Todos os anos, o Super Bowl transforma seus intervalos comerciais em um verdadeiro festival criativo. Em 2026, com investimentos recordes e uma audiência global altamente engajada, as marcas elevaram ainda mais o nível de produção e storytelling. A seguir, um ranking dos comerciais mais relevantes do Super Bowl LX, considerando critérios como criatividade, buzz nas redes sociais, execução estratégica e alinhamento cultural.

1º lugar — Pringles | “Pringleleo” (Nota: 9,6)

O anúncio estrelado por Sabrina Carpenter foi o grande fenômeno do ano. Apostando em humor absurdo, estética pop e forte apelo digital, a marca conseguiu dialogar com a geração Z sem perder sua identidade histórica. O comercial rapidamente virou meme, gerou desdobramentos nas redes sociais e reforçou o posicionamento irreverente da Pringles.

Destaque: altíssimo potencial de viralização e leitura precisa de comportamento de público.

2º lugar — Budweiser | “American Icons” (Nota: 9,3)

Em um movimento oposto ao humor, a Budweiser apostou novamente na emoção. O retorno dos Clydesdales, combinado com símbolos clássicos da cultura americana, reforçou o legado da marca em um dos palcos mais simbólicos do país. Um comercial pensado menos para memes e mais para memória afetiva.

Destaque: storytelling sólido e conexão cultural profunda.

3º lugar — Squarespace | Filme com Emma Stone (Nota: 9,1)

Visualmente sofisticado e com linguagem cinematográfica, o anúncio estrelado por Emma Stone chamou atenção pela ousadia estética e pela quebra do padrão tradicional dos comerciais do Super Bowl. Um exemplo de como marcas de tecnologia podem se posicionar com arte e autoralidade.

Destaque: direção criativa forte e estética memorável.

4º lugar — Uber Eats | “A Century of Cravings” (Nota: 8,9)

A Uber Eats seguiu sua fórmula de sucesso: humor, celebridades e situações cotidianas exageradas. Com Matthew McConaughey, o comercial reforça a associação direta entre futebol americano, comida e momentos de entretenimento coletivo.

Destaque: clareza de mensagem e alto recall de marca.

5º lugar — Pepsi | “The Choice” (Nota: 8,7)

Provocativa e ousada, a Pepsi apostou em um confronto simbólico com sua principal concorrente. O uso do icônico urso polar em um contexto inesperado gerou forte repercussão online e dividiu opiniões — o que, no Super Bowl, costuma ser um sinal de sucesso.

Destaque: coragem criativa e buzz orgânico.

6º lugar — Instacart | Ben Stiller & Benson Boone (Nota: 8,5)

Dirigido por Spike Jonze, o comercial mistura humor, estranheza e uma narrativa visual pouco convencional. Não foi o mais popular do ano, mas conquistou críticos e profissionais de criação.

Destaque: assinatura autoral e linguagem cinematográfica.

7º lugar — State Farm | “Stop Livin’ on a Prayer” (Nota: 8,3)

Usando música, humor e celebridades, a State Farm entregou um anúncio divertido e eficiente. Embora menos inovador, foi extremamente funcional em termos de branding.

Destaque: entretenimento leve e alto reconhecimento.

8º lugar — Fanatics Sportsbook | Kendall Jenner (Nota: 8,0)

A estreia da Fanatics no Super Bowl chamou atenção pelo uso de uma celebridade global e por um tom auto-irônico. Um movimento estratégico para posicionar a marca no competitivo mercado de apostas esportivas.

Destaque: estreia consistente e posicionamento claro.

9º lugar — Oakley Meta | Tecnologia em ação (Nota: 7,8)

Focado em performance, inovação e tecnologia vestível, o anúncio teve forte apelo visual, mas menor impacto emocional em comparação aos líderes do ranking.

Destaque: visual potente e foco em inovação.

10º lugar — MANSCAPED | “Hair Ballad” (Nota: 7,5)

O comercial mais excêntrico do ano. Divertiu, chocou e virou meme — ainda que com divisão clara de opiniões. Mesmo assim, cumpriu seu papel: ser comentado.

Destaque: humor extremo e alto potencial viral.

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