Karsten inaugura fábrica no Paraguai e consolida avanço de sua estratégia de internacionalização

A Karsten, gigante têxtil brasileira, inaugurou ontem, 26 de março, sua primeira fábrica fora do Brasil, em Minga Guazú, no leste do Paraguai. O movimento marca um novo capítulo na trajetória da companhia catarinense, que amplia sua presença industrial na América Latina e reforça uma estratégia de crescimento pautada por eficiência, escala e evolução do modelo de negócio, com avanço na gestão de marcas. A cerimônia de inauguração reuniu lideranças da companhia, autoridades locais e internacionais, evidenciando a relevância do movimento para a estratégia da empresa e para o desenvolvimento da região. Representaram a Karsten o CEO, Márcio L. Bertoldi; o diretor de operações, Adilson Kraeft; o gerente industrial no Paraguai, Rodrigo Prade; o diretor industrial, Evandro Burgel; a diretora de gente e gestão, Rosângela Schneider; e o membro do conselho João Karsten Neto. Também participaram o ministro da Indústria e Comércio do Paraguai, Marcos Riquelme; o presidente da Administração Nacional de Eletricidade (ANDE), Félix Sosa; e o cônsul honorário da Eslováquia, Charif Hammoud. A decisão de instalar a unidade no Paraguai segue uma diretriz estratégica da companhia, sustentada por um ambiente econômico estável, condições competitivas para a manufatura e uma posição logística relevante na região. A nova operação foi estruturada para fortalecer a base produtiva da Karsten, ampliar a capacidade de fabricação, especialmente na categoria de banho, e agregar flexibilidade industrial, em sinergia com as operações já consolidadas no Brasil. Com início das atividades em março, a unidade foi concebida para atender, neste primeiro momento, o mercado brasileiro, com potencial de expansão gradual conforme a evolução da demanda e a abertura de novos mercados. A operação também contribui para a economia local, com geração de empregos e capacitação técnica, e segue as diretrizes de governança, sustentabilidade, segurança e controle ambiental já adotadas pela companhia em suas demais unidades brasileiras.
Educação vira estratégia de marketplaces e techs para qualificar milhões de sellers no Brasil
No Brasil, abrir uma loja online pode levar apenas algumas horas. Na mesma velocidade, a ausência de educação financeira e de gestão estruturada é capaz de levar um negócio à falência. Com milhões de vendedores ativos em marketplaces no país, segundo estimativas do setor, o diferencial competitivo deixou de ser “quem entra primeiro” para ser “quem opera com inteligência”. O cenário é de alerta. Dados da SumUp apontam que 56% dos empreendedores nunca estudaram finanças, embora 92% sejam responsáveis pelo caixa. Paralelamente, uma pesquisa da Cielo revela que, embora 91% dos micro e pequenos empresários realizem algum controle financeiro, menos de um terço (33%) realiza esse acompanhamento diariamente, e mais de um quarto (27%) reconhece não ter conhecimento adequado em gestão financeira, fatores que podem comprometer a sustentabilidade e o crescimento das operações. Só na Shopee, há 3,3 milhões de vendedores, metade dos quais obtém a maior parte de sua receita diretamente pelo marketplace. Na Shein, o número de vendedores no Brasil chega a pelo menos 30 mil. O crescimento acelerado desse ecossistema amplia a demanda por qualificação técnica e gerencial. Esse modelo já é padrão em mercados maduros e representa investimento estratégico para empresas ao redor do mundo. Programas estruturados de formação garantem que usuários cresçam, compreendam o negócio e permaneçam no ecossistema. “O seller brasileiro é, antes de tudo, um desbravador. Porém, a falta de domínio sobre precificação, estoque, logística, fluxo de caixa e performance por canal ainda está entre os principais fatores de mortalidade das operações digitais”, analisa Claudio Dias, CEO da Magis5. “Percebemos que entregar a melhor ferramenta de automação não bastava. Era necessário ensinar como utilizá-la estrategicamente. Para nós, educação é infraestrutura de crescimento”. Segundo ele, o mercado já apresenta sinais de mudança. “Plataformas, hubs de tecnologia e marketplaces passaram a entender que não basta oferecer ferramentas. É preciso ensinar o vendedor a pensar como gestor, interpretar indicadores, estruturar processos e tomar decisões baseadas em dados”. Educação como extensão da tecnologia e conteúdo contínuo É nesse espaço, entre tecnologia e conhecimento aplicado, que a Magis5 vem estruturando uma nova frente de atuação. Conhecida por sua plataforma que integra marketplaces, ERPs e operações logísticas, a empresa ampliou seu ecossistema educacional, transformando dados, processos e ferramentas em aprendizado prático para quem vende online. “Você pode ter o melhor sistema do mundo, mas, se o seller não entende margem, giro, custos e desempenho por canal, ele continua operando no escuro”, afirma Dias. A iniciativa mais robusta é a Universidade Magis5, criada para formar o profissional que o mercado já demanda: o Gestor de Marketplace, capaz de operar múltiplos canais com domínio de estratégia comercial, tributação, precificação e eficiência logística. A adesão maciça do mercado valida a iniciativa. Com mais de 250 horas de conteúdo disponível, a plataforma soma pouco mais de 5.700 alunos matriculados e mais de 15 mil horas de aulas assistidas. Até o momento, mais de 1.500 certificados foram emitidos, formando uma nova safra de profissionais qualificados para liderar as grandes lojas oficiais. “Não ensinamos apenas a utilizar a plataforma. Ensinamos estratégia de e-commerce aplicada à realidade operacional”, reforça o CEO. A universidade foi estruturada para atender desde iniciantes até operações que já processam centenas ou milhares de pedidos por mês, com conteúdos sobre gestão multicanal, automação, integração com ERPs, análise de dados e escalabilidade. Além da formação estruturada, a estratégia educacional da Magis5 inclui produção contínua de conteúdo técnico e estratégico. Enquanto a universidade oferece aprofundamento e certificação, os canais de mídia cumprem o papel de atualização permanente, acompanhando mudanças regulatórias, novas tecnologias e transformações no comportamento do consumidor digital. O podcast Papo de Seller, iniciativa que reúne especialistas, executivos e empreendedores para discutir tendências e desafios do comércio digital, é um desses canais Temas como inteligência artificial, omnichannel, automação, meios de pagamento, gestão tributária e logística são analisados a partir da experiência prática de quem atua no setor. A integração dessas iniciativas consolida um modelo de aprendizado em três níveis: conteúdo aberto para atualização; formação estruturada para aprofundamento técnico; e tecnologia integrada para aplicação prática. Para a empresa, a estratégia tem efeito direto na sustentabilidade do setor. Sellers mais preparados reduzem erros operacionais, melhoram margens, diminuem churn e escalam com maior previsibilidade financeira. “Quanto mais qualificado é o vendedor, maior é o valor que ele extrai da tecnologia. Isso fortalece toda a cadeia digital”, conclui o CEO. A Magis5 desenvolve soluções que conectam marketplaces, ERPs e sistemas de gestão, permitindo que sellers controlem pedidos, estoque, preços e faturamento em um único ambiente, uma infraestrutura essencial para o chamado comércio unificado. Mais informações https://magis5.com.br Papo de Seller:https://www.youtube.com/@magis5lab Universidade Magis5:https://magis5.com.br/inscricao-universidade-magis5/
Educação movimenta R$ 16,4 bilhões em franquias e reforça expansão do setor no Brasil
Em meio à transformação do mercado educacional brasileiro e à crescente busca por modelos de ensino estruturados, o setor de franquias de educação segue em expansão no país. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que o segmento movimentou R$ 16,4 bilhões em 2025, com crescimento de 5,7% no acumulado do ano. O avanço ganhou força no último trimestre, quando o setor registrou alta de 11,1%, sinalizando aceleração na procura por serviços educacionais padronizados e modelos pedagógicos escaláveis. Dentro do universo do franchising, a educação representa hoje 7% das marcas entre as 50 maiores redes do país e 8% entre as 20 maiores microfranquias, indicando o peso crescente do segmento no mercado. Para especialistas e empresários do setor, o movimento reflete uma mudança mais ampla no comportamento das famílias e também dos investidores. Em um cenário de incerteza econômica, a educação passou a ser vista como um setor de longo prazo, menos sujeito às oscilações típicas de outros segmentos de consumo. Esse contexto tem impulsionado a expansão de redes educacionais pelo país. Segundo Philip Murdoch, fundador da Legacy School, o crescimento recente está ligado à combinação entre demanda por inovação pedagógica e interesse de empreendedores pelo modelo de franquias educacionais. “O setor respondeu com maturidade e consistência nos últimos anos. Encerramos 2025 com crescimento de 45% em relação ao ano anterior, alcançando 34 unidades em operação e novos contratos firmados”, afirma. De acordo com ele, a rede iniciou 2026 com 51 escolas em funcionamento, após a preparação de 17 novas unidades para abertura. A meta é chegar a 70 escolas até 2027, ampliando a presença em diferentes regiões do país. Para Murdoch, o avanço do setor revela uma mudança de percepção sobre o papel da educação no mercado. “Famílias e investidores passaram a enxergar a educação como um investimento de longo prazo, com impacto social e sustentabilidade econômica. O crescimento é reflexo dessa nova mentalidade”, diz. A tendência acompanha um movimento mais amplo de profissionalização e consolidação das redes educacionais, que buscam padronização pedagógica, inovação tecnológica e modelos replicáveis para expandir presença no território nacional.
Bauducco® celebra a Páscoa com o maior investimento dos últimos 5 anos e aposta em crescimento de 12%
A Bauducco®, a marca de alimentos mais amada do Brasil (Instituto Hibou 2025), inicia sua campanha de Páscoa reafirmando seu protagonismo na sazonalidade com uma projeção de crescimento de duplo dígito no faturamento, com o maior investimento dos últimos 5 anos. Esse otimismo é sustentado pelo aquecimento da categoria de colombas, ícone da sazonalidade e que também leva a tradicional Fermentação Natural presente nos Bauducco Panettones e Chocottones® que, entre 2024 e 2025, registrou uma alta de 3,8% em volume e 9,2% em valor, evoluindo de um faturamento de R$ 110 milhões para aproximadamente R$ 120 milhões, o que representa 8,4 mil toneladas de produto, segundo dados da ABIMAPI. A estratégia da companhia, que combina sua tradição em Colombas e variedade de portfólio, é a base para alcançar a projeção de mais de 10 milhões de unidades de Colombas. O número reflete a expertise da Bauducco® como referência na categoria. Páscoa além das colombas Um dos grandes pilares da estratégia de 2026 é a categoria ChocoBakery, em itens como o Bauducco® Choco Biscuit, Bauducco® Pão de Mel, Bauducco® Chocottone® Bites e Bauducco® ChocoTubes. A marca busca ser uma opção acessível com a indulgência necessária para presentear, ampliando as ocasiões de consumo e oferecendo uma variedade que os ovos tradicionais não alcançam. “A Páscoa de 2026 marca um momento histórico para a Bauducco®, com o maior investimento dos últimos anos. Com produtos hero como o Bauducco® Choco Biscuit, em que fomos pioneiros no mercado, estamos expandindo as ocasiões de consumo e de presenteáveis para além do óbvio. A variedade de oportunidades é nosso foco e queremos que os consumidores encontrem desde as tradicionais Colombas às opções mais indulgentes”, afirma Luis Iannini, Diretor de Marketing da Bauducco®. Execução nas Lojas O planejamento se materializa nas gôndolas. Tivemos um aumento de 50% de positivação de lojas impactadas pela estratégia 360° em relação a 2025. “Enquanto o mercado tradicional se concentra nas parreiras de ovos, o ‘Jeito Bauducco®’ de fazer a Páscoa ocupa todos os espaços da jornada de compra do consumidor. Nosso objetivo é estar presente em gôndolas estratégicas e pontos de contato de alta proximidade. A marca conta com a conexão emocional com o consumidor e seu histórico com a Páscoa para executar um planejamento antecipado de excelência com os varejistas. “, afirma Eduardo Abritta, Diretor de Trade Marketing da Bauducco®. Estratégia Digital Como parte de sua estratégia para a Páscoa 2026, a Bauducco® dá a largada na terceira temporada do Desafio Bauducco® Lovers. Após consolidar o sucesso de edições anteriores com mais de 40 milhões de visualizações, a marca transforma o projeto em um pilar central de conteúdo e engajamento, utilizando o formato de reality show digital para transformar consumidores em protagonistas da narrativa da marca por meio de User Generated Content (UGC). A nova edição, criada pela agência Ampfy, eleva a complexidade da competição ao integrar todo o ecossistema Bauducco®. Os participantes percorrerão uma jornada que conecta Bauducco® Loja, Casa Bauducco® e a plataforma de conteúdos da marca, a Bauducco® Cozinha, tangibilizando a versatilidade do portfólio de Páscoa em diferentes momentos de consumo. A temporada traz dinâmicas inéditas, com desafios realizados em duplas e a chegada do influenciador Leo (@BomDiaLeo) como apresentador, conectando a marca à agilidade e ao humor da Geração Z. O anúncio da dupla vencedora, elegida pelo público através da hashtag oficial, está previsto para o dia 03 de abril, diretamente nas redes sociais da marca. Portfólio Bauducco® para a Páscoa Essa mesma identidade visual e versatilidade explorada no ambiente digital se reflete no portfólio. A marca entende que a jornada de compra na Páscoa é multifacetada e, por isso, traz opções de presente com faixas de preço variadas, que conquistam o consumidor pelo valor agregado e pelas embalagens atraentes e personalizadas. O portfólio completo de Páscoa da Bauducco® é composto por: Para consumo on the go:Biscoito de Páscoa Bauducco® (90g): biscoito amanteigado em formatos temáticos com lascas sabor chocolate;Mini Bauducco Chocolomba® Gotas (80g): disponível em flowpack;Mini Bauducco® Colomba frutas(80g): disponível em flowpack;Para toda a família:Bauducco® Colomba frutas e Bauducco Chocolomba® gotas estão disponíveis nas versões 400g e 600g (essa última em embalagem presenteável).Mini Bauducco Chocolomba® M&M’s® (80g) – com M&M’s® e calda de avelã para decorar ao seu gosto;Bauducco® Chocolomba Mousse (500g);Bauducco® Chocolomba Trufa (500g). Kits de Páscoa:Kit Feliz Páscoa Bauducco® com 2 Bauducco® Roll Chocolate, 1 Bauducco® Pão de Mel, 2 Bauducco® Choco Biscuit, 1 Bauducco® Wafer Snack e 1 Bauducco® Big Cookie em embalagem presenteável, disponível apenas nas regiões Sul e Sudeste. Linha ChocoBakery:Bauducco® Choco Biscuit ao leite (80g); Bauducco® Choco Biscuit meio amargo (80g); Bauducco® Choco Biscuit Branco em parceria com a Netflix (80g); Bauducco® Choco Tube (80g); Bauducco® Pão de Mel (180g) em embalagem presenteável; Bauducco® Pão de Mel (30g); Bauducco Chocottone® Bites (107g); Bauducco® Choco Pipoca em parceria com a Netflix (70g); Bauducco® Choco Brownie em parceria com a Netflix (80g).
Franquias de saúde e bem-estar avançam no Brasil e movimentam mais de R$74 bilhões
Cuidar do corpo, da aparência e da saúde deixou de representar um hábito pontual para se tornar um investimento contínuo, e os números comprovam essa transformação. Em 2025, o franchising brasileiro alcançou faturamento recorde de R$ 301,7 bilhões, crescimento nominal de 10,5% em relação ao ano anterior, conforme a Pesquisa de Desempenho do Franchising da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Dentro desse universo, o segmento de Saúde, Beleza e Bem-Estar avançou 14,6%, configurando o segundo maior crescimento entre todos os setores. O resultado dialoga diretamente com o comportamento da população, comprovado por um levantamento da PiniOn, que aponta que 52,5% dos brasileiros praticam atividade física, 37% mantêm alimentação equilibrada, 29,4% cuidam da pele e 15,9% meditam regularmente. O autocuidado integra, portanto, a rotina de milhões de pessoas, sustentando uma demanda recorrente por serviços especializados, produtos de qualidade e atendimento profissional. No campo da beleza, o percentual de consumidores que afirmam manter cuidados frequentes com a pele ajuda a explicar o dinamismo de franquias voltadas a unhas, estética facial, cabelos, maquiagem e sobrancelhas. A procura por soluções rápidas e padronizadas tem impulsionado o modelo de salões express e espaços multisserviços. A Unhas Cariocas, rede nacional que ocupa a posição de maior franquia de esmalterias do mundo, por exemplo, ilustra esse movimento ao encerrar 2025 com faturamento superior a R$ 64 milhões e mais de 680 mil atendimentos realizados, crescimento de 15% frente ao ano anterior, com projeção de R$ 77 milhões para 2026. Em paralelo, quando se observa o aumento na procura por locais para prática de atividades físicas, compreende-se o avanço de academias, estúdios de pilates e clínicas de fisioterapia. O movimento envolve estética, prevenção e longevidade, especialmente em um país que envelhece rapidamente. Nesse contexto, cresce também a demanda por acompanhamento profissional no ambiente domiciliar, para garantir mobilidade e qualidade de vida independente da condição ou idade. A Acuidar, maior rede de cuidadores da América Latina, atesta essa ascensão, uma vez que encerrou 2025 com faturamento de R$ 243,7 milhões e crescimento de 34% em relação ao ano anterior, alcançando 321 unidades ativas e mais de 3,5 milhões de assistências realizadas. O conceito de bem-estar também se estende à moda, já que imagem pessoal e autoestima caminham juntas. Inserida nesse cenário, a Skyler, marca de moda masculina, exemplifica esse movimento com o avanço de 9,09% no faturamento, levando a uma receita superior a R$ 78 milhões. É justamente a partir desse cenário que se abrem oportunidades concretas para quem busca investir em franquias alinhadas às tendências de mercado. A seguir, confira algumas redes que exemplificam como transformar o avanço do setor em potencial de alta lucratividade e expansão consistente. DoctorFit A DoctorFit é uma rede de franquias de estúdios premium de treinamento físico, fundada em 2012. Com 64 unidades espalhadas pelo país, a marca se destaca pelo treinamento personalizado, com forte base científica em saúde, longevidade e prevenção. Seu método exclusivo une tecnologia, conforto e alto padrão de atendimento para entregar resultados reais e duradouros. A DoctorFit atende desde atletas até idosos e pessoas que buscam mais bem-estar, performance e qualidade de vida no dia a dia. Investimento inicial: R$ 170 mil (equipamentos, custo de infraestrutura, taxa de franquia inicial) Faturamento médio mensal: R$ 20 mil a R$ 30 mil Prazo de retorno estimado: 16 a 20 meses Unhas Cariocas Considerada pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) como a maior franquia de esmalteria do mundo, a marca preza pela proteção e biossegurança dos clientes, com colaboradoras treinadas para um atendimento padronizado, com rapidez e qualidade. Com técnica exclusiva, as unhas são feitas, em média, em 30 minutos. Investimento inicial: a partir de R$ 115 mil Faturamento médio mensal: R$ 80 mil Prazo de retorno: entre 12 a 24 meses Escova Express A Escova Express é referência em beleza rápida, oferecendo escovas, penteados, maquiagens e design de sobrancelhas sem necessidade de agendamento. Investimento inicial: a partir de R$200 mil Faturamento médio mensal: R$60mil a R$80 mil Prazo de retorno: 18 meses Skyler A Skyler é uma marca de moda masculina que atua no mercado desde 1997, atualmente com 66 lojas em todo o Brasil. Com mais de 400 novos produtos por coleção, suas peças atendem diferentes estilos de vida por meio das linhas Essential, Casual, Motion, Tech, Business, Premium, Forward e Junior. Investimento inicial: a partir de R$ 300 mil Faturamento médio mensal: R$ 90 mil Prazo de retorno: 36 meses Acuidar Fundada em 2016, a rede oferece serviços de assistência especializada para crianças, adultos e idosos, no domicílio do cliente ou durante acompanhamento hospitalar, com opções de diárias avulsas e planos mensais. A marca entrou no franchising em 2020, contando hoje com mais de 300 unidades e se consolidando como a maior franquia de cuidadores da América Latina Investimento inicial: a partir de R$ 55 mil (incluindo taxa de franquia) Faturamento médio mensal: R$ 60 mil Prazo de retorno: 6 a 15 meses
DHL fortalece sua posição no Brasil em meio às mudanças no comércio global
O Brasil entra em uma nova fase de relevância global à medida que empresas diversificam cadeias de suprimentos, reequilibram rotas comerciais e investem em estratégias de “nearshoring” e regionalização. Como resultado, o Grupo DHL classificou o país como um dos seus mercados prioritários no mundo (Geographic Tailwind), beneficiado por vetores estruturais de longo prazo, e não por ciclos de curto prazo. Com base nesse movimento, as 3 unidades presentes no Brasil; DHL Express, DHL Supply Chain e a DHL Global Forwarding se reuniram em São Paulo, em 4 de março, para reforçar a presença no país, ampliando suas capacidades e apoiando os clientes diante das transformações do comércio global e do aumento da complexidade regulatória. Brasil demonstra resiliência em um cenário global de comércio em transformação Com um mercado doméstico resiliente, forte base industrial e aumento da demanda global por produtos brasileiros, o país se consolida como um hub estratégico para empresas que buscam estabilidade e acesso ao comércio internacional. Esse impulso é reforçado à medida que empresas aceleram estratégias de nearshoring e regionalização para reduzir a dependência de um único país, apoiadas por investimentos domésticos e estrangeiros e por um mercado de trabalho robusto. Ao mesmo tempo, as cadeias globais de suprimentos passam por diversificação além da China, criando novas oportunidades para o Brasil fortalecer conexões com Europa, Ásia e mercados da América Latina. DHL Express: apoiando a expansão das PMEs e o crescimento industrial brasileiro A DHL Express observa forte demanda das 22 milhões de micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) brasileiras, menos de 1% dessas empresas exportem atualmente. O interesse pela internacionalização cresce cada vez mais para não depender apenas da economia brasileira, e sim ter a oportunidade de mais de 220 países e territórios. O Programa Acelera, tem a parceria do SEBRAE e oferece programas educativo, um portal didático com informações relevantes de mercado, oferece consultoria gratuita às empresas em qualquer etapa do processo e suporte aduaneiro na exportação e importação. “O Brasil não apenas participa do comércio global; ele ajuda a moldá-lo. O que torna o país especialmente estratégico é a força e a ambição do setor de MPMEs, que impulsiona nova demanda por internacionalização, expertise aduaneira e logística com previsibilidade. À medida que essas empresas expandem além das fronteiras brasileiras, contam com a DHL Express para obter agilidade, orientação e confiabilidade necessárias para competir globalmente”, afirmou Andrew Williams, CEO da DHL Express Américas. O Brasil é um país importador e oferece solução porta a porta para cargas aéreas. A DHL Express é pioneira em ter seu próprio armazém alfandegado em Viracopos. Em uma estrutura de mais 10.828m2 com operação 24 x7, possui capacidade de manusear 3.000 peças/hora e armazenagem para mais de 7 mil remessas e com o diferencial de um dia free, ou seja, o 1º dia de armazenagem sem custo aos importadores. Além disso, a DHL Express planeja investir R$ 118 milhões nos próximos anos para ampliar gateways, fortalecer a conectividade aérea doméstica e abrir aproximadamente 75 novas lojas no país até 2030. DHL Supply Chain: expansão de infraestrutura e capacidades setoriais O Brasil ocupa a posição central na estratégia de crescimento da DHL Supply Chain, com um plano regional de investimentos de €500 milhões para o período de 2023 a 2028, dos quais um terço será destinado ao Brasil (aproximadamente R$ 1 bi). Esse capital será direcionado ao fortalecimento dos setores de saúde, e-commerce, tecnologia, automotivo e bens de consumo. Além disso, a empresa amplia o DHL Fulfillment Network, solução compartilhada de armazenagem, distribuição e logística reversa para e-commerce, com novas unidades em Cajamar e Brasília, voltadas à integração ágil, capacidade flexível e entregas em todo o país. “O Brasil combina escala, demanda e conectividade regional como poucos mercados. A DHL Supply Chain está ampliando sua infraestrutura, automação e capacidades específicas por setor para ajudar clientes a vencer em um mundo mais complexo”, disse Agustín Croche, CEO da DHL Supply Chain América Latina. “Nosso compromisso é de longo prazo – estamos construindo a espinha dorsal logística que sustentará a próxima década de crescimento do Brasil.” Com grandes operações em Extrema- MG e um campus em desenvolvimento em Jundiaí – SP, a DHL Supply Chain posiciona estoques mais próximos dos polos de consumo e produção, permitindo cadeias de suprimento mais rápidas e resilientes. DHL Global Forwarding: flexibilidade e resiliência em um comércio global redesenhado À medida que rotas comerciais globais mudam e tarifas evoluem, o Brasil deixa de ser apenas um mercado de destino final e passa a atuar como hub regional de redistribuição, conectando cargas da Ásia e da Europa a Chile, Argentina, Colômbia e outros mercados latino-americanos. Guarulhos oferece conexões rápidas por voos de passageiros, enquanto Viracopos concentra cargas de alto volume e dimensões especiais, formando um sistema dual de hubs que mantém as cargas dentro da zona aeroportuária e reduz tempos de permanência, custos e riscos. A DHL Global Forwarding apoia empresas brasileiras na construção de resiliência por meio de soluções multimodais, planejamento de cenários e visibilidade em tempo real. Com mais de 600 voos internacionais por mês, a companhia consegue consolidar embarques, criar novas rotas e ampliar a capacidade exportadora regional. Esse modelo fortalecido de hubs, aliado à expertise aduaneira da DHL Global Forwarding, oferece maior flexibilidade de rotas, mais estabilidade e previsibilidade para enfrentar a volatilidade global. “Indústrias em crescimento no Brasil, de data centers e novas energias à manufatura avançada, avançam em ritmo acelerado e precisam de parceiros logísticos capazes de acompanhar essa velocidade”, afirmou Erik Meade, CEO da DHL Global Forwarding Latam. “Estamos ampliando nossas capacidades para oferecer a esses setores a flexibilidade, visibilidade e confiabilidade necessárias para operar em um cenário global em constante transformação.” À medida que o Brasil fortalece seu papel nas cadeias globais de suprimentos, os investimentos da DHL Global Forwarding em visibilidade, compliance e capacidade multimodal ajudam clientes a competir mesmo diante das incertezas. Uma abordagem unificada da DHL para um Brasil em transformação Em todas as divisões, a DHL sincroniza investimentos para apoiar o crescimento econômico de longo
Nenhuma lei destrói um negócio. A falta de propósito, sim
Por Natália Nigro de Sá* Foi sancionada neste ano, no estado de São Paulo, a chamada Lei Bob Coveiro, que autoriza o sepultamento de animais de estimação em jazigos familiares. A medida altera o ambiente regulatório do setor funerário pet e amplia as possibilidades legais de despedida para os tutores. Mudanças desse tipo costumam gerar apreensão. Novas regras podem exigir adaptação operacional, reposicionamento estratégico e, em alguns casos, significar o surgimento de novos concorrentes. Ao permitir que cemitérios humanos ofereçam esse tipo de sepultamento, a legislação redesenha parte da dinâmica do setor. Mas é justamente nesse ponto que a reflexão empresarial precisa amadurecer. Atuo no setor funerário pet e acompanho de perto as transformações desse mercado. À primeira vista, a nova legislação poderia ser interpretada como uma ameaça direta ao modelo de negócio. No entanto, nenhuma empresa sustentável pode depender da limitação de alternativas ao consumidor para se manter relevante. Negócios sólidos se sustentam em propósito, posicionamento e clareza de valor. A lei leva o nome de Bob, um cachorro que viveu por anos no Cemitério da Saudade, em Taboão da Serra, após acompanhar o enterro de sua tutora. Ele permaneceu no local até sua morte, em 2021, tornando-se símbolo do vínculo profundo entre humanos e animais. Ao transformar essa história em legislação, o Estado reconhece formalmente algo que a sociedade já vinha consolidando: pets ocupam lugar legítimo na estrutura familiar contemporânea. Sob essa perspectiva, a ampliação das possibilidades de despedida não enfraquece o setor, mas reflete um avanço cultural. Negócios que atuam nesse segmento tendem a surgir com a missão de oferecer um adeus digno e respeitoso, reconhecendo que o luto pet é real e precisa ser legitimado. A liberdade de escolha do tutor é central nesse processo. Se a família optar pelo sepultamento em jazigo familiar, deve ter esse direito. Se preferir outras formas de despedida, igualmente. A cremação permanece como alternativa relevante sob aspectos ambientais, logísticos e financeiros. Mas o debate não deve se restringir à concorrência entre formatos. Ele precisa considerar a qualidade da experiência oferecida às famílias, o acolhimento no momento da perda e o reconhecimento da importância daquele vínculo. Empreender é compreender que fatores externos, como leis, política, transformações culturais etc., são, em grande parte, incontroláveis. O que está sob controle do empresário é a estratégia, a coerência e a fidelidade ao próprio propósito. Empresas frágeis tendem a temer mudanças porque dependem da escassez de alternativas. Empresas estruturadas em propósito sabem que adaptação faz parte do crescimento. Nenhuma lei, isoladamente, destrói um negócio. A ausência de propósito, sim. *Natália Nigro de Sá é psicóloga do luto, doutora pela Universidade de São Paulo (USP) e fundadora da Laika Funeral Pet.
No Dia Internacional da Mulher, conheça seis empresárias que consolidam negócios e ampliam escala no Brasil
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, simboliza a luta histórica por igualdade de direitos e melhores condições de trabalho. Décadas depois, o cenário empresarial brasileiro revela um novo capítulo dessa trajetória em que mulheres não apenas ocupam espaço no mercado, como lideram negócios estruturados, ampliam operações e consolidam marcas em diferentes setores da economia. Segundo levantamento do Sebrae, o Brasil alcançou seu maior patamar de empreendedorismo feminino nos últimos anos. Hoje, mais de 10,4 milhões de brasileiras estão à frente de negócios, número que representa um crescimento acumulado de cerca de 42% entre 2012 e 2024. Para além das estatísticas, esse avanço se traduz em empresas que ganham escala, profissionalizam a gestão e disputam mercados altamente competitivos. Luxo, bem-estar e impacto social No segmento de luxo e bem-estar, Isa Santini lidera o Ateliê Beauty, spa conceito eleito pelo segundo ano consecutivo o Melhor Spa Boutique de Luxo do Mundo pelo World Luxury Spa Awards. Com unidades no interior e na capital paulista, a marca consolida presença em um mercado de alto padrão, combinando estética, tecnologia e experiência. No campo do bem-estar organizacional, Chirles Oliveira é idealizadora e CEO da Virada da Felicidade e fundadora do Instituto Felicidade Sustentável. Especialista em Psicologia Positiva e mestre em Comunicação pela ESPM (SP), atua na construção de culturas corporativas mais humanas e saudáveis. Sobrevivente de um linfoma, transformou sua trajetória pessoal em propósito profissional e defende a felicidade como estratégia concreta para saúde mental, liderança e impacto social. A atuação de ambas reforça que empresas lideradas por mulheres também disputam espaço em segmentos de alto padrão, reconhecimento global e influência corporativa. Gastronomia e expansão empresarial Na gastronomia, Ana Piku transformou uma produção artesanal em uma operação de grande porte. A PikurruchA’S reúne quatro unidades, fábrica própria e alto fluxo mensal de clientes, consolidando-se como uma das maiores confeitarias da América Latina.O negócio também emprega mulheres que são chefes de família e já anunciou a abertura de uma nova unidade em Moema ainda este ano. Já a chef Fernanda Veiga, sócia do Bar Charles Edward, atua em um segmento histórico e majoritariamente masculino e imprime identidade ao negócio ao liderar a cozinha e incorporar influências italianas ao cardápio do pub. Com receitas autorais e combinações estratégicas, reforça posicionamento e diferenciação em um mercado competitivo. Os cases evidenciam não apenas crescimento, mas profissionalização, estrutura e capacidade de expansão. Comunicação e posicionamento estratégico Na comunicação e nas relações públicas, o movimento também segue em ritmo semelhante. Fernanda Brandão fundou a Agência Brands em 2020, apostando em uma estrutura enxuta,estratégica e com equipe majoritariamente feminina. Já Fattima Amaral, com mais de três décadas de atuação, lidera a OxoFlow e coordena eventos e empresários que movimentam diferentes setores da economia. Ao ocuparem posições de liderança em mercados diversos, essas empresárias demonstram que o empreendedorismo feminino no Brasil avança para além da representatividade. Trata-se de gestão, escala, geração de empregos e consolidação de marcas. No Dia Internacional da Mulher, as histórias dessas seis empresárias evidenciam uma mudança estrutural no perfil da liderança empresarial brasileira em que mulheres não apenas participam do mercado, mas protagonizam estratégias de crescimento, posicionamento e impactam a economia do país.
Phelipe Siani reforça o time do SBT News e estreia como comentarista de negócios e tecnologia
Phelipe Siani é o novo comentarista de negócios e tecnologia do SBT News. A partir desta semana, ele participa todas as quintas-feiras, às 10h (de Brasília), no News Manhã. Com mais de 20 anos de carreira, Siani construiu uma trajetória sólida nas principais emissoras do país. No SBT, ele chegou a atuar como repórter nacional, alocado em Brasília e participou de coberturas internacionais de destaque, como reportagens na China, na Mongólia e na Copa do Mundo da África do Sul, em 2010. “O grande diferencial desta volta é que, como comentarista, minha função é estar atento aos detalhes. Esta sempre foi minha preocupação, mas agora é missão.” Comenta Phelipe Siani. Formado em Relações Internacionais e com passagem por Globo e CNN, ele também atua como mentor em comunicação de alta performance e conselheiro consultivo. Hoje, Phelipe Siani é um comunicador que conecta conteúdo, negócios e tecnologia, levando ao público análises estratégicas e visão de mercado. No SBT News, ele chega para reforçar o compromisso do canal com informação qualificada e leitura crítica dos temas que movimentam o mundo digital e dos negócios. “Estou muito feliz em retornar a uma casa tão importante na minha carreira. Agora, num novo momento de vida, me sinto capacitado para contribuir com o debate e a análise de assuntos que conectam empreendedorismo e tecnologia. Dois assuntos que podem afetar diretamente, para melhor, a vida do brasileiro.” O “News Manhã”, com Lívia Zanolini e Lúcio Sturm, é exibido de segunda a sexta, das 08h30 às 11h (de Brasília).
Michelin anuncia aquisição da empresa de vedação industrial Flexitallic
No âmbito da estratégia “Michelin in Motion 2030”, o Grupo Michelin se apoia em sua expertise e know-how para crescer em novos mercados de alto valor agregado e anuncia a aquisição da Flexitallic, empresa de vedação industrial. O negócio representa uma complementação estratégica, já que ambas as empresas compartilham o compromisso com inovação e qualidade, atuando em escala global e criando sinergias significativas para o crescimento futuro. Com sede em Houston, Texas, a Flexitallic é líder mundial em juntas de alto desempenho para setores críticos como o de energia e de indústria química. A empresa é reconhecida pela confiabilidade e resistência de seus produtos em ambientes extremos onde a segurança é essencial. Com dezessete unidades no mundo, a Flexitallic fabrica uma gama completa de juntas compostas e componentes de vedação. Essa aquisição amplia consideravelmente o portfólio e a presença da Michelin no mercado de juntas, especialmente ao melhorar o acesso ao mercado de reposição. A Flexitallic emprega cerca de 1.200 pessoas e registrou um faturamento aproximado de 220 milhões de dólares em 2025. A operação deve ser concluída no primeiro semestre de 2026, sujeita aos ajustes habituais e à aprovação das autoridades antitruste. A aquisição será totalmente financiada com recursos próprios, por um valor não divulgado.
Nestlé anuncia resultados do ano de 2025 e destaca aceleração de mudança estratégica
Philipp Navratil, CEO da Nestlé, comentou: “Estou animado com o nosso desempenho em 2025, que reflete as ações direcionadas que tomamos em um difícil ambiente externo. O crescimento real foi positivo em todas as zonas e negócios globais. Aumentamos nosso investimento em marketing, alcançamos uma margem de lucro operacional subjacente de 16,1% e geramos 9,2 bilhões de francos suíços de fluxo de caixa livre. A melhoria no crescimento orgânico, no crescimento real e nas tendências de participação de mercado no segundo semestre mostram que nossas ações estão funcionando. Estamos acelerando a nossa estratégia. Estamos concentrando o nosso portfólio em quatro negócios, liderados por nossas marcas mais fortes, com recursos priorizados e organização simplificada. Estamos aprimorando o nosso marketing e a inovação e aumentando o investimento em plataformas de crescimento de alto potencial, que agora têm escopo ampliado e representam 30% das vendas. Estamos aumentando a nossa eficiência e fortalecendo a nossa posição financeira. Isso é sustentado por uma cultura de desempenho que recompensa a excelência e os resultados. Embora ainda haja muito a ser feito, estamos confiantes de que a nossa rapidez na execução de uma estratégia mais focada proporcionará melhorias sustentáveis em 2026 e além.” Acelerando a nossa estratégia de crescimento Aprimorando o portfólio em torno de quatro negócios Priorizando o crescimento liderado pelo crescimento real Acelerando a nossa transformação comercial Impulsionando o fluxo de caixa livre e reduzindo a dívida líquida Construindo uma cultura de desempenho Desempenho financeiro em 2025 Dinâmica ampla no crescimento orgânico das vendas Cumprindo as orientações e aumentando o investimento Orientação para 2026 Mudanças na Diretoria Executiva Com a formação do novo negócio integrado de Nutrição, a estrutura de Negócios Gerenciados Globalmente de Nestlé Health Science será removida. Anna Mohl, CEO de Nestlé Health Science, deixará o Conselho Executivo em 28 de fevereiro de 2026 e optou por buscar oportunidades fora da Nestlé. O Conselho de Administração agradece Anna Mohl por sua liderança e contribuições significativas para a Nestlé e deseja-lhe todo o sucesso em seus futuros empreendimentos. Acelerando a nossa estratégia de crescimento Nossas ações em 2025 produziram resultados claros, com tendências de crescimento e participação de mercado se fortalecendo no segundo semestre. Aproveitando esse impulso, nossa estratégia acelerada está centrada em cinco prioridades. Nosso portfólio está focado em quatro negócios: Café, Petcare, Nutrição e Alimentos & Snacks. Nos três primeiros, temos posições de liderança de mercado em categorias verdadeiramente globais, que representam aproximadamente 70% das vendas. Alimentos & Snacks é um negócio mais regional, e temos marcas líderes globais e locais. Todos são negócios vencedores em termos de crescimento, retorno, posições de mercado e desempenho. Eles também são uma combinação vencedora, aproveitando sinergias comerciais e capacidades comuns, como escala de rota de mercado e know-how em ciência e tecnologia. Juntos, resultam em um portfólio vencedor. Nossos negócios de Café e Petcare são potências globais sustentadas por marcas líderes: incluindo Nescafé, Nespresso e Starbucks em Café, e Pro Plan, Purina ONE e Friskies em Petcare. Para esses dois negócios, o importante é aproveitarmos nossas oportunidades. Na área de Nutrição, estamos criando uma terceira potência global ao integrarmos nossas unidades de Nutrição e Nestlé Health Science. Isso promoverá foco, simplificação e sinergias que nos permitirão acelerar o crescimento. Em Alimentos & Snacks, continuamos nossa gestão disciplinada do portfólio por meio da racionalização direcionada das marcas. Isso inclui negociações avançadas para vendermos nossos negócios de sorvetes restantes para a Froneri. Para a Nestlé Waters & Premium Beverages, iniciamos o processo formal de engajamento com parceiros potenciais no primeiro trimestre de 2026 e esperamos que o negócio seja desconsolidado a partir de 2027. Nosso portfólio se beneficia de exposições vantajosas, com as vendas das nossas categorias com expectativa de crescimento de 3% a 4% nos próximos anos. Para podermos proporcionar crescimento em todo o nosso portfólio, estamos nos concentrando nas principais tendências que impulsionam alimentos e bebidas, o que inclui acessibilidade para os consumidores, canais vencedores de clientes, como e-commerce e lojas de descontos, e consumo saudável e consciente. Nossa ambição é crescer mais rapidamente do que nossas categorias, com um crescimento orgânico de mais de 4% no médio prazo. Estamos impulsionando a aceleração ao investir ousadamente em plataformas de alto potencial de crescimento, expandindo seu escopo para 30% das vendas do Grupo (de 10% no ano passado). As plataformas de crescimento devem proporcionar elevado crescimento orgânico de um dígito, impulsionado por planos de investimento direcionados que capitalizam as nossas vantagens competitivas em áreas de crescimento estrutural. Exemplos disso incluem café frio, produtos terapêuticos e suplementos para pets, Nutrição Clínica e KitKat. O marketing é um facilitador essencial para o crescimento. Nos últimos anos, a Nestlé perdeu parte de sua força de marketing. Estamos mudando isso com uma construção de marcas líderes de categoria como padrão global, priorizando menos marcas e modernizando nosso modelo operacional para melhorar a velocidade, a qualidade e a eficiência. Também estamos conectando melhor os insights do consumidor, a inovação e o marketing para colocarmos o consumidor em posição central. Entregar valor para o consumidor é o principal impulsionador do nosso negócio. Para apoiar o crescimento e melhorar a eficiência, estamos mudando fundamentalmente a forma como o trabalho é feito na Nestlé, simplificando nosso modelo operacional e tornando as responsabilidades mais claras. Um exemplo é a simplificação de nossos nove processos de negócios de ponta a ponta, como procure-to-pay (processo integrado de compra) e hire-to-retire (da contratação à aposentadoria). Embora sustentados por uma infraestrutura de TI consistente, esses processos variam consideravelmente de mercado para mercado, tanto nas atividades como na forma como são realizados em serviços compartilhados. Isso nos atrasa e limita o valor dos nossos dados. Começamos a acelerar o uso de serviços compartilhados, o que nos permite padronizar e automatizar. Isso proporcionará um modelo operacional mais simples, ágil e produtivo. No quarto trimestre de 2025, anunciamos a aceleração das reduções globais de pessoal planejadas em cerca de 16.000 colaboradores até o final de 2027. Isso inclui cerca de 12.000 colaboradores de escritório, impulsionando uma meta de aumento da economia
Grupo Lev prepara expansão no varejo e B2B e pretende dobrar receita em 2026
O Grupo Lev, líder em mobilidade elétrica leve no Brasil que reúne as marcas Lev e Onn, anuncia novidades para 2026 após encerrar 2025 como um dos anos mais marcantes de sua trajetória. A empresa finalizou o período com 35% de crescimento impulsionado pela melhora considerável da margem de lucro por eficiência operacional, evolução de portfólio e consolidação industrial. Neste ano, o objetivo é trabalhar em parceria com o varejo e abrir filiais em mais quatro estados brasileiros, além de dobrar a receita. “O último ano foi marcado por muitos fatores”, conta Rodrigo Affonso, CEO do grupo. “Tivemos o início, no segundo semestre, da operação da Onn, por exemplo. As scooters elétricas ampliaram nosso alcance em categorias complementares e aceleraram o ritmo de vendas”. A expansão física acompanhou o movimento: foram abertas cinco lojas em 2025, quatro da Onn e uma da Lev. Outro ponto de destaque foi a estrutura industrial do grupo, que viveu seu ciclo mais significativo. Com a abertura da Planta própria na Zona Franca em 2025, em poucos meses, a produção migrou da combinação inicial de 80% no Rio de Janeiro e 20% em Manaus, para 70% na planta própria e 30% no Rio. O ano de 2026 já começa com 100% da produção na unidade fabril, que tem capacidade instalada de 10 mil e-bikes por mês, com apenas um turno. A consolidação em Manaus fortalece a escala, reduz custos logísticos e posiciona a empresa de maneira mais competitiva. O período também trouxe o case da parceria com a Cury, que entregou uma e-bike a cada um dos 1800 apartamentos de um empreendimento imobiliário alinhado ao conceito de mobilidade verde. “Essa e outras parcerias que temos construído com diferentes players têm sido essenciais no nosso crescimento, e na propagação da mobilidade sustentável em si”, comenta Rodrigo. O grupo se prepara para uma virada estratégica neste ano, com aceleração no varejo físico. As mudanças já começaram: as bicicletas da Lev e um modelo de scooter da Onn já estão disponíveis nas lojas do Magalu, com expectativa de estarem nas 1300 lojas no ano de 2026. A entrada em um dos maiores varejistas do país, junto com negociações com outros varejistas que estão em andamento, muda a escala do negócio. “Nosso objetivo é dobrar o faturamento em 2026, sustentado não apenas pelas lojas próprias e e-commerce direto, mas com destaque para canais de grandes varejistas como o da Magalu, e principalmente pelas ampliações das nossas linhas de negócios. Além da operação de lojas, estamos acelerando frentes como B2B, locação corporativa e locação para pessoa física, com foco em escala, recorrência e maior previsibilidade de receita”, detalhe o CEO. A expansão B2B também acompanha o avanço nacional. O grupo deve abrir filiais no Paraná, Bahia, Paraíba e Minas Gerais. A estratégia é instalar operações próximas aos centros de distribuição do Magalu, o que pode permitir preços mais competitivos. O movimento fortalece a malha logística e prepara a empresa para atender novos níveis de demanda. Por fim, a estrutura corporativa da Lev também caminha para uma nova etapa. O grupo se organiza para receber propostas de fundos de private equity em 2026, refletindo a busca por escala. “Acreditamos bastante no nosso posicionamento na área de mobilidade elétrica. Este ciclo com certeza impactará o mercado de todo o Brasil e estamos muito bem preparados para isso”, conclui o Affonso.
Protagonismo estratégico do empresário redefine força e autoridade da marca
Empresários que assumem o papel central na construção da própria marca tendem a consolidar autoridade e posicionamento de forma mais consistente do que aqueles que delegam totalmente a comunicação. A avaliação é da empresária e psicóloga especializada em mentalidade de alta performance Fernanda Tochetto, fundadora do Tittanium Club, um ecossistema de educação empresarial voltado a médicos, profissionais da saúde, mentores e empresários . Para a empresária, o protagonismo não está ligado à economia de mídia ou redução de custos, mas a estratégia de construção de identidade. “O empresário é quem mais conhece o comportamento do próprio público, suas objeções e desejos. Quando ele assume a narrativa da marca, cria coerência entre discurso e prática. Isso consolida autoridade porque o mercado passa a enxergar consistência, não apenas propaganda”, afirma. Dados do Edelman Trust Barometer 2024 mostram que especialistas técnicos estão entre as fontes mais confiáveis para o público, superando publicidade tradicional. Levantamento global da Nielsen sobre confiança em publicidade indica que recomendações de pessoas são percebidas como mais confiáveis do que anúncios pagos. Para a mentora, esses dados ajudam a explicar por que marcas ancoradas na figura do fundador tendem a gerar maior credibilidade. Autoridade nasce da coerência Segundo a fundadora do Tittanium Club, autoridade não se constrói apenas com visibilidade, mas com alinhamento entre experiência, visão e entrega. “Quando o dono comunica, ele fala a partir da vivência real do negócio. Isso gera profundidade na mensagem. O público percebe domínio, segurança e clareza. Essa percepção consolida o posicionamento e diferencia a empresa em mercados competitivos”, diz. Pesquisa da PwC Global Consumer Insights Pulse Survey 2023 aponta que consumidores valorizam autenticidade e transparência como fatores decisivos na escolha de marcas. Para ela, a presença estratégica do líder amplia essa percepção porque associa a empresa a uma identidade concreta. Posicionamento estratégico e previsibilidade Ao assumir o protagonismo, o empresário deixa de comunicar apenas produto ou serviço e passa a comunicar visão, valores e critérios. Isso reduz o ruído de mercado e fortalece a identidade da marca. A especialista explica que esse movimento também influencia nas vendas. “Quando há posicionamento claro e autoridade consolidada, a negociação começa em outro nível. A venda deixa de ser convencimento e passa a ser consequência da reputação construída. A confiança encurta o caminho até a decisão.” Como desenvolver autoridade e tornar-se agente central da marca. Antes de listar recomendações, a mentora ressalta que protagonismo exige método e constância, coerência e congruência. Para a empresária, assumir o centro da marca é decisão estratégica de longo prazo. “Autoridade se constrói quando existe clareza de identidade, consistência de mensagem e prática alinhada. O empresário que entende isso consolida posicionamento e cria um ativo que sustenta crescimento”, finaliza.
Samsung e PepsiCo fortalecem parceria com modernização tecnológica e ganhos de eficiência
A Samsung e a PepsiCo anunciam mais um marco em sua parceria de longa data, com a conclusão de um projeto de modernização tecnológica que transformou a rotina de vendas e logística da companhia. O processo de implantação, que durou um ano, substituiu os antigos coletores utilizados pelos vendedores por smartphones Samsung da linha Galaxy A, trazendo robustez, segurança e integração total com os sistemas corporativos. Com a nova solução, a PepsiCo registrou ganhos expressivos de eficiência: o tempo para criação de pedidos foi reduzido em 1 minuto e 30 segundos, o que representa uma melhoria de 15% no processo. Essa evolução permite que os vendedores acompanhem o pedido do início ao fim, até a emissão da nota fiscal, garantindo informações de vendas em tempo real e decisões mais assertivas dentro da organização. “A Samsung tem como prioridade oferecer soluções que impulsionem a transformação digital de empresas dos mais variados segmentos, por meio de um ecossistema de tecnologia, conectado, seguro e unificado. Desta maneira, focamos na experiência para quem está na ponta – dentro e fora das empresas – e na oferta de eficiência operacional. É assim que conseguimos atingir o objetivo estratégico para a PepsiCo e entregar um projeto desafiador de forma muito bem-sucedida”, destaca Kauê Melo, diretor sênior da divisão de B2B da Samsung Brasil. Além dos smartphones, a modernização incluiu o uso de tablets da linha Galaxy Tab S, da Samsung, no armazém de logística, proporcionando controle mais ágil e completo, integrado a todos os sistemas da empresa. Nas fábricas, dashboards interativos garantem que nenhuma informação se perca, enquanto a torre de controle permite planejar e monitorar em tempo real toda a cadeia de abastecimento – desde a entrada do pedido até a entrega ao cliente final e a validação do frete para os transportadores. “A modernização tecnológica que implementamos em parceria com a Samsung representa um avanço significativo na nossa operação. Ao integrar dispositivos mais robustos, conectados e seguros em toda a nossa cadeia, conseguimos elevar a precisão das informações, otimizar processos e dar mais autonomia às nossas equipes em campo. Essa evolução reforça nossa jornada de transformação digital na PepsiCo e nos permite tomar decisões mais rápidas e assertivas, sempre com foco em eficiência e excelência no atendimento aos nossos clientes”, afirma Renato Gaido, Diretor de Plataformas e Soluções da PepsiCo Brasil. O projeto realizado no Brasil já é considerado uma referência e, por isso, está sendo expandido para outras unidades da PepsiCo, dentro e fora do país. A robustez dos equipamentos, a integração sistêmica e o suporte contínuo da Samsung garantem que a companhia avance em sua jornada de inovação com estabilidade e crescimento sustentável. Assista ao vídeo da campanha aqui:
Recife Outlet anuncia novas operações e investe R$ 6 milhões
O Recife Outlet entra em um novo ciclo de expansão com mais operações de moda e um investimento estimado em R$ 6 milhões, reforçando o papel do empreendimento como vetor de dinamização econômica na Região Metropolitana do Recife. A expectativa é gerar 30 empregos diretos com os novos negócios. Instalado às margens da BR-232, no município de Moreno, o Recife Outlet vem usando a estratégia de atração de marcas nacionais e internacionais para ampliar o fluxo de visitantes e vendas, apoiando-se no modelo de open mall e descontos permanentes. O superintendente do empreendimento, Marco Sodré, recém-chegado de São Paulo, anuncia a chegada de novas operações de moda para reforçar o mix de lojas. Uma das novidades é a Makenji, grife catarinense que escolheu o Recife Outlet para fazer sua estreia no Nordeste, com uma loja de 400 m² focada em moda feminina e abertura prevista para abril. No segmento masculino, a Mr. Kitch, marca reconhecida pelo estilo urbano sofisticado, passa a integrar o centro de compras com uma unidade de 200 m², ampliando a oferta para um público que vem ganhando espaço no varejo de moda. A previsão é de inauguração ainda neste semestre. Para essa expansão também haverá o fortalecimento de operações já instaladas e de marcas locais. A Ciao ganhará um novo espaço de esquina, com projeto totalmente renovado. Outro destaque é a chegada da Básico 3, camisaria masculina pernambucana, que amplia presença com mais uma unidade na Região Metropolitana do Recife. Em março, a Constance, rede de calçados e acessórios, passa a operar no mall, alinhada ao movimento de expansão de redes nacionais para fora dos grandes centros. Também está marcada para esse semestre, a ampliação da loja da Boss para 600 m², reunindo as coleções das linhas Boss, Boss feminina e Hugo, e reforçando a estratégia do Recife Outlet de se posicionar como destino de marcas de alto valor agregado com preços mais competitivos que os praticados em shoppings tradicionais. O movimento acompanha o crescimento do formato outlet no Brasil, que vem ganhando relevância como canal para escoamento de coleções e acesso a grandes marcas com descontos, em um cenário de busca do consumidor por maior racionalização de gastos. Para Marco Sodré, o novo pacote de investimentos tem impacto direto na geração de renda e emprego, mas também na consolidação do Recife Outlet como plataforma de negócios para redes interessadas em crescer no Nordeste. “Ao atrair novas marcas e estimular a expansão das operações existentes, o empreendimento ganha competitividade, os lojistas ganham escala e a região se beneficia com mais oportunidades de trabalho e incremento de arrecadação”, afirma Sodré. Serviço: Horários do Carnaval no Recife Outlet – Sábado (14/02) – 9h às 19h – Domingo (15/02) – 9h às 18h – Segunda (16/02) – 9h às 18h – Terça-feira (17/02) – 9h às 18h – Quarta-feira (18/02) – 9h às 21h – Terça dos Calçados – Produtos selecionados com descontos exclusivos para moda fitness Rodovia Luiz Gonzaga, BR 232, KM 20 – Moreno
5 passos essenciais para a expansão internacional do seu negócio
Expandir uma companhia para o mercado internacional é um passo estratégico que exige planejamento, visão global e execução rigorosa. Esse movimento ganha ainda mais relevância quando os dados revelam que as exportações brasileiras de serviços atingiram o valor recorde de US$ 51,83 bilhões no último ano, sendo 65% referentes a serviços digitais, principalmente para os Estados Unidos, de acordo com o levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). No entanto, segundo Surama Jurdi, CEO e fundadora da Surama Jurdi Academy, ecossistema global de educação empresarial, a maioria dos empreendedores cometem o erro de enxergar a internacionalização apenas como uma tradução do cenário local. “Na prática, trata-se de uma reconstrução estratégica, que envolve rever processos, comunicação, modelo de negócio e até a mentalidade da liderança para atuar de forma global”, comenta a especialista. Com base em experiências recentes nos Emirados Árabes Unidos e a presença constante no local ao longo de mais de seis anos, Surama identifica oportunidades estratégicas relevantes para empresas que desejam expandir internacionalmente nesse mercado. “A região emiratense reúne um ecossistema favorável para os negócios, com abertura para inovação, incentivos e um ambiente multicultural que acelera parcerias globais. É um terreno fértil para o crescimento, desde que o processo seja conduzido com planejamento”, explica a CEO. Com mais de 20 anos de experiência em educação executiva e negócios internacionais, Surama apresenta cinco passos essenciais para empresas que desejam crescer além das fronteiras com resultado sustentável. Confira: Para Surama, a expansão internacional é um processo possível e acessível quando guiado por método, conhecimento e acompanhamento adequado. “As companhias não ampliam apenas a atuação, mas também fortalecem a relevância em um mercado internacional cada vez mais competitivo e dinâmico”, conclui.
Em 90 dias, CNBC entrevista 13 CEOs das maiores empresas do planeta
“Quem pensa o mundo dos negócios, passa pela CNBC. Mentes que geram evolução, líderes que marcam gerações e tomam decisões que transformam o nosso dia a dia. O espaço de entrevistas mais impactante do jornalismo global. Diferente de tudo o que há nos canais de notícias tradicionais”. Este é o tema da nova campanha do Times Brasil | CNBC para celebrar um resultado expressivo. Nos últimos 90 dias, a CNBC realizou entrevistas exclusivas com 13 líderes de empresas que estão na lista das 15 maiores do mundo em valor de mercado, segundo o ranking especializado Market Cap. Em apenas três meses, passaram pela bancada da CNBC, os CEOs de gigantes globais como Nvidea, Apple, Google, Microsoft, Amazon, Aramco, Tesla, Broadcom, Berkshire Hathaway, Wallmart, Eli Lilly, JP Morgan e Meta. Entrevistas inéditas em que foram reveladas estratégias de negócio, desafios de mercado e a visão empreendedora de quem comanda companhias com valores bilionários e até trilionários. Essa exclusividade do jornalismo CNBC é ainda mais marcante entre as companhias globais de tecnologia. Nos últimos 90 dias, 15 CEOs e executivos das empresas mais valiosas do mundo neste segmento foram entrevistados: Oracle, Palantir, IBM, SAP, Salesforce, Schneider, Shopify, Broadcom, além de Apple, Google, Microsoft, NVidea, Amazon, Meta e Tesla. A mesma presença marcante da CNBC ocorre entre os bancos e fundos de investimentos. Dez executivos do setor foram entrevistados nos últimos três meses: JP Morgan, Bank of America, HSBC, Wells Fargo, Goldman Sachs, Berkshire Hathaway, Prosus, Blackstone, Blackrock e Prologis No Brasil, a rede de notícias também realiza, há meses, uma sequência exclusiva de entrevistas com líderes de grandes corporações, entre elas, as de maior valor no mercado brasileiro e com atuação global, como Vale, IBM, JBS, Totvs além de CEOs dos principais bancos. “A presença dos líderes empresariais mais importantes do mundo e do Brasil em nossas telas confirma que somos o canal de referência para quem toma as decisões que moldam o futuro”, afirma Douglas Tavolaro, fundador e CEO do Times Brasil | CNBC.
Negócios que conectam pessoas e sustentabilidade ganham força em 2026
Embora apresente dificuldades de implementação para muitas empresas, a agenda ESG (Ambiental, Social e Governança) continua fazendo parte das estratégias corporativas. Dados do Panorama da Sustentabilidade 2025, desenvolvido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AMCHAM), mostram que 76% das companhias adotaram práticas sustentáveis com algum grau de maturidade, um salto de cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior. O movimento sugere que, neste ano, negócios capazes de integrar sustentabilidade, propósito e retorno financeiro ganharão mais protagonismo no mercado brasileiro. Nesse cenário, as cooperativas despontam como alternativas naturalmente alinhadas às novas expectativas das empresas e consumidores. Uma instituição que respira essa filosofia é a Coopercompany, primeira cooperativa do Brasil do ramo de infraestrutura com foco em telecom, tecnologia e energia. Ela atua a partir de um modelo que prioriza a colaboração entre associados, a tomada de decisão democrática e a geração de valor compartilhado. Para Igor Sigiani, diretor-presidente da cooperativa, modelos de negócio em que sustentabilidade e resultado caminham juntos desde o início podem auxiliar quem busca resultados a longo prazo. “A AMCHAM aponta que 58% das empresas acreditam que a sustentabilidade gera retorno financeiro, porém têm dificuldades para metrificar esse número. O cooperativismo é um caminho que coloca a sustentabilidade no centro do negócio e nos relacionamos com a sociedade, então o cálculo é muito mais simples, embora nosso objetivo não seja o lucro”, acrescenta. Outro desafio recorrente identificado pelo Panorama é engajar lideranças e integrar a pauta sustentável à estratégia corporativa. Sigiani defende que estruturas colaborativas ajudam a reduzir essa distância. “Quando pessoas e propósito estão conectados, a sustentabilidade deixa de ser um discurso e passa a orientar escolhas reais. No cooperativismo, o cooperado é parte ativa da estratégia, o que gera mais comprometimento e visão de longo prazo”, explica. Cooperativismo no mundoOs números globais reforçam a relevância desse modelo. Hoje, existem mais de três milhões de cooperativas no mundo, responsáveis por empregar cerca de 10% da população economicamente ativa. Para Sigiani, esses dados mostram que o cooperativismo é economicamente viável, escalável e socialmente relevante. “Cooperativas são prova concreta de que é possível crescer, gerar empregos e, ao mesmo tempo, promover desenvolvimento social e ambiental”, destaca. O levantamento também revela que 87% das empresas em estágio avançado de sustentabilidade percebem maior impacto positivo na sociedade. “O mercado caminha para valorizar negócios que entregam resultado financeiro sem perder o compromisso com pessoas e com o entorno. Em 2026, esperamos ver mais empresas inspirando-se em modelos cooperativos para construir essa consistência”, conclui o diretor-presidente da Coopercompany.
market4u amplia capilaridade nacional, mira internacionalização e prevê faturar meio bilhão de reais em 2026
O mercado de conveniência consolidado no pós-pandemia confirma sua relevância e alcança uma realidade bilionária. Segundo dados do Grupo IMARC, empresa global de pesquisa de mercado e consultoria estratégica, o segmento no Brasil atingiu US$ 35,4 bilhões em 2025 e deve chegar a US$ 46,3 bilhões até 2034. As boas perspectivas são impulsionadas pela digitalização dos meios de pagamento, pela expansão de franquias e outras redes, e pela ampliação da oferta de produtos exclusivos e de alta demanda, capazes de atrair uma base de consumidores cada vez maior. Com seis anos de operação, um dos players pioneiros e protagonistas dessa transformação no varejo de proximidade é o market4u, maior rede de mercados autônomos da América Latina. A rede reforça toda a maturidade conquistada no modelo de autoatendimento no ambiente condominial ao atingir o marco de 2.500 lojas de conveniência em condomínios residenciais e comerciais em operação, presença em 180 cidades brasileiras e faturamento de R$ 336 milhões, superando a projeção inicial de R$ 326 milhões. Para 2026, a maior microfranquia do Brasil, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), projeta crescimento de 72% no faturamento, com meta de alcançar R$ 500 milhões e chegar a 4.000 unidades em operação. Logística no centro da estratégia de hiperconveniência Para sustentar os planos de crescimento, a rede aposta na inauguração de um Centro de Distribuição no Rio de Janeiro, o quarto da operação, que já conta com unidades no Paraná e em São Paulo. A nova estrutura fortalece a presença em uma das principais praças do market4u para acelerar o abastecimento, reduzir prazos e aumentar a eficiência operacional, com impacto direto no desempenho dos franqueados. O planejamento inclui ainda a implantação de novos CDs em São Paulo e em outras regiões estratégicas, além de investimentos em tecnologia, maior aproximação com a indústria, possíveis aquisições e a preparação para a internacionalização da marca, com estreia prevista nos Estados Unidos neste ano. “Com o crescimento da rede, a logística deixa de ser apenas um suporte e passa a ser uma alavanca estratégica do negócio. Ter um CD no Rio nos permite ganhar escala, reduzir gargalos e oferecer uma operação mais previsível e eficiente para quem está na ponta. O market4u deixou de ser apenas um mercado autônomo, estamos construindo um ecossistema de soluções baseado em hiperconveniência, eficiência operacional e inovação contínua, com uma visão clara de longo prazo”, afirma Eduardo Córdova, CEO e cofundador do market4u. No último ano, as operações dos Centros de Distribuição registraram um crescimento próximo a 70% no faturamento na comparação anual, consolidando-se não apenas como pilar logístico, mas também como uma nova frente relevante de receita para a empresa. “A centralização das compras amplia o poder de negociação com a indústria e gera ganhos que se refletem em custos menores, melhoria de margem e mais tempo para que o franqueado foque na gestão do negócio. Dados internos indicam que as franquias de minimercados abastecidas via CDs próprios tendem a apresentar redução consistente de custos em relação a operações que dependem exclusivamente de compras pulverizadas no varejo tradicional”, avalia o executivo. Tecnologia própria e IA sustentam eficiência e jornada de compra Paralelamente à logística, a tecnologia se consolida como um dos principais diferenciais competitivos do market4u, sustentada por uma plataforma própria desenvolvida internamente. A solução viabiliza desde a operação remota das lojas de conveniência em condomínios até o uso de inteligência artificial na experiência de compra, com destaque para o concierge digital, ainda em implementação, integrado aos diferentes pontos de contato a totens com telas no PDV para interação em tempo real, recomendações personalizadas e apoio à jornada do consumidor. “A evolução do mercadinho dentro do condomínio mostrou que não basta operar um ponto autônomo. É preciso entregar experiência, eficiência e inteligência. Nosso foco é usar tecnologia para reduzir atritos, aumentar o engajamento e gerar valor tanto para o consumidor quanto para o franqueado. O que faz com que nosso investimento seja contínuo em mídia e na ampliação do portfólio de soluções, com novos projetos nas frentes de serviços, dados e conveniência voltados ao ambiente condominial”, conclui Córdova.
Sou Coluna expande presença nacional e fatura mais de R$15 milhões
A Sou Coluna, clínica referência nacional em tratamentos especializados para a coluna, anuncia sua expansão nacional com unidades em oito estados brasileiros e fatura mais de R$ 15 milhões em 2025. Com uma média de 6 mil atendimentos por mês e índice de satisfação de 98%, a clínica reforça seu crescimento acelerado e a crescente demanda por soluções não invasivas e altamente eficazes no cuidado com a saúde da coluna — uma das principais queixas clínicas entre brasileiros de todas as idades. Com uma tecnologia única, criada pelos cofundadores, a empresa está presente em Anápolis (GO), Brasília (DF), Campinas (SP), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Verde (GO), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR), a Sou Coluna se destaca por utilizar um método próprio que integra prevenção, tratamento e manutenção. Todo o processo é baseado em um diagnóstico detalhado e no uso de tecnologias e técnicas avançadas, como tração, correção estrutural, massoterapia, termoterapia e exercícios terapêuticos. Para completar a narrativa de resultados expressivos e alta taxa de satisfação entre pacientes, a Sou Coluna entrou em 2025 para o mercado de franquias, disponibilizando a criação de unidades para o mercado. Segundo o cofundador e CEO da marca, Wolney Haas, “o método que aplicamos na Sou Coluna é resultado de anos de estudo e prática clínica, voltado para o alívio da dor, reeducação postural e recuperação funcional sem necessidade de cirurgia. O modelo de atendimento, 100% focado na individualidade do paciente, se tornou um diferencial competitivo no mercado de clínicas e reabilitação”. A Sou Coluna se posiciona como um centro completo de diagnóstico, reabilitação e acompanhamento contínuo. A proposta é simplificar a jornada de quem convive com dores ou disfunções na coluna, reunindo em um só lugar todos os recursos necessários, desde o diagnóstico até o tratamento. A clínica trabalha com uma abordagem integrada e personalizada, que une diferentes técnicas e uma equipe multidisciplinar preparada para tratar de forma conjunta os ossos, músculos, ligamentos e discos. O cuidado também ultrapassa as paredes da clínica, onde cada paciente recebe um kit de cuidados exclusivos e tem acesso a um aplicativo com orientações e atividades personalizadas, garantindo continuidade e autonomia no tratamento em casa. Além disso, o progresso clínico é acompanhado periodicamente por meio de exames específicos, permitindo ajustes e evolução constantes. Entre os principais tratamentos oferecidos pela rede estão os voltados à hérnia de disco, lombalgia, artrose, ciatalgia, dor no nervo ciático, entre outros. Todos são conduzidos com base em protocolos personalizados e acompanhados por profissionais qualificados. A expansão para novas regiões do país reflete o posicionamento da Sou Coluna como uma marca comprometida com o bem-estar e a prevenção. “Nosso propósito é oferecer um tratamento que devolva qualidade de vida e confiança ao paciente. Cada nova unidade representa não apenas crescimento, mas a oportunidade de transformar mais histórias por meio da saúde da coluna”, destaca Wolney Haas, cofundador e CEO da empresa.
Massari Fértil e Morro Verde anunciam fusão de negócios e criam grupo de R$ 500 milhões
A Massari Fértil e a Morro Verde anunciam a fusão de suas operações, criando uma das maiores plataformas brasileiras integradas de mineração, beneficiamento e formulação de fertilizantes minerais mistos naturais voltados ao agronegócio. A operação nasce com capacidade produtiva superior a 3 milhões de toneladas por ano, faturamento aproximado de R$ 500 milhões e expectativa de atingir, em até três anos, 5 milhões de toneladas de produção, R$ 1 bilhão em receita e 51% de participação de mercado em seu segmento. A combinação dos negócios reúne ativos minerais estratégicos, unidades industriais e operações logísticas em Minas Gerais e São Paulo, além de parcerias produtivas em diferentes regiões do país, formando uma estrutura integrada e escalável para atender os principais polos agrícolas brasileiros. Atualmente, o Brasil importa cerca de 90% dos fertilizantes que consome, apesar de ser um dos maiores produtores agrícolas do mundo. Essa dependência expõe o setor a riscos cambiais, geopolíticos e logísticos, além de elevar os custos de produção. Nesse contexto, a união entre as empresas fortalece a produção nacional de insumos, amplia a eficiência produtiva, gera ganho de escala e reduz custos, com foco em soluções desenvolvidas a partir de recursos minerais brasileiros. “O nosso maior desejo como empresário é poder oferecer à agricultura brasileira autossustentabilidade e maior soberania nacional para o agronegócio. O Brasil não pode continuar dependente de insumos externos quando possui recursos minerais, tecnologia e capacidade industrial para produzir fertilizantes de forma competitiva e sustentável”, afirma Sérgio Saurin, diretor-presidente (CEO) e fundador da Massari Fértil. O portfólio da companhia será concentrado em fertilizantes minerais mistos naturais, desenvolvidos a partir de ativos geológicos nacionais e formulados de acordo com as características dos solos tropicais. Esses produtos representam uma alternativa mais sustentável e tecnológica aos fertilizantes químicos tradicionais, ao combinar liberação gradual de nutrientes, menor impacto ambiental e maior eficiência agronômica no longo prazo. Segundo Mauro Barros, CEO da Ore Investments, acionista controlador da Morro Verde, a combinação cria uma base sólida para atender à demanda crescente por soluções mais eficientes no campo. “A integração permite transformar ativos minerais em produtos de maior valor agregado, com formulações adaptadas à realidade do produtor brasileiro. Estamos falando de previsibilidade de fornecimento, menor exposição cambial e mais competitividade para o agro”, destaca. A companhia passa a operar uma cadeia verticalizada, da mineração à formulação final, com foco em soluções baseadas em fósforo nacional e corretivos minerais. Além de ganhos econômicos, o modelo contribui para a redução das emissões associadas ao uso intensivo de fertilizantes químicos, alinhando produtividade agrícola e sustentabilidade. A expectativa é que, em até três anos, a união entre Massari Fértil e Morro Verde consolide a companhia como o maior player brasileiros no mercado de fertilizantes minerais mistos naturais. Mais do que uma transação corporativa, a combinação representa uma estratégia de desenvolvimento para o país. “Fortalecer a produção nacional de fertilizantes minerais é fortalecer a segurança alimentar, a competitividade do produtor e a soberania do agronegócio brasileiro”, conclui Saurin.
Breno Lobato se consolida como voz proeminente sobre inteligência artificial aplicada a negócios
Em um cenário onde a inteligência artificial avança mais rápido do que a capacidade coletiva de compreendê-la, Breno Lobato tem se destacado por ocupar um lugar estratégico no debate sobre tecnologia e inovação: o de quem une visão disruptiva, aplicação prática e impacto socio-econômico real. Empreendedor serial, investidor, criador de negócios disruptivos e palestrante, ele atua de forma ativa na construção de soluções que posicionam a IA como a maior ferramenta de potencialização empresarial e profissional já criada. A crescente visibilidade de temas como automação inteligente, transformação digital e aplicação estratégica de IA tem colocado a tecnologia no centro das atenções da mídia e do mundo corporativo. É nesse contexto que Breno ganha relevância ao abordar a inteligência artificial não apenas como ferramenta, mas como um fenômeno econômico, social e cultural que está redefinindo a forma como empresas operam e profissionais performam. “O futuro será definido pelo avanço da tecnologia. O que vai moldar esse futuro são as decisões que tomamos hoje sobre como nos beneficiar dessa transformação que já está entre nós”, afirma Breno Lobato, especialista em inteligência artificial aplicada a negócios, estratégia e performance. “Estamos vivendo um momento de evolução constante, e quem não se preparar para essa nova realidade ficará para trás.” Como fundador do Grupo BLVR — ecossistema de inovação, comunicação, startups, tecnologia e inteligência artificial —, Breno é responsável por iniciativas que conectam negócios, tecnologia e desenvolvimento humano de alto impacto. Entre elas está WeBelieve Hub (a Casa dos Hackers), um ecossistema voltado à experimentação criativa, troca de conhecimento e desenvolvimento acelerado de soluções tecnológicas. O espaço reúne profissionais, criadores e empresas interessadas em construir o futuro de forma colaborativa, funcionando como um laboratório vivo de inovação. Ele também é idealizador do Programa Atmosfera, projeto que une inteligência humana e inteligência artificial, somados a método, tecnologia e experimentação. A iniciativa tem como objetivo gerar resultados concretos de negócio por meio do desenvolvimento acelerado de profissionais, aplicando e cocriando com IA nos negócios, na comunicação e na inovação. Fundador da AYA, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para empresas, Breno também lidera outras iniciativas do Grupo BLVR focadas em recrutamento de talentos tecnológicos e soluções integradas de marketing e inovação para o mercado corporativo. “Desenvolver tecnologia sem desenvolver inteligência estratégica é desperdiçar potencial”, pontua. “Por isso, meus projetos sempre nascem com foco em performance, resultado e transformação real.” Relata Breno. Inserido de forma consistente na mídia, Breno tem se tornado uma referência por tratar a inteligência artificial com profundidade técnica e visão de negócios, sem sensacionalismo. Sua atuação inclui participações em debates públicos, entrevistas e conteúdos que destacam o potencial transformador da IA quando aplicada com inteligência e intencionalidade. Como palestrante, ele leva essa visão a eventos corporativos, educacionais e de inovação, conectando tecnologia, estratégia e performance empresarial com foco em quebra de paradigmas e amplificação de capacidades. “Não estamos vivendo apenas uma revolução tecnológica. Estamos vivendo uma ruptura completa na forma como criamos valor, operamos negócios e desenvolvemos pessoas”, afirma. “A IA multiplica capacidades humanas de forma que nunca vimos antes. Isso traz benefícios imensos, mas também exige um olhar inteligente, estratégico e intencional para construir um mundo melhor por meio dessa ferramenta tão poderosa que está em nossas mãos.” Explica o especialista. Com uma trajetória que atravessa empreendedorismo, investimento, educação e tecnologia, Breno Lobato representa uma geração de líderes que compreende que o futuro da inteligência artificial será definido por quem souber aplicá-la com precisão estratégica para gerar impacto real. “O futuro ainda está em aberto. Cada decisão sobre como usar a IA é uma escolha que define o tipo de realidade que estamos construindo. E eu escolho construir um futuro de transformação inteligente, inovação aplicada e resultado concreto”, conclui o empresário.
Empresas firmam parceria visando novo modelo de comércio
O mercado de mídia, tecnologia e varejo urbano acaba de assistir ao nascimento de uma nova fronteira. KeepIt e Henko Produções anunciam oficialmente uma parceria estratégica que une inovação tecnológica, mídia tradicional e infraestrutura urbana para criar um novo modelo de comércio híbrido nas cidades. Mais do que uma colaboração entre empresas, o acordo marca o início de uma nova camada do comércio urbano, onde o físico e o digital deixam de competir e passam a operar de forma integrada, inteligente e escalável. A KeepIt vem se posicionando como uma das plataformas mais disruptivas do novo ciclo do varejo. Seu modelo de Smart Store white label transforma pontos estratégicos da cidade em hubs de consumo, experiência, ativação de marcas e publicidade, criando um verdadeiro shopping físico-digital distribuído. A Henko, referência em produção, tecnologia LED e soluções visuais de alto impacto, entra como parceira estratégica para elevar esse ecossistema a um novo patamar. A empresa traz ao projeto sua expertise em mídia tradicional, produção visual e engenharia de experiências, conectando a força do mundo físico com a inteligência de dados e software da KeepIt. “Essa parceria não é sobre mídia ou tecnologia isoladamente. É sobre reprogramar o espaço urbano como plataforma de consumo, comunicação e experiência”, destaca a liderança da KeepIt. “Assim como grandes plataformas globais inauguraram novos mercados ao invés de disputar os antigos, estamos criando uma nova lógica para o comércio das cidades”. A união entre as empresas representa um movimento raro no mercado: mídia tradicional e tecnologia de plataforma trabalhando juntas desde a origem, não como canais separados, mas como partes de um único sistema. O resultado é uma infraestrutura urbana capaz de ativar marcas, produtos e serviços de forma contextual, mensurável e integrada à jornada real do consumidor. Para o mercado de produções, LED, mídia out-of-home e inovação, a parceria sinaliza uma mudança estrutural. Não se trata apenas de novos formatos ou telas mais sofisticadas, mas de um novo papel da mídia no tecido urbano, agora diretamente conectada ao consumo, à experiência e à conversão. Com projetos já em desenvolvimento, KeepIt e Henko iniciam um ciclo que promete redefinir como marcas, lojistas e consumidores se relacionam com a cidade. Um movimento que não apenas acompanha a transformação do varejo, mas antecipa o próximo capítulo do comércio urbano híbrido.
Conflitos entre sócios ainda são uma das principais causas de crises empresariais
Divergências entre sócios seguem sendo um dos principais fatores de crise nas empresas brasileiras. Em muitos casos, o problema não surge de grandes disputas judiciais, mas de conflitos mal administrados que se acumulam ao longo do tempo e acabam comprometendo a governança, a tomada de decisões e o próprio funcionamento do negócio. “Conflitos entre sócios não são exceção. Eles fazem parte da vida empresarial. O problema é quando a empresa não tem estrutura jurídica e de governança para lidar com essas divergências de forma racional e previsível”, afirma Sandro Wainstein, advogado especializado em direito empresarial e negociação. Diferenças de visão sobre estratégia, distribuição de resultados, níveis de risco, sucessão ou papel de cada sócio são comuns na dinâmica empresarial. O risco aparece quando essas divergências não encontram canais claros de decisão ou regras previamente estabelecidas, criando impasses que paralisam a empresa e desgastam as relações internas. Segundo o especialista, muitas sociedades operam com contratos sociais e acordos de sócios genéricos, desatualizados ou pouco aderentes à realidade do negócio. “Quando surge um conflito relevante, não está claro quem decide, como decide ou quais são os limites de cada sócio. Isso gera insegurança, trava decisões estratégicas e frequentemente leva à judicialização”, explica. Na prática, disputas societárias mal conduzidas costumam afetar diretamente o dia a dia da empresa. Projetos são adiados, investimentos deixam de acontecer, lideranças ficam enfraquecidas e a gestão passa a operar em um ambiente de tensão permanente. Em situações mais graves, o conflito interno se torna público e compromete a credibilidade do negócio no mercado. Para Wainstein, o maior erro é tratar o conflito apenas quando ele já se tornou insustentável. “A gestão societária precisa ser preventiva. É fundamental estabelecer regras claras, mecanismos de solução de conflitos e processos de decisão antes que o problema estoure. Depois que a relação se deteriora, o custo financeiro e emocional é muito maior”, destaca. O advogado ressalta que uma boa governança societária não elimina divergências, mas cria instrumentos para que elas sejam resolvidas sem colocar em risco a continuidade da empresa. “O conflito não destrói a empresa por si só. O que destrói é a ausência de estrutura para lidar com ele de forma técnica, profissional e estratégica”, conclui.
A nova lógica de expansão no franchising brasileiro
Durante muito tempo, a expansão no franchising brasileiro foi conduzida de forma predominantemente intuitiva. A associação entre crescimento gradual e preservação de controle coexistia com a percepção de que a aceleração representava um risco elevado, geralmente ligado à perda de padrão operacional, fragilidades de gestão e conflitos com franqueados. Com o amadurecimento do setor, essa leitura começou a ser revista, à medida que se tornou mais evidente que o principal fator de risco não estava na velocidade do crescimento, mas na ausência de método. Nos estágios iniciais de desenvolvimento do setor no país, não havia um modelo estruturado de aceleração aplicado especificamente às redes de franquias. Esse vácuo levou à análise de experiências consolidadas em outros setores da economia global. Ecossistemas como Israel, Vale do Silício e China passaram a ser observados como referência em crescimento acelerado sustentado por processos, governança e controle operacional. A partir desse aprendizado, emergiu no Brasil, de forma pioneira, um modelo de aceleração voltado a franquias, que passou a priorizar validação, método e governança antes da escala. O movimento, liderado pela 300 Franchising, contribuiu para uma inflexão relevante na lógica de expansão do setor: crescer deixou de ser o ponto de partida e passou a ser consequência de um processo estruturado de preparação. Nesse novo desenho, a expansão ocorre somente após a validação de critérios objetivos. O primeiro deles está relacionado ao empreendedor, avaliando-se propósito, visão estratégica, maturidade decisória e histórico de execução. A aceleração tende a ampliar a complexidade da operação e exige maior capacidade de liderança, foco e consistência por parte de quem conduz o negócio. O segundo critério é o próprio modelo de negócio. São analisados o grau de diferenciação da marca, sua capacidade real de escala e o nível de organização da operação. Estruturas de gestão, processos definidos, sistemas, manuais e mecanismos de governança tornam-se elementos centrais para garantir previsibilidade ao longo do crescimento. O terceiro fator diz respeito ao timing. Nem toda empresa estruturada está, necessariamente, no momento adequado para expandir. A avaliação do contexto interno, do grau de dedicação exigido do empreendedor e das condições de mercado funciona como um filtro para evitar desgaste operacional e decisões estratégicas prematuras. Com esses fatores alinhados, a expansão deixa de ser uma aposta e passa a operar dentro de uma lógica mais próxima da indústria, baseada em repetição, controle e métricas claras de desempenho. A adoção de metodologias inspiradas em empresas de alto crescimento contribui para que a escala ocorra de forma mais previsível e sustentável. Os efeitos desse modelo já aparecem nos números. O ecossistema 300 Franchising reúne mais de 90 marcas sócias e já comercializou mais de 13 mil franquias no país. O grupo é responsável pela geração de cerca de 45 mil empregos diretos e possui valor estimado superior a R$ 2 bilhões. “O crescimento deixa de depender exclusivamente da ambição e passa a ser resultado de uma estrutura bem construída. Padronização de processos, acompanhamento sistemático de indicadores e suporte centralizado são determinantes para sustentar a expansão”, afirma Leonardo Castelo, presidente da 300 Franchising. O tema ganha relevância em um momento de desempenho consistente do franchising brasileiro. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) indicam que o setor faturou R$ 135,8 bilhões no primeiro semestre de 2025, alta de 11,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em um ambiente de juros elevados e crédito mais seletivo, modelos de expansão capazes de oferecer previsibilidade tendem a ser mais valorizados por investidores e empreendedores. Como ocorre em outros mercados em processo de amadurecimento, a difusão do conceito de aceleração também gerou distorções. Parte das iniciativas passou a reproduzir o discurso do crescimento acelerado sem a devida compreensão dos fundamentos que sustentam esse modelo. A fronteira entre expansão consistente e risco excessivo passou a estar diretamente associada à presença de método, processos robustos e governança. Nesse contexto, a decisão sobre como conduzir a expansão, e com quem, tornou-se um fator estratégico para a sustentabilidade das redes. A escolha do modelo de crescimento passou a ter impacto direto sobre a capacidade de execução, a relação com franqueados e a longevidade do negócio. A nova lógica do franchising brasileiro aponta para um ambiente mais profissional, previsível e orientado por processos. O crescimento acelerado, quando sustentado por método e governança, deixa de ser uma ameaça e passa a ser compreendido como parte de uma estratégia deliberada e racional de expansão.
Empresas estruturam fintechs próprias para diversificar receitas, otimizar impostos e assumir controle financeiro
A criação de fintechs próprias deixou de ser um movimento restrito a startups financeiras e bancos digitais. Nos últimos anos, empresas de varejo, food service, franquias, marketplaces, plataformas de serviços e indústrias passaram a estruturar operações financeiras internas como estratégia para diversificar faturamento, aumentar margens e organizar a tributação de fluxos que antes apenas geravam custo, como o processamento de pagamentos, a antecipação de recebíveis e o crédito consignado. Esse movimento ganhou tração a partir de meados da década de 2010, com a evolução das APIs bancárias, a digitalização dos meios de pagamento e, mais recentemente, com a consolidação do modelo Banking as a Service (BaaS). A regulamentação do open finance no Brasil e o avanço do Pix aceleraram esse processo ao reduzir barreiras tecnológicas e ampliar a concorrência no sistema financeiro. Segundo a Allied Market Research, o mercado global de fintechs deve crescer, em média, 23% ao ano até 2028, impulsionado principalmente pela integração de soluções financeiras a ecossistemas empresariais já consolidados. No Brasil, dados da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) indicam que mais de 60% das fintechs atuam oferecendo alternativas ao sistema bancário tradicional, muitas delas ligadas a empresas que não nasceram no setor financeiro. “Hoje, qualquer empresa que tenha relacionamento recorrente com clientes, parceiros ou franqueados e processe pagamentos pode se tornar uma fintech. O diferencial está em estruturar isso como negócio, e não apenas como custo operacional”, afirma Segundo Rafael Franco, CEO da Alphacode, empresa especializada no desenvolvimento de plataformas financeiras digitais Na prática, o modelo permite que empresas ofereçam contas digitais, carteiras (wallets), orquestração de pagamentos, split de recebíveis, parcelamento inteligente, antecipação de valores e produtos de crédito dentro do próprio ecossistema. Em vez de apenas pagar taxas a bancos, adquirentes e intermediários, o negócio passa a capturar parte da margem financeira dessas operações. Além da geração de receita, a estruturação de uma fintech própria impacta diretamente a organização tributária, especialmente em relação ao Imposto de Renda. Ao separar a operação financeira do core business em um CNPJ específico, a empresa consegue segregar receitas operacionais e financeiras, adotando o regime tributário mais adequado para cada atividade. Dependendo do modelo, isso permite tributar o resultado financeiro de forma mais eficiente, com dedução de custos tecnológicos, despesas de compliance, infraestrutura e, em alguns casos, provisões de risco. “Não se trata de pagar menos imposto por artifício, mas de pagar imposto sobre um resultado que antes ficava com terceiros. A empresa transforma um centro de custo em unidade geradora de lucro”, explica Franco. Quem pode se tornar uma fintech Empresas com grande volume transacional, base recorrente de clientes ou operações pulverizadas são as que mais se beneficiam do modelo. Redes de franquias, marketplaces, plataformas de assinatura, empresas de logística, educação, saúde e varejo digital estão entre os perfis mais comuns. O fator determinante não é o setor, mas a capacidade de integrar soluções financeiras à jornada do usuário. Como contratar uma empresa para estruturar a fintech Especialistas apontam que o primeiro passo é definir claramente o objetivo da operação: banco digital completo, wallet, pagadoria, plataforma de crédito ou camada financeira integrada ao negócio principal. A partir disso, a escolha do fornecedor deve considerar experiência comprovada em projetos financeiros, capacidade de customização, conhecimento regulatório e domínio de integrações com adquirentes, gateways, sistemas antifraude e parceiros bancários. Também é fundamental avaliar a infraestrutura tecnológica. Plataformas baseadas em nuvem, escaláveis, auditáveis e aderentes à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) são hoje padrão. Outro ponto crítico é o suporte especializado. “Não é um projeto para call center genérico. É preciso equipe técnica que entenda de risco, pagamento e governança”, afirma Franco. Vantagens e alertas Entre as principais vantagens estão a diversificação de faturamento, aumento da retenção de clientes, maior previsibilidade financeira e organização tributária. Além disso, a empresa passa a ter controle total sobre regras de pagamento, políticas de crédito, programas de cashback e fidelidade, além do onboarding de clientes com validações de segurança e análise de risco. Por outro lado, há alertas importantes. Operações financeiras exigem governança, monitoramento contínuo de risco, investimento permanente em segurança digital e atenção regulatória. Estruturas improvisadas ou mal dimensionadas podem gerar passivos fiscais, problemas de compliance e impacto reputacional. “Não é um atalho nem uma moda. É uma decisão estratégica que precisa ser tratada como tal”, ressalta o executivo. Com soluções que incluem Pix, boletos, cartões, links de pagamento, carteiras digitais, programas de fidelidade e autenticação biométrica, o modelo BaaS vem reposicionando empresas como protagonistas da nova economia financeira. “Transformar a empresa em uma fintech não significa virar banco tradicional, mas assumir o controle das próprias soluções financeiras e abrir novas frentes de crescimento com previsibilidade e escala”, conclui o CEO da Alphacode.
Há 25 anos, a GOLLOG encurta distâncias e transforma a logística no Brasil
A GOLLOG, serviço de transporte de cargas e encomendas da GOL Linhas Aéreas, completa hoje 25 anos, consolidando-se como referência em logística aérea no Brasil. Criada apenas 15 dias após a fundação da GOL, a companhia surgiu com uma proposta inédita: ser a primeira empresa low-cost a transportar carga aérea, aproveitando espaços ociosos nas aeronaves para garantir eficiência e redução de custos. De lá para cá essa ideia inovadora se transformou em um negócio robusto, alcançando mais de R$ 1,5 bilhão em vendas e se tornando uma fonte estratégica de receita da GOL. “Celebramos 25 anos com orgulho do que construímos e com os olhos no futuro. Nosso propósito é ser a companhia de transporte aéreo de carga preferida pelos clientes, reconhecida por sua eficiência e alto nível de serviço”, afirma Patricia Bello, diretora geral da GOLLOG. Ao longo de sua trajetória, a GOLLOG não apenas transportou cargas, mas também histórias. Desde sua atuação essencial durante a pandemia, transportando vacinas e medicamentos, até o envolvimento em ações humanitárias, como envio de mantimentos a regiões afetadas por fortes chuvas no País e apoio ao transporte de animais resgatados. Sua operação de logística de alta performance também já marcou momentos históricos, como a entrega do troféu do Campeonato Brasileiro em 2023 feito de forma simultânea em diferentes estádios antes do horário dos jogos. Em 2025, a empresa fortaleceu sua capacidade operacional com a chegada de seu 9º cargueiro próprio dedicado, aumentando em 23 toneladas a capacidade de transporte e garantindo maior agilidade para o e-commerce, operações charter e transporte de cargas especiais em todo o país. Junto à frota de mais de 100 aeronaves da GOL adaptadas para transporte de carga, a novidade reforça a posição de liderança da companhia e abre novas oportunidades de expansão, incluindo o atendimento a regiões distantes como Norte e Nordeste, além de segmentos estratégicos como automotivo e farmacêutico. Para reforçar sua presença no mercado e destacar soluções que encurtam distâncias com agilidade, a GOLLOG lançou em 2025 a campanha institucional “Com a GOLLOG, sua encomenda chega voando”. Voltada especialmente para empresas B2B e com foco digital, a iniciativa evidencia os diferentes serviços da companhia, como o GOLLOG E-commerce, dedicado ao setor de vendas online; o GOLLOG Rápido e Urgente, para entregas prioritárias; e o GOLLOG Saúde, especializado em transporte de produtos médicos e farmacêuticos que exigem controle de temperatura e manuseio específico. A campanha reforça a robustez da marca e sua posição como maior operação de cargas aéreas do Brasil. Eficiência em números Em 2025, a unidade superou a marca de 170 mil toneladas transportadas, registrando um crescimento de 12,4% no peso em relação ao mesmo período de 2024 (dados da ANAC). A frota inclui também nove cargueiros dedicados operando em parceria com o Mercado Livre, consolidando a maior operação aérea de carga regular do país e ampliando o alcance da empresa em todo o território nacional. Com uma história marcada por inovação, inteligência e conexão, a GOLLOG reafirma seu papel como um elo essencial entre pessoas, negócios e oportunidades em todo o Brasil.
Galerias em hipermercados ganham espaço como aposta segura para investidores
As galerias comerciais instaladas em hipermercados têm se consolidado como uma alternativa relevante para investidores. O modelo se apoia no grande volume de pessoas que já frequentam esses hipermercados para compras regulares, aproveitando essa circulação para gerar receita nas lojas e serviços. A estratégia reduz riscos operacionais ao se apoiar em um fluxo já estabelecido e recorrente. Além do movimento constante, esses espaços ampliam o tempo de permanência do consumidor ao reunir conveniências do dia a dia em um único endereço. Academias, salões de beleza, praças de alimentação e serviços essenciais, como chaveiros, gráficas, farmácias, entre outros, complementam a experiência de compra e transformam o hipermercado em um polo de serviços. A presença de estacionamento amplo reforça a atratividade, facilita o acesso e contribui para a fidelização do público que busca resolver múltiplas demandas em uma única visita. Um dos players que se destaca nesse formato é o Carrefour Property, braço imobiliário do Grupo Carrefour Brasil. O maior grupo varejista do país, reúne atualmente mais de 250 galerias comerciais distribuídas em 20 estados e soma mais de 3.200 lojistas ativos. Presente sob as bandeiras Carrefour, Sam’s Club e Atacadão, o Grupo atende um público amplo, das classes A a D, e registra a circulação de cerca de 60 milhões de consumidores todos os meses em suas unidades, indicador que sustenta o potencial de atração para negócios instalados dentro das galerias. Roger Teixeira, gerente de marketing do Carrefour Property, explica que além de serem uma opção atrativa para pequenos empreendedores, as galerias também se consolidaram como espaços estratégicos para grandes marcas que veem no formato uma oportunidade eficiente para expandir seus negócios. “Possibilitamos que os nossos parceiros comecem seus negócios de forma estruturada, com crescimento gradual e presença próxima do público, fortalecendo a marca na rotina do consumidor. Para pequenos empreendedores, isso representa menos barreiras de entrada e um caminho mais seguro para amadurecer a operação com consistência. Para grandes marcas, significa expansão com padronização, capilaridade e maior velocidade de implantação, mantendo controle de qualidade e performance em diferentes praças”, ressalta Teixeira. O executivo conta ainda que, além das operações fixas, as galerias do Grupo investem na diversificação de formatos comerciais como estratégia para atender diferentes perfis de negócios e fases de operação. Eventos, quiosques, serviços e soluções flexíveis ampliam as possibilidades de ocupação, permitem testar conceitos, ajustar modelos e acelerar a entrada das marcas no mercado, ao mesmo tempo em que mantêm o equilíbrio do mix e a dinâmica dos espaços. “O que torna nosso modelo tão eficiente é a combinação entre conveniência e um mix planejado para estimular a recorrência e o desempenho das operações. Ao mesmo tempo, cuidamos para que os lojistas encontrem um ambiente sustentável para crescer”, conclui o gerente de marketing do Carrefour Property.
Evento de projeção internacional aposta em conexões estratégicas para responder a um novo perfil de mulheres nos negócios
As mulheres que hoje estão à frente dos negócios ultrapassaram a fase da validação externa e passaram a demandar outro tipo de experiência nos eventos corporativos. Empreendedoras, executivas, líderes e decisoras valorizam tempo, profundidade e acesso e enxergam esses encontros como espaços de posicionamento e expansão estratégica. “Elas não procuram mais motivação. Procuram contexto, critério e conexão estratégica. Os eventos deixaram de ser entretenimento profissional para se tornarem ferramentas reais de decisão e crescimento”, afirma Carina Costa, idealizadora do ATIVA, evento internacional de empreendedorismo feminino idealizado em Portugal pela empresária e que teve sua primeira edição no Brasil, em novembro do ano passado, e retorna ao país em 2026. Esse novo perfil evidencia o esgotamento dos formatos tradicionais de eventos de negócios, baseados em discursos genéricos sobre liderança feminina, painéis superficiais e networking sem intenção clara. “As mulheres rejeitam fórmulas prontas e ambientes que subestimam sua maturidade profissional. No ATIVA, participar do evento é uma decisão estratégica, motivada pelo acesso a pessoas e decisões relevantes, leitura de mercado e de futuro, expansão de repertório e construção de relações com potencial concreto de colaboração e negócio”, explica Carina. A resposta do ATIVA a essa demanda se materializa em todas as etapas do projeto, desde a curadoria até a experiência final. Conteúdos, vozes, marcas, público e parceiros são selecionados de forma criteriosa, com experiências desenhadas para favorecer conversas relevantes e evitar dispersão ou ruído promocional. “As conexões no ATIVA não são acidentais. Criamos um ambiente onde o diálogo qualificado nasce de contexto compartilhado, não da simples troca de cartões. Isso faz com que as relações continuem depois do evento, com impacto real”, destaca. Com presença internacional, o ATIVA amplia a visão de mercado, o acesso a outras realidades e a leitura de tendências globais, posicionando suas participantes em um ecossistema internacional de pensamento, negócios e influência. Essa lógica também redefine a relação com marcas e patrocinadores, que passam a atuar como parceiras estratégicas, e não apenas como expositoras. “O ATIVA não existe para agradar a todos, e isso é intencional. Ele existe para servir mulheres que sabem onde estão e onde querem chegar. Hoje, esse nível de clareza é o nosso maior diferencial”, conclui Carina Costa.
Skechers acelera sua expansão no Brasil e inaugura primeira loja própria do país em São Paulo
A Skechers, terceira maior marca de calçados do mundo, inaugura sua primeira loja própria no Brasil em 2026, marcando o início de um novo momento da marca no país. A unidade será aberta nesta quinta-feira, dia 29, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, no Outlet Só Marcas, um dos mais tradicionais polos de compras de produtos esportivos do Estado. Presente no Brasil até então por meio de parceiros – em canais de revenda e lojas licenciadas -, a Skechers dá um novo passo estratégico com a sua operação direta. A abertura da primeira loja própria em São Paulo reforça o relacionamento com o público brasileiro e amplia a possibilidade de aquisição de calçados com foco em conforto, tecnologia e inovação. Reconhecida globalmente por sua qualidade e conforto, a Skechers é uma das líderes mundiais em calçados para o dia a dia e prática de esportes. A nova loja de Guarulhos reúne o amplo portfólio da companhia sempre com foco em conforto, bem-estar, design funcional e soluções tecnológicas aplicadas ao calçado. A unidade conta com mais de 300m2 de área total e oferece ao público uma ampla gama de produtos da marca, incluindo calçados das categorias casual, sports, walking, sandals, adventure, running, basketball, football e pickleball, work e kids. “A abertura da nossa primeira loja própria em solo nacional representa um marco muito importante para a Skechers do Brasil e reforça o quanto o país é estratégico para a marca, tanto pelo tamanho do mercado quanto pela afinidade do consumidor brasileiro com produtos que combinam conforto, tecnologia e estilo. Iniciar um novo capítulo com uma operação direta já em São Paulo – um dos principais estados do cenário nacional – nos permite estar ainda mais próximos do nosso público e reforçar nossos valores no ponto de venda”, afirma Sabrina Mônaco, Country Manager da Skechers do Brasil. A escolha de São Paulo — e, especificamente, de Guarulhos — reforça a estratégia da organização de iniciar sua operação própria em um dos principais eixos de consumo do País. O Outlet Só Marcas, que atua na cidade, é referência nacional no segmento e atrai consumidores de diferentes regiões, alinhando-se ao objetivo da Skechers de ampliar sua presença e visibilidade no mercado brasileiro. “A partir dessa inauguração, os consumidores da marca podem esperar muitas novidades para esse ano”, acrescenta Sabrina. A loja da Skechers no Outlet Só Marcas, em Guarulhos (SP) funcionará de segunda à sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados das 9h às 21h. O centro de compras está localizado na rodovia Presidente Dutra, km 222,3, Porto da Igreja. O local conta com estacionamento com 400 vagas. A Skechers é uma marca para toda a família e seus produtos podem ser encontrados, além de nessa primeira loja própria, nas principais lojas de calçados do país e no Instagram da marca – @skechersbrasil.
Aumento de carga tributária obriga empresas repensarem onde operar, especialista explica
Com o início da implementação da Reforma Tributária, empresários brasileiros já começam a rever decisões estratégicas sobre expansão e operação dos seus negócios. Com a unificação dos tributos sobre consumo e a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que substituem o PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI, os centros comerciais como shoppings e galerias devem enfrentar aumento da carga tributária, consequentemente repassando aos lojistas por meio de aluguéis e taxas mais altas. Diante desse cenário, a escolha do ponto comercial também é determinante para a sobrevivência e escala dos negócios. Segundo Ycaro Martins, especialista em negócios e expansão de alta performance, fundador e CEO da Maxymus Expand, empresa especializada em estratégias de crescimento e estruturação empresarial, compreender o modelo ideal de operação se torna fundamental para a operação das empresas. “A Reforma Tributária acelera uma mudança que já estava em curso, que as empresas precisam operar com inteligência de custos. Não basta crescer, é preciso expandir com previsibilidade, margem e estratégia. A escolha do ponto comercial passa a ser uma decisão de negócio, não apenas de visibilidade”, afirma o especialista. Segundo o executivo, setores que operam com margens mais ajustadas sentirão primeiro o impacto do aumento da carga tributária indireta, especialmente quando esses forem repassados por meio de aluguéis, taxas condominiais e encargos operacionais. “O erro clássico é olhar apenas o aluguel. O empresário precisa entender o custo total da operação e como ele afeta o fluxo de caixa no médio e longo prazo”, alerta. Para ajudar empresários a tomarem a decisão certa, o especialista, com mais de 20 anos de experiência em empreendedorismo, apresenta critérios fundamentais para escolher o ponto comercial ideal: O empresário ainda destaca que a Reforma Tributária torna o planejamento estratégico ainda mais indispensável para as empresas. “Expandir sem analisar impacto fiscal, perfil do consumidor e modelo operacional pode gerar prejuízos irreversíveis. No novo cenário tributário, crescer rápido sem estrutura é um risco ainda maior”, conclui.
Carnaval além da avenida: como a propriedade intelectual pode transformar o samba em ativo econômico
O Carnaval carioca vai muito além do espetáculo na Sapucaí e se consolida como um dos principais motores da economia criativa brasileira. O evento movimenta bilhões de reais, gera milhares de empregos e projeta internacionalmente a cultura nacional, o que reforça a importância estratégica da proteção da propriedade intelectual nesse setor. No centro dessa discussão está a propriedade industrial, especialmente o direito de marcas, como ferramenta essencial para transformar ativos culturais em ativos econômicos. As marcas das escolas de samba identificam não apenas os desfiles, mas uma ampla gama de produtos e serviços que circulam ao longo de todo o ano. Estudo dos advogados Felipe Ferreira Simões dos Santos e Isabelle Ilicciev Lage, do Di Blasi, Parente & Associados, publicado em artigo da Revista Semestral de Direito Empresarial (RSDE), analisa como grandes agremiações do Grupo Especial do Rio de Janeiro — como Mangueira, Portela, Beija-Flor e Salgueiro — gerenciam seus portfólios de marcas junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O diagnóstico revela que, apesar da força simbólica dessas marcas, sua exploração econômica ainda é limitada. A pesquisa mostra que a maior parte dos registros está concentrada na classe de serviços ligada a eventos culturais e espetáculos, deixando de fora outras atividades relevantes, como comércio de vestuário, produtos licenciados, programas de sócio torcedor e ações promocionais. Segundo os autores, essa subutilização da propriedade industrial compromete o potencial de geração de receitas próprias das escolas de samba e aumenta a dependência de subvenções públicas e patrocínios pontuais, especialmente em um setor que poderia operar de forma menos sazonal. O artigo destaca ainda o papel multifuncional das marcas, que vão além da simples identificação. Elas exercem funções distintiva, publicitária, econômica e informativa, sendo capazes de fidelizar o público, agregar valor simbólico e impulsionar decisões de consumo quando bem geridas. Outro ponto relevante é a conexão entre inovação, criatividade e propriedade intelectual. A economia criativa depende diretamente da proteção dos ativos intangíveis para estimular investimentos, promover inclusão social e fortalecer a identidade cultural das comunidades ligadas às escolas de samba. O estudo também chama atenção para o licenciamento de marcas como estratégia pouco explorada pelas agremiações. Parcerias comerciais bem estruturadas poderiam ampliar a presença das marcas no mercado e gerar receitas recorrentes fora do período carnavalesco. Do ponto de vista das políticas públicas, os autores observam que o investimento no Carnaval ainda é concentrado nos meses que antecedem os desfiles. A ausência de planejamento contínuo limita o impacto social e econômico da festa e reduz o aproveitamento dos ativos protegidos pela propriedade industrial. Ao final, o artigo conclui que o fortalecimento da gestão da propriedade intelectual no Carnaval é essencial para consolidar o evento como uma indústria criativa sustentável. A proteção e a exploração estratégica das marcas das escolas de samba podem ampliar receitas, gerar empregos, reduzir vulnerabilidades financeiras e valorizar, de forma permanente, um dos maiores patrimônios culturais do país. O estudo dos advogados Felipe Ferreira Simões dos Santos e Isabelle Ilicciev Lage, publicado na Revista Semestral de Direito Empresarial (RSDE) – periódico sob a coordenação do Departamento de Direito Comercial e do Trabalho da Faculdade de Direito da UERJ – pode ser baixado – https://rsde.com.br/artigos/carnaval-carioca-e-a-propriedade-industrial-intersecoes-entre-economia-criativa-direito-marcario-e-transferencia-de-tecnologia/.
A nova cara do networking: comunidades empresariais avançam como ferramenta de decisão e desempenho nos negócios
A participação de empresários em redes profissionais estruturadas passou a ser analisada como um fator associado ao desempenho e à qualidade das decisões estratégicas nas empresas. Um estudo publicado em 2025 no American Journal of Social Sciences and Humanities identificou relação positiva e estatisticamente significativa entre práticas de networking empreendedor, difusão de conhecimento e indicadores de performance em pequenas e médias empresas, reforçando o papel das redes como ativo econômico. A pesquisa se soma a um conjunto crescente de estudos que apontam que a aprendizagem entre pares e a cooperação organizada contribuem para ampliar acesso à informação, reduzir assimetrias de conhecimento e apoiar decisões em contextos de crescimento, expansão ou reposicionamento estratégico. Esse movimento tem impulsionado a profissionalização de comunidades empresariais, que deixam de operar apenas como espaços informais de relacionamento e passam a funcionar como plataformas estruturadas. Nesse contexto, modelos como o Clube CDC se posicionam como um ambiente voltado ao desenvolvimento comercial e à conexão entre empresários de diferentes setores, com foco em discussões práticas e relacionamento contínuo. A estratégia privilegia encontros recorrentes e curadoria de participantes, alinhando troca de experiências a temas diretamente ligados ao cotidiano empresarial. “O empresário hoje precisa de espaços objetivos, onde seja possível discutir problemas reais e tomar decisões mais bem informadas”, afirma Rodrigo Monteiro, Presidente do CDC. “A proposta é criar um ambiente de troca entre pessoas que estão em momentos decisivos dos seus negócios”, completa. A lógica de curadoria aparece como um dos elementos centrais desse tipo de iniciativa. Para Jéssica Amorim, sócia do clube, o critério na formação do grupo é determinante para a qualidade das trocas. “Networking só faz sentido quando existe alinhamento de perfil e maturidade empresarial. A curadoria é o que garante que as conversas sejam relevantes e aplicáveis”, diz. Com a consolidação desse tipo de iniciativa, comunidades empresariais passam a ocupar um espaço mais claro dentro da estratégia de crescimento das empresas. Em um ambiente de negócios marcado por incerteza, pressão por eficiência e decisões cada vez mais complexas, plataformas que estruturam a troca entre empresários deixam de ser periféricas e passam a integrar o repertório de ferramentas utilizadas por líderes que buscam ampliar desempenho, reduzir riscos e acessar oportunidades de forma mais qualificada.
Grupo MDT acelera expansão, fortalece portfólio de suplementos e mira R$ 300 milhões em faturamento
O mercado de suplementos no Brasil vive um momento de forte expansão, impulsionado pela busca crescente por bem-estar, rotina saudável e produtos de performance. Nesse cenário, o Grupo MDT, fundado pelos irmãos Diego Mylher (23) e Jean Junior (21), consolida-se como um ecossistema de saúde, beleza e tecnologia com operações próprias de produção, P&D e e-commerce, um diferencial raro entre empresas digitais iniciantes. Criado em 2021, o grupo reúne as marcas Soufit, Águas de Aurora e iGummy, que atendem públicos distintos com soluções em cápsulas, gomas e produtos para cuidado capilar. Após um crescimento sustentado pelas vendas diretas, afiliados e e-commerce próprio, a empresa prepara agora a fase mais ambiciosa de sua operação: ampliar a capacidade logística, reforçar o portfólio, profissionalizar a recomendação técnica e entrar em mais de 5 mil pontos de venda até 2026. A meta é chegar a R$ 300 milhões em faturamento nos próximos três anos. A história da empresa, fundada pelos irmãos Diego Mylher e Jean Junior, começou muito antes da marca existir no papel. Os dois tiveram contato precoce com o ambiente digital: ainda crianças, criaram blogs monetizados pelo Google AdSense e, na adolescência, abriram suas primeiras lojas online. Os resultados variaram entre um faturamento de R$ 150 mil em quatro meses e o fracasso de uma operação de moda feminina que não resistiu às mudanças da pandemia. A quebra levou os irmãos a trabalhar em lanchonete, hotel e até na venda de bala de coco, até retomarem o empreendedorismo com um empréstimo de R$ 100 mil em produtos, capital que deu origem ao primeiro termogênico da Soufit. O grupo cresceu de forma pouco convencional. Sem recursos para marketing, transformou clientes em afiliados e, a partir deles, estruturou uma comunidade que hoje recebe treinamentos, participa de eventos, convenções e premiações. Em 2024, por exemplo, 70 afiliados participaram de uma viagem de incentivo à Colômbia, reflexo de uma estratégia que combinou vendas diretas com fortalecimento da cultura interna. Essa base impulsionou o crescimento e permitiu à empresa estruturar unidades fabris próprias, operações em São Paulo, Minas Gerais e Flórida, nos Estados Unidos,, além de um time que deve saltar dos atuais 80 colaboradores para cerca de 150 até o fim de 2026. Os planos para os próximos anos A nova fase do grupo é marcada por ambição. Na logística, o MDT planeja abrir um novo centro de distribuição para reduzir prazos de entrega e competir com modelos de envio acelerado, uma demanda crescente entre consumidores de suplementos que iniciam novas rotinas de saúde e buscam produtos imediatamente. No portfólio, a empresa prepara mais de 15 lançamentos: whey protein, creatina três em um, BCAA, glutamina, pré-treino e uma linha de saúde com ômega 3, coenzima Q10, cúrcuma e NAC. Um protocolo de emagrecimento, em desenvolvimento sigiloso, deve integrar a ofensiva. No plano comercial, o foco está em ampliar a presença em grandes redes, como drogarias, supermercados e atacarejos, e atingir 5.000 pontos de venda até 2026. “Nossa ideia é negociar parcerias com médicos e nutricionistas, uma frente que consideramos essencial para avançar no canal farma, historicamente ocupado por grandes marcas”, explica Diego Mylher, um dos fundadores da marca. A empresa também está expandindo sua plataforma própria de e-commerce, criada internamente e comparada pelos fundadores a soluções como Shopify e VTEX, com o diferencial de integrar inteligência artificial aplicada à logística, CRM, marketing e pós-venda. Além do Brasil, o grupo busca avançar em expansão internacional. A operação nos Estados Unidos já está em curso, e a entrada na Europa deve acontecer nos próximos anos, apoiada pela capacidade fabril e pela padronização de insumos importados. Para Jean, o próximo ciclo combina maturidade e escala. “Estamos estruturando a empresa para competir com prazos melhores, produtos mais robustos e presença mais forte nos canais”, destaca, complementando que “Começamos com clientes virando vendedores. Agora queremos fortalecer a recomendação técnica e consolidar a marca nacionalmente”, finaliza.
Punch Live cresce 30% em 2025 em volume de negócios
A Punch Live, empresa especializada em criar e produzir projetos de live marketing com mais de 20 anos de experiência no mercado, encerra 2025 com um crescimento de 30% no volume de negócios, resultado do aumento no número de projetos executados e entregues ao longo do ano. O desempenho positivo reflete a crescente consolidação da empresa no mercado de live marketing e eventos corporativos, com relacionamentos de longo prazo com grandes clientes, além do fortalecimento de sua estrutura operacional e criativa. De acordo com André Vaz, diretor da Punch Live, o crescimento está diretamente ligado à capacidade da empresa de ampliar sua atuação sem comprometer a qualidade das entregas. “Esse avanço é resultado do volume de projetos realizados e da confiança dos clientes em nossa metodologia de trabalho. Crescemos mantendo o foco em experiência, planejamento, execução técnica e entregas de altíssima qualidade”, afirma. Para sustentar essa expansão, a Punch promoveu um aumento de 40% em sua equipe, reforçando áreas estratégicas como criação, produção e comercial. A empresa, que está sediada no bairro paulistano do Alto da Boa Vista, também inaugurou uma segunda unidade operacional em 2025, localizada às margens da Rodovia Anhanguera, estrategicamente próxima aos principais centros de exposições de São Paulo e ao Rodoanel, facilitando a logística da montagem de estandes e das operações em geral em grandes eventos. A nova unidade, que conta com um escritório dentro de uma fábrica de cenografia com 6 mil metros quadrados, colocou a Punch muito próxima de sua parceira Dinâmica Stands, especializada em montagem de estandes. Segundo Vaz, essa parceria trouxe ganhos diretos de eficiência e integração entre projeto e produção. “Estar dentro de uma fábrica de cenografia nos permite otimizar processos, reduzir prazos e elevar ainda mais o nível técnico das entregas”, explica. Para 2026, a expectativa é aumentar o ritmo de crescimento. A Punch projeta um avanço de 40% no acumulado do próximo ano, impulsionado pelo fortalecimento da equipe, além do cenário favorável para o mercado de live marketing. “Começamos 2026 com mais de cinco projetos já fechados e acreditamos em um mercado bastante aquecido, especialmente com o potencial de grandes eventos e ativações ligados à Copa do Mundo, que movimenta experiências entre marcas e pessoas”, conclui André Vaz.
Como uma empreendedora transformou a curadoria gastronômica em um negócio nacional
O Tour Gastronômico é um exemplo de como negócios baseados em experiência, curadoria e identidade local vêm ganhando escala no Brasil. Criada em 2019 pela empreendedora Mariah Luz, a plataforma nasceu como um guia físico de experiências gastronômicas e hoje se consolida como um modelo híbrido, que combina edição impressa, aplicativo e parcerias regionais para crescer nacionalmente sem perder o vínculo com o território. O movimento acompanha uma mudança clara no comportamento do consumidor brasileiro, que passou a valorizar mais o consumo fora do óbvio, o comércio local e experiências que conectam lazer, cultura e pertencimento. A partir dessa leitura de mercado, o Tour estruturou um modelo de expansão que foge da lógica tradicional de franquias ou listas genéricas. “Desde o início, entendemos que o diferencial não estava em listar restaurantes, mas em criar uma curadoria que fizesse sentido para cada cidade. Isso exigiu um modelo de negócio mais próximo do território e menos padronizado”, explica Mariah Luz. Curadoria como estratégia de crescimento Diferente de plataformas massificadas, o Tour aposta em uma curadoria presencial e criteriosa. Os estabelecimentos passam por visitas, avaliação de experiência, proposta gastronômica e alinhamento com o perfil do público local. Essa lógica responde a um consumidor mais exigente e, ao mesmo tempo, fortalece a credibilidade da marca. Para sustentar o crescimento, o Tour estruturou parcerias com influenciadores e empreendedores locais, que assumem a curadoria e a representação da marca em suas regiões. O modelo permite escalar mantendo autenticidade — um dos principais desafios de negócios baseados em experiência. “A gastronomia é um reflexo direto da cultura local. Ter pessoas da própria cidade à frente da curadoria é o que garante relevância, conexão com o público e sustentabilidade do negócio”, afirma a fundadora. Expansão fora dos grandes eixos tradicionais Até abril de 2026, o Tour Gastronômico amplia sua atuação para seis novas regiões: Taubaté (SP), Campo Grande (MS), Grande ABC (SP), Grande Porto Alegre (RS), São Carlos (SP) e Franca (SP). A escolha das praças revela um movimento estratégico: cidades fora dos grandes eixos tradicionais, mas com forte potencial de consumo, vida urbana ativa e interesse por experiências gastronômicas qualificadas. A expansão reflete uma tendência mais ampla do empreendedorismo brasileiro, que vê no interior e em regiões metropolitanas alternativas oportunidades de crescimento menos saturadas e mais conectadas ao consumo local. “Existe uma demanda crescente por experiências bem-curadas em cidades que historicamente ficaram fora do radar das grandes plataformas. Nosso crescimento acompanha esse movimento”, destaca Mariah. Empreendedorismo, experiência e economia local Ao crescer, o Tour Gastronômico também impulsiona pequenos e médios negócios, fortalecendo restaurantes independentes e o ecossistema local de cada cidade. O modelo gera visibilidade, fluxo qualificado de consumidores e posicionamento de marca para estabelecimentos que muitas vezes não têm estrutura para grandes ações de marketing. Mais do que um guia gastronômico, o Tour se consolida como um negócio que traduz uma nova forma de empreender: baseada em curadoria, comunidade e impacto local. “Queremos crescer de forma consistente, respeitando o ritmo e a identidade de cada região. O Tour existe para conectar pessoas, fortalecer negócios locais e transformar a forma como as pessoas consomem experiências nas cidades onde vivem”, finaliza Mariah Luz.
Whispering Angel lança veleiro exclusivo em Fernando de Noronha
Janeiro de 2026 – Reconhecido por seu prestígio e elegância, Whispering Angel, um dos rosés mais emblemáticos da Provence e símbolo do espírito leve e vibrante do verão, amplia sua presença no Brasil com um veleiro exclusivo em Fernando de Noronha. A novidade promete unir frescor, equilíbrio e delicadeza em um dos cenários mais paradisíacos do país.A experiência inédita estará disponível a partir da segunda quinzena de janeiro, em parceria com o Fish Hunter, o único veleiro de Noronha, com saídas diárias no Porto de Santo Antônio. O roteiro inclui paradas em pontos icônicos como Morro do Pico, Morro Dois Irmãos, Praia do Sancho e Portal da Sapata. A programação inclui navegação, ancoragem, mergulho, exploração da ilha e pesca oceânica com gastronomia a bordo, onde um chef prepara pratos com os peixes capturados pelos próprios clientes, sempre harmonizados com o icônico rótulo. Os passeios terão início a partir das 8h, com possibilidade de ajuste de horários, e terão duração aproximada de quatro horas, comportando até 20 pessoas.A ativação estará disponível até o final de 2026, e o trajeto de ida e volta poderá ser personalizado, como tempo de passeio, roteiro, menu, inclusão da pesca gastronômica ou planasub, quando as condições permitirem.“A marca passa a abraçar a Fernando de Noronha como uma de suas principais expressões de experiência no Brasil, trazendo de forma autêntica tudo o que acredita ser o luxo, por meio da integração entre mar, hospedagem e gastronomia. O veleiro é apenas um exemplo do que oferecemos no país, fazendo parte de uma série de vivências exclusivas que traduzem nosso universo de maneira única e memorável“, afirma Mateus Godoy, diretor de Private & Provence Rosé da Moët HennessyO veleiro exige reserva antecipada e custa R$ 4.500,00 para até 4 pessoas (com adicional de R$ 350,00 por participante extra, até o limite de 20 pessoas). Para reservas, entre em contato pelo WhatsApp (81)99631-5932, pelo site fishhunternoronha.com.br, pelo Instagram @fishhunternoronha ou presencialmente no escritório localizado na Rua João Soares, 225 – Vila do 30, Fernando de Noronha (Distrito Estadual) – PE, 53990-000.