Lançamento digital fatura R$ 1 milhão e escancara gargalos nos pagamentos online
Falhas em pagamentos em lançamentos digitais geram perdas anuais de R$ 120 a R$ 150 bilhões no e-commerce brasileiro, cerca de 15% do faturamento projetado de R$ 205 bilhões, segundo levantamento da Único. Nesse cenário, a UnicoPag, gateway de pagamento, estreou no mercado de infoprodutos processando mais de R$ 1 milhão em seu primeiro lançamento, realizado na venda de um curso de uma médica neurologista de relevância nacional, com mais de 2 mil acessos simultâneos ao checkout, aprovação superior a 95% dos pagamentos e 1.000 novos alunos matriculados, mostrando que é possível escalar vendas digitais com estabilidade mesmo em picos de demanda. Segundo Alan Ribeiro, Diretor de Marketing da UnicoPag, “Este lançamento mostrou que é possível operar com estabilidade mesmo em momentos de alta demanda. Cada transação concluída sem falhas representa não apenas receita, mas também confiança do cliente e reputação do produtor. Nosso objetivo é tornar esse nível de performance um padrão para todos os infoprodutores que trabalham em escala”, afirma. O crescimento do consumo de produtos digitais no Brasil reforça a relevância do tema. Estudos da CNDL, em parceria com o SPC Brasil, mostram que 54% dos internautas brasileiros adquiriram conteúdos ou serviços digitais no último ano, como cursos online e e-books, com ticket médio de R$ 155 por compra. Já levantamento da FGV, em parceria com a Hotmart, indica avanço expressivo da economia de criadores, com aumento significativo de trabalho e renda no setor, e destaca que uma parcela relevante de infoprodutores tem essa atividade como principal fonte de receita. Diante desse ambiente de alta pressão operacional, a estabilidade dos meios de pagamento deixa de ser apenas um aspecto técnico e passa a se consolidar como um fator estratégico de negócio. “Quando um checkout falha, o impacto não é apenas financeiro. Há perda de confiança do consumidor, aumento de suporte, retrabalho e frustração de campanhas inteiras. Nosso foco é eliminar esse risco operacional”, reforça Ribeiro. A UnicoPag amplia seu portfólio para atender lançamentos, vendas no modelo perpétuo, assinaturas e eventos digitais, posicionando-se como alternativa para produtores que operam em escala e não podem depender de soluções instáveis em momentos críticos. Com esse primeiro case no segmento de infoprodutos, a empresa demonstra capacidade tecnológica para sustentar operações de alto volume e reforça seu posicionamento em um mercado que exige, cada vez mais, performance, previsibilidade e confiança.
Cafés especiais ultrapassam 15% de crescimento anual e redefinem o paladar do consumidor brasileiro
O consumo de cafés especiais no Brasil avança cerca de 15% ao ano, segundo estimativas do setor, impulsionado por consumidores que buscam qualidade, rastreabilidade e experiências sensoriais mais complexas. O nicho já pode representar de 5% a 10% do mercado nacional, enquanto, no cenário global, a expectativa é atingir US$ 152,7 bilhões até 2030, com crescimento médio anual superior a 12%. Produzidos majoritariamente no Sul de Minas e na Alta Mogiana paulista, os cafés especiais brasileiros são avaliados pela Specialty Coffee Association (SCA), que utiliza uma escala de 0 a 100 pontos para mensurar atributos como aroma, sabor, acidez, corpo e equilíbrio. Para ser considerado especial, o café precisa obter ao menos 80 pontos. Cafés entre 80 e 84,99 são classificados como muito bons; entre 85 e 89,99, como excelentes; e acima de 90 pontos, como excepcionais, categoria mais rara e valorizada. Dentro dessas avaliações, surgem quatro perfis sensoriais amplamente reconhecidos: intensos, doces, frutados e florais. Os intensos apresentam notas de chocolate, caramelo e castanhas; os doces trazem referências de melado e frutas cristalizadas; os frutados têm acidez mais presente, com aromas cítricos e de frutas vermelhas; e os florais remetem a jasmim, lavanda e perfumes mais delicados. “Nosso papel é traduzir essas diferenças de forma acessível, para que o consumidor entenda o que está experimentando e encontre seu gosto pessoal”, afirma Elói Ferreira, sócio-fundador da Go Coffee. A marca tem investido em cafés autorais para aproximar o consumidor desse universo. Nas lojas, são oferecidos três perfis distintos: um mais encorpado, com notas de baunilha e caramelo; outro com nuances de cacau e acidez média/baixa; e um terceiro com acidez elevada e finalização doce prolongada, que remete a acerola e pêssego. A empresa também disponibiliza uma linha Home, com duas opções de grãos moídos: Ouro Belga, que combina chocolate belga, rapadura e melaço, com toque cítrico; e Aurora Tropical, com avelã, toranja e notas suaves de xarope de bordo. O avanço dos cafés especiais fortalece toda a cadeia produtiva. Estima-se que cerca de 80% desses cafés no Brasil sejam produzidos por micro e pequenos agricultores, que encontram no nicho a oportunidade de acessar mercados premium, agregar valor ao produto e ampliar renda. Para Elói, a transformação vai além do sabor: “O café deixou de ser apenas uma pausa rápida. Tornou-se um momento de prazer consciente, com atenção à origem e ao processo. É um mercado em franca expansão e que deve se fortalecer ainda mais em 2026”. Fundada em 2017, em Curitiba, a Go Coffee se transformou rapidamente em uma das principais referências nacionais no mercado de cafés especiais. Hoje, está presente em todos os estados brasileiros e, mensalmente, comercializa mais de uma tonelada de café, com grãos colhidos principalmente no Sul de Minas e na Alta Mogiana, importante região produtora do estado de São Paulo. A marca conquista amantes da bebida com um cardápio diverso e criativo, pensado para todos os gostos e estações, reforçando sua essência inovadora e a paixão por oferecer experiências únicas em cada xícara. Para saber mais sobre a marca, acesse gocoffee.com.br ou acompanhe as novidades no Instagram da marca, @gocoffeebrasil. bb
Continental Pneus anuncia Shander Basilio como novo diretor da unidade de Camaçari
A planta de Camaçari da Continental Pneus iniciará 2026 sob nova liderança, com a chegada de Shander Basílio como novo diretor da unidade. Natural de Jundiaí, São Paulo, Basílio chega para comandar a unidade que emprega mais de 2.000 pessoas, e terá a missão de ampliar os resultados positivos da fábrica de Camaçari, única da empresa no Brasil dedicada à produção de pneus, que abastece os mercados nacional e internacional. Graduado em Engenharia de Controle e Automação pela Universidade Paulista, Shander possui MBA em Gestão de Projetos e MBA Internacional em Negócios pela Fundação Getúlio Vargas, além de ser pós-graduado em Gestão Empreendedora pela mesma instituição. O gestor vem de uma longa e sólida trajetória de 15 anos no mercado internacional. Com mais de 28 anos de experiência na Continental em três diferentes continentes, sua atuação na empresa inclui posições de liderança em diversas unidades do grupo, entre elas: Diretor nas plantas da Eslováquia e Sérvia, Diretor de unidades da China, incluindo Diretoria Adjunta no joint venture da Conti em Shanghai, bem como Gerente Sênior de Operações na planta da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. Depois de uma longa temporada fora, Shander Basílio retorna ao Brasil com grandes expectativas. “Estou feliz em estar de volta ao meu país depois de muitos anos, especialmente neste período em que a planta de Camaçari completa 20 anos de existência. Nosso foco permanece em oferecer produtos de qualidade aos nossos consumidores. A fábrica já conta com um trabalho consolidado e um time altamente qualificado, e espero contribuir para que continuemos operando com eficiência e inovação, mantendo a produtividade e alcançando resultados consistentes”, afirma o executivo.
Fato relevante: Alexandre D’Ambrosio é nomeado head do LIDE Mineração
O LIDE – Grupo de Líderes Empresariais (lide.com.br) anuncia Alexandre D’Ambrosio como o novo head do LIDE Mineração, unidade temática dedicada a promover debates, conexões e iniciativas voltadas ao desenvolvimento do setor mineral no Brasil. A nomeação dá continuidade à liderança exercida por Raul Jungmann. À frente do LIDE Mineração, D’Ambrosio atuará para fortalecer uma agenda propositiva para o setor, estimulando discussões sobre ambiente de investimentos, sustentabilidade, inovação, transição energética, governança e segurança jurídica, além de fomentar a curadoria de conteúdo e a realização de encontros e fóruns com participação de empresários, especialistas e autoridades. “Assumo com o compromisso de ampliar a interlocução entre o setor mineral, a sociedade e o poder público, com foco em uma agenda positiva, sustentável e de longo prazo para o Brasil”, afirma Alexandre D’Ambrosio. “O LIDE Mineração seguirá como um espaço de convergência para discutir desafios, oportunidades, inovações e caminhos para tornar o setor mineral brasileiro ainda mais competitivo e responsável, reforçando sua relevância estratégica para nosso país”. Alexandre D’Ambrosio construiu sua trajetória executiva no setor de mineração, com atuação em agendas corporativas e institucionais. Foi vice-presidente executivo de Assuntos Corporativos e Institucionais da Vale, com participação em debates sobre a relação entre mineração, sustentabilidade e transição energética, e, por mais de uma década, diretor-executivo do Grupo Votorantim. Alexandre D’Ambrosio construiu sua trajetória executiva no setor de mineração, com atuação em agendas corporativas e institucionais. Foi vice-presidente executivo de Assuntos Corporativos e Institucionais da Vale, com participação em debates sobre a relação entre mineração, sustentabilidade e transição energética. Por mais de uma década, foi diretor-executivo do Grupo Votorantim. Também foi vice-presidente Executivo do Banco Santander (Brasil). Alexandre é advogado, graduado pela Universidade de São Paulo e pós-graduado nos EUA pela Harvard Law School e pela George Washington University. Atuou como advogado nos EUA por 11 anos. D’Ambrosio assume a liderança da unidade em continuidade ao trabalho anteriormente conduzido por Raul Jungmann, reforçando o propósito de aproximar o setor produtivo, a sociedade e o poder público por meio de encontros e fóruns com curadoria de conteúdo e participação de especialistas. Para João Doria Neto, CEO global do LIDE, a nomeação reforça a relevância do tema para a economia brasileira. “A experiência e a capacidade de articulação de Alexandre D’Ambrosio contribuem para aprofundarmos o debate sobre mineração, um segmento estratégico para o desenvolvimento do país”.
FlixBus lança promoção com passagens a partir de R$ 9,99 para o Carnaval
Viajar bem e gastar pouco pode ser mais simples do que parece. A FlixBus lança uma promoção-relâmpago com passagens a partir de R$ 9,99 para quem pretende pegar a estrada entre São Paulo (SP), Porto Real (RJ) e Juiz de Fora (MG). A ação é uma boa oportunidade para quem quer viajar ainda em fevereiro — inclusive durante o Carnaval. Entre os dias 2 e 8 de fevereiro, os passageiros poderão comprar passagens para os trechos selecionados com preços promocionais a partir de R$ 9,99 por viagem. As viagens podem ser realizadas até 18 de março, com condições especiais para embarques de quarta a sábado — perfeito tanto para escapadas de fim de semana quanto para quem precisa viajar a trabalho. A campanha faz parte da estratégia da FlixBus de ampliar o acesso ao transporte rodoviário com mais conforto, praticidade e preços acessíveis, conectando cidades importantes do Sudeste com uma experiência de viagem de qualidade. “Queremos mostrar que viajar com conforto, segurança e boa experiência não precisa pesar no bolso — especialmente em períodos disputados como o Carnaval”, afirma Edson Lopes, CEO da FlixBus. As passagens promocionais estão disponíveis no site, aplicativo e WhatsApp da FlixBus, sujeitas à disponibilidade de assentos. Para garantir os menores valores, a dica é comprar com antecedência. Rotas da Promoção: São Paulo (SP) x Porto Real (*região de Resende, RJ): preços a partir de R$ 9,99 Juiz de Fora (MG) x Porto Real (*região de Resende, RJ): preços a partir de R$ 9,99 São Paulo (SP) x Juiz de Fora (MG) com conexão em Porto Real (RJ): preços a partir de R$ 19,98 Serviço – Promoção FlixBus Período da reserva: de 2 a 8 de fevereiro de 2026 Período de viagem: até 18 de março de 2026 Valores sujeitos à taxa de serviço.
E-commerce chega a US$ 69,2 bi em 2026, mas margens apertadas preocupam
O e-commerce brasileiro inicia 2026 com crescimento consistente, embora nem sempre acompanhado de rentabilidade. Segundo a Mordor Intelligence, o comércio eletrônico no país deve movimentar cerca de US$ 69,2 bilhões neste ano, impulsionado pela consolidação do Pix, expansão do Open Finance e aceleração dos fluxos de pagamento. Apesar do aumento nas vendas, a UnicoPag, gateway de pagamento, alerta que margens estreitas, custos de aquisição elevados e dependência de sistemas financeiros integrados podem comprometer a lucratividade. O avanço acelerado do setor e a complexidade dos novos fluxos de pagamento tornam o monitoramento financeiro cada vez mais crucial. Segundo Hugo Venda, CEO da UnicoPag, “pagamentos mais rápidos e jornadas de compra mais fluídas aumentam o volume transacionado. Sem controle financeiro, conciliação eficiente e análise de dados em tempo real, o aumento do faturamento pode mascarar perdas operacionais, especialmente em um cenário de Custo de Aquisição de Clientes (CAC) elevado e concorrência intensa”, destaca. A necessidade de atenção se intensifica com a integração entre Pix e Open Finance, regulamentada pelo Banco Central, que ampliou o uso de iniciadores de transação, principalmente em modelos recorrentes. Esses fluxos reduzem etapas manuais, mas geram maior volume de dados sensíveis e aumentam a complexidade das conciliações, exigindo integração entre gestão financeira, operação e meios de pagamento. Projeções da Ebanx indicam que o Pix deve responder por 40% dos pagamentos online no país até o fim do ano. De acordo com Venda, o crescimento rápido e não monitorado é um dos principais desafios do setor. “Vender mais não significa necessariamente ganhar mais. Margens estreitas e custos ocultos podem corroer o lucro antes mesmo de ser percebido”, destaca. Ele ressalta que, em um cenário de automação crescente, empresas sem integração entre gestão, operação e meios de pagamento ficam mais expostas a erros, fraudes e decisões baseadas em dados incompletos. O especialista também aponta oportunidades para quem adota uma visão integrada: “Quando gestão, pagamento e análise de dados caminham juntas, é possível identificar pontos de perda invisíveis, otimizar o fluxo de caixa e tomar decisões estratégicas”. Ferramentas que oferecem previsibilidade financeira e monitoramento em tempo real permitem que empresas ajustem campanhas, reduzam custos de aquisição e adaptem preços sem comprometer a margem. Para apoiar empresas digitais, a UnicoPag estruturou um ecossistema que reúne Unicodrop, Unicopag e UnicoHub. “Essas soluções integradas permitem prever fluxos de caixa, reduzir perdas operacionais e aumentar a eficiência no momento do pagamento, transformando crescimento em resultado sustentável”, afirma Venda. Ele reforça que, no cenário atual, o diferencial não estará apenas nas vendas, e sim na capacidade de controlar custos, automatizar processos de forma segura e interpretar dados financeiros com rapidez.
Conflitos entre sócios ainda são uma das principais causas de crises empresariais
Divergências entre sócios seguem sendo um dos principais fatores de crise nas empresas brasileiras. Em muitos casos, o problema não surge de grandes disputas judiciais, mas de conflitos mal administrados que se acumulam ao longo do tempo e acabam comprometendo a governança, a tomada de decisões e o próprio funcionamento do negócio. “Conflitos entre sócios não são exceção. Eles fazem parte da vida empresarial. O problema é quando a empresa não tem estrutura jurídica e de governança para lidar com essas divergências de forma racional e previsível”, afirma Sandro Wainstein, advogado especializado em direito empresarial e negociação. Diferenças de visão sobre estratégia, distribuição de resultados, níveis de risco, sucessão ou papel de cada sócio são comuns na dinâmica empresarial. O risco aparece quando essas divergências não encontram canais claros de decisão ou regras previamente estabelecidas, criando impasses que paralisam a empresa e desgastam as relações internas. Segundo o especialista, muitas sociedades operam com contratos sociais e acordos de sócios genéricos, desatualizados ou pouco aderentes à realidade do negócio. “Quando surge um conflito relevante, não está claro quem decide, como decide ou quais são os limites de cada sócio. Isso gera insegurança, trava decisões estratégicas e frequentemente leva à judicialização”, explica. Na prática, disputas societárias mal conduzidas costumam afetar diretamente o dia a dia da empresa. Projetos são adiados, investimentos deixam de acontecer, lideranças ficam enfraquecidas e a gestão passa a operar em um ambiente de tensão permanente. Em situações mais graves, o conflito interno se torna público e compromete a credibilidade do negócio no mercado. Para Wainstein, o maior erro é tratar o conflito apenas quando ele já se tornou insustentável. “A gestão societária precisa ser preventiva. É fundamental estabelecer regras claras, mecanismos de solução de conflitos e processos de decisão antes que o problema estoure. Depois que a relação se deteriora, o custo financeiro e emocional é muito maior”, destaca. O advogado ressalta que uma boa governança societária não elimina divergências, mas cria instrumentos para que elas sejam resolvidas sem colocar em risco a continuidade da empresa. “O conflito não destrói a empresa por si só. O que destrói é a ausência de estrutura para lidar com ele de forma técnica, profissional e estratégica”, conclui.
Decolar, Iguá Saneamento e mais: empresas iniciam o ano com vagas abertas em todo o Brasil
Quem busca uma nova oportunidade de emprego ou sonha em trabalhar em grandes empresas, o início de 2026 oferece oportunidades em diferentes setores. Empresas como Decolar, Iguá Saneamento, dentre outras, oferecem vagas que vão de jovem aprendiz a programa de trainee. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram um cenário de emprego aquecido no país, com taxa de desemprego em 5,2%, a menor desde 2012. Para tornar as vagas mais atraentes, empresas oferecem benefícios como seguro de vida, transporte fretado e até ‘anywhere office’, que permite ao colaborador trabalhar online de onde preferir. Confira abaixo algumas oportunidades disponíveis. Decolar Iguá Saneamento Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) Trainee Lightera InterCement Brasil Núclea BrasilAgro
Daki aposta em fidelização e conveniência para crescer
A Daki vem consolidando sua atuação no mercado online ao investir em ações voltadas à fidelização, conveniência e relacionamento contínuo com sua base de clientes. Em 2025, a proposta de valor do app se traduziu em ganho de tempo para o consumidor. Com uma economia média de 45 minutos por pedido, os usuários deixaram de gastar aproximadamente 130,7 milhões de minutos no ano — o equivalente a 2,18 milhões de horas — reforçando o apelo da conveniência como diferencial competitivo no varejo urbano. A ampliação do sortimento também foi decisiva para o engajamento. Ao longo do ano, a Daki lançou 1.029 novos produtos, aumentando a frequência de compra e o potencial de aumento do carrinho médio. Como parte da estratégia promocional, a empresa concedeu 51,55% em descontos em pedidos líquidos realizados via app no período, por meio de diferentes mecânicas, como descontos em taxa de entrega, preços promocionais, kits e vouchers, voltadas a estimular recorrência e fidelização. Entre as principais iniciativas, a marca apostou na Casa Daki, uma campanha de troca de selos por produtos de marcas parceiras. A campanha, realizada entre outubro e dezembro de 2025, gerou crescimento de 9,7% no número de pedidos e de 16% no volume total de vendas em relação ao período anterior. O tíquete médio cresceu 5,7%, enquanto a receita média por cliente aumentou 16%, refletindo maior frequência de compras e aumento do carrinho. Clientes já ativos representaram 67,8% dos participantes da ação. O Clube Daki reforça essa estratégia ao oferecer benefícios exclusivos para consumidores recorrentes, estimulando maior fidelização e previsibilidade de consumo. A análise dos resultados aponta um aumento médio de 9% na receita por usuário, impulsionado integralmente pelo crescimento da frequência de compras, com os assinantes realizando, em média, 9% mais pedidos. Desde seu lançamento, o programa já apresenta tração relevante, com 16% da base de clientes ativos atualmente composta por assinantes, evidenciando sua rápida adoção e importância estratégica para o negócio. “Queremos que o cliente abra o app da Daki não só para comprar, mas porque sabe que ali vai encontrar praticidade, vantagens reais e uma experiência que evolui junto com seus hábitos de consumo. Quando combinamos conveniência, dados e iniciativas como a Casa Daki e o Clube Daki, conseguimos aumentar recorrência, engajamento e valor de forma consistente”, afirma Felipe Carlo, diretor de marketing da Daki. Para 2026, o time liderado pelo executivo prepara uma estratégia ainda mais agressiva, com uso intensivo de dados e novas ativações de relacionamento, com foco em ampliar a fidelização e acelerar a atração de novos clientes.
Broto Legal celebra o patrocínio ao time feminino do Corinthians com ação de OOH durante a final da FIFA Women’s Champions Cup 2026, em Londres
Para celebrar o patrocínio ao time feminino do Corinthians, a Broto Legal realizou neste domingo (1º de fevereiro) uma ação internacional de DOOH (Digital Out Of Home) durante a final da FIFA Women’s Champions Cup 2026, no Emirates Stadium, em Londres, entre Corinthians e Arsenal. Criada por Corinthians e NB Comunicação e executada pela CHICOOH+, primeira trading desk de OOH e DOOH do Brasil, em parceria com a Produceria Miami, hub de produção criativa especializado em mídia OOH global, a ativação transformou a decisão esportiva em uma extensão simbólica da parceria entre a marca e o clube, reforçando o posicionamento “Não tem igual” e mostrando que o apoio da Broto Legal ao futebol feminino ultrapassa fronteiras. A ação levou a marca para o entorno do estádio, por meio de um caminhão de LED, que circulou em pontos estratégicos no dia da final, acompanhando o fluxo de torcedores e ampliando a presença da Broto Legal em um evento de grande repercussão global. O conceito criativo da campanha, nomeado “As Brabas in London”, celebra a presença do Corinthians feminino em uma final mundial e dialoga com o contraste cultural entre Brasil e Inglaterra, colocando o arroz e o feijão, símbolos da Broto Legal, em evidência em meio ao tradicional fish and chips, em uma leitura bem-humorada e contextual da ocasião. Para Vinicius Azevedo, Superintendente de Marketing do Corinthians, o projeto reforça a importância do time feminino e conecta à história do clube. “A ideia foi inspirada em um outdoor que a Nike fez em homenagem ao Corinthians logo após a conquista do Mundial de Clubes da FIFA em 2012, também em Londres. Agora, com a Broto Legal, temos a oportunidade de dar a mesma visibilidade, na mesma cidade, às Brabas, como são carinhosamente chamadas as jogadoras da equipe feminina e que têm sido um dos motivos de grande orgulho do clube e dos mais de 35 milhões de corinthianos espalhados pelo mundo nos últimos anos. O fato de conseguir conectar a ideia como ativação de lançamento do patrocínio com a Broto Legal deixou ainda mais especial”. Para Maicon Valadão, CEO da NB Comunicação, o projeto nasce da união entre o timing esportivo, o propósito da marca e formato: “A ideia foi celebrar a parceria entre a Broto Legal e o Sport Club Corinthians Paulista, reforçando que esse apoio ultrapassa fronteiras e levando essa celebração até Londres. O caminhão de LED foi escolhido por reunir mobilidade, alto impacto visual e presença internacional, além do fator surpresa de uma marca brasileira apoiando um time brasileiro fora do país. A ação materializa a promessa da marca ‘Não tem igual’, ao mostrar a proximidade real com as jogadoras e um apoio que vai além de datas, resultados ou fronteiras”. Para Jair Eduardo Franzner, diretor comercial da Urbano Alimentos, grupo detentor da marca Broto Legal, o apoio ao futebol feminino está conectado ao propósito da empresa. “A Broto Legal acredita no esporte como uma ferramenta de transformação social. Apoiar o futebol feminino do Corinthians em um momento tão simbólico reforça nosso compromisso com projetos consistentes, que valorizam talentos que inspiram as novas gerações”. Segundo Chico Preto, CEO da CHICOOH+, o projeto evidencia a maturidade da mídia exterior brasileira em ações internacionais: “Projetos como esse mostram a capacidade do OOH brasileiro de operar em grandes eventos globais. A mídia out of home garante a presença física, o impacto imediato e a leitura clara do contexto, especialmente em decisões esportivas de alcance internacional. No formato móvel, como o caminhão de LED, a marca consegue acompanhar o fluxo do público em tempo real, ampliar o alcance e frequência e gerar lembrança de marca em um momento de emoção e atenção coletiva”. Para Carla Kahawaii, diretora da Produceria Miami, a ação reforça a importância da execução local em grandes eventos: “Nosso papel é transformar a estratégia em presença real na cidade. O caminhão de LED acompanha o fluxo do público e garante que a mensagem esteja exatamente onde o torcedor está, no tempo certo e com qualidade de entrega”. “Além do retorno de visibilidade e fortalecimento de marca, a Broto Legal espera que essa parceria represente um novo momento estratégico de aproximação com o público por meio do esporte”, finaliza Jair Eduardo Franzner, diretor comercial da Urbano Alimentos.
Sony lança LinkBuds Clip, fones de ouvido com até 37 horas de bateria para uso contínuo
A Sony acaba de lançar o LinkBuds Clip, fones de ouvido com design de anel aberto que permitem ouvir música sem bloquear sons do ambiente. O modelo não veda o canal auditivo, mantendo a percepção de ruídos externos durante o uso. A proposta do modelo é atender rotinas em que o uso intermitente de fones — para música, chamadas, podcasts ou vídeos — acontece em paralelo a deslocamentos, trabalho e interações presenciais. Os LinkBuds Clip oferecem até 37 horas de funcionamento com o estojo de carregamento — sendo 9 horas nos fones e mais 28 horas adicionais no estojo. O carregamento rápido também foi desenhado para a rotina diária: três minutos na tomada garantem até uma hora de uso, o que reduz interrupções ao longo do dia. O modelo conta com três modos de audição, que podem ser alternados por toque. O modo padrão equilibra música e sons externos; o Voice Boost prioriza a captação de vozes ao redor, facilitando o uso em locais movimentados, como estações ou áreas urbanas; já o Sound Leakage Reduction reduz o vazamento de som, indicado para ambientes mais silenciosos ou compartilhados. Os fones adotam uma estrutura em “C” que se apoia na orelha sem entrar no ouvido. Almofadas removíveis permitem ajustar o encaixe a diferentes formatos, garantindo estabilidade e conforto. Para chamadas, os LinkBuds Clip adotam uma abordagem diferente dos fones convencionais. Em vez de depender apenas de microfones externos, o modelo utiliza sensor de condução óssea, tecnologia que capta a voz a partir das vibrações geradas pela fala do próprio usuário. Esse método reduz a interferência de sons externos, já que a captação não depende exclusivamente do ar ao redor. O sistema é complementado por processamento de voz baseado em inteligência artificial, que analisa o áudio em tempo real para identificar e isolar a fala humana. Entre os recursos adicionais estão a conexão multiponto, que facilita a alternância entre dois dispositivos, a resistência à água IPX4, que protege contra suor e respingos, e a personalização via aplicativo Sony | Sound Connect, onde é possível ajustar equalização, modos de audição e controles por cena. A Sony também destaca o compromisso ambiental do produto: a embalagem dos LinkBuds Clip é produzida sem plástico, e cerca de 20% do plástico utilizado no produto é composto por material reciclado, considerando o peso total. Preço e disponibilidade Segundo a empresa, a previsão é que os LinkBuds Clip sejam lançados no Brasil até o fim do primeiro semestre de 2026. Detalhes como preço e disponibilidade no varejo serão anunciados posteriormente nas redes sociais da @SonyProBr
QI Tech contrata a We como agência de publicidade para 2026
A QI Tech, empresa líder em infraestrutura de serviços financeiros para mais de 700 clientes e única companhia da América Latina a atingir o status de unicórnio em 2024, acaba de definir a We como a sua parceira de comunicação. A marca foi a primeira fintech a receber licença de sociedade de crédito direto (SCD) do Banco Central, em 2018, e atende gigantes da indústria brasileira. Pedro Mac Dowell, CEO da Ql Tech, revela que “nos últimos 7 anos a gente investiu pesadamente em infraestrutura, sempre pensando em soluções que resolvessem as principais dores de players que gostariam de oferecer crédito a seus ecossistemas. Hoje temos um modelo de atuação sólido, capaz de oferecer segurança e agilidade para as empresas. Agora, entendemos que é o momento de ter uma comunicação publicitária mais ativa e a We entra como parceira ideal para nos ajudar a ampliar essa presença e fortalecer ainda mais a marca”. A empresa é patrocinadora master das transmissões de tênis do canal ESPN, Grupo Disney, em 2026. Fabio Rosinholi, sócio-fundador e Co-CEO da We, celebra a parceria afirmando que “estamos muito honrados de fazer parte deste momento tão importante da QI Tech. É uma marca extremamente poderosa, que funciona como um verdadeiro motor da nossa indústria”. Por meio de tecnologia 100% proprietária, a QI Tech oferece soluções de Banking as a Service, Lending as a Service, administração e custódia de fundos e gestão de risco para empresas de diferentes setores, incluindo bancos, gestoras e varejo. A empresa recebeu investimentos de fundos como GIC, General Atlantic e Across Capital e, desde 2024, é considerada o único unicórnio latino-americano do setor. Em 2025, foi reconhecida pela ANBIMA como a maior administradora de FIDCs do país.
Guto Franco assume como Head de Vídeo na Peleja Media
A Peleja Media, plataforma referência em conteúdo esportivo e cultural, anuncia a promoção de Guto Franco ao cargo de Head de Vídeo. A movimentação faz parte de um processo mais amplo de amadurecimento da operação e reforça a estratégia da empresa de estruturar lideranças técnicas para sustentar seu crescimento, especialmente em um ano marcado pelo aumento de produção e pelas expectativas em torno da Copa do Mundo FIFA. Com seis anos de trajetória dentro da empresa, Franco acompanhou a evolução da linguagem audiovisual da empresa. Iniciou sua atuação na área de pós-produção, sendo responsável pela edição de diferentes formatos de vídeo, e, a partir de 2021, passou a atuar também na captação, tornando-se câmera dos programas de estúdio e integrando coberturas documentais de grandes eventos esportivos. “O crescimento da empresa nos levou a repensar a estrutura do audiovisual. O vídeo deixou de ser apenas execução e passou a ser estratégia, processo e visão de longo prazo. Esse novo papel reflete exatamente essa virada”, afirma Guto Franco, novo Head de Vídeo da Peleja Media A cobertura da final da Copa Libertadores de 2020, realizada em fevereiro de 2021, marcou sua primeira grande experiência em projetos documentais dentro da empresa. A partir dali, Franco esteve envolvido em diversas coberturas de campeonatos nacionais e internacionais, além de séries como Rivalidades, PELEJA Docs e Subculturas. Em muitos desses projetos, acumulou as funções de captação e edição, o que o levou a assumir o papel de editor sênior e, posteriormente, a atuar como diretor de fotografia em alguns documentários. “Com o crescimento da Peleja Media, a prioridade é organizar processos e integrar as frentes de captação e pós-produção para sustentar o aumento de demanda sem perder o padrão de qualidade. O cenário de 2026 exige foco redobrado na execução técnica e em estratégias claras para captação e pós-produção, para manter consistência à medida que a produção cresce”, diz Franco. No novo cargo, Guto passa a responder pela gerência técnica dos equipamentos e da captação, pela coordenação da ilha de edição e da pós-produção, além do controle de qualidade e da estratégia visual da empresa. Entre as responsabilidades estão também o alinhamento estético dos projetos e a busca constante por inovação dentro da linguagem audiovisual da marca. Para Murilo Megale, CCO da Peleja Media, a promoção reforça a importância de estruturar lideranças internas à medida que a operação cresce. “Estamos vivendo um momento de consolidação. À medida que a demanda aumenta, precisamos de pessoas que conheçam profundamente nossa linguagem e nossos processos. O Guto construiu esse repertório ao longo dos anos e agora assume um papel fundamental para garantir consistência, qualidade e visão estratégica”, afirma. Segundo o executivo, a criação de uma liderança dedicada ao vídeo responde diretamente ao cenário projetado para os próximos anos. “2026 é um ano que exige planejamento técnico e criativo. Ter alguém olhando para o audiovisual de forma integrada, conectando o dia a dia da operação com o futuro do negócio, é essencial para sustentar o crescimento da empresa”, completa Megale. Estruturação da área audiovisual Antes de ingressar na Peleja Media, Franco atuou como filmmaker e editor freelancer, além de ter passagem pela Rádio Gazeta. A experiência contribuiu para a construção de um olhar técnico que hoje se reflete na organização dos processos internos da área audiovisual. A promoção reforça o movimento de evolução e a visão de estruturar a empresa para o longo prazo, combinando criatividade, gestão e estratégia. “Estamos construindo um modelo que olha para o futuro da comunicação esportiva de forma integrada, onde o audiovisual tem um papel central. Isso só é possível com lideranças que entendem o conteúdo, a técnica e o negócio como partes do mesmo processo”, finaliza Megale.
Teka lança coleção para o lar na Abup Show
A Teka confirma presença na Abup Show 2026, que será realizada no Distrito Anhembi, em São Paulo, com a apresentação da nova coleção criada para ambientes que valorizam design e funcionalidade. O evento é referência nacional nos segmentos decoração, artesanato, têxteis, mesa posta, utilidades domésticas, presentes e design autoral. Além de divulgar as novidades e tendências do segmento de cama, mesa e banho, a participação da Teka integra o calendário comemorativo dos cem anos da companhia, que segue investindo na construção de diferenciais para o varejo nacional. A feira é promovida pela Associação Brasileira das Empresas de Utilidades e Presentes (ABUP) e reúne visitantes formados por lojistas, compradores e profissionais como arquitetos, designers e personal organizers. A Abup Show oferece oportunidades para contatos que auxiliam no desenvolvimento de parcerias e novos negócios. O estande da Teka, TX140, localizado na rua onze, entre as avenidas G e H, foi planejado para receber profissionais que atuam na criação de projetos residenciais e lojistas especializados que buscam atualização constante de portfólios. Nova coleção A nova coleção de cama, mesa e banho para o lar da Teka recebe o nome de Sonhar e destaca uma inspiração focada em calmaria, conforto, com tons mais claros e delicados, nas linhas de cama, pensadas para levar bem-estar e praticidade ao cotidiano. Desenvolvida com atenção ao design e ao uso funcional dos produtos, a linha reforça o compromisso da marca em unir beleza, conforto e durabilidade em peças que valorizam a experiência dentro de casa. Os visitantes da Abup poderão conferir as novidades em primeira mão com todos os detalhes dos mais de 300 produtos previstos pela marca.
Fusão entre HexaDigital e PurpleBird Security dá origem à Hexa Security, braço completo de cibersegurança do Grupo MakeOne
A MakeOne, empresa brasileira de tecnologia com mais de 35 anos de atuação, anuncia a fusão entre a HexaDigital e a PurpleBird, duas empresas especializadas em cibersegurança, que passam a operar sob a marca Hexa Security, novo braço completo de segurança digital do grupo. A união consolida um portfólio integrado que cobre todo o ciclo de segurança – da prevenção à detecção, resposta e conformidade – e reforça a estratégia de crescimento sustentável da holding de tecnologia. A Hexa Security nasce com uma oferta robusta que inclui MDR e SOC 24×7, DFIR (resposta e investigação forense), GRC e LGPD, AppSec, DevSecOps, Cloud Security, PAM/IAM e Security Validation, permitindo que empresas de médio e grande portes contratem soluções avançadas de cibersegurança em um único contrato, com padrão de entrega enterprise e foco em eficiência operacional. A nova operação combina a capilaridade comercial, infraestrutura e base de clientes da HexaDigital com a expertise técnica, certificações e ativos estratégicos da PurpleBird, especialmente em resposta a incidentes e forense digital. O movimento fortalece a atuação no mid-market nacional, com foco em setores como BPOs, call centers, saúde, serviços financeiros, fintechs e empresas SaaS em nuvem pública. “A Hexa Security nasce para resolver um problema real do mercado: a dificuldade de acessar segurança cibernética de alto nível de forma integrada e escalável. Unimos tecnologia, processos e pessoas para entregar proteção contínua, resposta rápida a incidentes e governança, tudo com visão de negócio”, afirma Daniel Tieppo, especialista em cibersegurança e Diretor Executivo da HexaDigital. Meta de R$ 500 milhões em faturamento Segundo o executivo, a nova marca terá papel central na estratégia financeira do Grupo MakeOne. “A cibersegurança é um dos principais vetores de crescimento do grupo. A Hexa Security é fundamental para atingirmos a meta de R$ 500 milhões em faturamento nos próximos três anos, além de impulsionar o modelo de receitas recorrentes, com um incremento projetado de cerca de 20% nesse tipo de receita”, destaca Tieppo. Para Jefferson Macedo, fundador da PurpleBird, a fusão representa uma evolução natural do negócio. “A PurpleBird sempre teve um DNA extremamente técnico e especializado. Ao nos unirmos à HexaDigital, ganhamos escalabilidade, estrutura e acesso a novos mercados, sem perder profundidade técnica. Isso nos permite elevar o nível da cibersegurança no Brasil, especialmente para empresas que antes não conseguiam acessar esse tipo de serviço”, afirma. No curto prazo, as marcas passam a operar em modelo de co-branding: “HexaDigital + PurpleBird = Hexa Security”, garantindo continuidade total para clientes, parceiros e SLAs. No longo prazo, a Hexa Security se consolida como a unidade de cibersegurança do Grupo MakeOne, mantendo a PurpleBird como selo técnico em áreas estratégicas, como resposta a incidentes e forense digital. Com a fusão, o Grupo MakeOne reforça sua estratégia de crescimento baseada em soluções críticas, recorrentes e de alto valor agregado, posicionando a Hexa Security como um dos principais players de cibersegurança do país e como um motor relevante para a expansão financeira e estratégica do grupo nos próximos anos.
Yalo aposta em segurança de dados e conquista ISO 27001
A Yalo anunciou a conquista da certificação ISO/IEC 27001, o padrão global mais elevado para Sistemas de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). O movimento estratégico da plataforma inteligente de vendas potencializada por agentes de IA reforça o seu compromisso com a segurança e proteção de dados ao longo da jornada inteligente de vendas, posicionando a companhia na vanguarda do mercado, especialmente na América Latina, onde a adesão a este nível de excelência ainda é baixa. A empresa submeteu-se a uma auditoria rigorosa, implementando um framework que exigiu a adequação e revisão de mais de 90 políticas e procedimentos, a avaliação detalhada de mais de 113 controles e a realização de mais de 200 testes, além da apresentação de evidências. Este esforço resultou na reestruturação de equipes e na contratação de especialistas com certificações individuais, garantindo a expertise necessária para sustentar o ecossistema, avaliando todos os setores, internos e externos, e não apenas o departamento de segurança. A conquista é um diferencial competitivo, especialmente no cenário B2B enterprise. Segundo o estudo “From Compliance to Revenue: ISO27001 Certificate Boost Sales”, da Truzta, de 75% a 80% das organizações relataram melhora na confiança e satisfação do cliente após a conquista do selo global. A norma permite padronizar a gestão de riscos e as auditorias, aumentando a eficiência operacional entre 40% e 50%, além de reduzir significativamente o tempo e os custos de conformidade. No relatório “How ISO 27001 Helps You Sell: Turning Compliance into a Competitive Edge”, da Cyber Sierra, mais de 70% das empresas disseram que a certificação ajudou nas novas negociações. Nesse sentido, Leon Direito, Head de Segurança da Informação da Yalo no Brasil, explica que a validação feita por órgãos internacionais reforça o comprometimento da empresa. “Entregar um alto nível de segurança exige processos que considerem toda a cadeia de dados, envolvendo colaboradores, parceiros e clientes. Trabalhamos com foco na redução de três grandes riscos que as empresas estão expostas hoje: incidentes/ataques, compliance e capacidade operacional. Revisitamos procedimentos, efetuamos ajustes, adequamos práticas, compreendendo que a segurança é primordial para garantir o sucesso do negócio, independentemente do setor. A conquista do ISO 27001 é a prova de que estamos protegendo os dados e as informações com a excelência global que nossos clientes merecem”, finaliza.
XR Brasil: 14 Anos de Logística Criativa e Tecnologia de Dados
A XR Extreme Reach registra 14 anos de presença no mercado publicitário brasileiro. A trajetória marca a transição da entrega física para a automação digital de ativos. A base da operação reside na tecnologia. Utilizamos sistemas globais e inteligência artificial para otimizar o transcoding, a distribuição e a custódia de materiais publicitários. A evolução tecnológica não substitui a originalidade humana. A engrenagem da XR funciona pela interação de profissionais que compreendem as nuances do mercado local. Operamos como o elo central entre a criação e a veiculação. Em 2026, a digitalização do DOOH, OOH, a expansão do CTV e a complexidade do rádio exigem precisão absoluta. Nossas plataformas garantem que o conteúdo chegue ao destino sem perdas técnicas. Centralizamos o fluxo de trabalho de agências, produtoras, veículos e anunciantes, transformando logística em vantagem competitiva. Celebramos 14 anos com foco na próxima etapa: a integração total de ecossistemas de mídia via API e a preservação sistemática do acervo das marcas. A XR Extreme Reach reafirma o compromisso com a eficiência operacional do Brasil. Saiba mais em: xrglobalbrasil.com
O “efeito Ozempic” e a falência do discurso que vende esforço ao consumidor
Por Lucas Diegues, CEO da Primebid* O chamado “efeito Ozempic” tornou-se um dos sinais mais evidentes de uma mudança no comportamento do consumidor contemporâneo. Mais do que um fenômeno ligado à saúde ou à estética, ele expressa uma transformação profunda na lógica de valor que orienta decisões de compra em diferentes setores da economia. Trata-se da preferência crescente por soluções que prometem reduzir drasticamente o esforço, o tempo e a incerteza entre o desejo e o resultado final. Ainda assim, muitas empresas insistem em tratar esse movimento como modismo passageiro, quando ele aponta para uma reconfiguração duradoura das expectativas do mercado. Em 2026, o consumidor não rejeita produtos caros nem serviços complexos por princípio. O que ele passa a rejeitar é a combinação entre esforço prolongado, espera indefinida e promessa vaga de retorno futuro. A aversão não está no preço, mas no caminho. Nesse contexto, os medicamentos para emagrecimento à base de GLP-1 tornaram-se o símbolo mais visível dessa virada cultural, justamente por condensarem essa nova lógica em um único gesto de consumo: pagar caro por uma solução que encurta o trajeto até o resultado desejado. Os dados ajudam a desmontar a narrativa confortável de que o entrave estaria no poder de compra. Segundo a IQVIA, líder global em inteligência de dados de saúde, os medicamentos da classe GLP-1 movimentaram R$ 19,6 bilhões no varejo farmacêutico brasileiro em 2025, figurando entre os produtos de maior faturamento do país. Trata-se de uma categoria de alto custo, que exige prescrição médica e acompanhamento clínico, e que ainda assim alcançou adesão massiva. O consumidor não comprou “disciplina”, “processo” ou “reeducação gradual”. Comprou a expectativa de um atalho confiável para um objetivo claro. Esse comportamento persiste mesmo diante do endurecimento regulatório. A partir de 2025, a Anvisa passou a exigir a retenção da receita médica para a venda dessas canetas, numa tentativa de conter o uso indiscriminado. O consumo, porém, permaneceu elevado. Esse dado é particularmente relevante para o debate empresarial porque desmonta uma confusão recorrente: conveniência não é sinônimo de informalidade, improviso ou impulso. O consumidor aceita regras, aceita controle e aceita pagar caro, desde que perceba que a solução reduz de forma significativa a distância entre intenção e entrega. O erro estratégico de muitas empresas está em ignorar essa lógica e continuar vendendo o esforço como valor central. Metodologias longas, jornadas cheias de etapas, implementações que se estendem por meses ou anos ainda são apresentadas como sinal de robustez e seriedade. Na prática, porém, são cada vez mais percebidas como risco. Não porque o cliente seja avesso à participação, mas porque ele não quer assumir o ônus da execução nem investir tempo em promessas diluídas no futuro. Quando escuta que “isso leva tempo”, a tradução automática passa a ser: “o resultado é incerto”. Portanto, o que se observa não é irresponsabilidade ou imediatismo raso, e sim uma redefinição do cálculo de custo-benefício. O consumidor passou a mensurar não apenas o preço monetário, mas também o custo em tempo, energia, atenção e frustração. Quando o esforço percebido é alto demais, até soluções mais baratas se tornam caras. Quando esse esforço é retirado da equação, o valor percebido aumenta de forma quase imediata. As implicações para as empresas são diretas e, em muitos casos, desconfortáveis. O mercado não está pedindo mais explicações, mais educação ou maior envolvimento emocional com a jornada. Está pedindo propostas que assumam o risco da entrega, reduzam a carga operacional do cliente e prometam menos processo e mais resultado. O “efeito Ozempic” não é sobre medicamentos, nem sobre atalhos fáceis. É sobre a falência de um discurso que romantiza a jornada e transfere para o consumidor o peso da execução. Em um cenário de atenção escassa, pressão por desempenho e intolerância crescente à incerteza, sobreviverão as empresas capazes de transformar complexidade interna em simplicidade percebida. Mais do que vender caminhos, metodologias ou narrativas inspiradoras, elas precisarão aprender a vender, sem rodeios, aquilo que o cliente realmente quer comprar: o destino. *Lucas Diegues é especialista em estratégias B2B e transformação digital em vendas corporativas.
A IA tornou o software corporativo obsoleto
Por Rodrigo Palhano, Co-Fundador e Vice Presidente do Conselho de Administração da TecnoSpeed* Durante décadas, o software corporativo viveu sob a promessa da previsibilidade. ERPs, CRMs e plataformas de gestão foram construídos como infraestruturas estáveis, baseadas em contratos longos, ciclos claros de desenvolvimento e uma lógica incremental de evolução. Essa previsibilidade sustentou modelos de negócio sólidos e pouco questionados. A tese que se impõe agora é que essa estabilidade está se rompendo. A ascensão acelerada da inteligência artificial (IA) redefine não só produtos, como também o conceito de sistemas digitais enquanto ferramenta fixa no ambiente empresarial. Desde 2023, e de forma mais evidente ao longo de 2025, a IA passou a reorganizar expectativas sobre eficiência, custo e utilidade dos sistemas corporativos. Segundo análises de mercado publicadas pela Melius Research, a reação negativa dos investidores após lançamentos recentes da OpenAI reflete um receio concreto de substituição funcional. Em agosto de 2025, ações de empresas como Salesforce, Adobe e SAP registraram quedas relevantes, sinalizando que o mercado passou a enxergar parte das funcionalidades tradicionais como passíveis de serem absorvidas por soluções baseadas em linguagem natural e automação inteligente. O problema não é técnico, mas conceitual. Quando um assistente resolve em segundos tarefas que exigiam dezenas de telas, o valor da interface entra em xeque. Ao mesmo tempo, a narrativa de disrupção total esbarra em limites práticos. Um estudo do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) mostrou que 95% dos projetos piloto com IA generativa em grandes empresas não geraram retorno mensurável. Esse dado expõe um paradoxo incômodo: a tecnologia avança rapidamente, mas sua aplicação efetiva ainda enfrenta obstáculos estruturais de integração, governança e confiabilidade. Isso reforça a ideia de que a crise não é apenas de adoção, e sim de modelo. Não basta adicionar IA a sistemas antigos esperando que a promessa se cumpra automaticamente. Esse descompasso se torna ainda mais evidente quando se observa como os usuários corporativos interagem com esses sistemas. A robustez técnica, por si só, deixou de ser suficiente para sustentar a relevância das plataformas empresariais. Estabilidade, compliance e segurança seguem como requisitos básicos, mas já não definem vantagem competitiva. O comportamento dos usuários mudou de forma clara: análises recentes de consultorias como a McKinsey indicam que profissionais passaram a priorizar fluidez, adaptação e redução de fricção no uso cotidiano das ferramentas. Assim, um sistema pode ser tecnicamente impecável e ainda se tornar inadequado se exige treinamentos extensivos ou não se integra de forma natural ao ecossistema digital já presente no dia a dia das organizações. O impacto dessa transformação vai além da tecnologia e alcança o papel do desenvolvedor. O diferencial deixa de ser a capacidade de entregar grandes sistemas fechados e passa a residir na habilidade de decidir o que vale a pena construir. A pergunta central não é mais como codar uma funcionalidade, mas se ela precisa existir como software dedicado ou se pode ser resolvida por uma camada inteligente integrada a ferramentas já existentes. Segundo dados do Gartner, arquiteturas modulares e soluções orientadas a integração tendem a crescer mais rápido do que plataformas monolíticas nos próximos ciclos de investimento. Portanto, a crise do software tradicional não anuncia o fim do código, mas o fim da previsibilidade que o cercava. O desenvolvimento corporativo entra em uma fase em que escuta, contexto e adaptação contínua passam a ser tão importantes quanto engenharia. Em um ambiente onde a IA redefine o que significa resolver um problema, insistir em modelos rígidos é um risco estratégico. O futuro dos sistemas digitaise pertence menos a quem constrói sistemas completos e mais a quem entende quando, como e por que construir. *Rodrigo Palhano é empresário de software há 20 anos, sócio-fundador da TecnoSpeed, atualmente é o vice-presidente do Conselho Administrativo da empresa. Rodrigo Palhano construiu sua trajetória na criação de soluções tecnológicas para software houses em todo o Brasil. À frente da área de inovação, lidera projetos que integram inteligência artificial a produtos consolidados e novas plataformas, sempre com foco em escalabilidade e competitividade no mercado.
O varejo físico vai “morrer”? Especialista analisa o cenário atual
Nos últimos anos, o varejo tem se estabelecido cada vez mais no ambiente digital. Segundo um estudo divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), as vendas online no faturamento final do setor alcançaram o número de 17,8% em fevereiro de 2025, o maior percentual desde junho de 2021, quando registrou 9,2% de participação. Além disso, as projeções para os próximos anos são animadoras para o varejo digital, como relevada na pesquisa “Guia de Expansão Global para Mercados de Alto Crescimento”, divulgado pela Nuvei. De acordo com os dados, o comércio varejista online deve ultrapassar a marca de US$ 297 bilhões, observando as possibilidades de expansão a nível mundial. Em meio ao crescimento do digital, uma dúvida vem sendo levantada: o varejo físico vai “morrer”? Para o especialista em varejo e consultor de franquias, Erlon Labatut, a resposta é simples e direta: o modelo tradicional de compra e venda não vai acabar. Segundo ele, o que está chegando ao fim é a loja “como sempre foi”, ou seja, apenas um espaço existente para estocar produto e realizar a compra no caixa. “O que estamos vivendo não é um funeral, é uma metamorfose. A loja deixa de ser um ponto de transação e passa a ocupar um papel muito mais estratégico: experiência, relacionamento e logística”, completa. Labatut também pontua que o varejo físico está crescendo a partir de quatro transformações, que ele destaca como essenciais para garantir espaço frente à comodidade que o digital oferece. O especialista enfatiza que a primeira mudança é a loja vista como um hub logístico, com a unidade funcionando como uma expansão natural do e-commerce – o que Labatut afirma ser um “modelo phygital“, que engloba o ambiente físico e o digital e que deixou de ser tendência para virar realidade, segundo ele. A ideia do processo é trazer mais agilidade e conforto ao consumidor. “O clique e retire já consome boa parte do espaço das lojas, que também funcionam como mini centros de distribuição para entregas rápidas no entorno. Sem falar na logística reversa: trocar ou devolver um produto na loja é infinitamente mais simples para o cliente do que lidar com correios e formulários online”, explica. Labatut ainda chama a atenção para a experiência do cliente nas lojas. Em sua percepção, os estabelecimentos vão além de somente pontos de venda, tornando-se um espaço de amostra. Logo, o consumidor pode experimentar e conversar com o vendedor a fim de comprar com mais segurança – e, por muitas vezes, ele escolhe por receber o produto em casa. Outro ponto é que marcas estão criando espaços de lazer e ambientes para aumentarem o tempo de permanência do cliente na loja e, assim, fortalecer seu vínculo com o local. O especialista pontua que, desse modo, o vendedor passa a atuar também como um consultor, compreendendo o contexto de necessidade do público-alvo e seu estilo de vida. O espaço físico com o digital O especialista alerta para outra transformação que vem ocorrendo no varejo físico, que é a presença da digitalização. Em sua visão, a tecnologia não pode ser descartada pela loja que objetiva se destacar no mercado, uma vez que moderniza o ambiente e possibilita uma experiência melhorada ao cliente, que também busca por agilidade em suas compras. “A tecnologia precisa sair dos bastidores e das áreas administrativa e estar presente nas prateleiras. É o que atrai cada vez mais consumidores nos últimos anos e dá a chance de ele conhecer o que o espaço físico tem a oferecer. Ferramentas, como checkouts autônomos e pagamentos via aplicativos, facilitam a compra do público. Além disso, sensores e dados em tempo real ajudam o lojista a entender o fluxo, o comportamento e o interesse, o que permite ajustes rápidos no layout e na operação”, pontua. Socialização como estratégia Explorar o lado social de frequentadores de shoppings e comércios pode ser uma tática interessante, segundo Labatut. Isso porque os locais seguem vistos como pontos de encontro e não apenas lugares de compra e venda. “Existe valor no imediatismo de levar o produto na hora e na confiança de saber onde buscar ajuda, trocar, reclamar ou simplesmente conversar. A loja física responde a uma necessidade emocional que o digital ainda não substitui”, ressalta. Labatut também alerta para varejistas que ficam “presos ao passado” e, dessa forma, não alteram a maneira como trabalhar e cuidar do próprio negócio. Apesar de o varejo, na análise do especialista, não estar morrendo, a operação deve ser moderna e que possa se autossustentar. “Aqueles que não se adaptarem, correm sério risco de ficarem pelo caminho”, diz ele.
Brasil registra salto no empreendedorismo e na adoção de IA por PMEs, segundo novo relatório do LinkedIn
O LinkedIn, maior rede profissional do mundo, divulga o novo SMBs Work Change Report, relatório proprietário que mostra que pequenos e médios negócios estão entrando em uma fase de transformação profunda, impulsionada pela rápida adoção da inteligência artificial, pela necessidade de construir marcas mais autênticas e pela importância crescente da construção de comunidades. A análise considera dados globais e o comportamento de profissionais e empresas no Brasil. No país, o empreendedorismo vive um novo impulso. O número de profissionais com o título de “founder” em seus perfis no LinkedIn cresceu 64% no último ano, quase o triplo do registrado em 2022, indicando que cada vez mais brasileiros estão abrindo seus próprios negócios e buscando caminhos profissionais mais independentes. “A inteligência artificial está redefinindo a forma como as PMEs operam, tomam decisões e crescem. Mas nosso estudo mostra que tecnologia sozinha não sustenta crescimento. Confiança, reputação e conexões humanas continuam sendo os pilares que transformam inovação em resultado de longo prazo”, afirma Milton Beck, Diretor Geral do LinkedIn para a América Latina. Inteligência artificial: de tendência a ferramenta prática Para as PMEs, a IA deixou de ser apenas uma promessa futura e passou a fazer parte da rotina. No Brasil, 85% dos profissionais de pequenas e médias empresas afirmam que a tecnologia vai melhorar seu dia a dia de trabalho, refletindo otimismo. Além disso, 43% já utilizam IA para tarefas mais avançadas, como estratégia e análise de dados — um ritmo de adoção mais rápido do que o da média global. Além disso, há um sentimento crescente de que a tecnologia esteja contribuindo para abrir novas portas: 67% dos profissionais brasileiros de PMEs dizem que a IA os fez considerar caminhos como o empreendedorismo, algo que também aparece em mercados globais, especialmente entre jovens empreendedores. Marca, confiança e fator humano ganham protagonismo Com a avalanche de conteúdo impulsionado por IA, a confiança se consolida como moeda de valor. No Brasil, 72% dos profissionais de marketing alocados em pequenas e médias empresas afirmam que o fator humano é essencial para gerar credibilidade na comunicação com clientes. Clientes e parceiros aparecem como as vozes que mais constroem confiança (72%), seguidos por criadores e influenciadores (61%), reforçando a importância da prova social e da autenticidade. Redes e comunidades aceleram decisões As conexões profissionais seguem desempenhando um papel central nesse novo modelo de crescimento. Globalmente, 78% dos líderes de pequenas e médias empresas afirmam que construir uma rede profissional forte é fundamental para crescer e 76% afirmam que construir marcas é essencial para atingir seus objetivos nos próximos anos. No Brasil, profissionais de PMEs dizem equilibrar tecnologia e relações humanas ao buscar orientação no trabalho, apontando tanto a IA quanto suas redes de trabalho como fontes relevantes de apoio para decisões mais rápidas e seguras. Skills para 2026: tecnologia e habilidades humanas caminham juntas O relatório também aponta que tecnologia sozinha não basta. 75% das PMEs globalmente acreditam que habilidades humanas — como comunicação, criatividade e colaboração — serão ainda mais importantes na era da IA. Essa visão já se reflete nas contratações: 81% dos líderes de pequenas e médias empresas dizem preferir candidatos com as qualificações certas, mesmo sem diploma. No Brasil, o desenvolvimento dessas competências tende a ser prático e acessível. Profissionais de PMEs preferem aprender por meio de tutoriais virtuais (42%), contato com especialistas (29%) e projetos reais (28%), mostrando como o país avança rapidamente na construção de habilidades para o futuro do trabalho. Metodologia A metodologia completa está disponível no relatório aqui.
O futuro do marketing jurídico e o novo papel dos escritórios na construção de reputação
Por Priscilla Adaime O marketing jurídico atravessa uma transformação profunda, que vai muito além da adoção de novas ferramentas ou canais digitais. O que está em jogo é uma mudança estrutural na forma como os escritórios de advocacia constroem reputação, se relacionam com clientes e se diferenciam em um mercado cada vez mais competitivo e transparente. A inteligência artificial passou a ocupar um papel central nesse processo. Mais do que automatizar tarefas operacionais, ela está redefinindo prioridades. Atividades repetitivas, como organização de informações, análises iniciais de dados e produção de minutas, tendem a ser absorvidas pela tecnologia. Isso libera tempo e energia para o que realmente gera valor estratégico ao decidir o que comunicar, quais histórias contar e como fortalecer relacionamentos de longo prazo. O diferencial deixa de ser produzir mais e passa a ser comunicar melhor. Paralelamente, cresce a importância da personalização e do relacionamento genuíno. Em um ambiente cada vez mais automatizado, o fator humano se torna ainda mais relevante. Interações diretas, comunicações individualizadas e atenção real às necessidades do cliente voltam a ganhar protagonismo. A tecnologia, nesse contexto, não substitui o relacionamento, mas cria espaço para que ele seja mais intencional, qualificado e consistente. As redes sociais também assumem um novo papel. Deixam de ser apenas canais de divulgação para se tornarem verdadeiras portas de entrada para a reputação dos escritórios. A lógica tradicional, centrada no site institucional como principal ponto de contato, dá lugar a uma dinâmica em que o primeiro contato acontece no feed, em conteúdos curtos, destaques objetivos e narrativas mais humanas. A reputação passa a ser construída de forma contínua, em pequenos fragmentos de conteúdo que, somados, formam a percepção institucional do escritório. Nesse cenário, a comunicação jurídica tende a se afastar de uma voz única e excessivamente institucionalizada. Ganha força uma narrativa mais plural, em que diferentes profissionais do escritório contribuem com perspectivas, experiências e reflexões. Essa diversidade de vozes reforça a autenticidade, aproxima o escritório do mercado e ajuda a traduzir conhecimento técnico em valor percebido. Outro movimento relevante é a valorização da originalidade. Em um ambiente saturado de mensagens padronizadas, escritórios que ousam sair do lugar comum, com identidade visual consistente, linguagem própria e clareza de posicionamento, passam a se destacar. A diferenciação deixa de ser apenas técnica e passa a ser também comunicacional. Criatividade, quando bem aplicada, torna-se um ativo estratégico. A noção de comunidade também ganha espaço. Manter vínculos ativos, promover encontros e estimular trocas fora do contexto estritamente comercial contribuem para crescimento, retenção e fortalecimento institucional. Por fim, o marketing jurídico caminha para uma lógica em que a atenção se torna mais valiosa do que o clique. Conteúdos que entregam valor imediato, sem exigir uma ação direta do leitor, passam a construir confiança de forma mais eficaz. Nesse modelo, a autoridade não é medida apenas por tráfego, mas pela capacidade de gerar reconhecimento, credibilidade e lembrança. O futuro do marketing jurídico não pertence a quem fala mais alto, mas a quem comunica melhor. Escritórios que conseguirem equilibrar tecnologia e empatia, dados e sensibilidade, automação e relacionamento humano estarão mais preparados para construir reputação de forma sólida e sustentável. A transformação já está em curso. A diferença estará na forma como cada escritório decide participar dela. Priscilla Adaime é sócia fundadora da Markle Comunicação e Marketing Jurídico. Graduada em Comunicação Social pela FIAM/FAAM. Pós-graduada em Comunicação, Web e Marketing pela Faculdade Cásper Líbero. Especialista em Jornalismo pela New York University (NYU). Ex-Integrante do Grupo de Pesquisa: Comunicação e Cultura da Rede TECCRED (2013). Possui mais de 13 anos de experiência na assessoria a escritórios de advocacia de diversos perfis (boutiques, abrangentes e full service). No início de sua carreira foi gerente de Marketing do Koury Lopes Advogados, onde atuou por 6 anos e paralelamente criou a Markle. Responsável pela criação, implementação e gerenciamento de relevantes projetos de fusões e cisões, alteração de branding, lançamento de websites, e novas identidades visuais, além de projetos estratégicos para aprimorar a visibilidade dos clientes nas redes sociais, diretórios jurídicos e League Tables. Mencionada por seis anos consecutivos pelo Special Recognitions do Leaders League Brasil como melhor formulário de submissão. Também foi reconhecida na primeira edição do ranking Melhores Consultorias de Marketing Jurídico – 2023.
Band FM promove show exclusivo de Gustavo Mioto nesta quinta-feira
A Band FM (96,1 MHz) promove nesta quinta-feira (5), às 20h, um pocket show exclusivo com o cantor sertanejo Gustavo Mioto. O evento, transmitido ao vivo para toda a rede, será realizado no Auditório João Jorge Saad, na sede do Grupo Bandeirantes, em São Paulo, em comemoração aos 50 anos da rádio, completados em 2025. Murillo Huada, Tatá Lima e Kaká Meyer irão conduzir a conversa com o artista. A performance inédita reunirá hits como “Eu Gosto Assim”, “Anti Amor”, “Com ou Sem Mim”, “Solteiro não Trai”, “Impressionando os Anjos”, entre outros. “No ano passado, a promoção Band FM De Pertinho teve uma enorme repercussão com as apresentações de Maiara & Maraisa, Simone Mendes e Fernando & Sorocaba. A ideia agora é dar continuidade ao projeto, oferecendo aos fãs a chance de viver uma experiência única com seus ídolos”, afirma Murillo, diretor artístico e voz do famoso programa Quem Ama Não Esquece ao lado de Tatá. Líder há uma década na Grande São Paulo, maior mercado do segmento na América Latina, a emissora do Grupo Bandeirantes de Comunicação possui atualmente 75 afiliadas em 13 estados, alcançando cerca de 88 milhões de ouvintes em potencial de norte a sul do país.
O que você precisa saber para estar preparado em 2026?
*Por Fernando Moulin, CEO & Founder da Polaris Group, professor e especialista em digital e experiência do cliente Se 2025 já pareceu intenso, 2026 tende a elevar o volume. O mundo entra em mais um ciclo de alta volatilidade, com economia pressionada, conflitos geopolíticos, eleições relevantes, Copa do Mundo mexendo com o humor coletivo e tecnologia avançando em ritmo acelerado. Não é um cenário para pânico, mas também não é um ano para atravessar no automático. Estar preparado, agora, significa ajustar mentalidade, hábitos e decisões antes que a realidade force essa mudança. A primeira virada é mental. 2026 exige mais serenidade do que pressa. A sensação constante de urgência vai continuar, mas quem reage a tudo perde foco e energia. Preservar a saúde mental deixa de ser discurso e vira estratégia de sobrevivência. Isso passa por equilíbrio entre conexão e desconexão, clareza de objetivos e uma postura mais pragmática diante dos problemas do dia a dia. Nem tudo é crise. Nem tudo exige resposta imediata. No campo das habilidades, algumas coisas deixam de ser diferencial e passam a ser obrigatórias. Autodidatismo é uma delas. Aprender sozinho, de forma contínua, já não é opcional. A inteligência artificial entra nesse pacote, não como algo técnico, mas como ferramenta cotidiana. Saber usar, testar, errar e ajustar. Soma-se a isso criatividade aplicada, resiliência emocional, tolerância ao erro, próprio e dos outros, e agilidade para decidir com menos informação perfeita. O profissional de 2026 não é o que sabe tudo, mas o que aprende rápido e se adapta melhor. A tecnologia, aliás, deixa de ser plano de fundo e passa a ser estrutura central da vida e dos negócios. Relatórios globais mostram que a IA já saiu da fase experimental e entrou definitivamente na fase de impacto real, reconfigurando processos, carreiras e modelos mentais. Isso vale tanto para empresas quanto para indivíduos. Tomar decisões com base em dados, e não apenas em intuição, será cada vez mais determinante. Quem ignora isso fica mais lento e a lentidão hoje custa caro. Outro ponto chave está nos eventos macro. Este ano teremos eleições presidenciais no Brasil (com um cenário ainda mais polarizado) e Copa do Mundo. Eles alteram consumo, humor social, comportamento online e prioridades das pessoas. Negócios atentos usam esses momentos para planejar quando acelerar e quando desacelerar, ajustar campanhas, estoques, comunicação e até decisões de carreira. Em 2026, essas ondas emocionais coletivas continuam influenciando escolhas de forma direta. Ignorá-las é perder o contexto. Os riscos para quem insiste nos mesmos modelos mentais de hoje são claros: obsolescência, irrelevância e perda de competitividade. Não se trata de alarmismo, mas de constatação. Em um mundo que muda rápido, permanecer igual é andar para trás. A tecnologia está nivelando o acesso, tornando ferramentas cada vez mais democráticas e ao alcance de todos. O que diferencia não é mais o recurso, e sim a visão, o uso inteligente e a capacidade de adaptação, algo amplamente discutido em análises recentes sobre criatividade, IA e trabalho. Mas estar preparado não é só sobre trabalho e performance. O consumidor de 2026 também muda, e isso afeta a todos nós, direta ou indiretamente. Estudos de comportamento mostram uma busca clara por menos excesso e mais significado. Entram em cena as chamadas “microdoses de prazer”: pequenas experiências distribuídas ao longo da rotina, em vez de grandes escapadas exaustivas. O lazer fica mais curto, mais frequente e mais intencional. A nostalgia também ganha força, não como saudosismo real, mas como refúgio emocional. Estéticas retrô, memórias “emprestadas” e experiências que remetem a tempos mais simples ajudam a amortecer um presente acelerado. Ao mesmo tempo, o wellness muda de tom. Sai a performance exibicionista e entra o cuidado possível, integrado à vida real. Menos perfeição, mais funcionalidade. Menos promessa de transformação radical, mais bem-estar sustentável. Viajar, descansar e até se divertir passam a seguir essa lógica. O turismo tende a ser mais introspectivo, menos lotado e mais emocional. O autocuidado deixa de ser luxo e vira ferramenta para manter energia e clareza mental em um ambiente instável. Tudo isso aponta para um consumo mais consciente e, paradoxalmente, mais planejado. Então, o que significa estar preparado, na prática, para 2026? Significa aceitar que o ano terá solavancos, assimetrias econômicas, mudanças repentinas e alta competitividade. A preparação não está em prever tudo, mas em desenhar planos flexíveis, com revisões constantes. É antecipar movimentos quando possível e não ser drenado emocionalmente por fatores fora do controle. A mudança concreta que pode começar agora é simples de falar, mas difícil de executar: pausar para reorganizar. Descansar, se renovar e desenhar um plano de vida e de trabalho que dê direção, sem engessar. Estudar novas tecnologias, praticá-las no dia a dia, buscar informação de fontes confiáveis e cuidar da própria saúde física e mental. Não para “vencer o jogo”, mas para continuar jogando com consistência. 2026 não pede heroísmo. Pede consciência, adaptação e equilíbrio. Quem entende isso chega mais longe e chega melhor. *Fernando Moulin é CEO & Founder da Polaris Group, aceleradora estratégica de negócios, professor e palestrante internacional, especialista em transformação digital e experiência do cliente e coautor dos best-sellers “Inquietos por natureza”, “Você brilha quando vive sua verdade” e “Foras da curva” (todos da Editora Gente, 2024). – E-mail: fernandomoulin@nbpress.com.br. Sobre Fernando Moulin Fernando Moulin é CEO & Founder da Polaris Group, aceleradora estratégica de negócios que atua como bússola organizacional em tempos de incerteza, apoiando líderes e empresas a transformar complexidade em vantagem competitiva. Nascido em 1976, na cidade de Volta Redonda (RJ), ele é um dos principais especialistas brasileiros em transformação digital, inovação e gestão da experiência do cliente, além de ser um dos pioneiros do Marketing Digital/CRM no país. Graduado em Engenharia Química pela Unicamp, possui MBA Executivo Internacional pela FIA-USP e realizou cursos de marketing e negócios em diversas instituições internacionais, como Kellogg/NorthWestern (Estados Unidos), INSEAD (França), Cambridge (Reino Unido) e Lingnan University (China). Eleito em 2022 para o Hall of Fame da Associação Brasileira de Dados (ABEMD), tem mais de 25 anos de experiência e passagens executivas em funções de liderança em grandes organizações, como Telefônica/Vivo, Cyrela, Nokia, Pão de Açúcar, Claro, Citibank,
Valentine’s Day ganha força no Brasil e Giuliana Flores projeta crescimento de 15%
O Valentine’s Day, celebrado em 14 de fevereiro, vem ganhando cada vez mais espaço no calendário brasileiro, ampliando seu significado para além dos casais e se consolidando como uma data para celebrar o amor em todas as formas com afeto, cuidado e conexões especiais. De olho nesse movimento, a Giuliana Flores, maior e-commerce de flores e presentes da América Latina, projeta um crescimento de 15% nas vendas para a data em 2026 e aposta que as categorias que devem liderar o desempenho são buquês de rosas, rosas encantadas, cestas com chocolates, combos de flores com presentes premium, girassóis e orquídeas. O peso da data também é sentido na economia global. O Valentine’s Day se tornou um dos eventos sazonais mais relevantes do varejo mundial, movimentando não apenas presentes tradicionais, mas também experiências e compras digitais. Segundo levantamentos de mercado de instituições como a National Retail Federation (NRF) e a Statista, os gastos globais na data vêm crescendo de forma consistente: em 2023, alcançaram cerca de US$ 142 bilhões, frente aos US$ 136 bilhões em 2022. Mantida a tendência, a expectativa é que o volume ultrapasse US$ 150 bilhões até 2026. O Valentine’s Day é comemorado em diversos países, especialmente nos Estados Unidos e na Europa e celebra o amor de forma ampla, com a troca de cartões, flores, chocolates e presentes, além de gestos de carinho que vão além dos casais e incluem amigos e familiares. No Brasil, embora o Dia dos Namorados continue sendo celebrado em 12 de junho, a data internacional vem ganhando espaço justamente por seu caráter global e por valorizar diferentes formas de afeto, não restritas apenas aos relacionamentos românticos. Além disso, as origens são distintas: o Valentine’s Day remete a tradições europeias antigas ligadas a São Valentim, enquanto o Dia dos Namorados brasileiro surgiu como uma estratégia comercial para aquecer as vendas no varejo e remete ao Santo Antônio. “Em 2025, tivemos crescimento consistente no volume de entregas, impulsionado pela expansão do e-commerce, campanhas promocionais mais eficientes, ampliação logística e conquista de novos públicos e regiões. Isso reforça a Giuliana Flores como referência nacional em flores e presentes com entrega rápida. O Valentine’s Day já se consolidou no calendário brasileiro como uma data importante para demonstrar carinho e amor, e nossa missão é ajudar os clientes a transformarem esse sentimento em momentos inesquecíveis”, afirma Clóvis Souza, CEO da Giuliana Flores.
Podcast retrata os 88 anos de história da ACISA
Como parte das comemorações do 88º aniversário da Associação Comercial e Industrial de Santo André (ACISA), o presidente da entidade, Evenson Robles Dotto, comandará um podcast especial na segunda-feira (9 de fevereiro), às 17h. Com transmissão ao vivo pelo canal https://www.youtube.com/user/ACISASA/, o ACISA Cast receberá o executivo e membro do Conselho Superior, Wilson Ambrósio da Silva, que presidiu a Associação Comercial nas gestões de 1991 a 1993/1993 a 1995, 2000 a 2002 e 2003 a 2005. Durante a entrevista, serão abordados os principais acontecimentos e conquistas obtidas em prol da classe empresarial e do desenvolvimento regional. Wilson Ambrosio da Silva é administrador de empresas e há 22 anos atua em empresas instaladas em outros países com interesses no Brasil. Foi presidente do Clube Atlético Aramaçan e atual conselheiro, participa do Conselho da APAE de Santo André e é sócio remido do Esporte Clube Santo André e da Sociedade Cultural Ítalo-Brasileira de Santo André. Em suas gestões, o executo implementou na ACISA o Feirão do Imposto / De olho no imposto, Café com vereadores e o Núcleo de Jovens Empreendedores, contribuiu para a fundação da Crediacisa – hoje Sicoob União Sudeste, promoveu encontros com comerciantes de vários centros comerciais e obteve para a entidade o Certificado NBR ISO 9001:2000 – Sistema de Gestão de Qualidade – da Fundação Vanzolini, de São Paulo. Lançado em 2023, o ACISA Cast é uma iniciativa da entidade para ampliar o acesso a conteúdos relevantes do universo corporativo e debater temas que impactam diretamente o dia a dia dos empreendedores e da sociedade. Sobre: a ACISA possui mais de 4 mil associados e está localizada na Avenida XV de Novembro, 442 – Centro – Santo André, com estacionamento próprio. Sua diretoria é formada por empresários que doam parte de seu tempo para ajudar e trabalhar em prol do associativismo, para o bem comum da classe empresarial e para manter a saúde financeira da entidade. Para conhecer todos os serviços da ACISA, cursos e ações voltadas para capacitação profissional e outros temas ligados ao mundo corporativo, basta acessar o link: bit.ly/ACISA-Canal-WhatsApp e seguir o canal. https://www.linkedin.com/company/acisasa/https://www.youtube.com/user/ACISASA/https://www.instagram.com/acisasa/
A nova lógica de expansão no franchising brasileiro
Durante muito tempo, a expansão no franchising brasileiro foi conduzida de forma predominantemente intuitiva. A associação entre crescimento gradual e preservação de controle coexistia com a percepção de que a aceleração representava um risco elevado, geralmente ligado à perda de padrão operacional, fragilidades de gestão e conflitos com franqueados. Com o amadurecimento do setor, essa leitura começou a ser revista, à medida que se tornou mais evidente que o principal fator de risco não estava na velocidade do crescimento, mas na ausência de método. Nos estágios iniciais de desenvolvimento do setor no país, não havia um modelo estruturado de aceleração aplicado especificamente às redes de franquias. Esse vácuo levou à análise de experiências consolidadas em outros setores da economia global. Ecossistemas como Israel, Vale do Silício e China passaram a ser observados como referência em crescimento acelerado sustentado por processos, governança e controle operacional. A partir desse aprendizado, emergiu no Brasil, de forma pioneira, um modelo de aceleração voltado a franquias, que passou a priorizar validação, método e governança antes da escala. O movimento, liderado pela 300 Franchising, contribuiu para uma inflexão relevante na lógica de expansão do setor: crescer deixou de ser o ponto de partida e passou a ser consequência de um processo estruturado de preparação. Nesse novo desenho, a expansão ocorre somente após a validação de critérios objetivos. O primeiro deles está relacionado ao empreendedor, avaliando-se propósito, visão estratégica, maturidade decisória e histórico de execução. A aceleração tende a ampliar a complexidade da operação e exige maior capacidade de liderança, foco e consistência por parte de quem conduz o negócio. O segundo critério é o próprio modelo de negócio. São analisados o grau de diferenciação da marca, sua capacidade real de escala e o nível de organização da operação. Estruturas de gestão, processos definidos, sistemas, manuais e mecanismos de governança tornam-se elementos centrais para garantir previsibilidade ao longo do crescimento. O terceiro fator diz respeito ao timing. Nem toda empresa estruturada está, necessariamente, no momento adequado para expandir. A avaliação do contexto interno, do grau de dedicação exigido do empreendedor e das condições de mercado funciona como um filtro para evitar desgaste operacional e decisões estratégicas prematuras. Com esses fatores alinhados, a expansão deixa de ser uma aposta e passa a operar dentro de uma lógica mais próxima da indústria, baseada em repetição, controle e métricas claras de desempenho. A adoção de metodologias inspiradas em empresas de alto crescimento contribui para que a escala ocorra de forma mais previsível e sustentável. Os efeitos desse modelo já aparecem nos números. O ecossistema 300 Franchising reúne mais de 90 marcas sócias e já comercializou mais de 13 mil franquias no país. O grupo é responsável pela geração de cerca de 45 mil empregos diretos e possui valor estimado superior a R$ 2 bilhões. “O crescimento deixa de depender exclusivamente da ambição e passa a ser resultado de uma estrutura bem construída. Padronização de processos, acompanhamento sistemático de indicadores e suporte centralizado são determinantes para sustentar a expansão”, afirma Leonardo Castelo, presidente da 300 Franchising. O tema ganha relevância em um momento de desempenho consistente do franchising brasileiro. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) indicam que o setor faturou R$ 135,8 bilhões no primeiro semestre de 2025, alta de 11,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em um ambiente de juros elevados e crédito mais seletivo, modelos de expansão capazes de oferecer previsibilidade tendem a ser mais valorizados por investidores e empreendedores. Como ocorre em outros mercados em processo de amadurecimento, a difusão do conceito de aceleração também gerou distorções. Parte das iniciativas passou a reproduzir o discurso do crescimento acelerado sem a devida compreensão dos fundamentos que sustentam esse modelo. A fronteira entre expansão consistente e risco excessivo passou a estar diretamente associada à presença de método, processos robustos e governança. Nesse contexto, a decisão sobre como conduzir a expansão, e com quem, tornou-se um fator estratégico para a sustentabilidade das redes. A escolha do modelo de crescimento passou a ter impacto direto sobre a capacidade de execução, a relação com franqueados e a longevidade do negócio. A nova lógica do franchising brasileiro aponta para um ambiente mais profissional, previsível e orientado por processos. O crescimento acelerado, quando sustentado por método e governança, deixa de ser uma ameaça e passa a ser compreendido como parte de uma estratégia deliberada e racional de expansão.
Pesquisa revela que 97% das empresas não se sentem preparadas para a Reforma Tributária
Uma pesquisa recente com empresas brasileiras revela um cenário preocupante às vésperas da Reforma Tributária: 97% das empresas afirmam não se sentir preparadas para as mudanças e 69% ainda não iniciaram qualquer tipo de adaptação. O dado acende um alerta especialmente entre micro e pequenos empreendedores, que já enfrentam perdas financeiras provocadas por falhas de gestão e falta de organização. O levantamento realizado pela GestãoClick ouviu 234 empresas brasileiras, com coleta realizada entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, nível de confiança de 95% e margem de erro de aproximadamente 6 pontos percentuais. Segundo a análise, o principal problema não está no imposto novo, mas na desorganização interna, que amplifica os riscos e os custos da transição tributária. Segundo a análise, o maior risco para as empresas não está no imposto novo, mas na desorganização da gestão, que já provoca perdas financeiras antes mesmo da Reforma entrar em vigor. O estudo mostra que 53% das empresas sabem que a Reforma vai impactar seus negócios, mas não sabem exatamente como, e 34% não conseguem avaliar onde ocorrerá esse impacto, o que compromete decisões estratégicas sobre preço, margem e planejamento financeiro. Entre as áreas mais sensíveis, a emissão de notas fiscais aparece como o principal ponto de preocupação. 70% das empresas apontam essa área como a mais impactada pela Reforma, enquanto 26,5% afirmam ter medo direto de cometer erros na emissão, falhas que podem resultar em multas, retrabalho, pagamento indevido de impostos e perda de tempo operacional. A formação de preços também surge como um fator crítico. 58% das empresas reconhecem impacto direto da Reforma na precificação, e 41% temem aumento do custo operacional, mas sem clareza sobre como absorver ou repassar esses custos. Para a GestãoClick, isso evidencia que muitas empresas ainda não dominam seus números reais, o que pode levar tanto à perda de margem quanto de competitividade. Outro dado relevante diz respeito à integração entre gestão e contabilidade. A pesquisa aponta que 75% das empresas dependem do contador como principal fonte de informação sobre a Reforma Tributária, enquanto apenas 8,5% utilizam sistemas de gestão como apoio estratégico para orientação e tomada de decisão. A falta de integração entre áreas como financeiro, fiscal e vendas aumenta o risco de inconsistências e decisões baseadas em dados incompletos. O estudo também destaca o adiamento das ações como um problema estrutural. Além das 69% das empresas que ainda não começaram a se adaptar, 25% afirmam que não sabem nem por onde começar, o que amplia o risco de erros e custos mais altos no momento em que a Reforma estiver em plena implementação. Para a GestãoClick, a Reforma Tributária apenas expõe fragilidades que já existem na gestão das empresas brasileiras, como falta de controle financeiro, ausência de integração entre sistemas, desorganização fiscal e pouca clareza sobre indicadores essenciais do negócio. “A Reforma não cria o problema, ela escancara. Empresas desorganizadas já estão perdendo dinheiro agora, e o custo tende a aumentar para quem continuar adiando a organização”, aponta Lucas Sousa, gerente da GestãoClick. A pesquisa conclui que empresas que chegarão a 2026 em melhor posição são aquelas que já investem em emissão correta de notas fiscais, formação de preços baseada em dados reais, integração entre sistemas, proximidade com a contabilidade e uso de tecnologia para proteger o caixa.
CarnaFolia do Anália traz programação especial de Carnaval para toda a família
O Shopping Anália Franco entra no clima do agito com mais uma edição do CarnaFolia do Anália, que acontece de 5 a 18 de fevereiro, das 12h às 20h, em um cenário vibrante e colorido montado na Praça de Eventos. Todas as atrações foram pensadas para encantar as crianças e transformar o Carnaval em momentos inesquecíveis para toda a família, com segurança e comodidade. Para os pequenos foliões que não param um segundo, o espaço de brincadeiras traz atividades como ponte bamba e escorregador com piscina de bolinhas, verdadeiros brinquedos para queimar a energia da festa e garantir risadas sem fim. A criatividade também entra em cena com a oficina de personalização de máscaras, realizada em sessões de 30 minutos para crianças com até 12 anos. É a oportunidade perfeita para soltar a imaginação e criar adereços únicos, com participação mediante troca de pontos conforme a categoria no Programa de Relacionamento no app MULTI: Green (50 pontos), Silver (30 pontos), Gold (20 pontos) e Platinum (cortesia). O Carnaval pede brilho, e o Camarim do salão infantil Corte Alegria completa a experiência com penteados e maquiagens temáticas para crianças, deixando cada look ainda mais especial. O atendimento é feito mediante consulta de valores diretamente no local. Nos finais de semana e durante o feriado, o ritmo contagiante toma conta do espaço com o Bailinho, realizado em um palco exclusivo. As apresentações acontecem nos dias 7, 8, 14, 15, 16 e 17 de fevereiro, sempre às 16h, 17h e 18h, com repertório de marchinhas e músicas carnavalescas que convidam toda a criançada a dançar e celebrar. A participação é gratuita e não requer agendamento. E para eternizar a folia, o evento oferece espaços instagramáveis, onde as famílias podem registrar seus momentos especiais em meio à decoração temática de Carnaval. Para acompanhar todas as novidades, ações e campanhas do Shopping Anália Franco, basta seguir os perfis oficiais nas redes sociais: Instagram: @analiafranco Facebook: @shoppinganaliafranco TikTok: @shoppinganaliafranco Serviço – CarnaFolia do Anália – Carnaval 2026 Data: de 5 a 18 de fevereiro Horário: todos os dias, das 12h às 20h Bailinho de Carnaval com banda: dias 7, 8, 14, 15, 16 e 17 de fevereiro, em três horários: 16h, 17h e 18h Horário de funcionamento do shopping: de segunda a sábado, das 10h às 22h, domingos e feriados, das 14h às 20h Local: Avenida Regente Feijó, 1.739 – Tatuapé/São Paulo – SP, 03342-900 #EunoAnalia #CarnaFoliadoAnalia
Empresas estruturam fintechs próprias para diversificar receitas, otimizar impostos e assumir controle financeiro
A criação de fintechs próprias deixou de ser um movimento restrito a startups financeiras e bancos digitais. Nos últimos anos, empresas de varejo, food service, franquias, marketplaces, plataformas de serviços e indústrias passaram a estruturar operações financeiras internas como estratégia para diversificar faturamento, aumentar margens e organizar a tributação de fluxos que antes apenas geravam custo, como o processamento de pagamentos, a antecipação de recebíveis e o crédito consignado. Esse movimento ganhou tração a partir de meados da década de 2010, com a evolução das APIs bancárias, a digitalização dos meios de pagamento e, mais recentemente, com a consolidação do modelo Banking as a Service (BaaS). A regulamentação do open finance no Brasil e o avanço do Pix aceleraram esse processo ao reduzir barreiras tecnológicas e ampliar a concorrência no sistema financeiro. Segundo a Allied Market Research, o mercado global de fintechs deve crescer, em média, 23% ao ano até 2028, impulsionado principalmente pela integração de soluções financeiras a ecossistemas empresariais já consolidados. No Brasil, dados da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) indicam que mais de 60% das fintechs atuam oferecendo alternativas ao sistema bancário tradicional, muitas delas ligadas a empresas que não nasceram no setor financeiro. “Hoje, qualquer empresa que tenha relacionamento recorrente com clientes, parceiros ou franqueados e processe pagamentos pode se tornar uma fintech. O diferencial está em estruturar isso como negócio, e não apenas como custo operacional”, afirma Segundo Rafael Franco, CEO da Alphacode, empresa especializada no desenvolvimento de plataformas financeiras digitais Na prática, o modelo permite que empresas ofereçam contas digitais, carteiras (wallets), orquestração de pagamentos, split de recebíveis, parcelamento inteligente, antecipação de valores e produtos de crédito dentro do próprio ecossistema. Em vez de apenas pagar taxas a bancos, adquirentes e intermediários, o negócio passa a capturar parte da margem financeira dessas operações. Além da geração de receita, a estruturação de uma fintech própria impacta diretamente a organização tributária, especialmente em relação ao Imposto de Renda. Ao separar a operação financeira do core business em um CNPJ específico, a empresa consegue segregar receitas operacionais e financeiras, adotando o regime tributário mais adequado para cada atividade. Dependendo do modelo, isso permite tributar o resultado financeiro de forma mais eficiente, com dedução de custos tecnológicos, despesas de compliance, infraestrutura e, em alguns casos, provisões de risco. “Não se trata de pagar menos imposto por artifício, mas de pagar imposto sobre um resultado que antes ficava com terceiros. A empresa transforma um centro de custo em unidade geradora de lucro”, explica Franco. Quem pode se tornar uma fintech Empresas com grande volume transacional, base recorrente de clientes ou operações pulverizadas são as que mais se beneficiam do modelo. Redes de franquias, marketplaces, plataformas de assinatura, empresas de logística, educação, saúde e varejo digital estão entre os perfis mais comuns. O fator determinante não é o setor, mas a capacidade de integrar soluções financeiras à jornada do usuário. Como contratar uma empresa para estruturar a fintech Especialistas apontam que o primeiro passo é definir claramente o objetivo da operação: banco digital completo, wallet, pagadoria, plataforma de crédito ou camada financeira integrada ao negócio principal. A partir disso, a escolha do fornecedor deve considerar experiência comprovada em projetos financeiros, capacidade de customização, conhecimento regulatório e domínio de integrações com adquirentes, gateways, sistemas antifraude e parceiros bancários. Também é fundamental avaliar a infraestrutura tecnológica. Plataformas baseadas em nuvem, escaláveis, auditáveis e aderentes à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) são hoje padrão. Outro ponto crítico é o suporte especializado. “Não é um projeto para call center genérico. É preciso equipe técnica que entenda de risco, pagamento e governança”, afirma Franco. Vantagens e alertas Entre as principais vantagens estão a diversificação de faturamento, aumento da retenção de clientes, maior previsibilidade financeira e organização tributária. Além disso, a empresa passa a ter controle total sobre regras de pagamento, políticas de crédito, programas de cashback e fidelidade, além do onboarding de clientes com validações de segurança e análise de risco. Por outro lado, há alertas importantes. Operações financeiras exigem governança, monitoramento contínuo de risco, investimento permanente em segurança digital e atenção regulatória. Estruturas improvisadas ou mal dimensionadas podem gerar passivos fiscais, problemas de compliance e impacto reputacional. “Não é um atalho nem uma moda. É uma decisão estratégica que precisa ser tratada como tal”, ressalta o executivo. Com soluções que incluem Pix, boletos, cartões, links de pagamento, carteiras digitais, programas de fidelidade e autenticação biométrica, o modelo BaaS vem reposicionando empresas como protagonistas da nova economia financeira. “Transformar a empresa em uma fintech não significa virar banco tradicional, mas assumir o controle das próprias soluções financeiras e abrir novas frentes de crescimento com previsibilidade e escala”, conclui o CEO da Alphacode.
Semana do Cinema oferece ingressos por R$10 no Atrium Shopping
De 05 a 11 de fevereiro, o Atrium Shopping (administrado pelo Grupo AD), em Santo André no ABC Paulista, participa da Semana do Cinema, ação que oferece ingressos com valores promocionais no Cinemark, incentivando o público a aproveitar a experiência do cinema por preços mais acessíveis. Durante o período, os ingressos de meia-entrada custam R$10 para sessões de matinê em 2D e 3D e a partir de R$12 para os demais horários, conforme regulamento da rede exibidora. Clientes cadastrados no Cinemark Club ainda garantem desconto exclusivo nos combos, tornando a ida ao cinema ainda mais atrativa. Entre os destaques da programação está a estreia de “Destruição Final 2”, que acompanha a família Garrity após uma catástrofe global, e o filme brasileiro “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, estrelado por Wagner Moura e indicado ao Oscar 2026. Pensando em todos os públicos, a programação também traz a superprodução Avatar: Fogo e Cinzas, a animação Zootopia 2, voltada para toda a família, e o suspense A Empregada, oferecendo diferentes experiências cinematográficas durante toda a semana. Para Luciano Abílio, coordenador de marketing do Atrium Shopping, a Semana do Cinema é uma oportunidade de ampliar o acesso do público ao entretenimento. “A campanha estimula que mais pessoas voltem às salas de cinema e aproveitem a programação com valores especiais. É uma forma de democratizar a experiência e reforçar o Atrium como um espaço de lazer para toda a região”, afirma. Serviço – Semana do Cinema Data: de 5 a 11 de fevereiro Local: Cinemark Atrium Shopping Endereço: Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 – Vila Homero Thon, Santo André – SP Ingressos a partir de R$10
Como a tecnologia amplia a capacidade das empresas de antecipar mudanças no comportamento do consumidor
Por Davi Iglesias, CEO da Gendo Nos últimos anos, as empresas passaram a enfrentar um consumidor mais impaciente, volátil e exigente. A troca de marcas acontece com facilidade, a comparação de preços e experiências é feita em segundos e a expectativa por respostas rápidas se tornou padrão, independentemente do canal. Ao mesmo tempo, o cliente está mais sensível ao valor percebido e menos tolerante a processos burocráticos ou falhas no atendimento. Esse novo cenário exige das organizações algo que antes não era tão crítico: a capacidade de antecipar movimentos. A tecnologia teve um papel central nessa mudança. Antes, muitas decisões eram baseadas em relatórios mensais ou trimestrais, quando o comportamento do consumidor já havia mudado. Hoje, é possível acompanhar variações quase em tempo real, testar hipóteses rapidamente e ajustar oferta, comunicação e operação com base em evidências concretas. Na prática, isso encurta o caminho entre perceber um sinal e agir, reduzindo a dependência de intuição e aumentando a capacidade de resposta das organizações. Outro avanço importante foi a integração entre as áreas. Marketing, vendas, atendimento e operação passaram a compartilhar dados, criando uma visão mais completa da jornada do cliente. Quando essas informações deixam de ficar isoladas, a empresa consegue identificar mudanças de comportamento antes que elas se transformem em queda de engajamento ou perda de receita. Nem todos os dados têm o mesmo valor quando o objetivo é antecipar tendências. Informações comportamentais, como recorrência, horários de compra, cancelamentos, tempo de resposta, abandono de processos e feedbacks, costumam ser mais reveladoras do que dados puramente demográficos. Sinais externos, como tendências de busca, movimentações de concorrentes e variações de preço no setor, também ajudam a contextualizar mudanças no consumo. Mesmo assim, ainda é comum ver empresas cometendo erros nesse processo. Acreditar que a tecnologia resolve tudo sozinha, confundir correlação com causa ou trabalhar com dados defasados cria uma falsa sensação de antecipação. Antecipar, na prática, exige rotina: perguntas bem formuladas, análise constante e responsáveis claros por transformar informação em decisão. Nesse contexto, o nível de maturidade digital faz muita diferença. Empresas mais estruturadas conseguem perceber mudanças sutis no comportamento do cliente e agir rapidamente. Já negócios com baixa maturidade dependem de percepções individuais ou relatórios tardios, quando o impacto já aconteceu. Mas é importante ressaltar que maturidade digital não significa, necessariamente, usar tecnologias sofisticadas, mas ter visibilidade operacional, dados organizados e processos claros de acompanhamento. Também é importante reconhecer que antecipar mudanças não depende apenas de sistemas. Barreiras culturais, econômicas e estruturais ainda limitam esse movimento. Muitas organizações operam com medo de errar, excesso de hierarquia e pouca autonomia para testar novas abordagens. Em cenários econômicos instáveis, o comportamento do consumidor muda mais rápido, o que reduz a previsibilidade. Além disso, estruturas rígidas e equipes sobrecarregadas tornam qualquer adaptação mais lenta. Para que a tecnologia funcione, de fato, como uma alavanca estratégica, líderes precisam rever sua mentalidade. É necessário abandonar a lógica de projetos pontuais e adotar uma rotina contínua de observação, teste, aprendizado e ajuste. Antecipar não é tentar adivinhar o futuro, mas reduzir incertezas para tomar decisões melhores e mais rápidas do que o mercado. *Davi Iglesias é CEO da Gendo, plataforma de agendamento online e gestão voltada para micro, pequenas e médias empresas.
REP Benefícios lança nova marca e propõe debate sobre bem-estar corporativo
No dia 28 de janeiro, Porto Alegre foi palco de um encontro que conectou estratégia, saúde e visão no ambiente corporativo. A REP Benefícios realizou, na Fábrica do Futuro, o evento de lançamento oficial da sua nova marca, posicionada na gestão estratégica de benefícios corporativos. A iniciativa reuniu lideranças empresariais, executivos do setor e convidados especiais. Além da nova identidade, nasce como resposta a um mercado que se tornou complexo, burocrático e distante das reais necessidades das empresas e das pessoas. A marca surge da trajetória consolidada da Benet, reconhecida pela sua atuação técnica e consultiva, agora integrada à estrutura, governança e solidez do grupo REP, ampliando capacidade de entrega, escala e impacto. “O modelo tradicional de gestão de benefícios já não funciona como deveria. Ele é complexo, fragmentado e, muitas vezes, gera mais dor de cabeça do que tranquilidade para as empresas“, destacou Maurício Junqueira, diretor da REP Benefícios, durante a abertura do evento. “A REP nasce justamente para descomplicar, organizar e devolver clareza a um mercado que se tornou excessivamente técnico para quem está na ponta.” Segundo Junqueira, a criação da nova marca vai além de reposicionamento. “Nós lidamos diariamente com a vida dos colaboradores das empresas que confiam em nós. Cuidar de pessoas exige responsabilidade, conhecimento e compromisso. A REP Benefícios carrega o DNA da Benet, com toda a força estrutural do grupo REP, para entregar exatamente isso.“ Avanços da medicina O ponto alto da programação foi a palestra “Saúde que sustenta o futuro”, conduzida pelo médico J. J. Camargo, diretor do Centro de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre e membro da Academia Nacional de Medicina. O especialista abordou o cuidado integral com as pessoas e seus impactos diretos na produtividade, na sustentabilidade dos negócios e na longevidade das organizações. Camargo contextualizou a velocidade das transformações na medicina, impulsionadas pela integração entre diferentes áreas do conhecimento e pelos avanços tecnológicos. “O ritmo do conhecimento mudou radicalmente. Hoje, conseguimos enxergar o interior do corpo humano com uma precisão impensável há poucas décadas, o que tornou a medicina mais previsível e eficaz“, afirmou. O médico também chamou atenção para o aumento contínuo da expectativa de vida. “Saímos de uma média de 42 anos no início do século XX para quase 80 anos no Brasil. Isso é mérito da medicina. A questão agora não é apenas viver mais, mas viver melhor“, alertou. A longevidade só faz sentido quando acompanhada de qualidade de vida. “Saúde plena não é apenas ausência de doença. Ela envolve bem-estar físico, emocional e social. E isso passa, sobretudo, pelo estilo de vida e pelas condições que oferecemos às pessoas ao longo da vida profissional“, destacou. Descomplicando o cuidado A proposta da REP Benefícios dialoga com esse cenário. Em um mercado regulado por mais de 600 resoluções normativas, a empresa aposta em gestão estratégica, proximidade e clareza como diferenciais. “Nosso papel é traduzir essa complexidade e entregar tranquilidade ao cliente. Benefício não pode ser sinônimo de ônus ou dor de cabeça. Ele precisa ser sustentável ao longo do tempo, tanto a empresa quanto ao colaborador“, reforçou Maurício Junqueira. Bruno Cervi, CEO do grupo REP, a nova marca consolida um modelo de atuação focado em excelência e impacto positivo. “Chamamos isso de ‘revolução do bem’. Unimos a expertise construída ao longo dos anos com uma estrutura sólida e governança para elevar o nível de atendimento e segurança oferecido ao mercado“, afirmou. Já o presidente da REP, Felipe Cervi, destacou o potencial de crescimento conjunto. “A REP Benefícios nasce forte, com história, conhecimento e visão de futuro. A partir de agora, nossos clientes passam a ter acesso a um ecossistema completo de soluções em saúde, odontologia, vida, previdência e bem-estar“, disse. Ao reunir ciência, estratégia e propósito, o evento marcou não apenas o lançamento da marca, mas o reforço de que o cuidado com as pessoas deixou de ser discurso e passou a ser estratégia para a sustentabilidade das organizações.
Marketplace é o maior ‘aliado’ para os pequenos negócios no e-commerce em 2026
Empreender no ambiente digital segue como uma das principais apostas de pequenos e médios negócios no Brasil em 2026, impulsionado pela expansão consistente do comércio eletrônico. Para se ter uma ideia, de acordo com o estudo E-Consumidor, realizado pela NuvemShop em parceria com a Opinion Box, o e-commerce brasileiro deve crescer cerca de 10% em relação a 2025, com faturamento projetado de R$ 258 bilhões, reforçando o papel dos canais digitais como alternativa viável e escalável para novos empreendedores. Dentro desse cenário de crescimento, os marketplaces ganham protagonismo como principal porta de entrada para pequenos lojistas no e-commerce. Ao oferecerem estrutura tecnológica, audiência consolidada e soluções integradas de pagamento e logística, essas plataformas reduzem barreiras operacionais e permitem que negócios iniciantes tenham acesso imediato ao mercado digital, mesmo com estruturas enxutas. Para Rodrigo Garcia, diretor executivo da Petina Soluções Digitais, consultoria especializada em marketplace, o avanço do e-commerce tem um papel de extrema importância para o crescimento das empresas. “Os marketplaces concentram hoje grande parte da demanda do consumo online e funcionam como um ambiente inicial mais acessível para pequenos lojistas. Eles permitem que o empreendedor comece a operar, entenda a dinâmica do e-commerce e ajuste sua estratégia com base em dados reais de venda e comportamento do consumidor”, comenta. Os números do estudo reforçam esse movimento. A pesquisa aponta que o número de compradores online deve crescer 2,5%, alcançando 96,87 milhões de pessoas em 2026. Já o volume de pedidos pode chegar a 457,38 milhões, alta de 5%, enquanto o tíquete médio tende a avançar 4,7%, atingindo R$ 564,96, indicando maior recorrência e maturidade do consumo digital no país. Pensando nisso, Rodrigo listou 4 pontos que criam vantagens para quem vendem via marketplace: VisibilidadeOs marketplaces concentram grande volume de acessos diários e já fazem parte da rotina de consumo do brasileiro, o que permite que pequenos negócios ganhem exposição desde o primeiro momento. Diferentemente de um canal próprio, que exige tempo e investimento para atrair tráfego, essas plataformas oferecem alcance imediato. “As grandes plataformas de marketplace atuam como grandes vitrines, pois dão muito mais visibilidade na internet do que em sites próprios, o que sem dúvida é um dos principais diferenciais. Além disso, o lojista passa a disputar a atenção do consumidor dentro de um ambiente onde a compra já é uma decisão natural”, explica. Baixo custo de entradaOutro ponto decisivo é a redução dos custos iniciais. Ao operar dentro de marketplaces, o pequeno empreendedor utiliza uma infraestrutura já pronta, com meios de pagamento, sistemas antifraude e suporte tecnológico. “Isso diminui significativamente o investimento necessário para começar e permite que o empreendedor valide o negócio antes de assumir custos mais elevados”, afirma o executivo. Previsibilidade operacionalFerramentas de gestão e relatórios de desempenho ajudam o lojista a compreender padrões de venda, sazonalidade e comportamento do consumidor, tornando a operação mais previsível. “Com acesso a dados consolidados, o pequeno lojista consegue planejar melhor estoque, preços e campanhas, tomando decisões mais embasadas”, destaca. Logística integradaA logística de entregas, um dos principais desafios do e-commerce, também se torna mais simples dentro dos marketplaces, que oferecem soluções integradas de envio, prazos e, em alguns casos, gestão de devoluções. “Quando a logística deixa de ser um gargalo, o empreendedor pode focar no que realmente importa: produto, atendimento e estratégia”, pontua. Além disso, atuar dentro de ecossistemas consolidados permite testar produtos, ajustar preços e estruturar processos antes de investimentos mais robustos em canais próprios, como lojas virtuais independentes ou estratégias omnichannel. “Com todas essas vantagens, em 2026, os marketplaces se consolidam como um ponto de partida estruturado para quem deseja empreender no digital, oferecendo escala, aprendizado e inserção competitiva em um mercado cada vez mais profissionalizado”, conclui Rodrigo.
Há 25 anos, a GOLLOG encurta distâncias e transforma a logística no Brasil
A GOLLOG, serviço de transporte de cargas e encomendas da GOL Linhas Aéreas, completa hoje 25 anos, consolidando-se como referência em logística aérea no Brasil. Criada apenas 15 dias após a fundação da GOL, a companhia surgiu com uma proposta inédita: ser a primeira empresa low-cost a transportar carga aérea, aproveitando espaços ociosos nas aeronaves para garantir eficiência e redução de custos. De lá para cá essa ideia inovadora se transformou em um negócio robusto, alcançando mais de R$ 1,5 bilhão em vendas e se tornando uma fonte estratégica de receita da GOL. “Celebramos 25 anos com orgulho do que construímos e com os olhos no futuro. Nosso propósito é ser a companhia de transporte aéreo de carga preferida pelos clientes, reconhecida por sua eficiência e alto nível de serviço”, afirma Patricia Bello, diretora geral da GOLLOG. Ao longo de sua trajetória, a GOLLOG não apenas transportou cargas, mas também histórias. Desde sua atuação essencial durante a pandemia, transportando vacinas e medicamentos, até o envolvimento em ações humanitárias, como envio de mantimentos a regiões afetadas por fortes chuvas no País e apoio ao transporte de animais resgatados. Sua operação de logística de alta performance também já marcou momentos históricos, como a entrega do troféu do Campeonato Brasileiro em 2023 feito de forma simultânea em diferentes estádios antes do horário dos jogos. Em 2025, a empresa fortaleceu sua capacidade operacional com a chegada de seu 9º cargueiro próprio dedicado, aumentando em 23 toneladas a capacidade de transporte e garantindo maior agilidade para o e-commerce, operações charter e transporte de cargas especiais em todo o país. Junto à frota de mais de 100 aeronaves da GOL adaptadas para transporte de carga, a novidade reforça a posição de liderança da companhia e abre novas oportunidades de expansão, incluindo o atendimento a regiões distantes como Norte e Nordeste, além de segmentos estratégicos como automotivo e farmacêutico. Para reforçar sua presença no mercado e destacar soluções que encurtam distâncias com agilidade, a GOLLOG lançou em 2025 a campanha institucional “Com a GOLLOG, sua encomenda chega voando”. Voltada especialmente para empresas B2B e com foco digital, a iniciativa evidencia os diferentes serviços da companhia, como o GOLLOG E-commerce, dedicado ao setor de vendas online; o GOLLOG Rápido e Urgente, para entregas prioritárias; e o GOLLOG Saúde, especializado em transporte de produtos médicos e farmacêuticos que exigem controle de temperatura e manuseio específico. A campanha reforça a robustez da marca e sua posição como maior operação de cargas aéreas do Brasil. Eficiência em números Em 2025, a unidade superou a marca de 170 mil toneladas transportadas, registrando um crescimento de 12,4% no peso em relação ao mesmo período de 2024 (dados da ANAC). A frota inclui também nove cargueiros dedicados operando em parceria com o Mercado Livre, consolidando a maior operação aérea de carga regular do país e ampliando o alcance da empresa em todo o território nacional. Com uma história marcada por inovação, inteligência e conexão, a GOLLOG reafirma seu papel como um elo essencial entre pessoas, negócios e oportunidades em todo o Brasil.
Galerias em hipermercados ganham espaço como aposta segura para investidores
As galerias comerciais instaladas em hipermercados têm se consolidado como uma alternativa relevante para investidores. O modelo se apoia no grande volume de pessoas que já frequentam esses hipermercados para compras regulares, aproveitando essa circulação para gerar receita nas lojas e serviços. A estratégia reduz riscos operacionais ao se apoiar em um fluxo já estabelecido e recorrente. Além do movimento constante, esses espaços ampliam o tempo de permanência do consumidor ao reunir conveniências do dia a dia em um único endereço. Academias, salões de beleza, praças de alimentação e serviços essenciais, como chaveiros, gráficas, farmácias, entre outros, complementam a experiência de compra e transformam o hipermercado em um polo de serviços. A presença de estacionamento amplo reforça a atratividade, facilita o acesso e contribui para a fidelização do público que busca resolver múltiplas demandas em uma única visita. Um dos players que se destaca nesse formato é o Carrefour Property, braço imobiliário do Grupo Carrefour Brasil. O maior grupo varejista do país, reúne atualmente mais de 250 galerias comerciais distribuídas em 20 estados e soma mais de 3.200 lojistas ativos. Presente sob as bandeiras Carrefour, Sam’s Club e Atacadão, o Grupo atende um público amplo, das classes A a D, e registra a circulação de cerca de 60 milhões de consumidores todos os meses em suas unidades, indicador que sustenta o potencial de atração para negócios instalados dentro das galerias. Roger Teixeira, gerente de marketing do Carrefour Property, explica que além de serem uma opção atrativa para pequenos empreendedores, as galerias também se consolidaram como espaços estratégicos para grandes marcas que veem no formato uma oportunidade eficiente para expandir seus negócios. “Possibilitamos que os nossos parceiros comecem seus negócios de forma estruturada, com crescimento gradual e presença próxima do público, fortalecendo a marca na rotina do consumidor. Para pequenos empreendedores, isso representa menos barreiras de entrada e um caminho mais seguro para amadurecer a operação com consistência. Para grandes marcas, significa expansão com padronização, capilaridade e maior velocidade de implantação, mantendo controle de qualidade e performance em diferentes praças”, ressalta Teixeira. O executivo conta ainda que, além das operações fixas, as galerias do Grupo investem na diversificação de formatos comerciais como estratégia para atender diferentes perfis de negócios e fases de operação. Eventos, quiosques, serviços e soluções flexíveis ampliam as possibilidades de ocupação, permitem testar conceitos, ajustar modelos e acelerar a entrada das marcas no mercado, ao mesmo tempo em que mantêm o equilíbrio do mix e a dinâmica dos espaços. “O que torna nosso modelo tão eficiente é a combinação entre conveniência e um mix planejado para estimular a recorrência e o desempenho das operações. Ao mesmo tempo, cuidamos para que os lojistas encontrem um ambiente sustentável para crescer”, conclui o gerente de marketing do Carrefour Property.
Ticket e TotalPass firmam parceria para disponibilizar plano de bem-estar para trabalhadores
A Ticket, marca da Edenred Brasil de benefícios e engajamento, anuncia parceria com a TotalPass para ampliar o acesso ao bem-estar e à prática de atividades físicas no dia a dia. Agora, usuários da Ticket passam a ter acesso ao TP Lite, plano que pode ser contratado diretamente pelo consumidor final, sem a necessidade de adesão da empresa empregadora. Até então, o modelo tradicional da TotalPass estava restrito às empresas que contratavam o benefício para oferecê-lo aos seus colaboradores. Com o TP Lite, os usuários da Ticket ganham mais autonomia para cuidar da saúde física e mental, contratando o serviço por conta própria, de forma simples e acessível. O plano dá acesso a uma rede com mais de 6 mil academias em todo o Brasil, por um valor mensal de R$ 69,90, reforçando o compromisso das duas marcas em democratizar o bem-estar e incentivar hábitos mais saudáveis. “A parceria com a TotalPass, que é parte do programa exclusivo Clube Ticket, amplia o ecossistema de benefícios da Ticket e reforça nossa estratégia de ir além das soluções tradicionais, oferecendo mais liberdade de escolha para os usuários. É uma forma concreta de apoiar a qualidade de vida das pessoas, independentemente do vínculo da empresa com esse tipo de benefício.”, afirma Danilo Teixeira, Diretor de Marketing da Ticket. Além de beneficiar diretamente o consumidor final, a iniciativa também agrega valor para as empresas que contratam Ticket, ao associar a marca a um portfólio mais amplo de soluções voltadas à saúde, ao bem-estar e à experiência do colaborador. A parceria faz parte da estratégia da Ticket de explorar novos modelos de negócio e fortalecer sua presença junto aos usuários finais, acompanhando as transformações no mundo do trabalho e no comportamento de consumo.
Bangu Shopping entra no clima do Carnaval com abadá infantil, oficinas criativas e bloquinho itinerante
O Carnaval deste ano promete ser ainda mais especial no Bangu Shopping, que prepara uma programação voltada para toda a família, com foco no público infantil. Entre os dias 2 e 15 de fevereiro, o empreendimento promove ações que unem compras, diversão e experiências carnavalescas, reforçando seu papel como polo de lazer e convivência na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A programação começa com a campanha “Compre e Ganhe – Abadá Infantil”, que acontece de 2 a 13 de fevereiro, ou enquanto durarem os estoques. A cada valor mínimo em compras, os clientes podem trocar suas notas fiscais por um abadá infantil exclusivo, com o tema “Mamãe Tô no Bangu”, inspirado em edições anteriores do Carnaval do shopping. A ação é limitada a uma unidade por CPF e dá direito à participação na Oficina de Personalização de Abadá Infantil. Nos dias 14 e 15 de fevereiro, o Bangu Shopping promove a Oficina de Personalização de Abadá Infantil, das 14h às 16h30, em um espaço especialmente montado próximo à loja Fashion Biju, onde também acontecerão as atividades de recreação, o bailinho e a concentração para a saída do bloquinho. A oficina acontece em turmas de 30 minutos, com seis turmas por dia, e convida as crianças a soltarem a imaginação e criarem seus próprios abadás para a folia. A participação é gratuita, mediante inscrição pelo aplicativo do shopping, com vagas limitadas. Encerrando a programação, o empreendimento realiza a Recreação Infantil com Desfile e Bloquinho Itinerante “Mamãe Tô no Bangu”, também nos dias 14 e 15 de fevereiro, das 17h às 20h. A concentração e saída do bloquinho acontecem próximo à loja Fashion Biju, em um percurso interno pelo shopping, reunindo música, brincadeiras e animação para crianças e famílias vivenciarem o Carnaval de forma leve, divertida e segura. A ação conta com o apoio do Colégio Realengo. Com essa agenda especial, o Bangu Shopping reafirma seu compromisso em oferecer experiências que vão além das compras, valorizando o entretenimento, o convívio familiar e a criação de memórias afetivas em datas comemorativas que fazem parte da cultura brasileira. Serviço – Carnaval no Bangu Shopping Compre e Ganhe – Abadá Infantil Período: 02 a 13 de fevereiro ou enquanto durarem os estoques Categoria 1: R$ 400,00 em compras Categoria 2: R$ 350,00 em compras Categoria 3: R$ 150,00 em compras Limitado a 1 unidade por CPF O abadá dá direito à participação na Oficina de Personalização Oficina de Personalização de Abadá Infantil Datas: 14 e 15 de fevereiro Horário: das 14h às 16h30 Local: próximo à loja Fashion Biju Inscrição: pelo app do shopping – 200 vagas por dia Recreação Infantil + Desfile + Bloquinho Itinerante “Mamãe Tô no Bangu” Datas: 14 e 15 de fevereiro Horário: das 17h às 20h Local: concentração e saída próximas à loja Fashion Biju
Dia do Engenheiro Ambiental: atuação estratégica impulsiona sustentabilidade na Braskem do ABC
No Dia do Engenheiro Ambiental, celebrado em 31 de janeiro, a Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, reforça a importância desses profissionais para o avanço da sustentabilidade, da segurança operacional e da conformidade regulatória na indústria química. Nas unidades do ABC, a atuação da engenharia ambiental tem papel central na integração entre operação, inovação e responsabilidade ambiental, contribuindo para operações cada vez mais eficientes, seguras e alinhadas às melhores práticas do setor. Ao longo dos últimos anos, o papel do engenheiro ambiental dentro da Braskem evoluiu de uma atuação majoritariamente operacional para uma função estratégica, diretamente conectada às metas ESG da companhia, à gestão de riscos e ao fortalecimento da governança. Em um cenário de processos industriais mais complexos, metas climáticas de longo prazo e maior rigor regulatório, esses profissionais passaram a atuar de forma decisiva na orientação e na melhoria contínua das operações. Esse é o caso de Priscilla Nery, engenheira ambiental da Braskem no Polo Petroquímico do Grande ABC, que vivencia no dia a dia uma rotina multidisciplinar e integrada. Sua atuação envolve desde a gestão de licenças operacionais, efluentes líquidos, emissões atmosféricas e resíduos industriais, até a prevenção de riscos ambientais, o desenvolvimento de projetos sustentáveis e iniciativas de inovação com foco também nas comunidades do entorno. “O engenheiro ambiental na Braskem atua como um elo estratégico entre operação, manutenção, compliance e liderança. Nosso trabalho garante que as unidades operem com segurança, em conformidade e alinhadas às metas de desempenho ambiental da companhia”, destaca Priscilla. A engenharia ambiental contribui diretamente para a segurança das unidades, por meio do monitoramento de parâmetros críticos e da gestão de riscos, além de impulsionar a eficiência operacional ao otimizar sistemas, reduzir o consumo de recursos naturais e assegurar o cumprimento das normas regulatórias e dos objetivos internos. Essa atuação resulta em operações mais tecnológicas, eficientes e sustentáveis. No contexto dos compromissos ESG da Braskem, os engenheiros ambientais têm papel fundamental nos três pilares. No Environmental (E), monitoram e controlam efluentes, emissões e resíduos, além de implementar projetos de redução de impactos, como economia de água, eficiência energética e iniciativas de economia circular. No Social (S), atuam na prevenção de incidentes que possam afetar as comunidades e participam de ações de sensibilização e educação ambiental. Já no Governance (G), garantem o cumprimento de licenças e condicionantes, apoiam auditorias e asseguram transparência e rastreabilidade das informações ambientais. “A engenharia ambiental é essencial para transformar resíduos em valor, elevar a eficiência dos processos produtivos e garantir uma gestão responsável dos recursos naturais, sempre alinhada às melhores práticas da indústria”, afirma a engenheira. A inovação e a tecnologia também fazem parte da rotina desses profissionais na Braskem. O uso de sensores, sistemas online, dashboards e análises baseadas em dados permite decisões mais assertivas e ágeis. Ferramentas digitais apoiam processos como DMR, CADRI, softwares de emissões, licenciamentos digitais e gestão de requisitos legais, além de plataformas colaborativas como Teams, SharePoint, SAP e Power BI, que facilitam a integração entre áreas. Para o futuro, os desafios da engenharia ambiental na indústria química envolvem o aumento da complexidade regulatória, as iniciativas por descarbonização e a busca constante por eficiência em um ambiente global competitivo. Ao mesmo tempo, surgem oportunidades ligadas à inovação, à economia circular e ao desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis. “Ser engenheiro ambiental é encarar desafios complexos e transformar dificuldades em novas possibilidades. Cada escolha faz diferença. Nosso trabalho não cuida apenas do meio ambiente, ele melhora a vida das pessoas por meio da química, hoje e no futuro”, conclui Priscilla. Ao celebrar o Dia do Engenheiro Ambiental, a Braskem reconhece o papel essencial desses profissionais na construção de uma indústria química cada vez mais segura, eficiente e sustentável. Por meio de uma atuação técnica, estratégica e orientada à inovação, a engenharia ambiental contribui para que a companhia avance de forma responsável, conectando desempenho operacional, cuidado com o meio ambiente e compromisso com as pessoas e com o futuro.
“Nós Somos Potência”: nova série do Terra mostra histórias de pessoas trans que se destacam na sociedade
O Terra lança “Nós Somos Potência”, série especial em vídeo para celebrar a diversidade por meio de histórias reais, potentes e plurais de pessoas trans. A iniciativa reforça o compromisso histórico do Terra em valorizar diferentes identidades, trajetórias e perspectivas, ampliando vozes que transformam a sociedade e inspiram novos olhares. Composta por oito entrevistas exclusivas em vídeo, a série traz homens e mulheres trans de diversas áreas de atuação que ocupam espaços importantes na mídia, na cultura e nas redes sociais. Entre os participantes estão nomes de destaque como do comunicador Luca Scarpelli, da influencer Juliane Vezzani, a atriz Valéria Barcellos, o jornalista Caê Vasconcelos, a atriz e cantora Isis Broken, o ator Breno de Assis, a influencer Luna Hellena e a atriz Aretha Sadick. Embora a série tenha pegado carona no período em que muitas iniciativas trazem visibilidade para a população trans, sua proposta vem totalmente ao encontro da linha editorial do Terra Nós, vertical do Terra que desde 2023 destaca a importância da diversidade, com pautas e conteúdos sobre gênero, raça, LGBTQIAP+, pessoas com deficiência, indígenas e outros temas voltados à conscientização e importância da inclusão. “Mais do que abrir uma janela para a visibilidade trans, a série convida o público a conhecer quem são as pessoas que se destacam e impulsionam transformações nos espaços que ocupam. São depoimentos sensíveis sobre vivências, afetos, trajetórias, desafios, sonhos e conquistas”, destaca Manoela Pereira, Head de Conteúdo Multiplataforma do Terra & Vivo Ads. Cada uma das oito entrevistas revela histórias únicas, intensas e inspiradoras, sempre marcadas pela força de existir e pela beleza da pluralidade. Para quem deseja assistir, os episódios estarão disponíveis no Terra em versão especial combinada com um texto mais completo, além de nos perfis sociais do Terra Nós no Instagram e TikTok e também pelo canal do YouTube Terra Brasil.
“Canal Livre” entrevista Rafael Fonteles, governador do Piauí
O Canal Livre desta semana recebe o governador do Piauí, Rafael Fonteles, para discutir os avanços do estado nordestino que vem se destacando em inovação tecnológica, educação e produção de energia limpa. O programa ainda debate o desafio de equilibrar crescimento econômico com desenvolvimento social e segurança pública e se debruça sobre as articulações políticas regionais e nacionais neste início de ano eleitoral. A apresentação é de Rodolfo Schneider. Participam os jornalistas Pedro Campos e Thaís Dias e o cientista político Fernando Schüler. O Canal Livre vai ao ar neste domingo (1), às 23h, na tela da Band, com transmissão simultânea no site Band.com.br e no aplicativo Bandplay.
Estabilidade no trabalho vira principal estratégia de saúde mental dos brasileiros
Durante anos, a busca por estabilidade profissional foi associada à acomodação ou falta de ambição. Mas, segundo os dados da Pesquisa Carreira dos Sonhos 2025, da Cia de Talentos, essa leitura já não se sustenta. Diante de um cenário mais volátil economicamente, pressão constante e esgotamento emocional, esse movimento passou a ser menos interpretado como um “freio” à carreira e mais como uma resposta à necessidade de preservar a saúde mental frente a exposição contínua ao estresse em um ambiente cada vez mais imprevisível. Ancorada, inicialmente, no fator financeiro, essa prioridade não se limita ao salário. Hoje, ela funciona como um amortecedor emocional, associado a pilares como segurança econômica, ambiente organizacional saudável, reconhecimento e perspectiva real de continuidade dentro da empresa. Esses elementos ajudam a explicar por que o trabalho deixou de ocupar o centro absoluto da identidade das pessoas e passou a ser visto como um meio para sustentar outros aspectos da vida, especialmente a saúde mental. Entre os jovens, grupo frequentemente retratado como desinteressado ou avesso à responsabilidade, os dados desmontam estereótipos: 62% apontam a estabilidade como prioridade, mas isso não elimina a ambição e 52% seguem buscando crescimento profissional e 45% realização no trabalho. “O que mudou não foi a ambição, mas a disposição de pagar por ela com adoecimento”, explica Danilca Galdini, sócia-diretora de Pessoas & Cultura e Insights da Cia de Talentos. “A busca por estabilidade não indica retração, mas uma tentativa de reduzir a exposição contínua ao estresse, à incerteza e ao desgaste emocional”. A pesquisa também identifica um comportamento que ajuda a entender como essa busca por estabilidade e proteção emocional se manifesta no dia a dia do trabalho: a chamada “relação freemium”. Em um contexto de pressão constante e promessas nem sempre cumpridas, profissionais passaram a regular seu nível de engajamento como forma de autoproteção emocional. “O esforço extra deixou de ser automático e passou a depender de reconhecimento, condições concretas e perspectivas reais de desenvolvimento, em um movimento que reflete a busca por limites mais saudáveis na relação com as organizações”, aponta a especialista. Impacto concreto nas empresas: quando bem-estar vira indicador de negócio? Se a Pesquisa Carreira dos Sonhos ajuda a explicar por que a estabilidade ganhou centralidade como valor emocional, os dados do Panorama do Bem-Estar Corporativo, apresentado pelo Wellhub, mostram os impactos práticos dessa mudança dentro das empresas. Segundo o estudo, 86% dos profissionais consideram o bem-estar tão importante quanto o salário nos processos de atração e retenção, e 89% afirmam ter melhor desempenho quando conseguem priorizar a saúde física e mental. Empresas com colaboradores ativos em programas estruturados de bem-estar registram 30% menos rotatividade, 30% menos absenteísmo e até 35% de economia em custos relacionados à saúde. No Brasil, os números reforçam a gravidade do cenário: dados do INSS mostram que os transtornos mentais e comportamentais estão entre as principais causas de afastamento do trabalho, com mais de 280 mil benefícios por incapacidade concedidos em um único ano (2023) por diagnósticos como ansiedade e depressão. O avanço desses afastamentos evidencia que o adoecimento emocional deixou de ser pontual e passou a ter impacto direto na vida profissional e na sustentabilidade das organizações. Há ainda um paradoxo estrutural que ajuda a dimensionar o desafio. Embora existam evidências de que práticas regulares de bem-estar físico e mental atuam como fatores de proteção contra o estresse crônico e o desgaste psicológico, o acesso a essas iniciativas ainda é restrito. No Brasil, apenas 6% da população mantém matrícula ativa em academias, o que indica que o cuidado com o bem-estar não está incorporado de forma ampla à rotina das pessoas. Para Ricardo Guerra, líder do Wellhub no Brasil, esse descompasso mostra que o bem-estar ainda é tratado como uma escolha individual, quando deveria ser encarado como estratégia estruturante dentro das organizações, com potencial preventivo para a saúde mental e para a sustentabilidade do trabalho. “A busca por estabilidade deixou de ser apenas uma escolha de carreira e passou a funcionar como um mecanismo de proteção da saúde mental. O que mudou não foi a ambição das pessoas, mas o limite do que elas estão dispostas a sacrificar. A estabilidade passou a ser um pré-requisito para engajamento sustentável porque ninguém consegue performar bem vivendo em estado permanente de alerta. Bem-estar deixou de ser uma escolha individual e passou a ser uma responsabilidade organizacional, com impacto direto na saúde mental, na produtividade e na sustentabilidade do trabalho”, comenta o executivo. Isso reforça uma das principais leituras da Carreira dos Sonhos 2025: a estabilidade deixou de ser apenas um desejo individual e passou a funcionar como condição mínima para engajamento sustentável, em um cenário de pressão contínua e desgaste emocional. “Quando a estabilidade aparece como prioridade absoluta em diferentes gerações, o que os dados estão dizendo é que as pessoas estão tentando se proteger. Não se trata de medo de crescer, mas de uma resposta racional e emocional a um mercado que cobra cada vez mais sem oferecer as mesmas garantias”, conclui Danilca. Por que a previsibilidade virou uma necessidade psicológica? Do ponto de vista da saúde mental, a busca por estabilidade se explica pelos impactos emocionais da incerteza prolongada. Ambientes marcados por pressão constante, mudanças frequentes e insegurança em relação ao futuro tendem a manter o corpo em estado contínuo de alerta, elevando o risco de ansiedade crônica, sensação de descontrole e exaustão emocional. Danielle Galetti, psicóloga e diretora de RH na Pub – ecossistema de gestão de narrativas e reputação, explica que a instabilidade no trabalho afeta diretamente o bem-estar das pessoas: “Quando não há clareza sobre decisões, mudanças e segurança profissional, as pessoas passam a viver sob incerteza permanente. Isso favorece quadros de ansiedade, esgotamento e a sensação de perda de controle, já que a falta de previsibilidade enfraquece a confiança, a autonomia e a percepção de estabilidade”. Nesse contexto, a previsibilidade – seja financeira, relacional ou de perspectiva – atua como fator de proteção psíquica, o que, na visão da especialista, reduz a carga emocional associada à sobrevivência e
Taxa Selic a 15%: como pode?
Por Jorge Gonçalves Filho Novamente, o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa Selic em 15% ao ano por decisão unânime dos oito membros que participam do colegiado; logo, vale registrar que no Copom não há decisão monocrática, o que afasta a responsabilidade única do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Como noticiado em artigos de meios de comunicação especializados, os agentes do mercado financeiro já esperavam a manutenção da taxa Selic em 15% a.a., assim como a sinalização de que se antevê a flexibilização da política monetária com redução da taxa na próxima reunião com Copom, que deve ocorrer em 17 e 18 de março. O comunica do Banco Central, publicado em 28 de janeiro, tem todas as explicações técnicas que balizaram a decisão do Copom. Sem querer aqui entrar em detalhes, menciona o ambiente externo incerto, que exige cautela por parte dos países emergentes; e o ambiente doméstico, com trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, mercado de trabalho resiliente e arrefecimento da inflação, apesar das projeções ainda acima da meta em um horizonte relevante; e comenta os cenários para os riscos de alta ou baixa da inflação, taxa de cambio, etc., e que o Comitê segue acompanhando os impactos do contexto geopolítico e o desenvolvimento doméstico da política fiscal. Segue, quase ao final, afirmando que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. Muito bem, sugiro que todos leiam atentamente o comunicado do BC, mas não se conformem com as explicações, que podem ser adequadas tecnicamente, mas deixam a desejar quando analisamos que a Selic a 15% a.a. gera juros reais inaceitáveis de aproximadamente 10 % a.a., o segundo maior do mundo, perdendo apenas para a Rússia. Com a elevada taxa Selic, de 15% a.a., o mercado financeiro encontra respaldo para manter as também elevadas taxas praticadas no mercado de crédito, a saber, alguns exemplos: Assim, fora do mundo do sistema financeiro, o mercado tem visto seus resultados serem eliminados dadas as elevadas taxas de juros praticadas no mercado de crédito, haja vista que entre as empresas de varejo listadas em bolsa, em seus balanços de 2025, na média, 5% da receita bruta foi consumida com remuneração ao capital de terceiros (juros), com crescimento de 26% sobre o ano anterior, enquanto o custo com pessoal, por exemplo, permaneceu estável em 8%. Somando-se a situação do elevadíssimo custo de capital para as empresas, os consumidores também estão cada vez mais endividados e inadimplentes, não conseguindo fazer frente aos encargos cobrados, ambas situações inaceitáveis para uma economia que precisa crescer. Há uma economia real que precisa ser mais ouvida. Mesmo a recente iniciativa do Banco Central, o lançamento da pesquisa Firmus, com o objetivo de captar a percepção das empresas não financeiras sobre a situação de seus negócios, parece ainda não estar surtindo efeito. Caso estivesse, muito provavelmente haveria redução da taxa Selic. Como pode ser mantida a elevada taxa Selic em 15% a.a.? Basta ir ao mercado, junto a pequenas, médias e grandes empresas para se constatar a gravidade e as consequências que este nível de juros está gerando na operação, nos investimentos e no futuro das empresas. Destaca-se que muitas empresas pararam ou reduziram seus investimentos, em especial as de varejo. E o reflexo negativo não tardará por chegar. Aguardar março para ver a taxa Selic cair 0,25 p.p. ou 0,50 p.p., esperar dezembro para alcançar 12,5% ou 12% a.a., como o mercado financeiro tem previsto, é uma queda muito pequena, insuficiente para que boa parte das empresas consiga sobreviver ao elevadíssimo custo de capital. As empresas não financeiras requerem uma taxa menor, os consumidores precisam de uma taxa menor, o país necessita de uma Selic menor. Se esta taxa Selic é reflexo, efeito de várias causas, então que se ataque com resultado as causas internas indicadas pelo Banco Central, e que este tenha temperança para acelerar a queda da Selic. Como pode? Para uma inflação que está sendo projetada entre 3 a 4% a.a. em 2026, ter uma Selic de 15% a 12% é inaceitável. É urgente a queda da Selic para abaixo de dois dígitos. Jorge Gonçalves Filho Presidente do IDV – Instituto para Desenvolvimento do Varejo
WBP projeta crescimento de 150% em 2026 e adquire 50% da agência Leads For You
A WBP, agência de comunicação e marketing, localizada em São Caetano do Sul, SP, tem como meta para 2026 crescer 150%. Para isso, além das novas áreas criadas, como a de publicidade e propaganda offline, e a de assessoria de imprensa, a empresa adquiriu recentemente 50% da agência de performance Leads For You. De acordo com o CEO da agência, Alex Pinhol, o objetivo dessa operação comercial é expandir e trazer o que há de melhor das duas empresas e potencializar os dois times. Ele explica que com a aquisição, a WBP vai tornar o processo de crescimento mais rápido. “Com a aquisição, temos agora um time ainda mais preparado para atender novas contas e os líderes de mercado.” E a Leads For You não veio sozinha como uma agência. Pinhol revela que ela auxilia também na formação de novos profissionais do mercado por meio da Performance Academy, escola de marketing. “Queremos atuar diretamente na formação desses especialistas, oferecendo uma base sólida de aprendizado”, afirma, ao comentar que a negociação ocorreu durante todo o ano de 2025 para chegar a esse modelo de negócio. “Essa união marca um novo capítulo da Leads For You. Não estamos apenas crescendo; estamos construindo um ecossistema mais forte, mais preparado e muito mais competitivo para o mercado de performance”, afirma o CEO da Leads For You, Matheus Zappiello. Números Além da agência WBP e da Performance Academy, fazem parte da WBP Group as empresas Metrix, especializada em Dados e BI; Performance Club, clube de negócios, e WBP Experience, empresa de experiências exclusivas. Com a aquisição, a agência passa a contar com 150 colaboradores e o grupo com 230. O número de clientes também aumentou, de 150 para 260. “Estamos sempre em busca de boas oportunidades, visando o nosso crescimento de maneira estruturada”, atesta Pinhol.
Evento de projeção internacional aposta em conexões estratégicas para responder a um novo perfil de mulheres nos negócios
As mulheres que hoje estão à frente dos negócios ultrapassaram a fase da validação externa e passaram a demandar outro tipo de experiência nos eventos corporativos. Empreendedoras, executivas, líderes e decisoras valorizam tempo, profundidade e acesso e enxergam esses encontros como espaços de posicionamento e expansão estratégica. “Elas não procuram mais motivação. Procuram contexto, critério e conexão estratégica. Os eventos deixaram de ser entretenimento profissional para se tornarem ferramentas reais de decisão e crescimento”, afirma Carina Costa, idealizadora do ATIVA, evento internacional de empreendedorismo feminino idealizado em Portugal pela empresária e que teve sua primeira edição no Brasil, em novembro do ano passado, e retorna ao país em 2026. Esse novo perfil evidencia o esgotamento dos formatos tradicionais de eventos de negócios, baseados em discursos genéricos sobre liderança feminina, painéis superficiais e networking sem intenção clara. “As mulheres rejeitam fórmulas prontas e ambientes que subestimam sua maturidade profissional. No ATIVA, participar do evento é uma decisão estratégica, motivada pelo acesso a pessoas e decisões relevantes, leitura de mercado e de futuro, expansão de repertório e construção de relações com potencial concreto de colaboração e negócio”, explica Carina. A resposta do ATIVA a essa demanda se materializa em todas as etapas do projeto, desde a curadoria até a experiência final. Conteúdos, vozes, marcas, público e parceiros são selecionados de forma criteriosa, com experiências desenhadas para favorecer conversas relevantes e evitar dispersão ou ruído promocional. “As conexões no ATIVA não são acidentais. Criamos um ambiente onde o diálogo qualificado nasce de contexto compartilhado, não da simples troca de cartões. Isso faz com que as relações continuem depois do evento, com impacto real”, destaca. Com presença internacional, o ATIVA amplia a visão de mercado, o acesso a outras realidades e a leitura de tendências globais, posicionando suas participantes em um ecossistema internacional de pensamento, negócios e influência. Essa lógica também redefine a relação com marcas e patrocinadores, que passam a atuar como parceiras estratégicas, e não apenas como expositoras. “O ATIVA não existe para agradar a todos, e isso é intencional. Ele existe para servir mulheres que sabem onde estão e onde querem chegar. Hoje, esse nível de clareza é o nosso maior diferencial”, conclui Carina Costa.
Billboard Brasil apresenta nova edição do projeto 30 Over 30 com Liniker na capa
A Billboard Brasil apresenta a nova edição do projeto 30 Over 30, iniciativa editorial que destaca 30 pessoas trans com mais de 30 anos que vêm se consolidando como referências em suas áreas de atuação. Em seu terceiro ano consecutivo, o projeto reforça o compromisso da Billboard com a diversidade, a representatividade e a valorização de trajetórias que impactam a cultura e a sociedade brasileira. A capa da edição é estrelada por Liniker, cantora e compositora que se consolidou como um dos principais nomes da música brasileira contemporânea. Com carreira marcada por reconhecimento da crítica, vencedora de quatro Grammys Latinos, sucesso de público e projeção internacional, a artista representa a força e a longevidade que o projeto busca evidenciar. Em entrevista à Billboard Brasil, Liniker fala sobre os desafios de sua trajetória e o cenário enfrentado por pessoas trans no país. “A cada prosperidade e a cada vitória, o nível de transfobia que eu recebo é alarmante. A fama não me blinda da violência, mas sigo acreditando que é possível sonhar com longevidade, com futuro e com dignidade“, afirma. Além da capa, com curadoria de Neon Cunha, o projeto apresenta uma lista diversa de profissionais que atuam em áreas como música, cultura, comunicação, ativismo, empreendedorismo e produção intelectual. Entre os nomes que integram a lista estão Isa Silva, Digg Franco, Greta Star, Amiel Vieira, Rainha Matos, Valéria Barcelos, Kyem Ferreiro, Pri Bertucci e Victoria Principal, além de outras personalidades que vêm ampliando espaços e promovendo transformações em seus respectivos campos. A edição chega em um contexto alarmante. Segundo o relatório Trans Murder Monitoring, divulgado em novembro de 2025, o Brasil segue liderando o ranking global de assassinatos de pessoas trans. O levantamento também aponta um crescimento significativo no número de homicídios de ativistas e lideranças trans, evidenciando o risco enfrentado por quem luta por direitos e visibilidade no país. Mais do que uma lista, o 30 Over 30 se consolida como uma plataforma editorial permanente da Billboard Brasil, reforçando que chegar aos 30 anos, para pessoas trans no Brasil, ainda é um ato de resistência e evidenciando trajetórias que ocupam espaços historicamente negados. “O 30 Over 30 nasce da responsabilidade da Billboard Brasil enquanto plataforma cultural. Mais do que uma celebração de talentos, o projeto é um posicionamento claro diante de um cenário ainda marcado pela transfobia e pela exclusão, reforçando nosso compromisso com a diversidade e com o reconhecimento de trajetórias que impactam positivamente a sociedade. Ao dar continuidade a essa iniciativa, consolidamos um espaço de visibilidade e valorização de profissionais trans em diferentes áreas”, afirma Camila Zana, CMO da Billboard Brasil. Lançado durante o Mês da Visibilidade Trans, o projeto vai além de dar visibilidade ao tema e busca promover oportunidades concretas para a comunidade trans. Para reforçar esse compromisso, grande parte da equipe envolvida na produção — incluindo fotografia, maquiagem, styling e desenvolvimento — foi composta por profissionais trans, reafirmando a importância da representatividade em todas as etapas do projeto. A edição conta ainda com reportagens especiais e perfis dedicados aos homenageados. A lista completa e os conteúdos especiais do projeto estão disponíveis no site da Billboard Brasil.
Tendências para o varejo em 2026: Biometria Facial surge como forte candidata a redefinir a experiência de compra
O varejo brasileiro entra em 2026 sinalizando uma intensificação na transformação digital, com foco na redução de atritos e na hiperpersonalização. A Payface, empresa de soluções de pagamento por reconhecimento facial, observa que a tecnologia biométrica deixa de ser vista apenas como um diferencial para se posicionar como um provável pilar estratégico, onde convergem segurança, agilidade e o futuro dos programas de fidelidade. A Payface projeta que a biometria facial pode se consolidar como uma das principais inclinações do varejo em 2026, com potencial de integração profunda aos ecossistemas de cartões Private Label e à jornada omnichannel. “A biometria facial se apresenta como um passo natural após a consolidação dos pagamentos por aproximação. A expectativa para 2026 é que ela caminhe para se tornar uma forma de identidade do consumidor no varejo, atuando como chave de autenticação e fidelização,” avalia Eládio Isoppo, CEO da Payface. Para ilustrar este cenário, a empresa destaca pontos que devem moldar o setor no próximo ano: “Nos próximos anos, a biometria tem tudo para se consolidar como uma identidade em toda a jornada do consumidor. O rosto poderá ser o recurso central para integrar ecossistemas completos de serviços dos varejistas com ecossistemas completos de serviços e maior conveniência e segurança,” complementa Eládio. O Brasil, com seu volume expressivo de transações digitais, se posiciona como um forte candidato a liderar essa tendência globalmente, testando e implementando novas arquiteturas de conveniência no varejo.
FreeBrands e GRU Airport firmam parceria inédita para elevar a experiência dos passageiros
A experiência de um passageiro em um grande aeroporto vai muito além do embarque e do desembarque. Cada etapa do trajeto contribui para a percepção de conforto, cuidado e atenção aos detalhes. É com esse olhar que a FreeBrands anuncia uma parceria inédita com a GRU Airport, responsável pela administração do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, para o patrocínio e revitalização de conjuntos de banheiros do Terminal 3, dedicado aos voos internacionais. Pela primeira vez na história do aeroporto, os banheiros passam a contar com um projeto de patrocínio estruturado, que une design personalizado, soluções funcionais e produtos pensados para melhorar a experiência de uso dos passageiros. A iniciativa contempla seis banheiros do Terminal 3 – três masculinos e três femininos, por onde circulam, em média, 45 mil pessoas por dia. Mais do que uma atualização visual, o projeto foi desenvolvido para agregar conforto e praticidade à rotina de quem passa pelo terminal. Todas as cabines sanitárias passam a contar com o FreeCô Pro, bloqueador de odores sanitários de uso profissional, e o ambiente também recebe a tecnologia D’essences, com máquinas aromatizadoras que contribuem para manter o espaço sempre agradável ao longo do dia. A proposta é oferecer uma experiência mais fluida, cuidadosa e alinhada ao padrão de qualidade internacional do aeroporto. A parceria, com duração de três anos, já está com seus banheiros inaugurados desde sábado (20/12), marcando um novo capítulo na relação entre marcas de consumo e espaços de grande circulação. Para Renato Radomysler, Diretor Comercial e cofundador da FreeBrands, a ação reforça a versatilidade das marcas e o compromisso com experiências reais. “Essa parceria com a GRU Airport mostra que nossos produtos são soluções pensadas para qualquer tipo de banheiro – da casa ao trabalho, de hotéis e academias a espaços coletivos e de grande fluxo como aeroportos. Queremos estar presentes onde as pessoas realmente precisam. FreeCô é aquele item indispensável que faz sentido estar na mala, seja para usar no aeroporto, no hotel ou em qualquer outro banheiro”, afirma. “A parceria entre a Freecô e a GRU Airport reforça nosso compromisso em elevar, de forma contínua, a experiência do passageiro no maior aeroporto do Brasil. Cuidar da jornada significa olhar com atenção para cada ponto de contato e os banheiros são parte essencial dessa vivência. Investir na modernização e na qualidade desses espaços é investir diretamente no conforto, no bem-estar e na percepção de excelência de quem passa por GRU”, declara Claudio Ferreira, diretor de Clientes e Novos Negócios da GRU Airport.
Omnichannel em 2026: como atrair e fidelizar o consumidor?
Por Carlos Feist Durante anos, o discurso foi claro: quanto mais presença, melhor. Estar no Instagram, WhatsApp, e-commerce, app e no físico era sinônimo de modernidade. Em 2026, contudo, esse discurso pode não fazer mais sentido e inclusive, ser bem perigoso para os negócios que queiram se destacar. Uma boa estratégia omnichannel deixou de ser sobre presença em massa, e passou a ser sobre relevância nos meios estratégicos para cada público-alvo. Vivemos em um ambiente tecnológico pujante, acelerado e extremamente volátil. A cada ano, surgem novas ferramentas, formatos de interação e possibilidades de comunicação entre empresas e consumidores – o que faz com que muitos negócios acreditem que o sucesso está diretamente relacionado a estar presente em todos os canais disponíveis. O que não é verdade. O mercado passou a assumir que as empresas modernas e digitais precisam estar disponíveis para seus clientes em todos os canais, e essa narrativa criou uma pressão interna nas empresas para se adequar a essa visão e nunca ter sua comunicação rotulada como “desatualizada”. Essa visão, além de equivocada, empurra empresas para decisões que geram perigos graves, como investimentos desnecessários em tecnologias que seus clientes não utilizam; e implementações apressadas sem integração com a jornada do consumidor. Quais as consequências disso tudo? Experiências desconectadas, onde canais até existem, mas não conversam entre si; levando a clientes esquecidos quanto à sua real necessidade, quando a estrutura operacional não acompanha a promessa de atendimento. No fim, o excesso de canais se transforma em custo, ruído e má experiência. A nova era em que vivemos pede escolhas mais maduras. Ao invés de responder às pressões do mercado, as empresas devem priorizar as necessidades reais dos seus consumidores. A melhor estratégia nesse sentido é aquela que atende o cliente com eficiência e fluidez, mantém o custo operacional baixo, entende o papel e as particularidades de cada canal, e conecta jornadas de forma contínua e resolutiva. A omnicanalidade não diz respeito a amplitude, mas sim à estratégia, coerência e integração. Aquelas que realmente entenderem essa relação tendem a colher frutos bem maduros. Segundo um relatório do Capital One Shopping, consumidores omnichannel proporcionam um retorno sobre o investimento 30% maior ao longo da vida útil do produto, em comparação com aqueles que utilizam apenas um canal de compra. Dentre as frentes que tendem a ganhar força este ano, capazes de abrir grandes possibilidades para empresas que querem evoluir sua comunicação, o RCS é uma grande oportunidade – ainda mais, com sua chegada oficial ao IOS, ampliando sua capilaridade global. O canal vem se consolidando como uma alternativa robusta para experiências conversacionais enriquecidas, com recursos ideais para aquisição, orientação, envio de conteúdos multimídia, até mesmo transações rápidas e seguras. Com a autenticação de chamadas por meio do Stir/Shaken, a qual permite que o dispositivo do consumidor exiba a marca da empresa emissora da ligação, o canal volta a ganhar credibilidade, tirando-o da categoria de chamadas suspeitas para contatos mais rápidos, diretos e extremamente resolutivos. Uma oportunidade poderosa para reabilitar o uso da voz com segurança e confiança. E, mantendo seu ritmo de soluções tecnológicas inovadoras, está o WhatsApp, que continua sendo o mais utilizado pelos brasileiros. Hoje, além das interações tradicionais com mensagens, botões e fluxos automatizados, traz um avanço relevante: a possibilidade de realizar chamadas de voz dentro da própria jornada de atendimento – o que permite que um atendente eleve a conversa quando necessário; que o cliente receba suporte em tempo real, sem sair do canal; e que o atendimento ganhe velocidade e resolutividade em momentos críticos. Empresas que querem liderar — não apenas acompanhar — a transformação da comunicação em 2026, devem entender que o cliente não quer mais uma marca “em todos os lugares”, mas que resolva seu problema sem atrito, repetição ou frustração. As que insistirem na antiga narrativa de excessiva presença nos meios disponíveis, permanecerão em um paradoxo letal à sobrevivência de qualquer negócio: nunca estivemos tão disponíveis — e nunca foi tão difícil entregar uma boa experiência. Carlos Feist é Diretor de Inovação da Pontaltech.
Vivo leva clientes para viver experiências exclusivas no Lollapalooza
A Vivo anunciou a promoção “Totalmente Exagerado”, na qual clientes da operadora vão concorrer a ingressos para o Lollapalooza Brasil 2026, que acontece de 20 a 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e do qual a marca é patrocinadora. Para participar, o cliente precisa ter um dos planos Vivo Total, a partir da versão Pro, e se inscrever na promoção pelo app Vivo até o dia 17 de fevereiro. Quanto maior for o plano contratado, mais números da sorte e maiores as chances de curtir o festival. O Vivo Total é um plano que combina Fibra e Pós em uma única fatura, com mais comodidade e economia. Na promoção, os clientes que possuírem os planos Vivo Total Família ou Vivo Total V ainda concorrem ao Lolla Lounge by Vivo, espaço dedicado com experiências e interações diferenciadas. O sorteio acontecerá no dia 25 de fevereiro de 2026, pela Loteria Federal, e os ganhadores serão informados no app Vivo a partir do dia 2 de março. A Vivo é patrocinadora oficial do Lollapalooza Brasil, pelo quarto ano consecutivo, reforçando sua atuação como marca conectada aos maiores eventos de música e entretenimento do país. Com presença crescente no universo musical, a empresa busca ampliar sua aproximação com diferentes audiências e levar iniciativas que transformem essas oportunidades em experiências inesquecíveis. Para conhecer as regras e condições da promoção, basta acessar o app Vivo. Planos Vivo Total participantes válidos: Vivo Total Pro; Vivo Total Ultra; Vivo Total Família 2; Vivo Total Família 3; Vivo Total Família 4; Vivo Total Família 5; e Vivo Total V. Promoção válida de 30/01/2026 a 17/02/2026 em todo o Brasil. Certificado de Autorização SPA/ME nº 04.047585/2026.
Band anuncia inscrições para a 13ª temporada do “MasterChef Brasil”
A Band anuncia a abertura das inscrições para a 13ª temporada do MasterChef Brasil, o principal talent show culinário do mundo. Cozinheiros amadores de todo o país já podem concorrer a uma vaga na disputa do cobiçado troféu ao preencher o formulário disponível no site oficial da emissora. Para ingressar no processo seletivo, o candidato precisa ter mais de 18 anos e enviar um vídeo de até 15 minutos no qual apresente sua personalidade e conte por que deseja entrar na competição, enquanto prepara uma receita de sua preferência. Não é permitida a participação de pessoas que tenham prestado serviços em restaurantes, possuam curso superior em Gastronomia ou estejam matriculadas na área. A atração, que há 12 anos vem revelando grandes talentos, chega a mais uma edição em que os selecionados passarão pelo crivo dos renomados chefs Erick Jacquin, Helena Rizzo e Henrique Fogaça em busca do prêmio. Criado por Franc Roddam, o formato MasterChef é representado internacionalmente pelo Grupo Banijay. O programa é produzido pela Endemol Shine Brasil para a Band e para o Discovery Home & Health.
Em parceria, Ademicon e Agência Curitiba lançam edital de inovação
A Ademicon, maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos, lançou, em parceria com a Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, um edital para selecionar startups e empresas de base tecnológica interessadas em criar soluções digitais para o setor de consórcio. A iniciativa integra o programa INNOVA Ademicon e fortalece o compromisso da companhia com a inovação e evolução contínua de seus processos. As inscrições estão abertas até 05 de fevereiro de 2026 e podem ser realizadas gratuitamente pelo link Link A proposta busca estimular o desenvolvimento de soluções capazes de modernizar e otimizar a gestão da jornada dos consultores da rede Ademicon, com foco em integração de informações, análise de desempenho e apoio à tomada de decisões. Entre os principais desafios estão a criação de relatórios inteligentes, alertas preditivos, registro de ocorrências e visualização detalhada das unidades de negócio, contribuindo para uma operação mais eficiente, conectada e orientada por dados. Para a administradora, o projeto representa mais um passo na estratégia de investir em tecnologia como diferencial competitivo. A companhia tem ampliado seus investimentos em inovação nos últimos anos, adotando soluções digitais para aprimorar a experiência de clientes, consultores e colaboradores, além de fortalecer sua governança e capacidade analítica. “Acreditamos na inovação como um processo colaborativo. Sendo assim, o INNOVA Ademicon busca aproximar startups do mercado de consórcios, contribuindo para um ambiente mais eficiente e inteligente”, destaca Guilherme Carrasco, vice-presidente executivo da Ademicon. Funcionamento O edital prevê um investimento mínimo de R$ 100 mil na solução vencedora. O valor pode ser ampliado de acordo com a qualidade e potencial de implementação da proposta, mediante negociação entre a startup selecionada e a Ademicon. Empresas de todo o Brasil podem participar, desde que possuam CNPJ ativo e atendam aos critérios técnicos definidos. O processo seletivo será realizado em etapas que incluem análise técnica, prova de conceito e apresentação presencial na sede da Ademicon, em Curitiba. Até seis propostas serão selecionadas para a fase final, quando as startups deverão apresentar protótipos funcionais e modelos de implementação. O resultado está previsto para 10 de março de 2026, durante edição especial do evento Paiol Digital.
Lívio Giosa assume a presidência da ADVB e amplia protagonismo estratégico das organizações no Brasil
A Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) inicia um novo ciclo institucional a partir de 1º de fevereiro com a posse de Lívio Giosa na presidência da entidade. O executivo estará à frente da associação no triênio 2026–2028, com a proposta de fortalecer as organizações nos eixos estratégicos de competitividade, reputação e impacto positivo nos negócios. Atual vice-presidente da ADVB e coordenador-geral do Instituto ADVB de Responsabilidade Socioambiental (IRES), Giosa também preside a Associação Paulista Viva (APV), entidade reconhecida por sua atuação na requalificação urbana e no fortalecimento da Avenida Paulista como polo econômico, cultural e simbólico do país. Sua trajetória é marcada pela integração entre gestão empresarial, sustentabilidade e desenvolvimento institucional. “O marketing e vendas ocupam hoje um papel central na estratégia das organizações. Eles conectam propósito, reputação e performance. A ADVB tem a responsabilidade de liderar esse debate e preparar profissionais para decisões cada vez mais complexas”, afirma Giosa. Marketing, ESG e reputação no centro da agenda Sob a nova gestão, a ADVB reforça seu posicionamento como uma das principais plataformas de discussão sobre marketing, vendas e liderança empresarial no Brasil. A agenda estratégica prioriza a integração das boas práticas de gestão às estratégias de marca, comunicação e negócios, ampliando iniciativas que reconhecem empresas e lideranças capazes de transformar propósito em valor de longo prazo. Premiações como o Top de Vendas, de Marketing, do Agronegócio e de Sustentabilidade e os fóruns temáticos da entidade ganham ainda mais relevância ao colocar as melhores performances no centro das decisões corporativas, agregando competências com resultados positivos. As ações da ADVB seguem estruturadas em três pilares: Conhecimento, com cursos, workshops, Pesquisas e programas de formação executiva; Reconhecimento, por meio da valorização de cases, marcas e lideranças; e Relacionamento, promovendo networking qualificado entre executivos, empresas e formadores de opinião. Formação de líderes para o marketing contemporâneo A nova gestão também prevê a ampliação da oferta de capacitação, com conteúdo voltados aos desafios atuais do marketing e das vendas, como branding estratégico, transformação digital, sustentabilidade, comunicação corporativa, métricas de impacto e novos modelos de consumo. O calendário institucional inclui eventos consolidados, como os Fóruns de Sustentabilidade, do Agronegócio, de Inovação e de Economia, que reúnem especialistas, executivos e representantes do setor público para debater tendências e estratégias de crescimento sustentável. Transição e legado Lívio Giosa sucede o engenheiro Miguel Ignatios, que encerra sua gestão após contribuir para o fortalecimento institucional da ADVB, renovando suas atividades incorporadas pela maturidade da Entidade que em 2026 completa 70 anos. Confira a nova diretoria da ADVB para o triênio 2026 – 2028: Presidente: Livio Giosa 1º Vice-Presidente: Pedro Luiz Dias 2º Vice-Presidente: Roger Maciel de Oliveira 3º Vice-Presidente: Leandro Monteiro 4º Vice-Presidente: Leonardo Fonseca Netto 5º Vice-Presidente: Valéria Nídia Bueno Presidente-Executivo da Fundação Brasileira de Marketing (FBM): Cláudio Elias Conz Conselho Consultivo: Presidente: Ney Zanella dos Santos Vice Presidente: Marcelo Rosemberg Secretário: Miguel Alberto Ignatios Sobre Lívio Giosa Administrador de empresas com especialização internacional, Lívio Giosa atua há décadas no ambiente associativo e empresarial. É reconhecido pela criação e liderança de programas que posicionaram a ADVB como referência nas discussões sobre responsabilidade social corporativa, marketing e governança e sustentabilidade aplicadas à estratégia de marcas e negócios.
Economia em Foco reestreia neste domingo com Denise Campos de Toledo
A Jovem Pan anuncia o retorno à grade do programa Economia em Foco, atração tradicional da emissora que marcou a aproximação da Jovem Pan com o mercado financeiro e o debate econômico qualificado. O programa reestreia neste domingo, 1º de fevereiro, às 23h, novamente sob o comando de Denise Campos de Toledo, uma das principais jornalistas de economia do Brasil e apresentadora histórica da atração, que retornou à Jovem Pan no fim de 2025. “É o retorno de um dos projetos que mais me deram satisfação profissional. O Economia em Foco sempre foi um espaço para análises aprofundadas de tudo o que acontece na economia, com pessoas que entendem muito dos temas em debate. Os convidados são escolhidos com esse objetivo: analisar e esclarecer tudo de mais importante que acontece na economia”, ressalta Denise Campos de Toledo. No programa de estreia, Economia em Foco recebe Luiz Fernando Figueiredo, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central e atual sócio da Jubarte Capital; Álvaro Frasson, economista e estrategista macro do BTG Pactual; e Felipe Salto, ex-secretário da Fazenda e do Planejamento do Estado de São Paulo, ex-diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI) e atual economista-chefe da Warren Brasil. Com exibição multiplataforma, o Economia em Foco estará disponível na TV aberta, nos canais 51 em São Paulo, 41 em Campinas, 19 em Santa Inês (MA) e 12 em Cuiabá, além da TV por assinatura, FAST TV, YouTube, Panflix e nas mídias sociais. SERVIÇO: Programa: Economia em Foco Apresentação: Denise Campos de Toledo Estreia: Domingo, 1º de fevereiro de 2026 – 23h (semanal) Exibição: TV aberta — Canal 51 (São Paulo), Canal 41 (Campinas), Canal 19 (Santa Inês/MA) e Canal 12 (Cuiabá), TV por assinatura, FAST TV, YouTube, Panflix e mídias sociais
Agência VERO assume conta do Shopping São José, na Grande Curitiba
A Agência VERO, com sede em Criciúma (SC), passa a atender a conta do Shopping São José, localizado na Região Metropolitana de Curitiba. O contrato tem duração de um ano e envolve a gestão completa da comunicação do empreendimento, incluindo estratégias on-line e off-line. Localizado em São José dos Pinhais, município que abriga o Aeroporto Internacional Afonso Pena, o Shopping São José é o único da cidade e vive um momento estratégico com o anúncio de um projeto de expansão. A iniciativa prevê a ampliação da área construída e a chegada de novas operações, atrações, parque indoor e uma roda-gigante suspensa inédita na América Latina, com impacto direto na experiência do público e no posicionamento do empreendimento na região. A escolha da VERO ocorreu após um processo de concorrência interna iniciado em novembro de 2025. Para a agência, a conquista representa um passo relevante em sua estratégia de crescimento. “Esse é, com certeza, um dos maiores desafios da VERO em 2026. Além de sair de Santa Catarina, chegamos ao shopping em um momento importante, marcado pelo anúncio da expansão. É um projeto que exige uma atuação estratégica e integrada”, afirma Matheus Reis, CEO da Agência VERO. Segundo o executivo, a parceria também amplia o escopo de atuação da agência. “Esse movimento reforça nossa capacidade de ir além da gestão de marca no digital e assumir a comunicação de forma completa, incluindo o ambiente off-line. Será um trabalho construído em conjunto com o time de marketing do shopping, que é incrível”, reforça. Reis destaca ainda que a conquista está alinhada a um processo interno vivido pela agência ao longo de 2025. “Foi um ano de crescimento da equipe e, principalmente, de organização de processos, preparando a VERO para dar esse passo. Queremos expandir nossos atendimentos sem perder a essência: conteúdo consistente, de verdade, e estratégia bem fundamentada”, acrescenta.
Europ Assistance é patrocinadora oficial da primeira sala VIP em porto no Brasil
A Europ Assistance Brasil, referência global em soluções de assistência, presente em mais de 200 países e territórios, está presente na primeira sala VIP em porto no Brasil, localizada no Terminal de Cruzeiros Concais, na Av. Cândido Gaffrée, s/n em Santos (SP). O espaço, desenvolvido em parceria com a Krooze, maior ecossistema de cruzeiros da América Latina, será inaugurado oficialmente no dia 30 de janeiro as 16h00 para um grupo de parceiros, clientes e convidados do turismo, marcando um novo capítulo na estratégia da companhia em posicionar o seguro-viagem como uma experiência de cuidado que começa antes mesmo do embarque. Nomeado Krooze VIP Lounge by Europ Assistance, o espaço está localizado no primeiro andar do terminal, ocupa uma área de 330 metros quadrados e tem capacidade para atender até 70 pessoas simultaneamente. Inspirado em hotéis e resorts de alto padrão, o ambiente foi concebido para transformar o embarque em uma experiência fluida, acolhedora e personalizada. O espaço oferece ambientes privativos, buffet premium, acompanhamento até o check-in do navio, internet, área de trabalho, monitores para crianças, vaga vip com serviço de manobrista, concierge para auxiliar com documentos e check in, entre outros serviços que levam comodidade e facilidade para o embarque dos passageiros do porto, reforçando o principal pilar da Europ Assistance que é o cuidado com as pessoas. O acesso pode ser adquirido diretamente no porto, pelo site oficial da sala VIP a partir de janeiro ou pela própria Europ Assistance. Clientes do Seguro-Viagem da Europ Assistance contam com condições especiais e desconto exclusivo de 50% no valor do ticket para acesso ao Vip Lounge. “Acreditamos que o cuidado não deve ser acionado apenas quando algo acontece. Nosso objetivo é acompanhar o viajante em toda a sua jornada, oferecendo soluções que tragam previsibilidade, conforto e autonomia. A sala VIP em portos traduz esse conceito de forma tangível e reforça nossa visão de que o seguro-viagem é um investimento em qualidade de vida e tranquilidade”, afirma Fabio Pessoa, Diretor de Travel e Canais da Europ Assistance Brasil. A iniciativa acompanha o crescimento do turismo marítimo no Brasil e a transformação do mercado de seguro-viagem. Nesse contexto, a Europ Assistance tem ampliado sua atuação no segmento com uma estratégia que combina soluções digitais, cobertura médica internacional, presença física nos portos, parcerias estratégicas e benefícios exclusivos. A companhia também implementou recentemente Áreas Protegidas nos principais portos brasileiros, com ambulâncias UTI e equipes médicas dedicadas durante períodos de grande fluxo, reforçando seu compromisso com a segurança dos viajantes. A sala VIP em Santos se soma a esse ecossistema de cuidado integrado e reforça a ambição da Europ Assistance Brasil de expandir e triplicar seu negócio de seguro-viagem até 2030, com foco em inovação, proximidade com o trade turístico e excelência na experiência do cliente. “Começar a viagem com tranquilidade faz toda a diferença. Por isso, a Krooze VIP Lounge by Europ Assistance foi criada para que o cliente comece o cruzeiro relaxado e sem preocupação. Desde o estacionamento até o acompanhamento no embarque, passando por refeições, concierge e monitoria infantil, cuidamos de cada detalhe para que o passageiro só aproveite”, declara Paulo Papoy, CEO da Krooze.
Terra rara para quem? O risco de o Brasil perder o bonde da nova geoeconomia
Por Thomas Gautier* Enquanto EUA e Europa correm para reduzir a dependência de terras raras da China – que impôs, recentemente, novos controles de exportação em meio a disputas comerciais – o Brasil parece hesitar diante de uma oportunidade extraordinária de reposicionamento global. Embora debruçado sobre a segunda maior reserva desses minerais no planeta, o país corre o sério risco de ser simples espectador diante da próxima onda tecnológica. As terras raras sustentam setores estratégicos, a exemplo dos chips, imprescindíveis à liderança digital. Inserido nessa cadeia de forma competitiva, o Brasil poderia ajudar a reduzir a concentração de fornecedores e surgir como alternativa ao risco de desabastecimento, em caso de agravamento das tensões geopolíticas. Sem contar que sua matriz energética possibilita a produção com menor custo ambiental de itens como baterias elétricas, turbinas eólicas e sistemas de defesa. De acordo com números da Agência Nacional de Mineração (ANM), divulgados no portal do Senado, as autorizações a empresas para pesquisas de elementos em terras raras brasileiras saltaram de 40 em 2015 para mais de 1.300 em 2024. A maior parte concentrada nos estados de Bahia, Goiás e Minas Gerais. Trata-se de um avanço importante, porém, insuficiente. A extração brasileira ainda gira em torno de 20 toneladas anuais, contra 270 mil toneladas na China. Mesmo países como EUA, Índia, Myanmar, Nigéria e Vietnã já operam em volumes mais altos que o nosso. E aqui surge um dos maiores gargalos. O Brasil poderia acelerar seu avanço, caso se libertasse da lógica de exportação primária. E como fazer isso? Com investimentos em atividades que agreguem valor às matérias-primas, como separação, processamento químico e manufatura avançada, em que o valor econômico dos produtos se multiplica. Transformar minerais em componentes de alta tecnologia é o que vai diferenciar nações que lideram os novos tempos das que permanecem como exportadoras de minério barato. O contraste será cada vez mais evidente. A demanda global por minerais críticos deve crescer de duas a oito vezes até 2040, segundo o Ministério das Minas e Energia. Em paralelo, o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) projeta mais de R$ 10 bilhões em investimentos no setor de terras raras entre 2025 e 2029, quase 50% acima do período anterior, entre 2024 e 2028. Em um momento de redesenho das cadeias globais de suprimento, é urgente que esses investimentos ajudem o país a se adaptar às novas demandas. Desenvolver cadeias desses minerais críticos pode gerar milhares de empregos e reduzir intensamente a dependência de importações de peças, por exemplo, para veículos elétricos ou híbridos, deixando o mercado nacional menos sujeito ao humor do cenário externo e fortalecendo a indústria local. E existe um obstáculo ainda maior: a logística. Um país que transporta 25% mais carga do que há dez anos usando praticamente a mesma infraestrutura, como aponta o Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), terá enorme dificuldade de competir globalmente. Sem estratégias adequadas e digitalização da estrada para reduzir custos, não basta extrair e processar minerais. Estamos, portanto, diante de um momento único, em que o mundo vive um rearranjo importante. Se o Brasil não reduzir seus gargalos de logística e de tecnologia industrial, poderá perder uma janela histórica, que talvez nunca mais se repita. Seremos mais do mesmo, ou vamos transformar o futuro? *Thomas Gautier tem duas décadas de experiência em grupos internacionais e assumiu como CEO do Freto em 2021. O executivo iniciou sua carreira na França e tornou-se CFO da Repom, no Brasil, em 2013. Em 2017, virou diretor-geral da Repom e, em 2018, passou a ser Head de Logística do Grupo Edenred, quando, em sua gestão, o Freto nasceu.
De São Caetano para o mundo: Startup do Parque Tecnológico de São Caetano lança aplicativo pioneiro para Educação do Sono do Bebê
Acaba de ser lançado oficialmente o Soninho App, uma solução inovadora nascida e desenvolvida com o apoio do ecossistema de inovação de São Caetano do Sul. A plataforma é a primeira do Brasil a unir ciência, acolhimento materno e tecnologia acessível para apoiar mães de bebês de 0 a 5 anos a conquistarem noites de sono mais tranquilas. O projeto conta com a chancela do Parque Tecnológico de São Caetano e da Prefeitura Municipal, reforçando a vocação da cidade como polo de tecnologia e empreendedorismo. O Problema: A Epidemia da Privação de Sono Dados de mercado apontam que mais de 70% das mães de bebês com até 1 ano sofrem de privação de sono crônica. O excesso de informações conflitantes na internet gera insegurança e culpa, impactando diretamente a saúde mental, conjugal e produtiva das famílias. Para resolver essa dor latente, o Soninho App foi desenvolvido para oferecer um “Plano de Sono Personalizado”. Diferente de conselhos genéricos, o aplicativo utiliza algoritmos para entender o contexto de cada família e as peculiaridades de cada bebê, entregando instruções diárias baseadas na metodologia Soninho no Ninho, desenvolvida pela Consultora Internacional de Sono Aline Galhardo. Tecnologia com DNA Sul-Caetanense Por trás da tecnologia está um time de sócios que combina expertise técnica e prática. A equipe é formada por Ana Flávia Rohrbacher (Marketing & Negócios), administradora e empreendedora com mais de 10 anos de experiência; Leandro Rohrbacher Tavano (Tecnologia), desenvolvedor graduado pela FATEC de São Bernardo do Campo ; e Aline Galhardo, Consultora Internacional de Sono e autora do best-seller “O Mínimo sobre Sono do Bebê”. Principais Funcionalidades do App: O aplicativo já está disponível para download na App Store e no Google Play e opera com modelo freemium (download gratuito com funcionalidades Premium). Onde baixar: Disponível para iOS e Android (www.soninho.app)
Muito além da avenida: Ju Ferraz aprofunda os bastidores do Carnaval em novo episódio
Muito além da avenida: Ju Ferraz aprofunda os bastidores do Carnaval em novo episódio Neste domingo, às 19h, vai ao ar o terceiro episódio do reality de Ju Ferraz, e os bastidores do Carnaval ganham ainda mais camadas. O capítulo antecipa momentos-chave da preparação: do tradicional jantar das camisetas, onde encontros e decisões ganham novos significados, aos cuidados estéticos de Ju para encarar a maratona do Carnaval. Entre provas de acessórios, escolhas finais de looks e ajustes de imagem, o episódio também acompanha uma visita ao CIOSP, revelando o lado menos óbvio, e mais estratégico, da maior operação do Carnaval. Um episódio que mistura intimidade, estética e gestão, deixando no ar pistas do que vem por aí. Ao longo dos episódios, Bloco da Ju Ferraz revela um Carnaval que vai muito além dos dias de desfile. Entre encontros estratégicos, rituais tradicionais, escolhas estéticas e decisões que impactam toda a operação, o reality acompanha a construção de uma das maiores engrenagens culturais do país a partir de um ponto de vista inédito: o de quem articula pessoas, marcas, criatividade e gestão. A série equilibra intimidade e espetáculo ao mostrar o cotidiano intenso que antecede a festa, evidenciando o Carnaval como um processo contínuo, feito de planejamento, sensibilidade, relações humanas e visão de longo prazo. Muito além da avenida: Ju Ferraz aprofunda os bastidores do Carnaval em novo episódio Link reality: https://www.youtube.com/@JuFerrazWorld/featured
Melitta é a nova patrocinadora do Charla Podcast
Como nas grandes ligas do planeta, a temporada de 2026 da Melitta®, renomada marca em cafés e líder em produtos para preparo, começa com grandes novidades. A partir de hoje(29), a empresa alemã será a nova patrocinadora do Charla Podcast, que é um dos principais canais esportivos da atualidade. Considerado um dos podcasts mais influentes no mundo do futebol, o “Charla” é apresentado pelos jornalistas Bruno Cantarelli e Beto Júnior, e está disponível em todas as plataformas digitais. Lançado em 2021, o canal traz a tradicional “resenha” com esportistas, músicos, artistas, jornalistas e influenciadores digitais, além de transmissões de jogos do Brasileirão e da Copa do Brasil. Entre as pessoas que já passaram pelo programa estão os ex-jogadores Ronaldo, Felipe Luís, Kaká, Marcelo e Vampeta, além do narrador Luis Roberto e o repórter Fred Caldeira, que também faz parte do squad de futebol da Melitta. “O Charla é um dos podcasts de maior audiência do país e faz parte do dia a dia dos apaixonados pelo futebol. Com essa parceria, a Melitta® segue ampliando suas ações no esporte e nos podcasts, que são uma realidade dentro do nosso squad desde o último ano”, comenta Jonatas Rocha, diretor de marketing da Melitta®, que completa: “Essa temporada com o Charla será ainda mais especial, pois teremos grandes campeonatos e ao lado do canal, queremos reforçar que o café e o futebol são duas das maiores paixões nacionais”. “Felicidade enorme. Além de ser um parceiro dessa envergadura, dessa importância, eu sou um grande fã do produto. Então mexe como o meu emocional. Sem café eu não sou ninguém. E ter uma marca reconhecida, premiada e relevante como é a Melitta, orgulha muito”, comemora Bruno Cantarelli. “Uma parceira que vem num momento muito importante, um ano de Copa do Mundo e que vai crescer muito. É a parceira do Real Madrid, o maior time do mundo. E entrando forte do mundo esportivo, faz todo o sentido essa parceria com o Charla. É muito bom estar junto com a Melitta”, destaca Beto Júnior. Com esse novo patrocínio, a Melitta expande os seus investimentos no futebol, já que desde o ano passado a marca é o café oficial do Real Madrid e patrocinadora da equipe formadora de atletas, Sfera Futebol Clube. A empresa também é parceira do Caioba Soccer Camp desde 2024 e nesse mês também anunciou o jornalista Tiago Leifert como seu novo parceiro. Melitta® no esporte: a Melitta® acredita e incentiva o esporte como um meio de reforçar seus principais valores de marca. Desde 2017, a Melitta® participa do futebol internacional e, desde 2019, patrocina o time feminino de vôlei do Minas Tênis Clube, multicampeão da Superliga. Em 2024, a marca anunciou parcerias com Caioba Soccer Camp, CBV, o técnico da seleção feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, além da influenciadora Renata Heilborn – especialista no vôlei. Além disso, Melitta® é a patrocinadora da equipe de games paiN Gaming; e recentemente a marca se tornou o café oficial do Real Madrid, um dos principais clubes de futebol do mundo. No final de 2025, a empresa também anunciou uma parceria com o canal Webvôlei e a jogadora da seleção feminina de vôlei, Gabi Guimarães. Já neste ano, a Melitta® começou a patrocinar as seleções brasileiras de vôlei e o canal do jornalista esportivo Tiago Leifert, o “TiaGOL”. Para saber mais sobre as novidades de Melitta®, acesse @melittabrasil no Instagram.
Lançamento do Mizuno Hyperwarp Challenge Brasil reúne 50 corredores em prova de resistência em São Paulo
A Mizuno, marca japonesa referência em inovação, performance e tecnologia para corredores, anuncia um marco em sua história no Brasil: o Mizuno Hyperwarp Challenge Brasil. Um desafio que reunirá 50 atletas selecionados, sendo 25 mulheres e 25 homens, em uma competição de formato exclusivo no dia 1º de março de 2026, no CEPEUSP, em São Paulo. O evento tem como objetivo apresentar a nova linha de supertênis Hyperwarp, que inclui o modelo mais leve já desenvolvido pela Mizuno, com aproximadamente 137 gramas. A disputa será realizada no formato Last One Standing, com voltas de 400 metros na pista de atletismo. A cada volta, o tempo de corte será reduzido, conforme definido pelo organizador, eliminando os competidores até a definição dos três primeiros colocados. Os três primeiros ganhadores receberão prêmios que, somados, totalizam R$ 90 mil, de acordo com os critérios estabelecidos em regulamento. “O Mizuno Hyperwarp Challenge Brasil é um convite para corredores e apaixonados pelo esporte sentirem, de perto, o que acontece quando o talento brasileiro encontra a tecnologia japonesa do Hyperwarp Pure, o tênis mais leve e mais rápido da nossa história. O desafio é uma competição para coroar os atletas mais rápidos do Brasil, em uma pista de 400 metros, espaço sagrado da cultura da corrida. Para muitos novos corredores, “ir para a pista” significa que o hobby se tornou uma disciplina. É a transição do “correr por lazer” para o “treinar por performance”. Para outros corredores, a pista de 400m é o grande templo sagrado da corrida. Queremos encontrar os verdadeiros talentos que o Brasil esconde em uma competição intensa e uma experiência para os grandes amantes da corrida.”, comenta Rafael Santos, responsável pelo marketing da Mizuno Brasil. Podem participar federados ou não na CBAT com tempos abaixo do estipulado pelo organizador. As inscrições para a primeira etapa do Mizuno Hyperwarp Challenge Brasil acontecem de 28 de janeiro a 9 de fevereiro de 2026. Para participar, os interessados devem se inscrever em Link. Entre 10 e 13 de fevereiro de 2026, os participantes selecionados serão comunicados pelos canais oficiais da marca. Para acompanhar os bastidores e receber informações sobre o desafio, a Mizuno Brasil está presente nas redes sociais pelo perfil @mizunobr. Consulte o regulamento completo no site do desafio. Serviço Mizuno Hyperwarp Challenge Brasil Como: Para participar do desafio, é necessário realizar a inscrição em hyperwarpchallengebrasil.mizuno.com.br, entre 28 de janeiro e 9 de fevereiro de 2026. O período de seleção e comunicação dos participantes acontece de 10 a 13 de fevereiro de 2026. Quando: 1º de março de 2026, às 6h Onde: Praça Prof. Rubião Meira, 61 – Vila Universitária, São Paulo (SP) – CEPEUSP Premiação: R$ 90 mil em prêmios, conforme regulamento
PUCRS leva experiências interativas, exclusivas e sua comunidade de influência ao Planeta Atlântida 2026
A PUCRS estará presente na edição histórica de 30 anos do Planeta Atlântida, que inicia nesta sexta-feira (30), com uma estratégia que combina experiências imersivas, ativações proprietárias e a presença ativa de sua comunidade de influência, o Squad PUCRS, formado por estudantes, egressos e criadores de conteúdo conectados à Universidade. Como parceira oficial do evento, a PUCRS assina três espaços de ativação distribuídos entre a Arena e o Camarote do festival, ampliando a visibilidade da marca e fortalecendo vínculos com públicos estratégicos, especialmente jovens e a comunidade acadêmica. Na Arena, a Universidade contará com dois espaços distintos. O principal deles, com 150 metros quadrados, tem foco em experiência e visibilidade e abriga uma ativação inédita no festival: o pinball humano. A proposta é oferecer uma interação lúdica, de alto impacto e altamente compartilhável, despertando o interesse dos planetários em conhecer a PUCRS e, ao mesmo tempo, reforçando o sentimento de pertencimento de alunos e colaboradores. Integrantes da comunidade universitária terão acesso a benefícios exclusivos, enquanto o público em geral poderá participar mediante cadastro, aproximando a marca de novos potenciais estudantes. Também na Arena, a PUCRS assina um segundo espaço voltado ao descanso, à autonomia e à convivência. Estruturado como uma grande arquibancada, o ambiente funcionará de forma autofuncional, oferecendo aos planetários um local de pausa em meio à programação intensa do festival. A ambientação traz referências ao campus da Universidade, conectando o cotidiano universitário à experiência do Planeta Atlântida e reforçando a presença da marca de forma sensível e acolhedora. No Camarote, a marca aposta em experiência e exclusividade para fortalecer o relacionamento com um público considerado estratégico. Entre as ações previstas estão a GlamCam e outras iniciativas voltadas à criação de momentos memoráveis, alinhados ao posicionamento institucional da Universidade e à valorização da instituição em um ambiente premium. Para a diretora de Comunicação e Marketing da PUCRS, Lidiane Lorenzoni, a presença no Planeta Atlântida vai além da visibilidade e reafirma o compromisso da Universidade com inovação, conexão e relacionamento genuíno com diferentes públicos. “Estar no Planeta Atlântida é uma oportunidade de dialogar com as pessoas a partir da experiência, da emoção e do pertencimento. As ativações traduzem o jeito PUCRS de se relacionar: próximo, inovador e conectado com a vida real”, destaca. Comunidade de influência como estratégia proprietária Um dos pilares da presença da PUCRS no festival é a ativação de sua comunidade de influência proprietária, o Squad PUCRS, formado por estudantes, egressos, parceiros e criadores de conteúdo que mantêm uma relação autêntica com a marca. Ao longo do Planeta Atlântida, esse grupo atua como amplificador orgânico da experiência PUCRS, compartilhando vivências, conteúdos e percepções a partir de uma conexão real com a Universidade. Entre os influenciadores convidados estão Teteu Severo, parceiro consolidado da marca e com forte conexão com o público de graduação; Ariel B, produtor musical e comunicador, responsável pelo lançamento de um beat exclusivo desenvolvido em parceria com a PUCRS para o Planeta Atlântida; Lauren Pfeiff, empresária, influenciadora e formada em Administração pela PUCRS; Manu Pfeiff, estudante do ensino médio e criadora de conteúdo; Igor Brito, estudante de Jornalismo da PUCRS e criador de conteúdo; Giulia Antunes, estudante do curso de Direito da PUCRS e criadora de conteúdo; Alisson Espíndola, egresso da Publicidade e conhecido nas redes sociais como “Cacetinho”; e Gabriela Herrera, estudante de Engenharia Civil da PUCRS e criadora de conteúdo. Além deles, o Squad conta com os 10 embaixadores da Universidade, ou seja, atuais estudantes e alumni, que também integram a ação, reforçando o papel da comunidade como protagonista da comunicação da marca. Além de atuar nas suas redes pessoais, farão participações especiais em todos os conteúdos digitais da PUCRS no Planeta. Para Lidiane, apostar em pessoas que já vivenciam a PUCRS no dia a dia fortalece a construção de marca de forma consistente e verdadeira. “Levar o nosso time de influenciadores e embaixadores para o Planeta Atlântida amplia o alcance da marca PUCRS de forma orgânica e genuína. São vozes que falam com propriedade, afeto e legitimidade sobre a Universidade, reforçando nosso posicionamento e nossa conexão com as novas gerações”, conclui.
Águia Sistemas estreia no futebol com patrocínio no Operário-PR e consolida presença da marca
A Águia Sistemas anuncia seu patrocínio ao Operário Ferroviário Esporte Clube, de Ponta Grossa (PR), em um momento simbólico da história do clube. Conhecido nos últimos anos pela grande quantidade de marcas estampadas em seu uniforme, que chegou a contabilizar 23 patrocinadores em 2025, o Operário passa agora por uma reformulação estratégica, limitando esse número para empresas de maior alcance e visibilidade. Reconhecida por sua atuação em tecnologia e soluções integradas de sistemas de armazenagem, movimentação e automação para intralogistica, a Águia Sistemas consolida, com o patrocínio ao Operário, sua estratégia de fortalecimento de marca por meio do esporte, associando-se a instituições com tradição, credibilidade e forte conexão com o público. “Esse movimento do Operário demonstra maturidade e respeito ao torcedor, algo que está muito alinhado aos valores da Águia. Para nós, estar em uma camisa mais limpa, com menos marcas e mais significado com esta tradição e importância para a comunidade reforça o impacto do patrocínio e amplia a força da nossa presença nacional”, afirma Rogério Scheffer, diretor presidente da Águia Sistemas. Além do futebol, a Águia Sistemas patrocina atletas e equipes de diferentes modalidades. Entre os destaques está Guilherme Figueiredo, piloto da Porsche Cup, uma das principais competições do automobilismo nacional, além de atletas da natação, ciclismo, Judô, taekwondo e equipes de handebol e vôlei, sendo que a equipe de voleibol já foi campeã brasileira e representou o Brasil em três campeonatos mundiais, reforçando o compromisso da empresa com o desenvolvimento esportivo em múltiplos cenários. Com este patrocínio, a Águia Sistemas amplia sua visibilidade e se posiciona ao lado de um clube que escolheu ouvir sua torcida e valorizar marcas que dialogam com um público cada vez mais atento à identidade no esporte.
Grupo Bradesco Seguros lança clipe da versão exclusiva da música ‘You’ve Got a Friend’
A canção responsável por embalar a campanha ‘A Descoberta’ do Grupo Bradesco Seguros, ‘You’ve Got a Friend’, clássico da compositora norte-americana CaroleKinge famosa pela gravação de James Taylor, acaba de ganhar um videoclipe exclusivo na voz da cantora Manda. A mensagem de afeto e conexão da campanha reforça o posicionamento da companhia como parceira em todos os momentos, embalada pela icônica música, que traduz a importância da empatia e o papel da amizade. “Poder ressignificar a nossa campanha por meio de um videoclipe é uma experiência sensacional para a nossa marca. ‘You’ve Got a Friend’ sempre será um sucesso e combinou perfeitamente com a mensagem que gostaríamos de passar para celebrar a chegada de 2026”, destaca Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. Com produção da Musickeria para a AlmapBBDO, as gravações ocorreram no recém-inaugurado Teatro YouTube, em São Paulo. O videoclipe dialoga com trechos do filme ‘A Descoberta’, o que torna a experiência mais próxima ao público. Com essa nova gravação, o Grupo Bradesco Seguros repete a dobradinha de sucesso com a Musickeria, que também produziu a trilha sonora da campanha ‘A Busca’ de 2024, com o clássico ‘Over the Rainbow’, na voz de Camilla Marotti. Confira o vídeo clipe:
Fort Atacadista promove Carnaval Solidário e doa 100% dos recursos arrecadados com ingressos e bebidas nos desfiles das Escolas de Samba
O Fort Atacadista, rede de atacarejo do Grupo Pereira, irá reverter 100% do valor arrecadado com a venda de ingressos das arquibancadas da Passarela Nego Quirido e também 100% da receita obtida com a venda de bebidas durante os desfiles das escolas de samba de Florianópolis para uma entidade ou projeto social da Capital catarinense. Este é o terceiro ano consecutivo em que o Fort Atacadista atua como maior patrocinador do Carnaval de Florianópolis e em especial dos Desfiles das Escolas de Samba, e também o terceiro ano seguido em que promove a ação solidária, destinando integralmente os valores arrecadados durante o evento para uma causa social. “O Fort Atacadista nasceu com o propósito de estar próximo das pessoas e das comunidades onde está presente, indo além de um local de compras. Transformar o Carnaval, um dos maiores eventos culturais de Florianópolis, em uma ação de impacto social é uma forma genuína de retribuir tudo o que recebemos dos catarinenses. O sucesso das edições anteriores mostra que a população quer participar, opinar e ter a certeza de que o recurso arrecadado será destinado a uma causa nobre. Dar voz ao público nessa escolha fortalece o vínculo com a cidade e amplia o impacto positivo da iniciativa”, destaca Lucas Pereira Santiago, diretor do Grupo Pereira. A escolha da instituição beneficiada será feita por meio de votação popular no portal ND Mais, do Grupo ND, parceiro de mídia do Fort Atacadista nesta edição do Carnaval de Florianópolis. A votação está aberta ao público até o dia 10 de fevereiro, e o resultado será divulgado oficialmente nos canais oficiais do Fort Atacadista e do Grupo ND. A instituição mais votada receberá o valor total arrecadado durante os desfiles, com a entrega simbólica do cheque realizada diretamente na Passarela Nego Quirido, durante o Carnaval. Os desfiles das escolas de samba de Florianópolis ocorrem nas noites de 13 e 14 de fevereiro. Na edição anterior do Carnaval Solidário, a iniciativa arrecadou mais de R$ 168 mil, valor que foi destinado ao Hospital Infantil Joana de Gusmão. Em 2026, o público poderá escolher entre sete instituições sociais de Florianópolis para receber a doação. São elas: Centro de Pesquisas Oncológicas (CEPON), Sociedade Espírita Obreiros da Vida Eterna (SEOVE), Centro Educacional Dom Orione, Instituto Padre Vilson Groh, Hospital Infantil Joana de Gusmão, Casa Lar Emaús e Asilo Irmão Joaquim. Participe e ajude a escolher o vencedor: https://ndmais.com.br/cidadania/carnaval-solidario-fort-atacadista-2026-convida-o-publico-a-escolher-instituicao-beneficiada
Onda cheddar: Méqui 1000 transforma Avenida Paulista em praia em parceria com GALERIA.ag e faro experiências
No clima do verão, a onda de cheddar invadiu a cidade de São Paulo. A ação criada pela GALERIA.ag, de São Paulo (SP), com planejamento de live marketing da faro experiências, agência especializada em desenvolver projetos que conectam marcas e consumidores, levou o clima de verão ao coração da cidade ao transformar a fachada do Méqui 1000, a milésima unidade do McDonald’s no Brasil, na Avenida Paulista, em um cenário altamente compartilhável, que permanece ativo ao longo de todo o mês de janeiro. A intervenção convida o público a sair da rotina, interagir com o espaço e vivenciar o Duplo Cheddar McMelt, Duplo Chicken Cheddar McMelt e a Piscininha de Cheddar de forma sensorial e espontânea. A ativação de brand experience cria um contraste visual com a rotina acelerada da cidade e convida o público a pausar, observar e se conectar com a marca de forma genuína. Personalizada com a temática da Onda de Cheddar, a fachada e a ambientação do Méqui 1000 transformam um simples deslocamento pela Avenida Paulista em uma experiência memorável, que traduz o clima do Climacheddar e apresenta, pela primeira vez, a família Cheddar completa, com os sanduíches Duplo Cheddar McMelt, Duplo Chicken Cheddar McMelt e a Piscininha de Cheddar. Ao estimular a interação e o registro espontâneo do momento, a ação aproxima o consumidor do universo da marca e o coloca como protagonista da narrativa. Criada desde o início para gerar conteúdo orgânico, a experiência física se estabelece como ponto de partida para a amplificação digital e reforça como o live marketing alimenta campanhas nas redes de forma natural e autêntica. O projeto, realizado em parceria com a GALERIA.ag, apresenta um modelo de trabalho em que conceito e execução caminham juntos desde o início, o que permite que o live marketing já nasça integrado à lógica digital da campanha e amplie alcance e consistência. A proposta da ativação reforça o entendimento de que o espaço urbano pode ser um poderoso gerador de conteúdo quando pensado de forma estratégica. “A fachada não foi criada para ‘decorar’ a cidade, mas para ativar o digital a partir do mundo real. A rua vira mídia. O prédio vira conteúdo. As pessoas viram distribuição. À noite, o jogo de luzes transforma a fachada em um ponto luminoso da Paulista, ampliando o potencial de captura de imagens e reforçando a presença da marca também no ambiente digital”, conta Fauze Abdouch, sócio e diretor da faro experiências. Para Fauze Abdouch, ações presenciais bem estruturadas têm o papel de ampliar a conversa das marcas com o público. “A faro se posiciona como parceira de marcas e agências que entendem que live marketing não é o fim da campanha, mas o começo da conversa. Projetos como o Méqui 1000 mostram que, quando o físico é bem pensado, ele alimenta o digital com verdade, espontaneidade e relevância”.
Bob’s lança Bob’s Refresh e reforça seu papel como ponto de referência do verão
Indo além de uma campanha sazonal, o Bob’s dá um passo estratégico ao lançar o Bob’s Refresh, uma plataforma proprietária e perene que consolida o refrescamento como um território contínuo da marca. A iniciativa nasce a partir de um comportamento cultural já estabelecido: no calor, as pessoas não buscam apenas produtos gelados, mas pausas reais de alívio, momentos de escape, conversa e leveza no dia a dia. Reconhecido por sua autoridade em sobremesas geladas, o Bob’s amplia esse território e passa a atuar de forma mais ampla no universo do refrescamento, transformando essa conexão em linguagem, experiência e conteúdo. O objetivo é reforçar a marca como ponto de referência do verão, indo além do consumo e se posicionando como um lugar de encontro, pausa e refresco. A conexão da marca com o verão é natural e construída ao longo do tempo. As sobremesas geladas da rede são altamente reconhecidas pelos consumidores e fazem parte do repertório afetivo do público, sustentando esse posicionamento. Segundo pesquisa liderada pela ACTRA, o Milk Shake do Bob’s é o preferido dos brasileiros, com 34% dos entrevistados destacando a cremosidade ideal para tomar no canudinho como principal diferencial, além do sabor Crocante, descrito como inconfundível. Como parte das ativações de verão, os Milk Shakes clássicos entram em promoção por tempo limitado, por R$ 10,90 no app do Bob’s. Desenvolvida em parceria com a Artplan, a campanha se traduz em uma comunicação vibrante, participativa e culturalmente relevante, conectando produto, cultura digital, influência e experiência urbana. Como parte das ativações, a marca vai lançar um vídeo de dança com DiGelo, produzido com o uso de inteligência artificial, ampliando a conversa com o público de forma inovadora. A estratégia reforça a capacidade do Bob’s de entender o ritmo das pessoas e ativar momentos de alívio de forma próxima e conectada. A construção desse território não é recente. No verão anterior, o Bob’s já havia iniciado esse movimento, com repercussão positiva nos veículos de comunicação e reconhecimento do posicionamento da marca como referência da estação. Agora, a iniciativa ganha escala e continuidade. “A chegada da plataforma Bob’s Refresh responde a uma visão de longo prazo. É um território que sustenta inovação contínua, amplia nosso portfólio e fortalece a conexão da marca com diferentes ocasiões de consumo ao longo do ano. Refrescamento é sobre comportamento, não apenas temperatura. Ao transformar esse momento em plataforma, o Bob’s passa a dialogar com pausas, encontros e rituais do dia a dia das pessoas, criando relevância que vai além da sazonalidade do verão”, finaliza Felipe Diniz, gerente de marketing do Bob’s. Para marcar a estreia do Bob’s Refresh, a marca apresenta quatro sabores de bebidas: Mais do que um lançamento pontual, o Bob’s Refresh nasce como uma plataforma viva, pensada para evoluir continuamente, com renovação de produtos, sabores e ativações. O refrescamento passa a ser um pilar estruturante da marca, reforçando sua conexão com o verão e com os momentos de pausa que fazem parte da rotina durante todo o ano. Para mais informações acesse: Bob’s Brasil
Consultoria global Korn Ferry lança plataforma de tecnologia para decisões estratégicas de talento
A Korn Ferry (NYSE: KFY) anunciou hoje o lançamento da Korn Ferry Talent Suite, uma plataforma de tecnologia pioneira, alimentada por 50 anos de propriedade intelectual e dados de desempenho da organização. A solução integra um conjunto robusto de aplicativos de gestão de talento, todas desenvolvidas em uma única plataforma tecnológica SaaS. “A Talent Suite é um diferencial substancial e elevará a Korn Ferry ao trazer, de forma integrada, toda a amplitude e profundidade de nossas capacidades e recursos de talento para organizações em todo o mundo”, disse Mathias Herzog, presidente da Prática Global de Tecnologia e presidente de Soluções Digitais da Korn Ferry. “Essa nova plataforma tecnológica reúne todos os recursos e soluções fundamentais da Korn Ferry, que permeiam tudo o que oferecemos e tudo o que sabemos sobre pessoas, tornando isso acessível para nossos clientes e consultores.” Mais do que um sistema de entrega, a Talent Suite incorpora a propriedade intelectual de talento da Korn Ferry, dados, análises avançadas e inteligência artificial aos fluxos de trabalho dos clientes, além de suportar uma implantação escalável em toda a empresa. “A Talent Suite chega ao mercado para redefinir a forma como as organizações tomam decisões sobre pessoas. Combinando ciência, tecnologia e dados, a plataforma oferece uma abordagem integrada e contínua para gestão de talentos, alinhada à estratégia do negócio. Cada decisão passa a ser fundamentada em insights confiáveis, eliminando suposições e impulsionando resultados reais.”, afirma Rodrigo Accarini, sócio e líder de Soluções Digitais da Korn Ferry Brasil. “Além disso, a Talent Suite foi desenvolvida para integrar-se de forma fluida aos principais sistemas de gestão de capital humano (HCM), garantindo conectividade, eficiência, consistência de dados e uma experiência unificada. Essa integração permite que empresas potencializem seus investimentos em tecnologia, conectando processos críticos de RH à inteligência preditiva da Talent Suite.”, complementa Accarini. Por meio da Talent Suite, todos os produtos de tecnologia da Korn Ferry — como soluções de arquitetura organizacional, avaliação de talentos, remuneração, recrutamento e performance comercial, entre outras — podem ser implementados nas organizações por meio de modelos de assinatura e licenciamento. Além disso, a plataforma pode ser amplamente integrada às soluções de consultoria e aquisição de talentos da Korn Ferry, à medida que os especialistas da empresa atuam junto a organizações globais na entrega de projetos. A nova plataforma oferece uma visão clara das pessoas e de como elas impactam os resultados de negócios. A Talent Suite garante que cada decisão de talento esteja conectada, fundamentada na ciência e alinhada aos resultados que mais importam para o negócio, eliminando suposições e trazendo clareza sobre o que está funcionando, o que precisa ser ajustado e quais são os próximos passos. Os aplicativos da Talent Suite identificam lacunas de habilidades e desenvolvimento em todo o ecossistema das empresas e as ajudam as a fechar essas lacunas com ações precisas de talento, desde a contratação, desenvolvimento e coaching até a realocação de profissionais para onde são mais necessários. A plataforma conecta remuneração, desempenho e potencial para apoiar decisões mais justas e seguras, que impulsionam resultados. “Por meio da Talent Suite, estamos construindo um ecossistema de talento holístico, ágil, inclusivo e preparado para o futuro. Não estamos apenas gerenciando talentos, estamos liberando seu potencial”, disse Claudine Wolfe, Chief Talent Officer da IFF. “Estamos avaliando desenvolvimento e sucessão com precisão e escala. Já observamos sinais iniciais de impacto, como maior clareza de papéis e, em última análise, melhorias na retenção e na qualidade do talento.”
OOH Brasil cria diretoria de expansão e contrata André Ponciano para impulsionar crescimento nacional
A OOH Brasil, uma das principais empresas brasileiras de mídia Out Of Home, anuncia a criação de uma diretoria de expansão e a contratação de André Ponciano para liderar a nova frente. A movimentação estratégica consolida o ciclo de crescimento acelerado que a empresa viveu em 2025, período em que expandiu sua presença em capitais do Nordeste e fortaleceu sua posição como operadora com leitura regional e alcance nacional. Com mais de 25 anos de experiência no setor, Ponciano será responsável por estruturar a entrada em novas praças, aumentar a densidade de ativos nas regiões já atendidas e garantir que a expansão seja guiada por critérios técnicos, governança e excelência operacional. Ex-Clear Channel, o executivo tem em seu histórico a liderança da expansão em grandes formatos para o interior de São Paulo e a operação nas principais cidades do estado, além de ter sido responsável pela implantação e início das operações de mobiliário urbano em praças como Porto Alegre, Caxias do Sul, Brasília, Florianópolis e nos terminais de ônibus da CCR. “Chego à OOH Brasil em um momento único, de maturidade e ambição. A empresa não apenas cresceu geograficamente, mas estabeleceu uma narrativa poderosa com os grandes formatos digitais, respaldada por estudos técnicos e resultados efetivos. Minha missão é traduzir essa força em presença física qualificada em novas regiões, assegurando que cada novo painel ou estrutura dialogue com a realidade local e entregue o impacto e a relevância que as marcas buscam. É um desafio que envolve escala, mas, acima de tudo, precisão estratégica e operacional”, conta o novo diretor de expansão da OOH Brasil. A criação da diretoria especializada responde a um momento de demanda crescente por ativos de alto impacto e soluções digitais em diversas regiões do país, impulsionada pela tese da OOH Brasil de que os grandes formatos digitais são centrais para a construção de marca e a geração de valor. Essa visão foi recentemente validada por um estudo proprietário que, por meio do uso da neurociência, comprovou cientificamente a superioridade desses formatos em métricas como atenção, credibilidade e intenção de compra. Paralelamente, a companhia tem investido de forma consistente em capital humano, atraindo nomes de peso do mercado e capacitando seu time para sustentar a operação em escala. “Ano passado foi um período de aceleração e consolidação: crescemos 40%, o dobro do mercado, e fechamos o ano com presença em sete capitais. E isso nos coloca em um novo momento, com mais presença nacional, mais densidade de ativos e, principalmente, mais exigência de execução. Por isso, criamos a diretoria de expansão para organizar esse movimento com método, critérios técnicos, governança, previsibilidade e excelência operacional”, explica Felipe Davis, CEO da OOH Brasil. Segundo Davis, o próximo ciclo dessa expansão deve acontecer com precisão, ou seja, deve ser o painel certo no lugar certo, com padrão e operação consistente. “André combina exatamente o que buscamos para liderar essa engrenagem, com um repertório real de implantação em múltiplas praças e a capacidade de ler a cidade e o mercado, a fim de comprovarmos nossa tese que aposta nos grandes formatos digitais, validada por dados, em uma rede nacional cada vez mais forte e bem implantada”, completa. Por meio da criação da nova diretoria, a OOH Brasil reforça sua ambição de liderança no segmento de grandes formatos digitais e avança de forma estruturada para consolidar uma rede nacional diversificada e de alta performance, conectada às demandas dos anunciantes e às particularidades de cada praça.
Nutty Bavarian e RecargaPay lançam campanha com desconto via Pix
A Nutty Bavarian fechou uma parceria com a RecargaPay para oferecer desconto aos consumidores da marca. Até o final de fevereiro, compras a partir de R$ 40,00 garantem R$ 10,00 de desconto nos pagamentos realizados via Pix pelo aplicativo RecargaPay. A ação é válida para todos os produtos. De acordo com a CEO da Nutty Bavarian, Adriana Auriemo, a expectativa é de impacto positivo nas vendas, principalmente nos quiosques localizados em pontos turísticos. “A campanha envolve todas as 160 unidades da marca no Brasil, e acreditamos em bons resultados”, afirma. Segundo a executiva, parcerias fazem parte da estratégia da empresa para manter o relacionamento com o público e atrair novos consumidores. A marca investe ao longo do ano em ações promocionais, lançamentos sazonais e colaborações com outras empresas. “Mesmo com um público fiel, iniciativas como essa ajudam a estimular novas compras e ampliar a base de clientes”, avalia. Com presença em todo o território nacional, a Nutty Bavarian comercializa nuts doces, salgadas e in natura, além de produtos voltados para presentes.
4 motivos pelos quais agentes de IA não irão ‘substituir’ o Chief of Staff
Com agentes de inteligência artificial cada vez mais presentes no dia a dia corporativo, o Chief of Staff passa a desempenhar um papel indispensável na integração entre tecnologia, capital humano e estratégia nas empresas. A avaliação é da The Chief of Staff Association (CSA), entidade internacional que representa profissionais em 75 países e acompanha de perto a evolução do papel nas organizações. A adoção acelerada de agentes de IA nas empresas está redefinindo as rotinas executivas, automatizando processos, organizando informações e apoiando tomadas de decisão. Nesse cenário, longe de substituir funções estratégicas como a de um CoS, a tecnologia amplia o escopo de atuação desses C-Levels, que assumem protagonismo ainda maior na orquestração entre dados, pessoas e prioridades do negócio. “A inteligência Artificial já é uma realidade no ambiente executivo. O diferencial competitivo não está apenas na adoção das ferramentas tecnológicas, mas em como elas são integradas à estratégia, à cultura e aos objetivos da corporação. E esse é justamente o espaço de atuação do Chief of Staff”, afirma Carolina Laboissière, Diretora Regional da The Chief of Staff Association para o Brasil e América do Sul. Segundo a representante da CSA, à medida que agentes de IA ganham espaço em atividades analíticas e operacionais, cresce a demanda por profissionais capazes de traduzir informações em ação, garantir alinhamento entre áreas e apoiar a liderança na execução das prioridades estratégicas, atribuições centrais do Chief of Staff. “O Chief of Staff não compete com a IA; ele potencializa o uso da tecnologia. É o profissional que garante que os insights gerados pelos agentes de IA sejam conectados e orquestrados conforme o contexto do negócio, as pessoas e as decisões que realmente movem a organização”, destaca Carolina. A associação observa que empresas mais avançadas no uso de inteligência artificial tendem a valorizar ainda mais funções de coordenação estratégica, governança e alinhamento executivo. “Quanto mais tecnologia entra na rotina executiva, maior é a necessidade de alguém que conecte estratégia, execução e liderança. A IA acelera processos, mas o Chief of Staff direciona decisões”, avalia. Pensando nisso, Carolina listou 4 motivos pelos quais a IA não irá se tornar o “novo” Chief of Staff: Sobre a CSA (The Chief of Staff Association) (www.csa.org) – Fundada em 2020, é a maior associação internacional para Chiefs of Staff de grandes corporações, governo e outras entidades, representando membros que ocupam posições de influência em mais de 75 países. Seus CoS associados atuam em diversos setores, em algumas das empresas mais proeminentes do mundo – entre elas: Google, Deloitte, Salesforce, Governo dos EUA, entre outras.
Caminhos da Reportagem estreia temporada 2026 com foco nos crimes da tríplice fronteira
Nesta segunda-feira (2), a TV Brasil exibe, às 23h, o primeiro episódio da temporada de 2026 do programa premiado Caminhos da Reportagem. O tema é “Foz do Iguaçu: crimes na fronteira mais movimenta do Brasil”. A atração apresenta o vai e vem de pessoas e mercadorias na região, além de evidenciar os crimes mais comuns na tríplice fronteira e como eles são combatidos. A grande Foz do Iguaçu faz fronteira com cinco cidades de dois países: Ciudad del Este, Presidente Franco, Hernandárias e Minga Guazú, localizadas no Paraguai, e Puerto Iguazú, na Argentina. “É uma região que tem aproximadamente 1 milhão de indivíduos (…) e é uma dinâmica que se faz de fato transfronteiriça”, afirma o professor de Direito Internacional Gustavo Oliveira Viera. A equipe do Caminhos da Reportagem flagrou, em plena luz do dia, um caso de tráfico internacional de drogas. Um homem de 28 anos trazia 3,6 quilos de maconha em um ônibus de linha que partiu do Paraguai e atravessou a fronteira brasileira. Mais de 30 mil pessoas cruzam, todos os dias, a ponte da Fraternidade que liga Foz do Iguaçu e Puerto Iguazú, na Argentina. Além disso, 100 mil passam pela famosa ponte da Amizade, que conecta Brasil e Paraguai. De acordo com as autoridades locais, o intenso entra e sai torna inviável pedir documento para todo mundo. A saída é apostar em capacitação e tecnologia. “Nós temos investido em inteligência e no treinamento dos servidores em relação à linguagem não verbal”, explica o auditor da Receita Federal Daniel Messias Linck. É dessa forma que a Receita tenta barrar outro crime: o tráfico de seres humanos. “São casos que têm um perfil. Geralmente são pessoas que não sabem dizer exatamente para onde estão indo e que têm uma característica de muito medo”, complementa o auditor. Já o combate ao tráfico de crianças requer cuidado multidisciplinar. Após se unirem, órgãos públicos e sociedade civil têm colhido frutos da força-tarefa na fronteira. No Paraguai, a repórter Flavia Peixoto conversou com um casal de missionários para entender como o trabalho é feito. “Nós ajudamos famílias com comida, educação e medicamentos, porque, quando estão bem, elas não são tão suscetíveis ao tráfico”, conta o holandês Jacob Schaafsma. “Queremos prevenir essa situação com famílias vulneráveis ou disfuncionais. Já tivemos casos de pais e avós que vendem crianças”, diz a venezuelana Nathaly Schaafsma. A produção da TV Brasil descobriu que a falta de documentação é um prato cheio para os criminosos. Como é o caso da neta da dona de casa Cândida Sanabria. A criança só conseguiu ser registrada com quase três anos de idade, depois que foi adotada pela família. “Abigail é tudo para mim. É minha companhia e minha alegria”, compartilha. Crimes tidos como menos graves, como contrabando (quando a mercadoria é proibida no Brasil) e descaminho (quando a mercadoria é permitida, mas o imposto não foi pago ao entrar em solo brasileiro), são os mais comuns em Foz do Iguaçu. “O contrabando e o descaminho estão muito associados com o crime organizado e a lavagem de dinheiro. Eles são quase indissociáveis. O crime organizado percebeu, há muito tempo, que o descaminho é talvez até mais rentável do que o tráfico de drogas. Você tem cargas de celulares aqui que chegam a R$ 5 milhões”, revela a auditora da Receita Federal Carolina Morimoto. Ficha técnica Reportagem: Flavia Peixoto Reportagem cinematográfica: Gilvan Alves Auxílio técnico: Alexandre Souza Produção: Carol Oliveira Edição de texto: Paulo Leite Edição de imagem e finalização: Rivaldo Martins Arte: Aleixo Leite, Caroline Ramos e Wagner Maia Programa premiado No ar desde 2008, o Caminhos da Reportagem é uma das produções jornalísticas brasileira mais prestigiadas pelo público e a crítica. No final de 2025, o programa da TV Brasil ultrapassou a marca de 100 prêmios recebidos. Desde 2010, quando foi iniciada a contagem, já foram 101 honrarias. Os reconhecimentos atestam a relevância editorial, a qualidade jornalística e o compromisso da equipe com reportagens aprofundadas sobre os mais variados temas de interesse público. Serviço Caminhos da Reportagem – Foz do Iguaçu: crimes na fronteira mais movimenta do Brasil – Segunda-feira (2), às 23 horas, na TV Brasil Site – https://tvbrasil.ebc.com.br Facebook – https://www.facebook.com/tvbrasil Instagram – https://www.instagram.com/tvbrasil YouTube – https://www.youtube.com/tvbrasil X – https://x.com/TVBrasil TikTok – https://www.tiktok.com/@tvbrasil TV Brasil Play – http://tvbrasilplay.com.br
A nova cara da corrida de rua no Brasil tem mais mais mulheres, jovens e pessoas da classe C
A corrida segue crescendo em ritmo acelerado no Brasil e, para além do crescimento numérico, os dados mais recentes apontam mudanças comportamentais na forma de correr dos brasileiros. A segunda edição do estudo Por Dentro do Corre, realizado pela Olympikus em parceria com a Box1824, revela que 2 milhões de brasileiros começaram a correr em 2025: o número absoluto chegou a 15 milhões, ultrapassando os 13 milhões contabilizados em 2024 — um crescimento de 15% em apenas um ano, acima do ritmo de crescimento da população mundial no mesmo período, que foi de 0,9%. Os praticantes da modalidade estão distribuídos em uma base equilibrada entre homens (50%) e mulheres (50%), concentrada majoritariamente no Sudeste (50%), com forte presença da classe C (43%) e idade média de 34 anos — três anos a menos do que em 2024. É uma comunidade múltipla também do ponto de vista racial (43% brancos, 36% pardos, 10% pretos). Os dados também confirmam o que os apaixonados pela corrida sentem na pele: não se trata de uma moda passageira, mas de um esporte que se tornou estilo de vida e que 81% dos corredores pretendem manter nos próximos anos. A pesquisa foi conduzida em novembro de 2025, por meio de um questionário quantitativo com 1.179 corredores, homens e mulheres de todas as regiões do país, que praticam corrida ao menos uma vez por semana, seja na rua, na academia ou na esteira. O estudo representa a segunda onda de um rastreamento anual, criado para acompanhar a evolução da corrida no Brasil de forma contínua e comparável ao longo do tempo. “A corrida no Brasil está de cara nova. A pesquisa Por Dentro do Corre mostra que ela deixou de ser um esporte focado apenas em performance e passou a fazer parte da vida real das pessoas. Hoje, correr é sobre pertencimento e bem-estar. O crescimento da presença da Classe C, dos jovens e das mulheres entre os corredores reforça esse movimento de democratização. A corrida está mais acessível, mais diversa e cada vez mais conectada com o cotidiano do brasileiro”, comecomenta Márcio Callage, CMO da Olympikus. Um novo perfil de corredores Mais do que crescer em número, a corrida mudou de perfil. Mulheres, jovens e pessoas da classe C foram os principais responsáveis pela renovação da base de corredores no último ano. As mulheres lideram a entrada de novos praticantes: 56% começaram a correr há menos de um ano (entre os homens, esse percentual é de 38%), sendo que 32% delas iniciaram nos últimos seis meses. O estudo também aponta um rejuvenescimento do esporte. A idade média dos corredores caiu de 37 anos, em 2024, para 34 anos, em 2025, impulsionada principalmente pelo crescimento de praticantes na faixa etária entre 18 e 24 anos, que passou de 12% para 20% do total e são os mais orientados pela performance. Outro movimento relevante identificado através do questionário é a democratização da prática. A participação da classe C avançou de 36% para 43% dos corredores em apenas um ano, reforçando a corrida como um esporte acessível, flexível e adaptável à rotina, ao espaço e ao tempo disponível de cada pessoa. As mesmas motivações, com novas formas de correr Em 2025, a corrida se consolidou como o quarto esporte mais praticado no Brasil (14%), atrás apenas de caminhada (39%), musculação (25%) e futebol (16%), e à frente do ciclismo (10%) — um dado que a posiciona definitivamente no centro do cotidiano esportivo do país. Saúde física, saúde mental e condicionamento seguem como os maiores motivadores para iniciar a prática e também para permanecer nela. Ganham força ideias como “correr pouco ainda é correr”, a constância acima do pace e o prazer como motivador central. A pesquisa mostra que a corrida “cumpre o que promete”: quem começa buscando esses benefícios tende a continuar porque percebe melhorias reais no dia a dia. No entanto, a forma de correr mudou. A corrida se tornou mais esporádica, com a frequência média semanal caindo de 3,4 para 1,8 vezes, puxada sobretudo pelos novos corredores, que ainda buscam maneiras de encaixar o esporte na rotina. A rua segue como o principal território da corrida, reforçando sua acessibilidade, enquanto trilhas surgem como um novo espaço de expansão, especialmente entre corredores mais experientes e de classes mais altas. Apesar da menor frequência, a distância média semanal aumentou, passando de 9,2 km para 10,6 km, especialmente entre corredores veteranos. Esse dado revela um cenário de contraste: enquanto quem já corre há mais tempo consegue evoluir sua quilometragem, os novatos demonstram maior insatisfação com seu desempenho, refletindo uma tensão crescente entre desejo de performance e limitações práticas. Performance, coletividade e ecossistema da corrida A corrida também se mostra cada vez mais coletiva. A participação em grupos e assessorias cresceu, e o número de corredores que não fazem parte de nenhuma dessas estruturas caiu 8 pontos percentuais em um ano. Os grupos, porém, mudaram de papel: se antes eram vistos principalmente como espaços de acolhimento e segurança, agora se aproximam de facilitadores para o ganho de performance, com foco em troca de conhecimento, estrutura de treino e evolução técnica — uma das mudanças mais significativas entre as duas ondas da pesquisa. Esse amadurecimento do ecossistema também se reflete no avanço gradual da participação em provas de corrida. Em 2025, 29% dos corredores participaram de eventos, contra 23% em 2024 — um crescimento de 26% no número de participantes. Embora a maioria ainda não participe, o interesse futuro é alto, especialmente entre as mulheres. Para a BOX1824, a comparação entre as duas ondas revela uma mudança de fase da corrida no Brasil. “De um ano para o outro, a corrida deixou de ser apenas um fenômeno de crescimento e passou a revelar suas complexidades. Ela está mais diversa, mais jovem e mais democrática, mas também mais pressionada por performance e expectativas. O dado mais impactante é que a corrida entrou definitivamente no mainstream e agora vem encontrando formas de se sustentar culturalmente no longo prazo, como por exemplo, através de
No mundo overdigital, o humano é determinante e fundamental
Vivemos um cenário de complexidade crescente, no qual a competitividade entre negócios, canais, produtos, serviços e marcas se intensifica de forma exponencial. A multiplicação de alternativas disponíveis ao consumidor, agora ainda mais omniconsumidor, torna a fidelidade cada vez mais frágil e circunstancial. Esse foi um dos temas mais presentes nas discussões e apresentações durante a NRF 2026, realizada no início do mês em Nova York. Empoderado pelo digital e, mais recentemente, disputado também pelas Inteligências Artificiais que competem por sua atenção, conquistar relevância tornou-se crítico. A tecnologia ampliou o alcance e o poder das empresas em seu posicionamento, mas também elevou o nível de exigência e o número de alternativas para o consumidor. Nos setores intensivos em gente, como varejo e hospitalidade, esse desafio ganha uma camada adicional de complexidade. Recrutar, reter e desenvolver pessoas capazes de gerar diferenciais competitivos sustentáveis tornou-se um dos principais fatores de sucesso das organizações. A aceleração tecnológica, a automação de processos e o uso intensivo de dados transformaram profundamente a forma como as empresas operam. Paradoxalmente, quanto mais digital o mundo se torna, mais estratégico passa a ser o fator humano. Esse dilema é especialmente evidente no varejo, setor marcado por alta rotatividade, margens pressionadas, jornadas intensas e uma linha de frente que representa diariamente, e de forma direta, a marca no contato olho no olho com o consumidor. Em um ambiente onde a experiência do cliente é decisiva, são as pessoas — ainda mais do que as tecnologias — que fazem a diferença real. Tecnologia sem pessoas é vazia A transformação digital trouxe ganhos inegáveis ao varejo por meio da omnicanalidade, integração de dados, Inteligência Artificial, automação e personalização da oferta. Esses avanços, no entanto, só atingem seu pleno potencial quando sustentados por gente engajada, preparada e comprometida. Segundo uma pesquisa global da IBM (Global Skills Study), apenas 13% dos profissionais se sentem confiantes em suas habilidades digitais atuais, evidenciando um descompasso relevante entre o ritmo dos investimentos em tecnologia e a preparação das pessoas para operá-las e extrair valor. Apesar do aumento consistente dos investimentos em transformação digital, muitos colaboradores ainda não se sentem plenamente preparados para essa mudança. Desenvolver pessoas tem impacto direto nos resultados Investir em gente, treinamento e desenvolvimento, mais do que investimento, é uma estratégia com retorno mensurável e organizações que priorizam a capacitação colhem benefícios claros. Organizações que oferecem aprendizado contínuo registram até 92% mais engajamento dos colaboradores, segundo o LinkedIn Workplace Learning Report e, no mesmo trabalho, 80% dos profissionais afirmam que permaneceriam mais tempo em empresas que investem em seu desenvolvimento. Outro estudo da Glassdoor SHRM (Society for Human Resource Management) mostrou que programas estruturados de onboarding podem elevar a retenção de novos talentos em até 82%. Esses números reforçam que o desenvolvimento de competências técnicas e humanas eleva a produtividade, aumenta a rentabilidade e reduz as perdas associadas à rotatividade. Retenção de talentos como diferencial competitivo No varejo, onde o turnover historicamente é um dos mais elevados, reter talentos impacta diretamente a estabilidade operacional e a qualidade da experiência entregue ao cliente. De acordo com estudos da Gallup, ambientes com altos níveis de engajamento apresentam até 21% de aumento na rentabilidade e redução de até 70% na rotatividade, quando liderança, cultura e engajamento são prioridades. Outro dado do mesmo estudo, State of the Global Workplace, do Linkedin mostra que mais da metade dos profissionais globalmente consideram buscar novas oportunidades de trabalho, sendo a cultura organizacional, propósito e engajamento fatores decisivos para a saída, frequentemente mais relevantes do que remuneração. Liderança humana completa a tecnologia A digitalização das ferramentas de gestão, como plataformas de aprendizado digital e automação de RH, cresce de forma acelerada. O mercado global de soluções de gestão de capital humano segue em expansão, com forte adoção em setores como varejo e hospitalidade. Entretanto, tecnologia sem lideranças capacitadas para humanizar processos, interpretar dados e criar conexões reais com as equipes não entrega o retorno esperado. Práticas maduras de gestão de pessoas também apresentam impacto financeiro mensurável: organizações que priorizam o desenvolvimento humano registram retornos sobre o patrimônio líquido até 2,2 pontos percentuais superiores ao longo dos últimos cinco anos, segundo estudos da McKinsey. Equilíbrio entre humano e digital é fundamental No mundo overdigital, a verdadeira vantagem competitiva está na integração equilibrada entre tecnologia e humanização. Dados mostram que a tecnologia potencializa capacidades, mas não substitui a necessidade de desenvolver, engajar e reter pessoas que agregam valor às experiências dos clientes e inovam em contextos cada vez mais complexos. Em especial no varejo do Brasil, onde a questão de gestão, capacitação, retenção e motivação de pessoas apresenta características próprias, derivadas de elementos como o Bolsa Família, importante na sua componente social, mas que precisa evoluir para não estimular o crescimento da informalidade. O futuro do varejo não será definido apenas por quem possuir a melhor plataforma ou os algoritmos mais sofisticados. Será definido por quem compreender que pessoas são, cada vez mais, ativos estratégicos essenciais para a competitividade. Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem
Espumante brasileiro se reinventa para ganhar espaço no verão e conquistar novos consumidores
Com volumes consistentes de comercialização nos últimos anos, o espumante brasileiro passa por um momento de transformação que impulsiona novas estratégias de mercado. Em 2023, foram comercializados quase 20 milhões de litros de espumantes no país (exceto moscatel), enquanto o espumante moscatel superou 13,5 milhões de litros em 2024, reforçando a ampliação do consumo interno e a diversificação do perfil do consumidor. É nesse contexto que se insere a campanha Combina com você, combina com o verão, do Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS), que dialoga diretamente com a evolução do setor vitivinícola nacional. Além de reposicionar o espumante brasileiro no imaginário do consumidor, a campanha acompanha uma série de movimentos adotados pelas vinícolas para ampliar o consumo da bebida, especialmente durante o verão. De acordo com a gerente de promoção para o mercado interno do Consevitis-RS, Cristina Carniel, o setor tem investido em inovação para atender novos hábitos de consumo. “As vinícolas vêm ofertando produtos mais leves, mais aromáticos, versões sem álcool, além de soluções que facilitam o consumo, como tampas de rosca e opções em lata”, destaca. A linguagem da campanha reforça esse reposicionamento ao recorrer a elementos simples e familiares do cotidiano brasileiro. As peças apresentam referências como o cachorro caramelo, o brigadeiro e o tradicional prato feito, além de vídeos que exploram os sons característicos do verão conectados ao som do espumante sendo aberto. A proposta é associar a bebida a momentos espontâneos, acessíveis e alinhados ao estilo de vida contemporâneo. Essas transformações ajudam a posicionar o espumante como uma alternativa viável a outras bebidas tradicionalmente consumidas no calor, sem abrir mão da qualidade e da identidade do produto nacional. Para Cristina, a campanha institucional atua como um reforço desse movimento. “O consumo precisa ser descomplicado e se adaptar ao estilo de vida de cada um, reforçando a versatilidade do espumante brasileiro”, afirma. Outro foco estratégico da campanha é a conquista de novos públicos, especialmente jovens adultos. “É fundamental ampliar a base de consumidores regulares e não apenas para ocasiões especiais. Assim, criaremos a nova geração de apreciadores da bebida”, ressalta. Com forte presença no ambiente digital, a campanha busca alcance nacional e contribui para fortalecer a marca do espumante brasileiro. “Na medida em que reforça a origem e valoriza o produto nacional, a campanha também fortalece a vitivinicultura brasileira como um todo”, conclui Cristina Carniel. Inserida em um contexto de valorização do produto nacional, a campanha reforça a necessidade do consumo consciente e moderado, alinhado a práticas responsáveis do setor e ao bem-estar do consumidor.
Investigação na palma da mão, Beto Ribeiro apresentou uma grande novidade para os fãs de True Crime
Beto Ribeiro se consolidou como o “mestre do true crime” no país, transformando a busca pela verdade em uma arte profunda. Em seu canal no YouTube, onde milhões de seguidores acompanham avidamente seus vídeos, ele explora o comportamento humano e casos reais que marcaram época. Na última live, que foi ao ar na tarde de ontem, ele divulgou uma novidade da Happy Store, que vai acelerar o pulso de quem, assim como ele, gosta de decifrar o indecifrável: a abertura do primeiro True Crime Club do Brasil. O true crime deixou de ser um nicho para se tornar um fenômeno cultural e econômico. Nas últimas décadas ganhou vida nova no streaming, documentários e nos livros, onde o jornalismo se funde ao suspense para decifrar os abismos escuros da alma humana. Um estudo inédito lançado pela Edison Research mostrou que os podcasts de true crime movimentaram globalmente 3 bilhões de dólares somente em 2024. A força desse mercado também dominou o mundo editorial com um aumento de 25% nas vendas de livros de não ficção criminal e suspense psicológico nos últimos dois anos, especialmente entre o público feminino. Em solo brasileiro, o true crime não apenas cresce; ele floresce exponencialmente, consolidando o país como a maior potência consumidora do gênero em toda América Latina. Pensado para essa legião de fãs, o primeiro True Crime Club do Brasil é mais do que um serviço, é um portal inédito onde os assinantes recebem mensalmente, em casa, uma caixa temática que convida à ação. A missão é levar o assinante para uma experiência imersiva e surpreendente, desde o primeiro momento, quando é orientado a usar as luvas (enviada em cada embalagem) para desvendar o mistério da caixa. Dentro, um universo de conteúdo exclusivo e itens colecionáveis aguarda uma investigação minuciosa. Chegou o momento de deixar de ser apenas um espectador para se tornar parte integral deste universo enigmático e que desperta tanto interesse. Faça sua assinatura e entre na elite do true crime brasileiro: www.truecrime.club
Para 67% dos profissionais, conteúdos citados por outros sites têm mais chances de aparecer no Google
Os backlinks continuam ocupando uma posição central nas estratégias de visibilidade digital. Um levantamento internacional divulgado no estudo State of Link Building 2025 mostra que 67% dos profissionais de SEO acreditam que os links externos facilitam a aparição de páginas nos resultados do Google, reforçando a permanência do link building como um dos principais pilares do ranqueamento orgânico. Na tradução do inglês “backlinks” são links de referência a um conteúdo (pesquisa, tabulação, página de inscrição no evento etc..) de quem o criou. Pensando no jornalismo, seria algo como dar o crédito, citar a fonte de uma informação passada. O dado surge em um momento de transição no ecossistema de buscas, marcado pela incorporação de inteligência artificial aos mecanismos de resposta e pela redução do espaço para práticas artificiais de otimização. Ainda assim, a percepção predominante no mercado é de que a lógica da validação externa, sites confiáveis recomendando outros conteúdos, segue orientando a forma como os buscadores avaliam relevância. Na prática, o link building deixou de ser tratado como uma tática isolada e passou a integrar estratégias mais amplas de conteúdo, reputação e presença editorial. Ao longo dos últimos anos, mudanças sucessivas nos algoritmos reduziram a eficácia de abordagens baseadas em volume ou automação. Em contrapartida, ganharam espaço links obtidos a partir de cobertura jornalística, conteúdos aprofundados e citações em sites reconhecidos. O movimento reposicionou o link como um ativo de credibilidade, e não apenas como um fator técnico. Para Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo, agência de link building orientada à decisão comercial , o cenário reflete um amadurecimento do mercado. Segundo ele, os links passaram a funcionar como um indicador indireto de confiança. “O Google continua tentando responder à mesma pergunta: quem é uma fonte confiável sobre determinado assunto. O backlink ajuda a resolver isso porque carrega contexto, reputação e histórico editorial”, afirma. Backlinks também influenciam buscas com IA A relevância dos links não se restringe mais ao ranqueamento tradicional. Um levantamento divulgado pela Editorial Link, com profissionais de SEO, aponta que 73,2% dos entrevistados acreditam que os backlinks influenciam diretamente a chance de um conteúdo aparecer em respostas geradas por mecanismos de busca baseados em inteligência artificial. A leitura do mercado é que, mesmo em sistemas orientados por modelos de linguagem, os links funcionam como sinais de autoridade para ajudar a identificar fontes confiáveis em meio a grandes volumes de informação. Em vez de desaparecer, o backlink passa a atuar como um filtro de credibilidade dentro de ambientes mediados por IA. Para Cardoso, essa transição reforça o papel estratégico do link building. “A IA não elimina critérios de confiança, ela depende ainda mais deles. Quando um modelo precisa decidir em quem se basear, o histórico de citações e referências pesa”, diz. O avanço das buscas generativas, portanto, não substitui a lógica da autoridade construída ao longo do tempo. Ao contrário, amplia a importância de estratégias capazes de conectar marcas, conteúdos e veículos relevantes de forma consistente e editorialmente legítima.
Pelo quarto ano consecutivo, Grey Goose assina a coquetelaria oficial e amplia experiências para o Rio Open 2026
Pelo quarto ano consecutivo, a Grey Goose, vodka super premium do Grupo Bacardi, assume o protagonismo na coquetelaria do Rio Open. Entre os dias 14 e 22 de fevereiro, o Jockey Club Brasileiro não será apenas palco de disputas esportivas, mas também de uma estratégia robusta de brand experience que, nesta edição, rompe os muros do evento para atingir bares e varejistas em São Paulo e no Rio de Janeiro. A renovação da parceria chega com números expressivos. Na última edição, a marca registrou 9 mil coquetéis servidos, sendo que o drink assinatura do torneio, o ‘Grey Goose Match Point’, respondeu sozinho por 6 mil unidades. O sucesso consolidou a bebida como um ícone da experiência do público, motivando a marca a expandir os pontos de contato em 2026. Para receber os fãs de tênis, a marca preparou um ecossistema de ativações: No estande, os visitantes terão a oportunidade de interagir com uma máquina de pegar bolinhas que distribuirá prêmios exclusivos, como shoulder bags, buckets, óculos e vale-drinks. A participação será aberta a todo o público. A presença no Rio Open não é isolada, mas parte de um alinhamento global da Bacardi. A marca já é parceira de Grand Slams como o US Open e o Australian Open. “O Rio Open se consolidou como uma plataforma estratégica para a Grey Goose, conectando a marca a um esporte em plena ascensão no Brasil e ao nosso target de forma natural. Nosso foco nesta edição é ampliar a visibilidade do ‘Grey Goose Match Point’, transformando-o em um ativo que vai além do evento. É uma aposta na sofisticação e na experiência do consumidor,” analisa Marcos Silva, Gerente de Marketing da Bacardi Brasil. A principal inovação para 2026 é a iniciativa de expandir a atmosfera do torneio através do Circuito Grey Goose. Esta ação levará a bebida exclusiva e o ambiente do evento a bares renomados em São Paulo e no Rio de Janeiro, com o copo oficial e colecionável do torneio. O propósito é criar uma extensão sensorial do evento nos centros gastronômicos mais importantes das duas cidades. Já para o consumidor que prefere desfrutar da experiência de outra forma, a marca lança um Pack Promocional Limitado composto por kits contendo uma garrafa de Grey Goose e o copo colecionável do Grey Goose Match Point. A venda será realizada em redes varejistas em SP e RJ, durante o período do torneio.
COB investe na saúde bucal e anuncia Neodent como nova patrocinadora oficial do Time Brasil
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) acaba de anunciar a Neodent, marca brasileira com foco em soluções odontológicas, como sua patrocinadora oficial. Mais que um acordo institucional, a parceria nasce de uma visão compartilhada: a saúde bucal é parte indissociável do desempenho, do bem-estar e da longevidade esportiva dos atletas. Com o objetivo de criar sorrisos que vão inspirar o Brasil, a iniciativa amplia o compromisso do COB com o cuidado integral do Time Brasil e reconhece o papel da odontologia na preparação de atletas de alto rendimento. Como patrocinadora do esporte olímpico nacional, a Neodent, que é a marca de implantes dentários mais utilizada pelos dentistas no Brasil e uma das maiores do mundo, passa a ter exclusividade no segmento odontológico, contribuindo para o fortalecimento das ações de saúde voltadas aos atletas olímpicos de todas as modalidades do Time Brasil. A parceria reconhece que um sorriso saudável vai além da estética: envolve saúde, confiança, qualidade de vida e performance. O patrocínio prevê tratamento odontológico completo para os atletas, com atendimentos realizados inicialmente em quatro praças estratégicas: São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza e Curitiba. Para os próximos anos, há planos que envolvem a ampliação dessa rede para trazer ainda mais acessibilidade aos serviços odontológicos. “O trabalho do Comitê Olímpico do Brasil é oferecer sempre as melhores condições para buscarmos a melhor performance. Ter um parceiro como a Neodent, que nos proporcionará uma estrutura de altíssimo nível, é mais uma conquista. Essa parceria está alinhada às melhores práticas de cuidado integral, e o esporte de alto rendimento cada vez mais exige esse olhar completo sobre a saúde dos atletas”, afirma o presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Marco Antônio La Porta. Para o presidente da Neodent, Alexei Costa, a parceria com o Time Brasil reforça a crença da marca na importância da saúde bucal para a alta performance esportiva e para a transformação social. “Essa aliança com o COB representa um marco institucional para nós. Ela simboliza o reconhecimento de uma trajetória construída a partir do Paraná, mas com ambição, atuação e impacto nacionais e globais. Estamos prontos e animados para compartilhar nosso propósito de criar novos sorrisos e, através dele, ajudar o Time Brasil a ir mais longe”. Englobando o ciclo olímpico Los Angeles 2028, o patrocínio reflete um movimento estratégico da Neodent, que carrega um histórico consistente de incentivo ao esporte, incluindo patrocínios aos principais clubes de futebol do Paraná. A empresa busca agora aprofundar sua conexão com a sociedade sem renunciar à excelência técnica, científica e institucional que a consolidou como referência mundial na odontologia. “O patrocínio aos times marcou a entrada da Neodent e uma presença importante no universo esportivo. A parceria com o Comitê Olímpico do Brasil é a evolução natural dessa trajetória”, finaliza Alexei.
OneStop Media lança projeto para inserir grandes marcas em campanhas voltadas para a Copa do Mundo 2026
A OneStop Media, empresa especializada em planejamento e execução de mídia para grandes marcas e agências do país, apresenta ao mercado seu novo projeto de brand content, o “Imagina na Copa”. A iniciativa foi desenvolvida para inserir grandes marcas em campanhas de alto impacto antes e durante a Copa do Mundo de 2026, conectando comunicação, cultura e esporte em uma plataforma integrada. O lançamento marca uma nova fase da empresa, que, com pouco mais de um ano de atuação, já atendeu mais de 300 clientes e passa a investir de forma estratégica na criação de produtos proprietários de mídia e conteúdo, ampliando seu posicionamento para além da intermediação tradicional entre marcas, agências e veículos. Pensado como uma solução completa de comunicação, o “Imagina na Copa” reúne ativações presenciais, produção de conteúdo multiplataforma e ações de performance. A iniciativa conta com parcerias com as rádios FM O Dia e Nova Brasil FM, as torcidas Canarinho e Movimento Verde e Amarelo, além da plataforma Vai Passar Onde, que informa onde e quando assistir aos jogos. O projeto inclui ainda participações no podcast “Clima de Copa”, produzido em parceria com a 94 Marketing Futebol, e uma cobertura especial do The Football, plataforma de conteúdo liderada por Robson Morelli, PVC e Wilson Baldini, com geração de conteúdo direto das ativações e eventos. A OneStop Media é um hub de mídia que oferece planejamento, produção de conteúdo e soluções de performance. Com tecnologia própria e inteligência de dados, a empresa ajuda marcas a ampliarem suas mensagens e gerarem mais resultados. De acordo com Rafael Cavalcante, diretor executivo da empresa, o novo projeto visa consolidar a OneStop Media como um espaço que não apenas executa, mas cria plataformas de comunicação alinhadas ao comportamento do consumidor e aos grandes eventos culturais do país. “Esse projeto nasce da nossa leitura sobre a evolução do mercado de mídia e comunicação. As marcas não querem mais apenas presença; elas querem contexto, cultura e relevância. Ao criar um projeto proprietário ligado à Copa do Mundo, a OneStop Media passa a oferecer uma plataforma completa, que conecta planejamento, conteúdo, ativações e performance em um único ecossistema”, afirma. O lançamento oficial do “Imagina na Copa” acontece na próxima terça-feira, dia 3, em um evento que mistura conteúdo e experiências de marca, que contará com a presença de executivos de mídia, diretores e lideranças de agências e anunciantes. A programação inclui ativações temáticas, ambientação com torcidas, gravação de podcast ao vivo, cobertura editorial, brindes e ações de engajamento.
Avanço da inteligência artificial impulsiona profissões em alta e exige mais qualificação
Um levantamento recente do LinkedIn aponta o cargo de Engenheiro(a) de Inteligência Artificial como o emprego em alta para 2026, liderando o ranking das profissões que mais cresceram nos últimos três anos no Brasil. O estudo evidencia a expansão acelerada da inteligência artificial em diferentes setores da economia e reforça um desafio que já se reflete também no mercado regional: a escassez de profissionais qualificados para atender à demanda crescente por soluções baseadas em dados, automação e IA generativa. De acordo com a pesquisa, os setores de tecnologia, serviços de TI e consultoria empresarial concentram a maior parte das oportunidades. As cidades de São Paulo, Florianópolis e Recife lideram em número de vagas, com um mercado cada vez mais flexível, mais de 60% das posições são ofertadas em modelo remoto. Blumenau, em Santa Catarina – cidade que se consolida como um dos principais polos de inovação e tecnologia do Brasil – também acompanha de perto as transformações do mercado de trabalho impulsionadas pela tecnologia. Para Willian Círico, Gerente de Tecnologia e instrutor da área na ProWay, instituição focada em Formação Tech de Blumenau, o crescimento acelerado da profissão está diretamente ligado à popularização da inteligência artificial no dia a dia das empresas. “Ferramentas como ChatGPT e Gemini tornaram a IA mais acessível e ampliaram sua aplicação em áreas como automação de tarefas, análise de dados, atendimento ao cliente e desenvolvimento de software”, explica. Apesar do avanço, o setor enfrenta um gargalo importante. “Os investimentos em IA são altos, mas ainda faltam profissionais preparados para transformar esse potencial em soluções reais. O mercado busca pessoas com domínio técnico, conhecimento em programação, machine learning, engenharia de dados e também visão prática e de negócio”, avalia Círico. Relatórios do World Economic Forum reforçam essa tendência ao apontar que, até 2026, a IA generativa e a automação inteligente devem se consolidar, ampliando a demanda por competências como MLOps, além de maior atenção a temas como segurança, ética e transparência. Mulheres ainda são minoria no setor de tecnologia Outro dado que chama atenção na pesquisa do LinkedIn é a desigualdade de gênero. Apenas 10,58% das contratações para cargos de engenharia de IA em 2025 foram de mulheres, o que evidencia um desafio histórico do setor de tecnologia. A estudante Ana Beatriz Façanha, de 18 anos, estudante da Formação Super Data Analyst da ProWay, conta que a decisão de ingressar na área veio do desejo de se desafiar e construir uma carreira com propósito. “Queria criar, resolver problemas e fazer parte de algo maior. Busquei um ambiente que valorizasse o aprendizado e o desenvolvimento profissional”, afirma. Para ela, atuar em um mercado ainda majoritariamente masculino exige persistência. “Às vezes surgem o medo e a insegurança, aquela sensação de precisar se provar o tempo todo. Mas se preparar é acreditar em si mesma, aprender todos os dias e não desistir”, diz. Ana Beatriz destaca que ampliar a presença feminina é fundamental para o futuro da tecnologia. “O receio é normal, todo mundo começa sem saber tudo. O medo faz parte, mas não pode ser maior que a vontade de evoluir. A tecnologia precisa de mais mulheres com coragem para tentar.” Com a inteligência artificial no centro das transformações digitais e das estratégias empresariais, a expectativa é de que a busca por profissionais qualificados siga em crescimento nos próximos anos, reforçando a importância da formação técnica e prática para acompanhar as mudanças do mercado.
Gampi Casa Criativa assina campanha da Assembleia Digital Sicredi Pioneira e reforça protagonismo do associado
A Gampi é a responsável pela campanha da Assembleia Digital Sicredi Pioneira, que acontece entre janeiro e março de 2026. A iniciativa marca mais um passo na evolução do cooperativismo digital, mantendo a essência da gestão democrática, da transparência e da participação ativa dos associados. A atuação da Gampi acontece de forma estratégica e integrada, reunindo os três braços do ecossistema da Casa Criativa. A LYP lidera o planejamento de comunicação, a Gampi responde pela criação, produção e estratégias de conteúdo e influência, enquanto a Boome é responsável pelo pilar de performance digital. “A campanha nasce da convicção de que a digitalização não afasta, ela aproxima. Assim como o pix transformou a forma de pagar, a assembleia digital transforma o jeito de participar. O formato muda, mas o poder de decisão continua nas mãos das pessoas”, afirma Maicon Dias, CEO da Gampi Casa Criativa. O conceito criativo parte do mote “Quem se conecta, cresce junto”, que traduz a ideia central da campanha: ao se conectar, o associado não apenas participa, mas contribui ativamente para decidir os rumos da cooperativa. Cada voto e cada participação individual se somam, fortalecendo a comunidade como um organismo coletivo. Segundo Anneliese Altreider, Coordenadora de Marketing e Experiência da Sicredi Pioneira , a campanha traduz a narrativa de que o digital é um processo natural. “A assembleia online não elimina a proximidade da Cooperativa com os associados. Pelo contrário, ela amplia o acesso e reforça o senso de pertencimento. Cada associado participa a partir do seu próprio universo, de casa, do trabalho ou de qualquer lugar, mas todos estão unidos pelo mesmo propósito. Durante o ano teremos eventos presenciais nas agências reforçando a importância do que muito prezamos, que é o olho no olho”. Do ponto de vista estratégico, o principal objetivo da campanha é engajar os associados no novo modelo exclusivamente digital, garantindo compreensão, segurança e confiança para participação e votação via aplicativo. Para isso, a mensagem foi construída a partir de dois grandes insights: o protagonismo individual e a força do coletivo. Esses insights se desdobram em uma campanha estruturada em três fases complementares. A primeira, o Eu, destaca a importância da participação individual. A segunda, o Nós, evidencia como cada decisão contribui para o futuro da comunidade. Já a fase Todos Juntos materializa o encontro coletivo, com uma convocação direta para a participação simultânea e conectada na assembleia. Criativamente, o conceito macro se desdobra em mensagens específicas para cada etapa: “Quem se conecta, transforma”, “Quem se conecta, cresce junto” e “Quem se conecta, decide”, reforçando a jornada do indivíduo até o coletivo. A assembleia digital ocorrerá no dia 05/03 e todos os associados poderão participar pelo próprio aplicativo do Sicredi, enquanto acontece uma live onde a equipe do Sicredi apresenta resultados no último período e os projetos a serem votados para o próximo ciclo.
Assis Chateaubriand, no Paraná, recebe sinal digital de TV pública em parceria entre EBC e IFPR
A cidade de Assis Chateaubriand, no oeste do Paraná, passou a integrar oficialmente o mapa da comunicação pública com a chegada do sinal digital de televisão aberta, resultado da parceria entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR). A inauguração aconteceu nesta quinta-feira (29), às 10h, em evento com a presença de autoridades locais como o prefeito de Assis Chateaubriand, Marcel Micheletto; o reitor do IFPR e o diretor-geral do campus da cidade, Adriano Pereira e Joaquim José Honório de Lima; além da comunidade acadêmica, moradores da região, o representante da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI/PR), Josias Lech; a diretora da TV Câmara, Daniela Guerson; e o conselheiro e presidente do Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Octavio Pieranti. Representando a EBC, participaram a gerente-executiva de Planejamento e Rede Nacional de Comunicação Pública, Lídia Neves, e o gerente de Análise de Conteúdos da Diretoria-Geral da EBC, David Moraes. A cidade paranaense recebe o primeiro evento de entrega realizada pela Entidade Administradora da Digitalização (EAD) no âmbito do Programa Brasil Digital, que é coordenado pelo MCom com apoio da Anatel. “Uma parceria que tem possibilitado que mais instituições integrem a RNCP, fortalecendo a presença da TV Brasil em mais locais em nosso país”, explica Lídia Neves. Na mesma cerimônia, além dos canais da EBC, também foi disponibilizado à população o sinal da Rede Legislativa de TV, com TV Câmara, TV Senado, TV Assembleia PR e Rádio Câmara, ampliando o acesso a conteúdos públicos, educativos e de interesse público. Marco para a comunicação pública no município Com cerca de 35 mil habitantes, Assis Chateaubriand passa a contar com duas novas geradoras de infraestrutura de radiodifusão pública. A instalação inclui transmissor digital de 500 watts e equipamentos de última geração, garantindo sinal aberto, gratuito e de alta qualidade para a população. Multiprogramação integrada à RNCP Assim como nas principais capitais e polos regionais do país, a multiprogramação digital em Assis Chateaubriand integra os canais públicos locais à Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), disponibilizando quatro sinais em uma mesma frequência: 2.1 – TV Brasil / IFPR TV 2.2 – Canal Gov 2.3 – Canal Educação 2.4 – Canal Saúde Além dos conteúdos jornalísticos, culturais e educativos da EBC, o IFPR terá espaço para desenvolver sua TV Educativa, que permitirá produções locais e regionais, fortalecendo a participação de estudantes, professores e grupos culturais da região. Investimento federal A iniciativa representa um investimento federal de R$ 820 mil, contemplando a instalação de antenas transmissoras, antenas parabólicas, cabos, conectores, rack, nobreak, gravador de censura, sistema de telesupervisão, ar-condicionado e serviços técnicos especializados. O novo sistema de transmissão também permitirá cobrir outros municípios da região. Além de Assis Chateaubriand, serão beneficiadas diretamente as cidades de Jesuítas e Tupãssi, o que totaliza mais de 53 mil pessoas.
Sinapro-Bahia adere ao selo “Racismo, Aqui Não!”
O Sistema Nacional das Agências de Propaganda – Bahia (Sinapro-Bahia) aderiu ao selo “Racismo, Aqui Não!”, ação de mobilização social do Instituto Maria Preta, concebida pelo publicitário baiano J.S. Oliveira, voltada ao enfrentamento do racismo e à valorização da diversidade no ambiente profissional e na sociedade. A cerimônia, com a entrega da placa oficial do movimento, foi realizada na sede do Sinapro-Bahia, em Salvador, com transmissão online, e contou com a presença do presidente da entidade, Paulo Coelho, de diretores e da equipe do Sinapro-Bahia, de Concita Pinto e Janaina Mendes representantes do Instituto Maria Preta e J.S. Oliveira dos Estados Unidos. Com a adoção, o Sinapro-Bahia assume o compromisso de dar visibilidade à mobilização em suas campanhas e comunicados, compartilhar seus princípios com as agências associadas e contribuir para a inibição de práticas racistas, fortalecendo ações voltadas à inclusão social e ao respeito à diversidade no mercado de comunicação. Criado em 2009, o selo já foi implementado por diversas empresas e instituições em diferentes segmentos, consolidando-se como um instrumento de posicionamento público contra o racismo. O idealizador, J.S. Oliveira, que atuou nas principais agências do mercado e foi conselheiro fiscal do Sinapro-Bahia no triênio 2006–2009, celebrou o momento. “A adesão contribui para o alcance da ação no mercado da comunicação no Brasil. Acredito que este é um momento importante para a entidade e para as empresas do setor, no sentido de aprofundar a reflexão e o engajamento em práticas antirracistas”, destaca. Segundo J.S. “O selo ‘Racismo, aqui não!” talvez seja a melhor estratégia para combater o racismo de forma séria, pacífica e eficaz.” O presidente do Sinapro-Bahia, Paulo Coelho, ressalta o papel estratégico da instituição em relação ao tema. “Aderir ao selo representa mais um passo no fortalecimento das ações de combate ao racismo. Ficamos orgulhosos de ver a Bahia na linha de frente dessa proposta. Representamos a comunicação e devemos estar sempre na vanguarda, levando esse compromisso a todas as nossas associadas, tanto em Salvador quanto no interior do estado”, afirma. O diretor de Assuntos Éticos do Sinapro- Bahia, André Mascarenhas, enfatiza o alinhamento do movimento aos valores da entidade. “Sempre tivemos um compromisso ético claro de coibir qualquer tipo de preconceito. Participar dessa ação reforça a nossa responsabilidade enquanto agentes de influência na sociedade”, acrescenta.
E-commerce da Teka marca novo momento digital da marca
Há poucos meses de completar 100 anos, a Teka acaba de lançar o e-commerce próprio. É mais um passo estratégico dentro da jornada de transformação digital da companhia. O novo canal nasce para acompanhar a evolução dos hábitos de consumo, fortalecer a presença da marca no ambiente digital e criar um relacionamento mais direto com o consumidor final, ampliando o alcance em todo o território nacional. A operação foi desenvolvida na plataforma VTEX, escolhida pela robustez, segurança e capacidade de escalar o negócio conforme o crescimento das vendas. O projeto teve duração aproximada de quatro meses, desde o planejamento estratégico até o lançamento oficial, passando por etapas de desenvolvimento, integração com sistemas internos e bateria de testes para garantir estabilidade e boa performance desde o primeiro acesso. O lançamento do canal próprio marca também um novo capítulo na modernização dos canais de venda da marca, com foco em inovação e eficiência. “Estamos vivendo um novo momento na Teka, em que a modernização dos nossos processos e canais é fundamental para acompanhar a forma como as pessoas consomem e se relacionam com a nossa marca. O e-commerce próprio reforça nossa presença digital e nos aproxima ainda mais do consumidor final”, avalia Fabiana Geraigire, responsável pelo e-commerce. Experiência pensada no cliente Desde o início do projeto, a experiência do consumidor foi tratada como um dos pilares centrais da nova plataforma. Toda a jornada de compra foi desenhada para ser simples, segura e eficiente. Desde a navegação à finalização do pedido, passando pela clareza das informações de produtos, integração logística e diferentes meios de pagamento disponíveis. Entre os diferenciais do e-commerceestão a navegação intuitiva, filtros inteligentes para facilitar a busca, estrutura preparada para alta performance e arquitetura tecnológica que permite evoluções constantes, com possibilidade de incorporar novas funcionalidades ao longo do tempo. Na estreia, o portfólio reúne uma seleção das principais linhas de cama, mesa e banho, com os produtos mais representativos da marca. “A cada etapa do projeto, colocamos a experiência do cliente no centro das decisões. Buscamos criar um ambiente em que o consumidor encontre rapidamente o que procura, com informações claras, processo de compra descomplicado e entrega ágil, sempre aliado à qualidade que já reconhece na marca”, explica a responsável pelo e-commerce da Teka. Expansão e próximos passos Nos primeiros meses de operação, o foco da companhia estará na consolidação da estrutura do e-commerce, no fortalecimento da marca no ambiente digital e na observação atenta do comportamento de compra do público online. A expectativa é de crescimento acelerado, sempre com ajustes contínuos para aprimorar performance, sortimento e atendimento. Com um planejamento permanente de evolução digital, a empresa já avalia novas funcionalidades, melhorias em escala na plataforma e iniciativas complementares que serão implementadas de forma gradual, sempre alinhadas à estratégia de crescimento e à busca por uma experiência cada vez melhor para o consumidor Teka. Para navegar pelo e-commerce Teka e conhecer em detalhes o novo espaço virtual da marca basta acessar: https://www.teka.com.br/ .
Antonietas, da NSC, promove “Apitos do Respeito” no Pré-Carnaval de Florianópolis
Parceira do Pré-Carnaval e do Carnaval de Rua de Florianópolis, a NSC realiza a ação “Apitos do Respeito”, iniciativa do movimento Antonietas que busca combater o assédio às mulheres durante a festa, com a distribuição gratuita de apitos. A ação especial acontecerá no dia 31 de janeiro, sábado, a partir das 15h, e fortalece o compromisso da NSC com causas sociais e com a promoção de ambientes mais seguros e respeitosos. Nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro, a capital catarinense sedia o Pré-Carnaval Floripa, na Beira-Mar do Estreito. O circuito com vista privilegiada para a ponte Hercílio Luz vai ganhar mais agito com shows de Banda Eva, Xanddy Harmonia e Monobloco. Além disso, entre as atrações nacionais o evento será animado por DJs e bandas locais, garantindo diversão e uma programação variada da 13h às 23h nos dois dias do evento. O Pré-Carnaval é organizado em três modalidades de acesso: a Pipoca, espaço totalmente gratuito em que o público acompanha a passagem dos trios elétricos pelas ruas; o Bloco, formato clássico com trio e abadá, disponível mediante a compra de ingresso; e o Setor Open Bar, uma área coberta, com visão privilegiada do desfile e bebidas inclusas, também acessível por meio de ingresso. Um dos principais diferenciais do Pré-Carnaval Floripa é o compromisso com a segurança e organização. Durante o evento, a NSC irá distribuir os chamados “Apitos do Respeito”, uma ferramenta simples e eficaz para chamar atenção do público e pedir ajuda em casos de assédio, contribuindo para uma experiência mais segura na folia de pré-carnaval. Inspirado em um símbolo de protagonismo feminino, Antonieta de Barros, o projeto “Antonietas”, da NSC, amplia a voz e valoriza a força das mulheres catarinenses. Lançado em maio de 2024, o movimento tem o objetivo de promover diálogo, visibilidade e transformação, reunindo mulheres de diversas regiões e áreas de atuação para compartilhar histórias reais, desafios e iniciativas que inspiram toda a sociedade catarinense e contribuem para a igualdade de gênero. Esta iniciativa integra o conjunto de ações da NSC no pré-carnaval de Florianópolis, conectando entretenimento, responsabilidade social e proximidade com a comunidade.
DRiV expande presença nas redes sociais com novo canal no TikTok
Novo canal marca a estreia do embaixador virtual A DRiV, líder global no desenvolvimento e fornecimento de soluções para o mercado de reposição, automotiva, amplia sua presença digital com a estreia de seu canal oficial no TikTok, @drivbrasil. A iniciativa reforça a estratégia da companhia de estreitar o relacionamento com o consumidor final e com os formadores de opinião do setor, por meio de conteúdos relevantes. Entre eles, estão dicas de manutenção, orientações técnicas e novidades sobre as marcas da DRiV no Brasil, em um formato acessível e adequado à linguagem da plataforma. Junto à novidade, chega também o novo porta-voz técnico virtual. Dono de uma oficina organizada e profissional reconhecido por seu conhecimento técnico, o personagem ajuda na conexão da marca com os milhares de reparadores do mercado brasileiro. Com essa iniciativa, a DRiV fortalece sua atuação nas principais redes sociais. Além do TikTok, a empresa mantém presença ativa no Instagram e no Facebook, com materiais exclusivos e especializados, apresentados pelos embaixadores da marca, um time de influenciadores renomados do setor, como Cezar Urnhani, Bia Figueiredo e Paula Mascari. Segundo Marcelo Rosa, diretor geral da DRiV no Brasil, a chegada ao TikTok integra uma estratégia estruturada de comunicação, voltada ao fortalecimento institucional da companhia e de suas marcas junto ao mercado consumidor e formador de opinião. “As redes sociais desempenham uma função cada vez mais relevante nas ações de comunicação, pela penetração e pela proximidade que estabelecem com o público. Fomos uma das primeiras empresas do segmento a desenvolver ações específicas para essas mídias e pretendemos ampliar cada vez mais nossa presença, aproveitando as oportunidades que cada plataforma oferece”, afirma o executivo. “O nosso canal no TikTok é uma oficina digital e cada nova postagem é como uma faísca em uma vela de ignição, fazendo ele funcionar”, complementa. A ampliação da atuação digital acompanha um momento estratégico da DRiV no País. Em 2025, a empresa iniciou uma nova fase no Brasil, tornando-se uma corporação mais focada no aftermarket automotivo, com a chegada de novas marcas e linhas de produtos ao portfólio. Entre os lançamentos recentes estão as velas de ignição Champion e as pastilhas de freio Ferodo. Para 2026, estão previstas novas expansões, com a introdução gradativa de marcas e soluções adicionais ao mercado brasileiro. “Nosso objetivo é sermos a primeira opção em soluções automotivas. Para isso, teremos o portfólio mais completo do mercado. E, para cumprir essa estratégia, estamos investindo em diversas frentes — e as redes sociais são uma delas”, finaliza Rosa. Perfis da DRiV e suas marcas nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/drivbrasil https://www.instagram.com/monroebrasil https://www.instagram.com/monroeclub_br https://www.instagram.com/ferodobrasil https://www.instagram.com/velaschampionbr Facebook: https://www.facebook.com/drivbrasil https://www.facebook.com/MonroeBR
Levi’s anuncia Karsten Koehler como novo Country Manager do Brasil
A Levi’s® anuncia Karsten Koehler como novo Country Manager da Levi’s® Brasil a partir de janeiro de 2026. Com a missão de impulsionar o crescimento da operação no país, fortalecer ainda mais a presença da marca no mercado brasileiro e reforçar o posicionamento com foco em denim lifestyle, o executivo atua na sede da companhia, em São Paulo, reportando à liderança do time LATAM. Com mais de 25 anos de experiência em posições de liderança nos setores de moda, esportes e varejo, Karsten construiu uma trajetória sólida em empresas globais e nacionais, com destaque para 15 anos na Nike e quatro anos no Grupo SBF/Fisia. Formado em Administração de Empresas pela University of Texas, Austin (EUA), pela WHU (Alemanha) e Gestão Internacional na HEC, (Paris), ao longo de sua carreira, liderou operações com faturamento superior a R$ 5 bilhões, conduzindo projetos de transformação digital, expansão de lojas, estratégias multicanal e desenvolvimento de equipes com mais de 1.400 colaboradores. Sua atuação internacional abrange oito países, além de reconhecimentos como o Bloomberg Latin America Top 500 Leaders (2024).
Raia e Drogasil levam proteção e hidratação aos maiores carnavais do Brasil
A RD Saúde, grupo que reúne as farmácias Raia e Drogasil, realiza em 2026 o maior Carnaval de sua história, ao marcar presença nas principais festas do país: Salvador e Rio de Janeiro. Com foco em proteção e hidratação, a maior rede do varejo farmacêutico brasileiro amplia a participação em grandes eventos populares e reforça o posicionamento como empresa de cuidado. A estratégia, segundo o diretor de cliente e marketing da RD Saúde, Daniel Campos, é conectar a essência e o compromisso do cuidado com a saúde e a prevenção, que fazem parte da trajetória do grupo, à experiência da folia. “O Carnaval é um momento de alegria e intensidade, mas que exige cuidados com a saúde. E cuidar da saúde e do bem-estar dos brasileiros faz parte da história de 120 anos da Raia e de 90 da Drogasil. Então, vamos entrar mais forte do que nunca nessa festa que é a maior manifestação de euforia no país, mas também de exposição ao sol, calor intenso e desidratação”, diz Campos. Para isso, a RD Saúde vai promover, pela primeira vez, ações estruturadas para o Carnaval de Salvador e Rio de Janeiro, cidades reconhecidas por concentrar milhões de pessoas em blocos e trios elétricos. Estima-se que, por dia, cerca de 2 milhões de foliões participem do Carnaval de rua no Rio e outros 2 milhões em Salvador durante o período de festa. Em Salvador, a atuação da RD Saúde, por meio da marca Drogasil, estará voltada ao público familiar, com ativações focadas em proteção solar e hidratação, reforçando a mensagem de cuidado em diferentes momentos da festa. De largada, já em 1º de fevereiro, a Corre Carnaval Folia Drogasil marca o início da programação carnavalesca da rede e a abertura simbólica do Carnaval na cidade. O evento prevê reunir 5.000 corredores animadamente fantasiados, para um percurso de 5 km, com show exclusivo do cantor Xanddy Harmonia, na arena pós-prova. Ao longo de todo trajeto e festa, a Drogasil estará liderando ações de proteção solar com produtos Needs, marca exclusiva da RD Saúde, além de serviços e experiências gratuitos. Ainda na capital dos baianos, a rede vai estar presente no circuito oficial dos blocos, com ativações junto à cantora Cláudia Leitte e o Bloco Happy Tio Paulinho, voltado ao público infantil e com perfil mais familiar, também com o propósito de reforçar a mensagem de cuidado em diferentes momentos da festa. Já no Rio de Janeiro, a marca Raia inicia suas ativações com um quiosque tematizado, ao lado do Copacabana Palace, de 13 a 23 de fevereiro. A estrutura terá dispensers de protetor solar Needs, que será oferecido gratuitamente para os foliões na cidade maravilhosa. A ação é complementada por distribuição de amostras grátis (sampling) e orientação em farmácias do entorno, ampliando o alcance da iniciativa e integrando rua e loja. Na sequência do Carnaval, e ainda sob o conceito de estimular a proteção e a hidratação, a Raia vai instalar um chuveirão com água para refrescar o público e dispensers de protetor solar Needs para uso gratuito. O chuveirão estará à disposição na areia da praia na Zona Sul até 1ª de março. Nas duas capitais, assim como a Needs, a RD Saúde vai contar com marcas que compartilham o compromisso de cuidado com a saúde e a prevenção: Medley, Dorflex e Targifor. Além disso, durante todo o mês de fevereiro, as quase 200 farmácias Raia e Drogasil nas duas capitais estarão mobilizadas para a festa, com ambientação temática e ações voltadas ao autocuidado. Além da distribuição de cupons de descontos exclusivos , os clientes serão contemplados com a promoção “ Compre e Ganhe ”. A partir deste domingo (1º de fevereiro), os clientes que realizarem compras acima de R$ 200 nas lojas físicas da cidade ganharão uma pochete carnavalesca. Saúde, bem-estar e manifestações culturais O maior Carnaval da história da RD Saúde, em 2026, reforça a estratégia do grupo de estar presente em eventos que celebram a cultura local, a exemplo de grandes celebrações que a marca apoiou no ano passado, como a de São João (em estados do nordeste brasileiro), do Acampamento Farroupilha (em Porto Alegre) e do Círio de Nazaré (em Belém). Ao levar o cuidado para grandes eventos culturais, a RD Saúde reforça seu papel como agente ativo de saúde, capaz de atuar para além do balcão da farmácia. “Estamos construindo uma plataforma sólida e consistente, que valoriza a regionalização e promove conexões genuínas com as comunidades. Com interatividade, presença e propósito, transformamos cada iniciativa em uma história de cuidado”, afirma Campos.
R7 e plataformas digitais da Record TV apostam em premiações brasileiras e reforçam protagonismo nacional
Enquanto as grandes premiações internacionais ampliam a presença de brasileiros e geram ampla repercussão nas redes sociais, as premiações nacionais seguem demonstrando força própria, impulsionadas pelo alto engajamento digital e pela participação ativa do público nas votações. Atento a esse cenário, o Grupo Record confirma a cobertura e transmissão de importantes premiações brasileiras por meio das plataformas digitais e do R7. A direção será de Armando Colucci. Entre os destaques está o Prêmio Jovem Brasileiro (PJB), que em 2026 completa 25 anos de história, consolidando-se como uma das principais celebrações da cultura pop, do entretenimento e do protagonismo jovem no país. Criado em 2002, o prêmio é reconhecido pela votação popular e pela capacidade de mobilizar milhões de fãs nas redes sociais, reunindo artistas, criadores de conteúdo e personalidades que dialogam diretamente com as novas gerações. O portfólio inclui ainda o Woman Awards Brasil, iniciativa dedicada a reconhecer e valorizar mulheres que se destacam em diferentes áreas da sociedade, como empreendedorismo, comunicação, cultura e inovação. A premiação reforça narrativas contemporâneas ligadas à diversidade, impacto social e liderança feminina, além de ampliar a visibilidade de trajetórias inspiradoras, como a da empresária e comunicadora Vanessa Bellini, uma das vozes de destaque da plataforma. Também fazem parte da cobertura o Pet Awards Brasil, que celebra marcas, projetos, profissionais e influenciadores do universo pet — um dos segmentos que mais crescem no país —, e o Digital Awards, voltado a creators, campanhas e iniciativas que se destacam no ambiente digital, reconhecendo criatividade, inovação e impacto nas redes sociais. Segundo Guto Melo, idealizador dos prêmios, o fortalecimento das premiações nacionais reflete uma transformação clara no comportamento do público. “Hoje, as pessoas querem participar, votar, comentar e se sentir parte do processo. As premiações brasileiras entenderam esse movimento e se tornaram plataformas de engajamento, visibilidade e relevância cultural”, afirma. A aposta do Grupo Record em conteúdos multiplataforma, transmissões ao vivo e cobertura editorial reforça o compromisso da emissora com a valorização da produção nacional e com formatos que dialogam diretamente com a audiência digital, consolidando as premiações brasileiras como grandes eventos de entretenimento, conexão e representatividade.
Audiobook leva livro de Ana Couto a mais de 345 mil exemplares vendidos em um ano
A consolidação do branding como ferramenta estratégica de crescimento ganhou um novo indicador em 2025. O livro “A (R)evolução do Branding“, de Ana Couto, CEO da agência anacouto e do ecossistema que integra a plataforma de educação LAJE, a ferramenta de gestão contínua de branding Valometry e o Festival É,Faz&Fala registrou um salto histórico nas vendas ao longo do último ano, impulsionado pela adoção do formato de audiobook e pela ampliação do consumo de conteúdo executivo em áudio no país. Ao todo, a obra ultrapassou a marca de 345,6 mil exemplares vendidos em 2025, um crescimento superior a 4.000% em relação ao ano anterior. O desempenho foi impulsionado principalmente pela estreia do formato audiobook, responsável por quase 341 mil unidades comercializadas no período. As vendas do livro físico somaram pouco mais de 4 mil exemplares, enquanto a versão digital (e-book) contabilizou 756 unidades ao longo do ano. O resultado acompanha uma tendência global de expansão do mercado de audiobooks. Dados da Audio Publishers Association e da Edison Research indicam que mais de 51% dos adultos nos Estados Unidos já ouviram um audiobook, enquanto as receitas do segmento ultrapassaram US$ 2,2 bilhões em 2024. No Brasil, o consumo do formato também avança, o que reflete a busca por conteúdos estratégicos e educacionais adaptados à rotina multitarefa dos profissionais. “O branding atua como um grande acelerador de negócios, dando significado e vida ao propósito da organização e ajudando a atingir os objetivos corporativos. É essa visão que compartilho no livro, junto ao poder da brasilidade, que valoriza a cultura brasileira em todas as suas nuances e riquezas”, afirma Ana Couto. Ao atingir esse patamar de vendas, “A (R)evolução do Branding” reforça a consolidação do branding como tema central na agenda corporativa brasileira e amplia o alcance do pensamento estratégico da autora para além do público tradicional do livro impresso. O desempenho da obra também evidencia a transformação nos hábitos de consumo de conteúdo de negócios, cada vez mais orientados por formatos acessíveis, digitais e integrados à rotina profissional. Publicado em 2023 pela Editora Gente, “A (R)evolução do Branding” apresenta caminhos práticos para a construção de marcas fortes e consistentes, combinando teoria e aplicação a partir de casos reais, nacionais e internacionais. Em 2024, a obra foi finalista da 66ª edição do Prêmio Jabuti, uma das mais importantes premiações literárias do país, na categoria Negócios. Serviço Título: A (R)evolução do Branding ISBN: 9786555444001 Formato: Brochura. 16×23. Páginas: 192 páginas Preço de capa: R$ 47,78 Autores: Ana Couto Selo: Gente Gênero: Marketing/Negócios Sobre a agência anacouto: Há mais de três décadas, a agência anacouto impulsiona o valor de pessoas e organizações com uma metodologia proprietária que oferece soluções que integram marca, negócio, experiência, comunicação e crescimento a partir da estratégia corporativa das organizações. Fundada pela designer Ana Couto e formada por um time de especialistas renomados, a agência é referência em branding no Brasil, atuando como parceira estratégica de marcas como Itaú, Natura, CBF, Brastemp e Havaianas. Com uma visão que compreende os desafios únicos dos principais setores econômicos do país, a anacouto acelera e transforma modelos de negócio, tendo atendido mais de 400 empresas e conquistado mais de 50 prêmios nacionais e internacionais. Seu ecossistema inclui a LAJE, plataforma de educação especializada em branding; o Valometry, ferramenta de gestão contínua que mensura o valor das marcas por meio de dados; e o Festival É,Faz&Fala., maior evento de branding, inovação e brasilidade que teve sua 2ª edição no segundo semestre de 2025. Sobre Ana Couto: Ana Couto é CEO da agência anacouto, da plataforma de educação LAJE, da ferramenta de gestão contínua Valometry e do É,Faz&Fala., movimento que conecta branding, inovação e brasilidade. Referência em branding (da estratégia à execução) no Brasil, a agência anacouto já ajudou a impulsionar o valor de marcas como CBF, Havaianas, Cosan, Raízen, Brastemp, iFood, Eletromidia e muitas outras. Autora do best-seller A (R)evolução do Branding (ed. Gente), com mais de 10 mil cópias vendidas e 1º lugar como livro de negócios no país e finalista do Prêmio Jabuti 2024, Ana Couto acumula mais de 50 prêmios.
BetMGM lança campanha “Jogue em Outro Nível” para nova plataforma de apostas esportivas no Brasil
A BetMGM Brasil, plataforma de apostas esportivas e cassino online, apresenta a campanha “Jogue em Outro Nível”, para lançar sua nova plataforma proprietária de apostas esportivas pensada para o consumidor brasileiro. A campanha, criada pela Artplan, com produção da Bicycle e direção de Jones & Tino, traduz a novidade da marca de forma cinematográfica e envolvente. No filme, acompanhamos jogadores em diversos ambientes que se transformam de maneira lúdica à medida que o jogo avança. Após lances inspirados, a jornada ganha ritmo pelas ruas da cidade e culmina em um estádio monumental, vibrante e lotado. A metáfora é clara: jogar na BetMGM é elevar o nível, saindo do comum para uma experiência de entretenimento inigualável. “A campanha traduz a evolução da BetMGM no Brasil: mais do que uma nova plataforma, estamos entregando uma experiência esportiva all-inclusive para o consumidor, mais fluida, mais envolvente e pensada para quem busca entretenimento de alta qualidade. O filme materializa nosso compromisso de realmente elevar a jornada do jogador, do primeiro acesso à experiência completa com a marca”, afirma Ana Paula Castello Branco, CMO da BetMGM Brasil. “‘Jogue em Outro Nível’ é um convite para sair do básico. Assim como no filme, a BetMGM propõe uma experiência esportiva mais emocionante, mais moderna e em um novo patamar”, revela Marcello Noronha, CCO da Artplan. A comunicação teve estreia oficial em 28 de janeiro e inclui filme hero, peças digitais, OOH e conteúdos sociais voltados a apresentar as novidades e diferenciais da plataforma. “Nossa nova plataforma foi desenhada sob medida para o comportamento do brasileiro, unindo a nossa paixão por esportes à excelência de uma gigante do entretenimento global. Aliamos esse entendimento cultural a uma interface que prioriza fluidez, rapidez e uma jornada intuitiva. Com total autonomia tecnológica, agora temos agilidade inédita para lançar funcionalidades e ferramentas de forma contínua. ‘Jogue em Outro Nível’ reflete nossa obsessão em transformar cada interação em uma experiência digna dos maiores espetáculos do mundo”, complementa Ana Paula. Assista ao filme: FICHA TÉCNICA Agência: Artplan Anunciante: BetMGM Campanha: Plataforma de Esportes CMO: Ana Paula Castello Branco Head of Brand & Creative: Loreta Caporrino Brand & Creative Manager: Tamara Ribeiro Marketing Manager: Igor Pinheiro PR Manager: Ludmila Fernandes CCOs Grupo Dreamers: Rodrigo Almeida e Rafael Gil CCOs Artplan: Marcello Noronha, Rodrigo Almeida e Rafael Gil Diretor Executivo de Criação: Alex Adati Direção de Criação: Victor Emeka e Pedro Maneschy Criação: Victor Emeka, Pedro Maneschy, João Stille, Philippe Lacerda, Ralph Andrade, Vinicius Ferreira e Juan Leiros Head de Negócios: Anna Sant’Anna Direção de Negócios: Saulo Colasanti Negócios: Camile Azambuja, Julia Reis e Gabriel Carrasco Head de Planejamento: Paulo Vita Planejamento: Thais Sumida, Raquel Policastro, João Saragô, Lucas Lerner e Patrícia Santos Mídia: Leonardo Araujo, Danielle Bibá, Letícia Ferrer, Marcelo Lemos, Letícia Barbosa, Valentina Marcondes e Julio Cordeiro Diretora de Creative Data: Carolina Amorim Creative Data: Victor Lebro e Polly Amorim Diretora Geral de Produção Grupo Dreamers: Camila Naito Diretor Audiovisual: Felipe Cunha Produtora Sênior Audiovisual: Lilian Santos Diretor de Produção: Bruno Werner Produtor Sênior: Daniel Soriano Produtora Digital: Lais Mantovani Produtora de Imagem: Bicycle Direção: Jones & Wudd Produção Executiva: Nathan Marino Head de Produção: Renata Munaretto Executiva de Atendimento: Maria Clara Gonçalves Coordenação: Alex Missaka 1º Assistência de Direção: Camila Ferreira Andreoni 2º Assistência de Direção: André de Marins Peixoto 2º Assistência de Direção POA: Mariana Frantz e Patricia Schirmer Direção de Fotografia: Juliano Lopes Fortes 1º Assistência de Câmera: Marcelo Ostrovski Bevilacqua 2º Assistência de Câmera: Gabriela Bortolon De Oliveira Direção de Fotografia 2ª un: Joao Batista Frohlich 1º Assistência de Câmera 2ª un: Luiz Augusto Metzner 2º Assistência de Câmera 2ª un: Valmir Cunha De Freitas Junior Drone: Luiz Ricardo de Oliveira Freitas Making Of: Amanda Lucchese Som Direto: Guilherme Cássio dos Santos Direção de Produção: Daniel Lombardi Direção de Produção: Maria Eduarda Caldeira Brino Assistência de Produção: Sofia Lombardi Assistência de Produção: Lara Liziane Kupzinski Ferreira Platô: Marcelo de Menezes Cachapuz Ajudante de Produção: Jones silva de Oliveira; Marcelo Pasin; Adriano Pereira; Maycon Rocha Mariense De Oliveira; Charles Machado Nunes; Pedro Henrique de Godoi Ferreira Produtor de Locação: Bruno De Souza Palaoro Assistente de Locação: Carolina Ely Arantes; Victor Curi Aiub Miranda Coreógrafo: Tulio Tibete Pasquali Conceição Direção de Arte: Ana Amélia Medeiros Henriques Assistência de Arte: Natália Mendonça Produção de Objetos: Samir Sandro de Souza scherer Assistência de Objetos: Mateus Felipe Ramos dos santos Figurinista: Isadora Bertolucci Assistente de Figurino: Samara Raquel Pereira da Silva (Samy); Luana Meneghel Santana Maquiadora: Aline Conceição Lucas Matias Asst Make: Natália Rosés Marangoni; Morenique Vianna; Desiree de Souza do Valle Chefe de Elétrica: Roberto Ramos Chefe de Maquinária: Carlos Leandro Nogueira da Rosa Produção de Alimentos: Adriana Mercanti Grazziani Sobreira Produção de Elenco: Cintia Capelano Assistente de Elenco: Laercio Franciolli Figuração: Fabiane Vanessa Costa Fernandes Assistente de Elenco: Marilia; Andreia Pós Produção: Nash Edit: Henrique José Color: Osmar Jr. Finalização: Rafael Bozzi Produtora de áudio: Raw AudioDireção Musical: Hilton RawProdução Musical: Hilton Raw; Fernando Forni, Ricardo Pinda e Rogerinho PereiraSound Design e Mixagem: Enrico Maccio e Philip BraunsteinProdução Executiva: Carol PeternelliCoordenação: Robério Barbosa Fonograma Obra: Faz a Linha Intérpretes: Surra de Rima, Chico Correa e Jéssica Caitano Autores: Chico Correa e Jéssica Caitano Selo: Rebanho Editora/gravadora: YB Music Licenciamento por IMAN Diretora Executiva: Marcela Santos Supervisora Musical: Juliana Pinto
Nova tecnologia promete reduzir efeitos colaterais no tratamento do câncer no Brasil
Em pleno mês dedicado ao combate ao câncer, o Brasil anuncia um marco histórico na área da saúde com a construção do Centro de Protonterapia Mário Kroeff, o primeiro do país e da América Latina. O projeto, liderado pela Fundação Severino Sombra (FUSVE) em parceria com a empresa belga IBA – Ion Beam Applications, terá sede na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio de Janeiro, e contará com investimento superior a R$ 400 milhões. A iniciativa posiciona o Brasil entre os grandes polos mundiais de inovação em oncologia, reforçando o compromisso nacional com avanços científicos e tecnológicos voltados ao tratamento do câncer. O anúncio ganha ainda mais relevância por ocorrer às vésperas do Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, data que mobiliza governos, instituições e sociedade em torno da conscientização e da busca por soluções eficazes contra a doença. A protonterapia é considerada uma das mais avançadas modalidades de radioterapia, capaz de direcionar a radiação com altíssima precisão ao tumor, preservando os tecidos saudáveis ao redor. Essa tecnologia reduz efeitos colaterais e amplia as possibilidades terapêuticas, especialmente em casos pediátricos e tumores complexos próximos a órgãos vitais. Atualmente, apenas países como Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, Japão e China oferecem esse recurso em larga escala. “Este projeto simboliza um passo transformador para o Brasil. Ao trazer ao país uma tecnologia de ponta e estruturar um centro com vocação científica e internacional, reafirmamos nosso compromisso com a inovação, a excelência acadêmica e a ampliação do acesso a tratamentos de alta complexidade”, afirma Gustavo Oliveira do Amaral, presidente da FUSVE. O centro será instalado em uma área de 15 mil metros quadrados e homenageará o médico Mário Kroeff, um dos fundadores do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Além do atendimento clínico de alta precisão, o projeto terá vocação científica, com foco em pesquisa avançada, formação especializada e integração em consórcios internacionais de inovação em terapia por partículas. A implantação contará com o sistema Proteus®ONE, de última geração, fornecido pela IBA, líder global em soluções de protonterapia, sendo uma futura aliada ao sistema único de saúde (SUS). O acordo inclui operação e manutenção plurianual, assegurando atualização contínua e alinhamento com os avanços mais recentes da oncologia radioterápica mundial. “O projeto vai gerar não apenas uma nova onda tecnológica no tratamento do câncer no Brasil, mas também servirá como plataforma para impulsionar a região. Além disso, coloca a FUSVE no mesmo nível tecnológico dos grandes centros oncológicos do mundo”, destaca Mauro Ferreira, vice-presidente da IBA para a América Latina. A precisão terapêutica é um dos maiores diferenciais da protonterapia. Ao utilizar prótons em vez de raios X, a técnica permite maior controle na entrega da dose e reduz danos aos tecidos saudáveis. O físico médico Hélio Salmon, especialista em Radioterapia pelo Hospital Sírio-Libanês e responsável técnico pelo projeto, reforça: “O centro brasileiro será implementado com tecnologia de ponta, não devendo nada aos melhores centros globais.”
Tigre é o novo patrocinador do Comitê Olímpico do Brasil e reforça apoio ao esporte nacional
A Tigre, multinacional brasileira líder em soluções para construção civil e cuidado com a água, e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) anunciam acordo de patrocínio pelos próximos três anos. O acordo prevê apoio a atletas e modalidades ligadas à água, uma escolha estratégica que dialoga como o propósito da marca de “cuidar da água para transformar a qualidade de vida das pessoas”. A Tigrese soma a um grupo de empresas que acreditam no esporte como vetor de desenvolvimento, projeção internacional e construção de valor. Com mais de oito décadas de atuação e há mais de 20 anos como a marca mais lembrada da construção civil, a companhia construiu uma trajetória pautada pela originalidade, qualidade de seus negócios e visão de longo prazo, consolidando sua marca em todo o território nacional. Ao apoiar o Comitê Olímpico do Brasil, amplia sua atuação institucional e fortalece a conexão com os valores do movimento olímpico, como excelência, disciplina e superação, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento dos atletas brasileiros. “Mais do que um patrocínio, a parceria entre Tigre e COB simboliza o encontro de duas instituições brasileiras com alcance global, unidas por valores sólidos e pelo compromisso de gerar impacto positivo. Ao investir no esporte olímpico, a Tigre reforça seu papel como uma empresa que, além de desenvolver soluções que impactam a vida das pessoas, contribui para a construção de legado, orgulho e inspiração para a sociedade brasileira”, afirma Klecios Souza, Diretor Executivo de Negócios Brasil do Grupo Tigre. “Ter a Tigre como nova patrocinadora do Comitê Olímpico do Brasil é motivo de enorme orgulho. Assim como o Time Brasil, a Tigre tem uma grande identidade nacional e busca excelência e performance. Através dessa parceria, fortaleceremos ainda mais nossa conexão com todos os brasileiros”, diz Manoela Penna, Diretora de Comunicação, Marketing e Valores Olímpicos do COB. A iniciativa também conecta a companhia a eventos relevantes do ciclo olímpico em regiões de interesse, como os Jogos Sul-Americanos, que acontecem em setembro, na Argentina, e os Jogos Pan-Americanos, em 2027, no Peru, acompanhando a atuação internacional da Tigre e sua estratégia de crescimento regional. Hoje, o Grupo conta com aproximadamente 10 unidades de negócios no Brasil e 11 no exterior, localizadas na Argentina, Chile (Tigre ADS), Bolívia, Estados Unidos, Paraguai, Peru e Uruguai. “A relevância que a Tigre construiu ao longo de seus quase 85 anos é resultado de uma estratégia consistente, com foco em crescimento sustentável ancorado em performance e qualidade. O patrocínio ao Comitê Olímpico Brasileiro marca o início de um novo ciclo para a companhia, alinhado à nossa atuação nas Américas e às grandes jornadas esportivas que antecedem os Jogos de Los Angeles 2028”, afirma Luis Felipe Dau, presidente da Tigre. “Ao apoiar o esporte olímpico, reafirmamos nossa confiança no potencial do Brasil para muito além dos negócios e associamos nossa marca a valores que também orientam a forma como operamos, sempre pautados por alto desempenho, inovação e visão de futuro”, completa o executivo. “A chegada da Tigre ao Movimento Olímpico não é só um reforço para o desenvolvimento do esporte brasileiro neste ciclo, rumo a Los Angeles 2028. É uma demonstração prática do que acreditamos ser ideal para alcançarmos nossa tão sonhada Nação Esportiva, fortalecendo também Confederações Brasileiras, através do programa olímpico de patrocínio COB+LA2028, que lançamos ano passado. Ter o apoio de uma empresa do tamanho da Tigre, com reconhecimento internacional, é motivo de orgulho para todo Movimento Olímpico no Brasil. Que seja uma parceria longa e de muito sucesso”, disse Marco La Porta, Presidente do Comitê Olímpico do Brasil. A parceria com o COB reforça uma trajetória consistente da Tigre no incentivo ao esporte nacional. A companhia já apoiou iniciativas de grande visibilidade, como o Campeonato Brasileiro de Futebol, a Copa América e, durante anos, apoiou o Joinville Volei, liderado pelo craque Giovane Gávio, e o Joinville Esporte Clube, período em que o time se sagrou campeão catarinense por oito anos seguidos. A Tigre, por meio do Instituto Carlos Roberto Hansen (ICRH), patrocinou a Galeria Olímpica, localizada em Manaus, e apoia algumas modalidades paralímpicas, que trouxeram mais de uma dezena de Medalhas de Paris, demonstrando seu compromisso com o fortalecimento do esporte como ferramenta de desenvolvimento social e inspiração.
Coca-Cola FEMSA Brasil leva ativações exclusivas e garante selo de Evento Neutro à 30ª edição do Planeta Atlântida
A Coca-Cola FEMSA Brasil, uma das maiores fabricantes de produtos Coca-Cola no mundo em volume de vendas, traz novidades como patrocinadora master do Planeta Atlântida 2026, em parceria com a Coca-Cola Brasil, com destaque para as ativações e atrações exclusivas dos espaços Coke Studio na arena e na área VIP dos camarotes. A 30ª edição do maior festival de música e entretenimento da Região Sul será realizada nos dias 30 e 31 de janeiro, na sede da Saba, na praia de Atlântida (RS). A companhia ainda será responsável por garantir o selo de ‘Evento Neutro’, neutralizando a emissão de carbono total do evento por meio da obtenção de créditos e o apoio a projetos de energias renováveis. A iniciativa vai ao encontro da agenda ESG da Coca-Cola FEMSA Brasil e do Sistema Coca-Cola, que tem a sustentabilidade como um dos pilares principais da operação. Realizada em parceria com a Eccaplan, a obtenção do selo ‘Evento Neutro’ é obtida por meio da redução, quantificação e compensação da emissão total de carbonos, desde o período de montagem, ao longo dos dias de evento, até a conclusão do período de desmontagem. A quantificação leva em conta os deslocamentos das equipes de trabalho e do público – estimado em cerca de 35 mil pessoas a cada noite – além de toda a geração de resíduos que emitem gases do efeito estufa. As emissões são quantificadas em quilos de CO2 usando uma metodologia reconhecida internacionalmente. A partir desse cálculo, a empresa parceira escolhe um projeto ambiental certificado que tenha compensado a mesma quantidade de carbono emitida pelo festival, garantindo o apoio a essa iniciativa. A iniciativa recebe investimento financeiro da companhia para a obtenção de créditos de carbono, certificando o evento com o selo e certificado de Evento Neutro com rastreabilidade da ação. A gestão e coleta seletiva dos resíduos, além do encaminhamento correto dos materiais recicláveis também fazem das iniciativas parte para garantir a sustentabilidade do Planeta Atlântida 2026. A Head de Comunicação Externa e ESG da Coca-Cola FEMSA Brasil, Fabiana Taislam, celebra a viabilização e conquista do selo Evento Neutro para o festival, justamente na sua edição histórica de 30 anos. “A sustentabilidade é uma frente estratégica importante para a Coca-Cola FEMSA Brasil. Para além das práticas já implementadas em nossas operações, temos o compromisso de promover a conscientização e incentivar o engajamento coletivo em torno da pauta ambiental e do consumo consciente. Tornar o Planeta Atlântida em um evento carbono neutro marca um avanço relevante e reforça o papel da companhia em iniciativas que geram impacto positivo”, afirma Fabiana. A Coca-Cola FEMSA Brasil se orgulha de apoiar iniciativas que conectam entretenimento e responsabilidade ambiental, aproximando pautas urgentes da realidade do público. O selo Evento Neutro reforça o compromisso da companhia com a construção de um futuro mais sustentável, promovendo experiências conscientes também nos grandes eventos. Ativações exclusivas e show surpresas na arena e camarote Coke Studio Ativação já consagrada entre os planetários, a Arena Coke Studio, localizada na pista do festival, promete ser uma festa à parte, com uma programação intensa de DJs que vão colocar o público para dançar do início ao fim do evento. Para tornar essa experiência ainda mais especial, o espaço traz uma novidade nesta edição. Além das apresentações de um line-up de peso e dos melhores sets para quem curte a parte frontal da ativação, a Arena Coke Studio contará com um espaço interno exclusivo, batizado de Coke Spot. Para acessar essa área reservada, o público deverá escanear os QR Codes que estarão espalhados entre os promotores da marca. Quem encontrar o QR Code correto garante acesso ao Coke Spot, que contará com uma programação diferenciada e uma pista ainda mais “quente”, próxima ao DJ, criando uma atmosfera única para os visitantes. Além disso, o espaço da marca contará com a tradicional distribuição de icônicos bucket hats da marca. Também estão previstos shows-surpresa de artistas nacionais, prometendo momentos imperdíveis nas duas noites de festival na Arena Coke Studio. “O Planeta Atlantida é o cenário perfeito para apresentar a força do nosso portfólio, com marcas que acompanham diferentes ocasiões de consumo. Mais do que presença, queremos relevância e conexão real com o público do Festival. A cada edição buscamos elevar o nível das experiências, combinando tecnologia, interatividade e dando aos ‘planetários’ ainda mais motivos para voltar no próximo ano”, comenta Raquel Ribeiro, head de marketing da Coca-Cola Brasil. Na pista do evento, no caminho até o palco principal, o público poderá vivenciar a ativação refrescante de Sprite. No local, os jovens encontrarão um game que é tendência no TikTok. Para participar, será preciso parar o marcador de temperatura exatamente no nível mais baixo e refrescante indicado no visor. Quem acertar poderá ganhar prêmios da marca exclusivos; quem não conseguir, ainda assim, receberá um sampling de Sprite bem gelada para se refrescar. Já na área VIP do festival, fica o Camarote Coke Studio, espaço onde a marca recebe convidados e clientes especiais e que também se transforma em palco para shows-surpresa durante os intervalos das apresentações do palco principal. Enquanto acontece a troca de equipamentos e a montagem do próximo artista, a festa migra para o Coke Studio, com DJs e bandas surpresa colocando o público para dançar e cantar sem parar. O DJ Cabeção é o curador e responsável pelo line-up tanto do camarote quanto da Arena Coke Studio. O Gerente de Experience & Prestige Accounts da Coca-Cola FEMSA Brasil, Luciano Sá, destaca que as atrações da marca visaram proporcionar experiências aos planetários, com ativações que ganham mais destaque a cada ano dentro do festival. “Estamos presentes nos maiores festivais de música do Brasil com a plataforma Coke Studio, proporcionando experiências, interação e muita diversão. Além de reforçar nosso portfólio, que atende todas as ocasiões de consumo, queremos proporcionar uma grande festa que ficará na memória de quem aproveitar nossas ativações, tanto na Arena quanto na área VIP dos camarotes do festival.”, afirma Sá. A quarta ativação exclusiva da Coca-Cola FEMSA Brasil é o bar de Schweppes, onde a mixologia e os drinks exclusivos preparados pelos bartenders são os grandes protagonistas.
OOH redefine o cenário urbano e projeta o futuro para 2026
Por Marcela Fróes da Motta Mattos Em um mundo onde a atenção é disputada segundo a segundo e onde as telas dos smartphones já operam em estado de saturação a mídia OOH (Out off Home) reafirma sua relevância ao ocupar os espaços urbanos de forma inteligente, criativa e cada vez mais conectada. O que antes era visto como um meio complementar hoje se consolida como parte estratégica dos planejamentos de mídia, impactando o público em tempo real e dialogando diretamente com o contexto da cidade. A transformação do OOH nos últimos anos foi acelerada pela tecnologia. De painéis estáticos a experiências interativas, dados e inteligência artificial, a mídia exterior deixou de ser apenas presença para se tornar experiência, performance e conversa com o consumidor final. DOOH como protagonista do crescimento A principal tendência global do setor e que segue ganhando força rumo a 2026 é o Digital Out of Home (DOOH). Telas digitais conectadas, programáticas e dinâmicas transformaram a forma como marcas se comunicam nas ruas. A possibilidade de atualizar campanhas em tempo real, personalizar mensagens por contexto, horário, clima ou localização coloca o OOH definitivamente em sintonia com a lógica da mídia digital. As expectativas para 2026 indicam que o DOOH continuará sendo o principal motor de crescimento do OOH, ampliando sua participação no mix de mídia global e nacional. Mais do que um formato, ele se consolida como uma plataforma de comunicação viva, capaz de reagir ao ambiente urbano e aos comportamentos das pessoas. Dados, contexto e integração omnichannel À medida que avançamos para 2026, campanhas OOH tendem a ser cada vez mais orientadas por dados de geolocalização, mobilidade, comportamento e audiência em tempo real. A integração com dispositivos móveis fortalece estratégias omnichannel, permitindo que o impacto das ruas se desdobre em múltiplos pontos de contato. QR Codes, ativações geolocalizadas, sincronização com campanhas digitais e cruzamento com dados de navegação tornam o OOH um elo fundamental entre o mundo físico e o digital. O meio deixa de ser apenas topo de funil e passa a atuar também como gerador de tráfego, engajamento e consideração. Sustentabilidade e gentileza urbana ganham protagonismo A chamada “onda verde” já faz parte da realidade da mídia exterior e deve se intensificar nos próximos anos. Projetos de Gentileza Urbana, que incorporam materiais recicláveis, estruturas verdes, energia limpa e devolutiva social para as cidades, ganham cada vez mais espaço nos grandes centros urbanos. Em 2026, a expectativa é que sustentabilidade deixe de ser diferencial e passe a ser critério de escolha — tanto para marcas quanto para exibidores. A mídia exterior assume um papel que vai além da comunicação: ela participa da construção de cidades mais humanas, inteligentes e visualmente qualificadas. OOH no Brasil: resiliência, crescimento e inovação No Brasil, um país de dimensões continentais e grande diversidade urbana, o OOH segue demonstrando resiliência e capacidade de adaptação. Dados do CENP Meios indicam crescimento contínuo da participação da mídia exterior nos investimentos publicitários, reforçando sua relevância no cenário nacional. As grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba — continuam sendo vitrines de inovação, com forte presença de DOOH e projetos que integram mídia, experiência e urbanismo. Mais do que comprar espaços, marcas passam a enxergar o OOH como parte da jornada do consumidor urbano, conectando presença física, storytelling e tecnologia. De mídia tradicional a hub de inovação Historicamente, o OOH sempre teve grande impacto por seu alcance massivo e presença física. O que muda agora — e se consolida em 2026 — é sua capacidade ampliada de mensuração, criatividade e integração. Hoje, o OOH é mídia de branding, performance, ativação e experiência. De um meio tradicional, ele se transforma em um hub de inovação, combinando dados, design, tecnologia e impacto urbano. Em um cenário hiperconectado e individualizado, a mídia exterior resgata o valor do coletivo, do espaço público e da comunicação compartilhada. O futuro já está nas ruas O desafio para o(s) próximo(s) ano(s) será seguir avançando em métricas, atribuição e integração com o digital, sem perder a essência do OOH: ser uma mídia urbana, humana e presente no cotidiano das pessoas. Olhando para 2026, o futuro da mídia exterior já não é uma promessa — ele já está nas ruas, e é um futuro mais inteligente, dinâmico, sustentável e conectado do que nunca. Marcela Fróes da Motta Mattos (*) é formada em Comunicação Social e Diretora Comercial da Midialand, empresa de mídia exterior com atuação nos três estados da Região Sul, com exclusividade de mídia no transporte público de Curitiba e referência em mídia de concessão rodoviária com operação em quase 2 mil km de rodovias do Paraná.
5 fatos que provam como dados e IA estão redesenhando o trabalho
Por Ricardo Cappra A adoção de dados e inteligência artificial nas organizações entrou em uma nova era. Após anos marcados por promessas de eficiência, cresce agora entre líderes a percepção de que a tecnologia, por si só, não resolve dilemas organizacionais. Em 2026, o debate se concentra menos nas ferramentas e mais na atenção à maneira como as decisões são mediadas, distribuídas e assumidas nas empresas. Nesse contexto, ganha força a necessidade de um diálogo contínuo entre executivos, conselhos e equipes que já atuam em ambientes decisórios híbridos, com uma relação de interdependência humano-máquina. A seguir, confira cinco movimentos que ajudam a compreender como dados e IA estão, na prática, redesenhando o mercado de trabalho: A pergunta “como acelerar a adoção de IA?” foi substituída por “o que realmente está funcionando e o que apenas tornou tudo mais complexo?”. Cresceu a consciência de que sistemas analíticos não devem ser avaliados somente por habilidades técnicas ou métricas funcionais, como acurácia ou performance computacional, mas por seu impacto organizacional. As conversas passam a girar em torno do valor dos dados, qualidade da informação, aperfeiçoamento contínuo das decisões, clareza de responsabilidades, redução de vieses e a coerência entre dados, estratégia e cultura. Outro movimento é o desconforto crescente das lideranças diante de decisões mediadas por sistemas. Modelos preditivos, recomendações automatizadas e agentes artificiais não são mais apenas suporte operacional, mas influenciam diretamente decisões estratégicas. Isso redefine o papel da liderança, uma posição que já não é a fonte exclusiva da decisão. Em 2026, o desafio de liderar é sustentar critérios, interpretar recomendações e assumir responsabilidade por escolhas híbridas. Entre os profissionais, o impacto é ainda mais ambíguo. O que projetamos para 2026 não é a substituição do trabalho intelectual, mas uma disputa silenciosa entre ampliação e empobrecimento cognitivo. Quem desenvolve pensamento crítico, capacidade interpretativa e consciência dos limites da tecnologia tende a ampliar a própria autonomia. Aqueles que apenas consomem respostas prontas geradas por IA tendem a perder autoria e profundidade. As próprias lideranças começam a reconhecer os limites da narrativa clássica do data-driven. Dados não são neutros. Algoritmos não são objetivos. E decisões nunca são puramente racionais. Em 2026, organizações mais maduras vão abandonar a busca por verdades automáticas e começar a construir critérios explícitos de interpretação. Em vez de tratados como respostas finais, dados serão compreendidos como elementos de mediação entre fatos, valores, narrativas e interesses. O movimento mais profundo é quando a Cultura Analítica deixa de ser um projeto formal e passa a orientar o cotidiano. Ela aparece nas perguntas feitas antes de uma análise, nos limites da automação, na revisão contínua de modelos e na decisão de interromper sistemas que já não fazem sentido. As organizações mais maduras não são as mais automatizadas, mas as mais reflexivas. *Ricardo Cappra é um pesquisador de cultura analítica, autor e empreendedor da área de tecnologia da informação, autor do livro “Híbridos: o futuro do trabalho entre humanos e máquinas”
O bem-estar não é mais diferencial para marcas
Por Filippo Vidal, Sócio e Diretor da FutureBrand São Paulo* O mundo e o Brasil vivem um paradoxo quando o assunto é saúde e alimentação. De um lado, aumentam os indicadores de má nutrição e doenças crônicas, com a OMS projetando que, até o final de 2025, teremos globalmente 2,3 bilhões de adultos acima do peso – entre estes, 700 milhões com obesidade – do outro, depois da pandemia, a preocupação com saúde vem crescendo. Entretanto, transformar essa preocupação em prática concreta continua sendo um desafio para a maior parte da população. Em um mundo de alimentos ultraprocessados, comer saudável tornou-se um percurso repleto de obstáculos. Segundo a pesquisa Food Barometer 2024, 35% das pessoas preferem alimentos prontos por falta de tempo; 61% escolhem o que vão comer baseados principalmente no sabor – resultado de anos de exposição a alimentos ricos em açúcar, sal e gordura que “viciam” o paladar; 73% decidem a compra pelo preço; e 20% poderiam consumir produtos mais sustentáveis se recebessem instruções simples, evidenciando o impacto da desinformação e das dietas da moda que proliferam no digital. Ao mesmo tempo, o universo do bem-estar explodiu em interesse e oferta. A evolução histórica do termo, desde sua popularização nos anos 2000, passando pelo boom na web entre 2010 e 2015, pela fase “wellness é o novo luxo” antes da pandemia e pela hiper aceleração em 2020, mostra como o conceito se transformou em condição sine qua non, influenciando áreas como alimentação, beleza, saúde mental e performance. Essa popularização também se reflete em buscas e consumo. De acordo com dados da Timelens, entre 2020 e 2024, houve mais de 300% de aumento no interesse em buscas por suplementos em goma, categoria que ganhou +700 novos SKUs em apenas quatro anos. O mercado brasileiro de vitaminas, suplementos e nutrição esportiva, segundo o Euromonitor, já movimenta cerca de R$ 20 bilhões. Esse crescimento atraiu empresas de todos os setores, especialmente o farmacêutico, de nutrição esportiva, bebidas, alimentos, marcas digitais e o de creators. Isso criou uma disputa acirrada pela atenção do consumidor. Ao mesmo tempo, essa multiplicação de players diluiu o significado de “bem-estar”: hoje, o termo aparece associado a praticamente tudo nas redes sociais, de skincare aos treinos, de receitas funcionais a velas aromáticas. O que deveria representar uma busca por saúde concreta tornou-se um guarda-chuva indefinido, ocupado por marcas que muitas vezes não entregam impacto real. A conclusão que enxergo de todos esses dados é direta: o mercado do bem-estar perdeu nitidez porque foi inflado demais. Atualmente, apenas marcas com visão consistente e impacto tangível conseguem gerar confiança. Acredito que não há um formato, uma organização de portfólio ou uma estética única capaz de garantir relevância, em outras palavras, não existe a famosa “receita de bolo”. O que sustenta um posicionamento de marca é a capacidade de construir coerência entre propósito, produto e prática, e de responder com coragem às necessidades reais do consumidor, que vão muito além do hype dos suplementos ou das embalagens mais cleans. Se o bem estar já não diferencia mais ninguém, o futuro dos alimentos e das marcas que operam nesse segmento depende de devolver significado ao termo. Em um mercado saturado de promessas, o que realmente importa não é quem fala de wellness, mas quem entrega saúde de modo efetivo, acessível e consistente. O alimento do futuro não será o mais funcional nem o mais fotogênico, mas o mais honesto e capaz de melhorar a vida das pessoas de maneira comprovável. *Nascido e criado na Itália, Filippo construiu uma extensa carreira internacional, vivendo em países como África do Sul, China, Espanha e atualmente no Brasil. Chegou na FutureBrand São Paulo em 2018, trazendo um olhar estratégico para projetos locais e internacionais. Em 2022 foi convidado a se tornar sócio da FutureBrand, sendo responsável por aprimorar a conexão da consultoria com os outros escritórios do ecossistema global da FutureBrand e liderando o processo de internacionalização de diversas marcas nacionais e estrangeiras.
Grupo Pastore apresenta nova identidade da Pastore Operadora e reforça expansão no mercado B2B
O Grupo Pastore, com mais de 30 anos de mercado, anuncia a nova identidade visual da Pastore Operadora, movimento que marca uma etapa estratégica de reposicionamento da companhia e reforça sua atuação no mercado B2B. O lançamento acontece em um momento estratégico para o grupo, que registrou o cadastro de mais de 200 agências de viagem no último ano, consolidando sua presença junto ao trade turístico e ampliando sua atuação em 2025. A nova identidade própria da Pastore Operadora reflete a evolução da estrutura do grupo e acompanha a organização dos processos internos, a definição de fluxos comerciais e a formação de uma equipe dedicada ao relacionamento com o trade. Em 2025, essa frente ganhou ainda mais robustez, com foco em eficiência operacional e expansão da base de agências parceiras, especialmente nas regiões de São Paulo e Santos. Para Rodrigo Pastore, co-CEO e sócio do Grupo Pastore, o reposicionamento simboliza um movimento natural de uma empresa em constante evolução. “Nosso foco como operadora é atuar lado a lado com as agências, oferecendo estrutura, conhecimento e suporte para que elas possam vender com segurança e eficiência. A Pastore sempre teve uma atuação muito próxima das agências, entendendo suas necessidades e apoiando o dia a dia da operação. Esse movimento fortalece nosso papel como operadora e mostra o quanto acreditamos em uma relação de parceria, construída no longo prazo e com resultados para todos”, pontua Pastore. Ao longo de 2026, o Grupo Pastore continuará investindo no fortalecimento de sua atuação B2B, ampliando o relacionamento com o trade e consolidando a Pastore Operadora como um parceiro estratégico na operação de viagens, agregando seu olhar especializado sobre o público 50+ e know-how de quem foi pioneiro no setor e compreende as necessidades e desejos desse público, mantendo a excelência no atendimento como pilar central do negócio. Com mais de 30 anos de trajetória, o Grupo Pastore se estabelece com um ecossistema de cinco marcas que atuam de forma complementar no setor. A Pastore Operadora concentra a atuação B2B, com atendimento exclusivo às agências de viagem e empresas, oferecendo suporte comercial e operacional para a comercialização e execução dos produtos do grupo e demandas personalizadas de grupos privativos. Já a Pastore Turismo é a agência especializada em viagens exclusivas em grupo para o público 50+, responsável pelo desenvolvimento de roteiros completos, acompanhados e cuidadosamente planejados. Completam o ecossistema a Pastore Travel, agência voltada a viagens personalizadas e roteiros sob medida; a Pastore Luxury, marca premium focada em experiências exclusivas e serviços de alto padrão; e a Pastore DMC Brazil, especializada no atendimento a agências internacionais interessadas em operações completas e experiências autênticas no Brasil.
Campanha “Chega de Ligação Falsa” revela como brasileiros enxergam a responsabilidade sobre golpes telefônicos
Golpes por telefone fazem parte da rotina de milhões de brasileiros. Afetam pessoas em diferentes contextos e deixam uma pergunta recorrente no ar:Afinal, quem é responsável quando uma ligação falsa acontece? Para ampliar esse debate, a campanha “Chega de Ligação Falsa”, uma iniciativa da DMA (Digital Made Accessible), voltou às ruas de São Paulo para ouvir a população e provocar reflexão sobre o tema. A proposta é ampliar o entendimento coletivo sobre a fraude digital sem apontar culpados ou emitir julgamentos, buscando compreender como as pessoas percebem a responsabilidade diante dos golpes telefônicos e em que momento a fraude deixa de ser uma ameaça abstrata e passa a fazer parte da experiência cotidiana. Durante as abordagens, além de questionar quem deveria evitar esse tipo de crime, a equipe explorou a percepção sobre a responsabilidade quando o golpe ocorre e quem deve arcar com o ressarcimento em caso de prejuízo financeiro. As respostas foram diversas e, muitas vezes,contraditórias: para alguns entrevistados, a prevenção e a reparação cabem aos bancos e instituições financeiras; para outros, ao governo, às empresas ou ao próprio consumidor. Houve ainda quem apontasse que, na prática, ninguém assume integralmente a responsabilidade pelos danos causados. Entre setembro de 2024 e agosto de 2025, estima-se que 1 em cada 3 brasileiros tenham sido vítimas de golpes digitais, o que representa mais de 56 milhões de pessoas e perdas superiores a R$ 111,9 bilhões, de acordo com o Datafolha. “As entrevistas revelam como a percepção de responsabilidade muda conforme a experiência deixa de ser distante e se torna pessoal. Estamos diante de um tema que não se resolve com respostas simples. Ouvir a sociedade é um passo essencial para qualificar o debate público e ampliar a compreensão sobre riscos, responsabilidades e caminhos possíveis de prevenção”, afirma Flávia Pollo Nassif, CEO da DMA. As opiniões registradas refletem percepções e experiências individuais dos participantes. Não representam verdades absolutas nem o posicionamento institucional da DMA, mas ajudam a evidenciar a complexidade do tema e como diferentes vivências influenciam a forma de enxergar o problema. “A escuta é a premissa central da campanha. Na primeira fase, fomos às ruas para ouvir pessoas que já viveram um golpe ou acompanharam de perto a experiência de alguém próximo, histórias reais, sem filtro. Nesta segunda etapa, avançamos na reflexão com teaser que contextualiza o tema e uma série de 13 filmes que apresentam diferentes percepções sobre um problema que afeta milhões de brasileiros”, destaca Fabio Bottini, VP de Marketing da DMA. Segundo a DMA, o objetivo da campanha “Chega de Ligação Falsa” é dar visibilidade ao debate e contribuir para a prevenção, estimulando a atenção aos sinais de fraude, o acesso à informação e a adoção de práticas de proteção no dia a dia. “Estar nas ruas, ouvindo pessoas reais, com histórias e opiniões tão diferentes, foi uma experiência muito forte. Não existe resposta certa quando falamos de golpes telefônicos, cada pessoa enxerga a responsabilidade a partir da sua própria vivência. Justamente por isso, ouvir sem julgar humaniza o debate e mostra que esse não é um problema individual, mas um desafio da sociedade como um todo”, afirma Renata Novaes, Gerente Sênior de CX em Telecomunicações da DMA, responsável pelas entrevistas realizadas em São Paulo. Assista a Campanha aqui! https://www.instagram.com/reel/DT3hy5AAv_X/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA%3D%3D