Ranking dos comerciais do Super Bowl 2026: criatividade, impacto e repercussão
Todos os anos, o Super Bowl transforma seus intervalos comerciais em um verdadeiro festival criativo. Em 2026, com investimentos recordes e uma audiência global altamente engajada, as marcas elevaram ainda mais o nível de produção e storytelling. A seguir, um ranking dos comerciais mais relevantes do Super Bowl LX, considerando critérios como criatividade, buzz nas redes sociais, execução estratégica e alinhamento cultural. 1º lugar — Pringles | “Pringleleo” (Nota: 9,6) O anúncio estrelado por Sabrina Carpenter foi o grande fenômeno do ano. Apostando em humor absurdo, estética pop e forte apelo digital, a marca conseguiu dialogar com a geração Z sem perder sua identidade histórica. O comercial rapidamente virou meme, gerou desdobramentos nas redes sociais e reforçou o posicionamento irreverente da Pringles. Destaque: altíssimo potencial de viralização e leitura precisa de comportamento de público. 2º lugar — Budweiser | “American Icons” (Nota: 9,3) Em um movimento oposto ao humor, a Budweiser apostou novamente na emoção. O retorno dos Clydesdales, combinado com símbolos clássicos da cultura americana, reforçou o legado da marca em um dos palcos mais simbólicos do país. Um comercial pensado menos para memes e mais para memória afetiva. Destaque: storytelling sólido e conexão cultural profunda. 3º lugar — Squarespace | Filme com Emma Stone (Nota: 9,1) Visualmente sofisticado e com linguagem cinematográfica, o anúncio estrelado por Emma Stone chamou atenção pela ousadia estética e pela quebra do padrão tradicional dos comerciais do Super Bowl. Um exemplo de como marcas de tecnologia podem se posicionar com arte e autoralidade. Destaque: direção criativa forte e estética memorável. 4º lugar — Uber Eats | “A Century of Cravings” (Nota: 8,9) A Uber Eats seguiu sua fórmula de sucesso: humor, celebridades e situações cotidianas exageradas. Com Matthew McConaughey, o comercial reforça a associação direta entre futebol americano, comida e momentos de entretenimento coletivo. Destaque: clareza de mensagem e alto recall de marca. 5º lugar — Pepsi | “The Choice” (Nota: 8,7) Provocativa e ousada, a Pepsi apostou em um confronto simbólico com sua principal concorrente. O uso do icônico urso polar em um contexto inesperado gerou forte repercussão online e dividiu opiniões — o que, no Super Bowl, costuma ser um sinal de sucesso. Destaque: coragem criativa e buzz orgânico. 6º lugar — Instacart | Ben Stiller & Benson Boone (Nota: 8,5) Dirigido por Spike Jonze, o comercial mistura humor, estranheza e uma narrativa visual pouco convencional. Não foi o mais popular do ano, mas conquistou críticos e profissionais de criação. Destaque: assinatura autoral e linguagem cinematográfica. 7º lugar — State Farm | “Stop Livin’ on a Prayer” (Nota: 8,3) Usando música, humor e celebridades, a State Farm entregou um anúncio divertido e eficiente. Embora menos inovador, foi extremamente funcional em termos de branding. Destaque: entretenimento leve e alto reconhecimento. 8º lugar — Fanatics Sportsbook | Kendall Jenner (Nota: 8,0) A estreia da Fanatics no Super Bowl chamou atenção pelo uso de uma celebridade global e por um tom auto-irônico. Um movimento estratégico para posicionar a marca no competitivo mercado de apostas esportivas. Destaque: estreia consistente e posicionamento claro. 9º lugar — Oakley Meta | Tecnologia em ação (Nota: 7,8) Focado em performance, inovação e tecnologia vestível, o anúncio teve forte apelo visual, mas menor impacto emocional em comparação aos líderes do ranking. Destaque: visual potente e foco em inovação. 10º lugar — MANSCAPED | “Hair Ballad” (Nota: 7,5) O comercial mais excêntrico do ano. Divertiu, chocou e virou meme — ainda que com divisão clara de opiniões. Mesmo assim, cumpriu seu papel: ser comentado. Destaque: humor extremo e alto potencial viral.
Super Bowl 2026: o espetáculo dos comerciais que vai além do jogo
O Super Bowl LX, realizado em 8 de fevereiro de 2026, em Santa Clara, Califórnia, não é apenas o maior evento esportivo do ano: é também um dos momentos mais aguardados pela indústria publicitária global. Neste ano, com os espaços de publicidade atingindo valores recordes — cerca de **US$ 8 milhões por 30 segundos de exibição — as marcas investiram pesado em criatividade, celebridades e narrativas ousadas para capturar a atenção de uma audiência global estimada em mais de 130 milhões de espectadores. Estrelas, humor e grandes nomes do mercado Os comerciais do Super Bowl sempre foram evento à parte, e em 2026 essa tradição se confirmou. Um dos destaques foi a campanha da Pringles, estrelada pela cantora e atriz Sabrina Carpenter, que protagoniza um anúncio bem-humorado em que constrói seu “par perfeito” com chips da própria marca, em uma releitura criativa da tradicional frase “Once you pop, the fun don’t stop”. Marcas consagradas como Uber Eats seguiram a tradição de unir humor e celebridades, com um spot de 60 segundos estrelado por nomes como Matthew McConaughey, reforçando a relação entre futebol americano e comida durante os momentos de jogo. Já veteranos como Budweiser reservaram seu espaço para campanhas emocionais. A gigante cervejeira apostou na celebração de sua longa história e do patrimônio cultural americano, mostrando imagens que evocam tradição, amizade e momentos compartilhados — uma estratégia que reforça valores identitários fortes em um ano de aniversários e celebrações nacionais nos EUA. Novos entrantes e tendências criativas Além dos grandes nomes, o Super Bowl LX também trouxe novos anunciantes. Startups e empresas emergentes aproveitaram o palco global para apresentar seus produtos pela primeira vez. A plataforma de criação de aplicativos Base44 e outras marcas de tecnologia entraram no jogo, pontuando uma tendência de expansão para setores antes menos representados. Outro destaque do ano foi o uso de inteligência artificial (IA) tanto no conteúdo quanto na produção dos comerciais. Marcas como a vodka Svedka resgataram antigos mascotes utilizando tecnologia generativa, criando anúncios que interagem com eventos ao vivo e tendências digitais — uma quebra de paradigma que mistura tradição e inovação na publicidade de alto impacto. A presença de empresas de tecnologia não se limitou aos produtos anunciados: gigantes como Amazon (Alexa) e Google retornaram ao Super Bowl para destacar funcionalidades de IA em contextos práticos, reforçando a importância dessa temática para a narrativa publicitária do evento. Temas sociais e diversidade criativa Os comerciais de 2026 também refletem um movimento mais amplo da publicidade em direção a temas sociais, inclusão e representatividade. Algumas campanhas optaram por mensagens inspiradoras e de impacto humano, explorando narrativas que vão além da simples promoção de produtos e serviços. Essa abordagem está alinhada com as mudanças no comportamento do público, que se mostra cada vez mais interessado em campanhas que dialoguem com valores culturais e experiência comunitária. O papel dos comerciais no contexto cultural Em um ano marcado por grandes eventos esportivos, como os Jogos Olímpicos de Inverno e a final da NFL, os comerciais do Super Bowl continuam a ocupar um papel central no calendário mediático global. Eles não apenas geram buzz imediato durante a transmissão, mas também alimentam debates, memes e repercussões nas redes sociais antes e depois do jogo — transformando o intervalo comercial em um espetáculo cultural por si só. O investimento altíssimo e a diversidade de campanhas do Super Bowl LX 2026 demonstram que, mesmo em uma era em que o consumo de mídia é fragmentado e digital, o Big Game permanece um palco singular para as marcas. Seja por meio de humor, emoção, tecnologia ou crítica cultural, as campanhas deste ano mostram que os comerciais continuam a ser uma arena criativa vibrante e um termômetro das tendências mais amplas da publicidade global. Comerciais mais comentados e que viralizaram nas Redes Comerciais mais comentados e virais do Super Bowl 2026 1. Pringles – “Pringleleo” com Sabrina CarpenterA campanha com a cantora Sabrina Carpenter viralizou rapidamente com humor e criatividade, mostrando a estrela criando um “homem de Pringles” enquanto explora cenas de namoro e situações absurdas. 2. Squarespace – com Emma StoneA plataforma de criação de sites trouxe uma peça cinematográfica estrelada por Emma Stone e dirigida por Yorgos Lanthimos, muito elogiada pela sua estética e originalidade. 3. State Farm – “Stop Livin’ on a Prayer”O retorno do anunciante clássico com humor e música, apresentando Keegan-Michael Key, Danny McBride e um refrão divertido de “Livin’ on a Prayer”, virou um dos pontos altos nas redes sociais. 4. Pepsi – “The Choice” com Taika WaititiA Pepsi provocou a rival Coca-Cola com um anúncio dirigido por Taika Waititi, usando o icônico urso polar para escolher Pepsi em um teste às cegas — e causando grande repercussão online. 5. Budweiser – “American Icons”A cervejaria veterana voltou com uma campanha emotiva que combina seus famosos Clydesdales com uma águia-careca americana, celebrando legado e identidade cultural. 6. Instacart – com Ben Stiller e Benson BooneDirigido por Spike Jonze, esse comercial divertido traz Ben Stiller e Benson Boone em clima retrô e cenas inesperadas que conquistaram atenção de fãs e críticos. 7. Uber Eats – “A Century of Cravings”Com Matthew McConaughey e um elenco estelar, o anúncio humorístico que liga futebol americano à fome dos fãs já está sendo citado como um dos mais assistidos. 8. Fanatics Sportsbook – com Kendall JennerA estreia da Fanatics no Super Bowl trouxe Kendall Jenner em um comercial auto-irônico que rapidamente ganhou tração nas redes sociais. 9. Oakley Meta – tecnologia e açãoA campanha repleta de tecnologia, atletismo e participação de estrelas como Marshawn Lynch e Sky Brown destacou os óculos inteligentes da marca com energia visual intensa. 10. MANSCAPED – “Hair Ballad” (curiosidade viral)Um dos anúncios mais bizarros e comentados do ano: a marca apostou em humor excêntrico com “bolas de cabelo cantoras”, que dominaram memes e debates online. Destaques de tendências nas campanhas de 2026 ✔️ Humor e celebridades dominam: Muitos comerciais usam humor absurdo e rostos conhecidos para criar conexão instantânea.✔️ Narrativas emocionais: Anúncios como o da Budweiser
Da televisão ao estádio: o crescimento acelerado da NFL no Brasil
Durante décadas, a NFL foi vista no Brasil como um produto de nicho, restrito a um público apaixonado, porém limitado. Esse cenário mudou de forma significativa nos últimos anos. Impulsionada por estratégias de internacionalização, investimentos em mídia e uma base de fãs cada vez mais engajada, a liga de futebol americano vive hoje um dos momentos mais relevantes de sua história no mercado brasileiro, consolidando-se como um produto esportivo e de entretenimento em franca expansão. Um dos pilares desse crescimento foi a ampliação da presença da NFL na televisão e no streaming. A transmissão regular dos jogos da temporada, dos playoffs e do Super Bowl em canais abertos, fechados e plataformas digitais permitiu que o esporte alcançasse novos públicos. A narração em português, o investimento em comentaristas especializados e uma abordagem mais didática ajudaram a quebrar a barreira inicial de complexidade do jogo, tornando-o mais acessível ao espectador brasileiro. Além da TV, o ambiente digital teve papel central na popularização da liga. Redes sociais, conteúdos sob demanda, podcasts e perfis especializados criaram uma comunidade ativa, que discute partidas, jogadores e estratégias durante todo o ano — e não apenas no Super Bowl. A NFL, por sua vez, passou a olhar o Brasil como um mercado estratégico, produzindo conteúdos localizados, ações com influenciadores e campanhas pensadas especificamente para o público latino-americano. Outro fator decisivo foi a realização de eventos oficiais no país. A confirmação de jogos da temporada regular em solo brasileiro marcou um ponto de virada simbólico e prático na relação da liga com o mercado nacional. A presença física da NFL no Brasil fortaleceu a base de fãs, atraiu novos patrocinadores e posicionou o país como um dos principais focos da estratégia global de expansão da liga fora dos Estados Unidos. Para marcas e parceiros comerciais, esse movimento abriu oportunidades inéditas de ativação e associação com um produto esportivo premium. O crescimento também se reflete no interesse do mercado publicitário. Com uma audiência qualificada, engajada e cada vez maior, a NFL passou a atrair anunciantes que buscam formatos diferenciados, storytelling e conexão emocional com o público. Campanhas vinculadas à liga exploram valores como performance, superação, estratégia e trabalho em equipe — atributos que dialogam bem com diferentes segmentos de consumo no Brasil. Do ponto de vista cultural, o futebol americano passou a ocupar mais espaço no imaginário esportivo nacional. Festas de Super Bowl, bares temáticos, ligas amadoras e até a prática do flag football cresceram em diversas cidades brasileiras. Esse ecossistema ajuda a criar uma relação mais profunda entre o esporte e o público, indo além do consumo passivo e estimulando a vivência da modalidade. Apesar do avanço expressivo, o crescimento da NFL no Brasil ainda apresenta desafios. A concorrência com esportes tradicionais, a adaptação de horários por conta do fuso e a necessidade de educação contínua do público exigem planejamento de longo prazo. Ainda assim, os indicadores de audiência, engajamento e interesse comercial mostram que a liga encontrou no Brasil um terreno fértil para expansão sustentável. O que antes era um evento anual restrito ao Super Bowl transformou-se em uma presença constante no calendário esportivo e midiático do país. A trajetória recente da NFL no Brasil demonstra como estratégia, mídia e cultura podem caminhar juntas para transformar um esporte estrangeiro em um produto relevante, desejado e cada vez mais próximo do torcedor brasileiro.
Super Bowl: A vitrine indispensável para o mercado publicitário global
O Super Bowl deixou de ser apenas a final do futebol americano para se tornar um dos principais palcos do marketing e da publicidade mundial. A cada ano, a competição que decide o campeão da National Football League (NFL) atrai uma audiência massiva — muitas vezes superior a 120 milhões de telespectadores — e cria uma oportunidade única para marcas de todos os setores se conectarem com o público de maneira simultânea e impactante. A importância do Super Bowl para o mercado publicitário é evidente nos números: apenas os espaços de 30 segundos de comerciais durante a transmissão têm sido vendidos por valores que chegam a US$ 10 milhões, um recorde em 2026, refletindo tanto a demanda quanto a percepção do valor de uma exposição tão grandiosa. Esse preço astronômico não inclui os custos de produção, que frequentemente elevam o investimento total de uma campanha a dezenas de milhões de dólares quando somados talentos, estúdios, efeitos visuais e estratégias multicanais. Mais do que um jogo: um evento cultural e comercial O Super Bowl é hoje um fenômeno de cultura de massa. Além dos fãs de esportes, milhões de espectadores assistem à transmissão especificamente pelos comerciais — em alguns anos, cerca de 43% da audiência afirmou que sintoniza apenas para assistir aos anúncios. Esse fenômeno transforma os intervalos comerciais em momentos tão aguardados quanto o próprio jogo, gerando debates, memes e repercussões nas redes sociais antes, durante e depois do evento. Essa atenção concentrada é um ativo valioso para os anunciantes. Em um cenário midiático cada vez mais fragmentado, dificilmente outra plataforma consegue reunir tantos espectadores ao mesmo tempo. A transmissão do Super Bowl é, portanto, uma das poucas oportunidades em que uma marca pode alcançar uma audiência unificada e massiva — um fator que justifica o alto custo do espaço publicitário e explica por que empresas continuam a investir pesado. Retorno sobre investimento e impacto mais amplo Embora os custos sejam altos, estudos e relatórios de mercado indicam que os anunciantes podem obter retorno significativo. Pesquisas apontam que, historicamente, campanhas do Super Bowl entregaram em média US$ 4,60 de retorno para cada dólar investido, reforçando o potencial de impacto positivo quando uma campanha é bem executada. Além disso, muitos consumidores relatam ter comprado produtos após verem um anúncio durante o jogo — um sinal claro de que o evento influencia o comportamento de compra. O retorno não se limita a vendas imediatas. A visibilidade gerada pelo Super Bowl frequentemente eleva a percepção de marca a novos patamares, fortalece o reconhecimento entre públicos diversificados e alimenta campanhas de marketing que se estendem semanas após a transmissão. Em um mundo em que estratégias digitais e sociais dividem a atenção do público, esse momento de foco concentrado ainda é considerado insubstituível por muitos profissionais de marketing. Tendências e evolução criativa Nos últimos anos, a criatividade dos comerciais tem se tornado tão relevante quanto o próprio espaço de mídia. Marcas investem em narrativas emocionais, humor, celebridades e até críticas culturais para se destacar. Os anúncios são lançados como eventos prévios com teasers em redes sociais, e muitas vezes são analisados e compartilhados globalmente antes mesmo do jogo terminar. Além disso, o Super Bowl tem servido como palco para testar novas abordagens — como o uso de influenciadores poderosos ou o foco em tendências tecnológicas — demonstrando que o evento é também um laboratório de inovação publicitária. Desafios e o futuro do investimento publicitário Apesar de seu prestígio, a efetividade dos anúncios no Super Bowl exige cada vez mais estratégia e originalidade. Com um público que consome conteúdo em múltiplas telas e plataformas, é essencial que as marcas ampliem sua presença além do momento da transmissão, usando plataformas digitais para manter o engajamento e estender a vida útil da campanha. Ademais, embora a audiência ainda seja gigantesca, a eficiência do retorno cresce de forma mais lenta, indicando que simplesmente pagar pelo espaço já não garante resultados automáticos. Criatividade, relevância cultural e integração com estratégias de marketing mais amplas são agora tão importantes quanto a própria presença no evento. Conclusão O Super Bowl consolidou-se como mais do que um evento esportivo: é um dos maiores espetáculos publicitários do mundo, capaz de transformar campanhas em fenômenos culturais e gerar impacto duradouro na relação entre marcas e consumidores. Para o mercado publicitário, ele representa tanto um desafio criativo quanto uma oportunidade única de alcançar e emocionar audiências em escala global — algo que poucos outros momentos no calendário de mídia conseguem oferecer.
Muito além do jogo: as campanhas publicitárias icônicas que marcaram a história do Super Bowl
Ao longo das últimas décadas, o Super Bowl consolidou-se não apenas como a final da NFL, mas como o principal palco da publicidade mundial. Para marcas globais, estar presente no intervalo comercial do jogo significa muito mais do que visibilidade: é a chance de entrar para a história com campanhas capazes de atravessar gerações, influenciar comportamentos e moldar a cultura pop. Não por acaso, alguns dos anúncios exibidos durante o evento tornaram-se tão memoráveis quanto jogadas decisivas e performances musicais do halftime show. Desde os anos 1980, o Super Bowl passou a ser visto como uma vitrine criativa sem precedentes. Um dos marcos dessa transformação foi o comercial “1984”, da Apple, exibido durante o Super Bowl XVIII. Dirigido por Ridley Scott, o filme apresentou o Macintosh ao mundo com uma narrativa inspirada no romance de George Orwell e redefiniu o papel da publicidade televisiva. Mais do que lançar um produto, a Apple posicionou-se como uma marca inovadora e disruptiva, estabelecendo um novo padrão de ambição criativa para os anúncios do evento. A partir daí, o Super Bowl tornou-se sinônimo de grandes ideias, produções cinematográficas e narrativas emocionais. Marcas como Coca-Cola, Pepsi, Nike e Budweiser passaram a usar o espaço para contar histórias que iam além da simples promoção de produtos. A Budweiser, por exemplo, construiu uma relação duradoura com o público ao apostar em personagens recorrentes, como os icônicos Clydesdales, que simbolizam valores como tradição, amizade e superação. Em diversos anos, seus comerciais figuraram entre os mais comentados e lembrados pelo público. Outro elemento recorrente nas campanhas icônicas do Super Bowl é o humor. A Old Spice revitalizou sua imagem ao apostar em anúncios irreverentes e absurdos, enquanto marcas como Doritos transformaram o público em coautor das campanhas, exibindo comerciais criados por consumidores. Essa estratégia não apenas reduziu custos criativos, como também ampliou o engajamento e a repercussão nas redes sociais, antecipando tendências de participação ativa do consumidor no processo publicitário. Nos anos mais recentes, as campanhas do Super Bowl passaram a refletir mudanças sociais e culturais. Anúncios com mensagens de diversidade, inclusão e propósito ganharam espaço, acompanhando uma audiência cada vez mais atenta ao posicionamento das marcas. Empresas como Nike e Google utilizaram o evento para discutir temas como igualdade, tecnologia e conexão humana, mostrando que o Super Bowl também pode ser um espaço para discursos relevantes e contemporâneos. Além do impacto imediato, muitas dessas campanhas ultrapassam o tempo da transmissão ao vivo. Teasers lançados dias antes, versões estendidas no ambiente digital e ativações em redes sociais transformaram os comerciais do Super Bowl em campanhas integradas, com vida útil prolongada. Hoje, não é raro que um anúncio estreie online antes do jogo e alcance milhões de visualizações antes mesmo do apito inicial, reforçando o papel do evento como catalisador de estratégias multiplataforma. O prestígio de criar uma campanha icônica no Super Bowl, no entanto, vem acompanhado de riscos. O alto investimento e a enorme expectativa do público fazem com que cada detalhe seja analisado e julgado em tempo real. Ainda assim, quando bem-sucedidas, essas campanhas entram para o imaginário coletivo e se tornam referência para o mercado publicitário global. Ao longo de sua história, o Super Bowl provou que seus intervalos comerciais são muito mais do que pausas no jogo. Eles são, na prática, um palco onde criatividade, cultura e negócios se encontram — e onde algumas das campanhas mais icônicas da publicidade mundial continuam a ser escritas ano após ano.
tm1 assina produção do Super Bowl LX Experience
O Rio é a única cidade na América do Sul, junto com outras seis no mundo, que vai sediar o evento oficial da NFL (a Liga de Futebol Americano), reunindo fãs do esporte para assistirem, juntos, a grande final da temporada, neste domingo (8) – o chamado Super Bowl. Produzido pela tm1, o evento Super Bowl LX Experience vai ocupar o Armazém 3 da Zona Portuária, combinando esporte, entretenimento e gastronomia.
Disney+ ativa experiência interativa no app da Uber para promover o Super Bowl
O Disney+ lança uma campanha especial para promover o Super Bowl no Brasil com uma ação interativa no app da Uber. Em parceria com a Uber Advertising, a iniciativa utiliza um Journey Ad playable, formato que transforma o momento da viagem em uma experiência de entretenimento. No formato, usuários impactados podem acessar um minigame diretamente no aplicativo, com uma dinâmica inspirada no futebol americano. A proposta é aumentar o engajamento e aproximar a marca dos consumidores em um contexto de atenção real — durante a jornada. A iniciativa reforça a aposta do Disney+ em formatos inovadores de mídia e experiências interativas que transformam momentos cotidianos em oportunidades de conexão relevante com o público.
Com ativações no Super Bowl, Levi’s leva cantora Ludmilla para experiência inédita
Com a chegada do Super Bowl LX, que será disputado no Levi’s® Stadium, na Califórnia, Estados Unidos, a Levi’s® reforça seu papel como anfitriã e celebra o evento com o projeto Levi’s® Home Turf. Em uma semana imersiva em cultura, estilo e comunidade, e repleta de ativações, a marca apresenta pop-up exclusiva e lançamentos de collabs com Jordan Brand e Starter. Com foco na conexão com o Brasil, também leva a cantora Ludmilla para vivenciar uma experiência única no próximo oito de fevereiro. Reconhecida por sua trajetória potente e por representar uma geração que rompe fronteiras, Ludmilla se junta à Levi’s® em um momento emblemático, refletindo valores centrais da marca como autenticidade, liberdade de expressão e relevância cultural. Sua presença reforça o papel da música como linguagem universal e como força criativa que conecta diferentes públicos ao redor do mundo. A artista, considerada a maior cantora preta da América Latina, acompanha as ativações da marca na Bay Area, área da Baía de São Francisco, participando de uma programação que traduz o encontro entre esporte, música e lifestyle em escala global. “O Super Bowl é um dos maiores encontros entre música, esporte e cultura pop no mundo. Estar presente nesse contexto, ao lado de uma marca como a Levi’s®️, que tem uma relação histórica com criatividade e expressão cultural, torna esse momento ainda mais especial. É uma oportunidade de acompanhar de perto um evento que também reflete o crescimento e a força da música latina em escala global, com a apresentação do Bad Bunny, que eu admiro muito”, diz a artista. Com uma série de ativações por toda a cidade, a Levi’s® homenageia a cultura da região com lançamentos de collabs exclusivas, shows ao vivo, experiências de varejo e oficinas de customização que capturam o espírito local. Junto a esse momento, a cantora brasileira marca presença em ativações selecionadas, vivencia os bastidores do evento e se conecta com artistas, criadores e comunidades locais, traduzindo o intercâmbio cultural promovido pela Levi’s®. Durante a semana, entusiastas de estilo e colecionadores de sneakers também poderão conferir lançamentos exclusivos: a Levi’s® se une à Jordan Brand em drops limitados de calçados e vestuário disponíveis na pop-up Levi’s® Home Turf, com opções especiais de personalização, como patches bordados e travas de cadarço. No dia 2 de fevereiro, a marca apresenta sua colaboração com a Starter, trazendo jaquetas da NFL que combinam a estética autêntica da região com o espírito dos times em lojas Levi’s® selecionadas da Bay Area. Os espaços também receberão aparições do rapper E-40 e de outros atletas e artistas musicais ao longo da semana, criando momentos especiais para os fãs e reforçando a profunda conexão da marca com as comunidades locais. Camisetas gráficas exclusivas do E-40 também estarão disponíveis para compra como parte da coleção mais ampla de camisetas de artistas da Levi’s®. Para mais informações sobre a programação e lançamentos de produtos do Levi’s® Home Turf, visite https://www.levi.com/US/en_US/features/hometurf.
Dallas Cowboys é confirmado no primeiro jogo da NFL no Rio de Janeiro
A National Football League anunciou o Dallas Cowboys como um dos participantes no primeiro jogo da liga no Rio de Janeiro, na temporada regular 2026, tendo como palco o Estádio do Maracanã. A partida fará parte de um recorde de nove jogos internacionais da NFL na próxima temporada, distribuídos por quatro continentes, sete países e oito estádios. “Estamos orgulhosos em receber o Dallas Cowboys no Brasil para o primeiro jogo da história da NFL no Rio de Janeiro”, disse o general manager da NFL Brasil, Luis Martinez. “Apresentar um dos mais icônicos times da liga no Maracanã, representa um marco importante no crescimento contínuo do esporte em nível global. Trazer um jogo da temporada regular para o Rio fortalece nossa conexão com uma comunidade vibrante e apaixonada por futebol americano, e reforça nosso compromisso de longo prazo com o mercado”, complementou. O adversário dos Cowboys, bem como data, horário e informações sobre ingressos, serão anunciados em breve. Os fãs interessados no NFL Rio Game 2026 podem visitar o site nfl.com/rio para acompanhar todas as novidades e informações. O Brasil abriga mais de 36 milhões de fãs da NFL e é um dos mercados internacionais mais relevantes para a liga. O anúncio segue o compromisso plurianual na realização de, pelo menos, três jogos de temporada regular no Rio de Janeiro nos próximos cinco anos, reforçando o investimento de longo prazo da entidade no Brasil. Além dos jogos, a NFL está comprometida em desenvolver o esporte em todos os níveis no Brasil, engajando fãs durante todo o ano por meio de parceiros, programas e iniciativas, incluindo o NFL Flag e eventos comunitários. O programa já envolve milhares de jovens atletas em todo o Brasil, refletindo os esforços para ampliar a participação e inspirar futuras gerações, especialmente com a estreia do flag football nos Jogos Olímpicos Los Angeles 2028 (LA28). A partida no Rio de Janeiro será a terceira da NFL no Brasil. Nos últimos dois anos, São Paulo recebeu Philadelphia Eagles vs Green Bay Packers (2024) e Los Angeles Chargers vs Kansas City Chiefs (2025), ambas na Arena Corinthians. Sessenta e dois jogos da temporada regular da NFL já foram disputados ao redor do mundo, com Londres, Berlim, Munique, Frankfurt, Madri, Dublin, São Paulo, Cidade do México e Toronto tendo sediado partidas até o momento. A NFL realizará nove jogos internacionais em 2026, o maior número já registrado, em quatro continentes, sete países e oito estádios: – Um jogo em Melbourne, Austrália, no Melbourne Cricket Ground, Los Angeles Rams vs San Francisco 49ers; – Um jogo no Rio de Janeiro, Brasil, no Estádio Maracanã, com o Dallas Cowboys como um dos times participantes; – Um jogo em Munique, Alemanha, na FC Bayern Munique Arena; – Três jogos em Londres, Reino Unido; – Um jogo em Madri, Espanha, no Estádio Santiago Bernabéu, casa do Real Madrid; – Um jogo em Paris, França, no Stade de France, com o New Orleans Saints como um dos times participantes; e – Um jogo na Cidade do México, México, no Estádio Banorte, casa do Club América do México. Super Bowl LX Experience no Rio Uma verdadeira imersão no universo NFL acontece no Super Bowl LX Experience, no Rio de Janeiro. Experiências exclusivas, exposição do troféu Vince Lombardi e capacetes dos times da liga, atrações musicais e gastronômicas têm lugar no evento. Todas as emoções em São Francisco, no Levi’s Stadium, palco da decisão, serão exibidas em telões, incluindo a apresentação de Bad Bunny no halftime show. Os últimos ingressos estão disponíveis por meio do site ticketmaster.com.br. Super Bowl LX Experience Rio Apresentado por XP Data: Domingo, 8 de fevereiro de 2026 Local: Armazém 3 Endereço: Av. Rodrigues Alves, 73 – Centro, Rio de Janeiro – RJ Horário: Início a partir das 17h30 até o final da partida Classificação: Livre (menores de 18 anos deverão estar acompanhados por um responsável legal) Para ficar por dentro de tudo sobre a NFL no Brasil, siga @nflbrasil no Instagram, X e TikTok.
Seattle Seahawks é o grande favorito no Super Bowl LX, segundo a Betfair
A National Football League (NFL) vai conhecer o seu próximo campeão neste final de semana. O Seattle Seahawks, campeão da Conferência Nacional, encara o New England Patriots, que voltou a vencer a Conferência Americana pela primeira vez desde a aposentadoria de Tom Brady. As duas franquias já marcaram um dos maiores Super Bowls da era moderna em 2014, quando os Patriots venceram o duelo por 28 a 24. O palco do Super Bowl LX será o Levi’s Stadium, na Califórnia, e a Betfair, especialista em probabilidades esportivas, destacou o favoritismo de Seattle para vencer o duelo, além de trazer diversas outras odds relacionadas a um dos maiores eventos esportivos do mundo. Seattle tenta reescrever sua história Essa é a quarta vez que os Seahawks chegam ao Super Bowl. Nas três primeiras, venceu somente uma, contra o Denver Broncos. E a última aparição foi justamente na derrota para os Patriots na temporada 2014/15 – uma lembrança especialmente dolorida para os Seahawks, que tinham a posse de bola para vencer a partida, mas sofreram uma interceptação no último lance. De acordo com a Betfair, a equipe de Seattle desponta como favorita no duelo do Super Bowl LX, com 68% de chances de sair vencedora (odd de 1.38). Os Patriots, por sua vez, farão história de qualquer maneira no próximo domingo (8). Se vencer, torna-se a franquia com mais títulos da história da NFL, com sete, superando o Pittsburgh Steelers. Porém, em caso de derrota, a franquia de Boston se tornará a que mais vezes perdeu em disputas de Super Bowl, com seis, ultrapassando os Broncos. Para a Betfair, a odd para uma vitória de New England é de 2.9, com 32% de chance de conquistar o título. Chegou a hora de Sam Darnold? Uma das grandes surpresas de 2025-26, o quarterback Sam Darnold teve uma verdadeira temporada de provação no comando dos Seahawks. Reencontrar os Patriots faz muitos torcedores lembrarem de seu passado, quando disse ter “visto fantasmas” ao encarar a franquia de Boston. Porém, a Betfair aponta o quarterback como grande favorito a vencer o prêmio de MVP da grande final, com 46% de probabilidade (odd de 2.2). O segundo na lista é o também quarterback Drake Maye, dos Patriots, que tem 30% de chances (odd de 3.3), segundo a casa de apostas. A lista dos principais candidatos está assim: Quem vai marcar um Touchdown ? A Betfair também analisou as probabilidades de cada jogador anotar um touchdown a qualquer momento do jogo. Quem puxa a liderança é o running back Kenneth Walker III, dos Seahawks, que aparece com 67% de chances. O jogador também lidera como maior candidato a anotar o primeiro touchdown do Super Bowl LX, com 22% de chances (odd de 4.5). Na sequência, aparece o também jogador de Seattle Jaxon Smith-Njigba. O wide receiver tem 52% de chances de conseguir uma pontuação a qualquer momento do jogo. Rhamondre Stevenson e Hunter Henry lideram as chances nos Patriots, com 42% e 30%, respectivamente. Odds especiais para o Super Bowl LX Confira outras odds da Betfair que chamam a atenção para o jogo do próximo domingo: O site da Betfair ainda conta com centenas de mercados que podem ser explorados para o Super Bowl, que podem ser acessados neste link.
Super Bowl impulsiona bares e restaurantes no Brasil e amplia oportunidades de negócio
O Super Bowl, principal evento da temporada da NFL, tem se consolidado como uma data estratégica para bares e restaurantes no Brasil. A final de 2026 será disputada dia 8 (domingo), às 20h30 (horário de Brasília), entre New England Patriots e Seattle Seahawks. Para Paulo Mancha, comentarista do SporTV, a transformação do interesse público no Super Bowl tem reflexo nos bares. “O crescimento do interesse pelo futebol americano é explosivo. Quinze anos atrás, se você entrasse num bar num domingo de fevereiro e pedisse para sintonizar os telões em um jogo de futebol americano, seria motivo de piada ou de xingamento. Hoje você tem uma infinidade de bares mostrando o Super Bowl com decoração temática, festa especial e público uniformizado torcendo pelos times”, comenta. O interesse crescente pela modalidade sustenta esse cenário. De acordo com estudo do IBOPE Repucom, 35% da população brasileira conectada declara interesse pelo futebol americano, número que cresceu mais de 300% na última década. Esse avanço também se reflete em eventos presenciais. O último jogo da NFL realizado no Brasil, na Neo Química Arena, em São Paulo, levou mais de 47 mil fãs às arquibancadas e tinha a previsão de movimentar cerca de R$ 330 milhões, segundo a prefeitura. Para o setor de alimentação fora do lar, esse tipo de movimentação reforça o potencial que o esporte tem no fluxo, na permanência e no ticket médio em bares e restaurantes. A partir disso, alguns estabelecimentos já começam a estruturar uma agenda fixa de transmissão dos jogos. No Rio de Janeiro (RJ), Fabio Lau, proprietário do Bodega Bar, em Copacabana, conta que a transmissão da NFL passou a fazer parte do posicionamento do negócio após a mudança de gestão. “Adquiri o bar em junho do ano passado. O antigo dono passava o Super Bowl, mas não tinha o hábito de transmitir a temporada. Assim que assumi, fiz uma renovação física e divulgamos que passaríamos todos os jogos disponibilizados pela TV”, relata. Além da audiência televisiva, a presença digital das franquias também contribui para engajar o público brasileiro. A maior comunidade digital brasileira é do finalista Patriots e soma 66,3 mil seguidores no Instagram, o que abre espaço para ações temáticas e experiências conectadas ao jogo. De acordo com o estudo do IBOPE Repucom, 82% dos fãs de NFL estão abertos a experimentar produtos e serviços de marcas associadas ao esporte, índice bem acima da média da população conectada. “Quando você tem uma base grande e crescente de interessados, como mostram os dados, transmitir o SuperBowl passa a ser vantajoso. É um evento com alto poder de mobilização nas redes. Se o bar entrega uma experiência consistente e já emenda comunicação para a temporada seguinte, dá para transformar uma noite pontual em relacionamento e recorrência ao longo do ano”, comenta José Eduardo Camargo, líder de Conteúdo e Inteligência da Abrasel. Outro fator que reforça o impacto para os negócios é a agenda futura da liga no país. Em 2026, um jogo oficial da NFL será realizado no Rio de Janeiro, ampliando o alcance territorial das ativações e fortalecendo a relação entre grandes eventos esportivos, turismo e consumo em bares e restaurantes. Na visão de Fabio Lau, o fato de o evento ser na cidade faz com que ele espere mais movimento no mercado local: “Quando os jogos forem no Rio, vou mudar minha estratégia do que fazer. Penso em promoções para quem vier com camisa e outras ações. Eu queria que as pessoas assistissem aqui para trocar ideia, aproximar quem já é fã e, também, ajudar quem não entende as regras a perceber que o jogo é muito mais estratégico do que físico”, conclui.
Super Bowl 2026 expõe a nova economia da atenção: por que 30 segundos valem até US$ 10 milhões
O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Neste ano, com data marcada para 8 de fevereiro, o preço de um comercial de 30 segundos alcançou a faixa entre US$9 milhões e US$10 milhões, estabelecendo novos recordes e reforçando o evento como um dos espaços publicitários mais disputados do planeta. O número impressiona, mas vai além da curiosidade. Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado, automatizado e orientado por métricas de performance, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva, simultânea e altamente engajada – um ativo cada vez mais escasso em 2026. Quanto custa anunciar no Super Bowl e por que esse valor segue crescendo Historicamente, os valores dos comerciais do Super Bowl vêm em trajetória de alta. Nos últimos anos, as inserções giravam em torno de US$6 milhões a US$7 milhões por 30 segundos. O salto para a casa dos dois dígitos evidencia não apenas inflação de mídia, mas uma transformação estrutural: a revalorização dos grandes eventos ao vivo. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, afirma Bruno Almeida, CEO da US Media. Por que o ao vivo voltou ao centro das estratégias O desempenho comercial do Super Bowl reflete um movimento mais amplo do mercado publicitário. Eventos ao vivo como Copa do Mundo, Olimpíadas, Fórmula 1 e grandes finais esportivas voltaram a ocupar posição central nos planos de mídia globais. A explicação está na capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real. Para os anunciantes, isso se traduz em maior impacto de marca, menor dispersão de atenção e uma conexão mais profunda com o público. “O crescimento do valor do Super Bowl é um sinal claro de que a publicidade entrou na era da economia da atenção. Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, analisa Bruno Almeida. O intervalo chama atenção e a estratégia decide o resultado Apesar da concentração de atenção em poucos minutos, o intervalo do Super Bowl está longe de ser suficiente para sustentar, sozinho, os objetivos de visibilidade e engajamento das marcas. Em 2026, o diferencial competitivo está em como as campanhas são trabalhadas após o jogo, quando a audiência se fragmenta e passa a consumir e reinterpretar as mensagens em diferentes ambientes. A publicidade pós-evento tornou-se fundamental para ampliar alcance, aprofundar a narrativa e capturar diferentes níveis de atenção. É nesse momento que entram estratégias de diversificação de mídia, combinando vídeo digital, redes sociais, mídia programática, creators, PR e ativações contextuais, capazes de transformar um pico de exposição em uma presença contínua. Em um ano marcado por grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo, as estratégias de reverberação da atenção para além do ao vivo deverão apostar em criatividade e diversificação de canais. Aplicativos de notícias esportivas que funcionam como segunda tela, como o Onefootball, são bons exemplos de como ativar essa audiência dentro de sua jornada e contexto. “Tratar o intervalo como o ápice da estratégia é um erro comum. Na prática, ele funciona como um gatilho. O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”, afirma o CEO da US Media.
NFL lança coleção inspirada no carnaval brasileiro
O touchdown virou grito de carnaval. No clima de Super Bowl e Carnaval, a NFL lançou a coleção “Carna Bowl”, que mistura as duas tradicionais datas populares nos Estados Unidos e Brasil, respectivamente. As peças já estão disponíveis por meio do site sportamerica.com.br, e estarão à venda também na loja oficial do Super Bowl LX Experience, neste domingo, dia 8, no Rio de Janeiro. O lançamento simboliza a união entre culturas, sendo momentos aguardados por milhões de fãs, seja da bola oval ou da festa de Momo. A linha é composta por itens nas versões feminina e masculina, com opções em cropped, oversized e regata. As estampas misturam itens clássicos do jogo e do Carnaval, como bola, equipamentos, estandartes, confetes, entre outros, em cores enérgicas, típicas do festejo. A NFL oferece ainda uma coleção exclusiva do Super Bowl LX. A grande decisão da temporada 2025 acontece neste domingo, dia 8, em São Francisco, nos Estados Unidos, jogada entre Seattle Seahawks e New England Patriots. Também no site da Sport America, itens da final estão disponíveis, como camisas e acessórios, além de produtos dos dois times finalistas. Super Bowl LX Experience no Rio Uma verdadeira imersão no universo NFL acontece no Super Bowl LX Experience, no Rio de Janeiro. Experiências exclusivas, exposição do troféu Vince Lombardi e capacetes dos times da liga, atrações musicais e gastronômicas têm lugar no evento. Todas as emoções em São Francisco, no Levi’s Stadium, palco da decisão, serão exibidas em telões, incluindo a apresentação de Bad Bunny no halftime show. Os últimos ingressos estão disponíveis por meio do site ticketmaster.com.br. Super Bowl LX Experience Rio Apresentado por XP Data: Domingo, 8 de fevereiro de 2026 Local: Armazém 3 Endereço: Av. Rodrigues Alves, 73 – Centro, Rio de Janeiro – RJ Horário: Início a partir das 17h30 até o final da partida Classificação: Livre (menores de 18 anos deverão estar acompanhados por um responsável legal) Para ficar por dentro de tudo sobre a NFL no Brasil, siga @nflbrasil no Instagram, X e TikTok.