beez.ag aposta em uma ativação que desperta lembranças afetivas no coração dos brasileiros: os picolés premiados, que marcaram gerações e se tornaram ícones de muitos verões.. Ao resgatar essa memória coletiva, a agência transforma um gesto simples em engajamento, conectando emoção e estratégia em um dos maiores encontros de lideranças de marketing do país. Os brindes preparados pela Beez.ag incluem bonés e pares de meias exclusivas, reforçando a ideia de que os participantes levarão para casa não apenas um presente, mas uma lembrança afetiva recriada no evento. A agência também marcará presença no CMO Lounge, espaço reservado para speakers e convidados, com um carrinho estilizado de picolés que promete proporcionar uma pausa saborosa e descontraída, transformando o momento de networking em vivência memorável. “A ativação dos palitinhos premiados é um convite ao público para despertar memórias afetivas e transformar um gesto simples em uma experiência marcante no ambiente corporativo. Ao unir a nostalgia, criamos uma solução criativa,  onde cada detalhe, desde da criação à execução, é lembrado não apenas como um brinde, mas como uma ação que conecta emoção e estratégia, como ferramenta de engajamento e construção de valor para as marcas”.  destaca Renato Silva, sócio e diretor da Beez.ag

Brasil consolida protagonismo no Oscar e reforça força do ‘brand país’, avalia especialista

O cinema brasileiro vive um de seus momentos mais emblemáticos no cenário internacional, com o filme “O Agente Secreto” conquistando quatro indicações ao Oscar, incluindo Melhor Ator para Wagner Moura, um ano após “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, ter sido indicado à principal premiação da indústria e vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional.  O movimento, que também inclui vitórias recentes no Globo de Ouro e reconhecimento a atores brasileiros em categorias inéditas, ocorre em um contexto de expansão do setor: apenas em 2025, o audiovisual nacional registrou quase 4 mil obras produzidas e recebeu mais de R$ 1,4 bilhão em recursos públicos, além de movimentar mais de R$ 70 bilhões no PIB e gerar cerca de 600 mil empregos diretos e indiretos. Para Eduardo Schuler, CEO da Smart Consultoria, empresa especializada em estratégias de growth, marketing e dados, esse conjunto de fatores reforça o fortalecimento da marca Brasil no exterior e abre novas frentes de crescimento para empresas de diferentes segmentos. Na avaliação do executivo, o reconhecimento consecutivo em premiações de alto prestígio sinaliza que o país deixou de ser visto como exceção pontual no circuito internacional e passou a ocupar um espaço mais consistente na indústria criativa global. Segundo Eduardo Schuler, “quando um país consegue manter presença contínua em premiações como o Oscar, ele não exporta apenas filmes, mas também reputação, narrativa e valor simbólico. Isso impacta diretamente a forma como marcas brasileiras são percebidas lá fora”, afirma. Além do aspecto cultural, Schuler ressalta que a economia criativa vem ganhando peso real nas engrenagens econômicas do país. O crescimento da produção audiovisual, a retomada do público nos cinemas e o aumento das exportações de serviços ligados ao setor indicam um ambiente mais maduro para negócios, parcerias e investimentos. “Existe uma conexão direta entre cultura forte e ambiente de negócios saudável. Países que conseguem projetar sua criatividade ganham vantagem competitiva em diversas frentes, do turismo à atração de capital”, destaca. Para o especialista, marcas brasileiras que souberem se conectar a esse momento de forma autêntica tendem a ampliar sua relevância e diferenciação. “Não se trata de oportunismo, mas de entender o contexto e construir narrativas alinhadas a valores como criatividade, diversidade e capacidade de inovação. O Brasil está mostrando isso ao mundo, e as empresas podem, e devem, incorporar esse posicionamento em suas estratégias”, conclui.

Inteligência Artificial nas empresas: centralizar a IA em um Chief AI Officer pode limitar inovação, diz CEO global da Boyden

A rápida adoção da inteligência artificial nas empresas tem impulsionado a criação de novas funções como um todo, incluindo as executivas – entre elas a de Chief AI Officer (CAIO). O cargo é uma resposta à pressão por acelerar estratégias de transformação digital e capturar valor econômico da IA generativa. Mas centralizar essa agenda em uma única liderança pode ser um erro estratégico para as corporações. Segundo Chad Hesters, presidente e CEO global da Boyden, consultoria internacional de liderança e executive search, tratar a inteligência artificial como responsabilidade de um único executivo pode limitar a inovação dentro dessas organizações. “A IA é uma capacidade transversal. Ela transforma processos, tomada de decisão e criação de valor em praticamente todas as áreas da empresa”, afirma Hesters. Ele completa: “quando a tecnologia fica concentrada em um único executivo, existe o risco de criar um novo silo organizacional, exatamente o oposto do que a transformação digital exige.” Investimento em IA cresce, mas retorno ainda é desafio O debate ocorre em um momento de forte expansão dos investimentos corporativos em inteligência artificial. A consultoria IDC projeta que a tecnologia poderá gerar US$ 19,9 trilhões em impacto econômico global até 2030, o equivalente a cerca de 3,5% do PIB mundial naquele ano. Apesar desse crescimento, transformar investimentos em resultados concretos ainda é um desafio para muitos negócios. Pesquisa global da McKinsey mostra que 92% das organizações pretendem aumentar investimentos em IA nos próximos três anos, mas apenas 1% afirma ter maturidade suficiente para capturar valor em escala com a tecnologia.  Para Hesters, essa diferença entre investimento e retorno muitas vezes está ligada à forma como a tecnologia é integrada à estratégia corporativa. “Muitas organizações tratam a IA como um projeto de tecnologia, quando na verdade ela exige transformação operacional. Sem mudanças em processos, capacitação, dados e cultura organizacional, a tecnologia dificilmente gera impacto real no negócio”, explica. O risco dos projetos que não chegam à escala Outro sinal dessa dificuldade aparece no ciclo de vida das iniciativas de inteligência artificial. O Gartner estima que pelo menos 30% dos projetos de IA generativa serão abandonados após a fase de prova de conceito até o fim de 2025, devido a fatores como qualidade insuficiente de dados, custos elevados e falta de integração com processos de negócio. Segundo Hesters, a centralização excessiva da agenda de IA pode contribuir para esse cenário. Quando a tecnologia fica concentrada em uma área específica ou em um “czar tecnológico”, iniciativas tendem a priorizar demonstrações técnicas em vez de resolver problemas operacionais concretos.  “O resultado costuma ser uma sequência de pilotos promissores que não conseguem escalar dentro da organização”, conclui. Governança distribuída ganha espaço nas empresas Como alternativa, Hesters defende um modelo de governança distribuída da inteligência artificial, no qual diferentes áreas da empresa compartilham responsabilidade pela adoção da tecnologia. Nesse modelo, áreas como CIO ou CTO lideram infraestrutura, arquitetura de dados, segurança e diretrizes de uso responsável da IA. Ao mesmo tempo, as unidades de negócio assumem protagonismo na identificação e implementação de aplicações práticas, focadas em produtividade, automação e melhoria da tomada de decisão. Esse modelo reflete uma mudança mais ampla na forma como as empresas estão estruturando suas estratégias de inteligência artificial. Segundo estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), 26% das organizações já possuem um Chief AI Officer, mas a tendência crescente é combinar essa função com estruturas colaborativas que envolvem múltiplas áreas da companhia. Valor econômico depende de adoção ampla Estudos também indicam que o potencial econômico da inteligência artificial depende diretamente da adoção disseminada da tecnologia dentro das empresas. Relatório da McKinsey estima que a IA generativa pode adicionar entre US$ 2,6 trilhões e US$ 4,4 trilhões por ano à economia global, especialmente em áreas como engenharia de software, marketing, operações e atendimento ao cliente.  Na avaliação de Hesters, capturar esse valor exige mais do que criar novas posições executivas. “A gestão da inteligência artificial envolve muito mais do que tecnologia. Ela exige colaboração entre estratégia, tecnologia, jurídico, compliance, dados e recursos humanos”, afirma. Ou seja, a empresa que realmente vai capturar valor com IA é aquela que distribui a capacidade de inovar por toda a organização.

bebot digital é única empresa de OOH selecionada para receber aporte do recém-criado fundo M&M Ventures 

é uma das quatro primeiras empresas do mercado brasileiro escolhidas pelo recém-criado M&M Ventures, fundo de investimentos no modelo media for equity com foco em startups que utilizam tecnologia e inteligência artificial (IA) para transformar as indústrias de marketing e comunicação. A iniciativa é do Grupo Meio & Mensagem e tem a 4Equity Media Ventures como gestora. E a única empresa do segmento de Out-Of-Home contemplada com fundos dessa venture capital. Maior plataforma de gestão e métricas de campanhas OOH do Brasil, a bebot é uma martech com plataforma de gestão e exchange de digital out-of-home (DOOH). Trabalha com métricas exclusivas que utilizam a IA e modelagem estatística que permitem aos anunciantes a gestão completa de seus investimentos, além de insights de negócios.  “Estamos entusiasmados com a parceria da bebot digital com a 4Equity Media Ventures e o Meio & Mensagem. Sermos selecionados entre as primeiras martechs do fundo reforça nossa proposta de irmos muito além do OOH tradicional, combinando tecnologia, Inteligência Artificial e dados proprietários para aumentar a eficácia das campanhas de nossos clientes. Fazer parte desse ecossistema tão relevante para a indústria certamente fortalecerá ainda mais a trajetória de crescimento da bebot” afirma Violeta Noya, CEO e sócia da empresa. Lançada em 2021, a bebot digital nasceu como a primeira plataforma full stack dedicada ao ecossistema de DOOH no Brasil. Hoje conecta mais de 80 mil telas e 150 mil pontos de interesse mapeados em mais de 750 cidades, incluindo todas as capitais, por meio de um sistema proprietário de geomobilidade e inteligência territorial. Com sua tecnologia especializada, a empresa permite que anunciantes e agências planejem e ativem campanhas nos diferentes territórios e momentos de maior impacto em cada local, com métricas que fortalecem a tomada de decisões em relação ao que é exibido. A plataforma possibilita alcançar cerca de 13 milhões de pessoas por dia apenas no OOH, potencializando essas campanhas para outras etapas do funil. Com esse perfil dá para entender por que motivos o fundo de investimentos M&M Ventures escolheu a bebot digital entre as primeiras empresas do mercado a receberem aportes dessa venture capital. O OOH, universo de atuação da bebot, é hoje a terceira maior mídia do Brasil, com investimentos de R$ 3,51 bilhões (12,1% do total), segundo dados do painel Cenp-Meios, que consolida dados reais de investimento publicitário em mídia enviados por agências brasileiras, que apontou um total de R$ 28,9 bilhões em todas as mídias. Fica atrás apenas da internet (R$ 11,74 bilhões/40,6% do total) e da televisão aberta (R$ 9,70 bilhões/33,6% do total).  “A entrada da 4equity na bebot digital reforça um movimento que o próprio mercado já vem percebendo nos últimos anos: a bebot se consolidou como muito mais do que uma plataforma de compra programática de mídia. Construímos uma martech orientada por dados, capaz de apoiar marcas e parceiros em todas as etapas, do planejamento estratégico à mensuração de resultados no território urbano. Esse investimento acelera nossa capacidade de seguir desenvolvendo tecnologia, inteligência e métricas que ajudam a tornar o ecossistema de OOH cada vez mais eficiente, transparente e conectado às jornadas reais das pessoas” diz Anderson Santos, sócio e COO da bebot. Segundo Anderson, as previsões são de que o OOH supere os R$ 4,5 bilhões em investimentos em 2026, sendo que o pDOOH (programatica digtal out of home) cresceu 60% ao ano nos últimos três anos, movido pela integração de Retail Media, expansão em cidades além das capitais e a aceleração da digitalização dos pontos de exibição.

Lindt aposta na intensidade do Ovo Chocolate Dark com Frutas Vermelhas

A Lindt, marca suíça de chocolates premium, anuncia seu portfólio de Páscoa unindo tradição, inovação e a excelência do chocolate suíço em uma seleção desenvolvida para transformar o ato de presentear em uma experiência memorável. Entre os lançamentos, o Ovo Dark Amêndoas e Frutas Vermelhas (220g – R$ 179,99) combina o chocolate amargo Lindt com pedaços de amêndoas e o toque delicado das frutas vermelhas, equilibrando intensidade e notas levemente frutadas em uma proposta elegante e o Ovo Dark (220g – R$ 149,99) que destaca a profundidade do cacau, atendendo consumidores que valorizam sabores mais intensos e marcantes, uma escolha assertiva para os apreciadores de chocolate amargo Na linha super premium, a marca destaca o Ovo Lindt Trufado (500g – R$ 299,99), campeão de vendas, em uma releitura com nova embalagem e gramatura, preservando seu tradicional recheio trufado e cremoso. O portfólio também marca o retorno do Ovo Pistacchio Crocante (300g – R$ 299,99), sucesso na Páscoa 2025, que traz o kadaif, massa de fios delicados típica da confeitaria do Oriente Médio, unindo à crocância do pistache, reforçando o olhar da marca para as preferências e tendências que conquistam seu público. A tradicional linha LINDOR segue como protagonista da Páscoa, com opções já consagradas, como o Ovo Lindt LINDOR ao Leite (260g – R$ 159,99), com trufas ao leite; o Ovo Lindt LINDOR Branco (260g – R$ 159,99), com trufas nos sabores chocolate branco, stracciatella e morango; e o Ovo Lindt LINDOR Sortido (260g – R$ 159,99), que reúne trufas ao leite, dark e avelã. “A Páscoa é um momento especial, quando reunimos quem amamos e criamos memórias que atravessam gerações. Acreditamos que o chocolate tem o poder de transformar encontros em experiências inesquecíveis. Para 2026, preparamos um portfólio que combina inovação com o nosso compromisso com excelência e sofisticação – atributos que definem a Lindt. Queremos que cada presente desta Páscoa carregue não apenas sabor, mas também conexão”, afirma Walter Angst, CEO da Lindt Brasil. Para encantar as crianças nesta Páscoa, a Lindt apresenta opções pensadas para tornar a celebração ainda mais especial. Entre elas estão o Kit Gold Bunny Encantado (50g – R$ 79,99), que traz o clássico coelho dourado ao leite acompanhado por uma tiara de coelhinho, e a Caça às Delícias de Páscoa (170g – R$ 99,99), que combina mini ovinhos LINDOR ao leite com o icônico Gold Bunny e inclui instruções para a tradicional caça aos ovos, estimulando momentos de diversão e conexão em família. A marca lança ainda a Cestinha Mini Ovinhos LINDOR ao Leite (112g – R$ 59,99), com embalagem pensada para presentear e surpreender os pequenos. O Gold Bunny, no entanto, vai além do universo infantil. Ícone da Páscoa Lindt, o coelho dourado conquista diferentes gerações e segue como um dos produtos mais aguardados da temporada. Neste ano, ganha um novo sabor Chocolate Branco com Morango (100g – R$ 64,99), e retorna em diferentes tamanhos, de 10g a 200g, nas versões ao leite, branco, avelã e amargo, reafirmando seu papel como símbolo da data e escolha certeira para presentear. Os lançamentos e os demais produtos do portfólio de Natal podem ser encontrados no e-commerce e nas lojas físicas da marca em São Paulo, São Caetano do Sul, Santo André, São Bernardo do Campo, Barueri, Mogi das Cruzes, São Roque, Jundiaí, Campinas, São José dos Campos, Sorocaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Piracicaba, Santos, Rio de Janeiro, Niterói, Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá, Porto Alegre, Florianópolis, Balneário Camboriú, Joinville, Belo Horizonte, Uberlândia, Brasília, Goiânia, Campo Grande, Cuiabá, Salvador, São Luís, Recife, Natal, Fortaleza, João Pessoa e Belém.

Appel Home lança nova temporada de programa voltado para lojistas

A terceira temporada do Appel Expert, programa de treinamentos gratuito para lojistas e balconistas, promovido pela Appel Home, foi lançada nesta terça-feira, dia 10 de março. As aulas, ministradas por profissionais com anos de experiência no mercado de cama, mesa e banho, serão disponibilizadas no canal do YouTube da marca. O primeiro episódio já está disponível.  O projeto consiste em vídeos quinzenais, de curta duração (até cinco minutos), em que especialistas falam de temas que vão desde os cuidados com os produtos, até instruções sobre administração, vendas e marketing.  A temporada inicia com um especial de três episódios sobre a viagem que o presidente da empresa, Rafael Appel, o diretor de produto e marketing, Rafael Berwanger, e a gerente de produtos, Rubia Becker, fizeram para a feira Heimtextil, na Alemanha. O tema central serão as tendências que aparecem no mercado europeu.  O Appel Expert também conta com um Instagram, com conteúdos voltados para o trade marketing. Nele, os lojistas podem ter acesso a mais informações sobre a marca e os produtos, receber dicas e baixar conteúdos da Appel, otimizando a relação entre a marca e seus canais de distribuição.  “O nosso objetivo com o Appel Expert é estar cada vez mais próximos dos nossos lojistas. Por meio desses canais e projetos, conseguimos estabelecer um diálogo direto com eles, entender suas dores e atuar de forma mais assertiva. A intenção é apoiá-los em suas principais demandas, compartilhar conhecimento relevante para o dia a dia do negócio e fortalecer essa parceria, para que todos possam crescer juntos”, afirma o presidente da companhia, Rafael Appel. 

Sistema Ailos estreia campanha de larga escala com a GINGA e lança “Confia, vai ter volta”

A GINGA, agência de publicidade independente, anuncia a chegada do Sistema Ailos ao seu portfólio e o lançamento de uma campanha de larga escala do sistema de cooperativas. Com o conceito “Confia, vai ter volta“, a iniciativa reforça a presença do Sistema Ailos na região  Sul do país e marca um novo momento de construção de awareness e fortalecimento institucional da marca. “A campanha sintetiza o que está no centro do nosso modelo: cada decisão financeira feita na cooperativa retorna em forma de benefícios para o cooperado e para a comunidade. Estamos avançando no objetivo de ampliar o conhecimento da marca nas nossas praças e mostrar que o cooperativismo é uma escolha moderna, eficiente e orientada ao longo prazo”, afirma Rodrigo Dellagiustina, gerente de Marketing, Branding e Vendas da Central Ailos. O conceito “Confia, vai ter volta” parte da essência do cooperativismo, traduzindo confiança e escolhas financeiras inteligentes em retorno econômico e social para todo o ecossistema. A comunicação adota humor, leveza e elegância, destacando-se em um mercado saturado por ofertas padronizadas. A campanha foi estruturada com a metodologia UmDois, modelo de sprint exclusivo da GINGA que integra planejamento estratégico, criação e execução.  “A chegada do Sistema Ailos à GINGA é celebrada por uma sintonia profunda de valores, onde a visão colaborativa do cliente encontrou o match perfeito com a nossa metodologia UmDois. Esse trabalho traduz os valores de confiança e equilíbrio econômico-social que são vitais para o cliente. Estamos muito felizes com essa entrega e confiantes de que o sucesso dessa parceria, com certeza, vai ter volta”, afirma Thomas Rebergue, Chief Business Development Officer e sócio da GINGA. Do ponto de vista de negócios, a campanha reforça o posicionamento do Sistema Ailos como um ecossistema financeiro sólido, sustentável e orientado ao longo prazo. Com mais de 1,7 milhão de cooperados, mais de R$ 28 bilhões em ativos e mais de 330 postos de atendimento na região Sul e outras regiões do Brasil, o sistema de cooperativas consolida sua relevância no cenário nacional. De acordo com o executivo da Ginga, o projeto representa também um marco para a GINGA. “Estamos desenvolvendo uma estratégia 360º para um dos principais sistemas cooperativos do país, unindo profundidade estratégica e qualidade criativa, com atenção dedicada a cada entrega e total integração com o cliente”, afirma. Com início em 23 de fevereiro, a campanha tem como principais indicadores de sucesso o aumento do brand lift e awareness, além da ampliação da base de cooperados, consolidando o Sistema Ailos como uma opção financeira moderna e confiável para indivíduos e empresas nas praças estratégicas.

FutureBrand São Paulo leva 5 troféus no IF Design Award 2026

Cinco projetos da  FutureBrand São Paulo foram vencedores de categorias no IF Design Award 2026, uma das competições de design mais prestigiadas do mundo. Ao todo, foram mais de 11 mil projetos inscritos de 100 países diferentes. A agência foi destaque nas categorias Identidade Visual, desenvolvido para  Sertrading, que traduz solidez, eficiência e visão estratégica; produtos com a construção da marca Bemsei, que conecta saudabilidade e prazer de consumo;  rebranding e identidade visual, com o projeto de Papelito Brasil, trazendo transformação estratégica e visual para a marca; Report e identidade visual, com o estudo proprietário Tá Quente Brasil!; e embalagem, com Flying Horse PRIDE, que posiciona o produto como um ícone de expressão e inclusão dentro da categoria de bebidas energéticas. “Esse reconhecimento traduz a consistência estratégica e excelência criativa em diferentes contextos de marca e consolida a FutureBrand em design, mais uma vez. Esses projetos que são reconhecidos por sua qualidade e impacto, agora também recebem essa premiação internacional”, comemora Ewerton Mokarzel da FutureBrand.

Marca fitness inova e lança Simulador de Remo à Base de Ãgua com experiência imersiva

A Gallant amplia seu portfólio de equipamentos fitness e anuncia o lançamento do Simulador de Remo à Base de Água Gallant, uma solução que promete elevar o nível dos treinos residenciais e semi-comerciais. Inspirado na sensação real da remada ao ar livre, o equipamento utiliza resistência à base de água para proporcionar movimentos mais naturais, fluidos e progressivos, entregando uma experiência muito mais próxima do remo outdoor. O lançamento reforça o posicionamento da Gallant como uma marca que investe continuamente em tecnologia, inovação e performance, acompanhando o crescimento da tendência de academias residenciais e da busca por equipamentos mais completos para treinar em casa. Com design moderno e estrutura robusta, o novo simulador foi projetado para atender desde iniciantes até usuários mais avançados que buscam melhorar o condicionamento físico e a resistência cardiovascular. Um dos principais diferenciais do equipamento está na resistência realista à base de água, que responde automaticamente à força aplicada durante a remada. Quanto maior a intensidade do movimento, maior será a resistência gerada, criando um treino progressivo, silencioso e altamente eficiente. Esse sistema proporciona uma dinâmica mais natural do exercício, além de contribuir para uma experiência mais envolvente e confortável. O simulador também se destaca por oferecer treino completo de corpo inteiro, ativando simultaneamente braços, costas, pernas, glúteos e abdômen. Esse tipo de exercício favorece alto gasto calórico e fortalece diferentes grupos musculares em um único movimento, tornando o remo uma das atividades mais completas do universo fitness. Outro diferencial importante é a integração tecnológica. O equipamento possui conectividade Bluetooth e compatibilidade com aplicativos interativos como o Kinomap, permitindo acompanhar métricas de desempenho, participar de desafios virtuais e transformar o treino em uma experiência mais dinâmica e motivadora. O monitor digital multifuncional exibe dados como tempo, distância, velocidade, calorias, frequência cardíaca e ritmo de remadas, auxiliando no acompanhamento da evolução do usuário. Além da performance, o Simulador de Remo à Base de Água Gallant também foi desenvolvido para oferecer conforto e praticidade no dia a dia. O equipamento conta com ajuste de resistência por bomba elétrica, suporte para copo e rodinhas para transporte, facilitando a movimentação entre ambientes. A estrutura robusta suporta usuários de até 150 kg e é indicada para pessoas entre 1,40 m e 2,00 m de altura, garantindo segurança e versatilidade para diferentes perfis. Para o diretor comercial da Gallant, Diego Calabria, o lançamento representa mais um passo da marca na evolução dos equipamentos voltados ao treino residencial. “O simulador de remo à base de água representa um avanço importante no nosso portfólio. Queríamos entregar ao consumidor uma experiência de treino mais realista, completa e tecnológica. A Gallant tem investido constantemente em inovação para oferecer equipamentos que acompanhem o novo comportamento do consumidor, que busca cada vez mais performance e praticidade dentro de casa.” Com o lançamento do Simulador de Remo à Base de Água, a Gallant reforça sua estratégia de expandir soluções voltadas à home gym de alto desempenho, oferecendo equipamentos que combinam tecnologia, eficiência e experiência de treino cada vez mais próxima da prática esportiva real.

Mercado de inteligência artificial na América Latina pode ultrapassar US$ 500 bilhões até 2034; Brasil lidera expansão regional

O mercado de inteligência artificial (IA) na América Latina deve crescer cerca de US$ 40,5 bilhões em 2026, chegando aos US$ 504,7 bilhões até 2034. Os números extremamente positivos fazem parte de um relatório da Market Data Forecast, publicado neste trimestre, que aponta também uma taxa anual de crescimento (CAGR) de 37,1%. O avanço da inteligência artificial na região reflete uma aceleração da digitalização em diversos setores da economia. Empresas de diferentes portes estão adotando soluções baseadas em IA para automatizar operações, analisar grandes volumes de dados e personalizar experiências de clientes. Na prática, tecnologias desse tipo já são usadas por bancos para detectar fraudes em tempo real, por hospitais para apoiar diagnósticos médicos e por varejistas para prever demanda e otimizar estoques. De acordo com o relatório da Market Data Forecast, o mercado de IA na América Latina deve saltar de aproximadamente US$ 40,5 bilhões para cerca de US$ 504,7 bilhões até 2034, consolidando um dos ritmos de crescimento mais acelerados do setor tecnológico global. O Brasil aparece como principal motor dessa expansão, concentrando 38,2% da participação regional em 2024, com forte presença de aplicações em áreas como finanças, saúde e agricultura. Outro fator relevante para a expansão é o fortalecimento de políticas públicas e iniciativas voltadas ao desenvolvimento do ecossistema de inteligência artificial. Países latino-americanos, incluindo o Brasil, vêm implementando planos nacionais de IA que incentivam formação profissional, financiamento de pesquisa e parcerias com universidades. No caso brasileiro, a Estratégia Nacional de Inteligência Artificial (ENIA) contribuiu para a criação de centros de pesquisa, hubs acadêmicos e colaborações público-privadas. Para Fabio Tiepolo, CEO da Starya AI, empresa referência no setor, o crescimento projetado para a região reflete uma transformação estrutural na forma como empresas e governos utilizam tecnologia. “A inteligência artificial deixou de ser um experimento restrito a grandes empresas e passou a integrar o dia a dia de organizações de todos os portes. A combinação entre digitalização acelerada, disponibilidade de dados e avanço das ferramentas de IA cria um ambiente propício para ganhos de produtividade em praticamente todos os setores”, afirma. Segundo o executivo, o protagonismo do Brasil na região também está ligado ao tamanho do mercado interno e ao dinamismo do ecossistema de inovação. “O país reúne um conjunto relevante de fatores: grande base de consumidores, crescimento do número de startups de tecnologia, formação de talentos em ciência de dados e iniciativas públicas como a ENIA. Isso ajuda a explicar por que o Brasil se consolidou como o principal polo de desenvolvimento e adoção de IA na América Latina”, diz Tiepolo. Na avaliação do CEO da Starya AI, o impacto da inteligência artificial tende a se ampliar nos próximos anos, impulsionando novos modelos de negócio e transformações no mercado de trabalho. “A adoção de IA deve continuar avançando à medida que mais empresas busquem eficiência operacional e melhor uso de dados. Ao mesmo tempo, veremos uma demanda crescente por profissionais especializados em tecnologia, ciência de dados e desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial”, conclui.

CHICOOH+ lança projeto de mídia exterior com estratégias exclusivas para o setor do agronegócio brasileiro

A CHICOOH+, primeira trading desk de OOH e DOOH do Brasil, anuncia o lançamento do Agro Hotspot, projeto estratégico desenvolvido para ampliar a presença das marcas ao longo do ano nos principais eventos do agronegócio brasileiro. A iniciativa oferece uma plataforma de visibilidade contínua, apoiada em um inventário completo de mídia OOH e DOOH, que contempla diferentes formatos como outdoors, painéis rodoviários, abrigos de ônibus, relógios, bancas, painéis de LED e projetos especiais customizados.  O Agro Hotspot também integra estratégias omnichannel, conectando mídia exterior a soluções mobile. Nesse modelo, o OOH e DOOH deixam de atuar exclusivamente como impacto visual e passam a estabelecer conexões entre os ambientes físico e digital, ampliando a frequência de exposição, fortalecendo a lembrança de marca e potencializando oportunidades de engajamento. A iniciativa também inclui ativações em aeroportos, rodoviárias e ativos digitais e estáticos dentro das feiras, além de painéis localizados nos acessos aos eventos, com presença antes, durante e após as feiras específicas, permitindo que as marcas acompanhem toda a jornada do público, do deslocamento à experiência no evento. O projeto “Agro Hotspot” foi estruturado a partir do comportamento do público que se desloca de diferentes cidades e regiões do país para participar das feiras. Ao longo dessa jornada, milhares de pessoas percorrem rodovias de grande fluxo, utilizam aeroportos e rodoviárias e circulam por centros urbanos e polos comerciais, criando múltiplos pontos de contato entre marcas e consumidores. Entre os eventos contemplados no projeto Agro Hotspot estão a ExpoDireto Cotrijal (9 a 13 de março, em Não-Me-Toque – RS), a Tecnoshow Comigo (6 a 10 de abril, em Rio Verde – GO), a Agrishow (27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto – SP), a Fenagra (12 a 14 de maio, em São Paulo – SP), a AgroBrasília (19 a 23 de maio, em Brasília – DF), a Bahia Farm Show (8 a 13 de junho, em Luís Eduardo Magalhães – BA), a Agroleite (3 a 7 de agosto, em Castro – PR) e a Expointer (29 de agosto a 6 de setembro, em Esteio – RS). As feiras são reconhecidas como alguns dos maiores encontros do agronegócio no mundo, reunindo produtores rurais, empresários, investidores e profissionais do setor. O lançamento do projeto acontece em um cenário favorável para o agronegócio brasileiro. Eventos como a Agrishow evidenciam a força e a dimensão do setor. Em sua 30ª edição, realizada em 2025, a feira reuniu mais de 800 marcas expositoras e aproximadamente 197 mil visitantes. Encontros desse tamanho geram intensa circulação de pessoas, impulsionam deslocamentos, turismo e consumo nas regiões onde são realizados e ampliam significativamente as oportunidades de contato entre marcas e consumidores. O projeto acompanha o desempenho positivo do setor, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Valor Bruto da Produção (VBP) do agronegócio deve alcançar R$ 1,6 trilhão em 2026, avanço de 5,1% sobre 2025. O segmento agrícola deve liderar, com crescimento de 6,6%. Chico Preto, CEO da CHICOOH+, destaca que o projeto foi pensado para personalizar a comunicação com o público agro: “Os grandes eventos do agronegócio fazem parte da dinâmica do setor e movimentam pessoas de diferentes regiões do país. Elas se deslocam de suas cidades, percorrem as rodovias, utilizam aeroportos e circulam por centros urbanos até chegarem às feiras. Nosso plano permite que as marcas estejam presentes nesses momentos de forma estratégica e integrada ao ambiente, acompanhando o público ao longo de toda a jornada.” Com foco em mídia de alta performance, variedade de formatos e personalização de mensagens, o Agro Hotspot reforça o papel do OOH e DOOH como meios estratégicos para acompanhar o ritmo do agronegócio brasileiro. O projeto estabelece um modelo de planejamento estruturado a partir de uma curadoria dos principais momentos, territórios e fluxos do setor, garantindo presença estratégica e consistente e consolidando a mídia exterior como um ativo central no calendário anual dos grandes eventos do agro.

UCB Power anuncia novo diretor executivo estratégico

A UCB Power anuncia a chegada de Vinícius Berná ao seu quadro executivo. Formado em Administração de Empresas pela FGV-EAESP e com formação executiva em Estratégia e Inovação pela Universidade de Oxford, o profissional assume a posição de Diretor Executivo Comercial e de Novos Negócios, reforçando a estrutura estratégica da Companhia.  Com sólida trajetória no mercado de energia, Berná acumula ampla experiência em estratégia e desenvolvimento de negócios no setor. Sua chegada marca um novo momento para a UCB Power, alinhado à estratégia de crescimento da empresa, impulsionada pela entrada de investidores como a Vision Group e pelo cenário favorável ao avanço do armazenamento de energia no Brasil.  “Vinícius traz um consistente know-how estratégico e profundo conhecimento do setor de energia e armazenamento. Nosso relacionamento sempre foi próximo, com colaboração mútua em projetos ao longo do último ano. Sua nomeação como Diretor Executivo Comercial e de Novos Negócios fortalece ainda mais nosso time de liderança em um momento decisivo de expansão da Companhia”, aponta Ronaldo Gerdes CEO da UCB Power.   Berná já é um nome conhecido na empresa, tendo integrado anteriormente o time quando a Companhia ainda operava sob a marca Unicoba.  “Assumo este desafio com entusiasmo e senso de responsabilidade. O armazenamento de energia será um dos pilares da próxima etapa da transição energética no Brasil, e acredito profundamente no papel estratégico que a UCB pode desempenhar nesse novo ciclo. Chego com humildade para aprender com um time altamente qualificado e com a ambição de contribuir para acelerar o desenvolvimento do mercado, ampliar a proposta de valor da Companhia e construir soluções que conectem estratégia, tecnologia e execução com excelência”, destaca o executivo.  

Páscoa movimenta vendas no varejo alimentar além dos ovos de chocolate

A Páscoa movimenta o setor supermercadista muito além das tradicionais gôndolas de ovos de chocolate. Nas semanas que antecedem à data, cresce a procura por alimentos associados ao almoço em família e por produtos que ajudam a preparar e receber os convidados em casa. Peixes, azeites, vinhos, sobremesas e utensílios de cozinha ganham espaço no carrinho do consumidor e reforçam o impacto no varejo alimentar. A tradição religiosa que marca a Semana Santa também influencia diretamente o comportamento de compra. O consumo de peixes e frutos do mar aumenta de forma significativa, especialmente na Sexta Feira Santa e no domingo de Páscoa, com bacalhau, salmão, tilápia, camarão e outras opções congeladas, acompanhados por ingredientes utilizados nas receitas típicas da ocasião. A preparação das refeições também impulsiona a venda de produtos básicos que compõem o cardápio. Legumes, temperos, azeites e conservas aparecem entre os itens mais procurados, além de sobremesas e produtos de panificação que ajudam a completar o almoço de domingo. “Toda essa movimentação no varejo reflete o caráter afetivo da celebração. Reuniões familiares, refeições compartilhadas e pequenos gestos de hospitalidade ampliam o consumo em diferentes categorias dentro do supermercado, o que faz a Páscoa ser uma das datas mais importantes do calendário do setor, capaz de impulsionar vendas em diversas áreas, incluindo o setor de bebidas, já que vinhos e espumantes costumam acompanhar as refeições comemorativas”, afirma Bruno Solino, executivo de Trade Marketing do Grupo TriMais. Mas o movimento não se limita ao setor de alimentos. Produtos relacionados à mesa e à cozinha também ganham relevância, já que muitas famílias aproveitam para reunir parentes e amigos em casa. Travessas, refratários, formas para assados, taças, pratos e toalhas de mesa costumam registrar maior procura nas áreas de bazar e utilidades domésticas. “Durante a Páscoa, organizamos a loja para facilitar a jornada do cliente e estimular compras completas. Criamos ilhas temáticas que reúnem peixes, azeites, vinhos e outros ingredientes usados nas receitas tradicionais, além de destacar itens de cozinha e mesa posta próximos dessas seções. Essa organização ajuda o consumidor a visualizar tudo o que precisa e acaba ampliando o volume no carrinho”, finaliza Solino.

Lockers como mídia urbana: a nova vitrine da marca em pontos de alto fluxo

Por Gustavo Artuzo, CEO da Clique Retire* A disputa pela atenção nas cidades chegou a um ponto de saturação. Outdoors, painéis e telas digitais seguem relevantes, mas enfrentam um desafio crescente: o da indiferença. Em um ambiente urbano cada vez mais denso, a mídia out of home (OOH) passa por uma transformação silenciosa, deixa de ser apenas visível para se tornar funcional, contextual e integrada à rotina das pessoas. É nesse cenário que os smartlockers emergem como a nova vitrine urbana das marcas. Diferentemente dos formatos tradicionais, os lockers inteligentes não competem pela atenção: eles já fazem parte da jornada cotidiana. Estão em shoppings, estações de transporte, universidades, centros comerciais e pontos de grande circulação, locais onde o público não apenas passa, mas interage. Ao retirar uma encomenda, carregar o celular ou utilizar um serviço, o consumidor entra em contato direto com a marca em um momento de atenção ativa, e não de distração. Esse movimento acompanha a própria evolução do mercado. A mídia out of home movimentou R$ 5,5 bilhões no Brasil no último ano, segundo a Tendências Consultoria, impulsionada pela busca de formatos mais relevantes, mensuráveis e conectados ao contexto urbano. Dentro desse crescimento, ganha espaço a mídia que não interrompe, mas se integra,  transformando infraestrutura em ponto de contato qualificado. Os smartlockers permitem exatamente isso. Mais do que superfícies de exposição, tornam-se plataformas de ativação. Podem ser personalizados com identidade visual, campanhas locais, QR codes interativos, promoções, gamificação e integrações digitais que conectam o mundo físico ao online. A marca deixa de ser apenas vista e passa a ser experimentada, em um ambiente que associa conveniência, tecnologia e utilidade. Há também um fator decisivo: frequência e memória. Um estudo da BR Media mostra que 70% dos consumidores lembram com mais facilidade de marcas presentes em diferentes momentos do dia. Os lockers reforçam esse efeito ao estarem posicionados em trajetos recorrentes – próximos de casa, do trabalho ou do transporte público – criando uma presença contínua e natural no cotidiano urbano. Outro diferencial está na segmentação geográfica e contextual. Ao contrário de grandes painéis genéricos, a mídia em lockers permite campanhas hiperlocais, adaptadas por bairro, perfil de público, horário ou tipo de ambiente. Isso aproxima o OOH de uma lógica orientada por dados, com maior eficiência e menor dispersão, especialmente relevante para varejo, serviços e marcas que operam em escala regional. Do ponto de vista urbano, o modelo também responde a uma demanda crescente por uso mais inteligente do espaço público. Ao ativar estruturas que já existem e cumprem uma função prática, os lockers evitam poluição visual adicional e contribuem para uma comunicação mais harmônica com a cidade. É mídia que respeita a paisagem urbana ao mesmo tempo em que gera valor econômico e experiência. À medida que as marcas buscam novas formas de presença em um cenário de atenção fragmentada, os smartlockers se consolidam como uma das evoluções mais relevantes do OOH contemporâneo. Eles transformam logística em experiência, infraestrutura em vitrine e pontos de alto fluxo em ativos estratégicos de branding. Em vez de disputar espaço na paisagem urbana, passam a pertencer a ela. *Gustavo Artuzo é CEO e fundador da Clique Retire, empresa de logística para o e-commerce. Antes disso, foi diretor de desenvolvimento de negócios no fundo de private equity Patria Investimentos, além de CFO na Delly’s, empresa líder em distribuição para food service. Tem também experiências relevantes no setor de real estate, atuando na Cyrela, Direcional Engenharia e Cury Construtora. Gustavo é engenheiro formado pelo ITA, com MBA pela Wharton School

Campanha ‘Teste de Fidelidade Nissan’ convida consumidores interessados a testar SUVs da marca

Campanha terá cantora Naiara Azevedo como garota-propaganda Confiando na qualidade e na competitividade dos seus dois SUVs fabricados no Complexo Industrial de Resende (RJ) – Kicks e Kait -, a Nissan está lançando o desafio “Teste de Fidelidade Nissan”, que vai até o dia 2 de abril nas concessionárias Nissan de todo o país. Criado pela agência Lola\TBWA, a Nissan quer colocar à prova a fidelidade dos consumidores, os convidará para realizar em um test drive nos seus SUVs e, se mesmo assim, eles optarem por comprar um carro da concorrência, a marca japonesa dará a eles R$ 500.  Nessa ação, a Nissan acredita que, após o test drive em uma concessionária autorizada Nissan dos modelos Nissan Kicks e Nissan Kait, os clientes reconhecerão os atributos dos seus SUVs. Mas, na ocasião em que o participante opte por comprar um SUV zero-quilômetro equivalente de outras marcas concorrentes, poderá receber um cartão virtual pré-pago de R$ 500,00, seguindo as regras do regulamento. Entende-se como “SUV equivalente” zero quilometro, não eletrificado, de outra montadora produzido no Brasil que pode ser comprado em concessionária autorizada com preço público sugerido do mês vigente entre R$ 116.999 e R$ 214.999. Quem já for proprietário de um Nissan não ficará de fora, claro. Se o ele comprar um dos dois modelos participantes, poderá ser recompensado com R$ 700.  Para participar, o cliente deve realizar previamente um test drive em uma concessionária Nissan nos modelos Nissan Kicks e Nissan Kait. Pode ser necessário agendamento prévio em algumas lojas. Cada participante pode receber apenas um prêmio, independentemente da quantidade de testes realizados – o controle será feito pelo número do CPF e pelo CNPJ. Campanha Massiva Para divulgar as ofertas e a mecânica da campanha, a Nissan fará inserções de mídia massiva de comunicação na televisão e no ambiente digital a partir de hoje. A campanha, assinada pela agência Lola\TBWA, terá a cantora Naiara Azevedo como garota propaganda, que fará uma releitura do seu principal sucesso “R$ 50”, que terá a letra alterada para os “R$ 500” no refrão, fazendo uma alusão a mecânica da campanha. Veja o filme da campanha: FICHA TÉCNICA Agência: LOLA\TBWA Cliente: Nissan CEO: Carol Boccia CCO: Leo Macias Direção de Criação: Fernando Lyra e Renato Ramalho Direção de Arte: Thiago Dias Redação: Leonardo Barbosa  Criação de Conteúdo:  Marcio Filho Estratégia de Conteúdo: Marina Torres, Jade Holanda e Samuel Coelho  Gestão de Influência: Vitoria Merola Conteúdo: Jade Holanda e Samuel Coelho  VP de Estratégia: Analu Santos Estratégia: Fernando Alfieri Trovões e Renan Vidigal VP de Negócios e Operações: Aline Garcia Negócios: Julia Figueiredo, Bruna Ramos, Mayara Ribeiro, Gabriela Santarelli Relações Públicas: Amanda Brandão  VP de Mídia: Renata Valio Mídia: Gilberto Vares, Rodrigo Bryan, Leticia Wolfarth, Marcella Delgado, Luma Zanzeri BI: Leonardo Cunha, Caio Chaim, André Horta e Pedro Zaina VP de Produção: Patricia Gaglioni Produção Audiovisual: Murillo Moretti e Ana Sampaio Produção Gráfica: Rodrigo Giammarino Produtora de Imagem: Paranoid Direção de Cena: Lucas FazzioProdução executiva: Marcel Weckx e Luiz Armesto Atendimento: Fe Sousa e Náthalie VieiraPesquisa criativa: Bruno Mota, Isabel Azevedo, Adriana Marto, Bruna Melo e Guilherme Rodrigues Coordenação de produção: Fernanda HernandezAssistentes de Coordenação: Camila Aureliano, Juliana Romano e Rosangela TsolakidisAssistente de Direção: Dudu MoraesDiretor de Fotografia: Fernando BertoluciDiretor de Produção: Roberto Bellezia Diretor de Arte: Andres ZarzaProdutor de Arte: Carlos CastilhoFoto Still: Marcos LopesCoordenador de Pós-produção: Layssa Pascher e Paula OliveiraAssistente de coordenação de pós: Igor LuísEditor: Lucas Fazzio e Kaio ShotFinalizador: Cris CaffaroAssistente de pós: Felipe FrancoColor: Acauan PastorePós-produtora: Clan Vfx Produtora de Som: Satelite Audio Direção Musical: Roberto Coelho e Hurso Ambrifi Atendimento: Fernanda Costa, Renata Schincariol, Daniel Chasin e Karen Nakamura Produção Musical: Roberto Coelho, Hurso Ambrifi, Daniel Iasbeck, Bruno Zibordi, Koitty, Alexandre Avicena, Pedro Pelotas e Luna França Finalização: Carla Cornea, Vithor Moraes, Arthur Dossa, Andre Giannini e Esteban Romero Coordenação de Produção: Camila Guedes, Letícia Oliveira, Bea Vieira e Mariana Tardelli Celebridade: Naiara Azevedo Contratação artística por intermédio da Intertalent Obra: “50 Reais” Autores: Bruno Rigamonte Carneiro, Estanislau Alex Torricelli, Maykow de Carvalho e Melo, Naiara de Fatima Azevedo, Waleria Leão de Moraes Editoras: BMG Rights Management Brasil Ltda e AC Musica Ltda Licenciado por intermédio da Intertalent Aprovação Cliente: Fábio Cotrim, Bruno Paccola, Vinicius Mundim.

Empreendedorismo: jovem publicitária impulsiona crescimento da agência WBP

Visão estratégica e de futuro. Esta, certamente, é uma das principais características da publicitária, Beatrice Castro, sócia da agência de comunicação e marketing WBP, de São Caetano do Sul, SP. Graduada pela Faculdade Cásper Líbero, referência há décadas na formação de profissionais da área de comunicação, a história profissional da empresária começou quando ela estava com 15 anos, como estagiária de criação, passando depois para assistente de arte. Com 17 anos, entrou na agência 2Action para trabalhar como Social Media, onde, apesar da pouca idade, já era responsável pelo projeto de grandes empresas, como Submarino, Americanas.com., Lojas Americanas e Shoptime. “Sem dúvida este foi um período de aprendizado e de grandes descobertas profissionais. Foi nessa fase que comecei a viver, literalmente, a complexidade das agências em relação a prazos e entregas.” Embora adorasse o trabalho, em 2016, aos 18 anos, o lado empreendedor falou mais alto, dando início a um novo projeto ao fundar a Agência Pippe com o administrador, Leonardo Munhoz, que no começo era especializada em Digital. No entanto, as demandas aumentaram e a agência precisou crescer e passou a oferecer outros serviços de comunicação e marketing. “Nosso principal objetivo, e valor, era sermos próximos dos nossos clientes e parceiros, visando a nossa evolução e, obviamente, o crescimento deles no mercado. Foi uma fase incrível, onde conquistamos resultados brilhantes para eles”, afirma a empresária. Novos rumos Cinco anos depois, em 2021, Beatrice foi além e juntou a Pippe à Webfoco, agência especializada em performance, unindo dois universos complementares, formando a WBP, que em 2025 recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio de “Agência do Ano”, na Categoria Digital, no Prêmio ABC, evento que reúne as principais agências de comunicação do País. Mais de 360 cases foram inscritos e mais de 80 agências concorreram às premiações. “As histórias das agências se cruzaram quando a Pippe criou estratégias de Inbound Marketing para clientes da Webfoco. A sinergia foi tão grande que nasceu a WBP”, conta Beatrice. Com perfil voltado à gestão estratégica e ao desenvolvimento de negócios, a publicitária participa ativamente da estruturação e expansão das operações do grupo, contribuindo para o fortalecimento institucional, crescimento sustentável e consolidação de parcerias estratégicas. “Temos como meta, para 2026, crescer 150%. Para isso, além das novas áreas criadas, como a de publicidade e propaganda offline, e a de relacionamento com a imprensa, a WBP adquiriu recentemente 50% da agência de performance Leads For You”, explica, ao revelar que um dos “segredos” da agência é sempre estar antenada às novidades e aplicá-las no dia a dia dos clientes.

W+E assina campanhas de lançamento dos SUVs T1, T2 e S06 da JETOUR no Brasil

A JETOUR apresenta ao público brasileiro as campanhas publicitárias dedicadas aos três SUVs da marca no país, os modelos T1, T2 e S06. A estratégia criativa foi desenvolvida pela W+E, que  construiu histórias independentes para traduzir a personalidade de cada veículo e os diferentes estilos de vida propostos por eles. A comunicação parte da ideia de que, embora pertençam à mesma linha, os SUVs dialogam com perfis e momentos de vida distintos. O movimento dá sequência à comunicação da marca no Brasil, iniciada com a campanha institucional que apresentou o conceito global “Drive Your Future”. A partir desse raciocínio, a W+E desenvolveu conceitos criativos próprios para evidenciar os atributos de cada carro sem perder a unidade da comunicação. A proposta foi criar histórias que conversassem entre si, mas com identidade e linguagem próprias. Foram produzidos três filmes principais, um dedicado a cada veículo, além de desdobramentos em diferentes formatos de mídia, incluindo peças para televisão, conteúdos digitais, redes sociais, mídia out of home e ativações com influenciadores. A estratégia contempla ainda formatos voltados à performance e presença em ambientes digitais, ampliando o alcance da comunicação e fortalecendo a conexão com diferentes públicos. Para o T1, o conceito “Desperte para novas aventuras” apresenta o SUV como parceiro da vida cotidiana. A narrativa acompanha uma família que transita entre a rotina urbana e momentos de lazer fora da cidade, reforçando a versatilidade do carro e sua capacidade de acompanhar diferentes fases da vida. Já o filme do T2, sob o conceito “Elegância em estado bruto”, explora a dualidade entre força e sofisticação. A história percorre cenários naturais e urbanos para revelar um SUV robusto e imponente, capaz de enfrentar terrenos desafiadores com conforto, tecnologia e presença. O S06, por sua vez, é apresentado a partir do conceito “Estilo que inspira”. Voltado ao universo urbano, o filme acompanha um casal em situações cotidianas e posiciona o veículo dentro de uma nova leitura do segmento, destacando-o como um Style Utility Vehicle, em que estilo, design e personalidade assumem papel central na experiência de dirigir. Segundo Rafael Carrieri, CCO da W+E, o principal desafio criativo foi diferenciar os três veículos em um mercado cada vez mais competitivo, mantendo uma linguagem coerente com o posicionamento da marca. “Estamos apresentando a Jetour aos brasileiros em um momento em que o mercado recebe novas marcas e muitas modelos. Por isso, a estratégia foi criar histórias capazes de dialogar com diferentes públicos, traduzindo a personalidade de cada carro dentro de um mesmo universo de comunicação”, afirma o executivo. Gabriela Gavião, gerente de marketing da JETOUR, reforça a importância de traduzir nos filmes a essência aventureira da marca. Segundo ela, a ideia foi conectar o público ao que a JETOUR oferece de melhor: a oportunidade de sair da rotina, explorar novos caminhos e viver experiências mais ricas ao volante. “Ficamos muito felizes com o resultado e com a forma como os filmes conseguem transmitir o espírito da marca”, afirma. A comunicação também aposta no cuidado com o craft e na construção estética das peças para reforçar a identidade da JETOUR no país. A produção dos filmes foi realizada pela Crème Company, enquanto o projeto de áudio ficou a cargo da Alma1111, parceiros criativos da campanha. “Filme de carro é sempre desafiador, e dependendo de cada roteiro tudo fica mais instigante. Quando olhamos para os três filmes, entendemos que cada um pedia uma linguagem própria. O T1 parte de uma narrativa que acompanha uma família e a passagem do tempo dentro do carro. No T2, seguimos um fotógrafo que cruza paisagens e obstáculos para chegar a um jantar na cidade, explorando o contraste entre natureza e ambiente urbano. Já o S06 tem uma atmosfera mais urbana e descontraída, acompanhando amigos em momentos descontraídos. São histórias diferentes, com estilos distintos, reforçando a personalidade de cada modelo. As campanhas revelam todo o desempenho da JETOUR”, conclui a dupla Manimou, da Crème Company, responsável pela direção do filme. Veja os filmes: Agência: W+E Propaganda Direção de Criação: Rafael Carrieri Criação: Rafael Carrieri, Markus Corrêa, Bruno Peres, Rafael Guerreiro, Isabelle Saldanha Direção de Planejamento: Fabio Tramontano Planejamento: Fabio Tramontano, Beto Junqueira Atendimento: Vitor Mariano, Giovanna Bamboukian, Fabio Tramontano Social Media: Ana Letícia Fort Direção de Mídia: Sandra Vaiano Mídia: Sandra Vaiano, Nerilson Ibernon, Laura Souza RTV: Rodrigo Vinhaes Aprovação pelo cliente: Henrique Sampaio, Gabriela Gavião Produtora de Imagem: Crème Company FICHA TÉCNICA JETOUR Produtora de Imagem: Crème Company Direção: Manimou Produção Executiva: Fernando Carvalho Producer: Stella Shinyashiki Coordenação de Produção: Bruna Martinelle Assistente de Coordenação: Giovana Ferrari Chief Business Officer Boiler Hub: Renata Sayão Direção de Fotografia: Thiago Cauduro 1ª AD: Luciana D’avila Waszak 2ª AD: Leticia Baptista de Azevedo 1o Assistente de Câmera: Allan Cesar 2o Assistente de Câmera: Fábio Henrique Batista Moraes Logger: Augusto Sebastião Paez Coelho Video Assist: Nicole Vaz Nora Direção de Fotografia (unid 2): Juliano Dutra 1o Assistente de Câmera (unid 2): Diego Marques Brum 2o Assistente de Câmera (unid 2): Valmir Cunha De Freitas Junior Video Assist (unid 2): Amanda Fontoura Rezert Operador Drone: Djalma Ribeiro Machado Neto Operador Drone: Heitor Coscarelli Rufino Teles Operador Drone: Francisco José de Oliveira Movi: Wilson Roberto de Oliveira Direção de Produção: Magali Heinze e Daniel Lombardi (Yatta Filmes) Produtora: Aline Simmi Da Silva Assistente de produção: Maria Eugênia Heinze e Lara Liziane Kupzinski Ferreira Platô: Marcelo de Menezes Cachapuz Direção de Arte: Pedro Henrique de Menezes Produção de Elenco: Amanda Michelini Schmitz Assistente de Elenco: Kellen De Souza Linhares Produção de Locação: Bruno De Souza Palaoro e Angelo Carmelo Grazioso Maquiadora: Valéria Pereira Oliveira Assistente Maquiagem: Natália Rosés Marangoni Figurinista: Isadora Bertolucci Assistente de Figurino: Samara Raquel Pereira da Silva(Samy) e Luana Meneghel Santana Head de Pós Produção: Rui Fontes Montador: Beto Araújo IA: João Lutz Assistente de Montagem: Tomás Pastén Pós Produção: HUB VFX Finalização: Ruffos Post & Igor Ferreira Color Grading: Braion Marçal   Áudio: Alma 1111Direção Musical: Diego Raso Direção Executiva: Carla Bräuninger Produção e pós produção de áudio: Equipe Alma11 11Audio

Publicis Brasil anuncia COO 

A Publicis Brasil anuncia a contratação de Giuliana Macedo como Chief Operating Officer (COO). Na função, a executiva terá a missão de garantir a eficiência da gestão de todas as contas da agência, implementando constantes melhorias no fluxo de trabalho de acordo com as necessidades de cada marca e identificando novas oportunidades de negócios.  “A Giuliana construiu boa parte de sua carreira atuando com grandes clientes globais, o que exige excelência estratégica e operacional, além da capacidade de orquestrar diferentes visões e realidades em perspectivas locais e globais. Seu retorno à agência reconhece a maestria com que lidera esses ecossistemas e seu comprometimento em gerar os melhores resultados para os negócios dos nossos clientes”, comenta Gabriela Borges, presidente da agência – a quem a nova COO se reportará diretamente. Segundo Gabi, a volta da Giuliana também será fundamental para garantir o crescimento sustentável da agência, que nos últimos 12 meses ganhou 10 novas contas.  Com 25 anos de trajetória, Giuliana começou a carreira em 2001 como supervisora de atendimento na Publicis. A executiva também passou por agências como WMcCann e pelo Grupo Interamericano. Nos últimos anos, trabalhou de forma independente e foi sócia da empresa Mais Duas Eventos. Ao longo de sua carreira, Giuliana atuou com marcas como P&G, Sanofi, Nestlé e Honda.   “Mesmo no tempo em que atuei de forma independente, sempre me mantive muito conectada à Publicis e acompanhei de perto a grande virada que a agência deu nos últimos meses. Será uma alegria poder contribuir para impulsionar ainda mais este momento de expansão e fortalecimento”, afirma Giuliana. 

Octopus assina produção de jingle do TSE que incentiva regularização do título de eleitor

A Octopus, agência de publicidade e propaganda, é responsável pelo novo jingle da campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgado oficialmente nesta semana. A peça integra a estratégia de comunicação da Justiça Eleitoral para incentivar os brasileiros a regularizarem a situação do título de eleitor dentro do prazo estabelecido. Com linguagem acessível e ritmo marcante, o jingle foi desenvolvido para ampliar o alcance da mensagem e lembrar os eleitores de que o prazo para regularização do título termina em 6 de maio. A campanha busca mobilizar principalmente quem precisa resolver pendências como transferência de domicílio eleitoral, atualização de dados ou regularização por ausência em eleições anteriores. “A proposta foi criar uma peça direta e fácil de memorizar, capaz de dialogar com diferentes públicos e circular com naturalidade. O jingle tem justamente essa força de permanecer na memória e ajudar a reforçar uma mensagem de interesse público”, afirma Michel Haibi, Diretor de Licitações e Novos Negócios Públicos da Octopus. A campanha será veiculada em diferentes plataformas e formatos, ampliando o alcance e reforçando o chamado para que os eleitores procurem os canais oficiais do TSE, tirem suas dúvidas e regularizem sua situação dentro do prazo.

OMO destaca manchas do cinema em comunicação durante final de semana de premiação de cinema.

Toda mancha tem história e memória, marcam momentos memoráveis das nossas vidas. Em diferentes épocas e estilos, manchas aparecem repetidamente como elementos visuais que marcam momentos decisivos das narrativas. E no cinema, essas marcas visuais compõem a construção de personagens memoráveis, seja quando protagonistas se entregam verdadeiramente às suas histórias, ou quando vivem seus conflitos com intensidade. No cinema e na vida, as manchas aparecem como prova dessa jornada. Por isso, durante o final de semana em que o cinema mundial está no topo das conversas e celebrará as melhores produções e personagens, OMO transforma um detalhe visual recorrente do cinema em um poderoso território cultural para a marca. Assinado pela Lola\TBWA Brasil, em parceria com o coletivo global da TBWA, a marca lança ação cultural em que destaca as manchas ícones de todos os filmes indicados ao prêmio de Melhor Filme neste ano. Sejam manchas de sangue, suor, terra ou desgaste físico, elas aparecem em momentos decisivos das narrativas e ajudam a revelar a intensidade das jornadas dos personagens, reforçando o conceito global da marca, de que “se sujar faz bem.” “Há mais de 20 anos, OMO fala que “se sujar faz bem”, e acreditamos realmente nisso, nas manchas como marcas de uma vida bem vivida e histórias memoráveis. A ação se conecta com o cinema pelos mesmos motivos, por como histórias contadas nas telonas sempre contam com manchas para enfatizar narrativas e são postos-chaves de histórias premiadas. Se sujar também faz parte do cinema”, comenta Diretora de Marketing Unilever Home Care. A campanha conta com filme e será amplificada digitalmente com criadores de conteúdo, críticos e formadores de opinião do universo do entretenimento, cinema e celebridades, convidando o público a revisitar cenas marcantes do cinema sob essa nova perspectiva. Clique aqui e confira o filme. “Enquanto os vestidos, roupas, joias e marca de luxo são o destaque dos “tapetes vermelhos” das premiações mundo afora, nós trouxemos uma marca de sabão de lavar roupas para a conversa de forma abertamente disruptiva. A ideia rompe com o território tradicional desse tipo de evento ao inserir uma marca de sabão em uma conversa normalmente ocupada por símbolos de luxo e glamour. Uma ideia simples, culturalmente potente e profundamente disruptiva. Colocar uma marca de sabão para lavar roupas no centro da conversa mais glamourosa do entretenimento mundial”, completa Leo Macias, CCO da Lola\TBWA.

McDonald’s transforma Lollapalooza em palco para conectar fandoms com moda, música e cultura pop

O Méqui chega ao Lollapalooza Brasil 2026 pronto para fazer parte do centro da cultura pop. Durante a semana do festival, a marca ativa uma série de experiências que conectam moda, música e entretenimento com as comunidades que movem o evento. Desenvolvido pela GALERIA.ag, o combo de ações começa antes mesmo dos portões do festival abrirem e integra a campanha “Os Clássicos Ainda Mais Méqui”. Além de colocar no centro da conexão com o público como o preparo dos sanduíches clássicos evoluiu, as ativações têm como objetivo deixar a experiência do LollaBR “ainda mais Méqui”. “O Lollapalooza é um dos maiores encontros da cultura contemporânea e um espaço incrível de conexão do Méqui com o público. A evolução dos nossos clássicos inspirou nossa presença no festival e faz o Lolla ainda mais Méqui! Nossas experiências neste ano misturam música, moda e entretenimento e, claro, criam o momento perfeito para matar a fome de Méqui entre os shows”, afirma Ilca Sierra, Diretora de Marketing do McDonald’s no Brasil. Nos dias que antecedem o evento a marca apresenta uma collab fashion com a Working Title, marca conhecida por traduzir cultura em streetwear. A parceria traz uma coleção exclusiva de peças e acessórios inspirados no universo do Méqui. Os itens serão enviados para influenciadores, que poderão usá-las para acompanhar o festival.   Antes do primeiro dia de festival, a marca também leva a já consolidada ação de entrega de sanduíches na grade — um dos maiores hits do Méqui durante o Lollapalooza —, mas desta vez ela ultrapassa os limites do evento: quem estiver na frente dos hotéis onde algumas das estrelas do festival estão hospedadas, poderá ser surpreendido com sanduíches para recarregar as energias. Méquiland no LollaBR Com conceito criativo e cenografia desenvolvidos pela TV1, a Méquiland ficará localizada no coração do festival em uma área de quase 3.000m², e é parada obrigatória: o ponto de encontro ideal para recarregar as energias entre um show e outro e matar aquela fome de Méqui com os clássicos Big Mac, Quarterão com Queijo e muita McFritas. Além do restaurante integrado para atender o público, os espaços da Méquiland são inspirados na campanha “Os Clássicos ainda mais Méqui” e trazem referências às evoluções dos queridinhos do cardápio. Seja em uma rede que remete a um queijo derretido ou em um pit stop para se proteger do sol, tudo por ali reforça que o LollaBR está ainda mais Méqui. E para quem não quiser perder tempo entre um show e outro, o festival também contará com dois quiosques de McFritas espalhados por dois dos quatro palcos do Lollapalooza. Os fãs do festival também vão encontrar ativações espalhadas por toda a Méquiland, com cenários instagramáveis e experiências interativas. O espaço de ativação principal será dedicado aos clientes do programa de fidelidade Meu Méqui, onde poderão criar adesivos personalizados inspirados nos lambe-lambes que tomam conta do festival. Quem passar por lá também poderá retirar um cordão de celular com pingente surpresa, inspirado em símbolos icônicos da marca.  E as vantagens para os clientes do programa de fidelidade Meu Méqui não param por aí. Quem ainda não for membro também poderá se cadastrar na hora, diretamente na Méquiland, para participar das ativações e aproveitar bonificações exclusivas ao longo do dia. Um relógio digital instalado no espaço vai indicar a “Hora Suculenta”. Nesse momento, quem escanear o QR Code da ativação e realizar o cadastro no Meu Méqui garante 6.000 pontos extras, que serão creditados até 26 de março no app do Méqui. Pensadas para gerar encontros e experiências originais e reais associadas com conteúdos que se espalham pelas redes, as ações conectam o público ao universo cultural da marca, como o já esperado Méqui na Grade, o grande momento onde os fandoms podem curtir um sanduíche quentinho sem sair de perto do palco! “A campanha parte da evolução dos clássicos do Méqui e traduz esse conceito em cultura. Pensamos em uma narrativa que começa na moda, com a collab com a Working Title, ganha vida no festival com artistas que representam diferentes movimentos da cultura pop brasileira e chega até mesmo ao cardápio do espaço do Méqui no festival, com a inclusão do clássico Quarterão entre as opções para o público. É uma construção que conecta marca, experiência e entretenimento em uma mesma história”, diz Rodrigo Marangoni, diretor executivo de criação da GALERIA.ag. Com essa série de ações, o McDonald’s amplia sua presença no território da cultura e do entretenimento, transformando o Lollapalooza Brasil em uma plataforma para destacar que seus clássicos evoluíram no ritmo da música, da moda e das conexões com o público que acontecem dentro e fora do festival. 

Elive conquista Cenoteka

A Elive anuncia a conquista da conta da Cenoteka, empresa especializada em cenografia com DNA de agência. No mercado desde 2008, a agência liderada por Lika Vitiello passa a responder pela assessoria de imprensa e estratégia de thought leadership do novo cliente. A parceria tem como objetivo ampliar a presença institucional da Cenoteka na mídia e fortalecer a participação de seus executivos em discussões relevantes do setor. “A proposta da Elive é construir uma estratégia de visibilidade sustentada pela autoridade, com histórias consistentes disseminadas em canais-chave que ampliem a influência da Cenoteka junto aos seus públicos. Nosso desafio é transformar conhecimento e experiência executiva em narrativas relevantes para a imprensa e para o mercado.”, conta Lika. A Elive é uma agência especializada em Comunicação Corporativa, com foco na construção de reputação, autoridade e posicionamento estratégico para empresas e executivos. Desenvolve projetos de assessoria de imprensa, planejamento estratégico de comunicação, media training, conteúdo institucional e estratégias de Thought Leadership.  No portfólio da agência estão marcas como Accuracy, Agência Influência, Brandtruck, Energia.Ag, Fuse, Flywheel, Fuplastic, Global Shopper, Netza&CO, Omnicom Media Group, Outpromo, TSB, Y’ALL, entre outras.

Reforma Tributária inaugura novo momento para empresas no Brasil

Por Mauricio Frizzarin A implementação dos pontos da Reforma Tributária abre um novo capítulo para as empresas que operam no Brasil. Não se trata apenas de uma mudança técnica no sistema de arrecadação, mas de uma transformação estrutural, que impacta modelos de negócio, margens, precificação, cadeia de fornecedores e estratégias de crescimento. Depois de décadas convivendo com um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, o Brasil caminha para um modelo que promete simplificação, mais transparência e redução de distorções. A unificação de tributos sobre o consumo e a busca por não cumulatividade ampla apontam para um ambiente mais racional. No entanto, a transição será longa, gradual e repleta de ajustes. Hoje, mais de 90% das empresas brasileiras são micro e pequenas, responsáveis por parcela significativa da geração de empregos. Para elas, qualquer alteração tributária representa impacto direto no fluxo de caixa e na competitividade. Grandes empresas também precisarão revisar contratos, cadeias logísticas e estruturas societárias, ou seja, ninguém ficará indiferente. Vejo, nesse cenário, três grandes tendências que já se desenham. A primeira é a intensificação do planejamento tributário estratégico. Com novas regras, surgem novos enquadramentos, oportunidades e riscos. Empresas precisarão simular cenários, reavaliar regimes e entender como a tributação no destino afetará sua operação. A segunda é a digitalização acelerada da gestão fiscal. A complexidade da fase de transição exigirá controles mais robustos, cruzamento de dados em tempo real e capacidade de adaptação rápida a regulamentações complementares. Processos manuais não serão suficientes. A terceira é a ampliação do papel consultivo da contabilidade. O contador deixa de ser apenas responsável pelo cumprimento de obrigações acessórias e assume protagonismo como orientador estratégico. Ele será o elo entre a legislação e a tomada de decisão empresarial. No entanto, é preciso atenção. A fase de convivência entre o modelo atual e o novo sistema pode gerar insegurança jurídica, aumento temporário de custos operacionais e dúvidas interpretativas. As empresas que não se prepararem podem enfrentar riscos de autuações, perda de competitividade ou decisões equivocadas de investimento. Por isso, a Reforma Tributária exige preparo, estratégia e responsabilidade. Mais do que entender novas regras, é hora de orientar, simplificar o que é complexo e apoiar negócios em uma transição que será longa e decisiva. Nesse contexto, vejo que a tecnologia deixa de ser suporte e passa a ser infraestrutura essencial. Softwares de gestão com inteligência artificial permitem automatizar cálculos, acompanhar mudanças regulatórias, gerar simulações tributárias e oferecer análises preditivas. Com dados organizados e inteligência aplicada, decisões deixam de ser reativas e passam a ser estratégicas. Nós seguimos ao lado dos contadores e empreendedores, investindo em informação, tecnologia e ferramentas que tragam segurança nesse processo. Nosso compromisso é transformar complexidade em clareza, dados em estratégia e obrigação em oportunidade. O Brasil está mudando. E quem constrói o futuro precisa estar pronto para liderar essa transformação. A Reforma Tributária não é apenas um desafio regulatório — é uma oportunidade histórica de modernização. Cabe a nós escolher se seremos espectadores ou protagonistas desse novo momento. *Mauricio Frizzarin é fundador e CEO da QYON Tecnologia, empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares para gestão empresarial com inteligência artificial. Frizzarin cursou Tecnologia de Software e Marketing, OPM (Owner/President Management) na Harvard Business School, Executive Education em Inteligência Artificial na University of California, Berkeley e em Fintech em Harvard – www.qyon.com 

Quando o locker deixa de ser ponto de entrega e vira patrimônio estratégico da marca

Por Gustavo Artuzo, CEO da Clique Retire* Durante décadas, o varejo tratou a infraestrutura logística como um custo invisível – armazéns fora do radar, last mile terceirizado, pontos de retirada improvisados. Funcionava, mas não construía marca. Esse modelo começa a perder relevância. No varejo contemporâneo, a infraestrutura deixa de ser bastidor e assume papel central, tornando-se presença. E, no espaço urbano, presença é reputação. Os smartlockers expressam com clareza essa virada e deixam de ser apenas uma solução operacional para atuar como ativos estruturais de marca, com impacto direto na eficiência, na percepção de confiabilidade e na experiência do consumidor. Um locker bem posicionado é capaz de gerar um tipo de presença que campanhas digitais não alcançam. Ele ocupa o espaço físico de forma contínua, previsível e cotidiana. Enquanto lojas físicas demandam CAPEX elevado, equipes dedicadas, contratos de longo prazo e exposição ao risco imobiliário, os lockers operam como unidades compactas de serviço, sempre ativas, com estrutura enxuta, custo controlado e baixa fricção operacional. Nesse modelo, cada unidade deixa de ser apenas um ponto de retirada e passa a funcionar como uma microextensão da marca, visível, funcional e integrada à dinâmica urbana. No Brasil, o avanço dos lockers se dá por capilaridade territorial, com presença tanto em grandes centros quanto em regiões periféricas. Não se trata de escala por volume, mas de ocupação estratégica do território. Essa malha proprietária é rara em um setor historicamente dependente de terceiros justamente na etapa mais sensível da jornada. O contato final com o cliente. Ao assumir esse ponto de contato, a marca deixa de apenas prometer eficiência e passa a materializá-la no mundo físico. Para o consumidor, a lógica é simples: marcas confiáveis são marcas disponíveis. Ao eliminar espera, desencontro e incerteza, os pontos automatizados de retirada transformam a experiência de entrega em acesso concreto e previsível, sem promessas vagas. O consumidor passa a decidir quando retirar, onde retirar e como interagir, o que devolve controle à ponta final da jornada e altera de forma estrutural a relação de poder entre marca e cliente. Não por acaso, estudos da McKinsey indicam que cerca de 75% dos consumidores consideram a conveniência um fator decisivo nas decisões de compra, entendida não apenas como rapidez, mas como a sensação de controle sobre a própria jornada de consumo. O valor dos smartlockers não está apenas no que entregam, mas no que passam a representar dentro da estratégia do varejo. Hoje, já operam como pontos de troca e devolução, retirada de brindes, ativações promocionais, distribuição de documentos e vouchers e até como suporte técnico autônomo. A cada nova função incorporada, ampliam seu papel como infraestrutura de relacionamento. Em regiões sem lojas físicas, tornam-se, muitas vezes, o único ponto tangível da marca no território, uma presença silenciosa, constante e funcional. Esse é o ponto em que branding deixa de ser discurso e passa a ser operação. Enquanto parte do varejo ainda discute experiência do cliente em apresentações e planos estratégicos, os smartlockers atuam no mundo real. Reduzem custos logísticos, aumentam a taxa de sucesso das entregas, melhoram indicadores como NPS e criam uma dependência positiva por parte do consumidor. Quando essa infraestrutura é proprietária, a marca deixa de disputar atenção e passa a se integrar ao hábito. Portanto, smartlockers não são mídia, não são acessórios e tampouco uma tendência passageira. São patrimônio operacional e reputacional. O futuro do varejo será menos sobre quantas lojas abrir e mais sobre como ocupar o território com eficiência, consistência e propósito. Nesse cenário, essa infraestrutura automatizada de retirada responde com pragmatismo, oferecendo conveniência sem atrito, presença sem excesso e experiência sem promessas vazias. No fim, não se trata de tecnologia, mas de estratégia física em um mundo digital. As marcas que entenderem que infraestrutura também constrói reputação sairão na frente pelo espaço que conseguem ocupar. *Gustavo Artuzo é CEO e fundador da Clique Retire, empresa de logística para o e-commerce. Antes disso, foi diretor de desenvolvimento de negócios no fundo de private equity Patria Investimentos, além de CFO na Delly’s, empresa líder em distribuição para food service. Tem também experiências relevantes no setor de real estate, atuando na Cyrela, Direcional Engenharia e Cury Construtora. Gustavo é engenheiro formado pelo ITA, com MBA pela Wharton School.

Atendimento ao cliente vira fator decisivo no mercado de autopeças B2B

Por Rafael Calixto, especialista em digitalização de vendas B2B e CEO da Zydon* Durante décadas, o setor de autopeças B2B construiu sua competitividade sobre três pilares bastante conhecidos: preço, disponibilidade de estoque e relacionamento comercial. O atendimento ao cliente, na prática, era quase uma extensão natural da venda, sustentado pelo vínculo entre o vendedor e a oficina, o frotista ou o revendedor. Funcionava porque o mercado era menos dinâmico, a concorrência mais regional e o acesso à informação mais limitado. Esse cenário mudou, e rápido. Hoje, quem compra autopeças opera sob forte pressão de prazo, margem e produtividade. Uma oficina não pode manter um veículo parado aguardando resposta, já que um erro de aplicação não significa apenas uma troca de produto, mas retrabalho, insatisfação do cliente final e impacto direto no caixa. Nesse cenário, atendimento passou a ser eficiência operacional. Quando uma resposta demora, quando a informação técnica é imprecisa ou quando o pedido exige múltiplas interações para ser concluído, o problema não é apenas “experiência ruim”, é interrupção de serviço. É perda de tempo produtivo. E tempo, nesse mercado, é receita. Não por acaso, a PwC aponta que 80% dos compradores B2B afirmam que a experiência de compra é tão importante quanto o produto ou serviço oferecido. Isso sinaliza uma mudança: atendimento não é mais suporte, é um critério de decisão. Um dos equívocos mais recorrentes no setor é tratar atendimento como atributo individual, algo que depende da boa vontade, da memória ou da experiência de um vendedor específico. No B2B contemporâneo, atendimento é processo. Envolve velocidade padronizada, clareza de informação, consistência técnica e previsibilidade de entrega. Quando o fluxo depende exclusivamente de pessoas, surgem desafios. O vendedor se torna o intermediário obrigatório para tarefas operacionais básicas: consultar catálogo, verificar aplicação, confirmar preço, checar disponibilidade. Esse modelo consome tempo, amplia a chance de erro técnico e limita a capacidade de escala. Além disso, fragiliza a operação, em que basta uma ausência ou sobrecarga para que o atendimento desacelere. Diferentemente do varejo, onde a reclamação costuma ser pública, a perda aqui é silenciosa. O cliente simplesmente migra para quem responde mais rápido, facilita o pedido e reduz seu esforço. A ruptura aparece no volume de vendas, mas dificilmente vem acompanhada de feedback explícito. Enquanto isso, o comportamento do comprador evolui. Segundo a Meticulous Market Research, o mercado global de e-commerce automotivo deve alcançar US$ 267,8 bilhões até 2032, com crescimento anual composto de 16,5% entre 2025 e 2032. O dado mostra uma mudança de expectativa, em que o comprador está cada vez mais habituado a autonomia, rapidez e precisão. Nesse cenário, manter processos manuais e excessivamente dependentes de atendimento individual cria um descompasso competitivo. Transformar o atendimento em ativo estratégico exige três movimentos claros. O primeiro é capacitação técnica consistente, reduzindo erros de aplicação e retrabalho, o segundo é organização estruturada da informação, catálogos confiáveis, regras comerciais claras, dados integrados e o  terceiro é definição de fluxos operacionais objetivos, que diminuam improvisos e tornem a experiência previsível.  Automatizar consultas, aplicar regras comerciais automaticamente e permitir que o cliente acompanhe pedidos em tempo real reposiciona o papel do vendedor. Ele deixa de atuar como “balcão operacional” e passa a focar onde realmente gera valor: negociação, orientação técnica especializada e desenvolvimento de relacionamento estratégico. Empresas que compreendem essa mudança colhem ganhos concretos: menos erros, mais velocidade, maior conversão e fidelização construída sobre eficiência, não apenas sobre proximidade pessoal. Portanto, em um mercado de margens pressionadas e concorrência intensa, facilidade e previsibilidade passam a ser diferenciais reais. No setor de autopeças B2B, ignorar essa transformação não significa apenas perder eficiência interna, significa abrir espaço para concorrentes que entenderam que, hoje, vender bem começa por atender melhor, de forma estruturada, ágil e escalável. *Rafael Calixto é especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon.

Por que a fidelização se tornou o ativo mais valioso das marcas

Por Nara Iachan, CMO e cofundadora da Loyalme* Em um mercado cada vez mais competitivo, no qual o custo de aquisição de clientes (CAC) cresce de forma consistente, as empresas são pressionadas a repensar prioridades. Mais do que conquistar novos consumidores, tornou-se essencial extrair mais valor de quem já faz parte da base. É nesse contexto que o Lifetime Value (LTV) – o valor gerado pelo cliente ao longo do tempo – assume papel central na estratégia dos negócios. E é justamente aqui que os programas de fidelidade deixam de ser acessórios e passam a ser protagonistas. Durante muitos anos, a fidelização foi tratada como uma iniciativa simpática, quase decorativa, normalmente associada a pontos, descontos ou brindes. Hoje, essa lógica não se sustenta mais. Em um cenário de margens pressionadas e consumidores mais exigentes, fidelizar tornou-se uma das formas mais eficientes de ampliar o LTV, melhorar resultados financeiros e até criar novas fontes de receita. A fidelização deixou de ser tática e passou a ser estrutural. Na prática, programas bem desenhados fortalecem o relacionamento entre marca e consumidor e impactam diretamente o comportamento de compra. Clientes fidelizados tendem a comprar com mais frequência, a gastar mais por transação e a permanecer por mais tempo na base. O vínculo construído, que combina benefícios objetivos com reconhecimento e experiência, reduz o churn e torna o crescimento mais previsível. Além disso, consumidores engajados custam menos para ativar em campanhas de marketing. Eles respondem melhor às comunicações, participam das ações da marca e, muitas vezes, tornam-se promotores espontâneos. Esse movimento melhora o retorno sobre o investimento em marketing e contribui para a redução do custo de aquisição no médio e longo prazo. O novo LTV vai além da receita Outro ponto central é o papel dos dados. Programas de fidelidade funcionam como importantes plataformas de coleta de informações comportamentais, permitindo compreender hábitos, preferências e padrões de consumo. Com esses insights, as marcas conseguem personalizar experiências, ofertas e comunicações, elevando as taxas de conversão e fortalecendo a relação com o cliente. Nesse novo cenário, o próprio conceito de LTV evolui. Ele deixa de se restringir à dimensão financeira e passa a incorporar valores intangíveis, como o impacto social gerado por clientes que recomendam a marca e o valor comportamental extraído das interações ao longo da jornada. Cada cliente fiel representa não apenas receita recorrente, mas também influência, dados e inteligência para o negócio. Encarar a fidelização apenas como um custo operacional é, portanto, olhar para o passado. Um programa estruturado transforma o relacionamento com o consumidor em um ativo estratégico, capaz de sustentar crescimento, fortalecer a marca e criar vantagens competitivas duradouras. No fim, a nova era da fidelização não é sobre acumular pontos, mas sobre construir relações que geram valor contínuo para ambos os lados. *Nara Iachan (Forbes Under 30) é cofundadora e CMO da Loyalme, startup de soluções de fidelização. Nara é formada em Economia pela UFRJ, possui MBA em Gestão e Desenvolvimento Empresarial, também pela UFRJ, mestrado em Inovação pela FEI e tem mais de 10 anos de conhecimento sobre o setor de fidelização de clientes. Apaixonada por empreendedorismo, marketing e inovação, a CMO valoriza a sensação de fazer a diferença na vida das pessoas e no mercado.

Mulheres ampliam presença no agro, mas ainda são minoria nas decisões estratégicas

Por Gabriela Veloso*  A presença feminina no agronegócio brasileiro deixou de ser periférica há algum tempo, mas a distribuição de poder dentro do setor ainda não acompanhou esse movimento na mesma velocidade.   Dados levantados pela PwC mostram que mais mulheres estão no campo, na gestão de propriedades, na assistência técnica, no marketing, na pesquisa e na condução de negócios rurais, porém a tomada de decisão segue majoritariamente concentrada nas mãos dos homens. Há uma evidente assimetria que não pode ser tratada apenas como pauta de representatividade.   Quando a pesquisa aponta que mulheres agregam capacidade analítica, visão crítica, adaptação e resolução de problemas, o dado não deveria ser lido como elogio institucional, mas como indicativo objetivo de competências que hoje fazem diferença em ambientes produtivos mais expostos a risco e transformação.   O avanço feminino no agronegócio foi sendo construído por mulheres que precisaram conquistar legitimidade técnica, espaço comercial e presença em ambientes historicamente masculinos, muitas vezes tendo de provar mais para ocupar o mesmo lugar. O fato de esse percurso hoje parecer mais improvável do que há duas décadas revela mudança, mas não autoriza a conclusão apressada de que a barreira foi superada.   Esse ponto fica ainda mais evidente quando a expansão da presença feminina é comparada ao acesso efetivo à liderança. Em Mato Grosso do Sul, por exemplo, as mulheres já representam 27,59% das propriedades atendidas pela assistência técnica e gerencial do Senar/MS, além de ampliarem participação em cadeias como olericultura, leite, corte e agroindústria.   Ao mesmo tempo, o estudo da PwC indica que, nas organizações do setor, 59% das decisões ainda permanecem sob responsabilidade dos homens, enquanto apenas 17% são protagonizadas por mulheres. O contraste é eloquente porque mostra que entrada e permanência não significam, automaticamente, influência sobre a estratégia.  Isso importa porque, no agro, decidir não é apenas ocupar um cargo. É participar da definição sobre investimento, diversificação de cultura, contratação de equipe, adoção de tecnologia, alocação de capital, gestão financeira da propriedade, relacionamento com fornecedores, planejamento sucessório e reação a ciclos de mercado.   Essa assimetria de gêneros, faz com que o próprio setor perca a chance de incorporar repertórios diferentes justamente onde eles poderiam alterar a forma de gerir risco e enxergar oportunidades.  O avanço feminino no agro, portanto, merece ser lido com mais sofisticação. O que precisa demonstrar sua capacidade de atualizar seus próprios centros de decisão para lidar melhor com um ambiente de negócios cada vez mais complexo.  * Gabriela Veloso, é advogada e sócia do time de Contencioso Cível Estratégico de Martorelli Advogados 

Risqué é o esmalte oficial do Lollapalooza Brasil 2026 e se prepara para estrear no festival com estande imersivo

Risqué, marca líder nacional em esmaltes que pertence ao Grupo Coty, é o esmalte oficial do Lollapalooza Brasil 2026. A parceria, que teve início com o lançamento da primeira coleção de beleza licenciada do festival em dezembro de 2025, ganha um novo capítulo com a presença da marca na 13ª edição do evento, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de março de 2026, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com um estande exclusivo. O espaço de 25m², próximo ao Palco Perry’s by Fiat, contará com cenografia em cores vibrantes, inspirada na coleção em parceria com o festival. Os esmaltes estarão integrados ao cenário, funcionando como pontos estratégicos para fotos, além de outros espaços dedicados à criação de conteúdo e interação com o público. Entre as ativações, o público poderá participar do Color Match Risqué, um jogo interativo no qual os consumidores deverão, virtualmente, combinar as tampas dos esmaltes aos seus respectivos frascos. A dinâmica garante prêmios exclusivos de acordo com o nível alcançado no jogo, como chaveiros com esmalte, além de outros brindes que serão revelados durante os dias de festival. Para completar a experiência, tatuagens temporárias inspiradas em cada esmalte da coleção serão aplicadas pelos promotores. O estande não contará com serviço de esmaltação, porém, consumidores que estiverem com as unhas esmaltadas com as cores da coleção receberão um brinde extra. “Participar do festival pela primeira vez representa um marco estratégico para a Coty. Além de marca apoiadora oficial do Lollapalooza Brasil 2026, também temos a primeira coleção de beleza licenciada do festival, o que demonstra a força e a relevância de Risqué no mercado. Desenvolvemos uma coleção com cores exclusivas, pensadas especialmente para este momento, com o objetivo de fortalecer a conexão entre a marca e um público que valoriza autenticidade, expressão e tendências. Além disso, nosso estande oferece experiências imersivas, com ativações interativas e distribuição de brindes exclusivos para quem passar por lá. Queremos cada vez mais oferecer produtos e ativações que fortaleçam o relacionamento com nossos consumidores por meio de conexões significativas”, afirma Regiane Bueno, Vice-Presidente de Marketing Coty Brasil.

Tic Tac® lança novo produto e oferece experiência imersiva no Lollapalooza Brasil 2026 

Tic Tac®, marca de pastilhas da Ferrero, confirma sua presença como apoiadora oficial do Lollapalooza Brasil pelo segundo ano consecutivo. Entre os dias 20 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, a marca dá continuidade à plataforma “Encontre sua Vibe”, que entra em seu terceiro ano de execução e anuncia a chegada ao Brasil de uma inovação global da marca: o Tic Tac Two.  Com uma pastilha duas vezes maior e trazendo duas sensações diferentes em cada unidade, o novo produto de Tic Tac amplia as possibilidades da marca com sua primeira versão sem açúcar no país. O lançamento já está à venda em todo território nacional, com preço sugerido de R$12,99, e chega em duas combinações diferentes: Framboesa & Limão e Menta Fresh & Suave. A nova linha expande o portfólio da marca ao se unir aos seis sabores clássicos (Menta, Laranja, Mix de Frutas, Citrus Mix, Morango & Creme e Menta Intensa), reforçando a versatilidade da pastilha. “Tic Tac Two é a nossa grande aposta para 2026, oferecendo ao consumidor uma nova experiência com a dualidade de sabores e, agora, em uma opção sem açúcar. Escolhemos o Lollapalooza Brasil para esse lançamento por ser um ambiente que respira e inspira novas possibilidades”, destaca Fabio Pessoa, Diretor de Marketing da Tic Tac® para a América do Sul. Experiência no Lollapalooza Brasil 2026  Na 13ª edição do festival de música, Tic Tac® foca na expansão de seu portfólio e na entrega de experiências imersivas. Reforçando a conexão entre a criatividade e o público jovem, Manu Gavassi segue como embaixadora da marca em parceria com a agência CoCreators, assinando conteúdos exclusivos que traduzem a atmosfera do evento.  Com um estande de 50m², idealizado pela agência Banco e estrategicamente localizado no Autódromo, a marca prepara uma jornada de interatividade para os fãs de música. O impacto visual começa já na área externa com a caixinha gigante que ganha um novo design para esta edição, servindo como um dos principais pontos para os fãs registrarem sua passagem pelo festival. O espaço foi projetado para materializar o conceito da campanha de forma imersiva, permitindo que os visitantes explorem diferentes vibes enquanto curtem a programação. No interior do estande, o público poderá mergulhar no universo da marca com ativações que unem tecnologia e gamificação. O destaque fica para a ‘Dance Battle by Tic Tac Two’, experiência inspirada em máquinas de dança onde duplas se divertem lado a lado, tangibilizando o conceito de dualidade do novo produto. Para quem busca personalização, a zona ‘Remix’ retorna ao evento permitindo que os visitantes criem sua própria combinação de sabores em caixinhas exclusivas, escolhendo entre seis opções disponíveis no estande.  A interatividade se completa com a ‘Vibe Machine’, uma máquina de garra que desafia a habilidade e a sorte dos participantes. Ao capturar uma esfera premiada, o público pode ganhar brindes exclusivos e personalizados como shoulder bags, bucket hats e pins colecionáveis – acessórios indispensáveis no visual do festival. Caso não pesque a esfera, a marca garante a refrescância com a distribuição de Tic Tac® para todos que participarem da dinâmica. A campanha, assinada pela agência Talent, convida o público a “ativar o modo Tic Tac”, conceito que promove a leveza e a positividade como companhias ideais para os momentos de curtição. Com foco total no ecossistema digital, a comunicação explora uma estética vibrante e rítmica em plataformas como Meta, YouTube e Spotify. Assista aqui.  A estratégia contempla ainda uma presença robusta em streaming via Globoplay, acompanhando a transmissão oficial do festival para todo o Brasil. Para amplificar o alcance e a conversa nas redes, um time de influenciadores fará a cobertura em tempo real, levando a energia de Tic Tac® para além das grades do Autódromo. 

O verdadeiro desafio do mercado de telecom não é tecnologia, é coragem para crescer

Por Carlos Rangel, VP do Sales Club Telecom O setor de telecomunicações viveu, durante décadas, sustentado por uma verdade confortável: as ondas tecnológicas sempre chegavam a tempo de salvar todo mundo, Fibra, mobilidade, IoT, cada nova tecnologia criava tanta demanda que o crescimento acontecia quase por gravidade. Bastava existir para crescer. Mas essa era acabou. O mundo acelerou. A tecnologia deixou de evoluir em ciclos e passou a evoluir em dias. E, pela primeira vez, o setor está diante de um cenário em que capacidade técnica não garante mais futuro. Paradoxalmente, nunca tivemos tanta infraestrutura, e ao mesmo tempo nunca foi tão difícil transformar tudo isso em crescimento real. Essa é a parte que ninguém gosta de admitir:  telecom nunca teve um problema de tecnologia, teve um problema de atitude. Durante anos, o setor se acostumou a seguir a onda, não a criar estratégia. O raciocínio sempre foi: a próxima tecnologia vai puxar o mercado. E puxava. Até que não puxou mais. Hoje, mesmo com um mercado que movimenta quase R$ 300 bilhões por ano, vemos empresas tecnicamente brilhantes… mas comercialmente vulneráveis. Crescimento virou loteria. Previsibilidade virou luxo. E boa parte disso vem do fato de que telecom, historicamente, tratou vendas como um complemento quando, na verdade, vendas são o motor do próximo ciclo do mercado. Quando o mercado amadurece, a conta chega rápido: processos comerciais frágeis, marketing improvisado, poucas métricas, pouca gestão da base e dependência quase total do boca a boca. Resultado? Empresas sendo empurradas para disputar preço. E quando você disputa preço, você abdica de valor.  E quando abdica de valor, vira commodity.  E quando vira commodity, bem, todo mundo sabe como a história termina. O ponto central é simples e incômodo:  infraestrutura pode ser construída; estratégia, não. O que diferencia quem cresce de quem estagna não é a rede, nem o equipamento, nem a cobertura, tudo isso pode ser replicado. O que não pode ser copiado é a capacidade de transformar tecnologia em valor, e valor em crescimento previsível. E isso só acontece quando empresas tratam crescimento como disciplina, não como consequência. Com método, indicadores claros, estratégia comercial, diferenciação real e uma postura ativa diante do mercado. Quando uma empresa faz esse movimento, ela não cresce sozinha — ela eleva todo o ecossistema ao redor. Fornecedores ganham previsibilidade. Parcerias se tornam inteligentes. Cadeias inteiras deixam de depender de guerras de preço. Setores inteiros mudam de patamar. Telecom já provou que sabe construir redes. Agora precisa provar que sabe construir mercado. No novo cenário, não lidera quem entende mais de tecnologia.  Lidera quem entende melhor como competir.  Lidera quem consegue vender valor.  Lidera quem tem coragem de abandonar o jogo antigo.  Lidera quem cria o movimento, não quem espera a próxima onda. O setor está, mais uma vez, diante de uma escolha.  Estagnação ou movimento. Só que, desta vez, talvez não exista tão logo uma nova onda tecnológica chegando para empurrar ninguém.  Desta vez, a evolução depende de atitude.

Fiat leva ativações imersivas para o Lollapalooza Brasil 2026 

Patrocinadora master do Lollapalooza Brasil pelo segundo ano consecutivo, a Fiat preparou uma série de ativações exclusivas e imersivas para o público do festival. Em um espaço de 175 m², a marca transformará os fãs em protagonistas, oferecendo experiências únicas que conectam música e inovação com essência jovem e despojada da marca.  Uma das principais ativações do estande é o espaço “Stage Diving – Quem é fã se joga”. A experiência começa com o participante escolhendo seu artista favorito do line-up do dia. Em seguida, ele sobe na plataforma e se joga em uma piscina de espumas que, digitalmente, se transformam em mãos de fãs segurando o participante. O momento será registrado por uma sequência de fotos, gerando um GIF animado que será disponibilizado ao visitante como lembrança personalizada dessa vivência.  Outra ativação que promete agitar o público é o “Fãsômetro”. Inspirado na energia do festival, nesta dinâmica o participante entra em uma cabine e transforma seu grito em uma demonstração de amor pelo seu artista favorito. A cada explosão sonora, o led do microfone sobe, indicando o nível de intensidade atingido.   Durante o festival, a Fiat também realizará o Led Floor Game. O jogo, realizado no chão de LED interativo, convida os visitantes a explorar o território onde o Fiat Pulse Edição Especial Lollapalooza Brasil 2026 estará exposto. O objetivo é simples, mas exigirá atenção e agilidade dos participantes: eles deverão pisar apenas nos quadrados azuis ou verdes, sem pisar na barra laranja que se movimenta pelo chão.  Para celebrar o meio século da marca no país, a Fiat desenvolveu uma ativação nostálgica para os apaixonados por carros. Na “Galeria Fiat 50 anos”, os participantes poderão escolher em um totem uma das décadas da Fiat e um modelo icônico dessa época. Os visitantes se posicionam e a câmera tira a foto. Em segundos, a imagem é projetada na galeria com todas as outras dos carros que fizeram parte da história da marca no Brasil. Cada participante receberá a sua foto digital, via QR Code, tornando-se parte dessa comemoração especial de 50 anos da Fiat do Brasil.  O estande contará, ainda, com um espaço vip, um bar e um estúdio, onde influenciadores e jornalistas poderão criar conteúdos especiais conectados ao clima do festival.   Fora da área principal, a Fiat estende sua presença com um Cardisplay que segue o mesmo conceito visual do estande e uma área de descanso, chamada Fiat Relax, espaço para o público visitar entre os shows. O local contará com puffs para descansar e pontos para carregar o celular.  O público também poderá conhecer de perto dois modelos da marca por meio da “Carona Fiat”, ação que transforma o deslocamento dentro do evento em uma experiência. Dois Fastback Audace Hybrid e duas Toro Freedom T270 estarão disponíveis, com motoristas profissionais, para transportar os participantes até o palco Perry’s by Fiat.  Patrocinadora do Palco Perry’s by Fiat, durante os três dias de evento a marca distribuirá aos participantes das ativações brindes exclusivos.  

Neve no ritmo do Lollapalooza Brasil 2026: a marca anuncia presença no festival e transforma cuidado em branding experience

Após estrear sua atuação no universo dos grandes festivais de música em 2025, Neve dá mais um passo estratégico em sua jornada de conexão com o público jovem e anuncia o apoio ao Lollapalooza Brasil 2026. A participação reforça a plataforma de cuidado da marca e consolida sua presença nos principais festivais do calendário cultural brasileiro, transformando um momento cotidiano, como o cuidado pessoal, em uma experiência de conforto e praticidade para quem vive o evento do início ao fim. Marca líder no segmento de papel higiênico no Brasil e integrante do portfólio de bens de consumo da Suzano, Neve mescla experiência, cuidado e conforto, ocupando espaços estratégicos do evento para fortalecer o bem-estar real em meio ao agito da programação. A presença no Lollapalooza Brasil 2026 nasce de um olhar atento para o que realmente impacta a jornada do público. Mais do que exposição, a estratégia de Neve é criar conexão genuína. Com ativações que incluem desde a presença da marca no banheiro VIP, até ações surpresa no gramado, a marca focará em experiências sensoriais e culturais que dialogam com o ritmo da ocasião e com o estilo de vida da Gen Z, integrando o cuidado pessoal à narrativa do entretenimento. “Estar presente nos principais festivais do país faz parte da nossa estratégia de aproximação com os códigos culturais do nosso consumidor. Neve já é reconhecida como a marca que ‘leva’ e ‘eleva’ o cuidado dentro da casa das pessoas, ampliando a experiência com sua maciez inconfundível e seu cuidado em movimento. Atuamos no nosso território de legitimidade, o banheiro e o autocuidado, de forma memorável e no ritmo dos consumidores.”, afirma Patricia Macedo, CMO da Unidade de Bens de Consumo da Suzano. Com o anúncio, Neve avança na consolidação de uma plataforma cuidado e bem-estar, estabelecendo presença contínua em eventos que concentram música, comportamento e tendências. A iniciativa reforça a evolução da marca, que amplia seu papel para além do produto e se firma como parceira do bem-estar em todos os momentos, inclusive nos mais intensos e memoráveis. NEVE NO SEU RITMO O conceito da campanha desenvolvida para o Lollapalooza 2026 é “Neve no seu ritmo”, que ganha vida em um filme manifesto que traduz, em linguagem sensorial, o papel da marca como aliada do autocuidado, mesmo nos momentos mais vibrantes do festival. Desenvolvido pela DRUM, agência criativa da Omnicom Media, o conteúdo apresenta Neve On The Go, os lenços umedecidos de bolso da marca, para reforçar que, no meio de tanta intensidade, o cuidado surge como um pequeno ritual pessoal, em um momento de pausa e conexão consigo mesmo. O resultado é um filme que equilibra intimidade e cultura, posicionando Neve como um item essencial de conveniência e bem-estar para acompanhar o público em qualquer situação, do conforto de casa aos grandes festivais. Assista ao filme: https://www.instagram.com/reels/DVv8MehkfdS

Antes da estatueta: como o marketing e as comunidades digitais moldam a corrida para o Oscar

*Por Gian Martinez Na temporada do Oscar, costuma existir a ideia de que os filmes competem apenas pela qualidade artística: direção, roteiro, trilha sonora, elenco, etc. Mas, na prática, a corrida pela estatueta envolve também visibilidade contínua, construção de narrativa e presença cultural. Nesse processo, as redes sociais deixaram de ser apenas um espaço de repercussão e passaram a funcionar como parte ativa da disputa. Hoje, um filme indicado não circula apenas entre críticos e votantes da Academia, mas passa a existir dentro das conversas nas redes sociais, no cafézinho do trabalho, no almoço de família. Todos esses ambientes interpretam, ampliam e disputam o significado de uma obra. Além disso, perfis de redes sociais analisam cenas, recortam discursos, resgatam entrevistas antigas de indicados e constroem leituras coletivas que ajudam a manter determinados títulos em evidência ou não. Nesse contexto, o Oscar deixa de ser apenas uma premiação e passa a funcionar como um evento cultural continuamente narrado e regulado pelas comunidades digitais. Um exemplo disso é o do ator Timothée Chalamet, que aparentemente está perdendo o favoritismo de levar a estatueta de Melhor Ator para Michael B. Jordan, após dar declarações polêmicas sobre artes clássicas, como balé e ópera. Do ponto de vista das plataformas, a dinâmica se torna especialmente visível em ambientes como TikTok, X e Instagram. Nessas redes, filmes indicados se tornarem assuntos em circulação frequente: trechos são reinterpretados, discursos viram cortes virais e teorias sobre quem deveria vencer mobilizam as pessoas, que não medem esforços para compartilhar a própria opinião sobre um fato. E, embora o engajamento espontâneo seja importante, muitas conversas seguem o comportamento coletivo de páginas de fãs e criadores de conteúdo que impulsionam determinados nomes e defendem narrativas que consideram importantes para aquele momento histórico. Esse movimento ajuda a explicar por que alguns filmes permanecem no centro da conversa por meses, enquanto outros desaparecem rapidamente da agenda cultural. O contexto em que aquele filme surge, o tipo de história que ele representa e o que uma eventual vitória simbolizaria naquele momento também importa. Nesse processo, as comunidades digitais funcionam como amplificadoras culturais, ajudando a construir o ambiente simbólico em que aquela premiação será interpretada.O resultado é que a visibilidade de um filme passa a depender também da capacidade de sua história circular e ser apropriada por diferentes públicos. Por isso, observar o comportamento dessas comunidades se tornou fundamental para entender como grandes eventos culturais evoluem na era das plataformas. O Oscar continua sendo decidido por votantes da indústria, mas a percepção pública sobre os indicados também é muito moldada por milhões de interações que acontecem diariamente nas redes. Gian Martinez é co-fundador e CEO da Winnin, plataforma de inteligência cultural que analisa tendências de consumo em redes sociais por meio de IA proprietária, a ZAI™.

SXSW | Quando todo mundo pode produzir conteúdo, o que diferencia uma marca?

POR Carolina Fernandes O SXSW 2026 está acontecendo neste momento em Austin e a programação do evento revela algumas discussões interessantes sobre o futuro da criatividade, do conteúdo e do próprio papel do marketing. Durante muito tempo, falar de criatividade no mercado significava falar de execução. A habilidade de produzir peças melhores, campanhas mais elaboradas, vídeos mais bem editados, layouts mais refinados. Criatividade era, em grande parte, a capacidade de transformar uma ideia em algo visualmente impactante. Esse modelo funcionou bem por décadas. Mas ele começa a mudar de forma significativa. A razão é simples. A tecnologia reduziu drasticamente as barreiras de produção. Ferramentas de inteligência artificial, plataformas de design acessíveis e soluções de automação tornaram possível criar conteúdos, imagens, textos e vídeos em escala e com velocidade. Produzir deixou de ser uma habilidade restrita a especialistas. Em muitos casos, tornou-se um processo assistido por tecnologia. Quando a produção se torna abundante, o valor se desloca. Se antes o diferencial estava na execução, agora ele começa a migrar para algo mais estratégico: a ideia, a direção e a curadoria. Não se trata de dizer que a criatividade perdeu relevância. Pelo contrário. Ela se tornou ainda mais importante. O que muda é o lugar onde ela se manifesta. Num cenário em que praticamente qualquer empresa pode produzir conteúdo com facilidade, o desafio deixa de ser apenas criar mais peças ou alimentar mais canais. O verdadeiro diferencial passa a ser a capacidade de pensar narrativas, definir ângulos originais, conectar temas e traduzir posicionamento em histórias relevantes. Em outras palavras, criatividade deixa de ser apenas produção e volta a ser pensamento. Esse movimento também altera a forma como o marketing organiza seus times e processos. Profissionais que dominam ferramentas continuam sendo importantes, mas passam a dividir espaço com perfis capazes de estruturar conceitos, dirigir narrativas e tomar decisões editoriais mais amplas. É a diferença entre quem executa uma campanha e quem entende qual história aquela marca precisa contar. Outro efeito dessa mudança é a valorização da curadoria. Em um ambiente saturado de conteúdos e estímulos, selecionar bem o que comunicar se torna tão importante quanto produzir. Saber o que não publicar passa a ser parte essencial da estratégia. Isso muda inclusive a forma como avaliamos criatividade dentro das empresas. Durante anos, métricas de volume e presença dominaram as discussões: quantos posts, quantos vídeos, quantas campanhas. Mas volume não necessariamente significa relevância. Criatividade estratégica está muito mais ligada à capacidade de gerar significado do que à quantidade de peças produzidas. Esse é um dos debates que aparece de forma recorrente nas discussões sobre conteúdo e marketing no SXSW deste ano. A tecnologia está democratizando a produção, mas isso não elimina o valor da criatividade. Apenas desloca o seu centro. Se produzir ficou mais fácil, pensar ficou mais valioso. No fim das contas, a chamada nova economia da criatividade não está baseada em quem consegue gerar mais conteúdo, mas em quem consegue construir ideias melhores. Porque na era da abundância digital, o que realmente diferencia uma marca não é apenas o que ela produz. É o que ela tem a dizer. Carolina Fernandes é CEO da Cubo Comunicação, host do podcast A Tecla SAP do Marketês, autora do livro de mesmo nome, palestrante, e especialista em marketing e comunicação com mais de 20 anos de atuação no mercado.

GOL apresenta experiências premium de suas novas rotas intercontinentais a convidados no Rio de Janeiro

Lisboa, Nova York, Orlando e Paris são os novos destinos internacionais a serem atendidos a partir do RIOgaleão, e foram celebrados com show de drones na praia de Copacabana. Com a incorporação de aeronaves widebody à sua frota, a GOL anunciou nesta quinta (12) sua nova malha de longo curso em 2026, que parte do RIOgaleão (GIG) – hub escolhido para sua expansão internacional – para destinos nos Estados Unidos e na Europa: Nova York (JFK), Orlando (MCO), Paris (CDG) e Lisboa (LIS). Como uma companhia aérea intercontinental, a GOL apresentou em detalhes a evolução da experiência para os Clientes, com a nova classe Business INSIGNIA by GOL e a recém-lançada categoria Magno, a mais elevada do programa de fidelidade Smiles. “Hoje, vocês também vão conhecer melhor as experiências que pensamos para fidelizar ainda mais os nossos Clientes, proporcionando mais conforto e exclusividade para quem escolhe voar com a GOL: nossa nova classe Business INSIGNIA by GOL e a nova categoria de Smiles, Magno. Não teria melhor momento para este anúncio. Há 25 anos, transformamos a aviação do Brasil e da América Latina. A partir de hoje, com a inteligência que sempre nos definiu e como parte do Grupo ABRA, a GOL decola para conquistar novas fronteiras”São Paulo, , disse Celso Ferrer, CEO da GOL, em sua fala durante o evento que aconteceu no Copacabana Palace, na noite de ontem (12), no Rio de Janeiro. Na oportunidade, os convidados – autoridades, parceiros, clientes, influenciadores, imprensa e executivos da companhia – puderam conferir de perto os atributos da classe Business INSIGNIA by GOL, pautada pelo trinômio conforto, exclusividade e gastronomia, com uma experiência elevada. Exemplos do que viram e testaram são o assento que vira cama (full flat bed), os kits de amenidades com itens personalizados, o fone de ouvido com cancelamento ativo de ruído e o sistema de entretenimento com touchscreen individual de 16 polegadas. A classe Business INSIGNIA by GOL oferece ainda check-in e embarque prioritários, acesso aos Lounges GOL Smiles e de parceiros em destinos selecionados (Nova York, Orlando, Paris e Lisboa), e desembarque e entrega de bagagem prioritários. A gastronomia foi um capítulo à parte durante a festa, com a presença de Felipe Bronze, chef 2 estrelas Michelin que assina o menu da Business INSIGNIA by GOL. No palco, Bronze trouxe um resumo dos sabores que estarão no novo serviço de bordo da Companhia – e, o melhor, todos os pratos foram degustados pelos convidados. Contemporâneo e genuinamente nacional, o menu da classe executiva INSIGNIA by GOL é oferecido em 3 etapas no almoço e jantar, com opções de entrada, prato principal e sobremesas que trazem as técnicas e o olhar criativo de Bronze sobre as tradições e os ingredientes brasileiros. Para acompanhar a expansão internacional da GOL e oferecer ainda mais soluções e benefícios inteligentes para quem escolhe voar com a companhia, a Smiles, programa de fidelidade da GOL com a mais completa plataforma de viagem, anunciou sua nova e mais alta categoria: Magno. Posicionada acima da categoria Diamante, a Magno nasce para valorizar os viajantes mais frequentes, oferecendo uma experiência de alto padrão que une sofisticação, autonomia e alta conversão em milhas – o cliente recebe 6 milhas por real gasto em voos nacionais e até 18 milhas por dólar em voos internacionais. Um dos principais destaques da categoria é a possibilidade de upgrade para a nova classe Business INSIGNIA by GOL, permitindo ao cliente acessar a experiência da classe business em voos selecionados. Gran finale no céu de Copacabana Posicionados no meio da praia de Copacabana, às 21h, um total de 1.200 drones começaram a subir ao céu iluminando a noite carioca. As primeiras imagens a se formar com os pontos de luz foram o logo da GOL acompanhado da frase “Avisa o mundo que estamos chegando” e o novo modelo de aeronave A330. Na sequência, formaram-se frases que destacaram o reconhecimento da companhia como mais amada pelos cariocas e a liderança consistente nos rankings de pontualidade no Brasil pela Cirium – referência global em dados aeronáuticos – e pela ANAC. Surgiram ainda os contornos tridimensionais iluminados de pontos turísticos globais e emblemáticos dos destinos recém-anunciados pela Companhia, como a Estátua da Liberdade, em Nova York, a Torre Eiffel, em Paris, a Torre de Belém, em Lisboa, e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Tudo isso ao embalo de músicas emblemáticas de cada cidade homenageada. Na mesma noite, como uma forma de ressaltar a forte conexão da GOL com o orgulho brasileiro que ultrapassa fronteiras, o monumento ao Cristo Redentor, que está entre os pontos turísticos mais simbólicos do Rio de Janeiro e é um dos mais reconhecíveis cartões postais do mundo, foi iluminado em laranja – a cor da GOL. Confira mais fotos do evento:

A operação secreta por trás da estratégia das marcas de alto padrão

Por PEDRO BURGOS – Sócio fundador e CMO da Agência Digitals. Formado em Design pela Hochschule AnhaLt (Antiga Bauhaus – Dessau) Já foi o tempo em que parecer premium era o suficiente para sustentar a percepção sobre uma marca de alto padrão. Em um cenário pós inteligência artificial, qualquer time de marketing está a um prompt de uma sessão fotográfica (que antes custaria centenas de milhares de reais), de um website bonito ou de uma estratégia afiada para o dia das mães. Ainda assim, marcas que são verdadeiramente premium continuam a se destacar e a apresentar crescimentos excepcionais. Como isso é possível? No apagar dos holofotes, existe uma verdade pouco glamurosa, mas absolutamente decisiva para marcas que desejam ocupar territórios de alto valor. Um elemento menos visível, porém estrutural, que separa marcas aspiracionais de marcas verdadeiramente premium: a solidez da sua operação. Quando observamos organizações como a LMVH, é fácil atribuir seu sucesso à genialidade criativa, ao design ou ao magnetismo do posicionamento das suas marcas. No entanto, o que sustenta o resultado do grupo ao longo do tempo não é apenas estética ou storytelling refinado. É método. É processo. É governança traduzida em prática cotidiana. É um sistema decisório que protege o padrão, integra áreas e impede que a pressão por resultados imediatos comprometa a percepção de valor construída ao longo de anos. O grande erro de muitas empresas que desejam se posicionar como premium está em não entender como o Marketing deve moldar a percepção do público. Ainda que contratem uma boa agência, têm uma gestão interna desorganizada, que prejudica a construção da comunicação e a entrega ao cliente. As verdadeiras marcas premium alinham percepção, experiência e produto. É parecer e ser bom ao mesmo tempo. Um não vive sem o outro nas marcas que realmente têm sucesso. O Marketing atua para moldar a percepção do público e atrair pessoas que buscam uma experiência diferenciada que, naturalmente, se interessam por essas marcas. Em um mundo multicanal, essa experiência precisa ser positiva, coesa, e criar desejo em todos os pontos de contato com o cliente. Isso só é possível com uma operação de Marketing estruturada, com processos e governança. Quando aprovações tornam-se subjetivas, baseadas na vaidade individual, e métricas de curto prazo passam a ditar o rumo estratégico da marca, ela deixa de priorizar o que realmente importa. A equipe criativa trabalha sob pressão constante e retrabalho frequente. O resultado é um ruído silencioso que corrói a coerência, a consistência e a performance da marca. É nesse ponto que o conceito de governança no marketing precisa ser desmistificado. Governança não significa burocracia paralisante nem comitês de aprovação. Significa definir critérios objetivos de decisão, fluxos claros de aprovação, rituais estratégicos consistentes e alinhar o trabalho de branding ao que importa para o cliente, sob uma mesma visão de longo prazo. Trata-se de institucionalizar padrões de qualidade que não dependam do humor do diretor de arte da vez ou da urgência comercial do trimestre. Marcas verdadeiramente premium operam com filtros rigorosos e consistência impecável. Cada campanha, cada peça, cada ponto de contato passa por uma avaliação que considera não apenas conversão, mas coerência com linguagem de marca. Empresas como Rolex e Hermès construíram sua autoridade global porque controlam minuciosamente sua narrativa e seus canais de exposição. Não há improviso. Há intenção estratégica sustentada por processo. Um dos pontos mais sensíveis na atualidade é a tensão entre branding e performance de vendas. Durante anos, o mercado tratou essas disciplinas como universos separados. Hoje, essa divisão tornou-se insustentável. Performance sem branding gera um alto custo de aquisição em plataformas cada vez mais saturadas e, o pior: vendas com baixa construção de valor percebido, o que, na prática, significa uma “commoditização” da marca. Por outro lado, Branding sem performance cria admiração sem tração comercial. O desafio das marcas premium está em integrar esses dois mundos, sem permitir que a lógica do clique, do desconto ou da conversão imediata banalize o posicionamento. A obsessão exclusiva por ROAS é um dos maiores riscos para quem deseja manter percepção de alto padrão no mercado, por causa da forma como as campanhas precisam estar estruturadas, para gerar visibilidade e presença de marca. Ao contrário do Marketing de resposta direta, campanhas com foco em branding e exposição de marca não geram um retorno diretamente mensurável, embora sejam essenciais para reduzir o custo do click e da aquisição de clientes, além de aumentar o nível de preferência que eles nutrem pela marca. Quando a equipe criativa passa a produzir apenas o que gera venda, a marca começa a ceder em tom, estética e discurso. Aos poucos, a narrativa se aproxima da massificação. O público percebe. E percepção, no universo premium, é ativo central. Integrar branding e performance exige maturidade operacional. Significa criar peças de conversão que respeitem o território da marca, adotar métricas que considerem qualidade do público e valor de longo prazo, e segmentar com inteligência, não com volume indiscriminado. A consistência narrativa precisa atravessar tanto o vídeo institucional quanto o anúncio patrocinado. É possível gerar demanda sem recorrer a apelos agressivos , como demonstra a trajetória da Tesla, que construiu desejo global sustentando discurso e posicionamento, mesmo em ambientes digitais altamente competitivos. Outro ponto crucial é a gestão da equipe criativa. Times desestruturados operam sob pressão reativa. Times protegidos por processos claros operam com foco estratégico. Quando existem diretrizes bem definidas, brandbooks respeitados e critérios objetivos de avaliação, a criatividade deixa de ser refém de opiniões e passa a ser orientada por propósito e por processos. Processo não engessa. Processo protege. Ele reduz retrabalho, eleva padrão e libera energia para inovação real. Há ainda um risco invisível que compromete muitas organizações: investir em estratégia sem alinhar execução. Rebranding, consultorias sofisticadas e discursos aspiracionais tornam-se frágeis quando os bastidores permanecem caóticos. A agência recebe briefings inconsistentes. O comercial pressiona por promoções desalinhadas. O marketing oscila entre discurso institucional e urgência de vendas. O público percebe a incoerência. Marcas premium não toleram ruído. É importante compreender que a agência

Brasil acelera investimentos em dados, mas maturidade ainda é gargalo estratégico

Por Andrey Menegassi  O mercado brasileiro vive um momento de expansão na agenda de dados. Empresas de diferentes setores ampliaram investimentos em plataformas analíticas, modernização de ERP, inteligência artificial e arquitetura em nuvem. No entanto, apesar da aceleração tecnológica, a maturidade ainda não acompanha o investimento.  Embora o Brasil lidere a maturidade digital entre os países da América Latina, globalmente, nosso país ocupa a 42ª posição, figurando atrás de nações emergentes como Tailândia e Cazaquistão, conforme dados apontados pelo Instituto Brasileiro de Soberania Digital.  Na última década, a transformação digital foi focada na implantação de sistemas. Agora, o desafio é estrutural: transformar dados em ativos estratégicos confiáveis, governados e conectados ao negócio. E é justamente nesse ponto que reside o gargalo; afinal, investir não é o mesmo que amadurecer.  Grande parte das organizações brasileiras já possui ferramentas de Business Intelligence (BI) consolidadas, data warehouses estruturados e dashboards sofisticados. No entanto, a maturidade de dados não se mede pela quantidade de relatórios, mas sim pela consistência, padronização e capacidade de tomada de decisão baseada em dados confiáveis.  Na prática, o mercado brasileiro ainda se concentra majoritariamente entre dois estágios: BI estruturado, porém dependente de TI; e governança em construção, mas sem um modelo organizacional claro. Ou seja, poucas empresas operam, de fato, como organizações data-driven, assim como poucas possuem uma arquitetura preparada para escalar a inteligência artificial com segurança e confiabilidade.  O Brasil possui características que tornam o avanço ainda mais complexo: ausência de “dono do dado”, não deixando clara a responsabilidade por qualidade e padronização; indicadores divergentes entre as áreas — financeiro, comercial e operações trabalham com números diferentes; excesso de planilhas paralelas, com soluções locais que substituem a governança corporativa; arquitetura fragmentada, tendo múltiplas bases e integrações sem visão unificada; e tecnologia sem uma estratégia de dados definida, em que ferramentas avançadas operam sem um modelo organizacional estruturado.  Diante desse cenário, o que vemos são muitas empresas adquirindo tecnologia antes de consolidar a estratégia de dados. O resultado é um ambiente com múltiplas soluções, mas sem integração plena e governança consistente. Neste contexto, ofertas como, por exemplo, o SAP BDC, surge como resposta à necessidade de conectar o transacional, o analítico e o planejamento em uma arquitetura unificada, reduzindo redundâncias e aumentando a confiabilidade dos indicadores estratégicos.  Entretanto, a tecnologia por si só não resolve a maturidade. Sem definições claras de quem é o dono do dado, um modelo de governança ativo e alinhamento organizacional, mesmo as plataformas mais modernas operam abaixo do seu potencial.  O avanço da IA Generativa aumentou a pressão sobre a agenda de dados. Muitas empresas iniciaram pilotos de inteligência artificial, mas poucas possuem uma base estruturada para escalar essas iniciativas. A realidade é simples: sem qualidade, padronização e uma arquitetura consistente, a IA se torna apenas um experimento isolado, e não uma alavanca estratégica.  O mercado brasileiro já demonstrou capacidade de investimento. O próximo avanço, porém, precisa ser menos tecnológico e mais organizacional. As empresas que estruturarem dados como produto, com governança ativa, arquitetura consistente e integração entre execução e planejamento, estarão mais preparadas para competir em um ambiente orientado por inteligência. O Brasil acelerou investimentos. Agora, é preciso acelerar a maturidade. Andrey Menegassi é especialista em arquitetura de dados no ecossistema SAP e diretor da Solveplan. 

A Terceira Via do Marketing: quando conversar vale mais do que aparecer

Por Italo Coelho, especialista em Inovação e Growth, diretor de Produtos e Crescimento da Disparo Pro É notável que o marketing digital vive um ponto de inflexão. Durante anos, as empresas disputaram atenção, como se isso fosse sinônimo de venda. Investiram pesado em alcance, cliques e impressões. Mediram sucesso por visualizações. Mas, enquanto os relatórios exibiam números robustos, os resultados financeiros começaram a contar outra história: custos de aquisição crescentes, conversões estagnadas e consumidores cada vez mais resistentes à interrupção. Com a proximidade de datas relevantes para o comércio, como o Dia do Consumidor, comemorado em 15 de março, essas premissas fazem todo o sentido. Planejar ações com certa antecedência e entregar valores que vão muito além do produto, ditam a movimentação atual do mercado consumidor.Com a evolução dos tempos e as necessidades mais latentes que sobrevivem a partir do impulso dos algoritmos, vender o produto ou alcançar engajamento não são resultados suficientes. É nesse contexto que surge o Marketing de terceira via ou terceira via do Marketing. Essa nova expressão nada mais é do que um modelo que substitui a lógica da interrupção pela lógica da conversa, e o foco exclusivo em mídia paga por uma estratégia estruturada de relacionamento orientado por dados e inteligência artificial. Em datas sazonais, esse conhecimento faz muito sentido. Afinal de contas, deixar para se planejar próximo a data pode representar perda no faturamento. Os ensinamentos do trazidos pelo Marketing são os grandes responsáveis pelas estratégias de sucesso.Para facilitar o entendimento dessa virada, é preciso revisitar as fases anteriores. A primeira via do marketing foi o broadcast, onde a televisão, o rádio e o jornal falavam com o maior número possível de pessoas. Construía-se marca, mas a mensuração era limitada e o investimento, alto. O consumidor era espectador. Não havia diálogo, apenas transmissão. O uso dessas plataformas eram mais que necessários para uma estratégia de marketing eficiente e chegar até o cliente final, apresentando os produtos e tentando reverter em vendas/resultados.A segunda via do marketing nasceu com o digital. Plataformas como redes sociais e buscadores permitiram segmentação detalhada e mensuração em tempo real. Conhecer o público algo e seguir com as campanhas direcionadas parecia o cenário ideal. Porém, essa corrida desenfreada para entregar as melhores estratégias acabou por gerar um novo tipo de dependência: a dos algoritmos e dos leilões de anúncios. À medida que mais empresas migraram para esses canais, os custos subiram e os resultados caíam na mesma proporção. O usuário passou a ser impactado por centenas de anúncios diariamente, resultando em saturação, queda de engajamento e uma guerra por centavos no custo por clique.A terceira via do marketing veio para romper com essa lógica. E criar uma audiência mais interativa. Ela parte de um princípio simples e muito mais poderoso: a métrica de ouro agora é a conversa. A proposta é conduzir o cliente para uma landing page cheia de campos e redirecionamentos, onde a marca passa a interagir no ambiente onde ele já está – aplicativos de mensagem, chats integrados, direct messages. A venda deixa de ser um funil rígido e passa a ser um diálogo dinâmico. Na prática, isso significa reduzir fricção e chegar a um relacionamento mais linear.Agora, vamos exercitar um pouco a imaginação e criar exemplos para facilitar o real entendimento do que está envolvido em toda a estratégia da terceira via do marketing. Imagine um e-commerce tradicional. O cliente vê o anúncio, clica, entra no site, navega, adiciona ao carrinho, cria cadastro, insere dados, revisa frete. Cada etapa é um ponto de desistência. Agora compare com uma experiência conversacional: o cliente envia uma mensagem perguntando sobre o produto. Recebe resposta imediata, personalizada. Tira dúvidas sobre tamanho, prazo, parcelamento. Recebe o link de pagamento no próprio chat. Finaliza. A diferença não está apenas na tecnologia, mas na intenção. Quem inicia uma conversa demonstra interesse real. E intenção qualificada converte mais.Pelo visto, essas estratégias estão sendo bem pensadas e executadas. Tanto que, de acordo com dados da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM), o comércio eletrônico registrou uma alta de 15,3%, comparando os anos de 2024 e 2025. Os números acabam consolidando o e-commerce brasileiro como o mais competitivo da América Latina, segundo o Latin America B2C Ecommerce Databook Report 2025, elaborado pela consultoria internacional Research and Markets.Em todo esse contexto de estratégias ligadas ao marketing, a inteligência artificial tem papel fundamental nesse modelo. Não como substituta do humano, mas como amplificadora de eficiência. Agentes inteligentes conseguem qualificar leads, recomendar produtos, consultar estoque, aplicar descontos e até recuperar carrinhos abandonados automaticamente. O que antes dependia de e-mails ignorados passa a acontecer no canal onde o cliente responde. É fato que essa mudança impacta diretamente o planejamento estratégico das empresas.Na terceira via, o marketing deixa de ser apenas gerador de tráfego e passa a ser estruturador de relacionamento. No processo de planejamento geral, o orçamento não é consumido exclusivamente em mídia, mas distribuído também em tecnologia, integração de sistemas e construção de base própria de dados. E aqui está um ponto decisivo: dados próprios são o novo patrimônio digital. Com o avanço das regulações de privacidade e o fim gradual dos cookies de terceiros, depender exclusivamente de plataformas externas é um risco estratégico. A conversa direta gera informações valiosas que alimentam campanhas futuras com muito mais precisão.Do ponto de vista financeiro, a terceira via do marketing tem impacto claro no retorno sobre investimento. Ao reduzir abandono de carrinho, aumentar recompra e elevar a taxa de conversão, o orçamento de marketing passa a trabalhar de forma mais inteligente. Em vez de escalar apenas investimento em mídia, a empresa escala eficiência. Por isso, investir em tecnologias que acabam possibilitando conhecer o público-alvo, pode ser o fator decisivo para uma boa estratégia de marketing. Hoje, o mercado oferece uma gama de ferramentas que podem ser usadas com esse objetivo. Alinhar as estratégias a partir dos resultados dessas ferramentas significa ganho real na rentabilidade de qualquer empresa.Modelos baseados apenas em anúncios estão sujeitos a variações de algoritmo e aumento de

Felipe Titto estréia programa!

A CÚPULA O que acontece quando grandes histórias, provocações inteligentes e entretenimento, sem filtro, se encontram no mesmo espaço? Acontece A Cúpula, o novo programa idealizado pelo empresário e comunicador Felipe Titto, que transforma conversas profundas, desafios inusitados e vivências reais em um formato dinâmico, imprevisível e altamente conectável com o público. Mais do que um talk show, A Cúpula é um ecossistema de experiências. Um ambiente onde convidados, artistas, criadores, empresários e personalidades são colocados à prova em quadros que misturam humor, emoção, reflexão e ação, sempre com a condução direta, provocadora e autêntica de Titto. Um programa que conversa como a internet pensa! A Cúpula parte da premissa de que boas histórias não precisam de formalidade, e que grandes aprendizados podem nascer dos lugares mais improváveis, inclusive de um banheiro. O programa rompe com o formato tradicional de entrevistas e aposta em quadros fixos e desafios que revelam o convidado além do personagem público. A Cúpula se desdobra em uma grade diversa de quadros que transitam entre a intimidade, o humor, a emoção e o caos controlado, sempre com o propósito de revelar camadas genuínas dos convidados. No ‘SaniTalks’, Titto e o convidado conversam sentados em cabines de banheiro, lado a lado, sem pose e sem escapatória. O cenário inusitado desarma qualquer formalidade e abre espaço para trocas brutas, honestas, do tipo que só acontece quando ninguém está tentando parecer nada. Já no quadro ‘Ser Rico pra Q?’ Leva o conteúdo para fora do estúdio: enquanto Titto paga a conta de pessoas comuns em situações reais, ouve histórias que colocam dinheiro, propósito e humanidade na mesma mesa, literalmente. Além das conversas, o programa aposta em desafios físicos, mentais e sociais que testam raciocínio, improviso, autocontrole e senso de humor. Jogos clássicos e dinâmicas originais funcionam como catalisadores de reação sem roteiro, onde o entretenimento encontra a espontaneidade. A grade ainda inclui o quadro “Guardado no HD”, que consiste no apresentador tirar de dentro de uma baú algum objeto que tenha um significado para o convidado e isso gere uma conversa mais profunda, é o momento que o programa acessa lugares mais emocinantes; ‘Pitch Impossível’, que coloca criatividade e argumentação sob pressão; e ‘Troca-Troca’, onde convidados mergulham em universos completamente diferentes dos seus ou revisitam o próprio passado. É entretenimento que investiga, provoca e conecta! A Cúpula é sobre gente! “Acredito muito no poder da comunicação e das relações. Com o lançamento da Cúpula estou tirando do papel um dos meus grandes sonhos, levar ao publico histórias engraçadas, irreveriencia e diversão com conteudo. Cada detalhe foi criado com muito cuidado e dedicação. A curadoria de convidados é extremamente democrartica, mas também ligada a perfis que acredito e admiro.”, explica Titto idealizador do A Cúpula. No centro de tudo está a essência do programa, com pessoas, histórias e reações reais. A Cúpula não busca respostas prontas, mas conversas que provoquem, incomodem, divirtam e aproximem. A 1ª temporada está programada, para ser lançada em março (data a ser confirmada), e terá 10 episódios além de 5 extras com o “La Tavola”, onde Titto será o mediador de uma mesa redonda com temas diversos e convidados que muitas vezes terão opiniões divergentes, o que trará muito tempero ao programa, que será transmitido, a princípio, pelo youtube. Com linguagem nativa da internet, alto potencial de recorte e formatos que dialogam diretamente com marcas, creators e audiência, A Cúpula nasce como um projeto multiplataforma, escalável e altamente conectável, onde entretenimento, propósito e impacto caminham juntos. A Cúpula disponibilizará cotas de patrocínio para marcas tendo valores distintos para cada proposta, Master Sponsor – naming rights, integração total, presença no cenário e exclusividade; Cota Ouro – quadro fixo exclusivo, presença no cenário e cortes oficiais; Product Placement – integração natural. “A equipe comercial do A Cúpula buscará marcas que estejam integradas com perfil do programa e que acreditem em conteúdos autênticos, e, principalmente, que estejam cansadas do mesmo!”, conclui Felipe Titto.

Jequiti evolui digitalização do seu modelo de negócio com o lançamento do aplicativo Revenda Jequiti

A Jequiti, empresa do Grupo Silvio Santos, anuncia uma nova etapa na digitalização de seu modelo de negócio com o lançamento do Revenda Jequiti. A plataforma foi criada para ampliar o acesso ao empreendedorismo digital, permitindo que qualquer pessoa venda produtos da marca de forma simples, conectada e integrada ao ambiente online. Desenvolvido em parceria com a UP Vendas, o aplicativo reúne funcionalidades que facilitam a rotina de quem empreende com a marca, como gestão de estoque, pedidos e vendas, além da possibilidade de administrar produtos novos ou de estoque próprio. A plataforma também conta com integração com live commerce, ampliando as oportunidades de venda em tempo real. A iniciativa fortalece a rede de consultoras e abre espaço para novos empreendedores, aumentando o alcance da marca e tornando o modelo de venda mais ágil e conectado. Entre as inovações está a tecnologia Tap to Pay, que transforma o celular em uma maquininha de pagamento por aproximação. Com isso, a Jequiti se torna uma das primeiras empresas de venda direta do Brasil a implementar essa solução, reforçando seu posicionamento em inovação e na modernização do empreendedorismo no setor, ao mesmo tempo em que mantém comissões e incentivos atrativos. “Com o Revenda Jequiti, avançamos na digitalização do nosso modelo de negócio e ampliamos as oportunidades para quem deseja empreender com a marca. A plataforma foi pensada para facilitar a gestão das vendas, expandir o alcance dos nossos produtos e fortalecer nossa rede de consultoras e novos empreendedores em um ambiente simples e acessível”, afirma Eduardo Ribeiro, CEO da Jequiti. O projeto, já disponível nas principais lojas de aplicativos iOS e Android, inicia sua fase piloto em regiões selecionadas do estado de São Paulo, com o objetivo de testar funcionalidades e aprimorar a experiência da plataforma. A expectativa é expandir a iniciativa para novas regiões a partir do segundo trimestre, ampliando gradualmente o acesso à solução em todo o país.

As cinco competências que diretores precisam dominar para liderar escolas com IA

Por Pedro Sicilian A inteligência artificial evoluiu de um conceito em ascensão para uma prática comum nas escolas do Brasil. Informações recentes da Teachy revelam que aproximadamente 50% dos professores já utilizam IA em suas rotinas, mesmo sem orientações institucionais estabelecidas. Essa transformação começou não nas administrações, mas sim na necessidade imediata do ambiente escolar. Para otimizar o tempo, reduzir atividades burocráticas e restabelecer o foco no que é essencial: o ensino, os educadores adotam a tecnologia. Esse cenário impõe um novo desafio para a gestão escolar. Em 2026, a conversa não girará mais em torno da necessidade de incorporar a IA na educação, mas sim sobre a forma de implementá-la de maneira ética, estratégica e pedagógica. Quando a maioria dos educadores utiliza inteligência artificial sem uma diretriz adequada, a questão não é a ferramenta em si, mas sim a governança. Nesse contexto, cinco competências se tornam essenciais para os dirigentes que desejam conduzir essa transformação com confiança e uma perspectiva de futuro. 1. Governança digital e clareza de diretrizes A inteligência artificial está integrada na rotina de educadores e alunos. Ignorar essa realidade somente intensifica os problemas e as incongruências. A principal competência de um líder educacional é estabelecer orientações precisas para a aplicação da tecnologia no ensino, detalhando em que ocasiões, de que maneira e com quais objetivos a IA deve ser utilizada. Esse aspecto inclui o debate sobre ética, integridade acadêmica, segurança de dados e critérios de avaliação. A governança não significa restringir a inovação, mas sim direcioná-la. Com uma estrutura institucional bem definida, o uso da tecnologia passa a ser intencional, ao invés de aleatório. A instituição educacional cria um espaço seguro onde a tecnologia atua como um suporte ao projeto educativo, ao invés de funcionar como um componente à parte ou caótico. 2. Leitura e uso estratégico de dados educacionais A inteligência artificial aumenta consideravelmente a habilidade de gerar dados relacionados à aprendizagem, desempenho e engajamento. Contudo, os dados só geram impacto quando são analisados de maneira estratégica. O diretor de 2026 precisará aprimorar sua habilidade analítica para converter informações em decisões sólidas. Isso implica reconhecer as lacunas na aprendizagem, entender os padrões de dificuldade, ajustar as prioridades pedagógicas e orientar as formações com base em evidências. A administração escolar não se baseia apenas em percepções subjetivas, mas também utiliza indicadores contínuos. Em grande parte, liderar com IA é o mesmo que liderar com dados. 3. Formação continuada orientada à prática pedagógica Apesar do aumento acelerado no uso de IA, muitos professores ainda a empregam principalmente para melhorar a eficiência das tarefas operacionais. A liderança escolar deve ir além do ganho imediato de eficiência e estabelecer um programa de formação contínua que aproveite o potencial transformador da tecnologia. Isso inclui habilitar professores para customizar o ensino, ajustar os conteúdos a variados perfis de aprendizagem, aumentar a acessibilidade e incentivar o pensamento crítico. Quando a formação é coerente e alinhada ao currículo, a IA não é mais uma ferramenta individual, mas sim parte do projeto institucional da instituição de ensino. 4. Construção de uma cultura de inovação com segurança psicológica As mudanças tecnológicas sempre causam insegurança. Enquanto alguns membros do corpo docente podem temer perder relevância, outros podem adotar a tecnologia de maneira precipitada. É responsabilidade do diretor estabelecer um ambiente onde a experimentação seja permitida e aprender com erros seja parte do processo. É fundamental que a liderança transmita de maneira clara que a IA não substitui o professor, mas expande seu papel. Ao assumir tarefas repetitivas e burocráticas, a tecnologia permite que os educadores tenham mais tempo para fortalecer relacionamentos, entender nuances e promover o desenvolvimento crítico dos alunos. Uma cultura de inovação robusta se desenvolve quando existe diálogo, clareza de propósito e confiança. 5. Visão estratégica de longo prazo A quinta competência pode ser a mais crucial. A IA deve ser considerada não só como uma ferramenta de produtividade, mas também como uma infraestrutura educacional. Os diretores devem perceber como a tecnologia afeta o sistema em termos de padronização da qualidade, acompanhamento contínuo do aluno e integração curricular. Quando os docentes economizam horas semanais e conseguem dedicar mais tempo à personalização do ensino, os resultados são visíveis no engajamento e no desempenho. No entanto, para que esse benefício seja duradouro, a liderança deve encarar a transformação como uma estratégia de longo prazo, em vez de uma solução pontual para demandas imediatas. Uma nova liderança para uma nova escola A utilização da inteligência artificial nas instituições de ensino é inevitável. A distinção entre instituições que progridem e aquelas que apenas respondem estará na habilidade de liderança. Diretores que dominarem a governança digital, a interpretação de dados, a formação estruturada, a cultura de inovação e a visão estratégica estarão aptos a liderar essa transição de forma equilibrada. O futuro da educação não indica uma escola automatizada, mas uma escola mais humanizada, sustentada por tecnologia adequadamente direcionada. Em 2026, liderar com IA significará, principalmente, conduzir pessoas em um contexto de constante transformação. *Pedro Siciliano é cofundador e CEO da Teachy, maior plataforma de IA pedagógica da América Latina, presente em 39 países e utilizada por mais de 3 milhões de professores. Engenheiro formado pelo IME, foi professor, atuou na McKinsey e na Descomplica antes de fundar a EdTech em 2022, ao lado de Fábio Baldissera, com a missão de democratizar o acesso à inteligência artificial na educação. Reconhecido pelo programa Stanford Impact Founder (SIF) e pela lista Forbes USA 30 Under 30 North America 2025 na categoria Impacto Social, Pedro é uma das vozes mais promissoras da transformação digital no ensino, com foco em apoiar educadores, otimizar tempo e engajar alunos em escala global.

Devoradores: Bauducco® e Netflix se unem para inovar em linha exclusiva de snacks

A Bauducco®, marca de alimentos mais amada do Brasil (Instituto Hibou, 2025), anuncia o avanço da parceria estratégica com a Netflix para lançar “Devoradores Com Gosto”, a campanha de marketing assinada pela Ampfy. A collab começou com Bridgerton, série hit da Shondaland/Netflix, em 2024 e agora evolui para parceria entre as marcas. Ela conta com os produtos Bauducco® Choco Brownie, Bauducco® Choco Pipoca e Bauducco® Choco Biscuit Branco e reforça a presença da Bauducco® no universo do entretenimento em sua jornada de “contemporanização”. O match entre lovebrands acontece de forma estratégica e cria o cenário perfeito para os devoradores: consumir séries e snacks ao mesmo tempo, resultando em uma experiência completa nos momentos de maratona. A Bauducco® incorpora as cores preto e vermelho, da marca da Netflix, nas embalagens dos lançamentos, além do icônico símbolo de “próximo episódio”, refletindo também na comunicação, com o degradê das cores ao fundo, e na mistura de fontes do universo de ambas em KV e peças. A campanha tem como foco “shippar” palavras (ou seja, unir palavras de ambos os universos para criar uma terceira, como “pipoclímax” e “brownieverso”). Já a comunicação digital, cocriada com a ajuda dos amantes das marcas, contará com a Fernanda Souza, apresentadora de reality shows da Netflix, que assume o papel de embaixadora. Além disso, haverá mídia Out Of Home em São Paulo, que destacará os produtos da linha: – Bauducco® Choco Brownie: Com pedaços crocantes e fininhos, ideal para o consumo em frente à tela. – Bauducco® Choco Pipoca: Caramelizada e coberta, unindo dois clássicos do entretenimento. À venda nas Bauducco® Lojas e nas Lojas Americanas. – Bauducco® Choco Biscuit Branco (Edição Especial): Uma edição especial do Choco Biscuit nº 1 do Brasil, com biscoito escuro e ícones exclusivos na barra, celebrando visualmente essa união. “Esta parceria com a Netflix, que se aprofunda após o sucesso da nossa collab com Bridgerton de Shondaland e Netflix em 2024, representa a união estratégica de públicos apaixonados.  Nesta campanha, a participação do fandom não apenas permeia, mas é o coração da nossa estratégia de conteúdo e comunicação. Queremos celebrar a autenticidade e os materiais criados por eles, veiculando as criações mais originais em nossas ativações Out Of Home e nas redes”, explica Luis Iannini, Diretor de Marketing da Bauducco. “‘Devoradores’ nasce do insight de que hoje ninguém apenas assiste a uma série. Os fandoms devoram. E foi desse comportamento que surgiu a nossa maior campanha para a Bauducco® até hoje”, comenta Andrea Siqueira, sócia e CCO da Ampfy. Um dos principais momentos de incentivo ao consumo dos produtos da parceria é dentro da Netflix. A ação de Pause Ads, em integração com a plataforma, traz interações ao longo da jornada do usuário, como um QR Code que direciona o consumidor a comprar os produtos da collab de forma prática.  Engajamento dos Lovers e Ativações de Varejo Como parte da estratégia baseada em UGC (conteúdo gerado por usuário), a Bauducco® convidou e incentivou o engajamento do público por meio da participação no “Choco Review”. Nessa ação, que ocorreu em novembro, os consumidores gravaram e postaram conteúdos de review dos novos produtos no TikTok, que foram impulsionados via Content Suite da plataforma. Os vídeos mais criativos também ganharam merchandising exclusivo da parceria, como o Balde de Snacks. Em janeiro deste ano, a Bauducco® expande sua estratégia com influenciadores, com ação em TTCC (TikTok Creative Challenge)com o TikTok.

Samsung estreia mini-filmes que destacam a nova câmera de bolso do Galaxy S26 Ultra

Como parte do lançamento global do Galaxy S26 Ultra, a Samsung Brasil apresenta uma série de mini-filmes que destacam recursos inéditos e toda a potência do novo hardware. Com foco na Ultracâmera, os mini-filmes exploram situações do dia a dia e revelam como o Galaxy S26 Ultra produz fotos e vídeos com qualidade cinematográfica diretamente do smartphone, tornando-se uma Câmera de Bolso ideal para criadores de conteúdo, apaixonados por Fotografia e profissionais do ramo. Com o Nightography Vídeo Aprimorado1, os usuários podem registrar momentos especiais com imagens nítidas e vibrantes, até mesmo em ambientes com baixíssima luz. Já a primeira Tela de Privacidade² do mundo, recurso exclusivo na versão Ultra do Galaxy S26, protege os dados que você escolher de olhares curiosos. Sim, você pode ativar essa proteção somente para suas notificações, apps específicos ou para a sua tela inteira. A série de vídeos ainda demonstra como a nova versão do Foto Inteligente3 utiliza recursos do Galaxy AI para tratar e transformar suas fotos através de prompts simples, sem complicações. Os filmes foram capturados com todo o poder das lentes do Galaxy S26 Ultra, provando mais uma vez que, além de um smartphone, ele é uma ferramenta profissional de criação. A Ultracâmera oferece possibilidades e recursos inovadores, que elevam a experiência do dispositivo móvel. Com o uso do codec de vídeo APV, perfil LOG e aplicação LUT (Look-Up Table) em tempo real, o smartphone integra captura, edição e compartilhamento em uma experiência fácil e intuitiva para todos os usuários. Criados pela Cheil Brasil, com produção da Sagaz Filmes, direção de cena de Daniel Bontempo e trilha da Blend Audio, os mini-filmes, com cerca de 15 segundos de duração cada, estão disponíveis nos canais oficiais da Samsung nas redes sociais. Para mais informações sobre o Galaxy S26 Ultra, visite Samsung Newsroom Brasil ou Samsung.com/br. Ficha técnica: Cliente: Samsung Produto: Galaxy S26 Ultra Agência: Cheil Brasil Título: Tela de Privacidade, Nightography e Edição de Fotos Duração: 15seg CEO: Tatiana Pacheco Diretora de Atendimento: Priscila Bernardi Atendimento: Guilherme Franco e Pedro Palma Gerente de Conteúdo: Ísis Foguer CCO: Alexandre Ravagnani Diretor de Criação: Eto Bastos Criação: Marcelo Shalders, Gabriella Farabeli e Gabriela Peduto RTV: Cristiane Marinari e Carla Webber 1 Os resultados podem variar dependendo das condições de iluminação e/ou filmagem, incluindo múltiplos objetos, objetos desfocados ou em movimento. 2 O recurso Tela de Privacidade controla o campo de visão da tela, limitando a visão periférica. Algumas alterações na qualidade da imagem podem ocorrer fora do alcance de visualização. Quando ativada, algumas informações podem ainda ser visíveis para outras pessoas, dependendo do ambiente de visualização, como o ângulo ou o brilho. É importante ter cautela ao expor informações sensíveis. 3 O Foto Inteligente pode necessitar de uma conexão de rede e login na Samsung Account. A disponibilidade dos serviços pode variar de acordo com o país, idioma ou modelo do dispositivo. O Foto Inteligente pode gerar uma foto redimensionada. Uma marca d’água visível é sobreposta na imagem resultante ao salvar, para indicar que a imagem foi gerada por AI. A precisão e a confiabilidade do resultado gerado não são garantidas.

IA sem orquestração é um risco que as empresas ainda subestimam

Por Fernando Baldin, Country Manager LATAM da AutomationEdge A adoção de inteligência artificial nas empresas avançou rápido até demais, em muitos casos, organizações estão colocando IA dentro de processos críticos com o mesmo nível de controle que usariam em uma ferramenta experimental. Isso, na prática, é um acidente anunciado. Existe uma premissa que ainda é pouco discutida fora dos times técnicos, que a IA, por natureza, não é determinística, especialmente nos modelos generativos, onde há um risco real de inconsistência, interpretação equivocada e até “alucinação”. Isso não é um defeito, é uma característica da tecnologia. O problema começa quando essa característica é ignorada dentro de processos de negócio que exigem precisão, rastreabilidade e conformidade. Não existe uso seguro de IA em escala sem orquestração e validação Muita gente ainda associa inteligência artificial à ideia de agentes que executam tarefas específicas e esse modelo funciona bem em vários cenários. São aplicações com começo, meio e fim, regras claras e escopo limitado. Um agente que classifica e-mails, extrai dados de documentos ou responde perguntas frequentes, por exemplo, tende a operar dentro de um ambiente relativamente controlado. Mas o cenário muda completamente quando falamos de processos organizacionais de ponta a ponta. Quando a IA passa a atuar em fluxos completos, que envolvem múltiplas etapas, regras de negócio, exceções e impacto direto em decisões, o nível de exigência sobe. Não basta mais “funcionar”, é preciso garantir que cada etapa esteja alinhada às políticas da empresa, que as decisões sejam verificáveis e que exista controle sobre o que está sendo executado. Sem isso, o ganho de eficiência pode rapidamente se transformar em risco operacional. Orquestração, nesse contexto, não é apenas organizar tarefas, é criar uma camada de governança sobre a atuação da IA, é definir como ela executa, em que sequência, com quais validações e sob quais regras, e é garantir que o resultado final não seja apenas rápido, mas confiável. Orquestração implica validação contínua Cada ação da IA precisa ser verificável dentro de parâmetros definidos, isso significa implementar “guardrails”, assegurando que o processo siga dentro dos padrões esperados. Não se trata de limitar a IA, mas de direcioná-la e de garantir que ela opere com autonomia, mas dentro de um contexto controlado. Um exemplo simples: imagine o processo de auditoria de despesas corporativas com base em uma política de viagens. Tradicionalmente, isso exige análise manual, conferência de recibos e interpretação das regras. Com IA, é possível estruturar automaticamente os dados desses recibos e compará-los com a política da empresa. Mas sem orquestração, esse processo pode gerar inconsistências, como interpretações erradas de regras, exceções mal tratadas ou decisões sem rastreabilidade. Com orquestração e validação, o cenário muda completamente A IA não apenas executa tarefas, mas passa a operar dentro de um fluxo estruturado, onde cada etapa é definida, cada decisão pode ser auditada e cada resultado é validado contra critérios claros. Nesse modelo, o próprio processo, com suas regras e políticas, se torna a lógica que guia a execução. Esse processo abre espaço para algo maior do que automação, estamos falando de uma nova forma de desenhar o trabalho. Em vez de processos documentados que dependem de interpretação humana, passamos a ter processos estruturados que são, ao mesmo tempo, documentação e execução. A operação deixa de ser apenas seguida e passa a ser orquestrada. Esse é o ponto de virada A discussão sobre IA nas empresas não pode mais se limitar ao “onde usar”, mas precisa evoluir para “como governar”, porque o desafio real não é implementar inteligência artificial, é garantir que ela opere com consistência, segurança e alinhamento ao negócio. IA sem orquestração pode até funcionar em pequena escala, mas quando inserida em processos reais, ela amplifica não só eficiência, mas também erros. Fernando Baldin é Country Manager LATAM na AutomationEdge, com mais de 25 anos de experiência nas áreas de Gerência Comercial, Recursos Humanos, Inovação e Operações. Ao longo de sua trajetória, liderou iniciativas estratégicas de transformação organizacional em empresas de grande porte. Conta com diversas certificações de alto nível, como ITIL V3 Expert, ITIL Manager e HDI KCS, além de atuar como membro do conselho consultivo estratégico do Help Desk Institute. Sobre a AutomationEdge A AutomationEdge é fornecedora de soluções de Hyperautomação, Robotic Process Automation e IT Automation. Seu RPA inteligente, altamente avançado, reúne todos os recursos essenciais necessários para automação empresarial, como inteligência artificial, machine learning, chatbot, ETL, integrações de API prontas e automação de TI.

Sistemas multiagentes de IA vão redefinir o fluxo do trabalho corporativo

Por Rodrigo Gomes, Head da Selbetti Process Solutions Com a explosão de anúncios nos últimos dias sobre novos agentes de IA e suas capacidades, é natural que cada vez mais a tecnologia passe a ser discutida como infraestrutura. Grandes plataformas corporativas já operam com camadas multiagentes integradas a ERPs, CRMs e sistemas de ITSM, BPMS e RPA, deslocando a inteligência artificial do campo assistivo para o campo decisório.   O debate mais avançado não gira mais em torno da presença de agentes em aplicativos, mas da coordenação entre eles, do controle econômico da autonomia e da responsabilidade jurídica sobre ações executadas sem intervenção humana direta. Se na fase anterior a pergunta era “como usar IA?”, agora a questão estratégica é outra: “quem governa a execução algorítmica do trabalho?”. Prova disso é o uso crescente de plataformas como OpenClaw — um framework open-source de agentes autônomos que executa tarefas completas conectando modelos como Claude Opus 4.6, e o fortalecimento de agent teams no Claude, que permitem coordenação de múltiplos agentes em sequências complexas de ações. Especialistas descrevem essa fase como uma transição para uma inteligência distribuída inserida diretamente no processo produtivo, cuja governança, custos e responsabilidade jurídica passaram do campo teórico para o centro das decisões de TI e negócios. Da mesma forma, o próprio Claude ampliou a capacidade de agentes que realizam fluxos de trabalho entre múltiplas aplicações corporativas, conectando Google Workspace, Excel, PowerPoint e automações com APIs empresariais, mantendo contexto e realizando etapas encadeadas, avançando para o que muitos técnicos chamam de infraestrutura de agente com coordenação integrada. Essa fase representa uma transição para uma inteligência distribuída inserida diretamente no processo produtivo, cuja governança, custos e responsabilidade jurídica passaram do campo teórico para o centro das decisões de TI e negócios.   Governar a execução algorítmica, hoje, significa gerenciar não apenas comportamentos de agentes, mas custos reais de execução, riscos de segurança de fluxos autônomos e regras formais de compliance que possam ser auditadas e revisadas em tempo real. Arquiteturas multiagentes maduras: já estamos aqui? A arquitetura que sustenta sistemas multiagentes vai muito além de um modelo generativo agindo isoladamente, unindo orquestração, comunicação especializada entre agentes, controles de política corporativa e observabilidade contínua.   Essas camadas estão se tornando padrão nas implementações empresariais porque resolvem um problema central: como sistemas autônomos colaboram de forma coerente e segura dentro de ambientes de software complexos e heterogêneos. Na prática, frameworks de agentes que incorporam esses princípios técnicos já existem e são amplamente utilizados. Um exemplo é o OpenClaw, um framework open source de agentes autônomos que ganhou popularidade mundial, recentemente, embora sua arquitetura não ofereça a segurança necessária. O OpenClaw atua como uma camada de orquestração em que múltiplos agentes podem ser configurados com seus próprios contextos, históricos de sessão e bibliotecas de habilidades, permitindo que agentes especialistas trabalhem em conjunto sem contaminar contextos entre si. Essa arquitetura de roteamento e de áreas de trabalho isoladas reflete um entendimento mais maduro de como orquestrar agentes especializados em tarefas distintas ao longo de fluxos de trabalho mais amplos. Riscos e exposição de dados Ao mesmo tempo, a popularidade massiva de repositórios públicos de “skills” para agentes, inclusive com marketplaces não moderados, expôs desafios sérios de confiança e cadeia de suprimentos. Auditorias recentes revelaram que uma parcela das habilidades compartilhadas continha malware ou vulnerabilidades exploráveis, ilustrando que atualmente a maior vulnerabilidade não está apenas nos modelos, mas em toda a cadeia de execução de agentes e nas dependências de software que esses sistemas trazem consigo. É nessa lacuna de governança técnica que arquiteturas corporativas estão se distanciando de implementações experimentais: algumas empresas estão separando a camada de execução autônoma da camada de política organizacional, assim como os times de TI isolam serviços críticos do restante da infraestrutura.   Uma resposta técnica a esse desafio é o conceito de “authenticated workflows”, uma abordagem que trata a segurança como parte integral e determinística dos limites operacionais dos agentes, aplicando prova criptográfica de integridade em cada ação proposta antes de sua execução. Essa abordagem busca garantir que todas as operações respeitem políticas corporativas e regras de compliance, ressaltando que segurança e governança não são filtros, mas subsistemas essenciais na arquitetura de agentes. A necessidade de mecanismos tão robustos não é teórica. A própria experiência de profissionais que testam essas arquiteturas expõe lacunas críticas de execução, controle e supervisionamento. Relatos recentes mostram que agentes que operam continuamente podem interpretar instruções de forma ampla, executar comandos inesperados ou tentar ações não autorizadas se as fronteiras de autoridade e escopo não forem explicitamente definidas e tecnologicamente reforçadas. Esse ambiente de risco e complexidade fez com que fornecedores e integradores de tecnologia começassem a tratar governança e observabilidade de agentes como infraestrutura tão essencial quanto armazenamento de dados ou redes corporativas. Em vez de ferramentas pontuais, arquiteturas maduras adotam painéis de monitoramento que coletam telemetria de decisões algorítmicas, trilhas de auditoria completas e mecanismos de human-in-the-loop bem definidos que permitem ajustes e intervenções em tempo real, sem interromper a operação autônoma. Essa evolução aproxima os sistemas multiagentes de modelos que as organizações reconhecem como confiáveis e auditáveis, condição indispensável para adoção em escala. A consolidação da inteligência distribuída nas operações corporativas depende, portanto, menos das capacidades isoladas dos modelos e mais da arquitetura de governança, transparência e segurança que os sustenta. Organizações que tratam agentes autônomos como extensão de sua infraestrutura crítica, e não como experimentos pontuais, conseguem reconciliar autonomia de execução com controle organizacional, elevando ganhos operacionais sem comprometer integridade, conformidade ou confiança. Sobre a Selbetti Tecnologia A Selbetti Tecnologia é a maior One-Stop-Tech do Brasil, proporcionando um ecossistema completo de soluções para acelerar a transformação digital das empresas. Com quase 50 anos de história e um time de mais de 2,2 mil profissionais, a empresa atua como um hub de tecnologia que conecta automação, infraestrutura, inteligência artificial e experiência digital e física para impulsionar a eficiência e o crescimento dos negócios. A Selbetti oferece soluções tecnológicas integradas que transformam operações e aumentam a competitividade das empresas, a partir de um

Networking está banalizado? Comunidade vale mais que troca de cartões

Por Marco Casagrande, CMO e sócio-fundador da Escola Mira As conexões realmente fazem diferença na hora de crescer na carreira, mas talvez não da forma como muitos imaginam. O relatório da plataforma MyPerfectResume revela que 54% dos trabalhadores conseguiram um emprego por meio de uma conexão pessoal ou profissional em 2025. O dado reforça que oportunidades costumam surgir de relações construídas ao longo do tempo. No entanto, é preciso entender a diferença entre relacionamentos e contatos. Ampliar a rede profissional não significa apenas acumular nomes e trocar cartões em eventos. Na prática, conexões que realmente geram oportunidades costumam surgir por meio de comunidades, ou seja, relações construídas com tempo, confiança e convivência. Nos últimos anos, houve a banalização da palavra networking. Embora o termo tenha se popularizado no ambiente corporativo, a ideia de construir redes de apoio e cooperação é muito mais antiga. Ainda assim, diferente de encontros rápidos voltados à troca de contatos, essas estruturas se baseavam em relações duradouras, nas quais o senso de pertencimento e colaboração vinha antes de qualquer interesse imediato de negócio. Nesse contexto, mais importante do que a simples troca de cartões é o fortalecimento de comunidades. Atividades compartilhadas, como práticas esportivas, grupos de interesse ou iniciativas culturais, costumam criar ambientes mais propícios para o surgimento de relações genuínas. Quando a convivência acontece de forma natural, o vínculo entre as pessoas se fortalece e, muitas vezes, parcerias e oportunidades profissionais surgem como consequência, mas não como objetivo imediato. É importante falar isso porque muitos profissionais se sentem frustrados porque não conseguem investir tempo e dinheiro em eventos e iniciativas que prometem ampliar o networking, mas que na maioria das vezes geram apenas contatos superficiais e promessas de acompanhamento. Não que convidar alguém para um café com a intenção de apresentar uma proposta de negócio seja um problema. A questão é que, em muitos casos, esses encontros são apresentados como oportunidades de relacionamento quando, na verdade, têm apenas o objetivo de consumar uma venda. Isso não significa fortalecer vínculos, mas sim adotar uma estratégia comercial, o que é legítimo, desde que essa intenção esteja clara desde o início. Relacionamentos são importantes, sim. Por isso, ao invés de focar apenas em ampliar a lista de contatos, pode ser mais interessante frequentar ambientes que façam sentido para os próprios interesses. Atividades como esportes, grupos culturais ou hobbies compartilhados criam espaços de convivência mais espontâneos. No meu caso, minha comunidade está no campo de golfe, em que as pessoas passam horas juntas no campo e, entre uma jogada e outra, as conversas avançam para indicações a partir de experiências reais e que realmente geram valor. O mercado está carente de conexões genuínas e do verdadeiro espírito de comunidade. Marco Antonio Casagrande, é psicólogo comportamental, CMO e sócio-fundador da Escola Mira, rede de franquias especializada no desenvolvimento de habilidades de empreendedorismo para crianças e jovens. Especializado em Psicologia Comportamental, com mais de 15 anos de experiência em Recursos Humanos, possui MBAs e especializações pela Fundação Getúlio Vargas e participou de programas internacionais em Harvard, Stanford e MIT. Sua vivência nas startups da Califórnia, no ecossistema do Vale do Silício, foi decisiva para construir uma visão inovadora sobre liderança, educação e comportamento humano. É autor do livro “Tem coisa mais importante do que o vestibular?”.

Execução de IA: a próxima vantagem competitiva

Por Ramon Ribeiro, Diretor Comercial da Solo Network Há poucos anos, adotar inteligência artificial (IA) em uma empresa era visto como algo inovador; hoje tornou-se praticamente obrigatório. Mesmo assim, muitas organizações ainda patinam para gerar valor real a partir dessas iniciativas. A realidade é que ter uma estratégia de IA não basta: é preciso entregá-la. Uma pesquisa global recente feita pela norte-americana Turing, que realiza pesquisas no campo da IA, indica que apenas 12% dos líderes empresariais dizem ter sido “muito bem-sucedidos” em traduzir suas estratégias de IA em resultados operacionais. Diante disso, cresce o consenso de que a vantagem competitiva no mundo da IA vai vir da execução eficaz, e não apenas de boas ideias. Afinal, não é a empresa com o maior modelo ou o plano mais sofisticado que vence, e sim aquela que transforma conceitos de IA em resultados mensuráveis rapidamente. Enquanto muitas correm atrás do hype, as líderes focam em como implantar a IA de modo a gerar impacto concreto. A questão já não é se uma empresa deve adotar IA, mas quão rápido ela consegue criar valor em escala com IA – antes que a concorrência o faça. Em suma, a capacidade de tirar projetos de IA do papel com agilidade e escala desponta como o próximo grande diferencial competitivo. Execução: o fator decisivo na era da IA Temos assistido a uma corrida para experimentar IA em todos os setores. Modelos avançados, projetos-piloto e provas de conceito surgiram por toda parte nas empresas. Porém, um número surpreendente dessas iniciativas nunca passa do experimento inicial para uma implementação real em larga escala. E é nesse “vale da morte” entre o laboratório e a produção que grande parte dos esforços de IA se perde. Essa lacuna de execução envolve vários fatores interconectados – desde deficiências na estratégia e falta de foco durante a implantação, até desalinhamento da liderança, baixa prontidão organizacional e limitações de capacidade técnica. Em grande medida, o obstáculo não é a tecnologia em si, mas como ela é incorporada aos processos e pessoas. Implementar IA com sucesso exige repensar não apenas a tecnologia, mas também quem faz o trabalho e como o trabalho é feito dentro da empresa. Organizações que tratam a IA apenas como um projeto de TI ou uma iniciativa pontual de eficiência tendem a esbarrar nesses limites. Em contraste, aquelas que encaram a IA como uma transformação estratégica – envolvendo pessoas, processos e inovação de forma integrada – saem na frente. Esses líderes dão às equipes espaço para experimentar, falhar, inovar e escalar o que funciona, cultivando uma cultura de aprendizado contínuo e colaboração entre as áreas de negócio e tecnologia. Investidores também já cobram resultados: empresas que demonstram eficiência e crescimento impulsionados por IA estão sendo recompensadas no mercado, enquanto a demora ou indecisão em apresentar valor tangível com IA pode minar a confiança dos acionistas e a valorização da companhia. O que caracteriza uma execução eficaz de IA Empresas que realmente extraem valor da IA operam com agilidade e foco. Em vez de esperar por soluções perfeitas, equipes de alto desempenho testam e ajustam rapidamente pequenos experimentos em ciclos curtos, muitas vezes semanais. Essa abordagem iterativa reduz riscos e garante alinhamento constante entre a tecnologia e as necessidades do negócio. Desde o início, as iniciativas são ancoradas em métricas claras de sucesso. O retorno sobre o investimento não é tratado como uma promessa futura, mas como critério presente: se o projeto não entrega resultado, ele é ajustado ou interrompido. Isso evita desperdício de recursos e mantém a execução orientada por impacto real. Outro traço comum é o foco deliberado. Em vez de tentar transformar tudo de uma vez, as empresas mais eficazes escolhem um gargalo específico – um processo ineficiente, uma fricção recorrente – e aplicam IA ali. Ao resolver um problema por vez, constroem ganhos rápidos que geram tração interna e aprendizado acumulado. Consequentemente, a equipe que implementa melhorias de IA de forma consistente inevitavelmente supera aquela que passa tempo demais apenas debatendo ideias. Em mercados que se movem em ritmo acelerado, ficar parado equivale a ficar para trás. Empresas que operacionalizam a IA primeiro acabam definindo novos patamares de velocidade, eficiência e experiência ao cliente que os demais terão dificuldade em alcançar. As empresas que adotarem essa mentalidade de execução ágil orientada a valor liderarão seus mercados, impulsionadas por um ciclo virtuoso de inovação e resultados. Já aquelas que ficarem apenas na teoria ou na lentidão correrão o risco de se tornarem irrelevantes. A próxima vantagem competitiva não virá da tecnologia em si, mas de como se faz a tecnologia acontecer.

Dia do Consumidor movimenta Mega Moda com ação especial de estoura balão

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, ganha uma programação especial no polo atacadista de moda de Goiânia. Para marcar a data, o Mega Moda Shopping e o Mega Moda Park realizam no sábado, 14 de março, a tradicional ação promocional Estoura Balão, que promete movimentar os corredores e premiar clientes com brindes instantâneos. A dinâmica é simples e já conhecida pelo público que frequenta o complexo de compras. A cada compra realizada a partir de R$ 200 nas lojas participantes, o cliente recebe o direito de estourar um balão para descobrir o prêmio. Dentro dos balões estão centenas de brindes, oferecidos pelos lojistas parceiros, que podem incluir utensílios, voucher de almoço, isenção de estacionamento e muito mais. “O Dia do Consumidor é uma oportunidade de valorizar quem movimenta o nosso polo de moda. A ação Estoura Balão foi pensada para tornar a experiência de compra ainda mais especial, criando um momento de interação e surpresa para os clientes. Além de incentivar as compras, a iniciativa também fortalece a parceria com os lojistas, que participam oferecendo prêmios e benefícios”, afirma Paula Sepulveda, gerente de marketing do Mega Moda, que lembra ainda que a ação é válida por CPF.  O complexo Mega Moda reúne centenas de lojas de moda atacadista e varejista e recebe compradores de diferentes regiões do Brasil em busca de variedade, pronta-entrega e tendências. Com ações promocionais em datas estratégicas do calendário do comércio, como o Dia do Consumidor, o grupo busca estimular o fluxo de visitantes e fortalecer a experiência de compra no polo de moda goiano.

Personal Monopoly: a diferenciação humana na era da Inteligência Artificial (IA)

Por Mário Soma, CEO e Head B2B da Pólvora Comunicação A expansão da Inteligência Artificial (IA) inaugurou uma nova fase na economia da informação. Em poucos anos, ferramentas capazes de produzir textos, análises e relatórios passaram a gerar conteúdo em escala praticamente ilimitada. Esse avanço trouxe ganhos claros de produtividade, mas também provocou uma mudança importante no ambiente informacional. A abundância passou a substituir a escassez. Hoje, as pessoas convivem com um volume de informação muito maior do que a capacidade humana de absorção. A sensação de saturação, frequentemente mencionada em ambientes corporativos, nasce justamente desse cenário. Curiosamente, essa saturação não está associada apenas à quantidade de conteúdo disponível. Em muitos casos, ela decorre da repetição de narrativas semelhantes, conceitos idênticos e discursos cada vez mais padronizados. Diferentes empresas e profissionais acabam utilizando praticamente o mesmo vocabulário (gerado pela IA) para apresentar propostas distintas. O resultado é um ambiente de comunicação homogêneo, no qual se torna difícil distinguir ideias verdadeiramente originais. Entre especialistas em economia digital, um conceito vem ganhando espaço para explicar esse movimento: Personal Monopoly. A expressão descreve a construção de um território profissional singular, sustentado pela combinação única de experiência, repertório e visão estratégica de um indivíduo. Em vez de competir diretamente com outros profissionais, a lógica passa a ser a ocupação de um espaço intelectual próprio. Quando essa singularidade se consolida, a comparação deixa de ser automática. A proposta de valor torna-se difícil de replicar. A evolução da autoridade A forma como a autoridade profissional é construída mudou significativamente nas últimas décadas. Nos anos 1990, a influência estava associada principalmente à produção de conhecimento original. Autores e especialistas consolidavam reputação por meio de livros, pesquisas acadêmicas e conferências. Com a expansão da internet e das redes sociais, essa dinâmica mudou. A partir da década de 2010, a visibilidade digital e a produção contínua de conteúdo passaram a desempenhar papel central na construção de reputação profissional. Esse modelo começa agora a apresentar sinais de esgotamento. A IA ampliou drasticamente a capacidade de produção de conteúdo. Produzir conteúdo deixou de ser, por si só, um diferencial competitivo. O que passa a ganhar valor é a interpretação da realidade, a capacidade de conectar informações e a experiência prática acumulada que orienta essa leitura. Em outras palavras, a abundância de conteúdo desloca o valor para a perspectiva humana. A economia da confiança Esse deslocamento também aparece nos indicadores de confiança. Estudo conduzido pelo B2B Thought Leadership Impact Report mostra que 73% dos decisores B2B afirmam confiar mais em conteúdos de thought leadership do que em materiais tradicionais de marketing.  O levantamento também indica que nove em cada dez executivos passam a considerar empresas que antes desconheciam após consumir conteúdos desse tipo. Os dados sugerem que a capacidade de desenvolver análises próprias e perspectivas consistentes exerce influência direta na construção de credibilidade. Em ambientes corporativos complexos, executivos buscam referências que demonstrem experiência prática, capacidade analítica e entendimento profundo dos desafios do mercado. As bases do monopólio pessoal O conceito de Personal Monopoly foi sendo estruturado ao longo dos últimos anos por pensadores que analisam as transformações da reputação na economia digital. O investidor e filósofo Naval Ravikant sintetizou um princípio relevante ao afirmar que a autenticidade reduz a competição direta. Quanto mais singular for a combinação de experiências e interesses de um profissional, menor será a possibilidade de substituição. O escritor e estrategista David Perell ampliou essa visão ao destacar o papel da interseção entre áreas distintas de conhecimento. Profissionais que transitam entre disciplinas tendem a produzir interpretações mais originais. Já o empreendedor Jack Butcher introduziu uma dimensão prática ao conceito com a ideia de Proof of Work. A autoridade intelectual se fortalece quando ideias aparecem de forma consistente em projetos, conteúdos e entregas concretas ao longo do tempo. O fator humano na economia da IA Ferramentas de Inteligência Artificial possuem grande eficiência na organização e síntese de informações. Entretanto, algumas dimensões permanecem profundamente associadas à experiência humana. A vivência prática de problemas complexos, o contexto acumulado e a capacidade de julgamento diante de cenários ambíguos continuam sendo fatores determinantes na construção de credibilidade. Esses elementos formam aquilo que pode ser entendido como a assinatura intelectual de um profissional. Quando essa assinatura aparece em análises, decisões e conteúdos, ela gera um efeito cumulativo de confiança. A confiança tende a se consolidar como um dos ativos mais escassos da economia contemporânea. A diferenciação deixa de depender apenas do conhecimento técnico e passa a depender da capacidade de desenvolver uma perspectiva própria. O Personal Monopoly surge justamente nesse ponto de convergência entre experiência, pensamento original e consistência intelectual. Em um mercado cada vez mais saturado de conteúdo, a singularidade humana passa a representar uma das formas mais sólidas de diferenciação.

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