Prestige assume assessoria de PR da Mascavo
Há 20 anos atuando no mercado de saúde e beleza, a Prestige Assessoria de Comunicação e Marketing é a nova parceira estratégica de comunicação e relações públicas da Mascavo, marca de beleza fundada em 2024 pela empresária e influenciadora Mariana Saad. A agência será responsável pela estratégia de assessoria de imprensa, fortalecimento da marca institucional, desenvolvimento de parcerias e divulgação de lançamentos, além do relacionamento com jornalistas, e formadores de opinião. A Mascavo foi fundada com o propósito de tornar a relação com a beleza mais leve, acessível, consciente e conectada com as necessidades da diversidade brasileira. Inspirada na beleza natural, a marca acredita que cuidar de si e sentir-se bem consigo mesmo é a base para tudo na vida. Por isso, incentiva uma relação mais descomplicada com a beleza e a conexão com a própria essência. Seus produtos são desenvolvidos com alta performance e texturas que se adaptam a diferentes momentos e estilos. Guiada pelos pilares da naturalidade, energia e sensorialidade, a Mascavo valoriza o autocuidado e a liberdade de expressão, reforçando que cada um pode se sentir bem na própria pele. “Essa parceria nasce de uma conexão genuína entre valores e visões de marca. A Mascavo traz um discurso contemporâneo, verdadeiro e alinhado aos movimentos atuais da beleza, e será um prazer contribuir estrategicamente para amplificar essa mensagem e fortalecer ainda mais sua presença no mercado”, afirma Aline Marques, sócia-fundadora da Prestige.
Curvas na Arquitetura Brasileira chega ao Shopping Praça da Moça
A exposição itinerante “Curvas na Arquitetura Brasileira” chega ao Shopping Praça da Moça, em Diadema, com acesso gratuito ao público. A mostra reúne 40 fotografias de projetos do arquiteto Aquiles Nícolas Kílaris e ficam disponíveis para visitação até 22 de fevereiro. Aquiles Nícolas Kílaris é referência na arquitetura que valoriza formas orgânicas e curvas, por meio de uma experiência visual que convida o público a refletir sobre arte, estética e a relação entre os espaços construídos e o bem-estar. A exposição reúne fachadas, interiores e áreas de lazer, destacando a fluidez das formas e a integração com a natureza, além de propor a democratização do acesso à arquitetura autoral. Segundo o arquiteto, a mostra tem como objetivo difundir um olhar mais sensorial sobre a arquitetura. “A arquitetura das curvas valoriza o traço sinuoso e as formas orgânicas, trazendo leveza e movimento aos projetos. São características inspiradas na natureza, que transformam as construções em verdadeiras obras de arte esculpidas em concreto”, destaca Aquiles Nícolas Kílaris. Ao percorrer a exposição, o visitante é convidado a observar como a arquitetura pode ir além da funcionalidade, tornando-se uma manifestação artística capaz de provocar sensações e ampliar o olhar sobre os espaços do dia a dia. As imagens apresentadas evidenciam a relação entre estética, movimento e bem-estar, propondo uma experiência cultural acessível e inspiradora em um ambiente de grande circulação. Para Daniel Lima, gerente de marketing do Shopping Praça da Moça, administrado pelo Grupo AD, a exposição reforça o papel do empreendimento como espaço de cultura. “Trazer uma exposição como Curvas na Arquitetura Brasileira para o Shopping é uma forma de aproximar o público da arte e da arquitetura, oferecendo uma experiência cultural gratuita que valoriza o olhar, desperta sensações e amplia o repertório dos nossos visitantes”, afirma. Serviço – Exposição Curvas da Arquitetura Brasileiro Localização: ao lado da loja Viv L’eroá, na Praça de Eventos (Piso Araucária) Endereço: Shopping Praça da Moça – Rua Manoel da Nóbrega, 712 – Centro, Diadema – SP Entrada gratuita
Postos ALE e Goiás Esporte Clube fazem ações promocionais em cidades do interior durante o Goianão 2026
A ALE Combustíveis realiza, ao longo do mês de janeiro e início de fevereiro, uma série de ações em parceria com o Goiás Esporte Clube em cidades do interior do estado. As ativações fazem parte do projeto “Verdão na Estrada”, iniciativa itinerante que acompanha o time alviverde em partidas fora de casa no Campeonato Goiano de 2026 e promove o contato direto com torcedores e a comunidade local. O projeto passa por três municípios goianos onde há postos com a bandeira ALE: Catalão, no dia 15 de janeiro; Anápolis, no dia 24 de janeiro; e Goiânia, no dia 8 de fevereiro. Em cada cidade, os postos participantes recebem ativações voltadas ao público, com presença do mascote oficial do Goiás, o Periquito, jogos interativos e distribuição de brindes aos clientes que abastecerem com Energy nos Postos ALE. Segundo o diretor de Marketing da ALE Combustíveis, Diego Pires, o projeto foi estruturado para fortalecer o relacionamento com os consumidores em regiões estratégicas para a companhia. “O ‘Verdão na Estrada’ é uma iniciativa que aproxima a marca da comunidade e dos torcedores, criando experiências presenciais em cidades onde temos uma atuação relevante. Além disso, é uma oportunidade de apresentar, de forma simples e direta, os diferenciais da linha Energy aos clientes que frequentam os postos”, afirma. Além das ações presenciais, o projeto conta com divulgação nas redes sociais do Goiás Esporte Clube e da ALE Combustíveis, produção de conteúdo audiovisual e apoio aos revendedores locais com materiais digitais para comunicação com os clientes. As ativações também incluem mídia digital regional e sinalização nos pontos de venda. Anunciado em julho de 2025, o patrocínio da ALE ao Goiás Esporte Clube inclui a presença da marca nos uniformes da equipe profissional masculina, além de ações nos estádios, centros de treinamento e em projetos itinerantes, como o Verdão na Estrada. Diego Pires explica que a iniciativa reforça a estratégia regional da companhia. “Goiás é um estado estratégico para a ALE e ações como essa fortalecem a nossa presença local e o vínculo com quem acompanha o clube e utiliza nossos serviços no dia a dia”, afirma.
Skechers acelera sua expansão no Brasil e inaugura primeira loja própria do país em São Paulo
A Skechers, terceira maior marca de calçados do mundo, inaugura sua primeira loja própria no Brasil em 2026, marcando o início de um novo momento da marca no país. A unidade será aberta nesta quinta-feira, dia 29, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, no Outlet Só Marcas, um dos mais tradicionais polos de compras de produtos esportivos do Estado. Presente no Brasil até então por meio de parceiros – em canais de revenda e lojas licenciadas -, a Skechers dá um novo passo estratégico com a sua operação direta. A abertura da primeira loja própria em São Paulo reforça o relacionamento com o público brasileiro e amplia a possibilidade de aquisição de calçados com foco em conforto, tecnologia e inovação. Reconhecida globalmente por sua qualidade e conforto, a Skechers é uma das líderes mundiais em calçados para o dia a dia e prática de esportes. A nova loja de Guarulhos reúne o amplo portfólio da companhia sempre com foco em conforto, bem-estar, design funcional e soluções tecnológicas aplicadas ao calçado. A unidade conta com mais de 300m2 de área total e oferece ao público uma ampla gama de produtos da marca, incluindo calçados das categorias casual, sports, walking, sandals, adventure, running, basketball, football e pickleball, work e kids. “A abertura da nossa primeira loja própria em solo nacional representa um marco muito importante para a Skechers do Brasil e reforça o quanto o país é estratégico para a marca, tanto pelo tamanho do mercado quanto pela afinidade do consumidor brasileiro com produtos que combinam conforto, tecnologia e estilo. Iniciar um novo capítulo com uma operação direta já em São Paulo – um dos principais estados do cenário nacional – nos permite estar ainda mais próximos do nosso público e reforçar nossos valores no ponto de venda”, afirma Sabrina Mônaco, Country Manager da Skechers do Brasil. A escolha de São Paulo — e, especificamente, de Guarulhos — reforça a estratégia da organização de iniciar sua operação própria em um dos principais eixos de consumo do País. O Outlet Só Marcas, que atua na cidade, é referência nacional no segmento e atrai consumidores de diferentes regiões, alinhando-se ao objetivo da Skechers de ampliar sua presença e visibilidade no mercado brasileiro. “A partir dessa inauguração, os consumidores da marca podem esperar muitas novidades para esse ano”, acrescenta Sabrina. A loja da Skechers no Outlet Só Marcas, em Guarulhos (SP) funcionará de segunda à sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados das 9h às 21h. O centro de compras está localizado na rodovia Presidente Dutra, km 222,3, Porto da Igreja. O local conta com estacionamento com 400 vagas. A Skechers é uma marca para toda a família e seus produtos podem ser encontrados, além de nessa primeira loja própria, nas principais lojas de calçados do país e no Instagram da marca – @skechersbrasil.
Governança de dados, arquiteturas distribuídas e uso responsável da IA definem a nova maturidade do mercado brasileiro de analytics
O mercado brasileiro de advanced analytics e inteligência artificial se consolidou em 2025 com base em três pontos: a governança de dados como base inegociável, arquiteturas distribuídas capazes de ampliar o acesso sem comprometer o controle e a responsabilidade ética elevada à condição de requisito obrigatório. Esse é o principal diagnóstico da nova edição do relatório ISG Provider Lens™ Advanced Analytics and AI Services 2025, produzido e distribuído pela TGT ISG. De acordo com o relatório, o avanço do hype em torno da IA funcionou como catalisador para acelerar a maturidade das empresas rumo a uma atuação efetivamente orientada por dados. “Ficou claro que as empresas brasileiras passaram a despertar para temas destacados por este estudo desde sua primeira edição, em 2020. O hype em torno da IA levou não apenas decisores de TI, mas também CEOs, CFOs e CMOs a buscar fornecedores para implementar soluções, atraídos pelas promessas de produtividade e automação. Na tentativa de evitar a obsolescência, muitas organizações aceleraram a adoção de procedimentos que já deveriam estar em prática, impulsionando sua evolução para modelos orientados por dados”, explica Marcio Tabach, distinguished analyst da TGT ISG e autor do estudo. O relatório aponta que muitos dos fornecedores analisados, especialmente os posicionados como líderes, avançaram na automatização de processos de governança de dados. Modelos tradicionais de IA e machine learning passaram a ser integrados a soluções com interfaces baseadas em IA generativa, que acessam modelos embarcados para responder a demandas que exigem o tratamento de dados estruturados. Paralelamente, a ciência de dados migrou para ambientes low code e no code, com algoritmos embutidos nas plataformas, incluindo classificadores, séries temporais e regressão linear. Nesse contexto, os resultados analíticos passaram a ser entregues por meio de agentes, antecipando a tendência de construção e orquestração de agentic AI para atender a conjuntos mais amplos de demandas corporativas. “Em um case com uma grande rede de alimentação com múltiplas marcas, fornecedores desenvolveram um modelo de previsão focado em eventos especiais, como jogos, estreias e grandes promoções. A iniciativa permitiu antecipar picos anormais de demanda, ajustar a compra de insumos e evitar a perda de vendas em momentos críticos, justamente quando o movimento nas lojas é mais intenso”, revela o autor. Mas casos recentes reforçam a urgência de práticas responsáveis. Em 2024, uma companhia aérea canadense foi obrigada a indenizar um cliente após seu chatbot de IA fornecer informações incorretas sobre regras de reembolso. Já em meados de 2025, uma plataforma de vibe coding apagou acidentalmente todo o banco de dados de um aplicativo em desenvolvimento. “Fatos como esses, divulgados ao longo do ano, combinados a relatórios que indicaram baixa geração de valor com soluções de IA e ao aumento da regulação no setor, ampliaram a conscientização sobre o uso responsável e confiável da tecnologia”, explica o autor. Segundo o relatório, os fornecedores reagiram rapidamente ao cenário, concentrando esforços na organização de ambientes de dados historicamente fragmentados e complexos. Outro ponto de destaque é o foco no letramento em IA. “Muitos fornecedores relataram iniciativas de qualificação das equipes de seus clientes, com a criação de ‘academias’ próprias de analytics. Esses programas ampliam o entendimento sobre a tecnologia, suas condições de implementação e oferecem capacitação em plataformas específicas”, comenta o autor. “Essas academias acabam sendo uma porta de entrada para novos clientes, especialmente no mercado midsize. É uma forma eficaz que os fornecedores encontraram para promover seus serviços, conhecimento e capacidade de entrega. Além disso, as academias também impulsionam o upskilling das equipes dos próprios fornecedores, criando uma diferenciação estratégica frente a concorrentes que dependem apenas da contratação de talentos no mercado”. “O mercado está mais maduro”, explica o especialista. “As empresas começam a compreender a importância dos fundamentos da governança de dados, entre outros aspectos essenciais, o que é um sinal positivo”, conclui. O relatório ISG Provider Lens® Advanced Analytics and AI Services 2025 para o Brasil avalia as capacidades de 49 fornecedores em quatro quadrantes: Data Science and AI Services — Large, Data Science and AI Services — Midsize, Data and Analytics Modernization Services — Large and Data and Analytics Modernization Services — Midsize. O relatório nomeia Accenture, AI/R, BRQ, Cadastra, Capgemini, Dataside, Deal, Deloitte, IBM, MadeinWeb, NTT DATA, Quality Digital, Rox Partner, Stefanini e TIVIT como líderes em dois quadrantes cada. Também nomeia A3Data, BlueShift Brazil, Dedalus, Falconi, Objective e seus pares como líderes em um quadrante cada. Além disso, a BIP, a Dadoteca, a Minsait e a Peers foram nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada. Versões personalizadas do relatório estão disponíveis na Dataside, Falconi e Quality Digital.
Volvo apresenta EX30 Ultra Twin Motor em campanha com Rayssa Leal que conecta performance, segurança e primeira liberdade ao volante
A Volvo escolheu uma das principais vozes da nova geração para apresentar o EX30 Ultra Twin Motor ao mercado brasileiro. Na nova campanha criada pela Grey, a marca coloca a skatista olímpica Rayssa Leal no centro de uma história sobre desejo de liberdade, responsabilidade e aquele momento em que o primeiro carro deixa de ser apenas um sonho. Esta é exatamente a fase em que Rayssa está agora, no processo de tirar a CNH e contando os dias para dirigir de verdade. No filme “Rayssa Imaginando”, a vemos aos seus 18 anos sentada dentro de um EX30 Ultra Twin Motor parado na garagem, prestes a encarar o que seria seu primeiro rolê de carro, depois da habilitação. Ela respira fundo, segura o volante e, diante do peso da responsabilidade, solta a pergunta que qualquer futuro motorista já fez para si mesmo: “Será que eu tô pronta?”. Quando fecha os olhos, o filme entra na cabeça dela e passa a mostrar, em forma de fantasia, tudo o que ela imagina viver quando finalmente estiver habilitada. Nesse fluxo de pensamentos, situações muito concretas de direção urbana ganham um tratamento cinematográfico. Rayssa se vê tentando estacionar em uma praça cheia de gente olhando, até que o EX30 Ultra Twin Motor assume o controle e executa uma baliza perfeita, conectando o nervosismo típico da primeira vaga apertada à tecnologia de condução assistida do modelo. Em seguida, já em movimento pelas ruas, um alerta sonoro evita que ela mude de faixa quando um skatista surge em seu ponto cego, transformando o sistema de assistência em um personagem que literalmente vê o que a motorista ainda não vê. No auge da fantasia, o velocímetro dispara quase instantaneamente até os 100 km/h, em uma aceleração de 0 a 100 em 3,6 segundos que impressiona até uma atleta acostumada à adrenalina das manobras. Assustada com a própria coragem, Rayssa volta à realidade na garagem e admite: “Calma, calma. Ainda não tô pronta pra isso”, frase que sintetiza o equilíbrio que a Volvo busca comunicar entre desejo de performance e segurança inegociável. Ao escolher Rayssa Leal para protagonizar a campanha, a montadora associa o lançamento a uma figura que se tornou ícone global ainda na adolescência, unindo potência, disciplina e leveza, atributos que dialogam com o posicionamento de um carro compacto, elétrico, tecnológico e desenhado para entregar alta performance com proteção avançada ao motorista e aos passageiros. “Desde o início, a nossa provocação foi: como falar de um carro extremamente rápido e tecnológico sem cair na velha fórmula da potência pelo espetáculo? A resposta veio quando olhamos para a Rayssa não como ídolo olímpico, mas como jovem de 18 anos, no meio do processo de tirar a CNH, morrendo de vontade de dirigir e ainda cheia de dúvidas. A partir daí, criamos um filme que acontece dentro da cabeça dela, onde cada funcionalidade do EX30 Ultra Twin Motor vira cena, emoção e tensão real, não um bullet de produto”, destaca Manir Fadel, CEO da Grey. “Com o EX30 Ultra Twin Motor, a Volvo dá um passo importante para se aproximar de uma nova geração de motoristas, que enxerga o carro como um símbolo de liberdade, mas também de responsabilidade. A campanha mostra que, por trás de toda a performance e tecnologia do EX30, existe algo que sempre será central para a Volvo: a segurança de quem quer explorar o mundo com mais autonomia”, explica Antony Machado da Volvo. A campanha foi produzida pela Sentimental Filme, com direção de Fabiana Serpa. Já a trilha é da Cabaret, que criou uma releitura moderna de um clássico, conectando o universo de fantasia de Rayssa à sua atitude contemporânea, com uma mix energética que reforça movimento, impacto e a sensação de que sua imaginação e sua vontade de dirigir estão sempre prestes a acelerar. Do ponto de vista de comunicação, a campanha aposta em um storytelling que fala tanto com o consumidor quanto com o próprio mercado de publicidade: em vez do motorista experiente que domina qualquer situação, a Volvo e a Grey escolhem uma protagonista que ainda está aprendendo e que não tem medo de admitir isso. Nesse contexto, os sistemas avançados de assistência à condução, a resposta rápida do motor elétrico e a combinação entre performance e segurança aparecem como aliados naturais de quem está dando seus primeiros passos ao volante. “Rayssa Imaginando” estreia no dia 29 de janeiro, em versões de 60 segundos para TV e ambiente digital, com desdobramentos e conteúdos para redes sociais. A campanha também se conecta à estratégia global da Volvo de se tornar uma marca 100% elétrica nos próximos anos e exemplifica como a marca vem renovando sua linguagem, aproximando o tema da eletrificação do universo real de uma geração que está justamente às vésperas de assumir o volante. Veja o Vídeo da Campanha: Ficha técnica Cliente: VolvoProduto: EX30 Ultra TwinTítulo: Imaginando Agência: Grey Brasil Chief executive officer: Manir Fadel Diretor executivo de criação: André Gola Diretores de criação: Fernanda Peka e Lucas Saicali Criação: Caio Torres e Fernando Curcio Head de negócios: Priscilla TellesNegócios: Andrea Carneiro e Felipe Oliveira Head de estratégia de dados: Mariana PaganoEstratégia: Patricia Barletta Diretora de comunicação: Flavia Baccari Produção integrada: Fabiano Beraldo, Luana Trentin Aprovado pela Volvo: Felipe Yagi, Antony Machado e Amanda Asevedo Produtora: Sentimental Filme Direção de cena: Fabiana SerpaDireção artística: Marcos MedeirosProdução executiva: Marcos Araujo Diretora operacional e de atendimento: Renata PimentaAtendimento: Wander Damiani, Wanda Tigre Head de produção: Renata PichecoCoordenação de produção: Ana Mendonça Diretor de fotografia: Junior MaltaDiretor de arte: Pedro Henrique Rodrigues Pós-produção: Sentimental FilmeCoordenação de pós-produção: Thaiz RosalinoMontadora: Dani GuimarãesColor: BleachFinalização: DonmarVFX: Cadu Cipolla Produtora de som: CabaretProdução musical: Bruno GuanabaraProdutor executivo: Guile OliveiraCompositor: André HenriqueMixagem: Gab ScatolinFinalização: Bruno Guanabara, Bruno Peras, Rafael Laurenti e Vitor Sugawara Atendimento: Ingrid Lopes, Fernanda Crespo e Barbara RussianoCoordenação: Chandra Lima, Mavi Capelasso, Leonardo Vieira e Débora Mello Locutor: Ithamar Lembo
Rádio Capital celebra 48 anos consolidada entre as rádios de maior alcance da capital paulista
No dia 25 de janeiro, data emblemática para a cidade de São Paulo, a Rádio Capital celebrou 48 anos de história, marcados por informação, credibilidade e uma relação sólida e contínua com seu público. Ao longo de quase cinco décadas, a emissora acompanhou de perto as transformações sociais, culturais e urbanas da capital paulista, mantendo-se presente no cotidiano dos ouvintes e consolidando-se como uma das rádios mais tradicionais e respeitadas da cidade. Vivendo um novo e significativo ciclo, a Rádio Capital apresenta uma fase de renovação alinhada às novas formas de consumo de conteúdo, sem abrir mão de seus valores essenciais. A emissora conta hoje com um time de apresentadores reconhecidos, comunicadores de forte identificação com a audiência e uma grade de programação moderna, dinâmica e conectada, reafirmando seu compromisso com conteúdo plural, relevante e de qualidade. Mais do que uma emissora, a Rádio Capital sempre enxergou o ouvinte como seu principal ativo. A escuta atenta, o diálogo constante e a proximidade com o público são pilares que sustentam sua trajetória e orientam suas decisões editoriais e estratégicas. Atualmente, a Rádio Capital opera nas frequências FM 77.5 e AM 1040, além de ampliar sua presença no ambiente digital por meio de aplicativo próprio e transmissão ao vivo pelo YouTube, no canal capitalcomvoce, fortalecendo sua atuação multiplataforma e expandindo ainda mais seu alcance. Nesse novo momento, a emissora também abre espaço para marcas, anunciantes e empresários que desejam crescer ao lado de uma rádio sólida, confiável e em constante evolução. Interessados podem entrar em contato com a equipe de estratégia comercial pelo telefone (11) 2539-7512 ou pelo e-mail comercial@capitalcomvoce.com.br. Ao celebrar seus 48 anos de credibilidade, a Rádio Capital segue escrevendo sua história com o olhar voltado para o futuro, reforçando sua missão de promover conexões verdadeiras com o público brasileiro, em especial com a Cidade de São Paulo, que também comemorou 472 anos no dia 25 de janeiro. A Rádio Capital acredita na comunicação com propósito, proximidade e confiança e convida novas marcas a caminharem lado a lado para fortalecer ainda mais essa conexão com o ouvinte. Multiplataforma, a Rádio Capital está presente em todos os lugares, com transmissão em tempo real: Uma nova Capital. Mais próxima, mais forte, multiplataforma e conectada com você. A nova grade de programação já está no ar. Acompanhe essa transformação.
Bizsys desenvolve ativação tecnológica para documentário de OMO, Varzenal – Se Sujar É Glória, e transforma relógio de rua em gol em movimento
A Bizsys, especialista em projetos especiais para publicidade e tecnologia aplicada ao setor de mídia OOH, assina o desenvolvimento e a execução tecnológica da ativação OMO Varzenal. Com criação da MullenLowe Brasil – Omnicom e veiculada em um relógio de rua da JCDecaux, a ativação transforma um tradicional mobiliário urbano em uma experiência cenográfica com movimento, inspirada no universo do futebol. O projeto substitui a estrutura convencional do relógio por um gol cenográfico, no qual a bola realiza o movimento de gol, estufando a rede de forma contínua e sincronizada. O efeito mecânico cria um impacto visual imediato no espaço urbano, chamando a atenção de quem circula pela Praça Charles Miller, em São Paulo, e estabelecendo uma conexão direta com a linguagem popular do futebol. A ação de cenografia e o sistema de movimento foram desenvolvidos pela Bizsys, que adaptou o mobiliário urbano para receber a nova estrutura, garantindo precisão mecânica, segurança e integração visual com o ambiente da cidade. A solução técnica permite que o movimento da bola seja fluido e realista, reforçando o caráter dinâmico da ativação. “A ideia foi levar para a rua uma cena que todo brasileiro reconhece instantaneamente. Um gol acontecendo diante dos olhos, em um ponto inesperado da cidade. Nosso desafio foi fazer isso com movimento real, segurança e integração total com o espaço urbano. Assim, passamos a mensagem correta da campanha de uma forma encantadora para o consumidor nas ruas“, afirma Rodrigo Cassino, CEO da Bizsys. “Acabamos de lançar o documentário Varzenal – Se Sujar É Glória, que já está disponível no canal do Youtube da KondZilla, produtora e parceira do projeto. O doc narra o campeonato onde oito times de várzea de São Paulo, que trazem o Arsenal em seus nomes, se enfrentaram para disputar a final no Emirates Stadium, em Londres. E, para esse lançamento, desenvolvemos uma campanha 360 que permite que o público adentre o universo do futebol, principalmente a várzea. Estamos muito contentes com o resultado dos nossos relógios de rua que se transformam em uma experiência para o público“, explica Vinicius Menezes, Gerente de Marketing de OMO. “Esse projeto mostra como o contexto importa ao transformar o mobiliário urbano em experiência de marca. Ao colocar um gol em movimento em um relógio de rua em frente ao Pacaembu, levamos para o dia a dia das pessoas uma cena reconhecida instantaneamente, gerando surpresa, conversa e reforçando a presença da marca no imaginário do público – especialmente dos amantes de futebol“, afirma Silvia Rammazzotti, Diretora de Marketing da JCDecaux. “Para apresentar o “Varzenal – Se sujar é glória” e dar ainda mais visibilidade ao documentário, a gente precisava de um formato de grande impacto, que despertasse a curiosidade das pessoas num espaço que já faz parte do dia a dia delas. Por isso, focamos em transformar um elemento urbano cotidiano em uma peça icônica do futebol. O gol leva a várzea pra rua e conecta o público a esse universo, gerando um impacto real e dando aquela vontade de saber mais que a gente quer que as pessoas tenham“, explica Fabio Nunes, Diretor de Criação da MullenLowe Brasil – Omnicom. A ativação reforça o potencial da mídia OOH como plataforma para experiências criativas e demonstra como a combinação entre cenografia, engenharia e tecnologia pode reinventar elementos do espaço urbano, gerando engajamento e visibilidade para marcas em pontos de grande circulação.
Betsul e CTN firmam parceria para levar experiências exclusivas no Carnaval de São Paulo
Ao som de tambores, confetes e muita animação, a Betsul entra oficialmente no clima do Carnaval ao anunciar sua parceria com o Centro de Tradições Nordestinas (CTN) para o Carnaval de 2026. Referência em apostas online desde 2019, a marca se une a um dos espaços culturais mais tradicionais de São Paulo para transformar o “CTN Folia” em uma experiência ainda mais completa para os foliões. A programação contará com uma série de ativações especiais, incluindo a distribuição de brindes personalizados, um lounge VIP exclusivo e abadás customizados para todos os clientes da companhia. A iniciativa também prevê o sorteio de um par de ingressos para os próximos shows realizados no CTN, como Joelma, no dia 30 de janeiro, além de Belo e Menos é Mais, no dia 6 de fevereiro. Para Mateus Rosa, gerente de marketing da Betsul, a iniciativa reforça a presença da empresa em um dos períodos mais aguardados do ano, estreitando a relação com o público por meio de entretenimento. “O Carnaval é uma das maiores expressões culturais do Brasil e, ao lado do CTN, que tem grande representatividade, vemos uma oportunidade única de fortalecer essa conexão de forma leve e significativa. Nosso objetivo é proporcionar experiências memoráveis, sempre marcadas por muita diversão”, destaca. A programação do “CTN Folia” reúne atrações pensadas para toda a família. Entre os destaques musicais estão o after do Bloco do Abrava, comandado por Tiago Abravanel, no dia 7 de fevereiro, além das apresentações dos grupos Doce Encontro e Terra Samba, que prometem animar os foliões nos dias 14 e 21, respectivamente. Pensando no público infantil, o evento contará com espaços exclusivos dedicados às crianças, com bloquinhos, oficinas criativas de Carnaval, aulas de dança, pintura corporal e atividades lúdicas monitoradas, garantindo diversão em um ambiente seguro e planejado para os pequenos. Fundado em 1991, o CTN é considerado um dos maiores polos de cultura nordestina fora da região Nordeste. Com uma estrutura ampla e preparada para receber grandes públicos, o espaço se consolidou como referência na valorização cultural do nordeste em São Paulo, atraindo milhares de visitantes em datas comemorativas como o São João e o Carnaval. “Queremos celebrar com as pessoas, valorizando a cultura brasileira e mostrando que a Betsul está presente nos melhores momentos”, finaliza Mateus. Sorteio de ingressos Para concorrer ao sorteio de um par de ingressos para o show da Joelma, no dia 30 de janeiro, e para as apresentações de Belo e Menos é Mais, no dia 6 de fevereiro, é necessário seguir o perfil da Betsul no Instagram, acessar o post sobre a promoção e marcar o perfil da pessoa com quem deseja ir ao show. O sorteio para a apresentação da Joelma acontecerá às 17h desta quinta-feira (29), durante uma live que será transmitida no perfil. Para acessar a página na rede social, clique aqui. Serviço Evento: CTN Folia Onde: Centro de Tradições Nordestinas (CTN) – R. Jacofer, 615, Bairro do Limão, SP. Quando: 7, 8, 14, 15, 17 e 21 de fevereiro Horário: Das 11h à meia-noite Entrada: Gratuita Mais informações: www.ctn.org.br/ctn-folia | @ctnsp
Avanço dos planos com anúncios consolida o streaming como vitrine publicitária e aponta tendências para 2026
O crescimento dos planos de assinatura com anúncios nos serviços de streaming vem redesenhando o mercado publicitário e se consolida como uma das principais tendências para este ano. O modelo, que combina acesso a conteúdos premium com inserções publicitárias, acelera a entrada de novos consumidores nas plataformas e amplia de forma significativa o alcance das marcas em ambientes digitais de alto engajamento. A pesquisa Digital i, divulgada esta semana pelo Deadline, ilustra bem o potencial desse nicho para o mercado publicitário. O estudo, que abrangeu 12 meses entre o quarto trimestre de 2024 e o final do terceiro trimestre de 2025, mostrou que 40% das contas ativas da Netflix usam os planos com anúncios. Esse número representa um aumento em relação aos 26% registrados no mesmo período do ano anterior. O dado, obtido por meio do monitoramento de 20 mercados nos quais o streaming atua, marca a maior taxa de crescimento entre todos os serviços de streaming globais, superando o crescimento de 9% do Disney+ e de 6% do HBO Max. Ainda segundo a pesquisa, o Prime Video continua sendo o serviço com a maior proporção geral de uso do plano com anúncios, com 82% de usuários, uma queda em relação aos 88% anteriores. O uso do Disney+ é de 44% e o do HBO Max, de 28%. “Os anúncios em streaming deixaram de ser uma aposta para se tornarem um pilar da publicidade digital”, comenta Eduardo Sani, CEO da ADSPLAY, hub de mídia que oferece soluções do topo ao fundo do funil. O executivo avalia que os streamings tornaram-se um dos ambientes mais estratégicos para as marcas, que encontraram um novo ambiente para dialogar com consumidores de todas as idades. A combinação entre audiência em expansão, dados qualificados e tecnologia transforma essas plataformas em uma vitrine eficiente para campanhas que buscam escala, relevância e performance. Para os anunciantes, o crescimento desse modelo se sustenta em vantagens claras. Os usuários de streaming apresentam alto nível de engajamento e com longos períodos de consumo de audiovisual, o que aumenta a atenção às mensagens publicitárias. As plataformas também oferecem segmentação avançada, baseada em dados demográficos, comportamentais e de interesse, permitindo campanhas mais assertivas e alinhadas ao público-alvo. Nos streamings, os anúncios são integrados de formamais contextualizada ao perfil do usuário, favorecendo a percepção positiva das marcas. Soma-se a isso a diversidade de formatos, como vídeo adaptado a múltiplas telas, além de métricas em tempo real que permitem otimização contínua e mensuração precisa de resultados. “É um ambiente com audiência qualificada, alto engajamento e dados robustos, uma combinação que permite às marcas se conectarem de forma mais eficiente e mensurável. Quando combinado à mídia programática, o potencial de performance cresce de forma exponencial, comenta Sani. Ainda segundo o executivo, a consolidação dos planos com anúncios aponta um caminho claro para os próximos anos. “O mercado caminha para um modelo cada vez mais orientado por dados, automação e eficiência. As marcas que incorporarem o streaming em suas estratégias sempre vão estar melhor posicionadas”, conclui.
Publicidade digital consolida protagonismo e redefine a forma como marcas entram no imaginário popular
Em um ambiente cada vez mais competitivo e marcado pela fragmentação da atenção do consumidor, a publicidade se consolida como peça-chave para que marcas construam imagem, relevância e conexões duradouras com o público. Mais do que impulsionar vendas, a comunicação exerce um papel estratégico ao inserir marcas no imaginário popular, por meio de narrativas alinhadas a comportamentos, valores e transformações sociais. Esse movimento se reflete de forma clara no avanço da publicidade digital, hoje o principal motor de crescimento do setor. Em 2024, o investimento em mídia digital superou o da TV pela primeira vez na história do Brasil, consolidando uma mudança estrutural na alocação de verbas e reforçando a busca das marcas por estratégias mais mensuráveis, eficientes e orientadas a resultados. Segundo o estudo Cenp-Meios 2024, os investimentos em publicidade na internet alcançaram R$10,46 bilhões, representando 39,8% do total de investimentos publicitários do país, enquanto a TV aberta ficou com 36,5% (R$9,61 bilhões). O movimento é reforçado por dados do IAB Brasil em parceria com a Kantar Ibope Media, que apontam um volume de R$37,9 bilhões movimentados pela publicidade digital em 2024, impulsionado pela expansão de formatos online e pela migração contínua de investimentos da mídia tradicional para o ambiente digital. O amadurecimento desse cenário também se expressa na eficácia e na relevância cultural das campanhas. Na edição 2025 do Effie Awards Brasil, principal premiação de resultados da publicidade nacional, campanhas como “Pedigree Caramelo: o vira-lata paixão nacional agora tem pedigree” ganharam destaque ao unir propósito, criatividade, dados e performance. A iniciativa, voltada à adoção responsável e ao combate ao abandono animal, conquistou o Grand Effie e se tornou um dos principais exemplos recentes de como a publicidade contemporânea consegue gerar impacto social, engajamento massivo e resultados concretos de marca. Para Eduardo Sani, CEO da ADSPLAY, hub de mídia com soluções integradas do topo ao fundo do funil, o momento é de consolidação de um novo modelo de comunicação. “A atenção do consumidor está cada vez mais disputada. As marcas que se destacam são aquelas capazes de unir relevância, personalização e eficiência ao longo de toda a jornada, usando dados e inteligência de mídia para gerar impacto real”, afirma. Segundo o executivo, o ambiente digital ampliou significativamente os horizontes das marcas ao permitir conversas mais diretas, segmentadas e contextuais com o consumidor. “Hoje, é possível acompanhar diferentes momentos da jornada e ajustar campanhas em tempo real, algo impensável há poucos anos”, destaca. O uso de algoritmos e inteligência artificial tem papel central nesse processo, permitindo análise contínua de dados, otimizações constantes, redução de desperdícios e aumento do retorno sobre o investimento, equilibrando construção de marca e performance. Sani reforça que a consolidação de tendências como personalização em tempo real, integração entre branding e performance, crescimento de formatos audiovisuais e conteúdos curtos e uso intensivo de inteligência artificial aplicada à mídia devem moldar o mercado em 2026. “Esses movimentos tornam a publicidade digital uma aliada estratégica indispensável para marcas que buscam relevância, crescimento sustentável e presença sólida no imaginário popular”, conclui.
São Paulo recebe a 1ª Copa Libertadores da América de Futebol para Amputados
Entre os dias 02 e 07 de fevereiro, o Clube Esperia, tradicional espaço esportivo da zona norte paulistana, será palco da primeira edição da Copa Libertadores da América de Futebol para Amputados. O torneio inaugura oficialmente o calendário de competições da categoria, reunindo atletas de diferentes países em uma celebração inédita de inclusão, superação e paixão pelo esporte. A competição contará com 09 equipes consagradas, representantes da excelência do futebol para amputados na América do Sul. Com estilos e histórias únicas, os clubes trazem à Copa uma diversidade que enriquece o campeonato e reforça seu caráter transformador. “Essa é a primeira vez que os principais clubes do continente se reúnem em uma competição oficial que coloca o futebol adaptado no centro das atenções, celebrando a inclusão, a diversidade e a resiliência humana”, destaca Diego Nunes, coordenador de futebol da CBFA. Mais do que uma disputa por títulos, a Copa Libertadores representa um movimento social. Os atletas participantes provam que nenhuma limitação física é capaz de impedir grandes conquistas. Cada jogo será marcado pelo talento, superação e paixão pelo futebol, inspirando milhares de pessoas que enfrentaram amputações ou nasceram com malformações congênitas. O evento, promovido pelo Instituto Sandra Regina Nunes em parceria com a Confederação Brasileira de Futebol para Amputados (CBFA), conta com a chancela da Fundação FIFA, da World Amputee Football Federation (WAFF) e da Consfa (Confederación Sul-Americana), reforçando sua legitimidade internacional e a relevância histórica para o desenvolvimento da modalidade. Com o apoio do CBCP – Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos, da Prefeitura de São Paulo, da SMPED- Secretaria Municipal da Pessoa Com Deficiência – que atua através do premiado programa Inclui Sampa e da Secretaria de Esportes do Estado de SP, o torneio reafirma o compromisso público com a inclusão e a acessibilidade. O campeonato recebe o suporte esportivo do Clube Esperia e conta ainda com uma emenda parlamentar do deputado estadual Milton Leite Filho, além do apoio esportivo da família Leite. A iniciativa é fortalecida pelo patrocínio da Serras de Cunha, que se une a esse movimento histórico em favor da inclusão e do desenvolvimento do esporte adaptado. Para o público interessado em assistir e prestigiar os jogos, serão divulgados links específicos para cadastro prévio. Mais informações acesse: www.cbfamput.org, @cbefamput e @institutosandrareginanunes Equipes Participantes: Brasil: SRN Esperia Futebol Para Amputados-SP, Ourinhos-SP, São Bento-SP, Assama-PR. Equador: Android FC Argentina: Los Guerreiro de Rosario e Los Teros Córdoba Chile: Cónderes FC Peru: Guerrero
IA estratégica: o verdadeiro desafio não é técnico, mas sim organizacional
Por Alejandro Raffaele* A inteligência artificial (IA) não apenas oferece soluções para as empresas, mas também impõe desafios significativos. As organizações precisam lidar com obstáculos estruturais que vão desde a complexidade de normalizar dados heterogêneos até a falta de profissionais especializados; sem falar nas chamadas “alucinações” dos modelos de IA, que produzem informações incorretas com aparente segurança. Esse cenário torna mais difícil alcançar o retorno esperado sobre o investimento. Um relatório do MIT mostra que 95% dos projetos-piloto de IA generativa nas empresas não conseguem avançar além da fase experimental. Já estudo da McKinsey aponta que, embora 80% das organizações já tenham adotado tecnologias de IA de ponta, a maioria não experimentou melhorias significativas em seu desempenho operacional. O que explica essa discrepância entre expectativa e realidade? A resposta está no fato de que cada empresa enfrenta desafios específicos e busca resultados distintos, não soluções genéricas. Por isso, até 2026, a tendência é que as organizações priorizem modelos de IA menores, voltados para casos de uso concretos e mensuráveis. Diante desse cenário, o primeiro passo deve ser a automação de processos, o que também permite treinar colaboradores para alocá-los em projetos de IA mais inovadores. Paralelamente, é fundamental avançar na normalização de dados, com etapas de revisão, limpeza e otimização. Concluída essa fase, as empresas devem definir casos de uso prioritários e estabelecer indicadores de desempenho claros e mensuráveis. Entre as aplicações de IA que mais ganham força estão os agentes conversacionais com reconhecimento de voz para aprimorar o atendimento ao cliente; as plataformas de treinamento corporativo que otimizam o fluxo de informações internas; e a aplicação da IA na implementação e melhoria de processos operacionais. Também se destacam o gerenciamento preditivo de projetos, baseado na análise de iniciativas anteriores, e os sistemas de detecção e prevenção de fraudes em transações financeiras. Ao longo do próximo ano, os agentes de IA (também conhecidos como “IA Agêntica”) devem se tornar protagonistas. Capazes de executar processos complexos com compreensão contextual, esses sistemas representam um avanço significativo em relação à automação tradicional. Segundo o Gartner, até o fim de 2026, 40% dos aplicativos empresariais deverão integrar agentes de IA especializados em tarefas, ante menos de 5% em 2025. Esses agentes dependem de dados rigorosamente gerenciados e em conformidade com as estruturas regulatórias e regulamentações regionais. Por isso, a padronização de dados é um pré-requisito essencial para qualquer empresa que busque resultados consistentes e sustentáveis. Para apoiar essa jornada, soluções voltadas à automação inteligente e com uma estrutura aberta, flexível e escalável são fundamentais para as empresas definirem os aceleradores de software (hyperscalers) de sua escolha e seguirem com suas jornadas de tecnologia para cada caso de uso. Seguindo esses passos e adotando plataformas abertas, padronizadas e híbridas (combinando modelos locais e em nuvem), as iniciativas corporativas de IA têm uma chance muito maior de alcançar resultados reais e duradouros. *Alejandro Raffaele é Diretor sênior de vendas Enterprise para a América Latina na Red Hat
Do SEO ao ChatGPT: Por que Relações Públicas se Tornou ainda mais Importante na Estratégia de Visibilidade
Por Fábio Ventura* Durante anos, encaramos o SEO (estratégia de otimização dos mecanismos de busca), como o grande acerto da visibilidade digital. Inclusive, jornalistas precisaram se adaptar a mais um leitor qualificado e exigente: o Google. Muitos precisaram estudar sobre palavras-chave, backlinks e usabilidade do site. Essa adaptação fez diversas empresas ganharem notoriedade e autoridade na pesquisa orgânica. Por isso costumo defender que o conteúdo bem estruturado é a chave do sucesso. O ponto é que quase tudo que está na internet passa por melhorias para atingir um número maior de pessoas – e hoje, o assunto da vez é a inteligência artificial. Certamente ela chegou aos mecanismos de busca e mais precisamente às estratégias de SEO. Existem dois novos conceitos a serem levados em conta pelas marcas: GEO (Generative Engine Optimization, ou otimização para motores generativos) e AEO (Answer Engine Optimization, otimização para respostas diretas). Ambos representam uma transformação profunda na forma como os negócios são encontrados e referenciados pelas máquinas. Conhecer essas duas ferramentas virou uma necessidade dos jornalistas, produtores de conteúdo digital e principalmente dos profissionais de PR (Relações Públicas), que têm contato direto com a reputação das marcas. Impacto da IA no cotidiano do PRO profissional de Relações Públicas não é apenas alguém que envia releases ou agenda entrevistas. Ele precisa estar atento às principais novidades de comunicação e construção de imagem para entender como inserir seu cliente no centro da discussão. Se hoje o debate é para entender como a inteligência artificial se comporta, é crucial compreender nosso papel nesse jogo. Em linhas gerais, o GEO é o conteúdo gerado pela IA generativa (as respostas do ChatGPT e Gemini, por exemplo) a partir de contribuições humanas, enquanto a função do AEO é otimizar respostas diretas – assistentes de voz e chatbots são os modelos mais comuns do mercado. Marcas que desejam aparecer nas respostas desses sistemas precisam fornecer informações estruturadas e confiáveis. Mas como colocar essa visão em prática? Primeiramente: precisamos ser sinceros em reconhecer que o cliente mudou. Essa pessoa não quer mais procurar as empresas para obter informações, quer respostas convincentes, fáceis e rápidas. É a partir dessa mentalidade que o profissional de PR tira proveito e contribui para resultados. Se uma empresa foi destaque na grande imprensa ou em um portal relevante, significa que houve validação e prestígio editorial. Para o consumidor humano acostumado com jornais, isso reforça autoridade. Para as IAs generativas, é confirmação de confiabilidade – uma vez que esses portais já possuem o histórico de boa reputação advindo do SEO. Humanos e inteligência artificial passam a compartilhar, assim, a mesma base simbólica de confiança. Um trabalho consistente de PR (ou assessoria de imprensa), com menções em diferentes contextos editoriais, alimenta a infraestrutura de credibilidade digital. É como se cada aparição pública fosse um “selo de validação” que máquinas e pessoas reconhecem simultaneamente. A disputa pela visibilidade agora é híbrida e empresas que reconhecem isso serão referenciadas nas respostas geradas a todo momento pela inteligência artificial. Admirável mundo novo, com fronteiras cada vez mais porosas entre pessoas e máquinas. *Fábio Ventura é fundador e CEO da Like Leads. Com passagens pelo jornal O Estado de São Paulo, TV Tem, TV Integração e EPTV, atuou como repórter, apresentador, editor e chefe de reportagem. Já conquistou os prêmios Sebrae, ABAG, Prêmio Mapa de Jornalismo, entre outros. Com pós-graduações pelo Ibmec e UFSCar e graduado em Comunicação Social pela UEL, Fábio fundou a Like Leads em 2019, onde já liderou centenas de projetos de Marketing & Relações Públicas de empresas no Brasil e no exterior.
Os eventos ao vivo são mais importantes do que você imagina: o caso Intuit Dome
Por Guibert Englebienne, co-fundador e presidente da Globant na Latinoamérica e da Globant X Dizem que as pessoas desejam algo justamente quando não o têm — e essa foi a sensação que muitos experimentaram durante o confinamento, com a ausência dos eventos ao vivo. A pandemia teve consequências muito mais graves, mas a falta desses momentos de emoção também afetou o bem-estar das pessoas. O efeito rebote fez de 2023 o ano mais frutífero para a indústria musical: a presença de público aumentou 20% em comparação com o ano anterior, alcançando 145 milhões de pessoas em 50 mil eventos, segundo um relatório da Live Nation Entertainment, uma das principais produtoras do mundo. Alguns casos emblemáticos incluem os mais de 150 shows de Taylor Swift em cinco continentes e o sucesso arrebatador das apresentações do Coldplay, que os críticos musicais ainda tentam explicar. No centro desse fenômeno está o fato de que os artistas conseguiram criar uma experiência de espetáculo que permitiu às pessoas viverem momentos inesquecíveis. Esse contexto é essencial para entender por que o engajamento dos fãs é um dos fatores-chave na organização de qualquer evento. Um fã satisfeito é, sem dúvida, um bom negócio — mas o núcleo de todo evento deve ser o prazer e a felicidade do público. Há alguns anos, o Los Angeles Clippers iniciou um dos projetos mais ambiciosos da história dos eventos ao vivo: a construção do Intuit Dome. É o local mais moderno já construído, projetado do zero com a experiência do fã como prioridade. O Intuit Dome representa uma mudança de paradigma porque não precisou passar por um processo de transformação digital, como muitos outros estádios; ele foi concebido assim desde o início. Tudo é gerenciado de forma virtual: compra de ingressos, acesso ao estacionamento e entrada no estádio. E não é apenas para os espaços premium — o conforto é para todos, com ações simples como pedir comida pelo celular e retirá-la com pagamento por reconhecimento facial. À medida que incorporamos mais tecnologia em nosso cotidiano, tornamo-nos menos tolerantes a pontos de atrito, como longas filas. Por isso, a experiência phygital (física + digital) é uma forma de eliminar esses pequenos — e grandes — incômodos. O Intuit Dome conta com mais de mil banheiros, assentos acolchoados com carregadores USB e o maior espaço para as pernas de qualquer estádio da NBA. As estatísticas oferecem evidências concretas do sucesso da tecnologia na criação de experiências sem fricção. Nos primeiros seis meses, mais de 400 mil fãs adotaram o GameFace ID, o aplicativo móvel que usa reconhecimento facial para entrada sem contato físico e inclui o Identity Pass, uma opção que permite adicionar o ingresso à carteira digital do celular. O sucesso é inegável: o tempo médio de entrada no local é de apenas 6 segundos, e as vendas de ingressos são de 4 a 8 vezes mais rápidas. Mas há mais. A experiência do fã pode inclusive gerar melhores resultados. Os assentos funcionam como pontos de contato digitais, com medidores de decibéis que premiam os torcedores mais animados com descontos na loja. Atrás de uma das cestas está o The Wall, uma seção reservada aos fãs mais apaixonados, que incomodam o time adversário com seus gritos, cantos e aplausos. Na parte superior, encontra-se o Halo Board, uma tela única de 360 graus. Durante muitos anos, a NBA foi o principal espetáculo esportivo, enquanto a atmosfera mais vibrante pertencia aos estádios de futebol. A novidade do Intuit Dome é que ele fundirá esses dois mundos, oferecendo experiências comparáveis às de Taylor Swift e Coldplay — mas mais de 40 vezes por ano, no mesmo lugar. Com o ressurgimento dos eventos ao vivo, redesenhar para criar conexões mais fortes é a chave do sucesso. Alguns podem dizer que se trata apenas de engajamento dos fãs — e têm razão, mas também é muito mais do que isso: trata-se de criar experiências inesquecíveis que ninguém vai querer perder.
Glamour anuncia expansão na área de Educação e lança pós-graduação inédita em Jornalismo e Comunicação de Moda e Beleza
A Glamour amplia sua atuação no campo da educação e anuncia o lançamento da pós-graduação Jornalismo e Comunicação de Moda e Beleza, um curso inédito desenvolvido em parceria com a ESPM. A nova formação, oferecida no formato EAD (aulas online, ao vivo), surge para atender à crescente demanda por profissionais especializados na cobertura, narrativa e estratégia de comunicação no universo da moda e da beleza, dois segmentos em constante transformação no Brasil e no mundo. Com início das aulas previsto para abril de 2026, a pós-graduação reúne especialistas, jornalistas, editores e executivos do mercado para preparar alunos para atuar em redações, marcas, agências, plataformas digitais e projetos independentes. O programa aborda fundamentos de jornalismo, análise crítica de tendências, produção de conteúdo multiplataforma, construção de narrativa para marcas, criação audiovisual, gestão de crises, ética e diversidade na comunicação, além de módulos orientados por profissionais da própria Glamour. A novidade também marca o fortalecimento da frente educacional da marca, que renova a parceria com a ESPM e abre uma nova turma da já consolidada pós-graduação Negócios e Marketing Digital para Moda e Beleza, também no formato EAD. O curso, criado para formar profissionais capazes de liderar estratégias digitais, gestão de marca, posicionamento, inovação e relacionamento com consumidores, ganha nova oferta após rápida adesão das primeiras turmas e alta procura por capacitação especializada. “Nos últimos anos, percebemos o quanto a audiência, formada por profissionais do mercado e por novos talentos, busca formação qualificada e alinhada às transformações da moda e da beleza. Por isso, a Glamour tem investido cada vez mais na construção de conhecimento, aproximando redação, mercado e academia”, afirma Renata Garcia, Diretora de Conteúdo da Glamour Brasil. “Com a nova pós de Jornalismo e Comunicação de Moda e Beleza, ampliamos nosso compromisso com a formação de profissionais preparados para atuar com profundidade, responsabilidade e criatividade.” Para a coordenadora do curso de pós-graduação da ESPM, Andréia Meneguete, o curso traz todo o DNA da instituição por meio de inovação, excelência e liderança no mercado. “Esse curso tem como objetivo atender ao profissional que deseja estar conectado com as exigências do mercado editorial tendo como suporte a criatividade e estratégia para lidar com os desafios da área de jornalismo segmentado no contexto contemporâneo”, sinaliza Andreia Meneguete. Ambos os cursos são EAD, contam com disciplinas ministradas por um corpo docente formado por profissionais reconhecidos e oferecem uma experiência de aprendizado atualizada com as demandas reais da indústria. Destaque para o Leader in Class, que são palestras com profissionais do mercado em cada disciplina, permitindo aos alunos terem contato com cases reais de um empresa ou redação de jornalismo. As inscrições já estão abertas no site da ESPM. Acesse: – Pós-graduação em Jornalismo e Comunicação de Moda e Beleza (EAD) — ESPM – Pós-graduação em Negócios e Marketing Digital para Moda e Beleza (EAD) — ESPM
Serasa Experian disponibiliza calendário de datas comemorativas para apoiar o planejamento anual das PMEs
Início de ano é a época que muitas empresas realizam seu planejamento anual e definição de metas para seus negócios. Processo importante para as finanças empresariais, esse momento é ainda mais relevante quando olhamos para as pequenas e médias empresas (PMEs), tendo pela frente um ano com feriados prolongados e eventos nacionais e mundiais, como a Copa do Mundo. Pensando nisso, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do país, lança a nova edição do calendário de Datas Comemorativas, disponível para download gratuito no site oficial, clicando aqui. O objetivo é ajudar os empreendedores a planejarem com antecedência suas ações comerciais, campanhas promocionais, gestão de estoque e estratégias financeiras ao longo do ano. “A sazonalidade tem um papel fundamental no desempenho das pequenas e médias empresas, e se antecipar faz toda a diferença para aproveitar as oportunidades de mercado, e reduzir riscos. Em anos com maior concentração de feriados e grandes eventos, esse planejamento se torna ainda mais estratégico para que os empreendedores possam vender mais nesses períodos. Nosso objetivo com o calendário é apoiar as PMEs na construção de estratégias de negócios mais assertivas, contribuindo para as melhores decisões e para o crescimento sustentável”, explica Cleber Genero, vice-presidente de pequenas e médias empresas da Serasa Experian. Trabalhar o calendário com estratégia é muito relevante uma vez que, ao entender quais são as datas foco para desenvolvimento de ações especiais, o empreendedor se prepara em termos de estoque, promoções, campanhas e mensuração de resultados, por exemplo. De acordo com a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, “essa sazonalidade interfere diretamente na propensão ao consumo de bens e serviços. Por exemplo, no Dia da Mães, há um aumento na procura por presentes, com isso, trabalhar esse calendário é ainda mais importante em um ano como o atual, em que existe uma expectativa de moderação do consumo, como consequência de um período prolongado de taxa de juros elevado”. Conteúdo gratuito para as PMEs Além do calendário de datas, a Serasa Experian disponibiliza, de forma gratuita, diversos conteúdo para os empreendedores em seu portal de conteúdo. Nele, as PMEs têm acesso a artigos, ebooks e trilhas de conhecimento relacionadas ao universo do empreendedorismo, de forma simples e aprofundada. Entre os conteúdos disponíveis estão o ebook de Reforma Tributária elaborada pela datatech, a calculadora de horas trabalhadas e análises econômicas voltadas para esse público.
Sustentabilidade em movimento: Eco Run 2026 mobiliza 18 cidades pelo meio ambiente
Cuidar da saúde, praticar esporte e adotar atitudes mais sustentáveis são metas comuns no início de cada ano, e a Eco Run 2026 surge como o lugar ideal para transformar essas resoluções em ação. Mais do que uma corrida, o evento é um movimento que une performance, propósito e consciência ambiental, inspirando mudanças reais na relação das pessoas com o planeta. “Mais do que uma corrida de rua, a Eco Run é uma causa e um compromisso com o futuro. Cada detalhe da infraestrutura à comunicação é pensado para gerar o menor impacto ambiental possível”, destaca o Head de Comunicação e Marketing, da Norte Marketing Esportivo, Matheus Falconi. A Eco Run atrai um público engajado e consciente, formado por corredores que acreditam que cada passo pode gerar impacto positivo. A proposta é clara: cuidar do corpo e do planeta ao mesmo tempo. Em cada cidade, o evento promove ações que minimizam impactos ambientais, como coleta seletiva, uso de materiais recicláveis e campanhas educativas sobre sustentabilidade. Um dos diferenciais da prova é o gesto simbólico e inspirador que encerra cada etapa: ao final da corrida, todos os participantes recebem uma muda de planta nativa para replantar, reforçando a ideia de que a mudança começa com pequenos atos. Com etapas confirmadas em 18 cidades do Brasil, o circuito reforça o compromisso de aliar atividade física à preservação ambiental, com o tema: Rest, Recycle, Repeat. Em maio será dada a largada para a Eco Run , com provas em Mossoró (RN) e Belém (PA). Em junho será a vez de São Paulo (SP), Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). No segundo semestre, em julho, Pederneiras e Botucatu (SP), Recife (PE), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ). Agosto, a Eco Run chega nas cidades de Campo Largo e Curitiba (PR), Pindamonhangaba e Piracicaba (SP) e em Belo Horizonte (MG). Setembro fecha o calendário de provas, com edições nas cidades de Londrina (PR), Itatiba (SP) e Palmas (TO). Para mais informações sobre data, local e valores acesse: www.ecorun.com.br.
Indicados ao Oscar podem ser assistidos a preços promocionais no Shopping Metrópole
Com duas estatuetas do Globo de Ouro, quatro indicações ao Oscar e outras duas ao Bafta, O Agente Secreto já levou mais de 1,7 milhão de espectadores aos cinemas brasileiros. Quem ainda não conferiu o fenômeno de bilheteria poderá aproveitar a oportunidade de assistir ao longa por um preço especial durante a Semana do Cinema, que acontece de 5 a 11 de fevereiro, no cinema UCI do Shopping Metrópole, com ingressos a partir de R$ 10. “A Semana do Cinema é uma oportunidade para o público viver a experiência da telona pagando menos e ainda ter acesso a filmes premiados e grandes produções. É uma forma de democratizar o cinema e incentivar esse programa que agrada a todas as idades. Além dos preços especiais, o público encontra diferentes tipos de salas e combos promocionais, o que torna o passeio ainda mais completo e acessível”, avalia Fabiola Peppe, gerente de marketing do Shopping Metrópole, administrado pela ALLOS, mais inovadora plataforma de experiências, entretenimento, serviços, lifestyle e compras do país. Durante o período, as sessões iniciadas até 16h59 terão ingressos a R$ 10. A partir das 17h, o valor será de R$ 12. Na UCI, os preços promocionais valem para as salas tradicionais e também para as salas XPLUS. Já nas salas VIP UCI DE LUX, o ingresso custará R$ 20 em qualquer horário. Para complementar a experiência, o combo com pipoca média salgada e dois refrigerantes de 500 ml sai por R$ 30. O combo queridinho da rede, com pipoca de chocolate e refrigerante de 700 ml, custa R$ 50 e pode ser adquirido tanto para as sessões DE LUX quanto para as demais salas. A programação da Semana do Cinema reúne estreias e filmes em cartaz para diferentes perfis de público. Entre os indicados ao Oscar, além de O Agente Secreto, o público poderá conferir Marty Supreme e Avatar: Fogo e Cinzas. Indicações ao Oscar O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, concorre nas categorias de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco e Melhor Ator. O longa também venceu duas categorias no Globo de Ouro (Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama) e, mais recentemente, recebeu duas indicações ao prêmio Bafta, considerado o Oscar britânico, nas categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Filme em Língua Não Inglesa. Já Marty Supreme, de Josh Safdie, disputa ao todo nove estatuetas na principal premiação do cinema. O longa rendeu a Timothée Chalamet o prêmio de Melhor Ator em Comédia ou Musical no Globo de Ouro, tornando-o o mais jovem vencedor da categoria. Ele agora concorre ao Oscar de atuação, ao lado de Wagner Moura. O novo filme de James Cameron, Avatar: Fogo e Cinzas, concorre nas categorias de Melhores Efeitos Visuais e Melhor Figurino. O mais novo capítulo da franquia será exibido também em versões XPLUS. Nessas salas, a tecnologia Dolby Atmos cria um ambiente sonoro tridimensional, envolvendo o espectador por todos os lados. Já as salas VIP UCI DE LUX são indicadas para quem busca conforto, exclusividade e sofisticação por um valor promocional. Os espaços contam com poltronas chaise longue de couro, reclináveis eletronicamente e equipadas com mesas individuais, além de cardápio premium e serviço diferenciado. Além de O Agente Secreto, o cinema nacional marca presença com Descontrole, protagonizado por Carolina Dieckmann, que interpreta uma escritora de 45 anos em crise criativa e em conflito com o alcoolismo. Outro destaque é Justiça Artificial, suspense ambientado em um futuro próximo, no qual um detetive vivido por Chris Pratt tem 90 minutos para provar sua inocência diante de um sistema de inteligência artificial responsável por julgamentos criminais. O circuito da rede também exibe títulos como A Empregada, que já ultrapassou 1,9 milhão de espectadores; Zootopia 2; Socorro; Destruição Final 2; Última Ceia, entre outros. A Semana do Cinema é uma campanha idealizada pela Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), com apoio da Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (ABRAPLEX), da Ingresso.com e do Grupo Consciência. Em sua oitava edição, a ação já levou mais de 23 milhões de pessoas às salas de cinema em todo o país.
Flexibilidade na gestão: Sandaliaria aposta em decisão estratégica para definir melhor caminho de novos empreendedores a rede
O mercado de franchising no Brasil está passando por um processo de transformação impulsionado pelo amadurecimento do setor e pela mudança no comportamento dos investidores. Se antes o modelo tradicional de franquias era a principal porta de entrada para quem desejava empreender com uma marca estruturada, hoje é possível notar novos formatos que seguem padrões semelhantes, porém com mais flexibilidade e autonomia. Esse movimento acompanha um perfil de empreendedor cada vez mais diverso, que muitas vezes concilia o novo negócio com outro emprego. Ter modelos mais flexíveis ajuda muito na decisão de investimento e gestão. A franquia segue como um dos modelos mais consolidados do varejo brasileiro, justamente por oferecer um sistema testado, padronizado e com suporte contínuo ao franqueado. Flexibilizar alguns pontos da operação reflete a maturidade do setor e a necessidade de atender diferentes expectativas do negócio. É nesse cenário que a Sandaliaria, rede especializada em calçados, acessórios e produtos personalizáveis, estruturou sua expansão nacional adotando uma estratégia alinhada às novas demandas do mercado. Estratégias de negócio: Sandaliaria aposta em formatos para todos os perfis A decisão da Sandaliaria de atuar com os dois formatos surgiu com a observação do próprio mercado. Estando presente em diferentes regiões do país, a rede identificou que, às vezes, nem todos os interessados em empreender com a marca buscavam o mesmo nível de investimento ou envolvimento operacional. O modelo de franquia foi estruturado para empreendedores que desejam uma operação completa, com loja física, mix e produtos, padronização e suporte contínuo com a franqueadora. Esse formato atende investidores com perfil de gestor e com disponibilidade para acompanhar o negócio diariamente. Já o licenciamento passou a ser adotado em operações como quiosques e containers eco, permitindo a entrada de investidores que procuram por formatos mais acessíveis, práticos e flexíveis, mas ainda com a segurança de uma marca consolidada e reconhecida no varejo. “Ao oferecer os dois formatos, conseguimos democratizar o acesso de empreendedores e aumentar a marca de forma sustentável, respeitando a particularidade de cada unidade e cada investidor”, explica Deotto. Ainda de acordo com Rodrigo Deotto, CEO da Sandaliaria, entender essas diferenças é fundamental antes de qualquer decisão. “São modelos diferentes, e pensados para perfis diferentes. Tanto a franquia quanto o licenciamento oferecem uma estrutura completa. O erro é acreditar que um é melhor que outro sem analisar primeiro o investidor.” Análise de ponto: onde abrir uma unidade A escolha do ponto comercial é um dos fatores mais importantes para o sucesso de qualquer operação, independente do modelo adotado. No caso da Sandaliaria, as unidades foram planejadas para atuar em locais com grande circulação de pessoas, como shopping centers, galerias comerciais, calçadões urbanos e centros comerciais. No modelo de negócio da Sandaliaria, a atuação é permitida em todos os locais, com regras claras de exclusividade conforme o tamanho da cidade. Em municípios menores, a franqueadora garante exclusividade territorial, enquanto em cidades maiores a abertura de novas unidades passa por estudos de viabilidade. Há ainda a possibilidade de operações que permitem maior mobilidade e adaptação a espaços menores ou diferentes, mantendo a identidade da marca e o padrão de produtos, mas com mais flexibilidade operacional. Antes de formalizar qualquer contrato, a rede analisa fatores como fluxo de pessoas, perfil do público, concorrência local e potencial de consumo, assim os riscos são reduzidos aos investidores. Perfil ideal de empreendedor Além da localização, o perfil do investidor é um dos principais critérios avaliados pela Sandaliaria antes da aprovação de uma nova unidade. A franqueadora procura por investidores com condições financeiras compatíveis com o modelo escolhido e, com vontade de alavancar ainda mais o nome da rede. O foco da rede está em investidores com perfil gestor, capacidade de liderança, organização financeira e disponibilidade para acompanhar o dia a dia do negócio. A presença ativa do franqueado é vista como um diferencial dentro da unidade. De modo geral, com suporte adequado, a Sandaliaria possui uma operação simples. “Não vendemos apenas uma marca, procuramos parceiros. O alinhamento de expectativas e o comprometimento do investidor são fatores decisivos para o sucesso da operação”, reforça Rodrigo. Formatos diferentes fortalecem a expansão da rede A Sandaliaria acompanha a evolução do mercado e amplia as possibilidades de acesso ao empreendedorismo, oferecendo modelos já testados, escaláveis e adaptáveis a diferentes realidades do mercado. “O mais importante é que o novo parceiro escolha o modelo que realmente se encaixa no seu perfil. Quando essa decisão é tomada com a certeza de que é o formato ideal, as chances de sucesso aumentam consideravelmente”, finaliza o CEO.
Aumento de carga tributária obriga empresas repensarem onde operar, especialista explica
Com o início da implementação da Reforma Tributária, empresários brasileiros já começam a rever decisões estratégicas sobre expansão e operação dos seus negócios. Com a unificação dos tributos sobre consumo e a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituem o PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI, os centros comerciais como shoppings e galerias devem enfrentar aumento da carga tributária, consequentemente repassando aos lojistas por meio de aluguéis e taxas mais altas. Diante desse cenário, a escolha do ponto comercial também é determinante para a sobrevivência e escala dos negócios. Segundo Ycaro Martins, especialista em negócios e expansão de alta performance, fundador e CEO da Maxymus Expand, empresa especializada em estratégias de crescimento e estruturação empresarial, compreender o modelo ideal de operação se torna fundamental para a operação das empresas. “A Reforma Tributária acelera uma mudança que já estava em curso, que as empresas precisam operar com inteligência de custos. Não basta crescer, é preciso expandir com previsibilidade, margem e estratégia. A escolha do ponto comercial passa a ser uma decisão de negócio, não apenas de visibilidade”, afirma o especialista. Segundo o executivo, setores que operam com margens mais ajustadas sentirão primeiro o impacto do aumento da carga tributária indireta, especialmente quando esses forem repassados por meio de aluguéis, taxas condominiais e encargos operacionais. “O erro clássico é olhar apenas o aluguel. O empresário precisa entender o custo total da operação e como ele afeta o fluxo de caixa no médio e longo prazo”, alerta. Para ajudar empresários a tomarem a decisão certa, o especialista, com mais de 20 anos de experiência em empreendedorismo, apresenta critérios fundamentais para escolher o ponto comercial ideal: O empresário ainda destaca que a Reforma Tributária torna o planejamento estratégico ainda mais indispensável para as empresas. “Expandir sem analisar impacto fiscal, perfil do consumidor e modelo operacional pode gerar prejuízos irreversíveis. No novo cenário tributário, crescer rápido sem estrutura é um risco ainda maior”, conclui.
Produção documental inédita resgata histórico Caminho do Peabiru na TV Brasil
O quinto episódio inédito da temporada de estreia da série Olhar Brasil, produção documental com dez programas apresentada pela TV Brasil, revela o Caminho do Peabiru, trilha ancestral que cruza o continente do litoral do Oceano Atlântico ao Pacífico, neste sábado (31), às 18h30. A obra do canal público traça um panorama sobre a história, as belezas naturais e os mistérios desse sistema de vias pré-colombianas que atravessa a América do Sul. Importante referência cultural para o turismo de aventura, a rota inclui rios, praias e montanhas da região de Mata Atlântica. O legado da etnia indígena guarani na conservação ambiental manteve o ecossistema preservado. O seriado mostra o percurso sagrado para esses povos em cidades de Santa Catarina e do Paraná, com destaques para os ramais que passam pelos municípios de Barra Velha e Pitanga, respectivamente. O novo documentário da sequência, desenvolvido pela TV UFPEL, da Universidade Federal de Pelotas, recorda quem foram os exploradores europeus Aleixo Garcia e Álvar Núñez Cabeza de Vaca. O Caminho do Peabiru tem importância mística para os povos originários ao seguir o trajeto do sol no firmamento celeste pelo qual guaranis fizeram migrações há milênios em jornadas de espiritualidade e purificação. Esse deslocamento associa o passado de interação e histórias dos andinos com a complexa e sofisticada cultura dos indígenas nas mais remotas áreas do continente. Uma das tradições da região é utilizar a mesma rota como ida e volta. Com foco na riqueza das manifestações populares e no potencial turístico no país, Olhar Brasil é resultado da primeira coprodução realizada pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que faz a gestão da TV Brasil, e por emissoras da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). A série original tem como finalidade fortalecer o audiovisual do país ao potencializar características singulares de vários destinos turísticos nas cinco regiões do território brasileiro. Com sotaques variados, a obra mostra paisagens, histórias e modos de vida que valorizam a biodiversidade e os ecossistemas tipicamente nacionais. O programa está no app TV Brasil Play e no YouTube do canal. Viagem por passagens rústicas dos povos originários A fascinante e épica história do Caminho do Peabiru pauta a série Olhar Brasil com a participação de especialistas no tema como a jornalista Rosana Bond, o historiador José Carlos Fagundes, a bióloga Gabriela Klein, o arqueólogo Igor Chymz e o cacique Teófilo Gonçalves Karay, da terra indígena guarani no Morro dos Cavalos, além de pescadores e moradores da região pela qual o percurso segue, bem como entusiastas no tema, como Clemente Gaioski. A exploração da série parte do rio Itapocu na cidade de Barra Velha. A produção ainda destaca a Ponta do Sambaqui, em Florianópolis, e o município de Palhoça, onde fica a terra indígena Guarani no Morro dos Cavalos, povoado que preserva a herança da cultura vinculada às origens do Peabiru. O jornalista e pesquisador Carlos Dominguez dirigiu essa edição inédita do seriado. “Foi um desafio adequar a ancestral história do Caminho do Peabiru para um programa de audiovisual. Buscamos salientar a importância do legado dos povos indígenas guaranis e da sua cultura. A opção de falar com pessoas que hoje vivem e se relacionam com a memória do Peabiru permitiu a aproximação com a realidade das dificuldades de preservação do patrimônio arqueológico no país”, explica o realizador. “A ideia era destacar o imenso potencial do Caminho do Peabiru como forma de integrar povos e culturas, fazendo um resgate da harmonia que as civilizações nativas tinham com o meio ambiente. Queremos deixar uma mensagem de valorização do bioma e dos povos originários”, finaliza. O sistema milenar de vias que liga o litoral do Atlântico ao Pacífico, pela Cordilheira dos Andes, tem mais de quatro mil quilômetros de um caminho anterior à chegada dos europeus na América. A rústica trilha cruza o continente ao conectar diferentes aspectos culturais. O ramal apresentado no documentário do seriado da TV Brasil segue o percurso que sai de Santa Catarina e passa pelo Paraná para depois seguir rumo aos países vizinhos Bolívia e Peru. A rota era uma das passagens mais fáceis de avançar e configurava o menor caminho até o interior do continente. Primeiros europeus na rota pelo interior do continente O seriado Olhar Brasil aborda a entrada dos primeiros europeus que ingressaram no litoral catarinense pela foz do rio Itapocu, como a epopeia do português Aleixo Garcia e a odisseia do espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca. A produção esclarece quem foi Aleixo Garcia, primeiro branco a trilhar o Caminho do Peabiru no século 16. A série revela a saga do explorador português que naufragou no norte de Santa Catarina, viveu oito anos com os guaranis até seguir jornada pela rota até os limites do Império Inca. Já o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca iniciou a aventura pelo sertão brasileiro por meio dessa direção poucos anos depois. O programa em cartaz na TV Brasil destaca como a etnia utilizou o percurso estimulada pela caça e pesca, mas principalmente pela crença religiosa de uma terra sagrada que forçou o deslocamento do povo para o litoral. Preservação de espécies ameaçadas de extinção Ainda nesta edição, a série Olhar Brasil visita o Parque Municipal Caminho do Peabiru, em Barra Velha, no estado de Santa Catarina. O espaço mantém rara área de preservação de floresta de restinga em que os turistas podem admirar a paisagem vista pelos antigos exploradores e ter contato com a fauna e a flora. Armadilhas fotográficas capturaram imagens de animais que têm hábitos noturnos. Na unidade de conservação, aberta oficialmente em 2022, foram identificadas espécies ameaçadas de extinção como a árvore olandi, também conhecida como guanandi; o pássaro tiê-sangue e mamíferos como o furão e o gato-maracajá. Também conta com duas trilhas ecológicas para uso da população e recebe estudantes para atividades de educação ambiental. Inscrições rupestres no interior do Paraná A produção audiovisual sobre o Caminho do Peabiru reencontra trechos até hoje mantidos no interior do estado do Paraná, no município de Pitanga, um dos locais com mais evidências sobre essa história, como marcos de pedras e gravuras rupestres. Essas inscrições sinalizam a via até a antiga Cidade Real do Guairá, na fronteira com
aiqfome lança campanha “Verão de Descontos” com até 50%
Para incentivar o consumo na sua plataforma durante o verão, o app de delivery aiqfome, pioneiro no Brasil e líder no interior, lança a campanha de marketing “Verão de Descontos”, a ação promocional oferece até 50% OFF em produtos selecionados. Válida até o dia 31 de janeiro, a iniciativa abrange todas as culinárias disponíveis no aplicativo. Segundo uma pesquisa recente produzida pelo aplicativo, no último verão foi constatado uma queda de 20% na culinária de “caldos” e 12% na culinária “sopas”, em relação a primavera, dando o protagonismo para a categoria de itens gelados, como bebidas, sorvete, milkshake, sucos, cervejas e o açaí. Os preparos com o fruto amazônico, inclusive, ocupam o 5º lugar no ranking de produtos mais pedidos no interior. Outro dado que corrobora a ação neste mês de janeiro é a expectativa de que essa estação seja ainda mais quente do que foi registrado no ano passado. Isso porque, segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), o verão de 2024/205 foi considerado o 6º mais quente do Brasil desde 1961. “O açaí é o quinto produto mais pedido por delivery no interior do Brasil pelo nosso app. No ano passado, nossa plataforma registrou um aumento de pedidos durante o Dia do Açaí, que é em setembro. Não é novidade que ele é um dos responsáveis por consolidar e tracionar o crescimento do sistema de entregas do país, e acredito que boa parte desse sucesso esteja relacionado a praticidade de consumo, em qualquer lugar e ocasião, como também por ser um super alimento com bom custo x benefício”, comenta Igor Remigio, CEO e cofundador do aiqfome. Os interessados em aproveitar as ofertas especiais da campanha “Verão de Descontos” devem ficar atentos à plataforma, que irá programar notificações para que os consumidores não percam nenhuma oportunidade. O app do aiqfome está disponível gratuitamente para download na APP Store e Play Store e abrange mais de 700 cidades espalhadas pelo interior do Brasil.
Núcleo renova pelo oitavo ano contrato com a Ajinomoto para campanhas de incentivo
A Núcleo, agência especializada em marketing de incentivo e promocional, anuncia a renovação de sua parceria com a Ajinomoto, consolidando oito anos consecutivos de atuação à frente das campanhas de incentivo da companhia no Brasil. De abrangência nacional, o projeto seguirá ativo até março de 2027 e tem como foco o engajamento e a performance dos times de Vendas Direta, Vendas Indireta e Merchandising, considerados estratégicos para os resultados do negócio. Ao longo dos anos, a Núcleo tem sido responsável pelo planejamento, desenvolvimento e execução das campanhas, que se destaca pelo alto nível de impacto nos diferentes canais de venda da Ajinomoto. A renovação reforça a confiança da marca na capacidade da agência de criar soluções consistentes, alinhadas à estratégia comercial e à cultura da companhia, além de entregar resultados sustentáveis por meio do incentivo. Mais do que uma campanha de reconhecimento, o projeto atua como uma plataforma contínua de relacionamento com os públicos internos e parceiros comerciais, combinando mecânicas de incentivo, comunicação clara e ações promocionais pensadas para estimular engajamento, pertencimento e superação de metas em escala nacional. Para Tiago Cabral, CEO da Núcleo, a renovação simboliza uma parceria construída com base em estratégia, escuta ativa e visão de longo prazo. “Ao completar oito anos ao lado da Ajinomoto, reafirmamos uma convicção muito forte dentro da Núcleo, pois as campanhas de incentivo só fazem sentido quando são pensadas como parte do negócio e não como uma ação pontual. Nosso papel é traduzir os objetivos da marca em experiências que mobilizem pessoas de verdade, respeitando a complexidade de uma operação nacional e, ao mesmo tempo, criando proximidade com cada time envolvido. Essa renovação é resultado de um trabalho feito com profundidade, consistência e parceria real”, afirma o executivo
Rennova® lança Super App e revoluciona o relacionamento com clientes e parceiros do setor de estética
A Rennova®, multinacional brasileira referência em inovação e tecnologia na beleza e saúde estética, anuncia o lançamento do Rennova® App, plataforma digital criada para integrar toda a jornada do cliente — do relacionamento ao pós-venda — em um único ecossistema conectado ao Salesforce, CRM oficial da companhia. Desenvolvido pela área de Inovação da Rennova®, o aplicativo marca um novo capítulo na transformação digital da marca, oferecendo uma experiência unificada, inteligente e personalizada para médicos, distribuidores e profissionais da estética. “O lançamento do Rennova® App é um marco importante para o mercado de beleza estética. A plataforma nasce como um verdadeiro hub de relacionamento, eficiência e dados, traduzindo nossa visão de futuro, conectando pessoas, negócios e oportunidades dentro de uma mesma experiência digital”, afirma Leonardo Rezende, CEO da Rennova® e Nutriex®. Integrado de forma nativa ao Salesforce, o aplicativo Rennova® centraliza informações estratégicas e automatiza processos de vendas, fidelização, eventos, financeiro e comunicação — ampliando a autonomia e a produtividade dos usuários. Na primeira fase, prevista para o Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo – CIOSP 2026, que acontece de 28 a 31 de janeiro, o super app reunirá toda a experiência de eventos e congressos da Rennova® em um único ambiente digital. A plataforma permitirá visualizar a programação completa, confirmar presença e gerar ingressos digitais personalizados — tudo com poucos cliques e na palma da mão. Durante o CIOSP, o aplicativo, por meio do módulo de Eventos, será utilizado para o check-in dos clientes nas aulas, no espaço VIP e também na festa oficial, proporcionando mais agilidade, organização e uma experiência integrada ao público. O aplicativo disponibilizará ainda uma jornada completa que inclui uma tela inicial dinâmica, com vídeos institucionais, campanhas, lançamentos e notícias segmentadas por especialidade, além de um módulo de compras B2B que permitirá pedidos diretos com os mesmos preços e condições atuais, acompanhamento logístico em tempo real e notificações automáticas. Os usuários também poderão atualizar seus dados cadastrais, consultar histórico de pedidos e notas fiscais. O módulo financeiro possibilitará o acompanhamento de boletos, notas fiscais e a compra/assinatura do “Rennova® Club”, clube assinaturas da Rennova®. Entre os principais diferenciais do aplicativo da Rennova® está a experiência digital unificada, que reúne em um só ambiente as funcionalidades de compras, eventos, fidelização e financeiro. A plataforma garante mais autonomia aos usuários, permitindo que realizem atualizações, acompanhamentos e compras sem necessidade de intermediários. O projeto reforça o posicionamento da Rennova® como uma marca moderna, tecnológica e comprometida em oferecer experiências digitais de ponta ao mercado estético. O Rennova® App é resultado de um trabalho conjunto entre as áreas de Inovação, Tecnologia da Informação, Projetos & Processos, Marketing, Canais Digitais, Comercial e Financeiro, em parceria com a consultoria técnica TAAK, responsável pelo desenvolvimento e pelas integrações com o Salesforce e o SAP. Após o lançamento das primeiras funcionalidades no CIOSP 2026, o super app da Rennova® seguirá como um ecossistema vivo, incorporando novas fases de expansão até 2027. Com isso, a plataforma se consolidará como o principal ponto de conexão entre a marca e o mercado, fortalecendo o relacionamento com médicos, distribuidores e profissionais de estética em toda a sua jornada.
TIM é a marca mais comentada do Festival de Verão Salvador combinando tecnologia, creators e BBB
Com uma estratégia focada em ativações tecnológicas, estímulo à criação de conteúdo e reforço do seu patrocínio ao BBB 26, a TIM foi – pelo quarto ano consecutivo – a marca mais comentada na 25ª edição do Festival de Verão Salvador. O volume de menções à operadora nas redes sociais foi 15 vezes superior ao da segunda colocada, segundo dados da plataforma Sprinklr. Um dos pilares desse engajamento foi a Casa Creators. Concebido como um hub estratégico de produção de conteúdo, o espaço atraiu o público com workshops liderados por influenciadores, que ensinaram desde como “produzir um reels bombado” até ampliar o engajamento nos vídeos curtos. Passaram pelo espaço nomes como Nicole Bahls, Dani Calabresa, Gretchen, Pepita e Pedro Bonvivant. A sinergia com BBB 26 também amplificou as conversas em torno da marca. A TIM patrocina o reality pela primeira vez e trouxe para suas ações no Festival de Verão participantes icônicos de diferentes edições do programa. Aline Mattos, Alan Passos, Elana Valenaria, Gleici Damasceno, Gizelly Bicalho, Isabelle Nogueira e Fernanda Bande interagiram com o público e levaram para o evento um pouco do “clima” da casa mais vigiada do Brasil. No estande, as ativações combinaram música e tecnologia e – somadas com as ações da Casa Creators – atraíram mais de 5 mil pessoas. No TIM Music Studio, uma plataforma de Inteligência Artificial para reuniu vozes em um karaokê embalado por hits como “Eva”, “Evidências”, “País Tropical”, “Já sei namorar” e “Canto da Cidade”. Já no Desafio do TIMBAL, os participantes precisavam acertar a batida de “Faraó”, de Ivete Sangalo, em um instrumento equipado com sensores. 5G da TIM lidera tráfego de dados A infraestrutura para o festival também atingiu novos patamares. Durante os dois dias de shows, clientes da TIM movimentaram 4,75 terabytes de tráfego de dados na Arena FV. O volume equivale a assistir vídeos em alta definição na internet por mais de 14 mil horas – um ano, sete meses e 18 dias de exibição contínua. Desse total, 51% passaram pela rede 5G, confirmando a eficiência da rede e a rápida assimilação da tecnologia de quinta geração pelo público. O show de Ney Matogrosso liderou o ranking de conectividade, seguido pela apresentação do baiano Caetano Veloso. Os resultados evidenciam como grandes atrações impulsionam picos de uso e exigem redes preparadas para operar com estabilidade e baixa latência.
Cris Moraes Comunicação conquista a conta da Atom Educação, única empresa de educação financeira listada na B3
A Cris Moraes Comunicação Inteligente (CM), agência especializada em PR e assessoria de imprensa, anuncia a chegada da Atom Educação ao seu portfólio de clientes. Com mais de 10 anos de atuação, a Atom é a única empresa de educação financeira listada na B3, referência nos segmentos de mercado financeiro, investimentos e formação de traders. A marca integra o ecossistema brasileiro Atom e, junto ao CEO Kim Paiffer, passa a contar com a expertise da CM para fortalecer sua autoridade, credibilidade e visibilidade na mídia, em um novo momento estratégico do negócio. A agência será responsável pelo planejamento e execução das estratégias de comunicação, relacionamento com a imprensa e influenciadores. “Ter uma empresa de capital aberto no nosso portfólio representa um marco importante para a consolidação da agência. A Atom entende o papel estratégico do PR na construção de reputação, especialmente em um momento de expansão”, afirma Cris Moraes, fundadora da CM Comunicação, que também foi head comunicacional da Expo Money, maior evento de educação financeira do país, com retorno previsto para 2026. Fundada em 2015, a Atom é um dos maiores ecossistemas do mercado financeiro da América Latina e expandiu sua atuação para a educação por meio da Atom Educação. “Acreditamos que a comunicação tem um papel fundamental na disseminação do conhecimento e na educação da sociedade, aspectos fundamentais da Atom. Nos unirmos ao time da Cris Moraes é mais um passo em direção ao crescimento da marca e expansão do nosso propósito”, afirma Tamara Cacioli, Head de Marketing da empresa. Com sólida experiência em assessoria de imprensa e PR no mercado financeiro, a CM Comunicação atende empreendimentos de tecnologia, investimentos, educação, finanças, negócios e outros. A conta da Atom reforça o núcleo estratégico da agência voltado à comunicação corporativa e reputação de marca.
Rennova® terá o maior estande do CIOSP 2026 e mais de 20 lançamentos que prometem revolucionar o mercado de beleza estética
A Rennova®, multinacional brasileira referência em beleza estética, anuncia sua participação no Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP), que acontece entre os dias 28 e 31 de janeiro, no Expo Center Norte em São Paulo. A companhia leva ao maior congresso de odontologia do mundo o lançamento de mais de 20 produtos, uma estrutura de 1.092 m² que une uma robusta programação de educação científica continuada com os maiores profissionais do segmento. O foco da edição de 2026 está na convergência entre as vertentes Aesthetics e Tech. O CEO da Rennova® e Nutriex®, Leonardo Rezende, destaca que o evento vai ser histórico. “O CIOSP é o principal palco para apresentar as inovações da Rennova®. Neste ano, levaremos lançamentos que evidenciam a evolução do portfólio e refletem nosso compromisso com a ciência, a tecnologia e O Poder da Escolha, oferecendo aos profissionais e pacientes um portfólio mais amplo, seguro e eficaz”, afirma o executivo. Serão apresentadas as novidades que ampliam o portfólio da marca e a consolidam por oferecer o maior ecossistema de beleza do país, formado pelas unidades Rennova® Aesthetics, Rennova® Tech e Rennova® Care. A empresa também apresentará uma solução digital, o Super App, visando otimizar e potencializar a rotina clínica dos injetores. Para reforçar o compromisso com a educação continuada, o estande contará com três auditórios com programações simultâneos. Serão oferecidas 56 aulas gratuitas e 15 aulas pagas ao longo dos quatro dias, ministradas por nomes renomados da harmonização orofacial. Com capacidade para 115 ouvintes por sala, a programação inicia-se diariamente às 11h30. Com o objetivo de fomentar o relacionamento entre os profissionais e parceiros a Rennova® investiu em uma infraestrutura de hospitalidade que inclui um restaurante exclusivo no evento e, na agenda social, a tradicional Festa Rennova®, que, nesta edição, irá reunir cerca de 4 mil convidados. O evento de networking contará com atrações de peso, incluindo show do cantor Thiaguinho, no dia 29 de janeiro, no Vibra São Paulo. SERVIÇO Rennova® no 43º CIOSP Data: 28 a 31 de janeiro de 2026Horário: 10h às 20h (no dia 31, até as 18h).Local: Expo Center Norte, São PauloEstande: Pavilhão Branco – Estandes J31, L31, J51 e L51
Brasil lidera buscas por QR Code e se antecipa à substituição do código de barras no varejo global a partir de 2025
O modo de consumo global se modernizou e agora se prepara para encerrar um ciclo de mais de meio século na identificação de produtos, serviços e transações. O código de barras, que começou a ser utilizado comercialmente em 1974, será substituído gradualmente pelo QR Code, a partir de 2027. Nesse cenário, o Brasil constrói um espaço de protagonismo ao assumir a liderança no ranking de países interessados pela tecnologia de QR Code. Um estudo feito pela GS1 Brasil, organização promotora de padrões globais de identificação, revelou que, já em 2025, o número de buscas superou o de grandes potências como os Estados Unidos. A popularidade dessa tecnologia entre os brasileiros sugere que o mercado nacional terá vantagens para absorver essa mudança, visto que o volume de procura por informações associadas ao termo aponta para uma familiaridade iniciada por outras frentes digitais, mas fortalecida nos processos de modernização do varejo. Brasil se antecipa à substituição do código de barras para QR Code Com base no volume de buscas dos usuários no Google durante o mês de dezembro de 2025, a GS1 Brasil apurou que o Brasil está na primeira posição do ranking global de interesse pelo QR Code. A métrica nacional desbancou grandes mercados, como Estados Unidos, Índia, Tailândia, França e Alemanha. Uma das interpretações possíveis para essa circunstância é a estabilidade do processo de digitalização no varejo brasileiro e a aplicação desta tecnologia em serviços essenciais. As plataformas oficiais do Governo Federal, há anos, incorporaram o QR Code. Tal constância adianta a modernização anunciada para 2027. A posição de liderança que o Brasil conquistou frente a outras potências indica que o país pode centralizar as soluções digitais relacionadas ao consumo após o fim do código de barras. Essa vantagem de mercado, sustentada pelo comportamento do consumidor local, pode ser um diferencial a ser explorado. Impactos da transição histórica para QR Code Aposentar os códigos de barras será uma das maiores mudanças no varejo, de nível global, dos últimos 50 anos. Além do impacto visual, a transição vai afetar aspectos logísticos e operacionais. É esperado que se aumente a capacidade de armazenar, rastrear e processar os dados, melhorando a qualidade da experiência nas transações. Fato é que parte da consolidação do uso de códigos de barras se justificou devido à confiabilidade da tecnologia. Especialistas relatam que a taxa média de erro era de um a cada 400 mil leituras. Por isso, foi uma ferramenta que revolucionou as formas de consumo e contribuiu para a automação do atendimento, por exemplo. O QR Code, por sua vez, é um código bidimensional seguro e com capacidade de armazenamento superior que ainda consegue integrar o mundo físico ao digital em questão de segundos. Essa habilidade, em paralelo com o padrão de comportamento global, é fundamental para entender o movimento de transição de tecnologias. Atualmente, essa ferramenta pode ser acessada pela maioria dos smartphones e está presente em diferentes esferas e modalidades na sociedade. É possível encontrá-la como meio para acesso ou autenticação de informações, divulgação de produtos ou cardápios, entre outros. Dúvidas frequentes sobre o QR Code Apesar do alto interesse e da familiaridade, ainda existem perguntas que os brasileiros fazem sobre o QR Code. Em uma pesquisa complementar, com dados coletados a partir de métricas do Google de dezembro de 2025, a GS1 Brasil identificou três tópicos principais que falam sobre como ler, criar e compreender o significado do termo. Diante do teor das perguntas feitas pelos brasileiros no Google, é possível inferir que o Brasil atravessou uma alfabetização precoce do QR Code, o que reflete no destaque de nível mundial.
Bruna Simões reforça Mídia da WE
A agência We anuncia a chegada de Bruna Simões como Head of Media. A executiva, especialista em mídia digital, tem mais de 16 anos de atuação no mercado tanto em agências de propaganda (como FCB e Talent), quanto em plataformas digitais (como o Yahoo). Na We, a profissional responderá ao Chief Media Officer, Luca Lima, e dividirá com Julio Campos, já prata da casa, a direção geral da área de mídia que hoje conta com mais de 60 pessoas dedicadas ao atendimento de grandes anunciantes como EMS, Cacau Show, Shopee, Grupo Petrópolis, BYD, Bridgestone, Novibet entre outros. “Minha missão na agência é impulsionar a inovação através de um pensamento analítico e estratégico, traduzindo dados em resultados reais. Estou focada em conectar marcas a novas tecnologias e formatos que gerem valor, impacto e performance para os nossos clientes”, revela Bruna. Para o CMO, Luca Lima, “A chegada da Bruna é estratégica e está 100% alinhada com nosso plano de crescimento. Ela e o Júlio têm formações complementares que são essenciais para o nível de excelência das nossas entregas”.
Com mais de 5 shows confirmados, Camarote Euphoria se destaca na agenda do Carnaval 2026
Acompanhar os desfiles do Carnaval de São Paulo com visão privilegiada da avenida, gastronomia de alto nível, serviços de bem-estar e programação própria deixou de ser tendência para se consolidar como realidade em 2026. Em sua primeira edição no Sambódromo do Anhembi, o Camarote Euphoria estreia com a proposta de transformar a permanência do público no desfile em uma experiência contínua, confortável e integrada ao espetáculo. Instalado entre os setores G e H (um dos pontos mais estratégicos do sambódromo) o espaço permite acompanhar de perto a evolução das escolas de samba sem abrir mão de estrutura, fluidez e conveniência, fatores cada vez mais valorizados por quem passa horas imerso na programação oficial do Carnaval. O projeto foi concebido para acompanhar todos os ritmos da noite. Enquanto a avenida concentra os holofotes durante os desfiles, o camarote mantém dinâmica própria com shows ao vivo e trio elétrico interno, equipado com sistema de som e imagens, garantindo que a energia do Carnaval siga em alta também nos intervalos entre uma escola e outra. Outro destaque está nos serviços oferecidos. O Camarote Euphoria contará com open food premium assinado por chef renomado, com cardápio variado ao longo das noites, além de open bar com marcas premium. A experiência inclui ainda cadeiras de massagem, área de receptivo com maquiagem, cabelo e personalização de abadás, além de banheiros com padrão elevado de conforto, diferenciais que reforçam o cuidado com o público em uma programação que atravessa a madrugada. A ambientação traduz o conceito do projeto. Inspirada no encontro entre o dia e a noite, a cenografia aposta em cores quentes e espaços pensados para circulação, convivência e registros visuais, sem comprometer a visibilidade da avenida. Um mezanino com vista panorâmica está previsto para ser inaugurado após a comercialização dos primeiros lotes do setor térreo. Presente nos dias 13 e 14 de fevereiro, durante os desfiles do Grupo Especial, no dia 15, com o Grupo de Acesso, e no dia 21, no Desfile das Campeãs, o Camarote Euphoria se apresenta como parte do movimento de amadurecimento do Carnaval paulistano, que passa a valorizar não apenas o espetáculo, mas também a forma como o público vivencia a festa. A programação musical será comandada por Billy SP, Renato da Rocinha, Gica, Almirzinho e Leozinho Nunes, que assumem o palco nos intervalos dos desfiles, garantindo animação do primeiro ao último minuto do evento. Mais do que um novo espaço, o Camarote Euphoria propõe uma experiência em que proximidade, conforto e intensidade caminham juntos, em um dos endereços mais privilegiados do Sambódromo do Anhembi. Serviço — Camarote Euphoria 2026 Datas: 13, 14 e 15 de fevereiro + 21 de fevereiro (Desfile das Campeãs) Local: Sambódromo do Anhembi — Setores G e H, São Paulo Atrações confirmadas: Billy SP, Renato da Rocinha, Gica, Almirzinho e Leozinho Nunes Diferenciais: Open bar premium, open food, vista privilegiada, ativações, cenografia especial e área instagramável Vendas:Clique aqui Lotes disponíveis: Três primeiros lotes promocionais do térreo (limitados); mezanino com vendas liberadas após o encerramento dos lotes iniciais Classificação indicativa: 18 anos
Bazar do Bem une consumo consciente e impacto social em Santo André
Renovar o guarda-roupa, economizar e ainda transformar vidas: essa é a proposta do Bazar do Bem, mantido pelo Instituto Ficar de Bem, em Santo André. Com peças a partir de 5 reais, o espaço é um convite ao consumo consciente e solidário, onde cada compra se converte em apoio direto a projetos sociais voltados à proteção de crianças, adolescentes, mulheres, idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade no Grande ABC. Em funcionamento de terça a sexta-feira, das 9h às 16h, o bazar reúne uma grande variedade de itens em bom estado: roupas femininas, masculinas e infantis, calçados, bolsas, acessórios, brinquedos e muito mais. Tudo cuidadosamente selecionado para quem busca qualidade, preço acessível e propósito. Toda a renda arrecadada é destinada às ações sociais do Instituto. “Cada peça vendida aqui é revertida em cuidado, acolhimento e oportunidade para quem precisa”, destaca Roberta Martins, gerente de desenvolvimento institucional do Instituto Ficar de Bem. Entre as iniciativas beneficiadas estão as Casas de Acolhimento, que atualmente abrigam cerca de 80 crianças e adolescentes. Além das compras presenciais, o Bazar do Bem também realiza vendas online, pelo Instagram @ficardebem.bazar e pelo WhatsApp (11) 94829-0564, ampliando o alcance da iniciativa e facilitando o acesso do público. Quem deseja contribuir ainda mais pode doar itens diretamente no local, durante o horário de funcionamento, no endereço Rua Humberto Oliviere, 114 – Jardim Bela Vista, Santo André. Informações adicionais estão disponíveis no site www.ficardebem.org.br. Mais do que um bazar, o Bazar do Bem é a prova de que pequenas escolhas podem gerar grandes transformações.
Live debate o que recrutadores realmente avaliam em currículos e no LinkedIn
O que faz um candidato avançar rapidamente em um processo seletivo enquanto outros ficam pelo caminho, mesmo com experiência relevante no currículo? Esse é o tema da live “O que recrutadores realmente analisam”, que será realizada no dia 3 de fevereiro, às 18h30, no YouTube da Yellow. encontro reúne Daniel Monteiro, fundador da Yellow — consultoria mineira especializada em Executive Search — e Victoria Boaventura, psicóloga com mais de dez anos de atuação em Recursos Humanos e ampla experiência em recrutamento para a área de tecnologia. Durante a transmissão, os especialistas vão explicar, de forma prática, como recrutadores avaliam currículos e perfis no LinkedIn, além de apontar erros comuns que eliminam candidatos logo nas primeiras etapas. Daniel Monteiro é formado em Engenharia, com MBA em Gestão e pós-graduação em People Analytics, além de atuar como investidor da YAPP e People Advisor na Hiker Venture Capital. Já Victoria Boaventura é mentora de carreiras, possui pós-graduação em Liderança, Inovação e Gestão 4.0, acumula passagens por startups, empresas de médio e grande porte e multinacionais, e soma mais de 112 mil conexões no LinkedIn. A live é voltada a profissionais em transição de carreira, em busca de recolocação ou interessados em aprimorar o posicionamento profissional no mercado. A participação é gratuita e aberta ao público. Serviço: Data: 03/02 –– terça-feira Horário: 18h30 Local: YouTube Yellow
SINAPSES estreia em fevereiro como a primeira série do mundo produzida inteiramente com inteligência artificial
A série SINAPSES marca um feito inédito no audiovisual contemporâneo: trata-se da primeira série do mundo produzida integralmente com inteligência artificial, da concepção visual à trilha sonora, geração de imagens e vídeos. Criada e dirigida por Eduardo Pardell — pioneiro no Brasil em produção audiovisual com inteligência artificial aplicada à comunicação de marca e fundador da AKA Stars —, SINAPSES acompanha a trajetória de um homem que revisita momentos quase esquecidos da própria vida e percebe como essas experiências se conectaram para definir quem ele se tornou. A narrativa frenética e bem-humorada se constrói a partir de memórias fragmentadas, propondo uma reflexão sobre tempo, identidade e a forma como damos sentido à vida apenas em retrospecto. PRODUÇÃO SINAPSES foi produzida por uma equipe de apenas duas pessoas, explorando a inteligência artificial como ferramenta criativa central. Um elemento fundamental do processo foi a pesquisa iconográfica aprofundada, baseada em fotografias pessoais, referências históricas, figurinos, objetos e paisagens de cada época retratada, garantindo coerência visual, precisão temporal e fidelidade emocional. O projeto combina essa pesquisa iconográfica com a geração de imagens e vídeos por IA, trilha sonora original e design sonoro autoral, utilizando a tecnologia não para inventar aleatoriamente, mas para reconstruir memórias de forma controlada e sensível. A série assume as imperfeições, lacunas e distorções próprias da memória como parte de sua linguagem estética, incorporando essas variações como elemento narrativo e expressivo. Assista ao Trailer: FICHA TÉCNICA Formato: Série. Gênero: Drama / Comédia. Estreia: 1º de fevereiro de 2026. Novos episódios todos os domingos. Plataforma: YouTube Canal oficial: https://www.youtube.com/@Sinapsestv CRÉDITOS PRINCIPAIS Criação, Direção, Argumento, Roteiro e Voz: Eduardo Pardell Sound Design: Lorenzo Pardell Produção: Aka Stars (https://akastars.com.br/) MINIBIO EDUARDO PARDELL Linkedin: https://www.linkedin.com/in/eduardo-pardell-8544221/ Eduardo Pardell é diretor brasileiro e fundador da Aka Stars (https://akastars.com.br/), estúdio de IA que combina talento humano e tecnologia em sintografia, AI films, AI music e projetos especiais. Desde 2021, é um dos pioneiros no uso de inteligência artificial na produção audiovisual, explorando imagens sintéticas, humanos digitais e novas linguagens visuais. Entre seus projetos recentes estão AI Squad (2024), a primeira plataforma no Brasil a licenciar a imagem de celebridades, influenciadores, atores e atletas como digital twins; Hub da Copa (2025), uma plataforma de criação de conteúdo em IA para marcas durante a Copa do Mundo FIFA 2026; e Chuteira (ainda inédita) a primeira minissérie vertical produzida com IA no Brasil. Os projetos podem ser vistos em: https://akastars.com.br/ Em 2023, recebeu menção honrosa no Stability Challenge com The Court, videoclipe musical em IA criado para o lançamento da turnê mundial I/O de Peter Gabriel. Pardell também dirigiu projetos experimentais e spec ads em IA para marcas como Bet Nacional, Campari, Motorola, Bacardi, Melitta, Bombay Sapphire e Aston Martin.
Atendimento inteligente vira vantagem competitiva e acelera o uso de IA no e-commerce em 2026
O início de 2026 consolida um movimento que vinha se formando nos últimos anos: o atendimento ao cliente passa a ser um dos principais fatores de competitividade no e-commerce. Em um ambiente cada vez mais imediato, multicanal e orientado à experiência, empresas que não respondem rápido — ou não respondem bem — perdem vendas, reputação e relevância. “Em 2026, o cliente não compara só preço ou produto — ele compara experiências. E a primeira delas é o atendimento. Se a resposta demora, a venda não acontece”, afirma Tiago Vailati, CEO da Loopia, plataforma especializada em Chat Commerce com Inteligência Artificial. Dados de mercado já indicam essa mudança de comportamento. Estudos globais apontam que mais de 70% dos consumidores esperam respostas em poucos minutos ao interagir com marcas em canais digitais, enquanto atrasos no atendimento elevam significativamente as taxas de abandono de carrinho e impactam a confiança na marca. Ao mesmo tempo, a conversa deixa de ser apenas suporte e passa a influenciar diretamente a decisão de compra. Nesse contexto, a Inteligência Artificial aplicada ao atendimento ganha espaço não apenas como ferramenta de automação, mas como infraestrutura estratégica. Soluções baseadas em Chat Commerce permitem que empresas atuem 24 horas por dia, integrem múltiplos canais e mantenham consistência na experiência, mesmo em operações de grande escala. Segundo o executivo, a aceleração do uso de IA no atendimento está diretamente ligada à pressão por eficiência e conversão. “As empresas perceberam que não basta estar presente em vários canais. É preciso responder rápido, entender o contexto e conduzir a conversa até a decisão. A IA permite fazer isso de forma contínua, sem depender de horário comercial”, explica. Na prática, os resultados já aparecem. Operações que adotam agentes de IA no atendimento registram aumento médio de 50% na conversão de conversas em vendas, além de mais de 90% dos atendimentos resolvidos sem intervenção humana. O tempo médio de resposta cai para menos de 30 segundos, fator decisivo em ambientes como marketplaces e WhatsApp, onde a concorrência está a um clique de distância. Além da conversão, outro ponto crítico entra no radar das empresas: a reputação. Em marketplaces e redes sociais, a qualidade e a velocidade das respostas impactam avaliações públicas, ranqueamento e visibilidade. “Atendimento virou ativo reputacional. Uma operação lenta ou desorganizada não afeta só aquela venda, mas a percepção da marca como um todo”, destaca Vailati. O avanço da IA no atendimento também reflete uma mudança no papel dessas tecnologias dentro das empresas. Se antes eram usadas de forma pontual, agora passam a atuar ao longo de toda a jornada — do pré-venda ao pós-venda — integrando dados, histórico de interações e comportamento do consumidor. A tendência para 2026 é clara: atendimento inteligente deixa de ser diferencial e passa a ser pré-requisito competitivo. Empresas que tratam o relacionamento com o cliente como estratégia — e não apenas como custo — saem na frente em um mercado cada vez mais disputado, conversacional e orientado à experiência.
Novo livro “Comunicação Interna 4.0”, da Editora Aberje, defende centralidade do humano na ‘era das máquinas’
Em um cenário marcado pela hiperconexão, avanço acelerado da IA e sobrecarga de informações, a comunicação interna passa por uma transformação profunda. É nesse contexto que Adevani Rotter, especialista em comunicação organizacional, lança o livro Comunicação Interna 4.0 – Por que a era das máquinas exige comunicadores mais humanos, da Editora Aberje. A obra analisa como as novas tecnologias e a 4ª Revolução Industrial vêm redefinindo as práticas de comunicação interna nas empresas e propõe caminhos para integrar inovação tecnológica e centralidade do ser humano. No livro, a autora apresenta o conceito de Comunicação Interna 4.0, um modelo que busca modernizar as práticas comunicativas dentro das organizações, alinhando-as aos avanços tecnológicos e ao novo perfil dos colaboradores. Na visão da especialista, no contexto da Indústria 4.0, o comunicador precisa ir além da simples transmissão de mensagens, assumindo uma função cada vez mais estratégica de integração entre tecnologia e humanidade. “No panorama atual, os comunicadores precisam ir além de veicular informações. Eles têm o poder de conectar, integrar e humanizar a comunicação dentro das empresas, tornando-a mais eficiente e significativa, mesmo em um ambiente cada vez mais automatizado e orientado por dados”, resume Adevani. A evolução da Comunicação InternaNo livro, a autora detalha as transformações pelas quais a comunicação interna passou ao longo dos anos, dividindo-a em quatro fases: 1.0, 2.0, 3.0 e 4.0. A fase 1.0 representou a comunicação unidirecional, com formatos físicos como jornais murais; a 2.0 introduziu a interação dos colaboradores, principalmente pela conversa entre líder e liderado. Inicia-se a comunicação de mão dupla. “A fase 3.0, influenciada pela Web 3.0, trouxe a descentralização da geração de conteúdo e um maior foco na co-criação e no compartilhamento refletindo o que já acontece nas mídias sociais externas, nas quais as pessoas são também emissoras e produtoras de conteúdos”, explica. Os 3 pilares da Comunicação Interna 4.0Para a especialista, uma comunicação interna eficaz, alinhada às demandas da era 4.0, precisa se estruturar sobre três pilares centrais. O primeiro é a curadoria, ligada à capacidade de filtrar, interpretar e priorizar informações em meio ao excesso de conteúdos. O segundo é a experiência, que valoriza vivências reais, conexões emocionais e o engajamento dos colaboradores. Já o terceiro pilar é a governança, responsável por entender se o que foi conversado e comunicado geraram transformações nas pessoas. “Esse modelo permite mais foco, clareza e sentido em um ambiente marcado pelo excesso de informações e acesso à tecnologia que temos atualmente”, comenta. Humanização da comunicação na era digitalEm um contexto cada vez mais orientado por dados, algoritmos e automação, Adevani reforça que a comunicação com propósito se torna um diferencial competitivo para as empresas.O avanço tecnológico amplia a responsabilidade dos comunicadores, que passam a atuar como mediadores de confiança, narrativa e experiência. “Comunicar não é apenas informar, mas cuidar da experiência do colaborador e fortalecer a cultura organizacional”, destaca. A obra propõe uma reflexão sobre o papel estratégico da comunicação interna em tempos de transformação acelerada, defendendo que, mais do que gerir canais e conteúdos, as empresas precisam humanizar suas interações. Ao longo do livro, Adevani mostra como a comunicação pode contribuir para ambientes mais conectados, engajados e coerentes com os valores organizacionais, mesmo em um cenário cada vez mais digital.
Moncloa firma parceria com a Warner Bros. para a estreia de “O Morro dos Ventos Uivantes”
A Moncloa, marca brasileira referência em chás premium, firmou uma parceria com a Warner Bros. para a estreia de Morro dos Ventos Uivantes, releitura cinematográfica de uma das histórias mais icônicas da literatura mundial. Dirigido e roteirizado por Emerald Fennell, o longa chega aos cinemas brasileiros no dia 12 de fevereiro, com Margot Robbie e Jacob Elordi no elenco principal. A colaboração conecta o universo intenso e atmosférico do clássico literário ao ritual sensorial do chá, propondo uma experiência que vai além da tela. Os consumidores da marca podem participar de uma promoção especial nos shoppings que contam com unidades Moncloa e salas de cinema. Durante o período de lançamento do filme, consumidores que comprarem duas latas de chá da marca ganham um ingresso para assistir ao Morro dos Ventos Uivantes. “Acreditamos que o chá é um convite à pausa, à imaginação e à conexão emocional: elementos que dialogam diretamente com a atmosfera de Morro dos Ventos Uivantes. Essa parceria com a Warner Bros. nasce do desejo de criar experiências que vão além do produto, unindo narrativa, sensorialidade e cultura”, afirma Eduardo Caldeira, CEO da Moncloa. A promoção é válida por tempo limitado em todas as lojas Moncloa. Sobre o filme Da Warner Bros. Pictures e da cineasta vencedora do Oscar e do BAFTA, Emerald Fennell, chega “O Morro dos Ventos Uivantes”, estrelado pela indicada ao Oscar e ao BAFTA Margot Robbie, ao lado do indicado ao BAFTA Jacob Elordi. O filme também conta com a indicada ao Oscar Hong Chau, Shazad Latif, Alison Oliver, o vencedor do BAFTA Martin Clunes e Ewan Mitchell. Fennell dirige a partir de seu próprio roteiro. Os produtores são o indicado ao Oscar e vencedor do BAFTA Josey McNamara, Fennell e Robbie. Sara Desmond e o indicado ao Oscar Tom Ackerley assinam a produção executiva. Warner Bros. Pictures e MRC apresentam uma produção da Lie Still & LuckyChap Entertainment, um filme de Emerald Fennell, “O Morro dos Ventos Uivantes”. Distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme chega aos cinemas em todo o país em 12 de fevereiro de 2026. LOJAS PARTICIPANTES: Shopping Eldorado – Av. Rebouças, 3970 – Pinheiros – São Paulo Shopping Morumbi – Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Jardim das Acácias – São Paulo Beiramar Florianópolis – Rua Bocaiúva, 2468 – Centro – Florianópolis Shopping Pátio Batel – Av. do Batel, 1868 – Batel – Curitiba Park Shopping Barigui – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 600 – Mossunguê – Curitiba Jockey Plaza Shopping – Av. Victor Ferreira do Amaral, 2633 – Tarumã – Curitiba Mercado Municipal – Av. Sete de Setembro, 1865 – Centro – Curitiba Shopping Catuaí Cascavel – Av. Brasil, 3545 – Região do Lago – Cascavel Shopping Iguatemi Brasilia – Quadra CA 4, Lote 4 – Setor de Habitações Individuais Norte – Brasília DF
UFC faz estreia histórica no PARAMOUNT+
O Paramount+ acaba de anunciar a estreia histórica do UFC 324, realizado no último sábado, 24 de janeiro. O evento registrou quase cinco milhões de visualizações em streaming e alcançou mais de sete milhões de lares, tornando-se o maior evento exclusivo ao vivo da plataforma até o momento. O UFC 324 também chegou a mais residências do que qualquer outro evento ao vivo do UFC nos últimos quase dez anos, considerando a soma de TV linear, broadcast e streaming (fonte: Adobe Analytics e Nielsen Media). Com distribuição nos Estados Unidos e na América Latina, os fãs puderam acompanhar o evento de forma integrada, incluído na assinatura do Paramount+, sem custo adicional de pay-per-view. Com o cenário montado na T-Mobile Arena, em Las Vegas, o evento entregou uma noite de ação ininterrupta, coroada por uma luta principal eletrizante. O veterano do UFC Justin Gaethje venceu o astro em ascensão do Reino Unido Paddy Pimblett por decisão unânime, em um duelo equilibrado que já vem sendo apontado como forte candidato a Luta do Ano. A vitória garantiu a Gaethje o cinturão interino dos leves e abriu caminho para um possível confronto com o atual e invicto campeão peso-leve do UFC, Ilia Topuria. Destaques de audiência* Fonte: Adobe Analytics e dados de parceiros de distribuição Média de audiência ao vivo por minuto / visualizações em streaming (card principal): 4,96 milhões Lares globais alcançados: 7,18 milhões (não considera co-viewing) Pico de streams simultâneos: 5,93 milhões (não considera co-viewing) Destaques Mídias Sociais* Fonte: Social Content Ratings, 24/01/26, Live, Linear Window; Talkwalker 1/24-1/25/26 #UFC324 vs 12/6-12/7/25 #UFC232; Source: https://trends24.in/, 1/24/26, Worldwide Evento mais comentado da noite entre TV aberta, TV paga e streaming, com 5,5 milhões de interações sociais apenas na luta principal; Transmissão exclusiva com mais engajamento social da história do Paramount+ Trending Topic #1 no X por seis horas consecutivas em nível global; Menções: 186 mil, crescimento de 127% em relação ao UFC 323; Para promover o UFC 324, a Paramount ativou toda a força do portfólio Paramount Skydance, conhecido como “Paramount One”, alcançando o público por diferentes frentes, incluindo ações de cross-promotion com a série Landman, integrações com a CBS, entre outras iniciativas. A oferta do UFC no Paramount+ nos Estados Unidos e na América Latina garante aos assinantes acesso a todos os eventos numerados do UFC sem cobrança de pay-per-view, além de aproximadamente 30 eventos UFC Fight Night por ano, programas exclusivos como Dana White’s Contender Series e The Ultimate Fighter, além de conteúdos de bastidores desenvolvidos para enriquecer a experiência dos fãs nas noites de luta. Próximo evento: Neste sábado, 31 de janeiro, direto de Sydney, Austrália, o UFC 325: VOLKANOVSKI x LOPES II será transmitido ao vivo no Paramount+, com o card principal a partir das 23h (horário de Brasília). Os fãs podem acompanhar @ParamountPlus e @ParamountUFC para atualizações sobre próximos eventos e destaques. Fonte: métricas do Paramount+ via Adobe Analytics e dados de parceiros de distribuição. *** Sobre a Paramount, a Skydance Corporation A Paramount, a Skydance Corporation (Nasdaq: PSKY), é uma companhia global de mídia e entretenimento de nova geração, líder no setor, composta por três segmentos de negócios: Studios, Direct-to-Consumer e TV Media. O portfólio da companhia reúne marcas lendárias, incluindo Paramount Pictures, Paramount Television, CBS – o canal de TV mais assistido dos Estados Unidos – CBS News, Nickelodeon, MTV, BET, Comedy Central, Showtime, Paramount+, Pluto TV, além das divisões de Animação, Cinema, Televisão, Interativo/Jogos e Esportes da Skydance.
Brasileiro que criou campanhas icônicas para Nike e adidas lança livro sobre como transformar clientes em fãs
“As marcas mais amadas do mundo não tem apenas clientes – elas têm fãs.” É através dessa ideia central que o executivo global de branding e growth Fábio Tambosi escreveu “FANDOM – Como transformar clientes em fãs que impulsionam a sua marca”. A obra já foi lançada na Europa e nos Estados Unidos e chega em 2026 no Brasil. No livro, Fábio traz exemplos dos principais cases de sucesso que capitaneou enquanto construiu carreira sólida em gigantes como Nike, adidas, Nokia, Saucony, OneFootball e ESL FACEIT Group. Em “FANDOM”, Tambosi mostra por que o crescimento sustentável das marcas não depende apenas de produtos ou campanhas, mas da capacidade de criar conexões emocionais e comunidades engajadas. O fandom – junção das palavras em inglês ‘fan’ (fã) + ‘kingdom’ (reino) – é a força que transforma consumidores em defensores e marcas em movimentos culturais. “Fui responsável por campanhas que vivem até hoje no imaginário dos fãs, como ‘Ready For Sport’ (adidas) com Lionel Messi, Mo Salah, Siya Kolisi, James Harden e David Beckham, ‘The Switch’ (Nike) com Cristiano Ronaldo, “Play Free” (Joga Solto) com o Ronaldinho Gaúcho e “Live Legendary” para a ESL. O que elas têm em comum? Nenhuma delas dependia do produto para vender; elas criaram identidade. Esses ícones transformaram audiência em uma comunidade blindada contra a concorrência. O livro FANDOM ensina como sua marca pode parar de alugar a atenção do cliente e gerar crescimento sustentável, mesmo sem ser uma marca esportiva.” – Fabio Tambosi, executivo de marketing, professor e escritor Segundo o autor, “fãs não apenas compram. Eles acreditam, compartilham valores e integram as marcas às suas próprias identidades. Este livro explora a psicologia por trás desse comportamento e apresenta caminhos práticos para ativar essa dinâmica de forma estratégica”. Com estudos de caso globais e frameworks aplicáveis, “FANDOM” é um guia claro e direto para criar narrativas autênticas, experiências relevantes e lealdade de longo prazo. Em um mundo saturado de mensagens, poucas marcas conquistam devoção. FANDOM é para quem quer construir marcas que as pessoas não apenas escolhem, mas defendem com orgulho. “Muitas empresas no Brasil ainda confundem fidelidade com programas de pontos ou cashback. Isso é transação, e quem vem por preço, vai embora por preço. A aplicação prática do FANDOM começa quando a marca para de tratar o cliente apenas como alvo e o convida para ser um sócio emocional do negócio. Para fidelizar de verdade, é preciso oferecer protagonismo: ouvir, co-criar e dar ao cliente um papel ativo. Quando o consumidor se sente ‘dono’ da comunidade, ele não troca sua marca pela concorrência.” – Fabio Tambosi, executivo de marketing, professor e escritor “FANDOM” ainda traz os seguintes aprendizados aos leitores: Por que fandom é a nova vantagem competitiva para marcas que querem crescer com relevância. Como transformar clientes em comunidades engajadas, leais e ativas. Os fundamentos psicológicos por trás de pertencimento, identidade e devoção à marca. Como criar narrativas e experiências que geram conexão emocional real. Frameworks práticos para mensurar, sustentar e escalar lealdade ao longo do tempo. Elogios ao livro: “O FANDOM eleva o nível do que significa ser uma grande marca. O novo padrão é cultivar fãs, não apenas clientes. Já estou aplicando isso em todo o meu trabalho.” – Shawn Cahill, ex-Nike, Saucony e Co-Fundador da Retreat45 “O FANDOM é o playbook definitivo. O Fábio mostra como transformar clientes em fãs cria a estratégia vencedora para um sucesso duradouro.” – Hannah Shevell, Diretora Geral da AKQA Amsterdam “Um livro incrível e muito impactante, na minha opinião. Especialmente a parte com os itens práticos. Perfeito.” – Tomas Peterson, ex-General Manager da Footlocker Europa
Dia da Privacidade de Dados e a maturidade da governança no Brasil
Por Ana Carla Martins Netto À medida que entramos em 2026, as organizações brasileiras lidam com um ambiente de dados marcado pelo aumento de incidentes cibernéticos e pela consolidação regulatória proporcionada pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e pela atuação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Nesse contexto, o Dia da Privacidade de Dados se torna um momento estratégico para que conselheiros e executivos reforcem a responsabilidade corporativa e demonstrem maturidade na forma como tratam e gerenciam informações. A LGPD colocou no centro da agenda temas como minimização de dados, ciclo de vida da informação, segurança, governança e accountability. Eventos recentes em diversos setores mostraram de forma clara que o risco à privacidade cresce à medida que as empresas acumulam grandes volumes de dados não gerenciados, não classificados e obsoletos, muitas vezes sem finalidade ou base legal para sua manutenção. A partir de agora, evoluir além da segurança perimetral será determinante para elevar a maturidade em privacidade. Isso passa por uma visão completa do ciclo da informação, desde sua criação até a disposição segura e definitiva. Com dados não estruturados representando a maior parte da informação corporativa, as organizações precisam saber o que possuem, onde está armazenado e quem tem acesso. A convergência entre inteligência artificial e governança da informação amplia ainda mais o escopo de atenção, especialmente sob a ótica da LGPD. Controlar como modelos de IA utilizam dados para treinar, inferir ou transformar informações se torna essencial para evitar violações de princípios como finalidade, necessidade, adequação e segurança. Sem esse controle, as empresas correm o risco de reter dados além do prazo, permitir usos indevidos, prejudicar auditorias ou enfrentar dificuldades em investigações regulatórias. Diante desse cenário, três frentes se destacam no Brasil. A primeira é o fortalecimento da governança da informação e das políticas de retenção, conectando bases legais a práticas concretas de ciclo de vida, com eliminação sistemática de dados que não possuem mais propósito ou justificativa. Essa abordagem reduz a exposição desnecessária e contribui diretamente para a maturidade em privacidade. A segunda é a continuidade da transformação digital acompanhada de práticas de armazenamento seguro, com foco em descobrir, classificar e reduzir o “data sprawl” para proteger dados sensíveis em ambientes híbridos, desde acervos físicos e sistemas legados até plataformas em nuvem. A terceira é a adoção de processos auditáveis de eliminação segura de documentos, mídias e ativos de TI, já que manter informações além do necessário viola princípios da LGPD e amplia a superfície de ataque em caso de incidentes. Essa combinação reduz um dos fatores de risco mais negligenciados nas organizações: os dados redundantes, obsoletos e triviais (ROT). Ao remover ROT, as empresas diminuem a possibilidade de vazamentos, reduzem custos de armazenamento e de e-discovery e evitam que informações sensíveis permaneçam além de sua finalidade ou base legal. O resultado esperado é menos informação exposta, maior conformidade com a LGPD, mais confiança de clientes, parceiros e reguladores e um terreno mais sólido para iniciativas de inteligência artificial, já que dados sensíveis chegam classificados, tratados e governados aos fluxos analíticos ou generativos. O Dia da Privacidade de Dados 2026 reforça uma mudança relevante no Brasil. Privacidade, governança e resiliência deixaram de ser apenas temas técnicos e passaram a ser indicadores acompanhados pelo conselho e determinantes para o valor reputacional e econômico das empresas. Organizações que tratam a informação de forma completa, da criação à eliminação, estarão mais bem preparadas para proteger pessoas, preservar valor e sustentar sua competitividade em um ambiente regulatório e tecnológico cada vez mais exigente. Ana Carla Martins Netto é diretora-geral da Iron Mountain Brasil. Reconhecida por liderar grandes projetos de transformação digital, Data Analytics e Inteligência Artificial, também acumula passagens pelas empresas IBM e Meta IT.
Certificação ITIL mantém relevância na era da IA e automação
Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e da Milldesk Help Desk Software No rastro da inteligência artificial e da proliferação de ferramentas no-code, empresas estão automatizando tarefas numa velocidade inédita. Mas a pressa com que se constroem fluxos esbarra num ponto que a tecnologia, sozinha, não resolve: maturidade operacional. Quando tudo parece funcionar por conta própria, frameworks como o ITIL voltam a ser o ponto de apoio silencioso que mantém as engrenagens no eixo. Criado nos anos 1980 e evoluindo continuamente, o ITIL (Information Technology Infrastructure Library) se consolidou como o principal conjunto de boas práticas em gestão de serviços de TI. Seu objetivo central sempre foi ajudar organizações a entregar serviços de forma eficiente e alinhada às necessidades do negócio, por meio de processos bem definidos. Em plena era da nuvem, ambientes híbridos e soluções de IA, o ITIL prova flexibilidade para continuar pertinente. A versão mais recente, ITIL 4, foi lançada já em contexto de transformação digital e incorporou conceitos que a tornam adequada a ambientes dinâmicos e automatizados. Além de princípios, o ITIL define práticas (antigos “processos”) que cobrem desde o gerenciamento de incidentes e problemas até gestão de mudanças, nível de serviço e ativos. Em um ambiente com elementos automatizados, essas práticas fornecem estrutura e padronização. Por exemplo, ferramentas de monitoramento com IA podem detectar anomalias de operação, mas é a prática ITIL de gerenciamento de incidentes que define como responder rapidamente a esses alertas para evitar impacto ao cliente. Da mesma forma, catálogos de serviço e acordos de nível de serviço (SLAs) — conceitos-chave do ITIL — continuam essenciais mesmo quando parte do atendimento é feita por chatbots ou agentes de IA. O resultado dessa combinação é uma TI mais resiliente: estudos indicam que empresas que adotam práticas do ITIL reportam melhorias na qualidade dos serviços, redução de falhas operacionais e maior satisfação dos clientes. Em ambientes híbridos, o ITIL funciona como uma “cola” que integra todos os componentes sob um vocabulário comum e processos bem definidos, facilitando a coordenação e a continuidade do serviço em meio a tantas mudanças. Certificação ITIL como parâmetro de maturidade em ITSM Em meio à proliferação de novas metodologias, a certificação ITIL permanece um dos principais indicadores de maturidade na gestão de serviços de TI (ITSM). Empresas maduras tendem a investir em profissionais certificados e na aderência aos processos do framework, pois reconhecem o impacto direto disso na qualidade operacional. Ter equipes certificadas em ITIL é visto como sinal de que a empresa valoriza a padronização e a melhoria contínua. Um ponto fundamental é que o ITIL serve de base para normas internacionais de qualidade em serviços, como a ISO/IEC 20000. Ao alinhar seus processos ao ITIL, as empresas acabam naturalmente atendendo a requisitos de compliance e governança. ITL e governança Para além da teoria, os benefícios práticos de uma abordagem madura baseada no ITIL são tangíveis. Empresas com processos de gestão de serviço bem definidos conseguem resolver incidentes mais rapidamente, evitar recorrência de problemas conhecidos e manter níveis de disponibilidade elevados. Uma base de conhecimento bem estruturada permite que a solução encontrada por um técnico seja reutilizada por toda a equipe, aumentando a taxa de resolução no primeiro contato e reduzindo custos de suporte. Na gestão de mudanças, uma forte governança evita que implantações automatizadas causem interrupções inesperadas – equilibrando agilidade com controle de risco. Tudo isso reflete maturidade operacional: menos “incêndios para apagar” e mais confiança dos clientes internos e externos de que a TI cumpre o que promete. Diante de tantas mudanças tecnológicas, a certificação ITIL permanece um balizador de qualidade e confiança. Empresas e profissionais certificados sinalizam ao mercado que dominam não apenas ferramentas pontuais, mas uma visão sistêmica da gestão de serviços. Em tempos de IA ubíqua e operações cada vez mais autônomas, esse olhar sistêmico é mais necessário do que nunca. Automação sem governança pode significar caos, enquanto automação guiada por boas práticas significa evolução com segurança. Por isso, o ITIL segue sendo adotado como lastro – um contrapeso experiente que assegura que a inovação traga resultados sem descarrilar processos críticos. Em um mercado em que a única constante é a mudança, ter um norte bem definido faz toda a diferença. Assim, a certificação ITIL se mantém não como uma relíquia do passado, mas como um investimento estratégico de futuro, capacitando profissionais e organizações a navegar nas ondas da automação com segurança. Em tempos de transformação acelerada, o ITIL segue como aquele princípio do bom marinheiro – ajuste as velas, mas não perca de vista o seu lastro. É ele que garante o equilíbrio e a direção certa em meio a qualquer tempestade tecnológica.
Inteligência artificial redesenha a eficiência logística global
por Rodrigo Costa, CTO & Head de Digital Business da Kron Digital A logística está entrando em uma nova era em que velocidade, precisão e previsibilidade definem o sucesso. A capacidade de analisar informações em tempo real e antecipar cenários transforma operações antes reativas em processos mais ágeis e estratégicos, capazes de se adaptar rapidamente às mudanças do mercado e às demandas do consumidor. Nesse contexto, o uso estruturado de dados passa a orientar decisões e a aprimorar continuamente a execução das operações. O avanço de modelos generativos e sistemas inteligentes amplia a visão operacional das empresas ao permitir a identificação precoce de situações críticas, a antecipação de falhas e a redefinição de rotas antes que impactos ocorram. A simulação de trajetos em tempo real combina variáveis como tráfego, condições climáticas, restrições operacionais e prioridades de entrega, oferecendo uma leitura mais ampla do ambiente operacional, que vai além do planejamento tradicional. À medida que essas operações se tornam mais dinâmicas, o processo decisório deixa de depender exclusivamente de estruturas fixas, permitindo ajustes de forma contínua, tanto nos processos logísticos quanto nas rotas, garantindo maior precisão e consistência nas ações, sem depender apenas de modelos tradicionais de planejamento. Operações orientadas por dados em tempo real Soluções de roteirização passaram a processar volumes muito maiores de informações em poucos segundos. O que antes exigia análises extensas agora acontece em poucos segundos, permitindo encurtar distâncias percorridas, reorganizar janelas de entrega e elevar a confiabilidade das operações. Os ganhos se refletem na eficiência operacional e na experiência percebida pelo cliente. Esse avanço também redefine a forma como variáveis como consumo de combustível e metas ambientais são incorporadas ao dia a dia. A análise simultânea de diferentes cenários, apoiada por dados históricos, informações climáticas e projeções preditivas, viabiliza escolhas mais equilibradas antes da definição dos trajetos. O resultado é uma operação mais eficiente, sustentável e alinhada aos objetivos estratégicos das organizações. Mesmo com esse progresso, a adoção plena dessas tecnologias ainda enfrenta desafios estruturais. A complexidade das operações e a coexistência de múltiplos sistemas dificultam a integração eficiente das soluções. Estudos da Gartner indicam que apenas uma parcela das empresas conta com uma estratégia clara para orientar o uso da tecnologia, o que mantém muitas iniciativas fragmentadas e com resultados limitados. A falta de padronização de dados e a resistência à mudança seguem como entraves relevantes. Sem investimentos consistentes em governança da informação, capacitação e revisão de processos, os benefícios tendem a se diluir. Para que a inteligência artificial gere resultados sustentáveis, é fundamental fortalecer a base de dados, alinhar fluxos internos e preparar as equipes para utilizar a informação de forma estratégica. Mercado avança para modelos mais inteligentes Apesar dos desafios, o movimento de transformação no setor segue em direção à modernização. A IDC projeta que investimentos globais em inteligência artificial alcançarão US$ 1,3 trilhão até 2029, impulsionados pela adoção de algoritmos de otimização, análise preditiva e sistemas de apoio à decisão baseados em dados operacionais. Esse avanço reforça a consolidação da tecnologia como parte central das estratégias de competitividade. Com a evolução dos modelos de análise e simulação e o crescimento contínuo do volume de dados, as operações logísticas ampliam sua capacidade de antecipar cenários e ajustar processos de forma contínua. As decisões passam a incorporar informações atualizadas, reduzindo a dependência exclusiva de dados históricos. Ao mesmo tempo, o planejamento tradicional dá lugar a estruturas capazes de se reorganizar diante das variações diárias, tornando o fluxo operacional mais consistente e adaptável. O movimento de transformação continuará acelerando nos próximos anos. Com o avanço da inteligência artificial e a ampliação do uso de dados nas decisões operacionais, a logística caminha para um modelo mais conectado, resiliente e preparado para lidar com a complexidade e a dinâmica do mercado atual.
Especialista diz que o consumidor não compra produtos, compra posicionamento
Com o início do Big Brother Brasil, não são só os participantes que entram em julgamentos. Suas falas, atitudes e posicionamentos viram combustível para debates intensos que ganham as redes – um fenômeno que, segundo especialistas em marketing, reflete exatamente como os consumidores avaliam marcas hoje: em tempo real, com senso crítico e pouca tolerância à incoerência. Para Arthur Fonseca, Head de Marketing da V4 Company, o BBB funciona, mais uma vez, como um grande laboratório de comportamento do consumidor. O reality evidencia que o público não consome apenas produtos ou serviços, mas valores, discursos e coerência. Em um cenário de excesso de informação e alta exposição, marcas são avaliadas constantemente pela forma como se posicionam diante de temas sociais. Segundo Fonseca, nem toda marca que entra em debates sociais é percebida como legítima. O consumidor identifica rapidamente quando um posicionamento é construído ao longo do tempo ou quando surge apenas para aproveitar um tema em evidência. Durante programas de grande audiência, como o BBB, esse olhar crítico se intensifica e contradições tendem a ganhar ampla repercussão. Outro ponto de atenção é o risco do chamado marketing de causa mal executado. Discursos vazios, campanhas desconectadas da prática e ações pontuais podem gerar efeito contrário ao esperado, resultando em crises de imagem, boicotes e perda de confiança por parte do público. Em um ambiente digital altamente reativo, erros de posicionamento ganham escala em poucos minutos. “O público não reage apenas ao que é dito, mas à coerência entre discurso e prática. Assim como no BBB, marcas que se posicionam de forma oportunista são rapidamente questionadas, enquanto aquelas que constroem narrativas consistentes ao longo do tempo tendem a gerar identificação e confiança”, afirma Arthur. Para o mercado, a lição é clara: posicionamento não pode ser campanha pontual. Em um ambiente de alta exposição e social listening constante, marcas que tratam causas e valores como estratégia — e não como oportunidade momentânea — constroem relevância sustentável. As demais correm o risco de virar alvo antes mesmo de virar desejo.
FITUR 2026: 10 insights de marketing necessários para o turismo global
A 46ª edição da FITUR – Feria Internacional de Turismo reafirmou o seu papel como o principal palco internacional para a leitura estratégica do turismo global. Realizada entre 21 e 25 de janeiro, em Madri, na Espanha, a feira reuniu mais de 255 mil visitantes. O evento contou com mais de 10 mil empresas de 161 países, 111 delegações oficiais e 967 expositores principais distribuídos em nove pavilhões. O impacto econômico estimado para a cidade superou os 505 milhões de euros, reforçando a dimensão estratégica do evento para o setor e para a economia dos destinos. Presente no evento para acompanhar de perto os movimentos do mercado, Thais Medina, especialista em Marketing e Comunicação para o Turismo e CEO da Agência Business Factory, analisou os conteúdos, painéis, ativações e projetos apresentados ao longo da feira e compartilha dez insights que se consolidaram ou ganharam força nesta edição, influenciando diretamente o planejamento de destinos, empresas e organizações do setor. 1. Segmentação por motivação e estilo de vidaO fortalecimento de áreas como FITUR 4all, dedicada ao turismo inclusivo; FITUR LGBT+, FITUR Lingua, voltado ao turismo idiomático; e FITUR Cruises, para o segmento de cruzeiros marítimos e fluviais, confirmou a fragmentação do mercado. As estratégias de marketing passam a ser desenhadas a partir de interesses, valores e estilos de vida específicos, exigindo abordagens mais precisas e personalizadas. O nicho continua sendo importante, mas a ultrassegmentação passa a ser essencial para uma marca se diferenciar. 2. Uso intensivo de dados e inteligência artificialOs debates no Fitur TechY mostraram que dados, automação e inteligência artificial já são parte estrutural das estratégias de marketing no turismo. A personalização em escala e a análise preditiva passaram a orientar campanhas mais eficientes e investimentos mais assertivos. 3. Integração entre experiências físicas e digitaisA combinação entre o presencial e o digital ganhou protagonismo. Recursos imersivos, plataformas interativas e conteúdos digitais passaram a complementar a experiência física, ampliando o engajamento do viajante antes, durante e após o roteiro. Isso ficou claro também com as ativações nos estandes, principalmente do Pavilhão da Espanha. 4. Construção de comunidades e defensores de marcaA FITUR 2026 evidenciou a transição do marketing transacional para estratégias focadas na construção de relacionamentos. Vender viagens é importante, mas, para isso, marcas e destinos que passam a investir na formação de comunidades, estimulando pertencimento, engajamento contínuo e advocacy, irão se sobressair cada vez mais. 5. Valorização do turismo local e de experiências autênticasHouve um crescimento expressivo de propostas baseadas na identidade dos territórios. Cultura, gastronomia, natureza e modos de vida locais passaram a ocupar papel central nas narrativas, respondendo à busca por experiências mais genuínas e conectadas ao destino. Com isso, o storytelling não pode ser ignorado, independente da categoria do seu negócio. 6. Inclusão e acessibilidade como valor estratégicoA agenda apresentada pelo FITUR 4all mostrou que acessibilidade não é mais apenas uma pauta social; ela integra a estratégia de mercado. Destinos acessíveis ampliam seu público potencial, fortalecem sua imagem e oferecem experiências mais completas. Apenas na Espanha, houve crescimento de 10% no número de turistas com mobilidade reduzida em 2025. 7. Comunicação estratégica como ativo de reputaçãoA realização da 1ª Cúpula Internacional de Comunicação e Turismo reforçou que comunicar deixou de ser apenas uma função operacional. Narrativas consistentes, alinhadas a dados, contexto e credibilidade, tornaram-se determinantes para a construção de confiança e para a proteção da reputação de marcas e destinos em um ambiente global cada vez mais exposto. 8. Conteúdo orientado à jornada do viajanteEspaços como o FITUR Experience evidenciaram a evolução do conteúdo, que passa a acompanhar toda a jornada do consumidor. O foco deixa de ser exclusivamente o destino e passa a incluir inspiração, planejamento, experiência e memória, com mensagens conectadas ao momento de decisão do viajante. 9. Sustentabilidade integrada ao posicionamento de marcaNa FITUR 2026, a sustentabilidade apareceu de forma transversal, integrada às estratégias de comunicação, produto e marca. Ou seja: nada de marketing verde. Destinos e empresas que incorporam práticas ambientais, sociais e econômicas de forma consistente continuam ganhando vantagem competitiva e maior relevância junto aos mercados emissores. 10. Marca-país como estratégia colaborativaA participação do México como “País Sócio” reforçou a importância das estratégias de marca-país baseadas em cooperação. O posicionamento internacional não pode ser isolado, havendo a necessidade de ser construído por meio de alianças entre governos, setor privado e instituições. “O Marketing no Turismo atravessa um processo de amadurecimento estratégico. As marcas que conseguirem integrar dados, tecnologia, comunicação e propósito estarão mais preparadas para construir relevância, reputação e competitividade sustentável no cenário global e local”, comenta Thais.
Com foco em experiência, Salton fortalece enoturismo durante a vindima
A Serra Gaúcha vive mais uma vindima, período que marca a colheita da uva e transforma a rotina da principal região produtora do país, intensificando o trabalho nas videiras e a movimentação do enoturismo. A Salton, vinícola mais antiga do Brasil em atividade e líder nacional no mercado de espumantes, reforça sua programação de experiências voltadas ao público. Com tours guiados que conectam o visitante à origem dos vinhos e espumantes, as experiências possibilitam que turistas do país todo degustem na taça o potencial do terroir brasileiro. Durante janeiro e fevereiro, os tours guiados ganham um atrativo especial: o público acompanha de perto a chegada da uva à vinícola, entregue por produtores parceiros ao longo de toda a safra. Em qualquer um dos tours, os visitantes têm a oportunidade de degustar rótulos elaborados pela Salton e entender os fatores que consolidaram a marca como líder nacional na categoria de espumantes. Já experiências como o acesso às caves subterrâneas e as vivências enogastronômicas na Adega Secreta contam com vagas mais limitadas. “Os tours da Salton podem ser realizados em qualquer época do ano e com qualquer clima. Mas, durante a safra, o visitante tem o diferencial de ver a uva de perto e vivenciar todos os processos da fruta na vinícola. É essa jornada que depois resulta em nossos espumantes e vinhos, hoje reconhecidos em todo o mundo”, destaca Luciana Salton, diretora executiva da vinícola. Mais do que uma oferta turística, o enoturismo ocupa um espaço estratégico para a vinícola. Em 2025, a Salton recebeu cerca de 35 mil visitantes em suas experiências. Para o presidente da vinícola, Mauricio Salton, a atividade tem papel fundamental na construção de relacionamento com o consumidor. “O enoturismo é extremamente relevante para a construção de marca, para a percepção de valor e para a experiência do consumidor com a Salton”, destaca. Com menu reformulado, Casa di Pasto Salton é opção de enoturismo nesta vindima Localizada na rota Caminhos de Pedra, em Bento Gonçalves (RS), a Casa di Pasto Família Salton integra as operações enoturísticas da vinícola e se apresenta como uma das opções de visitação também durante o período da vindima. O espaço conta, desde o final do ano passado, com um menu reformulado que aposta em uma cozinha contemporânea, com inspiração mediterrânea-oriental, valorizando ingredientes sazonais, produtos locais e uma leitura atual das raízes italianas da família Salton. Neste início de ano, a Casa di Pasto Salton oferece três noites especiais que celebram a colheita da uva, a cultura italiana e a excelência dos vinhos brasileiros: o Jantar Harmonizado Vindima 2026, que acontece nos dias 12 de fevereiro, 27 de fevereiro e 13 de março. A experiência reúne gastronomia, música e história em uma proposta imersiva, pensada para quem deseja vivenciar a vindima de forma autêntica. Para criar uma atmosfera acolhedora e festiva, a noite será embalada pela banda Cavatappi, com música italiana ao vivo. Ingressos à venda pela Wine Locals. Sob o comando do chef Gregori de Souza Costa, a proposta gastronômica da Casa di Pasto dialoga com os vinhos e espumantes da marca e reforça o papel da Casa di Pasto como espaço de convivência e experiências. Além da gastronomia, o local oferece ambientes como rooftop, mezanino, loja e bar, além de área externa com jardim, espaço kids e área pet friendly. Os brunchs mensais completam a programação enogastronômica disponível ao público durante todo o ano.
‘Tarde Nacional SP’, da Rádio Nacional, vence Prêmio APCA como Melhor Programa Cultural de Rádio
O programa Tarde Nacional SP, da Rádio Nacional, foi escolhido pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como Melhor Programa Cultural de Rádio de 2025. O anúncio foi realizado na noite desta segunda-feira (26), em assembleia geral realizada no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo. A 70ª cerimônia de premiação com a respectiva entrega dos troféus está prevista para maio, no Teatro Sérgio Cardoso, na capital paulista. “No ano que celebra 90 anos, a Rádio Nacional tem um primeiro presente que é esse prêmio importantíssimo da APCA. Parabéns a todos os funcionários envolvidos na produção do programa, que já é um exemplo de sucesso na comunicação pública. O prêmio também é um reconhecimento do vínculo que o Tarde Nacional SP, que estreou em 2024, já criou com o público de São Paulo – uma praça importantíssima que é prioridade desta gestão”, afirma o presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Andre Basbaum. O gerente-executivo de Rádios da EBC, Thiago Regotto, reforça que a conquista tem um significado especial por ser justamente nas celebrações em torno das nove décadas de existência da Rádio Nacional. “É o primeiro ano em que a emissora é indicada e já sai vencedora, com um programa que nasceu da força de vontade e da dedicação de dois profissionais da EBC, que produzem, apresentam e operam a atração. Esse trabalho foi fundamental para que a Rádio Nacional de São Paulo deixasse de ser apenas uma retransmissora e passasse a ser uma geradora de conteúdo local, em diálogo direto com a maior cidade da América Latina”, diz. No ar de segunda a sexta, de 15h às 17h, o Tarde Nacional SP é transmitido pelo dial da Rádio Nacional de São Paulo, em 87,1 FM. Os ouvintes de outras localidades também podem conferir a atração ao vivo no site e no app Rádios EBC. A produção radiofônica apresenta entrevistas, prestação de serviço, reportagens e agenda cultural com enfoque na Grande São Paulo. O programa também tem colunas com novidades musicais, achados da literatura e formação da identidade cultural da cidade. “O forte da Nacional FM é a cobertura cultural e temos nos esforçado para levar aos ouvintes a diversidade de vozes que marcam a música brasileira, desde artistas independentes até os grandes nomes da MPB. Também abrimos espaço na programação local para falar sobre cinema, literatura e teatro, dando um panorama da riqueza cultural da maior cidade da América Latina. Isso tudo temperado com a melhor música do mundo: a brasileira”, explica Victor Ribeiro, coordenador de Programação da Rádio Nacional São Paulo e apresentador do Tarde Nacional SP. “Estou feliz por ajudar a construir mais um pedacinho da história de uma das rádios mais importantes deste país. Uma rádio pública e da EBC! O Tarde Nacional SP busca ser um programa que dialoga com a população da maior cidade do país com música brasileira tradicional e contemporânea, além de oferecer jornalismo crítico, serviço, entrevistas com personalidades importantes da capital, e colunas de literatura, música alternativa, cinema e tecnologia”, complementa Guilherme Strozi, jornalista da EBC e que este à frente da atração radiofônica vespertina juntamente com Victor Ribeiro. Sem Censura venceu APCA em 2025 Este é o segundo ano consecutivo em que uma atração de emissora da EBC vence o Prêmio APCA. Em 2025, o Sem Censura, da TV Brasil, foi escolhido como Melhor Programa de Televisão. Apresentado por Cissa Guimarães, vai ao ar segunda a quinta-feira, ao vivo, das 16h às 18h, e tem edições especiais toda sexta-feira, no mesmo horário. Neste ano, a produção também esteve entre os finalistas do Prêmio APCA em sua categoria.
Suhai festival interlagos’ confirma datas das edições motos e automóveis para agosto de 2026
O maior evento de experiência motor do mundo já tem datas definidas. A Edição Motos vai acontecer entre os dias 13 e 16 de agosto deste ano, enquanto a Edição Automóveis está confirmada para o período de 27 a 30 de agosto. Ambos os eventos terão ingressos à venda a partir do dia 31 de março. Além da confirmação de datas, a outra grande novidade neste início de ano coube à assinatura do contrato dos organizadores pelos naming rights do evento com a Suhai Seguradora. Ele passa a se chamar Suhai Festival Interlagos, marcando um novo patamar da parceria entre a seguradora e o maior evento de experiências automotivas e motociclísticas da América Latina. Concebido para ser uma experiência única para apaixonados por motocicletas e automóveis, o Suhai Festival Interlagos 2026 deve atrair mais de 400 mil pessoas, entre motoristas e motociclistas, influenciadores, pilotos e entusiastas. No rol de expositores, as empresas confirmadas são montadoras (motos e carros), marcas de acessórios, peças, lubrificantes e outros nichos relacionados ao negócio. Além de reforçar sua atuação histórica na edição Moto, a Suhai Seguradora estreia como patrocinadora da edição Automóvel, ampliando sua presença no evento e aprofundando sua estratégia de posicionamento no universo do entretenimento e da experiência. Presente no Festival Interlagos desde 2023 como patrocinadora âncora da edição Moto, a Suhai Seguradora acompanha a evolução do evento e amplia, a cada ano, sua atuação junto ao público motociclista. “Nos últimos anos, o patrocínio ao Festival Interlagos teve um papel importante e contribuiu para a Suhai estreitar o relacionamento com o público motociclista, fazer parte do seu dia a dia e consolidar seu lugar de liderança no mercado de seguros para motos”, comenta Ana Paula Rodrigues, diretora de Marketing da Suhai Seguradora. Neste ano, ao ampliar sua presença no evento e assumir os naming rights, a companhia dá um novo passo estratégico, com foco em expandir o diálogo com outros públicos e fortalecer sua atuação no universo de carros. Atualmente, a Suhai soma mais de 1,3 milhão de segurados em todo o país, e aposta no Festival Interlagos como uma plataforma para acelerar seu crescimento e ampliar sua relevância no setor automotivo. Para Marcio Saldanha, CEO do Suhai Festival Interlagos, a concretização desse contrato com a Suhai Seguradora amplia a percepção de relevância corporativa do evento. “Ao longo das últimas edições, nós já obtivemos um aval incontestável dos nossos visitantes, do público. Foram eles que elevaram o Festival à condição de maior evento de experiência motor do mundo. Mas é claro que passar a ter uma empresa do porte da Suhai Seguradora assinando o nome do evento enfatiza a força institucional também no meio corporativo da indústria de motos e automotiva. Estamos muito orgulhosos”, descreve. Perspectivas para a Edição 2026 Sucesso absoluto no ano passado, quando reuniu 304,9 mil visitantes (179 mil no de Motos e 125,9 mil no Automóvel), o Festival contou com 99% de renovações de expositores (de 2024 para 2025) e registrou 1,5 bilhão de impressões geradas por toda a comunicação. Para a Edição 2026, o Suhai Festival Interlagos terá novidades em todas as áreas, com novos formatos, mais conteúdo em tempo real, integração total entre canais e ações inéditas de experiência, previsão de crescimento de 30% no impacto de audiência, expansão para novos públicos e novas parcerias e canais.
Tecnologia na área fiscal passa a influenciar a competitividade das empresas
A área fiscal deixou de ser apenas um centro de custos e passou a influenciar diretamente a competitividade das empresas. Organizações que estruturaram seus departamentos fiscais e tributários com apoio de tecnologia já começam a ampliar suas margens operacionais, ganhando previsibilidade financeira e fortalecendo sua posição no mercado. Além da redução de erros e retrabalho, a eficiência fiscal tem viabilizado decisões estratégicas mais precisas, simulações de cenários e crescimento sustentável. “A tecnologia transforma o ciclo fiscal em um ativo estratégico, capaz de impactar diretamente lucro, caixa e capacidade de investimento”, afirma Roberto De Lázari, diretor de parcerias estratégicas da All Tax. Segundo o executivo, o avanço tecnológico, somado à implementação da Reforma Tributária, torna a reestruturação da área fiscal um imperativo para a sobrevivência das empresas. “O fiscal deixa de ser reativo e passa a operar como um hub de governança e performance”, diz. Apesar da crescente digitalização dos negócios, muitas empresas ainda operam com processos fiscais manuais e fragmentados. De acordo com De Lázari, esse modelo consome cerca de 30% do tempo dos profissionais da área. “Processos manuais geram inconsistências, retrabalho e interpretações divergentes. O primeiro benefício concreto da tecnologia é a melhoria da qualidade dos dados, que são essenciais para uma operação fiscal eficiente”, afirma. Além da ineficiência operacional, a falta de automação reduz a visibilidade e a rastreabilidade, ampliando os riscos em um ambiente tributário complexo e volátil como o brasileiro. O resultado são disputas administrativas, judicialização e insegurança jurídica. No dia a dia, isso se traduz em mais horas dedicadas à burocracia. Dados do Banco Mundial indicam que empresas no Brasil gastam até 1.500 horas por ano com obrigações tributárias, enquanto, nos países da OCDE, a média é de 155,7 horas. A constante edição de normas e mudanças regulatórias agrava o cenário. Segundo De Lázari, a incapacidade de adaptação em tempo real eleva o risco de autuações, com multas que podem chegar a 150% do valor do imposto devido. Automação reduz erros e melhora o retorno financeiro Em contraste, sistemas automatizados que integram todo o ciclo fiscal, da captura de dados à entrega das obrigações, reduzem prazos de dias para minutos e aumentam significativamente a segurança das operações. “A automação elimina até 95% dos erros manuais e gera um ROI médio de 40% na redução do custo operacional anual”, afirma o executivo. A adoção de tecnologias inteligentes também ganha espaço no mercado. Pesquisa da KPMG, publicada em outubro de 2025, aponta que 60% das empresas brasileiras consideravam utilizar Inteligência Artificial Generativa em relatórios fiscais. Do total, 37% já haviam implementado ou testado IA para rastreamento de despesas e deduções, enquanto 22% usavam a tecnologia para monitoramento e conformidade regulatória. Esse movimento se intensifica com a chegada das chamadas Inteligências Artificiais autônomas, ou Agentic AI. Diferentemente das IAs tradicionais, baseadas em regras fixas, essas soluções detectam alterações legislativas em tempo real, atualizam regras fiscais automaticamente e executam apurações sem intervenção humana. “Essas tecnologias sinalizam exceções, corrigem inconsistências e escalam análises quando necessário, preservando governança, rastreabilidade e segurança jurídica”, explica De Lázari. Outro ganho relevante da automação fiscal é a capacidade de simular regimes tributários e projetar impactos antes da implementação de mudanças relevantes. Com base em dados reais, as empresas conseguem antecipar efeitos tributários em até 12 meses, aumentar em 30% a assertividade das decisões e reduzir riscos não mapeados. “Quando aplicada corretamente, a tecnologia transforma o fiscal em uma alavanca de negócio. Governança, precisão e controle passam a impactar diretamente o resultado financeiro”, afirma o executivo. Reforma Tributária acelera a transformação A Reforma Tributária reforça essa urgência. O novo modelo de IVA Dual, baseado em crédito e débito ao longo da cadeia produtiva, depende de dados confiáveis e validações digitais desde a origem das operações. Erros ou informações incorretas afetam diretamente o direito ao crédito tributário e, consequentemente, a margem e o caixa das empresas. “Na prática, o crédito passa a ser um elemento estrutural de margem e liquidez”, explica De Lázari. Segundo ele, empresas com governança de dados bem estruturada tendem a capturar mais créditos, com maior velocidade e menor risco. “Quem já é organizado transforma governança fiscal em retorno financeiro.” Nesta primeira fase da reforma, os novos tributos CBS e IBS ainda não serão efetivamente cobrados, mas já passarão a constar nos documentos fiscais. Para o executivo, 2026 será decisivo para a preparação das empresas. “A reforma premia quem controla dados e processos e penaliza quem opera no improviso”, conclui.
Motorola e Lenovo elevam a produtividade com o Smart Connect: integração total do ecossistema impulsionada pela moto ai
É comum dizer que o smartphone concentra boa parte da vida digital: contatos pessoais, trabalho, entretenimento, fotos, vídeos e aplicativos. O que nem sempre fica evidente é que já existe um sistema capaz de levar tudo o que acontece no celular para telas maiores, como computadores, tablets ou TVs, de forma integrada e vice-versa. Desenvolvido pela Motorola em parceria com a Lenovo, o Smart Connect permite espelhar e expandir a experiência do smartphone em outros dispositivos, simplificando tarefas e o uso no dia a dia. Com o Smart Connect, o usuário pode iniciar uma atividade no celular e continuá-la em uma tela maior, como a do computador, sem interrupções. Ao alternar entre dispositivos, tarefas, arquivos, aplicativos, notificações, fotos, vídeos e até o conteúdo da área de transferência do smartphone estarão acessíveis para uso com teclado ou mouse.. Ao abrir o Smart Connect, o usuário encontra um painel de controle intuitivo, com acesso rápido às principais funções e aos dispositivos conectados, como laptops, tablets, smartphones e acessórios compatíveis, incluindo moto buds e moto tag, entre outros. O painel foi projetado para se adaptar a telas maiores, facilitando a visualização das informações, além de proporcionar que atalhos sejam reorganizados, conforme a preferência de uso. Caso a webcam do computador não ofereça boa qualidade, o Smart Connect disponibiliza a utilização da câmera do smartphone em chamadas de vídeo. O sistema foi pensado para funcionar de forma direta, sem a necessidade de criar contas adicionais, o que simplifica a configuração e o uso. O que é possível fazer com o Smart Connect Desenvolvido para ampliar as possibilidades do celular, o Smart Connect permite: Controle cruzado entre dispositivos Entre as funcionalidades centrais do Smart Connect está o controle cruzado, que permite operar computador, smartphone e tablet usando o mesmo teclado e o mesmo mouse. Na prática, isso significa responder mensagens, copiar textos ou transferir imagens do celular diretamente pelo computador, sem alterar dispositivos ou recorrer a e-mails e aplicativos intermediários. O conteúdo pode ser copiado e colado entre telas de forma contínua. Continuidade de conteúdo e aplicativos O Smart Connect também possibilita transferir conteúdos e aplicativos entre dispositivos, sem interrupções. Um exemplo comum ocorre no consumo de mídia: o usuário inicia um podcast, vídeo ou série no smartphone e, ao chegar em casa, continua a reprodução em uma tela maior, exatamente do ponto em que parou. O recurso atende tanto ao uso individual quanto ao compartilhamento de conteúdos. Aplicativos do smartphone também podem ser utilizados diretamente no computador por meio do Smart Connect, ampliando as possibilidades no trabalho ou no lazer. Em dispositivos Motorola com Android 16, há funções exclusivas, como o gesto Girar para Compartilhar: ao girar o smartphone 180 graus, as imagens abertas na tela são transferidas automaticamente para o computador. Sincronização de notificações Outro recurso importante é a sincronização de notificações. Mensagens, alertas e chamadas podem ser visualizados diretamente no computador ou tablet, sem a necessidade de consultar o smartphone a todo momento, o que contribui para manter o foco durante a jornada de trabalho. Smart Connect 2.0 com inteligência artificial via moto ai A Motorola e a Lenovo anunciaram atualizações relevantes para o Smart Connect, que passa a integrar a moto ai, inteligência artificial da Motorola, ao núcleo da plataforma. Com o Smart Connect 2.0, a solução evolui para oferecer controles mais intuitivos e uma conexão ainda mais profunda entre smartphones, tablets e PCs. Desde o lançamento, o Smart Connect permitiu que milhões de usuários eliminassem barreiras entre dispositivos, gerenciando arquivos e notificações de forma contínua. Com a nova versão, os dispositivos passam a se comunicar de maneira mais natural, aprendendo com as rotinas do usuário para economizar tempo. Abaixo, os principais recursos impulsionados por inteligência artificial. Recursos de produtividade e continuidade Além das funções de IA, o Smart Connect mantém e aprimora ferramentas que já fazem parte da experiência: Ecossistema integrado e compatibilidade ampliada O Smart Connect foi desenvolvido para funcionar como uma ponte entre ecossistemas. O painel personalizável exibe todos os dispositivos compatíveis em um único ambiente, facilitando o gerenciamento de conexões, bateria e acessórios, como moto buds e moto tag. A solução integra dispositivos Motorola e Lenovo, incluindo notebooks ThinkPad e tablets Yoga, e amplia sua compatibilidade ao permitir que mais usuários Android e Windows tenham acesso a fluxos de trabalho contínuos. O que é necessário para usar o Smart Connect O Smart Connect vem integrado às famílias motorola razr e edge, incluindo os modelos razr 60 ultra, razr 60, edge 60 pro, edge 60, edge 60 fusion e edge 60 neo. O sistema também é compatível com dispositivos da família moto g, como moto g56, g75, g85, g86 e g86 power, entre outros. Para começar a usar, é necessário instalar o aplicativo do Smart Connect no computador com Windows ou no tablet. A conexão com o smartphone pode ser feita de forma sem fio ou por meio de um cabo USB-C. Após a configuração inicial, os dispositivos passam a se reconhecer automaticamente e estão prontos para uso conjunto.
A partir de maio, NR-1 coloca o bem-estar dos colaboradores no centro das empresas
A Norma Regulamentadora 1 (NR-1) chega para redefinir as prioridades corporativas quando o assunto é a saúde mental dos colaboradores. A partir de maio de 2026, a NR-1 não será só mais uma regra, é a chancela de que o estresse, o assédio e a sobrecarga de trabalho são riscos ocupacionais de verdade. Na prática, isso significa que as empresas terão a obrigação de olhar para a saúde mental e o bem-estar da equipe com muita seriedade. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), quatro em cada dez brasileiros já enfrentaram problemas de ansiedade. Dados de 2022 do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostram que mais de 209 mil pessoas foram afastadas do trabalho por transtornos como depressão e ansiedade. Na Europa, o estresse relacionado ao trabalho já é o segundo problema de saúde mais frequente. Diante desse cenário, quais são as alternativas disponíveis no mercado para ajudar as empresas a desenvolverem programas de bem-estar e se adequarem à nova norma? Terapias como a massagem são cada vez mais oferecidas aos colaboradores como uma aliada para aliviar o estresse do dia a dia. A rede Buddha Spa, por exemplo, tem oferecido há mais de 10 anos várias alternativas que vão de planos empresariais a vouchers de diversas terapias que são ofertados aos colaboradores. Essa conscientização por parte das empresas impulsionou o crescimento do departamento Corporativo do Buddha Spa, em 84% em 2025, comparado com 2024. Já a venda de vouchers para empresas — utilizados como reconhecimento, premiação ou benefício recorrente — cresceu mais de 120%, em 2025, comparado com o ano anterior. Além disso, atendimentos realizados dentro das empresas (in company), por meio de iniciativas estruturadas, vêm ganhando espaço como ferramentas de promoção do bem-estar no ambiente de trabalho. Hoje, são mais de 40 empresas parceiras que oferecem massagens e terapias relaxantes aos seus colaboradores. São organizações como Bradesco, Louis Vuitton, Moët Rennessy, Sephora e O Boticário. “Há alguns anos, era mais comum uma ação reativa diante de diagnósticos de condições como o estresse e a ansiedade. Hoje, a incorporação de hábitos saudáveis à rotina diária é uma prática preventiva e passou a assumir um papel importante no enfrentamento de problemas de saúde mental”, explica o CEO da rede Buddha Spa, Gustavo Albanesi. Ele destaca ainda que à medida que esse movimento ganhou força, cresceu a busca por alternativas complementares à medicina tradicional. Atividades físicas, práticas de meditação, alimentação equilibrada e terapias corporais passaram a fazer parte do dia a dia de um número cada vez maior de pessoas. “O desafio que se impõe agora não é apenas cumprir uma norma, mas compreender seu espírito. Organizações que enxergarem a NR-1 como uma oportunidade — e não apenas como uma obrigação — estarão mais preparadas para construir ambientes de trabalho mais humanos, produtivos e sustentáveis em longo prazo”, acredita o CEO. Caminho sem volta Para a diretora de RH da rede Buddha Spa, Lucia Freire, a implementação efetiva da NR-1 exige o engajamento das empresas na construção de políticas preventivas, planos de ação consistentes e, principalmente, escuta ativa das pessoas. “Precisamos observar sempre quatro pilares dentro de uma organização: o físico, o emocional, o social e espiritual dos colaboradores. Quando esses pilares são equilibrados, os problemas psicossociais tendem a reduzir significativamente”, alerta. Outros pontos destacados pela diretora incluem a queda do presenteísmo – caracterizado pela falta de concentração, dedicação e disposição -, além da diminuição do turnover, resultando no aumento da produtividade. “As empresas já entenderam que as relações trabalhistas passaram por reconfigurações, principalmente depois da pandemia, e a massagem como terapia promove qualidade de vida, auxilia na redução de custos com saúde, melhora o clima organizacional e o desempenho”, finaliza.
Novas exigências da LGPD e do ECA Digital reforçam fiscalização sobre plataformas, publicidade e decisões automatizadas
No dia 28 de janeiro, o mundo celebra o Dia Internacional da Privacidade de Dados, uma data dedicada a conscientizar cidadãos e empresas sobre a importância da proteção de informações pessoais. No Brasil, o marco ganha contornos de urgência à medida que a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) entra em uma nova fase de maturidade, impulsionada pela integração com o novo Marco Legal da Infância Digital e o controle rigoroso sobre algoritmos de Inteligência Artificial. Aprovada originalmente em 2018 para proteger os direitos fundamentais de liberdade e privacidade, a LGPD (Lei nº 13.709/2018) vive hoje seu momento de maior rigor institucional. Dois fatos recentes exemplificam essa nova era de fiscalização. O primeiro é a plena vigência da Lei 15.211/2025 (ECA Digital) em março de 2026, a ANPD intensificou a fiscalização sobre plataformas digitais, exigindo sistemas robustos de verificação de idade e o banimento de práticas de “design enganoso” que induzam crianças ao compartilhamento de dados. O foco deixou de ser apenas a correção de erros e passou a ser a prevenção por meio do privacy by design. O advogado da Afya Sete Lagoas, Igor Alves Noberto Soares, comenta que com a edição da Lei n. 15.211, os provedores de tecnologia da informação sobre produtos ou serviços, inclusive aplicativos de lojas e redes sociais, deverão garantir a proteção de adolescentes e crianças a partir da verificação confiável de idade, supervisão parental e restrição de qualquer tipo de publicidade nociva ao público infanto-juvenil, entre outras medidas. “Na prática, portanto, as plataformas digitais precisarão investir em capital humano e tecnológico para gerenciar os riscos oriundos da utilização de seus recursos e sistemas, a fim de realizar constante avaliação sobre o conteúdo disponibilizado para adolescentes e crianças segundo o critério da faixa etária. Nesse contexto, um dos principais pontos de atenção está no controle da publicidade e no fácil acesso a conteúdos pornográficos, já que o consumo desse tipo de material é amplamente estimulado nas redes sociais como estratégia comercial. Esse cenário levanta preocupações importantes sobre a exposição precoce de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados”. Novas regras de fiscalização no Brasil Outro exemplo dessa nova era de fiscalização é o uso de algoritmos para tomada de decisões, como análise de crédito, perfil de consumo ou seleção de candidatos, entrou em uma fase de vigilância máxima. Em 2025, a ANPD lançou seu primeiro Sandbox Regulatório, um ambiente de testes para empresas de IA, com foco em garantir a transparência algorítmica. O objetivo é evitar a “caixa-preta”: as empresas agora são cobradas a explicar a lógica por trás de decisões automatizadas que afetam a vida do cidadão. Dr Igor Soares explica que com o entendimento mais recente do STJ, o dano pode ser considerado presumido (in re ipsa), o que significa que a simples exposição indevida de dados pessoais, especialmente os dados sensíveis, já pode gerar direito à indenização, mesmo sem a ocorrência de golpe financeiro. “Embora ainda haja decisões que exigem a comprovação de prejuízo concreto, vem se consolidando o entendimento de que a violação à proteção de dados, por si só, configura dano, desde que exista nexo entre o agente que detinha os dados e a divulgação não autorizada. Nesses casos, dispensa-se a prova de dano material ou moral específico, bastando a demonstração do vazamento e da responsabilidade do envolvido”, conclui o advogado da Afya Sete Lagoas. O Brasil hoje se alinha a um movimento global, inspirado no GDPR europeu e atualizado pelas demandas da economia de dados atual. Em um marco histórico alcançado no final de 2025, o Brasil avançou significativamente no processo de reconhecimento de adequação pela União Europeia. Este selo de confiança valida que o nível de proteção brasileiro é equivalente ao europeu, transformando o país em um parceiro estratégico para o fluxo de informações.
Grupos de WhatsApp não são terra sem lei
O Dia Internacional da Proteção de Dados foi criado em 2006, na Europa, com o objetivo de conscientizar sobre a importância de proteger a privacidade e os dados pessoais. No Brasil, a data passou a ser lembrada oficialmente em 2021, como uma oportunidade para organizações públicas e privadas fortalecerem a cultura da privacidade digital e se conectarem ao contexto global de proteção de dados. A advogada Ana Paula Duarte Avena de Castro, mestre em Propriedade Intelectual e integrante do escritório Celso Cândido de Souza Advogados, explica que segurança da informação significa proteger dados para que não sejam vazados, roubados, alterados ou utilizados sem autorização. “É como colocar ‘tranca e alarme’ nos dados de alguém. Isso inclui informações como nome, CPF, endereço, telefone, fotos, mensagens e dados bancários”, pontua. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) regula o tema desde 2018. “A LGPD determina que quem realiza o tratamento de dados pessoais deve adotar medidas de segurança para proteger essas informações (art. 46)”, destaca a especialista. O dever de cuidado também se aplica ao ambiente digital de forma ampla, inclusive quando há exposição de pessoas na internet. “A LGPD protege dados pessoais e exige medidas para evitar vazamentos. Quando alguém divulga informações de outra pessoa na internet, pode ser responsabilizado civilmente, com obrigação de indenizar. Se houver prejuízo financeiro, também pode haver reparação por dano material. Além disso, a depender da conduta, pode haver consequências criminais, como em situações de ameaça, perseguição, xingamentos, acusações sem prova, uso de dados para golpes ou invasão de celular e contas”, detalha. Grupos de mensagemMuitas pessoas acreditam que podem dizer qualquer coisa em grupos de WhatsApp, mas Ana Paula Duarte alerta que isso pode gerar implicações jurídicas. “Muita gente pensa que o WhatsApp é totalmente privado, mas não é bem assim. O conteúdo pode ser printado, encaminhado e espalhado com rapidez. Enviar CPF, endereço, telefone, dados bancários, prints de conversas privadas, fotos pessoais, áudios íntimos ou materiais constrangedores pode resultar em processo e até em responsabilização criminal, a depender do caso”, explica. Quando o assunto envolve empresas ou prestadores de serviço, também é preciso cautela. A advogada pontua que relatar uma experiência de forma respeitosa — dizendo que não gostou do serviço, que houve atraso ou que o problema não foi resolvido — é permitido. “O problema começa quando a pessoa passa a humilhar, ridicularizar, xingar ou acusar sem prova, por exemplo, chamando alguém de ladrão, golpista, incompetente ou afirmando que ‘não presta’. Isso pode levar a ação indenizatória e a crimes contra a honra (calúnia, difamação ou injúria), dependendo do conteúdo”, esclarece. Segundo a especialista, quem reforça a ofensa no grupo também pode ser responsabilizado. “Podem responder não apenas quem iniciou, mas também quem xingou, incentivou, ampliou a exposição ou espalhou para outros grupos, com frases como ‘tem que expor mesmo’ ou ‘merece’. Quem apenas visualiza e não se manifesta, em regra, não é responsabilizado”, conclui.
Tendência 2026: IA elimina digitação manual e redefine a eficiência no comex
A Inteligência Documental baseada em IA desponta como uma das principais tendências do comércio exterior para 2026 ao automatizar a leitura, validação e preenchimento de documentos como Bill of Lading (BL), Invoices, Packing Lists e declarações aduaneiras. No Brasil, onde até 40% das rotinas de comex ainda dependem de tarefas manuais, logtechs e operadores logísticos passam a adotar essas soluções para reduzir erros, acelerar processos e preparar suas operações para um ambiente cada vez mais digital, integrado e regulado. De acordo com Alexandre Pimenta, CEO da Asia Shipping, multinacional brasileira e maior integradora logística da América Latina, durante décadas, o comex operou apoiado em fluxos intensivos de digitação, conferências manuais e múltiplas etapas de validação. Na prática, analistas dedicam grande parte do tempo a inserir dados de embarque, revisar faturas, extrair informações de manifestos e preencher declarações como a Declaração Única de Exportação (DU-E) e a Declaração de Importação (DI). “Estamos falando de um setor altamente complexo e regulado, com atividades repetitivas que exigem alto nível de atenção e impactam diretamente a produtividade, os prazos e o compliance das operações. Falhas podem gerar atrasos, custos adicionais e desafios regulatórios”, afirma Pimenta. “Por isso, manter processos críticos excessivamente dependentes de digitação manual acaba reduzindo eficiência e dificultando ganhos de escala e previsibilidade operacional”, diz. Inteligência além do OCR A nova geração de Inteligência Documental vai além do OCR (Optical Character Recognition ou Reconhecimento Óptico de Caracteres), tecnologia tradicional que apenas converte imagens em texto. As soluções mais avançadas combinam OCR com modelos de inteligência artificial capazes de compreender contexto, cruzar dados entre diferentes documentos e identificar inconsistências automaticamente. Na prática, o sistema recebe arquivos em PDF ou imagem, extrai as informações relevantes, valida dados entre BL, Invoice e Packing List, identifica anomalias — como divergências de peso, valores, moedas ou classificação fiscal — e gera rascunhos de declarações aduaneiras prontos para revisão humana. “O diferencial não está apenas em ler o documento, mas em entender o papel daquele dado dentro do processo de comércio exterior. Isso reduz variabilidade, melhora a qualidade da informação e fortalece o controle operacional”, explica Pimenta. Ganhos operacionais e retorno rápido Projetos-piloto e aplicações em ambiente real indicam que a digitalização inteligente de documentos pode reduzir o tempo de processamento entre 50% e 70%, além de diminuir erros operacionais em mais de 50%. Em termos financeiros, o retorno sobre o investimento pode chegar a 200% ou até 300% no primeiro ano, considerando a redução de retrabalho, maior fluidez aduaneira e melhor aproveitamento das equipes. “O analista deixa de concentrar energia em tarefas operacionais e passa a atuar na validação de exceções, na análise de risco e na tomada de decisão. Isso tem impacto direto na eficiência da operação e na qualidade do serviço prestado”, destaca o executivo. Aplicações práticas já em curso no Brasil No Brasil, soluções de Inteligência Documental já demonstram ganhos relevantes em operações reais. Um exemplo é o uso de plataformas especializadas que automatizam grande parte da gestão documental, convertendo documentos não estruturados em dados organizados e integráveis a sistemas de comex e ERPs. Nesse contexto, a Asia Shipping tem avançado na adoção de tecnologias desenvolvidas pela DATI, empresa do grupo, como o Smart Reader, módulo de Inteligência Documental que digitaliza, confere e compara documentos do comércio exterior. A solução elimina 87% da necessidade de digitação manual, substituindo horas desta tarefa por segundos de processamento de invoices, packings, BLs e documentos financeiros, entre outros, usando inteligência artificial. “A experiência prática mostra que a tecnologia já atingiu um nível de maturidade compatível com a complexidade do comex. O foco agora é integrar essas soluções de forma consistente à operação e garantir que elas continuem gerando ganhos em eficiência e controle”, avalia Pimenta. Preparação para um comex mais integrado A consolidação da Inteligência Documental acompanha a evolução do Portal Único, a digitalização dos órgãos anuentes e a integração crescente entre sistemas privados e governamentais. Nesse cenário, transformar documentos não estruturados em dados confiáveis, auditáveis e rastreáveis deixa de ser diferencial e passa a ser um requisito competitivo. “O futuro do comércio exterior será cada vez mais orientado por dados. Automatizar a base documental é um passo essencial para sustentar crescimento, compliance e competitividade em um ambiente global mais exigente”, conclui Alexandre Pimenta.
Silêncio dos embaixadores do Will Bank é um atentado contra a ética publicitária
Por Lilian Carvalho, PhD em Marketing e coordenadora do Centro de Estudos em Marketing Digital da FGV A expressão francesa noblesse oblige carrega uma ideia simples, a de que o pivilégio implica dever. Quem se mantém em posição de riqueza ou prestígio, portanto, tem a obrigação moral de agir com responsabilidade em relação aos vulneráveis. No Século XXI, isso significa que celebridades e, no atual momento, os chamados influenciadores digitais não podem simplesmente emprestar o rosto para qualquer marca que pague bem. Deveriam oferecer bons exemplos, transparência e padrões mais altos de conduta pública. O Will Bank, banco digital do grupo Master, surfou na onda da inclusão financeira de forma bastante agressiva, mas o resultado final evidenciou a fragilidade desse discurso. Enquanto os famosos embolsavam seus cachês milionários, os clientes de baixa renda, aqueles que a instituição dizia servir, ficaram expostos aos riscos de um conglomerado que acabou liquidado. Será que Luciano Huck, Belo, Hulk ou Vini Jr. fizeram a lição de casa antes de aceitar o contrato? Será que investigaram a saúde financeira do Master ou simplesmente confiaram nos assessores jurídicos e de marketing? Essas perguntas, das quais podemos supor respostas óbvias, deixam uma lição importante sobre o papel da figura pública em ações publicitárias que vão além do mero consumo e tocam em questões ainda mais profundas e sensíveis. Neste caso, a vida financeira de um cidadão comum. Não se trata de criminalizar a publicidade ou transformar celebridades em auditores do Banco Central. Trata-se de reconhecer que influência pública vem acompanhada de responsabilidade social. Quando um artista ou atleta com milhões de seguidores recomenda um banco para pessoas de baixa renda, ele não está apenas fechando um contrato comercial. Ali, também é exercido um poder simbólico sobre decisões financeiras que podem impactar famílias por muitos anos. Esse caso expõe a fragilidade do discurso corporativo que vende inclusão enquanto entrega castelos de areia. Mais do que isso, evidencia a omissão das celebridades que preferem delegar a “diligência” a terceiros. Na prática, o noblesse oblige contemporâneo exige que quem empresta credibilidade também assuma riscos reputacionais. Afinal, o público das classes C e D confiou nessas figuras porque as vê como referências de sucesso e integridade. Até o momento, nenhum dos embaixadores do Will Bank se manifestou publicamente sobre a liquidação do Banco Master. O silêncio é compreensível do ponto de vista jurídico, considerando que qualquer declaração pode gerar processos, mas é moralmente indefensável. Se o privilégio de ganhar milhões em cachês publicitários não vier acompanhado do dever de prestar contas ao público traído, o conceito de noblesse oblige vira letra morta. A urgência, agora, é de que o Brasil avance o debate sobre ética publicitária no setor financeiro. Enquanto isso não acontece, cabe ao público exercer pressão, cobrar posicionamento, questionar parcerias e, sobretudo, desconfiar de promessas fáceis vendidas por rostos famosos. Porque no fim das contas, quando o banco quebra, quem paga a conta não é a celebridade. É sempre o povo.
O papel das entidades em anos decisivos para o país
por Por Eduardo Koerich, presidente da CDL Florianópolis Alguns anos entram para a história não apenas pelo calendário, mas pelas decisões que moldam o futuro coletivo. 2026 será um desses períodos. O Brasil viverá simultaneamente grandes acontecimentos esportivos, transformações econômicas, agendas ambientais estratégicas e, sobretudo, eleições gerais que definirão presidente, governadores, Congresso Nacional e assembleias estaduais. Em contextos assim, a atuação das entidades representativas torna-se ainda mais relevante. Além da visibilidade internacional trazida por eventos globais, o país atravessará uma fase decisiva de implementação da reforma tributária, revisão de políticas industriais e avanços em concessões e parcerias público-privadas em infraestrutura, como aeroportos, portos, mobilidade urbana e saneamento. Essas decisões impactam diretamente o ambiente de negócios e a competitividade das cidades. Para o comércio, previsibilidade e segurança jurídica são essenciais para manter investimentos e gerar empregos. Também estará em curso a renovação de planos diretores em diversas capitais e regiões metropolitanas, incluindo revisões urbanísticas estratégicas que definirão o uso do solo, a mobilidade e a vitalidade dos centros urbanos nas próximas décadas. É fundamental que o setor produtivo participe desse debate, contribuindo para cidades mais equilibradas, acessíveis e atrativas para moradores, turistas e investidores. Na agenda econômica e empresarial, o Brasil vive um novo ciclo de internacionalização de marcas nacionais, especialmente nos segmentos de varejo, moda e serviços. Paralelamente, cresce o mercado imobiliário de alto padrão e o turismo residencial, com destaque para cidades costeiras como Florianópolis. Soma-se a isso a construção de uma nova política industrial e de inovação, com incentivos à tecnologia, energia limpa e economia criativa. São movimentos que ampliam oportunidades, mas que exigem articulação institucional para transformar potencial em resultados concretos. A pauta ambiental também ganha protagonismo. O Brasil ocupa posição estratégica em conferências internacionais sobre clima e biodiversidade. Projetos de energia renovável e hidrogênio verde avançam como vetores de desenvolvimento sustentável. O turismo sustentável se consolida como ativo econômico relevante, especialmente em destinos que conciliam natureza preservada e infraestrutura qualificada. Preparar as cidades para esse novo perfil de visitante é parte do desafio. Diante desse cenário, o papel das entidades vai muito além da representação setorial. É atuar como ponte entre empresários, poder público e sociedade, construir consensos, defender políticas que simplifiquem a vida de quem empreende e contribuir para o planejamento de longo prazo das cidades. A CDL Florianópolis seguirá comprometida em fortalecer o ambiente de negócios, estimular o desenvolvimento urbano inteligente e garantir que a voz do comércio esteja presente nas decisões que definirão os próximos anos. Quando as instituições trabalham em sintonia, transformamos períodos decisivos em oportunidades reais de crescimento coletivo. Os desafios são grandes, e a capacidade de organização e cooperação será o diferencial para aproveitá-los.
No novo marketing de atenção, o entretenimento não é mais apoio: é estratégia
Por Arthur Fonseca, Head de Marketing da V4 Company Por muitos anos, o marketing digital viveu sob a lógica da interrupção: exibir anúncios no feed certo, na hora certa, com o público certo. Mas essa engrenagem, antes precisa e rentável, está perdendo potência. A proliferação de planos pagos sem anúncios — de Meta a Netflix — tornou explícita uma realidade que o mercado relutava em admitir: a atenção é um recurso finito e, cada vez mais, pago pelo próprio usuário. A consequência é direta: se o público pode comprar o direito de não ver anúncios, as marcas precisam aprender a conquistar — e não a comprar — atenção. E é justamente aqui que o entretenimento deixa de ser “branding” e se torna performance. A pesquisa global Still Watching 2025, da Netflix, detalha com profundidade o que está acontecendo. O estudo mostra que as pessoas passam, em média, 6h40 por dia nas telas, e metade desse tempo é dedicada a séries, filmes e vídeos. A escolha diz tudo: quando realmente querem se concentrar, especialmente Millennials e Gen Z, eles recorrem ao streaming — um ambiente de atenção profunda e emocionalmente carregada. No Brasil, 72% desses jovens dizem prestar mais atenção aos anúncios em streaming do que em qualquer outra mídia. Mais do que isso: no plano com anúncios da Netflix, sessões chegam a durar, em média, 3,6 horas, demonstrando um nível de imersão incompatível com formatos tradicionais de mídia paga. É impossível ignorar essa mudança de comportamento: o entretenimento se tornou o território onde a atenção realmente acontece. E atenção profunda traz um efeito que nenhuma mídia de interrupção entrega: vínculo. 81% dos brasileiros dizem ter ficado “obcecados” por uma série ou filme no último ano, e 84% afirmam que, quando amam algo, contam para todo mundo — online e offline. É o boca a boca revisitado em escala global. Não à toa, o estudo revela que 77% têm mais chance de comprar de marcas alinhadas a seus fandoms favoritos. Aqui, não estamos falando de awareness, mas de comportamento de consumo. Essa dinâmica muda não só a publicidade, mas o funil inteiro. O documento estratégico que você enviou já apontava essa transição: do “anúncio → clique → conversão” para “conteúdo → interesse → comunidade → compra”. A pesquisa reforça esse movimento: 96% dos Millennials e Gen Z afirmam que o streaming ampliou os tipos de conteúdo que consomem, e 90%, que expandiu sua visão de mundo. Isso significa que o conteúdo não só atrai atenção, mas molda repertório cultural — e, por consequência, a própria identidade das pessoas. Essa imersão cria um ambiente onde anúncios funcionam melhor quando combinam com o conteúdo. 79% prestam mais atenção quando o anúncio segue o tom da série; 84% quando usa personagens ou cenas; e 85% quando conversa com o mood do espectador. Ou seja: o contexto virou parte essencial da performance. Ao mesmo tempo, a atomização do inventário pago nas redes sociais — resultado de planos sem anúncios, repasse de impostos e limitação de tracking — encarece a mídia tradicional. Não por acaso, especialistas da V4 alertam que “viver só de mídia paga é construir casa em terreno alugado”. É uma metáfora precisa: custos sobem, alcance diminui, dados ficam escassos — e o ROI sofre. Enquanto isso, o streaming oferece exatamente o oposto: profundidade, contexto, fandom, atenção real. 62% dos jovens brasileiros dizem prestar mais atenção aos anúncios em seu serviço de streaming favorito do que em qualquer outro lugar. E quando o conteúdo vira cultura — como Round 6, Wandinha, Sintonia ou Adolescência — as marcas que entram na conversa não só performam melhor como se tornam parte da narrativa. O fato é simples: o entretenimento virou um motor de performance. Não substitui a mídia paga, mas reconfigura o jogo. Plataformas de streaming oferecem não apenas inventário publicitário, mas uma oportunidade de integrar marcas em histórias, personagens e universos que já mobilizam comunidades apaixonadas. E comunidade é escala emocional — a nova métrica de performance. Num mundo em que o público pode pagar para bloquear anúncios, o caminho não é gritar mais alto. É participar do que as pessoas já amam. É criar série, collab, reality, editorial, narrativa. É substituir interrupção por conexão. No marketing contemporâneo, performance não é só mídia. É cultura. É história. É contexto. É pertencimento. É entretenimento. E quem entender isso agora estará anos à frente.
Lactalis lança campanha em grego para apresentar Nestlé Neos Grego
A Lactalis (DPA) apresenta a nova campanha de Nestlé Neos Grego, novo nome do produto anteriormente conhecido como Nestlé Grego. Com uma proposta criativa, ousada e pouco convencional, a comunicação coloca o idioma grego no centro da narrativa, criando impacto imediato e diferenciando a marca em um segmento conhecido por mensagens semelhantes. Desenvolvida pela BETC HAVAS a campanha parte de um insight simples e poderoso: se o iogurte é grego, por que não falar grego? A ideia se materializa no slogan “Tão gostoso que não dá pra traduzir”, que amarra toda a narrativa e reforça o principal atributo do produto — cremosidade que exalta o melhor sabor dos ingredientes. A estratégia de mídia criada pela Talent usou o humor como eixo principal, conectando a curiosidade pela cultura grega ao diferencial sensorial do produto em ativações multiplataformas, transformando a narrativa em um ecossistema de mídia de alto impacto. Uma das frentes da campanha é a parceria com o Porta dos Fundos, que assina uma esquete inédita lançada nesta segunda-feira (26 de janeiro) nos canais do grupo, ampliando o alcance da iniciativa no ambiente digital. “Desde o início, a ideia chamou atenção pela ousadia: uma campanha inteiramente em grego, em um país onde se fala português. O potencial de gerar curiosidade e conversa é enorme”, afirma Caíque Mazanek, Diretor de Criação da BETC HAVAS. “O conceito fecha a proposta de maneira estratégica, transformando essa provocação em awareness e reforçando os diferenciais do produto”, completa Thiago Brunelli, também Diretor de Criação da agência. A campanha foi lançada em múltiplas plataformas, com spots de rádio e estreia do filme na segunda semana do mês e também ganhou as ruas com mídia Out of Home, além de desdobramentos em digital e redes sociais, como Instagram, Facebook e TikTok. A participação do Porta dos Fundos acontece como parte da estratégia de mídia, utilizando o humor característico do grupo, conhecido por sua linguagem satírica e engraçada, para gerar conversas e ampliar o reconhecimento do novo nome da marca. “O nosso objetivo, na estratégia de mídia, foi usar o humor para construir uma jornada que aproxima o público da cultura grega e do sabor único de Neos Grego”, explica Rodrigo Simões, diretor-executivo de Mídia da Talent. De forma sutil e integrada à narrativa, a campanha também apresentou ao público a mudança de nome do produto, agora Nestlé Neos Grego, visível nos logos do filme e na nova embalagem de 450g. Segundo Raphael Hasse, Diretor de Marketing de DPA/Lactalis, a ação reflete uma nova etapa na comunicação e reforça o posicionamento da marca como referência em produtos na categoria. Materiais da campanha: • Filme 30” • Conteúdo OOH Ficha Técnica: Agência: BETC HAVASTítulo: “Não dá pra traduzir”Anunciante: DPA LactalisProduto: NESTLÉ NEOS GREGODuração: 30s/15s CCO: Erh RayVP de Criação: Otávio SchiavonDiretores de Criação: Thiago Brunelli e Carlos MazanekCriação: Felipe Sauma e Rommel VazCBO: André GomesDiretora de Atendimento: Daniella BorghiAtendimento: Rogerio Artin, Thiago Chediac e Kaylane Alamino. Diretor de Estratégia: André SinkosProdução Audiovisual: Caroline Reis, Vinicius Gonçalves e Fernanda AssatoPRODUTORA DE IMAGEM: ZAINE Diretor do Filme: Artmont/ Pedro Briquet Diretor Técnico: Gustavo Minicucci Coordenação de Pós: Fernando Vellosa Ass de Coord de Pós: Hugo Ferriolli Diretoras de Atendimento: Betânia Menardi e Isabela Hana Atendimento do projeto: Betânia Menardi Finalizadores: Felipe Andriolo, Pedro Aquino e Vitor Liesenfeld Montagem: Raphael Enes Ass. De Montagem: Thiago Nascimento Colorista: Júnior X Lead Compositor: Eduardo Nascimento Compositores: Fernando Branco, Francinaldo Lemos da Silva e Cristian de Jesus Conform: Guilherme Vila e Matheus Becker Motion: Raphael Enes e Anderson Pereira Head de IA: Pedro Briquet IA: Felipe Ferreira Martins, Pedro Souza e Viviane Gomes Assistente IA: Dimitri Lyra Produtora de áudio: KING CRAB Direção musical, trilha sonora e SFXs: Diego Filomeno N. Atendimento e Coordenação de Pós produção: Paulo Zampieri Jr. Aprovado por:Diretor de Marketing: Raphael HasseGerente de Marketing: Vanessa Lima Agência: TALENTCEO: Lica BuenoCCO: Gustavo VictorinoCOO: Eduardo MegaleCSO: Gabriela SoaresVP Mídia: Vitor Kamada Executive Content Director (ECD): Natalia Fava Conteúdo: Wellington Franco Executive Media Director: Rodrigo Simões Mídia: Ricardo Natalino, Tayná Barbosa e Julia Doretto PR e Comunicação: Maria Fernanda Malozzi, Gabriela Albach e Marjorie Martins
NRF 2026 reposiciona o varejo global diante de um novo consumidor
Realizada em Nova York, entre 11 e 13 de janeiro, a NRF 2026 (Retail’s Big Show) reuniu líderes, executivos e especialistas do mundo todo para discutir os rumos do varejo em um cenário cada vez mais orientado por tecnologia, dados e decisões rápidas. Com foco em temas como inteligência artificial aplicada ao negócio, experiência do consumidor, eficiência operacional e cultura organizacional, o evento deixou claro que o tempo das tendências abstratas ficou para trás. Agora, o varejo vive um momento de amadurecimento, no qual estratégia, execução e propósito precisam caminhar juntos para gerar resultados concretos e relevância real junto ao consumidor. Para João Appolinário, presidente e fundador da Polishop, renomada varejista brasileira e maior empresa omnichannel do país, a NRF 2026 evidenciou que inovar deixou de ser discurso e passou a ser prática operacional. “Não se trata mais de falar sobre inovação, mas de operar com ela de forma concreta, com tecnologia, dados e propósito guiando cada escolha estratégica. A inteligência artificial, por exemplo, deixou de ser uma promessa futurista e se tornou infraestrutura essencial do negócio, assim como a internet e o mobile em outras épocas. Ela precisa estar integrada à operação e ao dia a dia das equipes, não apenas restrita a projetos isolados,” afirma. Segundo o executivo, esse cenário representa uma mudança profunda de paradigma do setor. “O varejo de hoje exige decisões rápidas, baseadas em dados confiáveis, processos consistentes e coerência estratégica entre o que se promete e o que se entrega. Empresas que conseguem alinhar tecnologia, propósito e experiência real do cliente deixam de apenas reagir ao mercado e passam a moldá-lo”, avalia. Appolinário também destaca o papel do fator humano em meio ao avanço da automação, uma visão que já orienta as iniciativas da Polishop com inteligência artificial. Hoje, a tecnologia está integrada tanto aos produtos quanto às operações da empresa, desde o desenvolvimento de soluções inteligentes da marca própria Ichef, com IA embarcada que interage de forma natural com o consumidor e sugere receitas personalizadas, até áreas estratégicas como marketing, atendimento ao cliente, logística e gestão de estoque. Porém, ele reitera que, mesmo com o uso intensivo de inteligência artificial, o toque humano continuará sendo um diferencial competitivo. “A IA não vem para substituir pessoas, mas para ampliar a experiência, facilitar decisões e gerar valor real no dia a dia do consumidor. É assim que estamos aplicando essa tecnologia na Polishop, de forma prática, útil e conectada às necessidades reais das pessoas”, finaliza.
Mira Comunicação assume o relacionamento com a imprensa da Avallon Blindagens
A Mira Comunicação, agência de Relações Públicas com sede em São Paulo e atuação nacional, acaba de anunciar a chegada da Avallon Blindagens em seu portfólio de clientes. A agência, que conta com 10 anos de atuação e profissionais especializados, passou a ser responsável pelo relacionamento com a imprensa, com o objetivo de fortalecer a presença da marca na mídia e contribuir com a reputação e o posicionamento da Avallon no mercado. Há 23 anos no setor e mais de 20 mil veículos blindados, a Avallon é referência no mercado brasileiro de blindagem automotiva. Possui um dos principais centros de blindagem automotiva do Brasil, com 16 mil m2, localizado em Barueri (SP), e certificações das montadoras mais exigentes do mercado, como é o caso da Toyota e da Lexus do Brasil, que validam seus processos por meio de testes balísticos e dinâmicos rigorosos, garantindo a eficiência, a segurança e a integridade do veículo após a blindagem. Por meio da atuação estratégica da Mira Comunicação, a Avallon pretende estreitar seu relacionamento com veículos nacionais e do trade, contribuindo com dados e informações relevantes sobre inovação e segurança para o segmento automotivo, setor que vem ganhando força, inclusive na cobertura da imprensa. “É com grande entusiasmo que a equipe da Mira passa a assumir a conta da Avallon Blindagens, uma marca que é referência no mercado, com expressiva presença e relevância no setor automotivo”, afirma Juliana Miranda, CEO da Mira Comunicação. Segundo ela, a diversificação de portfólio para diferentes segmentos é uma das diretrizes que a agência vem implementando nos últimos anos. “Estamos muito satisfeitos em contar com a expertise da Mira na área de assessoria de imprensa. Acreditamos que essa união contribuirá para estreitar nosso relacionamento com a mídia, ampliar a visibilidade de nossas ações e fortalecer nossa missão de proporcionar segurança máxima, qualidade e excelência no atendimento para estabelecer um padrão elevado de segurança e confiança no setor”, ressalta Rafael Barbero, CEO da Avallon. O atendimento à imprensa está sob a responsabilidade de Juliana Miranda (juliana.miranda@miracomunica.com.br), com a coordenação de Renata Tomoyose (renata.tomoyose@miracomunica.com.br) e atendimento de André Taheiji (andre.taheiji@miracomunica.com.br).
Laura Brito prestigia lançamento de coleção inspirada no verão europeu
Laura Brito marcou presença, na noite de ontem, no lançamento da nova coleção desenvolvida pela C&A em parceria com a Coqueiro, intitulada Sardini Summer. O evento reuniu influenciadores, criadores de conteúdo e nomes relevantes do universo da moda e do lifestyle para apresentar a collab, que celebra uma estética leve, divertida e solar, inspirada no verão europeu. Com uma narrativa fresh e descontraída, a coleção aposta em referências náuticas, cores vibrantes e peças que traduzem o espírito da estação mais quente do ano. A proposta mistura moda e brasilidade, trazendo estampas inspiradas no universo marítimo, shapes confortáveis e uma paleta que remete aos dias à beira-mar. Reconhecida por seu olhar criativo e por defender a moda como forma de identidade e expressão pessoal, Laura acompanhou de perto os detalhes da coleção, que dialogam diretamente com valores presentes em seu conteúdo, como acessibilidade, estilo e autenticidade. Sua presença reforça a afinidade com marcas que valorizam criatividade e tendências alinhadas ao comportamento contemporâneo. Sempre atenta às movimentações do mercado fashion, Laura Brito segue se consolidando como uma das principais referências em conteúdo de moda e lifestyle no Brasil, marcando presença em lançamentos estratégicos e momentos relevantes do cenário nacional.
Liderar nunca custou tão caro
Por Tatiana Pimenta, CEO da Vittude* Durante muito tempo, liderar foi sinônimo de chegar lá. O topo da carreira representava poder, estabilidade e reconhecimento. Hoje, representa também solidão, pressão e um cansaço que não passa. A pesquisa State of the Global Workplace 2024, da Gallup, revelou que 62% dos líderes dizem sentir alto nível de estresse diário, e quase metade afirma que o trabalho tem um impacto negativo direto sobre a saúde. Outro estudo, desenvolvido pelo Infojobs, mostrou que 86% dos profissionais brasileiros mudariam de emprego se encontrassem uma empresa que cuidasse melhor da saúde mental. O crachá de líder, que antes era símbolo de status, virou sinônimo de sobrecarga, uma função que exige não apenas resultados, mas também presença emocional, empatia e disponibilidade constante. A geração que não quer mais o cargo A Geração Z cresceu vendo seus pais e gestores adoecendo pelo trabalho. Por isso, ela não romantiza o sacrifício. Uma pesquisa do Datafolha revelou que 88% dos brasileiros preferem qualidade de vida a um salário mais alto. Muitos recusam promoções que signifique abrir mão da saúde, da família e da vida pessoal. Não é desinteresse, é lucidez. Eles não querem liderar estruturas que cobram demais, escutam de menos e ainda chamam isso de “alta performance”. O que parece falta de ambição é, na verdade, uma busca por sentido, e por um modelo de liderança que não custe a própria saúde. O peso invisível da liderança Por trás de cada decisão difícil, existe um líder tentando equilibrar pessoas, resultados e expectativas. Poucos têm espaço para falar sobre o desgaste que isso causa. O esgotamento aparece de várias formas: o sono que não vem, a tensão constante, a sensação de estar sempre devendo. É a exaustão de quem precisa cuidar de todos, mas raramente é cuidado por alguém. Liderar é, muitas vezes, uma experiência solitária. E não é possível sustentar um time saudável quando quem o conduz está emocionalmente esgotado. O novo modelo de liderança O futuro exige líderes humanizados, não apenas tecnicamente competentes, mas emocionalmente maduros. Ser líder em 2025 significa saber escutar, reconhecer limites, permitir pausas e criar ambientes onde o erro não é punição, mas aprendizado. Como ensinam Amy Edmondson e Timothy Clark, segurança psicológica é o alicerce das equipes que aprendem, inovam e permanecem engajadas. A liderança do futuro não é a que cobra mais, mas a que inspira com mais humanidade. Empresas que ignoram o sofrimento de seus líderes estão minando o próprio resultado, e times emocionalmente esgotados não entregam alta performance, apenas sobrevivem a ela. Cuidar da saúde mental da liderança não é um ato de gentileza, é uma estratégia de sustentabilidade. Organizações que desejam longevidade precisam cuidar de quem segura o leme. Mentorias, espaços de escuta e acompanhamento psicológico para líderes não são luxo. São parte essencial de qualquer política de gestão de riscos psicossociais. O trabalho pode continuar sendo fonte de propósito e realização, desde que liderar não custe a própria saúde. *Tatiana Pimenta é fundadora e CEO da Vittude, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas. Engenheira civil de formação, com MBA Executivo pelo Insper e especialização em Empreendedorismo Social pelo Insead, escola francesa de negócios. Empreendedora, palestrante, TEDx Speaker e produtora de conteúdo sobre saúde mental e bem-estar, foi reconhecida em 2023 como LinkedIn Top Voice, e em 2024 como uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina pela Bloomberg Linea.
Férias de janeiro ganham experiências imersivas e diversão para toda a família nos shoppings de São Paulo e ABC
As férias de janeiro estão quase chegando ao fim, mas quem ainda busca programas especiais para aproveitar os últimos dias de descanso com as crianças encontra nos shoppings opções completas de lazer, cultura e entretenimento. Com atrações temáticas, experiências imersivas e atividades gratuitas voltadas ao público infantil, os empreendimentos se consolidam como destinos ideais para reunir a família, fugir da rotina e criar memórias antes da volta às aulas. De aventuras inspiradas em personagens queridos a circuitos interativos e espetáculos ao vivo, ainda dá tempo de transformar os últimos dias das férias em momentos inesquecíveis. O MorumbiShopping (Zona Sul) transforma as férias em uma verdadeira jornada pelos sete mares com a atração infantil “Aventura no Navio Pirata”, que acontece até o dia 1º de fevereiro. Voltado para crianças de 4 a 12 anos, o evento gratuito (agendamento pelo app MULTI) propõe uma experiência lúdica e interativa em que os pequenos embarcam em um navio cenográfico e percorrem um circuito inspirado no universo pirata, com oficina de acessórios, desafios em tabuleiro gigante, espaços acessíveis e cenários instagramáveis, culminando na busca pelo tesouro escondido do Capitão Barba Negra. Para completar o passeio em família, o shopping ainda oferece opções permanentes de lazer como HotZone, Play Space e Teatro, ampliando as alternativas de entretenimento durante todo o período. Ainda na Zona Sul da capital, no Shopping Vila Olímpia, as férias ganham clima de aventura com o espaço temático “Bob Esponja – Em Busca da Calça Quadrada”, que convida crianças de 3 a 12 anos a explorarem um circuito gratuito inspirado no novo filme do personagem, com cama elástica, piscina de bolinhas, jogos e atividades interativas, até o dia 8 de fevereiro. Junto com a atração, está acontecendo o Ateliê das Cores – Especial férias, onde crianças e adultos podem soltar a criatividade. Funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingos, das 12h às 20h. Ambos com resgate pelo app MULTI. O shopping também celebra a prorrogação da exposição imersiva Napolião Experience até 22 de fevereiro e recebe a estreia do espetáculo “Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!”, no Teatro Claro Mais SP, reforçando sua programação cultural para o público infantil. Além dessas atrações especiais, o empreendimento reúne diversas opções de lazer, como Altitude Park, Boliche, Cinema, EBS – Escola Brasileira de Skate, Teatro e o The Cavern Club, consolidando-se como um destino completo para todas as idades. O Shopping Anália Franco, localizado na Zona Leste, resgata o espírito das brincadeiras ao ar livre com a atração “Aventuras no Quintal”, que acontece até 1º de fevereiro, na Praça de Eventos. Destinado a crianças de até 12 anos, o circuito gratuito reúne atividades que estimulam movimento, coordenação e imaginação, como arvorismo sobre piscina de bolinhas, escorregadores, túneis, mini escalada e pontes suspensas, sempre em sessões agendadas pelo app MULTI. Para além do evento temporário, o shopping conta com atrações fixas que ampliam as possibilidades de lazer, como Cinema, Pracinha do Anália e Vila Trampolim Park, garantindo diversão contínua para toda a família. Já o ParkShopping São Caetano, na região do ABC, convida a criançada para uma expedição cheia de descobertas com a atração gratuita “Dora – A Aventureira”, em cartaz até o dia 1º de fevereiro. Inspirado no universo da personagem, o circuito interativo leva crianças de 3 a 12 anos por missões na floresta, desafios de coordenação, jogos musicais e cenários imersivos, com destaque para a Montanha Mágica e espaços instagramáveis. O passeio pode ser estendido com as opções permanentes do shopping, que incluem Cinema, Estação Criança, HotZone e o Multiplan Hall, reforçando o empreendimento como polo de lazer no ABC, para toda família durante as férias escolares. SERVIÇO: (Zona Sul) – “Aventura no Navio Pirata” Data: 6 de janeiro a 1º de fevereiro Horário: das 12h às 20h (última turma às 19h30) Local: Piso Lazer – Vão Central Ingressos gratuitos com agendamento pelo app MULTI -HotZone Descrição: parque indoor com 2mil m² repleto de games e clássicos de parques de diversões, como: simuladores, máquinas Redemption, pistas de Go-Kart e Autopista, entre outros. Diversão para toda família. Data/horário: Segunda à Sexta: 14h às 22h, Sábado: 12h às 22h e Domingo: 13h às 21h Local: Piso térreo – Play Space Descrição: Projetado especialmente para proporcionar experiências de diversão e aprendizado para as crianças, as instalações são equipadas com uma variedade de jogos interativos, áreas de recreação e desafios lúdicos que estimulam a imaginação e promovem a socialização entre os pequenos. No espaço, a segurança é prioridade, e todas as atividades são cuidadosamente monitoradas por uma equipe dedicada de profissionais treinados. Local: Piso Lazer -Teatro Multiplan Hall MorumbiShopping – Local: MorumbiShopping – G2 – Av. Roque Petroni Jr., 1089 – São Paulo/SP Endereço: Rua Olimpíadas, 360, São Paulo – SP – Espaço Temático “Bob Esponja – Em Busca da Calça Quadrada” Data: 13 de janeiro a 8 de fevereiro Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h Local: Piso Térreo Ingressos gratuitos com agendamento pelo app MULTI -Oficina das Cores – Especial Férias Data: finais de semana de outubro Horário: segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingos, das 12h às 20h Local: Piso Térreo Ingressos gratuitos com agendamento pelo app MULTI -Napoleão Experience Data: até 22 de fevereiro Horário: Terça a sexta-feira, das 13h às 21h; aos sábados, das 10h às 22h; e domingos/feriados, das 12h às 20h. Local: 2º Piso -Altitude Park Descrição: parque de camas elásticas para todas as idades, com atrações como o Crazy Bubble, onde as crianças podem rolar pela arena dentro de uma bola inflável, e o Shotdown, onde elas se tornam alvos para cair em uma piscina de almofadas, a diversão é garantida! Data/horário: Segunda a sábado, das 10h às 22h, domingos e feriados, das 12h às 20h Local: 3º Piso -Boliche Villa Bowling Descrição: com suas 12 pistas, equipamentos importados dos EUA e telas de LCD. E para matar a fome, conta com a hamburgueria Johnny Rockets Data/horário: De domingo a quinta, das 11h às 00h, e sexta e sábado, das 11h às 01h. Local: 4º Piso -EBS – Escola Brasileira de Skate Descrição: Com professores especializados, as aulas são voltadas para crianças e adultos. Com duração de 1 hora, variam de R$ 180 a R$ 1.200, dependendo da modalidade, e há também a opção de aula teste de 30 minutos por R$ 90,
CEO da Zaya Comunica, Geórgia Fröhlich analisa o papel das redes sociais no Big Brother Brasil
Com a chegada de uma nova edição do Big Brother Brasil, o impacto das redes sociais na dinâmica do reality volta a ganhar destaque. Para Geórgia Fröhlich, CEO da Zaya Comunica, empresa especializada em gerenciamento de redes e posicionamento digital, o programa deixou de ser apenas um produto televisivo e passou a existir de forma ampliada nas plataformas digitais. “Antigamente, os reality shows aconteciam em uma única plataforma. As famílias se reuniam na sala para assistir ao programa do dia e, por isso, era muito comum que as edições desenhassem claramente um mocinho e um vilão. Todo mundo assistia pela mesma perspectiva: a edição do programa”, explica Geórgia. Segundo ela, esse modelo fazia com que o público criasse preferências muito definidas. “Muito cedo surgia um participante pelo qual todos torciam e outro que o público queria ver fora do jogo.” Esse cenário começou a mudar de forma mais intensa a partir das edições exibidas durante a pandemia. “Com o fortalecimento das redes sociais, os reality shows passaram a ser multiplataforma. Hoje, além da TV, o programa acontece em uma proporção gigantesca nas redes sociais, como Instagram, TikTok e outras plataformas”, afirma. De acordo com a especialista, essa mudança impacta diretamente a forma como o público se posiciona. “Isso faz com que a gente veja torcidas que enxergam os participantes de maneiras muito diferentes, vários queridinhos ao mesmo tempo, polarização e múltiplas opiniões.” Ela ressalta que parte significativa da audiência acompanha o reality fora da televisão. “Muitas pessoas assistem apenas pelos cortes do Instagram e pelas páginas de entretenimento, e não necessariamente pela edição exibida na TV.” Nesse contexto, o trabalho de gerenciamento das redes sociais se torna decisivo. “O gerenciamento das redes é determinante para saber se essa torcida estará motivada, se vai puxar mutirões de voto ou não”, diz. Para Geórgia, apesar da importância do desempenho dentro da casa, é fora dela que a relação com o público se consolida. “É nas redes sociais que a torcida se fortalece, se transforma em fã e se organiza. Hoje, a rede social é um fator decisivo tanto para a permanência no jogo quanto para o fortalecimento da marca pessoal do participante.” A especialista também destaca a importância do alinhamento entre o que o público vê no programa e o que encontra nas redes. “A melhor receita é quando a personalidade real do participante dentro da casa conversa com a estratégia construída aqui fora”, pontua. Como exemplo, ela cita a participação de Manu Gavassi. “O posicionamento dela dentro do reality dialogava diretamente com o que acontecia nas redes sociais. Era a mesma narrativa sendo construída nos dois ambientes.” Geórgia alerta que, quando esse alinhamento não acontece, o interesse tende a diminuir. “Há casos em que o participante chama atenção dentro da casa, mas, ao chegar às redes sociais, o público não encontra o mesmo tom ou a mesma narrativa. Quando a rede social não acompanha esse protagonismo, o interesse se perde.” Ela reforça ainda a diferença entre o público da televisão e o das redes sociais. “O público do Big Brother na TV é muito plural. Já nas redes sociais, a audiência costuma ser mais parecida com a personalidade do participante, pessoas que se identificam e compartilham visões semelhantes.” No caso dos participantes do grupo Pipoca, esse processo é ainda mais relevante. “Eles entram sem uma marca pessoal definida. A comunidade que conseguem formar nas redes pode acompanhá-los depois do programa, abrindo portas para parcerias, eventos e novos projetos profissionais.” Segundo Geórgia, o papel de familiares ou das agências responsáveis pelas redes é central nesse momento. “Eles podem ajudar ou atrapalhar diretamente a construção dessa nova trajetória quando o participante deixa o programa.”
Recorde de marcas no INPI em 2025 teve maioria dos pedidos de microempreendedores individuais e pequenas empresas
O recorde de quase 505 mil pedidos de registro de marcas em 2025, alcançado pelo INPI, é um marco relevante para o sistema brasileiro de propriedade industrial. Mais do que um número expressivo, ele reflete a consolidação de um ambiente de negócios mais atento ao valor estratégico dos ativos intangíveis e à importância da proteção da marca desde os primeiros passos da atividade empresarial. “Esse crescimento está diretamente ligado à digitalização e à simplificação do processo de registro, especialmente por meio de ferramentas eletrônicas e aplicativos, que reduziram custos e ampliaram o acesso ao sistema. Não por acaso, a maioria dos depósitos foi realizada por microempreendedores individuais e pequenas empresas, demonstrando que a proteção marcária deixou de ser um privilégio de grandes corporações e passou a integrar a realidade do empreendedor brasileiro. Por outro lado, não podemos deixar de considerar que a digitalização e simplificação dos processos podem gerar insegurança jurídica no caso da falta de assessoramento técnico/jurídico de profissionais de agentes de propriedade industrial qualificados”, explica Gabriel Di Blasi, sócio do escritório Di Blasi, Parente & Associados e Presidente da Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Industrial (ABAPI). O número de depósito de pedidos de patente também teve alta em 2025, mostrando um movimento estrutural importante. Grande parte desses pedidos foi feito por pessoas físicas. Além disso, essa alta tem origem em universidades, centros de pesquisa e Núcleos de Inovação Tecnológica. Esse dado evidencia o papel crescente da pesquisa acadêmica, dos hubs de inovação e da articulação institucional na transformação do conhecimento científico em ativos protegidos, com impacto direto no desenvolvimento regional e nacional. “Ao mesmo tempo, o crescimento do volume de pedidos exige atenção redobrada quanto à qualidade técnica e à segurança jurídica do sistema. A busca por maior celeridade no exame dos pedidos não pode comprometer etapas essenciais do procedimento, especialmente aquelas que garantem ao depositante a possibilidade de emendar seus pedidos de patentes”, comenta Gabriel Di Blasi. Nesse contexto, o debate em torno do Projeto de Lei nº 2.210 precisa ser conduzido com bastante cautela. A eventual supressão de fases que permitem emendas aos pedidos vai na contramão das melhores práticas internacionais. “Quem mais tende a ser impactado são os depositantes nacionais, em especial aqueles que depositam pedidos por meio de NITs, muitas vezes sem experiência e capacidade técnica consolidada na redação técnica de patentes. A possibilidade de emenda não fragiliza o sistema, ao contrário, fortalece o escopo da proteção e eleva a qualidade das concessões. O desafio agora é sustentar e ampliar esse crescimento em 2026, combinando modernização institucional e autonomia financeira do INPI, educação em propriedade intelectual e um arcabouço legal alinhado às práticas internacionais. Somente assim será possível transformar volume em inovação, competitividade e desenvolvimento econômico de longo prazo”, complementa Gabriel Di Blasi, sócio do escritório Di Blasi, Parente & Associados e Presidente da Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Industrial (ABAPI).
Vamos parar de fingir que isso é governança
Por Patricia Punder, advogada e CEO da Punder Advogados “Let’s stop pretending” — Justin Trudeau, Primeiro-Ministro do Canadá, Fórum Econômico Mundial (Davos), janeiro de 2026. Anotei essa frase porque ela tem um efeito raro no debate institucional: ela reduz o ruído e desloca a discussão do plano retórico para o plano da realidade. Não há provocação estética nem promessa vazia. Há um chamado direto à responsabilidade. E no contexto brasileiro atual, poucos temas exigem tanto esse tipo de honestidade quanto a governança corporativa. Ao longo das últimas décadas, o Brasil avançou significativamente na formalização de estruturas de governança, com conselhos de administração se tornando praticamente mandatórios em companhias relevantes, comitês especializados se multiplicando, códigos de conduta ganhando sofisticação e relatórios se tornando mais extensos e técnicos. Ainda assim, as crises continuam surgindo com frequência preocupante, muitas vezes revelando falhas que se acumularam silenciosamente por anos. Esse descompasso entre forma e resultado não decorre da ausência de normas. A definição clássica de governança corporativa, consagrada no Relatório Cadbury (1992), permanece atual justamente por sua objetividade: governança é o sistema pelo qual as empresas são dirigidas e controladas. Trata-se de um sistema funcional, não simbólico, concebido para assegurar direcionamento estratégico e supervisão efetiva da gestão. Os principais referenciais internacionais caminham na mesma direção, já que os Princípios de Governança Corporativa do G20/OECD enfatizam o papel central do conselho na supervisão da administração, na gestão de conflitos de interesses e na integridade das informações. No Brasil, o IBGC – Instituto Brasileiro de Governança Corporativa consolidou princípios amplamente aceitos, como transparência, equidade, prestação de contas, responsabilidade corporativa e integridade, que servem como critérios objetivos para avaliar a maturidade da governança. O problema surge quando esses princípios permanecem restritos ao plano normativo e não se traduzem em prática institucional, onde a transparência passa a ser confundida com controle de narrativa, accountability se reduz a exposições formais sem consequências, integridade é tratada como atributo reputacional, e não como parâmetro decisório. Nesse contexto, a governança se mantém intacta no discurso, mas fragilizada na função. É nesse ponto que o papel dos conselhos de administração precisa ser analisado com maior rigor. A teoria da agência, desde Jensen e Meckling, deixou claro que conselhos existem para mitigar assimetrias de informação, reduzir riscos de captura gerencial e exercer supervisão qualificada. O conselho não é um fórum consultivo nem uma instância de validação simbólica, é um mecanismo de controle. No entanto, observa-se com frequência um deslocamento desse papel, com conselhos passando a operar como espaços de confirmação, não de questionamento. O contraditório é evitado em nome da convivência, e o ceticismo profissional cede lugar à confiança pessoal. Essa dinâmica não surge por acaso, ela está diretamente relacionada à forma como conselheiros são escolhidos. Embora códigos de boas práticas enfatizem diversidade, independência e pluralidade de competências, a realidade brasileira ainda revela processos de seleção marcados por vínculos pessoais, relações de confiança histórica e não raramente, pela busca de nomes que estejam em evidência no mercado. A escolha do conselheiro passa a refletir capital relacional, visibilidade ou pertencimento a determinados círculos, mais do que efetiva densidade técnica e independência de julgamento. Esse fenômeno cria um conflito de interesses estrutural, porque quando conselhos são compostos majoritariamente por pessoas que compartilham trajetórias, redes e lealdades, a diversidade de pensamento se reduz, e o questionamento perde espaço. O conselho deixa de funcionar como instância técnica de supervisão e passa a operar como bloco relacional, no qual o dissenso é percebido como ruptura pessoal e não como dever fiduciário. Não se trata de ignorar a existência de profissionais qualificados ou de experiências legítimas, trata-se de reconhecer que há decisões conscientes envolvidas tanto na escolha quanto na aceitação desses cargos. Conselheiros são bem remunerados, conhecem seus deveres legais e fiduciários e sabem que sua função central é supervisionar, questionar e registrar divergências quando necessário. Quando essa função é relativizada em nome de afinidade, conveniência ou preservação de relações, a falha não é apenas de desenho institucional, mas de conduta. Esse pano de fundo ajuda a compreender por que determinadas narrativas se repetem em momentos de crise, como o caso Americanas. Reportagens recentes indicaram que a área técnica da CVM – Comissão de Valores Mobiliários, concluiu que a fraude contábil teria sido conduzida por ex-executivos ao longo de aproximadamente uma década, sem conhecimento do conselho ou de seus comitês. Ainda que o devido processo regulatório deva ser respeitado, a afirmação de que um conselho foi “enganado” por tanto tempo em relação a um tema material exige reflexão técnica. Os conselhos não dependem de conhecimento fortuito, mas da existência de sistemas que permitam identificar riscos relevantes, exigir evidências independentes, testar consistência de informações e reagir a sinais de alerta. Quando problemas de grande magnitude permanecem ocultos por anos, a questão central não é apenas quem cometeu a irregularidade, mas porque os mecanismos de supervisão falharam. Naturalizar a ideia de que conselhos podem ser enganados por longos períodos sem que isso implique falha de supervisão fragiliza o conceito de accountability. Governança pressupõe ceticismo profissional, sem ele, a supervisão se transforma em ato de fé, e a governança perde sua razão de existir. As crises corporativas raramente decorrem de eventos isolados Elas são em geral, o resultado acumulado de tolerâncias sucessivas: tolerância a explicações insuficientes, a conflitos não tratados, a controles vistos como entraves, e a estruturas que existem apenas como ritual. Quando a crise se torna pública, o custo já não é apenas financeiro, mas reputacional, regulatório e institucional. O caso do Banco Master expõe outro aspecto relevante desse cenário. A decretação de liquidação extrajudicial de instituições do conglomerado pelo Banco Central, acompanhada de referências a insolvência, deterioração financeira e conflitos de interesses, evidencia fragilidades que vão além da situação específica da instituição. Do ponto de vista da governança, chama atenção a tentativa de substituição do sistema por narrativa, com esforços para influenciar a percepção pública e questionar a atuação regulatória. Quando uma organização precisa recorrer à construção de legitimidade externa para enfrentar fatos objetivos, isso indica que os mecanismos
Corrida em Porto Alegre transforma copos plásticos em impacto social e consolida modelo sustentável no esporte
A Poa Plast Run chega à sua 3ª edição consolidada como um dos exemplos mais consistentes de sustentabilidade aplicada a eventos esportivos no Brasil. Realizada em Porto Alegre, a Poa Plast Run é pioneira ao adotar um modelo em que 100% dos copos plásticos utilizados para hidratação ao longo do percurso são descartados corretamente pelos próprios atletas e destinados integralmente à reciclagem, eliminando resíduos da via pública e promovendo a economia circular na prática. Diferentemente do que ocorre na maioria das corridas de rua — onde o descarte inadequado de copos plásticos gera impacto ambiental e riscos aos participantes —, a Poa Plast Run propõe uma mudança efetiva de comportamento. Durante a prova, os corredores depositam os copos plásticos em coletores estrategicamente posicionados, garantindo um percurso limpo, mais seguro e ambientalmente responsável. O material recolhido é posteriormente destinado a entidades assistenciais do terceiro setor participantes do programa Copinho Legal, transformando resíduos em recursos financeiros e impacto social positivo. Idealizada pelo Instituto SustenPlást, a iniciativa surgiu com o objetivo de demonstrar que grandes eventos esportivos podem ir além do discurso e incorporar práticas sustentáveis de forma eficiente e replicável. “A Poa Plast Run mostra que sustentabilidade não precisa ser complexa ou utópica. Quando o público é engajado e o modelo é bem estruturado, é possível promover mudanças reais de comportamento, inclusive em eventos de grande porte”, afirma Simara Souza, gerente do Instituto SustenPlást. Desde a primeira edição, o formato adotado pela Poa Plast Run tem chamado a atenção de organizadores e instituições ligadas ao esporte e ao meio ambiente, tornando-se referência para provas que buscam reduzir impactos ambientais e ampliar seu legado social. Além de minimizar resíduos, o modelo também contribui para a segurança dos atletas, ao evitar copos plásticos espalhados pela pista e reduzir riscos de quedas e lesões. Com o slogan “Eu corro pelo exemplo”, a corrida reforça a ideia de que atitudes individuais, quando somadas, são capazes de gerar transformações coletivas. Mais do que uma prova esportiva, a Poa Plast Run se consolida como uma plataforma de conscientização, educação ambiental e estímulo à cidadania, posicionando Porto Alegre como um polo de inovação em eventos sustentáveis no país. Serviço: O que: POA PLAST RUN 2026 Quando: 8 de março de 2026 Horário: A partir das 7h15 Onde: Maurício Sirotsky Sobrinho (Parque Harmonia) Av. Loureiro da Silva, 255 – Praia de Belas, Porto Alegre Inscrições: https://www.trichip.com.br/evento/poa-plast-run-2026
Empreender é abrir caminho, mesmo quando ainda não há estrada
Por Tatiana Pimenta, CEO da Vittude Empreender sendo mulher nunca foi simples. E, na maioria das vezes, também nunca foi planejado. Muitas de nós começamos por necessidade, por inquietação, por acreditar que dava para fazer diferente (e melhor). Quando fundei a Vittude em 2016, eu não tinha mapa, manual e nem modelo. Tinha uma dor, e uma crença profunda de que cuidar da mente das pessoas precisava deixar de ser tabu. O que eu não sabia, na época, é que esse passo seria também um mergulho em mim mesma: em minhas inseguranças, na solidão da liderança e nas renúncias que ninguém conta. Empreender, afinal, é abrir caminho. E quem abre caminho precisa lidar com a poeira, o barro e os tropeços do percurso. Costuma-se dizer que empreendedores são movidos por propósito. Mas propósito sem estrutura cansa, e coragem sem rede esgota. Nos primeiros anos, vivi o que muitas fundadoras vivem: longas jornadas, reuniões em que era a única mulher na sala e um esforço quase sobre-humano para provar que merecia estar ali. Na prática, empreender sendo mulher é equilibrar expectativas incompatíveis. Esperam que sejamos firmes, mas empáticas. Visionárias, mas prudentes. Mães, mas disponíveis. E tudo isso, de preferência, com leveza. A leveza, aprendi, é construída, e nasce quando a gente se permite falhar, pedir ajuda e redefinir o ritmo. Foi preciso tempo e terapia para entender que não existe sucesso sustentável quando o preço é o esgotamento. Toda mulher que empreende em um ecossistema ainda desigual carrega um fardo e uma missão – o de precisar provar o óbvio: que competência não tem gênero. E a missão de deixar o caminho um pouco mais fácil para as que virão depois. Em 2025, o empreendedorismo feminino avança, mas ainda enfrenta muros invisíveis: a falta de acesso a investimento, a sobrecarga mental e o machismo disfarçado de “preocupação com o risco”. Mesmo assim, seguimos construindo, inovando, transformando. Empreender, para mim, foi — e ainda é — um ato de fé: em uma ideia, em pessoas, e em mim mesma. E fé, acima de tudo, de que abrir caminho vale a pena, mesmo quando a estrada ainda não existe. Hoje, prestes a me tornar mãe, olho para a trajetória e percebo o quanto cada escolha pavimentou o que vem pela frente. Entendo, com mais clareza, que empreender é sobre responsabilidade com a empresa, com o time, com a sociedade, e com o futuro que queremos deixar. Cada projeto que nasce, cada mulher que ousa, cada negócio que se mantém de pé é uma semente de transformação. E o mais bonito é perceber que, quando abrimos caminho, não caminhamos sozinhas. Atrás de nós, sempre haverá outras mulheres seguindo os rastros, e criando as próprias rotas. Empreender é isso: ter a coragem de ser a primeira, sabendo que o que vem depois nunca mais será o mesmo. *Tatiana Pimenta é fundadora e CEO da Vittude, referência no desenvolvimento e gestão estratégica de programas de saúde mental para empresas. Engenheira civil de formação, com MBA Executivo pelo Insper e especialização em Empreendedorismo Social pelo Insead, escola francesa de negócios. Empreendedora, palestrante, TEDx Speaker e produtora de conteúdo sobre saúde mental e bem-estar, foi reconhecida em 2023 como LinkedIn Top Voice, e em 2024 como uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina pela Bloomberg Linea.
Caso OpenClaw (Moltbot) Expõe Riscos da Nova Geração de Inteligência Artificial, Alerta Especialista Wilson Silva
A recente e caótica introdução do agente de inteligência artificial OpenClaw, anteriormente conhecido como Moltbot e Clawdbot, serve como um importante estudo de caso sobre os riscos inerentes à adoção precipitada de tecnologias emergentes. A análise é de Wilson Silva, especialista em IA e Marketing, Mestre em Gestão de Negócios pela FIA, Coordenador do MBA em Marketing e IA da Faculdade Impacta, Professor de Administração na ESPM e CEO da WS Labs. Em menos de 72 horas, a ferramenta de código aberto, que promete autonomia para executar tarefas diretamente no computador do usuário, passou por uma viralização explosiva, uma mudança de nome forçada por questões legais com a Anthropic (criadora do modelo Claude), e teve sua identidade digital sequestrada para a promoção de golpes com criptomoedas. Mais criticamente, especialistas em segurança digital identificaram e expuseram graves vulnerabilidades, classificando a ferramenta como um “pesadelo de segurança” em potencial. “O que vimos com o OpenClaw foi a anatomia de um ciclo de ‘hype’ acelerado, onde o entusiasmo por uma promessa tecnológica superou a necessária diligência em segurança e estabilidade”, afirma Wilson Silva. “A capacidade de um agente de IA de ‘agir’ em vez de apenas ‘responder’ é, sem dúvida, o próximo passo da tecnologia. Contudo, essa capacidade, que envolve acesso irrestrito a arquivos, credenciais e ao sistema operacional, cria uma superfície de ataque imensamente maior do que a dos chatbots tradicionais.” O principal diferencial do OpenClaw é sua natureza como “agente autônomo”. Diferente de modelos como o ChatGPT, que operam em ambientes isolados na nuvem, um agente como o OpenClaw é instalado localmente, com permissões para interagir com outros softwares, e-mails e arquivos. Essa arquitetura, embora poderosa, foi implementada sem as salvaguardas de segurança robustas que um acesso tão profundo exige, levando à exposição de centenas de instâncias de usuários na internet. “Este episódio destaca uma lacuna crítica entre a vanguarda do desenvolvimento de IA, muitas vezes em projetos de código aberto, e a maturidade necessária para uma adoção segura pelo público em geral”, explica Silva. “A corrida por visibilidade no cenário digital pode levar à divulgação de ferramentas que não estão prontas para o uso massivo, e o público precisa desenvolver um ceticismo saudável, buscando fontes que priorizem a análise técnica em detrimento do sensacionalismo.” Palestrante no Web Summit Rio 2025 e no AI Brasil Experience 2025, Wilson Silva continua levando essa discussão sobre a aplicação estratégica e segura da Inteligência Artificial para os principais palcos do país, defendendo uma abordagem que equilibre inovação com governança e responsabilidade. Sobre Wilson Silva Wilson Silva é uma das principais autoridades em Inteligência Artificial e Marketing no Brasil. É Mestre em Gestão de Negócios pela FIA, Coordenador Acadêmico do MBA em Marketing e Inteligência Artificial da Faculdade Impacta e Professor no curso de Administração da ESPM. CEO e fundador da WS Labs, empresa que desenvolve soluções de IA, Wilson possui mais de 20 anos de experiência transformando empresas com IA, Marketing Digital e Inovação. Foi palestrante no Web Summit Rio 2025 e no AI Brasil Experience 2025. Instagram: @wilsonsilva_mkt
Ativações forçadas no Carnaval colocam marcas em risco, alerta especialista
O Carnaval costuma refletir no comportamento social brasileiro e, nesse período, a rotina muda, o consumo se adapta e as prioridades do público seguem outra lógica. As pessoas buscam lazer, praticidade e experiências coletivas, dando preferência a soluções que facilitem dias intensos de deslocamentos, encontros e celebrações. Por isso, as marcas precisam avaliar se a participação neste período faz sentido para seus objetivos e posicionamento. “O Carnaval funciona como um divisor claro entre marcas que entendem o momento e aquelas que apenas exploram a visibilidade do evento. Quando a marca não tem um papel claro dentro da experiência do público, a ativação pode chamar atenção ali na hora, mas não constrói o relacionamento duradouro com consumidores”, destaca Ramon Prado, CEO da HUSTLERS.BR. As marcas que conseguem se conectar com o público são aquelas que resolvem problemas reais do período ou se encaixam naturalmente no contexto da festa. Entretenimento, áreas de descanso e hidratação são exemplos de territórios que fazem sentido porque dialogam diretamente com as necessidades de quem está nas ruas. Por outro lado, quando a conexão não é clara, o especialista alerta que o risco de rejeição é alto. Ativações forçadas que apenas vestem o Carnaval sem um propósito tendem a gerar mais ruído do que engajamento. O consumidor percebe quando a marca está ali apenas para aproveitar esse alcance do evento, sem entregar valor ou uma experiência que seja de fato relevante para a jornada. “Ativar no Carnaval não é sobre fazer barulho, mas sobre fazer sentido. Marcas que entendem seu papel, respeitam o contexto e escolhem com critério como e se vão participar conseguem transformar o período em uma oportunidade real de conexão, sem perder a coerência e a credibilidade”, finaliza Ramon.
Carnaval além da avenida: como a propriedade intelectual pode transformar o samba em ativo econômico
O Carnaval carioca vai muito além do espetáculo na Sapucaí e se consolida como um dos principais motores da economia criativa brasileira. O evento movimenta bilhões de reais, gera milhares de empregos e projeta internacionalmente a cultura nacional, o que reforça a importância estratégica da proteção da propriedade intelectual nesse setor. No centro dessa discussão está a propriedade industrial, especialmente o direito de marcas, como ferramenta essencial para transformar ativos culturais em ativos econômicos. As marcas das escolas de samba identificam não apenas os desfiles, mas uma ampla gama de produtos e serviços que circulam ao longo de todo o ano. Estudo dos advogados Felipe Ferreira Simões dos Santos e Isabelle Ilicciev Lage, do Di Blasi, Parente & Associados, publicado em artigo da Revista Semestral de Direito Empresarial (RSDE), analisa como grandes agremiações do Grupo Especial do Rio de Janeiro — como Mangueira, Portela, Beija-Flor e Salgueiro — gerenciam seus portfólios de marcas junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O diagnóstico revela que, apesar da força simbólica dessas marcas, sua exploração econômica ainda é limitada. A pesquisa mostra que a maior parte dos registros está concentrada na classe de serviços ligada a eventos culturais e espetáculos, deixando de fora outras atividades relevantes, como comércio de vestuário, produtos licenciados, programas de sócio torcedor e ações promocionais. Segundo os autores, essa subutilização da propriedade industrial compromete o potencial de geração de receitas próprias das escolas de samba e aumenta a dependência de subvenções públicas e patrocínios pontuais, especialmente em um setor que poderia operar de forma menos sazonal. O artigo destaca ainda o papel multifuncional das marcas, que vão além da simples identificação. Elas exercem funções distintiva, publicitária, econômica e informativa, sendo capazes de fidelizar o público, agregar valor simbólico e impulsionar decisões de consumo quando bem geridas. Outro ponto relevante é a conexão entre inovação, criatividade e propriedade intelectual. A economia criativa depende diretamente da proteção dos ativos intangíveis para estimular investimentos, promover inclusão social e fortalecer a identidade cultural das comunidades ligadas às escolas de samba. O estudo também chama atenção para o licenciamento de marcas como estratégia pouco explorada pelas agremiações. Parcerias comerciais bem estruturadas poderiam ampliar a presença das marcas no mercado e gerar receitas recorrentes fora do período carnavalesco. Do ponto de vista das políticas públicas, os autores observam que o investimento no Carnaval ainda é concentrado nos meses que antecedem os desfiles. A ausência de planejamento contínuo limita o impacto social e econômico da festa e reduz o aproveitamento dos ativos protegidos pela propriedade industrial. Ao final, o artigo conclui que o fortalecimento da gestão da propriedade intelectual no Carnaval é essencial para consolidar o evento como uma indústria criativa sustentável. A proteção e a exploração estratégica das marcas das escolas de samba podem ampliar receitas, gerar empregos, reduzir vulnerabilidades financeiras e valorizar, de forma permanente, um dos maiores patrimônios culturais do país. O estudo dos advogados Felipe Ferreira Simões dos Santos e Isabelle Ilicciev Lage, publicado na Revista Semestral de Direito Empresarial (RSDE) – periódico sob a coordenação do Departamento de Direito Comercial e do Trabalho da Faculdade de Direito da UERJ – pode ser baixado – https://rsde.com.br/artigos/carnaval-carioca-e-a-propriedade-industrial-intersecoes-entre-economia-criativa-direito-marcario-e-transferencia-de-tecnologia/.
A nova cara do networking: comunidades empresariais avançam como ferramenta de decisão e desempenho nos negócios
A participação de empresários em redes profissionais estruturadas passou a ser analisada como um fator associado ao desempenho e à qualidade das decisões estratégicas nas empresas. Um estudo publicado em 2025 no American Journal of Social Sciences and Humanities identificou relação positiva e estatisticamente significativa entre práticas de networking empreendedor, difusão de conhecimento e indicadores de performance em pequenas e médias empresas, reforçando o papel das redes como ativo econômico. A pesquisa se soma a um conjunto crescente de estudos que apontam que a aprendizagem entre pares e a cooperação organizada contribuem para ampliar acesso à informação, reduzir assimetrias de conhecimento e apoiar decisões em contextos de crescimento, expansão ou reposicionamento estratégico. Esse movimento tem impulsionado a profissionalização de comunidades empresariais, que deixam de operar apenas como espaços informais de relacionamento e passam a funcionar como plataformas estruturadas. Nesse contexto, modelos como o Clube CDC se posicionam como um ambiente voltado ao desenvolvimento comercial e à conexão entre empresários de diferentes setores, com foco em discussões práticas e relacionamento contínuo. A estratégia privilegia encontros recorrentes e curadoria de participantes, alinhando troca de experiências a temas diretamente ligados ao cotidiano empresarial. “O empresário hoje precisa de espaços objetivos, onde seja possível discutir problemas reais e tomar decisões mais bem informadas”, afirma Rodrigo Monteiro, Presidente do CDC. “A proposta é criar um ambiente de troca entre pessoas que estão em momentos decisivos dos seus negócios”, completa. A lógica de curadoria aparece como um dos elementos centrais desse tipo de iniciativa. Para Jéssica Amorim, sócia do clube, o critério na formação do grupo é determinante para a qualidade das trocas. “Networking só faz sentido quando existe alinhamento de perfil e maturidade empresarial. A curadoria é o que garante que as conversas sejam relevantes e aplicáveis”, diz. Com a consolidação desse tipo de iniciativa, comunidades empresariais passam a ocupar um espaço mais claro dentro da estratégia de crescimento das empresas. Em um ambiente de negócios marcado por incerteza, pressão por eficiência e decisões cada vez mais complexas, plataformas que estruturam a troca entre empresários deixam de ser periféricas e passam a integrar o repertório de ferramentas utilizadas por líderes que buscam ampliar desempenho, reduzir riscos e acessar oportunidades de forma mais qualificada.
Braskem reforça impacto social, ambiental e econômico no Grande ABC em 2025 com iniciativas de qualificação, empreendedorismo e educação
A Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, reforça seu compromisso com o desenvolvimento social, ambiental e econômico do Grande ABC. Em 2025, por meio de um conjunto integrado de iniciativas, a companhia impactou positivamente a região, promovendo qualificação profissional, fortalecimento de pequenos negócios, educação ambiental, relacionamento comunitário, voluntariado corporativo e economia circular no entorno do Polo Petroquímico. Essas ações contribuíram para o fortalecimento das comunidades locais e a geração de oportunidades de desenvolvimento sustentável, beneficiando mais de 17 mil pessoas em 26 projetos. As ações contemplaram temas voltados à inovação, sustentabilidade, empreendedorismo, educação e desenvolvimento local. Moradores das cidades de Santo André, Mauá e da Zona Leste de São Paulo, na região do Parque São Rafael, receberam ações como Ser+, Plastitroque, Programa Braskem de Educação Ambiental, Empreendedoras Braskem, Costura Criativa, Ações que Transformam, Programa Valorize, Mutirões de Voluntariado, Projeto voltado a Qualidade de Vida de crianças, jovens e idosos, entre outros. Entre os destaques estão os programas Empreendedoras Braskem e Costura Criativa, voltados ao fortalecimento do empreendedorismo feminino e da economia criativa. A primeira iniciativa oferece capacitação em gestão, finanças, marketing, desenvolvimento pessoal e formação técnica, contribuindo para a autonomia financeira, a inclusão produtiva e o crescimento sustentável de pequenos negócios no Grande ABC. Criado em 2019, o Empreendedoras Braskem une desenvolvimento local, empoderamento econômico e inclusão social, oferecendo ferramentas para que mulheres com espírito empreendedor, com ou sem negócio formalizado, possam tirar suas ideias do papel ou impulsionar seus empreendimentos. Desde então, mais de 200 mulheres já foram formadas, com mais de 1.500 inscritas ao longo dos anos. Já o Costura Criativa, além da qualificação em costura, teve esse ano um complemento em capacitação voltada ao negócio. O projeto é resultado da parceria entre a Braskem, o Senai Santo André e a Prefeitura de Mauá, com foco no reaproveitamento de uniformes desativados da companhia para a criação de novos produtos, como mochilas, ecobags e nécessaires, um exemplo prático de economia circular aplicada ao desenvolvimento social. O curso teve 160 horas de duração e ofereceu acesso a máquinas industriais, ampliando o potencial de profissionalização das alunas. Nesta edição, 28 moradoras da região participaram das atividades, e concluíram o ciclo com aprendizados que foram além da costura: empreendedorismo, economia circular e valorização do trabalho manual. Complementando essa frente, a Academia Braskem, criada em 2024 em parceria com o Sebrae do Grande ABC, oferece capacitação empreendedora com foco em inovação e sustentabilidade. Inicialmente lançada na região, a iniciativa foi expandida e hoje está disponível em formato digital para todo o Brasil, com trilhas gratuitas de gestão, inovação e sustentabilidade, para participar basta acessar: https://digital.sebraesp.com.br/corporativo/parceiro-braskem. No eixo de qualificação profissional, a companhia apoiou cursos, voltados à ampliação da oportunidade de empregabilidade de moradores do entorno do Polo Petroquímico. As iniciativas contemplaram as áreas de operador logístico e auxiliar administrativo beneficiando 57 participantes. A educação ambiental também foi um pilar da atuação da companhia em 2025. Por meio do Programa Braskem de Educação Ambiental, 905 crianças e adolescentes de 11 instituições participaram de vivências educativas sobre meio ambiente, cidadania, consumo consciente, água, energia e resíduos sólidos. Em comemoração aos 10 anos do programa, foi realizado o Concurso de Educação Ambiental, que premiou seis alunos durante o Encontro com Lideranças Comunitárias. O relacionamento com a comunidade foi fortalecido pelo Programa Formando Laços, que promove visitas guiadas às unidades industriais, ampliando o diálogo, a transparência e o conhecimento sobre os processos produtivos, práticas de segurança, sustentabilidade e inovação da Braskem. Em 2025, o programa realizou 146 agendas de visitas, recebendo 3.482 visitantes, para participar do programa basta acessar Agendamento de Visitas. A companhia também atuou na promoção da economia circular por meio do Plastitroque, iniciativa que incentiva a destinação correta de resíduos plásticos e a conscientização ambiental, contribuindo para a redução do descarte irregular e o fortalecimento da cultura da reciclagem. Em 2025, o programa promoveu 9 edições, beneficiando 710 moradores da região. Em troca dos resíduos plásticos, os participantes receberam um total de 1.491 kits de alimentação e 1.653 kits de higiene e limpeza, além de contribuir com a coleta de aproximadamente 20 toneladas de plástico. O engajamento dos colaboradores foi outro destaque das ações em 2025, com diversas iniciativas de voluntariado corporativo. Entre elas, a WeCare, iniciativa global do Programa de Voluntariado da Braskem, realizada anualmente em alinhamento com o World Clean-up Day, que mobilizou colaboradores e comunidades em ações ambientais e educativas. Como parte da sua programação, a iniciativa reuniu 25 voluntários para uma ação de plantio de mudas nativas no Parque da Gruta, em Mauá. O espaço abriga as nascentes do Rio Tamanduateí e tem grande importância ambiental e histórica para a região do Grande ABC. O plantio em Mauá teve como objetivo apoiar a preservação da nascente do Rio Tamanduateí, que percorre toda a região até desaguar no Rio Tietê, reforçando a importância da recuperação de áreas verdes urbanas para a biodiversidade e a qualidade de vida da população. “Essas iniciativas refletem o nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e com a construção de relações de confiança com as comunidades do entorno do Polo Petroquímico do Grande ABC. Acreditamos que investir em educação, empreendedorismo, voluntariado e diálogo é essencial para gerar impacto positivo e duradouro nos territórios onde atuamos”, afirma Alexandra Calixto Gioso, gerente de Relações Institucionais da Braskem Sudeste. Com esse conjunto de ações, a Braskem reafirma seu papel como agente de transformação social no Grande ABC, contribuindo para o fortalecimento das comunidades, a preservação ambiental e o desenvolvimento econômico e social da região.
Documentário “As Cores do Divino” estreia na programação da TV Brasil neste domingo (1º/2)
A TV Brasil apresenta três filmes nacionais na sessão noturna de cinema deste domingo (1º), a partir das 21h30. Na abertura da faixa da sétima arte, a emissora pública estreia o documentário “As Cores do Divino” (2020). Logo depois, às 23h, o destaque é o drama “Cacaso na Corda Bamba” (2020). Para fechar a sequência, à 0h45, a atração é a obra documental “Um Dia para Susana” (2019). Após a janela na telinha, as três produções audiovisuais podem ser conferidas sob demanda no app TV Brasil Play. O documentário inédito “As Cores do Divino” traça um instigante panorama sobre a relação entre fé, religião e sexualidade dentro da comunidade LGBTQIA+. O conteúdo traz o testemunho de pessoas que já fizeram parte ou ainda atuam em diversas manifestações religiosas presentes no país. O filme foi realizado a partir de conversas com pessoas unidas por esse traço em comum. Com diversos depoimentos emocionantes, a produção revela as experiências dessas pessoas no âmbito religioso. A fé é um elemento central de narrativas que passam por conflitos familiares, expulsão de casa e questões profissionais. Primeiro longa-metragem documental do cineasta Victor Costa Lopes, o filme “As Cores do Divino” foi reconhecido com premiações em festivais. O diretor ainda é responsável por outras produções como os curtas “De terça pra quarta” (2015) e “Revoada” (2019), além dos títulos “O Animal Sonhado” (2015) e “Um Pedaço do Mundo” (2022). Ficha técnica País: Brasil. Ano: 2020. Gênero: Documentário. Direção: Victor Costa Lopes. Classificação indicativa: 12 anos. 75 min. Inédito. Ao vivo e on demand Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar. Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv. ServiçoAs Cores do Divino – domingo, dia 1º/2, às 21h30, na TV Brasil e no app TV Brasil Play TV Brasil na internet e nas redes sociais Site – https://tvbrasil.ebc.com.brInstagram – https://www.instagram.com/tvbrasilYouTube – https://www.youtube.com/tvbrasilX – https://x.com/TVBrasilFacebook – https://www.facebook.com/tvbrasilTikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasilTV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br
Endomarketing em tempos de trabalho híbrido e remoto: como manter cultura e engajamento à distância
O trabalho híbrido faz parte da realidade de muitas empresas brasileiras e exige que a comunicação interna, antes concentrada no espaço físico, seja repensada para atender novos formatos de atuação. Uma pesquisa da ABRH Brasil em parceria com a Umanni apontou que 46,2% das empresas adotam o modelo híbrido, número que coloca o modelo quase no mesmo patamar do presencial, com 46,6%. Já o trabalho remoto representa uma parcela menos significativa, com 7,3%. Para Daniel Trainoti, CEO da Agência Beaver, o modelo híbrido exige uma nova lógica de gestão e comunicação. “Manter um determinado nível de engajamento e uma cultura fortalecida costuma ser uma das principais preocupações das empresas quando se trata de modelos de trabalho alternativos ao presencial. E o endomarketing é um passo importante para garantir que a empresa continue gerando resultados”, afirma. Na prática, o endomarketing no trabalho híbrido ou remoto precisa ir além de comunicados formais e ações pontuais. Estratégias que combinam tecnologia, escuta ativa e storytelling têm ganhado espaço, criando experiências mais próximas e humanas, mesmo no ambiente digital. Júlia Trainoti, COO da Beaver, acredita que, nesse cenário, é preciso focar mais no engajamento contínuo dos colaboradores. “Hoje, a cultura e experiência do colaborador não podem depender da presença física. Os colaboradores engajados tendem a se tornar porta-vozes espontâneos da marca, o que impacta na atração de talentos e na percepção externa”, afirma. Já do ponto de vista do negócio, investir em endomarketing é também uma decisão estratégica. “As empresas que investem em endomarketing conseguem manter equipes alinhadas, motivadas e produtivas, independentemente de onde estejam”, finaliza Daniel.
Samsung Ocean abre agenda de atividades gratuitas com aulas sobre Inteligência Artificial, Digital Health, Programação e mais
O programa Samsung Ocean está com as inscrições abertas para as atividades gratuitas do mês de fevereiro. A iniciativa oferece capacitação tecnológica por meio de aulas, cursos, workshops e eventos realizados em parceria com a Universidades de São Paulo (USP), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Universidade de Brasília (UnB). O programa de capacitação tecnológica da Samsung é totalmente gratuito e oferece certificado de participação aos alunos concluintes. Pessoas de todo o Brasil podem participar das atividades remotas, enquanto moradores de São Paulo, Manaus e Brasília terão acesso às atividades presenciais* em seus respectivos câmpus. Quem pode participar das atividades do Samsung Ocean? Podem participar das atividades do Samsung Ocean maiores de 18 anos com interesse em tecnologia e áreas correlatas. O público-alvo do programa é composto por estudantes, profissionais, empreendedores e interessados em geral. Como se inscrever nas atividades do Samsung Ocean? Para se inscrever nas atividades do Samsung Ocean, basta acessar o site ou o aplicativo, disponível nas lojas oficiais, selecionar a aula/curso de seu interesse na agenda do mês vigente. Se ainda houver vagas disponíveis, clique no botão ‘Inscrever-se’ e siga as instruções de registro/login para reservar sua vaga. O que posso aprender com o Samsung Ocean em fevereiro? Em fevereiro de 2026 o Samsung Ocean oferece aulas gratuitas sobre Inteligência Artificial, Backend, Programação, Digital Health, Fabricação Digital, Internet das Coisas e Frontend. O conteúdo da agenda contempla programação para web com linguagem Phyton, aplicações de IoT na área da saúde, IA conversacional no contexto acadêmico, laboratório de prototipação com Arduino, Manufatura Aditiva e integração com Backend, entre outros. “O objetivo do Samsung Ocean é democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico e preparar pessoas para os desafios do presente e do futuro. Ao oferecer uma agenda gratuita e atualizada, com temas como Inteligência Artificial, Programação, Digital Health e Internet das Coisas, reforçamos o nosso compromisso com a formação de profissionais, a inovação e o desenvolvimento do ecossistema tecnológico no Brasil”, afirma Eduardo Conejo, diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung. As atividades do Samsung Ocean são totalmente gratuitas e concede certificado de participação. Os interessados podem se inscrever pelo site www.oceanbrasil.com ou pelo aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store. Agenda de atividades online 02/02 – [TRILHA IA] Inteligência Artificial: Entenda o que é e como está presente no seu dia a dia – [TRILHA BACKEND] Backend: Introdução (Parte 1) 03/02 – [TRILHA ANDROID] Android: Listas com RecyclerView – [TRILHA IA] Introdução à Otimização e Computação Evolutiva (Parte 1) 04/02 – [TRILHA DIGITAL HEALTH] Aplicações de IoT na Área de Saúde – [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Programando para web com Python, CSS e HTML (Parte 1) – [TRILHA IA] Introdução à Otimização e Computação Evolutiva (Parte 2) 05/02 – [TRILHA BACKEND] Backend com NodeJs e Express – [TRILHA ANDROID] Android: WebServices com Retrofit – [TRILHA FRONTEND] Frontend Web: Introdução (Parte 1) 06/02 – [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Programando para web com Python, CSS e HTML (Parte 2) 09/02 – [TRILHA IA] Laboratório de IA Conversacional Aplicada ao Contexto Acadêmico – [TRILHA IA] Introdução à Visão Computacional com OpenCV – [TRILHA BACKEND] Backend: Introdução (Parte 2) 10/02 – [TRILHA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python – [TRILHA IA] Fundamentos de IA Generativa e Chats Inteligentes: Conceitos e Implementações em Python (Parte 1) 11/02 – [TRILHA IA] Fundamentos de IA Generativa e Chats Inteligentes: Conceitos e Implementações em Python (Parte 2) – [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Programando para web com Python, CSS e HTML (Parte 3) 12/02 – [TRILHA UX] Tópicos de UX para IA: Experiências Ominicanal – [TRILHA FRONTEND] Frontend Web: Introdução (Parte 2) 13/02 – [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Manufatura Aditiva – [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Programando para web com Python, CSS e HTML (Parte 4) 19/02 – [TRILHA IA] Fundamentos de IA Generativa e Chats Inteligentes: Conceitos e Implementações em Python (Parte 1) – [TRILHA FRONTEND] Frontend Web: Introdução (Parte 3) 20/02 – [TRILHA IA] Fundamentos de IA Generativa e Chats Inteligentes: Conceitos e Implementações em Python (Parte 2) 23/02 – [TRILHA UX] Tópicos de UX para Design de Serviços – [TRILHA BACKEND] Ferramentas de Suporte à Programação para Blockchain – [TRILHA IA] Introdução à Estatística para Ciência de Dados (Parte 1) – [TRILHA DIGITAL HEALTH] Manufatura Aditiva para Digital Health (Parte 1) – [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Aprendendo a programar em Python (Parte 1) 24/02 – [TRILHA METAVERSO] Criação de Jogos 2D com Unity (Parte 1) 25/02 – [TRILHA IA] Introdução à Estatística para Ciência de Dados (Parte 2) – [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Aprendendo a programar em Python (Parte 2) – [TRILHA DIGITAL HEALTH] Manufatura Aditiva para Digital Health (Parte 2) 26/02 – [TRILHA DIGITAL HEALTH] Inteligência Artificial Aplicada na Análise de Imagens Médicas e Diagnóstico por Imagem (Parte 1) – [TRILHA METAVERSO] Criação de Jogos 2D com Unity (Parte 2) – [TRILHA FRONTEND] Frontend Web: Introdução (Parte 4) 27/02 – [TRILHA DIGITAL HEALTH] Inteligência Artificial Aplicada na Análise de Imagens Médicas e Diagnóstico por Imagem (Parte 2) – [TRILHA IA] Introdução à Estatística para Ciência de Dados (Parte 3) Atividades presenciais em Manaus (AM) 02/02 – [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Processos de Fabricação e Introdução ao software de modelagem 3D (Parte 1) 03/02 – [TRILHA FRONTEND] Frontend Web com ReactJS: Introdução (Parte 1) 04/02 – [TRILHA FRONTEND] Frontend Web com ReactJS: Introdução (Parte 2) – [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Processos de Fabricação e Introdução ao software de modelagem 3D (Parte 2) 06/02 – [TRILHA IOT] Laboratório de prototipação com Arduino – Básico – [TRILHA FRONTEND] Frontend Web com ReactJS: Introdução (Parte 2) – [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Processos de Fabricação e Introdução ao software de modelagem 3D (Parte 3) 09/02 – [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Programação para iniciantes: aprendendo a programar do zero com Scratch (Parte 1) – [TRILHA FRONTEND] Frontend Web com ReactJS: Integração com Backend (Parte 1) – [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Eletrônica/Microcontroladores para Fabricação Digital (Parte 1) – [TRILHA FABRICAÇÃO DIGITAL] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D (Parte 1) 10/02 – [TRILHA IOT] Projetos e Programação com Arduino – [TRILHA PROGRAMAÇÃO] Programação para iniciantes: aprendendo a programar do zero com Scratch (Parte 2) – [TRILHA
Plano de saúde pode descredenciar clínicas, hospitais e laboratórios?
Por Thayan Fernando Ferreira A rede credenciada é um dos principais critérios na escolha de um plano de saúde. Hospitais de referência, laboratórios próximos e médicos de confiança pesam tanto quanto o valor da mensalidade. Por isso, o descredenciamento de prestadores costuma gerar insegurança entre beneficiários e levanta uma dúvida recorrente. Afinal, planos de saúde podem descredenciar clínicas, hospitais e laboratórios durante a vigência do contrato? A legislação brasileira admite o descredenciamento, mas impõe regras rigorosas. A Lei nº 9.656/1998, que regula os planos de saúde, estabelece que a operadora assume um compromisso contratual com o consumidor ao divulgar sua rede assistencial. O artigo 17 da norma determina que a substituição de prestadores somente é válida quando não houver prejuízo ao atendimento e desde que sejam observados critérios objetivos. O artigo 17 da Lei dos Planos de Saúde é claro ao afirmar que a substituição de hospitais, clínicas ou laboratórios deve ocorrer por prestadores equivalentes e com comunicação prévia ao consumidor. A lei busca preservar a continuidade do tratamento e alterações unilaterais que fragilizam o acesso do paciente aos serviços contratados. Na prática, o descredenciamento só é considerado regular quando três condições são atendidas simultaneamente. Primeiro a substituição por outro prestador de mesma capacidade técnica e assistencial, também a comunicação ao beneficiário com antecedência mínima de 30 dias e por último a inexistência de pacientes internados ou em tratamento contínuo no local que será retirado da rede. A situação muda de figura quando o beneficiário já está em acompanhamento médico. A jurisprudência consolidou o entendimento de que o plano não pode interromper tratamentos em curso. Mesmo havendo descredenciamento, o atendimento deve ser mantido até a alta médica. Esse entendimento decorre não apenas da Lei nº 9.656/98, mas também da aplicação do Código de Defesa do Consumidor, que veda práticas abusivas e cláusulas que coloquem o usuário em desvantagem excessiva. Existem hipóteses excepcionais em que o descredenciamento pode ocorrer sem a observância integral do prazo de 30 dias, como nos casos de fraude, infrações sanitárias graves ou irregularidades fiscais do prestador. Ainda assim, a operadora precisa garantir alternativa equivalente ao consumidor. A lei não autoriza o plano a simplesmente direcionar o paciente para qualquer outro estabelecimento já existente na rede. É obrigatória a inclusão de um prestador substituto compatível, sob pena de ilegalidade. Quando essas regras são descumpridas, o descredenciamento pode ser considerado ilegal e abusivo. Estudos de entidades de defesa do consumidor mostram que a redução da rede por motivos exclusivamente econômicos, sem preocupação com a qualidade e a continuidade do atendimento, é uma das principais causas de judicialização na saúde suplementar. Nesses casos, o beneficiário pode recorrer à ANS, aos órgãos de defesa do consumidor ou ao Poder Judiciário para exigir o restabelecimento da rede ou a manutenção do atendimento no prestador original. Para Thayan Fernando Ferreira, o respaldo legal é objetivo. A Lei nº 9.656/98 impõe às operadoras o dever de garantir assistência adequada durante todo o contrato. Quando o descredenciamento viola esse dever, o Judiciário tem reconhecido o direito do consumidor à continuidade do atendimento e, em alguns casos, à indenização por danos morais. É porque a legislação brasileira prioriza a proteção do paciente, a transparência contratual e a continuidade do cuidado. Sempre que essas premissas são ignoradas, o descredenciamento deixa de ser um ato administrativo legítimo e passa a ser uma infração passível de contestação legal. O autor é o advogado Thayan Fernando Ferreira, especialista em direito da saúde e direito público, membro da Comissão de Direito Médico da OAB-MG e diretor do escritório Ferreira Cruz Advogados – contato@ferreiracruzadvogados.com.br
Reforma Tributária: “bug” do milênio para softwares fiscais ou oportunidade de ouro?
Por Mauricio Frizzarin Ao contrário do que muito foi falado, a Reforma Tributária deixou de ser uma “lenda urbana” de Brasília para se tornar uma realidade iminente no Brasil. No entanto, enquanto manchetes focam no impacto para grandes indústrias, uma revolução silenciosa e urgente bate à porta das empresas desenvolvedoras de software para o setor contábil, ERPs e serviços SaaS (Software as a Service). Para escritórios de contabilidade e pequenas empresas de tecnologia, a mensagem é clara: o modelo que funcionou nas últimas duas décadas está prestes a expirar. A promessa é sedutora: trocar cinco tributos complexos (PIS, Cofins, IPI, ICMS, ISS) por uma dupla moderna, o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). A “simplificação” traz, porém, uma complexidade transitória brutal para o setor de serviços digitais. A mudança mais dramática está relacionada à geografia do imposto. No modelo antigo, uma empresa de SaaS localizada em Barueri ou em Florianópolis pagava ISS conforme a alíquota de sua sede. Com a Reforma, a tributação passa a ser ligada ao destino, ou seja, à região onde o cliente está. Para um software SaaS, com milhares de clientes espalhados por 5.570 municípios brasileiros, isso significa que o sistema de faturamento precisa ser capaz, da noite para o dia, de lidar com uma malha fiscal descentralizada. O “simples” ato de emitir uma nota fiscal se tornou um desafio de engenharia de dados. Esta mudança força uma seleção natural no mercado de tecnologia, afinal, há softwares que dependem de atualizações manuais ou “patches” anuais, que passam a correr risco de obsolescência imediata. Os softwares de gestão contábil e fiscal, como ERPs, devem ser adaptados para garantir o correto enquadramento tributário automático, uma vez que o novo padrão exige, entre outros pontos: – Atualização Automática: visto que as regras fiscais mudam sem intervenção do usuário; – Integração Contábil em Tempo Real: fim das importações manuais de arquivos no final do mês; – Inteligência de Localização: o sistema precisa saber onde o tomador do serviço está para calcular o imposto correto instantaneamente. Se para o software o desafio é técnico, para o contador é consultivo. Com a automação resolvendo a complexidade do cálculo, o papel do contador migra da “apuração” para a “orientação”. Empresas de tecnologia e ecossistemas que se anteciparam às mudanças promovidas pela Reforma Tributária já permitem que o contador foque em explicar o impacto financeiro da mudança para o cliente em vez de passar horas configurando alíquotas. Apesar do susto inicial, o cenário é promissor. A padronização fiscal tende a reduzir o gigantesco contencioso tributário brasileiro — um dos maiores custos ocultos de se fazer negócios no país. Para escritórios contábeis e empresas de software, a Reforma é um divisor de águas. Quem tentar adaptar “gambiarras” nos sistemas antigos certamente sofrerá. Aqueles, porém, que abraçarem soluções nativas da nova era tributária — com dados em nuvem e conformidade automática — devem encontrar um mercado ávido por segurança e clareza. A era da contabilidade digital 2.0 começou. Sua tecnologia está pronta para ela? *Mauricio Frizzarin é fundador e CEO da QYON Tecnologia, empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares para gestão empresarial com inteligência artificial. Frizzarin cursou Tecnologia de Software e Marketing, OPM (Owner/President Management) na Harvard Business School, Executive Education em Inteligência Artificial na University of California, Berkeley e em Fintech em Harvard – www.qyon.com
O impacto da IA generativa no suporte técnico: o que muda para TI
Por Edsel Simas, CTO da Setrion e da Milldesk Help Desk Software O avanço da IA generativa nos ambientes corporativos está pressionando áreas historicamente operacionais a revisarem seus modelos de atuação. O service desk é um dos casos mais visíveis. A adoção de LLMs (Large Language Models) em fluxos de atendimento técnico alterou não apenas a jornada do usuário, mas a própria lógica de triagem, resolução e escalonamento de incidentes. O ponto central não é se a IA substitui o analista, mas sim como ela redesenha a arquitetura operacional e impõe novas exigências à equipe de suporte. Diferentemente das ondas anteriores de automação, centradas em scripts estáticos e bots de interação linear, o que se vê agora é a incorporação de motores de linguagem capazes de interpretar, inferir e sugerir ações a partir de descrições ambíguas ou mal formuladas. Isso altera radicalmente o desenho de operação dos service desks, reposicionando o analista humano como um elo crítico entre o conhecimento técnico acumulado e os sistemas de inferência probabilística que passaram a mediar parte significativa do atendimento. No plano tático, a introdução de IA generativa reconfigura o ciclo de vida de um chamado. A entrada, antes limitada a formulários predefinidos ou atendentes humanos, agora pode ser feita via linguagem natural, interpretada em tempo real por um modelo de linguagem treinado em tickets históricos, bases de conhecimento e logs operacionais. A partir desse ponto, o sistema classifica o chamado, sugere prioridade com base em contexto, tais como frequência, impacto, criticidade, histórico de incidentes correlatos, e até propõe soluções com base em respostas anteriores — que podem ser automaticamente redigidas, testadas e enviadas ao usuário final, dependendo do grau de autonomia definido pela política interna. O analista não desaparece desse fluxo, mas passa a operar em outra instância: como validador, auditor e — mais importante — como modelador do próprio conhecimento que alimenta a IA. Um novo campo de atuação para o atendimento humano Esse deslocamento funcional exige uma requalificação estrutural do papel do analista. A lógica anterior, centrada na execução direta e no conhecimento operacional tácito, dá lugar a uma demanda por competências interpretativas e estruturantes. O analista precisa entender como a IA toma decisões, quais vieses podem comprometer a acurácia das sugestões, como os dados de entrada, sintéticos, ruidosos ou incompletos, afetam o resultado, e de que modo se controla a degradação de performance dos modelos com o tempo. Esse novo perfil não é um luxo de empresas de ponta, mas uma resposta direta às pressões por redução de SLA e aumento da taxa de resolução de primeira linha. Em muitas operações, os tickets de baixa complexidade estão sendo inteiramente absorvidos por sistemas de IA. Isso tende a elevar artificialmente a complexidade média dos chamados restantes, o que, se não for devidamente interpretado pelas lideranças, pode dar a falsa impressão de queda de performance humana, quando na verdade é reflexo da filtragem automatizada. É nesse ponto que o analista precisa ser mais do que um resolvedor de tickets: ele passa a ser um intérprete da própria estrutura do suporte, atuando na reconfiguração contínua dos fluxos, na calibragem dos modelos e na gestão ativa da base de conhecimento. Curva de adoção no Brasil No país, existem diferentes estágios de adoção dessas tecnologias. Enquanto grandes operações corporativas já testam copilotos de IA para auxiliar seus analistas em tempo real, sugerindo scripts, comandos ou diagnósticos com base em padrões extraídos de tickets anteriores, a maioria das empresas opera em um modelo híbrido, onde fluxos automatizados convivem com zonas manuais de contenção. A questão central, porém, é menos tecnológica do que organizacional: a IA já está presente, mas o arcabouço de governança, curadoria de dados e capacitação técnica ainda engatinha. Isso gera uma tensão estrutural: a promessa de ganho de eficiência não se sustenta se a equipe humana não souber operar, validar e evoluir o sistema. Outro ponto relevante é a forma como a IA responde às demandas. Modelos generativos operam por inferência estatística, ou seja, sugerem a resposta mais provável, não necessariamente a mais correta. Em ambientes de suporte técnico, onde a margem de erro pode comprometer a segurança da informação, a estabilidade do ambiente ou o atendimento a requisitos regulatórios, isso impõe a necessidade de filtros humanos qualificados. A supervisão analítica passa a ser mandatória: o analista precisa saber identificar alucinações do modelo, respostas fora de escopo ou inferências equivocadas geradas por bases mal treinadas. Essa supervisão, aliás, é parte de uma camada estratégica de operação que tende a se expandir. Na medida q em que a IA assume tarefas de baixa densidade cognitiva, o analista de suporte é puxado para camadas de decisão mais complexas, como a integração entre ferramentas de observabilidade e sistemas de resposta automática, a configuração de alertas preditivos com base em aprendizado contínuo, ou a definição de parâmetros de auto escalonamento. O suporte técnico passa a ser, então, um nó crítico na cadeia de resiliência operacional das empresas. E o analista que se adapta a esse novo papel deixa de ser executor de tarefas e passa a ser curador de inteligência. Em síntese, a IA generativa não representa uma ameaça ao trabalho humano no suporte técnico — mas impõe uma mudança de ordem. O modelo operacional se reconfigura, e com ele a exigência de novas habilidades, novas linguagens e novos modelos mentais. O analista que entender essa transição e assumir um papel ativo na arquitetura e curadoria dos sistemas inteligentes terá não apenas lugar garantido no novo ecossistema — mas protagonismo. Ignorar esse movimento é uma escolha que cobra um preço: o da irrelevância técnica em um setor onde a automação já deixou de ser promessa e se tornou infraestrutura.
Do bem-estar à performance sustentável: a Felicidade Interna Bruta como diferencial estratégico na gestão de pessoas em 2026
Por Elaine Bernardes, diretora de Gente da Leega Consultoria* Poucas expressões parecem tão distantes do universo corporativo quanto “Felicidade Interna Bruta (FIB)”, índice criado no Butão e endossado pela ONU, que avalia saúde mental, senso de propósito, capital social e qualidade do tempo livre. No entanto, ao se inspirarem nas métricas da FIB, como o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, líderes de Recursos Humanos descobrem formas de gerar valor que vão além dos relatórios financeiros. Empresas que integram o bem-estar às suas estratégias de gestão reduzem a rotatividade, aumentam a produtividade e fortalecem sua reputação no mercado. Simples assim: o engajamento cresce, o turnover diminui e a inovação floresce. Mais do que um indicador, a FIB propõe uma mudança de paradigma que é colocar as pessoas no centro das decisões. Quando o bem-estar deixa de ser um benefício secundário e passa a ser uma prioridade estratégica, a saúde emocional dos colaboradores torna-se um ativo valioso. E isso não é idealismo, é pragmatismo puro. Companhias que promovem a felicidade no trabalho constroem vantagens competitivas duradouras, atraem talentos mais qualificados, fortalecem sua cultura e entregam resultados sustentáveis. Adotar os princípios da FIB transforma a lógica empresarial. Não se trata apenas de aumentar desempenho, mas de reforçar o propósito, criar pertencimento e promover um ambiente de trabalho verdadeiramente saudável. Isso faz toda a diferença. Profissionais felizes permanecem mais tempo nas empresas, são mais criativos, colaborativos e engajados. Líderes que incorporam o bem-estar à cultura organizacional fortalecem sua marca empregadora e ganham vantagem na disputa pelos melhores talentos. Na prática, os princípios da FIB podem ser implementados por meio de ações que promovam saúde física e mental, equilíbrio entre vida profissional e pessoal, relações interpessoais mais saudáveis e oportunidades reais de crescimento. Iniciativas como pesquisas de clima organizacional, programas de escuta ativa, mindfulness, apoio psicológico, incentivo à prática esportiva e capacitação contínua aumentam a satisfação interna e impactam positivamente os resultados do negócio. O estudo “Does Employee Happiness Have an Impact on Productivity?”, conduzido por Jan-Emmanuel De Neve (Universidade de Oxford), George Ward (MIT) e Clement Bellet (Erasmus University), revelou que colaboradores felizes podem ser até 13% mais produtivos. Isso acontece porque o bem-estar cria um ambiente de confiança, cooperação e vínculo, pilares essenciais para a inovação e o crescimento sustentável. Equipes engajadas adoecem menos, produzem mais e se sentem protagonistas do sucesso da organização. Ano passado, o Brasil deu um passo importante ao lançar um projeto-piloto em Fernando de Noronha para adotar a FIB como métrica de desenvolvimento. Ao reconhecer a felicidade como um indicador legítimo para políticas públicas, o país sinaliza para 2026 um novo horizonte em que qualidade de vida, saúde mental e tempo equilibrado são tão relevantes quanto indicadores econômicos tradicionais. Essa iniciativa reforça a urgência de repensarmos o ambiente de trabalho, tornando-o mais humano, saudável e sustentável. A Felicidade Interna Bruta não é apenas uma métrica, é uma filosofia de gestão que inspira um novo jeito de liderar, trabalhar e viver. Afinal, progresso sem humanidade não é progresso. Cuidar das pessoas é o melhor caminho para alcançar melhores resultados. Felicidade e performance não se excluem, elas se fortalecem mutuamente. Organizações que compreenderem que colocar as pessoas no centro é a chave para a prosperidade serão referência na liderança do futuro. E cabe a nós, profissionais de gestão de talentos, transformar essa visão em realidade. * Elaine Bernardes é diretora de Gente da Leega, responsável por liderar a área de Recursos Humanos e Recrutamento e Seleção, além de promover o engajamento dos colaboradores, a cultura e os valores da empresa. É formada em Administração pelo Centro Universitário Íbero-Americano e tem mais de 25 anos de experiência em gestão e liderança na área de Recursos Humanos.
BBB: Como Kerline usou a comunicação digital para fazer uma limonada de sua eliminação no reality?
Na primeira semana do BBB 21, enquanto o público ainda se ajustava ao elenco e à dinâmica do jogo, Kerline deixou a casa. Pouco tempo de tela, nenhum enredo consolidado e um choro que rapidamente escapou da edição para virar meme. O que poderia ter sido apenas mais uma eliminação precoce acabou se transformando em um raro caso de reaproveitamento inteligente de imagem na cultura digital. Dias depois da saída, Kerline reapareceu não como ex-participante esquecida, mas como personagem central de campanhas publicitárias que assumiram, sem constrangimento, o episódio que a marcou. Em um comercial da TIM, já na edição atual do reality, 5 anos após a sua breve passagem pela casa mais vigiada do Brasil, o choro histórico foi resgatado como elemento narrativo, ativando a memória afetiva do público que acompanha o reality não apenas pela competição, mas pelos momentos que viram cultura pop. Na sequência, a marca Fys também entrou na conversa, explorando o humor e a autodepreciação como linguagem publicitária. Do meme à estratégiaDe acordo com Jennifer de Paula, MBA em Marketing e Negócios Interativos e diretora da IMF Press Global, o caso ilustra muito bem um movimento cada vez mais comum na comunicação contemporânea. “Uma boa estratégia de comunicação digital pode ajudar a redefinir o que poderia ser uma mídia negativa em um direcionamento positivo para a carreira. No ambiente das redes, o fracasso isolado não encerra narrativas, ele pode ser o ponto de partida para uma nova construção”. “O diferencial, neste caso, esteve na leitura precisa do imaginário coletivo. As campanhas não tentaram reposicionar Kerline como vencedora do jogo, tampouco esconder sua eliminação. Pelo contrário, assumiram o episódio como símbolo, transformando o choro em linguagem compartilhada, reconhecível e facilmente replicável”, analisa. Storytelling e memória coletivaMais do que vender produtos, as marcas apostaram no storytelling. Ao revisitar a primeira eliminada, ativaram um tipo específico de engajamento: aquele que nasce da lembrança, da ironia e do reconhecimento imediato. “O público não consome apenas o programa, consome a conversa em torno dele. Rankings de eliminações, memes, choros icônicos e comentários nas redes fazem parte da experiência”, explica Jennifer de Paula. Com toda esta estratégia de comunicação digital, Kerline passa a ocupar um espaço muito específico no BBB. Não venceu provas, não chegou à final, mas conquistou algo que poucos participantes conseguem, permanecer relevante após sair cedo. .O episódio reforça uma lógica cada vez mais clara na era digital. Visibilidade não está apenas no tempo de exposição na mídia, mas na capacidade de transformar momentos espontâneos em narrativas duradouras.
Black Princess celebra o Rio Open 2026 com lata exclusiva inspirada no torneio
A Black Princess, marca de cerveja premium do Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional – é a cerveja oficial do Rio Open pelo quarto ano consecutivo. Considerado o maior torneio de tênis do Brasil e da América do Sul, o evento acontece de 14 a 22 de fevereiro, no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro. Para a edição de 2026, a marca está lançando uma lata exclusiva e comemorativa da Black Princess Gold (Puro Malte), criada especialmente para o torneio. O produto já está disponível nos principais mercados e pontos de venda dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Além disso, os ex-atletas e comentaristas de tênis Felipe Meligeni e Teliana Pereira fazem uma cobertura ao vivo nas redes sociais da marca para deixar os fãs do esporte atualizados sobre o torneio. Com o slogan “ouse mudar o jogo”, a marca reforça sua identidade clássica e, ao mesmo tempo, autêntica – valores que dialogam diretamente com a sofisticação do Rio Open. Por conta disso, as ações publicitárias extrapolam as tradicionais quadras de saibro e conquistam toda a cidade do Rio de Janeiro, com promoções em lojas de conveniência, ambientação da marca em redes de supermercado e degustação de produto que apresentam outras cervejas do portfólio da Black Princess. “É uma honra para a Black Princess participar pela 4° vez consecutiva do campeonato de tênis mais importante da América do Sul. O torneio traduz a união entre tradição e atitude, valores que refletem a essência da nossa marca. Queremos que o público vivencie essa experiência ao lado de uma marca sofisticada, que oferece qualidade à altura de um evento tão exclusivo”, afirma Bruna Alonso, gerente de marcas do Grupo Petrópolis. Além das latas comemorativas, a marca terá a versão chopp da Black Princess Gold em todos os espaços do evento e o chopp Black Princess Let´s Hop (IPA) no Corcovado Club. Os espectadores que optarem por não consumir cerveja poderão aproveitar as bebidas esportivas e energéticas da marca TNT, também do Grupo Petrópolis, que estarão disponíveis em geladeiras na Praça Rio Open, Leblon Boulevard e Corcovado Club, oferecendo mais opções para acompanhar os jogos. Com um perfil equilibrado, aroma marcante e sabor encorpado, a Black Princess Gold oferece uma experiência de degustação que combina com a sofisticação do Rio Open 2026, reforçando o posicionamento da marca em um dos palcos mais prestigiados do esporte.
Emive amplia atuação em segurança externa e lança linha de totens de monitoramento inteligente
A Emive Segurança Eletrônica, unidade de negócio da Emive&Co, empresa brasileira com mais de três décadas de atuação no setor de segurança eletrônica e monitoramento, anunciou o lançamento da linha Totens Emive IA Vision, um portfólio de soluções voltadas à vigilância preventiva de áreas externas. O movimento marca a ampliação da atuação da companhia para além do monitoramento tradicional, com foco em ambientes abertos e perímetros urbanos. O principal destaque da linha é o Totem Emive IAVision Urbano, que já está em operação em Belo Horizonte, instalado em unidades de uma grande rede varejista do setor farmacêutico com forte presença em Minas Gerais, São Paulo e Trancoso na Bahia. A solução tem expansão prevista para outros estados brasileiros, acompanhando a estratégia de crescimento da companhia. “O lançamento da linha Totens Emive IA Vision representa uma evolução estratégica da Emive, alinhada às novas demandas por segurança em áreas externas”, afirma Walter Uvo, Head da Divisão de Proteção Perimetral Externa (PPE) da Emive&Co. “A experiência em campo tem mostrado que a vigilância preventiva em ambientes abertos é um fator decisivo para ampliar a proteção e aumentar a eficiência operacional.” Além do modelo urbano, a linha inclui o Emive IA Vision Mini, voltado à proteção do entorno residencial, e o Emive IA Vision Parede, indicado para fachadas, portarias e acessos de comércios, condomínios e empresas.O portfólio foi estruturado para atender diferentes perfis de risco e escalas de operação, permitindo que a proteção seja adaptada ao contexto de cada ambiente. Do ponto de vista tecnológico, as soluções combinam sensores de imagem com inteligência artificial aplicada e monitoramento humano 24 horas por dia, possibilitando a identificação antecipada de eventos como intrusão, aglomeração, perambulação e comportamentos suspeitos. As ocorrências são analisadas por operadores especializados, seguindo protocolos definidos de resposta. “A segurança externa deixou de ser um complemento e passou a ocupar um papel central na gestão de riscos”, destaca o executivo. “Nosso foco é oferecer soluções escaláveis, que integrem tecnologia, presença física e operação especializada, acompanhando a transformação do mercado.” Com o lançamento da linha Emive IA Vision, a Emive reforça seu posicionamento como fornecedora de soluções de segurança inteligente e preventiva, mirando oportunidades em segmentos como varejo, condomínios, áreas comerciais abertas, indústrias, centros logísticos e projetos urbanos.
Com Shaquille O’Neal, Sportingbet lança maior campanha de marca de sua história no Brasil
Nesta quarta-feira, 21 de janeiro, a Sportingbet dá um passo grande na sua história no Brasil: estreia a maior campanha de marca já feita por aqui, com ninguém menos que Shaquille O’Neal no centro da cena. Ícone global do esporte e do entretenimento, o Shaq tem uma presença que vai muito além das quadras e se conecta diretamente aos valores que a marca busca reforçar no país. Sua irreverência, seu humor e a maneira leve e autêntica com que se relaciona com as pessoas refletem não só a sua personalidade, mas também a forma como a Sportingbet constrói sua comunicação e se aproxima do público brasileiro. Mais do que lançar um filme, a marca apresenta uma nova fase de comunicação. A campanha nasce como uma plataforma viva, pensada para estar presente no dia a dia das pessoas – em diferentes formatos, momentos e conversas. A ideia é simples: sair do impacto pontual e construir presença cultural de verdade. Shaq entra nessa história não só como celebridade, mas como parte da narrativa. Com seu humor, irreverência e personalidade única, ele ajuda a traduzir a essência da Sportingbet em uma linguagem mais próxima, divertida e memorável – reforçando valores como confiança, protagonismo e autenticidade. “Essa campanha representa exatamente como a Sportingbet quer falar com as pessoas daqui pra frente”, diz Dimitri Araujo, Head de Marketing da Sportingbet. “A gente não pensou em uma peça isolada, mas em um sistema de comunicação que vive no cotidiano do público. Com Shaq, conseguimos unir entretenimento, cultura e marca de um jeito muito mais próximo e relevante.” Assinada pelo conceito “Na dúvida, melhor Sportingbet”, a campanha posiciona a marca como a melhor escolha para apostar, de forma leve, bem-humorada e comparativa em relação às concorrentes. Shaquille O’Neal assume o papel de agente dessa virada de decisão, surgindo de maneira inesperada para convencer os apostadores a mudarem de ideia, sempre explorando situações cômicas e características já reconhecidas de sua personalidade. A campanha estreia em TV, YouTube e redes sociais, com desdobramentos contínuos ao longo do ano em formatos digitais e ações always on. A plataforma se estende também a propriedades patrocinadas pela Sportingbet, como Libertadores, Copa Sul-Americana e NBA, ampliando a presença cultural da marca em diferentes contextos e momentos de consumo. O objetivo é fazer de Shaquille O’Neal um personagem recorrente na comunicação da marca, criando uma narrativa consistente que acompanhe os fãs de esporte em diferentes momentos. O projeto reúne cinco agências atuando de forma integrada. A DPZ lidera a estratégia criativa e a produção dos principais assets, garantindo unidade na comunicação. A Lebre assina as ativações de live marketing, levando o conceito para experiências no mundo real – de bares a ações especiais e parcerias. A VOA conduz toda a estratégia de social media, transformando Shaq em presença constante no digital. A Altermark fica responsável pela mídia OOH, com presença forte em praças como São Paulo E a Hochmüller Multimídia é responsável por toda a frente de PR da iniciativa, incluindo relacionamento e atendimento direto à imprensa. Com essa iniciativa, a Sportingbet reforça seu compromisso com inovação em comunicação e com a construção de marcas que dialogam com entretenimento, cultura e comportamento do consumidor, consolidando uma estratégia de longo prazo baseada em relevância, engajamento e proximidade com o público brasileiro. Confira os dois filmes de estreia: “Um MVP que entrega mais” e “Vai de Shaq. Vai de Sportingbet”.
TLF Jeans é patrocinadora oficial do Bloquinho de Verão 2026
A chegada do Bloquinho de Verão já é sinônimo de festa na cidade, e a TLF Jeans está no centro dessa energia. A marca é uma das patrocinadoras oficiais do evento, que antecipa o clima do Carnaval 2026 e transforma o Colosso Lake Lounge em um dos principais palcos das prévias carnavalescas da capital cearense, reunindo milhares de pessoas em uma celebração de música, verão, lifestyle e alegria. A TLF marca presença ativa na folia ao vestir influenciadoras e modelos, assinando a customização de abadás exclusivos para as festas. As criações traduzem o DNA da marca, que une moda, atitude e uma forte conexão com o espírito jovem, urbano e criativo do verão nordestino. Para a sócia e diretora criativa da TLF Jeans, Thicy Lemos, estar como patrocinadora oficial desse grande evento é celebrar tudo o que a TLF acredita, liberdade, expressão, identidade e conexão com as pessoas. “O Bloquinho traduz perfeitamente esse espírito leve, vibrante e cheio de personalidade, e fazer parte disso, vestindo quem vive a festa intensamente, é motivo de muito orgulho para a marca”, complementa. Reforçando ainda mais sua presença na folia, a marca inaugurou uma loja pop-up na Central do Fortal, no Shopping RioMar Fortaleza, permitindo que os foliões aproveitem o momento da retirada do abadá para montar seus looks completos, com peças que traduzem o mood do verão que será destaque no Carnaval. Ao longo dos finais de semana que antecedem o Carnaval, o palco do Bloquinho de Verão recebe Bell Marques, Xand Avião, Henry Freitas, Felipe Amorim, Zé Vaqueiro, Rafa & Pipo, Tarcísio do Acordeon, Banda Eva, Litto Lins, Lipe Lucena, entre outras atrações que movimentam a cena musical e cultural da cidade. “A presença da TLF Jeans no evento acontece a partir de uma parceria incrível com a Social Music, pensando em ativações que dialoguem com o espírito do evento e com a experiência do público. Além disso, a pop-up na Central do Fortal e a customização dos abadás surgem dessa proposta integrada, conectando moda, música e conveniência de forma natural dentro da programação”, ressalta o head de Marketing da TLF Jeans, Felipe Matos.
Juju Penido agita o “Domingo Animado” ao lado de Melocoton
A atriz mirim Juju Penido chega ao “Domingo Animado” para transformar a manhã do SBT em diversão. Ao lado do carismático Melocoton, ela entra no clima da brincadeira e anima a criançada no desafio “Acerte a Palavra”, com muita interação e energia no palco. Conhecida do público por interpretar a personagem Lavínia na novela infantil “A Caverna Encantada”, Juju mostra seu talento também fora da ficção e participa ativamente das dinâmicas do programa, conversando com as crianças e ajudando a comandar os desafios. E, como não poderia faltar, a tradicional roleta de prêmios movimenta o estúdio e garante momentos de expectativa e alegria para quem acompanha o programa de casa. A manhã ainda conta com a exibição dos desenhos “Hot Wheels” e “Perninha em Obras”, completando a programação com aventura, velocidade e diversão para toda a família.
O que o consumidor brasileiro vai exigir das marcas em 2026
por Fabiano Amorim, Gestor da Unidade de Negócios de Customer Experience da Selbetti A experiência do cliente deixou de ser discurso publicitário para se tornar estratégia de sobrevivência. Consumidores brasileiros estão cada vez mais digitais, imediatistas e intolerantes a falhas. Por conta disso, as empresas que investem em Customer Experience (CX) não estão apenas encantando clientes: estão gerando receita, aumentando margem e reputação. Segundo pesquisas recentes sobre o comportamento do consumidor, 83% dos brasileiros abandonam uma marca após uma única experiência ruim. E isso muda tudo: o foco não é mais apenas vender, mas garantir jornadas sem atrito, atendimento resolutivo e relacionamentos sustentáveis. Esse novo comportamento do consumidor não é construído sobre achismos: ele se revela em dados, pressiona estruturas e exige respostas rápidas, empáticas e consistentes das marcas. A seguir, as dez tendências mais relevantes que devem orientar as estratégias de experiência do cliente em 2026 no Brasil – não como projeções distantes, mas como movimentos já em curso no mercado. São práticas que combinam tecnologia, inteligência de dados e cultura organizacional para lidar com um consumidor que não perdoa fricção, premia conveniência e só permanece fiel quando se sente, de fato, compreendido. Personalização sob demanda, em escala e com contexto Sete em cada dez consumidores esperam interações adaptadas ao seu histórico, perfil e comportamento atual. E não se trata apenas de chamar o cliente pelo nome ou oferecer produtos com base em compras anteriores: o que se espera agora é relevância em tempo real, com capacidade de entender preferências momentâneas, mudanças de hábito e contexto da jornada. Mas há um limite tênue: apenas 29% dos brasileiros se dizem plenamente satisfeitos com o nível de personalização que recebem, e um terço se sente desconfortável em fornecer dados pessoais sem ter retorno claro em troca. Isso obriga as marcas a reequilibrar a equação: coletar menos, contextualizar melhor e entregar valor real. A personalização em 2026 não será mais diferencial, será o ponto de partida. Automação com IA, mas sem apagar o humano A inteligência artificial está definitivamente no centro da operação de atendimento das empresas brasileiras, mas o consumidor não abre mão do fator humano. Neste ano, a maioria dos brasileiros já teve contato com chatbots ou assistentes virtuais, e boa parte deles vê com bons olhos a conveniência do autoatendimento. Uma pesquisa da ServiceNow mostrou que 77% dos consumidores desejam que as marcas ofereçam opções de autoatendimento, e 72% esperam que os bots sejam eficazes, rápidos e resolutivos. Mas a prática ainda está aquém da promessa: apenas 20% relatam experiências positivas com bots, e mais da metade dos consumidores diz que os assistentes virtuais funcionam apenas “às vezes”. O resultado? Cresce a frustração e, com ela, a exigência de interações mais naturais, empáticas e transparentes. Para 2026, o desafio das marcas será abandonar fluxos genéricos e apostar em IA treinada em linguagem humanizada, com respostas ajustadas ao tom e à urgência da demanda. E, acima de tudo, garantir acesso fluido a um atendente humano sempre que necessário – algo que a maior parte dos brasileiros considera essencial para confiar no atendimento automatizado. A IA já entrou na conversa, mas quem decide se continua nela é o cliente. Omnicanalidade com fluidez de verdade A presença multicanal já não impressiona ninguém. O que conta agora é a capacidade de integrar os pontos de contato em tempo real, sem ruído, perda de histórico ou mudanças de tom. Neste ano, 77% dos brasileiros alternaram entre canais físicos e digitais em suas compras. A experiência híbrida consolidou-se: o consumidor pesquisa no Instagram, compra no app, retira na loja e reclama pelo WhatsApp – e espera que a empresa acompanhe esse movimento com naturalidade. No entanto, falhas de continuidade ainda são comuns. Estudos apontam que cerca de 80% dos consumidores esperam uma experiência fluida entre canais, mas poucos sentem que isso já acontece. Para 2026, não se trata mais de adicionar novos canais, mas de garantir que cada um funcione como extensão do outro, com contexto compartilhado e linguagem consistente. Velocidade e resolução como critério de lealdade No Brasil, o tempo de resposta virou parâmetro direto de qualidade, e o consumidor não tolera esperar. Neste ano, mais da metade dos clientes esperam ser atendidos em até cinco minutos, e a expectativa de solução imediata em canais digitais é alta, especialmente em chat e WhatsApp. Não é apenas sobre agilidade na resposta, mas sobre eficiência na resolução. Um estudo da Opinion Box mostrou que clientes são 2,4 vezes mais propensos a manter o vínculo com marcas que resolvem seus problemas com rapidez. Já o oposto é igualmente verdadeiro: demora, repetição de informações e encaminhamentos sem fim alimentam o abandono. Empresas que se destacam em CX hoje estruturam fluxos inteligentes de triagem, bots de atendimento com roteamento eficiente e equipes de backoffice alinhadas ao tempo real do cliente. Para 2026, a expectativa não é só de agilidade: é de assertividade. O consumidor quer resolver na hora, no canal que escolheu, e com o mínimo de atrito possível. Empatia e humanização como diferencial competitivo Mesmo com tanta automação, o que realmente fideliza o consumidor brasileiro continua sendo o tratamento humano – no tom, na escuta e na capacidade de lidar com situações que exigem sensibilidade. Ao menos 65% dos clientes ainda preferem interações com atendentes humanos, principalmente em casos complexos, delicados ou que envolvem frustração. A comunicação excessivamente mecânica, mesmo quando eficiente, gera distanciamento. Por isso, empresas têm investido na formação de equipes com foco em empatia, autonomia e linguagem próxima. Isso se aplica também à IA: 81% dos consumidores brasileiros valorizam bots que usam linguagem simpática e acessível, indicando que não basta a IA funcionar, ela precisa soar humana. Para o futuro, a expectativa é clara: resolver rápido, sim, mas sem parecer que quem está do outro lado é um script. Excelência digital e autoatendimento inteligente Estar no digital não basta: o que diferencia é a qualidade da experiência oferecida. Com o mobile dominando o tráfego e o consumidor cada vez mais autônomo, simplicidade, clareza e
REWIND: um projeto de encontro para o audiovisual
Rewind se consolida como um espaço de trocas, reflexões e conexões entre diferentes vozes do audiovisual brasileiro — um projeto realizado por Gabriel Cupaiolo (KVPA) e Pedro de la Fuente (Paranoid), que propõe um diálogo aberto sobre o presente e o futuro da criação em imagem. Mais de 200 profissionais participaram da primeira edição do REWIND, realizada em 5 de novembro de 2025, na Central 1926, em São Paulo. “Fizemos um post orgânico nas redes e, em apenas três dias, recebemos mais de 300 inscrições. Tivemos que encerrar o link para garantir que todos pudessem ser acomodados”, comentam os organizadores. Em formato de bate-papo direto e sem formalidades, o encontro reuniu nomes de destaque da publicidade brasileira — Magnolias, Paladino e Paulo Nascimento — para conversar sobre processo criativo, ética, estética e transformação no audiovisual. Para a segunda edição, que acontecerá dia 29 de Janeiro, Quinta feira na Central 1926, o REWIND recebe a diretora Vera Egito (Batalha da Rua Maria Antonia, Tremembé), Riva DOP e Los Pibes (Kaus Films). 3 nomes que estão fazendo um trabalho fantástico no audiovisual cada um em sua área de atuação. Mais do que um evento, o REWIND é um projeto de encontro e circulação de ideias. Um formato vivo que incentiva trocas de experiências, aprendizados e parcerias entre profissionais de diferentes áreas do audiovisual, da direção à fotografia, da arte, produção e pós-produção. “Existe uma lacuna real no mercado: as pessoas querem ouvir experiências, trocar perspectivas e discutir os futuros do audiovisual de forma aberta, sem fórmulas. O REWIND nasce para preencher esse espaço”, comenta KVPA. “Queremos tocar em assuntos desconfortáveis: a diminuição das pautas identitárias, a falta de regulação da inteligência artificial no mercado audiovisual e a elitização das ideias”, reforça Pedro de la Fuente. Somando-se à Warriors VFX e à Central Music, que apoiam o projeto desde a concepção, o projeto ganha reforços importantes para sua segunda edição com a entrada da Paranoid e do grupo Landscape. O REWIND já projeta múltiplas edições para 2026, em São Paulo — dando sequência ao diálogo entre nomes do cinema, da publicidade e de outras áreas da criação. A ideia é ampliar o formato com mesas temáticas, debates e workshops, mantendo o espírito aberto e colaborativo que marcou a primeira edição.
TIM conecta música, tecnologia e BBB 26 no Festival de Verão Salvador
A TIM vai transformar o Festival de Verão Salvador em um grande espaço conectado e voltado para a criação de conteúdo, aproximando ainda mais a marca do público. Com ativações tecnológicas inspiradas nos ritmos baianos e experiências que valorizam a cultura local, a operadora promete uma edição marcada pela inovação, pela interação e pela força do 5G. A empresa também reforça, no evento, seu patrocínio ao BBB 26, com elementos do programa, encontros com ex-participantes e ações exclusivas que ampliam sua presença no maior reality show do país. A principal aposta é a Casa Creators: um verdadeiro estúdio profissional de produção de conteúdo para redes sociais no meio do Festival. No espaço, o público vai contar com o suporte de uma equipe de profissionais para ajudar nas suas criações e workshops de influenciadores em um squad liderado por Pedro Bonvivant e Julia Alvarenga. A conexão com o BBB fica por conta dos cenários da casa, inspirados no Confessionário e no Big Fone, e da presença de ex-participantes do programa nas ações da TIM. Estão confirmados nomes como Gleici Damasceno, Fernanda Bande, Alane Dias, Ricardo Alface, Isabelle Nogueira, Gizelly Bicalho e Aline Mattos. A ativação está em linha com a estratégia da TIM de estimular a creator economy e ampliar as conversas em torno da marca. O espaço funciona como um “esquenta” para o lançamento da plataforma proprietária de criadores de conteúdo da operadora, anunciada no fim do ano passado, como explica Marcos Lacerda, VP de Marca e Comunicação da companhia: “queremos liderar conversas digitais e – no Festival de Verão, uma das maiores celebrações do país – vamos oferecer uma experiência que conecta creators, público e a potência do 5G. A iniciativa tangibiliza o nosso propósito de transformar tecnologia em liberdade. Ao integrar também o BBB 26, mostramos que a TIM está onde as histórias acontecem. É assim que transformamos conexão em oportunidade e presença em relevância”. Estande com IA e batida da música baiana Pelo quarto ano seguido, a TIM marca presença no Festival de Verão Salvador com um estande super tecnológico, que se destaca na nova Arena FV. No espaço, que receberá convidados e celebridades, o público também encontrará o TIM Music Studio, ativação que utiliza Inteligência Artificial para reunir vozes em um karaokê embalado por hits como “Eva”, “Evidências”, “País Tropical”, “Já sei namorar” e “Canto da Cidade”. Outro destaque é o Desafio do TIMBAL, inspirado no viral em que as pessoas tentam acertar exatamente o momento da batida de bateria no final da música “I Will Always Love You”, de Whitney Houston. Na versão da operadora, os participantes embarcam em um jogo que utiliza sensores de precisão para “gamificar” a batida de “Faraó”, de Ivete Sangalo, embaixadora da TIM. Para que ativações como essa sejam possíveis e ainda manter todos os clientes plenamente conectados, a TIM reforçou sua infraestrutura na Arena FV com a instalação de seis antenas adicionais. A infraestrutura inclui equipamentos que se misturam a cenografia do evento, com menor impacto visual. A estimativa é que mais de 50% do tráfego de dados passe pela rede 5G, superando indicadores da última edição. Em 2025, os usuários da operadora trafegaram 5,7 terabytes nos dois dias de Festival de Verão, volume equivalente a assistir vídeos online por mais de 700 dias ininterruptos. A operadora patrocina ainda, mais uma vez, a roda gigante do evento, que terá uma fila exclusiva para clientes. Em linha com seu compromisso com as melhores prática ESG, a empresa espalhará carregadores alimentados por energia solar pela Arena FV, para que as pessoas possam conectar seus smartphones e completar a bateria de forma mais sustentável. O TIM Block Pin também volta à cena e será distribuído em uma ação na loja da TIM no Salvador Shopping na sexta, dia 23. Lançado como piloto na edição de 2025, o broche desenvolvido pela operadora funciona conectado por Bluetooth a um app gratuito. Após o usuário parear com o smartphone (Android ou iOS), o aparelho é bloqueado automaticamente e um alarme soa nos dois dispositivos caso se afastem cerca de 10 metros, oferecendo uma camada extra de segurança contra roubo ou perda. A agência de Experiential Marketing Sherpa42 trabalha pela primeira vez com a TIM e assina a criação, planejamento e execução das ativações da operadora no evento. Já a BETC HAVAS é responsável pelo key visual, campanha de divulgação e estratégia de redes sociais. O Festival de Verão Salvador está na sua marcante 25ª edição e acontece nos dias 24 e 25 de janeiro, pela primeira vez no Wet Eventos, que abrigará a chamada Arena FV. O line up reúne grandes nomes da música brasileira e novos talentos, em uma curadoria que mistura MPB, axé, pagode, samba, pop e forró. São destaques nomes como Ivete Sangalo, João Gomes e Caetano Veloso, dentre outros.
NBA Na Estrada estreia 4ª temporada com primeiro jogador brasileiro no elenco
O NBA Na Estrada retorna para sua quarta temporada no dia 3 de fevereiro, trazendo uma das maiores novidades de sua história: a estreia do primeiro jogador brasileiro no elenco do programa, Felipe Motta, que já representou os times brasileiros Flamengo e Botafogo e um dos principais nomes da nova geração do basquete nacional. Ao longo de 13 episódios, o programa amplia sua jornada e passa a somar as temporadas anteriores para totalizar o acesso a 18 franquias da NBA em 16 cidades, consolidando-se como o principal conteúdo de bastidores da liga produzido para fãs brasileiros. Nesta temporada, o motorhome do NBA Na Estrada percorrerá as cidades de Chicago, Orlando, Minneapolis e Cleveland, além de contar com um episódio especial de Noite Brasileira. O influenciador Caio Teixeira segue no elenco, enquanto DPC retorna ao programa, integrando a equipe que conduzirá entrevistas exclusivas, experiências dentro das arenas e conteúdos inéditos com atletas, comissões técnicas e executivos das franquias. Desde sua estreia, o NBA Na Estrada se consolidou como uma das principais plataformas de storytelling da NBA no Brasil, oferecendo: Com a quarta temporada, o programa atinge um novo patamar de relevância e profundidade de conteúdo. Exibição
Shopping ABC reúne atrações especiais em janeiro
Neste período de férias escolares, o Shopping ABC oferece momentos especiais em família. Com uma programação variada que une entretenimento para diferentes idades, cultura e ampla oferta gastronômica, o empreendimento se consolida como um destino completo para quem quer transformar os dias de descanso em boas memórias. No Piso Térreo, o passeio começa com a feira Bora Lê, que reúne livros a partir de R$ 10, de diferentes gêneros, do religioso ao infantil, passando por drama, mistério e romance. Opção para as idades e gostos diversos, a atração estará no empreendimento até o dia 2 de março e é uma oportunidade para incentivar a leitura neste início de ano. No mesmo andar, as crianças podem se divertir com Os Dinos, dinossauros motorizados que percorrem o shopping em um passeio lúdico e interativo de 10 ou 20 minutos, com ingressos entre R$ 35 e R$ 50. No Piso 1, as atrações foram pensadas para estimular a imaginação e a interação. Até 25 de fevereiro, o Supremacy Kids oferece um espaço lúdico, voltado para o público de 0 a 10 anos com playground, piscina de bolinhas, área kids, blocos de montar e cama elástica. Os valores para aproveitar o espaço variam de R$ 40 a R$ 100, dependendo do tempo de permanência no local. Já o Clube ABC reforça a proposta de entretenimento para todas as idades, reunindo jogos e brincadeiras como Amarelinha, Fliperama, Jogo dos 7 Erros e Painel de Pintura. Um convite para adultos e crianças compartilharem momentos leves e descontraídos. A entrada é gratuita. Outra opção que o público infantil gosta muito são os carrinhos elétricos da Dionelly, atração localizada no Piso 2. Os valores variam de acordo com o período de utilização de cada modelo. Para completar, o Cinema PlayArte exibe os principais filmes em cartaz, ideal para quem deseja curtir uma sessão especial em família. A programação está disponível em www.shoppingabc.com.br/cinema.php Para Flávia Tegão, gerente de marketing do Shopping ABC, o empreendimento vai além das compras e se destaca como um espaço de convivência e experiências. “Buscamos criar um ambiente acolhedor, com atrações que incentivam o lazer, a cultura e o convívio em família, proporcionando momentos que tornam o passeio leve, prazeroso e cheio de boas lembranças”. Gastronomia: pausa saborosa em qualquer momento do passeio A diversidade de sabores também é um dos destaques do Shopping ABC. São mais de 50 opções gastronômicas que atendem a todos os gostos e momentos do dia. Opções como Burger King, Jeronimo/Madero, KFC, Lanchonete da Praça, McDonald’s, Outback, Pizza Hut, Subway e Super Grill, entre outras operações, compõem um mix de alimentação completo e atrativo. Para a sobremesa, o público pode saborear opções deliciosas da Amuur Milkshake, Bacio di Latte, Borelli, Chiquinho Sorvetes, Havanna Helados, Puro Gelato, além de outras operações. Já para uma pausa para o café, há Cacau Show Super Store, Casa Bauducco, Dengo, Havanna, Kopenhagen, Mr. Cheney, Ofner, São Brigadeiros, Starbucks e We Coffee, além de outras cafeterias.
Vinhos Santa Rita e Carmen ganham promoção especial de verão
Os amantes de um bom vinho têm um motivo a mais para brindar o verão. Durante todo o mês de janeiro, os rótulos das vinícolas Santa Rita e Carmen, do grupo Santa Rita Estates, participam de uma promoção especial em lojas Pão de Açúcar selecionadas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na compra dos vinhos participantes, os consumidores ganham brindes exclusivos, que vão desde taças acrílicas até toalhas e bolsas de praia, perfeitas para a estação mais quente do ano. A promoção não é cumulativa e é válida exclusivamente para os rótulos 3 Medallas e 120 Reserva Especial (Santa Rita) e Carmen Frida Kahlo, todos em garrafas de 750 ml. Para participar, basta realizar a compra em uma das lojas participantes e apresentar o cupom fiscal ao responsável pelo atendimento para receber o brinde correspondente. Os brindes variam de taças acrílicas, bolsa de praia e toalha de praia, conforme a quantidade de garrafas compradas. Entre as lojas participantes em São Paulo estão as unidades Angélica, Borba Gato, Morumbi, Washington Luís, Panamericana, Vila Romana, São Caetano do Sul e Teodoro. No Rio de Janeiro, a promoção está disponível na loja Pão de Açúcar Ingá. Sobre a vinícola Santa Rita Fundada em 1880, no Chile, a Vinícola Santa Rita já foi premiada mais de 10 vezes como no ranking As Marcas de Vinho Mais Admiradas do Mundo, elaborado pela revista inglesa Drinks International, que classifica os 50 melhores produtores de vinho do mundo inteiro. Também por 10 vezes consecutivas, a marca levou o título de Winery of the Year, oferecido pela revista Wine & Spirits.
OMO e KondZilla lançam documentário “Varzenal – Se Sujar É Glória” enaltecendo o futebol de várzea e o poder da sujeira
Com uma paixão em comum pelo Arsenal, oito times de várzea de São Paulo disputaram a Copa OMO Varzenal, campeonato de futebol amador criado por OMO em parceria com KondZilla. A competição trouxe times de várzea que tem o clube inglês, Arsenal em seu nome e como sua grande inspiração, para competirem entre si e disputarem a final em terras britânicas. O projeto, idealizado pela agência Mullen Lowe Brasil – Omnicom, que celebra o espírito do futebol de várzea brasileiro, tendo a sujeira como protagonista, levou os finalistas para jogarem no Emirates Stadium, em Londres. O resultado final é o lançamento do documentário sobre a trajetória dos times, que conta a jornada esportiva, desde os campos de terrão em Santo André, SP, até a grande final na Inglaterra, que foi lançado ontem (21) no canal do Youtube da KondZilla, o maior da América Latina, e contará com 5 episódios, confira aqui o primeiro episódio. Para OMO, marca de Home Care da Unilever e presente em 7 a cada 10 lares brasileiros, o projeto vai ao encontro da estratégia de marca que, desde 2024, se aproximou do território do esporte e atualizou seu posicionamento para “Bota Sua Roupa Pra Jogo, Porque Se Sujar Faz Bem”, trazendo as manchas históricas que nos levam mais longe, como parte da trajetória para conquistar nossos sonhos e objetivos. E, para esta campanha, a marca reforça o “Se Sujar é Glória”, enaltecendo a sujeira como protagonista do esporte, principalmente o futebol de várzea. “A sujeira e a resiliência são parte da cultura do futebol de várzea, assim como são herança de OMO. O futebol de várzea vai muito além do jogo, é um reflexo de resiliência, paixão, esforço coletivo e superação, é um movimento enraizado em identidade e pertencimento. Decidimos nos conectar com esse universo e levar a essência do ‘Se Sujar Faz Bem’ para fora da lavanderia, num espaço que traduz a nossa mensagem. Essa iniciativa mostra que a sujeira faz parte do jogo, e também das histórias e legados que construímos juntos. Assim, a Copa OMO Varzenal (várzea + Arsenal) é uma homenagem à força que o esporte inspira nas pessoas, uma celebração da sujeira com orgulho, da paixão como força motora e da cultura popular como potência transformadora, que enaltece a nossa mensagem “Se Sujar É Glória”, explica Giovanna Gomes, CMO de Home Care Latam na Unilever. Com cinco episódios e narrativa emocionante e relatos pessoais dos jogadores, o conteúdo passa pela seleção dos times, os jogos mata-mata em Santo André, a revelação dos finalistas e, por fim, a chegada deles à capital inglesa, mostrando a preparação e a grande final em um dos estádios mais icônicos do mundo. “A várzea é o coração da comunidade, é uma expressão cultural que vai além do jogo. O futebol amador faz parte da rotina das famílias e da cultura brasileira. E este campeonato tem o poder de dar visibilidade a essa paixão, transformando-a em um movimento global. Então poder criar uma série documental que enaltece a quebrada, os sonhos dos jogadores e de suas famílias e o futebol de várzea foi muito emocionante, e faz total sentido para a KondZilla este tipo de projeto, pois a quebrada, o futebol e o funk estão completamente conectados. E toda a parceria com OMO nos trouxe muita liberdade para contribuirmos com a nossa expertise e criatividade, trazendo como resultado esse doc que estamos muito orgulhosos”, comenta Konrad Dantas, CEO e Fundador da KondZilla. O lançamento do documentário contará ainda com uma ampla campanha de divulgação, com ativações de marca espalhadas por diferentes pontos de São Paulo. Durante a última semana de janeiro, a marca instalará um ponto de ônibus especial com uma cabine telefônica londrina, convidando o público a assistir ao trailer do documentário e conhecer mais de perto o projeto. Para completar as experiências oferecidas ao público no lançamento do documentário, a marca também realizará um Cinema Open Air em Guarulhos, no bairro da Bela Vista, dando a chance de que os moradores da comunidade possam assistir ao seu time do coração na série documental da KondZilla, comemorando o campeonato e a vitória, e vendo seus rostos estampados no maior canal de Youtube da América Latina. Além disso, com um squad de influenciadores e um plano de mídia robusto, a marca garante que os brasileiros, não só os amantes do futebol, possam assistir aos episódios e conhecer um pouco mais sobre a história da várzea, que faz parte da cultura do país e é berço de grandes talentos, como Gilberto Silva, Gabriel Jesus e outros atletas brasileiros que brilham em times nacionais e internacionais. E a campanha contará com divulgação do time inglês também, através da parceria de OMO com o Arsenal, que irá promover diretamente do estádio o projeto, tornando a divulgação do documentário da Copa OMO Varzenal em uma divulgação global. Além do lançamento da série em parceria com a KondZilla, OMO desenvolveu uma collab de roupas com a marca de streetwear Approve, em uma coleção composta por tracksuits, camisetas, shorts e meia inspirados na estética do campeonato. A coleção, que é uma edição limitada, traz a várzea para o mundo da moda, refletindo as tendências atuais de misturar peças esportivas dentro do streetwear, mostrando a influência do esporte para além dos campos, atingindo a moda, nas passarelas e nas ruas. Os episódios estarão disponíveis no canal do Youtube da KondZilla e serão lançados entre 21, 23, 25, 27 e 29 de janeiro.
Grupo Rojemac leva suas marcas ao reality “Love Taste” do SBT
O Grupo Rojemac marca presença no novo reality show do SBT, Love Taste – Receita para o Amor, ampliando a visibilidade de suas marcas Wolff e Lyor, além do e-commerce WolyCasa, em um projeto que une entretenimento, gastronomia e conexão emocional com o público. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 23h, na TV aberta, com exibição gratuita também na plataforma +SBT, onde os episódios ficam disponíveis por até 30 dias após a transmissão. Apresentado por Milene Uehara e Carlos Bertolazzi, o reality propõe uma experiência sensorial e afetiva: oito cozinheiros amadores disputam o coração da Lover por meio das receitas, sem contato visual, mostrando que o amor pode nascer dos sabores, do cuidado e da experiência à mesa. No cenário do programa, os produtos das marcas compõem integralmente os ambientes da cozinha e da mesa, reforçando atributos como design, funcionalidade, qualidade e sofisticação. A Wolff leva elegância à mesa posta com seus aparelhos de jantar, bowls, pratos, copos, jarras e panelas de indução. A Lyor complementa a experiência culinária com faqueiros, taças em cristal, utensílios de preparo, acessórios e itens de organização. Já a WolyCasa traduz o conceito de casa como espaço de afeto, reunindo peças que valorizam momentos especiais no dia a dia. A participação no Love Taste – Receita para o Amor reforça a estratégia de branding do Grupo Rojemac, posicionando suas marcas em um conteúdo de alto alcance e forte identificação com o consumidor final. A iniciativa também gera valor para lojistas e parceiros comerciais em todo o Brasil, ao associar os produtos a experiências reais, emocionais e memoráveis, onde cozinhar e servir se tornam verdadeiros gestos de conexão.
TNT Sports renova com Giovanna Kiill e reforça a sua vocação para a formação de jovens talentos
A TNT Sports divulgou a renovação de contrato da comentarista e apresentadora Giovanna Kiill. A jornalista atua nas transmissões de grandes competições, como Paulistão masculino e feminino e UEFA Champions League, e participa das atrações da grade de programação digital da casa. Atualmente, Giovanna apresenta o Melhor Futebol do Mundo, um dos principais programas da marca. Com o novo acordo, a TNT Sports mais uma vez aposta em um jovem talento e reforça a sua vocação para a formação de grandes profissionais. Giovanna é formada em jornalismo, com especialização em apresentação em rádio e TV. Seu primeiro contato com a TNT Sports foi em 2018, quando participou do elenco de “A Narradora Lay’s”, projeto do antigo Esporte Interativo. Em 2021, foi convidada para comentar jogos da fase de grupos da UEFA Champions League e, desde então, passou a fazer parte do elenco de especialistas da casa. A profissional também atua com produção de conteúdo para as redes sociais da marca, se destacando por sua capacidade analítica e de conexão com o público jovem. “Essa renovação representa muito mais do que um novo acordo: é a continuidade de um sonho. A TNT Sports acreditou no meu potencial e me deu a primeira oportunidade como comentarista na TV. Aqui eu cresci, evoluí e hoje me sinto em casa. Seguir como comentarista e, ao mesmo tempo, assumir o desafio de apresentar o Melhor Futebol do Mundo marca uma fase de muitas oportunidades e motivação. Estou muito feliz e pronta para tudo que vem pela frente”, ressalta Giovanna.
Tendências do marketing de influência em 2026: autenticidade vira critério em um mercado moldado pela IA
O marketing de influência chega a 2026 consolidado como um dos principais pilares das estratégias de comunicação e vendas das marcas. Impulsionados pelo avanço da inteligência artificial e pela mudança no consumo de conteúdo, os influenciadores deixaram de ser apenas amplificadores de mensagens para se tornarem canais estruturados, com papel relevante na decisão de compra e na construção de marca. Nesse cenário, o crescimento acelerado das plataformas digitais e a perda de centralidade dos meios tradicionais refinem a lógica de atenção do público. Essa transformação se reflete na estrutura do mercado. No Brasil, mais de 2 milhões de influenciadores já atuam como prestadores de serviço para marcas, segundo dados da Influency.me, e passaram a ser formalmente reconhecidos pela Lei 15.325, que regulamenta o exercício da profissão de multimídia. A normativa representa aproximação dos influenciadores a critérios éticos e comerciais historicamente adotados pela mídia tradicional. “Influenciadores de médio porte já concentram audiências equivalentes às de canais de TV por assinatura, enquanto grandes criadores chegam a superar emissoras inteiras. As marcas que ainda não tratam esses parceiros com o mesmo nível de planejamento e rigor aplicados à mídia tradicional já começam a perder relevância”, afirma Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me. Diante desse cenário de consolidação, profissionalização e mudança estrutural no papel dos influenciadores como canais de mídia, Azevedo, CEO da Influency.me, destaca as principais direções que devem orientar o mercado nos próximos meses. Para isso, o executivo elenca seis tendências centrais do marketing de influência em 2026. Tendência 1: campanhas pontuais perdem espaçoEm vez de apostar em iniciativas pontuais para gerar visibilidade, marcas devem priorizar campanhas mais longas e recorrentes, que ajudam a construir memória de marca ao longo do tempo. Essa presença constante no perfil do influenciador, mesmo com menor volume de publicações, fortalece a familiaridade com a audiência, aumenta a confiança e gera resultados mais consistentes. Além de serem mais bem distribuídos pelos algoritmos das plataformas, esses conteúdos são percebidos pelo público de forma mais natural, integrando a marca ao dia a dia do criador e ampliando as chances de engajamento e conversão. Tendência 2: autenticidade como resposta à IACom a popularização de conteúdos criados por inteligência artificial, o público passou a valorizar ainda mais produções que parecem reais e humanas. Em 2026, vídeos espontâneos, bastidores, erros e opiniões pessoais ganham destaque por transmitirem verdade e proximidade. Dados observados pela Influency.me indicam que esse tipo de conteúdo apresenta melhor desempenho em engajamento e conversão justamente por fugir do excesso de padronização. Tendência 3: conteúdo nativo por plataformaConteúdos genéricos deixam de funcionar porque cada rede social tem sua própria linguagem e forma de consumo. O que engaja no TikTok, por exemplo, não necessariamente funciona no Instagram ou no YouTube. Por isso, o conteúdo precisa ser pensado desde o início para cada plataforma, levando em conta formato, duração e tipo de interação com o público. Tendência 4: influenciadores como fonte de buscaCada vez mais, plataformas como TikTok, Instagram e YouTube são usadas como ferramentas de pesquisa, especialmente pelos públicos mais jovens. Isso significa que, antes de comprar um produto ou contratar um serviço, as pessoas buscam vídeos, reviews e recomendações de influenciadores para tirar dúvidas e comparar opções. Com isso, a presença das marcas no conteúdo desses criadores deixa de ser apenas uma ação de divulgação e passa a fazer parte das estratégias de busca e consideração, influenciando diretamente o momento da decisão de compra. Tendência 5: dados orientando decisõesEm 2026, o marketing de influência passa a ser cada vez mais guiado por dados. Em vez de escolher influenciadores apenas pelo número de seguidores ou pela popularidade, marcas analisam métricas de performance, afinidade com a audiência, recorrência de publicações e histórico de campanhas. Esse olhar mais estratégico permite decisões assertivas, com melhor aproveitamento do investimento e maior chance de gerar engajamento, confiança e conversão. Tendência 6: profissionalização e disputa por atençãoO impacto dos influenciadores nas decisões de compra já é uma realidade. Pesquisa da Influency.me em parceria com a Opinion Box mostra que 69% dos consumidores brasileiros já compraram produtos indicados por criadores de conteúdo, e 87% ficaram satisfeitos com a experiência. Ao mesmo tempo, a maioria dos influenciadores ainda recebe entre R$ 500 e R$ 2.000 por mês, o que revela um mercado cada vez mais concorrido. Nesse contexto, cresce a profissionalização do setor e a disputa pela atenção do público, fazendo com que apenas conteúdos planejados, relevantes e com conexão real com a audiência consigam se destacar.
Bumpcar Park leva diversão inclusiva ao Praça da Moça
O Shopping Praça da Moça (administrado pelo Grupo AD), em Diadema, recebe o Bumpcar Park, uma atração interativa que relembra a clássica brincadeira do bate-bate em uma versão atualizada, segura e pensada para todos os públicos. Instalado na Praça de Eventos, o espaço convida crianças, adultos e idosos a entrarem nos carrinhos e se divertirem juntos, em um ambiente controlado e divertido. Desde a concepção, o brinquedo foi desenvolvido com foco em acessibilidade e inclusão. A atração é patenteada e oferece meia-entrada para idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência (PCD) e pessoas com TEA, mediante comprovação, permitindo que diferentes perfis do público participem da experiência com conforto e segurança. “Nosso brinquedo foi projetado para ser inclusivo desde o início. Ver crianças e adultos atípicos podendo brincar à vontade é algo muito gratificante. Ele é tão acessível que já recebemos clientes com deficiência visual, que conseguem participar da brincadeira com segurança”, afirma Almi Henrique, proprietário do Bumpcar Park. Inspirado em uma brincadeira que atravessa gerações, o Bumpcar Park apresenta uma evolução do tradicional bate-bate. Os carrinhos são infláveis, elétricos e fáceis de conduzir: controlados por dois joysticks, o que permite giros sobre o próprio eixo. A operação prioriza a segurança, possibilitando, inclusive, que crianças a partir de três anos possam brincar sozinhas. “A atração dialoga muito bem com o nosso público. É um lazer que desperta curiosidade, traz memória afetiva e, ao mesmo tempo, um formato diferenciado e surpreendente!”, destaca Daniel Lima, gerente de marketing do Shopping Praça da Moça. A venda de ingressos é encerrada cinco minutos antes do fechamento da atração. Crianças menores de três anos devem participar acompanhadas de um adulto, no carro grande, e a capacidade máxima é de até 15 pessoas por vez. Serviço – Bumpcar Park Localização: Praça de Eventos – Shopping Praça da Moça Endereço: Rua Manoel da Nóbrega, 712 – Centro, Diadema – SP Peso máximo: 75kg (carro pequeno) e 120kg (carro grande) Meia-entrada: Pessoas a partir de 60 anos, PCD e TEA, mediante comprovação
4ª edição do Festival de Verão Praia São Paulo leva clima do litoral a centros esportivos da capital
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, em parceria com a APREL – Associação Paulistana de Recreação, Esportes e Lazer, promove a quarta edição do Festival de Verão Praia São Paulo, iniciativa que transforma centros esportivos em verdadeiras praias urbanas. Entre os dias 16 de janeiro e 8 de março de 2026, sempre às sextas, sábados e domingos, das 9h às 17h, o projeto leva esporte, lazer e bem-estar para diferentes regiões da capital, criando espaços acessíveis, seguros e inclusivos para todas as idades. A proposta pretende aproximar o lifestyle praiano da rotina paulistana, valorizando o uso dos espaços públicos como polos de convivência. Crianças, jovens e adultos encontram uma programação pensada para estimular o movimento, a interação social e hábitos mais saudáveis, em um ambiente que convida ao encontro e ao tempo ao ar livre. “O festival é uma forma de democratizar o lazer, levando bem-estar e experiências de verão para quem muitas vezes não consegue sair da cidade”, afirma o secretário municipal de Esportes e Lazer, Rogério Lins. Ao longo do período, os centros esportivos participantes recebem estruturas que recriam o clima de praia, com uma área prainha equipada com cadeiras e guarda-sóis, além de atrações como water ball, brinquedos infláveis e boias, garantindo diversão dentro e fora da água. Mais do que entretenimento, o Festival de Verão Praia São Paulo reforça o conceito de verão urbano e o papel dos espaços públicos na promoção do bem-estar físico e emocional. Em meio ao ritmo acelerado da metrópole, o evento cria pausas de leveza, movimento e convivência, mostrando que é possível desfrutar do clima de férias sem sair da cidade. Um dos destaques desta edição é o Parque Praia do Sol, na região da Guarapiranga, que amplia a proposta do festival com uma programação especial de atividades náuticas e esportes de areia. O espaço contará com Banana Boat (2 unidades), Kayak (10 unidades), Stand Up Paddle (6 unidades), Pedalinho (4 unidades) e um barco acessível, com uso preferencial para pessoas com deficiência, mas disponível também ao público em geral. O barco também permitirá a participação de PETs, reforçando o caráter inclusivo e afetivo da experiência. Todos os equipamentos são gratuitos, o cadastro é feito na hora e não é necessária inscrição antecipada: basta preencher uma ficha e participar. Além das atividades aquáticas, o Parque Praia do Sol oferece esportes de areia como vôlei de praia, futevôlei, beach tennis, frescobol e frisbee. A estrutura conta com 4 quadras de areia, com todos os equipamentos disponíveis gratuitamente no local. O acesso também é simples, com cadastro realizado na hora, sem necessidade de inscrição prévia. As atividades ocorrem em equipamentos distribuídos por todas as regiões da capital, ampliando o acesso da população às ações de esporte e lazer. Zona Norte CE Jardim Cabuçu | Rua General Jerônimo Furtado, 751 – Jardim Modelo Zona Sul CE Guarani – Rua Lussanvira, 178 – Vila Guarani CE Ipiranga – Praça Nami Jafet, 45 – Ipiranga CE Vila Santa Catarina | Rua Rodes, 112 – Vila Santa Catarina CE Santo Amaro – Avenida Padre José Maria, 555 – Santo Amaro Parque Praia do Sol – Avenida Atlântica, 3100 – Guarapiranga Zona Leste CE Vila Curuçá | Rua Grapira, 537 – Vila Curuçá Velha CE Vila Manchester | Praça Haroldo Daltro, s/n – Vila Nova Manchester CE Vila Prudente/Alpina | Rua João Pedro Lecor, 141 – Vila Prudente CE Mooca | Rua Taquari, 635 – Mooca Zona Oeste CE Lapa – Pelezão | Rua Belmonte, 957 – Alto da Lapa CE Jaguaré | Rua General Mac Arthur, 1304 – Jaguaré Zona Central CE Cambuci | Avenida Lins de Vasconcelos, 804 – Cambuci
Melitta® é a nova parceira do jornalista Tiago Leifert
A Melitta®, renomada marca em cafés e líder em produtos para preparo, segue expandindo os seus investimentos no esporte brasileiro. A partir deste mês de janeiro, a empresa alemã contará com mais um nome de peso no seu squad futebolístico, o jornalista e apresentador Tiago Leifert, que terá a marca alemã estampada no seu canal esportivo “TiaGOL”. Com análises profundas e realistas sobre o futebol brasileiro, o programa comandado pelo consagrado comunicador esportivo está disponível nas plataformas digitais e acontece diariamente às 9 horas. Além de marcar presença nas lives de segunda-feira do “TiaGOL”, a Melitta® também estampará chamadas no instagram de Leifert e contará com a sua presença em eventos da empresa. “O Tiago Leifert é um dos maiores comunicadores esportivos desse país, um dos responsáveis por modernizar o estilo de comunicação dos programas esportivos. Estamos muito felizes de contar com ele no nosso time, pois o “TiaGOL” é um sucesso nas plataformas digitais e queremos cada vez mais nos aproximar do público jovem e fiel do futebol, que consome a modalidade por meio de podcasts e redes sociais. Tenho certeza, que essa parceria irá fortalecer ainda mais essa dobradinha do café com o futebol brasileiro”, diz Jonatas Rocha, diretor de marketing da Melitta®. “A Melitta já faz parte de todos os meus dias e será uma alegria tê-la ainda mais perto agora também nas lives do Canal TiaGOL. Vamos juntos falar de futebol nacional e internacional e “filtrar” as melhores mensagens do nosso chat. O canal é uma prioridade na minha carreira e algo que faço com enorme paixão. Vai ficar ainda mais prazeroso com Melitta!”, destaca Tiago Leifert. Os investimentos da Melitta® no futebol brasileiro começaram em 2024, quando a marca virou uma das parceiras do Caioba Soccer Camp e da equipe de futebol de base Sfera Futebol Clube. Já no último ano, a empresa se tornou o café oficial do Real Madrid. Além desses parceiros, a marca conta com um squad formado pelos jornalistas Fred Caldeira e Tati Mantovani, e os influenciadores Lukaneta, Gonze e Gandula.
NISSIN ensina releitura prática de clássico da culinária brasileira usando o lámen como base
A culinária brasileira é reconhecida pela riqueza de sabores e pela criatividade na utilização de seus ingredientes. Pensando nisso, a Nissin Foods do Brasil apresenta um prato que conecta a praticidade do macarrão instantâneo às raízes da gastronomia nacional. A receita propõe o uso do caldo do Nissin Lámen sabor Costela para temperar e dar o ponto em um purê de mandioca, criando uma base aveludada e intensamente saborosa. Finalizado com costelinha de porco e um toque de azeite de dendê, a ideia é mostrar como o macarrão instantâneo pode ser um ingrediente versátil para celebrar a cultura gastronômica do país. Ao desconstruir o preparo tradicional, a criação entrega uma refeição com texturas diferentes e que valoriza ingredientes adorados pelos brasileiros, como a mandioca e a costela. Confira abaixo o passo a passo completo: NISSIN LÁMEN COSTELA CREMOSA Ingredientes 1 pacote de Nissin Lámen sabor Costela 250g de costelinha de porco ou carne de sua preferência, cozida ou assada 1 xícara (chá) de mandioca cozida e amassada como purê 1 colher (sopa) de azeite de dendê Cebolinha verde picada Modo de Preparo Prepare o Nissin Lámen sabor Costela conforme as instruções da embalagem. Separe a massa do caldo, adicionando o caldo do Miojo à mandioca cozida e amassada até atingir o ponto de creme. Adicione o azeite de dendê ao macarrão e misture. Em um prato, coloque o creme de mandioca, o macarrão e, por último, a costelinha cozida ou assada. Salpique a cebolinha verde e sirva a seguir.
Vivo entra no kitesurfe e apresenta novos atletas embaixadores da marca
Reconhecida por fomentar o esporte brasileiro há mais de duas décadas, a Vivo amplia sua atuação e anuncia a entrada em um novo território, o kitesurfe, fomentando projetos e escolas de kitesurfe no Nordeste e dando as boas-vindas a dois novos embaixadores na modalidade: Bruna Kajiya e Bruno Lobo. O kitesurfe combina elementos do surfe, windsurf, wakeboard e parapente, em uma prática que estabelece uma relação direta com a natureza ao unir a força dos ventos às águas, proporcionando uma experiência única aos praticantes. A nova modalidade dialoga de forma consistente com o propósito da Vivo, patrocinadora do Time Brasil, que acredita no esporte como importante aliado ao bem-estar físico e mental, além de uma poderosa ferramenta de transformação social. “Sempre atentos às tendências e aos movimentos do esporte, apostamos em incentivar uma nova modalidade em pleno crescimento no país. A iniciativa reforça a presença da marca junto à comunidade do kitesurfe e contribui para o fortalecimento do esporte, ampliando espaços e oportunidades em diferentes regiões do Brasil”, afirma Sabrina Romero, diretora de Marca e Comunicação da Vivo. O kitesurfe vive um momento de expansão no país, com mais de 110 mil praticantes. No Ceará, um dos principais destinos nacionais para a modalidade, o turismo associado aos esportes no litoral registrou crescimento de 21% em 2025, impulsionado por atividades ligadas ao vento e ao mar. Os novos embaixadores representam diferentes vertentes do kitesurfe. Bruna Kajiya, hexacampeã mundial no freestyle, é reconhecida internacionalmente por sua inovação técnica. A atleta é a primeira mulher no mundo a executar manobras como o “Backside 315”, movimento de alta complexidade que envolve rotação de 540 graus, e duplo handle-pass. Bruno Lobo compete na categoria Fórmula Kite e foi o representante brasileiro nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, alcançando a melhor colocação de um sul-americano na estreia da modalidade em uma edição olímpica. A chegada de Bruna Kajiya e Bruno Lobo reforça a estratégia de embaixadores da Vivo em diferentes frentes de atuação no esporte. Atualmente, a marca reúne em seu time os atletas Gabriel Medina, Italo Ferreira, Lucas Moraes, Rayssa Leal, Tota Magalhães e Vini Jr.