Motorola reforça inovação no TechWorld Brasil com novo portfólio premium e experiência integrada

A Motorola reforça sua estratégia de inovação no Brasil e marca uma nova fase de seu portfólio com a chegada ao mercado de uma nova geração de dispositivos. Apresentadas durante o TechWorld Brasil, as novidades destacam a evolução da marca em inteligência artificial, design e experiências conectadas. O grande destaque é o motorola signature, que marca o retorno da empresa ao segmento ultra premium. O modelo combina design sofisticado, materiais de alto padrão e um sistema de câmera reconhecido internacionalmente com o  selo Gold Camera DXOMARK. Equipado com sensores Sony LYTIA™, oferece recursos avançados como vídeo em até 8K, zoom de até 100x e alta performance em diferentes condições de luz. A experiência multimídia também é um dos diferenciais. O dispositivo apresenta tela Extreme AMOLED de 6,8”, taxa de atualização de 165 Hz¹ e brilho elevado, além de tecnologias como Dolby Vision® e Sound by Bose, que elevam o consumo de conteúdo a um padrão mais imersivo. Em performance, o modelo conta com a plataforma Snapdragon® 8 Gen 5, além de recursos voltados à inteligência artificial e sistema avançado de resfriamento. Outro destaque do portfólio é o motorola edge 70, o smartphone mais fino da categoria², com apenas 5,99 mm de espessura, além de trazer três câmeras de 50 MP, incluindo lente ultra-wide e frontal, além de bateria de alta densidade e com a Cor do Ano Pantone 2026™. A família ainda  conta com o motorola edge 70 fusion – edição Copa do Mundo Fifa™, que combina design marcante e alto desempenho, inspirado na intensidade do futebol. O modelo traz acabamento traseiro com textura semelhante a uma bola, detalhes em ouro 24K e identidade premium alinhada à coleção. Além do visual, entrega uma experiência avançada com tela quad-curve de 144Hz com cores validadas pela Pantone e sensor Sony LYTIA™ 710, aliado a recursos de IA e alta durabilidade. A edição especial também inclui experiências exclusivas da Copa do Mundo da FIFA 26™, como conteúdos personalizados, integração com o app oficial do torneio e acesso ao jogo FIFA® Heroes, reforçando a conexão do usuário com o universo do futebol. Além dos smartphones, a Motorola apresenta novos dispositivos conectados, como o moto watch, desenvolvido em parceria com a Polar, com foco em saúde e bem-estar. O modelo reúne recursos avançados de monitoramento físico, como frequência cardíaca, sono e atividades, além de bateria de longa duração e design em alumínio, reforçando a estratégia da marca de ampliar seu ecossistema conectado. A moto tag 2 é a solução de rastreamento inteligente da Motorola, com tecnologia UWB para localização precisa e o moto sound flow é a aposta em áudio portátil com tecnologia Sound by Bose. IA pessoal em dispositivos com Lenovo e Motorola Qira A Lenovo e a Motorola apresentaram durante o evento a Qira, uma superagente de inteligência artificial pessoal que funciona de forma integrada entre dispositivos Lenovo e Motorola, como PCs, smartphones, tablets e wearables. Essa IA unificada, batizada de Sistema de Inteligência Ambiente Pessoal, foi desenvolvida para entender o usuário, mediante sua permissão, aprendendo com as informações que ele escolhe compartilhar. Assim, a Qira consegue atuar de forma inteligente entre dispositivos, aplicativos e serviços compatíveis, transformando insights em ações e coordenando tarefas e fluxos de trabalho para ajudar o usuário a tomar decisões mais informadas e eficientes.  “A Motorola tem um papel fundamental dentro da estratégia global da Lenovo ao levar a inteligência artificial para o dia a dia das pessoas de forma prática e relevante. Nosso novo portfólio reflete essa evolução, combinando design, performance e inovação para entregar experiências mais inteligentes, conectadas e alinhadas às expectativas de uma nova geração de consumidores”, destaca Rodrigo Vidigal, Presidente da Motorola no Brasil. Avisos LegaisMOTOROLA, o logotipo M estilizado, MOTO e a família de marcas MOTO são marcas comerciais da Motorola Trademark Holdings, LLC. Corning® e Gorilla® são marcas registradas da Corning Incorporated. As cores PANTONETM geradas podem não corresponder aos padrões identificados pela PANTONE. Consulte as publicações atuais da PANTONE para obter cores precisas. PANTONETM e outras marcas comerciais da Pantone são propriedade da Pantone LLC. © Pantone LLC, 2026. Todos os direitos reservados. Snapdragon e Snapdragon Sound são marcas comerciais ou marcas registradas da Qualcomm Incorporated. Snapdragon é um produto da Qualcomm Technologies, Inc. e/ou suas subsidiárias. Dolby, Dolby Vision e Dolby Atmos são marcas registradas da Dolby Laboratories. Bose e Sound by Bose são marcas comerciais da Bose Corporation. Android é uma marca comercial da Google, LLC. “LYTIA” é uma marca registrada ou marca comercial da Sony Group Corporation. Todas as outras marcas comerciais são propriedade de seus respectivos proprietários. © 2026 Motorola Mobility LLC. Dolby, Dolby Vision e o símbolo de D duplo são marcas comerciais registradas da Dolby Laboratories Licensing Corporation. Fabricado sob licença da Dolby Laboratories. A taxa de atualização real pode ser menor e varia de acordo com os requisitos e limitações do app/conteúdo, configurações de modo do dispositivo e outros fatores. Dados do laboratório da Motorola. Valor referente ao limite de brilho que a tela pode atingir em situações específicas. O desempenho real pode variar conforme as condições ambientais. 1 – A taxa de atualização real pode ser menor e varia de acordo com os requisitos e limitações do app/conteúdo, configurações de modo do dispositivo e outros fatores. 2 – O smartphone mais fino e ultrarresistente da categoria Com base de referência em telefones do mesmo segmento (espessura de 5.99mm ou menos e preço entre R$ 4.599,00 e R$ 5.599,00) lançados até Agosto de 2025. MIL-STD-810H: conjunto de testes de laboratório projetado pelo departamento militar dos EUA para avaliar limitações do dispositivo em condições ambientais extremas. O desempenho no uso cotidiano pode variar. O motorola edge 70 foi testado em 16 categorias e 14 procedimentos MIL-STD-810H para provar sua resistência. A garantia padrão da Motorola não cobre abusos, como os que ocorrem nos testes MIL-STD 810H. Testado em laboratório sob condições controladas, o telefone é resistente a água, respingos e poeira com as classificações IP68 e IP69 (IEC 60529). O telefone suporta imersão em

Samsung potencializa a “BTS WORLD TOUR ‘ARIRANG'” com tecnologia Galaxy

A Samsung anuncia hoje uma parceria global com a “BTS WORLD TOUR ‘ARIRANG’”, revelando uma nova experiência de show potencializada pela tecnologia móvel do Samsung Galaxy, que aproxima artistas e público. O BTS e o ARMY construíram um movimento cultural que une todos para celebrar a autoexpressão e a conexão por meio da música. Isso resultou em um impacto global que promove experiências compartilhadas autênticas — valores que ressoam profundamente com a filosofia da marca Samsung Galaxy. Ao aproveitar o poder da música e da tecnologia, a Samsung e a “BTS WORLD TOUR ‘ARIRANG’” capacitam as pessoas a capturar momentos especiais e compartilhá-los com o mundo. “A Samsung acredita que a tecnologia enriquece as experiências do dia a dia”, disse Stephanie Choi, vice-presidente executiva e Head do Centro de Marketing Móvel da divisão Mobile eXperience (MX) da Samsung Electronics. “Por meio dessa colaboração, o Galaxy serve como uma ponte que conecta artistas e o público, permitindo que as pessoas vivenciem os momentos dos shows de forma mais significativa e preservem e compartilhem essas memórias por mais tempo”. Com base na visão do Galaxy de experiências significativas e conectadas, a Samsung está reinventando a experiência tradicional de assistir a shows, permitindo que as pessoas se conectem emocionalmente com os artistas e suas performances de maneiras mais imersivas. Em particular, a câmera do Galaxy S26 Ultra captura momentos memoráveis ​​de apresentações ao vivo, permitindo que o público ao redor do mundo reviva e compartilhe a experiência, trazendo a energia e a emoção do show para o seu dia a dia. “Os fãs estão no centro de tudo o que fazemos, moldando nossa música e nossa jornada junto conosco”, disse Lee Jae-sang, CEO da HYBE. “Por meio dessa parceria com a Samsung Electronics, esperamos que os fãs possam vivenciar os shows de forma mais vívida e criar memórias duradouras”. A turnê mundial “‘BTS WORLD TOUR ‘ARIRANG’” começará em Goyang, Coreia do Sul, e continuará em grandes cidades ao redor do mundo até 2027. Como parte da turnê mundial, um evento exclusivo, o BTS THE CITY ARIRANG SEOUL, acontecerá em Seul de 20 de março a 19 de abril, incluindo uma série de experiências imersivas com tecnologia Galaxy em importantes pontos turísticos da cidade. Os fãs poderão explorar a Galaxy S26 Series por meio de atividades interativas, incluindo uma corrida de selos na loja da Samsung em Gangnam e a criação de adesivos personalizados usando o Estúdio Criativo1 impulsionado pelo Gbalaxy AI. Os participantes que concluírem as atividades poderão receber prêmios, incluindo produtos de edição limitada do “BTS THE CITY ‘ARIRANG SEOUL’”. Após Seul, o “BTS THE CITY” se expandirá para outras cidades da turnê. A Samsung participará de toda essa jornada, impulsionando a inovação que incentiva os fãs a se expressarem, capturarem momentos significativos e expandirem suas experiências cotidianas com Galaxy. Para mais informações, visite Samsung Newsroom Brasil ou Samsung.com/br. 1 O recurso Estúdio Criativo requer uma conexão de rede e login na Samsung Account. A disponibilidade dos serviços pode variar de acordo com o país, idioma ou modelo do dispositivo. A precisão e a confiabilidade do resultado gerado não são garantidas. Os conjuntos de adesivos são compatíveis apenas com o teclado Samsung e só podem ser compartilhados através do recurso Quick Share com outros dispositivos Galaxy que tenham a One UI 5.0 ou posterior instalada e o aplicativo Quick Share versão 13.8.50.x ou posterior.

Samsung amplia disponibilidade do Vision AI Companion no Brasil

A Samsung anuncia a disponibilidade do Vision AI Companion1 em modelos da linha Crystal no Brasil, ampliando o acesso dos consumidores à experiência de AI conversacional nas TVs da marca. A partir de agora, aparelhos como Crystal U8100F, U8500F e U8600F contam com a funcionalidade, que utiliza inteligência artificial generativa para permitir interações naturais com a TV, respondendo perguntas sobre o conteúdo exibido e oferecendo informações adicionais em tempo real. “Na Samsung, acreditamos que a evolução da TV passa por tornar as experiências mais inteligentes e acessíveis para cada vez mais pessoas. Ao expandir o Vision AI Companion para modelos como a linha Crystal, damos mais um passo importante na democratização dessa tecnologia, levando recursos avançados de AI para um público ainda maior e reforçando nosso compromisso de modernizar continuamente a experiência de assistir TV”, afirma Alexandre Gleb, gerente de produtos de TV da Samsung Brasil. O que é o Vision AI Companion? O Vision AI Companion é um recurso de AI conversacional desenvolvido pela Samsung para tornar a experiência de assistir TV mais interativa e contextual. A tecnologia interpreta o que está sendo exibido na tela e permite que o usuário faça perguntas diretamente à TV. Entre as principais capacidades da ferramenta estão: Como o recurso funciona nas TVs Crystal? Nos modelos da linha Crystal disponíveis no Brasil, o Vision AI Companion funciona por meio da integração com a Bixby, assistente de voz da Samsung. A experiência ocorre por comandos de voz feitos diretamente pelo controle remoto da TV. Ao acionar a Bixby, o usuário pode fazer perguntas relacionadas ao conteúdo exibido na tela ou a outros temas, recebendo respostas diretamente na interface da TV. A experiência de utilização do Vision AI Companion nas TVs Crystal inclui: O que é possível perguntar para a TV? Com o Vision AI Companion ativo, os usuários podem interagir com a TV para obter informações relacionadas ao que estão assistindo ou explorar novos conteúdos. Alguns exemplos de interação incluem: Como acessar o Vision AI Companion nas TVs Samsung? Para utilizar o recurso, o usuário deve acionar o assistente de voz Bixby diretamente pelo controle remoto da TV compatível. O processo é simples: Com a expansão do Vision AI Companion para mais modelos no Brasil, a Samsung amplia o acesso a experiências de AI aplicadas ao entretenimento doméstico, reforçando a evolução das TVs como plataformas cada vez mais inteligentes e interativas. Para saber mais sobre o Vision AI Companion, acesse a Samsung Newsroom Brasil. 1 Comandos de voz reconhecem inglês, francês, espanhol, português, alemão, italiano e coreano, mas nem todos os sotaques, dialetos e expressões são reconhecidos. Esta funcionalidade fornece conteúdo criado por IA, sem garantia de precisão — por favor, verifique os resultados. Requer um controle remoto Bluetooth específico (TM2560E/TM2360E/TM2561E/TM2361E). Funcionalidade acessível pelo botão AI ou pelo botão Início (pressione e segure) no controle remoto que não possui um botão AI. Necessário Samsung Account e conexão com a internet. Aplicam-se custos de compra ou assinatura pelos parceiros provedores de conteúdo e assistentes de inteligência artificial. As interfaces e aplicativos variam de acordo com o país e algumas funções são compatíveis apenas em conteúdos de Antena, TV a Cabo ou Samsung TV Plus. Aplicativos podem ser removidos ou parar de ter suporte a qualquer momento. A Samsung não se responsabiliza por dados armazenados em aplicativos de terceiros. Verifique os Termos e Condições de cada plataforma.

Objective anuncia 40 vagas em tecnologia, dados e IA

A Objective anuncia que está em busca de talentos para preencher 40 vagas. Cientista de Dados, Consultor em Governança e Métricas de Projetos, Engenheiro de Dados, Arquiteto de Software, Desenvolvedor Java, Gerente de Produtos, Scrum Master e UX Researcher (Discovery & Market Strategy) estão entre algumas das posições disponíveis. As oportunidades variam de perfis júnior até gestão. As posições contemplam modelos remoto e híbrido, nas cidades de Barueri e São Paulo, e refletem a estratégia de crescimento da companhia, baseada em inovação, atuação internacional e desenvolvimento de soluções em Cloud, Dados e IA. “O volume e a especificidade dessas novas vagas refletem o ritmo de transformação profunda nos nossos negócios. Com essa expansão, reafirmamos nosso compromisso de ser o motor que impulsiona projetos estratégicos. Estamos conectando nossos clientes a um ecossistema de alta performance com foco em Cloud e IA, permitindo que a inovação deixe de ser um plano e se torne realidade”, destaca Maria Fernanda Merenda, diretora de Gente e Gestão na Objective. Para se candidatar e saber quais os requisitos necessários para um determinado cargo, basta acessar o site www.objective.com.br, ir à seção Carreiras e clicar na vaga de interesse. As oportunidades também foram disponibilizadas no perfil do LinkedIn da empresa.  Benefícios Além do valor salarial, a empresa oferece os seguintes benefícios: Sobre a Objective A Objective é uma multinacional brasileira que acelera a coevolução digital das organizações por meio de tecnologia, processos, pessoas e inteligência de dados. Com um portfólio focado em gerar impacto sustentável de negócio, oferece consultoria para inovação, hiperprodutividade e qualidade, além do desenvolvimento de experiências digitais inteligentes e produtos sob medida, contando com a Eleflow — sua unidade estratégica de Dados & IA — para viabilizar desde a infraestrutura de IA e dados até a ativação de produtos de dados em escala. A empresa faz parte da holding Objective Group, que inclui empresas especializadas como e-trust (segurança da informação e gestão de identidades), NG Billing (gestão de CRM e faturamento recorrente) e OGI (serviços de tecnologia para mercado internacional). Em 2025, a Objective consolidou sua posição de elite, sendo reconhecida pelo estudo global ISG Provider Lens™ como Líder em Data & Analytics Modernization Services e como Product Challenger em Advanced Analytics & AI Services. Além disso, pelo terceiro ano consecutivo, foi eleita Líder na categoria Application Development Projects do estudo AI-Driven ADM Services 2025.

IA deve fechar até 30% das vendas em 3 anos e expõe novo risco reputacional para o varejo

A inteligência artificial entra em uma nova fase e já começa a alterar de forma concreta o funcionamento do varejo global. A expectativa de que agentes autônomos passem a responder por até 30% das vendas de bens de consumo em três anos, e cerca de 10% do varejo total, desloca o debate sobre tecnologia para o risco direto à reputação das marcas em um ambiente onde decisões de compra deixam de ser humanas.  Esse movimento ganhou força nos principais fóruns globais de tecnologia e negócios e já aparece como vetor concreto de transformação no e-commerce. Sistemas capazes de recomendar produtos, negociar condições e concluir compras de forma independente deixam de ser experimentais e passam a integrar a operação.  Operando em alta velocidade e com maior autonomia, esses sistemas ampliam o nível de exposição das empresas. Quando um agente erra uma recomendação ou executa uma transação inadequada, o impacto ultrapassa a operação e atinge diretamente a percepção de confiança.  Com um alto nível de adoção, os riscos deixam de ser pontuais e passam a ganhar escala dentro da operação. Segundo Fabrizzio Topper, Strategy & Intelligence Director da Quality Digital, a confiança tende a se tornar o principal ativo competitivo nesse novo ambiente. “Se o sistema falha, alucina ou entrega algo inadequado, o dano ultrapassa a operação. Ele atinge a percepção e a reputação das empresas e da própria IA para esse fim”, afirma.   Delegar decisões de compra a sistemas autônomos exige que a tecnologia seja percebida como segura, consistente e capaz de refletir preferências reais. Qualquer ruptura ao longo desse processo tende a gerar impacto imediato na relação com o consumidor.  Fragilidades estruturais, que antes permaneciam restritas à operação interna, passam a ser expostas diretamente na experiência do cliente. Dados desorganizados, sistemas desconectados e ausência de governança deixam de ser invisíveis. “Se os dados estão fragmentados ou mal estruturados, a IA escala essa fragilidade rapidamente, e isso se torna visível para o consumidor”, diz Cassio Pantaleoni, Artificial Intelligence Solutions & Strategy Director da Quality Digital.  Mais do que implementar tecnologia, a incorporação de agentes de IA exige revisão de processos, alinhamento entre áreas e capacidade de sustentar decisões automatizadas com base em dados confiáveis. Para Pantaleoni, tratar IA como ferramenta isolada é um dos principais erros na adoção. “O desafio não está na tecnologia em si, mas na maturidade de dados, na integração e na forma como as empresas estruturam sua operação para sustentar esse modelo. A adoção superficial amplia riscos operacionais e reputacionais em vez de gerar vantagem competitiva”, afirma.  No fim, é a experiência do cliente que define o sucesso dessa transição. Para Topper, o movimento precisa envolver toda a organização. “É um movimento que precisa ocorrer do alto escalão ao nível operacional, garantindo alinhamento entre equipes e padronização no uso da IA por meio de guardrails, criando um ambiente onde a inovação se torna contínua e escalável. Se a tecnologia não melhora a jornada ou não gera valor percebido, ela falha em sua função estratégica”, afirma. 

Tecnologia inédita: Times Brasil | CNBC estreia terceiro novo estúdio integrado à inteligência artificial

A maior emissora de jornalismo de negócios do Brasil acaba de anunciar mais uma fase de evolução no país. O Times Brasil | CNBC inaugura em abril o terceiro estúdio em sua sede implantando uma tecnologia inédita integrada com ferramentas de inteligência artificial. O espaço nasce resultado de parcerias comerciais com três empresas gigantes de tecnologia e inovação: Totvs, apoiadora inicial do projeto, Tecla T e IBM. No novo Estúdio Lab I.A., como foi batizado pela emissora, a integração com inteligência artificial estará presente em todas as etapas do processo de produção. Entre as novidades está o uso de sistemas de assistência inteligente para apoiar a organização de informações, a geração de insights e a preparação de materiais para exibição — como pautas, roteiros, sugestões de perguntas e tarjas para a tela. Outro recurso inovador será a presença de um avatar interativo de inteligência artificial, que poderá participar dos programas sugerindo temas, perguntas e abordagens para apresentadores e convidados, ampliando as possibilidades de interação editorial durante as transmissões. O terceiro novo estúdio do canal servirá para gravação e programação ao vivo na sede do canal, localizada na Avenida Berrini, no centro financeiro de São Paulo. Logo no início, dois novos projetos utilizarão o Estúdio Lab I.A., sendo um deles um programa focado em tecnologia. Sistema automatizado A operação do Estúdio Lab I.A., no Times Brasil | CNBC, também contará com ferramentas de análise e processamento de dados capazes de apoiar decisões em tempo real durante a produção, além da integração com sistemas automatizados de controle e monitoramento, aumentando a previsibilidade e a estabilidade das transmissões. “Já usamos ferramentas de I.A. no processo diário de produção de jornalismo, mas este projeto eleva essa integração a outro nível, com desenvolvimento de ponta na criação de agentes e soluções sob medida que, além de otimizar a produtividade, contribuem para aumentar a qualidade do produto final”, afirma André Ramos, vice-presidente de Conteúdo e Operações do canal. “Nosso objetivo é dar mais tração ao nosso time de jornalistas e à produção de conteúdo em tempo real. Tecnologia e I.A. entram como grandes aliadas nesse processo, criando um ambiente cada vez mais fértil para a apuração, produção e distribuição de notícias”, explica o diretor de tecnologia e engenharia do Times | CNBC, Rafael Duzzi,

Tecnologia redefine a experiência de cobrança no varejo

A digitalização tem transformado significativamente a comunicação entre varejistas e consumidores no Brasil, com impactos diretos em jornadas críticas como a cobrança. Mesmo com a evolução dos canais digitais, o telefone ainda ocupa papel relevante na relação com o cliente, especialmente em etapas como negociação de débitos e recuperação de crédito.   Nesse contexto, a Digital Call, tecnologia da DMA (Digital Made Accessible) que converte ligações tradicionais em experiências digitais de autoatendimento na tela do smartphone, assume um papel estratégico para o varejo ao integrar eficiência e segurança na relação com o consumidor.     Na prática, ao ligar para o call center da empresa, o cliente é direcionado para um menu interativo de autosserviços, onde pode resolver suas demandas com agilidade e, se necessário, pode retomar o contato com um atendente humano a qualquer momento.   O impacto da digitalização de chamadas pode ser observado no setor de cobrança, historicamente marcado por altos volumes de interação e custos operacionais elevados. Ao digitalizar essa jornada, o varejo passa a operar com maior escalabilidade, previsibilidade e capacidade de resolução sem depender exclusivamente do atendimento humano.    Um exemplo desse movimento pode ser observado no Grupo Casas Bahia, onde a digitalização do contato telefônico foi aplicada à comunicação com clientes pela área de Cobrança, com o objetivo de reorganizar fluxos de atendimento e ampliar a resolutividade.   Em 2025, a empresa digitalizou mais de 300 mil ligações, alcançando 47% de resolubilidade no menu digital, sem necessidade de atendimento humano. A operação registrou 64% de utilização dos autosserviços e uma redução de 34% no volume de interações no call center, além de contribuir para o fortalecimento do banQi, banco digital do grupo, ao integrar o processo de cobrança ao seu ecossistema financeiro.  Entre as funcionalidades mais acessadas pelos clientes do grupo está a negociação de débitos, indicando que jornadas tradicionalmente realizadas por telefone podem ser migradas para ambientes digitais quando estruturadas de forma simples e objetiva.   O desempenho alcançado reflete um movimento mais amplo no varejo: a incorporação de tecnologias capazes de integrar automação, eficiência operacional e uma experiência mais fluida para o consumidor. A iniciativa também foi reconhecida internamente, com a área de Cobrança do grupo recebendo, em 2025, o prêmio de Projeto Inovador do Ano, reforçando o impacto da implementação do menu digital na transformação dos processos e na evolução dos indicadores de performance e relacionamento com o cliente.    Em áreas sensíveis como a cobrança, a digitalização da chamada telefônica deixa de ser apenas uma inovação tecnológica e passa a integrar a estratégia estrutural de relacionamento com o cliente. À medida que o setor busca aumentar a taxa de resolução, reduzir custos e responder a consumidores mais autônomos e digitais, a solução baseada em autosserviço tende a ganhar protagonismo nas operações de atendimento e recuperação de crédito.    “Durante muito tempo, o telefone foi visto no varejo apenas como um canal de custo. A digitalização de chamadas mostra que ele pode se tornar um ponto estratégico de conversão, negociação e resolução, inclusive em jornadas mais sensíveis, como cobrança. Quando o consumidor encontra, já na tela do smartphone, um caminho simples, intuitivo e seguro para resolver sua demanda, o varejo ganha em eficiência e reduz fricção”, afirma Tiago Teixeira, diretor comercial de varejo da DMA.  

Mensagem da CES para o setor de marketing: diferencial está na tecnologia que usa inteligência construída com dados próprios

Por Luciana Miranda, COO e CMO da AP Digital Services A edição 2026 da Consumer Electronics Show (CES), considerada a mais importante convenção de tecnologia do mundo, reforçou uma tendência que o marketing já vinha enfrentando nos bastidores: tecnologia sem inteligência proprietária não sustenta vantagem competitiva para as martechs. Mais do que lançar ferramentas ou acelerar processos, a inovação que realmente importa é aquela construída sobre dados próprios, capazes de gerar respostas rápidas, decisões mais precisas e uma relação consistente com o cliente. Isso porque o cenário atual do marketing nos mostra que, ao mesmo tempo que há uma enormidade de ferramentas à disposição, nunca foi tão caro e complexo justificar o Retorno sobre o Investimento (ROI). O Custo de Aquisição de Clientes (CAC) está aumentando rapidamente, enquanto o rendimento da mídia tradicional sofre com a saturação. Ou seja: muitas decisões ainda continuam baseadas em dados de plataformas externas (como redes sociais e provedores de mídia), e não na interação direta e real entre marca e cliente. O resultado é um ciclo onde se paga por alcance em vez de inteligência de mercado. O que é martech e qual a sua importância? Para reverter essa dinâmica, é imperativo dominar o conceito de martech, que significa a convergência entre marketing e tecnologia.  Sua atuação constrói um ecossistema robusto, no qual as ferramentas de automação, análise e relacionamento trabalham em sincronia para transformar dados brutos de interação em decisões coordenadas. Os insights gerados são acionáveis e, principalmente, alinhados com a expectativa do público-alvo. Três pilares da CES que interessam diretamente ao marketing brasileiro Os dados validados pela CES apontam para três pilares que devem conduzir a pauta das martechs: 1. Maturidade da Inteligência Artificial (IA): de acordo com análise da Kantar, a IA deve ser posicionada como diferencial de infraestrutura ao sair do campo experimental e entrar no centro da operação de marketing, especialmente na leitura de comportamento. Considero essencial que a IA seja utilizada com maturidade que priorize a fluidez da experiência e comprove que resolver problemas do cliente com simplicidade é o novo parâmetro de avaliação para vantagem em longo prazo. 2. Inovação que o cliente sente: a Bain & Company destacou que as empresas têm oito vezes mais chances de utilizar tecnologias personalizáveis impulsionadas por IA, ajustando ações em tempo real conforme a demanda. Considero essencial fazer da IA um instrumento de personalização contextual no ciclo de relacionamento, a partir de uma base sólida de dados próprios (first-party data) e processos bem definidos. Caso contrário, ela representa apenas velocidade baseada em informações de terceiros. 3. Medição contínua de resultados: uma pesquisa da Deloitte indicou a crescente necessidade de transformar mensuração em sistema contínuo de feedback. Nesse contexto, as empresas obtêm alto desempenho majoritariamente quando organizam o tripé “dados, processos e governança” antes de investir na escalabilidade da automação. Considero essencial que as martechs deem importância à transição da cultura de “relatórios de retrospectiva” para a cultura de “sistemas de feedback contínuo” rumo à otimizar o uso das verbas e ampliar a criatividade. Etapas para confirmar o triunfo da IA  sobre a mídia Um erro comum é acreditar que a IA, por si só, resolverá gargalos operacionais do marketing, sem analisar o ponto de vista financeiro. Para reverter o cenário de altos custos e transformá-lo em lucros, é necessário: A partir dessas etapas, a CES deixou claro que, se o objetivo é reduzir CAC e garantir previsibilidade no marketing, a resposta passa por analisar a operação sob a perspectiva do cliente: algo que deveria ser ponto de partida, mas que muitas vezes se torna secundário, especialmente quando o foco se desloca para dados de plataformas externas, e não para a inteligência construída a partir de dados próprios. Portanto, eficiência operacional com hiperpersonalização é a união ideal para o sucesso das martechs. Consequentemente, o retorno virá da inteligência construída em uma estratégia sólida de crescimento.

Selbetti anuncia integração de plataforma de atendimento omnichannel ao CRM do HubSpot

A Selbetti, uma das principais One-Stop-Techs brasileiras, acaba de anunciar uma parceria com a Hubspot com o objetivo de integrar sua plataforma de atendimento omnichannel ao CRM da empresa, unificando voz, dados e histórico de interações em um único ambiente e proporcionando uma jornada mais fluida, eficiente e orientada à experiência do cliente. Na prática, a integração permite que empresas que já utilizam o CRM HubSpot realizem atendimentos de voz diretamente no ambiente do próprio CRM, sem necessidade de alternar sistemas ou acessar plataformas paralelas. Isso significa que o agente passa a iniciar, conduzir e encerrar chamadas dentro da interface do Hubspot, com registro automático das informações no histórico do contato.   “Embora esses elementos tenham base tecnológica sofisticada, o impacto mais relevante está na operação: menos alternância de telas, menos retrabalho manual e maior rastreabilidade de dados”, explica Fabiano Amorim, Head da Selbetti Customer Experience.   Com a chamada registrada diretamente no contato, o histórico passa a consolidar informações como tentativas de ligação, resultado do atendimento, observações do agente, transcrições e resumos automáticos. Esses dados ficam disponíveis para análises posteriores, segmentações e acompanhamento de desempenho por parte das áreas de CRM e Marketing. “A arquitetura desenvolvida pela Selbetti conecta o Hubspot ao seu ambiente omnichannel, responsável pela camada de telefonia e gestão de rotas. Após a instalação do aplicativo no CRM, as credenciais são configuradas para que o Hubspot se comunique diretamente com o servidor do cliente, garantindo troca segura de dados e funcionamento contínuo da operação”, afirma Diego Ramon, Especialista em Desenvolvimento da Selbetti Customer Experience. Para o mercado de Customer Experience, a parceria sinaliza uma tendência clara: a convergência entre plataformas de atendimento e CRMs não é mais diferencial competitivo, mas requisito operacional. “A fragmentação de sistemas cria gargalos que afetam métricas como TMA, FCR e taxa de conversão. Quando o agente precisa alternar telas, copiar informações ou registrar dados manualmente, a eficiência cai e o risco de inconsistências aumenta”, pontua. A integração também se conecta às estratégias de Revenue Operations, ao concentrar marketing, vendas e atendimento na mesma base de dados. Nesse contexto, as interações por voz passam a compor o conjunto de informações utilizadas para análise de jornada, identificação de padrões de contato e acompanhamento de oportunidades comerciais.

O Boticário transforma em arte as emoções dos consumidores por suas fragrâncias preferidas e cria galeria digital em mais de 3 mil lojas

Em um cenário em que as resenhas de fragrâncias se tornam cada vez mais técnicas, centradas em notas e ingredientes, O Boticário propõe um novo olhar para a perfumaria: com emoção e arte. Para celebrar o Dia da Perfumaria, em 21 de março, a marca de perfumaria mais amada pelos brasileiros* apresenta projeto inédito e exclusivo que transforma as reações emocionais despertadas por fragrâncias em artes únicas, criadas com o uso de tecnologia e inteligência algorítmica. Com ação criada pela agência AlmapBBDO, a proposta nasce de um território que o Boticário constrói há décadas:  fragrâncias são mais do que fórmulas, são experiências emocionais capazes de despertar memórias, sensações e histórias pessoais. Essa visão traduz a própria arte da perfumaria da marca, que combina técnica, criatividade e matérias-primas para criar composições que vão além do olfato e se conectam com as emoções. Por isso, O Boticário convidou criadores de conteúdo e especialistas em perfumaria para uma experiência imersiva na flagship de Pinheiros, em São Paulo. Durante a experimentação das fragrâncias, as expressões faciais dos participantes são captadas e analisadas em tempo real por um sistema de leitura emocional, capaz de interpretar microexpressões e identificar emoções como surpresa, alegria e nostalgia, além da intensidade das reações. A tecnologia por trás da experiência é da XRStudio e utiliza o MediaPipe, framework de código aberto do Google, para mapear mais de 48 pontos faciais e extrair dados precisos das expressões. Essas informações são processadas por um algoritmo proprietário que classifica e atribui percentuais às emoções identificadas. Em seguida, os dados são combinados a uma base artística desenvolvida pela AlmapBBDO, agência de publicidade da marca, e enviados para a IA generativa Nano Banana, também do Google, responsável por transformar essas emoções em composições visuais únicas. O resultado são obras personalizadas que traduzem, em imagem, aquilo que cada fragrância provocou em quem a experimentou, uma espécie de retrato emocional da composição olfativa. Cada criação é assinada com o nome do participante, a fragrância testada e as emoções predominantes, construindo uma nova forma de registrar a relação entre pessoas e fragrâncias. “Temos uma escuta ativa dos nossos consumidores e lovers e sabemos da importância que as nossas fragrâncias têm em suas histórias e nos despertar das emoções. Como a marca de perfumaria mais amada dos brasileiros, decidimos materializar essa conexão para celebrar o dia da fragrância, unindo a alta perfumaria à arte de sentir, transformando a percepção de quem nos escolhe na nossa maior inspiração”, explica Carolina Carrasco, Diretora de Branding e Comunicação de Boticário.  Já para César Veiga, perfumista do Grupo Boticário, o projeto materializa, de forma inédita, uma conexão que sempre esteve no centro da perfumaria. “O olfato é uma das formas mais potentes de conexão emocional. Um cheiro pode transportar alguém instantaneamente para uma memória esquecida  ou despertar uma sensação emocional  . Com esse projeto, damos um passo além ao tornar essa conexão visível, traduzindo emoções em imagens únicas”. UM NOVO JEITO DE FAZER REVIEWS DE FRAGRÂNCIAS A proposta também reposiciona o formato tradicional de review no universo da perfumaria. Em vez de análises técnicas sobre notas e acordes, os convidados são estimulados a explorar suas percepções sensoriais e emocionais, dando origem a uma nova linguagem de avaliação, mais subjetiva, sensorial e conectada com a experiência real de uso. Todo o processo, da experimentação à geração das obras, será registrado e compartilhado nas redes sociais a partir do dia 21 de março, ampliando o debate sobre como as pessoas se relacionam com fragrâncias para além da técnica. Na semana da celebração do Dia da Perfumaria, entre 21 a 24 de março, a experiência ganha uma nova dimensão ao ser aberta ao público na flagship da marca, permitindo que consumidores também tenham suas emoções captadas e transformadas em arte em tempo real. As criações extrapolam o espaço físico e passam a ocupar as vitrines digitais de mais de três mil lojas do Boticário em todo o país, que serão transformadas em uma grande galeria dinâmica de emoções. As obras também serão desdobradas em mídia out-of-home e nos canais digitais da marca, ampliando o alcance da iniciativa. Além da participação presencial, consumidores de todo o Brasil poderão integrar o projeto de forma remota, descrevendo suas emoções nas redes sociais da marca, relatos que também passam a compor essa galeria coletiva. “A perfumaria sempre foi um encontro entre ciência e sensibilidade. Existe toda uma engenharia por trás de cada fragrância, mas o que realmente marca as pessoas é o que elas sentem. Esse projeto materializa exatamente esse encontro”, reforça César. PERFUMARIA NO CENTRO DO NEGÓCIO A marca é referência no uso de técnicas avançadas, como o “nariz digital” — sistema de análise olfativa que identifica e decodifica, por meio de um software de inteligência artificial e alta precisão, a composição e a evolução dos aromas e matérias-primas, o que permite que a marca evolua constantemente a capacidade de traduzir a preferência dos consumidores.  A marca também mantém o Quintana Lab, centro de pesquisa próprio dedicado à criação de ingredientes exclusivos. Ali, investe em métodos sofisticados como extração por CO₂ supercrítico (método de extração que utiliza o CO2 em um estado supercrítico como solvente para separar compostos de uma matriz), headspace (técnica é usada para capturar e analisar as moléculas de aroma no ar), enfleurage (forma artesanal de extrair óleos essenciais de flores, utilizando uma camada de óleo vegetal para absorver a fragrância) e Destilação (Para se obter o óleo essencial da planta se utiliza o vapor de água em um recipiente fechado, no caso um tanque de cobre, este vapor de água carregado com óleo essencial passa por uma serpentina resfriada para que a água volte ao estado líquido, como óleo e água não se misturam o óleo essencial é separado por gravidade o que permite um óleo puro sem resíduos de solventes pois utiliza somente da água e processo físicos) — práticas que se sustentam e se renovam  em uma paleta olfativa única e sustentável, exclusiva do Grupo. Ainda, O Boticário lançou, em 2019, a primeira fragrância

Apresentando a criatividade impulsionada por IA no CorelDRAW Graphics Suite 2026

A Corel anuncia o lançamento do CorelDRAW Graphics Suite 2026, com novas e poderosas ferramentas de IA projetadas para aprimorar a criatividade e otimizar os fluxos de trabalho de design profissional. A nova versão do premiado software de design gráfico oferece recursos inteligentes que ajudam designers, ilustradores e profissionais criativos a gerar, ajustar e refinar imagens com mais eficiência, mantendo o controle total de suas visões criativas. “O CorelDRAW Graphics Suite 2026 representa um grande passo para levar a IA às mãos dos designers de maneira significativa”, afrma Prakash Channagiri, diretor sênior de gerenciamento de produtos CorelDRAW. “Ao combinar novas e poderosas ferramentas generativas e de edição de imagens com a precisão pela qual o CorelDRAW é conhecido, estamos ajudando os profissionais a passarem do conceito ao design finalizado com mais agilidade, sem comprometer o controle total sobre suas decisões criativas.” Confira Novidades e Aprimoramentos do CorelDRAW® Graphics Suite 2026 Além das atualizações do CorelDRAW Graphics Suite 2026, a ferramenta de design online CorelDRAW Go, fácil de usar e sob medida para entusiastas criativos e aspirantes a designers, agora inclui recursos de geração e remixagem de imagens com tecnologia de IA, assim como novas predefinições de texto selecionadas para criação de logotipos, emblemas e adesivos. Essas atualizações tornam mais fácil do que nunca criar visuais originais, explorar variações de design e dar vida às ideias diretamente no navegador. Veja o Que Há de Novo no CorelDRAW® Go™ Oferta e Valores O CorelDRAW Graphics Suite está disponível para Windows, macOS e web nos idiomas inglês, alemão, italiano, francês, espanhol, português do Brasil, holandês, polonês, tcheco, russo, chinês simplificado, chinês tradicional, turco, sueco e japonês. O valor da assinatura é R$ 1.600 por ano. O CorelDRAW Graphics Suite 2026 também pode ser adquirido por meio de compra única (licença perpétua), com preço de varejo sugerido de R$ 3.200. Um comparativo com opções de compra do CorelDRAW Graphics Suite pode ser visualizado em https://www.coreldraw.com/en/product/coreldraw/#compare. Mais informações sobre licenças comerciais estão disponíveis em www.coreldraw.com/business. Para mais informações sobre licenças educacionais, acesse disponíveis em www.coreldraw.com/education. O CorelDRAW Web está acessível a todos os assinantes do CorelDRAW e clientes de manutenção ativos, sendo compatível com as versões mais recentes do Google Chrome, Microsoft Edge e Firefox – tanto no Windows quanto no macOS. Para saber mais sobre o CorelDRAW Web ou para explorar uma versão de avaliação de 15 dias, visite web.coreldraw.com. As atualizações mais recentes do CorelDRAW Go tem melhor desempenho com o Google Chrome ou Microsoft Edge, seja no Windows ou no macOS, e está disponível em inglês, alemão, italiano, francês, espanhol, português (Brasil), holandês, polonês e tcheco. A assinatura anual custa R$ 280. Descubra mais sobre o CorelDRAW Go em go.coreldraw.com. Mais informações sobre créditos de IA podem ser obtidas em www.coreldraw.com/creditpacks.   

A era do piloto acabou e a IA agora precisa dar resultado

Por Waldison Miranda, CEO da Sow Serviços e empreendedor em tecnologia* Existe uma diferença profunda entre falar de Inteligência Artificial (IA) e operar uma empresa melhor por causa dela. Durante anos, a tecnologia ocupou o espaço da experimentação: projetos-piloto, provas de conceito e iniciativas de inovação que raramente saíam do laboratório. Em 2026, essa fase chega ao limite. A IA deixa de ser tema aspiracional e passa a funcionar como infraestrutura de competitividade. Os números do mercado refletem essa mudança. Apesar da ampla adoção, apenas 26% das empresas conseguem extrair valor real da IA, segundo o Boston Consulting Group. A maioria ainda se limita a pilotos ou ganhos pontuais que não geram impacto consistente. A discussão não é mais sobre potencial da tecnologia, mas sobre capacidade de gerar efeito tangível, em um mercado menos tolerante com iniciativas sem métricas claras. A fase do entusiasmo sem responsabilidade acabou; a área de Produto está no centro dessa cobrança. A boa notícia é que nunca foi tão fácil construir soluções. Ferramentas baseadas em IA permitem prototipar em dias, automatizar tarefas complexas e testar hipóteses rapidamente. A má notícia é que essa agilidade evidencia a diferença entre equipes que apenas produzem atividades e aquelas que entregam valor real. Até aqui, a tecnologia era tratada como assistente, melhorando a produtividade individual. Agora, assume partes inteiras do trabalho por meio de agentes, automações e fluxos inteligentes. O usuário não busca apenas apoio em decisões, mas resultados delegáveis. Essa transformação muda o desenho dos produtos. A pergunta relevante deixa de ser onde incluir IA e passa a ser qual parte do trabalho do cliente pode ser eliminada, encurtada ou tornada previsível. Soluções que resolvem etapas completas de um processo tendem a ganhar adoção, melhorar margens e aumentar relevância competitiva. A vantagem deixa de estar na funcionalidade e passa a estar na redução concreta de esforço. Apesar da evolução, um ponto permanece: a IA acelera o como, mas não define o quê. A clareza sobre o problema continua sendo o principal fator de sucesso. Em 2026, o patamar sobe porque a implementação ficou mais rápida. Práticas antes toleradas, como backlogs intermináveis, rituais excessivos e entregas sem impacto mensurável, passam a ser vistas como desperdício. Se prototipar ficou ágil, decisões lentas se tornam indefensáveis. Processos que impedem experimentação revelam inércia estrutural. Nesse contexto, Produto precisa demonstrar valor de forma objetiva. A legitimidade não vem mais do discurso, mas do impacto no negócio. Um erro comum será acreditar que distribuir ferramentas de IA provoca transformação automática. Ganhos individuais de produtividade podem ser relevantes, mas desaparecem em estruturas lentas, dependentes e burocráticas. Sem mudanças organizacionais, a tecnologia amplia esforço sem aumentar retorno. A tendência é a volta ao essencial. Times menores, autonomia real e ciclos curtos capturam melhor o potencial da automação. Estruturas enxutas reduzem atrito e aceleram decisões. Não se trata de trabalhar mais, mas de remover obstáculos que impedem converter velocidade em impacto. Nesse cenário, ganha destaque o profissional construtor. Não aquele que faz tudo, mas quem tem habilidade principal sólida e competências adjacentes suficientes para transformar ideias em artefatos concretos. Profissionais capazes de criar protótipos simples, automatizações ou provas de conceito funcionais reduzem dependências e aceleram validações. A IA tende a ampliar a diferença entre profissionais experientes e medianos. A tecnologia não substitui método nem visão de problema; funciona como multiplicador de quem sabe priorizar, decidir e executar com clareza. A promessa de democratização ignora que ferramentas poderosas ampliam vantagens pré-existentes. Agilidade traz riscos proporcionais. Empresas que desejam escalar a IA precisam integrar governança ao produto. Padrões de construção, qualidade de testes, controle de acesso, rastreabilidade e observabilidade deixam de ser preocupações técnicas isoladas e se tornam estratégicos. Sem eles, a organização acelera até encontrar seus limites; com eles, rapidez se transforma em previsibilidade. Ainda há percepção equivocada de que todas as empresas já são orientadas por IA. A realidade é desigual: em muitas, a tecnologia se limita a interfaces conversacionais, dados permanecem fragmentados e decisões não têm base analítica consistente. Essa assimetria cria vantagem competitiva crescente. A liderança de Produto não pode ser neutra. Cabe a ela definir direção clara, priorizar por impacto e sustentar decisões difíceis. Também é responsável por tirar equipes da inércia, abrir espaço para aprendizado baseado em implementação e conectar iniciativas a eficiência operacional, receita e redução de risco. Se os anos anteriores foram de testes e deslumbramento tecnológico, 2026 se consolida como o ano do pragmatismo. A questão central deixa de ser experimentar IA e passa a ser escalá-la com responsabilidade. No fim, destacam-se as empresas que combinam foco disciplinado nos problemas certos, atuação rápida com autonomia, governança suficiente para expandir e liderança orientada a impacto. O piloto terminou; agora começa o trabalho real. *Waldison Miranda é CEO da SOW Serviços e parceiro em diferentes iniciativas de negócios. Com mais de 20 anos de experiência em finanças, estratégia e desenvolvimento empresarial, atua também como mentor de pequenos empreendedores, unindo prática e educação empreendedora para impulsionar crescimento sustentável.

Tecnologia e sustentabilidade: os novos pilares do franchising

Por Philippe Enke Mathieu*  Mesmo em um cenário global ainda marcado por juros elevados, instabilidades geopolíticas e mudanças no comportamento do consumidor, o setor de franquias segue demonstrando uma característica que sempre foi central para sua sobrevivência: a capacidade de adaptação. Ao observar as tendências para os próximos meses do ano, fica claro que o franchising entra em uma nova fase de mais tecnologia, estratégia e, principalmente, com foco em eficiência.  Ao longo dos últimos anos, o modelo de franquias mostrou resiliência justamente por combinar padronização com inovação. Agora, essa combinação passa necessariamente pela digitalização das operações. Plataformas integradas de gestão financeira, controle de estoque, vendas e treinamento já deixaram de ser um diferencial para se tornar parte essencial da operação. A tecnologia permite que redes cresçam com maior controle, reduzindo custos operacionais e oferecendo mais suporte aos franqueados.  Nesse contexto, a inteligência artificial começa a ganhar espaço nas redes de franquias, ainda que muitas empresas estejam em fase inicial de adoção. Um estudo da Associação Brasileira de Franchising mostra que parte relevante das franqueadoras já testa ou utiliza IA para análise de dados, previsão de demanda e apoio a decisões estratégicas. O uso estruturado de dados permite decisões mais rápidas e precisas, algo essencial em um ambiente econômico volátil. A GFX – Inteligência Financeira é uma das empresas que vêm investindo em plataformas digitais em sua operação. A aposta na tecnologia busca aprimorar a gestão, organizar processos e ampliar a capacidade de análise estratégica.  Outro movimento importante é a evolução dos formatos de franquia. Modelos mais compactos, híbridos e com menor investimento inicial vêm ampliando o acesso de novos empreendedores ao setor. Microfranquias, operações home based e negócios que combinam canais físicos e digitais estão ganhando espaço porque oferecem maior flexibilidade e menor risco financeiro. Para investidores e franqueados, isso significa oportunidades mais acessíveis; para as marcas, uma expansão mais ágil e capilar.  A sustentabilidade também deixou de ser apenas um elemento de posicionamento institucional para se tornar parte da estratégia de crescimento. Práticas ligadas à agenda ESG – como eficiência energética, redução de desperdícios e cadeias produtivas mais responsáveis – já impactam diretamente a percepção do consumidor e a competitividade das redes. No longo prazo, negócios que incorporam esses princípios tendem a operar com mais eficiência e reputação mais sólida.  Além disso, há uma mudança importante na forma como as redes estruturam sua relação com franqueados e clientes. O sucesso do franchising passa cada vez mais pela experiência oferecida em toda a jornada: desde o suporte ao empreendedor até o atendimento final ao consumidor. Plataformas de treinamento digital, comunicação mais ágil entre franqueadora e unidades e estratégias omnichannel tornam o sistema mais integrado e eficiente.  Diante desse cenário, acredito que o setor caminha para um modelo ainda mais sofisticado. Tecnologia, análise de dados e sustentabilidade não são apenas tendências, são pilares de competitividade. As redes que conseguirem integrar esses elementos à sua estratégia terão mais capacidade de escalar operações, fortalecer a marca e navegar com mais segurança em um ambiente econômico incerto.  Em um mundo que exige rapidez de adaptação e decisões cada vez mais baseadas em informação, o franchising tem a oportunidade de se consolidar como um dos modelos de negócio mais dinâmicos da economia. Para o futuro próximo, o desafio não será apenas crescer, mas crescer de forma inteligente. E isso passa, inevitavelmente, por inovação, eficiência e visão de longo prazo.  * Philippe Enke Mathieu é CEO da GFX – Inteligência Financeira, uma das maiores plataformas de consultoria financeira do Brasil, com unidades em várias regiões do país. 

Mercado de inteligência artificial na América Latina pode ultrapassar US$ 500 bilhões até 2034; Brasil lidera expansão regional

O mercado de inteligência artificial (IA) na América Latina deve crescer cerca de US$ 40,5 bilhões em 2026, chegando aos US$ 504,7 bilhões até 2034. Os números extremamente positivos fazem parte de um relatório da Market Data Forecast, publicado neste trimestre, que aponta também uma taxa anual de crescimento (CAGR) de 37,1%. O avanço da inteligência artificial na região reflete uma aceleração da digitalização em diversos setores da economia. Empresas de diferentes portes estão adotando soluções baseadas em IA para automatizar operações, analisar grandes volumes de dados e personalizar experiências de clientes. Na prática, tecnologias desse tipo já são usadas por bancos para detectar fraudes em tempo real, por hospitais para apoiar diagnósticos médicos e por varejistas para prever demanda e otimizar estoques. De acordo com o relatório da Market Data Forecast, o mercado de IA na América Latina deve saltar de aproximadamente US$ 40,5 bilhões para cerca de US$ 504,7 bilhões até 2034, consolidando um dos ritmos de crescimento mais acelerados do setor tecnológico global. O Brasil aparece como principal motor dessa expansão, concentrando 38,2% da participação regional em 2024, com forte presença de aplicações em áreas como finanças, saúde e agricultura. Outro fator relevante para a expansão é o fortalecimento de políticas públicas e iniciativas voltadas ao desenvolvimento do ecossistema de inteligência artificial. Países latino-americanos, incluindo o Brasil, vêm implementando planos nacionais de IA que incentivam formação profissional, financiamento de pesquisa e parcerias com universidades. No caso brasileiro, a Estratégia Nacional de Inteligência Artificial (ENIA) contribuiu para a criação de centros de pesquisa, hubs acadêmicos e colaborações público-privadas. Para Fabio Tiepolo, CEO da Starya AI, empresa referência no setor, o crescimento projetado para a região reflete uma transformação estrutural na forma como empresas e governos utilizam tecnologia. “A inteligência artificial deixou de ser um experimento restrito a grandes empresas e passou a integrar o dia a dia de organizações de todos os portes. A combinação entre digitalização acelerada, disponibilidade de dados e avanço das ferramentas de IA cria um ambiente propício para ganhos de produtividade em praticamente todos os setores”, afirma. Segundo o executivo, o protagonismo do Brasil na região também está ligado ao tamanho do mercado interno e ao dinamismo do ecossistema de inovação. “O país reúne um conjunto relevante de fatores: grande base de consumidores, crescimento do número de startups de tecnologia, formação de talentos em ciência de dados e iniciativas públicas como a ENIA. Isso ajuda a explicar por que o Brasil se consolidou como o principal polo de desenvolvimento e adoção de IA na América Latina”, diz Tiepolo. Na avaliação do CEO da Starya AI, o impacto da inteligência artificial tende a se ampliar nos próximos anos, impulsionando novos modelos de negócio e transformações no mercado de trabalho. “A adoção de IA deve continuar avançando à medida que mais empresas busquem eficiência operacional e melhor uso de dados. Ao mesmo tempo, veremos uma demanda crescente por profissionais especializados em tecnologia, ciência de dados e desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial”, conclui.

ITSM inteligente redefine o service desk nas empresas brasileiras

Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e da Milldesk Help Desk Software A adoção de automação inteligente em plataformas de IT Service Management (ITSM) está transformando a maneira como empresas brasileiras gerenciam seus service desks. Impulsionadas pela necessidade de agilidade e eficiência, organizações de diversos setores estão migrando para soluções em nuvem (SaaS) que incorporam fluxos automatizados. E o momento para isso é propício: o mercado global de ferramentas inteligentes para gestão de serviços de TI projeta crescimento anual de 9,4% até 2028, puxado pelo aumento do volume de chamados, pelo trabalho híbrido e pela pressão por redução de custos e melhor experiência do usuário. No Brasil, essa tendência ganha força com praticamente 97% dos executivos de TI planejando aprimorar seus processos de ITSM no próximo ano, e a automação de fluxos aparece entre as principais iniciativas nesse sentido. Há um movimento claro rumo a service desks mais ágeis, proativos e estratégicos, alavancado por tecnologias de automação – sem depender de menções a inteligência artificial direta – e pela rápida disseminação de plataformas SaaS no país. Automação para resposta mais rápida e precisa Nos modelos tradicionais, a central de serviços atuava de forma majoritariamente reativa – um incidente ocorria, abria-se um tíquete manualmente, e então o problema era encaminhado. Hoje, com o suporte da automação, esse ciclo ficou muito mais dinâmico. Sistemas de monitoramento integrados ao ITSM conseguem detectar falhas e abrir chamados automaticamente, já atribuindo cada incidente ao especialista certo para resolução. Isso elimina atrasos na triagem inicial e garante que os problemas críticos sejam atacados imediatamente, muitas vezes antes mesmo que os usuários percebam. Da mesma forma, solicitações de serviço rotineiras são distribuídas e priorizadas de forma automática, levando em conta a urgência e complexidade de cada pedido – o que acelera as respostas e melhora o cumprimento dos SLAs (acordos de nível de serviço). Analistas do setor apontam que a automação de TI já se tornou prioridade estratégica nas organizações modernas. Esse ganho de velocidade e precisão no atendimento é vital em um cenário onde interrupções podem significar perdas financeiras e operacionais significativas. Cada minuto conta, e fluxos automatizados bem desenhados garantem que nenhum chamado urgente fique esquecido na fila. Outro ponto importante da automação inteligente é a diminuição drástica dos chamados repetitivos. Tarefas corriqueiras – como redefinição de senha, liberação de acesso a VPN ou esclarecimento de dúvidas frequentes – podem agora ser resolvidas sem intervenção humana direta. Muitas empresas implementaram portais de autoatendimento e bases de conhecimento inteligentes, onde os usuários encontram soluções passo a passo ou interagem com chatbots e scripts automatizados. Isso se reflete nos indicadores: em ambientes que adotaram automação no suporte, observa-se uma redução consistente nos tíquetes duplicados, por exemplo, aliviando o volume de trabalho de primeiro nível. Service desk como centro estratégico Ao eliminarem-se tarefas manuais repetitivas e acelerarem-se os tempos de resposta, os líderes de TI estão reposicionando o service desk como uma área estratégica dentro da organização. O suporte técnico automatizado e “inteligente” passa a focar não só em apagar incêndios, mas em prevenir problemas e agregar valor ao negócio. Ferramentas de análise de dados e monitoramento contínuo permitem identificar padrões de falhas, antecipar gargalos e realizar manutenções preventivas de forma proativa. Assim, a TI deixa de atuar somente reativamente e assume um papel de guardiã da continuidade operacional. A própria experiência dos colaboradores internos melhora sensivelmente: com atendimento mais rápido, multicanal e personalizado – viabilizado por integrações de sistemas e fluxos automáticos, os funcionários conseguem resolver suas demandas de TI sem frustrações, mantendo sua produtividade em alta. Isso tem impactos diretos em indicadores organizacionais – downtime menor significa menos interrupções nas atividades de negócio, e um suporte eficiente eleva a satisfação dos usuários internos, contribuindo inclusive para a retenção de talentos e para a imagem da TI perante os stakeholders. Um Service Desk inteligente gera valor para a organização como um todo, garantindo continuidade e confiabilidade nos serviços de TI – elementos fundamentais para qualquer iniciativa de transformação digital. Em última instância, a área de suporte deixa de ser vista como um centro de custo “apagador de chamados” e passa a atuar como agente de inovação, provendo insights (via dados de chamados) para melhorias de processos e alinhando-se às estratégias do negócio. Apostar na automação do service desk não é apenas melhorar um departamento, mas sim fortalecer toda a organização para os desafios da economia digital. E os gestores brasileiros enxergam cada vez mais essa realidade: service desks inteligentes, apoiados por automação de processos, deixam de ser um luxo tecnológico para se tornarem um pilar estratégico indispensável para o sucesso e a inovação contínua das empresas.

Quando automação e integração não acompanham o software, a qualidade paga o preço

Por Kalil Picelli, especialista em engenharia de software e sócio e gerente operacional da Vericode* Durante muitos anos, a engenharia de software foi conduzida como um conjunto de iniciativas isoladas. Desenvolvimento, testes, segurança e operações atuavam de forma sequencial, com fronteiras rígidas e pouca integração. Embora esse modelo ainda seja tratado como “padrão” em muitas organizações, ele se mostra cada vez mais incompatível com a complexidade, a velocidade e o nível de risco dos sistemas atuais. Na prática, a fragmentação da engenharia cria gargalos previsíveis, retrabalho recorrente e uma falsa sensação de controle. A busca por eficiência acaba se concentrando em acelerar etapas individuais, quando o verdadeiro problema está no fluxo como um todo. É justamente por isso que ganha força a visão da engenharia de software como uma esteira de produção: eficiência não está em times trabalhando mais rápido de forma isolada, mas em um processo integrado, contínuo e previsível, do início ao fim. Quando qualidade e segurança são empurradas para o final do ciclo, algo que ainda acontece com frequência, o resultado raramente surpreende: correções emergenciais, instabilidade em produção e aumento significativo do custo operacional. Integrar essas práticas desde a concepção do produto não é uma escolha de maturidade, mas uma necessidade operacional. Empresas que insistem no modelo reativo acabam gastando mais energia apagando incêndios do que evoluindo seus produtos. Por isso, a inteligência artificial passa a ocupar um papel estratégico, mas ainda mal compreendido. Uma pesquisa do Google indica que 90% dos desenvolvedores já utilizam IA no trabalho, e 80% relatam ganhos de produtividade. Ainda assim, a desconfiança em relação aos resultados gerados pela tecnologia persiste. Isso revela um ponto central: a IA, sozinha, não resolve ineficiências estruturais. Quando usada de forma isolada, tende apenas a acelerar problemas já existentes. É a integração da IA aos processos de engenharia, e não seu uso pontual, que gera valor real. O próprio mercado sinaliza essa mudança, pois segundo a MarketResearch.biz, o mercado global de IA generativa aplicada a DevOps deve crescer de US$ 942,5 milhões em 2022 para cerca de US$ 22,1 bilhões até 2032. Esse avanço reforça que a IA passa a fazer parte da estrutura da engenharia moderna, desde que integrada a práticas bem definidos. Processos bem orquestrados reduzem dependências ocultas, tornam prazos mais confiáveis e diminuem a necessidade de intervenções emergenciais. Testes automatizados, fluxos automatizados de integração e entrega contínua, práticas de segurança incorporadas ao desenvolvimento e monitoramento em tempo real criam um processo mais consistente, menos suscetível a erros humanos e mais preparado para ciclos de entrega curtos sem perda de qualidade. Portanto, tratar a engenharia de software como um sistema integrado exige uma mudança de mentalidade. Significa abandonar a ilusão de que excelência técnica nasce de esforços isolados e aceitar que previsibilidade, escala e resiliência dependem da orquestração entre pessoas, processos, automação e inteligência artificial. Em um ambiente digital cada vez mais exigente, não é a velocidade individual que diferencia empresas maduras, mas a capacidade de sustentar entregas contínuas com qualidade e controle. *Kalil Picelli é sócio e gerente operacional da Vericode, com sólida experiência em Qualidade de Software e MBA em Gestão de Projetos de TI. Lidera equipes multifuncionais e atua na integração de práticas de QA, DevSecOps e SRE, garantindo entregas digitais robustas, previsíveis e escaláveis.

Buscas por IA aumentam a importância de fontes confiáveis e citações

Não é de hoje que a inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas buscam informação na internet. Recursos como respostas geradas automaticamente, resumos instantâneos e interfaces mais conversacionais já fazem parte da experiência de pesquisa.  No entanto, apesar da mudança na interface, a lógica que sustenta a qualidade dessas respostas continua fortemente ligada à web aberta e, principalmente, à credibilidade das fontes. Devido a isso, sinais tradicionais de autoridade, como links, menções e presença editorial, tendem a ganhar ainda mais importância. IA muda a experiência da busca, mas não elimina o ranking Nos últimos meses, o Google passou a integrar recursos baseados em inteligência artificial diretamente na página de resultados. Um dos exemplos mais visíveis são os AI Overviews, que apresentam um resumo inicial sobre determinado tema antes da lista tradicional de links. A proposta é ajudar o usuário a compreender rapidamente assuntos complexos e, a partir disso, explorar conteúdos mais aprofundados. No entanto, a presença da IA não significa que o sistema de ranking das buscas deixou de existir. “Mesmo com a evolução da inteligência artificial, os buscadores continuam precisando identificar quais páginas são mais confiáveis, relevantes e úteis antes de utilizá-las como base para gerar respostas”, explica Alice Bachiega, especialista em comunicação e PR da agência de link building Do Follow.  Sendo assim, a IA muda a forma como a informação aparece, mas não elimina os critérios que determinam quais conteúdos merecem destaque. Nesse processo, conceitos como EEAT (Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness), usados pelo Google para avaliar experiência, especialização, autoridade e confiabilidade das fontes, continuam sendo referências importantes para identificar conteúdos de qualidade. Conteúdo da web continua sendo base das respostas Apesar do avanço dos modelos generativos, os sistemas de IA ainda dependem do conteúdo publicado na internet para funcionar. Isso vale tanto para recursos integrados aos buscadores, como os AI Overviews do Google, quanto para assistentes baseados em IA, como ChatGPT e Perplexity, por exemplo. Na prática, isso significa que as respostas geradas automaticamente continuam sendo construídas a partir de informações disponíveis online, muitas vezes reunindo dados de diferentes fontes. Nesse cenário, a autoridade editorial se torna um fator ainda mais relevante para que determinados conteúdos sejam utilizados como referência. Backlinks funcionam como “votos de confiança” Entre os sinais utilizados pelos algoritmos para avaliar a credibilidade de um site estão os backlinks, que são links de outros sites apontando para uma determinada página. Esses links funcionam como uma espécie de recomendação pública. Quando um site relevante cita outro conteúdo, ele indica que aquela informação merece atenção. A própria filosofia de funcionamento do Google destaca esse princípio: o mecanismo de busca utiliza milhões de links publicados na internet para ajudar a determinar quais páginas oferecem conteúdo de valor. Assim, fatores como qualidade, quantidade e consistência desses links podem influenciar diretamente a visibilidade de um site nos resultados. Autoridade digital também influencia respostas de IA Com a chegada das interfaces baseadas em inteligência artificial, a construção de autoridade digital passou a impactar não apenas o ranking tradicional, mas também as respostas geradas automaticamente. “Sem dúvidas, as respostas vindas de ferramentas de IA têm ganhado espaço na SERP e a maior parte dos nossos clientes já sente esse impacto, especialmente em termos com intenção informacional”, afirma Carolina Glogovchan, CEO da Do Follow. Segundo ela, as estratégias de SEO estão se adaptando para acompanhar esse novo cenário. “Para acompanhar esse cenário de mudança, aqui na Do Follow temos investido nas menções à marca, bem como no olhar para outras métricas como impressões, bots que acessam os sites e prompts que podem ser usados pelos usuários para chegar aos nossos clientes. Tudo ainda é bastante novo, mas nosso olhar tem sido atento para acompanhar as mudanças e observar retornos vindos neste canal”, explica. Contexto e relevância das citações também importam Além da quantidade de backlinks, os algoritmos analisam o contexto e a relevância das páginas que fazem essas citações. Links provenientes de sites que compartilham temas ou áreas de atuação semelhantes tendem a ter mais peso. Menções em veículos de imprensa, blogs especializados e plataformas reconhecidas também ajudam a fortalecer a credibilidade de uma marca. Para Alice Bachiega, essa construção de reputação digital passa por uma presença consistente em diferentes ambientes da internet. “Quando um site é citado por portais, especialistas ou comunidades relevantes, ele começa a formar uma rede de reconhecimento. Esses sinais ajudam os algoritmos e também os sistemas de IA a identificar quais fontes são mais confiáveis e frequentemente utilizadas como referência”, afirma. Conteúdo original ganha ainda mais valor Outro ponto destacado nas discussões sobre o futuro da busca é a importância de produzir conteúdos originais. Com a popularização da inteligência artificial generativa, conteúdos genéricos ou muito semelhantes tendem a ter menos destaque. Páginas que apresentam análises próprias, dados exclusivos ou interpretações diferenciadas têm mais chances de ganhar relevância tanto nos buscadores quanto nas respostas geradas por IA. Um novo cenário, com fundamentos conhecidos Apesar das mudanças trazidas pela inteligência artificial, as especialistas afirmam que o cenário atual representa mais uma evolução do que uma ruptura completa. Princípios clássicos do SEO, como autoridade, relevância e experiência do usuário, continuam sendo fundamentais para determinar quais conteúdos se destacam na internet. Com esse foco, estratégias como produção de conteúdo relevante, presença editorial e link building tendem a se tornar ainda mais estratégicas, já que as fontes por trás das respostas geradas por IA passam a ser o verdadeiro diferencial.

Samsung e Empresas Todeschini: transformação digital no mercado moveleiro de alto padrão

A Samsung apoiou as Empresas Todeschini (Todeschini, Italínea e Criare) na modernização da experiência de compra em suas lojas, atuando como parceira estratégica na implementação de um ecossistema integrado de tecnologia no ponto de venda. A iniciativa transformou um modelo de venda tradicional em uma jornada phygital, integrando o físico e o digital de forma prática no atendimento ao cliente, tornando a experiência mais visual, interativa e eficiente no varejo de móveis planejados de alto padrão.  1. O Cenário e o Desafio Com um modelo de venda tradicional, apoiado em catálogos impressos, as Empresas Todeschini enfrentavam o desafio de reduzir o nível de abstração do consumidor durante a escolha dos projetos. As empresas buscavam transformar esse processo em uma jornada de compra phygital, tornando a experiência mais visual, interativa e confiável por meio da integração prática entre o físico e o digital no ponto de venda.  2. A Solução Samsung (O Ecossistema) A solução desenvolvida foi baseada em um ecossistema integrado de tecnologia Samsung, combinando Displays Interativos, Monitor Interativo Samsung Flip e tablets das linhas Galaxy Tab S e Galaxy Tab A. Mais do que fornecer dispositivos, a Samsung estruturou uma solução conectada para o ponto de venda, que possibilitou a digitalização completa do catálogo e a integração entre os dispositivos, permitindo que arquitetos e consultores apresentassem projetos, acabamentos e aplicações em tempo real, com mais clareza visual e precisão durante o atendimento. Essa infraestrutura de mobilidade e interatividade foi construída a partir de três pilares:  Mobilidade com tablets (Galaxy Tab S e Tab A): utilizados pelos arquitetos e vendedores para apresentar catálogos digitais e realizar ajustes nos projetos ao lado do cliente, eliminando a barreira da mesa do escritório. o Samsung Flip: Substituição dos quadros brancos tradicionais por telas interativas de alta resolução. Isso permitiu que o “brainstorm” entre arquiteto e cliente fosse digital, com anotações salvas e compartilhadas instantaneamente. “Desde o início, vimos este projeto com as Empresas Todeschini como uma ótima oportunidade de mostrar toda a proposta de valor do ecossistema integrado. Eles tinham uma necessidade de aprimorar o processo de jornada de compra. Nós entendemos esse escopo, trouxemos para dentro de casa e, a quatro mãos, desenvolvemos com o cliente que soluções eram necessárias para essa implementação. A partir disso, apresentamos tanto a linha de displays interativos quanto os tablets de forma integrada, permitindo o compartilhamento simultâneo de conteúdos e criando uma experiência fluída e ágil, trazendo encantamento ao cliente”, explica Kauê Melo, diretor sênior da divisão de B2B da Samsung Brasil.   3. Impactos e Resultados A implementação gerou benefícios diretos para todos os lados envolvidos: “Hoje estamos criando a loja do futuro. Um futuro que já está aqui, integrando o físico e o digital, trazendo resultados concretos e uma ótima resposta dos consumidores. Um enorme passo para nossa missão de oferecer soluções e ambientes personalizados e a melhor experiência para nossos clientes”, Diego Peruchi, head de inovação Todeschini  Mais do que fornecer dispositivos, a Samsung se consolida nesse projeto como a parceira ideal para a transformação digital do varejo, demonstrando como um ecossistema de tecnologia integrada pode gerar impacto real na experiência de compra, na eficiência do ponto de venda e no desempenho do negócio no segmento de móveis planejados de alto padrão.  Saiba mais assistindo ao vídeo sobre a parceria no YouTube e para mais informações, visite a Samsung Newsroom Brasil. 

Gestão remota de ativos tecnológicos: o caminho para eficiência operacional no agro brasileiro

Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e da Milldesk Help Desk Software No ano passado, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 169,2 bilhões, representando 48,5% de tudo que o país vendeu ao exterior. Esse desempenho foi impulsionado por uma safra recorde de 352,2 milhões de toneladas de grãos. Por trás desses números, porém, está um setor sob pressão – custos em alta, exigências ambientais crescentes e a necessidade de ganhar eficiência operacional.   A partir deste contexto, a gestão remota de ativos tecnológicos pode ser uma ferramenta estratégica – potencial diferencial entre perder margem ou ganhar competitividade. Tecnologias como Internet das Coisas (IoT), automação e análise de dados deixaram de ser exceção para se tornar prática comum nas propriedades rurais. Uma pesquisa realizada pela Embrapa em 2024 apontou que 8 em cada 10 agricultores já utilizavam soluções digitais em seu dia a dia, e quase metade deles reconhecia ganhos em desempenho e produtividade com essas inovações. No âmbito corporativo, 45% das empresas do agronegócio no Brasil declaram usar IoT, um índice muito acima da média de 9% observada na economia em geral, de acordo com a PWC.   Mas o que significa, na prática, gestão remota de ativos tecnológicos no agro? Em essência, é a capacidade de supervisionar e operar os “bens” tecnológicos da fazenda à distância, por meio de conectividade e plataformas integradas. Isso inclui conectar máquinas, insumos, armazéns e dados em tempo real, permitindo decisões mais rápidas, seguras e sustentáveis na produção. Sensores distribuídos pelo campo capturam informações de clima, umidade do solo, temperatura de silos e desempenho de equipamentos, alimentando sistemas centralizados que exibem o panorama completo da fazenda.   Com os dados à mão, um gestor pode, por exemplo, ajustar de imediato a irrigação de uma parcela ou a ventilação em um armazém de grãos, tudo remotamente. Tratores e colheitadeiras equipados com telemetria enviam em tempo real sua localização e condições de operação. Até a infraestrutura de TI – câmeras, redes sem fio rurais, drones de monitoramento – entra nesse escopo, compondo um ecossistema em que cada ativo “fala” à distância. Telemetria remota: parte da revolução No front dos maquinários, a telemetria remota revolucionou a manutenção e a segurança operacional. Tratores, colheitadeiras e outros equipamentos modernos estão equipados com sensores que medem temperatura do motor, vibração, nível de combustível e desgaste de peças durante o trabalho. Esses dados permitem identificar potenciais falhas antes que aconteçam, viabilizando a manutenção preditiva e reduzindo o risco de acidentes ou paradas inesperadas.   Do ponto de vista financeiro e gerencial, os ganhos são igualmente expressivos. A integração de dados proporciona uma visão preditiva do negócio – o agricultor consegue antecipar necessidades de manutenção, planejar a logística de escoamento da safra com base em níveis de estoque monitorados e até negociar melhor insumos e financiamentos com informações confiáveis em mãos. Estudos indicam que a digitalização da gestão pode gerar aumentos de 10% a 20% na eficiência operacional em apenas dois anos de uso, graças à redução de perdas, uso otimizado de recursos e tomadas de decisão mais ágeis.   Apesar dos claros benefícios, a adoção ampla da gestão remota de ativos ainda enfrenta obstáculos no Brasil. O primeiro é a conectividade. Grandes áreas rurais permanecem sem cobertura de internet de qualidade. Houve progressos recentes – a presença de sinal 4G ou 5G nas regiões agrícolas saltou de 18,7% para 33,9% nos últimos dois anos– mas isso ainda significa que dois terços do campo estão desconectados.   Em muitas fazendas distantes dos centros urbanos, a falta de rede inviabiliza o uso de IoT, agricultura de precisão e plataformas de gestão remota, limitando o potencial produtivo, sobretudo entre pequenos e médios produtores. A exclusão digital é hoje um gargalo: sem internet, o produtor não consegue receber os dados das máquinas nem acionar sistemas remotos.   Outro desafio é a capacitação técnica. Implementar e manter sensores, redes sem fio e softwares especializados exige conhecimento que nem sempre está disponível no meio rural. Falta mão de obra treinada para operar esses sistemas e interpretar os dados gerados. Pequenos produtores, em especial, enfrentam dificuldade em arcar com investimentos iniciais em infraestrutura e treinamento – muitas vezes precisam de apoio para ingressar na era digital.   Superar esses desafios é fundamental para liberar todo o potencial da gestão remota de ativos tecnológicos. O agronegócio brasileiro – já consagrado como um dos celeiros do mundo – encontra na transformação digital não apenas uma ferramenta a mais, mas um alicerce estratégico para manter sua liderança e crescer de forma eficiente e sustentável nos próximos anos. Sobre a Setrion Fundada em 2005, a Setrion Software é uma empresa catarinense especializada no desenvolvimento de soluções SaaS para atendimento ao cliente, help desk e gestão de workflows empresariais. Seu principal produto, Milldesk, é uma plataforma 100% nacional reconhecida pelo mercado por sua eficiência, inovação e aderência às melhores práticas ITIL. Atendendo mais de 600 clientes no Brasil e América Latina, em segmentos variados como manufatura, farmacêutico, saúde, governo, tecnologia, serviços financeiros e educação, o Milldesk auxilia mais de 80 mil usuários mensais a otimizarem processos internos, gerenciando cerca de 1,6 milhão de notificações e mais de 125 mil solicitações a cada mês. Reconhecida nacionalmente pela excelência técnica e foco no cliente, a Setrion Software segue comprometida com o crescimento e inovação no mercado de tecnologia brasileiro.

Por que a IA pode acelerar o número de mulheres líderes em tecnologia?

Por Anaterra Oliveira, CIO da Dasa  A ascensão da inteligência artificial não está apenas transformando processos e modelos de negócio, mas redesenhando o próprio conceito de liderança. E, nesse novo desenho, a presença de mulheres em posições de decisão encontra um terreno fértil para crescer, especialmente na tecnologia.  Na minha visão, se por décadas a alta liderança em tech foi marcada por um perfil mais técnico e orientado à execução racional, o avanço da IA começa a deslocar esse eixo. Os algoritmos passam a assumir, com cada vez mais eficiência, tarefas estruturadas, analíticas e repetitivas. O que ganha centralidade, agora, é a capacidade de decidir em ambientes ambíguos, interpretar contextos humanos e sustentar visões de longo prazo com sensibilidade e responsabilidade. A liderança – como acredito que deve ser – passa a ser profundamente relacional, ética e sistêmica.  Esse movimento ajuda a explicar por que cresce o número de mulheres em posições sêniores de tecnologia. Exemplos recentes incluem mulheres à frente de iniciativas de IA em empresas globais de tecnologia e executivas brasileiras que hoje comandam transformações digitais em setores como saúde, varejo e serviços financeiros.   À medida que a IA nivela o acesso ao conhecimento, reduzindo barreiras técnicas históricas, o foco deixa de estar no “saber tudo” e passa para o “saber integrar”. Ferramentas generativas permitem que profissionais acessem metodologias, organizem análises complexas, estruturem apresentações estratégicas e simulem cenários com rapidez inédita. O capital técnico torna-se mais distribuído. E as mulheres já estão se apropriando dessa transformação.  Segundo o Skillsoft Women in Tech Report 2024¹, levantamento global realizado com mulheres que atuam na área de tecnologia, 40% das profissionais entrevistadas afirmam utilizar inteligência artificial em suas atividades de trabalho. Entre aquelas que já usam essas ferramentas, 73% relatam aumento de produtividade e 19% apontam maior eficiência nos fluxos de trabalho. O dado é relevante porque demonstra protagonismo: as mulheres não estão apenas inseridas no setor, estão incorporando ativamente a IA às suas rotinas profissionais e colhendo ganhos concretos com isso.  Ao mesmo tempo, 63% das profissionais que respobderam à pesquisa reconhecem que ainda falta formação adequada para explorar plenamente o potencial dessas tecnologias. Essa informação revela uma oportunidade estratégica evidente. Se já há ganhos concretos de produtividade com o uso atual, o impacto pode ser exponencial com investimento estruturado em capacitação.  A IA, portanto, não apenas transforma o trabalho. Ela pode funcionar como aceleradora de ascensão profissional. Ao reduzir parte da dependência de estruturas hierárquicas tradicionais e democratizar acesso à informação, cria condições para que competências historicamente subvalorizadas ganhem espaço.  Entre essas competências estão o pensamento sistêmico, a leitura de contexto, a capacidade de articulação, a construção de ambientes de confiança e a gestão de conflitos em cenários complexos. Em um ambiente onde algoritmos entregam respostas técnicas, a diferença passa a estar na qualidade das perguntas, na interpretação dos resultados e na tomada de decisão responsável.  A liderança contemporânea exige habilidade para lidar com paradoxos: inovação e risco, eficiência e ética, velocidade e prudência. Exige sensibilidade para compreender impactos humanos em meio à automação crescente. Exige capacidade de escuta em um ambiente saturado de dados.  Isso não significa atribuir características essenciais a homens ou mulheres. Porém, é inegável que muitas mulheres, ao longo de suas trajetórias, desenvolveram repertórios amplos de adaptação, negociação e integração de múltiplas responsabilidades. Em um cenário tecnológico que valoriza justamente essa capacidade de articulação complexa, esses repertórios deixam de ser invisíveis e passam a ser estratégicos.  Há também um aspecto simbólico. À medida que mais mulheres ocupam posições de liderança em tecnologia, as referências para as próximas gerações se ampliam.   A era da IA não elimina desafios estruturais. Persistem assimetrias de oportunidades ligadas a gênero, vieses inconscientes nos processos de promoção e avaliação, além de barreiras culturais que historicamente limitaram o acesso de mulheres às áreas técnicas e às posições de decisão. Mas o contexto mudou.   Se a inteligência artificial redefine o que é trabalho, redefine também o que é liderar. E, nesse novo cenário, a liderança feminina não é apenas desejável, é estratégica.  O crescimento da presença de mulheres na tecnologia não será automático. Dependerá de políticas organizacionais, investimento em formação e compromisso real com diversidade. Mas os sinais estão aí: quando a tecnologia resolve o racional, o humano ganha centralidade.   Não se trata apenas de uma agenda de diversidade ou de uma correção histórica necessária. A transformação digital é, também, uma transformação cultural. As barreiras que limitam a presença feminina não estão só nas áreas técnicas. Elas começam muito antes, no próprio acesso e na permanência das mulheres no mercado de trabalho e acabam aparecendo com ainda mais força nos campos de tecnologia. Nesse contexto, a era da inteligência artificial pode ser o momento em que liderança feminina e tecnologia deixam de ser exceção e passem a se tornar parte estruturante do futuro.  Referências 

ReData: por que segurança jurídica é decisiva para investir em infraestrutura digital

Por Vanusa Gomes, diretora Jurídica do Grupo Angola Cables A instituição do ReData (Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter), através da Medida Provisória nº 1.318/2025, representa um avanço relevante na política pública de atração de investimentos em infraestrutura digital no Brasil. O regime aponta na direção correta ao buscar maior competitividade tributária para projetos intensivos em capital e tecnologia. No entanto, sob a ótica jurídico-regulatória, é preciso reconhecer que o êxito do ReData não dependerá apenas do incentivo fiscal oferecido, mas da capacidade do ordenamento jurídico de assegurar previsibilidade, estabilidade normativa e segurança jurídica aos investimentos de longo prazo. O desenho do ReData prevê a concessão de benefícios tributários federais, como isenções de PIS/Pasep, Cofins e IPI sobre equipamentos de tecnologia da informação e comunicação, além da suspensão do imposto de importação para bens sem similar nacional, condicionados ao cumprimento de contrapartidas legalmente definidas. Entre elas, destacam-se a obrigação de investimento mínimo em pesquisa e desenvolvimento local, a destinação de parcela da capacidade instalada ao mercado interno e a observância de requisitos ambientais. Trata-se de uma lógica compatível com políticas industriais adotadas em outras jurisdições que disputam protagonismo na economia digital. Entretanto, o fato de o regime ter sido instituído por medida provisória introduz um elemento de insegurança jurídica estrutural, especialmente relevante para investimentos de longo prazo. Projetos de data centers pressupõem a celebração de contratos jurídicos complexos, a mobilização de elevado investimento de capital (CAPEX), um planejamento de médio e longo prazo, bem como a assunção de um horizonte de retorno econômico que excede os ciclos políticos e fiscais vigentes. A possibilidade de alteração substancial do regime durante o processo legislativo de conversão da MP em lei afeta diretamente a avaliação do risco regulatório realizada por investidores nacionais e estrangeiros. As estimativas associadas ao ReData, que indicam potencial expansão da capacidade nacional de processamento de dados de aproximadamente 800 MW para até 3 GW, com atração de investimentos da ordem de trilhões de reais, reforçam a dimensão estratégica do regime. Contudo, do ponto de vista jurídico, incentivos dessa magnitude exigem um arcabouço normativo consistente, capaz de assegurar que os critérios de habilitação, fruição, manutenção e eventual perda dos benefícios sejam objetivos, transparentes e juridicamente verificáveis. Outro aspecto relevante diz respeito à regulamentação infralegal que ainda deverá disciplinar pontos centrais do regime. A experiência brasileira demonstra que conceitos jurídicos indeterminados, quando associados a benefícios fiscais condicionados, tendem a gerar controvérsias administrativas e judiciais. No caso do ReData, expressões como “energia limpa”, índices de eficiência hídrica e critérios de sustentabilidade ambiental precisarão ser regulamentadas com precisão técnica e jurídica, sob pena de comprometer a previsibilidade do regime e ampliar o risco de judicialização. Há também uma dimensão concorrencial que merece atenção. As exigências técnicas, financeiras e regulatórias previstas no ReData, embora justificáveis sob a ótica de grandes projetos de infraestrutura, podem resultar em barreiras regulatórias indiretas à entrada de operadores de menor porte. Do ponto de vista do direito concorrencial e da isonomia tributária, é fundamental que o regime seja calibrado de modo a evitar distorções que favoreçam excessivamente grandes players globais em detrimento da diversidade do ecossistema brasileiro de infraestrutura digital. Nesse contexto, ganha relevo o debate sobre a consolidação do ReData em legislação definitiva. A transformação do regime em lei, com parâmetros claros, estabilidade normativa e coerência sistêmica, é condição essencial para mitigar o risco regulatório percebido e viabilizar investimentos bilionários de longo prazo. A previsibilidade jurídica não é apenas um atributo desejável, mas um requisito estruturante para que o Brasil se posicione de forma competitiva frente a outras jurisdições que disputam projetos de data centers e infraestrutura de conectividade. O Brasil reúne condições objetivas para se tornar um polo relevante de infraestrutura digital, como mercado consumidor expressivo, posição geográfica estratégica e matriz energética relativamente limpa. Contudo, a concretização desse potencial depende da construção de um ambiente regulatório coerente, estável e juridicamente seguro. O ReData é um passo importante nessa direção, mas sua efetividade estará diretamente vinculada à qualidade da sua regulamentação e à consolidação de um marco legal confiável e duradouro. Sem segurança jurídica e previsibilidade normativa, o incentivo fiscal tende a produzir efeitos limitados. Regimes especiais voltados à infraestrutura digital exigem estabilidade legislativa, regulamentação precisa e critérios juridicamente controláveis para que investimentos de longo prazo se concretizem. Ao consolidar o ReData em um marco legal claro e confiável, o Brasil tem a oportunidade de transformar um estímulo tributário em política pública estruturante, capaz de atrair capital, fortalecer a infraestrutura digital e posicionar o país de forma competitiva na economia global de dados.

INFiLED lança no Brasil, simultaneamente aos grandes mercados mundiais, as mais recentes tecnologias em painéis de LED de alta performance apresentadas durante a ISE Barcelona 2026

Mais uma vez, a INFiLED, uma das líderes globais no desenvolvimento e produção de painéis de LED de alta performance, surpreendeu o mercado de comunicação digital com suas novas tecnologias na Integrated Systems Europe (ISE) 2026, maior evento global de tecnologia audiovisual, que aconteceu no início do mês em Barcelona.          Dentre os lançamentos, consta a linha GeminiLED, direcionada para áreas públicas de alto movimento dos segmentos corporativo, varejista e de transporte, composta por telas de LED ultra finas e dupla face que possibilitam que o conteúdo seja visível para públicos que se movem em direções opostas, maximizando o alcance a partir de uma única instalação. As telas apresentam uma estrutura leve de liga de magnésio fundida e um perfil ultrafino, entre 25,5 e 27 mm, que permitem sua integração a espaços arquitetônicos abertos ou suspensos sem obstruir as linhas de visão, sendo que o brilho de até 1.600 nits, a alta taxa de atualização, amplos ângulos de visão e alto contraste também colaboram para proporcionar uma reprodução clara e estável, mesmo em condições de iluminação mutáveis.  Além disso, cada face pode ser calibrada e controlada de forma independente, permitindo diferentes níveis de brilho e conteúdo em cada lado e reprodução assíncrona quando diferentes mensagens são necessárias em cada tela.  A INFiLED também lança no Brasil as séries InfiPixmk2, Mirak e Black Widow AMT, consolidando sua tradição de apresentar inovações criativas para diferentes segmentos de mercado, como o corporativo, salas de controle, DOOH, retail media, broadcast e rental/staging. A linha InfiPixmk2, caracterizada pela sua robustez para uso ao ar livre por ser resistente a diferentes condições do ambiente externo, foi desenvolvida para oferecer visibilidade de alto impacto, com alcance de até 8.000 nits de brilho que geram imagens vívidas e cristalinas mesmo sob luz solar direta. Com uma taxa de atualização de 3.840Hz, o equipamento proporciona movimentos suaves e sem cintilação, revelando-se extremamente adequado para conteúdos esportivos dinâmicos, eventos ao vivo e publicidade acelerada. Seus ângulos de visão amplos de 160°, tanto em paisagem quanto em retrato, e alto contraste mantém qualidade de imagem consistente sob qualquer perspectiva, com módulos que podem ser controlados de forma independente e que permitem a criação de superfícies de exibição curvas, irregulares ou totalmente personalizadas com alta precisão.  A série Mirak, a mais recente plataforma visual da INFiLED para os setores varejista e criativo para integrar conteúdo digital em vitrines, entradas, divisórias e espaços abertos, preserva a luz natural, as linhas de visão e o fluxo arquitetônico. A tecnologia proporciona 90% de transparência e estrutura mínima, mantendo uma aparência leve e imagens nítidas mesmo sob as condições de alternância da luz diurna. Essa série, por exemplo, possibilita a geração de conteúdos digitais em vitrines sem esconder produtos ou bloquear a luz natural. Mesmo com o conteúdo aparecendo dentro da moldura, os interiores permanecem visíveis, abertos e atraentes aos olhos dos consumidores.  Outra novidade é a série Black Widow AMT, um versátil sistema de LED projetado para turnês, aluguel, DOOH e ambientes cênicos imersivos, que combina painéis sólidos e de alto impacto com opções de malha ultra transparente para oferecer resolução dinâmica, que alterna os passos de 3,9mm e 7,8mm inteiramente via software eliminando a necessidade de múltiplos estoques. Com design escalável, que permite configurações de até 26 metros de altura, e recursos de transporte desenvolvidos para aluguel que simplificam a logística, é uma solução flexível e de alto desempenho para instalações visuais modernas e impactantes. Segundo Orlando Custódio, CEO da INFiLED Brasil, a mais nova unidade global da marca, os novos produtos, já disponíveis no mercado nacional para venda, reforçam o objetivo da operação no Brasil de se posicionar como uma das líderes no fornecimento de equipamentos de LED de alta performance. “Além de aumentar as possibilidades criativas, visuais e imersivas, que geram maior impacto, engajamento e experiências junto aos diferentes públicos, esses lançamentos agregam duas características essenciais para os profissionais de produção: a segurança e confiabilidade”, analisa Custódio. “Principalmente em ambientes externos e críticos, transmissões ao vivo e conteúdos interativos, onde oscilações, falhas ou interrupções podem causar perdas irreparáveis, investimos em produtos direcionados para segmentos de mercado que priorizam alta qualidade, versatilidade e potencial tecnológico para garantir campanhas e transmissões de sucesso”, completa o executivo.

Após 4 anos de pesquisa e desenvolvimento, Dinamize apresenta novos CRM e Dashboard

Após quatro anos de muita pesquisa e desenvolvimento, entrevistas com clientes e parceiros que provocaram mudanças na versão inicial do produto, a Dinamize anuncia no dia 10 de março, em Porto Alegre, a maior novidade de 2026 para o mercado de automação de marketing digital. Os novos CRM e Dashboard da companhia, que atende mais de 12 mil marcas no Brasil e no exterior, serão apresentados durante o CRM Happy, a partir das 19h, na Barolo Trattoria, no Barra Shopping Sul.  Co-criado com a DWU, empresa especializada em CRM, o novo Dinamize CRM | Vendas chega para consolidar o movimento de ampliação das soluções da companhia para além da automação de marketing. O novo software tem foco na gestão e segmentação da base de dados, integrando marketing, vendas e ERP em um único fluxo. A proposta é oferecer visão clara da performance da equipe comercial, oportunidades geradas, previsão de receita e insights estratégicos para direcionamento de foco. Já o novo Dashboard do CRM | Automação, que também ganha novo módulo de Receita Influenciada, foi desenvolvido para “mastigar” informações relevantes sobre a performance das campanhas dos clientes na Dinamize. O objetivo é apresentar o verdadeiro impacto que a companhia representa na geração de receita das marcas que usam a plataforma.  Além disso, o novo módulo Receita Influenciada tem a proposta de medir as interações em até sete dias antes da compra. A funcionalidade contrapõe o modelo de atribuição “Last Click” e faz uma leitura mais precisa sobre o papel das ações de marketing na conversão, com foco em atribuição de mídia mais estratégica. “A Dinamize arranca 2026 surpreendendo. Nós vamos mostrar pela primeira vez os novos CRM e Dashboard, um trabalho de quatro anos, liderado pelo nosso CTO Maurício Martini, pelo nosso P.O. Nicolas Pedroso do Amaral, por todo o time de tecnologia, com muita inteligência artificial, muita pesquisa e desenvolvimento, entrevistando clientes parceiros. Esses dois lançamentos vão sacudir o mercado de tecnologia”, afirma o CEO da Dinamize, Jonatas Abbott. Com 25 anos de atuação no mercado, a Dinamize tem a maturidade de uma companhia que acompanhou e ajudou a impulsionar a evolução do marketing digital no Brasil. Essa longevidade no desenvolvimento de software foi aprimorado ao longo de décadas a partir das demandas reais dos clientes e das transformações tecnológicas do setor, consolidando sua posição como uma das plataformas mais experientes do segmento. CRM Happy em Porto Alegre Com a proposta de ser um evento mais leve, voltado ao networking e relacionamento entre clientes e parceiros, mas sem abrir mão de anúncios estratégicos, o CRM Happy será realizado após o ExpoEcomm, um dos maiores eventos de e-commerce e negócios digitais do Brasil, que ocorre no mesmo dia no Centro de Eventos do Barra Shopping Sul. O evento da Dinamize tem o patrocínio da GoDeep, plataforma de e-commerce, e da Belluno, especializada em soluções de pagamento e crédito. No site lp.dinamize.com/crm-happy é possível obter mais informações e realizar a inscrição. Durante o encontro, serão entregues homenagens para parceiros estratégicos: Agrada Digital (Partner Gerenciador), Empatia Marketing (Partner Performance) e Wecode (Partner Indicador).

Eles acreditam que hospitais eficientes salvam mais vidas e criaram software para desafogar a rotina administrativa dos hospitais

A Weega Technologies, empresa paranaense especializada em soluções tecnológicas com foco no setor de saúde, está mudando a rotina de hospitais particulares em todo o país ao concentrar seus esforços em proporcionar mais agilidade ao back office desses locais, e, assim, liberar tempo de suas equipes para fazer o que realmente importa: salvar vidas. Os resultados mostram que a estratégia está dando certo. Com mais de R$ 2 milhões em investimentos próprios já aplicados no desenvolvimento de seu principal produto — a solução para Faturamento Digital – Yantra BOT, que processa as contas médicas, com redução de tempo de 10 minutos para 50 segundos por conta processada —, a Weega se prepara para destinar outro meio milhão de reais nos próximos meses, fortalecendo sua presença em um mercado que exige eficiência, precisão e confiabilidade. Desde 2024, a empresa vem dobrando o faturamento e o número de colaboradores, consolidando-se como uma das mais promissoras do setor. “Nosso segredo está em identificar as necessidades reais do mercado e transformar experiência em propósito”, resume Gilson Eloy Fernandes França, CEO da Weega Technologies. A história da Weega é marcada por essas máximas — além de reencontros e amizade. Gilson Eloy Fernandes França e Marcelo Ferreira de Souza, que haviam empreendido juntos na década de 1980, retomaram a parceria em 2008. Essa parceria se consolidou, com a junção de duas empresas, uma de tecnologia e outra de comunicação e marketing, que logo redirecionou sua atuação em tecnologia corporativa com foco em saúde. Após essa transição, complementaram a sociedade Philipe Antônio Machado do Nascimento (CTO – ERP/IN), Juliano Campos de Souza (Coordenador de ERP), Juliano Teixeira dos Santos (Gerente de Infra e Segurança) e Eduardo Martins Pedrol (Coordenador de Infra e Segurança). A partir da vivência de seus sócios fundadores, a Weega iniciou uma jornada para propiciar uma verdadeira transformação digital aos ambientes hospitalares. Começou pela oferta de infraestrutura — servidores, redes e conectividade — e rapidamente evoluiu para o desenvolvimento de sistemas próprios, integrando dados e automatizando rotinas que antes eram manuais. Hoje, a Weega é referência em integração de software, infraestrutura e inteligência de dados, com soluções que abrangem gestão hospitalar, faturamento digital, integração de equipamentos médicos e segurança da informação. Entre os destaques está a solução de Faturamento Digital – Yantra BOT, uma automação que nasceu de uma consultoria hospitalar em 2009 e evoluiu de um protótipo simples para uma sistema complexo,  fruto de mais de 10 mil horas de desenvolvimento, com previsão de investimento  de mais 3 mil horas de desenvolvimento até julho de 2026. Até agora, essa solução já processou mais de 510 mil contas médicas, somando R$ 212 milhões em faturamento processado. “Quando criamos a ferramenta, queríamos reduzir falhas e dar mais agilidade ao processo. Hoje, ela se tornou um sistema robusto, integrado e essencial na rotina de vários hospitais”, destaca Philipe Nascimento, gestor do projeto. Além do Yantra BOT, a empresa desenvolve produtos específicos para áreas como oftalmologia e cardiologia — o YANTRA OPTICAL e o YANTRA CARDIO —, além do Business Starter Analysis (BSA), uma solução de inteligência analítica desenvolvida com Power BI que oferece mais de 80 dashboards prontos e 27 conjuntos de dados específicos para o ERP Tasy, ajudando gestores a acompanhar indicadores como giro de leitos, tempo médio de permanência e prazo de recebimento. “Nosso foco é levar informação e inteligência onde antes havia improviso. Ainda há hospitais que operam sem informações precisas de sua operação, e isso pode representar riscos reais para pacientes e gestores”, afirma Marcelo (CTO Infra e Segurança de TI). Em 2024, a Weega iniciou uma nova fase de profissionalização. A empresa adotou uma estrutura de gestão corporativa, com corpo diretivo formal, área comercial estruturada, participação em eventos nacionais e presença institucional fortalecida. O resultado veio rápido: o faturamento praticamente dobrou entre 2024 e 2025, e a previsão é de crescimento de 20% em 2026, com novos investimentos em marketing, tecnologia e ampliação e desenvolvimento das equipes. “Trabalhamos com o mesmo propósito de sempre, mas com uma estrutura muito mais integrada e madura”, destaca Gilson. “Nosso objetivo agora é crescer de forma sustentável, sem perder o DNA de inovação com foco no ser humano.” Por trás da tecnologia, há uma cultura organizacional forte, baseada em colaboração, criatividade e valorização das pessoas. Vários dos atuais sócios começaram como colaboradores e cresceram junto com a empresa. “O ambiente é dinâmico, com incentivo à troca de conhecimento e à inovação. Acreditamos que o sucesso é sempre coletivo”, conclui Gilson. Weega Technologies: weega.com.br

O Software as a Service que conhecemos acabou. Bem-vindo ao Service as a Software

Por Diego Mendes, CEO da ConstruCode Desde 2022, o mercado de software passou por uma mudança estrutural. No pico de 2021, era comum ver companhias sendo avaliadas em mais de 20x o faturamento anual, muitas delas inclusive sem modelo de negócio sólido. Hoje, o patamar mais ajustado gira em torno de 6x e 8x, e isso reflete uma régua mais clara: investidores migraram o discurso de crescimento a qualquer custo para eficiência e rentabilidade real. O mercado ficou mais seletivo, mais cauteloso, e quem tem fundamentos sólidos sai na frente. Muita gente leu isso como uma correção de ciclo. Eu li como o fim de uma era. O que está acontecendo não é um mercado de SaaS em baixa. É uma mudança estrutural de onde está o valor dentro de uma empresa de software. E entender essa diferença é o que vai separar as empresas que definem o próximo ciclo das que ficam tentando proteger o anterior. Durante anos, o modelo Software as a Service funcionou assim: você constrói uma funcionalidade que resolve um problema, distribui via assinatura mensal e escala pela base de usuários. O valor estava no produto. Na interface. Na funcionalidade. As empresas eram avaliadas principalmente pela capacidade de crescer essa base. A inteligência artificial (IA) quebrou essa lógica de um jeito que ainda não está totalmente precificado pelo mercado. Construir software ficou drasticamente mais barato. O que levava meses de desenvolvimento hoje pode ser prototipado em semanas. A barreira de entrada para competir com uma funcionalidade específica desapareceu. Se o seu diferencial competitivo é uma feature, você vai acordar um dia com um concorrente que construiu a mesma coisa em um terço do tempo e com metade do time. Isso não significa que softwares irão desaparecer. Significa que o modelo de valor está se deslocando, rapidamente, de quem tem o código para quem tem o dado e o contexto. Uma empresa que acumulou anos de dados reais de uso, comportamento de cliente, padrões de falha e ciclos operacionais do setor em que atua tem algo que nenhum concorrente consegue replicar comprando tecnologia ou contratando engenheiros. Contexto proprietário. Histórico real. Dado que não existe em mais lugar nenhum. Esse é o ativo que a inteligência artificial valoriza de forma completamente desproporcional ao que o mercado ainda consegue mensurar. Porque o que a IA faz com dado de qualidade é radicalmente diferente do que ela faz com dado genérico. Um modelo treinado com padrões reais do setor em que opera entrega uma precisão e uma utilidade que nenhum produto horizontal alcança. É a diferença entre um assistente que entende de texto e um assistente que entende do seu negócio, do seu cronograma, dos seus riscos, da sua obra. Na ConstruCode, essa transição foi uma decisão deliberada de entender o que realmente estávamos construindo ao longo de anos. Não era só software de gestão de obras, e sim uma base de dados sobre como projetos construtivos reais evoluem, onde as informações falham, quais padrões de risco e retrabalho se repetem independente do porte ou da região da construtora. Esse dado é o que transforma uma ferramenta em um serviço inteligente e o que permite sair do modelo onde o software armazena informação para o modelo onde o software processa, interpreta e age sobre ela. O sistema passa a trabalhar para o usuário, e não o contrário. É isso que significa Service as a Software: uma virada de lógica tão fundamental quanto a migração do software instalado para a nuvem. O mercado está sendo dividido em dois grupos. De um lado, produtos com dado proprietário, contexto setorial e inteligência construída sobre anos de operação. Do outro, interfaces genéricas que resolvem problemas genéricos e que a IA vai tornar irrelevantes antes que seus fundadores percebam. Para qualquer founder de software olhando para esse movimento agora, o questionamento não é “como coloco IA no meu produto?” É necessária uma análise mais dura e mais importante: o que tenho de dado que ninguém mais tem? Estou usando isso para construir inteligência que o mercado ainda não consegue replicar? Quem responder essa pergunta primeiro vai descobrir que o próximo ciclo não vai punir software. Vai punir software sem dado.

Rede autônoma da HPE viabiliza a transformação do Estádio Riyadh Air Metropolitano para aprimorar a experiência dos torcedores

O projeto inclui uma renovação abrangente da rede Wi-Fi e de comunicações do Riyadh Air Metropolitano, com mais de 1.500 pontos de acesso gerenciados por inteligência artificial. O Estádio Riyadh Air Metropolitano, casa do Atlético de Madrid, avança em sua transformação tecnológica com a implementação de uma nova infraestrutura de rede inteligente e autônoma (self-driving) baseada em soluções HPE Networking. O projeto, dividido em duas fases ao longo das temporadas 2025/26 e 2026/27, moderniza completamente o sistema de comunicações do estádio e marca o início de uma nova era na digitalização de infraestruturas esportivas na Europa. A nova rede substituirá a infraestrutura atual, que operou por oito temporadas, e contará com mais de 1.500 pontos de acesso sem fio Wi-Fi 7 de última geração, gerenciados pelo HPE Aruba Central. Esta plataforma utiliza inteligência artificial e machine learning para detectar anomalias e ajustar dinamicamente os parâmetros de radiofrequência (RF), incluindo canal e potência, por meio da tecnologia AI-native HPE Aruba Networking AirMatch de gerenciamento e automação de RF Wi-Fi, otimizando assim o desempenho com base na densidade de usuários. Isso otimiza o desempenho com base na densidade de usuários, essencial em eventos com dezenas de milhares de pessoas, onde o tráfego e a congestão atingem o pico. A infraestrutura também integrará serviços de localização e análise de presença impulsionados por IA, permitindo a visualização de mapas de calor e fluxos de mobilidade em diferentes setores do estádio. Esses dados ajudam a melhorar a segurança, otimizar a gestão de acessos e ajustar a equipe ou recursos logísticos de acordo com o comportamento real dos torcedores. O compromisso com a eficiência energética é outro pilar fundamental. Por meio do modo de economia de energia dinâmica via IA, os pontos de acesso podem entrar em modo de suspensão profunda (deep sleep) ou reduzir suas funções quando não há atividade, minimizando o consumo de eletricidade em um local de grande escala que só opera em capacidade total durante eventos. Isso é possível por meio do modo de economia de energia dinâmico orientado por IA, que permite ajustar o consumo de energia de acordo com a utilização da rede. Paralelamente, o clube está implantando uma rede dedicada para produção audiovisual sobre IP, completamente independente da rede de TI geral. Esta infraestrutura foi projetada com segmentação rigorosa e políticas de Qualidade de Serviço (QoS) para proteger o tráfego de alta taxa de bits, típico de transmissões de vídeo, e minimizar a latência de ponta a ponta. O projeto está sendo desenvolvido em conjunto com a Telefónica Servicios Audiovisuales, e a HPE, com testes de switching e validação de tráfego atualmente em andamento. A modernização tecnológica do Riyadh Air Metropolitano também será estendida a outras instalações do clube. Nos lotes DS-01 e DS-02 da Sport City, será implantada uma rede HPE para as novas instalações esportivas municipais, com início das obras previsto para o primeiro semestre de 2026. Da mesma forma, o Centro de Alto Rendimento (lote DS-03) contará com uma rede HPE abrangente, cobrindo campos de treinamento, áreas médicas, zonas de imprensa e espaços de produção audiovisual, com implementação planejada entre 2025 e 2027. “A inteligência artificial aplicada às redes deixou de ser uma promessa; é uma realidade que transforma a forma como infraestruturas complexas, como um estádio, são gerenciadas”, afirma Alfredo Yepez, vice-presidente sênior para a América Latina e o sul da Europa e diretor geral da HPE Espanha. “No Riyadh Air Metropolitano, a IA não apenas melhora a experiência do fã, mas também reduz o consumo de energia e transforma dados em decisões operacionais.” “Nosso acordo com a HPE nos permitirá elevar a qualidade da conectividade em nosso estádio”, detalha Óscar Mayo, diretor de Receita e Operações do Atlético de Madrid. “Esta tem sido uma de suas características marcantes desde a sua inauguração em 2017, e agora não apenas nos permitirá fornecer largura de banda aos nossos torcedores, mas também nos possibilitará oferecer serviços associados a essa infraestrutura, permitindo-nos operar uma rede inteligente.” A aliança entre a HPE e o Atlético de Madrid representa um passo estratégico em direção à criação de um ecossistema digital mais seguro, eficiente e sustentável. Com esta renovação, o Riyadh Air Metropolitano posiciona-se na vanguarda da inovação tecnológica aplicada ao esporte, preparando-se para novos desafios em conectividade, automação e experiência do usuário que moldarão o futuro dos grandes recintos esportivos.

PicDoc amplia o acesso à saúde e conecta pacientes a especialistas em minutos, de qualquer lugar do país

A tecnologia tem transformado a forma como as pessoas acessam serviços de saúde no Brasil, especialmente em regiões onde a oferta de médicos especialistas ainda é limitada. Nesse cenário, a PicDoc, plataforma de consulta online, se consolida como uma solução que democratiza o cuidado, permitindo que pacientes de diferentes localidades tenham acesso rápido a atendimento médico qualificado, sem a necessidade de deslocamentos ou longas esperas. Por meio da plataforma, pacientes conseguem realizar consultas online em poucos minutos, conectando-se a médicos de diversas especialidades de forma prática e segura. A proposta é reduzir barreiras geográficas, otimizar o tempo do paciente e ampliar o acesso à saúde, especialmente para quem vive em cidades pequenas, áreas rurais ou regiões afastadas dos grandes centros urbanos. “A PicDoc nasceu com o propósito de tornar o acesso à saúde mais simples, rápido e democrático. Hoje, conseguimos conectar pessoas que estão em locais remotos a médicos especialistas em questão de minutos, algo que antes poderia levar dias ou até meses”, afirma Marcelo Amante, CEO da PicDoc. Segundo o executivo, a tecnologia é uma aliada fundamental nesse processo, mas sempre com foco no cuidado humano. “A plataforma facilita o acesso, encurta distâncias e melhora a experiência do paciente, mas o centro da consulta continua sendo o médico. Nosso papel é usar a inovação para aproximar as pessoas do cuidado médico de qualidade”, destaca Amante. Além de ampliar o acesso, a PicDoc contribui para desafogar serviços presenciais, oferecendo uma alternativa eficiente para orientações médicas, acompanhamento de condições de saúde e esclarecimento de dúvidas, sempre respeitando as normas e diretrizes da prática médica. Com atuação em todo o território nacional, a PicDoc reforça seu compromisso com a inclusão em saúde, mostrando que a tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa para reduzir desigualdades, levar atendimento especializado a quem precisa e transformar a jornada do paciente no Brasil.   📌 Sobre a PicDocA PicDoc é uma healthtech brasileira que conecta pacientes a médicos de mais de 70 especialidades de forma imediata, sem filas, sem mensalidades e sem burocracias. Reconhecida pela alta satisfação dos usuários e entre as melhores avaliadas no Reclame Aqui, a startup já superou 50 mil pacientes e se posiciona como a plataforma de telemedicina mais acessível, flexível e escalável do país. Seus fundadores possuem amplo background na indústria de tecnologia e no setor de saúde, com passagens por empresas de referência como Nokia, Claro, TIM, Microsoft e Hospital Israelita Albert Einstein. Essa bagagem de conhecimento rica e complementar é um dos diferenciais estratégicos da PicDoc, garantindo robustez operacional e visão de longo prazo para escalar o negócio.

57% dos brasileiros passam a consumir com mais frequência marcas que pautam diversidade

O surgimento da inteligência artificial tem proporcionado mudanças profundas nas dinâmicas de consumo para consumidores e marcas, da otimização de processos a personalização de experiências, a forma de comprar mudou. Entretanto, diversidade e identificação humana ainda são fatores fundamentais, segundo o estudo Oldiversity, realizado pela Croma Consultoria, visto que para 76% dos consumidores a diversidade deve fazer parte de empresas e marcas.  Hoje, o desafio deixou de ser a captura de atenção, e passou a residir na conquista da consideração de público saturado de estímulos e carente de afinidade. Para Edmar Bulla, fundador da Croma Consultoria e idealizador do estudo, o cenário apresenta novas oportunidades para as marcas. “Campanhas pontuais e narrativas superficiais perdem espaço diante de um público cada vez mais crítico e exigente. Por fim, surge a oportunidade de inovar a partir da interseccionalidade, reconhecendo que desigualdades se acumulam e que soluções eficazes precisam considerar múltiplas dimensões de exclusão ao mesmo tempo.”   Do ponto de vista do varejo, a tecnologia deve ser vista como uma forma de auxiliar na produtividade e na tomada de decisões, mas sem substituir o tato e a sensibilidade humana. Nesse sentido, estratégias que utilizam IA não podem se alienar de propostas vistas como coerentes pelos consumidores. A veracidade dos discursos sobre inclusão ainda é um ponto de fragilidade, segundo o estudo, a autenticidade é apontada por menos da metade dos entrevistados (46%).  O momento exige cautela na aplicação da Inteligência Artificial de forma pouco estratégica, sobretudo na representação de grupos minoritários, que passam a demandar maior representatividade. 54% dos brasileiros afirmam se identificar com propagandas que falem sobre diversidade. Entre os grupos diversos, a percepção é liderada de forma significativa pela comunidade LGBTQIA+ (74%), seguidos pelos PcDs (61%) e pessoas pretas (61%).  Ao se alinhar com pautas que refletem a identidade de seus consumidores de forma genuína, é possível criar uma conexão com o público que pode ser convertida em fidelização e resultados. Quase 2/3 dos brasileiros (65%) passa a recomendar essas marcas, enquanto 63% afirmam considerar essas marcas nas próximas compras e 60% passam a falar positivamente destas marcas. Além disso, 57% começam a comprar com mais frequência.    “Esses movimentos revelam um novo patamar de consciência coletiva e expectativa social em relação ao papel das empresas, do Estado e da sociedade civil”, conclui Bulla. 

Positivo S+ explica por que a maturidade em Digital Workplace no Brasil e no restante da América Latina ainda está atrás de EUA e Europa

Mesmo diante de grandes avanços tecnológicos observados nos últimos anos, a maturidade em Digital Workplace no Brasil e no restante da América Latina permanece abaixo do nível registrado em regiões como Estados Unidos e Europa. A constatação aparece em análises globais do Gartner, referência internacional em pesquisa e consultoria em tecnologia, e é reforçada pela leitura de mercado da Positivo S+, marca de serviços B2B da Positivo Tecnologia que atua na estruturação e evolução de ambientes digitais de trabalho na região, e oferece diversos serviços de TI que simplificam a jornada tecnológica dos clientes. De acordo com frameworks do Gartner, empresas latino-americanas concentram-se majoritariamente nos níveis iniciais de maturidade em Digital Workplace, enquanto organizações norte-americanas e europeias apresentam maior presença em estágios mais avançados, voltados à habilitação e ao empoderamento das capacidades dos colaboradores. Para a Positivo S+, esse cenário não está associado prioritariamente à falta de tecnologia, mas à forma como o Digital Workplace ainda é organizado, governado e percebido dentro das empresas. “Os estudos mostram que a maturidade em Digital Workplace não se resume a ferramentas, mas envolve diversas dimensões, como organização, papéis, governança, métricas e valor estratégico. O que observamos no Brasil e na América Latina é que muitas empresas ainda operam de forma reativa, focadas em manter a infraestrutura funcionando, sem tratar o Digital Workplace como uma disciplina estratégica”, afirma Carlos Maurício Ferreira, CEO Brasil e LATAM da Positivo S+. Segundo o executivo, o primeiro grande salto de maturidade acontece quando as organizações deixam de enxergar o Digital Workplace apenas como suporte e passam a estruturá-lo como um modelo operacional claro, com responsabilidades definidas e proximidade com a liderança executiva, em especial o com o CIO. “Empresas que avançam consolidam o Digital Workplace sob uma visão única, com governança, métricas alinhadas ao negócio e foco na jornada do colaborador. É nesse ponto que a tecnologia deixa de ser um fim e passa a habilitar novas formas de trabalhar”, explica. Nos níveis mais avançados descritos pelo Gartner, como o de habilitação, o Digital Workplace se torna um elemento integrador entre TI e negócios, e cria condições para as empresas aumentarem a produtividade, colaboração e engajamento. Esse estágio é muito mais comum em empresas dos Estados Unidos e da Europa do que as da América Latina, e permite que as organizações avancem de uma lógica operacional para uma abordagem mais estratégica e orientada a resultados. Para a Positivo S+, elevar a maturidade em Digital Workplace é um processo contínuo, que exige visão, priorização e entendimento do contexto local. “Antes de falar em inovação ou em novas tecnologias, é preciso arrumar a casa. O caminho de evolução passa por organização, governança e clareza de papéis. É isso que sustenta ambientes digitais mais eficientes, humanos e preparados para o futuro do trabalho”, conclui Carlos Maurício. Com ampla atuação no Brasil e na América Latina, a Positivo S+ se posiciona como uma parceira estratégica para empresas que buscam avançar nesse caminho, traduzindo frameworks globais, como os do próprio Gartner, em decisões práticas que estejam alinhadas à realidade e ao ritmo do mercado regional. Para conhecer mais sobre as soluções da Positivo S+ acesse o site oficial da marca.

Trade marketing em 2026 avança com foco em impacto, personalização e inteligência no ponto de venda

O trade marketing entra em 2026 em um momento de reposicionamento estratégico no varejo brasileiro. De acordo com especialistas da gmpromo®️, uma das maiores agências de trade marketing do Brasil e integrante do grupo Supera Holdings, o cenário será impulsionado por consumidores mais exigentes, expansão regional de lojas e pela pressão crescente por resultados mensuráveis no ponto de venda. Entre as principais transformações observadas para o próximo ano está a mudança no foco das estratégias: em vez de priorizar apenas presença e volume de ações no PDV, o mercado passa a exigir impacto real em vendas, visibilidade e experiência do consumidor. Métricas como sell-out, ruptura, disponibilidade de produto e conversão ganham protagonismo nas decisões de trade marketing. Outro movimento relevante e de grande impacto no mercado é o avanço da personalização da estratégia, que passa a orientar projetos cada vez mais adaptados por canal, região e perfil de consumidor. A lógica de ações padronizadas perde espaço para modelos flexíveis, capazes de responder às particularidades de cada ponto de venda e mercado local. “A personalização deixou de ser uma tendência e se tornou uma exigência. Em 2026, quem não entender a dinâmica específica de cada PDV dificilmente conseguirá gerar resultados consistentes”, afirma Daniel Grecu, diretor de expansão da gmpromo®️. O uso de dados, tecnologia e inteligência aplicada à execução também se consolida como um dos principais vetores de transformação do trade marketing. A análise de informações coletadas em campo, aliada a sistemas e inteligência híbrida, permite ajustes mais rápidos de rota, antecipação de problemas operacionais e decisões mais estratégicas no dia a dia do varejo. Nesse cenário, o papel do promotor de vendas evolui significativamente. Mais do que executar tarefas, esse profissional passa a atuar como um agente estratégico no ponto de venda, orientando o consumidor, apoiando a tomada de decisão e contribuindo diretamente para o aumento do sell-out. “O promotor passa a ser o elo entre estratégia, execução e consumidor final. Em 2026, ele atua de forma mais analítica, com impacto direto nos resultados das marcas”, destaca Grecu. Por fim, a integração entre trade marketing, live marketing e jornadas omnichannel se fortalece como um caminho natural para atender consumidores que transitam entre o físico e o digital. Ativações no ponto de venda, demonstrações de produtos e ações de engajamento passam a gerar não apenas experiência, mas também dados e insights estratégicos para marcas e varejistas. “O trade marketing em 2026 será cada vez mais sobre inteligência, precisão e impacto. As marcas que conseguirem integrar dados, execução qualificada e experiências relevantes no ponto de venda terão não só mais visibilidade, mas uma vantagem competitiva real em um varejo que exige resultado e conexão com o consumidor”, conclui Daniel Grecu.

Resultado financeiro: Simpress registra R$ 1,8 bi de receita e cresce 11% em 2025

A Simpress, empresa pioneira e líder em outsourcing (venda, locação e gestão) de equipamentos de TI e líder do setor no país, registrou receita bruta total de 1,8 bilhão de reais em 2025, com um crescimento de 11% em seu core business – oferta de hardware as a service – em relação ao mesmo período do ano anterior. No período, a companhia ampliou sua base de equipamentos gerenciados para mais de 800 mil dispositivos, um avanço de 14%, entre notebooks, smartphones, impressoras, coletores de dados, desktops, impressoras térmicas e tablets, atendendo médias e grandes organizações em todo o país. No fim de 2019, eram menos de 200 mil devices. Em 2022, 400 mil. “Ao longo de 25 anos, construímos uma plataforma única no Brasil para operar hardware como serviço, com escala, logística, suporte e gestão de ciclo de vida. Em um cenário de aceleração digital, faz cada vez menos sentido – inclusive financeiramente – comprar hardware e precisar cuidar dele ao longo do tempo. O outsourcing é economicamente vantajoso mas, mais do que isso, ele resolve uma série de questões que muitas vezes não aparecem na planilha do CFO, como gestão do parque, manutenção, reposição, padronização, segurança e descarte”, afirma Vittorio Danesi, CEO da Simpress. “Em muitas operações, os nossos equipamentos são críticos para o funcionamento dos negócios, e a indisponibilidade de um único dispositivo pode afetar vendas, atendimento a pacientes ou a continuidade de processos essenciais. Na prática, nossos clientes trocam os imprevistos por previsibilidade e permitem que a TI foque no que realmente faz os negócios performarem”. Com mais de 3,2 mil clientes, inclusive 7 das 10 maiores empresas do país, a Simpress possui uma operação construída para lidar com a crescente complexidade da infraestrutura de equipamentos de TI. A experiência acumulada ao consolidar o outsourcing de impressão, hoje dominante no mercado corporativo brasileiro, deu à companhia as capacidades e competências necessárias para expandir o modelo de hardware como serviço para outras categorias críticas, como PCs, mobilidade e automação, em um contexto de maior pressão por eficiência, segurança e governança. Lançado no fim de 2019, esse novo posicionamento se reflete diretamente na dinâmica atual do negócio. Embora a impressão siga como um pilar relevante da operação, as novas frentes já respondem por 62% dos novos negócios fechados pela companhia, indicando uma mudança estrutural na demanda do mercado. Em 2021, representavam apenas 15%. À medida que a aceleração digital avança, cresce a necessidade de padronização, disponibilidade e previsibilidade da infraestrutura física que sustenta iniciativas de dados, nuvem e inteligência artificial. Não por acaso, a receita da companhia praticamente triplicou no período, saltando de 660 milhões de reais em 2019 para os atuais 1,8 bilhão de reais. O outsourcing de PCs e notebooks foi em 2025 o principal motor de crescimento da empresa, que nasceu focada no outsourcing de impressoras. A Simpress já soma mais de 330 mil equipamentos instalados, com crescimento de 30% no período. Já a oferta de outsourcing de tablets, smartphones e de equipamentos de automação (que inclui impressoras térmicas e coletores de dados, muito usados em hospitais, laboratórios e grandes centros de distribuição de varejistas e e-commerces) cresceu cerca de 33% em relação ao ano anterior. E, por fim, o negócio de impressoras cresceu 5% no período — um resultado expressivo para um segmento já maduro e tradicional do mercado. “Mesmo com todos os desafios econômicos em 2025, a Simpress apresentou um desempenho sólido. A demanda está crescendo consistentemente, com receita e base de dispositivos em expansão. As vantagens são tantas que, a partir do momento que um cliente adere a esse modelo, não volta atrás”, afirma Danesi. ‘’O outsourcing de equipamentos de TI permite às empresas reduzirem investimento em ativos, garantir previsibilidade de custos, manter a tecnologia atualizada e focar recursos internos no core do negócio’’.  Loja online marca estreia no B2C Além do avanço do modelo de hardware como serviço no B2B, a Simpress ampliou sua atuação em economia circular com o lançamento, no fim de 2025, da Simpress Shop, sua primeira loja online voltada ao consumidor final. A plataforma comercializa notebooks, smartphones e impressoras remanufaturados internamente, com garantia e suporte técnico, prolongando a vida útil dos equipamentos e reduzindo o descarte eletrônico, ao mesmo tempo em que amplia o acesso à tecnologia. A iniciativa está diretamente conectada à operação de remanufatura e logística reversa da companhia, realizada no Simpress Service Center, em Santana de Parnaíba (SP). Nesse ambiente, os dispositivos que retornam de contratos passam por processos rigorosos de revisão, reparo e testes antes de serem reinseridos no mercado, seja em novos contratos de outsourcing, seja na venda direta ao consumidor. Ao assumir a responsabilidade pelo ciclo de vida completo dos ativos, a Simpress viabiliza, em escala, práticas de ESG que seriam difíceis de implementar no modelo tradicional de compra. A expectativa com a Simpress Shop é finalizar o próximo ano com cerca de 50 mil dispositivos vendidos e uma previsão de faturamento próxima aos 40 milhões de reais. A empresa prevê um forte potencial de crescimento para multiplicar esse valor nos próximos anos, chegando a 200 mil aparelhos comercializados de forma online em dois ou três anos. Com a entrada no mercado B2C, a Simpress amplia seus canais de receita e avança em sua estratégia de crescimento, que mira 2 bilhões de reais em faturamento até 2027. “A Simpress Shop disponibiliza ao consumidor final equipamentos seminovos certificados que aliam tecnologia de qualidade, preços mais acessíveis e menor impacto ambiental, estendendo o ciclo de vida dos produtos com segurança, confiabilidade e compromisso com a sustentabilidade”, conclui Danesi.

Tecnologia se escala e relacionamento se constrói

Em um mercado cada vez mais digital, automatizado e orientado por dados, é comum ouvir que a tecnologia encurtou distâncias. Na prática, isso é verdade. Mas também é verdade que, justamente por isso, o relacionamento humano ganhou ainda mais valor. Em um mundo onde quase tudo pode ser feito à distância, a presença continua sendo um diferencial poderoso. Na TOTVS Sudeste Meridional, aprendemos isso todos os dias ao lado de mais de 1,2 mil clientes distribuídos pelo Sul de Minas Gerais, Serra do Mar, ABC Paulista e Vale do Paraíba. Atender empresas dessas regiões exige mais do que ótimos sistemas. Exige proximidade real, escuta ativa e conhecimento profundo do território onde esses negócios operam. O aperto de mão, a visita presencial, o café tomado no escritório do cliente, muitas vezes, dizem mais do que um dashboard. Cada uma dessas regiões tem uma vocação clara, uma dinâmica própria e desafios específicos. No Sul de Minas, a força da agroindústria imprime ritmos sazonais bem definidos, que impactam produção, logística, planejamento financeiro e gestão de pessoas. Na Serra do Mar e ABC, berço histórico da indústria brasileira, convivem hoje manufatura avançada, cadeias complexas de fornecedores e um setor de serviços cada vez mais sofisticado. Já o Vale do Paraíba combina alta tecnologia, inovação, indústria aeroespacial e empresas altamente reguladas, que demandam precisão, conformidade e visão de longo prazo. Entender essas diferenças não é um detalhe, é parte central do atendimento. Quando estamos próximos, conseguimos compreender não apenas o negócio, mas o contexto. Sabemos que a realidade fiscal de uma cidade não é a mesma de uma empresa de outra região. Que a sazonalidade de uma operação agrícola exige um olhar diferente sobre fluxo de caixa, estoques e planejamento. Essa proximidade sustenta um princípio que orienta nossa forma de atuar e reforçar um dos nossos valores: cliente é pra vida. Relações são tão valiosas quanto produtos e serviços. Por isso, mais do que entregar tecnologia, buscamos estar acessíveis, conhecer profundamente os negócios dos nossos clientes e ir além do sistema para ajudá-los em suas decisões. É assim que construímos relações duradouras, atuando como parceiros e trusted advisors ao longo de toda a jornada. Sobre a TOTVS:Maior empresa de tecnologia do Brasil, a TOTVS cria soluções para potencializar a evolução das pessoas e das empresas. Com mais de 70 mil clientes no Brasil e em diversos países da América Latina, possui um ecossistema completo de tecnologia baseado em 3 unidades de negócio: TOTVS Gestão, com ERPs, soluções cross e sistemas especializados que garantem mais produtividade, eficiência e governança; RD Station, com ferramentas digitais de marketing, vendas e relacionamento para as empresas impulsionarem seus negócios e crescerem; e Techfin ERP Finance, que oferece soluções de crédito B2B e pagamento para ampliar, simplificar e democratizar o acesso das empresas a serviços financeiros. Nos últimos 5 anos, a TOTVS investiu R$3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, com destaque para Inteligência Artificial, buscando inovar cada vez mais para ser o trusted advisor de seus clientes. As empresas que movem o país confiam na TOTVS. O Brasil que faz faz com TOTVS. Saiba mais em: http://www.totvs.com.br

A dependência silenciosa de pessoas-chave que coloca a operação de TI em risco

*Por Ian Ramone No cenário corporativo atual, onde a tecnologia sustenta praticamente todas as operações, existe uma vulnerabilidade que raramente aparece nos relatórios de governança ou nos painéis de monitoramento: a dependência excessiva de profissionais específicos.  Sistemas complexos, integrações críticas entre plataformas, configurações customizadas de infraestrutura; muitas vezes, o conhecimento operacional desses elementos está concentrado em poucas pessoas. Enquanto os indicadores de disponibilidade mostram números satisfatórios, a operação se apoia em um alicerce frágil: a memória e a presença constante de indivíduos específicos. A formação do cenário de dependência Como se chega a essa situação? A formação desse cenário é gradual e, frequentemente, imperceptível para a liderança. Inicia-se com um profissional que resolve uma crise complexa. A solução é implementada, o sistema retorna ao normal, mas o registro completo do procedimento fica para depois, um depois que raramente se concretiza. Com o tempo, esse colaborador se torna o detentor exclusivo do conhecimento sobre determinado sistema ou processo. Em projetos de integração, por exemplo, é comum encontrar arquiteturas cujas particularidades só são plenamente compreendidas por quem as implementou originalmente. Quando esse profissional se ausenta, seja por períodos de descanso, questões de saúde ou transição de carreira, a operação enfrenta interrupções que parecem inexplicáveis. Incidentes que antes eram resolvidos rapidamente passam a demandar horas ou dias de análise. Os dados que confirmam o problema Os dados confirmam a dimensão do problema. Uma pesquisa conduzida com profissionais de desenvolvimento, disponível na pesquisa anual da Stack Overflow, indica que 68% dos desenvolvedores admitem ter conhecimento crítico não documentado em suas empresas. O estudo revela um cenário onde o conhecimento técnico valioso frequentemente reside apenas na experiência individual, não nos repositórios organizacionais. Esses números evidenciam uma prática comum que coloca a continuidade das operações em risco. As consequências para o negócio Empresas que operam nesse modelo enfrentam riscos à continuidade das operações, onde a saída de um profissional-chave pode paralisar processos essenciais por períodos prolongados. A dificuldade de inovação também se torna evidente, pois sistemas que dependem de conhecimento concentrado transformam-se em estruturas que a organização hesita em modificar. Surgem ainda custos indiretos significativos relacionados à necessidade de reter esses profissionais a qualquer custo, além de limitações à escalabilidade da operação, que fica restrita à capacidade desses poucos especialistas. O efeito é uma falsa estabilidade: tudo funciona até o momento em que a pessoa indispensável não está mais disponível. Estratégias para mitigação do risco Empresas que reconhecem esse risco e atuam de forma proativa implementam algumas práticas fundamentais. O primeiro passo envolve o mapeamento de dependências críticas, identificando claramente onde estão os pontos de concentração de conhecimento. Em seguida, programas estruturados de mentoria e acompanhamento permitem que o conhecimento flua de forma sistemática, não esporádica. A documentação deve transformar-se em parte integrante do ciclo de vida dos sistemas, onde toda implementação, modificação ou correção inclui a atualização da base de conhecimento correspondente. Paralelamente, cultiva-se uma cultura organizacional que incentiva e reconhece o compartilhamento de conhecimento, demonstrando aos profissionais que seu valor aumenta ao multiplicar seu saber, não ao restringi-lo. O papel da liderança A solução desse problema começa no nível estratégico. Líderes de tecnologia da informação precisam reconhecer que a resiliência do conhecimento é tão importante quanto a resiliência da infraestrutura técnica. Isso requer a alocação consciente de recursos, tempo, orçamento e pessoal, dedicados especificamente à gestão do conhecimento. A implementação de indicadores que monitorem a distribuição do conhecimento técnico e a promoção de uma cultura que valorize tanto o compartilhamento coletivo quanto a expertise individual são passos decisivos nessa jornada. Direcionamento estratégico Nesse caminho de amadurecimento, contar com uma consultoria especializada é o diferencial que transforma o risco em resiliência. Um olhar externo e experiente consegue identificar “pontos cegos” que a rotina interna muitas vezes naturaliza, trazendo metodologias testadas para extrair, organizar e democratizar o saber técnico.  Mais do que apenas documentar processos, uma parceria estratégica atua como um catalisador cultural, implementando ferramentas e fluxos que garantem que o capital intelectual pertença à empresa, e não apenas a CPFs isolados. Ao investir nesse suporte, a liderança não está apenas protegendo a operação; está construindo uma base sólida para que a inovação aconteça sem o medo constante do imprevisto, garantindo que a tecnologia seja sempre um motor de crescimento, e nunca um gargalo humano. *Ian Ramone é diretor comercial da N&DC.

Open source inspira marcas a criarem conexões mais humanas e colaborativas

Em um cenário marcado pela automação, pela busca incessante por eficiência e pelo uso intensivo de inteligência artificial, empresas e consumidores vivem uma relação cada vez mais tensionada. De um lado, organizações orientadas por dados e produtividade; do outro, pessoas em busca de significado, pertencimento e confiança. Nesse contexto, a cultura open source (código aberto) surge como um alicerce para conectar pessoas, tecnologia e marcas de forma autêntica e sustentável. Segundo o estudo “Voz do Consumidor”, da PwC, embora empresas invistam fortemente em IA, cerca de 80% dos consumidores demonstram receio em relação à tecnologia, especialmente pela possível desumanização das experiências e pelo uso indevido de dados. O dado reforça um dilema contemporâneo: a técnica avança, mas o sentido humano nem sempre acompanha. “Vivemos um momento em que a eficiência técnica deixou de ser suficiente. As pessoas querem entender no que as marcas acreditam e como elas se posicionam diante de temas como confiança, ética e colaboração”, afirma Fabiano Assis, diretor comercial da Red Hat Brasil. “Tecnologia sem propósito gera distância, não conexão,” completou.  Código aberto: o maior exemplo de benchmark  É justamente nesse ponto que o open source se destaca. Presente de forma “invisível” em praticamente tudo o que usamos (de sistemas operacionais e smartphones a servidores, automóveis e até o PIX), o modelo de código aberto sustenta uma revolução colaborativa há mais de 40 anos, sem campanhas publicitárias ou grandes slogans. Seu sucesso está baseado em princípios claros: colaboração, confiança, transparência e propósito coletivo. Para além de um compilado de soluções tecnológicas, o open source representa uma cultura.Sua história foi construída a partir do sucesso de outras iniciativas e marcas, ao viabilizar tecnologias robustas, seguras, escaláveis e acessíveis para todos os públicos. A lógica é simples: não é a tecnologia que se conecta às pessoas, mas os valores que a sustentam. “Trata-se, também, de uma lição valiosa também para empresas que desejam ir além da venda de produtos e serviços e construir relações duradouras com seus públicos”, destacou Assis.  O mesmo princípio se aplica à liderança moderna. Em vez de centralização de poder, o futuro aponta para líderes capazes de descentralizar decisões, promover autonomia e criar ambientes de confiança e aprendizado contínuo.”O código aberto mostra que é possível crescer de forma sustentável quando se constrói um ecossistema baseado em confiança e participação ativa. “Empresas que conseguem ‘abrir o código’ de sua cultura criam ambientes onde inovação, aprendizado e engajamento acontecem de maneira orgânica”, complementou o executivo. Embora nem todas as organizações possam esperar décadas para alcançar esse nível de maturidade cultural, o recado é claro: marcas longevas são construídas a partir de valores sólidos, cultura coerente e comunidades genuinamente engajadas. Clientes, colaboradores e parceiros tornam-se, naturalmente, os principais embaixadores da marca. “Ao longo de mais de 40 anos, o maior trunfo do open source não foi criar um modelo perfeito ou imutável, mas convidar pessoas ao redor do mundo a cocriar um ambiente livre, colaborativo e orientado por um objetivo comum: buscar, coletivamente, a melhor versão de si mesmas. Uma inspiração poderosa para empresas que desejam se manter relevantes em um mundo cada vez mais conectado e, ao mesmo tempo, carente de humanidade”, concluiu Assis..

A Meta constrói infraestrutura de IA com a NVIDIA

Resumo: A NVIDIA anuncia uma parceria estratégica plurianual e multigeracional com a Meta, abrangendo infraestrutura local, em nuvem e de IA. A Meta construirá data centers hiperescaláveis otimizados tanto para treinamento quanto para inferência, em apoio ao roadmap de infraestrutura de IA de longo prazo da empresa. Essa parceria possibilitará a implantação em larga escala de CPUs NVIDIA e milhões de GPUs NVIDIA Blackwell e Rubin, bem como a integração de switches Ethernet NVIDIA Spectrum-X™ para a plataforma Facebook Open Switching System da Meta. “Ninguém implementa IA na escala da Meta — integrando pesquisa de ponta com infraestrutura de escala industrial para impulsionar os maiores sistemas de personalização e recomendação do mundo, para bilhões de usuários”, afirma Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA. “Por meio de um profundo design de código conjunto de CPUs, GPUs, redes e software, estamos trazendo a plataforma NVIDIA completa para os pesquisadores e engenheiros da Meta enquanto eles constroem a base para a próxima fronteira da IA.” “Estamos entusiasmados em expandir nossa parceria com a NVIDIA para construir clusters de ponta usando sua plataforma Vera Rubin, a fim de levar superinteligência pessoal a todos no mundo”, afirma Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta. “Essa infraestrutura terá uma capacidade massiva de transformação do que se pode conquistar com a IA nos próximos anos. É preciso ficar muito atento ao que será construído daqui para frente entre Meta e NVIDIA”, comenta Marcio Aguiar, diretor da divisão Enterprise da NVIDIA para América Latina.   Implantação expandida de CPUs NVIDIA para aumento de desempenho A Meta e a NVIDIA continuam sua parceria na implantação de CPUs NVIDIA Grace™ baseadas em Arm para as aplicações de produção de data centers da Meta, proporcionando melhorias significativas de desempenho por watt em seus data centers como parte da estratégia de infraestrutura de longo prazo da Meta. A colaboração representa a primeira implementação em larga escala exclusiva de NVIDIA Grace, apoiada por investimentos em design de código e otimização de software em bibliotecas do ecossistema de CPU para melhorar o desempenho por watt a cada geração. As empresas também estão colaborando na implementação de CPUs NVIDIA Vera, com potencial para implantação em larga escala em 2027, ampliando ainda mais a capacidade de computação de IA com eficiência energética da Meta e impulsionando o ecossistema de software Arm de forma mais ampla. Arquitetura unificada suporta a infraestrutura de IA da Meta A Meta implantará sistemas líderes do setor baseados em NVIDIA GB300 e criará uma arquitetura unificada que abrange data centers locais e implantações de parceiros de nuvem da NVIDIA para simplificar as operações, maximizando o desempenho e a escalabilidade. Além disso, a Meta adotou a plataforma de rede Ethernet NVIDIA Spectrum-X em toda a sua infraestrutura para fornecer redes em escala de IA, oferecendo desempenho previsível e de baixa latência, ao mesmo tempo que maximiza a utilização e melhora a eficiência operacional e energética. Computação confidencial para WhatsApp A Meta adotou o NVIDIA Confidential Computing para processamento privado do WhatsApp, possibilitando recursos com inteligência artificial em toda a plataforma de mensagens, ao mesmo tempo que garante a confidencialidade e a integridade dos dados do usuário. A NVIDIA e a Meta estão colaborando para expandir os recursos do NVIDIA Confidential Compute além do WhatsApp, abrangendo casos de uso emergentes em todo o portfólio da Meta e oferecendo suporte à IA com privacidade aprimorada em escala. Design de código dos modelos de IA de última geração da Meta As equipes de engenharia da NVIDIA e da Meta estão empenhadas em um profundo design de código para otimizar e acelerar modelos de IA de ponta nas principais cargas de trabalho da Meta. Esses esforços combinam a plataforma completa da NVIDIA com as cargas de trabalho de produção em larga escala da Meta para impulsionar maior desempenho e eficiência para novos recursos de IA usados por bilhões de pessoas em todo o mundo.

Appel Home lança campanha que reflete sobre tempo, tecnologia e família

A Appel Home lança a campanha Além do Tempo, que propõe uma reflexão sobre a relação entre tecnologia, tempo e os laços familiares. Tradicional empresa de cama, mesa e banho, a marca convida o público a desacelerar e valorizar os momentos simples da rotina, reforçando valores que fazem parte do seu DNA. O conceito da campanha é apresentado em um vídeo, disponível no canal do YouTube da Appel Home. Além do Tempo é a última peça de uma trilogia de campanhas da Appel Home que celebram o tempo. Em “Caminhos do Tempo”, lançada em 2024, a marca refletiu sobre o passado e sua própria evolução; já em “Viva o Seu Tempo”, de 2025 — quando foi celebrado os 50 anos da empresa —, a ideia de aproveitar o presente ganhou protagonismo; e agora, em 2026, é a vez de pensar sobre o futuro.  O intuito por trás do nome “Além do Tempo” é lembrar aquilo que é verdadeiramente importante, transmitindo a ideia de que o mundo muda, a tecnologia ganha cada vez mais espaço, porém, é através das relações humanas e da família que a evolução realmente acontece.  A campanha está diretamente ligada ao slogan principal da Appel Home: sinta-se em casa.  “As telas e conexões on-line estão cada vez mais ágeis e simplificadas, mas não substituem a mesa posta no domingo, o riso no sofá e o toque e olhar que acolhem. A Appel Home é uma empresa que sempre teve a relação familiar como seu principal pilar e nos importamos em valorizar os momentos cotidianos, oferecendo produtos que proporcionem conforto para esses momentos. A ideia da nova campanha é que usemos da tecnologia para nos ajudar e nos aproximar, e não o contrário. Queremos trazer à tona o que realmente nos move: o amor, o cuidado com o lar e a conexão verdadeira com as pessoas”, finaliza Rafael Appel, presidente da companhia. hb

Bemobi lança Pix por Biometria para simplificar pagamentos em serviços recorrentes

A Bemobi (BMOB3), empresa brasileira líder em soluções de pagamento para serviços recorrentes, anuncia o lançamento do Pix por Biometria – uma nova funcionalidade que simplifica os pagamentos via Pix. A solução elimina as principais fricções do fluxo atual, como o QR Code, copiar e colar códigos ou o redirecionamento do usuário para aplicativos bancários para concluir a transação. “Estamos eliminando fricções históricas do pagamento via Pix e entregando uma experiência compatível com o que os consumidores já esperam de aplicações modernas. O PIX Biometria é um passo importante na evolução dos pagamentos digitais no Brasil”, afirma Felipe Goldin, CTO e CPO da Bemobi. Com a nova solução, o cliente seleciona o Pix como forma de pagamento e conclui a transação diretamente no checkout do serviço, utilizando os recursos de autenticação biométrica do próprio dispositivo. O pagamento é realizado de forma nativa, integrada à experiência digital do serviço, tornando a jornada mais rápida, simples e segura. O Pix por Biometria integra o Orquestrador de Pix da Bemobi, lançado no fim de 2025, e faz parte da estratégia da companhia de simplificar e escalar pagamentos recorrentes em setores essenciais. A plataforma coordena, de forma integrada, as etapas de consentimento, iniciação e autenticação, reduzindo a complexidade técnica e regulatória para as empresas e oferecendo uma experiência mais fluida para o consumidor final. Baseada nos padrões do Open Finance, a solução permite que, após a primeira autorização, os pagamentos subsequentes ocorram com menos etapas e de forma contínua, aproximando o Pix de um modelo de uso recorrente, previsível e quase invisível. O lançamento reforça o papel da Bemobi como uma das protagonistas na adoção prática do Open Finance no Brasil, traduzindo avanços regulatórios em experiências concretas para empresas e usuários. Ao reduzir significativamente o número de etapas no momento do pagamento, a nova funcionalidade impacta diretamente indicadores-chave das empresas, como conversão, abandono de checkout e falhas de transação. Para o consumidor, o ganho está na simplicidade e na segurança. Para as companhias, o resultado é maior eficiência operacional e previsibilidade de receita. O Pix por Biometria já está disponível no Checkout da Bemobi e foi lançado inicialmente com a Sabesp, maior empresa de saneamento do Brasil, que se torna a primeira companhia de serviços essenciais a oferecer essa modalidade de pagamento a seus usuários. A funcionalidade será disponibilizada gradualmente para outros clientes da Bemobi nos setores de telecomunicações, utilities, educação e finanças. “Essa evolução amplia nosso portfólio e reforça nossa proposta de tornar pagamentos recorrentes mais simples, eficientes e integrados. O Pix por Biometria é mais um passo na construção de uma oferta fim a fim que combina Pix, cartões e novas tecnologias para reduzir fricção e melhorar a experiência do consumidor”, conclui Goldin.

Tecnologia e inteligência de gestão reforçam competitividade no varejo farmacêutico

Em meio ao avanço do uso da tecnologia no varejo farmacêutico, redes de farmácias de todo o Brasil vêm acelerando iniciativas voltadas à modernização da operação e ao fortalecimento das ações no ponto de venda. A Farmarcas, associação que reúne 11 redes de farmácias no país, tem ampliado projetos com foco em gestão e eficiência para apoiar suas mais de 1.700 lojas associadas, destacando-se em um cenário de transformação do consumo e aumento da concorrência no setor. A estratégia acompanha mudanças na forma como as farmácias se relacionam com seus clientes e busca antecipar demandas no atendimento. “O foco é entender melhor o comportamento do consumidor para evoluir a experiência dentro da loja”, afirma Marcelo Dantas, Diretor de Inovação e Tecnologia da Farmarcas. Para o executivo, o principal desafio é transformar excelência em prática rotineira. “Nossa proposta é levar a inteligência de gestão para o dia a dia das lojas associadas, apoiando decisões e aprimorando a execução”, diz. “Quando a operação ganha eficiência, o resultado aparece na ponta: mais consistência no atendimento e mais qualidade na execução.” Dantas reforça ainda que a evolução do varejo depende de iniciativas que consigam automatizar e otimizar processos, levando eficiência para a ponta. “O desafio é transformar processos em soluções escaláveis e usar tecnologia para gerar uma experiência melhor, tanto para o associado quanto para o consumidor”, afirma. Na prática, esse movimento já é percebido pelos associados. Edson Cruz, que possui 22 lojas da Ultra Popular em Rio Branco (AC), destaca o impacto das ferramentas de apoio à gestão na tomada de decisão e no planejamento operacional. “Somos associados há nove anos e a evolução é perceptível. As ferramentas disponíveis nos ajudam diariamente na análise do mix ideal das lojas, além de trazer números e dados da região que apoiam decisões mais assertivas. Isso nos fez evoluir tanto tecnologicamente quanto nas decisões comerciais”, relata. Ele acrescenta que, com as particularidades logísticas do estado, as informações e análises disponíveis ajudam no abastecimento e em ações mais estratégicas: “No Acre, temos algumas particularidades, como um lead time maior em comparação a outras regiões. Com o apoio e informações fornecidas pela Farmarcas, conseguimos adequar nosso estoque, cobrindo de forma mais eficiente as necessidades das lojas e, ao mesmo tempo, trabalhar com ações mais assertivas, considerando a concorrência e produtos mapeados pelos dados fornecidos”. Outro exemplo de execução bem-sucedida é a campanha promocional da Farmarcas “Compra Bem que a Sorte Vem”, que tem sido utilizada pelas redes como iniciativa de relacionamento com impacto direto no desempenho do ponto de venda. Augusto Bezerra de Oliveira Gomes, associado com lojas em Mato Grosso, Pará e Tocantins, destaca os efeitos no engajamento das equipes e na performance durante o período. “A promoção, sem dúvida, nos permitiu potencializar as vendas de não medicamentos. Os funcionários da farmácia passaram a incentivar os clientes a participarem, sempre com foco em benefícios reais e responsabilidade no atendimento”, afirma. Edson, por sua vez, destaca o impacto da campanha na mobilização interna e nos resultados do período. “Essa campanha é fundamental para o nosso negócio. Durante a ação, tivemos um engajamento muito grande da equipe, tanto nas transações vinculadas à promoção quanto no aumento de vendas de produtos de marcas próprias, que somam mais números da sorte para o cliente. Conseguimos elevar o faturamento no período, trazendo mais clientes para as lojas, com aumento médio de 30% em vendas durante a campanha”, comemora o associado. Para a Farmarcas, o avanço em gestão e eficiência tende a se tornar mais determinante para sustentar o crescimento e a competitividade no varejo farmacêutico, em um mercado com consumidores mais exigentes e mudanças constantes na dinâmica de compra.

Empresas já usam robôs humanoides para ganhar eficiência e reduzir custos

Robôs humanoides estão deixando os laboratórios e ganhando espaço no ambiente corporativo. Combinando inteligência artificial e automação inteligente, essas soluções vêm sendo adotadas por empresas que buscam mais eficiência operacional, redução de custos e maior previsibilidade nos processos. Um levantamento da McKinsey aponta que a Automação de Processos Inteligentes pode aumentar a eficiência em até 30% e reduzir despesas operacionais em até 25%. Um exemplo dessa transformação é o robô humanoide multifuncional da fabricante chinesa Unitree, importado para o Brasil pela Gohobby, principal distribuidora de drones da América Latina. Desenvolvido para realizar atividades repetitivas de forma precisa, o equipamento conta com API de desenvolvimento, possibilitando a criação de soluções de reconhecimento facial e de voz, entre outras, o que permite uma interação eficiente com pessoas e o ambiente ao seu redor.  Segundo Adriano Buzaid, CEO da Gohobby, o robô contribui diretamente para a otimização de tarefas e o aumento da produtividade em diferentes funções, que vão desde recepção e atendimento ao cliente até suporte em ambientes comerciais. “A Gohobby tem como propósito antecipar o futuro e tornar as novas tecnologias acessíveis ao mercado brasileiro. O humanoide se movimenta com agilidade em diferentes tipos de terreno, o que permite a aplicação em diversos setores como indústrias, centros de distribuição, hospitais e operações de serviços”, afirma. Cão-robô reforça segurança e fiscalização para monitoramento dentro das empresas A Gohobby também trouxe os cães-robôs GO2 e B2, equipados com inteligência artificial, sensores avançados e câmeras de alta resolução, utilizados para inspeções técnicas, supervisão de áreas amplas, segurança patrimonial e operações em ambientes de risco. Os modelos GO2 e B2 operam de forma autônoma ou por controle remoto, reduzindo a exposição humana em atividades sensíveis, como suporte a operações de socorro e apoio a ações de resgate e monitoramento em plataformas industriais, minas, fábricas e áreas afetadas por desastres. A adoção desses equipamentos contribui diretamente para a redução de riscos operacionais e para o fortalecimento das práticas de segurança corporativa. “Esses produtos representam um avanço concreto da robótica inteligente aplicada aos negócios. O cão-robô, também, vem se consolidando como um recurso estratégico para marketing e comunicação institucional. Sua presença inovadora gera alto engajamento em feiras e eventos, ampliando a visibilidade e o posicionamento das marcas”, conclui Buzaid.

De experimentação à autonomia: 7 tendências de IA que vão definir 2026

Após dois anos de experimentação, 2026 marca o momento em que a inteligência artificial deixa de ser laboratório e passa a ser operação. Se 2025 foi um período de testes e aprendizado, o novo ciclo consolida a IA como tecnologia de execução, capaz de assumir tarefas complexas de forma autônoma e inaugurar a era dos agentes autônomos. “A discussão sobre IA mudou de patamar. Não se trata mais de gerar textos ou imagens, mas de sistemas capazes de agir no mundo real”, afirma Fernando Wolff, CEO da Tech for Humans, consultoria especializada na implementação de agentes de IA em processos críticos de negócios, transformando desafios técnicos em experiências humanas e personalizadas. “Estamos falando de tecnologias que percebem o ambiente, tomam decisões e executam processos com mínima intervenção humana. O avanço é corroborado por um relatório recente da Deloitte, que aponta o fim das mudanças tecnológicas incrementais. Segundo o estudo, a inteligência artificial se consolida como um vetor central de transformação estrutural nos negócios, no trabalho e na sociedade. Diante desse cenário, Wolff destaca sete tendências que devem orientar a evolução da IA ao longo de 2026. 1. Ascensão da IA agêntica A principal virada está na transição da IA generativa, voltada à criação de conteúdo,  para a IA agêntica, capaz de planejar, decidir e executar ações. Em vez de responder a comandos pontuais, os agentes passam a atuar de ponta a ponta em processos inteiros. “O desafio não é automatizar tarefas isoladas, mas redesenhar fluxos de trabalho para uma lógica híbrida,  na qual humanos e agentes operam juntos”, explica Wolff. 2. IA física e robôs autônomos A inteligência artificial também ganha presença no mundo físico. Robôs deixam ambientes controlados e passam a atuar em contextos reais, dinâmicos e imprevisíveis, apoiados por sistemas que integram visão, linguagem e ação. “O interesse por robôs humanoides é pragmático. O mundo foi projetado para humanos, e adaptar máquinas a essa lógica é mais eficiente do que transformar toda a infraestrutura existente”, afirma o executivo. 3. Edge AI: inteligência fora da nuvem  Outra tendência é o avanço da Edge AI, que leva o processamento de dados para o próprio dispositivo. O modelo reduz latência, custos operacionais, dependência de conectividade e riscos à privacidade. “Em aplicações críticas, a decisão precisa acontecer no local. Esperar a resposta da nuvem simplesmente não é viável”, diz Wolff. 4. O fim do ‘faça você mesmo’ em IA  Com a maturidade do mercado, empresas passam a reconhecer a complexidade de desenvolver, orquestrar e governar sistemas de IA internamente. A tendência é abandonar o modelo artesanal e buscar execução especializada. “Entender a tecnologia não significa que a empresa precise se tornar uma desenvolvedora de IA. O foco passa a ser o impacto no negócio, não a infraestrutura”, analisa. 5. Segurança, Shadow AI e defesa ativa  O uso não autorizado de ferramentas de IA por funcionários — conhecido como Shadow AI — e a adoção da tecnologia por agentes mal-intencionados ampliam os riscos. Como resposta, cresce o uso de defesa ativa, com sistemas de IA testando continuamente as próprias vulnerabilidades das organizações. “O objetivo não é bloquear a inovação, mas estabelecer governança, visibilidade e limites claros”, destaca Wolff. 6. IA como amplificadora do trabalho humano  A ideia de substituição perde espaço para a colaboração. A IA assume tarefas operacionais e analíticas, enquanto profissionais se concentram em estratégia, criatividade e tomada de decisão. “O futuro não é humano contra máquina, mas humanos ampliados pela máquina”, resume o CEO. 7. IA e computação quântica na ciência A combinação entre IA e computação quântica promete acelerar descobertas científicas em áreas como novos medicamentos, materiais avançados e energia. A tecnologia passa a atuar como parceira ativa em pesquisa e desenvolvimento. “A IA deixa o ambiente corporativo e entra definitivamente no laboratório, mudando a velocidade da inovação científica”, afirma Wolff. Para 2026, o consenso é claro: o tempo entre inovação e adoção está cada vez menor. Empresas que aguardarem estabilidade total para agir podem encontrar um mercado já operando em outro ritmo. “A questão central deixou de ser o que a IA é capaz de fazer. O verdadeiro desafio agora é decidir quando e como permitir que ela opere ao lado dos humanos”, conclui.

Governança de TI e controle de custos: por que a visibilidade virou vantagem competitiva

*Paulo Amorim A rápida evolução dos ambientes de Tecnologia da Informação trouxe ganhos importantes de agilidade e inovação para as empresas. Cloud computing, soluções SaaS e arquiteturas híbridas tornaram-se parte da rotina corporativa, permitindo escalar operações e lançar novos serviços com mais rapidez. No entanto, esse avanço também trouxe um desafio crescente: a perda de visibilidade sobre custos, contratos, licenças e ativos de TI e Telcom. Durante muitos anos, a gestão de TI esteve centrada em ambientes on-premises, com investimentos previsíveis e ciclos de contratação bem definidos. Hoje, o modelo é radicalmente diferente. Recursos são contratados sob demanda, aplicações são pagas por subscrição e diferentes áreas do negócio passam a consumir tecnologia de forma descentralizada. De acordo com a Gartner, mais de 70% das empresas afirmam ter dificuldade em acompanhar e controlar os custos em ambientes cloud e híbridos, o que evidencia a complexidade deste novo cenário. É neste contexto que a governança de TI e Telcom deixa de ser apenas um tema operacional e passa a assumir um papel claramente estratégico. Ter visibilidade sobre o que está contratado, como os recursos são utilizados e quais custos estão associados a cada serviço tornou-se essencial para garantir previsibilidade financeira e apoiar decisões mais assertivas. Estudos da IDC indicam que organizações com práticas maduras de governança conseguem reduzir entre 15% e 25% dos seus custos operacionais em TI, sobretudo através da eliminação de desperdícios e da otimização do consumo. O controle de contratos e licenças é um dos pontos mais críticos deste processo. Segundo o relatório State of the Cloud da Flexera, cerca de 30% dos gastos com cloud são desperdiçados devido a recursos subutilizados, licenças desnecessárias ou má gestão de contratos. Em ambientes SaaS, o cenário é semelhante: aplicações continuam a ser pagas mesmo sem uso efetivo, gerando custos invisíveis que se acumulam ao longo do tempo. Uma governança eficaz permite mapear estes ativos, renegociar contratos e ajustar o consumo à real necessidade do negócio. Para além do impacto financeiro direto, a visibilidade também fortalece a tomada de decisão. Com dados consolidados sobre custos, desempenho e utilização dos recursos de TI e Telecom, líderes passam a atuar de forma preventiva e estratégica. A própria Gartner aponta que empresas orientadas por dados têm três vezes mais probabilidade de melhorar significativamente a eficiência das suas decisões de investimento em tecnologia, reduzindo riscos e aumentando o retorno sobre o capital aplicado. Outro fator relevante é a ligação entre governança, segurança e conformidade. A proliferação de serviços cloud e SaaS sem controle centralizado — fenômeno conhecido como shadow IT — aumenta a exposição a riscos operacionais e falhas de compliance. Estimativas do setor indicam que até 40% das aplicações utilizadas nas empresas não passam pelo crivo formal da área de TI. Uma governança bem estruturada garante não apenas eficiência financeira, mas também maior controle sobre dados, acessos e responsabilidades, especialmente em ambientes híbridos e distribuídos. A visibilidade é o alicerce de uma TI eficiente e estratégica. Governança não significa burocracia, mas sim clareza, previsibilidade e capacidade de decisão. Num cenário cada vez mais complexo, as empresas que conseguem enxergar com precisão onde e como investem em tecnologia transformam o controle de custos numa verdadeira vantagem competitiva. Mais do que acompanhar a evolução tecnológica, o desafio das organizações é governá-la de forma inteligente. E, nesse caminho, a visibilidade deixa de ser apenas um benefício operacional para se tornar um diferencial estratégico capaz de sustentar crescimento, inovação e resultados consistentes. *Paulo Amorim é engenheiro Mecânico Nuclear pela Universidade de Utah (EUA), MBA pela BYU Marriott Business School of Business, CEO e fundador da K2A Technology Solutions

Mercado: Empreender em 2026 sem IA será como correr uma maratona de chinelo, dizem especialistas

Dizem que no Brasil o ano só começa depois do Carnaval. E o cenário para quem deseja abrir o próprio negócio no País, em 2026, é marcado por um paradoxo: ao mesmo tempo em que as barreiras tecnológicas diminuíram e estão mais acessíveis, a exigência por profissionalismo nunca foi tão alta. De janeiro a novembro de 2025, 4,6 milhões de novos pequenos negócios foram iniciados no Brasil. Do total de empresasabertas,97% são pequenos negócios – sendo 77% microempreendedores individuais (MEI), 19% microempresas e 4% empresas de pequeno porte. Dados do Sebrae mostram ainda que quase 40% dos brasileiros adultos pretendem abrir um negócio nos próximos três anos; um dos índices mais elevados do mundo. O fim da “era do improviso” Diante desse cenário, o empreendedor atual precisará ir além do improviso e adotar uma postura mais profissional desde o primeiro dia, avalia Alan Sales da Fonseca, especialista em Finanças e diretor de Operações do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR). “Quem quiser empreender com chance real de sobreviver e crescer precisa observar movimentos que já estão em curso. O uso de tecnologia, especialmente da Inteligência Artificial (IA), muda completamente a estrutura de custos e a capacidade de execução de um negócio”, afirma. Posição semelhante tem Fabricio Pelloso, head de Inovação e coordenador do Integrow, ecossistema do Grupo Integrado voltado à promoção da cultura empreendedora, da pesquisa aplicada e da inovação. Para ele, o ambiente de negócios em 2026 será moldado pela convergência entre políticas de inovação, tecnologias exponenciais cada vez mais acessíveis e consumidores mais conscientes. “Startups e novos negócios precisarão demonstrar eficiência, impacto e capacidade de adaptação rápida. Quem incorpora tecnologia e visão de impacto desde o início tende a sair na frente”, destaca. Por onde começar? A recomendação dos especialistas para o empreendedor neste ano é inverter a lógica tradicional: em vez de focar no produto, deve-se focar no problema que deseja resolver. “Validar ideias em pequena escala e estruturar um plano financeiro básico são atitudes que reduzem riscos”, sugere Fabricio Pelloso. “O mercado que se desenha é fértil, mas seletivo. A receita para a longevidade, ao que tudo indica, combina três ingredientes: disciplina de gestão, visão de oportunidade e abertura radical às novas tecnologias”, complementa Alan Sales da Fonseca. 5 tendências para quem deseja empreender em 2026 Para nortear quem planeja tirar as ideias e os projetos do papel, os dois especialistas mapearam cinco tendências essenciais para o sucesso em 2026: 1. Inteligência Artificial no centro da operação A adoção intensiva de IA será praticamente obrigatória. Ferramentas de automação, atendimento, marketing, análise de dados e gestão financeira estão cada vez mais acessíveis e permitem que pequenos negócios operem com eficiência semelhante à de grandes empresas. “Empreender sem IA será como correr uma maratona de chinelo”, resume Fonseca. 2. Impacto e ESG como proposta de valor Negócios orientados apenas pelo lucro tendem a perder espaço. Clientes, investidores e instituições financeiras buscam empresas capazes de gerar impacto social ou ambiental positivo de forma mensurável. “Sustentabilidade, economia verde e responsabilidade social deixam de ser discurso e passam a integrar o modelo de negócio”, comenta Pelloso. 3. Jornada do cliente totalmente digital Não basta estar presente nas redes sociais. A experiência do cliente precisa ser integrada, permitindo descoberta, compra, pagamento e relacionamento por canais digitais. Mesmo empresas físicas precisam adotar jornadas híbridas, combinando tecnologia com atendimento humanizado. 4. Comunidade e recorrência no lugar da venda pontual Modelos baseados em assinaturas, clubes, fidelização e comunidades em torno da marca ganham força.            5. Gestão profissional desde o início O improviso tende a custar caro. Controle financeiro, acompanhamento de indicadores, entendimento de margens e fluxo de caixa passam a ser indispensáveis. Plataformas digitais e IA ajudam o empreendedor a tomar decisões baseadas em dados e não apenas na intuição. “Além de fortalecer o relacionamento com o cliente, essas estratégias reduzem custos de aquisição e tornam o fluxo de caixa mais previsível”, explica Fabrício Pelloso. Sobre o Centro Universitário Integrado Localizado em Campo Mourão–PR, o Centro Universitário Integrado oferece, há mais de 25 anos, ensino superior de excelência reconhecido pelo MEC, com nota máxima (5) no Conceito Institucional. Alinhado às demandas do mercado, a instituição busca promover uma formação voltada ao desenvolvimento de competências essenciais para os profissionais de hoje e do futuro. Conta com infraestrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, metodologias de ensino inovadoras e um corpo docente com sólida experiência acadêmica e prática profissional. Em 2022, implementou o Integrow — Ecossistema de Inovação Integrado, voltado à promoção da cultura empreendedora, da pesquisa aplicada e da inovação. Atualmente, o Integrado oferece mais de 60 cursos de graduação nas modalidades presencial, semipresencial e a distância — incluindo áreas como Direito, Medicina e Odontologia — além de mais de 70 cursos de pós-graduação em diversas áreas do conhecimento.

Na era da IA, autenticidade vira diferencial competitivo para PMEs e franquias, aponta Fatos&Ideias Comunicação

Com a popularização da inteligência artificial na produção de textos, imagens e vídeos, o mercado vive um paradoxo: nunca foi tão fácil produzir conteúdo, mas nunca foi tão difícil se diferenciar. Nesse cenário, a autenticidade voltou a ser o principal ativo das marcas, especialmente para pequenas e médias empresas e redes de franquias, que precisam construir credibilidade, reputação e confiança junto ao público e à imprensa. É nesse contexto que a Fatos&Ideias Comunicação, agência especializada em assessoria de comunicação estratégica para PMEs e franquias, vem se destacando ao apostar em conteúdos com propósito, narrativas reais e posicionamento consistente, indo além do uso mecânico da tecnologia. “A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa, mas não substitui a essência da marca, sua história e seu impacto real no mercado. Nosso trabalho é transformar fatos, decisões estratégicas e trajetórias empresariais em conteúdos relevantes, humanos e jornalisticamente interessantes”, explica Renata Brito, jornalista e diretora de comunicação da Fatos&Ideias Comunicação. Assessoria de imprensa como estratégia — não apenas divulgação Segundo Renata, a assessoria de imprensa deixou de ser apenas um canal de exposição e passou a atuar como ferramenta estratégica de branding, autoridade e negócios. “A Fatos&Ideias trabalha na construção de pautas que conectam o posicionamento das empresas a temas de interesse do mercado, como empreendedorismo, franchising, inovação, comportamento do consumidor e economia”, explica. No caso de PMEs e franquias, esse trabalho é ainda mais relevante. Muitas vezes, são marcas com histórias fortes, diferenciais claros e impacto regional ou nacional, mas que não sabem como traduzir isso em linguagem jornalística. “Nosso papel é ajudar o empreendedor a entender que ele tem pauta, tem voz e tem relevância. A IA pode apoiar processos, mas a estratégia, o olhar crítico e a curadoria da informação continuam sendo humanos”, reforça a agência. Conteúdos autênticos ganham mais espaço na mídia Em um ambiente saturado por releases genéricos e textos automatizados, jornalistas e veículos têm valorizado cada vez mais histórias bem apuradas, dados contextualizados e fontes confiáveis. A diretora da Fatos&Ideias Comunicação explica que isso exige planejamento, escuta ativa do cliente e profundo entendimento do mercado em que ele atua. “A agência atua desde a definição de posicionamento até a criação de pautas exclusivas, relacionamento com a imprensa e gestão de reputação, sempre com foco em conteúdos originais, alinhados à realidade do negócio e às demandas editoriais. Autenticidade não é tendência, é necessidade. Na era da IA, quem comunica com verdade se destaca”, conclui Renata.

Tecnologia e inovação fomentam o desenvolvimento de empresas no Brasil em 2026

Por Andressa Melo Atualmente, o Brasil é a maior economia da América Latina, com um Produto Interno Bruto (PIB) estimado em R$ 11,7 trilhões em 2024. No entanto, essa liderança não é observada em outros campos de desenvolvimento. O Índice Global de Inovação (IGI), por exemplo, aponta um cenário de declínio no segmento de tecnologia e inovação no país. Esse resultado é um reflexo de um ecossistema inovativo com grande potencial que ainda apresenta entraves em sua estrutura. O IGI é um indicador global que avalia anualmente o ritmo da inovação nos países e aponta os clusters de maior destaque. Ele é estruturado a partir de 4 métricas: ciência e investimentos em inovação, progresso tecnológico, adoção tecnológica e impacto socioeconômico. Os resultados do índice, ainda que o país tenha caído algumas posições, são promissores. Considerando o cenário de baixa estabilidade regulamentar e falta de integração entre academia e setor produtivo, pode-se dizer que o cenário de tecnologia e inovação do Brasil é contrastante, apresentando bons resultados em um ambiente não propício para seu desenvolvimento. Cenário de tecnologia e inovação No Índice de 2025, o Brasil figurou na 2ª posição na categoria “líderes de inovação” na América Latina e Caribe, atrás apenas do Chile, e na 52ª no ranking geral. Essa colocação representa uma queda quando comparada com a pesquisa do ano anterior, edição em que o país liderava a categoria. O cenário brasileiro apresenta como pontos fortes a produção científica e um ecossistema empresarial que cresce em tamanho e sofisticação.  Esses avanços são frutos dos esforços das companhias para se manterem competitivas frente ao mercado global. Isso ocorre em função das demandas comerciais e das adaptações às mudanças tecnológicas do ambiente corporativo. Por isso, o ano de 2026 será um período-chave para as organizações brasileiras se anteciparem e conseguirem alcançar competitividade global. O futuro do cenário empresarial e industrial no país está ancorado em quatro áreas principais de desenvolvimento, que vão desde aplicação de práticas sustentáveis até mão de obra híbrida. Perspectivas e oportunidades para o futuro O cenário brasileiro de inovação apresenta uma perspectiva otimista para os próximos anos. Setores como o químico e farmacêutico, que possuem uma ligação mais próxima com a academia, conseguem inovar de maneira mais clara. A indústria automotiva, por outro lado, tem crescido consistentemente, principalmente devido à regulamentação do Programa Mover. Para que este processo se mantenha constante, as organizações precisam acompanhar as áreas de desenvolvimento, como sustentabilidade digital e eficiência energética, que geram ganhos econômicos e ambientais; uso estratégico e consciente de inteligência artificial, evitando gastos com ferramentas desnecessárias; redução de impactos ambientais, alinhando expectativas de consumidores e parceiros e incentivando investidores; e capacitação e mão de obra híbrida, antecipando a incorporação massiva da automação inteligente no fluxo de trabalho direto dos colaboradores. Sendo assim, segmentos que têm recebido recursos e investimentos conseguem desenvolver projetos de tecnologia e inovação mais completos e estruturados, acompanhando as tendências. Por isso, políticas de incentivos fiscais têm se tornado o principal elemento para o fomento de um ecossistema inovativo dentro das companhias. No entanto, muitas leis de fomento existentes têm prazo de vigência limitado ou permanecem sem avanços há anos, como as PLs nº 4.944 e 2.838/2020 que estão sem movimentação há cinco anos. Até o momento, o cenário tributário não apresenta alinhamento com a realidade de um país que oferece recursos necessários para incentivar e sustentar a inovação. Para que o Brasil se destaque como polo de tecnologia e inovação novamente, é essencial avançar em políticas públicas que fortaleçam a formação em ciência e tecnologia, acompanhadas de mecanismos fiscais e do estreitamento das relações entre academia e setor produtivo. Exemplos como a própria Lei do Bem, que, mesmo sem as atualizações essenciais, aumentou em 2.800% os investimentos em inovação nos últimos 20 anos, evidenciam que esses recursos possuem uma importância significativa para o cenário econômico e inovativo do país. Andressa Melo é Diretora LATAM de Inovação do FI Group, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

Lançamento do Project Genie do Google DeepMind acelera transição da IA para agentes inteligentes

O Google DeepMind anunciou o lançamento oficial do Project Genie, um modelo de inteligência artificial capaz de aprender a dinâmica de ambientes interativos apenas observando vídeos, sem necessidade de regras pré-programadas. A tecnologia inaugura uma etapa crucial no desenvolvimento de sistemas autônomos ao permitir que a IA compreenda e simule ambientes complexos a partir de dados visuais. O avanço ocorre em um momento de consolidação do setor: segundo o AI Index Report 2025, da Universidade de Stanford, o investimento privado global em inteligência artificial atingiu patamares recordes, acompanhando uma adoção corporativa que já se tornou padrão na maioria das organizações globais. Renato Asse, fundador da Comunidade Sem Codar, maior ecossistema de No Code e IA da América Latina, avalia que o lançamento representa uma mudança estrutural. “O Project Genie mostra que estamos avançando de modelos que apenas respondem a comandos para sistemas que entendem a lógica de ambientes. Quando a IA aprende observando vídeos e recria dinâmicas interativas, ela passa a simular cenários e testar decisões. Isso amplia o campo de aplicações práticas e acelera a chegada de agentes capazes de operar com autonomia em fluxos complexos”, afirma. O movimento do DeepMind reforça uma tendência estratégica entre grandes laboratórios: o investimento em modelos treinados por simulação e interação, e não apenas por texto. Essa transição aproxima a IA de aplicações sofisticadas, como agentes capazes de operar fluxos de trabalho, simuladores educacionais e sistemas de treinamento corporativo. Para o ecossistema de No Code, a evolução sinaliza um futuro em que criadores poderão desenvolver experiências interativas e agentes inteligentes sem a necessidade de programação avançada. Ao analisar os impactos para o mercado latino-americano, Renato Asse destaca a democratização do acesso a capacidades técnicas avançadas. “Com modelos que compreendem e simulam dinâmicas de forma autônoma, criadores e empresas ganham liberdade para construir sistemas complexos. Isso posiciona a América Latina para aproveitar a próxima etapa da evolução da inteligência artificial, transformando o modo como desenhamos automações e produtos digitais”, conclui.

Com IA, Cory transforma sua trajetória em desfile de Carnaval

Quando a história é grandiosa demais, merece ganhar a avenida. Foi com essa premissa que a Cory Alimentos transformou sua trajetória empresarial em um desfile fictício no Sambódromo do Anhembi, produzido integralmente com recursos de Inteligência Artificial (IA). O vídeo, exibido durante a Convenção de Vendas da companhia e divulgado em suas redes sociais, utiliza estética carnavalesca para narrar a trajetória de Nelson Nascimento, fundador da Cory, por meio de carros alegóricos que representam capítulos marcantes da história da indústria. Cada ala simboliza momentos reais da empresa: da padaria simples sem forno ao nascimento da indústria; da fábrica lacrada à superação construída com os colaboradores; do beijo da Icekiss à consolidação de marcas como Hipopó e às iniciativas sociais do ICEC; das crises ao aprendizado e à inovação contínua. IA como ferramenta de storytelling corporativo O projeto foi desenvolvido pelo CriOz Studio, responsável pela produção do vídeo e aplicação da Inteligência Artificial. A criação e o roteiro são assinados por Bruna Mendes Lopes, Head de Comunicação da Cory, e Lidi Máximo da Silva, da área de Relacionamento com o Consumidor e Eventos da empresa. Já o enredo foi composto por Eudes França e Apito de Mestre, com interpretação de Juninho Branco. Segundo Felipe Lopes, diretor criativo da CriOz Studio, o maior desafio foi trabalhar a fisionomia de Nelson Nascimento e seus familiares para alcançar o máximo de realismo nas cenas. Tanto que para chegar ao resultado final, do vídeo de cinco minutos, foram gerados e editados mais de 900 vídeos e cerca de 400 imagens. “São muitos elementos para compor uma sequência consistente em Inteligência Artificial. O processo exige testes, ajustes e refinamento contínuo até que todas as camadas visuais conversem entre si”, afirma. Para o diretor executivo da Cory, Felipe Nascimento, a IA é uma ferramenta estratégica e que permitiu contar a história da empresa de forma grandiosa. “Fui surpreendido com o vídeo durante a Convenção de Vendas, assim como o meu avô. A reação foi imediata. Ver a trajetória dele transformada em desfile emocionou todo o time e reforçou o quanto essa construção é coletiva. A tecnologia foi o meio, mas o que realmente tocou foi a mensagem”, conclui. Veja o vídeo completo: CRÉDITOS Produção vídeo e IA: CriOz Studio Criação e roteiro: Bruna Mendes Lopes, Head de Comunicação, e Lidi Máximo da Silva, Relacionamento com o consumidor e eventos da Cory Alimentos Composição enredo: Eudes Franca e Apito de Mestre

Speakfy aposta em IA para resolver um dos maiores desafios da liderança moderna: comunicar com clareza e poder

São Paulo / Los Angeles  — Em um cenário corporativo cada vez mais global, digital e orientado à performance, a comunicação deixou de ser uma habilidade complementar e passou a ocupar o centro das decisões de liderança. É nesse contexto que nasce a Speakfy (https://speakfy.me), plataforma de inteligência artificial voltada ao desenvolvimento de comunicação estratégica, assertiva e de alto impacto para executivos, líderes e profissionais que atuam em ambientes complexos e multiculturais. A startup foi fundada por Mayte Carvalho, executiva com experiência em cargos de liderança C-suite em Nova York e Los Angeles (ex-Omnicom e Flag), mestre em Comunicação e Semiótica e autora best-seller na área de comunicação e por João González, ex produto noIfood e DocPlanner.  A proposta da Speakfy é clara: transformar a forma como profissionais treinam, medem e aprimoram sua capacidade de se expressar, com foco em clareza, persuasão e posicionamento. “Comunicação não é apenas sobre falar bem, é sobre gerar entendimento, influência e decisão. A Speakfy nasce para tratar comunicação como um ativo estratégico de negócio”, afirma Mayte. Com o dashboard exclusivo para gestores, a plataforma ainda oferece insights sobre a melhora contínua, especialmente entre times globais, e seu respectivo impacto na produtividade. Comunicação como skill estratégica A plataforma utiliza modelos avançados de IA para analisar padrões de linguagem, estrutura de discurso e clareza de mensagem, oferecendo feedback em tempo real e exercícios personalizados. O objetivo é apoiar desde apresentações executivas e negociações até entrevistas, pitches e contextos de liderança internacional.A Speakfy é alimentada pelo Google Gemini 2.5 Flash, um dos modelos de linguagem mais avançados do mercado, integrado através de uma arquitetura serverless que garante respostas rápidas e escalabilidade.Cruza personas através da metodologia Meyers Brigg e oferece análises de sentido/ajustes culturais para mercados como Estados Unidosl O processamento de IA ocorre em tempo real, permitindo análises em menos de 3 segundos, transformando comunicação em algo treinável, mensurável e estratégico, do mesmo jeito que tratamos produto, vendas ou performance. Diferentemente de soluções tradicionais de treinamento, a Speakfy aposta em um modelo contínuo, mensurável e aplicado à realidade profissional, integrando tecnologia, teoria da comunicação e fundamentos da semiótica. Experiência global no centro da solução A trajetória internacional da fundadora é um dos pilares da proposta. Com atuação em mercados como Estados Unidos e Europa, Mayte Carvalho construiu sua carreira orientando executivos e organizações a navegar diferenças culturais, expectativas de liderança e padrões de comunicação de alto nível. Essa experiência se reflete no posicionamento da plataforma, que atende profissionais que precisam se comunicar com precisão em ambientes corporativos exigentes, especialmente em contextos globais e bilíngues. Mayte ministra treinamentos de comunicação para empresas como IBM, Stellantis, Banco do Brasil, Ambev entre outras e vê no dia a dia corporativo como a ausência de uma comunicação clara e fluida impacta a performance e a produtividade. Mercado em expansão Com o avanço do trabalho remoto, da internacionalização das carreiras e da automação de processos, habilidades humanas como comunicação, pensamento crítico e influência ganham ainda mais relevância. A Speakfy entra nesse mercado com uma proposta que une tecnologia e profundidade conceitual, mirando executivos, líderes emergentes, empreendedores e empresas que veem a comunicação como fator direto de performance. A plataforma já está disponível globalmente em versão web. speakfy.me

Schneider Electric se torna a parceira oficial de Tecnologia de Energia da McLaren Racing

A McLaren Racing e a Schneider Electric, líder global em tecnologia de energia, anunciam que a Schneider Electric se tornará a Parceira Oficial de Tecnologia de Energia da McLaren Racing, incluindo a equipe McLaren Mastercard de Fórmula 1, a equipe Arrow McLaren da IndyCar e a McLaren F1 Academy, bem como a equipe McLaren United Autosports WEC Hypercar. Juntas, Schneider Electric e McLaren Racing irão desenvolver e implementar tecnologias de energia que possibilitam desempenho máximo nos ambientes mais exigentes, seja fornecendo soluções robustas de energia à beira das pistas em circuitos de corrida ao redor do mundo ou na base da equipe, no McLaren Technology Centre, em Woking, no Reino Unido. No centro da parceria está uma cultura compartilhada fundamentada em inteligência de dados, inovação acelerada e excelência em engenharia. Schneider Electric e McLaren Racing vão ampliar sua relação como fornecedoras, que se estende por mais de 20 anos, solucionando desafios complexos de energia em que performance e operação contínua e consistente são inegociáveis. Isso incluirá a otimização de ativos existentes dentro e ao redor do túnel de vento, das instalações de manufatura, dos data centers de TI e de outras áreas com sistemas resilientes para reduzir o consumo de energia, permitir a eletrificação por meio de tecnologias de energia avançadas e utilizar a tecnologia de gêmeos digitais para gerar insights de dados que aumentem a eficiência e a sustentabilidade. Zak Brown, CEO da McLaren Racing, afirma: “Temos orgulho em dar as boas-vindas à Schneider Electric como nossa Parceira Oficial de Tecnologia de Energia. Esta parceria é construída sobre fundamentos sólidos e reflete nosso compromisso compartilhado com a inovação e a eficiência energética. Ao combinar a expertise da Schneider Electric em tecnologia de energia com a busca da McLaren por desempenho, exploraremos novas formas de tornar nossas operações mais inteligentes e eficientes.” Olivier Blum, CEO da Schneider Electric, diz: “As corridas são um dos ambientes mais desafiadores para demonstrar o valor de tecnologias avançadas de energia e digitais. A McLaren Racing leva cada sistema ao limite, e é exatamente nesse cenário que nossa expertise em desempenho, confiabilidade e eficiência faz a diferença. Temos orgulho de nos tornar a Parceira Oficial de Tecnologia de Energia da McLaren, fornecendo a inteligência energética da qual eles dependem tanto dentro quanto fora das pistas.”

DXC Technology conclui implementação global do Amazon Quick e lança nova unidade de negócios para acelerar a IA

A DXC Technology (NYSE: DXC), parceira líder em tecnologia e inovação empresarial, anuncia a conclusão da implementação de larga escala do Amazon Quick, o workspace digital baseado em IA de agentes, para toda a sua força de trabalho global de 115.000 funcionários em 70 países. Simultaneamente, a companhia lança a DXC Amazon Quick Practice, uma nova unidade de negócios focada em impulsionar a competitividade das empresas no cenário global, ajudando-as a operacionalizar a IA em escala dentro de ecossistemas corporativos complexos e multivariados. Este anúncio representa uma das maiores implementações do Amazon Quick até o momento e reforça a abordagem “Customer Zero” da DXC. Ao operar novas tecnologias internamente sob rigorosas condições de segurança e governança, a DXC valida o que realmente funciona antes de apoiar os clientes em suas próprias jornadas de transformação. Utilizando os mesmos modelos operacionais e estruturas de conformidade aplicados internamente, a empresa auxilia seus clientes a mover a IA de programas piloto para a produção total com maior velocidade, confiança e eficiência operacional. IA Empresarial: Eficiência e Governança Comprovadas na DXC A DXC implementou o Amazon Quick para elevar o patamar de como seus funcionários acessam informações e colaboram em uma operação global altamente distribuída. A plataforma conecta as equipes a dados confiáveis, garantindo que a inovação caminhe lado a lado com rigorosos requisitos de segurança e conformidade de nível corporativo — um diferencial crítico para mercados com legislações de dados rigorosas. Como parte da iniciativa, foi introduzido o AI Advisor Agent, um ponto único de acesso para conhecimento e ferramentas de IA utilizado por mais de 40.000 engenheiros. O projeto também inclui consultores de IA focados em processos vitais, como o Supply Chain Advisor, que fornece orientações operacionais rápidas e validadas para as equipes de suprimentos. A eliminação de silos entre sistemas distintos acelerou a tomada de decisões e a produtividade. A iniciativa é liderada pelo Chief Digital Information Officer da DXC, Russell Jukes, e reflete um modelo de execução que unifica a agenda digital, de informação e de IA para acelerar a entrega de valor em escala empresarial. “A implementação do Amazon Quick em nossa força de trabalho global nos deu a oportunidade de realizar um teste de estresse em escala real”, afirma Russell Jukes. “Vimos em primeira mão como a IA, quando conectada à forma como as pessoas trabalham e aos processos dos quais elas dependem, pode reduzir o atrito e ajudar as equipes a operar de forma mais eficaz com as salvaguardas e governança corretas. Essa experiência informa diretamente como ajudamos nossos clientes a avançar além dos pilotos e ativar a IA em suas empresas.” Lançamento da DXC Amazon Quick Practice: Foco em Setores Estratégicos A nova unidade de negócios nasce com o respaldo de uma força de trabalho qualificada, contando com mais de 10.000 profissionais certificados em Amazon, dos quais mil possuem especializações avançadas em IA. Esta fundação técnica permite que a prática combine metodologias de implementação comprovadas com modelos de governança robustos, garantindo que as empresas brasileiras e globais avancem para uma operacionalização responsável e segura da tecnologia. Equipes multifuncionais de arquitetos de IA e especialistas em adoção trabalham em parceria com os clientes para identificar casos de uso de alto impacto. O foco está na implantação rápida de recursos de IA seguros que abrangem desde pesquisas inteligentes e Business Intelligence (BI) avançado até automações de última geração. Além disso, a prática prioriza o coinvestimento com a Amazon em soluções verticais para setores motores da economia, como serviços financeiros, seguros e manufatura, acelerando o tempo de retorno sobre o investimento e gerando resultados de negócios mensuráveis. “Muitas empresas estão ansiosas para usar a IA, mas lutam para transformar pilotos em impacto real nos negócios”, observa Ramnath Venkataraman, Presidente de Consulting & Engineering Services da DXC. “A DXC Amazon Quick Practice ajuda os clientes a implantar IA com responsabilidade, conformidade e resultados. Isso é um trampolim para a transformação empresarial, focada em tornar a IA prática, escalável e integrada às operações diárias.” Jose Kunnackal John, Diretor do Amazon Quick, reforça a sinergia: “O Amazon Quick foi projetado para habilitar a IA diretamente onde as pessoas trabalham. A DXC provou o poder da plataforma ao integrá-la com sucesso nos fluxos de trabalho de 115 mil funcionários. Juntos, oferecemos às empresas um caminho confiável para implantar a IA em escala dentro dos sistemas e dados que elas já utilizam, respeitando a integridade das informações corporativas.” A DXC Amazon Quick Practice consolida a parceria de longa data entre as duas empresas, ajudando as organizações a navegar na crescente complexidade tecnológica ao integrar e gerenciar soluções de IA dentro de seus ambientes existentes de forma segura e sustentável.

Mais mulheres apostam na formação em tecnologia para enfrentar desigualdade no mercado

A procura de mulheres por formação na área de tecnologia aumentou ao longo de 2025, refletindo um movimento silencioso, porém consistente, de reação a um mercado que ainda impõe barreiras adicionais à progressão feminina. Cursos técnicos, certificações e programas de capacitação passaram a ser vistos não apenas como porta de entrada, mas como estratégia para disputar espaço em um setor marcado por desigualdade de gênero. Na Escola da Nuvem, organização voltada à formação em tecnologia, o avanço da participação feminina ficou evidente ao longo do último ano. Em 2024, as mulheres representavam 40,8% dos alunos que buscavam a instituição. Em 2025, esse percentual saltou para 50,3%, indicando uma virada relevante no perfil de quem procura qualificação na área. Para Ana Leticia Lucca, CRO da Escola da Nuvem, o movimento reflete uma leitura pragmática do mercado. “Muitas mulheres chegam buscando formação porque sabem que, sem uma base técnica forte, elas nem entram no processo. Existe uma consciência muito clara de que a régua é mais alta para elas”, afirma. A percepção se confirma nos dados do relatório “FOMO at work: The opportunity gap between men and women in tech”. Enquanto 75% dos homens acreditam que há igualdade no desenvolvimento de carreira, apenas 60% das mulheres concordam. Para 38% delas, as oportunidades não são iguais, contra 24% dos homens. A consequência aparece na rotina: 67% das mulheres dizem sentir que precisam trabalhar mais horas para avançar profissionalmente, frente a 56% dos homens. O peso da conciliação entre vida pessoal e profissional também recai de forma desigual. Segundo o estudo, 63% das mulheres afirmam que esse fator impacta significativamente ou de forma extrema sua progressão de carreira, percentual bem superior ao dos homens (49%). Mais da metade delas (52%) teme que faltar a eventos profissionais por compromissos familiares prejudique sua trajetória. “Essa busca por capacitação vem muito ligada à ideia de proteção de carreira. A formação passa a ser uma forma de reduzir vulnerabilidades em um ambiente que ainda penaliza mais as mulheres”, observa Ana Leticia. Na América Latina, o cenário é ainda mais complexo. O estudo “Closing the Gender Gap in Latin American Technology”, da McKinsey, mostra que, apesar da expansão do setor, a desigualdade de gênero na liderança voltou a crescer em 2022, a primeira vez desde 2016. As mulheres estão migrando para a tecnologia em proporção duas vezes maior que a dos homens, muitas vezes vindas de áreas como saúde e ciências sociais. Ainda assim, permanecem concentradas em funções como UX, UI, design e análise de dados, com presença quase inexistente em áreas como desenvolvimento back-end e cibersegurança. O gargalo aparece logo no início do funil. As mulheres representam apenas um terço dos candidatos às vagas de tecnologia, ainda que a taxa de contratação após entrevistas seja semelhante à dos homens. “Sem formação técnica, a mulher fica fora do jogo antes mesmo da entrevista. Isso ajuda a explicar por que tantas estão buscando cursos agora”, diz a executiva. A desigualdade salarial reforça essa lógica. Na América Latina, mulheres ganham, em média, 24% menos que os homens no setor de tecnologia, e apenas um quarto das grandes empresas possui políticas estruturadas de equidade salarial. À medida que a carreira avança, a presença feminina diminui: elas ocupam até 40% das posições iniciais, mas chegam a no máximo 30% dos cargos de liderança sênior. Para Ana Leticia, o aumento da procura por formação revela uma tentativa de romper o chamado “degrau quebrado” da carreira. “Quando elas conseguem acessar áreas mais técnicas e valorizadas, as chances de crescimento e permanência aumentam. A educação vira um instrumento concreto de mudança”, afirma.

Como a Casas Bahia garantiu a estabilidade das vendas em datas-chave para o varejo

O desenvolvimento exponencial do e-commerce desde a pandemia exige que grandes varejistas contem com uma infraestrutura tecnológica cada vez mais robusta. Períodos de alta demanda, como a Black Friday, Natal, e dias especiais, como o Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças, representam desafios estratégicos para garantir a estabilidade dos sistemas e a agilidade operacional. Para a Casas Bahia, as oportunidades de aprimoramento na automação, integração entre áreas e monitoramento unificado foram fundamentais para elevar a eficiência operacional e o desempenho digital.  A Nava foi a parceira da Casas Bahia na missão de otimizar a performance das operações de TI e Telecom, desenvolvendo um centro de comando dedicado à gestão de uma infraestrutura complexa, que abrange 1.050 lojas e 2.500 itens de TI e Telecom monitorados. “Em datas críticas para o varejo, cada segundo faz diferença. Por isso, trabalhamos na consolidação de uma estrutura inteligente, automatizada e capaz de responder rapidamente a qualquer anomalia, assegurando a continuidade das operações e proporcionando a melhor experiência para o cliente final”, afirma Maurício César, Chief Operation Officer da Nava. O Command Center dedicado garante estabilidade, segurança e visibilidade em tempo real dos ambientes críticos. Sustentado por uma abordagem orientada a dados e automação, atua de forma integrada e preventiva, antecipando falhas, mitigando riscos e fortalecendo a resiliência dos sistemas corporativos. Em um ano, a operação lidou com cerca de 45 mil eventos filtrados e gerenciados de forma preditiva. A solução também proporcionou uma gestão mais ágil e proativa, reduzindo esforços operacionais e aumentando a capacidade de resposta da equipe técnica. O projeto também incluiu o tratamento de 9 mil chamados, prevendo a realização de mais de 1.000 sessões anuais de salas de operações conhecidas como war room, para agilidade de tomada de decisões e ação estratégica em momentos de alta criticidade, e da gestão de 80 situações de crise, momentos em que uma loja fica indisponível, física e/ou digitalmente. O impacto direto nas vendas também foi significativo: o foco na disponibilidade tecnológica resultou em desempenho comercial superior e em uma experiência positiva para o cliente final. A resposta em tempo real da força-tarefa dedicada a eventos críticos, como a Black Friday, evitou interrupções e assegurou alta performance operacional, garantindo que a operação funcionasse de maneira contínua e confiável. Com o projeto, a operação digital da Casas Bahia passou a contar com monitoramento contínuo, resposta rápida a incidentes e governança unificada entre TI e Telecom, refletindo diretamente na disponibilidade dos sistemas e na performance de vendas. A gestão tornou-se mais eficiente e ágil, com automação e integração de processos que reduziram falhas manuais e aumentaram a assertividade das decisões. Ambientes estáveis e preparados passaram a ser uma realidade, tornando o Command Center peça-chave para manter a operação segura mesmo nos períodos de maior volume de acessos. A parceria com a Nava contribuiu para aprimorar a gestão dos ambientes tecnológicos da Casas Bahia, fortalecendo ainda mais a sua capacidade de operar com governança proativa e integrada. Com processos automatizados, visibilidade em tempo real e integração entre áreas, a varejista passou a tomar decisões mais rápidas e precisas, garantindo não apenas a continuidade das operações, mas também a capacidade de inovar e escalar suas vendas digitais de forma segura e consistente. “A governança aplicada aos ambientes críticos trouxe ganhos expressivos de eficiência e estabilidade. A atuação da Nava foi essencial para garantir a disponibilidade contínua das nossas plataformas e impulsionar o desempenho comercial durante os eventos sazonais”, destaca Filipe Jaske, Diretor Executivo de Tecnologia da Casas Bahia.

Data centers competitivos começam por cadeias de suprimentos sólidas

por Luis Cuevas* Os últimos cinco anos colocaram as cadeias globais de suprimentos sob uma pressão sem precedentes, com guerras comerciais, desastres naturais e uma pandemia, que expuseram vulnerabilidades em praticamente todos os setores da economia. Saímos da era do “just in time” e entramos definitivamente na era do “just in case”. As organizações mais preparadas compreenderam que esses desafios representam também uma oportunidade: transformar suas redes de suprimentos em diferenciais competitivos. Esse gerenciamento vai muito além da logística ou da eficiência operacional – trata-se de um componente central da estratégia de negócios com impacto direto sobre a rentabilidade, a satisfação do cliente e a capacidade de inovação. Um estudo da Accenture mostra que empresas com cadeias de suprimentos avançadas apresentam, em média, 23% mais rentabilidade. Por muito tempo, essas estruturas foram planejadas de forma isolada da estratégia corporativa, mas hoje os líderes de mercado integram plenamente o desenho do ecossistema aos objetivos de longo prazo da organização. Essa mudança de mentalidade prioriza agilidade, previsibilidade e crescimento sustentável. Nos últimos anos, observamos um movimento consistente de regionalização. De acordo com a McKinsey, 60% das empresas já avançaram em direção a cadeias mais localizadas, com o objetivo de aumentar a resiliência e responder com mais rapidez às variações de demanda e às novas exigências regulatórias.  Governos também estão impulsionando essa transformação. O European Chips Act, por exemplo, busca dobrar a participação da Europa no mercado global de semicondutores até 2030, enquanto o programa Make in India pretende consolidar a Índia como potência manufatureira global. Nos Estados Unidos, legislações como o Buy American Act e o Trade Agreements Act reforçam a prioridade por produtos de origem nacional e o cumprimento de acordos comerciais justos. Entender como essas políticas afetam o seu setor é o primeiro passo para desenvolver uma estratégia de fornecimento realmente sólida. Na Schneider Electric, estruturamos nossas operações de cadeia de suprimentos em quatro grandes hubs – Europa, China, Estados Unidos e Índia. Cada um é responsável por desenvolvimento de produtos, pesquisa e inovação, cadeia de fornecimento e gestão de fornecedores, atuando em estreita colaboração com as equipes regionais de vendas e marketing. Esse modelo confere flexibilidade e velocidade para atender às especificidades de cada mercado sem abrir mão da padronização e da sinergia global. Ao mesmo tempo, manter uma visão global e padrões unificados é crucial para garantir resiliência e continuidade diante de imprevistos locais. Encontrar o equilíbrio entre regionalização e integração global é o que define a robustez desse modelo. Apesar dos avanços, a McKinsey aponta um sinal de alerta: algumas empresas estão reduzindo esforços de fortalecimento da resiliência, possivelmente por acreditarem que o pior já passou. As companhias líderes, por outro lado, estão indo além e investindo em cadeias “antifrágeis” – sistemas capazes não apenas de resistir a choques, mas de se tornarem mais fortes após cada crise. Essa evolução depende, sobretudo, do uso inteligente da tecnologia.  Soluções digitais como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina e blockchain permitem visibilidade total e tomada de decisão em tempo real. Painéis integrados e processos automatizados eliminam silos e reduzem erros, tornando a cadeia mais ágil, responsiva e eficiente. Essas ferramentas não pertencem ao futuro distante e já estão disponíveis, sendo utilizadas por empresas visionárias em todo o mundo. O avanço tecnológico, porém, não é suficiente por si só. À medida que as cadeias se tornam mais complexas e baseadas em dados, cresce a necessidade de profissionais com novas competências. CIOs, CSCOs e equipes de RH precisam atuar de modo conjunto para criar uma cultura de aprendizado contínuo, inovação e colaboração entre áreas. Isso envolve capacitar equipes existentes, atrair talentos digitais e desenvolver uma mentalidade aberta à transformação. A tecnologia só entrega resultados quando há pessoas preparadas para utilizá-la de maneira estratégica. Outro aspecto decisivo é o fortalecimento de parcerias estratégicas. A continuidade operacional depende tanto dos fornecedores diretos quanto dos elos mais distantes da cadeia. Escolher parceiros que invistam em sua própria resiliência e compartilhem uma visão de longo prazo é fundamental para manter a estabilidade do ecossistema. Grandes rupturas geralmente têm origem em pontos menos visíveis da cadeia, por isso a transparência e a cooperação em todos os níveis são essenciais. As disrupções prosseguirão fazendo parte do cenário global. O que vai diferenciar as empresas de sucesso será sua capacidade de antecipar mudanças, reagir rapidamente e aprender com as crises. Investir em antifragilidade, inovação digital e capacitação humana não é uma escolha – é uma necessidade estratégica. As decisões tomadas hoje definirão o futuro da cadeia de suprimentos e, consequentemente, o sucesso sustentável dos negócios nas próximas décadas. *Luis Cuevas é diretor de Secure Power e Negócios de Data Centers da Schneider Electric no Brasil

Avanço da IA deve reduzir em 43% o tráfego de sites jornalísticos, aponta relatório

O crescimento do uso de ferramentas de inteligência artificial nas plataformas de busca deve provocar uma queda de até 43% no tráfego dos sites jornalísticos, segundo relatório divulgado pelo Instituto Reuters.  A análise, de alcance global, aponta uma mudança estrutural na forma como o público acessa informações e já se reflete em reduções de audiência em grandes veículos internacionais. De acordo com o estudo, o principal fator está na expansão das chamadas buscas “sem clique”, em que respostas geradas por IA passam a ser exibidas diretamente nas páginas de resultados, reduzindo a necessidade de acesso aos sites de origem. Respostas automáticas alteram a lógica de acesso à informação Com a exibição de resumos no topo das buscas, plataformas como o Google concentram a atenção do usuário e limitam o fluxo de visitas aos portais.  Para Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo, agência de SEO orientada à decisão comercial, o impacto vai além da redução numérica de acessos. “Há uma perda de volume, mas o leitor que continua clicando tende a ter uma intenção mais clara. É um público menos ocasional e mais qualificado”, afirma. Segundo ele, a mudança exige ajustes no planejamento editorial e digital. “O jornalismo passa a lidar com menos escala e mais profundidade. A lógica de desempenho precisa ser revista.” Mercado brasileiro enfrenta mudança em cenário já fragilizado No Brasil, a transformação ocorre em um ambiente marcado por fragilidade estrutural.  Levantamento do projeto Mais pelo Jornalismo divulgado pela Agência Brasil mostra que, desde 2014, 2.352 mídias jornalísticas encerraram suas atividades no país, número superior ao de novos veículos criados no período. O estudo também revela limitações na presença digital fora dos grandes centros. Em cidades com até 100 mil habitantes, mais da metade das rádios analisadas não possui portal de notícias, enquanto parte significativa dos veículos impressos operam sem site próprio. Para Cardoso, esse contexto amplia o risco. “Quando o tráfego se torna mais escasso e mais qualificado, a ausência de estrutura digital reduz ainda mais a capacidade de adaptação desses veículos.” Mudança no comportamento do leitor O relatório do Instituto Reuters também identifica um público mais seletivo no consumo de notícias. Parte dos usuários evita o noticiário excessivo, enquanto outros buscam fontes específicas, com maior grau de confiança editorial. “A audiência que permanece é menor, mas mais consciente do que procura”, afirma Cardoso. “Isso favorece veículos com identidade clara e consistência editorial.” Relação direta com o leitor ganha relevância Diante da instabilidade das buscas, editoras têm ampliado o investimento em canais próprios, como newsletters, podcasts e aplicativos, com o objetivo de reduzir a dependência de intermediários. “A inteligência artificial não elimina o jornalismo, mas redefine o acesso à informação”, diz Cardoso. “Os portais que compreenderem essa mudança podem operar com menos tráfego, mas com maior valor por leitor.” O relatório aponta que, nesse novo cenário, credibilidade, engajamento e relacionamento direto com o público tendem a se tornar ativos centrais para a sustentabilidade do jornalismo digital.

Sete estratégias para empresas se destacarem em meio ao crescimento da automação e da IA

Em um mercado marcado por alta concorrência, avanço acelerado da inteligência artificial e mudanças no comportamento do consumidor, a construção de relevância deixou de estar associada apenas à visibilidade das marcas. Entre as tendências destacadas pela Gartner para 2026 estão os sistemas multiagentes, os modelos de linguagem específicos por setor (DSLMs) e as plataformas nativas de IA, que viabilizam automação avançada, decisões mais contextualizadas e maior agilidade no desenvolvimento de soluções. Essas tecnologias, segundo os analistas, funcionam como catalisadores de transformação nos negócios, criando novas formas de interação entre pessoas e inteligência artificial. Rico Araujo, CEO da PX/BRASIL, agência de inovação e marketing integrado, destaca que a construção de autoridade exige intencionalidade. “Marcas fortes não surgem do acaso. Elas são construídas a partir de escolhas claras, coerentes e sustentadas no tempo. Quando uma empresa entende quem é, para quem fala e qual impacto quer gerar, ela deixa de disputar preço e passa a disputar relevância”, afirma. A seguir, o especialista reúne sete diferenciais essenciais que ajudam marcas a se destacarem, conquistarem autoridade e se tornarem referência em seus mercados: 1. Proposta de ValorToda marca relevante começa por uma proposta de valor sólida, e saber comunicar de forma objetiva por que a empresa é a melhor escolha e qual problema resolve de maneira única cria uma base consistente de diferenciação. Essa clareza orienta decisões estratégicas e evita mensagens genéricas que se perdem em meio à concorrência, além de precisar estar refletida em todos os pontos de contato, do site ao atendimento, das redes sociais ao discurso de vendas. “Uma proposta de valor bem definida orienta todas as decisões da marca. Quando a empresa entende com clareza qual problema resolve e por que é relevante para o cliente, ela consegue comunicar seu diferencial de forma consistente e sustentar esse posicionamento ao longo do tempo”, destaca Rico. 2. Atendimento ExclusivoO atendimento se tornou um diferencial competitivo, pois consumidores valorizam experiências personalizadas, humanas e eficientes capazes de gerar conexão emocional e sensação de cuidado genuíno. Marcas que investem em atendimento exclusivo constroem relacionamentos mais duradouros, fortalecem a fidelização, geram recomendações espontâneas e transformam cada interação em oportunidade de reforçar posicionamento e reputação. 3. PersonalizaçãoA personalização amplia ainda mais a percepção de valor, e marcas que adaptam suas ofertas, comunicações e experiências conforme o perfil de cada cliente demonstram que realmente conhecem e se importam com as necessidades do público. Essa abordagem melhora a taxa de conversão, otimiza recursos e estreita o relacionamento.  “A personalização passou a ser uma expectativa do consumidor. Marcas que usam dados e tecnologia para adaptar experiências demonstram maturidade estratégica e conseguem construir relações mais próximas, eficientes e duradouras”, afirma o especialista. 4. Comunicação que InspiraMarcas relevantes não apenas informam, elas inspiram, e uma comunicação consistente com conteúdos que educam, geram reflexão e estimulam diálogo amplia o alcance e reforça a identidade da marca no longo prazo. Manter um tom de voz coerente em todos os canais cria familiaridade e confiança, e quando a comunicação é alinhada à proposta de valor, ela se torna um ativo estratégico capaz de fortalecer a reputação e gerar reconhecimento contínuo. 5. Autoridade da MarcaA autoridade é construída quando a marca se posiciona como especialista em seu território, por meio de conteúdo relevante, presença estratégica em eventos, provas sociais e entrega consistente ao longo do tempo. Em mercados competitivos, ser percebido como referência reduz barreiras de decisão e aumenta a preferência, lembrando que a autoridade não nasce de promessas, mas da capacidade de entregar valor de forma recorrente e confiável. 6. Inovação ContínuaEstar presente não é suficiente, é preciso evoluir, e a inovação contínua demonstra que a marca acompanha mudanças, antecipa tendências e se mantém conectada às novas demandas do mercado. Pequenas melhorias, ajustes estratégicos e disposição para testar novas abordagens fortalecem a experiência do cliente, reforçando a percepção de modernidade, preparo e visão de futuro. 7. Omni ExperienceEssa jornada se completa com integração digital e presença omnichannel bem estruturadas, já que o cliente transita naturalmente entre canais, como redes sociais, e-commerces, eventos, aplicativos, e espera encontrar uma experiência coerente e fluida em todos eles. A marca que entrega continuidade e consistência em cada ponto de contato reforça seu posicionamento e amplia sua influência. A PX/BRASIL, por exemplo, atua diretamente na construção desses diferenciais por meio de estratégias integradas de branding, inbound, outbound, ABM e soluções digitais orientadas pela jornada do cliente. Para Rico Araujo, autoridade não é resultado de ações isoladas. “Quando estratégia, comunicação e experiência caminham juntas, a marca deixa de competir por atenção e passa a ocupar um espaço legítimo de referência”, conclui.

Tecnologia no agro acelera performance comercial e multiplica ROI de campanhas em 35x

A Axia Agro, uma das maiores redes de insumos agropecuários do Brasil com mais de 60 lojas distribuídas nacionalmente, alcançou resultados expressivos na performance de sua operação comercial após automatizar o cálculo de comissões e incentivos com a plataforma da SplitC, especializada em tecnologia de remuneração variável. Com a nova solução, o tempo de apuração de comissões caiu de seis dias para apenas duas horas, a equipe envolvida no processo reduziu de 18 para uma pessoa, e campanhas de incentivo viram o retorno sobre investimento saltar de 2% para 700%, um aumento de 35 vezes no ROI. Com presença estratégica no agronegócio, setor crucial da economia brasileira, e investida pelo Pátria Investimentos, a Axia Agro enfrentava gargalos de eficiência e falta de transparência na gestão de remuneração variável, com cálculos manuais em planilhas e uma janela de visibilidade de 30 dias para os vendedores. A automação promovida pela SplitC trouxe visibilidade quase em tempo real para mais de 700 vendedores, fortalecendo a confiança, a motivação da força de vendas e o engajamento com metas.  Segundo Gabriel Segers, Co-Founder & CEO da SplitC, a adoção de tecnologia e dados tem sido cada vez mais determinante para a gestão comercial no agronegócio: “Ao integrar nossa plataforma com as bases de dados da Axia Agro, conseguimos não apenas acelerar processos imprescindíveis, mas transformar dados em insights acionáveis que impulsionam performance e receita.” Leandro Pereira, Diretor de Gestão e Transformação Digital da Axia Agro, reforça o impacto da iniciativa: “O processo era 100% manual, com muitos erros e reclamações. Hoje conseguimos medir o impacto real de cada campanha, e cada R$1 investido em premiação nos trouxe R$40 de receita.”  O agronegócio brasileiro tem vivido um ciclo de digitalização acelerada na gestão comercial para enfrentar desafios de escala, competitividade e atração de talentos. Estudos apontam que empresas que adotam automação de remuneração variável conseguem reduzir retrabalho e aumentar a transparência, fatores que se refletem diretamente no desempenho do time de vendas e nos resultados financeiros da operação. Além dos ganhos operacionais, como automação de regras complexas de comissão, integração com múltiplas bases de dados e dashboards de acompanhamento, a parceria entre Axia Agro e SplitC destaca-se também pela capacidade de testar modelos de incentivo e mensurar retornos em tempo real, o que abre espaço para estratégias mais ousadas e eficazes de motivação comercial. Sintetizando a transformação vivida pela Axia Agro ao combinar dados, tecnologia e propósito comercial, Pereira concluiu que a tecnologia deixou de ser um custo para ele e, hoje, é um investimento que traz retorno direto e comprovado no negócio.

Além do ChatGPT: 6 IAs para você utilizar no seu negócio

A inteligência artificial já integra o cotidiano das empresas e evolui rapidamente, passando de soluções limitadas para agentes capazes de resolver problemas complexos. Para Fábio Tiepolo, fundador da Starya IA, empresa que nasceu na saúde e hoje orquestra agentes de IA com governança para transformar operações e decisões em diferentes setores, esse avanço não elimina o fator humano, mas muda a forma de trabalhar. A aplicação da inteligência artificial no ambiente corporativo tem se expandido de forma consistente, principalmente em atividades operacionais, estratégicas e analíticas. Segundo Fábio Tiepolo, fundador da Starya IA, a tecnologia deve ser encarada como apoio às equipes. “A inteligência artificial veio como facilitadora, para auxiliar principalmente nas tarefas mais chatas e repetitivas do dia a dia. Quem entender como ela funciona e começar a aplicá-la de maneira correta, com certeza terá ganhos”, avalia o executivo. O crescimento do uso é confirmado pelo estudo “Transformação Digital nos Pequenos Negócios 2025”, do Sebrae. De acordo com a pesquisa, 44% dos empreendedores afirmam já ter utilizado alguma solução de IA. Entre as tecnologias mais adotadas estão GPS (80%), reconhecimento facial (77%), assistentes virtuais (56%) e aplicativos de melhoria de imagens (52%). O levantamento também aponta que 51% utilizaram plataformas de textos generativos, 44% geradores de imagem, 41% chatbots no WhatsApp, 30% chatbots de vendas e 22% dispositivos inteligentes de controle de ambiente. Para ajudar empresários a estruturar o uso da tecnologia, Tiepolo defende a adoção de um ecossistema integrado de inteligência artificial. O modelo combina diferentes ferramentas, cada uma com uma função específica no processo de tomada de decisão, execução e escala dos negócios. Confira as principais soluções indicadas pelo especialista: Segundo o fundador da Starya IA, empresas que utilizam esse ecossistema conseguem reduzir improvisos, minimizar retrabalho e ganhar clareza nas decisões. A adoção estratégica da inteligência artificial permite que os negócios deixem de atuar de forma reativa e passem a construir processos com maior previsibilidade e eficiência.

Tecnologia é ferramenta essencial para implementar uma estratégia de experiência do cliente de sucesso

Publicado no final do ano passado, o estudo “The Connected Customer” revelou que há uma lacuna de percepção entre empresas e consumidores no que tange à experiência do cliente – customer experience (CX). De acordo com o levantamento, desenvolvido pelo MIT Technology Review em parceria com a NiCE, enquanto 35,3% das companhias entrevistadas acreditam oferecer uma experiência excelente a seus clientes, apenas 14,7% dos consumidores declaram esse grau de satisfação. No polo oposto, enquanto 36,3% dos clientes afirmam ter apenas uma jornada regular em suas compras, somente 1% das empresas acreditam ofertar uma experiência deste nível. Para o estrategista e especialista em inovação Antonio Carlos Matos da Silva, tamanha diferença de percepção significa que as empresas ainda precisam melhorar bastante quando o assunto é CX. Matos, que é sommelier profissional, acredita que o universo do cultivo de uvas e produção de vinhos (vitivinicultura) tem muito a ensinar às empresas em diversos temas envolvendo o ambiente dos negócios e também no que se refere às interações do consumidor com as marcas. Tanto que destrinchou qualquer analogia possível envolvendo os dois universos no livro “Equilíbrio, Estrutura e Estratégia – Como a arte do vinho pode inspirar a gestão empresarial”, lançado, em 2025, pela Editora Labrador. “Assim como no vinho, em que nuances — do aroma ao final — podem mudar a percepção de um crítico ou consumidor, o sucesso de uma empresa reside em proporcionar uma experiência que vá além do esperado, criando memórias duradouras e positivas”, explica o especialista em inovação. Antonio Carlos ressalta que quando se trata de experiência do cliente, seja no mundo dos vinhos ou dos negócios, não importa tanto o que o enólogo ou líder de um negócio pensa e acredita, mas, principalmente, o que um cliente deseja. “Em outras palavras: não adianta projetar um produto ou serviço que consideramos perfeito se, no final, ele não atende ou encanta os consumidores”, diz. Encantar os clientes na atualidade, porém, é uma tarefa cada vez mais complexa, destaca o estrategista, diante dos desafios de um mundo que progressivamente se digitaliza “Se no passado, o que definia o sucesso no varejo era a localização, hoje é a conveniência. O cliente deseja qualquer coisa a qualquer hora em qualquer lugar, devido às facilidades que a tecnologia traz e as empresas precisam usá-la a seu favor criando experiências cada vez mais fluídas e integradas”, comenta. Sendo assim, afirma Antonio Carlos, investir na otimização de SEO, marketing PPC e usabilidade de sites é fundamental para empresas que desejam obter sucesso no campo da experiência do cliente. Engajamento e comunicação personalizada O êxito nessa esfera depende também de um esforço contínuo de engajamento. Para fornecer uma experiência memorável ao cliente, afirma o estrategista, as empresas precisam dar atenção a ele em todas as fases de sua jornada.  No mundo do vinho, isso equivale ao cuidado que o vinicultor dispensa ao terroir, à qualidade das uvas, ao tempo do envelhecimento e à escolha dos barris. Na esfera dos negócios, trata-se da capacidade de encantar o consumidor, desde sua primeira interação com a marca, até no trato dos pequenos detalhes durante o uso do produto ou serviço. “Essa experiência vai além da simples entrega do produto, ela envolve um relacionamento ativo e contínuo, em que cada comunicação com o cliente é personalizada, relevante e estratégica”, destaca. Nesse sentido, orienta Antonio Carlos, a empresa errará em sua estratégia se investir em comunicação genérica, como e-mails em massa, desconsiderando as preferências e o comportamento do consumidor. Tal ação, no universo da vinicultura, equivale a servir o vinho errado ao cliente errado, acarretando uma experiência negativa. Conforme o especialista em inovação, o segredo para uma experiência do cliente satisfatória está em criar interações personalizadas e relevantes, em que cada comunicação agrega valor e fortalece o relacionamento com a marca. “Na enologia, o princípio é o mesmo. A escolha do barril, o tempo de envelhecimento e o momento ideal para engarrafar o vinho são decisões personalizadas. Isso garante que o produto final atenda aos mais altos padrões de qualidade”, diz. A importância do trabalho em conjunto Por fim, um importante aspecto que a empresa deve levar em consideração quando vislumbra adotar um modelo de negócio centrado no cliente é a resistência à mudança, sintoma comum entre os colaboradores de uma companhia cuja implementação de novos produtos e processos é iminente. Conforme o estrategista, é normal que funcionários passem por uma fase de negação diante de disrupções. “Tendo em vista a implantação de mudanças eficazes duradouras é essencial que uma organização gerencie emoções internas de colaboradores, assim como um enólogo ajusta técnicas para safras desafiadoras”, afirma. O líder desempenha importante papel para que os colaboradores passem da fase da negação para a aceitação do modelo centrado no cliente, ressalta Antonio Carlos. Conforme o especialista em inovação, cabe a ele ter a visão estratégica para integrar os esforços de todas as áreas assegurando que o foco no cliente permeie os processos internos em sua integralidade. “Até porque, como na vinificação, em que todos os aspectos – desde o cultivo das uvas até o envelhecimento do vinho – precisam trabalhar em conjunto para garantir o resultado final, o sucesso de uma estratégia de CX depende da cooperação entre todos os departamentos – TI, marketing, atendimento e comercial – e não de decisões isoladas em silos departamentais”, conclui.

Inteligência artificial na área de programação: a tecnologia vai substituir programadores?

Os impactos da inteligência artificial (IA) no mercado de trabalho estão entre os pontos mais controversos quando o assunto é inovação, economia e sociedade. De um lado, estimativas como a da Organização para Cooperação do Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontam perda de 92 milhões de empregos. O Fórum Econômico Mundial, por sua vez, avalia que o dobro dos postos extintos serão criados. Uma das atividades econômicas que mais tendem a sentir efeitos é justamente a de tecnologia. Nela, há uma dúvida recorrente: a IA vai substituir programadores? Em uma boutique brasileira de desenvolvimento de softwares, que inclusive atende clientes do exterior e em 2026 vai expandir sua atuação nos Estados Unidos, a Codeminer42, a avaliação não é fatalista. “O programador que apenas escreve código, este sim está ameaçado pela inteligência artificial. Mas engenheiros de software, cujas competências vão além da escrita de códigos, esses não só não serão substituídos pela IA como terão ainda maior relevância no novo cenário”, considera o sócio e gerente de desenvolvimento de negócios da empresa, Carlos Lopes. Ele enfatiza que a engenharia de software tem atribuições estratégicas que demandam justamente o que a IA não alcança: inteligência humana. Além de projetar, desenvolver, testar, aplicar e manter softwares, os engenheiros de software devem ter visão para abordagem de problemas, relevância de soluções e, especialmente, visão de negócio. “São predicados fundamentais, não contemplados pela IA”, sublinha. Lopes compara: “as linhas de código se tornaram uma espécie de commodity. Para além da escrita de códigos, temos a necessidade de raciocínio lógico e de análise de contexto. Estas são as partes mais importantes da arquitetura de software. Aliás, é nisto que nos focamos”, afirma, fazendo referência ao trabalho desenvolvido pela Codeminer42. Uma das estratégias da empresa, inclusive para obter crescimento sustentável, está em identificar talentos brasileiros na área de programação, capacitando-os para assumir atribuições relevantes. Atualmente, a Codeminer42 conta com um quadro de 80 desenvolvedores, com meta de ultrapassar os 100, “sem perder a excelência técnica”. A maior parte está alocada em projetos de empresas de fora do Brasil (sobretudo dos Estados Unidos). “É certo que, em algumas atividades econômicas, empresas têm reduzido equipes de tecnologia devido ao avanço da IA. Porém, na área de desenvolvimento de sistemas, a demanda [por profissionais] tem crescido, especialmente por especialistas que possam integrar e implementar a IA nos produtos dos clientes. Nesse cenário, o padrão de exigência dos clientes, para contratação de programadores e desenvolvedores, está mais elevado”, pontua. Entender de relações humanas tem sido um requisito essencial. “Um bom profissional de programação deve ter um bom relacionamento com os colegas, saber lidar com pessoas não técnicas e ser capaz de traduzir a parte técnica para essas pessoas, além de entender as demandas e trazê-las para o software”, exemplifica. “Saber lidar com mudanças de rota e descontinuação de projetos é crucial, pois muitos desenvolvedores se apegam ao código que escreveram”, acrescenta. Logo,  são fundamentais habilidades como comunicação, organização, saber o que priorizar e administrar imprevistos. “O engenheiro de software deve se envolver na parte de produto, trabalhando mais próximo dos product owners e gerentes de produto.” Para as empresas, o especialista aponta que avaliações periódicas são importantes para acompanhar a evolução técnica dos colaboradores e identificar, de forma objetiva, os pontos em que há estagnação e necessidade de aprimoramento. Iniciativas como mentorias, treinamentos internos, workshops e grupos de estudo contribuem para a capacitação contínua das equipes — um fator essencial para acompanhar o ritmo das inovações e das transformações do mercado.

Alura e Mari Krüger se unem para desconstruir estereótipos sobre mulheres na tecnologia

A Alura, maior e mais completa escola online de tecnologia do Brasil, anuncia parceria com a bióloga Mari Krüger para ampliar o debate sobre a presença feminina no mercado de tecnologia. O projeto prevê a publicação de conteúdos digitais nas redes sociais da influenciadora (@marikrugerb), em co-criação com a Alura (@aluraonline). A iniciativa combina embasamento científico, humor e linguagem acessível para questionar estereótipos historicamente associados à atuação das mulheres na área tech. Além de promover reflexão, os conteúdos buscam estimular o interesse pelo aprendizado contínuo como ponto de partida para trajetórias profissionais mais diversas, inclusivas e alinhadas às demandas do mercado digital. “Como marca de educação, acreditamos que ampliar o acesso à tecnologia passa também por mudar narrativas. A parceria com a Mari nasce do compromisso de usar conteúdo relevante, embasado e acessível para questionar estereótipos que ainda afastam muitas mulheres da área. Queremos inspirar mais mulheres a se enxergarem nesse futuro e entenderem que a tecnologia é, sim, um caminho possível de desenvolvimento profissional e transformação social”, afirma Bruna Maggion, CMO do Grupo Alun. Em um dos conteúdos da parceria, Mari aborda mitos como a ideia de que mulheres não teriam aptidão para áreas de exatas, recorrendo a dados científicos e contexto histórico para desconstruir esse discurso. Ao longo da ação, os vídeos passam a reforçar a educação como ferramenta de desenvolvimento profissional, conectando a trajetória pessoal da influenciadora ao convite para que mais mulheres considerem a tecnologia como um caminho possível de carreira.

Ypê acelera inovação com Agentes de IA ao modernizar suporte de sistemas críticos

A Rimini Street (Nasdaq: RMNI), provedora global de suporte e ERP com Agentes de IA, e em suporte independente para softwares Oracle, SAP e VMware, anunciou a expansão da parceria com a Ypê, empresa brasileira de bens de consumo cujos produtos podem ser encontrados em mais de 95% dos lares brasileiros. Este marco assinala uma nova fase na visão “AI-first” da Ypê para construir uma empresa sem atritos que entregue experiências excepcionais para funcionários, clientes e partes interessadas. Construir a base para a inovação começa com suporte Seguindo o Rimini Smart Path™, uma metodologia que ajuda as organizações a estender a vida útil do sistema, recuperar o controle do roadmap de TI e liberar verbas para inovações significativas em semanas, não em anos, a liderança de TI da Ypê ganhou confiança para avançar em sua estratégia de IA sem atualizações dispendiosas ou migrações disruptivas. Cliente do Rimini Support™ para seu sistema SAP S/4HANA, a Ypê está alavancando a profunda expertise em ERP da Rimini Street, aprimorada por insights de IA, automação e SLAs líderes do setor, para liberar recursos de TI e alcançar economias de custos significativas de até 90% nas taxas anuais de suporte de software. Com o suporte da Rimini Street garantindo uma espinha dorsal de ERP confiável para a organização, a equipe de TI da Ypê está focada na transformação impulsionada por IA, em vez de manutenção de sistemas ou migrações arriscadas. “Ninguém conhece ERP melhor do que a Rimini Street”, disse Geraldo Pereira, CIO da Ypê. “Experimentamos muitos benefícios financeiros e operacionais ao mudar do suporte SAP para a Rimini Street. E com as ofertas de inovação em IA Agêntica da Rimini Street, nosso roadmap para a transformação foi acelerado.” Derrubando silos com IA em todos os sistemas A Ypê foi apresentada ao Rimini Agentic UX™, uma camada inteligente de engajamento do usuário impulsionada por IA que simplifica os processos de ERP com foco em velocidade de execução e economias significativas. Por meio de uma descoberta aprofundada e design de fluxo de trabalho baseado em personas, a Ypê está otimizando processos nos departamentos de atendimento ao cliente, vendas e outros, reduzindo de oito etapas manuais para apenas duas. Os resultados incluem uma melhoria drástica na velocidade, redução de riscos e desempenho aprimorado de OTIF (on-time, in-full – no prazo e na totalidade). Enquanto a IA tradicional integrada pelos fabricantes de ERP permanece presa em silos de sistema, a Rimini Street entrega capacidades de IA Agêntica que abrangem sistemas corporativos, incluindo SAP, Oracle, ServiceNow, CRM, RH e outras plataformas de software. Para a Ypê, essa abordagem holística ajudou a unificar e automatizar processos em toda a empresa, em vez de se limitar a aplicações isoladas. “A SAP pensa apenas no ambiente SAP, mas a Rimini Street pensa em todas as integrações”, disse Pereira. “Com a oferta Agentic UX da Rimini Street, agora tenho uma vantagem importante e um caminho inteligente para ter a IA em toda a empresa.” Um modelo para o futuro: acelerando a IA agêntica para vantagem estratégica “A Ypê é um modelo de como as organizações podem usar o ERP com Agentes de IA para alcançar valor em toda a empresa, de forma rápida, segura e sem interrupções”, disse Vijay Kumar, EVP e CIO da Rimini Street. “Juntos, estamos implementando fluxos de trabalho inteligentes que aceleram a tomada de decisões, reduzem o atrito operacional e apoiam a estratégia de IA de longo prazo da Ypê.” “Outros projetos de IA levam muito tempo para apresentar resultados”, disse Pereira. “Com a Rimini Street, você pode testar agentes de IA e IA Generativa sem grandes migrações, sem grandes investimentos, agora mesmo.” Leia a história completa de Ypê para entender como maximizar o potencial de seus sistemas existentes e financiar a inovação com o Rimini Smart Path™, além de impulsionar o crescimento da receita, a lucratividade e a vantagem competitiva com o Rimini Agentic UX™.

XR Brasil: 14 Anos de Logística Criativa e Tecnologia de Dados     

A XR Extreme Reach registra 14 anos de presença no mercado publicitário brasileiro. A trajetória marca a transição da entrega física para a automação digital de ativos.                                                                                                                        A base da operação reside na tecnologia. Utilizamos sistemas globais e inteligência artificial para otimizar o transcoding, a distribuição e a custódia de materiais publicitários. A evolução tecnológica não substitui a originalidade humana. A engrenagem da XR funciona pela interação de profissionais que compreendem as nuances do mercado local. Operamos como o elo central entre a criação e a veiculação. Em 2026, a digitalização do DOOH, OOH, a expansão do CTV e a complexidade do rádio exigem precisão absoluta. Nossas plataformas garantem que o conteúdo chegue ao destino sem perdas técnicas. Centralizamos o fluxo de trabalho de agências, produtoras, veículos e anunciantes, transformando logística em vantagem competitiva. Celebramos 14 anos com foco na próxima etapa: a integração total de ecossistemas de mídia via API e a preservação sistemática do acervo das marcas. A XR Extreme Reach reafirma o compromisso com a eficiência operacional do Brasil.               Saiba mais em:  xrglobalbrasil.com

Como a tecnologia amplia a capacidade das empresas de antecipar mudanças no comportamento do consumidor

Por Davi Iglesias, CEO da Gendo Nos últimos anos, as empresas passaram a enfrentar um consumidor mais impaciente, volátil e exigente. A troca de marcas acontece com facilidade, a comparação de preços e experiências é feita em segundos e a expectativa por respostas rápidas se tornou padrão, independentemente do canal. Ao mesmo tempo, o cliente está mais sensível ao valor percebido e menos tolerante a processos burocráticos ou falhas no atendimento. Esse novo cenário exige das organizações algo que antes não era tão crítico: a capacidade de antecipar movimentos.  A tecnologia teve um papel central nessa mudança. Antes, muitas decisões eram baseadas em relatórios mensais ou trimestrais, quando o comportamento do consumidor já havia mudado. Hoje, é possível acompanhar variações quase em tempo real, testar hipóteses rapidamente e ajustar oferta, comunicação e operação com base em evidências concretas. Na prática, isso encurta o caminho entre perceber um sinal e agir, reduzindo a dependência de intuição e aumentando a capacidade de resposta das organizações.  Outro avanço importante foi a integração entre as áreas. Marketing, vendas, atendimento e operação passaram a compartilhar dados, criando uma visão mais completa da jornada do cliente. Quando essas informações deixam de ficar isoladas, a empresa consegue identificar mudanças de comportamento antes que elas se transformem em queda de engajamento ou perda de receita. Nem todos os dados têm o mesmo valor quando o objetivo é antecipar tendências. Informações comportamentais, como recorrência, horários de compra, cancelamentos, tempo de resposta, abandono de processos e feedbacks, costumam ser mais reveladoras do que dados puramente demográficos. Sinais externos, como tendências de busca, movimentações de concorrentes e variações de preço no setor, também ajudam a contextualizar mudanças no consumo.  Mesmo assim, ainda é comum ver empresas cometendo erros nesse processo. Acreditar que a tecnologia resolve tudo sozinha, confundir correlação com causa ou trabalhar com dados defasados cria uma falsa sensação de antecipação. Antecipar, na prática, exige rotina: perguntas bem formuladas, análise constante e responsáveis claros por transformar informação em decisão.  Nesse contexto, o nível de maturidade digital faz muita diferença. Empresas mais estruturadas conseguem perceber mudanças sutis no comportamento do cliente e agir rapidamente. Já negócios com baixa maturidade dependem de percepções individuais ou relatórios tardios, quando o impacto já aconteceu. Mas é importante ressaltar que maturidade digital não significa, necessariamente, usar tecnologias sofisticadas, mas ter visibilidade operacional, dados organizados e processos claros de acompanhamento.   Também é importante reconhecer que antecipar mudanças não depende apenas de sistemas. Barreiras culturais, econômicas e estruturais ainda limitam esse movimento. Muitas organizações operam com medo de errar, excesso de hierarquia e pouca autonomia para testar novas abordagens. Em cenários econômicos instáveis, o comportamento do consumidor muda mais rápido, o que reduz a previsibilidade. Além disso, estruturas rígidas e equipes sobrecarregadas tornam qualquer adaptação mais lenta.  Para que a tecnologia funcione, de fato, como uma alavanca estratégica, líderes precisam rever sua mentalidade. É necessário abandonar a lógica de projetos pontuais e adotar uma rotina contínua de observação, teste, aprendizado e ajuste. Antecipar não é tentar adivinhar o futuro, mas reduzir incertezas para tomar decisões melhores e mais rápidas do que o mercado.  *Davi Iglesias é CEO da Gendo, plataforma de agendamento online e gestão voltada para micro, pequenas e médias empresas.  

Tendências para o varejo em 2026: Biometria Facial surge como forte candidata a redefinir a experiência de compra

O varejo brasileiro entra em 2026 sinalizando uma intensificação na transformação digital, com foco na redução de atritos e na hiperpersonalização. A Payface, empresa de soluções de pagamento por reconhecimento facial, observa que a tecnologia biométrica deixa de ser vista apenas como um diferencial para se posicionar como um provável pilar estratégico, onde convergem segurança, agilidade e o futuro dos programas de fidelidade. A Payface projeta que a biometria facial pode se consolidar como uma das principais inclinações do varejo em 2026, com potencial de integração profunda aos ecossistemas de cartões Private Label e à jornada omnichannel. “A biometria facial se apresenta como um passo natural após a consolidação dos pagamentos por aproximação. A expectativa para 2026 é que ela caminhe para se tornar uma forma de identidade do consumidor no varejo, atuando como chave de autenticação e fidelização,” avalia Eládio Isoppo, CEO da Payface. Para ilustrar este cenário, a empresa destaca pontos que devem moldar o setor no próximo ano: “Nos próximos anos, a biometria tem tudo para se consolidar como uma identidade em toda a jornada do consumidor. O rosto poderá ser o recurso central para integrar ecossistemas completos de serviços dos varejistas com ecossistemas completos de serviços e maior conveniência e segurança,” complementa Eládio. O Brasil, com seu volume expressivo de transações digitais, se posiciona como um forte candidato a liderar essa tendência globalmente, testando e implementando novas arquiteturas de conveniência no varejo.

Consultoria global Korn Ferry lança plataforma de tecnologia para decisões estratégicas de talento

A Korn Ferry (NYSE: KFY) anunciou hoje o lançamento da Korn Ferry Talent Suite, uma plataforma de tecnologia pioneira, alimentada por 50 anos de propriedade intelectual e dados de desempenho da organização. A solução integra um conjunto robusto de aplicativos de gestão de talento, todas desenvolvidas em uma única plataforma tecnológica SaaS. “A Talent Suite é um diferencial substancial e elevará a Korn Ferry ao trazer, de forma integrada, toda a amplitude e profundidade de nossas capacidades e recursos de talento para organizações em todo o mundo”, disse Mathias Herzog, presidente da Prática Global de Tecnologia e presidente de Soluções Digitais da Korn Ferry. “Essa nova plataforma tecnológica reúne todos os recursos e soluções fundamentais da Korn Ferry, que permeiam tudo o que oferecemos e tudo o que sabemos sobre pessoas, tornando isso acessível para nossos clientes e consultores.” Mais do que um sistema de entrega, a Talent Suite incorpora a propriedade intelectual de talento da Korn Ferry, dados, análises avançadas e inteligência artificial aos fluxos de trabalho dos clientes, além de suportar uma implantação escalável em toda a empresa. “A Talent Suite chega ao mercado para redefinir a forma como as organizações tomam decisões sobre pessoas. Combinando ciência, tecnologia e dados, a plataforma oferece uma abordagem integrada e contínua para gestão de talentos, alinhada à estratégia do negócio. Cada decisão passa a ser fundamentada em insights confiáveis, eliminando suposições e impulsionando resultados reais.”, afirma Rodrigo Accarini, sócio e líder de Soluções Digitais da Korn Ferry Brasil. “Além disso, a Talent Suite foi desenvolvida para integrar-se de forma fluida aos principais sistemas de gestão de capital humano (HCM), garantindo conectividade, eficiência, consistência de dados e uma experiência unificada. Essa integração permite que empresas potencializem seus investimentos em tecnologia, conectando processos críticos de RH à inteligência preditiva da Talent Suite.”, complementa Accarini. Por meio da Talent Suite, todos os produtos de tecnologia da Korn Ferry — como soluções de arquitetura organizacional, avaliação de talentos, remuneração, recrutamento e performance comercial, entre outras — podem ser implementados nas organizações por meio de modelos de assinatura e licenciamento. Além disso, a plataforma pode ser amplamente integrada às soluções de consultoria e aquisição de talentos da Korn Ferry, à medida que os especialistas da empresa atuam junto a organizações globais na entrega de projetos. A nova plataforma oferece uma visão clara das pessoas e de como elas impactam os resultados de negócios. A Talent Suite garante que cada decisão de talento esteja conectada, fundamentada na ciência e alinhada aos resultados que mais importam para o negócio, eliminando suposições e trazendo clareza sobre o que está funcionando, o que precisa ser ajustado e quais são os próximos passos. Os aplicativos da Talent Suite identificam lacunas de habilidades e desenvolvimento em todo o ecossistema das empresas e as ajudam as a fechar essas lacunas com ações precisas de talento, desde a contratação, desenvolvimento e coaching até a realocação de profissionais para onde são mais necessários. A plataforma conecta remuneração, desempenho e potencial para apoiar decisões mais justas e seguras, que impulsionam resultados. “Por meio da Talent Suite, estamos construindo um ecossistema de talento holístico, ágil, inclusivo e preparado para o futuro. Não estamos apenas gerenciando talentos, estamos liberando seu potencial”, disse Claudine Wolfe, Chief Talent Officer da IFF. “Estamos avaliando desenvolvimento e sucessão com precisão e escala. Já observamos sinais iniciais de impacto, como maior clareza de papéis e, em última análise, melhorias na retenção e na qualidade do talento.”

4 motivos pelos quais agentes de IA não irão ‘substituir’ o Chief of Staff

Com agentes de inteligência artificial cada vez mais presentes no dia a dia corporativo, o Chief of Staff passa a desempenhar um papel indispensável na integração entre tecnologia, capital humano e estratégia nas empresas. A avaliação é da The Chief of Staff Association (CSA), entidade internacional que representa profissionais em 75 países e acompanha de perto a evolução do papel nas organizações. A adoção acelerada de agentes de IA nas empresas está redefinindo as rotinas executivas, automatizando processos, organizando informações e apoiando tomadas de decisão. Nesse cenário, longe de substituir funções estratégicas como a de um CoS, a tecnologia amplia o escopo de atuação desses C-Levels, que assumem protagonismo ainda maior na orquestração entre dados, pessoas e prioridades do negócio. “A inteligência Artificial já é uma realidade no ambiente executivo. O diferencial competitivo não está apenas na adoção das ferramentas tecnológicas, mas em como elas são integradas à estratégia, à cultura e aos objetivos da corporação. E esse é justamente o espaço de atuação do Chief of Staff”, afirma Carolina Laboissière, Diretora Regional da The Chief of Staff Association para o Brasil e América do Sul. Segundo a representante da CSA, à medida que agentes de IA ganham espaço em atividades analíticas e operacionais, cresce a demanda por profissionais capazes de traduzir informações em ação, garantir alinhamento entre áreas e apoiar a liderança na execução das prioridades estratégicas, atribuições centrais do Chief of Staff. “O Chief of Staff não compete com a IA; ele potencializa o uso da tecnologia. É o profissional que garante que os insights gerados pelos agentes de IA sejam conectados e orquestrados conforme o contexto do negócio, as pessoas e as decisões que realmente movem a organização”, destaca Carolina. A associação observa que empresas mais avançadas no uso de inteligência artificial tendem a valorizar ainda mais funções de coordenação estratégica, governança e alinhamento executivo. “Quanto mais tecnologia entra na rotina executiva, maior é a necessidade de alguém que conecte estratégia, execução e liderança. A IA acelera processos, mas o Chief of Staff direciona decisões”, avalia. Pensando nisso, Carolina listou 4 motivos pelos quais a IA não irá se tornar o “novo” Chief of Staff: Sobre a CSA (The Chief of Staff Association) (www.csa.org) – Fundada em 2020, é a maior associação internacional para Chiefs of Staff de grandes corporações, governo e outras entidades, representando membros que ocupam posições de influência em mais de 75 países. Seus CoS associados atuam em diversos setores, em algumas das empresas mais proeminentes do mundo – entre elas: Google, Deloitte, Salesforce, Governo dos EUA, entre outras. 

No mundo overdigital, o humano é determinante e fundamental

Vivemos um cenário de complexidade crescente, no qual a competitividade entre negócios, canais, produtos, serviços e marcas se intensifica de forma exponencial. A multiplicação de alternativas disponíveis ao consumidor, agora ainda mais omniconsumidor, torna a fidelidade cada vez mais frágil e circunstancial. Esse foi um dos temas mais presentes nas discussões e apresentações durante a NRF 2026, realizada no início do mês em Nova York. Empoderado pelo digital e, mais recentemente, disputado também pelas Inteligências Artificiais que competem por sua atenção, conquistar relevância tornou-se crítico. A tecnologia ampliou o alcance e o poder das empresas em seu posicionamento, mas também elevou o nível de exigência e o número de alternativas para o consumidor. Nos setores intensivos em gente, como varejo e hospitalidade, esse desafio ganha uma camada adicional de complexidade. Recrutar, reter e desenvolver pessoas capazes de gerar diferenciais competitivos sustentáveis tornou-se um dos principais fatores de sucesso das organizações. A aceleração tecnológica, a automação de processos e o uso intensivo de dados transformaram profundamente a forma como as empresas operam. Paradoxalmente, quanto mais digital o mundo se torna, mais estratégico passa a ser o fator humano. Esse dilema é especialmente evidente no varejo, setor marcado por alta rotatividade, margens pressionadas, jornadas intensas e uma linha de frente que representa diariamente, e de forma direta, a marca no contato olho no olho com o consumidor. Em um ambiente onde a experiência do cliente é decisiva, são as pessoas — ainda mais do que as tecnologias — que fazem a diferença real. Tecnologia sem pessoas é vazia A transformação digital trouxe ganhos inegáveis ao varejo por meio da omnicanalidade, integração de dados, Inteligência Artificial, automação e personalização da oferta. Esses avanços, no entanto, só atingem seu pleno potencial quando sustentados por gente engajada, preparada e comprometida. Segundo uma pesquisa global da IBM (Global Skills Study), apenas 13% dos profissionais se sentem confiantes em suas habilidades digitais atuais, evidenciando um descompasso relevante entre o ritmo dos investimentos em tecnologia e a preparação das pessoas para operá-las e extrair valor. Apesar do aumento consistente dos investimentos em transformação digital, muitos colaboradores ainda não se sentem plenamente preparados para essa mudança. Desenvolver pessoas tem impacto direto nos resultados Investir em gente, treinamento e desenvolvimento, mais do que investimento, é uma estratégia com retorno mensurável e organizações que priorizam a capacitação colhem benefícios claros. Organizações que oferecem aprendizado contínuo registram até 92% mais engajamento dos colaboradores, segundo o LinkedIn Workplace Learning Report e, no mesmo trabalho, 80% dos profissionais afirmam que permaneceriam mais tempo em empresas que investem em seu desenvolvimento. Outro estudo da Glassdoor SHRM (Society for Human Resource Management) mostrou que programas estruturados de onboarding podem elevar a retenção de novos talentos em até 82%. Esses números reforçam que o desenvolvimento de competências técnicas e humanas eleva a produtividade, aumenta a rentabilidade e reduz as perdas associadas à rotatividade. Retenção de talentos como diferencial competitivo No varejo, onde o turnover historicamente é um dos mais elevados, reter talentos impacta diretamente a estabilidade operacional e a qualidade da experiência entregue ao cliente. De acordo com estudos da Gallup, ambientes com altos níveis de engajamento apresentam até 21% de aumento na rentabilidade e redução de até 70% na rotatividade, quando liderança, cultura e engajamento são prioridades. Outro dado do mesmo estudo, State of the Global Workplace, do Linkedin mostra que mais da metade dos profissionais globalmente consideram buscar novas oportunidades de trabalho, sendo a cultura organizacional, propósito e engajamento fatores decisivos para a saída, frequentemente mais relevantes do que remuneração. Liderança humana completa a tecnologia A digitalização das ferramentas de gestão, como plataformas de aprendizado digital e automação de RH, cresce de forma acelerada. O mercado global de soluções de gestão de capital humano segue em expansão, com forte adoção em setores como varejo e hospitalidade. Entretanto, tecnologia sem lideranças capacitadas para humanizar processos, interpretar dados e criar conexões reais com as equipes não entrega o retorno esperado. Práticas maduras de gestão de pessoas também apresentam impacto financeiro mensurável: organizações que priorizam o desenvolvimento humano registram retornos sobre o patrimônio líquido até 2,2 pontos percentuais superiores ao longo dos últimos cinco anos, segundo estudos da McKinsey. Equilíbrio entre humano e digital é fundamental No mundo overdigital, a verdadeira vantagem competitiva está na integração equilibrada entre tecnologia e humanização. Dados mostram que a tecnologia potencializa capacidades, mas não substitui a necessidade de desenvolver, engajar e reter pessoas que agregam valor às experiências dos clientes e inovam em contextos cada vez mais complexos. Em especial no varejo do Brasil, onde a questão de gestão, capacitação, retenção e motivação de pessoas apresenta características próprias, derivadas de elementos como o Bolsa Família, importante na sua componente social, mas que precisa evoluir para não estimular o crescimento da informalidade. O futuro do varejo não será definido apenas por quem possuir a melhor plataforma ou os algoritmos mais sofisticados. Será definido por quem compreender que pessoas são, cada vez mais, ativos estratégicos essenciais para a competitividade. Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem

  Avanço da inteligência artificial impulsiona profissões em alta e exige mais qualificação  

Um levantamento recente do LinkedIn aponta o cargo de Engenheiro(a) de Inteligência Artificial como o emprego em alta para 2026, liderando o ranking das profissões que mais cresceram nos últimos três anos no Brasil. O estudo evidencia a expansão acelerada da inteligência artificial em diferentes setores da economia e reforça um desafio que já se reflete também no mercado regional: a escassez de profissionais qualificados para atender à demanda crescente por soluções baseadas em dados, automação e IA generativa. De acordo com a pesquisa, os setores de tecnologia, serviços de TI e consultoria empresarial concentram a maior parte das oportunidades. As cidades de São Paulo, Florianópolis e Recife lideram em número de vagas, com um mercado cada vez mais flexível, mais de 60% das posições são ofertadas em modelo remoto. Blumenau, em Santa Catarina – cidade que se consolida como um dos principais polos de inovação e tecnologia do Brasil – também acompanha de perto as transformações do mercado de trabalho impulsionadas pela tecnologia. Para Willian Círico, Gerente de Tecnologia e instrutor da área na ProWay, instituição focada em Formação Tech de Blumenau, o crescimento acelerado da profissão está diretamente ligado à popularização da inteligência artificial no dia a dia das empresas. “Ferramentas como ChatGPT e Gemini tornaram a IA mais acessível e ampliaram sua aplicação em áreas como automação de tarefas, análise de dados, atendimento ao cliente e desenvolvimento de software”, explica. Apesar do avanço, o setor enfrenta um gargalo importante. “Os investimentos em IA são altos, mas ainda faltam profissionais preparados para transformar esse potencial em soluções reais. O mercado busca pessoas com domínio técnico, conhecimento em programação, machine learning, engenharia de dados e também visão prática e de negócio”, avalia Círico. Relatórios do World Economic Forum reforçam essa tendência ao apontar que, até 2026, a IA generativa e a automação inteligente devem se consolidar, ampliando a demanda por competências como MLOps, além de maior atenção a temas como segurança, ética e transparência. Mulheres ainda são minoria no setor de tecnologia Outro dado que chama atenção na pesquisa do LinkedIn é a desigualdade de gênero. Apenas 10,58% das contratações para cargos de engenharia de IA em 2025 foram de mulheres, o que evidencia um desafio histórico do setor de tecnologia. A estudante Ana Beatriz Façanha, de 18 anos, estudante da Formação Super Data Analyst da ProWay, conta que a decisão de ingressar na área veio do desejo de se desafiar e construir uma carreira com propósito. “Queria criar, resolver problemas e fazer parte de algo maior. Busquei um ambiente que valorizasse o aprendizado e o desenvolvimento profissional”, afirma. Para ela, atuar em um mercado ainda majoritariamente masculino exige persistência. “Às vezes surgem o medo e a insegurança, aquela sensação de precisar se provar o tempo todo. Mas se preparar é acreditar em si mesma, aprender todos os dias e não desistir”, diz. Ana Beatriz destaca que ampliar a presença feminina é fundamental para o futuro da tecnologia. “O receio é normal, todo mundo começa sem saber tudo. O medo faz parte, mas não pode ser maior que a vontade de evoluir. A tecnologia precisa de mais mulheres com coragem para tentar.” Com a inteligência artificial no centro das transformações digitais e das estratégias empresariais, a expectativa é de que a busca por profissionais qualificados siga em crescimento nos próximos anos, reforçando a importância da formação técnica e prática para acompanhar as mudanças do mercado.

Governança de dados, arquiteturas distribuídas e uso responsável da IA definem a nova maturidade do mercado brasileiro de analytics

O mercado brasileiro de advanced analytics e inteligência artificial se consolidou em 2025 com base em três pontos: a governança de dados como base inegociável, arquiteturas distribuídas capazes de ampliar o acesso sem comprometer o controle e a responsabilidade ética elevada à condição de requisito obrigatório. Esse é o principal diagnóstico da nova edição do relatório ISG Provider Lens™ Advanced Analytics and AI Services 2025, produzido e distribuído pela TGT ISG. De acordo com o relatório, o avanço do hype em torno da IA funcionou como catalisador para acelerar a maturidade das empresas rumo a uma atuação efetivamente orientada por dados. “Ficou claro que as empresas brasileiras passaram a despertar para temas destacados por este estudo desde sua primeira edição, em 2020. O hype em torno da IA levou não apenas decisores de TI, mas também CEOs, CFOs e CMOs a buscar fornecedores para implementar soluções, atraídos pelas promessas de produtividade e automação. Na tentativa de evitar a obsolescência, muitas organizações aceleraram a adoção de procedimentos que já deveriam estar em prática, impulsionando sua evolução para modelos orientados por dados”, explica Marcio Tabach, distinguished analyst da TGT ISG e autor do estudo. O relatório aponta que muitos dos fornecedores analisados, especialmente os posicionados como líderes, avançaram na automatização de processos de governança de dados. Modelos tradicionais de IA e machine learning passaram a ser integrados a soluções com interfaces baseadas em IA generativa, que acessam modelos embarcados para responder a demandas que exigem o tratamento de dados estruturados. Paralelamente, a ciência de dados migrou para ambientes low code e no code, com algoritmos embutidos nas plataformas, incluindo classificadores, séries temporais e regressão linear. Nesse contexto, os resultados analíticos passaram a ser entregues por meio de agentes, antecipando a tendência de construção e orquestração de agentic AI para atender a conjuntos mais amplos de demandas corporativas. “Em um case com uma grande rede de alimentação com múltiplas marcas, fornecedores desenvolveram um modelo de previsão focado em eventos especiais, como jogos, estreias e grandes promoções. A iniciativa permitiu antecipar picos anormais de demanda, ajustar a compra de insumos e evitar a perda de vendas em momentos críticos, justamente quando o movimento nas lojas é mais intenso”, revela o autor. Mas casos recentes reforçam a urgência de práticas responsáveis. Em 2024, uma companhia aérea canadense foi obrigada a indenizar um cliente após seu chatbot de IA fornecer informações incorretas sobre regras de reembolso. Já em meados de 2025, uma plataforma de vibe coding apagou acidentalmente todo o banco de dados de um aplicativo em desenvolvimento. “Fatos como esses, divulgados ao longo do ano, combinados a relatórios que indicaram baixa geração de valor com soluções de IA e ao aumento da regulação no setor, ampliaram a conscientização sobre o uso responsável e confiável da tecnologia”, explica o autor. Segundo o relatório, os fornecedores reagiram rapidamente ao cenário, concentrando esforços na organização de ambientes de dados historicamente fragmentados e complexos. Outro ponto de destaque é o foco no letramento em IA. “Muitos fornecedores relataram iniciativas de qualificação das equipes de seus clientes, com a criação de ‘academias’ próprias de analytics. Esses programas ampliam o entendimento sobre a tecnologia, suas condições de implementação e oferecem capacitação em plataformas específicas”, comenta o autor. “Essas academias acabam sendo uma porta de entrada para novos clientes, especialmente no mercado midsize. É uma forma eficaz que os fornecedores encontraram para promover seus serviços, conhecimento e capacidade de entrega. Além disso, as academias também impulsionam o upskilling das equipes dos próprios fornecedores, criando uma diferenciação estratégica frente a concorrentes que dependem apenas da contratação de talentos no mercado”. “O mercado está mais maduro”, explica o especialista. “As empresas começam a compreender a importância dos fundamentos da governança de dados, entre outros aspectos essenciais, o que é um sinal positivo”, conclui. O relatório ISG Provider Lens® Advanced Analytics and AI Services 2025 para o Brasil avalia as capacidades de 49 fornecedores em quatro quadrantes: Data Science and AI Services — Large, Data Science and AI Services — Midsize, Data and Analytics Modernization Services — Large and Data and Analytics Modernization Services — Midsize. O relatório nomeia Accenture, AI/R, BRQ, Cadastra, Capgemini, Dataside, Deal, Deloitte, IBM, MadeinWeb, NTT DATA, Quality Digital, Rox Partner, Stefanini e TIVIT como líderes em dois quadrantes cada. Também nomeia A3Data, BlueShift Brazil, Dedalus, Falconi, Objective e seus pares como líderes em um quadrante cada. Além disso, a BIP, a Dadoteca, a Minsait e a Peers foram nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada. Versões personalizadas do relatório estão disponíveis na Dataside, Falconi e Quality Digital.

Tecnologia na área fiscal passa a influenciar a competitividade das empresas

A área fiscal deixou de ser apenas um centro de custos e passou a influenciar diretamente a competitividade das empresas. Organizações que estruturaram seus departamentos fiscais e tributários com apoio de tecnologia já começam a ampliar suas margens operacionais, ganhando previsibilidade financeira e fortalecendo sua posição no mercado. Além da redução de erros e retrabalho, a eficiência fiscal tem viabilizado decisões estratégicas mais precisas, simulações de cenários e crescimento sustentável. “A tecnologia transforma o ciclo fiscal em um ativo estratégico, capaz de impactar diretamente lucro, caixa e capacidade de investimento”, afirma Roberto De Lázari, diretor de parcerias estratégicas da All Tax. Segundo o executivo, o avanço tecnológico, somado à implementação da Reforma Tributária, torna a reestruturação da área fiscal um imperativo para a sobrevivência das empresas. “O fiscal deixa de ser reativo e passa a operar como um hub de governança e performance”, diz. Apesar da crescente digitalização dos negócios, muitas empresas ainda operam com processos fiscais manuais e fragmentados. De acordo com De Lázari, esse modelo consome cerca de 30% do tempo dos profissionais da área. “Processos manuais geram inconsistências, retrabalho e interpretações divergentes. O primeiro benefício concreto da tecnologia é a melhoria da qualidade dos dados, que são essenciais para uma operação fiscal eficiente”, afirma. Além da ineficiência operacional, a falta de automação reduz a visibilidade e a rastreabilidade, ampliando os riscos em um ambiente tributário complexo e volátil como o brasileiro. O resultado são disputas administrativas, judicialização e insegurança jurídica. No dia a dia, isso se traduz em mais horas dedicadas à burocracia. Dados do Banco Mundial indicam que empresas no Brasil gastam até 1.500 horas por ano com obrigações tributárias, enquanto, nos países da OCDE, a média é de 155,7 horas. A constante edição de normas e mudanças regulatórias agrava o cenário. Segundo De Lázari, a incapacidade de adaptação em tempo real eleva o risco de autuações, com multas que podem chegar a 150% do valor do imposto devido. Automação reduz erros e melhora o retorno financeiro Em contraste, sistemas automatizados que integram todo o ciclo fiscal, da captura de dados à entrega das obrigações, reduzem prazos de dias para minutos e aumentam significativamente a segurança das operações. “A automação elimina até 95% dos erros manuais e gera um ROI médio de 40% na redução do custo operacional anual”, afirma o executivo. A adoção de tecnologias inteligentes também ganha espaço no mercado. Pesquisa da KPMG, publicada em outubro de 2025, aponta que 60% das empresas brasileiras consideravam utilizar Inteligência Artificial Generativa em relatórios fiscais. Do total, 37% já haviam implementado ou testado IA para rastreamento de despesas e deduções, enquanto 22% usavam a tecnologia para monitoramento e conformidade regulatória. Esse movimento se intensifica com a chegada das chamadas Inteligências Artificiais autônomas, ou Agentic AI. Diferentemente das IAs tradicionais, baseadas em regras fixas, essas soluções detectam alterações legislativas em tempo real, atualizam regras fiscais automaticamente e executam apurações sem intervenção humana. “Essas tecnologias sinalizam exceções, corrigem inconsistências e escalam análises quando necessário, preservando governança, rastreabilidade e segurança jurídica”, explica De Lázari. Outro ganho relevante da automação fiscal é a capacidade de simular regimes tributários e projetar impactos antes da implementação de mudanças relevantes. Com base em dados reais, as empresas conseguem antecipar efeitos tributários em até 12 meses, aumentar em 30% a assertividade das decisões e reduzir riscos não mapeados. “Quando aplicada corretamente, a tecnologia transforma o fiscal em uma alavanca de negócio. Governança, precisão e controle passam a impactar diretamente o resultado financeiro”, afirma o executivo. Reforma Tributária acelera a transformação A Reforma Tributária reforça essa urgência. O novo modelo de IVA Dual, baseado em crédito e débito ao longo da cadeia produtiva, depende de dados confiáveis e validações digitais desde a origem das operações. Erros ou informações incorretas afetam diretamente o direito ao crédito tributário e, consequentemente, a margem e o caixa das empresas. “Na prática, o crédito passa a ser um elemento estrutural de margem e liquidez”, explica De Lázari. Segundo ele, empresas com governança de dados bem estruturada tendem a capturar mais créditos, com maior velocidade e menor risco. “Quem já é organizado transforma governança fiscal em retorno financeiro.” Nesta primeira fase da reforma, os novos tributos CBS e IBS ainda não serão efetivamente cobrados, mas já passarão a constar nos documentos fiscais. Para o executivo, 2026 será decisivo para a preparação das empresas. “A reforma premia quem controla dados e processos e penaliza quem opera no improviso”, conclui.

Caso OpenClaw (Moltbot) Expõe Riscos da Nova Geração de Inteligência Artificial, Alerta Especialista Wilson Silva

A recente e caótica introdução do agente de inteligência artificial OpenClaw, anteriormente conhecido como Moltbot e Clawdbot, serve como um importante estudo de caso sobre os riscos inerentes à adoção precipitada de tecnologias emergentes. A análise é de Wilson Silva, especialista em IA e Marketing, Mestre em Gestão de Negócios pela FIA, Coordenador do MBA em Marketing e IA da Faculdade Impacta, Professor de Administração na ESPM e CEO da WS Labs. Em menos de 72 horas, a ferramenta de código aberto, que promete autonomia para executar tarefas diretamente no computador do usuário, passou por uma viralização explosiva, uma mudança de nome forçada por questões legais com a Anthropic (criadora do modelo Claude), e teve sua identidade digital sequestrada para a promoção de golpes com criptomoedas. Mais criticamente, especialistas em segurança digital identificaram e expuseram graves vulnerabilidades, classificando a ferramenta como um “pesadelo de segurança” em potencial. “O que vimos com o OpenClaw foi a anatomia de um ciclo de ‘hype’ acelerado, onde o entusiasmo por uma promessa tecnológica superou a necessária diligência em segurança e estabilidade”, afirma Wilson Silva. “A capacidade de um agente de IA de ‘agir’ em vez de apenas ‘responder’ é, sem dúvida, o próximo passo da tecnologia. Contudo, essa capacidade, que envolve acesso irrestrito a arquivos, credenciais e ao sistema operacional, cria uma superfície de ataque imensamente maior do que a dos chatbots tradicionais.” O principal diferencial do OpenClaw é sua natureza como “agente autônomo”. Diferente de modelos como o ChatGPT, que operam em ambientes isolados na nuvem, um agente como o OpenClaw é instalado localmente, com permissões para interagir com outros softwares, e-mails e arquivos. Essa arquitetura, embora poderosa, foi implementada sem as salvaguardas de segurança robustas que um acesso tão profundo exige, levando à exposição de centenas de instâncias de usuários na internet. “Este episódio destaca uma lacuna crítica entre a vanguarda do desenvolvimento de IA, muitas vezes em projetos de código aberto, e a maturidade necessária para uma adoção segura pelo público em geral”, explica Silva. “A corrida por visibilidade no cenário digital pode levar à divulgação de ferramentas que não estão prontas para o uso massivo, e o público precisa desenvolver um ceticismo saudável, buscando fontes que priorizem a análise técnica em detrimento do sensacionalismo.” Palestrante no Web Summit Rio 2025 e no AI Brasil Experience 2025, Wilson Silva continua levando essa discussão sobre a aplicação estratégica e segura da Inteligência Artificial para os principais palcos do país, defendendo uma abordagem que equilibre inovação com governança e responsabilidade. Sobre Wilson Silva Wilson Silva é uma das principais autoridades em Inteligência Artificial e Marketing no Brasil. É Mestre em Gestão de Negócios pela FIA, Coordenador Acadêmico do MBA em Marketing e Inteligência Artificial da Faculdade Impacta e Professor no curso de Administração da ESPM. CEO e fundador da WS Labs, empresa que desenvolve soluções de IA, Wilson possui mais de 20 anos de experiência transformando empresas com IA, Marketing Digital e Inovação. Foi palestrante no Web Summit Rio 2025 e no AI Brasil Experience 2025. Instagram: @wilsonsilva_mkt

O impacto da IA generativa no suporte técnico: o que muda para TI

Por Edsel Simas, CTO da Setrion e da Milldesk Help Desk Software O avanço da IA generativa nos ambientes corporativos está pressionando áreas historicamente operacionais a revisarem seus modelos de atuação. O service desk é um dos casos mais visíveis. A adoção de LLMs (Large Language Models) em fluxos de atendimento técnico alterou não apenas a jornada do usuário, mas a própria lógica de triagem, resolução e escalonamento de incidentes. O ponto central não é se a IA substitui o analista, mas sim como ela redesenha a arquitetura operacional e impõe novas exigências à equipe de suporte. Diferentemente das ondas anteriores de automação, centradas em scripts estáticos e bots de interação linear, o que se vê agora é a incorporação de motores de linguagem capazes de interpretar, inferir e sugerir ações a partir de descrições ambíguas ou mal formuladas. Isso altera radicalmente o desenho de operação dos service desks, reposicionando o analista humano como um elo crítico entre o conhecimento técnico acumulado e os sistemas de inferência probabilística que passaram a mediar parte significativa do atendimento. No plano tático, a introdução de IA generativa reconfigura o ciclo de vida de um chamado. A entrada, antes limitada a formulários predefinidos ou atendentes humanos, agora pode ser feita via linguagem natural, interpretada em tempo real por um modelo de linguagem treinado em tickets históricos, bases de conhecimento e logs operacionais. A partir desse ponto, o sistema classifica o chamado, sugere prioridade com base em contexto, tais como frequência, impacto, criticidade, histórico de incidentes correlatos, e até propõe soluções com base em respostas anteriores — que podem ser automaticamente redigidas, testadas e enviadas ao usuário final, dependendo do grau de autonomia definido pela política interna. O analista não desaparece desse fluxo, mas passa a operar em outra instância: como validador, auditor e — mais importante — como modelador do próprio conhecimento que alimenta a IA. Um novo campo de atuação para o atendimento humano Esse deslocamento funcional exige uma requalificação estrutural do papel do analista. A lógica anterior, centrada na execução direta e no conhecimento operacional tácito, dá lugar a uma demanda por competências interpretativas e estruturantes. O analista precisa entender como a IA toma decisões, quais vieses podem comprometer a acurácia das sugestões, como os dados de entrada, sintéticos, ruidosos ou incompletos, afetam o resultado, e de que modo se controla a degradação de performance dos modelos com o tempo. Esse novo perfil não é um luxo de empresas de ponta, mas uma resposta direta às pressões por redução de SLA e aumento da taxa de resolução de primeira linha. Em muitas operações, os tickets de baixa complexidade estão sendo inteiramente absorvidos por sistemas de IA. Isso tende a elevar artificialmente a complexidade média dos chamados restantes, o que, se não for devidamente interpretado pelas lideranças, pode dar a falsa impressão de queda de performance humana, quando na verdade é reflexo da filtragem automatizada. É nesse ponto que o analista precisa ser mais do que um resolvedor de tickets: ele passa a ser um intérprete da própria estrutura do suporte, atuando na reconfiguração contínua dos fluxos, na calibragem dos modelos e na gestão ativa da base de conhecimento. Curva de adoção no Brasil No país, existem diferentes estágios de adoção dessas tecnologias. Enquanto grandes operações corporativas já testam copilotos de IA para auxiliar seus analistas em tempo real, sugerindo scripts, comandos ou diagnósticos com base em padrões extraídos de tickets anteriores, a maioria das empresas opera em um modelo híbrido, onde fluxos automatizados convivem com zonas manuais de contenção. A questão central, porém, é menos tecnológica do que organizacional: a IA já está presente, mas o arcabouço de governança, curadoria de dados e capacitação técnica ainda engatinha. Isso gera uma tensão estrutural: a promessa de ganho de eficiência não se sustenta se a equipe humana não souber operar, validar e evoluir o sistema. Outro ponto relevante é a forma como a IA responde às demandas. Modelos generativos operam por inferência estatística, ou seja, sugerem a resposta mais provável, não necessariamente a mais correta. Em ambientes de suporte técnico, onde a margem de erro pode comprometer a segurança da informação, a estabilidade do ambiente ou o atendimento a requisitos regulatórios, isso impõe a necessidade de filtros humanos qualificados. A supervisão analítica passa a ser mandatória: o analista precisa saber identificar alucinações do modelo, respostas fora de escopo ou inferências equivocadas geradas por bases mal treinadas. Essa supervisão, aliás, é parte de uma camada estratégica de operação que tende a se expandir. Na medida q em que a IA assume tarefas de baixa densidade cognitiva, o analista de suporte é puxado para camadas de decisão mais complexas, como a integração entre ferramentas de observabilidade e sistemas de resposta automática, a configuração de alertas preditivos com base em aprendizado contínuo, ou a definição de parâmetros de auto escalonamento. O suporte técnico passa a ser, então, um nó crítico na cadeia de resiliência operacional das empresas. E o analista que se adapta a esse novo papel deixa de ser executor de tarefas e passa a ser curador de inteligência. Em síntese, a IA generativa não representa uma ameaça ao trabalho humano no suporte técnico — mas impõe uma mudança de ordem. O modelo operacional se reconfigura, e com ele a exigência de novas habilidades, novas linguagens e novos modelos mentais. O analista que entender essa transição e assumir um papel ativo na arquitetura e curadoria dos sistemas inteligentes terá não apenas lugar garantido no novo ecossistema — mas protagonismo. Ignorar esse movimento é uma escolha que cobra um preço: o da irrelevância técnica em um setor onde a automação já deixou de ser promessa e se tornou infraestrutura.

Produtividade com IA é o segundo maior desafio do marketing em 2026, aponta pesquisa

A Inteligência Artificial deixou de ser tendência e passou a ocupar o centro das decisões estratégicas do marketing. Em 2026, a tecnologia se consolida como o segundo maior desafio do setor, empatada tecnicamente com a integração entre marketing e vendas. O dado reflete uma mudança de foco: mais do que experimentar ferramentas, o mercado agora busca resultados concretos. Segundo levantamento Tendências de Marketing 2026 da Conversion, maior agência de SEO do país, 41,3% dos profissionais apontam o aumento de produtividade com o uso de IA como prioridade. O número ganha ainda mais peso quando observado ao lado da adoção acelerada da tecnologia: 82,4% dos profissionais já utilizam IA diariamente, um crescimento de 88,6% em relação a 2024, quando esse percentual era de 43,7%. Apesar da presença quase onipresente da IA na rotina de trabalho, o uso ainda ocorre de forma superficial. A maioria dos profissionais (88,2%) utiliza a tecnologia apenas de maneira conversacional, fazendo perguntas e aplicando respostas diretamente no dia a dia. Apenas 6,1% automatizam tarefas por meio de fluxos de trabalho, e 2,7% operam agentes autônomos, que permitem ganhos mais consistentes de escala e produtividade. Na prática, a IA ainda atua mais como um assistente individual do que como um ativo estratégico das empresas. Falta de governança revela imaturidade do mercado O uso desorganizado também aparece na ausência de regras claras. Quase metade das empresas brasileiras (47,1%) não possui qualquer governança ou processo formal para o uso de IA. Outros 21,2% analisam riscos e segurança de dados apenas quando necessário, adotando uma postura reativa. Apenas 12,1% têm aprovação formal da liderança antes de usar ferramentas de IA, e 11,9% implementaram governança completa com diretrizes claras, processos auditáveis e capacitação estruturada. Isso significa que 68,3% das empresas operam com governança inexistente ou reativa, um número preocupante dado os riscos potenciais. Esse cenário reforça a distância entre adoção e maturidade. Embora amplamente utilizada, a IA ainda não foi institucionalizada como parte dos processos corporativos, o que limita seu impacto nos indicadores de desempenho. Investimento e capacitação ainda são limitados Os números de investimento ajudam a explicar esse descompasso. 82,3% das empresas investem até R$5.000 por mês em IA, sendo que 40,2% não gastam nada além de ferramentas gratuitas. Outros 42,1% destinam entre R$1.000 e R$5.000 mensais, valor normalmente associado a assinaturas individuais, e não a projetos estruturantes. A capacitação segue o mesmo padrão: 41,1% oferecem apenas cursos gratuitos ou de baixo custo (YouTube, MOOCs, webinars), e 28,7% não têm nenhuma iniciativa formal de aprendizado. Isso resulta em 22,9% dos profissionais se sentindo pouco ou nada apoiados no desenvolvimento de competências em IA Para 2026, o desafio não é mais fazer os times adotarem IA — é institucionalizar o uso para ganhos reais. As empresas que conseguirem essa transição transformarão a IA de ferramenta individual em vantagem estrutural. Os dados mostram que o mercado reconhece essa urgência: 48,5% planejam investir em geração de dados e inteligência com IA, 39,6% em criação e otimização de conteúdo para SEO, e 34,7% em atendimento ao cliente via chatbots. Metodologia A pesquisa foi realizada pela Conversion entre novembro e dezembro de 2025, com 637 profissionais entrevistados de forma online. O público inclui analistas, gerentes, coordenadores, fundadores, presidentes e assistentes. A margem de erro é de 3,8%, com nível de confiança de 95%.

A revolução da IA no varejo: a tecnologia como  ponte entre gerações

Por Tiago Vailati, CEO da Loopia* Quem vive o dia a dia do varejo sabe: estamos operando em um paradoxo. De um lado, a pressão insana por inovação, velocidade e digitalização. Do outro, um consumidor humano, complexo e cheio de anseios . A Geração Z quer tudo pra ontem, na tela do celular. Já os Baby Boomers e a Geração X, mesmo conectados, ainda buscam a segurança e o “olho no olho”. Tentar agradar todo mundo com a mesma régua é uma das maiores armadilhas que vejo gestores cometendo. O modelo “one-size-fits-all” morreu. E é aqui que a Inteligência Artificial deixa de ser modismo de palco de evento para virar ferramenta de sobrevivência no mundo real: ela é o que vai equilibrar a balança entre escalar a operação e manter o atendimento personalizado. Fim do “achismo”: o jogo agora é com dados Durante muito tempo, o varejo foi movido a feeling. O dono da loja “sentia” o que ia vender. Hoje, jogar apenas com a intuição é um risco que não podemos mais correr. A complexidade atual exige uma leitura que o instinto humano, por melhor que seja, não consegue processar sozinho. A IA, com análise preditiva e segmentação dinâmica, transforma grandes massas de dados em decisões. Não é só saber o que o cliente comprou, mas entender o contexto, o momento de vida dele. Decisões baseadas em dados trazem assertividade, enquanto decisões baseadas apenas em instinto, normalmente, geram atrito e só desperdiçam o investimento. O mercado já percebeu isso. Dados da Central do Varejo mostram que 47% dos varejistas já usam IA, e a maioria (56%) foca justamente no atendimento. Ou seja: a tecnologia virou o braço direito da experiência do cliente (CX). Chat Commerce: falando a língua de cada um O grande trunfo da IA hoje, especialmente no chat commerce, é a insuperável capacidade de adaptação. Um sistema bem treinado não oferece o mesmo produto, do mesmo jeito, para um jovem de 20 anos e para um senhor de 65. Para a nova geração, a IA agiliza o checkout e recomenda tendências em segundos. Para os mais maduros, a mesma tecnologia atua com mais paciência, oferecendo detalhes, segurança e simulando aquela conversa de balcão que gera confiança. A chave aqui é a memória. A pesquisa “CX Trends 2026” da Zendesk comprovou: 85% dos líderes de CX dizem que IAs com memória avançada são o segredo da personalização. O cliente não quer repetir a história dele a cada interação, ele quer ser reconhecido e tratado de forma única. Isso é o básico bem feito. Tecnologia para potencializar o humano (não para substituir) Mas fica aqui um recado importante: não existe bala de prata. A tecnologia, por si só, não faz milagre. A adoção de chatbots e IA precisa ser estratégica e ética. O objetivo não é criar um muro entre sua marca e o cliente para cortar custos, mas sim construir pontes melhores. Quando a IA assume o trabalho repetitivo, ela libera o seu time para fazer o que o ser humano faz de melhor: ter empatia, resolver problemas complexos e construir relacionamento. A inovação não pede licença e o comportamento do consumidor não vai esperar sua empresa se adaptar. Integrar IA e chat commerce deixou de ser uma aposta futurista para virar requisito básico de sobrevivência.  Olhe para a sua operação hoje e reflita: ela está pronta para conversar com o futuro sem ignorar o que o seu cliente espera de você? A resposta para essa pergunta é o que vai definir o sucesso do seu negócio nos próximos anos. *Tiago Vailati é cofundador e CEO da Loopia, plataforma que integra e automatiza a jornada do Chat Commerce com IA.

Tecnologia vira base e experiência ganha valor na NRF 2026

A NRF Retail’s Big Show 2026, realizada entre 11 e 13 de janeiro, em Nova York, reforçou uma mudança estrutural no varejo: tecnologia deixa de ser diferencial e passa a ser base, enquanto atributos se consolidam como vantagem competitiva. Para o setor de alimentação fora do lar, os debates indicam oportunidades concretas de ganho de produtividade com inteligência artificial, sem perda do principal ativo do negócio: a experiência no atendimento. No campo da inteligência artificial, o evento destacou a transição de modelos baseados em busca por palavras-chave para jornadas orientadas por intenção, em que o consumidor “conversa” com plataformas que entendem contexto e objetivos antes de sugerir soluções. Em bares e restaurantes, isso se traduz em sistemas capazes de sugerir combinações, orientar escolhas, prever demanda e apoiar o atendimento, simplificando a experiência do cliente e aumentando a eficiência operacional. No evento foi discutido que a IA tende a organizar a gestão do negócio para liberar tempo e energia da equipe para reforçar o cuidado e o acolhimento humano. A recomendação ao empresário é tratar a tecnologia como base de processos, sem substituir a hospitalidade, mas ampliando consistência e velocidade da operação. Outro eixo relevante debatido no evento foi sobre autenticidade e comunicação. As marcas vencedoras abandonam o discurso puramente comercial e apostam em conexões emocionais baseadas em valores como verdade e identificação. Para o setor, a proposta de valor precisa ser coerente “do balcão ao digital”, com comunicação mais honesta e aderente ao cotidiano do negócio. A NRF 2026 trouxe ao centro a busca do consumidor por experiências que gerem vínculo, conforto e significado, um movimento descrito como “fome sensorial”, em resposta ao excesso de telas. Para Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel, é preciso ter estratégia porque além de vender comida e bebida é preciso preparar ambientes e serviços que entreguem presença e conexão humana. “A NRF 2026 reforça uma virada importante porque a tecnologia deixa de ser alternativa e passa a ser fundamental na gestão. Para o empresário, isso significa que é preciso usar inteligência artificial e dados para ganhar eficiência sem abrir mão do que sustenta o setor que é a hospitalidade e experiência. Por isso, é preciso implementar soluções com foco na jornada do cliente de forma que a inteligência artificial junto ao humano personifique cada vez mais as entregas para que elas sejam únicas e potentes”, comenta.

Humanização tecnológica: como melhorar a experiência do cliente em 2026?

Por Thiago Gomes Garantir uma ótima experiência do cliente não se trata, apenas, de adotar novas tecnologias que otimizem o atendimento, mas de integrá-las de forma inteligente e humana ao relacionamento com cada um. O consumidor espera mais do que eficiência: ele quer ser reconhecido, compreendido e atendido de forma quase intuitiva – o que destaca a importância de desenvolver jornadas mais naturais, personalizadas e sem atrito, para as empresas que realmente quiserem prosperar este ano.  A “massificação” dessa automação levou muitas organizações a construírem experiências que não resolvem os problemas de seu público-alvo, gerando, ao invés disso, cada vez mais insatisfação. Isso porque muitas tecnologias tradicionais obrigam o cliente a se adaptar ao robô, e acabam fragmentando sua jornada e satisfação com o atendimento prestado.  Por mais que a digitalização esteja fortemente presente em nosso cotidiano, é extremamente importante ter consciência de que o consumidor apenas aceita conversar com uma IA quando ela passa a entregar valor real, resolvendo o problema em questão sem que se sintam apenas mais um. Ela deve ser pensada como motor da experiência do cliente e da resolução de sua demanda, e não como vitrine tecnológica.  Prova disso está no estudo do “CX Trends 2025”, o qual identificou que a hiperpersonalização e a inteligência artificial já influenciam seis a cada 10 decisões de compra de produtos ou serviços – sendo que, no último ano, 68% dos consumidores destacaram a personalização no atendimento como fator de decisão. Não se trata de priorizar o lado humano ao tecnológico, ou vice-versa, mas de usar esses recursos a favor do cliente, com menos atrito e repetição, dando espaço para jornadas mais claras, transparentes e consistentes.  Uma experiência inteligente parte da análise de dados a respeito do perfil e histórico do público-alvo. Porém, um dos maiores erros do mercado nesse sentido é coletar informações demais, sem que utilizem boa parte delas. A velha máxima do “menos é mais” nunca erra. Os dados precisam ter propósito e cada um deles precisa responder a uma pergunta focal: como isso melhora a experiência do cliente?  Isso servirá de base para a construção de uma comunicação bem mais natural e individualizada, de acordo com as necessidades e desejos de cada pessoa. Isso abrange, na prática, cinco pilares indispensáveis: contexto (saber quem é o cliente, de onde ele veio, e o que já vivenciou); continuidade (não pedir a mesma informação duas vezes, e não quebrar a jornada ao trocar de canal); intenção / comando (o cliente deve escolher com quem prefere falar, e o sistema entender o que ele precisa); objetividade (resolver essas questões com máxima rapidez, sem passos desnecessários) e escalonamento inteligente (investindo em uma IA capaz de resolver o que faz sentido, deixando o profissional humano entrar em momentos mais estratégicos para a geração de valor).  Oferecer uma boa experiência não é mais um diferencial, é o mínimo esperado. O grande segredo está em criar jornadas hiper personalizadas, com interações naturais e sem fricção, mostrando que não se trata de quem mais investe em tecnologias robustas, mas naquelas que extraem e executam o melhor que podem oferecer, sem perder a qualidade do atendimento em si e, com isso, construindo relações sólidas de confiança a longo prazo.  Thiago Gomes é Diretor de Customer Success e Produtos na Pontaltech. 

A gestão empresarial diante do cenário tecnológico de 2026

por Roberto Abreu, diretor de soluções da Blend IT A digitalização corporativa entra em um novo estágio em 2026, orientado pelo equilíbrio entre eficiência operacional e inovação contínua. A modernização de sistemas e a adoção planejada de tecnologias emergentes passam a definir o ritmo de crescimento das organizações, em um ambiente onde tecnologia e estratégia se tornam inseparáveis. O avanço da inteligência artificial e da automação amplia o alcance da gestão empresarial ao acelerar decisões e fortalecer a segurança de processos. Empresas de diferentes setores já avaliam seus investimentos em tecnologia não apenas pelo retorno financeiro, mas também pelo impacto sobre agilidade e continuidade operacional. Nesse cenário, a priorização entre modernização de sistemas legados e adoção de soluções inovadoras exige uma abordagem orientada a valor. A atualização do ERP e dos sistemas centrais torna-se decisiva quando plataformas antigas limitam integração, escalabilidade ou o uso de inteligência artificial, pontos críticos para competir em 2026. Em paralelo, automações inteligentes, agentes corporativos baseados em IA e micro aplicações geram ganhos imediatos com redução de complexidade e aumento da agilidade operacional. Modernização com precisão e agilidade A dinâmica tecnológica atual exige decisões muito mais estratégicas. As empresas buscam conciliar a modernização de plataformas que sustentam operações essenciais com a incorporação de soluções mais flexíveis. Arquiteturas altamente modularizadas baseadas em componentes de negócio permitem que sistemas transacionais permaneçam estáveis, enquanto inovações se conectam ao redor por meio de APIs e eventos. Isso possibilita modernizar somente onde há impacto real e inovar onde o retorno é mais direto, reduzindo dependência de longos ciclos de transformação. Essa transição reflete maior maturidade tecnológica. Substituições completas dão lugar a ciclos de evolução gradual apoiados em automação, integração e arquitetura distribuída. O objetivo é garantir interoperabilidade, segurança e capacidade de evolução constante sem riscos à operação. Sistemas legados seguem como base de muitas operações críticas, mas sua manutenção se tornou uma das principais barreiras à transformação digital. Estudos da Gartner indicam que a maior parte do orçamento de TI até 2026 continuará dedicada à sustentação dessas plataformas, limitando espaço para inovação. As ações de modernização associadas ao uso de tecnologias antigas e às demandas crescentes por segurança e conformidade ampliam essa pressão. A modernização incremental tem se mostrado o caminho mais viável. Soluções de desenho moderno que a partir de sistemas legados e os componentes de automação, integração via APIs e refatoração progressiva preservam investimentos enquanto abrem espaço para novas capacidades. A abordagem gradual reduz riscos operacionais e permite validar hipóteses antes de comprometer recursos significativos. Inteligência artificial aplicada aos processos A inteligência artificial deixou de ser promessa futura para tornar-se realidade operacional em 2026. Agentes autônomos e modelos de linguagem aplicados a processos empresariais transformam atendimento, análise de dados e tomada de decisão. A automação inteligente vai além de tarefas repetitivas, alcançando processos complexos que exigem interpretação de contexto e adaptação dinâmica. Empresas que integram IA a seus fluxos operacionais ganham capacidade de resposta acelerada e reduzem gargalos estruturais. A adoção eficaz, no entanto, depende de dados bem estruturados, governança clara e infraestrutura preparada para escalar. A combinação de IA com automação de processos robóticos cria ambientes onde sistemas legados e inovadores coexistem de forma produtiva, ampliando o valor extraído de cada camada tecnológica. Segurança e conformidade como pilares O aumento da superfície de ataque digital torna segurança e conformidade prioridades estratégicas inegociáveis. Regulamentações como a LGPD e frameworks internacionais exigem controles rigorosos sobre dados, acessos e trilhas de auditoria. A modernização deve incluir desde o início camadas de proteção que garantam resiliência contra ameaças crescentes sem comprometer a experiência do usuário. A integração de ferramentas de monitoramento contínuo, políticas de zero trust e arquiteturas de segurança em múltiplas camadas protege ativos críticos enquanto mantém a agilidade operacional. A conformidade deixa de ser obstáculo para tornar-se diferencial competitivo, transmitindo confiança a clientes, parceiros e reguladores em mercados cada vez mais exigentes. Tecnologias que definem a gestão em 2026 Relatórios da Gartner e da IDC apontam que a gestão empresarial em 2026 será fortemente influenciada pela adoção de inteligência artificial aplicada, automação avançada e arquiteturas distribuídas em nuvem. Entre as soluções com maior impacto prático destacam-se agentes de IA integrados a sistemas corporativos que automatizam tarefas e aceleram decisões, RAG com OCR avançado para transformar documentos dispersos em informação estruturada, e automação baseada em Process Mining para eliminar gargalos. Integrações modernas via API-first e iPaaS fortalecem a conexão entre ecossistemas internos e externos com segurança e agilidade. Outra frente em evolução é a dos sistemas autônomos, capazes de coordenar processos em tempo real, acompanhados por tecnologias de proteção avançada como computação confidencial. A gestão empresarial que se consolida para 2026 é marcada por equilíbrio entre estabilidade e inovação. A modernização de plataformas e a incorporação planejada de novas tecnologias deixam de ser projetos isolados e passam a compor uma estratégia contínua de eficiência e interoperabilidade. Mais do que seguir tendências, o foco recai sobre construir bases tecnológicas capazes de evoluir ao ritmo do negócio, definindo o perfil das organizações preparadas para os desafios do cenário digital.

Regulação da inteligência artificial no trabalho entra no centro das políticas públicas globais

O uso crescente da inteligência artificial no ambiente de trabalho e em decisões que afetam a sociedade tem obrigado governos de diferentes países a priorizarem a criação de marcos regulatórios para a tecnologia. O debate envolve riscos, oportunidades e o equilíbrio entre inovação, segurança jurídica e proteção de direitos. Inicialmente restrita a ambientes experimentais, a IA passou a influenciar processos decisórios em áreas como contratação, crédito, saúde, logística e atendimento ao consumidor, ampliando seu impacto direto sobre pessoas e organizações. Segundo Fabio Tiepolo, fundador da StaryaAI, empresa que tem como objetivo capacitar organizações e auxiliá-las a transformar operações e decisões com agentes de IA orquestrados com governança, do dado à decisão, a urgência da regulação está relacionada à maturidade da tecnologia. “A IA deixou de ser experimental e passou a impactar decisões reais sobre pessoas, trabalho e direitos. Quando uma tecnologia ganha escala antes das regras, o risco sistêmico cresce. Com isso, entidades governamentais entenderam que precisam agir agora para evitar danos difíceis de reverter no futuro”, afirma. A ausência de regras claras, especialmente no ambiente de trabalho, pode gerar efeitos negativos relevantes. Entre os principais riscos estão a discriminação algorítmica, a opacidade nas decisões automatizadas, a precarização das relações laborais e a perda de confiança entre trabalhadores e empresas. “Sem regras, a IA pode reforçar vieses, automatizar injustiças e gerar insegurança jurídica tanto para trabalhadores quanto para empresas”, diz Tiepolo. Dados de mercado reforçam a dimensão do tema. De acordo com relatório do Fórum Econômico Mundial, cerca de 23% dos empregos globais devem sofrer transformações significativas até 2027 em função da automação e da IA, enquanto a McKinsey estima que até 70% das empresas no mundo já utilizam algum tipo de inteligência artificial em suas operações. Esses números ampliam a pressão por políticas públicas que orientem o uso responsável da tecnologia. Para Tiepolo, o caminho passa por regulações baseadas em risco. “Nem toda IA precisa do mesmo nível de controle. Sistemas de alto impacto, como os que afetam emprego, renda ou acesso a benefícios, devem ter exigências mais rígidas de transparência, auditoria e responsabilização, sem travar a inovação de baixo risco”, explica. Ele destaca ainda que a automação tende a substituir tarefas, e não profissões inteiras, desde que acompanhada de políticas de requalificação profissional. Os primeiros impactos das novas legislações devem ser sentidos por setores intensivos em dados e decisões automatizadas, como tecnologia, serviços financeiros, saúde, recursos humanos, call centers, logística e seguros. Nesses segmentos, a IA já influencia processos críticos e decisões que afetam diretamente indivíduos e consumidores. No contexto brasileiro, Tiepolo avalia que o país avançou no debate, mas ainda enfrenta desafios. “O Brasil precisa evoluir na capacitação técnica do setor público, na clareza de papéis regulatórios e na integração com a LGPD. A boa notícia é que podemos aprender com os erros e os acertos de outros países”, afirma. “A construção de uma regulação eficaz depende do equilíbrio entre sociedade civil, empresas e academia, com diálogo contínuo e base técnica sólida”, completa o especialista.

Com prompts já integrados ao dia a dia, 6 em cada 10 profissionais passam a configurar agentes de IA no trabalho

Mais do que utilizar agentes de inteligência artificial no trabalho, a maioria dos profissionais brasileiros já sabem configurá-los para otimizar tarefas e processos. É o que revela a Adapta, maior ecossistema de IA generativa do país: em seu novo estudo sobre a maturidade em IA nas empresas, 6 em cada 10 entrevistados afirmaram ao menos configurar agentes para atividades específicas — sendo que 28,4% já combinam diferentes tecnologias ou desenvolvem seus próprios agentes dentro das organizações. A tendência, vale dizer, acompanha o movimento que vem sendo observado dentro das companhias nos últimos anos. Um levantamento recente do Google Cloud indica que 62% das lideranças brasileiras (de CEOs a diretores) já utilizam agentes de IA em suas operações, reforçando que a tecnologia passou a ocupar um papel central nas estratégias corporativas.  Esse avanço no domínio dos agentes pode estar ligado às iniciativas de capacitação oferecidas pelas empresas. No levantamento da Adapta, por exemplo, 37,2% dos profissionais relataram ter recebido treinamentos frequentes em IA em 2025, enquanto cerca de 34% tiveram acesso a cursos introdutórios e materiais de apoio, como trilhas e tutoriais internos — sugerindo que parte da habilidade em configurar e combinar agentes é resultado desse investimento em formação.  Mapeando o uso de IA nas empresas em 2025  O estudo da Adapta também buscou entender como os profissionais avaliam o próprio domínio de IA em 2025 — e os dados mostram um cenário interessante. Embora 16,6% deles tenham declarado usar pouco a tecnologia, a maior parte disse utilizar a IA de maneira prática no dia a dia. Quase metade (49%) afirmou usar ferramentas prontas na empresa, enquanto 34,4% já aplicam IA de forma estratégica, desenvolvem soluções próprias ou criam novos fluxos de trabalho com apoio dessas tecnologias.  Quando o recorte se volta especificamente para os agentes de IA, o grau de maturidade também chama atenção: apenas 7,4% dos entrevistados disseram não utilizar agentes no trabalho. A maioria, por sua vez, opera em níveis intermediários ou avançados: 34,6% configuram agentes para tarefas específicas da área e 28,4% já combinam diferentes agentes ou os desenvolvem nas empresas — percentual que reforça a ascensão de profissionais mais autônomos e tecnicamente preparados. A percepção sobre a liderança segue a mesma tendência. Para 71,6% dos respondentes, seus gestores diretos possuem conhecimento intermediário ou avançado em IA, integrando diferentes tecnologias nas rotinas e tomando decisões com apoio de modelos generativos. O dado indica que, além da adoção individual, o uso da inteligência artificial começa a se consolidar também na camada estratégica das organizações, impulsionando mudanças estruturais na forma de liderar e operar.  Dos treinamentos aos workshops  Se por um lado cresce o uso de IA e agentes no ambiente de trabalho, por outro, as empresas começam a acompanhar esse movimento com iniciativas de formação mais estruturadas… embora os conteúdos nem sempre sejam suficientes para o trabalho das equipes. Em 2025, 37,2% dos profissionais relataram ter recebido capacitações frequentes para atualização em IA, indicando que o tema já entrou na agenda de desenvolvimento das organizações. Outros 34,2% tiveram acesso a cursos introdutórios, enquanto 33,6% receberam materiais de apoio, como trilhas, tutoriais e vídeos internos. Apesar dos avanços, a percepção sobre a qualidade das capacitações ainda revela pontos de atenção. O maior problema apontado pelos profissionais (27,6%) foi o excesso de teoria, com treinamentos pouco aplicáveis ao trabalho real — justamente o tipo de abordagem que dificulta a evolução no uso de agentes e ferramentas mais avançadas. Além disso, 23,4% afirmaram que o conteúdo ao longo do ano permaneceu superficial, limitado a materiais que não acompanharam a velocidade das mudanças tecnológicas.  Diante dessas limitações, não surpreende que o principal desejo dos profissionais para 2026 seja justamente a oferta de treinamentos práticos: 53,8% querem aprender a usar ferramentas e agentes de IA de forma aplicada, no contexto real de suas funções. “A demanda reforça que, para avançar no nível de maturidade digital, as empresas precisarão investir menos em teoria genérica e mais em experiências hands-on, capazes de acelerar a autonomia e a experimentação dentro das equipes”, comenta Eduardo Coelho, Head de Marketing da Adapta.  Afinal, quais habilidades em IA os brasileiros querem aperfeiçoar em 2026?  Quando o assunto é desenvolvimento profissional, os entrevistados já têm clareza sobre quais competências desejarão aprender ou aprimorar no próximo ano. Entre as habilidades mais citadas aparecem, por exemplo, a análise de dados com IA (44,6%), capaz de gerar insights estratégicos a partir de grandes volumes de informações, e a engenharia de prompt (43%), vista como essencial para criar instruções mais precisas e extrair resultados de maior qualidade das ferramentas.  Também ganha destaque, para muitos deles, a visão estratégica aplicada à IA (41,6%), habilidade que permitirá aos profissionais orientar equipes, integrar tecnologias ao dia a dia e tomar decisões mais embasadas. “Isso reforça como, em 2026, dominar IA não será apenas saber operar ferramentas, mas compreender como elas se conectam aos objetivos e resultados do negócio”, destaca Eduardo.  Metodologia Para compreender as experiências dos profissionais com capacitações em IA, nas últimas semanas foram entrevistados 500 brasileiros adultos (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade é de 95%, com margem de erro de 3,3 pontos percentuais. Saiba mais em: https://adapta.org/blog/maturidade-ia-nas-empresas-2025

Red Hat apresenta atualizações em seu ecossistema de partners

De olho em aperfeiçoar a experiência de empresas parceiras e aliadas ao seu programa global de parceiros, a Red Hat acaba de anunciar mudanças significativas em sua iniciativa, centradas em todo o ciclo de vida do parceiro e com foco para entregar três resultados principais: simplicidade, previsibilidade e rentabilidade.  Com essas melhorias, a empresa passa a oferecer uma estrutura que prioriza o coinvestimento para impulsionar a rentabilidade de empresas associadas em suas principais áreas do negócio. Ao investir ativamente em programas de parceiros, incentivos e ferramentas digitais, a Red Hat espera viabilizar o crescimento acelerado, reduzir atritos e ampliar o alcance de mercado de forma progressiva e suave, promovendo o sucesso coletivo à medida que essas implementações são realizadas no ecossistema corporativo.  Liberando incentivos previsíveis e rentáveis  A estratégia de incentivos da Red Hat está mudando do simples reembolso para recompensas previsíveis, que remuneram melhor os parceiros que investem nas tecnologias e soluções da companhia. Os novos incentivos passam a reconhecer atividades relevantes ao longo de todo o ciclo de vida do cliente, incluindo iniciativas essenciais de pré-vendas, como workshops e avaliações. A modalidade, separada dos Fundos de Desenvolvimento de Mercado (MDF) tradicionais, tem como objetivo reduzir a necessidade de investimentos iniciais por parte dos parceiros para que possam usufruir dos benefícios de incentivo. Uma das principais melhorias nessa área é a expansão dos abatimentos e do registro de oportunidades (deal registration) para abranger outras rotas indiretas de comercialização, incluindo oportunidades de OEM e de nuvem. Dessa forma, ampliando significativamente a elegibilidade dos parceiros aos incentivos e contribuindo para aumentar a rentabilidade de um número maior de parceiros. Além disso, os parceiros contarão com uma proteção de oportunidades aprimorada, trazendo mais confiança em seus engajamentos com a Red Hat. Para garantir que os incentivos atinjam os mercados emergentes mais estratégicos para a Red Hat, as atividades de bookings passam a incluir explicitamente serviços de aplicações e IA, além de segmentos de produtos como RHEL, OpenShift e Ansible Automation Platform. Essa mudança recompensa os parceiros pelo sucesso de vendas nas principais áreas estratégicas de crescimento, além das categorias de produtos existentes.  Evoluindo para reconhecimento e crescimento A estrutura do programa da Red Hat está evoluindo para se alinhar a modelos de negócio modernos e criar caminhos mais simples e objetivos para reconhecimento e recompensas. Não à toa, recentemente a empresa lançou um novo módulo de programa de nuvem para os Red Hat Certified Cloud and Service Providers (CCSPs) para acelerar a jornada de organizações. Esse módulo estará disponível ainda em 2026 e representa uma mudança programática fundamental para alinhar o programa à economia de consumo, ao focar em Annual Recurring Revenue (ARR) para pontuação, em vez dos bookings tradicionais. Para além disso, a Red Hat continua aprimorando seu programa de parceiros especializados para destacar aqueles que demonstram profundo conhecimento técnico e capacidades de serviços comprovadas. “Um exemplo é o Red Hat Specialized Partner Program, o qual passa a contar com uma candidatura aberta, substituindo o processo anterior de indicação, permitindo que os próprios parceiros se candidatem. Como reconhecimento adicional pelo investimento realizado, os parceiros especializados vão ganhar um número maior de pontos por cada especialização concluída, o que pode destravar benefícios ainda mais robustos durante o programa”, afirmou Kevin Kennedy, vice-presidente, Global & Americas, Partner Ecosystem Success. A fim de estimular a colaboração, o módulo Sell With (Vendas com) passa a ter inscrição aberta para qualquer parceiro qualificado. Essa experiência de adesão simplificada, rápida e consistente cria novos caminhos para o crescimento de receita de parceiros que vendem soluções em conjunto com a líder de código aberto. Entregando autonomia e eficiência por meio da transformação digital As recentes mudanças no Portal de Parceiros da Red Hat têm como objetivo melhorar a eficiência, a autonomia e a facilidade de fazer negócios com a empresa. Entre as novidades está o lançamento da atribuição automática de créditos para atividades de marketing e geração de demanda gerenciadas pelo Red Hat Partner Demand Center e aprovadas para financiamento do MDF. Isso elimina a necessidade de envios manuais por parte dos parceiros, aumentando a participação e melhorando a precisão dos dados. A empresa também aperfeiçoou o fluxo de inscrição digital em todos os módulos do Programa de Parceiros, oferecendo um processo de onboarding mais fluido e amigável. A funcionalidade está sendo ampliada para incluir mais permissões para usuários associados, proporcionando mais controle e visibilidade sobre oportunidades, progresso e acúmulo de pontos. Fortalecendo um ecossistema de inovadores Essas melhorias cumulativas em incentivos, programas e experiência digital foram pensadas para aumentar a confiança dos parceiros, reduzir atritos e, principalmente, impulsionar o crescimento do pipeline e da receita tanto para os parceiros quanto para a Red Hat em 2026 e nos anos seguintes. “Nossa missão central permanece clara: fazer com que o ecossistema de parceiros da Red Hat seja um poderoso motor de crescimento para a inovação em código aberto e esteja à frente da próxima geração de TI. Essas atualizações materializam esse compromisso, entregando benefícios mensuráveis nos pilares críticos de sucesso para os parceiros”, concluiu Paulo Ceschin, Diretor sênior para o Ecossistema de Parceiros na América Latina.

Tecnologia com toque de humanidade: o plano global de mobilidade da OMODA & JAECOO para 2026

Compromisso passa por maior globalização, mas com rápida adaptação em cada mercado onde atua, combinando novas tecnologias para mobilidade sustentável Na encruzilhada da transformação centenária da indústria automotiva, um profundo deslocamento de paradigma está em curso: o eixo da competitividade deixa de se fundamentar na dimensão de desempenho e passa a se concentrar em um duplo desafio: a capacidade de integração a ecossistemas globais e adaptação legítima em cenários locais. Enquanto muitas marcas ainda ajustam sua rota, a OMODA & JAECOO já apresenta um roteiro claro como resposta — mais do que disrupção de mercado, a fabricante quer redefinir o estilo de vida, comprometida em se tornar parceira confiável da nova geração global, que quer explorar o mundo. Ao mesmo tempo, visa uma atuação inteligente da forma em que cada país vive sua própria rotina localmente. Evolução inteligente: tecnologia integrada a todos os cenários Para a OMODA & JAECOO, inteligência não está no acúmulo de funções, mas em experiências naturais e intuitivas. A marca transiciona cada modelo para ser mais do que um ativo passivo. Eles constituem sistemas ativos de colaboração. Assim, combina assistências inteligentes, reconhecimento de cenários e colaboração homem-máquina para tornar a mobilidade mais segura, simples e alinhada às necessidades reais do dia a dia. Em ambientes urbanos complexos, a tecnologia atua como apoio à decisão, não como distração. Modelos como o Omoda 7, com Assistente de Estacionamento Remoto (RPA) e Assistente Automático de Estacionamento (APA), transferem manobras complexas ao veículo, apoiados pelo sistema inteligente 8155 e 19 recursos de ADAS, garantindo eficiência e foco em cidades dinâmicas. Para os jovens urbanos, o Omoda 5 SHS incorpora o conceito “Um SUV, dois mundos”, com condução suave e entrega contínua de potência, adaptando-se a diferentes momentos da rotina. No uso familiar, o Jaecoo 5 EV (prometido ao mercado brasileiro ainda no primeiro semestre deste ano) responde a uma demanda crescente por mobilidade pet-friendly, com cabine ecológica certificada pela TÜV Rheinland, líder global em testes, inspeções e certificações. Além de entregar soluções dedicadas para animais como o Pet Mode, que assegura conforto e tranquilidade em viagens com os bichos. Já nos cenários de exploração e lazer ao ar livre, o Jaecoo 8 SHS-P (que chega ao Brasil no segundo semestre de 2026) combina luxo e tecnologia para oferecer segurança e conforto, com cabine espaçosa, bancos em couro NAPPA e sistema de visão panorâmica 540°, ampliando a confiança em trajetos off-road. Com essa abordagem, a OMODA & JAECOO transforma o veículo em uma extensão inteligente do estilo de vida contemporâneo, atendendo de forma integrada as necessidades de mobilidade urbana, familiar e de exploração. Ressonância Global e Local: confiança de longo prazo em diferentes mercados e culturas Como empresa global, atuação em cenários, culturas e leis diversificadas exige a construção de confiança, o que se configura no maior desafio da globalização das marcas. A OMODA & JAECOO avança com um modelo operacional que equilibra consistência global e agilidade local, atuando simultaneamente em 64 mercados para garantir que cada inovação esteja alinhada às dinâmicas regionais. No eixo de P&D e dados, o Grupo Chery — controlador da marca — foi a primeira montadora chinesa a conquistar a certificação máxima nacional em segurança da informação (DSMM Nível 4) e a certificação internacional ISO/IEC 27701:2019, assegurando proteção de dados e privacidade com padrões globais. Na Europa, a operação conta com servidores localizados na Alemanha, total conformidade com o GDPR e a O&J Automotive Netherlands B.V. como controladora legal de dados, transformando compliance em premissa. Na manufatura e cadeia de suprimentos, a fábrica de Barcelona marca a entrada oficial da OMODA & JAECOO na produção local europeia, com integração ao ecossistema automotivo regional, geração de empregos e redução da pegada de carbono. A colaboração com fornecedores locais acelera a resposta ao mercado, do desenvolvimento à entrega. Esta mesma entrega é plano concreto da marca para o território brasileiro. Com essa abordagem, a fabricante constrói um ecossistema de mobilidade sem fronteiras, garantindo experiências consistentes, confiáveis e reconhecidas por consumidores em qualquer lugar do mundo. P&D e manufatura globalizados, visando sustentabilidade e cocriação A OMODA & JAECOO constrói sua pegada global com visão de longo prazo em pesquisa, desenvolvimento e manufatura, baseada em múltiplas rotas tecnológicas. A marca aprofunda tecnologias-chave, como os sistemas híbridos, equilibrando desempenho, eficiência e aplicação real para atender, de forma prática e acessível, às demandas de diferentes mercados. A sustentabilidade é um pilar estratégico. O Grupo Chery, controlador da O&J, integra por dois anos consecutivos a lista China ESG Influence, da Fortune, e é a única montadora presente no ranking Forbes China Sustainable Industrial Enterprises 2024–2025, reforçando a solidez da marca em sua expansão global. Para 2026, a OMODA & JAECOO projetam um plano integrado de mobilidade, que une evolução inteligente, apelo global-local, com visão de longo prazo — colocando tecnologia a serviço da vida, produtos conectados à cultura e produção enraizada localmente. Presente em 64 mercados, com forte crescimento na Europa, a OMODA & JAECOO avança em novas energias com a tecnologia Sistem Super Híbrido (SHS), combinando alta potência, eficiência e longa autonomia, e reforçam seu objetivo de se tornar a marca híbrida número um do mundo.

Samsung Recicla registra aumento de 38% no volume de resíduos eletrônicos coletados em 2025

Samsung Recicla é o programa de logística reversa da Samsung que oferece destinação adequada para resíduos eletrônicos, como aparelhos antigos, quebrados ou sem uso de todos os tamanhos. Em 2025, o Samsung Recicla registrou um aumento de 38%1 no volume de resíduos coletados e enviados para a reciclagem. O impacto ambiental do Samsung Recicla em 2025 O balanço de massa ecológica eficiente do Samsung Recicla em 2025 equivale à: “Mais do que um programa de reciclagem, o Samsung Recicla é um convite à adoção de hábitos mais sustentáveis. Ao descartar corretamente seus eletrônicos, os consumidores contribuem diretamente para a preservação do meio ambiente e para a construção de um futuro mais ecológico e ambientalmente saudável”, afirma Tulio Cesar Toledo, Gerente Sênior da Divisão de Customer Service da Samsung Brasil. O Samsung Recicla está no Brasil desde 2017 como parte da estratégia de sustentabilidade da marca. O programa de logística reversa da Samsung também está presente no México, Costa Rica, Panamá, Equador, Guatemala, Colômbia, Chile, Argentina, Peru, Paraguai, Bolívia e República Dominicana, totalizando 13 países da América Latina. Como posso descartar resíduos eletrônicos pelo Samsung Recicla? Dispositivos de pequeno e grande porte podem ser descartados com o Samsung Recicla. Aparelhos menores, como fones de ouvido, baterias, celulares, tablets e até notebooks podem ser descartados nas lojas físicas e nos Smart Centers da Samsung em todo o Brasil. Televisores, geladeiras, aparelhos de ar-condicionado e outros produtos de grande porte são coletados a domicílio com agendamento prévio solicitado via Samsung Live Chat. O que acontece com os aparelhos descartados? Após a coleta pelo Samsung Recicla, os equipamentos são enviados a parceiros homologados e licenciados por órgãos ambientais. Eles então passam por triagem, descaracterização, trituração e manufatura reversa. Materiais recicláveis retornam à cadeia produtiva como matéria-prima e resíduos não recicláveis recebem destinação ambientalmente adequada. Mais informações sobre o Samsung Recicla estão disponíveis na página oficial do programa e na Samsung Newsroom Brasil.

Gartner identifica Companies to Beat na corrida de fornecedores de Inteligência Artificial

À medida que a competição entre os fornecedores de Inteligência Artificial (IA) se intensifica, o Gartner, Inc. identifica empresas a serem superadas (Companies to Beat) em quase 30 corridas de tecnologia de IA em cinco categorias. “A Company to Beat é determinada por uma metodologia baseada, mas não limitada, a seis critérios-chave que diferenciam os principais fornecedores no setor: recursos técnicos, implementações de clientes, base de clientes potenciais, modelo de negócios, parcerias-chave e o ecossistema circundante mais amplo”, diz Anthony Bradley, Vice-Presidente de Grupo do Gartner. “A avaliação é realizada por equipes de analistas especializados que estudam os dados do Gartner de mercado e colaboram para estabelecer as opiniões do Gartner. Os analistas consideram uma variedade de fontes de dados e informações, incluindo, mas não se limitando a interações com usuários finais e fornecedores, revisão por pares, dados públicos, dados de propriedade do Gartner e as próprias investigações dos analistas no mercado”, diz Bradley. “À medida que essas corridas entre fornecedores de IA evoluem rapidamente, a cobertura, avaliação, insights e conselhos do Gartner sobre como competir evoluirão em conjunto, e diferentes fornecedores podem se tornar a empresa a ser superada (Company to Beat)“. Os segmentos de Companies to Beat na corrida de fornecedores de IA são divididos em cinco categorias: – Dados e infraestrutura: incluindo líderes em plataformas de dados de IA, silício personalizado para IA, serviços de infraestrutura de IA corporativa e muito mais. – Modelo e agêntico: incluindo líderes em plataformas de IA agêntica, agentes de engenharia de software autônomos, Grandes Modelos de Linguagem (LLM) de IA e mais. – Cibersegurança: incluindo líderes em plataformas de segurança de IA, detecção de deepfakes, tecnologia de engano cibernético (cyber deception) avançada impulsionada por IA e mais. – Soluções: incluindo líderes em IA para Gestão de Relacionamento com o Cliente (Customer Relationship Management – CRM), Earth Intelligence, IA corporativa e mais. – Indústria: incluindo líderes em IA para manufatura, IA em prestadores de serviços de saúde, IA em telecomunicações móveis, redes e serviços e mais. Algumas das Companies to Beat nos segmentos de IA destacados incluem: Google é a Company to Beat na corrida das plataformas corporativas de Inteligência Artificial agêntica Os analistas do Gartner afirmam que o stack integrado de tecnologia de agentes de IA do Google (abrangendo modelos de raciocínio avançados, protocolos e infraestrutura), o suporte escalável para a adoção empresarial e o uso do Google Deepmind para investir em disruptores-chave de Inteligência Artificial tornam a empresa a Company to Beat em IA agêntica corporativa, pois ele supera a concorrência em visão e inovação. Os concorrentes podem investir em inovação de modelos e recursos de escalabilidade para preparar suas ofertas para o futuro e diminuir essa diferença. A próxima geração de agentes de IA será composta por ecossistemas de agentes especializados que fornecerão automação altamente especializada. Embora o Google tenha um papel fundamental no nível dos modelos, ainda não tomou medidas importantes para criar agentes especializados capazes de resolver problemas de negócios específicos. Isso representa uma oportunidade para empresas de aplicações corporativas e startups de agentes de IA especializados em determinados domínios ganharem participação de mercado e ampliarem a presença dos agentes implementados nas companhias. Palo Alto Networks é a Company to Beat na corrida das plataformas de segurança de IA O amplo portfólio de segurança da Palo Alto Networks, sua estratégia de aquisições (como a Protect AI e a aquisição pendente da CyberArk), sua extensa base instalada e seus robustos canais de distribuição fazem dela a Company to Beat na corrida das plataformas de segurança de IA. Os concorrentes podem diminuir a diferença com inovação em Inteligência Artificial e controles nativos de serviços de IA. A Palo Alto Networks se posicionou como uma importante contribuidora para a pesquisa em segurança de IA, combinando de forma única sua profunda experiência interna com abordagens colaborativas (crowdsourced) e de código aberto. Os concorrentes na corrida das plataformas de segurança de Inteligência Artificial incluem fornecedores que oferecem uma plataforma consolidada para proteger aplicações de IA de terceiros e aplicações de Inteligência Artificial desenvolvidas sob medida, incluindo agentes de IA. Esta é uma corrida em rápida evolução. Ao longo do último ano, os investimentos de venture capital, as mudanças de foco das startups de segurança, a entrada de novos participantes em mercados adjacentes e as atividades de fusões e aquisições intensificaram a competição. Microsoft é a Company to Beat na corrida pela Inteligência Artificial para toda a empresa O ecossistema de parceiros e plataformas da Microsoft, o controle das superfícies de trabalho corporativas, a capacidade de capturar dados empresariais, as ferramentas de IA extensíveis e a plataforma de governança Microsoft Agent 365 fazem dela a Company to Beat na Inteligência Artificial para toda a empresa. A ampla presença da companhia em aplicações e infraestruturas empresariais permite que ela integre mais facilmente a IA no back-end e front-end dos clientes. Concorrentes com orquestração agêntica, IA soberana/de borda e modelos de preços baseados em resultados podem alcançá-la. No entanto, ao contrário de outras corridas do mercado de Inteligência Artificial, a IA corporativa é relativamente menos dinâmica e mais aberta a gigantes do mercado do que a startups e players menores. Os concorrentes devem estabelecer parcerias estratégicas e participar de ecossistemas em todo o stack de Inteligência Artificial, em vez de apenas desenvolver sua própria tecnologia de IA. OpenAI é a Company to Beat na corrida dos fornecedores de LLM A OpenAI é líder em pesquisa de Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) de ponta, aproveitando o impulso estabelecido por ter sido a primeira a entrar no mercado na corrida da Inteligência Artificial baseada em LLM e por seu foco no raciocínio e no desenvolvimento de IA agêntica, tornando-se assim a Company to Beat entre os fornecedores de LLM. O impacto dos LLMs da OpenAI é reforçado por uma curva de demanda e adoção sem precedentes de sua aplicação principal voltada para o consumidor, o ChatGPT, com acesso via API diretamente por meio da OpenAI ou pela Nuvem Microsoft Azure. Ela também se beneficia da expansão no mercado empresarial ao incorporar sua família de modelos GPT no conjunto de aplicações da Microsoft. Os concorrentes podem alcançá-la investindo em recursos voltados para empresas e empacotando suas ofertas de modelos. Eles devem se concentrar em pesquisas inovadoras voltadas para a especialização de modelos em áreas como IA responsável e ética, tamanho dos modelos, suporte a

Anestech lança painel de dados para gestão individual da prática anestésica

A Anestech, empresa de tecnologia em anestesia criada a partir da prática de médicos anestesistas, anuncia o Anestesia Cloud, um painel analítico voltado à prática individual do anestesiologista. Integrado ao AxReg, ficha anestésica digital da companhia, o sistema organiza dados em indicadores de completude de registro, produtividade e qualidade assistencial, com impacto também para gestores e instituições de saúde. Um dos pontos de partida da solução – pioneira no Brasil – é enfrentar dificuldades comuns na rotina da especialidade: pouca clareza sobre o próprio perfil de atuação, dificuldade em acompanhar a produção ao longo do tempo, baixa previsibilidade da agenda e pouca visibilidade sobre vulnerabilidades do registro anestésico. Informações relevantes e incidentes ainda se perdem facilmente em registros dispersos ou pouco estruturados. Com o Anestesia Cloud, o conjunto de fichas anestésicas digitais passa a ser apresentado em um painel de indicadores individuais, simples de acessar e interpretar. Segundo a Anestech, o anestesista pode se autoavaliar de forma objetiva, comparar-se com o próprio histórico e ajustar sua prática com base em evidências. Ao mesmo tempo, gestores de grupos e centros cirúrgicos têm uma visão consolidada da equipe. O painel se organiza em três grandes eixos. O primeiro é a completude do registro anestésico. Um score mostra a porcentagem de fichas bem preenchidas e aponta onde há lacunas. É possível identificar rapidamente campos essenciais faltantes ou incompletos, como classificação ASA, técnica anestésica e peso, entre outros dados clínicos relevantes. Ao clicar no indicador, o profissional visualiza a lista de fichas e os respectivos campos pendentes, transformando um ponto cego em roteiro de melhoria contínua. O segundo eixo reúne dashboards de produtividade, com informações como tempo em anestesia, médias por período e volume médio de procedimentos por dia ao longo de intervalos selecionados. Isso permite acompanhar a produção de forma objetiva, apoiar discussões sobre condições de trabalho, planejamento de agenda e organização do ciclo de receita. O terceiro eixo traz um resumo dos procedimentos realizados e dos incidentes registrados. O anestesista passa a enxergar seu perfil de atuação (quais são os casos mais frequentes, em que tipo de procedimento há mais incidentes e que padrões exigem atenção) em um formato visual e de fácil leitura. Segundo Giorgio Pretto, anestesista e CMIO (chief medical information officer) da empresa, a lógica do Anestesia Cloud parte de um encadeamento simples: registros mais completos e estruturados favorecem decisões clínicas melhores, assistência mais segura, menos glosas e um ciclo de receita mais eficiente. “O painel torna esse ciclo visível, mensurável e acionável, tanto para o anestesista, quanto para o gestor e a instituição”, completa.

Samsung Ocean expande atividades ao anunciar parceria com a Universidade de Brasília

O Samsung Ocean, programa de capacitação tecnológica da Samsung, anuncia a expansão de suas atividades por meio de parceria inédita com a Universidade de Brasília (UnB). Com início das atividades previsto ainda para janeiro de 2026, a parceria oferecerá conteúdos gratuitos de capacitação tecnológica ministrados por docentes da Universidade de Brasília, incluindo aulas e cursos sobre Inteligência Artificial, Digital Health e Empreendedorismo Inovador nos modelos presencial e online. O Samsung Ocean é conhecido por oferecer capacitação tecnológica gratuita e de qualidade para pessoas de todo o Brasil, levando em conta os principais temas do mercado de tecnologia e inovação. Os alunos inscritos têm a oportunidade de participar de aulas, cursos e eventos gratuitos de forma remota e presencial nas instituições com as quais há parceria, como a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), além de emitir certificados de participação para os alunos que concluem as atividades nas quais se inscreveram. “Ter a Universidade de Brasília como nova parceira nos permite começar 2026 expandindo a atuação do Samsung Ocean e oferecendo oportunidade de qualificação profissional para ainda mais pessoas. Para além dos cursos e aulas, o Samsung Ocean promove a capacitação tecnológica de forma imersiva, com laboratórios, workshops e oportunidades de networking com especialistas, elevando a qualificação de profissionais para o mercado de tecnologia e inovação e permitindo que aprofundem seus conhecimentos nas mais diversas áreas, o que inclui temas como saúde e robótica”, afirma Eduardo Conejo, diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung. Fundado em 2014, o Samsung Ocean teve início com a oferta de aulas e cursos presenciais nos Centros de Capacitação em São Paulo e Manaus e, em abril de 2020, passou a oferecer aulas também no formato remoto. Ao todo, o Ocean já realizou mais de 6 mil treinamentos, somando 215 mil pessoas treinadas. A parceria com a Universidade de Brasília integra o projeto Residência em TIC 53, apoiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, com recursos da Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991, no âmbito do PPI Softex. O objetivo é elevar a capacitação de profissionais especializados na área de tecnologia da informação e comunicação, com foco principal em saúde digital. Com vigência inicial de três anos, de outubro de 2025 a setembro de 2028, a iniciativa prevê capacitações abertas e gratuitas nas áreas de tecnologia, empreendedorismo e inovação, por meio de cursos online e presenciais de curta duração. “Com o início das atividades previsto já para este mês de janeiro de 2026, o Projeto Samsung Ocean na Universidade de Brasília marca uma nova etapa na capacitação tecnológica do Distrito Federal. Ofereceremos, de forma ampla e gratuita, conteúdos de ponta ministrados por especialistas e docentes da UnB, abrangendo áreas cruciais como Inteligência Artificial, Digital Health, Empreendedorismo Inovador, Desenvolvimento Ágil e Fabricação Digital. Estamos extremamente entusiasmados, pois estas ações inauguram um ciclo promissor de formação, pesquisa e desenvolvimento de soluções digitais voltadas para a saúde, gerando um impacto transformador tanto para a comunidade acadêmica quanto para o mercado de tecnologia”, afirma Nilton Correia da Silva, Coordenador do Ocean UnB e Professor da Faculdade de Ciências e Tecnologias em Engenharias da UnB. A Universidade de Brasília tem mais de 500 acordos e parcerias com instituições de 50 países e está entre as 20 melhores universidades da América Latina, segundo o Times Higher Education World University Rankings (THE) 2026. A instituição conta com: Para saber mais sobre as atividades do Samsung Ocean, acesse o site oficial do programa e fique por dentro da programação de cursos. Acompanhe essas e outras novidades na Samsung Newsroom Brasil.

Mesmo com fibra óptica, por que a internet cai tanto no Brasil?

O mercado de banda larga segue acelerado: entre abril e junho, foram ativadas 3,5 milhões de novas conexões de fibra óptica residencial (FTTH), segundo o estudo The State of Business in Latin America. O movimento levou a tecnologia a quase metade (49,3%) dos domicílios brasileiros, um dos maiores crescimentos do mundo. Mesmo assim, usuários de diferentes operadoras continuam relatando quedas, lentidão e oscilações de desempenho, o que indica que ampliar a infraestrutura não tem sido suficiente para garantir uma experiência estável. “Instalar fibra é só parte da equação. Sem monitoramento constante e inteligência para gerenciar o tráfego, a promessa de alta velocidade vira instabilidade recorrente”, afirma Carlos Duran, gerente de TI da Unentel. Apesar do aumento de cobertura, muitos provedores têm pouca visibilidade sobre o que acontece na rede ao longo do dia. Eventos de pico, rotas congestionadas e equipamentos sobrecarregados costumam gerar as maiores queixas, por isso, é comum ver relatos de queda de conexão mesmo em planos anunciados como “100% fibra”. O retrato brasileiro também é desigual. Segundo o Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações (PERT/Anatel), 1.207 municípios ainda não contam com backhaul óptico, infraestrutura que sustenta o desempenho da rede. Nessas áreas, a experiência do usuário tende a ser limitada, independentemente da tecnologia instalada no ponto de acesso. “Quando a operação acompanha o comportamento da rede em tempo real, trabalha com rotas alternativas e age antes que o usuário perceba o problema. É assim que a fibra deixa de ser só um cabo e passa a entregar consistência na conexão”, reforça Duran. Para melhorar a estabilidade, o caminho passa por cuidar da operação da rede no dia a dia. Isso inclui acompanhar em tempo real onde a conexão está ficando mais lenta, redirecionar automaticamente o tráfego quando uma rota começa a falhar e fazer manutenção preventiva antes que o problema apareça para o usuário. “Na prática, só instalar a tecnologia quase nunca será suficiente. É o monitoramento constante que evita quedas em horários de pico, reduz oscilações e garante que a velocidade contratada chegue de forma constante”, conclui Duran.

Samsung explora como confiança, segurança e privacidade moldam o futuro da AI na CES 2026

A Samsung Electronics Co., Ltd. realizou um painel com especialistas globais intitulado “In Tech We Trust? Rethinking Security & Privacy in the AI Age”, como parte de sua série Tech Forum na CES 2026. Feita no The Wynn, em Las Vegas, a sessão reuniu especialistas globais em tecnologia, pesquisa e ética para explorar como a confiança surgiu como um dos fatores mais críticos que moldam a forma como as pessoas adotam e se relacionam com a AI, à medida que ela se integra de maneira cada vez mais fluida ao cotidiano. Tornando a inteligência invisível confiável À medida que a AI passa a antecipar necessidades, organizar rotinas e operar de forma autônoma entre dispositivos, os panelistas Allie K. Miller, CEO da Open Machine; Amy Webb, CEO do Future Today Strategy Group; Zack Kass, consultor global de AI na ZKAI Advisory e ex-líder de Go-To-Market da Open AI; e Shin Baik, líder do AI Platform Center (APC) da Samsung Electronics, enfatizaram que a confiança deve ser conquistada não por meio de promessas, mas por comportamentos consistentes e compreensíveis. Durante a sessão, a Samsung compartilhou sua abordagem de confiança desde o design, destacando a importância de sistemas de AI que sejam previsíveis, transparentes e fáceis de controlar pelos usuários. “Quando se trata de AI, os usuários buscam transparência e controle”, afirmou Allie Miller. “Eles querem ser protagonistas de suas próprias experiências personalizadas — entender se um modelo de AI está sendo executado localmente ou na nuvem, ter a certeza de que seus dados estão seguros e ver com clareza o que é impulsionado por AI e o que não é. Esse nível de visibilidade constrói confiança. Do lado do provedor, há a responsabilidade de atender aos usuários projetando experiências personalizadas em torno dos principais pilares da confiança — clareza, segurança e responsabilidade.” A Samsung também destacou como a AI no dispositivo permite que os dados pessoais permaneçam locais sempre que possível, enquanto a inteligência baseada em nuvem pode ser utilizada de forma seletiva quando são necessárias maior velocidade ou escala, oferecendo flexibilidade aos usuários sem comprometer a privacidade. Segurança desenvolvida para um mundo impulsionado por AI O painel também explorou como, à medida que as inteligências se tornam distribuídas entre smartphones, TVs e eletrodomésticos, a segurança precisa evoluir. Na sessão, a Samsung destacou sua plataforma de segurança Samsung Knox — que agora protege bilhões de dispositivos desde o chipset — além do Knox Matrix, um framework de segurança entre dispositivos que permite que os produtos se autentiquem e se protejam mutuamente. “A confiança na AI começa com uma segurança comprovada, não prometida”, disse Shin Baik. “Há mais de uma década, o Samsung Knox oferece uma plataforma de segurança profundamente integrada, projetada para proteger dados sensíveis em todas as camadas. Mas a confiança vai além de um único dispositivo — ela exige um ecossistema que se proteja. Com o Knox, os dispositivos se autenticam e se monitoram continuamente, de modo que cada dispositivo atue como um escudo para os demais, criando um ambiente resiliente e seguro no qual os usuários podem confiar.” Uma conversa entre setores sobre o futuro da confiança Shin Baik ressaltou como a confiança cresce quando a AI se comporta de forma previsível e segura entre dispositivos, argumentando que os usuários precisam de sinais visíveis de controle, em vez de sistemas do tipo “caixa-preta”. A Samsung destacou suas parcerias com líderes do setor, como Google e Microsoft, como uma forma de fortalecer pesquisas compartilhadas em segurança, interoperabilidade e proteção em todo o ecossistema, enquanto Allie Miller enfatizou a importância da transparência para os usuários, incluindo visibilidade clara sobre onde os modelos de AI são executados, como os dados são utilizados e rótulos explícitos que mostrem o que é impulsionado por AI e o que não é. Já Zack Kass acrescentou que, embora a desinformação e o uso indevido representem desafios reais, “para cada risco, também há uma contramedida, e a própria tecnologia terá um papel fundamental na mitigação dos pontos negativos da AI”. Amy Webb avaliou a relação entre confiança e os hábitos de compra dos consumidores. “Não acho que eles tomem decisões baseadas apenas na confiança”, disse. “As pessoas não pagam por confiança. Elas não compram coisas por causa da confiança. Elas compram por conveniência. Portanto, se a parte de AI cativa as pessoas, isso torna suas vidas mais fáceis e convenientes”. À medida que a IAI se torna cada vez mais invisível, o painel concluiu que as tecnologias que conquistarão a confiança de longo prazo serão aquelas que priorizarem segurança, transparência e escolhas significativas para o usuário desde o início.

As tendências de tecnologia que vão acelerar o Brasil em 2026

Por Rafael Leopoldo – Diretor de Growth e Tecnologia da Selbetti A aceleração da inteligência artificial nas empresas brasileiras em 2025 mudou o eixo das discussões sobre tecnologia. De acordo com levantamento da AWS, 9 milhões de empresas no país já utilizam IA de forma sistemática – um aumento de 29% em apenas um ano. Mas, enquanto a inteligência artificial concentra a atenção, outras tecnologias menos visíveis, porém decisivas, avançam em paralelo e preparam terreno para uma transformação estrutural. Para entender quais serão as principais tendências que devem dominar a tecnologia de ponta no Brasil a partir do próximo ano, realizamos um levantamento no mercado nacional, cruzando dados de tendências já mapeadas pelo Gartner com informações do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Os temas identificados refletem um novo ciclo de prioridades: mais integração, menos improviso; mais segurança, menos hype. E devem orientar as decisões de investimento de empresas privadas e órgãos públicos até o fim da década. Das dezenas de apostas tecnológicas listadas anualmente por analistas globais, apenas uma fração tem aderência real à realidade brasileira. Fatores como infraestrutura, regulação, maturidade digital e prioridades setoriais moldam o que, de fato, pode ser escalado localmente. A seleção a seguir foca em tendências com aplicação prática e impacto direto sobre os desafios e oportunidades do país nos próximos três anos. Plataformas de desenvolvimento nativas em IA A forma como empresas desenvolvem software no Brasil está prestes a passar por uma transformação radical. As plataformas nativas em inteligência artificial, que permitem criar aplicações inteiras por meio de prompts em linguagem natural, vêm sendo rapidamente adotadas por startups e empresa de grande porte no país, oferecendo um caminho direto para contornar a escassez de desenvolvedores e acelerar a entrega de soluções digitais. A tendência, listada pelo Gartner como uma das principais transformações estratégicas para os próximos anos, aponta para um cenário em que a maior parte do código corporativo será gerado, acelerado ou revisado por IA. Para um país com carência de profissionais especializados, mas alta demanda por digitalização, o salto de produtividade pode ser enorme. Automação inteligente de processos (RPA/IPA) A busca por eficiência operacional, a escassez de mão de obra qualificada e a pressão por escalabilidade são os principais fatores que levaram a automação de processos a ocupar um papel de destaque nas estratégias de transformação digital no Brasil. Neste ano, a tecnologia deu um salto qualitativo: o modelo clássico de automação robótica (RPA), antes limitado a fluxos fixos e tarefas repetitivas, foi incorporado a recursos de inteligência artificial, dando origem ao que o mercado já chama de IPA, ou Intelligent Process Automation. O conceito vai além de bots que replicam cliques: trata-se de sistemas que leem documentos, interpretam comandos em linguagem natural, tomam decisões com base em aprendizado de máquina e executam ações integradas entre plataformas. Esse movimento não é novo, mas alcançou uma nova escala com a integração da IA generativa a ferramentas de automação. E o que antes era privilégio de grandes bancos e multinacionais tornou-se acessível para empresas de médio porte, graças à proliferação de soluções SaaS, plataformas low-code e orquestradores de automação em nuvem. Plataformas de segurança para IA + cibersegurança preditiva O conceito de cibersegurança preditiva, já mapeado pelo Gartner como tendência estratégica, pressupõe uma mudança de postura. Em vez de simplesmente detectar e reagir a incidentes após sua ocorrência, as empresas passam a atuar de forma antecipada, utilizando algoritmos de previsão, análise comportamental e automação inteligente para bloquear ameaças antes que causem impacto. No Brasil, essa abordagem ainda é nova, assim como o uso estruturado de agentes de IA dedicados à segurança digital. A maior parte das empresas ainda opera com ferramentas reativas, baseadas em assinaturas e regras fixas. Mas essa realidade começa a mudar, puxada principalmente pelos setores financeiro, telecom e varejo, onde os primeiros projetos com arquiteturas preditivas já mostram resultados concretos em redução de tempo de resposta e mitigação de riscos complexos. Cloud computing e soberania de dados: a nuvem como ativo estratégico De acordo com o Panorama Cloud 2025, levantamento realizado pela TOTVS em parceria com a H2R Pesquisas Avançadas, 77% das empresas brasileiras já utilizam serviços em nuvem no dia a dia, e 61% adotam a nuvem como infraestrutura principal, com sistemas, dados e aplicações operando diretamente em ambientes cloud, e não apenas como suporte a servidores locais. A tendência, mapeada pelo Gartner como uma das mais relevantes para os próximos anos, reflete um movimento global em resposta a riscos geopolíticos, legislações extraterritoriais e disputas por autonomia tecnológica. No Brasil, um marco dessa inflexão foi a criação da Nuvem de Governo Soberana, infraestrutura oficial lançada pelo governo federal em setembro passado. Operada por estatais como Serpro e Dataprev, com data centers localizados no país, ela abriga sistemas sensíveis da administração pública e já conecta mais de 250 órgãos. Arquiteturas modernas de dados (Lakehouse + Data Mesh) A explosão do volume de dados nas empresas brasileiras, somada à pressão por agilidade e qualidade analítica, acelerou a adoção de novas arquiteturas capazes de romper com os modelos tradicionais de armazenamento e consumo de informação. Duas dessas abordagens, Data Lakehouse e Data Mesh, vêm ganhando espaço em organizações que enfrentam dificuldades com silos, duplicidade de dados e lentidão na entrega de insights. Essa tendência também está no radar do Gartner, que aponta o lakehouse como parte de uma evolução natural das plataformas de dados e o Data Mesh como uma das abordagens organizacionais mais promissoras para escalar analytics com eficiência. Análises em tempo real e inteligência de decisões Tomar decisões com base em dados atualizados, no momento em que os fatos ocorrem, deixou de ser vantagem competitiva para se tornar exigência operacional em setores como finanças, varejo e logística. No Brasil, bancos usam análises em tempo real para barrar fraudes em milissegundos, empresas de e-commerce ajustam ofertas conforme o comportamento de navegação, e operadoras de telecom monitoram anomalias na rede com respostas automatizadas. Mas o movimento não para no tempo real. O passo seguinte é a adoção da chamada inteligência de

ESCAD Rental escolhe TOTVS para unificar gestão e potencializar rentabilidade

A ESCAD Rental, empresa com quase 50 anos de um legado no mercado de locação de equipamentos de linha amarela, escolheu a TOTVS, maior empresa de tecnologia do Brasil, como sua parceira estratégica para um novo ciclo de crescimento e modernização. A companhia adotou um conjunto completo de soluções para unificar sua gestão, do administrativo ao operacional, e obter controle total sobre seus ativos e contratos. “Vivendo um momento histórico, a ESCAD Rental celebra meio século de conquistas com a mesma premissa de acreditar no futuro e acompanhar as mudanças que o mercado exige. Unir-se à TOTVS é dar um passo decisivo em busca de tecnologia e inovação rumo à gestão mais inteligente”, diz Filipi Ogeda, gerente administrativo da ESCAD Rental. O principal objetivo da ESCAD é eliminar a descentralização das informações e passar a operar sobre uma plataforma única e confiável. Para isso, a empresa contará com o TOTVS Backoffice – Linha Protheus, um ERP completo e robusto que é flexível e se adequa às necessidades do negócio, para centralizar toda a retaguarda do negócio e com o TOTVS RH – Linha Protheus para a gestão de pessoas, que é responsável pela automação de folha de pagamento, gestão de benefícios, férias e obrigações trabalhistas, etc;. No centro da operação, o TOTVS Rental trará uma visão clara sobre a saúde financeira de cada contrato, permitindo uma análise precisa de rentabilidade, uma necessidade de gestão que a empresa busca cada dia com mais  agilidade. Complementando o ecossistema, a adoção do TOTVS Manutenção de Ativos – Linha Protheus, junto ao aplicativo Minha Manutenção de Ativos, garantirá a máxima eficiência e disponibilidade da frota, otimizando os processos de manutenção preventiva e corretiva. “Ser escolhido por uma empresa com o legado e a influência da ESCAD Rental é a prova de que nossas soluções para o segmento de serviços são as mais completas e aderentes do mercado. Eles não buscavam apenas um software, mas um parceiro tecnológico capaz de fornecer uma base sólida para os próximos anos. Entregar uma visão unificada que transforma dados em poder de decisão é o nosso compromisso, e estamos felizes em apoiar uma referência do setor a se tornar ainda mais competitiva”, comenta Wilson de Godoy, diretor-executivo da TOTVS Sudeste Meridional. Para saber mais sobre as soluções da TOTVS para o setor de Prestadores de Serviço, acesse.

Software com inteligência artificial revoluciona a gestão financeira e automatiza controle de contas a pagar e a receber

A transformação digital inaugura um novo momento para o universo da gestão financeira. A QYON Tecnologia – empresa norte-americana referência e pioneira no desenvolvimento de softwares de gestão com Inteligência Artificial – apresenta outra ferramenta ao mercado. Trata-se do QYON Gestão Financeira, uma solução completa, integrada à plataforma QYON Solução Contábil, totalmente dedicada à gestão financeira com inteligência artificial embarcada, que promete automatizar o controle de contas a pagar e a receber, oferecendo visibilidade total e em tempo real do fluxo de caixa. Desenvolvido para atender às demandas de empresas de todos os portes e escritórios contábeis, o QYON Gestão Financeira foi projetado para eliminar tarefas manuais e repetitivas, mitigar possíveis erros operacionais e liberar tempo das equipes para atividades estratégicas. De acordo com Mauricio Frizzarin, fundador e CEO da QYON Tecnologia, com o uso de algoritmos de IA, o sistema é capaz de capturar, automaticamente, NF-e de produtos e serviços emitidos contra um determinado CNPJ, além de boletos e impostos, e organiza tudo em ambiente seguro. Com um clique, os documentos são validados e convertidos em contas a pagar. Como o sistema está integrado ao sistema bancária, via Open Finance, as contas ficam conectadas diretamente ao sistema e todas as movimentações são realizadas e importadas, em tempo real e de forma segura. Os extratos são conciliados e enviados automaticamente para a contabilidade, garantindo precisão às operações. “Nosso objetivo é oferecer às empresas e escritórios de contabilidade uma ferramenta que funcione, efetivamente, como um assistente financeiro inteligente, capaz de trabalhar de forma autônoma, mas com total transparência e controle para o gestor”, explica Frizzarin. “O resultado é uma gestão muito mais ágil, precisa e estratégica, tanto para empresas quanto para escritórios contábeis que administram múltiplos clientes”. Segundo Frizzarin, ao optar pelo uso do QYON Gestão Financeira, equipes administrativas das empresas e times de contabilidade vão usufruir de benefícios importantes, como automação total do contas a pagar e a receber, sem necessidade de lançamentos manuais; previsão inteligente do fluxo de caixa, com base em histórico e comportamento financeiro; redução de erros e retrabalhos administrativos; economia de até 70% do tempo gasto com tarefas operacionais de controle financeiro; integração com bancos, ERPs e sistemas contábeis; painéis e relatórios inteligentes, com indicadores personalizados e análises preditivas. Para os escritórios contábeis, o software QYON Gestão Financeira representa uma oportunidade de ganhar produtividade e escala, com centralização das finanças de todos os clientes em um único ambiente. Já para as empresas, o sistema oferece clareza total sobre entradas e saídas, permitindo decisões mais rápidas e assertivas sobre investimentos, prazos e capital de giro. “A rotina financeira deixa de ser um obstáculo operacional e se transforma em uma fonte estratégica de insights e eficiência”, finaliza Mauricio Frizzarin, fundador e CEO da QYON Tecnologia.

Nova tecnologia de checkout recupera até 64% de carrinhos abandonados no e-commerce

Varejistas brasileiros registram aumento de até 64% na recuperação de carrinhos abandonados após adotar o Checkout 3.1 da Yever, empresa especializada em soluções de checkout inteligente para e-commerces brasileiros, segundo levantamentos internos da empresa. A tecnologia também tem permitido reduzir em até 27,5% o CAC (Custo de Aquisição de Cliente) e em até 25% o CPA (Custo por Ação). Os números, observados principalmente nos setores de moda e cosméticos, colocam a tecnologia como alternativa imediata para operações pressionadas pelo encarecimento da mídia digital e pela necessidade de decisões mais rápidas e precisas no e-commerce. Com a disputa por atenção cada vez mais cara, impulsionada pelo aumento de 12,88% no CPC do Google Ads em 2025, segundo levantamento da LocaliQ, e pelo reajuste de 12,15% anunciado pela Meta para 2026, a precisão dos dados tornou-se determinante para a eficiência das campanhas. Nesse ambiente de custos crescentes e queda de previsibilidade, varejistas têm buscado tecnologias que ofereçam mensuração mais confiável e reduzam a dependência da mídia paga. É nesse contexto que o Checkout 3.1 da Yever, integrado e aprovado por Google Ads e Meta Ads, ganhou força ao permitir que lojistas recuperem visibilidade sobre conversões e operem com maior controle sobre o funil de compra. A tecnologia combina a fluidez do modelo one page com a dinâmica do processo de pagamento em três etapas, criando uma experiência adaptada ao estilo de consumo do público brasileiro. Ao unir a simplicidade de uma página única, que elimina carregamentos e torna a experiência mais rápida, com a lógica de progressão do formato em etapas, que utiliza elementos de gamificação para gerar sensação de avanço, o sistema cria uma jornada mais intuitiva, contínua e eficiente. Como resultado, os abandonos diminuem e o desempenho das vendas online se eleva, reforçando o impacto estratégico do fluxo de finalização de compra para o e-commerce. Para Andrews Vourodimos, CEO e fundador da Yever, a adoção de checkouts inteligentes reflete uma mudança estrutural no varejo digital brasileiro. “Com os custos de publicidade em alta, rastrear conversões com precisão se tornou essencial para reduzir CAC e garantir sustentabilidade”, afirma. Segundo ele, operações que integram dados de CRM, mídia e processo de pagamento já têm ampliado vendas, reduzido desperdício e aumentado a previsibilidade das campanhas, resultado direto de uma arquitetura mais robusta de dados proprietários, tendência acelerada pelo fim dos cookies e pelas novas regras de privacidade. O avanço dessas tecnologias indica que o checkout deixou de ser apenas a etapa final da jornada de compra e passou a ter papel estratégico, influenciando desde o custo de aquisição até a qualidade das informações para decisões de negócio. “Soluções inteligentes de finalização de compra já não são apenas um diferencial, mas um elemento central para que os e-commerces operem com eficiência e previsibilidade”, afirma Andrews. A tendência é que essas soluções se consolidem como padrão do setor, impulsionando operações mais precisas, reduzindo perdas e fortalecendo e-commerces sustentados por dados em tempo real.

FWK e CanPack abrem inscrições para a edição 2026 do Programa IMPULSE com foco em formação tecnológica e inclusão social

Depois de formar 42 jovens em tecnologia e alcançar 84% de conclusão em sua primeira edição, o Programa IMPULSE, iniciativa conjunta da FWK Global e da CanPack, anuncia a abertura das inscrições para o ciclo 2026.  O IMPULSE 2026 é um programa de Formação de Talentos Tech (nível trainee) e visa a capacitação tecnológica de jovens em situação de vulnerabilidade socioeconômica nas cidades de Itumbiara (GO) e Maracanaú (CE). As inscrições estarão abertas de 08 de janeiro a 13 de fevereiro, e a formação ocorre de 25 de março a 24 de agosto de 2026. A nova edição chega com uma mudança estruturante: as turmas serão reduzidas de 50 para 24 participantes, 12 por cidade, permitindo um acompanhamento ainda mais próximo e personalizado. A decisão segue aprendizados da edição anterior, em que a proximidade com os jovens, o monitoramento semanal e a trilha prática intensiva foram determinantes para engajamento, permanência e resultados positivos. Resultados da edição 2025 Em 2025, o IMPULSE oferece inclusão digital, trilha completa de aprendizagem e mentorias especializadas, ampliando o acesso à tecnologia para jovens de baixa renda, muitos deles inscritos em programas sociais ou sem acesso digital antes da formação. A iniciativa contribuiu diretamente para as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do Pacto Global da ONU, especialmente em Educação de Qualidade, Redução das Desigualdades e Trabalho Decente. Foram  mais de 1.100 horas de formação técnica e prática, inclusão digital para todos os participantes, mentorias especializadas e projetos reais simulando desafios do mercado. O programa resultou na criação de uma startup idealizada pelos próprios alunos, hoje em fase de testes com um cliente, e selecionou quatro jovens para o programa de trainee da própria FWK, reforçando seu compromisso com a empregabilidade. Os indicadores também evidenciaram transformação social: renda familiar média inferior a R$2 mil, quase 30% beneficiários de programas sociais e metade dos participantes sem acesso a notebook antes da formação. O IMPULSE trouxe impacto direto em metas de Educação de Qualidade, Trabalho Decente, Redução das Desigualdades e Parcerias pelo Desenvolvimento, alinhadas aos ODS da ONU. Modelo de formação e diferencial da edição 2026 O IMPULSE 2026 reforça sua proposta de preparar jovens como futuros profissionais trainees da área TECH. A edição 2026 seguirá oferecendo bolsas de incentivo mensal, bônus por desempenho, notebooks emprestados e acesso a certificações reconhecidas por grandes empresas, além de uma trilha que engloba desenvolvimento web, algoritmos, metodologias ágeis e construção de MVPs avaliados por uma banca técnica. “O IMPULSE entrega formação de qualidade com foco em oportunidades reais de carreira. Com turmas menores, intensificamos o acompanhamento e ampliamos o impacto individual. É a transformação social por meio da tecnologia”, afirma Eduardo Freire, CEO da FWK. Impacto, legado e próximos passos A FWK e a CanPack estruturam para 2026 um acompanhamento ampliado dos egressos e a expansão do Banco de Talentos IMPULSE, conectando os jovens formados às empresas do ecossistema de tecnologia e parceiros locais. A iniciativa continua comprometida com a transformação social real, especialmente para jovens em vulnerabilidade socioeconômica. Inscrições O edital completo, os critérios de seleção e o formulário oficial serão divulgados nos canais oficiais da FWK Global e da CanPack. As inscrições ficam abertas de 08 de janeiro a 13 de fevereiro e a formação ocorrerá entre 25 de março e 24 de agosto de 2026. Sobre a FWK Innovation Design A FWK Innovation Design (FWK Global) é uma “Fazedoria” de soluções inovadoras. Com mais de 13 anos de atuação e presença global, desenvolve projetos que unem criatividade, estratégia, tecnologia e foco em pessoas. Criadora do método Project Thinking, a FWK apoia organizações em desafios de inovação, transformação digital e impacto social, promovendo aprendizagem, cocriação e resultados tangíveis. Sobre a CANPACK A CANPACK é uma das principais fabricantes globais de embalagens sustentáveis para os setores de bebidas, alimentos e produtos industriais. Com forte presença no Brasil, a empresa combina inovação, eficiência e responsabilidade socioambiental em suas operações. Comprometida com o desenvolvimento das comunidades onde atua, a CANPACK investe em iniciativas de educação, capacitação e inclusão social.

ASUS ROG apresenta inovações e comemora 20 anos de excelência em games durante CES 2026

A ASUS Republic of Gamers (ROG) anunciou em seu evento virtual “Dare to Innovate”, na CES 2026, o próximo capítulo de sua visão para desempenho, design e cultura de jogos. A apresentação celebra 20 anos de inovação, destacando tecnologias revolucionárias que capacitam jogadores e criadores, ao mesmo tempo que reforça o compromisso da ROG em redefinir a jogabilidade, a criação e o desempenho competitivo em todo o mundo. Diversas tecnologias de última geração em todo o ecossistema de jogos da ROG estão em exibição, incluindo notebooks, desktops, placas-mãe e periféricos, todos projetados com recursos inéditos e capacidades avançadas que elevam o desempenho e a imersão. Neste marco de 20 anos, a ROG reflete sobre um legado definido por conceitos ousados, engenharia pioneira e uma dedicação inabalável à sua comunidade global. Desde a revolucionária placa-mãe Crosshair, em 2006, até os notebooks gamer de ponta da atualidade, cada marco incorpora o espírito de “Para aqueles que ousam”, um compromisso em desafiar as convenções e redefinir o que o hardware de jogos pode alcançar. A apresentação deste ano revelou os avanços de engenharia do ROG Lab, combinando desempenho, domínio térmico e design focado no usuário para elevar a maneira como os jogadores jogam, criam e se conectam. A ROG também estende sua influência além da tecnologia para a cultura por meio de parcerias globais de co-branding que unem jogos com música, moda, arte e entretenimento. Colaborações com criadores e franquias icônicas, incluindo a Kojima Productions, permitem que os jogadores criem dentro de um ecossistema crescente e interdisciplinar, reforçando o papel da ROG na formação da identidade e da comunidade de jogos em todo o mundo. A marca mantém o compromisso de ser pioneira no futuro dos jogos, transformando visões ousadas em experiências que inspiram cada jogador a ultrapassar limites. As novidades ROG apresentadas no evento online estão disponíveis no showroom da CES 2026 em Las Vegas no The Venetian Expo, Nível 3, San Polo nº 3403, de 5 a 8 de janeiro de 2026. ROG Flow Z13 KJP Edition: colaboração com a Kojima Productions A ASUS anunciou a edição especial ROG Flow Z13 KJP Edition, desenvolvida em parceria com a Kojima Productions. O modelo combina o formato 2 em 1 com desempenho avançado, podendo ser utilizado como tablet, notebook ou plataforma de criação. O dispositivo é equipado com processador AMD Ryzen AI Max+ 395, gráficos Radeon™ 8060S e NPU de 50 TOPS, oferecendo aceleração local de inteligência artificial. A tela Nebula HDR de 13,4 polegadas, com resolução 2.5K e taxa de atualização de 180 Hz, garante fluidez e fidelidade de imagem. O design foi desenvolvido por Yoji Shinkawa, com elementos inspirados no personagem Ludens, além de conteúdos visuais e embalagens exclusivas criadas para a colaboração. ROG Zephyrus Duo: notebook com tela dupla para multitarefa e criação O ROG Zephyrus Duo amplia as possibilidades de uso com sua configuração de duas telas OLED Nebula HDR 3K, sensíveis ao toque e com taxa de atualização de 120 Hz. O modelo foi projetado para cenários que exigem multitarefa, como jogos, streaming e criação de conteúdo. Equipado com os mais recentes processadores Intel e GPU até NVIDIA GeForce RTX 5090, o ROG Zephyrus Duo oferece desempenho para aplicações exigentes, além de múltiplos modos de uso. O sistema de resfriamento inclui câmara de vapor, ventoinhas duplas e controle térmico dedicado, garantindo estabilidade durante longos períodos de uso. ROG Zephyrus G14 e G16: desempenho portátil com recursos de IA Os novos ROG Zephyrus G14 e ROG Zephyrus G16 foram desenvolvidos para usuários que buscam alto desempenho em um formato fino e portátil. Os modelos contam com processadores Intel® Core™ Ultra Série 3, oferecendo até 50 TOPS de desempenho em NPU para aplicações locais de inteligência artificial. O ROG Zephyrus G14 pode ser configurado com GPU NVIDIA® GeForce RTX™ 5080 Laptop, enquanto o ROG Zephyrus G16 chega até a GeForce RTX™ 5090 Laptop, ambas baseadas na arquitetura NVIDIA Blackwell, com suporte a DLSS 4 e Frame Generation. No modo manual, o limite de potência da GPU foi ampliado, alcançando até 130 W no G14 e 160 W no G16. O G14 também está disponível com processador AMD Ryzen™ AI, com certificação Copilot+, permitindo execução local de tarefas de IA sem dependência da nuvem. Os dois modelos trazem nova tela Nebula HDR com brilho de até 1.100 nits, cobertura de 100% do espaço DCI-P3 e Delta E<1, além de melhorias no sistema de resfriamento, maior autonomia de bateria e leitor de cartão SD em tamanho completo. O chassi em alumínio usinado em CNC combina portabilidade e resistência para uso diário.

Com influenciadores e público geral, Barte transforma OOH na Faria Lima em espaço coletivo de gratidão

A Barte, empresa que oferece um sistema modular de soluções de pagamento e corporate banking para médias e grandes empresas, realiza entre 6 e 19 de janeiro uma campanha inédita de mídia out-of-home em painéis de LED localizados nos eixos da Faria Lima, JK e Berrini, no coração financeiro da capital paulista.  A proposta é que os espaços publicitários deixem de funcionar como vitrines de marca e passem a ser usados como um ambiente aberto de participação, exibindo mensagens de agradecimento enviadas por clientes, influenciadores e o público que circula na região. As mensagens, registradas via QR Codes, são direcionadas a pessoas que tiveram papel relevante nos bastidores de histórias de vida, trabalho e cuidado ao longo de 2025, conectando o tema da gratidão ao início do novo ciclo corporativo. Ao adotar esse formato, a Barte utiliza alguns dos metros quadrados mais valorizados da publicidade urbana para dar visibilidade a histórias que normalmente não ocupam esse espaço. Segundo a empresa, a iniciativa está alinhada ao seu posicionamento como infraestrutura financeira que sustenta operações complexas, atuando no backstage para garantir o funcionamento de fluxos de pagamento e caixa em grandes negócios. Um dos objetivos centrais da campanha é levar a gratidão para o centro da conversa corporativa, associando o tema a comportamentos de alta performance e à maneira como profissionais e empresas constroem resultados consistentes no longo prazo. A premissa é o reconhecimento do papel de pessoas, relações e estruturas de apoio na contribuição para ambientes mais produtivos e relações mais duradouras no ecossistema B2B. Segundo o presidente da Barte, Raphael Dyxklay, a campanha conecta propósito, performance e momento de mercado. “A gratidão é um comportamento estudado e associado a melhores níveis de performance profissional. Trazer esse tema para o início do ano, quando as pessoas estão fechando ciclos e reorganizando prioridades, é uma forma de estimular reflexões que vão além do curto prazo.”, afirma o executivo. Influenciadores como gatilho A corrente de agradecimento iniciará por uma ativação com influenciadores e profissionais do ecossistema de negócios, que aderiram espontaneamente à proposta, sem contrapartida comercial, registrando e compartilhando suas mensagens em canais digitais. Entre os nomes estão Ana Zucato, fundadora e CEO da Noh; Marc Tawil, estrategista de comunicação; Lucas Vargas, CEO da Nomad. O out-of-home funciona como gatilho de distribuição, ampliando a circulação orgânica do conteúdo e conectando o espaço urbano ao ambiente online. Segundo Dyxklay, o sucesso da campanha é avaliado principalmente pelo nível de participação do público e pelo engajamento gerado a partir das mensagens exibidas. Para o executivo, ações desse tipo ajudam a ampliar o alcance da marca para além de seus públicos habituais e, indiretamente, contribuem para novas conversas comerciais e oportunidades de negócio. “A Barte usa a comunicação como espaço de provocação. Não para falar de produto apenas, mas para estimular reflexões e a forma como empresas e pessoas constroem performance no longo prazo. Queremos influenciar a cultura e a forma de atuar no mercado financeiro”, completa Dyxklay. A iniciativa dá continuidade à estratégia da empresa de utilizar o circuito de mídia out-of-home como plataforma de construção de marca. No início de 2025, a fintech lançou a campanha “Ninguém Joga Como Eles”, que destacou clientes de sua base em painéis no Shopping JK Iguatemi. Nesta nova ação, a lógica se amplia: em vez de destacar apenas o próprio ecossistema, a Barte convida o público a construir a mensagem de forma coletiva, reforçando um posicionamento baseado em parceria, espontaneidade e inversão da lógica tradicional da comunicação.

O impacto da Inteligência Artificial na gestão de custos e eficiência em TI

Por Paulo Amorim A crescente complexidade dos ambientes de Tecnologia da Informação e a pressão constante por redução de custos têm levado as empresas a buscar soluções mais inteligentes e estratégicas. Nesse contexto, a Inteligência Artificial (IA) deixou de ser apenas uma inovação experimental e passou a ocupar um papel central na gestão de custos e na eficiência operacional em TI, especialmente em organizações que lidam com grandes volumes de dados, sistemas e infraestrutura. A IA permite analisar, em tempo real, o consumo de recursos tecnológicos, identificando desperdícios e oportunidades de otimização. Em ambientes de nuvem, por exemplo, algoritmos inteligentes conseguem prever demandas, ajustar automaticamente a capacidade contratada e recomendar o desligamento de serviços subutilizados. Segundo a Gartner, empresa global líder em pesquisa no segmento de tecnologia, empresas que utilizam ferramentas de otimização baseadas em IA podem reduzir seus custos de infraestrutura em até 30%, sem comprometer o desempenho dos sistemas. Além do impacto financeiro direto, a Inteligência Artificial também transforma a forma como as equipes de TI operam. Processos repetitivos e operacionais, como monitoramento de sistemas, análise de incidentes e abertura de chamados, podem ser automatizados por meio de IA. Isso reduz falhas humanas, acelera a resolução de problemas e libera os profissionais para atuarem em atividades mais estratégicas, aumentando a produtividade e a eficiência das equipes. Outro benefício relevante está na tomada de decisão. Com o uso de análises preditivas, gestores de TI passam a antecipar riscos, planejar investimentos com maior precisão e justificar gastos com base em dados concretos. A IA permite identificar gargalos antes que eles impactem o negócio, reduzindo custos com paradas não planejadas, retrabalho e correções emergenciais. A adoção da Inteligência Artificial também contribui para uma governança mais eficiente. Relatórios automatizados, análises de desempenho e indicadores em tempo real ajudam as empresas a manter controle sobre contratos, licenças e ativos de TI, garantindo maior transparência e alinhamento com objetivos estratégicos. Em um cenário de transformação digital acelerada, essa visibilidade é essencial para sustentar o crescimento de forma saudável. Diante desse panorama, investir em Inteligência Artificial na gestão de TI deixou de ser uma escolha e passou a ser uma necessidade competitiva. Quando aplicada de forma estratégica, a IA permite às empresas fazer mais com menos, equilibrando redução de custos, eficiência operacional e inovação contínua. Assim, a área de TI deixa de ser apenas um centro de despesas e se consolida como um pilar fundamental para o crescimento e a sustentabilidade dos negócios. *Paulo Amorim é engenheiro Mecânico Nuclear pela Universidade de Utah (EUA), MBA pela BYU Marriott Business School of Business, CEO e fundador da K2A Technology Solutions

Samsung apresenta sua visão “Vem AI a Casa do Futuro” no The First Look durante a CES 2026

ASamsung Electronics Co., Ltd. revelou sua visão “Vem AI a Casa do Futuro” no The First Look, seu evento na CES® 2026, realizado no Latour Ballroom no Wynn Las Vegas. O evento destacou a Inteligência Artificial como a filosofia da Samsung — uma base que conecta o desenvolvimento de produtos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), as operações e a experiência do usuário. TM Roh, CEO e Head da divisão de Device eXperience (DX) da Samsung, abriu o The First Look descrevendo a liderança da empresa em AI e como, devido ao seu vasto ecossistema conectado e impulsionado por AI, a Samsung pode proporcionar aos usuários uma verdadeira experiência de assistente virtual baseada em AI. Essa abordagem dá aos usuários a chance de acessar mais do que apenas o básico da tecnologia e, em vez disso, oferece oportunidades para vivenciar momentos mais significativos em todos os lugares. “A Samsung está construindo uma experiência mais unificada e pessoal em dispositivos móveis, telas, eletrodomésticos e serviços”, disse o CEO TM Roh. “Com nosso ecossistema conectado e ao incorporar AI em diversas categorias, a Samsung está liderando o caminho para oferecer experiências de AI mais significativas no dia a dia.” Companheiro de entretenimento: ampliando a experiência além da simples visualização SW Yong, Presidente e Head do negócio de Visual Displays (VD) da Samsung Electronics, e Sukhmani Mohta, diretora de marketing e parcerias do negócio de VD da Samsung Electronics America, subiram ao palco para descrever como as telas da Samsung combinam excelência em hardware e inteligência visual para oferecer um verdadeiro companheiro de entretenimento. Aproveitando vinte anos liderando a indústria de TVs, a Samsung construiu uma linha completa de AI TVs que oferece uma forma totalmente nova para os usuários interagirem com suas TVs. O destaque da linha de TVs é o modelo Micro RGB de 130 polegadas1, que representa um salto monumental em escala e qualidade de imagem. A Micro RGB de 130 polegadas marca uma nova era de cores, apresentando o espectro mais amplo e detalhado já visto em TVs Samsung, enquanto seu design atemporal minimiza distrações e permite que a imagem seja o centro das atenções com elegância discreta. Uma fonte de luz RGB em microescala proporciona qualidade de imagem sem precedentes, com cada ponto de luz vermelho, verde e azul brilhando de forma independente para gerar cores em sua forma mais pura e natural. O Micro RGB AI Engine Pro permite controle preciso das cores RGB e oferece uma qualidade de imagem incrivelmente vívida em todas as cenas. Elevando a experiência de visualização a um novo patamar, o Vision AI Companion (VAC)2 utiliza tecnologia de AI conversacional para atuar como um assistente de entretenimento completo, aprimorando a forma de assistir a conteúdos, preparar refeições e até mesmo criar atmosferas que elevam o humor em qualquer ambiente da casa. Com ele, os usuários recebem sugestões sobre o que assistir, o que comer e que música ouvir, enriquecendo a experiência televisiva de maneira muito além da simples visualização. A Samsung também oferece modos intuitivos para personalizar a experiência de visualização. Para os fãs de futebol, o AI Soccer Mode Pro oferece uma experiência de jogo mais empolgante por meio de ajustes de imagem e som guiados por AI para entregar qualidade de estádio. Já o AI Sound Controller Pro permite aumentar ou diminuir o volume da torcida, comentários ou da música de fundo, proporcionando uma experiência de audição personalizada para programas e filmes. Os usuários podem fazer solicitações por voz, e qualquer TV equipada com o VAC — incluindo Micro LED, Micro RGB, OLED, Neo QLED —, que responde de forma contextual. Em diferentes tipos de programação, o VAC também melhora a experiência geral do estilo de vida. Ele permite que os usuários encontrem receitas de refeições que veem na TV simplesmente perguntando e usa as informações mais atualizadas para fazer recomendações alinhadas a objetivos de saúde e condicionamento físico. O VAC também oferece funcionalidade multidispositivo, enviando receitas recomendadas diretamente para outros aparelhos, como a recém-lançada The Movingstyle1, uma TV projetada para se mover facilmente pela casa, proporcionando uma experiência integrada em todo o ecossistema Samsung. A Samsung lidera o mercado global de Soundbars há 11 anos consecutivos. Este ano, a empresa está lançando duas novas caixas de som Wi-Fi, a Music Studio 5 e a 7, para ampliar ainda mais seu ecossistema de som. Esses modelos oferecem suporte a uma gama mais ampla de combinações de sistemas de áudio, aprimoram a qualidade audiovisual e valorizam a estética de qualquer ambiente. Cada modelo compartilha o conceito atemporal de design de pontos, criado pelo renomado designer Erwan Bouroullec, inspirado em um símbolo universal da música e da arte, e alinhado à linguagem de design característica da Samsung.  A Samsung também apresentou uma série de novos produtos que se integram perfeitamente às casas e à estética dos usuários. A nova OLED S95H1 ultrafina apresenta uma moldura requintada trazendo à TV a elegância de uma galeria de arte. Já o novo projetor portátil da Samsung, o The Freestyle+1, é impulsionado pelo VAC e permite que os usuários exibam conteúdo em paredes, tetos e até em superfícies irregulares, como cantos e cortinas. A linha de TVs de 20262 é compatível com HDR10+ ADVANCED, oferecendo brilho aprimorado, otimização baseada no gênero do programa, suavização inteligente de movimento, mapeamento local avançado de tons e uma experiência de jogo aprimorada. Com a crescente adoção do HDR10+ entre os principais provedores de OTT, a Samsung será a primeira a lançar o HDR10+ ADVANCED em sua linha de TVs de 2026. A empresa também apresenta o Eclipsa Audio, seu novo sistema de som espacial, presente em todas as TVs da linha 2026. A Samsung também anunciou sua linha de monitores gamer Odyssey mais avançada até o momento, composta por cinco novos modelos que ampliam os limites de resolução, taxa de atualização e desempenho visual imersivo. Liderada pelo primeiro Odyssey G9 3D 6K1 da Samsung, a linha de 2026 estreia tecnologias de tela inéditas para gamers e criadores de conteúdo, incluindo o Odyssey G61 de última geração e três

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