Microeventos aproximam marcas do público e facilitam captação

A indústria global de eventos deve movimentar mais de R$ 5,5 trilhões até 2029, prevê a empresa de pesquisa de mercado Technavio. O setor tem sido impulsionado pelos microeventos, segmento que mais cresce dentro das estratégias de marketing, detalha o relatório da consultora de mercado Forrester.  O levantamento mostra, ainda, que 58% dos profissionais de marketing B2B planejam realizar mais microeventos presenciais. A estratégia é aproximar as marcas do público e facilitar a captação de clientes.  O líder de eventos da Digital Manager Guru, Renato Chamasquini, explica que os microeventos são organizados para aprofundar relacionamentos e tendem a receber uma quantidade reduzida de convidados. Dessa forma, a comunicação do evento deixa de ser genérica, já que os promotores escolhem para quem vão dizer e por qual motivo. “Ao se afastar do discurso institucional, a conversa se torna mais relevante e aborda problemas reais”. De acordo com Chamasquini, o retorno sobre o investimento (ROI) do evento de pequeno porte é mais simples de ser medido. A responsabilidade de conectar presença a negócio, pipeline ou vendas fica mais clara.  Ele destaca que os microeventos não competem com os de grande porte, mas se complementam. ‘Os grandes eventos tendem a abrir portas, já os menores fortalecem vínculos”, diz. “Microeventos reduzem riscos financeiros, operacionais e de reputação. Você testa formatos, temas e propostas de valor com agilidade, aprende rápido e ajusta o próximo. É quase um MVP de evento”, complementa. Entre os formatos que fortalecem a presença da marca, ele cita workshops executivos, jantares estratégicos, painéis de co-criação e mesas-redondas. Personalização e segurança ditam os resultados Levantamento da Technavio revela que os eventos são plataformas de influência e exigem estratégias dos produtores. Nesse sentido, a expectativa é que, até 2029, os microeventos se tornem mais personalizados. Destacando que o objetivo dos gestores será, cada vez mais, entregar aos convidados a sensação de que o evento foi produzido para eles, as tendências devem incluir cardápios adaptados, dinâmicas leves e roteiros flexíveis. Chamasquini acrescenta que, nesse novo cenário, os ingressos deixam de ser apenas a garantia de acesso.  “É o primeiro contrato de relacionamento entre a marca e o participante. Quando bem usado, o ingresso vira um ponto de consentimento, uma camada de dados e uma ponte para o pós-evento”, descreve. Segundo ele, “quem trata ingresso só como controle de acesso está deixando muito valor na mesa. O verdadeiro jogo hoje é relacionamento contínuo, não público pontual”. Ele destaca que as plataformas para venda de ingressos já oferecem aos gestores campos personalizados, histórico de participação, interesse e comportamento antes e depois dos eventos.  Para ele, os dados dos microeventos são ainda mais qualificados, pois o público é menor e a interação é mais humana. “Na prática, isso permite que a marca continue a conversa depois do evento com contexto real, convide para próximos encontros de forma inteligente, crie jornadas segmentadas em vez de disparos genéricos, e transforme o evento em ciclo, não em ponto final.”  A experiência do consumidor com o checkout de pagamento também interfere na percepção da marca e, por isso, também merece atenção. Canais de venda seguros, intuitivos e otimizados para dispositivos móveis garantem maior satisfação aos clientes.

Crystal Ice lança bebida inédita sabor caju, feita com suco da fruta do Nordeste

A Crystal, marca do Grupo Petrópolis, lança uma novidade no mercado de bebidas prontas para o consumo: a Crystal Ice Caju. A novidade chega ao mercado como a primeira bebida pronta, ou RTD (na sigla em inglês, ready to drink), feita com suco de caju proveniente de produtores do Nordeste. Com distribuição a partir de abril, a bebida será comercializada em todo o território nacional, com foco no Nordeste do Brasil, onde a fruta muito apreciada. O novo produto passa a integrar a linha Crystal Ice, que já conta com os sabores Limão, Frutas Vermelhas e Frutas Amarelas. Com sabor leve e refrescante, a Crystal Ice Caju é um drink produzido com vodca, saquê e o suco natural de caju, com 5% de teor alcoólico.  A escolha do sabor reforça a proposta da marca em valorizar a regionalidade e os ingredientes brasileiros, destacando uma fruta típica do Nordeste e com forte valor cultural e afetivo. A categoria de bebidas prontas para consumo tem registrado um crescimento nos últimos anos. Em 2025, o segmento foi o que mais cresceu entre todas as categorias de bebidas alcóolicas em comparação com o ano anterior, com aumento de 11% em volume, segundo dados da Nielsen. Até 2030, a expectativa é que o mercado global de RTDs movimente cerca de US$ 85 bilhões, impulsionado principalmente pelos novos hábitos de consumo da Geração Z. A tendência reflete a busca dos consumidores por praticidade e novas experiências de consumo. O novo lançamento da linha Crystal Ice acompanha essa tendência. “Estamos lançando um novo sabor de Crystal Ice acompanhando a tendência do crescimento de RTDs em todo o mercado de bebidas alcóolicas. Como estratégia da companhia, queremos reforçar as nossas marcas nessa categoria para atrair novos consumidores e estamos muito felizes com o lançamento exclusivo do sabor caju, uma fruta típica do Nordeste”, aponta Cristiane Rosa, Head de Marketing de Categorias e Consumer Insights do Grupo Petrópolis. “Além disso, o uso do suco da fruta de caju vinda do Nordeste reforça nosso olhar para a valorização de ingredientes nacionais e para a diversidade de sabores do país”, conclui.  A Crystal Ice Caju será produzida nas fábricas de Itapissuma (PE), Boituva (SP), Uberaba, Teresópolis (RJ) e Rondonópolis (MT), e estará disponível em garrafa transparente de 275ml, com uma tampa que não necessita de abridor. 

Podcast Afiadas volta em nova temporada celebrando o Mês da Mulher

Entre cabos, palcos, estúdios e decisões criativas existem histórias que raramente chegam aos holofotes. São trajetórias que sustentam toda a engrenagem da música. É a partir desse olhar que o Podcast Afiadas retorna para sua segunda temporada, com estreia em 23 de março, celebrando o Mês da Mulher e ampliando as conversas sobre carreira e protagonismo feminino na indústria musical. Criado pela ONErpm e apresentado pela jornalista Adriana Barros, o projeto segue destacando mulheres que atuam nos bastidores e nas linhas de frente do setor. A nova temporada contará com 12 episódios e participações de nomes como Kamilla Fialho (CEO e empresária); Alana Leguth (Cofundadora da KondZilla); Débora DBR  (Dançarina e coreógrafa); Hanifah Adowa (Cantora e Compositora); Ana Claudia (Publicitária); Lígia Chaim (Iluminadora) entre outras. Assim como na primeira temporada, cada episódio traz entrevistas aprofundadas com profissionais que fazem o mercado da música acontecer em diferentes áreas, da gestão à criação. “A segunda temporada do Afiadas reforça a importância de dar visibilidade às mulheres que fazem a música acontecer nos palcos e nos bastidores. Desde o início, vejo o podcast como uma plataforma para amplificar essas vozes, compartilhar conhecimento técnico e inspirar novas trajetórias na indústria. Cada episódio evidencia que talento, liderança e inovação são impulsionados por uma força feminina essencial na engrenagem da música”, comenta Iasmine Amazonas, Head Global de Marketing Institucional da ONErpm. Com linguagem direta e sensível, Afiadas reforça seu papel de educar o público sobre os bastidores do mercado musical. O podcast também fortalece redes de apoio entre mulheres e inspira novas gerações a ocuparem espaços historicamente masculinizados. “O Afiadas chega à sua segunda temporada com nomes que reforçam nosso compromisso em mostrar que a excelência feminina ocupa todos os espaços da música — da técnica à gestão estratégica. Entendemos que cada história aqui contada abre caminhos para outras mulheres, em um movimento essencial para que o mercado evolua de forma mais justa e plural. Ao dar visibilidade a essas profissionais, não estamos apenas contando histórias, estamos consolidando uma comunidade” , compartilha Natalia Mecatti, Gerente ONErpm Studios Brasil.  A apresentação segue sob o comando da jornalista Adriana Barros, que conduz conversas íntimas e educativas com as convidadas, explorando experiências profissionais, aprendizados e transformações ao longo de suas trajetórias. “O Afiadas nasceu da necessidade de ecoar as vozes que fazem a engrenagem da música girar, mas que nem sempre têm o microfone na mão. Nesta segunda temporada, seguimos com a mesma missão e celebramos nossas conquistas, mas sem esconder os desafios de ser mulher em um mercado que ainda exige prova constante de competência. É um espaço de partilha real, onde as dores do caminho se transformam em estratégia e os ‘amores’ pela arte nos mantêm em movimento”, afirma Adriana Barros, host do podcast. Os episódios serão lançados semanalmente e estarão disponíveis nas plataformas digitais via ONErpm, além do canal oficial da ONErpm Brasil no YouTube. Ao dar continuidade ao projeto no Mês da Mulher, a ONErpm reforça seu compromisso com iniciativas que promovem diversidade, formação de redes profissionais e valorização de talentos em todas as áreas da indústria musical. A nova temporada do Afiadas reafirma o podcast como uma plataforma de visibilidade e reconhecimento, contribuindo para ampliar referências, estimular oportunidades e fortalecer a presença feminina no mercado musical.

Em ano de Copa do Mundo e eleições, publicidade online assume protagonismo e desafia hegemonia da TV tradicional

O mercado publicitário brasileiro vive em um ciclo decisivo. Segundo o relatório Global Ad Spend Forecasts 2025, divulgado em dezembro pela Dentsu, os investimentos globais em publicidade devem crescer 5,1% em 2026 e ultrapassar US$1 trilhão pela primeira vez. No Brasil, a projeção é ainda mais robusta: alta de 9,1%, desempenho acima da média mundial. O avanço é impulsionado por dois vetores estruturais: a Copa do Mundo da FIFA 2026 , maior edição da história, com 48 seleções e 104 partidas, e a corrida eleitoral. A expectativa do mercado é de que o evento gere um dos maiores volumes de receita publicitária já registrados em torno de uma Copa, em um contexto de consumo cada vez mais fragmentado e multiplataforma. Mais do que crescimento, o que está em curso é uma redistribuição estrutural das verbas. A combinação entre grandes eventos de massa e maturidade tecnológica acelera a migração de investimentos da televisão aberta e paga tradicional para ambientes digitais conectados, especialmente CTV e áudio digital. A trajetória da CazéTV simboliza essa transição. O canal digital registrou picos superiores a 5 milhões de dispositivos conectados simultaneamente em transmissões esportivas recentes, segundo dados divulgados pela própria plataforma, consolidando um modelo de distribuição digital em eventos historicamente concentrados na TV Globo. O diferencial não está apenas na audiência, mas na capacidade de integrar entrega publicitária mensurável e ativação orientada por dados. Para Eduardo Abreu, vice-presidente de vendas e marketing do hub de mídia ADSPLAY, o movimento marca uma mudança estrutural na arquitetura das campanhas. “O mercado passou anos tratando o digital como extensão da TV aberta e paga tradicional. O que vemos agora é uma reorganização do centro de gravidade da estratégia. As campanhas começam no ambiente conectado e a televisão convencional passa a ocupar um papel dentro dessa arquitetura mais ampla. A Copa de 2026 deve tornar essa mudança visível em escala”.  Eduardo Abreu,  VP da ADSPLAY  Segundo o executivo, o avanço da mídia programática é o elemento que sustenta essa transformação. A possibilidade de cruzar dados proprietários com inventário premium, controlar frequência individual, otimizar criativos dinamicamente e medir resultados ao longo da jornada altera a lógica de investimento.  “A mídia programática permite segmentar campanhas com base em comportamento real de consumo, acompanhar resultados em diferentes plataformas e medir qual parte das vendas ou da geração de demanda foi de fato impulsionada pela campanha. Isso reduz desperdício de verba e aumenta a previsibilidade de retorno. Em vez de comprar apenas exposição, o anunciante passa a investir com lógica de eficiência”, completa.  Considerando todos esses fatores, 2026 deve consolidar a publicidade digital como infraestrutura estratégica do mercado brasileiro. A combinação entre CTV, áudio digital, dados proprietários e compra automatizada permite transformar grandes eventos midiáticos em arquiteturas completas de ativação, conectando construção de marca, geração de demanda e conversão em um mesmo fluxo operacional.  “A discussão deixou de ser apenas sobre alcance. O diferencial competitivo está na inteligência de entrega e na capacidade de mensuração. Em um ambiente multiplataforma, quem consegue integrar dados, contexto e distribuição conectada transforma atenção em resultado financeiro mensurável”, conclui o executivo.

IA deve fechar até 30% das vendas em 3 anos e expõe novo risco reputacional para o varejo

A inteligência artificial entra em uma nova fase e já começa a alterar de forma concreta o funcionamento do varejo global. A expectativa de que agentes autônomos passem a responder por até 30% das vendas de bens de consumo em três anos, e cerca de 10% do varejo total, desloca o debate sobre tecnologia para o risco direto à reputação das marcas em um ambiente onde decisões de compra deixam de ser humanas.  Esse movimento ganhou força nos principais fóruns globais de tecnologia e negócios e já aparece como vetor concreto de transformação no e-commerce. Sistemas capazes de recomendar produtos, negociar condições e concluir compras de forma independente deixam de ser experimentais e passam a integrar a operação.  Operando em alta velocidade e com maior autonomia, esses sistemas ampliam o nível de exposição das empresas. Quando um agente erra uma recomendação ou executa uma transação inadequada, o impacto ultrapassa a operação e atinge diretamente a percepção de confiança.  Com um alto nível de adoção, os riscos deixam de ser pontuais e passam a ganhar escala dentro da operação. Segundo Fabrizzio Topper, Strategy & Intelligence Director da Quality Digital, a confiança tende a se tornar o principal ativo competitivo nesse novo ambiente. “Se o sistema falha, alucina ou entrega algo inadequado, o dano ultrapassa a operação. Ele atinge a percepção e a reputação das empresas e da própria IA para esse fim”, afirma.   Delegar decisões de compra a sistemas autônomos exige que a tecnologia seja percebida como segura, consistente e capaz de refletir preferências reais. Qualquer ruptura ao longo desse processo tende a gerar impacto imediato na relação com o consumidor.  Fragilidades estruturais, que antes permaneciam restritas à operação interna, passam a ser expostas diretamente na experiência do cliente. Dados desorganizados, sistemas desconectados e ausência de governança deixam de ser invisíveis. “Se os dados estão fragmentados ou mal estruturados, a IA escala essa fragilidade rapidamente, e isso se torna visível para o consumidor”, diz Cassio Pantaleoni, Artificial Intelligence Solutions & Strategy Director da Quality Digital.  Mais do que implementar tecnologia, a incorporação de agentes de IA exige revisão de processos, alinhamento entre áreas e capacidade de sustentar decisões automatizadas com base em dados confiáveis. Para Pantaleoni, tratar IA como ferramenta isolada é um dos principais erros na adoção. “O desafio não está na tecnologia em si, mas na maturidade de dados, na integração e na forma como as empresas estruturam sua operação para sustentar esse modelo. A adoção superficial amplia riscos operacionais e reputacionais em vez de gerar vantagem competitiva”, afirma.  No fim, é a experiência do cliente que define o sucesso dessa transição. Para Topper, o movimento precisa envolver toda a organização. “É um movimento que precisa ocorrer do alto escalão ao nível operacional, garantindo alinhamento entre equipes e padronização no uso da IA por meio de guardrails, criando um ambiente onde a inovação se torna contínua e escalável. Se a tecnologia não melhora a jornada ou não gera valor percebido, ela falha em sua função estratégica”, afirma. 

Coelho da Páscoa e Caça aos Ovos marcam programação especial no Atrium Shopping

A Páscoa deste ano promete ser ainda mais especial no Atrium Shopping, administrado pelo Grupo AD. Nos dias 28 e 29 de março, o empreendimento, localizado em Santo André, no ABC Paulista, realiza a campanha “Páscoa Encantada Atrium Shopping – Onde a Magia Acontece“, com uma programação lúdica pensada para envolver crianças e famílias em momentos de diversão, interação e muita imaginação. A programação começa no sábado, dia 28 de março, com Caça aos Ovos, uma atividade interativa que transforma o shopping em um cenário lúdico de descobertas. Guiados por um promotor, os pequenos participantes recebem um mapa especial da campanha e percorrem o empreendimento em busca das pistas deixadas pelo Coelho da Páscoa. Ao longo do percurso, as crianças passam por lojas participantes e colecionam carimbos no mapa, completando o desafio de forma divertida e organizada. A atividade é voltada para crianças de 3 a 12 anos e terá sessões com vagas limitadas, garantindo uma experiência mais segura e acolhedora para todos. As inscrições são realizadas de forma online, com abertura para o dia 23/03.  No dia seguinte, domingo 29 de março, ocorre a Chegada do Coelho da Páscoa, que percorrerá os corredores do shopping acompanhado por uma banda, levando música, alegria e distribuindo ovinhos para o público. Durante o passeio, o personagem também interage com as famílias e participa de fotos em um ponto temático preparado especialmente para registrar o momento. “Buscamos sempre promover ações que tornem a visita ao Atrium Shopping ainda mais especial para o público. A programação de Páscoa foi pensada para proporcionar momentos de diversão para as crianças, ao mesmo tempo em que convida as famílias a circularem pelo empreendimento e vivenciarem essa experiência de forma leve e encantadora”, afirma Luciano Abilio, coordenador de marketing do Atrium Shopping Serviço Páscoa Encantada Atrium Shopping – Onde a Magia Acontece Caça aos Ovos Data: sábado, 28 de março de 2026 Horários: sessões às 14h, 16h, 18h e 20h Público: crianças de 3 a 12 anos Inscrições aqui Duração: 60 minutos  Chegada do Coelho da Páscoa Data: domingo, 28 de março de 2026 Horários: sessões às 14h, 16h e 18h Local: corredores do Atrium Shopping Atividades gratuitas Local: Atrium Shopping Endereço: Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 – Vila Homero Thon – Santo André/SP

Alura marca presença no CMO Summit 2026 para debater o futuro do marketing na era da IA

A Alura, maior e mais completa escola online de tecnologia do país, participa do CMO Summit 2026, um dos principais encontros de líderes de Marketing e Comunicação do Brasil, que acontece nos dias 25 e 26 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo. Como patrocinadora do evento, a marca promoverá debates sobre como a inteligência artificial está redefinindo a tomada de decisão e ampliando o papel estratégico do marketing nas organizações. No dia 26, às 13h55, Bruna Maggion, CMO do Grupo Alun, maior ecossistema de educação em tecnologia e negócios da América Latina, formado por Alura, FIAP, PM3 e StartSe, participa de uma mesa redonda no espaço da 8D Hubfy com o tema “Tomada de decisão além da IA: quais decisões de marketing precisam ser pensadas com cautela, mesmo em um mundo hiperautomatizado?”. A executiva abordará os limites da automação e os pontos em que o julgamento humano segue sendo determinante, especialmente em decisões críticas de marca, posicionamento e reputação. Na sequência, às 16h, Leonardo Secundo, diretor de marketing da Alura, apresenta a palestra “Da campanha ao comando: MarTech, IA e o novo poder do marketing”. O executivo discutirá como a integração entre tecnologia e marketing está reposicionando a área dentro das empresas, ampliando sua influência sobre estratégia, crescimento e geração de valor. A participação no evento reforça o posicionamento da Alura na formação de profissionais preparados para atuar em um mercado cada vez mais orientado por dados, automação e inteligência artificial, em que o domínio tecnológico passa a ser um diferencial competitivo para áreas além da tecnologia. CMO SummitLocal: Expo Center NorteEndereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme – São Paulo/SP “Tomada de decisão além da IA: quais decisões de marketing precisam ser pensadas com cautela, mesmo em um mundo hiperautomatizado?”Data: 26/03Participação: Bruna Maggion, CMO do Grupo Alun “Da campanha ao comando: MarTech, IA e o novo poder do marketing”Data: 26/03Horário: 16hParticipação: Leonardo Secundo, diretor de Marketing da Alura

Tecnologia inédita: Times Brasil | CNBC estreia terceiro novo estúdio integrado à inteligência artificial

A maior emissora de jornalismo de negócios do Brasil acaba de anunciar mais uma fase de evolução no país. O Times Brasil | CNBC inaugura em abril o terceiro estúdio em sua sede implantando uma tecnologia inédita integrada com ferramentas de inteligência artificial. O espaço nasce resultado de parcerias comerciais com três empresas gigantes de tecnologia e inovação: Totvs, apoiadora inicial do projeto, Tecla T e IBM. No novo Estúdio Lab I.A., como foi batizado pela emissora, a integração com inteligência artificial estará presente em todas as etapas do processo de produção. Entre as novidades está o uso de sistemas de assistência inteligente para apoiar a organização de informações, a geração de insights e a preparação de materiais para exibição — como pautas, roteiros, sugestões de perguntas e tarjas para a tela. Outro recurso inovador será a presença de um avatar interativo de inteligência artificial, que poderá participar dos programas sugerindo temas, perguntas e abordagens para apresentadores e convidados, ampliando as possibilidades de interação editorial durante as transmissões. O terceiro novo estúdio do canal servirá para gravação e programação ao vivo na sede do canal, localizada na Avenida Berrini, no centro financeiro de São Paulo. Logo no início, dois novos projetos utilizarão o Estúdio Lab I.A., sendo um deles um programa focado em tecnologia. Sistema automatizado A operação do Estúdio Lab I.A., no Times Brasil | CNBC, também contará com ferramentas de análise e processamento de dados capazes de apoiar decisões em tempo real durante a produção, além da integração com sistemas automatizados de controle e monitoramento, aumentando a previsibilidade e a estabilidade das transmissões. “Já usamos ferramentas de I.A. no processo diário de produção de jornalismo, mas este projeto eleva essa integração a outro nível, com desenvolvimento de ponta na criação de agentes e soluções sob medida que, além de otimizar a produtividade, contribuem para aumentar a qualidade do produto final”, afirma André Ramos, vice-presidente de Conteúdo e Operações do canal. “Nosso objetivo é dar mais tração ao nosso time de jornalistas e à produção de conteúdo em tempo real. Tecnologia e I.A. entram como grandes aliadas nesse processo, criando um ambiente cada vez mais fértil para a apuração, produção e distribuição de notícias”, explica o diretor de tecnologia e engenharia do Times | CNBC, Rafael Duzzi,

Club Med lança “Copa Club Med” para agências de viagens com foco em crescimento de vendas no 1º semestre de 2026 

O Club Med anuncia a “Copa Club Med”, uma ação especial voltada ao trade turístico que promete movimentar as agências de viagem de todo o Brasil em uma competição estratégica e engajadora. A iniciativa reúne 15 seleções e 8 técnicos em uma disputa entre regiões com um objetivo claro: conquistar o melhor desempenho em vendas.  A campanha contempla as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte/Nordeste, que competirão entre si com base no percentual de crescimento nas vendas, em comparação ao mesmo período do ano anterior. A região que apresentar o maior avanço será consagrada campeã da “Copa Club Med”. O período de vendas acontece de 16 de março a 16 de junho de 2026, considerando reservas com consumo ao longo do primeiro semestre de 2026.  Como incentivo, o Club Med preparou uma premiação especial para os destaques da competição. A região vencedora poderá escolher entre três experiências exclusivas de famtour: Ski, Caribe ou Club Med Trancoso. Os 10 primeiros colocados da região campeã terão direito a participar da viagem com acompanhante. Já as regiões que conquistarem o 2º e 3º lugares também serão premiadas e poderão escolher entre os destinos restantes para seus respectivos famtours.  “Essa ação foi criada para valorizar e engajar ainda mais nossos parceiros do trade, que têm um papel fundamental na conexão entre o cliente e a experiência Club Med. Queremos reconhecer o desempenho das agências de forma dinâmica e estimular o crescimento conjunto”, frisa Marco Oliva, vice-presidente Comercial e Lazer do Club Med Brasil.  

FILA apresenta nova tecnologia global de running e coloca o Brasil no centro da inovação da marca

A FILA apresentou na última quinta-feira (19) sua mais nova tecnologia global de running durante um evento exclusivo que reuniu jornalistas, influenciadores e profissionais do mercado. Realizado no Shopping JK Iguatemi, na capital paulista, o encontro marcou um momento único e estratégico para a marca no país. Cerca de 400 pessoas participaram da experiência, que antecipou ao público selecionado a plataforma Skyfoam e o novo modelo Speedrocker, protagonistas da iniciativa. O lançamento ganha ainda mais relevância por posicionar o Brasil em um novo patamar dentro da operação global da marca. De forma inédita, o país passa a exportar tecnologia de calçados de running para outros continentes, — um movimento que reforça o protagonismo brasileiro no desenvolvimento de inovação dentro da FILA. Resultado de mais de dois anos de pesquisa e desenvolvimento, a nova plataforma consolida um avanço importante em performance, conforto e responsividade. “Criamos uma tecnologia que traduz a essência da FILA ao unir tradição e inovação. O Skyfoam representa um novo momento da marca, em que conseguimos materializar nossa evolução em performance com um produto global desenvolvido com forte protagonismo do Brasil”, afirma Adriana David Magalhães, diretora de marketing da FILA.  “Ao longo de dois anos, conduzimos uma série de testes com atletas e diferentes protótipos até chegar a um nível de excelência que nos permitisse competir globalmente. O resultado é um produto que entrega tecnologia de design, amortecimento, responsividade e conforto em um novo patamar”, completa Gustavo Birenbaum, gerente de produtos da marca.  O modelo traz entressola de dupla densidade, com composição 15% mais macia no médio pé para suavizar o impacto e garantir o ultra conforto. Além disso, a FILA se apropria da tecnologia de design e conceito ROCKER EFFECT, com maior angulação na região do retropé para redução do primeiro impacto na passada e no antepé para transição mais rápida, garantindo rolagem mais suave e mais velocidade na corrida. O Speedrocker conta também com cabedal em SKIN TECH para maior respirabilidade, leveza e estrutura e solado EVER-GRIP em peça única, que garante durabilidade com melhor grip e aderência. Com apenas 230g no tamanho 40 (dentro da taxa de variação) e drop de 6 mm, o Speedrocker foi desenvolvido para dialogar com diferentes perfis de corredores e quilometragens. “O Speedrocker elevou o nível da minha experiência de corrida. É um tênis que impressiona pela leveza e estabilidade, mas o grande diferencial está no conforto e na absorção de impacto”, afirma André Sanches, atleta e embaixador do projeto Skyfoam. 

Tecnologia redefine a experiência de cobrança no varejo

A digitalização tem transformado significativamente a comunicação entre varejistas e consumidores no Brasil, com impactos diretos em jornadas críticas como a cobrança. Mesmo com a evolução dos canais digitais, o telefone ainda ocupa papel relevante na relação com o cliente, especialmente em etapas como negociação de débitos e recuperação de crédito.   Nesse contexto, a Digital Call, tecnologia da DMA (Digital Made Accessible) que converte ligações tradicionais em experiências digitais de autoatendimento na tela do smartphone, assume um papel estratégico para o varejo ao integrar eficiência e segurança na relação com o consumidor.     Na prática, ao ligar para o call center da empresa, o cliente é direcionado para um menu interativo de autosserviços, onde pode resolver suas demandas com agilidade e, se necessário, pode retomar o contato com um atendente humano a qualquer momento.   O impacto da digitalização de chamadas pode ser observado no setor de cobrança, historicamente marcado por altos volumes de interação e custos operacionais elevados. Ao digitalizar essa jornada, o varejo passa a operar com maior escalabilidade, previsibilidade e capacidade de resolução sem depender exclusivamente do atendimento humano.    Um exemplo desse movimento pode ser observado no Grupo Casas Bahia, onde a digitalização do contato telefônico foi aplicada à comunicação com clientes pela área de Cobrança, com o objetivo de reorganizar fluxos de atendimento e ampliar a resolutividade.   Em 2025, a empresa digitalizou mais de 300 mil ligações, alcançando 47% de resolubilidade no menu digital, sem necessidade de atendimento humano. A operação registrou 64% de utilização dos autosserviços e uma redução de 34% no volume de interações no call center, além de contribuir para o fortalecimento do banQi, banco digital do grupo, ao integrar o processo de cobrança ao seu ecossistema financeiro.  Entre as funcionalidades mais acessadas pelos clientes do grupo está a negociação de débitos, indicando que jornadas tradicionalmente realizadas por telefone podem ser migradas para ambientes digitais quando estruturadas de forma simples e objetiva.   O desempenho alcançado reflete um movimento mais amplo no varejo: a incorporação de tecnologias capazes de integrar automação, eficiência operacional e uma experiência mais fluida para o consumidor. A iniciativa também foi reconhecida internamente, com a área de Cobrança do grupo recebendo, em 2025, o prêmio de Projeto Inovador do Ano, reforçando o impacto da implementação do menu digital na transformação dos processos e na evolução dos indicadores de performance e relacionamento com o cliente.    Em áreas sensíveis como a cobrança, a digitalização da chamada telefônica deixa de ser apenas uma inovação tecnológica e passa a integrar a estratégia estrutural de relacionamento com o cliente. À medida que o setor busca aumentar a taxa de resolução, reduzir custos e responder a consumidores mais autônomos e digitais, a solução baseada em autosserviço tende a ganhar protagonismo nas operações de atendimento e recuperação de crédito.    “Durante muito tempo, o telefone foi visto no varejo apenas como um canal de custo. A digitalização de chamadas mostra que ele pode se tornar um ponto estratégico de conversão, negociação e resolução, inclusive em jornadas mais sensíveis, como cobrança. Quando o consumidor encontra, já na tela do smartphone, um caminho simples, intuitivo e seguro para resolver sua demanda, o varejo ganha em eficiência e reduz fricção”, afirma Tiago Teixeira, diretor comercial de varejo da DMA.  

Flying Horse vence iF DESIGN AWARD 2026 com coleção de latas que celebra identidades LGBTQIAPN+

 A Flying Horse, primeira marca de energéticos lançada no Brasil, recebeu a premiação do iF DESIGN AWARD 2026 pela coleção “Pride Limited Edition”. O projeto foi premiado na disciplina de Packaging Design, dentro da categoria Beverage Packaging (subcategoria Non-alcoholic – energy drink). A linha apresenta 12 variações colecionáveis da lata de 473ml inspiradas nas diversas bandeiras e identidades da comunidade LGBTQIAPN+ A identidade visual da coleção vem da campanha “Liberte seu Brilho”, que busca se inspirar na simbologia da cultura ballroom e da estática disco balls para as embalagens. Segundo a marca, a proposta do design premiada buscou valorizar o brilho único de cada indivíduo e incentivar todos a viverem suas verdades com coragem e liberdade. Além disso, a coleção representa a continuidade de um compromisso da marca, iniciado em 2021 com o lançamento da lata Pride sabor Pitaya. A seleção foi realizada por um júri independente composto por 129 especialistas internacionais em design. Para Thamara Mileski, Head de Marketing da Britvic Brasil, “Este prêmio reforça a relevância de um trabalho que vai além da estética. Estamos comprovando que nossas embalagens conseguem também ser uma plataforma de visibilidade e respeito. Afinal, cada versãocarrega uma história, e cada identidade merece ser celebrada com energia”, afirma a executiva.

Grupo Dreamers traz executiva da Accenture Song para liderar Growth

O Grupo Dreamers acaba de contratar Sully Siena para liderar sua frente de Growth. A executiva, que assume como Head of Growth, chega com o objetivo de estruturar a conexão entre as diferentes disciplinas do ecossistema, identificando novas possibilidades de atuação dentro dos clientes já atendidos pela holding. A executiva se reportará a Antonio Fadiga, sócio do Grupo Dreamers. Sully soma na bagagem quatro anos e meio na Accenture Song, empresa em que atuou como liderança de contas, parcerias e novos negócios, conduzindo iniciativas voltadas à construção de alianças estratégicas e desenvolvimento comercial. Ao longo da carreira, também passou por Africa Creative, Leo Burnett e Outpromo, com atuação em gestão de clientes e desenvolvimento de negócios. No Grupo Dreamers, a executiva terá como foco estruturar estratégias de cross selling entre as 18 empresas do ecossistema, expandindo as possibilidades de atuação conjunta a partir da integração das áreas de comunicação, conteúdo, entretenimento, tecnologia e experiência. “Temos muitas competências complementares dentro do grupo e, muitas vezes, grandes oportunidades surgem justamente da conexão entre elas. A Sully assume o desafio de ajudar a estruturar esse trabalho de forma dedicada”, explica Fadiga. Segundo Rodolfo Medina, presidente-executivo do Grupo Dreamers, a criação da área responde a um movimento estratégico da companhia. “O crescimento do Grupo Dreamers nos levou naturalmente a criar uma área dedicada a Growth. Atingimos um patamar em que nosso ecossistema tem escala e diversidade suficientes para essa dedicação. A vinda da Sully nos ajuda a olhar para esse potencial com foco total, conectando capacidades e ampliando o valor que entregamos aos clientes”, completa Medina. “Grande parte da minha trajetória foi dedicada a estruturar parcerias e desenvolver novos negócios, conectando empresas, talentos e soluções para gerar crescimento. No Grupo Dreamers encontrei um ecossistema muito rico e complementar, com enorme potencial de integração e sinergia. Estou animada com essa nova fase da minha carreira”, pontua Sully.

Em apoio à música brasileira, Allianz patrocina Coala Festival 2026

Como parte da estratégia de reforçar seus valores e apoiar projetos que celebram a cultura brasileira, a Allianz Seguros, uma das principais seguradoras do país e do mundo, anuncia o patrocínio ao Coala Festival, que acontece nos dias 12 e 13 de setembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O evento está em sua 12ª edição e segue com a proposta de enaltecer os grandes nomes da música nacional e dar espaço para os novos talentos. Em conjunto com o time do festival, a companhia está preparando ativações exclusivas, que serão divulgadas em breve. Além dessa iniciativa e de ações especiais para clientes, corretores e colaboradores, a Allianz levará sua marca para a Área de Acolhimento, um espaço dedicado ao bem-estar e suporte aos participantes, com foco em oferecer um ambiente seguro e de apoio caso alguém se sinta mal, assediado ou precise de suporte emocional. O posto médico e os lockers também terão a assinatura da seguradora.  “Ao apoiar o Coala, diversificamos nossas ações de patrocínio, alinhado com o nosso compromisso de estarmos ainda mais perto das pessoas, valorizando a cultura nacional e proporcionando experiências que conectam. Essa união consolida o posicionamento da Allianz como uma marca que acredita no talento brasileiro, incentiva a diversidade artística e participa ativamente de projetos que inspiram e aproximam comunidades. O evento se destaca ainda por atrair um público engajado, o que reafirma a relevância da marca em se aproximar de diferentes gerações”, explica Maria Clara Ramos, diretoria executiva de Transformação, Estratégia e Marketing da Allianz Seguros. Além do festival de São Paulo, a seguradora irá patrocinar mais cinco eventos do circuito, no formato “Apresenta”, que serão realizados em teatros ou espaços de eventos icônicos nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador. Ao levar cultura, presença e conexão para mais lugares, esse movimento intensifica a estratégia da companhia de estar mais próxima do público em diferentes regiões. “A parceria com a Allianz reforça um princípio central do Coala, cultura se constrói com consistência, continuidade e conexão real com os territórios. Mais do que ativações pontuais, estamos falando de presença ao longo do tempo, em diferentes cidades do Brasil, respeitando a identidade de cada público. O festival nasce desse lugar de valorização da música brasileira e de encontros que fazem sentido. Quando uma marca entende essa lógica, ela deixa de apenas comunicar e passa a integrar, de forma legítima, a experiência cultural das pessoas”, pontua Thiago Custódio, sócio e Business Lead do Coala Music.

Repense transforma expressão “não é nenhum Bicho de Sete Cabeças” em mascote lúdico para desmistificar doação de IR ao Hospital Pequeno Príncipe

A temporada de declaração do imposto de renda 2026 que  inicia hoje, dia 23 de março, uma importante modalidade de doação — até 3% dos impostos devidos podem ser transferidos  para programas e entidades relacionadas à criança e adolescente – segue subutilizada. Isso porque grande parte da população desconhece quão fácil é realizar essa transferência — apenas 2.84% dos contribuintes fizeram uso dessa modalidade de doação em 2025.  Para instituições como o HPP- Hospital Pequeno Príncipe doações filantrópicas, que representaram 15,7% da renda da entidade em 2025, fazem a diferença na quantidade de vidas salvas. A fim de ampliar o volume de doações via IR e aumentar o reconhecimento nacional do HPP, a Repense apresenta a campanha “Bicho de Sete Cabeças”, que parte de um insight criativo poderoso: transformar uma das principais barreiras à doação — a percepção de complexidade — em uma solução de comunicação acessível, lúdica e emocional. “Essa é a principal campanha anual do Hospital Pequeno Príncipe, e reforça nossa expertise em marketing de causa estruturado através de soluções criativas capazes de gerar impacto social concreto”, declara Bianca Tenenberg, diretora de negócios e projetos da Repense. A campanha se apoia na expressão popular “não é um bicho de sete cabeças” para traduzir, de forma tangível e envolvente, a mensagem central de que doar parte do imposto devido ao hospital é um processo simples, rápido e sem custo para o contribuinte. Mais do que um mote, a ideia ganhou forma ao se transformar em um personagem: um “monstrinho” carismático, que dialoga com o universo infantil dos pacientes e cria empatia no público. Esse personagem de sete cabeças se desdobra em diferentes pontos de contato da campanha, do filme às peças digitais, incluindo estratégia de PR e influência, sempre acompanhadas de conteúdo didático, que busca desmistificar a percepção burocrática em torno do processo de doação.  “Nosso head criativo, Bruno Pimentel, partiu de uma verdade simples: muitas pessoas deixam de doar porque acham que é complicado. Ao transformarmos esse medo em um personagem fofo e próximo, conseguimos não só explicar o processo, mas também criar uma conexão emocional que convida à ação”, declara Daniel Chagas, diretor de criação da Repense. A campanha será veiculada até 29 de maio, prazo final para a entrega das declarações de IR, com presença em TV fechada, OOH, rádio, CTV, redes sociais e mídia programática. O público-alvo inclui contribuintes que declaram pelo formulário completo e contadores, considerados agentes fundamentais na decisão de destinação do imposto. Ficha técnica Agência: RepenseCliente: Hospital Pequeno PríncipeCampanha: Bicho de 7 CabeçasCEO: Otavio DiasDiretora de Negócios: Bianca TenenbergAtendimento: Rafaela VieiraEstratégia: Bárbara FeitosaDireção Criativa: Daniel ChagasCriação: Bruno Pimentel e Frederico TúlioRTV: Dani Gomes / Sueli FeltreProdutora: FrameriaProdução executiva: Luiz Fellipe SousaDireção de Cena: Fernando Dj e João MacFarlandGeração de cenas: Leonardo ZaiaColor Grading: Marcelo AprilePós-produção e finalização: Equipe FrameriaLocução: Fernando NamurProdução Musical: Roberto FariaAprovação cliente: Fernanda Salgueiro, Paola Rocha  e Rodolfo Schneider

A importância do alvará de publicidade na legalização da comunicação visual da sua empresa

Com a finalidade de diminuir a poluição visual da paisagem urbana e a degradação ambiental, muitos municípios mantêm em vigor leis que regulamentam a utilização de faixas, placas, cartazes, banners, totens, painéis de lead, entre outros materiais utilizados para a publicidade das empresas. Na capital paulista, por exemplo, uma das pioneiras em tratar o assunto, a Lei Cidade Limpa entrou em vigor em 01 de janeiro de 2007. No entanto, mesmo após 17 anos, não é incomum vermos pelos muros, postes e fachadas, cartazes com anúncios irregulares sobre os mais variados produtos e serviços. Para se ter uma ideia, de 2007 a 2011 foram removidos na cidade de São Paulo cerca de 2,4 milhões de materiais, entre placas, faixas, banners e lambe lambes, e aplicadas 10.154 multas, decorrentes das ações fiscalizatórias. No entanto, todo empreendedor brasileiro sabe que ‘a propaganda é alma do negócio’, mas para não causar prejuízos a marca é imprescindível seguir algumas regras. ‘Fazer publicidade da sua empresa ou serviço não é ilegal, o que é preciso entender é que cada município têm suas leis especificas para a questão, sendo necessário respeita-las’, explica o diretor-geral da Plenno Arquitetura, Fábio Ramos – especialista em Arquitetura Legal e Compliance Imobiliário. É extremamente importante estar atento às regras para que essa exposição não gere uma dor de cabeça posterior. Tendo em vista que é de interesse das empresas expor sua marca, produto ou serviço da melhor forma possível, quando a organização possui uma sede física, é comum à instalação de placas visíveis para quem circula pelas vias, por exemplo. De acordo com Ramos, ‘existem meios de se fazer a divulgação de forma legal, sem prejudicar o paisagismo e a limpeza da cidade. As leis municipais relacionadas ao assunto regulamentam os tipos de publicidade, os tamanhos permitidos, a quantidade de peças por imóvel, entre outros parâmetros que são necessários seguir para a obtenção do alvará de publicidade’. Como já dito, o órgão responsável por essa regulação do que pode ou não ser feito é a Prefeitura de cada município, e para a solicitação do alvará de publicidade é preciso apresentar uma série de documentos, por isso, o auxilio de um profissional da área para tirar dúvidas e realizar as adequações necessárias, evitando assim qualquer problema que gere transtornos ou prejuízos para o negócio, pode ser muito relevante. ‘A realização de publicidade sem a licença pode acarretar em sanções, como a apreensão das peças e multas. E vale lembrar que o valor da multa para esse tipo de infração é um dos mais caros, pois para o cálculo leva-se em conta a quantidade de itens e o metro quadrado excedente do tamanho permitido’, explica o especialista da Plenno Arquitetura.

Votorantim Cimentos valoriza cultura brasileira em nova fase da campanha “É Bom Demais”

A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, anuncia a nova onda da campanha publicitária “É Bom Demais”. A estratégia ocorre no ano em que a companhia completa 90 anos e integra canais on e off-line por meio de inserções em mídia de massa, pílulas digitais e três filmes principais. Desenvolvida pela agência OMZ, a parceria com a Votorantim Cimentos na campanha “É Bom Demais” começou em 2022 com inserções e patrocínios regionais pontuais, evoluindo até se consolidar como uma plataforma nacional. A evolução do marketing da companhia reflete diretamente em resultados de awareness e vendas, colocando a marca em posição de protagonismo em lembrança e preferência, com crescimento contínuo ano após ano. A “brasilidade” continua sendo o grande motor criativo do projeto. O conceito da campanha, em 2026, resgata o imaginário popular inspirando-se em formatos icônicos da televisão brasileira, como o telejornal e os programas de auditório, além do clima de convocação da seleção brasileira de futebol, com o filme “Convocación”. O foco da comunicação agora se expande para todo o ecossistema de soluções da marca ligadas à construção, posicionando a Votorantim Cimentos como provedora do começo ao fim da obra (abrangendo aditivos, argamassas, rejuntes e impermeabilizantes). Para ancorar os três filmes, a estratégia manteve ícones afetivos que dialogam diretamente com o consumidor final e o profissional da obra. O cantor Leonardo segue como o protagonista, acompanhado pelo ex-jogador e apresentador “Craque Neto”, o influenciador “Bitelo” e o querido “Doguinho”. O elenco ganha um reforço de peso com a presença de um famoso apresentador do mundo das celebridades e fofocas. Em uma sátira divertida aos formatos da cultura pop, ele é repórter do “Jornal da Obra”, para o terceiro filme da campanha. “As últimas ondas da campanha mostraram que a combinação de futebol e sertanejo, que são a ‘cara do Brasil’, se mostrou assertiva e os indicadores de marca têm crescido consistentemente desde 2022. Agora, inserimos mais elementos que trabalham o imaginário da TV com o brasileiro”, afirma Mayra Cordeiro, CCO da OMZ. Um dos pontos da estratégia de longo prazo da campanha é a postura de respeito em relação aos profissionais da construção, como pedreiros e azulejistas. “A Votorantim Cimentos escolheu o caminho da valorização. A campanha eleva o profissional ao patamar de grande especialista e principal influenciador de compra no ponto de venda”, disse Aline Torres Ferreira, gerente de Marketing para Autoconstrução da Votorantim Cimentos. A marca continuará com forte presença no horário esportivo, com veiculação em TV aberta, programas esportivos, rádio, YouTube, redes sociais e mídia digital . A nova fase da campanha “É Bom Demais” estreiou no dia 22 de março, com o filme “Convocación”.

EverValue lança desafio global para creators com prêmio de US$ 8,5 mil

A EverValue (EVA), criptomoeda lastreada em Bitcoin com resgate via queima de tokens, anuncia o lançamento do EVA Creator Challenge, uma iniciativa educacional global que une aprendizado técnico e produção de conteúdo sobre Bitcoin, infraestrutura blockchain e tokenomics. O programa será realizado entre 23 de março e 10 de abril, com quatro aulas técnicas ao vivo seguidas de um desafio de criação de conteúdo que distribuirá US$ 8.500 em tokens $EVA para os participantes. Diariamente, novos BTC provenientes das operações de mineração da EverValue são direcionados ao Burn Vault Core e ao Burn Vault Boost, smart contracts responsáveis por armazenar os ativos. Para retirar Bitcoin desses cofres, a única forma é por meio da queima de tokens EVA, processo que remove permanentemente os tokens de circulação. O valor liberado no resgate é calculado pelo Burn Price, determinado pela divisão do saldo de WBTC armazenado nos vaults pela quantidade total de tokens EVA em circulação, estabelecendo um valor mínimo verificável do token em BTC. Todo o processo é público e pode ser acompanhado on-chain. O desafio foi estruturado para explicar, de forma didática e prática, como funciona o ecossistema EverValue, incluindo mineração de Bitcoin, arquitetura de contratos inteligentes, tokenomics e funcionamento dos Burn Vaults, seguindo princípios de auditoria e transparência do protocolo. Durante o programa, os participantes terão acesso a quatro aulas ao vivo, realizadas de 23 a 26 de março, sempre às 20h (GMT-3), transmitidas no YouTube e no X (Twitter Live/Spaces). As sessões abordarão fundamentos da mineração de Bitcoin, fluxo de BTC no ecossistema, arquitetura de smart contracts, tokenomics e mecanismos de queima de tokens ($EVA burn), incluindo análise pública do smart contract do token. O programa está estruturado em quatro trilhas: Mineração e Infraestrutura, Smart Contracts & Tokenomics, Burn Vaults e Narrativas da Comunidade. Cada trilha combina aulas técnicas e exercícios práticos, permitindo que os participantes compreendam a operação do ecossistema EverValue, testem seus conhecimentos e produzam conteúdos educativos que engajem a comunidade. O EVA Creator Challenge também funciona como um desafio global de conteúdo educacional. Após as aulas, os participantes poderão publicar threads, artigos ou vídeos curtos no X explicando os conceitos discutidos. Os conteúdos serão avaliados com base em clareza didática, precisão técnica, originalidade, criatividade e engajamento da comunidade. Premiação total de US$ 8.500 O EVA Creator Challenge distribuirá um prêmio total de US$ 8.500 em tokens $EVA, dividido entre quatro trilhas educacionais: mineração e infraestrutura, smart contracts e tokenomics, Burn Vaults e narrativas da comunidade. Cada trilha terá US$ 2.000 distribuídos entre os dez melhores conteúdos, com prêmios individuais de: Além disso, o participante com melhor desempenho global receberá um prêmio adicional de US$ 500 em tokens $EVA, podendo totalizar até US$ 3.300 em recompensas. Esses tokens são ativos reais do ecossistema EverValue, com lastro em Bitcoin, que podem ser mantidos ou resgatados diretamente do Burn Vault via queima de $EVA, permitindo receber a fração correspondente de BTC. Participantes com bom desempenho também poderão ser considerados para colaborações futuras dentro do ecossistema, ampliando oportunidades de aprendizado e engajamento na comunidade. Mentores e condução do programa O programa será conduzido por especialistas ligados ao ecossistema EverValue, com destaque para Rafael Castaneda (Casta), embaixador da EVA e nome ativo na formação de comunidades e educação em Web3. Com mais de duas décadas de experiência em tecnologia, ele atua como empreendedor e é fundador da Casta Guilda, onde desenvolve conteúdos sobre blockchain a partir de uma leitura que conecta aspectos técnicos, econômicos e sociais do mercado. Atualmente, Casta trabalha com infraestrutura financeira, tokenização e pagamentos digitais, além de manter atuação constante na produção de conteúdo e participação em eventos do setor. “Nosso objetivo é transformar conceitos complexos em entendimento prático. Quando o participante compreende como o sistema funciona, da mineração ao smart contract, ele deixa de apenas consumir informação e passa a interpretar o mercado com mais autonomia”, afirma. Ao lado dele, participam Victor Alfa, economista formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e pós-graduado em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV), além de Vinicius 0xCokinha, criador de conteúdo e profissional de desenvolvimento de negócios no mercado Web. Todos são embaixadores da EverValue e vão atuar na condução das aulas e na orientação dos participantes ao longo do programa. O EVA Creator Challenge nasce como uma iniciativa para fortalecer a educação cripto, promover a transparência da infraestrutura blockchain e engajar a comunidade em práticas educativas relevantes. “O EVA Creator Challenge é uma oportunidade de fortalecer a educação cripto e tornar a infraestrutura blockchain mais transparente e acessível. Ao incentivar criadores a estudar, analisar e produzir conteúdo técnico de qualidade, contribuímos para o desenvolvimento do setor e para a construção de uma comunidade mais informada e engajada”, explica Flor Ayala, CEO da EverValue. Como participar As inscrições para o EVA Creator Challenge estão abertas até o dia 6 de abril e podem ser realizadas de forma 100% online pelo formulário oficial. Após a conclusão das quatro aulas técnicas ao vivo, os participantes deverão submeter os links de seus conteúdos (threads, artigos ou vídeos curtos) para avaliação da equipe do programa. O processo é simples e transparente, garantindo que todos tenham oportunidade de participar, aprender e concorrer aos prêmios em tokens $EVA, além de potencialmente se destacar na comunidade cripto. Serviço: EVA Creator Challenge

Por que o setor de limpeza e conservação é o que mais cresce no país?

Depois de um dia de trabalho, muitas pessoas chegam em casa e recorrem a uma rotina simples para aliviar a mente: guardar objetos fora do lugar, limpar superfícies ou reorganizar ambientes. As ações podem parecer uma parte pouco significativa do cotidiano, mas para muitos brasileiros esse momento também funciona como uma forma de reorganizar pensamentos e retomar a sensação de controle sobre a própria rotina. Essa percepção aparece em uma pesquisa conduzida pela consultoria Quiddity, a pedido da marca Scotch-Brite. O levantamento aponta que 63% da população vê a limpeza doméstica como uma estratégia de autocuidado e reorganização mental. Para 78% dos entrevistados, limpar a casa ajuda a organizar a mente, enquanto 71% afirmam que manter o lar em ordem traz maior sensação de controle sobre a própria vida. Esse novo olhar sobre o ambiente doméstico tem ampliado o consumo de produtos ligados à organização da casa e impulsionado a demanda por serviços especializados de limpeza, criando um mercado cada vez mais robusto no país. Os números confirmam essa tendência. Em 2025, o setor de limpeza e conservação registrou o maior crescimento entre todos os segmentos do franchising brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o faturamento do setor avançou 16,8%, passando de R$ 2,1 bilhões para R$ 2,5 bilhões no período. Para especialistas do setor, esse crescimento está ligado a transformações no estilo de vida urbano e à busca crescente por praticidade no dia a dia. “O que observamos é uma mudança clara no comportamento das famílias. A terceirização dos serviços domésticos cresce porque as pessoas têm rotinas cada vez mais intensas e buscam soluções confiáveis para manter a casa organizada”, afirma José Roberto Campanelli, diretor da rede Mary Help. Especializada na intermediação de profissionais para serviços domésticos, a Mary Help tem acompanhado esse movimento de expansão. A rede soma atualmente cerca de 180 unidades em operação no país e vem ampliando sua presença nacional impulsionada pela crescente procura por serviços de limpeza, passadoria e organização residencial. Segundo dados da empresa, o investimento inicial para abrir uma franquia varia entre R$ 40 mil e R$ 60 mil, dependendo do porte do município atendido. O modelo é operado no formato home based, o que reduz custos operacionais e facilita a entrada de novos empreendedores. Uma unidade da rede apresenta faturamento médio mensal em torno de R$ 60 mil, com lucratividade estimada entre 15% e 25% e prazo de retorno do investimento entre 12 e 14 meses. Para Campanelli, o modelo explica parte do avanço do segmento nos últimos anos. “O franchising brasileiro amadureceu e hoje o empreendedor procura negócios com demanda constante e operação estruturada. Os serviços domésticos atendem justamente a essa necessidade”, diz. O impacto da valorização do cuidado com o lar também se reflete no varejo de produtos ligados à organização doméstica. Redes que trabalham com utilidades para casa, decoração e itens de limpeza têm observado aumento na procura por produtos que ajudem a manter ambientes funcionais e organizados. É o caso da Prioridade 10, rede de varejo com forte presença na região Sul do país e especializada em produtos de preço acessível, incluindo utilidades domésticas, itens de organização e decoração. A empresa opera atualmente cerca de 100 lojas e projeta alcançar faturamento de R$ 265 milhões em 2026, além de ultrapassar a marca de 110 unidades em funcionamento. Segundo o CEO e fundador da rede, Rogerio Zorzetto, a procura por produtos ligados à organização da casa acompanha uma mudança na forma como o público enxerga o ambiente doméstico. “O consumidor tem buscado soluções práticas para melhorar a rotina dentro de casa. O objetivo é criar espaços funcionais, isentos do aspecto de poluição visual e que deem a tão desejada sensação de um lar”, afirma. Esse comportamento aparece também no desempenho da rede. Em 2025, a categoria de utilidades domésticas respondeu por 28,7% do faturamento da empresa, ficando entre os segmentos mais relevantes do mix de produtos. A presença da marca em cidades de pequeno e médio porte também tem contribuído para ampliar o acesso a esse tipo de produto. “Quando levamos um varejo organizado para regiões que antes tinham pouca oferta, criamos novas oportunidades de consumo e fortalecemos o comércio local”, explica Zorzetto.

iD\TBWA apresenta Creatura, nova unidade que une marcas, creators e cultura para gerar impacto real

Em um cenário em que a influência se tornou central para a cultura e para as decisões de consumo, mas ainda enfrenta saturação criativa, baixa transparência e modelos operacionais fragmentados, a iD\TBWA, agência que combina dados, criatividade e inovação para impulsionar o crescimento de marcas e negócios, anuncia o lançamento da Creatura, sua nova unidade dedicada à influência e à creator economy. A Creatura nasce com o propósito de elevar a influência ao patamar de inteligência estratégica de marca, unindo coragem criativa, rigor em dados, visão cultural e eficiência operacional. A unidade chega estruturada para integrar creators desde o início das ideias, fortalecer a autoria das marcas dentro das conversas culturais e entregar resultados tangíveis, com processos mais transparentes, métricas conectadas ao negócio e governança financeira clara. “A influência cresceu muito, mas cresceu de forma desordenada. Hoje, as marcas precisam de influência como narrativa, estratégia e impacto, não apenas como execução”, afirma Marco Sinatura, Chief Strategy & Innovation Officer da iD\TBWA. “A Creatura nasce exatamente para isso: conectar visão criativa, cultura e creators de forma integrada, elevando o padrão de influência no Brasil com mais inteligência, mais transparência e mais eficiência”, completa o CSIO. A operação já nasce robusta. Somente até o terceiro quarter de 2025, foram 53 projetos de influência, envolvendo 206 creators, com entregas relevantes para marcas como Allianz, Audi, Banco BV, Claro, Philips e Shell. As iniciativas vão de conteúdos social-first a campanhas integradas, collabs estratégicas e projetos que integram narrativa, cultura e performance. Nos próximos meses, projetos co-criados com creators e suas comunidades serão a prioridade, com três deles já em fase final de produção para publicação ainda no primeiro trimestre. O nome Creatura simboliza essa virada de posicionamento: Se antes a influência era tratada principalmente como execução, agora passa a ser encarada como estratégia de construção de marca dentro da cultura. Passa a representar uma forma mais autoral e viva de conduzir a disciplina como uma prática que converge o conhecimento de creators, criativos e marcas em favor de ideias que estimulam conversas nas comunidades com mais potência e relevância. Liderança e visão Para liderar essa nova fase, a iD\TBWA anuncia Marlon Faria como Diretor de Influência. Com mais de 15 anos de experiência em conteúdo, social marketing e influência, com passagem pela TV Globo, grandes agências e projetos desenvolvidos para marcas como TIM, Santander, Kwai, Peugeot, Postos Petrobras e Grupo Pão de Açúcar, Marlon chega à iD\TBWA com a missão de consolidar a Creatura como uma das principais plataformas de crescimento da agência. “Marlon une um olhar criativo centrado no conteúdo, repertório cultural e experiência prática na construção de programas de influência com impacto real. Sua chegada reforça nossa ambição de transformar influência em uma disciplina estratégica capaz de catalisar e aprofundar a construção de significado das marcas junto às comunidades”, destaca Marco. Para Marlon, a Creatura representa um novo capítulo para a disciplina. “Influência deixou de ser um canal de mídia e passou a ser um sistema de criação cultural. As marcas que entendem isso conseguem participar das conversas que realmente movem comunidades. Nosso papel é criar essa participação de forma estratégica, integrada e responsável, com transparência, inteligência e criatividade.” Parte do plano de expansão da iD\TBWA A Creatura se integra ao movimento de expansão da iD\TBWA, que cresceu 25% em receita em 2025 e vem fortalecendo sua estrutura com unidades especializadas como a iDx (inovação e design de experiência), Intelecta (dados e martech), Indie (produção digital) e Creatura (influência e creators). A combinação dessas frentes reforça a visão da agência: entregar soluções completas que unem criatividade, cultura, tecnologia e performance para acelerar o crescimento dos clientes. “A iD\ sempre foi uma agência que desbrava o futuro, sendo uma parceira que conduz os clientes à inovação, integrando pessoas, dados, tecnologia e cultura com profundidade e intencionalidade”, afirma Camila M. Costa, CEO e sócia da iD\TBWA. “A Creatura nasce exatamente com o intuito de trazer a influência como motor de criatividade, relevância e resultado para marcas e negócios”, completa Camila.

Spark cria Spark Maxx, hub de soluções martech 

A Spark, empresa com mais de uma década de atuação consolidada no universo do marketing de influência, anuncia a criação da Spark Maxx, hub de soluções martech. O modelo de negócio é ancorado na curadoria e representação de soluções que integram tecnologia e ciência de dados, voltadas a maximizar estratégias de marketing de influência.  O lançamento da Spark Maxx acontece em um momento de aquecimento do segmento, que, globalmente, deve ultrapassar a movimentação anual de US$ 480 bilhões até 2027, conforme projeções do Goldman Sachs. A empresa também nasce em um cenário em que “mensuração e impacto real nos negócios” foi apontado como o principal desafio do marketing de influência no Brasil, segundo o estudo Influence Marketing Scope 2025, realizado pela consultoria Scopen, com mais de 180 executivos.  A criação da operação independente acontece a partir do spin-off de uma estrutura composta por 30 pessoas até então incubada na empresa-mãe, e já nasce com uma robusta carteira de clientes como O Boticário, Grupo Globo, Mercado Livre, Smart Fit, WMcCann, Almap e VML.     O modelo nasceu de um acordo de representação exclusiva da plataforma Sprout Social no Brasil. A iniciativa impulsionou a adoção da tecnologia no país e contribuiu para posicionar o mercado brasileiro como o segundo maior do mundo para a plataforma, referência global em soluções de gestão e inteligência para redes sociais.  “Queremos que a Spark Maxx seja um farol na Era da Influência, empoderando marcas e agências a tomarem decisões fundamentadas em dados”, pontua André Alves, diretor executivo da Spark Maxx.  Além da parceria com a Sprout, a empresa levará ao mercado as ferramentas Creator Pulse e Community Discovery, ambas da Human Data, empresa que combina algoritmos próprios e inteligência artificial para criar soluções para o marketing de influência recém-adquirida pela Spark.  “Validamos o modelo na parceria com a Sprout e agora partimos para um voo mais ambicioso junto a outros parceiros para trazer um ‘sistema operacional’ para a Creator Economy no Brasil, com soluções que geram impacto real no negócio”, pontua Raphael Pinho, co-founder da Spark. 

Cabana burger desembarca no internacional shopping guarulhos e reforça plano de expansão focado no food service

O Cabana Burger – rede de hamburguerias que valoriza a conexão com o campo e a produção artesanal de cada produto servido em suas unidades, provenientes de sua fábrica própria, a ‘Casa Cabana’ – amplia sua presença na Grande São Paulo e inaugura, na segunda quinzena do mês de março, mais uma unidade. A nova operação está localizada no Internacional Shopping Guarulhos – um dos principais centros de compras da região. Com a abertura, o Cabana Burger chega a 3 unidades na cidade de Guarulhos – as duas primeiras estão localizadas nos Terminais 2 e 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos – Governador André Franco Motoro. Em seu novo endereço, o Cabana Burger leva ao público de Guarulhos a proposta que consolidou a marca no mercado: hambúrgueres preparados com ingredientes selecionados, ambiente moderno e acolhedor e uma experiência gastronômica pensada para transformar a refeição em um momento especial. Entre os destaques do cardápio estão os best sellers da casa, caso da linha 100% Wagyu, composta por burgers feitos com 200g da carne mais nobre do mundo, com selo de certificação, além da Linha Truffle, repleta de burgers suculentos preparados com trufas de verdade. O menu traz, ainda, uma série de outros sanduíches extremamente saborosos, preparados com frango marinado e empanado e opções vegetarianas. Uma série de combos, que reúnem hambúrguer, acompanhamento e bebida, em combinações que equilibram conveniência, sabor e qualidade, também estão disponíveis como sugestão no cardápio. As opções incluem alguns dos sanduíches mais pedidos da rede, acompanhados pelas tradicionais fritas da casa e das bebidas, disponíveis no sistema ‘free refil’. Para finalizar, o cardápio conta, ainda, com uma ampla variedade de shakes e, claro, sobremesas, que fecham a refeição da maneira mais saborosa possível. O Cabana Burger está localizado no Piso 1 do Internacional Shopping Guarulhos. A loja tem cerca de 161m² e capacidade para acomodar 94 clientes confortavelmente. Crescimento da marcaO Cabana Burger reforça seu plano de expansão em um dos segmentos mais dinâmicos da economia brasileira: o de alimentação fora do lar. Segundo Bruno Lemos, diretor de franquias do Cabana Burger, essa inauguração faz parte de um plano estruturado de crescimento da marca, que busca ampliar sua presença em regiões estratégicas e com grande fluxo de consumidores. “O Cabana Burger vem crescendo de forma consistente nos últimos anos. A inauguração da nova unidade reforça nossa estratégia e a confiança no potencial do mercado brasileiro de hamburguerias. Seguimos atentos a oportunidades que permitam fortalecer a presença da marca e levar nossa proposta gastronômica a cada vez mais pessoas”, destaca. A expansão da rede Cabana Burger ocorre em um momento em que o food service se apresenta como um dos principais motores do empreendedorismo no país e continua atraindo investimentos e novas operações. Dentro desse universo, redes estruturadas e modelos de franquia têm ganhado cada vez mais relevância, especialmente no segmento de fast casual e hamburguerias, impulsionados pela busca do consumidor por qualidade, conveniência e experiências gastronômicas diferenciadas. Com a nova operação em Guarulhos, a rede fortalece sua presença na região metropolitana de São Paulo e avança em seu plano de crescimento, ampliando a presença da marca em um mercado cada vez mais competitivo e exigente. SERVIÇO:Cabana Burger – Internacional Shopping GuarulhosEndereço: Rodovia Presidente Dutra, km 225 – Itapegica, Guarulhos (SP)Piso 1Delivery: app Cabana Burger e iFoodInstagram: @cabana.burger

Asia Shipping lança Pharma Hub em Frankfurt e amplia presença estratégica no mercado farmacêutico global

Com 1.000 m² dedicados ao setor farmacêutico e certificação GDP, novo ativo fortalece atuação da companhia na Europa e amplia capacidade para cargas críticas com controle de temperatura O mercado farmacêutico global segue em plena ascensão. De acordo com o relatório mais recente da IQVIA, o gasto global com medicamentos deve alcançar aproximadamente US$ 2,3 trilhões até 2028, com crescimento contínuo ao longo dos próximos anos, impulsionado pela adoção de terapias de alto valor e pelo aumento do acesso em mercados emergentes e desenvolvidos. Acompanhando essa expansão e a crescente sofisticação da cadeia de suprimentos do setor, a Asia Shipping, multinacional brasileira e maior integradora logística da América Latina, anuncia o lançamento oficial do seu Pharma Hub em Frankfurt, na Alemanha — um ativo estratégico voltado exclusivamente ao atendimento do mercado farmacêutico internacional. Com 1.000 m² de infraestrutura dedicada e capacidade para mais de 1.000 posições de paletes, o novo hub fortalece a presença da companhia na Europa por meio de um parceiro com certificação GDP (Good Distribution Practice), padrão internacional que assegura qualidade, rastreabilidade e conformidade na cadeia logística de medicamentos. “Estamos ampliando nossa atuação em um dos segmentos mais exigentes da logística global. O Pharma Hub em Frankfurt representa um avanço estratégico, que conecta nossa expertise internacional a uma infraestrutura de altíssimo padrão, preparada para atender cargas críticas com total controle e confiabilidade”, afirma Alexandre Pimenta, CEO da Asia Shipping. Pharma Hub da Asia Shipping em Frankfurt amplia competitividade no mercado farmacêutico Localizado a menos de 10 minutos da CargoCity South do Aeroporto Internacional de Frankfurt (FRA), o Pharma Hub foi estruturado para garantir eficiência operacional, agilidade no fluxo aduaneiro e integração plena com as demandas globais dos clientes da companhia. A operação conta com armazenamento de última geração que cobre ampla faixa térmica, desde ambiente controlado entre 15°C e 25°C até temperatura ultrabaixa de -80°C, atendendo medicamentos sensíveis, vacinas e terapias baseadas em mRNA. Toda a estrutura opera em conformidade integral com as normas GDP e com certificação AEO (Operador Econômico Autorizado), além de processos previamente alinhados às exigências da ANVISA e aos principais padrões regulatórios internacionais. O hub dispõe ainda de equipamentos especializados, como data loggers calibrados para monitoramento contínuo de temperatura, mantas e embalagens térmicas de alta performance, além de gel packs e gelo seco, assegurando a integridade da carga ao longo de todas as etapas. A estrutura também está apta à emissão do certificado EUR.1, documento que comprova a origem preferencial da mercadoria e permite a obtenção de benefícios tarifários em acordos comerciais internacionais, otimizando os custos e a competitividade para o cliente final em operações elegíveis. Segundo Pimenta, o lançamento do hub representa mais do que uma ampliação física da operação europeia. “Estamos oferecendo ao mercado um ambiente de risco controlado, com precisão operacional e integração técnica plena entre Alemanha e nossas demais unidades globais. É uma extensão crítica da nossa capacidade de atendimento end-to-end para o setor farmacêutico.” Logística farmacêutica exige padrão internacional de excelência A logística farmacêutica é considerada uma das mais complexas do comércio internacional, exigindo rastreabilidade integral, controle rigoroso de temperatura, conformidade documental e alinhamento entre múltiplos agentes regulatórios. Com o novo Pharma Hub em Frankfurt, a Asia Shipping Alemanha passa a atuar com liderança técnica local e suporte estratégico global, assegurando que cada operação seja conduzida com governança robusta e rigor operacional compatível com as demandas de um mercado altamente exigente. Com a iniciativa, a companhia reforça sua estratégia de especialização em segmentos regulados e consolida mais um passo em sua expansão internacional, conectando a Europa aos principais fluxos comerciais com América Latina, Ásia e Estados Unidos.

3 razões para empresas adotarem IA nas áreas de backoffice financeiro e fiscal 

De acordo com dados recentes do estudo Panorama do Contas a Pagar 2026 realizado pela Qive, plataforma líder do contas a pagar que integra e automatiza, em um único fluxo conectado ao ERP, a gestão de pagamentos, documentos e fornecedores, apenas 33% das empresas no Brasil usam IA em áreas como backoffice financeiro e fiscal e 16% tiveram orçamento dedicado ao tema. Outro dado interessante é que mais da metade das empresas ainda depende fortemente de planilhas e processos manuais. Para Isis Abbud, co-fundadora e co-CEO da Qive, empresa líder do Contas a Pagar, nunca se falou tanto em Inteligência Artificial nas companhias brasileiras. E, paradoxalmente, investe-se pouco nessa ferramenta, especialmente nos setores em que o dinheiro realmente ‘passa’. “Enquanto áreas como marketing experimentam modelos generativos, criam campanhas mais rápidas e testam novos formatos, o backoffice financeiro e fiscal — responsável por volumes bilionários, riscos reais e impacto direto no caixa — ainda depende, em grande parte, de planilhas e controles paralelos”, explica. Ainda segundo a especialista, o problema não é apenas a baixa adoção. É onde e como a tecnologia está sendo usada. A executiva aponta 3 razões para o uso da IA nas áreas de contas a pagar, financeiro e backoffice das empresas:  1 – A IA apoia escolhas para orientar o negócio Quando existe automação, ela costuma estar focada em registrar o passado: lançar, conferir, arquivar, reconciliar. O fluxo anda e a decisão continua parada. Ou seja, digitaliza-se o processo, mas não se constrói inteligência para antecipar riscos, apoiar escolhas ou orientar o negócio. Para ela, o que isso cria, na prática, “é uma ilusão perigosa: companhias que se declaram “data-driven”, “AI-ready”, mas que ainda precisam de planilha, validação manual e retrabalho para rodar o contas a pagar. Ambição estratégica sem base operacional sólida não escala. E, no backoffice, esse custo é invisível até o momento em que vira problema”, complementa Ísis.  2 – A ferramenta ajuda a evitar erros “Em operações de alto volume, falhas como pagamentos em duplicidade, vencimentos perdidos, dados inconsistentes, retrabalho constante, não são exceção — são estatística”, aponta a cofundadora da Qive. O mesmo Panorama, pesquisa destacada anteriormente, apontou que ineficiências operacionais e erros em processos financeiros podem consumir até 1% da receita anual de uma organização, um impacto que se acumula silenciosamente ao longo do tempo.   3 – IA como braço direito das pessoas Ainda segundo o mesmo estudo da Qive, as pessoas estão mais prontas do que os sistemas. Neste cenário, 51% dos profissionais querem investir em IA e 39% apontam planejamento e estratégia como prioridades.  “O apetite por um backoffice mais analítico existe. O que falta não é apenas a decisão de investimento, mas também dados confiáveis, infraestrutura e integração sólida de ferramentas”, pontua a especialista.  Nem todo profissional de backoffice está preparado para atuar de forma analítica. E mesmo entre os que têm esse repertório, a travessia não é automática. “Tecnologia de ponta apoiada em dados ruins, fragmentados ou pouco confiáveis não gera inteligência. Gera ruído. Automatiza erros. E aumenta a insegurança na tomada de decisão.Sem dados íntegros, governados e acessíveis, a IA não acelera o pensamento, ela atrapalha”, finaliza a executiva.

LA Open preenche a semana da N Sports com muito tênis no Challenger em São Paulo

A N Sports, em seus canais de YouTube, Fast TV e TV por assinatura, vai trazer as disputas do Latin America Open, ou simplesmente LA Open de tênis masculino. Os jogos de simples e duplas do Challenger 100, que faz parte do circuito da ATP, disputados no saibro do Jockey Clube de São Paulo terão ampla cobertura do canal, desde os primeiros jogos da chave principal na segunda-feira (23), a partir das 18h30, até a grande final no domingo (29), às 16h. A N Sports exibirá duas sessões de jogos durante a semana, a primeira no começo da tarde com horários de início às 13h ou 14h, conforme as chaves se afunilam, e a segunda sempre às 18h30, entrando pelas noites da semana. As transmissões começam meia hora antes com Gerson Jr., Luiza Santana e André Bastos nas narrações e o jornalista Giovane Martinelli e a ex-tenista profissional Patrícia Medrado nos comentários. Já no sábado (28), os canais exibem as duas semifinais de simples e a final de duplas na sequência, começando às 15h. Para ter a definição dos grandes finalistas do domingo (29), também com transmissão especial. O Brasil começou com 13 tenistas como representantes na chave principal de simples, entre os que se classificaram direto e os que avançaram do qualifying. Os principais nomes estão João Lucas Reis (atual número 2 do país) e Guto Miguel (garoto de 17 anos), tido como a nova promessa brasileira para o circuito profissional. O evento ainda conta com dois dos oito cabeças-de-chaves entre o Top-100 do ranking atual, o norte-americano Emilio Nava (#74) e o argentino Thiago Agustín Tirante (#81). A N Sports está em sete operadoras de TV Paga (CLARO TV – Canal 566, VIVO TV – Canal 567, SKY+, ZAPPING – Canal 24, SOUL TV – Canal 196, NXTV e INTC – Canal 90). Além disso, está em cinco plataformas em canais de FAST TVs (Samsung TV Plus – Canal 230, LG TV – Canal 801, TCL – Canal 10014, VIDAA, RecordPlus e NXTV), totalizando 13 operadoras em cobertura.

Revanche no Showbol! Brasil e Argentina voltam a duelar na tela da N Sports

A N Sports continua com a cobertura de eventos do Showbol nesta temporada. Se em dezembro passado a Argentina venceu o duelo realizado em São Paulo, o Brasil quer dar o troco jogando na Cidade Maravilhosa. A partida será nesta terça-feira (24), às 19h, como parte da programação do Rio Fut Summit 2026, em arena montada no Museu do Amanhã. A noite da rivalidade mais tradicional do futebol sul-americano promete jogo quente, nostalgia, grandes estrelas do futebol e muito entretenimento. A N Sports transmitirá o evento ao vivo em seus canais de YouTube, Fast TV e TV por assinatura, com Chico Pedrotti na narração, comentários de Danilo Soto, reportagem de Vini Machuca e meia hora de pré-jogo.  O confronto reunirá astros que marcaram época nos dois países e convidados especiais. Djalminha, Romário, André Balada, Léo Moura, Richarlyson, Júlio César, Cláudio Adão  estão confirmados para representar o Brasil, enquanto a Argentina tem garantida a presença de Dario Conca (ex-Fluminense), Ariel Cabral (ex-Cruzeiro), Héctor Canteros (ex-Flamengo), entre outros convidados. Um encontro de craques, histórias e estilos de jogo que sempre renderam capítulos marcantes no futebol da região. O Showbol combina ritmo acelerado, campo menor, bordas laterais que mantêm a bola em jogo e partidas cheias de gols, um formato criado para proporcionar entretenimento do primeiro ao último minuto. São dois tempos de 20 minutos, com 10 de descanso e não há laterais, nem escanteios. A modalidade vive um novo momento no Brasil, com público crescente e resgate de ídolos que seguem entregando técnica e carisma em quadra. A N Sports está em sete operadoras de TV Paga (CLARO TV – Canal 566, VIVO TV – Canal 567, SKY+, ZAPPING – Canal 24, SOUL TV – Canal 196, NXTV e INTC – Canal 90). Além disso, está em cinco plataformas em canais de FAST TVs (Samsung TV Plus – Canal 230, LG TV – Canal 801, TCL – Canal 10014, VIDAA, RecordPlus e NXTV), totalizando 13 operadoras em cobertura.

Audio Film produz jingle de abertura de novo programa da Rádio ABC

A Audio Film, produtora multiplataforma com sede em Mauá, é quem assina o jingle do programa Conexão ABC, que estreou neste mês de março na Rádio ABC (FM 81,9 MHz). Com 30 segundos de duração, a peça tem estilo alegre e apresenta o conteúdo da nova atração matinal da emissora de Santo André, comandada por Pedro di Alcântara, radialista recém-chegado à Rádio ABC com passagens por emissoras como Tupi, Capital e Bandeirantes. O programa Conexão ABC vai ao ar de segunda a sexta, das 10h às 12h. O criador do jingle de abertura do programa, o produtor musical e também radialista Milton Junior, ainda faz o quadro Tá Rolando dentro da atração, toda quinta, às 11h30. A Audio Film levou quatro lobos no Prêmio ABC 2025, sendo um de ouro, dois de bronze, e o de vencedora da inédita categoria Melhor Empresa Fornecedora que atua com Comunicação Pública e Política. Desde 1994 no mercado, a produtora é especializada na criação e produção de jingles, spots, trilhas, vinhetas, sound branding e sound design, além de vídeos comerciais, institucionais, corporativos, documentários, podcasts e programas de rádio e TV.

Por que inovação pública sem território não funciona

Por Guilherme Hoppe, coordenador do Ibrawork  Programas públicos de apoio à inovação ocupam uma posição paradoxal nos ecossistemas inovadores. Podem atuar como motores silenciosos de transformação territorial, inclusão produtiva e geração de capacidades tecnológicas. Mas, quando mal desenhados, produzem o efeito oposto: excluem, concentram oportunidades e, em alguns casos, enfraquecem os próprios ecossistemas que pretendem fortalecer.  Mais do que instrumentos administrativos, políticas públicas de inovação são arquiteturas de acesso. Elas definem quem consegue entrar, quem permanece e quem, silenciosamente, fica de fora.  A literatura internacional é clara ao apontar que políticas públicas bem estruturadas ampliam investimentos em pesquisa e desenvolvimento, criam redes e alteram comportamentos ao longo do tempo. Relatórios da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que os países líderes em inovação combinam estabilidade institucional, coordenação entre níveis de governo e políticas contínuas de fomento. O Índice Global de Inovação 2024 reforça essa constatação.  No entanto, entre a intenção e o impacto real existe um ponto crítico: o desenho do programa e sua relação com o território que pretende servir. Ecossistemas de inovação não surgem espontaneamente. Eles emergem da interação entre empresas, universidades, governo e sociedade civil. Nesse arranjo, programas públicos cumprem funções estratégicas: reduzem riscos para empreendedores, conectam atores dispersos, difundem conhecimento e, em alguns casos, atuam como indutores iniciais de demanda.  Mas a eficácia desses instrumentos não depende apenas do volume de recursos investidos. Depende, sobretudo, de como esses programas chegam ou deixam de chegar às pessoas.  Um exemplo relevante no contexto brasileiro é a rede TEIA, iniciativa da Prefeitura de São Paulo coordenada pela Agência São Paulo de Desenvolvimento (ADE SAMPA). Distribuídos por diferentes regiões da cidade, inclusive áreas periféricas tradicionalmente afastadas dos grandes circuitos de inovação, esses espaços públicos oferecem coworking gratuito, capacitação técnica e conexões com redes de mercado.  Segundo dados oficiais, a rede acumulou mais de 200 mil acessos em seus primeiros anos de operação. No mesmo período, São Paulo passou a registrar a abertura média de mais de mil empresas de base tecnológica por mês, impulsionada por políticas municipais de desburocratização e apoio ao empreendedorismo. Os números indicam que infraestrutura pública de inovação, quando territorializada e acessível, pode funcionar como porta de entrada real para novos empreendedores.  Mas a existência da estrutura, por si só, não garante inclusão. Um dos erros mais recorrentes nas políticas públicas de inovação é confundir divulgação formal com acesso efetivo. Editais publicados em portais oficiais, plataformas digitais complexas e linguagem excessivamente técnica raramente dialogam com a realidade da maior parte da população. Em um país marcado por desigualdade digital, esse problema é estrutural.  O resultado é um fenômeno conhecido: baixa adesão interpretada como baixa demanda. Na prática, trata-se de um problema de desenho do produto público. Quando poucos se inscrevem em um programa, o mais provável é que a comunicação não tenha alcançado os públicos corretos, que os critérios tenham sido excludentes ou que o formato não dialogue com a rotina dos potenciais beneficiários. A própria OCDE tem defendido que programas eficazes incorporem escuta ativa, co-criação e metodologias centradas no usuário desde a fase de concepção.  Sem isso, surge outro risco estrutural: a captura institucional. Programas passam a atender majoritariamente atores já consolidados, grandes empresas, universidades de elite, startups bem capitalizadas reproduzindo desigualdades regionais e territoriais. O ecossistema se fortalece no papel, mas se fragiliza socialmente.  Para cidades como São Paulo e para países emergentes, o desenho dos programas públicos de inovação pode ser mais decisivo do que o volume absoluto de recursos investidos. Políticas orientadas ao território, com acesso distribuído e governança local, tendem a gerar maior diversidade de empreendedores, soluções mais aderentes aos problemas reais e maior resiliência institucional.  Programas públicos são instrumentos poderosos. Mas inovação não se propaga sozinha. Ela é construída por pessoas, em territórios concretos. Quando políticas públicas ignoram essa dimensão, tornam-se infraestruturas vazias bem-intencionadas, bem regulamentadas, mas incapazes de produzir impacto duradouro.  Guilherme Hoppe tem mais de 16 anos de experiência em gestão de projetos sociais e econômicos e na criação de ecossistemas e comunidades inovadoras. Entre 2023 e 2024, atuou como agente de inovação na ADE SAMPA. Atualmente coordena o Ibrawork, hub dedicado a cidades inteligentes, inovação e desenvolvimento social. 

Logística reversa é estratégia de proteção jurídica para as empresas e para o meio ambiente

Por Robson Esteves A logística reversa vem se consolidando como um dos pilares da gestão empresarial contemporânea. Em um ambiente regulatório mais rigoroso, com consumidores mais atentos e indicadores ambientais cada vez mais relevantes, ela se afirma como instrumento de proteção jurídica, reputacional e ambiental. No Brasil, esse movimento encontra base sólida na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010), que instituiu o princípio da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes têm deveres claros. Não se trata de agenda voluntária nem de marketing ambiental, mas de obrigação legal estruturante, cada vez mais regulamentada e fiscalizada pelos estados. Nesse contexto, o eventual passivo ambiental rapidamente ganha dimensão jurídica. Órgãos ambientais ampliaram a fiscalização e passaram a exigir comprovação de metas, adesão a sistemas estruturados e relatórios auditáveis. Assim, a ausência de participação em um modelo reconhecido pode resultar em multas, sanções e insegurança regulatória. Não investir e não fazer parte de um sistema reconhecido de logística reversa, principalmente os coletivos, tende a se converter, no médio prazo, em custos elevados e em risco à continuidade do negócio. A relevância da logística reversa, contudo, vai além do campo regulatório. Há também uma dimensão reputacional e financeira incontornável. A pesquisa “Voz do Consumidor 2025”, da PwC, mostra que atributos ligados à sustentabilidade seguem influenciando decisões de compra, mesmo em cenário de maior sensibilidade a preço. No Brasil, levantamento da Ipsos em 2025 aponta que 75% dos consumidores acreditam que as empresas devem absorver os custos associados à sustentabilidade. Em outras palavras, a expectativa social é que o compromisso ambiental precisa ser concreto, mensurável e assumido pelas organizações. Além do consumidor final, os critérios ESG passaram a influenciar decisões de crédito, investimentos e homologação de fornecedores. Instituições financeiras e grandes cadeias produtivas exigem evidências formais de conformidade. Empresas que não demonstram governança ambiental consistente tendem a perder competitividade, acesso a capital e oportunidades estratégicas. No setor de eletroeletrônicos e eletrodomésticos, por exemplo, o tema é ainda mais sensível. Esses produtos contêm metais, polímeros e componentes que podem contaminar solo e água se descartados incorretamente, mas também possuem alto potencial de reaproveitamento. Uma logística reversa bem estruturada permite recuperar matérias-primas estratégicas, reinseri-las na cadeia produtiva, reduzir a extração de recursos naturais e fortalecer, na prática, a economia circular. Diante desse cenário, a pergunta central não deve ser quanto custa participar de um sistema de logística reversa, mas qual é o risco de permanecer fora dele. Estruturar-se significa garantir rastreabilidade, previsibilidade regulatória, organização documental e menor exposição jurídica. Mais do que cumprir norma, trata-se de gestão de risco, eficiência operacional e posicionamento estratégico. Em um ambiente de negócios cada vez mais regulado e transparente, proteger a empresa é também assumir responsabilidade sobre o impacto que ela gera. Estratégia e sustentabilidade deixaram de ser agendas paralelas: hoje, caminham juntas e definem quem estará, de fato, preparado para o futuro. *Robson Esteves — Presidente da ABREE — Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos.    

Após a vigência das novas regras do BC, o sistema financeiro opera sob uma nova lógica de risco

Por Luiz Rossi, Head de Serviços da Selbetti Poucos dias após a entrada em vigor das Resoluções CMN nº 5.274/2025 e BCB nº 538/2025, o debate no setor financeiro gira em torno das consequências práticas da nova régua de segurança digital imposta pelo Banco Central. O movimento ocorre em um momento particularmente sensível: segundo dados recentes da Febraban, mais de 75% das transações bancárias no Brasil já são realizadas por canais digitais, enquanto o volume de tentativas de fraude eletrônica segue em trajetória de alta, impulsionado por ataques automatizados, engenharia social e exploração de vulnerabilidades em cadeias de fornecedores. Instituições que já operavam sob frameworks internacionais consolidados — como ISO 27001, NIST, MITRE, CIS8 Controle, ou requisitos inspirados em Basileia para risco operacional — tendem a enfrentar menos fricção. Para elas, a nova norma funciona como harmonização regulatória: consolida controles que já estavam implementados, exige documentação mais detalhada e fortalece o ciclo de auditoria e evidências. O custo adicional, nesse caso, está mais relacionado a ajustes de processos, relatórios e integração de fornecedores do que a uma reconstrução estrutural. O cenário é distinto para instituições menores, fintechs em fase de expansão acelerada e organizações que cresceram ancoradas em terceirização intensiva de tecnologia. Muitas dependem de múltiplos provedores de nuvem, APIs abertas e parceiros de processamento. A nova regulamentação aumenta a responsabilidade sobre essa cadeia estendida. Não basta confiar em cláusulas contratuais genéricas; será necessário comprovar due diligence técnica, avaliação periódica de controles, testes de vulnerabilidade e planos de contingência para indisponibilidade de serviços críticos. Esse ponto altera bastante a dinâmica do setor. A supervisão indireta, via terceiros, passa a ser um dos principais vetores de risco regulatório. Incidentes ocorridos em fornecedores poderão gerar não apenas impacto operacional, mas questionamentos formais sobre falhas de governança. O Banco Central tem sinalizado, nos últimos anos, uma postura mais proativa na aplicação de medidas administrativas, inclusive com imposição de restrições operacionais em casos de descumprimento reiterado. O ônus de quem não se adaptou Primeiro, haverá impacto regulatório direto. A legislação confere ao Banco Central instrumentos para instaurar processos administrativos sancionadores, aplicar multas, determinar ajustes compulsórios e, em situações mais graves, impor limitações à atuação da instituição. Em um sistema altamente interconectado, a reputação regulatória pesa tanto quanto indicadores financeiros. Segundo, o custo de capital tende a refletir o nível de maturidade em segurança. Investidores institucionais, fundos e parceiros internacionais já incorporam métricas de risco cibernético em suas análises de compliance e ESG. Uma instituição que apresente incidentes recorrentes, falhas de governança ou advertências do regulador passa a carregar prêmio de risco maior. Isso afeta captação, valuation e capacidade de expansão. Terceiro, há o impacto concorrencial. O sistema financeiro brasileiro é um dos mais digitalizados do mundo, com Pix consolidado, open finance em operação e crescente integração com ecossistemas de varejo e serviços. Nesse ambiente, confiança é ativo central. Um vazamento relevante de dados, uma indisponibilidade prolongada ou uma fraude sistêmica podem provocar migração imediata de clientes. A elasticidade é alta: abrir conta ou transferir relacionamento bancário hoje é processo simples e rápido. A nova regulação, portanto, tende a produzir uma seleção natural. Instituições que investiram de forma consistente em arquitetura segura, segmentação de redes, autenticação forte, criptografia adequada, monitoramento por centros de operações de segurança (SOC) e testes regulares de intrusão estarão melhor posicionadas para transformar conformidade em vantagem competitiva. Poderão comunicar ao mercado que operam sob padrões robustos, auditáveis e alinhados às melhores práticas internacionais. Por outro lado, organizações que trataram segurança como custo acessório enfrentarão uma encruzilhada. Adaptar-se às pressas implica investimentos elevados em curto prazo: revisão de arquitetura, contratação de especialistas escassos, implementação de ferramentas de detecção e resposta a incidentes, formalização de políticas e treinamento de equipes. A escassez de profissionais qualificados em cibersegurança no Brasil adiciona complexidade e pressiona orçamentos. No médio prazo, o sistema financeiro brasileiro pode sair fortalecido. Ao elevar o padrão mínimo, o Banco Central reduz assimetrias e dificulta que modelos de negócio baseados em fragilidade estrutural prosperem. A consolidação de práticas sólidas de gestão de risco digital tende a ampliar a confiança internacional no mercado local, sobretudo em um cenário de integração com sistemas globais de pagamento e investimentos. A vigência das resoluções marca menos o início de uma obrigação e mais a consolidação de uma realidade: no sistema financeiro contemporâneo, segurança digital é infraestrutura básica. Não se trata mais de cumprir norma, mas de sustentar a própria operação e de construir uma estratégia baseada na resiliência cibernética. O setor que se antecipou tende a transformar exigência regulatória em diferencial estratégico. O que ficou para trás terá de correr — sob fiscalização mais atenta e em um ambiente competitivo que não tolera fragilidade prolongada.

Mensagem da CES para o setor de marketing: diferencial está na tecnologia que usa inteligência construída com dados próprios

Por Luciana Miranda, COO e CMO da AP Digital Services A edição 2026 da Consumer Electronics Show (CES), considerada a mais importante convenção de tecnologia do mundo, reforçou uma tendência que o marketing já vinha enfrentando nos bastidores: tecnologia sem inteligência proprietária não sustenta vantagem competitiva para as martechs. Mais do que lançar ferramentas ou acelerar processos, a inovação que realmente importa é aquela construída sobre dados próprios, capazes de gerar respostas rápidas, decisões mais precisas e uma relação consistente com o cliente. Isso porque o cenário atual do marketing nos mostra que, ao mesmo tempo que há uma enormidade de ferramentas à disposição, nunca foi tão caro e complexo justificar o Retorno sobre o Investimento (ROI). O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) está aumentando rapidamente, enquanto o rendimento da mídia tradicional sofre com a saturação. Ou seja: muitas decisões ainda continuam baseadas em dados de plataformas externas (como redes sociais e provedores de mídia), e não na interação direta e real entre marca e cliente. O resultado é um ciclo onde se paga por alcance em vez de inteligência de mercado. O que é martech e qual a sua importância? Para reverter essa dinâmica, é imperativo dominar o conceito de martech, que significa a convergência entre marketing e tecnologia.  Sua atuação constrói um ecossistema robusto, no qual as ferramentas de automação, análise e relacionamento trabalham em sincronia para transformar dados brutos de interação em decisões coordenadas. Os insights gerados são acionáveis e, principalmente, alinhados com a expectativa do público-alvo. Três pilares da CES que interessam diretamente ao marketing brasileiro Os dados validados pela CES apontam para três pilares que devem conduzir a pauta das martechs: 1. Maturidade da Inteligência Artificial (IA): de acordo com análise da Kantar, a IA deve ser posicionada como diferencial de infraestrutura ao sair do campo experimental e entrar no centro da operação de marketing, especialmente na leitura de comportamento. Considero essencial que a IA seja utilizada com maturidade que priorize a fluidez da experiência e comprove que resolver problemas do cliente com simplicidade é o novo parâmetro de avaliação para vantagem em longo prazo. 2. Inovação que o cliente sente: a Bain & Company destacou que as empresas têm oito vezes mais chances de utilizar tecnologias personalizáveis impulsionadas por IA, ajustando ações em tempo real conforme a demanda. Considero essencial fazer da IA um instrumento de personalização contextual no ciclo de relacionamento, a partir de uma base sólida de dados próprios (first-party data) e processos bem definidos. Caso contrário, ela representa apenas velocidade baseada em informações de terceiros. 3. Medição contínua de resultados: uma pesquisa da Deloitte indicou a crescente necessidade de transformar mensuração em sistema contínuo de feedback. Nesse contexto, as empresas obtêm alto desempenho majoritariamente quando organizam o tripé “dados, processos e governança” antes de investir na escalabilidade da automação. Considero essencial que as martechs deem importância à transição da cultura de “relatórios de retrospectiva” para a cultura de “sistemas de feedback contínuo” rumo à otimizar o uso das verbas e ampliar a criatividade. Etapas para confirmar o triunfo da IA  sobre a mídia Um erro comum é acreditar que a IA, por si só, resolverá gargalos operacionais do marketing, sem analisar o ponto de vista financeiro. Para reverter o cenário de altos custos e transformá-lo em lucros, é necessário: A partir dessas etapas, a CES deixou claro que, se o objetivo é reduzir CAC e garantir previsibilidade no marketing, a resposta passa por analisar a operação sob a perspectiva do cliente: algo que deveria ser ponto de partida, mas que muitas vezes se torna secundário, especialmente quando o foco se desloca para dados de plataformas externas, e não para a inteligência construída a partir de dados próprios. Portanto, eficiência operacional com hiperpersonalização é a união ideal para o sucesso das martechs. Consequentemente, o retorno virá da inteligência construída em uma estratégia sólida de crescimento.

Como o WhatsApp potencializa o pós-venda?

Por Thiago Gomes Até hoje, muitas empresas investem pesado em marketing e vendas, mas ainda perdem valor onde menos deveriam: depois que a compra já aconteceu. O pós-venda, muitas vezes subestimado, é um dos pontos mais ricos para gerar fidelização, aumentar o ticket médio e fortalecer o relacionamento com o cliente — e poucas ferramentas são tão eficazes nesse processo quanto o WhatsApp.  A extrema competitividade do mercado atual fez com que fatores como produto e preço estejam cada vez mais comoditizados, ou seja, cada vez mais fáceis de copiar – o que torna muito mais difícil gerar diferenciação só com base neles. No fim do dia, o que realmente destaca uma empresa é a experiência proporcionada ao longo da jornada do consumidor, principalmente depois da venda.  O que poucas organizações compreendem nesse sentido é que a venda não termina na assinatura do contrato. Na prática, ela começa ali. É o conceito da “ampulheta de vendas”: você conquista o cliente muito antes de iniciar sua jornada, e precisa reconquistá-lo todos os dias depois. Nesse sentido, empresas que estruturam bem o pós-venda geram confiança contínua e conseguem transformar consumidores em promotores, impactando, diretamente, em indicadores-chave como retenção (churn), LTV, recompra, indicação e NPS.  E, dentre tantos canais capazes de contribuir com esses resultados, o WhatsApp entra como protagonista nesse cenário, sendo, inclusive, o mais utilizado no Brasil, com altíssimas taxas de abertura e engajamento, além de ser percebido como um meio próximo, direto e humano. Seus benefícios são tantos que hoje, quatro em cada dez empresas brasileiras usam campanhas automatizadas de WhatsApp, segundo a pesquisa “Panorama do Uso do WhatsApp e Estratégias de Marketing no Brasil”.  Mas, mesmo tendo tanta aderência, muitos erros ainda são cometidos ao direcionar este canal com este propósito – não tecnologicamente falando, mas sim de estratégia e execução. Alguns dos mais frequentes incluem: foco de uso do canal apenas como disparo de mensagem, uma vez que deveria combinar campanhas com interação, contexto e continuidade; e comunicação excessivamente robotizada, com mensagens engessadas, frias e sem personalização que quebram a principal vantagem do canal, que é a proximidade.  A falta de contexto na jornada é outro erro preocupante, uma vez que, quando o atendimento não sabe o que o cliente comprou, em que etapa está ou qual foi a última interação, a experiência quebra e acaba gerando uma frustração imediata. Hoje, o mínimo esperado é a hiperpersonalização de cada experiência, o que depende que o WhatsApp seja integrado com as operações e dados para que consiga criar tal continuidade com inteligência e escalabilidade. Do contrário, acaba virando apenas mais um canal.  Estruturar um pós-venda eficaz que explore todos os benefícios do WhatsApp depende, acima de tudo, que as empresas saiam da mentalidade de “esperar o cliente chamar” e passem para um modelo bem mais proativo. Comece mapeando toda a jornada usual dos clientes no pós-venda, verificando possíveis momentos críticos, onde surgem dúvidas ou fricções – os quais podem se tornar excelentes oportunidades de contato.  Com isso, é possível definir quais gatilhos serão automatizados, como forma de trazer escalabilidade sem perder relevância. Use todos os dados históricos colhidos nessa análise para personalizar o contato, de forma que a mensagem deixe de ser genérica e passe a ser relevante para as necessidades de cada cliente.  O equilíbrio entre essa automação e o papel humano também é crucial, visto que cada um tem sua importância no pós-venda: o primeiro para iniciar e dar velocidade, e o segundo para aprofundar, resolver e gerar empatia. Assim, evitam outro erro bem comum cometido por muitos negócios: ir para extremos entre ou tudo robotizado ou tudo manual.  Por fim, nunca trate cada mensagem como algo isolado. O pós-venda precisa seguir um fluxo contínuo: da confirmação, ao acompanhamento, suporte integral, feedback e exploração de novas oportunidades. E, para saber se esse caminho está sendo efetivo, é importante olhar para diferentes camadas de métricas: operacionais (destacando tempo e taxa de resposta, e de resolução); de experiência, como CSAT e NPS; de negócio, incluindo retenção, churn, recompra, LTV e conversão; e de eficiência, abrangendo redução de chamados e custo por atendimento, por exemplo.  No final, o que diferencia empresas que crescem das que apenas sobrevivem está nos detalhes — e o pós-venda é um deles. O WhatsApp oferece um caminho direto para transformar atendimento em experiência e recorrência, o que faz com que a grande pergunta não seja mais sobre se vale a pena ou não investir nesse meio, mas se o seu negócio está preparado para usá-lo de forma estratégica.  Thiago Gomes é Diretor de Customer Experience na Pontaltech.  

Escolas reduzem custos de renovação em até 50% com reindustrialização de mobiliário escolar

Com mais de 178 mil escolas de educação básica no Brasil, segundo o INEP, a renovação do mobiliário escolar segue como um desafio recorrente para gestores que precisam qualificar o ambiente de aprendizagem sem pressionar ainda mais os orçamentos. Nesse contexto, a reindustrialização de móveis escolares começa a ganhar escala ao recuperar cadeiras e mesas usadas e transformá-las novamente em conjuntos completos para uso em sala de aula, com potencial de reduzir em até 50% os custos de modernização. O avanço desse modelo chama atenção não apenas pela economia, mas também pelos resultados já alcançados, como a reindustrialização de mais de 3.500 conjuntos escolares e o crescimento da demanda por soluções que conciliem eficiência financeira, qualidade e sustentabilidade. Para Laura Camargos, CEO da Reescola e biotecnologista com experiência em processos industriais, o tema ganha relevância diante da pressão orçamentária enfrentada por escolas e redes de ensino. “A inovação deixou de ser um diferencial e passou a ser uma necessidade concreta. A reindustrialização permite renovar salas de aula com qualidade e confiabilidade, ao mesmo tempo em que reduz custos e amplia o ciclo de vida dos materiais, com impacto direto na gestão escolar”, afirma. Além do ganho econômico, o modelo se conecta a uma agenda mais ampla de sustentabilidade e uso racional de recursos. Em vez de descartar mobiliário e substituir integralmente estruturas ainda aproveitáveis, a reindustrialização adota processos estruturados para recuperar materiais e devolvê-los ao uso em condições padronizadas. Esse movimento já aparece na prática. Em uma escola municipal de Sorocaba, vinculada à prefeitura, a adoção de mobiliário reindustrializado se destacou pela qualidade dos produtos e pela adequação aos limites orçamentários da rede. O caso ilustra como a estratégia pode viabilizar melhorias concretas na infraestrutura escolar sem depender exclusivamente da compra de itens novos. Para além da renovação física das salas de aula, a discussão envolve também o papel das instituições de ensino na formação de uma cultura mais consciente. Segundo Laura, a incorporação de práticas de reaproveitamento no cotidiano escolar contribui para alinhar gestão financeira e responsabilidade ambiental. “Ao adotar soluções baseadas em economia circular, a escola não apenas resolve um problema de infraestrutura, mas também demonstra, na prática, que é possível combinar qualidade, sustentabilidade e uso inteligente dos recursos. Esse é um caminho cada vez mais presente nas instituições que buscam se preparar para o futuro”, diz.

“Academia de Pais” do Colégio Piaget debate presença, diálogo e prioridades na educação dos filhos

Dados recentes da Associação Americana de Psicologia mostram que os pais hoje em dia valorizam mais a saúde emocional dos filhos do que gerações anteriores. Existe maior preocupação com temas como: ansiedade, autoestima e regulação emocional, mas em meio à rotina acelerada, como saber se a atenção dada as crianças são suficientes? É a partir dessa reflexão que o Colégio Piaget realiza o segundo encontro da Academia de Pais, no dia 24 de março, a partir das 19h30. Mais do que uma palestra, o momento propõe uma pausa para que mães, pais e responsáveis reflitam sobre diferentes caminhos para fortalecer o vínculo entre escola e família, além de receber dicas de como apoiar o desenvolvimento emocional das crianças e adolescentes. O evento é gratuito e aberto ao público. Nesta edição, o convidado é o psicólogo Ivan Carbone, que conduzirá a palestra “Filhos em primeiro lugar: escolhas de quem realmente educa”, propondo uma discussão sobre as prioridades da vida familiar em meio à rotina acelerada do dia a dia. O encontro convida os pais a pensarem sobre presença, escuta ativa, diálogo e valores, destacando que educar também envolve escolhas conscientes sobre onde dedicamos nosso tempo e atenção. O especialista é formado no Centro Universitário de Santo André e com ampla experiência na área educacional. A proposta faz parte da Academia de Pais, espaço de diálogo e aprendizado no qual especialistas compartilham conhecimento e experiências que ajudam as famílias a lidar com os desafios da educação contemporânea. Por meio de um ciclo de palestras conduzidas por profissionais qualificados, o programa busca apoiar pais e responsáveis no desenvolvimento de habilidades socioemocionais dos filhos. Esse encontro acontece mensalmente no auditório do Colégio Piaget. Para Lilian Cavalaro, diretora do Colégio Piaget, esses encontros são um espaço para que os pais reflitam, troquem experiências e fortaleçam esse papel tão importante. “Acreditamos que envolver as famílias no processo educativo faz toda a diferença no desenvolvimento das crianças e adolescentes. A Academia de Pais é um dos caminhos que encontramos para tornar essa parceria cada vez mais próxima e significativa”, afirma. A Academia de Pais reafirma o compromisso do Colégio Piaget em atuar não apenas na formação acadêmica dos alunos, mas também no fortalecimento da relação entre família, escola e desenvolvimento integral. As inscrições para o encontro são gratuitas e podem ser feitas pelo link: https://www.even3.com.br/2-encontro-filhos-primeiro-lugar-702061/ *Serviço* Evento: Academia de Pais – Filhos em Primeiro Lugar Data: 24 de março (terça) Horário: 19h30 às 20h30 Local: Colégio Piaget

O tripé que transforma empresas comuns em líderes de mercado

Por Surama Jurdi, CEO e fundadora da Surama Jurdi Academy Em um mercado cada vez mais competitivo e digital, destacar-se vai além de simplesmente vender produtos ou serviços. A combinação de excelência no atendimento, atenção à experiência do cliente e agilidade nas vendas formam o tripé essencial para o resultado sustentável de qualquer empresa. A excelência em serviços é valorizar  cada interação, com atenção aos detalhes e comprometimento genuíno. É o que diferencia empresas que criam fidelizações daquelas que apenas executam operações. Um atendimento impecável gera confiança e fortalece a reputação da marca, sendo um investimento estratégico. Para alcançar esse nível, é fundamental realizar capacitação contínua das equipes, desenvolvendo habilidades como empatia, escuta ativa e comunicação clara. Também é importante desenvolver processos bem definidos, para que a qualidade seja mantida em todos os pontos de contato com o consumidor. Afinal, cada interação é uma oportunidade de representar e fortalecer a marca.  A experiência do cliente não se resume à venda, mas ao conjunto de percepções que a pessoa tem em todas as fases de relacionamento com a empresa. Desde o primeiro contato até o pós-venda, deve ser pensado de forma integrada e humanizada. Organizações que priorizam esse modelo entendem que emoções e memórias associadas à marca influenciam diretamente na decisão de compra e na recomendação para outros potenciais clientes. É essencial ouvir o público de forma ativa, coletar feedbacks e transformar essas informações em ações práticas. Mapear a jornada do cliente, personalizar o relacionamento e manter um acompanhamento são ações que demonstram interesse genuíno e fortalecem vínculos. Velocidade em vendas, por sua vez, é crucial diante do ritmo imediatista da sociedade atual. Tomar decisões rápidas, eliminar gargalos internos e facilitar a jornada de compra do cliente não significa apressar processos de forma descuidada. Pelo contrário, trata-se de agilizar com qualidade, garantindo que a entrega seja eficiente sem comprometer a experiência. Empresas ágeis respondem melhor às mudanças do mercado e capturam oportunidades antes da concorrência. Para desenvolver esses processos, precisam simplificar fluxos de trabalho, adotar ferramentas digitais que facilitem o atendimento e gerar autonomia às equipes para tomadas de decisões rápidas. Integrar essas três dimensões é um desafio, mas também uma oportunidade para inovar. Essa combinação cria um ciclo virtuoso: clientes satisfeitos geram recomendações, compras rápidas aumentam o faturamento e um serviço impecável solidifica a marca no mercado. Assim, transformando companhias comuns em referências no setor.  Investir em cultura de serviço e treinamento contínuo da equipe é tão importante quanto desenvolver produtos ou estratégias de marketing. Organizações que priorizam pessoas, processos e tecnologia com esse alinhamento conseguem não apenas vender mais, mas criar clientes leais, engajados e promotores da marca. O futuro dos negócios pertence a quem entende que vendas não são apenas números, mas experiências, emoções e confiança. A excelência em serviços, experiência do cliente e velocidade em vendas são princípios fundamentais para empresas que desejam liderar e inspirar. Surama Jurdi é especialista em  experiência do consumidor, liderança disruptiva e varejo, com mais de 20 anos de atuação no desenvolvimento de líderes e transformação de empresas no Brasil e no exterior. Palestrante internacional e mentora, já conduziu mais de 65 missões técnicas em destinos como EUA, Japão, Emirados Árabes e Portugal, conectando executivos brasileiros às melhores práticas globais de gestão e inovação. Fundadora da Surama Jurdi Academy, lidera iniciativas que unem educação empresarial e resultados sustentáveis, como as palestras Big Show, o programa internacional iWE (Incentive World Experience) e a divisão WBI (World Business Innovation). Reconhecida por transformar conhecimento em performance, Surama tem como propósito inspirar líderes e organizações a inovar e crescer com propósito.

A Lei Felca expõe a pergunta que o Brasil adiou por anos: quem é responsável pela infância na internet? 

Por Márcio Filho* Na próxima semana entra em vigor no Brasil a Lei 15.211/2025, conhecida como ECA Digital ou Lei Felca, batizada por conta do influenciador Felipe Bressanim, que expôs, em agosto do ano passado, casos de produção de conteúdo sexual envolvendo menores de idade em ambientes digitais. Para muita gente, pode parecer apenas mais uma lei sobre internet. Eu vejo de outra forma: trata-se do reconhecimento de algo que já está diante de nós há anos. A infância brasileira também passou a viver no ambiente digital. Essa mudança não aconteceu de repente. Ela foi acontecendo aos poucos, até se tornar impossível de ignorar. Hoje crianças e adolescentes conversam, jogam, aprendem, se informam e constroem relações dentro de plataformas digitais que organizam boa parte da vida social contemporânea. Nos últimos dias, duas notícias aparentemente diferentes mostram a ampliação e urgência desse debate. A primeira envolve o WhatsApp. A empresa Meta anunciou que pretende lançar contas gerenciadas por pais para menores de 13 anos, permitindo que responsáveis decidam quem pode entrar em contato com os filhos e de quais grupos eles podem participar na plataforma. O recurso surge justamente às vésperas da entrada em vigor da nova legislação brasileira. Já a segunda envolve o TikTok. O Ministério da Justiça do Brasil pediu explicações à plataforma após a circulação de vídeos que simulavam agressões contra mulheres e viralizaram nas redes sociais.  Os dados espantam. Segundo a pesquisa TIC Kids Online 2025, 19% das crianças entre 9 a 10 anos acessam a rede social várias vezes ao dia. Essa porcentagem só cresce se comparado a idade: 33% para as crianças de 11 a 12 anos; e 55% para adolescentes entre 13 a 14 anos. E o Whatsapp não fica longe: 25% das crianças entre 9 e 10 anos acessam várias vezes ao dia; 47% das crianças entre 10 a 12 anos; 51% dos adolescentes entre 13 a 14 anos.  Sobre os dois episódios, vejo algo em comum. As plataformas digitais não são apenas meios de comunicação. Elas são sistemas complexos que organizam interações sociais, distribuem conteúdo por meio de algoritmos e capturam a atenção de milhões de pessoas todos os dias. Quando esse sistema passa a fazer parte da vida cotidiana de crianças e adolescentes, o debate deixa de ser privado. Ele passa a ser público. É justamente nesse ponto que o ECA Digital ganha importância. A lei afirma algo que deveria ser óbvio, mas que demorou para ser reconhecido: se plataformas digitais estruturam a experiência social de milhões de jovens, elas também precisam assumir responsabilidades proporcionais. Isso significa exigir mecanismos de proteção mais robustos, sistemas de verificação etária mais confiáveis e maior responsabilidade diante de conteúdos que possam expor crianças a riscos. Mas também significa ir além da ideia de que a proteção digital depende apenas da vigilância familiar. O anúncio do WhatsApp ilustra bem esse dilema. Ferramentas de controle parental podem ajudar, e muitos pais realmente pedem esse tipo de recurso. Mas confiar apenas nisso é transferir para as famílias um problema estrutural. Quando um ambiente digital é frequentado por milhões de crianças, ele precisa ser desenhado levando isso em conta desde o início. O caso recente envolvendo o TikTok reforça ainda mais essa necessidade. Não estamos falando apenas de um conteúdo inadequado que escapou da moderação. Estamos falando de dinâmicas de viralização que podem amplificar discursos violentos antes mesmo que qualquer sistema de controle consiga reagir. Esse é o tipo de situação que revela a dimensão real do desafio. Durante anos ouvimos que regular plataformas digitais poderiam prejudicar a inovação. Mas o mundo está começando a perceber que essa oposição é falsa. Sociedades que conseguem organizar seus ecossistemas digitais não fazem isso abandonando a inovação. Elas fazem criando regras claras sobre responsabilidade, transparência e proteção de usuários. Do outro lado do mundo, no oceano Pacífico, a Austrália também entrou na conversa e estabeleceu limites claros para todo mundo em novembro de 2025. Menores de 16 anos estão proibidos de ter acesso a redes sociais e plataformas digitais, entre elas: Facebook, Instagram, Snapchat, Threads, TikTok, X, YouTube, Reddit e as plataformas de streaming Kick e Twitch. Além da terra dos cangurus, a Indonésia também anunciou, em março de 2026, que irá proibir redes sociais para menores de 16 anos. A partir do dia 28 de março, crianças e adolescentes indonésios irão ser proibidos de usar plataformas classificadas de alto risco, como o YouTube, TikTok, Facebook, Instagram, Threads, X, Bigo Live e Roblox, por conta de riscos relacionados à pornografia, cyberbullying, fraudes e dependência da internet, de acordo com o governo do país.  Aqui no Brasil, a entrada em vigor do ECA Digital é um passo importante nessa direção. Ela não resolve todos os problemas da infância conectada. Nenhuma lei resolveria. O ambiente digital muda rápido demais para soluções simples. Mas ela estabelece um princípio fundamental: a proteção da infância não termina quando a criança pega um celular. Nos últimos anos, o próprio setor de jogos passou a discutir de forma mais profunda os impactos de seus modelos de negócio e formas de proteção mais assertivas sobre crianças e adolescentes. Como parte desse esforço, contribuímos para a produção de um estudo enviado ao senador Flávio Arns com propostas para restringir sistemas de recompensas aleatórias, as chamadas “loot boxes”, em jogos acessados por menores. No Marco Legal dos Jogos, que ajudamos a construir coletivamente, também foram incluídos dispositivos de proteção à infância em ambientes de jogos. E nos editais públicos que apoiamos para financiamento de novos títulos, defendemos critérios que evitem o desenvolvimento de experiências digitais que coloquem crianças em situação de risco. E para que tudo isso funcione, todos têm que cumprir seus papéis. Famílias continuarão tendo um papel central. As escolas precisam trabalhar educação digital de forma mais consistente. O poder público precisa acompanhar de perto a implementação dessas novas regras. E as plataformas também precisam assumir que fazem parte desse sistema de responsabilidade. A infância brasileira já está na internet. Isso não está mais em debate. O que está

BYD estreia Money

O recente aumento da gasolina que reacendeu o interesse por veículos elétricos nos EUA e no mundo, não passou despercebido pela BYD. A marca aproveitou a oportunidade para, mais uma vez, reforçar a economia que um de seus modelos mais vendidos no Brasil gera para o consumidor. Protagonizado por moedas, a produção conta quilometros rodados com centavos de real e afirma: “custa pouco rodar muito”.  BYD Dolphin Mini, o carro elétrico mais econômico do Brasil. Confira aqui em primeira mão. Veja o filme: FICHA TÉCNICA TÍTULO:  Money CLIENTE: BYD PRODUTO: Dolphin MiniAGÊNCIA: WeCO-CEO: Fabio Rosinholi  CO-CEO: Roberto Campos MANAGING DIRECTOR: Mauricio Almeida CCO: Armando Araújo  ECDs: Carla Cancellara | Kleyton Mourão DIRETORES DE CRIAÇÃO: Leandro Marchiori | Marcos HoskenREDATOR: Chico Lucas | Will Viscaino DIRETOR DE ARTE: Felipe Porto VP ATENDIMENTO: Wesley Santesso  ATENDIMENTO: Nathalya Cardoso | Felipe Teixeira | Felipe Machado CMO: Luca Lima  MÍDIA: Fabio Cruz HEAD DE PRODUÇÃO: Thais Possatti PRODUÇÃO: Leonardo Paez EDIÇÃO E MOTION: Gibran Sirena APROVAÇÃO CLIENTE: Alexandre Baldy | Pablo Toledo | Giu Montoya | Renan Beca

Shaquille O’Neal assina cesta histórica da Mangueira em evento da Sportingbet

Na última sexta-feira (20), o ex-astro da NBA, Shaquille O’Neal, protagonizou um momento marcante durante evento promovido pela Sportingbet, em São Paulo. Em uma ação carregada de simbolismo, o ícone do basquete mundial assinou uma cesta que será destinada à Mangueira, em referência ao episódio em que quebrou uma estrutura durante sua primeira visita ao Brasil, em 1997. A iniciativa resgata um momento icônico da passagem de Shaq pelo país e reforça sua conexão com o público brasileiro. Durante o evento, o atleta participou da assinatura da nova cesta — que será entregue à comunidade — eternizando o gesto. Além disso, Shaquille O’Neal também fez o molde de suas mãos em uma ação especial, chamada “Shaq quebrou essa e devolveu” criando um registro físico de sua presença e legado, que ficará exposto tanto na quadra no Rio quanto em uma quadra que será revitalizada em São Paulo.  Ao rever as imagens do episódio pela primeira vez em anos, Shaq se mostrou surpreso e admitiu não se lembrar do ocorrido com clareza, reagindo de forma bem-humorada ao momento. “Queria muito encontrar a criança e pedir desculpas a ela, e também aos seus pais. Eu adoro jogar com intensidade — esse é o meu estilo — mas sei que posso ter sido intenso demais naquele momento. Quando revi o vídeo, até me surpreendi… não lembrava disso. Então aproveito essa volta para me desculpar e, de certa forma, consertar essa história.” Para Antônio Forjaz, Head Latam da Sportingbet, iniciativas como essa reforçam o posicionamento da marca no país e a conexão com grandes nomes do esporte. “Fazer eventos como este é fundamental quando queremos construir marca e reforçar a importância da Sportingbet no Brasil. Trabalhamos com talentos que têm uma ligação real com nossos valores, objetivos e visão, e que podem atuar como parceiros e embaixadores da marca — não apenas como influenciadores. Quando falamos de alguém como o Shaq, estamos falando de um ícone global, com projeção e reputação mundial. Esse tipo de iniciativa fortalece a associação com a marca, consolida nosso investimento no país e nos conecta com uma lenda do esporte de forma muito mais profunda.” A ação faz parte das iniciativas da Sportingbet com seu novo MVP global, reforçando o posicionamento da marca no território esportivo e sua aproximação com os fãs brasileiros. Após o momento simbólico, Shaq participou de uma coletiva de imprensa descontraída, na qual respondeu a perguntas de diversos jornalistas sobre sua carreira, negócios e sua relação com o Brasil. Bem-humorado, o ex-jogador também comentou sobre personalidades do esporte, incluindo Neymar, em um bate-papo leve e espontâneo. Como desdobramento da iniciativa, a Sportingbet também irá revitalizar duas quadras de basquete no país: uma na Mangueira, comunidade diretamente conectada à história do atleta no Brasil, e outra em São Paulo, ainda a ser definida. Com carisma e forte conexão com o público, Shaquille O’Neal segue como MVP da Sportingbet e já demonstra, dentro e fora das quadras, sua sintonia com o Brasil.

Arquitetura de dados e comando estratégico: o novo papel das lideranças

Por Marcelo Kotaki, CIO do Grupo Multilixo* Recentemente, o LinkedIn divulgou as habilidades que mais cresceram em 2026 na área de Tecnologia da Informação. Mais do que uma lista, o levantamento sinaliza uma mudança concreta na forma como as organizações estruturam decisão e governança. Competências como integração entre sistemas, Large Language Models (LLMs), inteligência artificial e ações preventivas pertencem a frentes distintas, mas convergem em um mesmo eixo: a capacidade de estruturar informação e sustentar decisões consistentes em escala. A prioridade já não está na ferramenta em si, mas na forma como os sistemas são estruturados e conectados à estratégia e, principalmente, como englobam pessoas e processos. Quando integração de sistemas, inteligência artificial e ferramentas estruturantes de dados assumem protagonismo global, a leitura é direta: a tecnologia passou a ocupar o núcleo estratégico das decisões executivas. Se o levantamento do LinkedIn aponta para o crescimento de competências analíticas, o movimento encontra respaldo em análises mais amplas sobre maturidade organizacional. O Future of Jobs Report, do World Economic Forum, destaca pensamento analítico, leitura de dados e compreensão tecnológica como competências centrais para as lideranças até 2030. Além disso, estudos recentes da McKinsey & Company reforçam a mesma direção: empresas que estruturam decisões sobre arquiteturas integradas de dados apresentam desempenho superior e maior consistência estratégica. A convergência entre esses estudos não é circunstancial. Organizações competitivas não operam com tecnologia como recurso acessório. Elas operam com infraestrutura de informação estruturada, capaz de integrar sistemas críticos, consolidar dados e oferecer base consistente para decisões executivas. Nesse contexto, a tecnologia compõe a espinha dorsal da governança. O impacto em setores complexos e regulados Se tecnologia ocupa o núcleo das decisões executivas, o impacto se torna mais evidente em ambientes onde variabilidade e exigência convivem diariamente. Setores regulados não operam com margem para improviso. Cada atualização normativa, cada auditoria, cada exigência contratual introduz novas camadas de informação que precisam ser absorvidas sem comprometer a coerência do sistema. Nesses contextos, maturidade digital não é sinônimo de digitalização. Ela se manifesta na capacidade estrutural de incorporar complexidade ao próprio desenho operacional. É aqui que o conceito de antifragilidade oferece uma leitura mais sofisticada. Sistemas anti frágeis não apenas suportam variações; utilizam a variabilidade para ampliar sua inteligência interna. Quando dados estão integrados, quando fluxos são rastreáveis e quando a governança é sustentada por evidência, novas exigências deixam de ser tensão e passam a ser insumo estruturado. Nesse ambiente, a tecnologia define os mecanismos pelos quais a organização aprende com a variabilidade, ajusta processos e sustenta expansão com coerência. Um critério silencioso de maturidade Se tecnologia estrutura a capacidade de aprendizado e adaptação organizacional, o dado divulgado recentemente pelo LinkedIn deixa de ser apenas informativo e passa a ser provocativo. Ele não aponta apenas para novas competências. Na verdade, expõe um critério silencioso de maturidade. Para a liderança executiva, a reflexão é objetiva: A arquitetura de dados está desenhada para sustentar decisões estratégicas? Existe integração real entre operação, regulação e resultado? A evidência analítica participa da formulação da estratégia ou entra apenas na etapa de reporte? A organização transforma variabilidade em inteligência sistêmica? O mercado está sinalizando que as organizações mais resilientes são aquelas que transformaram informação em ativo estruturado para decidir melhor. Não é sobre habilidades. É sobre modelo organizacional. O próximo ciclo competitivo não será definido por quem adota mais ferramentas, mas por quem redesenha sua arquitetura organizacional para integrar tecnologia, regulação e estratégia sob uma mesma lógica decisória. *Marcelo Kotaki é CIO do Grupo Multilixo, ecossistema de soluções em gestão de resíduos e economia circular, líder no Estado de São Paulo. Na companhia, conduz a estratégia tecnológica, promovendo a evolução da arquitetura, a integração de sistemas corporativos críticos e o fortalecimento de uma cultura data-driven em operações complexas. Formado em Ciência da Computação, construiu carreira como executivo de tecnologia à frente de projetos de alta complexidade, entre eles a liderança da maior integração tecnológica do varejo da América do Sul, durante a fusão entre BIG e Carrefour. Ao longo da carreira, passou por empresas como Arcos Dorados (McDonald’s), Petz e TOTVS e, em 2025, foi reconhecido pelo programa TOP 50 Executivos de Destaque, da 7th Experience.

Leyard Planar realiza ação inédita no OOH Summit Brasil com premiação de painel de LED

A Leyard Planar, líder global na fabricação de painéis de LED, marca presença no OOH Summit Brasil 2026, um dos principais encontros de mídia Out Of Home no país, voltado ao desenvolvimento, à troca de conhecimento e à evolução técnica do setor. O evento foi realizado entre os dias 17 e 19 de março, no Villa Blue Tree, em São Paulo. Na ocasião, a Leyard Planar promoveu o #DesafioLeyard, iniciativa que convidou exibidores de mídia exterior a responderem à pergunta-chave: “No DOOH, o que separa um painel de LED que chama atenção no primeiro dia de um projeto que continua impactando por anos?” A ação premiou a melhor resposta com um painel de LED Outdoor Leyard no formato 6×3, para reconhecer ideias e visões alinhadas aos fundamentos que sustentam projetos de alto desempenho no longo prazo. Além da iniciativa, o desafio foi pensado para estimular uma visão mais aprofundada sobre qualidade, performance e longevidade dos projetos, itens fundamentais para a evolução de um mercado mais estruturado no processo de digitalização. Conectado a esse propósito, o evento também contou com a palestra de Odair Tremante, CEO da Leyard no Brasil e América Latina, com o tema “Maturidade técnica no mercado de LED: fundamentos para projetos sustentáveis”, que levantou uma reflexão essencial sobre o avanço da digitalização no setor e a necessidade de decisões técnicas bem estruturadas. O crescimento acelerado da mídia exterior digital alimenta essa discussão. Em 2024, o DOOH movimentou cerca de R$ 3 bilhões, com crescimento de 40,7%, segundo dados da Kantar Ibope Media. A pesquisa aponta que o OOH atinge 89% da população brasileira e se posiciona como o segundo maior canal de mídia do país, atrás apenas da internet. A Leyard Planar reforçou que esse avanço precisa estar diretamente atrelado a critérios técnicos bem definidos. Como destacado durante a apresentação, a instalação desordenada de telas pode comprometer não apenas a durabilidade dos equipamentos, mas também a qualidade das entregas, a percepção do público e a credibilidade do DOOH como meio. A empresa vencedora, Euromídia Mídia Exterior, empresa exibidora de mídia exterior, se destacou por traduzir esses fundamentos com consistência, apresentando uma resposta alinhada às melhores práticas do setor e à construção de projetos mais eficientes e sustentáveis. A Leyard Planar segue com o propósito de orientar o mercado de OOH na trajetória da digitalização, promovendo a maturidade técnica necessária para sustentar projetos mais eficientes, duradouros e relevantes ao longo do tempo. A Leyard Planar, que detém aproximadamente 245 patentes em desenvolvimento de produtos e atua em 24 países, tem no portfólio soluções como o painel NHV Outdoor, uma das mais recentes gerações de LED para ambientes externos. A linha oferece alto desempenho visual, com brilho elevado, cores vibrantes e contraste intenso, o que garante visibilidade mesmo sob luz solar direta. Disponível em pixel pitches de 3.3 mm a 10 mm, o NHV atende diferentes necessidades de aplicação. O brilho varia de 4.000 a até 8.000 nits em versões sob encomenda. A estrutura conta com proteção IP65 contra chuva, poeira e temperaturas extremas, além de taxa de atualização superior a 7.680 Hz, que assegura estabilidade na exibição de conteúdos dinâmicos. Além da ação e da palestra, a equipe da Leyard aproveitou o evento para estreitar o relacionamento com clientes atuais e prospectar novos exibidores em um mercado em franca expansão, que caminha para o equilíbrio entre estruturas digitalizadas e estáticas. Dados do final de 2025 indicam que 50% das estruturas de OOH no país já são digitais, reflexo da migração do formato impresso para o audiovisual e da busca por flexibilidade, atualização em tempo real e maior relevância junto ao consumidor.

Compliance de fachada: o risco que começa na alta direção

Por Patricia Punder, advogada e CEO da Punder Advogados O debate público sobre integridade corporativa frequentemente parte de uma premissa imprecisa, que o Compliance existe para impedir ilícitos, mas não existe, nenhuma área de uma organização com capacidade de garantir que irregularidades jamais ocorrerão. Ilícitos são praticados por pessoas, em contextos organizacionais específicos, a partir de decisões tomadas. A função de Compliance não é garantidora de resultado, ela é estruturante do processo decisório. O Decreto nº 11.129/2022, que regulamenta a Lei nº 12.846/2013, define o Programa de Integridade como o conjunto de mecanismos e procedimentos internos destinados à prevenção, detecção e remediação de irregularidades, com comprometimento da alta direção. Essa definição não descreve um departamento burocrático, mas um sistema inserido na arquitetura de governança. A leitura técnica mais rigorosa desse modelo revela = que o Compliance não elimina risco, mas qualifica a decisão sobre ele A gestão de riscos, conforme consagrada em modelos amplamente adotados no mercado, parte da premissa de que risco é inerente à atividade empresarial. O que a governança faz não é suprimir risco, mas estabelecer limites para sua assunção. Nesse contexto, a função de Compliance consiste em identificar riscos de integridade, analisá-los sob perspectiva normativa e reputacional e recomendar à alta administração que não tome determinadas decisões ou que as tome apenas sob condições mitigatórias adequadas. A decisão final sempre pertence à alta direção e essa é a lógica da governança corporativa, já que quem detém poder decisório assume o risco correspondente. O papel do Compliance é inserir, nesse processo, uma camada técnica independente que permita que a decisão seja tomada de forma informada. Nesse ponto a ilusão da delegação se torna evidente Recentemente, tornou-se pública a declaração de um ex-diretor de Compliance de instituição financeira que afirmou ocupar o cargo “no papel”, sem acompanhar a rotina da área e sem possuir conhecimento técnico específico em Compliance ou formação jurídica. O dado mais relevante dessa declaração não é individual, é institucional. Diretores não se nomeiam, são indicados pela alta administração. Se alguém é escolhido para liderar uma função de controle sem possuir qualificação mínima para compreender riscos regulatórios e jurídicos, essa escolha não é neutra, ela revela o grau de prioridade atribuído à integridade na estrutura decisória. O Decreto nº 11.129/2022 é explícito ao exigir o comprometimento da alta direção com o Programa de Integridade. Esse comprometimento começa na escolha de quem ocupará a função responsável, e nomear alguém sem capacidade técnica para analisar riscos de integridade não é mero equívoco operacional, é sinalização cultural. A alta administração define o tom do Compliance e se entendem o Compliance como instância estratégica de gestão de riscos, buscarão alguém com autonomia técnica, conhecimento normativo e capacidade de emitir recomendações que, eventualmente, contrariem interesses imediatos. Se, ao contrário, enxerga o Compliance como exigência regulatória a ser formalmente cumprida, tenderá a escolher alguém que não produza fricção. Em muitos ambientes corporativos ainda se ouve que Compliance é “burocracia”, essa percepção não é acidental, ela decorre de uma cultura em que o controle é visto como obstáculo e não como instrumento de qualificação decisória. Nesse contexto, o perfil desejado para a função não é o do profissional que questiona, mas o do que válida. Há uma dimensão pouco debatida nesse cenário: a conveniência organizacional do desconhecimento, onde é mais confortável para a alta administração quando não há recomendações formais de não prosseguir com determinada operação. É mais simples operar quando não há registro de divergência técnica, já que a ausência de fricção cria a sensação de fluidez decisória. Mas essa fluidez pode ser ilusória. Quando o responsável pela área admite não acompanhar a rotina do departamento que formalmente lidera e não possuir conhecimento técnico para exercer juízo crítico, a função deixa de existir materialmente. O que permanece é a aparência, e aparência não qualifica decisão. A Controladoria-Geral da União (CGU), ao avaliar Programas de Integridade, não se limita a verificar a existência de políticas ou códigos, ela analisa autonomia, independência, recursos adequados e efetividade da atuação. Efetividade significa capacidade de identificar riscos previamente à decisão, formalizar recomendações e reportar adequadamente à alta administração. Se não há recomendação técnica fundamentada, não há como demonstrar que a decisão foi tomada de forma informada O ponto central não é afirmar que o Compliance falhou em impedir ilícitos, a questão é anterior: a organização estruturou um processo decisório que permitisse a análise técnica de riscos antes da tomada de decisão? Quando a função é ocupada por alguém sem qualificação para compreender a complexidade regulatória envolvida, a resposta tende a ser negativa. E, nesse caso, a responsabilidade não se encerra no indivíduo que ocupava o cargo, ela alcança quem o indicou, quem aprovou sua nomeação e quem se beneficiou da aparência de controle. A Lei nº 12.846/2013 estabelece responsabilidade objetiva da pessoa jurídica por atos lesivos à administração pública. Ao mesmo tempo, não exclui a responsabilidade individual de administradores quando houver dolo ou culpa. A estruturação inadequada do sistema de integridade pode, em determinadas circunstâncias, ser interpretada como negligência. Nomear alguém sem competência técnica para função de controle e, ainda assim, sustentar a existência de um Programa de Integridade efetivo, aproxima-se perigosamente da simulação institucional. Não se trata apenas de falha de gestão, trata-se de esvaziamento da lógica de governança. A decisão empresarial sempre será da alta direção, essa prerrogativa é inerente ao cargo, mas a qualidade dessa decisão depende das informações e recomendações que a antecedem. Se a área de Compliance não possui autonomia ou conhecimento para recomendar a não realização de determinada operação quando o risco é elevado, a decisão deixa de ser qualificada. A provocação que precisa ser feita é simples e incômoda: a organização quer conhecer seus riscos ou quer apenas confirmar decisões já tomadas? Se o Compliance é estruturado para aceitar tudo o que lhe é apresentado, ele não está gerindo risco, está legitimando escolhas. Governança, em seu sentido mais rigoroso, é coerência entre poder, informação e responsabilidade. Poder sem informação qualificada produz decisões frágeis. Informação sem responsabilidade produz relatórios

Quatro dicas para vender mais com chat commerce

O varejo brasileiro inicia 2026 em um cenário de crescimento moderado e mudanças no padrão de consumo, com desempenho mais contido no varejo de bens. Segundo o Índice do Varejo Stone (IVS), o setor registrou queda de 1,3% no mês de janeiro e uma retração de 5,9% e 3,1% em fevereiro, com recuo de 2,2% na comparação anual, em relação às vendas do comércio brasileiro. Em busca de estratégias para impulsionar as vendas, marcas que investem em comunicação e vendas via WhatsApp, canal preferido dos consumidores brasileiros, estão aproveitando esta tendência para maximizar resultados. Neste contexto, a OmniChat, plataforma líder em chat commerce e WhatsApp Business Solution Provider (BSP), compartilha orientações para empresas aumentarem o engajamento e as conversões em seus canais digitais. “O chat commerce se consolidou como a estratégia mais eficiente de vendas online, especialmente no Brasil, onde 75% das pessoas preferem comprar de empresas com quem podem conversar por mensagens, e 60% dizem que preferem comprar por mensagens a visitar uma loja”, afirma Mauricio Trezub, cofundador e CEO da OmniChat. Estratégias para aumentar as vendas pelo WhatsApp A primeira mensagem entre a marca e o consumidor pode determinar o sucesso de toda a jornada de compra. Para criar mensagens que realmente convertam, a OmniChat recomenda ser direto e objetivo, utilizando no máximo 1024 caracteres, limite técnico do WhatsApp para templates. É fundamental incluir um “gancho emocional” conectado à data comemorativa, como referências a momentos especiais a dois, além de utilizar linguagem leve, alinhados ao tom da marca. Erros gramaticais e ortográficos são motivo imediato de rejeição e prejudicam a credibilidade, por isso a revisão cuidadosa é essencial. A estruturação da mensagem deve contar com início impactante, corpo com proposta de valor clara e fechamento com chamada para ação. A personalização deixou de ser um diferencial para se tornar uma expectativa dos consumidores. Empresas que implementam estratégias avançadas de personalização observam aumento nas taxas de abertura ao incluir variáveis como nome, sobrenome e interesses do cliente, além de aumento na taxa de conversão ao segmentar mensagens por comportamento de navegação anterior e redução na taxa de descadastramento. Entre as estratégias recomendadas está a integração da plataforma de mensagens com CRMs e sistemas de e-commerce para uso eficiente de dados, criação de templates específicos para diferentes segmentos, como clientes recorrentes, primeiras compras e abandonos de carrinho, além da utilização de dados de compras anteriores para sugerir presentes compatíveis com o histórico do consumidor.  O uso estratégico de elementos visuais e interativos pode aumentar o engajamento e a conversão. Utilizar imagens de alta qualidade que contextualizem o produto é fundamental para criar conexão emocional com o consumidor. Um mix equilibrado de conteúdos, incluindo imagens, GIFs, vídeos curtos e áudios, enriquece a experiência e mantém o interesse ao longo da jornada. O uso de botões específicos como “Quero um buquê” ou “Ver outras opções” orienta o cliente para ações concretas e aumenta as chances de conversão, criando uma experiência de compra fluida e intuitiva. Implementar campanhas de mídia paga no Google, Facebook e Instagram com botão direto para o WhatsApp permite capturar a intenção de compra no momento exato em que ela surge. Outra possibilidade é a criação de campanhas segmentadas por geolocalização para direcionar clientes às lojas físicas mais próximas. A integração de dados de navegação web com o perfil do cliente no WhatsApp garante continuidade da experiência, enquanto a configuração de mensagens automáticas de boas-vindas personalizadas de acordo com a origem do cliente fortalece a primeira impressão e aumenta as chances de engajamento.

Baurucas traz sabores clássicos para disputar a Páscoa com pipoca premium

Em um cenário em que a Páscoa se tornou um dos períodos mais disputados do calendário para marcas de alimentos, a Baurucas, rede de pipocas aposta em uma estratégia cada vez mais presente no marketing contemporâneo: o uso da memória afetiva como ferramenta de diferenciação e conexão com o consumidor. As releituras, que tiveram forte apelo entre o público – Kit Kat e Sensação – voltam ao portfólio em collab com a Nestlé em 2026 em um formato ainda mais premium e instagramável. A pipoca de KitKat retorna com uma proposta mais robusta, grãos selecionados, caramelização equilibrada e uma cobertura mais generosa do chocolate, criando uma experiência que aposta no contraste entre crocância e cremosidade. Já a versão Sensação investe na memória gustativa do consumidor brasileiro, com uma fórmula ajustada que intensifica o sabor clássico de morango com chocolate, agora com ingredientes de padrão superior e derretimento mais refinado. ”A escolha dos sabores buscou agradar em cheio todos os públicos. De um lado, o KitKat dialoga com um perfil jovem e urbano, acostumado a combinações e texturas marcantes. Do outro, Sensação evoca lembranças afetivas, resgatando um chocolate que marcou gerações e que, em releituras, ganha novo fôlego no mercado” – explica Andressa Martins, fundadora da rede. O relançamento pode ser adquirido por R$24,90 (caixa unitária – 90g) Os sabores sazonais podem ser encontradas nos 40 quiosques da rede espalhadas pelo Rio de Janeiro. Mais informações em https://www.instagram.com/baurucasbrasil/

EBC fecha parceria com Shangai Media Group

O diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Andre Basbaum, fechou nesta sexta-feira (20) mais uma parceria em sua viagem oficial à China. Desta vez, foi com o Shanghai Media Group (SMG), onde foi recebido pela vice-presidente Wu Qian. O grupo é um dos maiores da China, tendo sido fundado em 2001 como fusão de quatro emissoras locais de rádio e televisão. Em seu último dia de agenda oficial na China, Basbaum também visitou a sede da Xiaohongshu ou Red Note, pelo nome em inglês. A rede social que mais cresce na China, já possui 350 milhões de usuários e pretende começar a operar no Brasil. O presidente da EBC foi recebido pelo diretor de relações institucionais da empresa, Zhang Xinbo. Viagem oficial em busca de parcerias Desde o início da semana, o presidente da EBC vem fazendo uma viagem oficial à China, acompanhado pelo diretor de Administração e Finanças, Rodrigo Faria. O objetivo foi o de realizar uma série de visitas institucionais na China em busca de parcerias estratégicas entre os dois países na área de comunicação, visitando instituições públicas e empresas de comunicação em Xangai e Pequim. Na quinta-feira (19), Basbaum foi recebido na sede do New Development Bank em Xangai, pela presidenta do banco, Dilma Rousseff, ex-presidenta da República. Basbaum esteve também no China Media Group, maior conglomerado de mídia do país, com o qual a EBC já possui um acordo de cooperação. Durante a visita, foi selada uma ampliação da parceria com a criação de um formato televisivo conjunto, o Panorama China. O diretor-presidente também foi recebido pela ministra da Administração Nacional de Rádio e Televisão da China, a senhora Cao Shumin. Durante a reunião, foram debatidas formas de cooperação entre os dois países no desenvolvimento da tecnologia da TV 3.0, que começa a funcionar este ano no Brasil. A delegação também visitou a sede da agência de notícias Xinhua, em Xangai, onde foi recebida pelo presidente da agência, o secretário do Partido Comunista Chinês, Fu Hua. O presidente da EBC também visitou a gigante chinesa iQIYI, uma plataforma de produção e distribuição de conteúdo audiovisual chinês. Também visitou a CBIC – China Broadcasting International Economic and Technical Cooperation. Na agenda, também houve visitas a empresas de mídias sociais, mercado em que a China também vem se destacando. Em Pequim, Basbaum esteve na sede mundial do Kwai, uma das principais plataformas de conteúdo do mundo, com mais de 700 milhões de usuários ativos por mês – 60 milhões deles no Brasil.

RedeTV! amplia cobertura da Série B com contratação de Jukanalha

A RedeTV! anuncia a contratação do influenciador e apresentador Rafael Vieira, conhecido como Jukanalha, para integrar a equipe de transmissões da Série B do Campeonato Brasileiro.  Nome conhecido do torcedor, Jukanalha chega à emissora trazendo sua linguagem descontraída e estilo autêntico para as transmissões da Série B, que começam já neste sábado (21), às 15h30, com a bola rolando entre Ceará e São Bernardo, jogo que abre o calendário do campeonato.   Além de Jukanalha, a equipe de transmissão conta com Marcelo do Ó,  Fernando Fontana e Paulo Jamelli. Na cobertura em campo, Natália Santana e Mirella Forte acompanham todos os lances e levam a emoção de cada rodada a milhões de torcedores em todo o Brasil. Há três anos à frente do “Quebrada FC”, no canal Podpah, Jukanalha ganhou destaque ao aproximar o futebol da linguagem das arquibancadas e das redes sociais, conectando diferentes gerações de torcedores com autenticidade, carisma e personalidade. A RedeTV! renovou os direitos de transmissão da Série B do Campeonato Brasileiro na TV aberta pelas próximas duas temporadas. A emissora, que já havia exibido a competição em 2025, garante a permanência do torneio em sua grade para os anos de 2026 e 2027. O torneio deste ano reúne 20 clubes tradicionais e promete ainda mais emoção dentro de campo e nas arquibancadas Brasil afora. A disputa conta com América-MG, Athletic Club, Avaí Futebol Clube, Atlético Goianiense, Botafogo-SP, Ceará, CRB, Criciúma, Cuiabá, Fortaleza, Goiás, Grêmio Novorizontino, Juventude, Londrina Esporte Clube, Náutico, Operário, Ponte Preta, São Bernardo, Sport Recife e Vila Nova.

INVIAN apresenta Nexus, plataforma que nasce para estruturar planejamento e transação de mídia OOH

O mercado brasileiro de mídia OOH vive um momento de expansão. Em 2025, o investimento publicitário movimentado via agências no país somou R$ 28,9 bilhões, crescimento de 10% em relação ao ano anterior. Dentro desse cenário, o OOH alcançou R$ 3,512 bilhões, passou a representar 12,1% do investimento publicitário nacional e manteve a posição de terceiro meio que mais recebe verbas no Brasil. É nesse contexto que a INVIAN, empresa de tecnologia para os mercados de OOH, DOOH e Retail Media e que faz parte do ecossistema da THE LED, anuncia o lançamento da Nexus, plataforma criada para integrar dados, inventário, planejamento, disponibilidade e execução de campanhas em um único ambiente. A novidade foi apresentada durante o OOH Summit, maior encontro do setor no Brasil, realizado entre os dias 17 e 19 de março, em São Paulo. Para a empresa, o crescimento do OOH também evidencia uma oportunidade clara: ampliar a participação do meio no mercado publicitário por meio de mais tecnologia, organização de inventário, inteligência comercial e maior acessibilidade para quem compra e para quem vende mídia. Infraestrutura tecnológica para o OOH A Nexus surge com a proposta de estruturar uma nova camada de infraestrutura tecnológica para o setor, conectando planejamento, audiência, inventário e operação em um ambiente mais integrado, acessível e escalável. Na prática, a plataforma permite que agências tenham acesso mais profundo ao inventário de cada exibidor, com mais contexto sobre ativos, disponibilidade e características operacionais — algo que muitas vezes ainda é limitado pela falta de acesso direto, padronização e visibilidade consolidada. “Nos últimos anos, o OOH ganhou relevância estratégica dentro do planejamento de mídia e passou a atrair mais investimento e atenção das marcas. A Nexus surge para ajudar a estruturar essa nova fase do mercado, criando uma infraestrutura tecnológica que conecta inventário, dados e operação e torna o ecossistema mais organizado, transparente e acessível”, afirma Richard Albanesi, CEO da THE LED. Um dos principais objetivos da plataforma é aproximar pequenos e médios publishers de verbas que, historicamente, estiveram mais acessíveis apenas às grandes redes, criando meios eletrônicos de venda que ampliam visibilidade, padronização comercial e capacidade de ativação. Com isso, exibidores com relevância regional e alto valor estratégico passam a ter mais condições de participar do fluxo de planejamento e compra de campanhas de forma estruturada, rastreável e escalável. No centro da proposta está a disponibilização do inventário para transação eletrônica, organizando informações comerciais e operacionais para que o mercado funcione com mais fluidez, rastreabilidade e escala. A Nexus foi concebida para integrar campanhas tradicionais, digitais e fluxos automatizados, apoiando exibidores na padronização de seus ativos e aumentando a capacidade de monetização de redes que ainda encontram barreiras para entrar plenamente no fluxo de planejamento das grandes campanhas. Para fortalecer essa inteligência, a plataforma incorpora métricas qualificadas da Logan, empresa reconhecida como uma das principais companhias de backbone media e dados. A integração conecta mais de duas mil marcas e agências globais às necessidades de planejamento por meio de dados on e off e formatos auditáveis por terceiros, ampliando a leitura de audiência e qualificando as oportunidades comerciais disponíveis. Além da camada de planejamento e conexão comercial, publishers que operam com a INVIAN passam a ter acesso ao ecossistema de 14 sistemas integrados da companhia, que viabilizam consulta de disponibilidade em tempo real, organização de formatos de venda, gestão operacional e execução das campanhas. Essa estrutura tecnológica amplia controle, governança e integração entre áreas comerciais e operacionais, possibilitando que a monetização aconteça com mais segurança, consistência e inteligência. Com a Nexus, exibidores passam a contar com uma estrutura que ajuda a padronizar inventário, organizar disponibilidade, qualificar sua oferta comercial, ajustar CPMs com apoio de dados e ampliar visibilidade diante do mercado anunciante. Para agências e anunciantes, o ganho está em acessar uma leitura mais detalhada e organizada da oferta de mídia, permitindo descobrir e ativar inventários que muitas vezes ficam fora do radar por não estarem plenamente acessíveis ou estruturados dentro dos fluxos tradicionais de compra e planejamento. O OOH cresce e prova, ano após ano, sua relevância estratégica dentro do mercado publicitário. “A plataforma nasce para contribuir com a próxima etapa dessa evolução, dando às agências mais profundidade de acesso ao inventário dos exibidores e oferecendo aos publishers uma infraestrutura que aumenta visibilidade, organização, eficiência comercial e monetização”, explica Kelson Schmitt, CEO da INVIAN. “Estamos muito orgulhosos com a parceria que une a experiência da Logan em dados para OOH, com a tecnologia exclusiva da INVIAN. Combinamos qualidade e escala de dados de fluxo, presença real de audiência e um alcance derivado de mais de 400 milhões de celulares na América Latina para entregar uma solução inovadora, relevante para as marcas e sempre orientada por eficiência”, declara Francesco Simeone, Partner e Global CGO da Logan.

Mês da Mulher: conheça a CEO que já recuperou mais de R$ 100 milhões em impostos para clínicas médicas

No mês da mulher, não há como abordar a independência feminina sem tocar em um ponto específico: a autonomia financeira. Essa pauta tem sido uma das maiores preocupações da empresária Júlia Lázaro, quando o assunto é equidade de gênero. Como mulher empreendedora, e com mais de 15 anos de trajetória em finanças, Júlia tem se dedicado a difundir a importância do planejamento financeiro para uma vida segura e saudável. A empresária é fundadora e CEO da Mitfokus, uma contabilidade especializada na área médica que se consolidou como uma fintech voltada a cuidar da saúde financeira de médicos, consultórios e clínicas. Com sede em Campinas (SP), a Mitfokus tem atuação nacional, com clientes localizados em pelo menos 23 unidades da federação. A partir dos serviços oferecidos a empreendimentos em saúde, a Mitfokus soma, em sua história, mais de R$ 100 milhões recuperados, para seus clientes, de impostos pagos acima do que realmente deveriam. Mágica de Júlia e sua equipe? Não, apenas planejamento contábil, fiscal e financeiro. Um trabalho que permite identificar, nas palavras de Júlia, “ralos financeiros” – dinheiro que consultórios, clínicas e outros estabelecimentos gastam desnecessariamente. Diferentemente de uma contabilidade generalista, o serviço especializado da Mitfokus conhece, de um lado, as especificidades dos negócios na área da saúde. De outro, as particularidades do sistema de tributação incidente sobre esses negócios. “Nossa contabilidade calcula gastos tributários desnecessários, identifica oportunidades como benefícios previstos em lei, orienta e trabalha para o resgate desse dinheiro. E, tão importante quanto, cessa de vez esse escoamento de recursos”, explica. Além de profissionais altamente especializados, o trabalho conta com metodologia baseada no uso de tecnologia digital. A decisão de constituir uma contabilidade especializada veio a partir de experiências e dificuldades relatadas em casa pelo marido Dirceu Melo, Cardiologista, em relação ao pagamento de impostos. “Não é algo que se estuda em um curso de Medicina”, comenta Júlia. A Mitfokus foi fundada, então, para lidar com essa “dor” de profissionais de saúde. Desde a fundação, em 2017, Júlia Lázaro é quem está à frente da empresa, como CEO. Antes disso, especializou-se em Economia, pela Fundação Getúlio Vargas, e fez MBA Internacional pela Universidade de Ohio/FGV. A empresa e, em especial, a expertise da profissional tornaram Júlia referência quando o tema é saúde financeira de negócios em saúde. É regularmente convidada para compartilhar sua experiência e ministrar cursos. Dessa jornada, derivou uma outra linha de atuação: a administradora e empresária se firma também como educadora financeira para mulheres. Júlia tem realizado palestras e outras atividades sobre educação e planejamento financeiro para o público feminino. Também é consultada por veículos de imprensa, como fonte especializada e realiza eventos com as próprias colaboradoras da Mitfokus, sobre o tema, com foco na saúde financeira delas.  Em todas essas ocasiões, procura mostrar como decisões cotidianas de consumo e compras podem ser repensadas e melhor planejadas. Em um mercado de trabalho ainda caracterizado por mulheres ganhando menos que homens, cuidar da vida financeira se torna imprescindível, sublinha a profissional. “Embora a realidade esteja mudando, dados globais revelam que, ainda, 90% de nós mulheres recebemos salários 20% menores que os dos homens. No Brasil, uma grande parcela das mulheres estão endividadas. Educação e planejamento financeiro são relevantes não só para as finanças pessoais ou de casa, mas para qualidade de vida”, avalia. “Sem planejamento financeiro, sem finanças em dia, em ordem, não há independência feminina”.

ADVB e Neoxs firmam parceria estratégica para revolucionar a formação de profissionais de vendas

A Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB/SP) anuncia um novo capítulo em sua trajetória de fomento ao mercado nacional. Em convênio firmado com a Neoxs, a entidade passa a oferecer uma grade completa de cursos voltados à capacitação abrangendo modalidades online, presenciais e in company. O encontro que selou a parceria reuniu lideranças-chave de ambas as organizações: Lívio Giosa, Presidente da ADVB/SP; Maurício Vergani, Vice-Presidente de Cursos da entidade e CEO & Founder da Neoxs; e Roseli Tegani, Diretora de Cursos da Neoxs. A união une a tradição histórica da ADVB com a expertise técnica da Neoxs para responder aos desafios do mercado contemporâneo. Mais do que uma expansão de portfólio, o movimento simboliza o protagonismo na formação executiva da ADVB. Para o presidente da ADVB/SP, a iniciativa resgata o DNA educacional da instituição. “Esta parceria com a Neoxs reforça o nosso compromisso com o ‘conhecimento aplicado’. Estamos retomando com força total a tradição da ADVB na formação executiva, oferecendo ferramentas que permitem ao profissional não apenas entender a teoria, mas transformar resultados na prática imediata das empresas”, afirma Lívio Giosa. As trilhas de conhecimento foram desenhadas para conectar teoria e prática de forma imediata, abordando pilares críticos do setor comercial, como: Prospecção Estratégica; Técnicas de Negociação e Gestão de Vendas B2B. “O mercado de vendas exige hoje uma mentalidade muito mais analítica e estratégica. Ao unir a expertise da Neoxs com o prestígio da ADVB/SP, criamos um ambiente de aprendizagem que prepara o líder para os desafios reais do B2B, gerando valor constante para o público e fortalecendo nossa comunidade de profissionais”, destaca Vergani. Reconhecimento, Conhecimento e Relacionamento Alinhada aos seus eixos de atuação institucional, a ADVB/SP reafirma seu compromisso em fortalecer a comunidade de líderes comerciais no Brasil. Ao investir em educação aplicada, a associação amplia o acesso ao saber e fomenta o networking qualificado entre profissionais e empresas. Os novos cursos serão disponibilizados em breve no ambiente digital da entidade. Para acompanhar o cronograma de lançamentos e obter mais informações: www.advb.org.br.

ParkShopping São Caetano realiza campanha de doação de sangue

No dia 1º de abril, o ParkShopping São Caetano realiza, pela primeira vez, a campanha de doação de sangue no empreendimento. A iniciativa integra o Multiplique o Bem, hub de responsabilidade social da Multiplan, e é realizada em parceria com a ONG Amor Se Doa, em benefício do Hemocentro São Lucas. A ação acontece das 10h às 16h, no Multiplan Hall (Piso L2), espaço que será especialmente preparado para receber os doadores. A ONG Amor Se Doa será responsável por toda a estrutura necessária para a coleta, garantindo um atendimento adequado e acolhedor aos voluntários. A proposta da campanha é facilitar o acesso à doação de sangue, inserindo a prática solidária na rotina das pessoas e ampliando as oportunidades de participação da comunidade. Para participar, é necessário realizar agendamento prévio gratuito pelo site Sympla, com escolha de horário, medida que contribui para evitar filas e aglomerações. Link para inscrição:https://www.sympla.com.br/evento/doacao-de-sangue-no-parkshopping-sao-caetano-dia-01-04/3339266 ou acessar pelo aplicativo Multi, na aba Eventos e Atrações.  Requisitos obrigatórios: ●        Ter entre 16 e 69 anos (menores de idade precisam de autorização); ●        Apresentar documento oficial com foto no momento da coleta; ●        Pesar acima de 53 kg; ●        Estar bem de saúde, sem sintomas de gripe ou infecções; ●        Não estar em jejum, manter boa hidratação e evitar alimentos gordurosos antes da doação; ●        Não consumir álcool nas 12 horas que antecedem a doação; ●        Pessoas que fizeram tatuagem devem aguardar 12 meses (em alguns casos, 6 meses, conforme avaliação); ●        Para quem tomou a vacina Coronavac, o intervalo deve ser de 48 horas, e para as demais vacinas, de 7 dias. Frequência de doação: ●        Homens: a cada 2 meses, até 4 vezes ao ano. ●        Mulheres: a cada 3 meses, até 3 vezes ao ano. Serviço – Evento de doação de sangue no ParkShopping São Caetano Data: 01 de abril de 2026 Horário: das 10h às 16h, mediante agendamento prévio Agendamentos:  https://www.sympla.com.br/evento/doacao-de-sangue-no-parkshopping-sao-caetano-dia-01-04/3339266 Local: Multiplan Hall (Piso L2) Endereço: Alameda Terracota, 545, bairro Cerâmica, São Caetano do Sul-SP Instagram: @parkshoppingsaocaetano YouTube: ParkShopping São Caetano

Marketing esportivo só faz sentido quando muda hábitos

Por Lineu Neto, CMO da Leve Saúde Durante décadas, o marketing esportivo foi tratado como sinônimo de visibilidade. Marcas disputam espaços em uniformes, placas e transmissões buscando alcance, lembrança e associação emocional. Tudo isso importa. Mas, em um país que convive com sedentarismo crônico, envelhecimento acelerado da população e sobrecarga nos sistemas de saúde, é legítimo perguntar: o que sobra quando o jogo acaba? Patrocinar esporte não deveria ser apenas sobre hype. Precisa ser sobre impacto. Especialmente quando falamos de empresas que atuam no campo da saúde, bem-estar e longevidade. Se o esporte é uma das mais poderosas alavancas culturais do Brasil, ele não pode ser usado apenas como vitrine. Deve ser ferramenta concreta de engajamento, prevenção e transformação de hábitos. O futebol, em particular, tem um poder que nenhuma campanha publicitária tradicional alcança. Ele atravessa classes sociais, gera pertencimento, molda rotinas, cria rituais. Um clube não representa apenas um time, mas uma identidade coletiva. Quando uma marca se associa a esse ecossistema, ela herda uma responsabilidade: contribuir para que essa paixão se traduza em algo além da arquibancada. É aí que o marketing esportivo precisa evoluir. Não basta estampar um nome na camisa. É preciso construir pontes entre a emoção do jogo e escolhas reais de vida. Incentivar movimento, facilitar o acesso à atividade física, criar experiências que levem o torcedor a sair do sofá, cuidar do corpo, olhar para a própria saúde com mais atenção. Transformar admiração em ação. Esse raciocínio nasce de dentro da estratégia. Quando uma empresa tem como eixo central a prevenção, a tecnologia aplicada ao cuidado e a ampliação do acesso à saúde, o patrocínio esportivo não pode ser periférico. Ele precisa conversar com o produto, com o serviço, com a cultura interna e com o impacto que se pretende gerar na sociedade. Caso contrário, vira apenas mídia cara. No Brasil, mais da metade da população adulta não pratica atividade física regularmente. Doenças crônicas evitáveis consomem recursos, tempo e qualidade de vida. Ao mesmo tempo, milhões de pessoas acompanham esportes todas as semanas, se emocionam, se mobilizam, se inspiram. Existe uma lacuna entre o que o esporte representa simbolicamente e o que ele produz na vida cotidiana das pessoas. O marketing tem a chance de ocupar esse espaço. De usar o alcance do esporte para criar movimentos permanentes, não apenas campanhas sazonais. De transformar patrocínio em plataforma. De sair do discurso aspiracional e entrar no território da mudança concreta. Ações em territórios urbanos, programas abertos de atividade física, integração entre esporte, saúde e comunidade são exemplos de como isso pode acontecer. Quando o marketing esportivo é coerente com o propósito da marca, ele deixa de ser custo e passa a ser investimento social. Ele ajuda a reduzir a distância entre intenção e prática. Entre saber que é preciso se mexer e, de fato, se mexer. Entre admirar atletas e cuidar do próprio corpo. O futuro do setor não está em quem aparecer mais, mas em quem fizer mais sentido. Em quem entender que visibilidade sem consequência é barulho. Que emoção sem desdobramento é oportunidade perdida. Que o esporte, quando bem usado, pode ser uma das maiores ferramentas de saúde pública do país. Patrocinar um time pode ser sobre ganhar atenção. Ou pode ser sobre ganhar tempo de vida para milhares de pessoas. A diferença está em tratar o esporte não como palco, mas como ponte. Entre paixão e prevenção. Entre espetáculo e transformação. *Lineu Neto é CMO da Leve Saúde, operadora de planos de saúde do Rio de Janeiro que oferece qualidade de vida a preços acessíveis.

Entre trends e experiência, Páscoa acelera vendas no varejo digital

A Páscoa de 2026 reforça sua relevância para o varejo brasileiro, especialmente no ambiente digital, com campanhas que antecipam o consumo, apostam em experiências e exploram o apelo emocional para impulsionar resultados. O movimento acompanha o crescimento do setor: o mercado de chocolates movimentou R$ 36,7 bilhões em 2025, com alta de 26%, segundo a NielsenIQ. Movidas por trends nas redes sociais, as compras nesse período combinam planejamento e impulso, com picos de decisão concentrados nos dias que antecedem a data. Uma pesquisa do Sebrae aponta que 73% dos consumidores brasileiros já realizaram compras influenciados por conteúdos em plataformas como o Instagram, reforçando o papel do social commerce na tomada de decisão em datas sazonais altamente visuais como a Páscoa. Esse comportamento impõe desafios específicos à gestão online. A performance passa pela capacidade de ajustar sortimento, comunicação e distribuição ao longo de todo o período, acompanhando o que ganha relevância nas redes. Nesse contexto, a logística de last mile ganha protagonismo, com modalidades como Same Day Delivery e Click & Collect se tornando diferenciais competitivos, especialmente na reta final. “As marcas que performam melhor são aquelas que recalibram o sortimento e o investimento em mídia em tempo real para capturar os picos de demanda, com uma logística preparada para acompanhar a velocidade do fechamento de vendas”, afirma Alexandre Mendes, Sócio-CMO da Lope Digital Commerce. Além da estratégia, a comunicação também passa por ajustes. Linguagem alinhada ao momento cultural, campanhas mais dinâmicas e forte presença em canais digitais ajudam a reter a atenção de um público que decide em poucos minutos, muitas vezes diretamente pelo celular. “A Páscoa expõe o quanto o comércio eletrônico está conectado à cultura e ao comportamento online. Quem consegue trabalhar nessa dinâmica leva esse aprendizado para o restante do ano, com mais agilidade, menos estoque parado e campanhas mais eficientes”, finaliza Mendes.

Zinho percorre as principais feiras supermercadistas do país e reforça parceria com o varejo alimentar em 2026

A Zinho, indústria de panificação com sede em Ribeirão Preto (SP), vai marcar presença nas principais feiras do varejo alimentar brasileiro no primeiro semestre de 2026, reforçando sua estratégia de proximidade com supermercadistas e distribuidores em todas as regiões do país. A agenda tem início nesta semana na Super Rio Expofood, principal evento de negócios do setor supermercadista fluminense, organizado pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) nos dias 17, 18 e 19 de março. A programação segue com a 43ª edição da feira supermercadista paranaense (ExpoApras) de 14 a 16 de abril, em Pinhais (RP), na região metropolitana de Curitiba. Nestas duas exposições, a Zinho estará presente em parceria com seus distribuidores. A agenda do mês de abril segue com a Smart Market ABRAS, da Associação Brasileira de Supermercados, nos dias 27 e 28, em São Paulo. Na sequência, de 18 a 21 de maio em São Paulo (SP), como acontece todos os anos, a Zinho vai estar presente no APAS Show, o principal evento da cadeia no país realizado por iniciativa da Associação Paulista de Supermercados. A Zinho é referência na categoria de pães de alho, sendo a primeira marca da categoria, e hoje a maior indústria de pães recheados do Brasil, com presença em todos os estados brasileiros e exportações para Estados Unidos, México, Uruguai, Paraguai, Argentina e Porto Rico. “Fortalecer a marca, apresentar os nossos produtos e as novas linhas são as motivações da presença da Zinho nestes eventos que são uma vitrine e uma referência para estreitarmos o relacionamento com os canais de distribuição e o varejo brasileiro”, comenta o gerente nacional de vendas da Zinho, Fabrisio Gomes. A participação frequente da Zinho nas principais feiras do segmento comprova a força da marca e consolida sua presença em todo o território nacional, além de expor seu portifólio de produtos voltados à praticidade e às novas ocasiões de consumo, como momentos em família e preparos rápidos, a exemplo da linha Airfryer, que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado desde o seu lançamento no APAS Show em 2024 e a ampliação do portifólio da na edição de 2025, quando a linha ganhou opções de embalagens menores.

Fórmula E: Opel anuncia sua entrada no Campeonato Mundial a partir da Temporada 13 (2026/27)

Anúncio consolida ainda mais o envolvimento da fabricante Stellantis na Fórmula E, para a era GEN4 e além.  A marca automotiva alemã Opel anunciou sua entrada no Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E para a Temporada 13 (2026/27), início da era GEN4.  A equipe sediada em Rüsselsheim, batizada como Opel GSE Formula E, está elevando seu compromisso com o automobilismo elétrico a um novo patamar, ao mesmo tempo em que exibe seus modelos elétricos de rua GSE. Como uma marca alemã com longa tradição no automobilismo e sucesso em ralis, carros de turismo e corridas de resistência, a Opel agora traz sua expertise técnica para a categoria de corrida que mais cresce no mundo.  A notícia foi oficialmente anunciada pelo CEO da Fórmula E, Jeff Dodds, e pelo CEO da Opel, Florian Huettl, em coletiva de imprensa antes da corrida deste fim de semana na Espanha.  “Estamos muito felizes em receber a Opel como nova equipe de fábrica na Fórmula E”, disse Jeff Dodds, CEO da Fórmula E. “Como uma marca alemã forte, com expertise em engenharia diferenciada e uma imagem moderna e arrojada, a Opel traz uma longa e rica história no automobilismo e uma nova dinâmica para o grid de largada. O compromisso da Opel também demonstra a importância da Fórmula E para as montadoras globais na transição para a mobilidade elétrica”.  “A entrada na Fórmula E marca um novo marco para a Opel em nossa jornada rumo a um futuro elétrico”, disse Florian Huettl, CEO da Opel. “Com a Fórmula E migrando para carros GEN4, a partir da próxima temporada, vemos este como o momento ideal para ingressar nesta emocionante competição de automobilismo totalmente elétrica. Nossa equipe Opel GSE Formula E demonstrará o que nossa marca representa: engenharia alemã, design arrojado e desempenho eletrificado, atributos que também se aplicam aos modelos GSE totalmente elétricos da Opel, como o Mokka GSE e, em breve, o novo Corsa GSE”.  Antes do início da Temporada 2026/27, a equipe Opel GSE fará sua primeira aparição pública durante o lançamento oficial do GEN4 no circuito Paul Ricard em Le Castellet, em abril.  GEN4 da Fórmula E A GEN4 representa o maior salto de desempenho na história do campeonato. Os carros de corrida totalmente elétricos atingirão uma potência máxima de até 600 kW (816 cv) na qualificação e no MODO DE ATAQUE – um aumento impressionante de 250 kW (340 cv) em relação à geração atual, GEN3 Evo. Além disso, a quarta geração de veículos conta com tração integral permanente, em vez de temporária, o que proporcionará muito mais aderência.  O departamento de automobilismo da Opel, liderado por Jörg Schrott, chefe da equipe Opel GSE de Fórmula E e diretor de automobilismo, já está estabelecido e se preparando para a entrada da marca alemã no campeonato. Uma equipe de engenheiros de veículos, desenvolvimento e estratégia, além da gestão operacional, já está se preparando para o início da temporada.  A Opel possui décadas de experiência no automobilismo clássico de alto nível e no amadorismo. As atividades anteriores da marca abrangem desde o Campeonato Mundial de Rali até corridas em circuito, com participações na Fórmula Opel, Fórmula 3 e no Campeonato Alemão de Carros de Turismo (DTM).   Com a adição do Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E a partir da Temporada 13, a Opel eleva seu compromisso com o automobilismo totalmente elétrico a um novo patamar.  Programação para o E-Prix CUPRA Raval de Madri de 2026 Na 6ª etapa do Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E, Madri recebe um E-Prix pela primeira vez. Estaremos no Circuito de Jarama para um fim de semana de corrida que promete muita ação e entretenimento, com o piloto espanhol Pepe Martí buscando dar um show diante de sua torcida neste sábado, 21 de março.  Corrida:  Sábado, 21 de março, 11h05 no horário de Brasília (15h05, horário local).  A transmissão para o Brasil fica a cargo de Band/Band Sports (TV) e Grane Prêmio (Youtube). 

O futuro da governança na Era da Inteligência Artificial: muito além das validações financeiras

Por Leonardo Tristão, CEO da Performa_IT e estrategista digital Como CEO e fundador da Performa_IT , observo diariamente o impacto avassalador que a Inteligência Artificial e as tecnologias emergentes estão causando em nosso setor de serviços de tecnologia. Em um ambiente de extrema incerteza, frequentemente caracterizado pelos acrônimos VUCA (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade) e BANI (Fragilidade, Ansiedade, Não-Linearidade e Incompreensibilidade), a governança corporativa moderna não pode mais se limitar a um exercício de conformidade ou a simplesmente “validar planilhas” para atender a requisitos básicos. A verdadeira governança atua de “dentro para fora”, criando uma cultura robusta que melhora a qualidade decisória, medida por sua precisão, tempestividade e maturidade institucional, e antecipa o futuro (uma postura futureproof). Este é o momento de consolidarmos um “Conselho de Administração Estratégico”, onde conselheiros trazem alto volume de questionamentos e fornecem alternativas de ação, focando implacavelmente no amanhã e na inovação. Abaixo, detalho como essa visão de governança moderna atua como a principal alavanca de valor, segurança e inovação para o nosso ecossistema. Para os sócios investidores: geração de valor sustentável no longo prazo A maior falha da governança tradicional é a ênfase na performance de curto prazo, onde executivos são consumidos pela pressão de atingir lucros trimestrais. Para uma empresa de tecnologia que precisa investir pesadamente na disrupção da IA, esse imediatismo é tóxico. A Governança Moderna propõe que os conselhos tenham o direito e o dever de aconselhar a empresa para o longo prazo. Precisamos abandonar a prática de fornecer estimativas de lucros de curto prazo (earnings guidance) ao mercado, substituindo-a por metas de longo prazo, como participação de mercado e percentual de receita oriunda de novos produtos de IA. O objetivo é proteger o valor fundamental da companhia. Michael Dell compreendeu isso ao fechar o capital de sua empresa em 2013, afirmando que a liberdade para focar na inovação não era possível sob as demandas trimestrais de Wall Street. O conselho deve atuar como esse escudo, garantindo que os investidores colham os frutos de uma estratégia de longo prazo sólida. Para os clientes: inovação dirigida e mitigação de riscos “Inovar para os clientes” é o maior motor de criação de riqueza na nossa economia. Contudo, a inovação traz riscos cibernéticos e operacionais sem precedentes. As prioridades dos conselhos modernos para os próximos anos destacam a “Adoção de tecnologias emergentes” juntamente com a “Cibersegurança e privacidade de dados”. Para garantir que os clientes recebam soluções de IA de ponta com segurança, o conselho deve assegurar que temos as pessoas certas na sala. Um erro clássico de governança ocorreu com o J.P. Morgan em 2012, cujo comitê de risco não possuía nenhum especialista na área, resultando no caso “London Whale” e perdas de US$ 6 bilhões. Não podemos cometer o equivalente tecnológico desse erro. Os conselhos modernos devem exigir e garantir a presença de competências em tecnologias emergentes, guiando a inovação de forma segura para os nossos clientes. Para o C-Level: guidance estratégico e mentoria Os conselheiros são os guardiões do propósito e do sistema de governança, atuando como o elo entre a gestão executiva e os sócios. Nossa função não é micro gerenciar a operação, mas sim fornecer guidance estratégico. Ao evoluirmos para um Conselho Estratégico, assumimos o papel de mentores de talentos executivos. A diretoria tem a responsabilidade de executar a estratégia e identificar riscos, mas o conselho estabelece os limites aceitáveis para a exposição a esses riscos (apetite de risco). Em meio à disrupção da IA, forneceremos à diretoria a segurança de uma governança ágil e com profundo conhecimento das melhores práticas, permitindo que o C-level tome decisões ousadas, sabendo que estão respaldados por um colegiado diverso e com visão global. Para os colaboradores: segurança através da ética, equidade e agenda de talentos A “Agenda de Talentos” figura consistentemente como uma das prioridades máximas dos conselhos. Em um setor onde a guerra por talentos em engenharia e dados é feroz, a governança gera segurança psicológica e profissional. Fazemos isso vivendo nossos valores e tratando todas as partes interessadas de maneira justa, com base no respeito, diversidade, inclusão e igualdade de oportunidades. Quando os colaboradores percebem que as decisões são tomadas de forma imparcial, orientadas por processos claros que evitam conflitos de interesses, o ambiente de trabalho torna-se pautado na confiança sólida. Um ambiente íntegro depende de escolhas éticas, e a governança garante que a empresa seja um local seguro para profissionais de alta performance desenvolverem a tecnologia do amanhã. O fundamento inegociável: ética e sustentabilidade Nenhuma disrupção tecnológica será bem-sucedida a longo prazo se não for fundamentada na ética e na sustentabilidade. Anteriormente, a ética servia apenas para proteger os sócios contra fraudes financeiras. Hoje, a ética aplicada às organizações estende-se para uma rede complexa de stakeholders, permeando a sociedade e o meio ambiente. A sustentabilidade na governança moderna exige que compreendamos nossa relação de interdependência com os ecossistemas social, econômico e ambiental. Gerar valor compartilhado significa reduzir externalidades negativas e zelar pela viabilidade econômico-financeira considerando todos os capitais: intelectual, humano, social, natural e reputacional. Com o apoio de um conselho de administração moderno a governança corporativa em uma empresa de tecnologia não é uma amarra burocrática, mas sim a maior vantagem competitiva possível disponível. Essa infraestrutura de princípios e processos que garante a geração de valor sustentável sem renunciar à inovação na velocidade que o contexto atual mundo exige. Ao unirmos inovação acelerada com responsabilidade e previsibilidade, estamos construindo não apenas uma empresa rentável para este trimestre, mas uma instituição perene, pronta para liderar a revolução da IA com impacto positivo no mundo.

Datas sazonais: como criar campanhas estratégicas para as empresas?

Por Luiz Correia Por muitos anos, o calendário comercial foi tratado como uma cartilha: se é Black Friday, tem promoção; no Dia das Mães, vemos campanhas emocionais; e no Natal, descontos atrativos em produtos temáticos. Mas, em um mercado cada vez mais orientado por dados e mudanças no comportamento do consumidor, será que ainda faz sentido seguir as datas sazonais de forma automática? Ou, precisamos criar campanhas mais estratégicas com base na hiperpersonalização?  Segundo um compilado divulgado pela Amra & Elma, o marketing sazonal se tornou um pilar crucial do mercado, representando 27% do total de vendas anuais varejistas em todo o mundo.  São épocas muito propícias para um aumento considerável desses resultados – mas, isso não significa que toda data comemorativa vá, necessariamente, trazer esses bons frutos para todas as organizações.  Entender seu apelo e como conectá-la ao produto / serviço da empresa é o maior desafio do varejo, uma vez que vivemos em uma demanda extrema de hiperpersonalização no atendimento ao cliente moderno. E, é justamente isso que gera resultados de alto impacto atualmente. Afinal, em poucos cliques, o consumidor consegue descobrir o que cada negócio faz ou vende – contudo, saber o que, efetivamente, há de diferente naquela oportunidade ou como ela está alinhada aos desejos de compra de cada um, são peças-chave para o sucesso da campanha.    Nesse sentido, muito além de analisar o histórico de compras e movimentações de anos anteriores, é crucial compreender de que forma aquela estratégia foi construída e apresentada, pois, por mais que a oferta tenha sido positiva, se a conexão entre as partes não foi genuína, muito provavelmente, acabou impactando o insucesso deste planejamento.  Existem três pilares fundamentais que sustentam campanhas assertivas com ótimos resultados: se a ação / oferta foi direcionada ao público correto; se o timing foi adequado, sendo planejado com antecedência para que nenhuma estratégia seja adotada com pressa; e se os aprendizados do ano/campanha anterior foram aplicados com base nos insumos gerados, do contrário, não trará um maior engajamento.  Manter constância nesse relacionamento é um dos cuidados que mais influencia, positivamente, nos resultados de qualquer campanha de datas sazonais, considerando que o mercado está saturado de ofertas avulsas. Vemos cada dia mais públicos que se tornam embaixadores anônimos de uma marca, o que faz com que a falta de proximidade torne aquela ação muito mais uma campanha do que um conhecimento claro sobre os hábitos de consumo.    Para fortalecer esse vínculo, saber quais canais de comunicação investir é outro ponto determinante. Mapear as opções mais relevantes para cada cliente é o mundo ideal, mas, como isso nem sempre é possível, utilizar canais digitais de alta escala ajudam muito nesse sentido. Alguns dos mais vantajosos incluem o RCS, WhatsApp e e-mail – todos capazes de gerar o ROI esperado através de um investimento muito menor comparado com anúncios pagos ou televisivos, por exemplo.  Muito antes de começar as divulgações das ofertas ao mercado, as empresas devem olhar, com máximo cuidado e atenção, à jornada de seu público-alvo, levando em consideração como será o processo de compra, implantação e entrega, como continuação de todo um processo de planejamento prévio.  E, para alinhar esses pontos, é vital entender e captar com o cliente qual o valor percebido com sua experiência. Isso deve ir além do que, meramente, aplicar pesquisas de satisfação, incluindo também relatos aprofundados de suas percepções dentro do sistema interno, de forma que guiem futuras campanhas com maior eficiência.   As datas sazonais continuam sendo pontos relevantes de alavancagem comercial, mas o grande diferencial competitivo não está mais em “estar presente” nesses momentos, e sim em como e por que investir nelas. Em um mercado orientado por dados, a sazonalidade só gera valor quando é tratada como parte de uma estratégia maior e personalizada às necessidades individuais de cada consumidor — e não como um ritual automático do calendário.  Luiz Correia é Head Comercial na Pontaltech. 

Motorola convida o público a viver todos os seus mundos com o novo motorola edge 70

Em um mercado de smartphones pautado por comparações técnicas e listas de especificações, em que lançamentos disputam câmera e performance, a Motorola decide aprofundar a conversa. Com campanha criada pela Ogilvy e com a trilha sonora marcante Everybody Wants to Rule the World,  a marca apresenta o motorola edge 70 como um convite para viver, criar e transitar por diferentes territórios. O ponto de partida é uma constatação: o setor entrou em um “mundo de features”, no qual aparelhos se tornam parecidos e engessados. Em paralelo, existe o universo das pessoas: múltiplo, dinâmico, formado por interesses, comunidades e referências que coexistem. A campanha nasce dessa tensão. A ideia central é uma “powerful truth”: as pessoas constroem seus próprios espaços de pertencimento. Elas não querem apenas um celular, mas um dispositivo que acompanhe e expresse preferências, cores, estilos e paixões. É nesse ponto que se estabelece o papel da marca: com um Motorola na mão, o usuário não apenas utiliza um smartphone, ele cria e vive diferentes dimensões da sua identidade. O futebol como ponto de conexãoSob o conceito global “O futebol te chama (Football is Calling)”, criado para a campanha da Copa do Mundo, a Motorola faz uma localização estratégica para o lançamento do motorola edge 70, utilizando o futebol como ponto de partida para conectar outros territórios culturais. A narrativa aproxima universos que coexistem no cotidiano das pessoas: o estádio e o estúdio, a emoção e a criação, a precisão técnica e o design. O futebol, naturalmente ligado à Copa, funciona como elo para expandir a conversa para moda, arte, tecnologia e expressão pessoal — reforçando também o papel do smartphone como principal tela para viver a Copa, dentro e fora do jogo. A locução do filme sintetiza a proposta:“A cada quatro anos, o mundo pára e o futebol te chama. Conectando você a todos os mundos. Ao mundo onde o design transcende o óbvio e ao da precisão que redefine cada detalhe. É neles que você vive e resiste a todas as emoções.” Design como expressão de identidade O motorola edge 70 materializa essa visão no produto. O portfólio traz cores desenvolvidas em parceria com a Pantone, incluindo Pantone Cloud Dancer, a Cor do Ano 2026, além de outras três cores exclusivas assinadas com a marca. O lançamento também conta com uma edição especial Crystals by Swarovski, que reforça o encontro entre tecnologia, moda e sofisticação. Mais do que estética, o aparelho se posiciona como uma ferramenta real de criação e expressão. A qualidade avançada da câmera permite que o próprio smartphone seja utilizado como principal instrumento de produção de imagem — inclusive em contextos de campanha. O dispositivo deixa de ser apenas um meio de consumo e passa a ocupar o papel de ferramenta criativa, acompanhando o usuário em seus processos de criação, registro e compartilhamento. Presente em diferentes territórios culturais — moda, esporte, tech/games e multicultural, o motorola edge 70 reforça a proposta da campanha ao mostrar que os mundos que cada pessoa vive podem ser criados, registrados e expressos a partir do próprio celular. Em vez de perguntar o que o smartphone faz por você, a Motorola propõe a reflexão: o que você faz com ele em cada mundo que escolhe viver. O novo filme está disponível no YouTube, Instagram, TikTok e portais. Além de redes de streaming como Netflix, Disney, Prime Video e Globo Play e mídia DOOH.  Veja o filme: FICHA TÉCNICAAgência: OGILVYAnunciante: MOTOROLATítulo: O FUTEBOL TE CHAMAProduto: INSTITUCIONALCampanha: MUNDOSCCO: RAFAEL DONATODIRETOR DE CRIAÇÃO: PAULO SALLESCriação: JOÃO CAIRO e RAFA REISChief of Client: DENISE CARUSOAtendimento:  RENATA FLORESCSO: THAIS FRAZÃOEstratégia: MURILO TODAProdução: FRANCINI SANTIAGOHead de Produção: FERNANDA PEIXOTO  Aprovação cliente:Stella ColucciAndrea BrandiErica Tabata  Produção:Produtora de Imagem: WPP ProductionHead de Produção Integrada: Luiza PagliariniLíder de Produção Executiva: Violeta RodriguesProdução Executiva: Francine AokiCoordenadora de Produção: Natalia CardosoEstagiária de Produção: Iris SilvaDiretor de Contas do Grupo: Romulo ErricoGerente de Projetos: Marcello Gielfi Diretor: Fabio HackerAD: Gustavo Gusmão2 Assistente de Direção: Luísa Monteiro Uzêda Diretor de Fotografia: Fernando Young1 Assistente de Camera: Felipe Araújo Lima2 Assistente de Câmera: Romulo Grion Direção de Produção: Dudu MirandaStoryboard: Marcel Camargo Melfi Direção de Arte: Gab NassarAssistente de Arte: Ana Paula Nigro CamposProdutora de Objetos: Luisa Vieira SantosContra Regra: Vinícius Damico RibeiroAjudante de Arte 1: João Pedro RibeiroAjudante de Arte 2: Thiago Vinícius Bezerra Produção de Elenco: Cris SaitoFigurino: Marcos André CherevekManicure: Islania da Costa Make up: Fernando de AndradeAssistente de Make up: Nicole Gonçalves Feitosa Ajudantes de Produção: Pelézinho / Wagner Bravo JuniorLimpeza de Set: Fabiana FerreiraSegurança / Bombeiro: Francisco CarvalhoCatering: Carla Giuliana GalloniCaminhão: José EymarPickup: Alfredo / Edson Chefe de Elétrica: Manoel Batista da CruzAssistente de Elétrica I: Rafael Silva SantosAssistente de Elétrica II: Felipe da Silva NogueiraAssistente de Elétrica II: Carlos André de Jesus Chefe de Maquinária: Daniel Francisco dos Santos Assistente de Maquinária I: Nevisson Ribeiro PassosAssistente de Maquinária II: Igor Marambaia dos SantosAssistente de Maquinária II: Herbert William dos Santos Video Assist: Raul Martins BittencourtLogger: Isabella OliveiraSteady Cam: Gustavo Morozini BatistaMaking Of: Matheus JesuzPost Production Manager: Anita NadaiPost Producer: Bernardo BritoIA Specialist: Wesley SilvaEdição: Sergio Diniz  Color Grading: Psycho N’lookSupervisão de Efeitos e Composição: BTFLY Coletivo3D: Rafael Santinello e Adler Luz  Música:Autores: Chris Hughes; Roland Orzabal; Ian StanleyEditora: Bmg Rights Management Brazil LtdaLicenciamento Musical por CulturaXchangeObra: “Everybody Wants To Rule The World” Produtora de som:Produtora de Som: MugShotProdução Executiva: Gilvana Viana e Fabio PinheiroDireção Musical: Arthur Abrami e Maurício HerszkowiczProdução Musical: Arthur Abrami, Josh Eduardo, Maurício Herszkowicz e Mister MaguilaGerente de projeto: Maitê MagogaEdição de som e mix: Leandro Rodrigo e Mister MaguilaCoordenação de Produção: Susi Marques

ADSPLAY lança rebranding e atualiza posicionamento em evento para o mercado de mídia digital

A ADSPLAY promoveu nesta quinta-feira (19) um evento para apresentar oficialmente seu rebranding e novo posicionamento ao mercado publicitário. A iniciativa marca um novo momento da companhia, em meio a um cenário de transformação do marketing, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pela necessidade de estratégias mais adaptáveis, relevantes e orientadas por dados. O encontro reuniu profissionais do setor, parceiros e executivos para discutir tendências, inovação e os novos caminhos da relação entre marcas e públicos. A programação contou com a palestra “Marketing que não parece marketing”, de João Branco, ex-CMO do McDonald’s Brasil, que propôs uma reflexão sobre como empresas precisam rever modelos tradicionais para acompanhar um consumidor mais exigente, informado e menos suscetível a abordagens genéricas. Na sequência, João participou de um debate ao lado dos sócios da ADSPLAY — Bruno Oliveira, COO, e Eduardo Abreu, vice-presidente de vendas e marketing — com mediação de Marcos Braga, o Marquinhos, CEO do Amigos do Mercado. A conversa trouxe uma abordagem provocativa e estratégica sobre os desafios atuais do marketing, passando por temas como construção de marca, personalização em escala, segmentação e uso mais eficiente da tecnologia. Entre os pontos abordados durante a conversa: a necessidade de reavaliar práticas consolidadas, a importância de campanhas mais direcionadas mesmo em contextos de grande alcance, o papel dos nichos na construção de marcas mais fortes e como o uso inteligente de ferramentas e dados pode impactar diretamente a eficiência dos investimentos. Júlia Greghi, Diretora de Marketing da ADSPLAY, responsável por encabeçar  todo o rebranding da marca (Foto:ADSPLAY) “Evoluímos nossa marca para traduzir com mais clareza o que a ADSPLAY se tornou: um ecossistema que integra mídia, tecnologia e dados para simplificar a complexidade do mercado e ampliar as possibilidades de resultado para nossos clientes”, explica Júlia Greghi, Diretora de Marketing da ADSPLAY e idealizadora do rebranding. O evento também contou com a presença de importantes players do mercado. Entre as empresas e agências presentes estavam nomes como Galeria, FTD Educação e Trisul, representados por executivos C-level, reforçando o interesse do mercado nas transformações do marketing e na evolução das estratégias de conexão com o consumidor. “Hoje, falar com todo mundo é, na prática, não falar com ninguém. As marcas que conseguem avançar são aquelas que entendem profundamente seus públicos e constroem estratégias mais precisas, sem abrir mão de escala. O marketing caminha para um equilíbrio cada vez maior entre personalização, eficiência e construção de valor de longo prazo”, afirma Eduardo Abreu, vice-presidente de vendas e marketing da ADSPLAY.

Sorvetes Rochinha aposta em transparência e lança campanha digital para mostrar uso de fruta pura na produção de picolés

Em um mercado de sorvetes que movimenta cerca de R$ 16,5 bilhões por ano no Brasil e segue em expansão, a Sorvetes Rochinha lança a campanha digital “Fruta de Verdade”. A iniciativa aposta na transparência para mostrar ao público como seus picolés são produzidos a partir de fruta pura. Desenvolvida em parceria com a agência Desdobra.ai e a produtora DogFish, a campanha apresenta cenas reais da produção e reforça o posicionamento da marca em um setor que projeta crescimento de 16,3% em 2026, segundo dados da Abis (Associação Brasileira do Sorvete e Outros Gelados Comestíveis). A proposta da campanha é desmistificar o processo industrial ao evidenciar a pureza dos ingredientes. Os primeiros filmes têm como protagonistas três sabores clássicos — coco, abacate e limão — e mostram, sem encenação, o preparo das frutas dentro da fábrica. Nos vídeos, limões são espremidos na hora, abacates têm a polpa retirada manualmente e cocos frescos são preparados e cozidos em grandes panelas, revelando ao público etapas que normalmente ficam restritas aos bastidores da produção. Para além do rigor produtivo, a estratégia visual da campanha também resgata a herança caiçara da marca. A direção de arte aposta em cores vibrantes e elementos que remetem à brasilidade, conectando a comunicação à origem da Rochinha no litoral de São Paulo e reforçando seu posicionamento como uma love branding genuinamente nacional. Para o CEO da marca, Lupercio Moraes, essa abordagem responde ao crescimento do movimento clean label no Brasil, onde o consumidor busca transparência sobre o que consome. “O consumidor está mais informado e exigente. Ele quer produtos com menos ingredientes artificiais e mais  naturais. A Rochinha sempre seguiu esse caminho e agora, nesta campanha, abrimos nossa fábrica para mostrar de forma clara que nosso produto tem um processo real, com fruta de verdade”, afirma o executivo. Thor Matsuki, CCO da Desdobra.aí explica o conceito criativo, que nasceu de um mergulho na história de mais de 40 anos da marca. “Vamos mostrar esse orgulho da origem, essa atmosfera mais brasileira e próxima da realidade do produto. O coco queimado, por exemplo, ainda é preparado em panela, como era feito décadas atrás, isso é muito raro”, ressalta. O conteúdo será distribuído estrategicamente em formatos verticais (mobile-first) para redes sociais, como Reels e Shorts, além de mídia programática nas plataformas da Meta. A tática de brand awareness foca em vídeos curtos e de alto impacto visual (snack content), que aproximam o público do processo produtivo de forma ágil e orgânica.  Com a campanha “Fruta de Verdade”, a empresa busca consolidar sua identidade em um mercado impulsionado por novos hábitos de consumo, transformando o “como se faz” no seu principal argumento de venda.

Polêmica sobre campanha da Gucci criada com IA expõe mudanças no marketing da moda

O uso de Inteligência Artificial (IA) na criação de campanhas de moda voltou ao centro do debate no setor após a marca italiana Gucci divulgar imagens promocionais geradas por IA para promover seu desfile de primavera durante a Fashion Week de Milão. As peças foram publicadas com a indicação “Created with AI”, gerando polêmica e discussões sobre o papel da tecnologia na comunicação de marcas de luxo. O movimento ocorre em um momento de forte avanço dessas ferramentas na indústria: estimativas da consultoria McKinsey indicam que a Inteligência Artificial pode adicionar até US$ 275 bilhões em lucro à indústria global de moda, luxo e vestuário, impulsionada principalmente por ganhos em marketing, personalização e previsão de demanda. De acordo com Eduardo Schuler, CEO da Smart Consultoria, referência na aplicação de tecnologia, capacitação e metodologias inovadoras para potencializar resultados em marcas, o episódio da Gucci reflete uma mudança mais ampla na indústria da moda, que começa a testar ferramentas de IA para acelerar processos criativos, simular cenários visuais e ampliar a experimentação de campanhas. No Brasil, empresas especializadas já utilizam a tecnologia para desenvolver peças publicitárias digitais para marcas de moda, calçados e acessórios. Entre essas iniciativas estão a SMART e a TEOS, empresas lideradas pelo empresário Eduardo Schuler, que produzem campanhas utilizando Inteligência Artificial para marcas como Via Uno, Ipanema, Cantão e Piccadilly. A tecnologia permite desenvolver conceitos visuais, ambientações e variações de peças criativas de forma digital, reduzindo etapas logísticas comuns em produções tradicionais. Segundo Schuler, a Inteligência Artificial não substitui o olhar criativo humano, mas amplia as possibilidades de criação e experimentação no marketing de moda. “A tecnologia permite desenvolver diferentes propostas visuais com rapidez e testar narrativas antes da campanha ganhar escala. Profissionais que têm experiência em produções físicas continuam sendo essenciais porque entendem todas as etapas que transformam uma ideia em uma campanha consistente”, afirma. Historicamente, campanhas de moda envolvem produções complexas, com estúdios, locações, equipes criativas e logística internacional. O uso de ferramentas digitais baseadas em Inteligência Artificial tem permitido simular cenários, testar conceitos e adaptar peças para diferentes canais de comunicação de forma mais ágil. O especialista aponta que a tecnologia tende a ganhar espaço principalmente nas etapas de criação visual, experimentação criativa e adaptação de campanhas para múltiplos públicos e plataformas. Ao mesmo tempo, o avanço dessas ferramentas também levanta discussões sobre autenticidade, criatividade e o equilíbrio entre inovação tecnológica e tradição artesanal, temas especialmente sensíveis para marcas do segmento de luxo. Para Schuler, o movimento indica uma mudança gradual na forma como campanhas são pensadas e produzidas. “A moda sempre esteve conectada à inovação cultural e estética. A Inteligência Artificial surge como mais uma ferramenta dentro desse processo, ampliando possibilidades criativas e ajudando marcas a experimentar novas linguagens visuais”, conclui.

Netshoes e We Coffee anunciam parceria em cardápio proteico exclusivo e cheio de sabor

A Netshoes, maior e-commerce de lifestyle esportivo do país, e a We Coffee, cafeteria reconhecida pela inovação e cafés especiais, fecharam uma parceria para oferecer aos clientes um cardápio que traduz a visão das marcas sobre os conceitos de bem-estar e lifestyle esportivo. As opções exclusivas prometem conquistar quem procura sabor, inovação e performance ao incluir duas bebidas proteicas e um bagel integral com recheio de frango. Os itens estarão disponíveis a partir de 20 de março em todas as unidades da cafeteria e, até o fim de maio, também no delivery.  “O nosso foco foi desenvolver uma linha de bebidas e alimentos proteicos, energéticos e saudáveis que representassem a identidade da nossa marca”, afirma Gabriele Claudino, diretora de marketing da Netshoes. “Além do cardápio, queremos estimular atividades que levem a um estilo de vida saudável, o que tem tudo a ver com os valores da Netshoes”. As bebidas — um smoothie e um café — concentram entre 20 e 25 gramas de proteína. O delicioso Purple Smoothie Protein é feito de iogurte proteico com blueberry, pedaços de morango e topping de granola proteica e sem lactose. Já o Coffee Power Protein garante sabor e energia extra: é uma bebida gelada à base de espresso, leite, proteína e cacau, finalizada com creme de café. Na linha dos pães, chega à rede o SoFit Bagel Netshoes, um soft bagel integral recheado com frango grelhado fatiado, kimchi (conserva apimentada coreana) e alface, para quem procura um tempero diferente sem abrir mão da proteína e com baixo teor de gordura. “A We Coffee sempre prezou pela qualidade e pelo uso de ingredientes naturais, da seleção à receita final. Nessa parceria com a Netshoes ampliamos o nosso portfólio com opções proteicas que acompanham a mudança nos hábitos alimentares do consumidor. É uma collab que une inovação, bem-estar e exclusividade, em total sinergia com posicionamento das marcas,” diz Rafael Polachini, diretor de marketing da We Coffee. As bebidas fazem alusão às cores e identidade visual da Netshoes e são recomendadas como pré-treino, pois contêm ingredientes que ajudam no desempenho, como termogênicos e cafeína. Para a criação do cardápio, foi considerado um índice proteico (mínimo de 20g) superior aos valores de carboidratos, gorduras e açúcares. Na escolha dos ingredientes, foram priorizadas as proteínas vegetais.  Essa não é a primeira vez que as duas marcas se unem. Em dezembro de 2025, como parte das iniciativas para a inauguração da Galeria Magalu, a We Coffee lançou o Salty Cream da Netshoes, um smoothie de morango azul com base de chá verde e cobertura de amora. O item é vendido exclusivamente na unidade da Galeria Magalu e compõe o cardápio especial com outros produtos em referência às empresas do grupo: Magalu, Época, KaBuM! e Estante Virtual.

Cibra inaugura lounge no Cubo Itaú e fortalece estratégia de inovação aberta

Lounge foi concebido para promover networking e troca de conhecimento.   Como parte de sua estratégia de inovação e conexão com o universo de tecnologia, a Cibra, uma das maiores e mais inovadoras empresas de fertilizantes do Brasil, inaugura, em 17 de março, seu lounge no Cubo Itaú, ecossistema de inovação da América Latina. A iniciativa reforça o posicionamento da companhia na agenda de transformação do agronegócio, ampliando sua proximidade com startups e empresas de base tecnológica.   A presença no Cubo representa um movimento estratégico para impulsionar a identificação, o teste e a implementação de soluções voltadas à eficiência operacional, digitalização, sustentabilidade e novos modelos de negócio. Ao integrar um dos principais hubs de inovação do país, a Cibra amplia seu acesso a tecnologias emergentes, conexões qualificadas e oportunidades de co-desenvolvimento com startups alinhadas aos seus desafios estratégicos. O espaço de 35 m² foi concebido para promover reuniões técnicas e conexões com empresas.   “O futuro do agronegócio passa por ecossistemas colaborativos. Ao nos aproximarmos de quem desenvolve novas tecnologias, aceleramos a evolução de processos, produtos e serviços, sempre conectados às necessidades do produtor e da cadeia agrícola”, afirma Rafael França, diretor de Inovação e Novos Negócios na Cibra.   “A chegada da Cibra ao Cubo Itaú reforça nosso papel como uma das principais plataformas de conexão entre grandes empresas e startups da América Latina. O agronegócio é um dos setores mais estratégicos para o Brasil, e iniciativas como essa mostram como a inovação aberta pode potencializar ganhos de eficiência, sustentabilidade e competitividade”, destaca Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú. “Ter a Cibra no Cubo Agro amplia a potência das conexões e cria um ambiente fértil para o desenvolvimento de soluções com impacto real no campo”, completa.   Lançamento Na mesma ocasião, a Cibra lança o Seiva, programa de inovação aberta que atuará de forma complementar às frentes de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia. Enquanto o P&D permanece focado na evolução técnica de produtos, formulações e tecnologias agronômicas, a inovação aberta se concentrará na conexão com startups para impulsionar ganhos de eficiência, digitalização de processos e desenvolvimento colaborativo de soluções com impacto direto no negócio.   O modelo parte da definição de desafios estratégicos priorizados pela liderança. A partir deles, são conectadas startups com potencial aderência, realizados testes em ambiente real, validação de resultados e, quando aplicável, escalabilidade das soluções. Essa abordagem fortalece a capacidade da Cibra de experimentar com agilidade e transformar inovação em resultado concreto para a companhia.   No Cubo Agro, a Cibra atuará de forma colaborativa ao lado de CNH Industrial, Itaú BBA e Suzano para impulsionar soluções com potencial de impacto estrutural no setor. A articulação entre grandes empresas e as mais de 40 startups do hub amplia a capacidade de alavancar iniciativas que elevem o nível tecnológico, a competitividade e a sustentabilidade do agronegócio.   A frente digital também compõe essa estratégia. A empresa desenvolve iniciativas que integram dados, tecnologia e inteligência artificial à rotina do campo, como a Cibele, assistente virtual com IA voltada a facilitar o acesso a informações, e o Jarilo, plataforma social referência em inteligência artificial para o agronegócio.   Como participar   Startups interessadas poderão se inscrever nos desafios estratégicos que serão lançados ao longo do ano ou enviar diretamente suas propostas por meio do site https://www.cibra.com/inovacao. As iniciativas serão avaliadas conforme aderência estratégica, viabilidade técnica e potencial de geração de valor para o negócio.  

Flamengo mobiliza Maracanã em ato coletivo contra o racismo e reforça agenda alinhada à ONU

Durante a partida entre Flamengo e Remo, realizada nesta quinta-feira (19), no Maracanã, o clube carioca promoveu uma ação contra o racismo, no círculo central do campo. Antes do início do jogo, a equipe convidou as torcidas a participarem do ato, mobilizando atletas e público em uma manifestação coletiva de posicionamento contra a discriminação. Criada pela Artplan, a iniciativa marcou o avanço do Flamengo na agenda da 18ª ODS da ONU, voltada ao combate ao racismo no contexto brasileiro, e reforçou, de forma simbólica, atributos que posicionam o clube como uma “nação”. O Flamengo recentemente passou a integrar o programa Futebol pelas ODS, que reúne iniciativas globais, entre elas o racismo. A ação contou com a participação de todo o estádio, com jogadores e torcedores realizando simultaneamente o gesto de protocolo antirracista: braços cruzados em “X”, utilizado por árbitros em casos de ofensas raciais. A proposta foi transformar o momento em uma manifestação coletiva, ampliando a visibilidade da pauta em um dos principais palcos do futebol brasileiro e mundial. “Essa iniciativa reforça o alinhamento do Flamengo com a agenda global das Nações Unidas e, ao mesmo tempo, responde a um desafio muito presente na realidade brasileira. O combate ao racismo é uma prioridade do clube, e usar o futebol como plataforma de conscientização é parte do nosso papel. Ver jogadores e torcedores unidos no mesmo gesto, no Maracanã, é a imagem do que queremos construir como clube e como sociedade. O Flamengo é uma Nação diversa, e é justamente essa diversidade que nos fortalece”, diz Flavia da Justa, diretora de Comunicação do Flamengo. A iniciativa dá continuidade à campanha lançada em 2025, que propôs o reconhecimento da Nação como a primeira “nação simbólico-cultural” do mundo. Vem também ampliando a visibilidade do movimento com ativações como a presença na Times Square, durante a Copa do Mundo de Clubes 2025. A petição enviada à ONU ano passado reuniu mais de 600 mil assinaturas nas primeiras 48 horas após seu lançamento, anunciado por Zico, maior ídolo da história do clube. O projeto partiu de um mapeamento das iniciativas já realizadas pelo Flamengo em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que apresentam um conjunto de 17 metas globais estabelecidas por países-membros para orientar prioridades até 2030. A partir dessa análise, o clube identificou que já atendia às 17 ODS e que, no contexto brasileiro, havia ainda uma 18ª frente adicional voltada ao combate do racismo. Para o Flamengo, o combate ao racismo vai além de um posicionamento institucional: é uma política do clube, prevista em seu estatuto e refletida nas práticas do dia a dia “A ação no Maracanã traduz de forma concreta o que significa ser uma Nação. Ao mobilizar jogadores e torcida em torno do combate ao racismo, o Flamengo transforma sua potência popular em uma plataforma de impacto social. É mais um passo importante na busca da Nação para ser reconhecida como a primeira nação simbólico-cultural do mundo”, afirma Ricardo Weitsman, ECD da Artplan. Em paralelo, o clube ampliou esse movimento ao avançar na agenda de reconhecimento institucional da Nação no Brasil, e protocolou, junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), o pedido para que a Nação seja reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do país.

Selbetti anuncia integração de plataforma de atendimento omnichannel ao CRM do HubSpot

A Selbetti, uma das principais One-Stop-Techs brasileiras, acaba de anunciar uma parceria com a Hubspot com o objetivo de integrar sua plataforma de atendimento omnichannel ao CRM da empresa, unificando voz, dados e histórico de interações em um único ambiente e proporcionando uma jornada mais fluida, eficiente e orientada à experiência do cliente. Na prática, a integração permite que empresas que já utilizam o CRM HubSpot realizem atendimentos de voz diretamente no ambiente do próprio CRM, sem necessidade de alternar sistemas ou acessar plataformas paralelas. Isso significa que o agente passa a iniciar, conduzir e encerrar chamadas dentro da interface do Hubspot, com registro automático das informações no histórico do contato.   “Embora esses elementos tenham base tecnológica sofisticada, o impacto mais relevante está na operação: menos alternância de telas, menos retrabalho manual e maior rastreabilidade de dados”, explica Fabiano Amorim, Head da Selbetti Customer Experience.   Com a chamada registrada diretamente no contato, o histórico passa a consolidar informações como tentativas de ligação, resultado do atendimento, observações do agente, transcrições e resumos automáticos. Esses dados ficam disponíveis para análises posteriores, segmentações e acompanhamento de desempenho por parte das áreas de CRM e Marketing. “A arquitetura desenvolvida pela Selbetti conecta o Hubspot ao seu ambiente omnichannel, responsável pela camada de telefonia e gestão de rotas. Após a instalação do aplicativo no CRM, as credenciais são configuradas para que o Hubspot se comunique diretamente com o servidor do cliente, garantindo troca segura de dados e funcionamento contínuo da operação”, afirma Diego Ramon, Especialista em Desenvolvimento da Selbetti Customer Experience. Para o mercado de Customer Experience, a parceria sinaliza uma tendência clara: a convergência entre plataformas de atendimento e CRMs não é mais diferencial competitivo, mas requisito operacional. “A fragmentação de sistemas cria gargalos que afetam métricas como TMA, FCR e taxa de conversão. Quando o agente precisa alternar telas, copiar informações ou registrar dados manualmente, a eficiência cai e o risco de inconsistências aumenta”, pontua. A integração também se conecta às estratégias de Revenue Operations, ao concentrar marketing, vendas e atendimento na mesma base de dados. Nesse contexto, as interações por voz passam a compor o conjunto de informações utilizadas para análise de jornada, identificação de padrões de contato e acompanhamento de oportunidades comerciais.

Deezer e Sonos ampliam parceria com foco em monetização e publicidade programática

A Deezer e a Sonos anunciam a renovação de sua parceria estratégica de longa data, agora ampliada para incluir a monetização com suporte de anúncios na Sonos Radio, por meio da Deezer Ad Exchange. O movimento ocorre em paralelo ao lançamento da Deezer for Business, nova oferta de parcerias da plataforma. Desde 2023, a Deezer atua como parceira principal da Sonos Radio e a Sonos Radio HD, contribuindo para levar uma experiência musical baseada na curadoria de especialistas a milhões de lares em todo o mundo. Com a renovação, a parceria passa a abranger também a continuidade dos serviços de licenciamento global, com acesso a um catálogo totalmente licenciado de padrão internacional, além de soluções como relatórios de royalties e ferramentas de gestão de conteúdo. A integração da Deezer Ad Exchange permitirá a ativação de publicidade programática no inventário da Sonos Radio, que passa a ser disponibilizado nas principais plataformas de demanda (DSPs) utilizadas por anunciantes globais. Esse desenvolvimento reflete a ambição da Deezer de expandir sua infraestrutura de publicidade e música para além de sua própria plataforma, permitindo que os parceiros criem, distribuam e monetizem experiências de áudio premium em grande escala. “O que construímos com a Sonos nos últimos três anos se tornou uma de nossas parcerias mais valiosas. Juntos, levamos experiências musicais para lares em todo o mundo. Estamos orgulhosos do que conquistamos e ainda mais entusiasmados com o futuro. Nossa colaboração com a Sonos representa perfeitamente o valor que buscamos entregar aos nossos parceiros.” afirma Julien Delbourg, diretor comercial da Deezer. Ao renovar sua parceria com a Sonos, a Deezer também anuncia seu novo Deezer for Business. A oferta foi desenvolvida para impulsionar o crescimento, apoiando empresas em cinco pilares distintos: Deezer para Parceiros, Deezer Música como Serviço (Sonos), Deezer para Anunciantes (Sonos), Deezer para Profissionais e Detecção por IA da Deezer. A Deezer for Business foi desenvolvida para ajudar as empresas a se destacarem, criando novas oportunidades de negócios por meio da música.

OpenClaw e a nova geração de agentes de IA: autonomia operacional, risco expandido

por Heber Lopes, Head de Produtos e Marketing na Faiston Lançado há poucos meses, o OpenClaw está longe de ser “mais um chatbot” – trata-se de um agente autônomo capaz de executar ações diretas nos sistemas corporativos, um salto que já redefine protocolos de cibersegurança. Se por um lado a tecnologia promete ganhos de produtividade ininterrupta, por outro força os líderes de TI a revisarem suas defesas digitais agora que a inteligência artificial atua por conta própria. A adoção estratégica desses agentes – em curso no mundo todo – abre oportunidades competitivas, mas exige vigilância constante para que a segurança caminhe no mesmo passo da inovação. Um diferencial importante é que esses agentes aprendem e se adaptam conforme operam. Ao contrário das automações tradicionais (RPA) que seguem regras rígidas, os agentes de IA combinam aprendizado de máquina e modelo de linguagem para ajustar suas ações de acordo com o contexto. Eles mantêm memória das interações e resultados anteriores (persistência), refinando estratégias com o tempo. Na prática, isso significa que uma tarefa bem-sucedida hoje informará a abordagem do agente amanhã. Grandes fornecedoras de tecnologia já oferecem ferramentas para criação de agentes corporativos: a IBM, por exemplo, lançou o WatsonX Orchestrate, propondo um “colaborador digital” capaz de integrar aplicativos empresariais e automatizar tarefas de RH ou vendas. Startups também correm nesse espaço com soluções de assistentes autônomos especializados, enquanto comunidades open-source criam agentes customizáveis para qualquer um testar. O sucesso meteórico do OpenClaw – que em poucos meses atraiu dezenas de milhares de usuários e desenvolvedores buscando seu “Jarvis” pessoal – reforça que há apetite tanto de mercado quanto de mão de obra qualificada para tornar agentes uma realidade cotidiana. Persistência, autonomia e integração tecnológica Por trás do entusiasmo, é importante compreender como esses agentes de IA operam na prática. Em geral, são sistemas construídos sobre modelos avançados de IA (como os modelos de linguagem GPT-4, Claude, etc.) combinados com frameworks de software capazes de conectar a IA a ferramentas e APIs diversas. Um agente autônomo possui componentes adicionais: memória de longo prazo, módulos de tomada de decisão e conectores para executar ações. A persistência é um fator-chave – o agente mantém estado e contexto entre interações. Isso quer dizer que ele lembra objetivos definidos, informações fornecidas anteriormente e resultados já alcançados, evitando ter que “reaprender” a cada nova tarefa. Essa memória persistente pode ser armazenada em bancos de dados ou mesmo em arquivos estruturados (no caso do OpenClaw, por exemplo, utiliza-se um repositório local em Markdown para guardar histórico e contexto). Graças a isso, o agente pode trabalhar de forma contínua: monitora eventos, aguarda condições e retoma fluxos conforme necessário, sem perder o fio condutor. A autonomia na tomada de decisão é o que distingue esses agentes de softwares tradicionais. Eles são programados para perseguir um objetivo ou resolver um problema e, para isso, geram dinamicamente planos de ação, dividindo objetivos em subtarefas quando necessário. Utilizando o poder de raciocínio fornecido pelos modelos de IA, um agente consegue avaliar diferentes estratégias e escolher a mais adequada com base nos dados disponíveis e nas orientações de alto nível dadas pelos desenvolvedores. Enquanto um script comum seguiria sempre o mesmo caminho pré-definido, o agente autônomo pode mudar de rota se detectar um obstáculo ou uma oportunidade melhor, replanejando suas ações “em tempo real”. Esse comportamento orientado a objetivos e adaptável é o que permite, por exemplo, que um agente ajustado para suporte ao cliente identifique a emoção em uma mensagem e altere o tom ou escale o caso, em vez de dar uma resposta padrão. Finalmente, a interação com sistemas internos e ferramentas externas via APIs completa o ciclo que torna esses agentes tão poderosos. Em essência, eles atuam como uma cola inteligente entre diferentes plataformas: conseguem chamar APIs de sistemas corporativos, ler e escrever em arquivos, acionar serviços na nuvem ou aplicativos locais. O OpenClaw exemplifica essa capacidade ao executar comandos de sistema, controlar navegadores web, enviar mensagens em múltiplos canais de chat e até acessar sensores como câmeras e GPS quando autorizado. Se algo pode ser automatizado via software, um agente de IA bem projetado pode orquestrar – seja reservar uma sala de reunião no Outlook, atualizar um registro no Salesforce ou despachar um alerta no Slack. Essa integração multi-ferramentas é essencial para que agentes atuem em fluxos operacionais completos, servindo de ponte entre departamentos e quebrando silos de informação. Em vez de cada equipe configurar suas próprias macros ou bots isolados, o agente autônomo centraliza a inteligência e circula pelas interfaces de cada sistema, aplicando políticas e lógica de negócio de forma consistente. Desenvolvedores podem definir limites de atuação, e implementar mecanismos de aprovação para certas ações de alto impacto. Em muitos casos, os agentes operam em ambientes isolados dentro da infraestrutura da empresa, garantindo que mesmo um comportamento imprevisto não causará danos irreversíveis. Ainda assim, como veremos adiante, essa nova autonomia traz desafios de governança e monitoramento bem diferentes do que conhecíamos na TI tradicional. Riscos de segurança Como toda tecnologia disruptiva, os agentes de IA autônomos carregam não apenas oportunidades, mas também novos riscos de segurança e questões de governança. Se mal geridos, esses “colaboradores digitais” podem ganhar acessos excessivos, tomar decisões inadequadas ou mesmo ser alvo de ataques sofisticados – criando vulnerabilidades difíceis de rastrear. Executivos e líderes de TI começam a se perguntar: até onde podemos confiar numa inteligência artificial que age sozinha, e como supervisioná-la sem sufocar seu potencial? Um dos riscos mais imediatos é a possibilidade de ações indevidas ou maliciosas passarem despercebidas. Como o agente opera em alta velocidade e sem intervenção humana direta, erros do modelo de IA ou instruções manipuladas por terceiros podem levar a consequências graves. Imagine um agente designado para priorizar e responder e-mails recebidos pela empresa. Se um criminoso cibernético insere um comando escondido em meio a um texto aparentemente inofensivo, esse agente pode ser enganado a executar uma tarefa perigosa – por exemplo, reenviar informações confidenciais ao invasor, acreditando estar apenas obedecendo a uma solicitação legítima.

Marco Lopes é o novo CEO da Alias Tecnologia

A Alias Tecnologia anuncia Marco Lopes como o novo CEO da empresa. O executivo com uma experiência de mais de 30 anos no mercado financeiro, iniciou as atividades na neste mês de março. O novo presidente ocupou altos cargos de liderança em diversos bancos e, durante décadas, esteve focado no público de alta renda, no sistema de private banking. A Alias é considerada referência do setor de registro eletrônico de contratos no financiamento de veículos no Brasil. E, além do novo CEO, também confirma o bom momento com a inauguração da 1ª filial da empresa, na região da Berrini, em São Paulo/SP.

inovabra anuncia Paulo Emediato como head de growth e comunicação

O inovabra, ecossistema de inovação do Bradesco, anuncia Paulo Emediato como head de growth e comunicação. Com mais de 20 anos de atuação na interseção entre inovação e negócios, o executivo assume a nova cadeira estratégica com a missão de potencializar a estratégia de conteúdo e relacionamento com o mercado. Na estrutura, ele se reportará a Renata Petrovic, head de inovação do banco. Antes, Emediato liderou a frente marketing e engajamento com o ecossistema da Oxygea Ventures, veículo de corporate venture capital e venture building da Braskem. Durante esse período, encabeçou iniciativas de comunicação, posicionamento, relacionamento com parceiros e desenvolvimento de programas voltados à conexão entre startups, investidores e grandes empresas. No inovabra, o executivo chega com a missão de liderar as frentes de comunicação e marketing. “Estou honrado em assumir esse desafio e somar esforços em um momento tão importante para a evolução do inovabra. Meu objetivo é ajudar a tornar mais visível o valor que já é construído dentro do ecossistema e ampliar as pontes com empresas, startups e parceiros para fortalecer os próximos ciclos de crescimento e inovação”, afirma Paulo. Emediato acumulou experiências em diferentes segmentos e passou por organizações como Oi/Telemar, Governo de Minas Gerais, DesignThinkers Group Brasil, onde liderou iniciativas voltadas ao desenvolvimento de ecossistemas de inovação, programas de transformação organizacional e projetos de estratégia e posicionamento para empresas e instituições. Formado em Jornalismo pela PUC Minas, ele é especialista em gestão pela Fundação Dom Cabral e tem formação executiva em gestão estratégica de marketing pela Stanford Graduate School of Business. Também participou do Programa de Inovação Transdisciplinar, da Hebrew University of Jerusalem, em Israel, é professor na Miami Ad School e na PUC Minas, além de colunista no MIT Sloan Management Review Brasil.

Mercado global de emagrecimento deve movimentar mais de US$ 689 bilhões até 2033

O aumento das doenças associadas ao excesso de peso, aliado à maior conscientização sobre prevenção e qualidade de vida, tem reforçado a busca por serviços voltados à gestão do peso.Esse movimento tem impulsionado o crescimento do mercado global de soluções voltadas ao tema, que atravessa um período de forte expansão. Após movimentar cerca de US$ 297,4 bilhões em 2024, a indústria deve alcançar US$ 689,9 bilhões até 2033, com taxa média anual de crescimento de 9,8%, segundo o relatório Global Weight Loss and Diet Management Market, da Fortune Business Insights, publicado em 2024. A força desse mercado também se reflete na expansão de empresas especializadas no setor. Um exemplo é o Emagrecentro, fundada pelo médico Edson Ramuth e dedicada a tratamentos para emagrecimento saudável e estética corporal. Com 40 anos de atuação, a marca se consolidou como uma das maiores redes do segmento, com mais de 450 unidades no Brasil e no exterior, Estados Unidos e Paraguai,  acompanhando o crescimento da procura por serviços ligados ao bem-estar. Para o Dr. Ramuth, o crescimento do setor está diretamente relacionado a uma mudança importante na forma como a obesidade passou a ser tratada pela sociedade. “Essa condição deixou de ser vista apenas como uma questão estética e passou a ser associada à gestão da saúde e à longevidade. Nesse mercado, cresce a procura por programas estruturados que combinem orientação médica, mudança de hábitos e acompanhamento profissional”, afirma. Brasil acompanha tendência global O cenário brasileiro segue na mesma direção. A obesidade mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 11,8% da população adulta em 2006 para cerca de 25,7% em 2024, segundo a pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, divulgada em 2025. Esse contexto tem ampliado a demanda por programas de reeducação alimentar, acompanhamento profissional e tratamentos voltados à redução de peso. Para o especialista, o tema vem sendo encarado cada vez mais sob a perspectiva da saúde preventiva. “Quando observamos o cenário brasileiro, percebemos que a preocupação com o peso está cada vez mais ligada à qualidade de vida e à prevenção de doenças. O desafio agora é ampliar o acesso à informação e incentivar mudanças de hábitos que possam ser mantidas no longo prazo”, explica o médico. A expectativa é que o setor continue em expansão nos próximos anos, impulsionado pela integração entre medicina preventiva e gestão do peso. “Devemos observar uma conexão cada vez maior entre saúde e emagrecimento. O controle do peso passa a ser entendido como parte essencial do cuidado com o corpo e da busca por longevidade, e o mercado está se estruturando para atender essa demanda de forma mais completa”, conclui o Dr. Ramuth.

Itaú Unibanco oferece cashback especial no Itaú Shop para lançamento da nova camisa da Seleção Brasileira

Patrocinador oficial de todas as Seleções Brasileiras de futebol, o Itaú Unibanco amplia sua presença na jornada do torcedor e anuncia uma condição especial de cashback no Itaú Shop para o lançamento da nova camisa amarela da Seleção Brasileira. Entre os dias 23 e 26 de março, clientes que adquirirem o uniforme pela Centauro, loja parceira da plataforma, dentro do Itaú Shop garantem 12% de cashback. A iniciativa acontece na semana de lançamento do novo uniforme, um dos produtos mais emblemáticos do futebol brasileiro, e reforça a proposta do Itaú de ir além dos serviços financeiros, oferecendo vantagens concretas em momentos de alta relevância cultural e emocional para os brasileiros. Após o período promocional, o cashback passa a ser de 7,5%. A ação dá sequência ao lançamento da camisa azul, que integrou a fase anterior da campanha, lançada no último dia 12 de março. O modelo ganhou destaque por trazer o icônico logo “Jumpman”, da Jordan Brand — uma colaboração inédita que conecta o futebol à cultura do basquete e ampliou a conversa em torno dos novos uniformes da Seleção. As ativações fazem parte do conceito “Torcendo Feito Você”, que posiciona o Itaú como parceiro da jornada do torcedor, acompanhando seus rituais, paixões e escolhas dentro e fora de campo. Os novos uniformes já têm data para estrear oficialmente em jogos da Seleção Brasileira: a camisa azul será usada no amistoso contra a França, na próxima quinta-feira (26/03), às 17h (horário de Brasília), no Gillette Stadium, em Boston (EUA). Já a camisa amarela estreia no duelo contra a Croácia, no dia 31, às 21h (horário de Brasília), no Camping World Stadium, em Orlando (EUA). Além da oferta exclusiva no Itaú Shop, o lançamento da camisa amarela será acompanhado por uma estratégia de conteúdo nas redes sociais do Itaú, com foco em gerar conversa e engajamento ao longo da semana. A marca inicia o aquecimento com publicações no Instagram, passa pela revelação oficial do uniforme e chega ao incentivo direto à compra no Itaú Shop, em parceria com criadores de conteúdo ligados ao universo do futebol e à cultura das camisas. Como funciona o cashback no Itaú Shop Para aproveitar o benefício, o cliente deve acessar o Superapp do Itaú, entrar no Itaú Shop e selecionar a loja parceira Centauro. Ao clicar em “Ativar cashback e ir para a loja”, será direcionado para o site da varejista com o benefício já habilitado. A compra precisa ser iniciada e finalizada nesse fluxo para garantir o cashback. A partir daí, é importante seguir algumas regras para não perder o cashback: Após a confirmação do pedido, o cliente recebe um e-mail ou SMS informando que o cashback está pendente. O valor será validado e liberado em até 60 dias após a compra.

STU leva o skate ao horário nobre do esporte nacional com a Band e lança calendário 2026

O STU realiza atualmente alguns dos principais eventos do skateboarding mundial. E o calendário inclui o STU National, a maior competição nacional de skate do mundo, além do Pro Tour, que amplia sua presença internacional. O STU também tem realizado, em parceria com a World Skate, entidade máxima do skate olímpico, eventos válidos para a corrida olímpica e avança, junto à entidade, no desenvolvimento de um calendário internacional cada vez mais consistente e integrado, reforçando o protagonismo do Brasil no cenário global. A temporada 2026 do STU começa em Porto Alegre marcando também uma nova fase na forma de acompanhar o skate no Brasil. O STU passa a contar com uma parceria de transmissão ao vivo com Band e BandSports, com cobertura em TV aberta e TV por assinatura, levando o skate ao horário nobre das transmissões esportivas na televisão brasileira. “O skate é hoje um dos esportes que mais evoluem no mundo, tendo uma conexão muito forte com as novas gerações e com o público interessado em esporte de forma geral. Levar a modalidade para o horário nobre das transmissões esportivas reforça a nossa tese que o skate estará em breve na primeira prateleira dos esportes mundiais. É o nosso compromisso de visibilidade e valorização crescente do skate no Brasil e no mundo”, afirma Diogo Castelão, idealizador do STU. O novo modelo de cobertura acompanha também o lançamento do calendário STU para o primeiro semestre de 2026, que prevê etapas em 4 das cinco macrorregiões do Brasil e reforça a estratégia de capilaridade e expansão do skate brasileiro. A etapa de abertura da temporada acontece na pista da Orla do Guaíba, em Porto Alegre, reunindo alguns dos principais atletas nas modalidades olímpicas Street e Park. Parceria de transmissão A nova parceria cria um modelo de cobertura multiplataforma, conectando televisão aberta, TV paga e redes digitais, além de novos distribuidores de conteúdo. A Band, reconhecida historicamente como o canal do esporte, transmitirá com exclusividade ao menos oito etapas em TV aberta e TV paga, por meio do BandSports, com cobertura 360° nos seus demais veículos de comunicação, ampliando a presença do skate na programação esportiva e jornalística nacional. A exibição das finais contará com ao menos 1h30 de transmissão nas tardes de domingo, reforçando a presença do skate na principal faixa de audiência do esporte. “É sensacional esta parceria com o STU e é muito importante para nós podermos ser a casa do skate na TV aberta e na TV por assinatura. O skate dispensa comentários sobre sua importância histórica no esporte brasileiro e o estouro recente após a inclusão da modalidade nos Jogos Olímpicos. Além, claro, do componente cultural e de lifestyle de várias gerações. Isso desde Bob Burnquist, Sandro Dias e Ueda até Pedro Barros, Rayssa e Gui Khury. Estamos animados para começar, será espetacular!”, declara Denis Gavazzi, diretor de Esportes do Grupo Bandeirantes de Comunicação. A emissora traz ainda um diferencial importante: a transmissão do Paraskate, reforçando o compromisso com a inclusão e ampliando a visibilidade dos atletas que representam a diversidade do skate. Mais visibilidade para o skate brasileiro A união entre TV aberta e TV paga, streaming e demais plataformas de mídia, incluindo o STU Channel, canal proprietário de conteúdo e transmissão do STU – com cobertura ao vivo de todas as competições – reforça a estratégia de ampliar a presença do skate no cenário esportivo nacional e internacional, conectando diferentes públicos e gerações. Com Porto Alegre abrindo a temporada e um calendário robusto ao longo de 2026, o STU inicia um novo capítulo na expansão do skate mundial, ampliando a visibilidade da modalidade e aproximando o skate de milhões de fãs globalmente. Calendário STU 2026 20 a 22 de março: STU National, Porto Alegre. 21 de março: STU Superstars, Porto Alegre. 28 a 29 de março: STU Pro Tour Porto Alegre, Vert e Mini Ramp. 10 a 12 de abril: STU National Criciúma. 24 a 26 de abril: STU National Florianópolis. 08 a 10 de maio: STU National, local a ser anunciado. 29 a 31 de maio: STU National Centro-Oeste. 26 a 28 de junho: STU National Nordeste.

Pizza Hut aposta no JOMO e transforma o sofá em “front row” de festival 

Em meio à disputa das marcas pela atenção do público presente nos grandes festivais de música, a Pizza Hut segue um caminho diferente e volta o olhar para quem ficou em casa, e está satisfeito com isso. Inspirada no conceito de JOMO (joy of missing out), a marca lança uma ação que valoriza o público ao acompanhar as transmissões dos shows do conforto do sofá, transformando esse momento em uma nova ocasião de consumo.  Criada pela YouDare, do Grupo Dreamers, a iniciativa faz parte da plataforma e conceito “Liga o FDS” em que a maioria das pessoas aproveita os festivais de casa, reunindo amigos ou família para assistir às apresentações. A proposta da campanha é se conectar com esse público e posicionar a pizza como companhia ideal nesses momentos. Com uma abordagem leve, a comunicação retrata situações típicas de quem escolhe não ir ao evento, valorizando os “perrengues evitados” e o conforto de curtir tudo do sofá. Entendemos que a experiência de um grande festival vai muito além do gramado. Enquanto as marcas disputam a atenção no evento, decidimos celebrar quem escolheu o conforto de casa. Nossa ideia com o JOMO é mostrar que o sofá pode, sim, ser a melhor fileira do show, transformando esse momento em uma ocasião de consumo única ao lado dos amigos e da família. Queremos que a Pizza Hut seja a companhia oficial para quem decidiu evitar os perrengues e focar apenas na música e no sabor”, afirma José Jota, diretor de marketing e vendas da Pizza Hut Brasil na IMC.  A estratégia inclui ativações com fandoms dos principais artistas na rede X, com distribuição de cupons de desconto durante os dias de festival (sexta, sábado e domingo). A marca irá interagir diretamente com esses grupos, entrando nas conversas em tempo real para presentear os fãs com grandes ofertas. Para ampliar o alcance, cupons também estarão disponíveis para o público geral nos perfis da Pizza Hut no X e no Instagram.  “É a oportunidade perfeita de mostrar que a Pizza Hut é a patrocinadora oficial…do FDS. A pizza já faz parte desse ritual, mas ganha ainda mais relevância quando abraçamos o comportamento cada vez mais comum de curtir grandes shows de casa, com os amigos. Dessa forma, estendemos a experiência a todo mundo que escolhe viver o melhor do fim de semana do seu próprio sofá”, diz Vinicius Serafim e Ana Pedro (Cacau), criativos da YouDare. Ficha Técnica Agência: YOUDARE Campanha: Patrocinadora Oficial do FDS Anunciante: Pizza Hut CO Managing Director : Cleber Paradela e Stephanie Campbell CSO: Stephanie Campbell VP de Conteúdo e inovação: Cleber Paradela VP de mídia : Fábio SaadVP Criação: Marcelo Bruzzesi a.k.a Bruzza VP de Produção: Anna Ferraz Diretor de Criação: Juliano AlmeidaDiretores de Criação Associados: Carol Freitas, João Selare Redação: Carol Freitas, Cacau Direção de Arte: João Selare, Vinicius Serafim Diretora executiva de negócios : Dani Gli Atendimento: Camila Coelho, Letícia Coscarelli Planejamento: Aline Alonso, Leonardo Sena Diretora executiva de conteúdo : Dani Lima Conteúdo e Influência: Mark Junior, Alanna Brito Diretor de mídia : Everton Paiva Mídia: Rafael Gonçalez, Matteus Lopes e João Amano Data & Insights: Fabio Baldo, Bruna Carvalho, Raivich Alves, Lorena Lobo e Patricia Bassetto. Produção Criativa: Thiago Campos, Ohana Couto e Bruna Ribas Aprovação cliente: Diretor de marca : José Jota Gerente de marca: Aline Fullgraf Coordenadora de marca: Letícia Jardim Analista de marca: Guilherme Lisboa

DFreire Comunicação e Negócios assume a assessoria de imprensa da Lux Incorporadora

A DFreire Comunicação e Negócios conquista a conta da Lux Incorporadora, empresa do Grupo Lux especializada no desenvolvimento de empreendimentos residenciais de alto e altíssimo padrão em São Paulo. A agência passa a liderar a estratégia de comunicação e o relacionamento com a imprensa da marca.  Com 23 anos de atuação, a Lux Incorporadora se consolidou no mercado ao desenvolver projetos pautados por curadoria, arquitetura autoral e experiências residenciais cuidadosamente concebidas. A empresa atua de forma concentrada em regiões de alta relevância urbana, como Vila Nova Conceição, Itaim Bibi, Cidade Jardim e entorno, priorizando terrenos raros e empreendimentos de perfil boutique.  Para a marca, luxo está na construção de experiências autênticas, nas quais cada detalhe é pensado para refletir estilos de vida, personalidades e aspirações. A abordagem combina inovação, precisão técnica e uma jornada centrada no cliente, resultando em empreendimentos que vão além da estética e entregam conforto, exclusividade e propósito.  Entre os projetos de destaque está o LUX 600, localizado na Vila Nova Conceição, um dos endereços mais valorizados de São Paulo. O empreendimento traduz a proposta da incorporadora ao integrar arquitetura, arte e soluções de personalização em um projeto que reforça o posicionamento da marca no segmento de altíssimo padrão.  A Lux Incorporadora integra o Grupo Lux, que reúne também outras frentes de atuação no setor imobiliário, mantendo como premissa o desenvolvimento de projetos alinhados à qualidade construtiva, sofisticação e inovação.  Os porta-vozes da Lux Incorporadora possuem expertise para comentar temas como mercado imobiliário de alto padrão, tendências em arquitetura e design contemporâneo, experiências de moradia, valorização patrimonial e comportamento do consumidor de alta renda.  O atendimento da conta será realizado por Vanessa Sanches (vanessa@dfreire.com.br), sob a liderança da diretora Luciana Abritta (lucianaabritta@dfreire.com.br).

O caso Keeta e o choque entre expansão global e realidade brasileira

Por Fred Torrës* A demissão de cerca de 200 profissionais pela plataforma de delivery Keeta, após um erro operacional que levou à revisão de seus planos de expansão no Rio de Janeiro, trouxe à tona uma discussão que o Brasil ainda evita fazer com profundidade: até que ponto estamos preparados para lidar com a chegada cada vez mais agressiva de grandes empresas asiáticas ao nosso mercado? Nos últimos anos, o país se tornou um destino estratégico para investimentos vindos da Ásia, especialmente da China. Dados recentes indicam que os aportes chineses no Brasil superaram US$ 4 bilhões apenas em 2024, distribuídos em setores que vão da mobilidade elétrica à tecnologia e plataformas digitais. Não se trata de um movimento pontual, é parte de uma estratégia global de expansão em mercados emergentes com grande potencial de consumo. Nesse aspecto, o Brasil é praticamente irresistível. São mais de 200 milhões de consumidores, um mercado digital em rápida expansão e setores inteiros ainda em processo de consolidação. No delivery, por exemplo, estimativas apontam um mercado que já movimenta mais de US$ 25 bilhões por ano, com crescimento acelerado desde a pandemia. Naturalmente, esse cenário atrai empresas dispostas a disputar espaço com players estabelecidos. No caso da Keeta, controlada pela gigante chinesa Meituan, o plano era exatamente esse: desafiar a liderança de um setor dominado por poucas plataformas e capturar parte de um mercado gigantesco. Do ponto de vista econômico, isso é saudável. Concorrência aumenta eficiência, reduz preços e acelera inovação. Países que recebem novos competidores costumam ganhar dinamismo econômico e ampliar oportunidades de trabalho. Em tese, todos saem ganhando. O problema começa quando estratégias globais encontram realidades locais complexas. Empresas acostumadas a operar em ambientes regulatórios distintos muitas vezes subestimam a singularidade do mercado brasileiro. Aqui, crescimento exige mais do que capital e tecnologia. Exige compreensão profunda da legislação trabalhista e tributária, da cultura empresarial, da estrutura logística e, principalmente, da dinâmica competitiva. Quando essa leitura falha, o ajuste tende a ser rápido, e duro. A demissão coletiva que acompanhou a revisão dos planos da Keeta expõe exatamente esse tipo de choque entre ambição estratégica e execução operacional. O que para uma companhia pode parecer um reposicionamento tático, para os profissionais envolvidos representa uma ruptura abrupta de expectativas. Esse tipo de movimento revela um ponto sensível do atual modelo de expansão global de muitas empresas de tecnologia: a lógica do “crescer primeiro, ajustar depois”. Em mercados maduros, esse risco costuma ser absorvido com mais facilidade. Em economias emergentes, porém, os impactos tendem a ser mais visíveis, especialmente no mercado de trabalho. Isso não significa que o Brasil deva reagir com desconfiança à presença de empresas estrangeiras. Muito pelo contrário. Investimento internacional é fundamental para ampliar competição, acelerar inovação e fortalecer cadeias produtivas. Mas há uma diferença importante entre atrair investimento e se tornar laboratório de expansão. Empresas que realmente constroem operações duradouras em novos mercados são aquelas que entendem que crescimento sustentável exige adaptação local. Estratégias copiadas de outros países raramente sobrevivem intactas quando confrontadas com a complexidade brasileira. O episódio da Keeta provavelmente não será o último. À medida que o Brasil se consolida como destino estratégico para multinacionais, episódios semelhantes tendem a ocorrer. A questão não é impedir que essas empresas cheguem. A questão é se elas chegarão preparadas para entender o país, ou apenas para conquistá-lo rapidamente. Porque quando a pressa estratégica encontra a realidade brasileira, o aprendizado costuma ser caro. E, quase sempre, quem paga a conta primeiro são as pessoas. * Fred Torrës é sócio sênior do Grupo Hub, consultoria de RH especializada em recrutamento e seleção e desenvolvimento de pessoas, com mais de dez anos de atuação no mercado.

Campanha alerta para misoginia digital em meio à trend “Caso ela diga não”

Em um momento em que vídeos nas redes sociais tem viralizado ensinando homens a reagirem quando uma mulher recusa um pedido de namoro ou casamento, incentivando comportamentos de violência, cresce também um outro fenômeno menos visível: o uso de símbolos, memes e emojis como códigos de ataque contra mulheres no ambiente digital. Embora aparentemente inofensivos, esses elementos vêm sendo apropriados em determinadas comunidades online como linguagem de deboche, intimidação ou silenciamento feminino.  Nas redes, essa mesma lógica muitas vezes aparece de forma mais sutil, por meio de códigos e linguagens simbólicas que ridicularizam ou constrangem mulheres que rejeitam investidas masculinas. A prática faz parte do que especialistas chamam de misoginia digital, um conjunto de comportamentos que reproduzem violência de gênero por meio de ironias, memes e símbolos difíceis de identificar à primeira vista. Foi ao se deparar com esse tipo de dinâmica que a executiva Fernanda Aldabe, CEO e VP Institucional e de ESG da Agência Bistrô, decidiu transformar uma experiência pessoal em um projeto de conscientização. Após recusar um pedido em um aplicativo de relacionamento, Fernanda recebeu uma sequência de emojis de ursos que, à primeira vista, pareciam apenas uma reação irônica. Ao investigar o significado dos símbolos, descobriu que eles eram utilizados em determinados fóruns online como forma de ridicularizar mulheres que rejeitam homens.  “Nem todo ataque vem em forma de ameaça explícita. Às vezes ele aparece disfarçado de piada, meme ou emoji. Justamente por isso é importante ampliar o letramento digital, para que mais pessoas consigam reconhecer quando uma linguagem aparentemente neutra carrega violência simbólica“, afirma.  A experiência motivou a criação da campanha “Além do Emoji”, que busca ampliar o debate público sobre misoginia digital e incentivar o reconhecimento dessas formas mais sutis de violência nas redes. O tema dialoga com debates recentes que ganharam força nas plataformas digitais, como a discussão em torno da pergunta: “Você se sentiria mais segura sozinha na floresta com um urso ou com um homem desconhecido?”. A conversa gerou forte reação em comunidades masculinas online, incluindo grupos associados à chamada cultura incel — homens que se identificam como celibatários involuntários e que, em alguns espaços digitais, propagam discursos hostis contra mulheres. Plataforma digital reúne informações e orientações Como parte da iniciativa, foi criada a plataforma www.alemdoemoji.com, que reúne conteúdos educativos sobre misoginia digital, explicações sobre símbolos e emojis usados como códigos de ataque e informações sobre legislação e canais de apoio para vítimas. A página também apresenta dados sobre violência de gênero no Brasil e orientações práticas para reconhecer e denunciar situações de agressão no ambiente online. Livro leva debate para escolas Como desdobramento da campanha, a agência também lançará, no dia 18 de março, o livro ilustrado A carta enigmática, escrito por Natália Mansan, doutoranda em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A obra foi criada como ferramenta pedagógica para orientar educadores no diálogo com adolescentes de 12 a 16 anos sobre convivência digital, linguagem simbólica e formas sutis de violência online. Parte dos exemplares será distribuída para instituições de ensino do Rio Grande do Sul, e o material também ficará disponível para download gratuito na página da campanha, permitindo que escolas de todo o país utilizem o conteúdo em atividades educativas. Para saber mais sobre a Agência Bistrô acesse www.agenciabistro.com.br e as redes sociais. Ficha técnica:Direção Criativa: Fernanda AldabeGestão do Projeto: Juliana LazutaHead de Conteúdo: Flávia OgawaConteúdo: Martha Izabel, Eliége Gomes e Beni VelourRedação: Ronald Porto, Fevi Lopes e Otávio SantosRevisão: Sofia NegliaDireção de Arte: Ana Antonov e Israel DamianiFinalização: Rodrigo DuzzerAnimação em IA e Montagem: Israel DamianiAnimação: Rosana WeberProdução de Áudio: Israel DamianiProdução: Mariana PossobonMídia: Jéssica Machado e Emi MachadoAtendimento: Kaiany RossoniEscritora do Livro: Natália MansanIlustrações: Matheus BritoAgência: Bistrô

No mês da Água, Ambev cria circuito Ambev AMA 6K de conscientização sobre acesso a água potável no Parque Ibirapuera

No Dia Mundial da Água, a Ambev convida o público a refletir sobre a desigualdade no acesso à água potável — uma realidade que ainda afeta 32 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do Trata Brasil. Como parte da mobilização, a companhia realizará, neste domingo (22), o “Ambev AMA 6K – Um circuito pela conscientização sobre o acesso à água potável”, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. A iniciativa é criada em parceria pela agência Asia que propõe uma experiência que conecta movimento e impacto social.  A ativação acontecerá no circuito de corrida e caminhada do parque, transformando o percurso em uma experiência de empatia. Ao longo dos 6 quilômetros, cada trecho será sinalizado com mensagens que traduzem a distância que muitas pessoas em situação de vulnerabilidade precisam percorrer diariamente para conseguir água de qualidade. Segundo dados da Oxfam, essa caminhada chega, em média, até 6 km – número que inspirou o conceito da ação. Além da sinalização no percurso, a iniciativa contará com distribuição de água e camisetas para quem estiver circulando no local ou participando do circuito.  “Falar sobre acesso à água potável é, antes de tudo, falar sobre dignidade e equidade. AMA nasce desse compromisso de gerar impacto contínuo e de mobilizar mais pessoas em torno dessa causa. Nosso objetivo é ampliar a conversa e convidar o público a refletir sobre essa realidade, mostrando que pequenas escolhas do dia a dia também podem contribuir para a mudança e que todos podem fazer parte da solução”, comenta Laura Aguiar, Diretora de Impacto e Relações com a Sociedade. Sérgio Brandão, cofundador e CEO da Asia, destaca o propósito da ação: “Partimos de um dado que evidencia a distância que muitas pessoas percorrem diariamente para ter acesso à água e o circuito propõe que o público se conscientize sobre o tema e possa fazer uma escolha mais consciente no momento de comprar sua água, diariamente.” As iniciativas também reforçam o propósito de AMA, que destina 100% do lucro para projetos que ampliam o acesso à água potável em comunidades em situação de vulnerabilidade e já levou água para mais de 3 milhões de pessoas em todo o país por meio de projetos, na geração de impacto social positivo e duradouro.  Serviços: O que: Ambev AMA 6K – Um circuito pelo acesso à água potável” Quando: 22/03 a partir das 07h30. Onde: Parque Ibirapuera, concentração no HUB Esportivo do Parque (Circuito de corrida e caminhada Volta ao Lago – Anel Central do parque)

Em expansão, Vogel Group anuncia Natália Pescaroli como COO

A Vogel Group, agência especializada nos setores de saúde, bem-estar e saúde animal,  anuncia a chegada de Natália Pescaroli como nova Chief Operating Officer (COO).  Com expertise em planejamento estratégico e relacionamento multicanal, Natália assume a gestão operacional com o desafio de estruturar processos e fortalecer a cultura organizacional, garantindo a excelência necessária para consolidar a agência como um parceiro de alta performance. A trajetória de Natália é consolidada por uma década na atuação ininterrupta em cargos de Diretoria de Atendimento, uma base sólida que define sua expertise em gestão de relacionamento e operações de alto nível. Essa longa jornada na linha de frente permitiu o desenvolvimento de uma visão analítica aguçada para identificar oportunidades de negócio e fidelizar contas robustas Para a nova COO, o desafio é transformar a eficiência interna em vantagem competitiva para o cliente final. “Meu objetivo na Vogel Group é integrar a excelência operacional ao DNA da nossa cultura. Acredito que processos bem desenhados são a base para que a criatividade e a estratégia floresçam com qualidade e agilidade. Estamos construindo um ambiente onde o talento humano é potencializado por uma gestão técnica e humanizada”, afirma Natália Pescaroli. O reforço no time de lideranças de estratégia corrobora essa visão de trazer o rigor corporativo para a agilidade das agências, movimento que se consolida também com a recente contratação de Leandro Bonilia, ex-McCann. A chegada de Natália é vista pela liderança do grupo como o passo fundamental para sustentar a rápida expansão da companhia sem perder a essência do atendimento consultivo. “A vinda da Natália representa um marco na nossa evolução. Com o crescimento acelerado do grupo, precisávamos de uma liderança que unisse a visão empreendedora à precisão de quem já operou no mais alto nível do mercado. Estamos blindando nossa operação para garantir que, enquanto crescemos, a nossa qualidade e a nossa cultura permaneçam inegociáveis”, pontua Marcela Biachin, CEO da Vogel Group.

Consumo em festivais muda no Brasil enquanto setor ganha força com grandes eventos aponta pesquisa da Zig

Enquanto eventos de grande porte movimentam o setor de entretenimento ao vivo no Brasil, dados da Zig mostram que o mercado de festivais passa por uma transformação estrutural. A análise considera festivais realizados em 2024 e 2025, com mudanças relevantes no faturamento, no perfil das operações e no comportamento do público. Ao todo, os festivais analisados movimentaram R$ 691,4 milhões no período, sendo R$ 384,6 milhões em 2024 e R$ 306,8 milhões em 2025, o que representa uma queda de 20,2% na comparação anual. A retração está concentrada nos eventos de grande porte, enquanto festivais de médio porte, com público em média de 7.500 pessoas por evento, registraram crescimento de 68,9% no consumo entre 2024 e 2025, indicando uma redistribuição do mercado e maior capilaridade das operações. No comportamento de consumo, as bebidas seguiram como principal motor de receita em 2025, representando mais de 55% do total do intervalo. Ainda assim, houve perda de participação da cerveja, que caiu de 38,9% em 2024 para 28,2% em 2025. Em contrapartida, as bebidas prontas para consumo (RTDs) foram a única categoria de alto volume a ganhar participação, passando de 5,6% para 5,9% do consumo total no período. O tíquete médio geral foi de aproximadamente R$ 284 por pessoa em 2025, com destaque para o público millennial, que apresentou gasto médio de R$ 338 no período, cerca de 18,8% acima da média. A análise também mostra diferença relevante por gênero: homens gastaram, em média, R$ 340, enquanto mulheres registraram R$ 227 nos festivais analisados em 2025, uma diferença de 49,7%. “O que os dados mostram é uma mudança estrutural no mercado de festivais. O crescimento não está mais concentrado nos maiores eventos, mas distribuído em formatos mais ágeis, com consumo mais diversificado e público mais segmentado”, afirma David Pires, CIO da Zig. Nota metodológicaO levantamento considera dados proprietários da Zig, coletados diretamente nas operações realizadas em festivais ao longo de 2024 e 2025. A amostra inclui 170 eventos em todo o país, que, somados, registraram mais de 23 milhões de pedidos e cerca de 1,28 milhão de consumidores únicos no período analisado.

FourHands aposta no universo do futebol para campanha promocional da Rede Graal

A Rede Graal lança a campanha promocional “Seleção de Combos Graal”, que transforma a parada na estrada em uma escolha de sabores para os viajantes. A ação foi desenvolvida pela FourHands, responsável pelo conceito criativo e pela estratégia da iniciativa. Esta é a terceira vez consecutiva que a agência vence a concorrência para desenvolver a promoção da marca, reforçando a parceria entre as empresas. No clima de ano de Copa do Mundo a campanha apresenta a “Seleção de Combos Graal”, de sete opções, que reúnem itens do cardápio Graal, uma lata de Coca-Cola e um picolé Nestlé, oferecendo uma experiência prática e saborosa para quem faz uma pausa nas unidades da rede. “Aproveitamos a Copa do Mundo, que começa em junho, como estratégia para criar um gancho natural para a campanha. O maior evento do futebol se torna uma oportunidade ideal para divulgar a ação. A ideia da seleção de combos nasce justamente desse universo, convidando o consumidor a fazer sua escolha como se estivesse convocando a própria seleção de sabores”, afirma Ayron Rotta, diretor de Criação da FourHands. Ele acrescenta que a iniciativa busca estimular as vendas e fortalecer a presença da marca entre os viajantes. “A campanha reforça o posicionamento da Graal como um ponto estratégico nas rodovias, ideal para quem precisa abastecer o carro ou recarregar as energias.” A promoção tem duração de quatro meses, até 30 de junho, e será divulgada em pontos de venda, mídias online e offline e redes sociais.  FICHA TÉCNICA: Título: Rede Graal – Seleção de Combos Graal Agência: FourHands Cliente: Rede Graal CEO: Denis Tieppo e Marcelo Margutti Diretor de Criação: Ayron Rotta Head de Arte: Renato Aspromonte Direção de Arte: Gabriel Moimás, Matheus Bomfim e Yago César Redação: Lara Seidel e Evelyn Mayer Motion Designer: Douglas Anhaya Finalização: Adilson Poá e Sandra Matias Head de Conteúdo: Thais Moura Community Manager: Leticia Primo e Raissa Ferraz Revisão: Raianna Bortoni e Mônica Kikuti Atendimento: Natasha Pessoa Planejamento: Isabela Cavalcanti Mídia On-line: Talita Morato e Ágata Moreira Mídia Off-line: Iara Ulrich e Paulo Ricardo Cliente Graal: Ailson Lyra, Vanessa Carvalho e Everton Nascimento

Franquia Dr. Vacina anuncia plano de expansão nacional e projeta faturamento de R$ 60 milhões em 2026

O Dr. Vacina, franquia especializada em imunização para adultos e crianças, anuncia seu plano de expansão nacional para 2026. A marca projeta a abertura de 20 unidades ao longo do ano e estima alcançar um faturamento de R$ 60 milhões. Atualmente, a rede conta com mais de 50 franquias entre operação e implantação e está no top 10 maiores players de vacinação do Brasil. “Nosso objetivo é ampliar o acesso à prevenção e consolidar o Dr. Vacina como referência nacional em imunização e saúde preventiva”, afirma Marcelo de Paula, fundador e CEO da rede. “Prevenção não é tendência, é necessidade, e o Dr. Vacina está na linha de frente desse movimento”, completa. Para sustentar esse crescimento, o Dr. Vacina oferece um modelo de negócio a partir de R$ 100 mil, simples de operar, com estrutura enxuta, de fácil gestão e adaptável a diferentes formatos de operação. “Não se trata apenas de uma sala de vacina. Existe um padrão de estrutura, atendimento e experiência que garante credibilidade e resultado para o franqueado”, explica Marcelo. Mercados em alta A expansão do Dr. Vacina acompanha o avanço do setor de saúde preventiva no Brasil, impulsionado pelo aumento da expectativa de vida, que já ultrapassa os 76 anos, segundo o IBGE, e pela maior conscientização sobre imunização. De acordo com o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal de diversas doenças ainda está abaixo da meta ideal de 95%, o que reforça a necessidade de ampliar o acesso à vacinação. O mercado, antes concentrado no público infantil, agora passa por uma transformação com o crescimento da demanda entre adultos. “O futuro da imunização está no público adulto, que busca longevidade, qualidade de vida e prevenção. Esse é um mercado em plena expansão”, destaca Marcelo. No franchising, o cenário também é positivo. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor registrou faturamento recorde de R$ 301,7 bilhões em 2025, crescimento de 10,5% em relação ao ano anterior, impulsionando modelos de negócio em diferentes segmentos, incluindo o de imunização. Sem plano B A história do Dr. Vacina começou em 2017, em Sorocaba (SP), quando Marcelo decidiu empreender após anos atuando em multinacionais. Com um investimento inicial de R$ 40 mil e sem experiência prévia no setor de saúde, ele acreditou no potencial da imunização. “No começo, era eu, um computador e muita vontade de fazer dar certo. Eu não tinha plano B”, relembra. A partir de uma gestão estruturada e foco em crescimento, a primeira unidade, em Sorocaba, deu origem à expansão da marca. Em 2019, o negócio começou a ser formatado como franquia, e mesmo durante a pandemia, a rede seguiu crescendo.  “Nosso crescimento foi sustentado por um modelo eficiente e replicável, que permite escalar mantendo padrão e qualidade em todas as unidades”, afirma. Empreender e salvar vidas Mais do que um modelo de negócio, o Dr. Vacina se posiciona como uma marca com propósito. A rede já contribuiu para a imunização de mais de 500 mil pessoas em todo o país, reforçando seu papel na promoção da saúde. “Cada vacina aplicada é uma vida salva. O franqueado empreende e, ao mesmo tempo, impacta diretamente a saúde da população”, diz Marcelo. Além disso, a empresa se atualiza com novas soluções para ampliar sua atuação em prevenção, com iniciativas como pacotes vacinais, programas de recorrência e novos serviços voltados ao público adulto. “Queremos que o cliente veja o Dr. Vacina como um centro de prevenção, não apenas um local para tomar vacina”, completa. Para ser um franqueado, acesse https://drvacina.com/seja-franqueado/

PremieR e TFSports unem forças e convocam cães para as pistas de corrida em São Paulo

A energia das corridas de rua de São Paulo ganhará um novo impulso. Em sua primeira grande ação de 2026, a PremieR, marca de nutrição de alta performance da PremieRpet, anuncia sua estreia como parceira do Santander Track&Field Run Series. A colaboração já tem data e local para começar: 22 de março, no Shopping Center Norte, na primeira etapa do circuito a contar com uma categoria Pet Friendly neste ano. A iniciativa nasce para atender a uma demanda crescente de tutores que compartilham um estilo de vida ativo com seus animais de estimação. A categoria Pet Friendly terá sua largada às 08h45, permitindo que cães e seus humanos corram lado a lado em um percurso seguro e adaptado. O evento também manterá os tradicionais percursos de 10km (06h15) e 5km (07h15). Para a PremieR, a parceria com o maior circuito de corridas da América Latina é um passo estratégico que materializa a filosofia da marca: a de que a alta performance e a saúde dos pets começam com uma nutrição de excelência. “Levar a PremieR para as pistas da TFSports, que promove e integra todo o ecossistema de eventos e experiências da Track&Field, é o nosso jeito de celebrar o elo entre tutores e animais ativos. É a prova de que uma alimentação de alta performance é o combustível para uma vida com mais energia e bem-estar”, afirma Felipe Mascarenhas, Head de Marketing da PremieRpet. “Estamos entusiasmados em iniciar esta jornada e mostrar que o lugar dos pets também é no pódio de uma vida saudável.” Além da corrida, a PremieR montará o Pet Stop, um espaço de descanso para os participantes e seus cães com piscina de bolinha, água e amostras de produtos para promover o relaxamento antes e depois da corrida. As inscrições para a etapa Track&Field Run Series do Shopping Center Norte já estão abertas e podem ser feitas através do site: TFSports. Serviço:

Maior campanha do varejo farmacêutico chega ao fim após movimentar mais de R$ 730 milhões em todo o país

A oitava edição da campanha nacional “Compra Bem que a Sorte Vem”, promovida pela Farmarcas, encerrou-se com números expressivos para o varejo farmacêutico brasileiro. A iniciativa movimentou mais de R$ 730 milhões em vendas, mobilizou milhões de consumidores em todo o país e premiou duas clientes da Bahia (Ilhéus e Buritirama) com uma casa de meio milhão de reais cada, reforçando o impacto da promoção nos negócios das farmácias associadas. Realizada em mais de 1.700 farmácias das 11 redes associadas, a campanha consolidou-se como uma das maiores ações promocionais do varejo farmacêutico brasileiro. Durante o período da promoção, que foi de outubro/25 a janeiro/26, as lojas participantes registraram mais de R$ 730 milhões em vendas, crescimento de 21,61% em relação à edição anterior da campanha (2024/2025). Ao todo, foram realizadas mais de 14 milhões de transações, um aumento de 14,58%. A quantidade de números da sorte concedidos chegou a 109,5 milhões, alta de 27,47% em comparação ao ano anterior. “Os resultados desta edição mostram como a campanha é uma grande alavanca de negócios para o varejo farmacêutico associativista. Além de impulsionar as vendas nas lojas, ela fortalece a relação das farmácias com seus clientes e amplia o engajamento em toda a rede”, afirma Ângelo Vieira, diretor de Comunicação da Farmarcas. Edison Tamascia, presidente da Farmarcas, acredita que esse sucesso demonstra a força do associativismo no setor. “Os números alcançados nessa edição e as premiações são consequência do engajamento de todos, associados, clientes e de nossa equipe. Ficamos muito felizes com o resultado e ainda mais porque os prêmios realmente farão diferença na vida dos clientes sorteados”, destaca. Prêmios que transformam vidas e fortalecem o varejo local Além das casas sorteadas na Bahia, a campanha premiou consumidores em todo o Brasil, com 11 prêmios de R$ 50 mil e 700 vales-compras de R$ 500, distribuídos por diferentes estados, reforçando a promoção como ferramenta de fidelização. Os atendentes das farmácias também foram contemplados sempre que os clientes atendidos por eles eram premiados: recebiam R$ 200 para cada vale-compra de R$ 500 conquistado pelos clientes, R$ 20 mil nos prêmios de R$ 50 mil e R$ 50 mil nos casos dos prêmios de meio milhão. Vale destacar que compras de medicamentos não geravam cupons; apenas produtos não medicamentosos participavam da promoção. Em Ilhéus (BA), Rita de Cássia S. Macedo conquistou um dos prêmios de R$ 500 mil para a aquisição de sua casa própria após comprar lenços umedecidos da linha SupraBaby. “Eu ainda estou em êxtase. É incrível, um verdadeiro sonho realizado”, contou a ganhadora. Já em Buritirama (BA), a felizarda é Angra de S. Santos, que relatou a emoção ao descobrir que havia sido premiada com meio milhão de reais. “Fiquei muito surpresa e emocionada. Nunca imaginei que comprando desodorante poderia ganhar meio milhão de reais. Sou cliente assídua da Ultra Popular, compro sempre aqui pela variedade de itens. Agora vou realizar o sonho de comprar minha casa”, afirmou. Outro diferencial da campanha é o reconhecimento aos profissionais que atuam nas farmácias. Por se tratar de uma promoção espelhada, sempre que um cliente é premiado, o atendente responsável pela venda também recebe uma premiação. Essa dinâmica é uma forma de valorizar o trabalho de quem está na linha de frente do atendimento nas lojas. Foi o caso da atendente Sirlândia S. Cardoso, da Ultra Popular de Ilhéus, que recebeu R$ 70 mil por atender duas clientes premiadas. “A sensação de participar disso é maravilhosa. Ver as pessoas felizes também nos deixa felizes. Esse prêmio é a realização de um sonho, agora vou conseguir quitar a minha própria casa”, relatou. Para os associados Rafaela Velanes e Luís Sérgio Neto Velanes, proprietários da Ultra Popular de Ilhéus, a campanha também fortalece o vínculo com a comunidade local. “É maravilhoso poder entregar prêmios como esses e levar para nossa cidade a oportunidade de ganhar valores tão significativos. Mais gratificante ainda é ver que nossos colaboradores também são reconhecidos. Sem a Farmarcas seria muito difícil realizar algo dessa dimensão”. Ao unir premiação, fidelização e geração de negócios, a campanha “Compra Bem que a Sorte Vem” reafirma seu papel como uma das iniciativas mais relevantes do setor, conectando diversos elos da cadeia em uma ação que fortalece o varejo farmacêutico em todo o país.

Mantecorp Skincare é o protetor solar oficial do WSL Layback Pro Floripa 2026

Após sua estreia no Rio Open 2026, Mantecorp Skincare, marca líder em prescrição dermatológica no Brasil*, amplia sua atuação no universo esportivo e anuncia o patrocínio ao WSL Layback Pro Floripa 2026, etapa do circuito da World Surf League (WSL) Latin America, que acontece entre os dias 18 e 22 de março, em Florianópolis (SC). Episol é o protetor solar oficial da competição, destacando a importância da fotoproteção na rotina de quem vive ao ar livre, por meio de experiências que conectam cuidado com a pele e performance. Ao longo da programação, a marca aproveita a oportunidade para promover seu programa de fidelidade, Inspire 360, por meio da distribuição de amostras de seu portfólio, com produtos como Episol Intense Corporal, Episol Homem e Episol Infantil, além da linha capilar Pielus Pro-Hyalu, com shampoo e condicionador. A ação apresenta soluções fáceis e eficazes para diferentes necessidades de cuidado diário, especialmente em cenários de alta exposição ao sol e à água salgada. Na área VIP, os atletas recebem kits exclusivos com itens desenvolvidos para garantir proteção e praticidade dentro e fora do mar, como Episol Spray Intense, Episol Stick Intense e Episol Sec Acqua, ideais para reaplicação ao longo do dia, com texturas leves e resistentes à água e ao suor. Com a presença no torneio, Mantecorp Skincare consolida sua conexão com o esporte e amplia sua atuação em iniciativas e parcerias estratégicas, levando informação, proteção e inovação a diferentes perfis de consumidores. Clique aqui e assista o teaser de lançamento do patrocínio! 

Givenchy inaugura pop-up no Shopping Eldorado para celebrar o lançamento de Irresistible Eau de Parfum Néctar

Givenchy convida o público a mergulhar no universo de sua mais nova fragrância, Irresistible Eau de Parfum Néctar, com a inauguração de uma pop-up exclusiva no Shopping Eldorado, em São Paulo. O espaço, que abre ao público de 19 de março a 5 de abril, foi pensado para traduzir de forma imersiva o espírito vibrante, feminino e sensorial da nova interpretação da icônica linha Irresistible. Desde seu lançamento em 2020, a linha Irresistible celebra uma feminilidade livre, espontânea e cheia de ousadia. Agora, a Maison apresenta Néctar, uma versão ainda mais indulgente e magnética da fragrância. Criada pelos mestres perfumistas Anne Flipo, Dominique Ropion e Caroline Dumur, a composição combina a assinatura floral da rosa com a luminosidade do néroli e uma base gourmand envolvente de pistache e madeiras de baunilha, resultando em um rastro sofisticado e irresistivelmente viciante. Essa identidade ganha forma em uma releitura inspirada na confeitaria, com elementos traduzidos em cores, texturas e formas que despertam o apetite dos sentidos. A cenografia da pop-up traduz a faceta gourmand da fragrância em uma experiência visual e sensorial inspirada no universo de uma pâtisserie francesa, celebrando um dos maiores símbolos culturais da França: a confeitaria como forma de arte. Conhecida pelo cuidado nos detalhes e pela criatividade, a pâtisserie transforma ingredientes em experiências que encantam os sentidos, assim como a perfumaria francesa, que combina matérias-primas de forma única para criar fragrâncias marcantes. Nesse encontro, Givenchy traduz esse cuidado artesanal de um jeito envolvente, conectando o universo dos sabores ao das fragrâncias. O espaço convida o público a mergulhar no universo olfativo de Irresistible Eau de Parfum Néctar, traduzindo suas notas em uma experiência visual irresistível, permitindo viver uma experiência interativa e lúdica inspirada no universo da fragrância. Entre as ativações, o público poderá participar de uma roleta com gamificação, além de descobrir diferentes opções de brindes especiais disponíveis durante o período da ação. Todos os visitantes recebem um brinde exclusivo da marca, e clientes que realizarem compras a partir de determinados valores poderão ganhar brindes adicionais, como charms inspirados na fragrância e acessórios exclusivos, tornando a experiência ainda mais memorável. A inauguração oficial da pop-up acontece no dia 19 de março, às 19h, marcando o início de uma temporada dedicada a celebrar o lado mais irresistível da nova fragrância da linha Irresistable. A fragrância já está disponível à venda em todas as plataformas online nas volumetrías de 35 ml, 50 ml e 80 ml.

Varejo deve crescer 6,3% em março: Mauá Plaza Shopping prepara-se para alta na movimentação

De acordo com projeção do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), o setor deve registrar crescimento de 6,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O cenário positivo também tende a refletir na movimentação dos shoppings, impulsionada por promoções, campanhas comerciais e pelas datas comemorativas do mês. Diante disso, o Mauá Plaza mantém uma expectativa positiva para março. Durante o mês de março, os lojistas do Mauá Plaza também devem realizar ações promocionais de olho no Dia Internacional da Mulher e no Dia do Consumidor, com descontos e condições especiais voltadas ao público feminino, além de ativações que estimulam o engajamento nas redes sociais. Como parte da campanha “Só Pra Elas”, o shopping incentiva os lojistas a oferecerem benefícios exclusivos às clientes ao longo do mês e disponibiliza materiais de comunicação, como etiquetas promocionais, para sinalização das ofertas nas lojas. As iniciativas reforçam o protagonismo feminino e convidam as visitantes a celebrarem e compartilharem suas histórias. “Março tem se tornado um mês estratégico para o varejo, impulsionado por datas como o Dia Internacional da Mulher e o Dia do Consumidor. A expectativa do Mauá Plaza é de aumento na movimentação ao longo do mês, especialmente com as campanhas promocionais realizadas pelos lojistas”, afirma Ariane Oliveira, gerente de Marketing do Mauá Plaza Shopping. “Ao estruturar ações integradas com as lojas, conseguimos estimular as vendas e fortalecer a conexão com o público feminino nesse momento importante para o comércio.” O cenário positivo também é reforçado por dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), que projeta para 2026 um faturamento recorde de R$203,7 bilhões para o setor, crescimento de 1,4% no ano. Além do incremento financeiro, o fluxo de visitantes também apresenta histórico positivo, com alta de 3,6% em 2025, conforme o índice Iflux.

EVER Trade é premiada no Involves Awards 2026 com projetos de dados e eficiência no ponto de venda

A EVER Trade Marketing (ex-SPAR Brasil), conquistou quatro troféus no Involves Awards 2026, sendo um ouro, um prata e dois bronzes, em projetos desenvolvidos para marcas como Mars, Red Bull, Lindt e Baston. Os cases destacam o uso de dados de execução em loja e inteligência analítica para aumentar a performance no ponto de venda e a eficiência das equipes de campo. Os cases premiados refletem o uso de dados de campo e inteligência analítica para transformar a execução em loja em um motor estratégico de resultados no varejo. As iniciativas envolveram projetos com Red Bull, Baston, Mars e Lindt, conectando indicadores de execução, sell-out e eficiência operacional para apoiar decisões mais assertivas. O ouro foi conquistado com o case desenvolvido para Red Bull, na categoria de Inteligência, que criou um modelo de análise de rentabilidade da operação em pequenos e médios pontos de venda. A solução integrou dados de execução, sell-out e custos operacionais em painéis de Business Intelligence, permitindo medir o retorno das visitas e direcionar a atuação da equipe de campo de acordo com o potencial de cada PDV. A prata veio com o projeto realizado para a Baston, na categoria Produtividade, focado na otimização da jornada da equipe de campo por meio da análise de indicadores como tempo em loja e deslocamento, permitindo redesenhar roteiros e aumentar a eficiência da operação. A EVER também conquistou dois bronzes: um com o case desenvolvido para a Mars, que estruturou um modelo de gestão baseado em inteligência analítica para acompanhar os pilares de Loja Perfeita; e outro com o projeto da Lindt, que utilizou dados de execução, auditoria fotográfica e análises de BI para aprimorar a gestão de campanhas sazonais. “Os prêmios reforçam que o futuro do trade marketing passa pela integração entre execução de campo e inteligência de dados. Quando conseguimos transformar informações coletadas nas lojas em decisões estratégicas, o impacto no varejo é muito mais consistente”, afirma Jonathan Dagues, CEO da EVER Trade Marketing. A cerimônia do Involves Awards 2026 aconteceu em São Paulo (SP) no último dia 12 de março, reunindo os finalistas da premiação. Foram reconhecidos projetos que vêm elevando o padrão de gestão e execução no ponto de venda.

Dia Mundial da Água: parceria entre Braskem e Aquapolo reforça segurança hídrica e preservação de recursos no Grande ABC

No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, e a Aquapolo Ambiental destacam a importância de soluções estruturantes para a segurança hídrica no Grande ABC. Referência na América Latina, o projeto de reuso de água tem papel estratégico na preservação dos recursos naturais e na resiliência das operações industriais diante dos desafios climáticos. Com capacidade para produzir até 1.000 litros por segundo de água reciclada, volume equivalente ao consumo de uma cidade de aproximadamente 500 mil habitantes, a Aquapolo transforma efluentes domésticos em água de alta qualidade para uso industrial. Ao longo de 13 anos de operação, já foram produzidos mais de 138 bilhões de litros, reduzindo significativamente a necessidade de captação em fontes naturais. “A Aquapolo é um pilar fundamental para a segurança hídrica do Grande ABC. Ao fornecer água de reuso em larga escala para o setor industrial, contribuímos diretamente para a preservação dos mananciais e para a maior disponibilidade de água potável para a população”, afirma Márcio da Silva José, presidente da Aquapolo. A consolidação do projeto ocorreu durante a crise hídrica enfrentada por São Paulo entre 2014 e 2015, quando a operação garantiu o abastecimento contínuo das indústrias do Polo Petroquímico de Capuava sem impactos produtivos. Desde então, a iniciativa se expandiu para atender diferentes setores industriais, reforçando sua relevância como solução resiliente e escalável. A Braskem, empresa âncora do projeto desde sua concepção, desempenha papel central na viabilização da iniciativa e na promoção do uso sustentável da água. Atualmente, a companhia utiliza 100% de água de reuso em suas operações industriais no ABC, destinando água de mananciais exclusivamente para consumo humano. “A água é um recurso finito e sua gestão eficiente é parte essencial da nossa estratégia. O uso de água de reuso protege nossas operações frente aos ciclos de escassez e, ao mesmo tempo, contribui para a preservação dos mananciais e para o abastecimento da população”, destaca Rodrigo Albuquerque, gerente industrial da Braskem. A companhia consome cerca de 900 mil metros cúbicos de água de reuso por mês, volume que deixa de ser captado diretamente da natureza. Esse modelo fortalece a resiliência operacional, especialmente em cenários de eventos climáticos extremos, como os registrados recentemente na região metropolitana de São Paulo. Além dos ganhos ambientais, a parceria entre Braskem e Aquapolo demonstra que é possível conciliar desenvolvimento industrial e sustentabilidade. O modelo, baseado em parceria público-privada e na atuação de uma indústria âncora, já é reconhecido internacionalmente como referência e tem potencial de replicação em outras regiões do Brasil e do mundo. “O projeto evidencia que soluções inovadoras, quando alinhadas a uma visão estratégica sobre os recursos naturais, podem gerar impacto positivo duradouro para a indústria, a sociedade e o meio ambiente”, reforça Marcio. A iniciativa também se conecta às agendas globais de adaptação às mudanças climáticas e economia circular, ao promover o reuso da água como alternativa segura, eficiente e sustentável para grandes centros urbanos. Neste Dia Mundial da Água, Braskem e Aquapolo reforçam o compromisso com a gestão responsável dos recursos hídricos e com o desenvolvimento de soluções que contribuam para um futuro mais sustentável.

Plurix lança primeira campanha de selos de desconto

A Plurix anuncia o lançamento de sua primeira campanha de selos de desconto. A iniciativa marca um novo avanço na estratégia de relacionamento com clientes do grupo, com a participação especial do Familhão, plataforma brasileira de benefícios e entretenimento criada pelo apresentador Luciano Huck. A ação será realizada em parceria com a L-founders of loyalty, líder global no setor de fidelização para o varejo. A campanha será realizada entre 16 de março e 5 de julho de 2026, em 158 lojas das marcas Amigão, Avenida, Boa, Compre Mais, Dom Olívio, Mega Atacadista, Paraná Supermercados, Paraná Atacadista e Superpão, além de canais digitais de algumas dessas redes. Clientes participantes do clube de benefícios “+Amigo” poderão acumular selos de desconto e trocá-los por facas e utensílios da marca holandesa Royal VKB, reconhecida internacionalmente pelo design e alta precisão. A ação amplia o ecossistema de fidelização da Plurix e reforça o papel do +Amigo como plataforma de relacionamento e benefícios para os consumidores. Em uma parceria inédita, o Familhão amplia os benefícios aos clientes +Amigo, permitindo acelerar o acúmulo de selos e ainda concorrer a R$1 milhão em barras de ouro, sorteios semanais de viagens e ter acesso a cupons especiais com descontos em parceiros selecionados. “A campanha representa um passo importante na evolução do nosso relacionamento com os clientes. Queremos ampliar as vantagens oferecidas pelo +Amigo e trazer inovação para as regiões onde atuamos, como as experiências de fidelização que já são consagradas em grandes mercados do varejo mundial”, afirma Jorge Faiçal, CEO da Plurix. “Essa parceria reforça nossa proposta de ser uma ponte de acesso a produtos de qualidade com diversos descontos, além de concorrer a experiências que o dinheiro não compra e a R$1 milhão em barras de ouro. Os selinhos também têm um apelo afetivo muito forte e fazem parte da memória de muita gente. Por isso, acreditamos que essa campanha pode aproximar ainda mais o Familhão da rotina das famílias e reforçar o nosso propósito de oferecer benefícios reais e relevantes para o dia a dia dos brasileiros”, afirma Evanildo Barros Junior, CEO do Familhão. Parceria global de fidelização A campanha é desenvolvida em parceria com a L-founders of loyalty, empresa que atua globalmente com programas de fidelização baseados em colecionáveis e recompensas. A companhia está presente em 35 países e já envolveu mais de 100 milhões de consumidores em campanhas de engajamento no varejo. Segundo dados da empresa, 17 produtos são resgatados a cada segundo em suas campanhas ao redor do mundo. “A dinâmica dos selinhos conquistou o coração dos consumidores brasileiros, fomentando uma conexão emocional genuína com a marca, que vai muito além do transacional. Em muitas das regiões onde a Plurix atua, esta será uma nova experiência para os consumidores. A parceria com o Familhão e o Luciano Huck é inédita e eleva o potencial de resultados da campanha em todos os aspectos. Agradeço à Plurix pela confiança no nosso trabalho. Sem dúvida, estamos diante de uma iniciativa que promete ser histórica”, diz Beatriz Ramos, CEO da L-founders of loyalty no Brasil e América Latina. Mecânica da campanha A dinâmica é baseada no acúmulo de selos a partir das compras realizadas nas lojas participantes. Clientes cadastrados no clube de benefícios +Amigo recebem: Os selos podem ser acumulados e utilizados para adquirir, com descontos progressivos, itens da linha Royal VKB, conhecida pela alta qualidade, lâmina de aço inoxidável, pelo cabo ergonômico e design funcional, permitindo fazer cortes precisos, com suas qualidades atestadas por chefes de cozinha, que incluem: faca do chef, faca santoku, faca para fatiar, faca para pão, faca utilitária, faca para legumes e frutas, tesoura de cozinha, afiador de facas, tábua de corte e bloco para facas. Os itens também poderão ser adquiridos sem desconto, com ou sem participação no programa +Amigo. O cadastro no +Amigo é gratuíto. Familhão amplia benefícios da campanha A campanha também contará com a participação do Familhão: nas lojas participantes da campanha, os clientes poderão adquirir o acelerador Familhão por R$ 5,99, que concede benefícios adicionais dentro da dinâmica da campanha: Além da mecânica de selos, os participantes do Familhão passam a ter acesso a uma jornada ampliada de benefícios que incluem: cupons e ofertas especiais, figurinhas colecionáveis, participação em sorteios semanais de viagens e sorteios mensais de R$ 1 milhão em barra de ouro. Como parte da parceria com a Plurix, clientes +Amigo também poderão participar de um sorteio exclusivo para conhecer o Luciano Huck, idealizador do projeto. Calendário da campanha

“Polymarket da Saúde” chega ao Brasil com metas de emagrecimento e recompensas reais

A indústria cripto já viu mercados surgirem em torno de política, economia, esportes e grandes eventos. Agora, uma nova proposta tenta aplicar essa lógica a outro território, o da perda de peso. Em parceria com a brasileira Mannah, a Daily Health Mission (DHM) chega ao Brasil com uma plataforma que transforma metas de emagrecimento em desafios públicos, anônimos e registrados em blockchain. O usuário acessa o dailyhealthmission.app, faz seu cadastro e informa dados como peso, altura e meta. Em seguida, define quanto quer perder e em quanto tempo pretende alcançar esse objetivo. A partir daí, seu desafio ganha uma página própria, onde a evolução é acompanhada por registros de alimentação, rotina e peso ao longo dos dias. Para trazer mais confiança ao processo, a verificação do peso inicial e final é feita com apoio de IA, com base nas evidências enviadas pelo participante. Assim, a meta deixa de ser apenas uma intenção e passa a se tornar uma jornada mais visível, acompanhável e difícil de abandonar. Sendo um dos recursos que mais chama atenção, o mercado de previsões permite que membros da comunidade possam indicar se acreditam ou não que o usuário vai alcançar o objetivo. O resultado é verificado digitalmente, criando pressão positiva e engajamento social. “Quando vemos amigos ou outras pessoas incentivando o nosso progresso, a motivação aumenta. É um accountability gamificado, que transforma um desafio pessoal em uma experiência social divertida e envolvente”, explica Pedro Xavier, CEO da Mannah. Ao entrar na plataforma, cada usuário recebe 5 Health Coins (HC) de bônus, a moeda digital da experiência dentro do Daily Health Mission. Esses HCs podem ser usados desde o primeiro momento para participar dessa dinâmica e apoiar, ou não, os desafios disponíveis na comunidade. À medida que cumpre desafios, o usuário acumula novos HCs como parte da sua progressão na plataforma. O HC opera em proporção 1:1 com Hathor (HTR), a criptomoeda da blockchain Hathor, acompanhada em plataformas do mercado cripto e com negociação na KuCoin. “Optamos pela Hathor porque sua blockchain combina rapidez e flexibilidade, permitindo registrar cada missão diária de forma fluida e em escala. Para uma plataforma baseada em micro-hábitos, isso é essencial para transformar pequenas ações em um histórico digital confiável, sem comprometer a experiência do usuário”, avalia Xavier. No plano Free, os HCs permanecem ligados à gamificação da experiência. Já no plano PRO, além de uma jornada mais completa com acompanhamento contínuo, o usuário passa a poder, ao atingir o mínimo de 200 HC em desafios cumpridos, converter seus HCs em Hathor e habilitar a opção de saque. Esse acompanhamento no plano PRO acontece com a Helena, a coach de IA da plataforma, que atua diariamente via WhatsApp com lembretes, dicas, receitas e orientações práticas para apoiar a rotina alimentar e fortalecer a consistência ao longo do desafio. Assim, o plano PRO combina suporte mais próximo no dia a dia com uma camada adicional de utilidade para os HCs acumulados na plataforma. “A comunidade já existia e os desafios já funcionavam. Com a Mannah, conseguimos transformar essa experiência em uma plataforma digital mais organizada, escalável e pronta para crescer no Brasil”, afirma Gonzalo Villa, CEO da Daily Health Mission. Combinando gamificação, recompensas e incentivo social, a DHM mostra que emagrecer de forma consistente não precisa ser complicado.  “Emagrecer não é falta de informação, é dificuldade de manter hábitos. Ao registrar essas conquistas e criar incentivos claros conseguimos tornar o processo mais consistente e mensurável”, afirma Gonzalo Villa, CEO da DHM.

Startups paulistas ampliam conexões globais e reforçam protagonismo em inovação durante o SXSW 2026

Entre os dias 12 e 18 de março, dez startups paulistas tiveram a oportunidade de participar do SXSW 2026 (South by Southwest), em Austin, no Texas (EUA), por meio do programa SP Global Tech, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo (SCTI), em parceria com a InvestSP.  Durante o evento, um dos principais encontros globais de inovação, tecnologia e economia criativa, as startups cumpriram uma agenda estratégica de conexões, aprendizado e validação de soluções, interagindo com empresas, investidores e especialistas de todo o mundo.  “Apoiar empresas que desenvolvem soluções inovadoras para temas como mudanças climáticas e cidades resilientes é essencial para promover o desenvolvimento sustentável e ampliar a presença internacional da inovação paulista”, afirma o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, Vahan Agopyan.  Entre as startups, estão três empresas que atuam em frentes complementares dentro da agenda climática: Ecomilhas, GLR Tech e iNeeds.  Ecomilhas  A Ecomilhas, uma climate tech criada em 2022 na capital, foi desenvolvida para apoiar empresas na redução das emissões de carbono relacionadas ao deslocamento diário de seus colaboradores. A proposta é simples e prática: após a contratação da plataforma, os funcionários registram seus trajetos realizados por meios mais sustentáveis, como metrô, ônibus, caminhada, bicicleta ou veículos elétricos. A tecnologia calcula automaticamente as emissões evitadas em comparação a modais mais poluentes e gera dados consolidados e auditáveis.  Com essas informações, as empresas passam a acompanhar indicadores ambientais com mais precisão, estimular escolhas de mobilidade sustentável e estruturar relatórios ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança) com base em dados confiáveis. O público-alvo são médias e grandes empresas que já possuem metas ambientais, compromissos ESG ou estratégias de descarbonização e precisam mensurar e demonstrar resultados, especialmente nas emissões de escopo 3.  “O SXSW foi aquele tipo de experiência que ajusta o nosso referencial. Você passa a enxergar com mais clareza o nível de execução, as conversas que estão acontecendo lá fora e onde podemos evoluir, mas também onde já estamos bem posicionados”, destaca Gustavo Araújo, diretor de marketing da Ecomilhas. “A SCTI foi essencial para isso acontecer. O SP Global Tech abre portas, antecipa aprendizados e coloca a gente em contato direto com o que está sendo construído no mundo.”  GLR Tech  A GLR Tech atua no desenvolvimento de tecnologias limpas voltadas à redução de emissões de gases poluentes. A empresa criou um equipamento que funciona como um filtro capaz de capturar e tratar gases liberados por motores, chaminés e outros sistemas de combustão. A solução atua diretamente sobre os poluentes gerados nesses processos, ajudando a reduzir a emissão de substâncias como dióxido de carbono (CO₂) e outros gases prejudiciais ao meio ambiente.  A tecnologia foi desenvolvida para atender indústrias e operadores de equipamentos que utilizam combustão em seus processos e que buscam alternativas mais eficientes para reduzir emissões e cumprir exigências ambientais cada vez mais rigorosas.  Para a empresa, a participação representou a abertura de novas frentes de atuação internacional. “O SXSW 2026 foi uma experiência extremamente estratégica para a GLR Tech, abrindo conexões reais com o ecossistema global de inovação e novas frentes de negócio. O apoio da SCTI foi fundamental para viabilizar nossa presença, acelerar relacionamentos de alto nível e posicionar São Paulo como protagonista em tecnologia e descarbonização”, afirma Felipe Burman, CEO e cofundador da empresa.  Ineeds  A iNeeds é responsável pela plataforma Cidade Viva, criada para ajudar municípios a se tornarem mais seguros, inteligentes e preparados para enfrentar eventos climáticos extremos. A solução utiliza sensores ambientais inteligentes, instalados em diferentes pontos das cidades, para monitorar variáveis como nível de rios, volume de chuva, vento, temperatura, umidade e risco de deslizamentos. Os dados coletados são enviados em tempo real para uma plataforma na nuvem, que processa as informações e gera alertas e relatórios para apoiar decisões rápidas e preventivas por parte das autoridades públicas.  A iniciativa surgiu a partir da percepção de que muitas cidades brasileiras ainda atuam de forma reativa diante de eventos climáticos extremos. Enchentes, deslizamentos e ondas de calor frequentemente causam impactos humanos, ambientais e econômicos significativos, muitas vezes agravados pela ausência de dados em tempo real e de sistemas integrados de monitoramento e prevenção.  A iNeeds destaca o fortalecimento do posicionamento global de sua solução voltada à resiliência urbana. “Participar do SXSW foi uma experiência extremamente enriquecedora para a iNeeds. Estar em um ambiente com algumas das mentes mais inovadoras do mundo nos permitiu validar nossa visão, entender tendências globais e fortalecer conexões estratégicas para o futuro da empresa”, afirma Vinicius Curcio, chefe de internacionalização da empresa.  “O evento agregou não apenas em networking, mas principalmente em posicionamento, reforçando que estamos construindo uma solução alinhada aos desafios reais das cidades no mundo, especialmente em clima, resiliência e tecnologia.”  Segundo Curcio, o apoio institucional foi determinante para viabilizar a presença internacional. “A SCTI teve um papel fundamental nesse movimento, viabilizando o acesso a um ecossistema global de inovação e apoiando startups paulistas a ganharem visibilidade internacional.”  

O Boticário transforma em arte as emoções dos consumidores por suas fragrâncias preferidas e cria galeria digital em mais de 3 mil lojas

Em um cenário em que as resenhas de fragrâncias se tornam cada vez mais técnicas, centradas em notas e ingredientes, O Boticário propõe um novo olhar para a perfumaria: com emoção e arte. Para celebrar o Dia da Perfumaria, em 21 de março, a marca de perfumaria mais amada pelos brasileiros* apresenta projeto inédito e exclusivo que transforma as reações emocionais despertadas por fragrâncias em artes únicas, criadas com o uso de tecnologia e inteligência algorítmica. Com ação criada pela agência AlmapBBDO, a proposta nasce de um território que o Boticário constrói há décadas:  fragrâncias são mais do que fórmulas, são experiências emocionais capazes de despertar memórias, sensações e histórias pessoais. Essa visão traduz a própria arte da perfumaria da marca, que combina técnica, criatividade e matérias-primas para criar composições que vão além do olfato e se conectam com as emoções. Por isso, O Boticário convidou criadores de conteúdo e especialistas em perfumaria para uma experiência imersiva na flagship de Pinheiros, em São Paulo. Durante a experimentação das fragrâncias, as expressões faciais dos participantes são captadas e analisadas em tempo real por um sistema de leitura emocional, capaz de interpretar microexpressões e identificar emoções como surpresa, alegria e nostalgia, além da intensidade das reações. A tecnologia por trás da experiência é da XRStudio e utiliza o MediaPipe, framework de código aberto do Google, para mapear mais de 48 pontos faciais e extrair dados precisos das expressões. Essas informações são processadas por um algoritmo proprietário que classifica e atribui percentuais às emoções identificadas. Em seguida, os dados são combinados a uma base artística desenvolvida pela AlmapBBDO, agência de publicidade da marca, e enviados para a IA generativa Nano Banana, também do Google, responsável por transformar essas emoções em composições visuais únicas. O resultado são obras personalizadas que traduzem, em imagem, aquilo que cada fragrância provocou em quem a experimentou, uma espécie de retrato emocional da composição olfativa. Cada criação é assinada com o nome do participante, a fragrância testada e as emoções predominantes, construindo uma nova forma de registrar a relação entre pessoas e fragrâncias. “Temos uma escuta ativa dos nossos consumidores e lovers e sabemos da importância que as nossas fragrâncias têm em suas histórias e nos despertar das emoções. Como a marca de perfumaria mais amada dos brasileiros, decidimos materializar essa conexão para celebrar o dia da fragrância, unindo a alta perfumaria à arte de sentir, transformando a percepção de quem nos escolhe na nossa maior inspiração”, explica Carolina Carrasco, Diretora de Branding e Comunicação de Boticário.  Já para César Veiga, perfumista do Grupo Boticário, o projeto materializa, de forma inédita, uma conexão que sempre esteve no centro da perfumaria. “O olfato é uma das formas mais potentes de conexão emocional. Um cheiro pode transportar alguém instantaneamente para uma memória esquecida  ou despertar uma sensação emocional  . Com esse projeto, damos um passo além ao tornar essa conexão visível, traduzindo emoções em imagens únicas”. UM NOVO JEITO DE FAZER REVIEWS DE FRAGRÂNCIAS A proposta também reposiciona o formato tradicional de review no universo da perfumaria. Em vez de análises técnicas sobre notas e acordes, os convidados são estimulados a explorar suas percepções sensoriais e emocionais, dando origem a uma nova linguagem de avaliação, mais subjetiva, sensorial e conectada com a experiência real de uso. Todo o processo, da experimentação à geração das obras, será registrado e compartilhado nas redes sociais a partir do dia 21 de março, ampliando o debate sobre como as pessoas se relacionam com fragrâncias para além da técnica. Na semana da celebração do Dia da Perfumaria, entre 21 a 24 de março, a experiência ganha uma nova dimensão ao ser aberta ao público na flagship da marca, permitindo que consumidores também tenham suas emoções captadas e transformadas em arte em tempo real. As criações extrapolam o espaço físico e passam a ocupar as vitrines digitais de mais de três mil lojas do Boticário em todo o país, que serão transformadas em uma grande galeria dinâmica de emoções. As obras também serão desdobradas em mídia out-of-home e nos canais digitais da marca, ampliando o alcance da iniciativa. Além da participação presencial, consumidores de todo o Brasil poderão integrar o projeto de forma remota, descrevendo suas emoções nas redes sociais da marca, relatos que também passam a compor essa galeria coletiva. “A perfumaria sempre foi um encontro entre ciência e sensibilidade. Existe toda uma engenharia por trás de cada fragrância, mas o que realmente marca as pessoas é o que elas sentem. Esse projeto materializa exatamente esse encontro”, reforça César. PERFUMARIA NO CENTRO DO NEGÓCIO A marca é referência no uso de técnicas avançadas, como o “nariz digital” — sistema de análise olfativa que identifica e decodifica, por meio de um software de inteligência artificial e alta precisão, a composição e a evolução dos aromas e matérias-primas, o que permite que a marca evolua constantemente a capacidade de traduzir a preferência dos consumidores.  A marca também mantém o Quintana Lab, centro de pesquisa próprio dedicado à criação de ingredientes exclusivos. Ali, investe em métodos sofisticados como extração por CO₂ supercrítico (método de extração que utiliza o CO2 em um estado supercrítico como solvente para separar compostos de uma matriz), headspace (técnica é usada para capturar e analisar as moléculas de aroma no ar), enfleurage (forma artesanal de extrair óleos essenciais de flores, utilizando uma camada de óleo vegetal para absorver a fragrância) e Destilação (Para se obter o óleo essencial da planta se utiliza o vapor de água em um recipiente fechado, no caso um tanque de cobre, este vapor de água carregado com óleo essencial passa por uma serpentina resfriada para que a água volte ao estado líquido, como óleo e água não se misturam o óleo essencial é separado por gravidade o que permite um óleo puro sem resíduos de solventes pois utiliza somente da água e processo físicos) — práticas que se sustentam e se renovam  em uma paleta olfativa única e sustentável, exclusiva do Grupo. Ainda, O Boticário lançou, em 2019, a primeira fragrância

Apresentando a criatividade impulsionada por IA no CorelDRAW Graphics Suite 2026

A Corel anuncia o lançamento do CorelDRAW Graphics Suite 2026, com novas e poderosas ferramentas de IA projetadas para aprimorar a criatividade e otimizar os fluxos de trabalho de design profissional. A nova versão do premiado software de design gráfico oferece recursos inteligentes que ajudam designers, ilustradores e profissionais criativos a gerar, ajustar e refinar imagens com mais eficiência, mantendo o controle total de suas visões criativas. “O CorelDRAW Graphics Suite 2026 representa um grande passo para levar a IA às mãos dos designers de maneira significativa”, afrma Prakash Channagiri, diretor sênior de gerenciamento de produtos CorelDRAW. “Ao combinar novas e poderosas ferramentas generativas e de edição de imagens com a precisão pela qual o CorelDRAW é conhecido, estamos ajudando os profissionais a passarem do conceito ao design finalizado com mais agilidade, sem comprometer o controle total sobre suas decisões criativas.” Confira Novidades e Aprimoramentos do CorelDRAW® Graphics Suite 2026 Além das atualizações do CorelDRAW Graphics Suite 2026, a ferramenta de design online CorelDRAW Go, fácil de usar e sob medida para entusiastas criativos e aspirantes a designers, agora inclui recursos de geração e remixagem de imagens com tecnologia de IA, assim como novas predefinições de texto selecionadas para criação de logotipos, emblemas e adesivos. Essas atualizações tornam mais fácil do que nunca criar visuais originais, explorar variações de design e dar vida às ideias diretamente no navegador. Veja o Que Há de Novo no CorelDRAW® Go™ Oferta e Valores O CorelDRAW Graphics Suite está disponível para Windows, macOS e web nos idiomas inglês, alemão, italiano, francês, espanhol, português do Brasil, holandês, polonês, tcheco, russo, chinês simplificado, chinês tradicional, turco, sueco e japonês. O valor da assinatura é R$ 1.600 por ano. O CorelDRAW Graphics Suite 2026 também pode ser adquirido por meio de compra única (licença perpétua), com preço de varejo sugerido de R$ 3.200. Um comparativo com opções de compra do CorelDRAW Graphics Suite pode ser visualizado em https://www.coreldraw.com/en/product/coreldraw/#compare. Mais informações sobre licenças comerciais estão disponíveis em www.coreldraw.com/business. Para mais informações sobre licenças educacionais, acesse disponíveis em www.coreldraw.com/education. O CorelDRAW Web está acessível a todos os assinantes do CorelDRAW e clientes de manutenção ativos, sendo compatível com as versões mais recentes do Google Chrome, Microsoft Edge e Firefox – tanto no Windows quanto no macOS. Para saber mais sobre o CorelDRAW Web ou para explorar uma versão de avaliação de 15 dias, visite web.coreldraw.com. As atualizações mais recentes do CorelDRAW Go tem melhor desempenho com o Google Chrome ou Microsoft Edge, seja no Windows ou no macOS, e está disponível em inglês, alemão, italiano, francês, espanhol, português (Brasil), holandês, polonês e tcheco. A assinatura anual custa R$ 280. Descubra mais sobre o CorelDRAW Go em go.coreldraw.com. Mais informações sobre créditos de IA podem ser obtidas em www.coreldraw.com/creditpacks.   

Corinthians e Delboni levam vacinação contra HPV ao CT e reforçam prevenção no Março Lilás

O time de futebol feminino do Corinthians participou de uma ação de vacinação contra o HPV realizada no Centro de Treinamento do clube, em São Paulo, em parceria com o Delboni, marca referência em medicina diagnóstica em São Paulo e que faz parte da Dasa, empresa líder no setor no Brasil. A iniciativa integra a campanha nacional Março Lilás, que neste ano tem como mote “Não espere sentir” e reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer do colo do útero. A ação levou a primeira dose da vacina às atletas, conectando o universo do esporte à promoção da saúde feminina e ampliando a conscientização sobre a importância da imunização contra o HPV, vírus responsável por quase 100% dos casos de câncer do colo do útero, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). “Mais da metade dos diagnósticos da doença no Brasil ainda ocorre em estágios avançados, o que dificulta o tratamento e reduz as chances de cura. O cenário reforça a necessidade de iniciativas que incentivem o cuidado preventivo, especialmente por meio da vacinação e da realização de exames de rotina. A parceria com o time feminino do Corinthians é uma extensão prática da campanha e reforça nosso compromisso com a saúde da mulher. Levamos a vacinação para um ambiente que simboliza disciplina, cuidado contínuo e protagonismo feminino”, afirma Flavia Drummond, diretora de marketing da Dasa. A vacinação contra o HPV é uma das principais estratégias de prevenção da doença, que costuma evoluir de forma silenciosa. “Os sintomas geralmente aparecem em fases mais avançadas e podem incluir sangramento fora do período menstrual, dor durante a relação sexual e dor pélvica. Por isso, além da vacina, o rastreamento regular é essencial”, explica Maria dos Anjos Neves Sampaio Chaves, ginecologista do Delboni e Lavoisier. Esporte como plataforma de conscientização A iniciativa também reforça o papel do esporte como canal de mobilização social, ampliando o alcance da mensagem e incentivando outras mulheres a adotarem uma postura mais ativa em relação à própria saúde. “O envolvimento das atletas aproxima a prevenção da realidade das mulheres. Quando jogadoras que são referência pública se posicionam, a mensagem ganha escala. Não há mais espaço para adiar o cuidado: a vacinação está disponível tanto em casa, por atendimento domiciliar, quanto nas unidades”, destaca Fernanda Fares, diretora de negócios da Dasa.

O papel da liderança na Globalização 5.0

Por Laurent Delache, CEO Brasil da líder global de experiência do consumidor Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. A frase pode parecer comum e já pouco original, levando em consideração que ganhou amplo reconhecimento por conta da popularidade do livro O Pequeno Príncipe. Apesar de ser uma obra com mais de 80 anos, seus trechos e ensinamentos práticos permanecem presentes no cotidiano da vida pessoal e, até mesmo, no ambiente corporativo. Indo direto ao ponto, assim como um protagonista que “cativa” ao assumir o papel de liderar seu próprio território corporativo, o líder é o autor responsável por semear os sentimentos e as ações que definem a experiência, a união e o fortalecimento dos colaboradores e de todo o ecossistema ao qual pertencem. E, claro, quando olhamos para uma liderança sustentável em meio às novas etapas da globalização, essa sensibilidade torna-se indispensável. Na Globalização 5.0, a tecnologia atua como alicerce dos negócios, mas o verdadeiro diferencial competitivo reside na responsabilidade socioambiental e em uma liderança capaz de compreender que o sucesso da marca é fruto de uma governança centrada na confiança e na valorização do ser humano. Exercer esse papel exige o compromisso de garantir que a inovação caminhe lado a lado com a ética, assegurando que o legado construído hoje floresça como um ambiente de trabalho conectado às demandas da sociedade e ao aprendizado contínuo. O líder que unifica todo o ecossistema Ao “cativar” a integração tecnológica no ambiente corporativo, a liderança assume o compromisso ético de supervisionar e garantir que o uso da inteligência artificial não resulte em degradação ambiental, exclusão de minorias ou problemas de conduta. Essa governança mais sólida pressupõe que o conselho monitore de perto a neutralidade e a responsabilidade dos sistemas, assegurando que a inovação caminhe lado a lado com a preservação dos valores humanos e a confiança de todos os stakeholders. Essa nova governança precisa transcender o discurso da alta liderança para ser sentida na base da operação, especialmente em um cenário no qual a tecnologia dita as regras do jogo. Estudos recentes sobre a força de trabalho no Brasil, divulgados pela consultoria global de gestão organizacional Korn Ferry, mostram que a inteligência artificial já representa 74% de relevância para profissionais que desejam ingressar ou permanecer em uma empresa, sinalizando que o talento brasileiro está fortemente sintonizado com a inovação. Nesse contexto, o líder que busca “cativar” seu time na era 5.0 deve encarar o investimento em capacitação não como um luxo, mas como uma das únicas estratégias realistas para evitar abismos de conhecimento e garantir que a evolução tecnológica promova união — e não exclusão interna. No fim das contas, com a Globalização 5.0, o cenário exige que a conexão entre todos os níveis da empresa, do estagiário ao CEO, seja genuína e se torne uma pauta obrigatória, presente desde as reuniões de conselho até as interações mais informais do cotidiano. Por isso, a cultura organizacional deve ser fortalecida para garantir que, apesar do avanço tecnológico constante, todos saibam operar e “cativar” as novas ferramentas, incluir aqueles que enfrentam dificuldades e adotar práticas que minimizem, de forma efetiva, os impactos ambientais. Sobre a Foundever A Foundever é líder global no mercado de customer experience (CX). Com 150.000 colaboradores ao redor do mundo, somos o time por trás das melhores experiências para as maiores marcas globais digital-first. Nossas soluções inovadoras de CX, tecnologias e especialidades são projetadas para apoiar as operações dos clientes e oferecer uma experiência perfeita aos consumidores nos momentos que mais importam. Oferecendo suporte a mais de 9 milhões de interações com clientes diariamente, em mais de 60 idiomas e em 45 países, a Foundever combina força e escala global com agilidade, uma abordagem empreendedora e uma cultura liderada por seus fundadores — permitindo que empresas de todos os portes e setores transformem sua experiência do cliente. Saiba mais em: www.foundever.com

Restaurante flutuante que parou no tempo desafia Erick Jacquin no próximo “Pesadelo na Cozinha”

A Band apresenta na próxima terça-feira (24), às 22h30, o quinto episódio de Pesadelo na Cozinha. Dessa vez, Erick Jacquin desembarca na Represa Billings, em São Bernardo do Campo (SP), para conhecer o Caravela, um restaurante flutuante que parou no tempo. Assim que chega ao estabelecimento, o chef descobre que a proprietária Alda mantém o controle total das decisões, impedindo que os filhos e sócios Aurélio e Ana Paula consigam modernizar o negócio. O ambiente desgastado reflete a falta de investimento e de organização. Na cozinha, o espaço mal distribuído e o uso de produtos de baixa qualidade desmotivam o cozinheiro Valter e o restante da equipe. Entre os principais problemas estão erros básicos no preparo, como fritar batatas no mesmo óleo de peixes e frutos do mar, além de um cardápio que não sofre atualizações há mais de uma década. Apesar do bom movimento no verão, a demora para entregar os pratos acaba afastando os clientes no resto do ano. Com o clima tenso entre a família e a resistência de Alda em aceitar mudanças, o francês terá o desafio de repaginar o atendimento e a gestão para evitar que o barco afunde de vez. Versão brasileira do formato britânico Kitchen Nightmares, Pesadelo na Cozinha é uma coprodução da Band com a Warner Bros. Discovery. A atração é exibida na emissora às terças-feiras, às 22h30, em simulcast no Band.com.br e no aplicativo Bandplay. Os espectadores podem conferir tudo na plataforma de streaming HBO Max e no canal por assinatura Discovery Home & Health às sextas-feiras, às 20h40.

É hoje! Universal Pictures traz ativações de “Super Mario Galaxy: O Filme” e “Michael” para o Lollapalooza Brasil

A Universal Pictures estará presente no Lollapalooza Brasil que começa hoje, trazendo um grande estande em homenagem aos próximos lançamentos: “Super Mario Galaxy: O Filme” (Super Mario Galaxy) e “Michael” (Michael). O espaço lúdico remete ao universo de ambas as produções, sendo dividido em duas partes, cada uma inspirada em um dos filmes.   Confira o trailer do filme: Com experiências diversas, ao entrar em “Super Mario Galaxy“, os aficionados pelos irmãos Mario e Luigi poderão tirar fotos em um cenário que remete ao cartaz do longa. O fã se posiciona atrás de um barquinho cenográfico construído especialmente para a ativação. Ao final, ainda poderão levar para a casa tatuagens temporárias com personagens do filme.  Já para “Michael“, a Universal Pictures criou uma pista de dança onde os fãs poderão dançar ao som “Don’t Stop Till’ You Get Enough” ao lado do artista e ainda levar o vídeo da sua coreografia. O público do festival poderá visitar as ativações da Universal Pictures nos três dias do Lollapalooza Brasil – de 20 a 22 de março -, das 11h às 23h.   Confira o trailer do filme:

Confira as Ativações Samsung no Lollapalooza 2026!

O Lollapalooza 2026 começa hoje e, como sabem, a Samsung está no evento há 7 anos. Neste ano, o foco é gerar visibilidade através da experiência de marca. Para isso, terá uma série de ativações e a Carolina Corrales, Diretora de Relações Públicas, Marketing de Influência e Brand Experience da Samsung Brasil, comenta essa estratégia: “A Samsung é patrocinadora do Lollapalooza Brasil há sete anos consecutivos por entender que o evento é o cenário ideal para demonstrar, de forma prática, todo o poder das câmeras da nossa linha Galaxy S. Em 2026, a Ultracâmera do Galaxy S26 Ultra estará no centro de toda nossa narrativa e experiências dentro e fora do festival. Vamos convidar o público a viver e registrar cada momento com a melhor câmera do LollaBR, capaz de capturar emoções, luzes, movimentos e encontros de forma autêntica e espontânea. A Samsung já é reconhecida pelo poder das câmeras nos celulares do nosso portfólio. Com o Lolla, nossa expectativa é reforçar ainda mais este posicionamento, demonstrando, na prática, a superioridade da tecnologia da câmera do Galaxy S26 nas mais diferentes situações”, afirma Carolina Corrales, Diretora de Relações Públicas, Marketing de Influência e Brand Experience da Samsung Brasil.

Operações do Grupo Dreamers realizam cobertura e ativações no Lollapalooza Brasil 2026 

O Grupo Dreamers estará presente no Lollapalooza Brasil 2026 com três frentes de atuação nos dias de festival. De um lado, o NOW, unidade de monitoramento real time do A-Lab, laboratório de conteúdo do Grupo, conduz a cobertura digital de seis marcas: Fiat, Cielo, Tic Tac, Tinder, Bradesco e Johnnie Walker. Já o Rockers, unidade dedicada à comunicação de grandes eventos de entretenimento, lidera a cobertura institucional do festival nas redes sociais oficiais do Lollapalooza Brasil, enquanto a Musicalize, empresa de music business da holding, assina ativações para Vivo e Kiko Milano dentro do LollaBR.  O NOW acompanhará a presença da Fiat no festival, que trará um carro exclusivo do Lollapalooza Brasil, e ativações com exposição de modelos e participação de influenciadores. Também registrará digitalmente a ativação da Cielo, inspirada no boteco brasileiro e criada para destacar atributos como agilidade e segurança nos pagamentos. A entrega para o Tic Tac está em torno do lançamento do novo “Tic Tac Two”, que será apresentado em um espaço marcado por elementos visuais interativos voltados ao público jovem.  A equipe acompanhará ainda as ações do Tinder no gramado do evento para apresentar as funcionalidades Double Date e Music Mode, registrando interações e desafios com o público, além da estratégia do Bradesco, que colocará fãs e clientes como protagonistas da narrativa digital, iniciada antes do festival e desdobrada em tempo real nos dias de evento. Já para Johnnie Walker, a cobertura apostará em uma produção com câmeras profissionais, da captação para stories a vídeos em formato de reels, com foco na experiência da marca no festival.  “O NOW segue firme no mercado como uma produtora de real time que entrega um trabalho de conteúdo de ponta a ponta, com planejamento e execução integrados. A cada ano surgem novos desafios, novos clientes e operações mais complexas, o que reforça nosso papel como parceiros estratégicos das marcas em grandes momentos”, afirma Renata Cruz, diretora de conteúdo do NOW.  No universo de Rockers, a unidade de negócio responsável por todas as entregas de comunicação do festival, fará a cobertura oficial do Lollapalooza Brasil. A operação inclui a produção de todo o conteúdo do evento, o monitoramento de conversas e as principais interações do público e dos artistas e, ao longo dos três dias, a geração e aplicação de novos insights a partir do comportamento da audiência. “Estar à frente da cobertura oficial do Lolla BR é colocar em prática, do planejamento à execução do real time, todo o conhecimento construído ao longo do ano na comunicação do festival. Nosso objetivo é ampliar a experiência do Lollapalooza Brasil no ambiente digital, aproximando ainda mais as pessoas desse universo que só o festival consegue criar.”, afirma Ana Lira, head de Conteúdo do Rockers. A Musicalize, empresa de music business do Grupo Dreamers, também marcará presença no LollaBR com projetos para Vivo e Kiko Milano.  A Vivo chega ao festival com a proposta de exaltar a paixão dos fãs por seus ídolos. A ativação, desenvolvida pela Musicalize, cria um espaço dedicado às fanbases dos headliners do festival, pensado como um ambiente de conexão e encontro entre fãs. A experiência se materializa em um espaço de dois andares, repleto de símbolos e referências aos artistas do line-up, transformando a área da marca em um verdadeiro ponto de encontro para o público.  Já para a Kiko Milano, a Musicalize desenvolveu uma proposta espacial que busca se destacar no festival como um caleidoscópio de beleza. Inspirado no DNA pop da marca italiana, o espaço combina identidade visual, jogos e experiências interativas em uma jornada pensada para dialogar com o universo beauty dentro do ambiente do festival.  “Marcas que querem dialogar com a cultura precisam estar presentes em momentos que mobilizam as pessoas. No Lollapalooza Brasil, nosso foco é desenvolver experiências que conectem essa energia do festival com narrativas autênticas para cada marca”, afirma João Paulo Affonseca, CEO da Musicalize.  O LollaBR acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo (SP).

Lollapalooza Brasil elabora campanhas mais assertivas com Zoox Smart Data

O Lollapalooza Brasil chega à sua 13ª edição reforçando a aposta em inteligência de dados como pilar estratégico para aprimorar a experiência do público e ampliar a eficiência das ações de parceiros e patrocinadores. Pelo terceiro ano consecutivo, a gestão oficial dos dados do festival ficará sob responsabilidade da Zoox Smart Data, empresa brasileira especializada em soluções de Data Science & Analytics. A companhia será responsável por consolidar e analisar a base de dados das edições anteriores, além de acompanhar o comportamento do público ao longo da edição de 2026. A proposta é transformar dados históricos e informações captadas durante o evento em inteligência estratégica, permitindo segmentações mais precisas, comunicações personalizadas e ativações alinhadas ao perfil dos diferentes públicos. Entre os objetivos da iniciativa estão o aprofundamento do conhecimento sobre os fãs, o direcionamento mais assertivo de campanhas e a geração de valor para marcas patrocinadoras. Com informações de ticket médio e compras do consumidor, os organizadores conseguem saber, por exemplo, a comida e bebida favorita do público ou os horários de pico de consumo. Consequentemente, há mais embasamento para convidar patrocinadores que tenham mais sinergia com o evento e, ao mesmo tempo, o próprio patrocínio se torna mais efetivo para a marca. Os dados da Zoox permitem análises a partir de indicadores como faixa etária, renda média, escolaridade, origem geográfica, gênero predominante, percentual de ingressos vendidos como meia-entrada, volume de compras parceladas e bandeiras de cartão mais utilizadas. “Entendemos que o desafio dos grandes festivais não está no volume de informações, mas na capacidade de transformar esses dados em ferramentas que elevem a experiência de clientes, fãs e parceiros”, afirma Rafael Albuquerque, CEO da Zoox Smart Data. “Nosso papel é apoiar decisões estratégicas com base em inteligência, contribuindo para ativações mais eficazes e para a evolução contínua do evento”. Além do Lollapalooza Brasil, a Zoox também atua na gestão de dados do Rock in Rio e do The Town. Com presença nos três principais festivais do país, a empresa trabalha no enriquecimento das bases de participantes e clientes, desenvolvendo perfis comportamentais que viabilizem estratégias de hiperpersonalização, prática já consolidada no varejo e cada vez mais incorporada pela indústria do entretenimento. Ao integrar análise histórica, monitoramento em tempo real e modelagem de dados, a estratégia busca não apenas otimizar resultados comerciais, mas também fortalecer o relacionamento entre o festival e seu público, ampliando o impacto positivo a cada edição.

Eletromidia anuncia sua maior operação para o Lollapalooza Brasil e edição 2026 conta com iniciativas inéditas

A Eletromidia, líder em mídia out-of-home no Brasil, anuncia sua maior operação para o Lollapalooza Brasil na edição 2026. O projeto apresenta formatos que se conectam totalmente com a energia do festival, transformando a comunicação visual em parte integrante da jornada dos fãs por meio de uma infraestrutura tecnológica que ocupa pontos estratégicos da cidade e do Autódromo de Interlagos. Com o objetivo de garantir que a conexão entre marcas e consumidores aconteça de forma fluida, a empresa montou um ecossistema que acompanha o público desde o trajeto de transporte até o coração do evento. Dentro do festival, a Eletromidia instalou um circuito robusto composto por 30 MUBs – sendo dois deles no formato stretch – quatro telas lado a lado com comunicação sincronizada -, um com tecnologia 3D, além de quatro cubos digitais e um pórtico. Um dos grandes diferenciais desta edição é o MUB 3D posicionado estrategicamente no lounge do evento, uma entrega exclusiva para todos os clientes cotistas que contrataram o circuito interno de experiência. Essa estrutura, que inclui também o pórtico e os cubos, garante profundidade visual e impacto diferenciado nas áreas de maior visibilidade do Autódromo. Vale destacar que a jornada do público começa muito antes do primeiro show, com ativações estratégicas nos principais modais de transporte. Como patrocinador Master, o Bradesco – em parceria com a Altermark, agência responsável pelo OOH da marca – realiza a ocupação completa da estação Autódromo. A iniciativa acompanha o trajeto dos fãs em tempo real, reforçando a presença do banco de forma natural e constante ao longo de todo o deslocamento até o evento.  Segundo Marcelo Pacheco, Chief Sales Officer da Eletromidia, a presença expressiva da Eletromidia no festival reforça a visão de que a mídia OOH evolui junto com o mercado. “A maior operação da companhia no Lollapalooza Brasil reflete nosso compromisso em oferecer formatos que se conectam totalmente com a energia deste grande ecossistema. Com o MUB 3D, uma novidade deste ano além das demais entregas, apresentamos um novo momento da mídia out-of-home, capaz de entregar experiências urbanas que emocionam o público e geram resultados concretos para os anunciantes”, afirma o executivo.  A Vivo estará presente com o MUB+, um mobiliário urbano que permite interação direta com os usuários. Nele, é possível tirar fotos que serão aplicadas no visual da campanha, levando os participantes diretamente para o mundo dos fãs exagerados. O projeto conta ainda com marcas como FIAT, Samsung, Sadia, Méqui, Diageo, Sprite e Ambev, que utilizam a capilaridade da rede da Eletromidia para entregas de mídia de alto impacto.

Swile Brasil escolhe cantor Saulo Fernandes para estrear a sua mais nova campanha

Com um milhão de usuários no Brasil e uma nova fase da marca no país, a Swile apresenta sua campanha “Era Swile Que Faltava”, que apresenta o posicionamento premium da empresa no mercado de benefícios corporativos. Para dar voz a esse novo momento, a companhia convidou o cantor Saulo Fernandes, um dos artistas mais populares do país e conhecido por conectar diferentes públicos — da rua ao camarote — em torno de uma mesma experiência. Confira o vídeo completo aqui:  Era Swile que faltava | A sua parceira premium de benefícios – YouTube No entanto, a agenda de um dos artistas mais populares do país costuma ser um quebra-cabeça. Para viabilizar a participação de Saulo Fernandes mesmo sem espaço em sua agenda para gravações presenciais, a produção recorreu pontualmente ao uso de inteligência artificial como solução criativa. A solução, digital desde a criação, acabou se transformando em parte do próprio conceito da campanha. Em vez de contornar o desafio nos bastidores, a Swile decidiu incorporá-lo à narrativa do projeto. A escolha simboliza a proposta da empresa de simplificar e modernizar a experiência com benefícios corporativos. Mais do que uma solução tecnológica, a campanha nasce de um processo criativo humano: a música foi composta especialmente para a Swile e gravada pelo próprio Saulo Fernandes em seu estúdio em Salvador. A produção também contou com um casting que mesclava atuação e dança em um vídeo onde o protagonismo está nas pessoas reais. Para resolver o desafio de agenda do cantor, a produção utilizou um ator em cena, cujo rosto foi recriado digitalmente para assumir a aparência do artista.   Assim nasceu “Era Swile Que Faltava”, um trocadilho com o jargão popular “era só o que faltava” que marca uma nova fase da empresa no Brasil.  “A música sempre foi esse lugar de encontro, né? Da rua ao camarote, todo mundo vibra junto. Quando entendi que a Swile também pensa o premium assim, como experiências que somam e aproximam, fez todo sentido eu entrar nesse projeto”, afirma Saulo Fernandes. “O resultado é uma integração natural entre tecnologia e produção audiovisual, mas com o foco onde sempre esteve: nas pessoas e a experiência que a Swile pode gerar no dia a dia de quem trabalha. Começamos no Brasil em 2021 desafiando o mercado. A marca amadureceu rápido, cresceu de forma consistente e hoje entrega uma experiência diferenciada que vai muito além do cartão de benefícios”, afirma Fernando Borsatto, head de marca da Swile no Brasil.  Em menos de cinco anos no Brasil, a Swile já alcançou a lucratividade e hoje tem cerca de 1 milhão de usuários ativos na base. A empresa, que um dia foi uma Startup, hoje é uma das mais conhecidas no mercado de benefícios corporativos.  A Swile é hoje o único cartão black de benefícios que pontua no programa Mastercard Surpreenda e se destaca pelo atendimento premiado. O conceito “black” deixa de ser apenas visual e passa a representar uma experiência diferenciada, acessível e relevante para diferentes perfis de profissionais. Com a campanha “Era Swile Que Faltava”, a empresa consolida sua evolução de challenger irreverente para referência premium no mercado de benefícios, mantendo sua criatividade e ampliando sua relevância estratégica para RHs e para o mercado publicitário.

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