As mulheres que hoje estão à frente dos negócios ultrapassaram a fase da validação externa e passaram a demandar outro tipo de experiência nos eventos corporativos. Empreendedoras, executivas, líderes e decisoras valorizam tempo, profundidade e acesso e enxergam esses encontros como espaços de posicionamento e expansão estratégica. “Elas não procuram mais motivação. Procuram contexto, critério e conexão estratégica. Os eventos deixaram de ser entretenimento profissional para se tornarem ferramentas reais de decisão e crescimento”, afirma Carina Costa, idealizadora do ATIVA, evento internacional de empreendedorismo feminino idealizado em Portugal pela empresária e que teve sua primeira edição no Brasil, em novembro do ano passado, e retorna ao país em 2026.
Esse novo perfil evidencia o esgotamento dos formatos tradicionais de eventos de negócios, baseados em discursos genéricos sobre liderança feminina, painéis superficiais e networking sem intenção clara. “As mulheres rejeitam fórmulas prontas e ambientes que subestimam sua maturidade profissional. No ATIVA, participar do evento é uma decisão estratégica, motivada pelo acesso a pessoas e decisões relevantes, leitura de mercado e de futuro, expansão de repertório e construção de relações com potencial concreto de colaboração e negócio”, explica Carina.
A resposta do ATIVA a essa demanda se materializa em todas as etapas do projeto, desde a curadoria até a experiência final. Conteúdos, vozes, marcas, público e parceiros são selecionados de forma criteriosa, com experiências desenhadas para favorecer conversas relevantes e evitar dispersão ou ruído promocional. “As conexões no ATIVA não são acidentais. Criamos um ambiente onde o diálogo qualificado nasce de contexto compartilhado, não da simples troca de cartões. Isso faz com que as relações continuem depois do evento, com impacto real”, destaca.
Com presença internacional, o ATIVA amplia a visão de mercado, o acesso a outras realidades e a leitura de tendências globais, posicionando suas participantes em um ecossistema internacional de pensamento, negócios e influência. Essa lógica também redefine a relação com marcas e patrocinadores, que passam a atuar como parceiras estratégicas, e não apenas como expositoras. “O ATIVA não existe para agradar a todos, e isso é intencional. Ele existe para servir mulheres que sabem onde estão e onde querem chegar. Hoje, esse nível de clareza é o nosso maior diferencial”, conclui Carina Costa.