Moët & Chandon comemorou um novo capítulo de sua história com o cinema na noite de 18 de março, data em que o Golden Globes Tribute Gala desembarcou pela primeira vez no país, no icônico Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Como champagne oficial da cerimônia há 35 anos, a Maison francesa brindou os nomes da indústria cinematográfica nacional cujas obras conquistaram reconhecimento global, reafirmando sua herança como símbolo de celebração, excelência e savoir-faire.

MOËT & CHANDON CELEBROU OS TALENTOS DO CINEMA BRASILEIRO

Abrindo a noite no tapete vermelho, os convidados puderam retirar de forma descontraída uma Mini Moët com biqueira dourada diretamente da Vending Machine. O Prestige Bar, por sua vez, também garantiu uma recepção com serviço de champagne em taça. Dentro do salão, as garrafas de Moët, dispostas em elegantes champanheiras douradas em cada mesa, compuseram o cenário sofisticado, permitindo brindes memoráveis. 

Como estrelas da cerimônia, os homenageados puderam materializar a lembrança de suas honrarias por meio de Jeroboams personalizados com seus nomes e adornados à mão com cristais Swarovski por artesãos do Atelier Moët. A mesa exclusiva da marca contou com a presença de Valentina Herszage, que recebeu o Golden Globes Ascensão Award como reconhecimento ao seu avanço excepcional no cinema e na televisão. 

Junto à ela, sentaram-se personalidades como a atriz Alice Wegmann, a influenciadora Maria Braz, o ator Bruno Fagundes, a atriz Bianca Comparato e a cantora Xenia França.

Na mesa exclusiva da Moët & Chandon, as atrizes Alice Wegmann, Valentina Herszage, Bianca Comparato; o ator Bruno Fagundes; a cantora Xênia França; a influenciadora Maria Braz; Paula Mageste, CEO da Edições Globo Condé Nast; Catherine Petit, Managing Director na Moët Hennessy do Brasil; Adriano Ciavdar, Marketing Director na Möet Hennessy; e Alan Waldman, Brand Manager da Dom Pérignon, Moët & Chandon e Wines & Estates na Moët Hennessy Brasil / Foto André Ligeiro

Na primeira foto, as atrizes Valentina Herszage e Alice Wegmann. Na segunda, a cantora Xênia França e o ator Bruno Fagundes /Foto André Ligeiro

No decorrer do evento, eles apreciaram o Moët & Chandon Impérial Brut, um rótulo estabelecido em 1869 e celebrado como a expressão de excelência do estilo da Maison. 

Fiel à sua crença de que os momentos mais significativos da vida se tornam ainda maiores quando compartilhados, a Maison fez de cada brinde um símbolo de conexão, emoção e celebração coletiva: uma expressão viva de sua filosofia atemporal de que “Life is better shared.” 

UM VÍNCULO DURADOURO COM O CINEMA

A rica ligação da Moët & Chandon com a sétima arte é inegável, uma jornada cinematográfica que começou já em 1896 com os pioneiros irmãos Lumière. Isso demonstrou a visão precoce da marca como um símbolo eterno de alegria, uma conexão poderosamente consolidada com seu primeiro product placement conhecido em The Ring, dirigido por Alfred Hitchcock  em 1927. Hitchcock, um admirador reverenciado, continuou a apresentar a Moët & Chandon em seus clássicos, forjando uma presença cinematográfica incomparável e duradoura que permanece viva. O champagne da Moët & Chandon brilhou na silver screen ao lado de luminares culturais por gerações. De Audrey Hepburn em “Love in the Afternoon” a Charlie Chaplin em “A King in New York”, e de Marlon Brando a Julia Roberts, a Moët & Chandon tem sido uma presença constante, feliz e jovial, marcando indelevelmente seu lugar na história do cinema.

Seus arquivos fotográficos revelam um fio dourado ininterrupto: cada estrela, cada vitória, celebrada com seu champagne. De Leonardo DiCaprio brindando com Cameron Diaz em 2010 a Kendall Jenner erguendo uma Moët mini, e Ben Affleck em contemplativa comunhão com as borbulhas, esses momentos sintetizam a crença central da marca: “Life is better shared.” O Golden Globes é o palco perfeito para ampliar a vida, a festividade, o talento e o incomparável savoir-faire das equipes da Maison, culminando em produtos de qualidade requintada, que incorporam um espírito coletivo e alegre.

Essa conexão com o cinema se aprofundou na década de 1950 sob o Presidente & CEO Robert-Jean de Vogüé, que reconheceu os artistas como formadores de tendências culturais. Ele estabeleceu os “Friends of the House”, uma comunidade que reflete os valores centrais da Moët & Chandon de conexão global por meio do savoir-faire e da excelência do produto. A visão de Vogüé, demonstrada ao receber Josephine Baker e expandir a presença cinematográfica da marca em todo o mundo, cultivou essa vibrante comunidade de talentos. Esse legado agora prospera como “The Moët Talent Club”, uma comunidade que reforça a relevância cultural global da Maison.

Após 35 anos, essa parceria demonstra de forma magnífica a capacidade única da Moët & Chandon de inspirar emoção e celebrar autenticamente momentos especiais. A marca continua a sustentar sua estimada reputação no universo do vinho, infundindo elegância no mundo e convidando todos a celebrar cada momento “à la française”, onde cada taça compartilhada é um sofisticado tributo à arte de viver e à excelência.
35 anos de lendas icônicas, uma celebração atemporal, alegre e chique.

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