dr.consulta inicia operação no Rio de Janeiro conectando o acesso à saúde com a cultura local

Com investimento de 7 milhões em marketing e publicidade, o dr.consulta inicia sua operação no Rio de Janeiro reforçando sua ambição de crescimento, sua conexão com a cultura carioca e seu compromisso em posicionar a saúde como cuidado contínuo, próximo e humano. Para anunciar a chegada de cinco clínicas no Rio de Janeiro ainda em 2026, o dr.consulta lançou uma campanha que celebra a ampliação do acesso à saúde aos cariocas. As peças, que lembram a importância de ter saúde em pequenos momentos da rotina, como ao chegar na plataforma do metrô ou ao enfrentar o sol do meio dia, estão espalhadas em 100 pontos da cidade em espaços de OOH, além de rádio e digital. Durante a sua chegada, a marca apostou em ocupar pontos simbólicos da cidade maravilhosa, como Cristo Redentor, Central do Brasil, a praia de Copacabana, VLT e a Praça Sanz Peña, na Tijuca, não só com mídia, mas também experiências de marca para stakeholders importantes, de médicos aos pacientes, construindo associação da marca com a cidade. “Acreditamos na relação intensa que o carioca tem com a cidade em que vive, e que a saúde das pessoas, física e mental, passa pela forma como elas se relacionam com esses espaços. Por isso, precisamos estar onde as pessoas estão vivendo – e não esperar que elas nos descubram ou cheguem até a clínica para iniciar seu processo de cuidado. Aproximar a cidade e o cuidado é a maneira mais genuína de reforçar nosso propósito de levar acesso à saúde de qualidade a todas as pessoas”, afirma Gabriela Zaninetti, CGMO do dr.consulta. Ao longo de um mês a marca esteve presente no carnaval carioca, oferecendo experiências na FanFest do Carnaval Rio, na praia de Copacabana, que contou com shows, apresentações das escolas e transmissões dos desfiles, além de oficinas e talks sobre samba. Além disso, uma van do dr.consulta ofereceu serviços de saúde em pontos da cidade ao longo dos próximos meses. “Saúde é um negócio local. Cada cidade tem cultura, comportamentos e barreiras próprias, que moldam a forma como as pessoas usam o sistema. Nossa chegada ao Rio nasce da escuta e da compreensão profunda do carioca, ocupando os lugares certos e comunicando a saúde como um cuidado contínuo, próximo e humano. Queremos mostrar que saúde de qualidade pode – e deve – fazer parte da rotina das pessoas, antes, durante e além da doença”, reforça Zaninetti. A partir deste, a comunicação atua de forma regional dentro da cidade, aproximando as novas unidades da população que vive e circula em cada bairro onde elas estão, como Tijuca, Botafogo e Copacabana. Conhecimento local como estratégia de negócios e comunicação A expansão para o Rio de Janeiro é estratégica e simbólica para a marca, uma vez que consolida seu modelo de acesso à saúde pautado por proximidade, disponibilidade e valor, e sustentado por qualidade assistencial. Por isso, o dr.consulta apresentou junto ao anúncio da sua chegada o Raio X do Carioca, pesquisa inédita em parceria com a Opinion Box, que mapeou hábitos, percepções e comportamentos de saúde da população local.  Além de comprovar que saúde é uma das principais preocupações do carioca, o estudo revelou que 58% dos cariocas não seguem corretamente os tratamentos médicos conforme orientação profissional; 43% já deixaram de procurar um médico acreditando que o problema “passaria sozinho”; 34% só buscam atendimento quando apresentam sintomas e 27% ainda associam a ida ao médico exclusivamente a momentos de doença. “Esse entendimento se transforma em ação. Além de adaptar nosso modelo às necessidades reais da população local, tornamos o estudo público porque acreditamos que quanto mais informação de qualidade estiver disponível, mais forças conseguimos unir para ampliar o acesso à saúde de qualidade e melhorar a qualidade de vida das pessoas”, reforça Gabriela.  Para acessar os serviços, os usuários podem baixar o aplicativo do dr.consulta (via Google Play ou Apple Store). Além disso, tenha acesso ao estudo Raio X do Carioca pelo link.

Philips Avent aposta em humor e trend para lançar nova Babá Eletrônica em campanha

Para se conectar com a realidade dos pais de primeira viagem de forma autêntica, a Philips Avent, marca líder em cuidados com o bebê, lança sua nova campanha para a Babá Eletrônica apostando no humor e transformando a clássica tensão do monitoramento infantil em conteúdos divertidos. A estratégia foge do discurso técnico tradicional para mostrar como a tecnologia pode ser uma aliada real na rotina das famílias. Assinada pela agência iD\TBWA sob o conceito “Veja tudo do seu bebê. E mais um pouco”, a estratégia criativa nasce de um insight comportamental amplamente reconhecido nas redes sociais, que é o estado de alerta constante dos pais. Segundo dados da marca, um em cada três admite checar o monitor do bebê ao menos uma vez por minuto, um hábito quase automático que revela o nível de atenção e cuidado dedicado aos primeiros meses. ” O centro da nossa estratégia é mostrar que o cuidado também evolui. A babá eletrônica chega para apoiar pais e mães que estão começando a se permitir estar em ambientes diferentes dos filhos. Optamos por um tom cômico justamente para humanizar essa necessidade de checagem constante e mostrar que, com o suporte tecnológico certo, a família pode relaxar. Nosso papel é transformar esse processo em algo leve e cheio de tranquilidade”, pontua Nichollas Lisboa, gerente de marketing de Philips Avent. Para materializar a campanha, o time de criação buscou referências na trend de vídeos de bebês criados com IA, onde o inesperado acontece quando a criança faz ou fala algo inusitado. Ao adotar esse formato nativo das redes, a agência garante uma comunicação orgânica e bem-humorada, posicionando a babá eletrônica como uma aliada da tranquilidade dos pais. A campanha tem seu start nos perfis proprietários da Philips Avent, com uma série de três vídeos focados em esquetes divertidas. Na sequência, a estratégia ganha tração com um time de criadores de conteúdo que entrarão na brincadeira simulando situações em que ficam “presos” assistindo aos vídeos de seus bebês. Em uma terceira fase, a campanha foca em situações reais de criadores detalhando as funcionalidades do produto como a visão noturna em Full HD, zoom digital, comunicação bilateral e termômetro, e como elas ajudam na rotina. “Entrar em uma trend que é proprietária para a marca nos dá a segurança de gerar conexão com o público de um jeito leve e divertido. Por isso, antes de falar do produto, nós atraímos a atenção das pessoas com vídeos inusitados de bebês gerados por IA. Quando a propaganda vira conteúdo, trazemos muito mais awareness para a nossa mensagem“, ressalta Gabriel Silva, diretor de criação associado da iD\TBWA. Além da robustez da campanha digital, o próprio design do produto atua como diferencial competitivo contra as câmeras de vigilância tradicionais, que carregam um peso estético de “monitoramento”. A nova Babá Eletrônica Philips Avent foi desenhada para integrar organicamente a decoração do quarto. A conexão é feita pelo sistema Secure Connect, com emparelhamento múltiplo criptografado via aplicativo Baby Monitor+, garantindo privacidade total aos pais. A campanha tem desdobramentos na Meta, TikTok e YouTube e podem ser conferidos no perfil da Philips: Vídeo 1 Vídeo 2 FICHA TÉCNICA Agência iD\TBWA Cliente: Philips Avent Campanha: Veja tudo do seu bebê. E mais um pouco Direção Executiva de Criação: Sthefan Ko Direção de Criação: Guga Diehl Direção Associada de Criação: Gabriel Silva Criação: Aline Marangoni e Felipe Martins Atendimento: Cristina Kuchiki, Mariana Schiavon e Matheus Zanchetta Cultura & Insights: Eduardo Marcondes, Amanda Borges e Thais Cavalcante Planejamento: André Costa e João Pedro Barbosa Produtora de Vídeo: The Future Aprovação do Cliente: Flavia Almeida, Nichollas Gonçalves, Dayane Marmello e Lucas Oliveira

amigo_h lança campanha de prevenção ao câncer colorretal e reforça alerta sobre aumento da doença em jovens adultos

A amigo_h (Amigos Einstein da Oncologia e Hematologia), área relevante da responsabilidade social do Einstein Hospital Israelita, inicia neste mês de março uma campanha anual de conscientização sobre o câncer colorretal, reforçando a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e de hábitos saudáveis. A ação se alinha ao Março Azul Marinho, mês dedicado à sensibilização sobre a doença, com destaque para o Dia Nacional de Combate ao Câncer Colorretal, celebrado hoje. Segundo dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (INCA) referentes ao triênio 2025-2028, o câncer colorretal segue entre os tipos de maior incidência no Brasil, com tendência de aumento em pessoas abaixo dos 50 anos, os chamados jovens adultos. De acordo com a entidade, são esperados mais de 53 mil novos casos por ano no País neste período, superando as projeções anteriores, com forte concentração nas regiões Sul e Sudeste. “Esse cenário reforça a importância da campanha da amigo_h. É cada vez mais importante disseminar informações sobre a doença e também de como preveni-la”, afirma Ida Sztamfater, presidente da amigo_h. “O Código de Prevenção de Câncer da América Latina e Caribe, para o qual a amigo_h contribuiu na elaboração, é uma das principais ferramentas para nortear a conscientização, e é parte integral da nossa iniciativa”. O LAC Code (Código de Prevenção de Câncer da América Latina e Caribe) é uma iniciativa em colaboração com organizações internacionais que reúne 17 recomendações de prevenção. Dentre elas, estão alimentação saudável, prática regular de exercícios físicos, manutenção de peso adequado, exames preventivos e redução de fatores de risco como tabagismo e consumo de álcool. A amigo_h integra o projeto com o objetivo de ampliar o acesso à informação, orientação e prevenção para a população. “As transformações no estilo de vida, como maior consumo de alimentos ultraprocessados, sobrepeso, sedentarismo e fatores ambientais, são alguns dos fatores para esta mudança importante no perfil epidemiológico do câncer”, afirma o Dr. Felipe Piza, médico intensivista e diretor executivo de Responsabilidade Social e Filantropia do Einstein. “Diante disso, é fundamental fortalecer estratégias estruturadas de prevenção e promover informação qualificada para toda a população, como estamos fazendo com a campanha “Quem avisa, amigo_h“. Segundo o Dr. Piza, tumores nessa localização podem ser silenciosos por anos até a apresentação com sintomas como sangramentos ou alteração do hábito intestinal. “A ausência de sintomas precoces leva ao diagnóstico em estágios mais avançados, o que torna o tratamento mais complexo. É exatamente por isso que essa campanha é tão importante”, acrescenta. Criada pela Klick Health, a campanha parte de um insight simples e potente: revisitar o ditado popular “quem avisa, amigo é” para transformá-lo em um convite ao autocuidado. A iniciativa é multiplataforma e educativa, incluindo: “Este é um movimento iniciado pela amigo_h, mas que visa ampliar as discussões a respeito da saúde intestinal com outras entidades e sociedade. Contamos com todos para levarmos as informações e mensagens adiante”, reforça Ida Sztamfater. Sobre o câncer colorretal O câncer colorretal é o tipo de câncer que acomete o intestino grosso (cólon) e o reto, estruturas que fazem parte do sistema digestivo. Na maioria dos casos, a doença se desenvolve de forma silenciosa, a partir de pólipos, pequenas lesões que surgem na parede do intestino e que podem se transformar em tumores ao longo do tempo. Entre os principais sinais e sintomas estão: O diagnóstico precoce é fundamental e pode ser feito por meio de exames de rastreamento, especialmente a colonoscopia, considerada um dos principais métodos de detecção. O exame permite identificar e remover pólipos antes que se tornem câncer, além de diagnosticar lesões em estágios iniciais, quando as chances de cura são significativamente maiores. O tratamento varia conforme o estágio da doença e pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e terapias-alvo, com melhores resultados quando o diagnóstico ocorre precocemente. Sobre a amigo h Idealizada em 2011 pelo hematologista Dr. Nelson Hamerschlak, a Amigo H (Amigos Einstein da Oncologia e Hematologia) integra o pilar de Responsabilidade Social do Einstein Hospital Israelita e atua na captação de recursos da sociedade civil para viabilizar projetos de prevenção, detecção precoce, pesquisa e inovação em Oncologia e Hematologia, com foco em impacto social e científico.

Inteligência Artificial na saúde tem potencial para impulsionar a inovação nos cuidados e em processos de instituições do setor

Por Allan Conti No Brasil, a utilização de Inteligência Artificial na saúde apresenta uma tendência de crescimento entre os hospitais privados, considerando que 82% das instituições já disponibilizam recursos ou soluções de IA para processos pré-estabelecidos. Isso é um indicativo de que o setor vem se atualizando cada vez mais e buscando inovações para elevar a qualidade no atendimento aos pacientes, do diagnóstico ao tratamento, ao mesmo tempo que otimizam fluxos de trabalho e processos internos nas organizações. O dado inicial, presente na Pesquisa sobre qualidade, segurança do paciente e a importância das ferramentas de suporte à decisão clínica, da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP) em parceria com a Wolters Kluwer, revela um maior engajamento de profissionais e instituições na adoção destas ferramentas, seja por pressão competitiva ou promessa de eficiência, com o objetivo de alcançarem, principalmente, redução da variabilidade do cuidado a fim de aprimorar o desfecho do atendimento e otimizar a gestão de recursos financeiros nas empresas. Isto é um reflexo da velocidade de desenvolvimento e implementação de novas tecnologias nos negócios. Um artigo da Universidade de Rochester em parceria com o Centro Médico Langone NYU rastreou a história da IA, datando seu surgimento em 1950. Histórico e evolução da Inteligência Artificial na saúde O estudo aponta que, naquela época, os primeiros modelos apresentavam limitações para o setor de saúde que só foram ultrapassadas no início dos anos 2000 com o deep learning. Com a evolução da tecnologia, instituições de saúde passaram a utilizar a IA para buscas mais assertivas e captação de padrões. Atualmente, com os sistemas de Inteligência Artificial sendo capazes de analisar e aprender a partir de dados, essas ferramentas ganham novos espaços dentro do segmento. Hoje, a adoção de ferramentas com IA é impulsionada pela necessidade de equilibrar o aumento na eficiência dos processos e a redução nos custos da operação. Elas surgiram como uma oportunidade para o excesso de demanda dos sistemas de saúde e se fazem presentes desde a área administrativa até o cuidado direto com o paciente, por meio de gestão de recursos, prontuários eletrônicos, chatbots interativos, acesso a resultados de exames, entre outros. No entanto, quando o assunto é a chegada da Inteligência Artificial Generativa (IA Gen), ela promove uma transformação bastante relevante para a saúde. O setor que, anteriormente, era caracterizado por focar em avanços técnicos, agora volta sua atenção para o dinamismo e a personalização do cuidado. A IA Gen apresenta um contexto de geração de conhecimento a partir da interação com a máquina. A tecnologia é capaz de criar resumos, apoiar na educação médica, na capacitação contínua e na tomada de decisão, na interação direta com pacientes e profissionais, na geração de relatórios detalhados com hipóteses de diagnósticos e tratamentos, além de auxiliar a área administrativa na gestão de documentos regulatórios. Nesse sentido, a relação com essa ferramenta pode revolucionar a maneira como o setor de saúde opera desde que desenvolvida e utilizada de maneira responsável, atrelando avanço tecnológico a práticas baseadas em evidência. Complexidades da integração da Inteligência Artificial na saúde Até o momento, essa implementação tem sido realizada cautelosamente. De acordo com o relatório TIC Saúde 2024, a adesão da IA Generativa entre os médicos no Brasi foi de 17%. No entanto, ao considerar o uso coletivo, esse número atinge apenas 4% dos estabelecimentos de saúde. Como o processo de engajamento na tecnologia se encontra em um estágio ainda inicial, não é possível compreender completamente os pontos positivos e negativos da integração plena de ferramentas de IA e IA Gen para a área da saúde. Um dos principais desafios da aplicação da Inteligência Artificial na saúde diz respeito aos custos e à preparação das equipes de saúde. Este é um recurso que exige maior capacitação dos profissionais, e 74% dos hospitais privados ainda se sentem pouco preparados para aplicar essa tecnologia nas áreas clínicas, segundo a pesquisa da ANAHP com a Wolters Kluwer. O crescimento da popularidade da IA nas instituições também impacta diretamente o ensino nas universidades, assim como a infraestrutura de TI avançada e a otimização sustentável do seu consumo energético necessárias para manter essa operação, fatores que envolvem dispêndios para serem implementados. Outro gargalo significativo da inserção da IA na saúde e no universo corporativo como um todo é a questão ética. Implementar esse recurso é um processo que envolve responsabilidades éticas e legais, pois ele precisa estar em conformidade com a segurança e a proteção dos dados. Não obstante, as informações demandam um monitoramento contínuo que assegure correspondência com legislações e padronizações obrigatórias.  Futuro com IA A Inteligência Artificial na saúde tem se mostrado uma ferramenta importante para o avanço da qualidade do cuidado, principalmente quando amparada por conteúdos confiáveis. As projeções para o futuro apontam que o uso da IA Gen deve aumentar e os chats de conversas se tornarão protagonistas no cenário da Saúde 5.0. Neste contexto, a responsabilidade por parte das instituições também engloba a procura por soluções que dispõem de um banco de dados com referências de curadoria científica, capazes de fornecer orientações seguras que contribuam para a prática da Medicina Baseada em Evidências (MBE) e ofereçam suporte não somente às decisões clínicas, mas à operação empresarial como um todo. Sendo assim, com padrões e bases confiáveis bem estabelecidas, o cuidado em saúde poderá minimizar inconsistências e erros ao mesmo tempo em que se torna mais eficiente e personalizado. Allan Conti é Diretor Comercial da Wolters Kluwer Health no Brasil.

Saúde suplementar ganha fôlego e amplia resultados

Por Thayan Fernando Ferreira A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, nesta terça-feira (17), os dados econômico-financeiros do setor referentes ao fechamento de 2025, confirmando a consolidação de uma trajetória de recuperação. Os números apontam resultado positivo superior aos anos anteriores, com avanço consistente dos principais indicadores e desempenho puxado pelas grandes operadoras médico-hospitalares. Trata-se do melhor resultado desde 2018, segundo a série histórica disponibilizada pela agência. O setor registrou receitas totais de R$ 391,6 bilhões e lucro líquido de R$ 24,4 bilhões no período, o equivalente a uma margem de 6,2%. O resultado líquido foi o maior da série em termos nominais, superando inclusive o patamar observado durante a pandemia de COVID-19.  Já o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou 16,4%, acima dos níveis pré-pandemia. Ao todo, 73,5% das operadoras encerraram o ano com resultado positivo, evidenciando melhora disseminada, ainda que com forte concentração de lucros em grandes grupos. Sabe o que é? As operadoras estão num momento de surfar a onda. Os dados evidenciam um setor mais equilibrado do ponto de vista financeiro, o que amplia sua capacidade de absorver demandas assistenciais. Acredito que esses bons resultados estão seguindo uma tendência de ascenção que já via sendo observada em anos anteriores e, ainda, deve alcançar a crista. Essa observação desta nos números. No geral, no segmento médico-hospitalar, principal eixo da saúde suplementar, o lucro líquido somou R$ 23,4 bilhões, sustentado pela expansão do resultado operacional e pelo desempenho financeiro, favorecido por juros elevados. A sinistralidade recuou para 81,7%, o menor nível desde 2020, refletindo a recomposição das mensalidades acima da variação das despesas assistenciais. O resultado operacional agregado atingiu R$ 9,8 bilhões, com destaque para medicinas de grupo e seguradoras especializadas, enquanto as autogestões permaneceram no campo negativo. Em um país com forte pressão sobre o sistema público, a saúde suplementar atua como vetor essencial para dar vazão a necessidades mais complexas e crescentes da população. A análise ganha relevância quando comparada ao cenário do Sistema Único de Saúde (SUS), que concentra a maior parte dos atendimentos no país e enfrenta desafios históricos de financiamento e demanda.  Ainda acrescento que, mesmo associada a muitas contradições, a saúde suplementar tem mesmo um papel fundamentado importante. O nosso país passa por uma forte pressão sobre o sistema público, a saúde suplementar atua como vetor essencial para dar vazão a necessidades mais complexas e crescentes da população. Quando comparada ao cenário do Sistema Único de Saúde (SUS), que concentra a maior parte dos atendimentos no país e enfrenta desafios históricos de financiamento e demanda, a gente percebe bem isso.  Enquanto a saúde suplementar atende cerca de um quarto da população e apresenta melhora nos indicadores financeiros, o sistema público segue responsável pela universalização do acesso, operando sob pressão crescente, o que reforça a complementaridade entre os dois modelos. O autor é o advogado Thayan Fernando Ferreira, especialista em direito de saúde e em direito público, membro da Comissão de Direito Médico da OAB-MG e diretor do escritório Ferreira Cruz Advogados – contato@ferreiracruzadvogados.com

Sustentabilidade Financeira na Saúde Suplementar: Crescer com Disciplina é a Nova Estratégia

Por Dr. Christian Campos Ferreira, CFO da Unimed Nova Iguaçu  A sustentabilidade das operadoras de planos de saúde deixou de ser um indicador contábil para se tornar um compromisso institucional de longo prazo. A elevação da Variação do Custo Médico-Hospitalar, o avanço tecnológico e a crescente complexidade regulatória impuseram ao setor um novo paradigma: crescer com disciplina, previsibilidade e geração consistente de valor. Expandir carteira, isoladamente, já não garante perenidade. É preciso crescer com margem, solvência e capacidade de investimento. Nesse contexto, o Forecast Econômico-Financeiro assume papel central na governança. Mais do que projetar números, projeta decisões. A gestão preditiva substitui o modelo reativo e permite antecipar riscos assistenciais, simular cenários e ajustar rotas com agilidade. A combinação entre metas estratégicas de EBITDA, margem, liquidez e solvência com análise detalhada por produto e drivers assistenciais garante direção sem perder granularidade. Premissas conservadoras deixam de ser cautela excessiva e passam a ser responsabilidade financeira. A sustentabilidade também depende da qualidade da receita. Rebalancear contratos deficitários, priorizar segmentos rentáveis e aplicar precificação atuarial baseada em risco real são medidas estruturais. No campo assistencial, reduzir sinistralidade com verticalização inteligente, auditoria concorrente e protocolos clínicos pactuados representa ganho direto no resultado. Cada ponto percentual economizado fortalece a solvência e amplia a capacidade de reinvestimento. No âmbito administrativo, eficiência não significa cortar indiscriminadamente, mas eliminar desperdícios estruturais. Processos organizados e monitorados reduzem retrabalho e aumentam produtividade. Ferramentas como o Kanban aplicadas ao financeiro organizam o fluxo de contas a pagar e a receber, trazendo previsibilidade e disciplina operacional. A digitalização da cobrança complementa essa engrenagem. Soluções como PIX, cartão recorrente e régua automática reduzem inadimplência e impactam diretamente o fluxo de caixa, o EBITDA e os índices de solvência. Quando integrada ao Forecast, a cobrança deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica. O conceito é simples: organizar o fluxo, acelerar o fluxo e direcionar o fluxo. Essa integração contínua entre estratégia, execução, monitoramento e ajuste transforma gestão em método. Na prática, fluxo organizado gera caixa organizado, e caixa organizado gera sustentabilidade. Para os próximos anos, a diretriz é clara: investir com inteligência, preservar solidez institucional e crescer com responsabilidade. Sustentabilidade não é discurso. É governança baseada em dados, disciplina financeira e compromisso permanente com o futuro.

Asia Shipping lança Pharma Hub em Frankfurt e amplia presença estratégica no mercado farmacêutico global

Com 1.000 m² dedicados ao setor farmacêutico e certificação GDP, novo ativo fortalece atuação da companhia na Europa e amplia capacidade para cargas críticas com controle de temperatura O mercado farmacêutico global segue em plena ascensão. De acordo com o relatório mais recente da IQVIA, o gasto global com medicamentos deve alcançar aproximadamente US$ 2,3 trilhões até 2028, com crescimento contínuo ao longo dos próximos anos, impulsionado pela adoção de terapias de alto valor e pelo aumento do acesso em mercados emergentes e desenvolvidos. Acompanhando essa expansão e a crescente sofisticação da cadeia de suprimentos do setor, a Asia Shipping, multinacional brasileira e maior integradora logística da América Latina, anuncia o lançamento oficial do seu Pharma Hub em Frankfurt, na Alemanha — um ativo estratégico voltado exclusivamente ao atendimento do mercado farmacêutico internacional. Com 1.000 m² de infraestrutura dedicada e capacidade para mais de 1.000 posições de paletes, o novo hub fortalece a presença da companhia na Europa por meio de um parceiro com certificação GDP (Good Distribution Practice), padrão internacional que assegura qualidade, rastreabilidade e conformidade na cadeia logística de medicamentos. “Estamos ampliando nossa atuação em um dos segmentos mais exigentes da logística global. O Pharma Hub em Frankfurt representa um avanço estratégico, que conecta nossa expertise internacional a uma infraestrutura de altíssimo padrão, preparada para atender cargas críticas com total controle e confiabilidade”, afirma Alexandre Pimenta, CEO da Asia Shipping. Pharma Hub da Asia Shipping em Frankfurt amplia competitividade no mercado farmacêutico Localizado a menos de 10 minutos da CargoCity South do Aeroporto Internacional de Frankfurt (FRA), o Pharma Hub foi estruturado para garantir eficiência operacional, agilidade no fluxo aduaneiro e integração plena com as demandas globais dos clientes da companhia. A operação conta com armazenamento de última geração que cobre ampla faixa térmica, desde ambiente controlado entre 15°C e 25°C até temperatura ultrabaixa de -80°C, atendendo medicamentos sensíveis, vacinas e terapias baseadas em mRNA. Toda a estrutura opera em conformidade integral com as normas GDP e com certificação AEO (Operador Econômico Autorizado), além de processos previamente alinhados às exigências da ANVISA e aos principais padrões regulatórios internacionais. O hub dispõe ainda de equipamentos especializados, como data loggers calibrados para monitoramento contínuo de temperatura, mantas e embalagens térmicas de alta performance, além de gel packs e gelo seco, assegurando a integridade da carga ao longo de todas as etapas. A estrutura também está apta à emissão do certificado EUR.1, documento que comprova a origem preferencial da mercadoria e permite a obtenção de benefícios tarifários em acordos comerciais internacionais, otimizando os custos e a competitividade para o cliente final em operações elegíveis. Segundo Pimenta, o lançamento do hub representa mais do que uma ampliação física da operação europeia. “Estamos oferecendo ao mercado um ambiente de risco controlado, com precisão operacional e integração técnica plena entre Alemanha e nossas demais unidades globais. É uma extensão crítica da nossa capacidade de atendimento end-to-end para o setor farmacêutico.” Logística farmacêutica exige padrão internacional de excelência A logística farmacêutica é considerada uma das mais complexas do comércio internacional, exigindo rastreabilidade integral, controle rigoroso de temperatura, conformidade documental e alinhamento entre múltiplos agentes regulatórios. Com o novo Pharma Hub em Frankfurt, a Asia Shipping Alemanha passa a atuar com liderança técnica local e suporte estratégico global, assegurando que cada operação seja conduzida com governança robusta e rigor operacional compatível com as demandas de um mercado altamente exigente. Com a iniciativa, a companhia reforça sua estratégia de especialização em segmentos regulados e consolida mais um passo em sua expansão internacional, conectando a Europa aos principais fluxos comerciais com América Latina, Ásia e Estados Unidos.

Mês da Mulher: conheça a CEO que já recuperou mais de R$ 100 milhões em impostos para clínicas médicas

No mês da mulher, não há como abordar a independência feminina sem tocar em um ponto específico: a autonomia financeira. Essa pauta tem sido uma das maiores preocupações da empresária Júlia Lázaro, quando o assunto é equidade de gênero. Como mulher empreendedora, e com mais de 15 anos de trajetória em finanças, Júlia tem se dedicado a difundir a importância do planejamento financeiro para uma vida segura e saudável. A empresária é fundadora e CEO da Mitfokus, uma contabilidade especializada na área médica que se consolidou como uma fintech voltada a cuidar da saúde financeira de médicos, consultórios e clínicas. Com sede em Campinas (SP), a Mitfokus tem atuação nacional, com clientes localizados em pelo menos 23 unidades da federação. A partir dos serviços oferecidos a empreendimentos em saúde, a Mitfokus soma, em sua história, mais de R$ 100 milhões recuperados, para seus clientes, de impostos pagos acima do que realmente deveriam. Mágica de Júlia e sua equipe? Não, apenas planejamento contábil, fiscal e financeiro. Um trabalho que permite identificar, nas palavras de Júlia, “ralos financeiros” – dinheiro que consultórios, clínicas e outros estabelecimentos gastam desnecessariamente. Diferentemente de uma contabilidade generalista, o serviço especializado da Mitfokus conhece, de um lado, as especificidades dos negócios na área da saúde. De outro, as particularidades do sistema de tributação incidente sobre esses negócios. “Nossa contabilidade calcula gastos tributários desnecessários, identifica oportunidades como benefícios previstos em lei, orienta e trabalha para o resgate desse dinheiro. E, tão importante quanto, cessa de vez esse escoamento de recursos”, explica. Além de profissionais altamente especializados, o trabalho conta com metodologia baseada no uso de tecnologia digital. A decisão de constituir uma contabilidade especializada veio a partir de experiências e dificuldades relatadas em casa pelo marido Dirceu Melo, Cardiologista, em relação ao pagamento de impostos. “Não é algo que se estuda em um curso de Medicina”, comenta Júlia. A Mitfokus foi fundada, então, para lidar com essa “dor” de profissionais de saúde. Desde a fundação, em 2017, Júlia Lázaro é quem está à frente da empresa, como CEO. Antes disso, especializou-se em Economia, pela Fundação Getúlio Vargas, e fez MBA Internacional pela Universidade de Ohio/FGV. A empresa e, em especial, a expertise da profissional tornaram Júlia referência quando o tema é saúde financeira de negócios em saúde. É regularmente convidada para compartilhar sua experiência e ministrar cursos. Dessa jornada, derivou uma outra linha de atuação: a administradora e empresária se firma também como educadora financeira para mulheres. Júlia tem realizado palestras e outras atividades sobre educação e planejamento financeiro para o público feminino. Também é consultada por veículos de imprensa, como fonte especializada e realiza eventos com as próprias colaboradoras da Mitfokus, sobre o tema, com foco na saúde financeira delas.  Em todas essas ocasiões, procura mostrar como decisões cotidianas de consumo e compras podem ser repensadas e melhor planejadas. Em um mercado de trabalho ainda caracterizado por mulheres ganhando menos que homens, cuidar da vida financeira se torna imprescindível, sublinha a profissional. “Embora a realidade esteja mudando, dados globais revelam que, ainda, 90% de nós mulheres recebemos salários 20% menores que os dos homens. No Brasil, uma grande parcela das mulheres estão endividadas. Educação e planejamento financeiro são relevantes não só para as finanças pessoais ou de casa, mas para qualidade de vida”, avalia. “Sem planejamento financeiro, sem finanças em dia, em ordem, não há independência feminina”.

Mercado global de emagrecimento deve movimentar mais de US$ 689 bilhões até 2033

O aumento das doenças associadas ao excesso de peso, aliado à maior conscientização sobre prevenção e qualidade de vida, tem reforçado a busca por serviços voltados à gestão do peso.Esse movimento tem impulsionado o crescimento do mercado global de soluções voltadas ao tema, que atravessa um período de forte expansão. Após movimentar cerca de US$ 297,4 bilhões em 2024, a indústria deve alcançar US$ 689,9 bilhões até 2033, com taxa média anual de crescimento de 9,8%, segundo o relatório Global Weight Loss and Diet Management Market, da Fortune Business Insights, publicado em 2024. A força desse mercado também se reflete na expansão de empresas especializadas no setor. Um exemplo é o Emagrecentro, fundada pelo médico Edson Ramuth e dedicada a tratamentos para emagrecimento saudável e estética corporal. Com 40 anos de atuação, a marca se consolidou como uma das maiores redes do segmento, com mais de 450 unidades no Brasil e no exterior, Estados Unidos e Paraguai,  acompanhando o crescimento da procura por serviços ligados ao bem-estar. Para o Dr. Ramuth, o crescimento do setor está diretamente relacionado a uma mudança importante na forma como a obesidade passou a ser tratada pela sociedade. “Essa condição deixou de ser vista apenas como uma questão estética e passou a ser associada à gestão da saúde e à longevidade. Nesse mercado, cresce a procura por programas estruturados que combinem orientação médica, mudança de hábitos e acompanhamento profissional”, afirma. Brasil acompanha tendência global O cenário brasileiro segue na mesma direção. A obesidade mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 11,8% da população adulta em 2006 para cerca de 25,7% em 2024, segundo a pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, divulgada em 2025. Esse contexto tem ampliado a demanda por programas de reeducação alimentar, acompanhamento profissional e tratamentos voltados à redução de peso. Para o especialista, o tema vem sendo encarado cada vez mais sob a perspectiva da saúde preventiva. “Quando observamos o cenário brasileiro, percebemos que a preocupação com o peso está cada vez mais ligada à qualidade de vida e à prevenção de doenças. O desafio agora é ampliar o acesso à informação e incentivar mudanças de hábitos que possam ser mantidas no longo prazo”, explica o médico. A expectativa é que o setor continue em expansão nos próximos anos, impulsionado pela integração entre medicina preventiva e gestão do peso. “Devemos observar uma conexão cada vez maior entre saúde e emagrecimento. O controle do peso passa a ser entendido como parte essencial do cuidado com o corpo e da busca por longevidade, e o mercado está se estruturando para atender essa demanda de forma mais completa”, conclui o Dr. Ramuth.

Franquia Dr. Vacina anuncia plano de expansão nacional e projeta faturamento de R$ 60 milhões em 2026

O Dr. Vacina, franquia especializada em imunização para adultos e crianças, anuncia seu plano de expansão nacional para 2026. A marca projeta a abertura de 20 unidades ao longo do ano e estima alcançar um faturamento de R$ 60 milhões. Atualmente, a rede conta com mais de 50 franquias entre operação e implantação e está no top 10 maiores players de vacinação do Brasil. “Nosso objetivo é ampliar o acesso à prevenção e consolidar o Dr. Vacina como referência nacional em imunização e saúde preventiva”, afirma Marcelo de Paula, fundador e CEO da rede. “Prevenção não é tendência, é necessidade, e o Dr. Vacina está na linha de frente desse movimento”, completa. Para sustentar esse crescimento, o Dr. Vacina oferece um modelo de negócio a partir de R$ 100 mil, simples de operar, com estrutura enxuta, de fácil gestão e adaptável a diferentes formatos de operação. “Não se trata apenas de uma sala de vacina. Existe um padrão de estrutura, atendimento e experiência que garante credibilidade e resultado para o franqueado”, explica Marcelo. Mercados em alta A expansão do Dr. Vacina acompanha o avanço do setor de saúde preventiva no Brasil, impulsionado pelo aumento da expectativa de vida, que já ultrapassa os 76 anos, segundo o IBGE, e pela maior conscientização sobre imunização. De acordo com o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal de diversas doenças ainda está abaixo da meta ideal de 95%, o que reforça a necessidade de ampliar o acesso à vacinação. O mercado, antes concentrado no público infantil, agora passa por uma transformação com o crescimento da demanda entre adultos. “O futuro da imunização está no público adulto, que busca longevidade, qualidade de vida e prevenção. Esse é um mercado em plena expansão”, destaca Marcelo. No franchising, o cenário também é positivo. De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor registrou faturamento recorde de R$ 301,7 bilhões em 2025, crescimento de 10,5% em relação ao ano anterior, impulsionando modelos de negócio em diferentes segmentos, incluindo o de imunização. Sem plano B A história do Dr. Vacina começou em 2017, em Sorocaba (SP), quando Marcelo decidiu empreender após anos atuando em multinacionais. Com um investimento inicial de R$ 40 mil e sem experiência prévia no setor de saúde, ele acreditou no potencial da imunização. “No começo, era eu, um computador e muita vontade de fazer dar certo. Eu não tinha plano B”, relembra. A partir de uma gestão estruturada e foco em crescimento, a primeira unidade, em Sorocaba, deu origem à expansão da marca. Em 2019, o negócio começou a ser formatado como franquia, e mesmo durante a pandemia, a rede seguiu crescendo.  “Nosso crescimento foi sustentado por um modelo eficiente e replicável, que permite escalar mantendo padrão e qualidade em todas as unidades”, afirma. Empreender e salvar vidas Mais do que um modelo de negócio, o Dr. Vacina se posiciona como uma marca com propósito. A rede já contribuiu para a imunização de mais de 500 mil pessoas em todo o país, reforçando seu papel na promoção da saúde. “Cada vacina aplicada é uma vida salva. O franqueado empreende e, ao mesmo tempo, impacta diretamente a saúde da população”, diz Marcelo. Além disso, a empresa se atualiza com novas soluções para ampliar sua atuação em prevenção, com iniciativas como pacotes vacinais, programas de recorrência e novos serviços voltados ao público adulto. “Queremos que o cliente veja o Dr. Vacina como um centro de prevenção, não apenas um local para tomar vacina”, completa. Para ser um franqueado, acesse https://drvacina.com/seja-franqueado/

Maior campanha do varejo farmacêutico chega ao fim após movimentar mais de R$ 730 milhões em todo o país

A oitava edição da campanha nacional “Compra Bem que a Sorte Vem”, promovida pela Farmarcas, encerrou-se com números expressivos para o varejo farmacêutico brasileiro. A iniciativa movimentou mais de R$ 730 milhões em vendas, mobilizou milhões de consumidores em todo o país e premiou duas clientes da Bahia (Ilhéus e Buritirama) com uma casa de meio milhão de reais cada, reforçando o impacto da promoção nos negócios das farmácias associadas. Realizada em mais de 1.700 farmácias das 11 redes associadas, a campanha consolidou-se como uma das maiores ações promocionais do varejo farmacêutico brasileiro. Durante o período da promoção, que foi de outubro/25 a janeiro/26, as lojas participantes registraram mais de R$ 730 milhões em vendas, crescimento de 21,61% em relação à edição anterior da campanha (2024/2025). Ao todo, foram realizadas mais de 14 milhões de transações, um aumento de 14,58%. A quantidade de números da sorte concedidos chegou a 109,5 milhões, alta de 27,47% em comparação ao ano anterior. “Os resultados desta edição mostram como a campanha é uma grande alavanca de negócios para o varejo farmacêutico associativista. Além de impulsionar as vendas nas lojas, ela fortalece a relação das farmácias com seus clientes e amplia o engajamento em toda a rede”, afirma Ângelo Vieira, diretor de Comunicação da Farmarcas. Edison Tamascia, presidente da Farmarcas, acredita que esse sucesso demonstra a força do associativismo no setor. “Os números alcançados nessa edição e as premiações são consequência do engajamento de todos, associados, clientes e de nossa equipe. Ficamos muito felizes com o resultado e ainda mais porque os prêmios realmente farão diferença na vida dos clientes sorteados”, destaca. Prêmios que transformam vidas e fortalecem o varejo local Além das casas sorteadas na Bahia, a campanha premiou consumidores em todo o Brasil, com 11 prêmios de R$ 50 mil e 700 vales-compras de R$ 500, distribuídos por diferentes estados, reforçando a promoção como ferramenta de fidelização. Os atendentes das farmácias também foram contemplados sempre que os clientes atendidos por eles eram premiados: recebiam R$ 200 para cada vale-compra de R$ 500 conquistado pelos clientes, R$ 20 mil nos prêmios de R$ 50 mil e R$ 50 mil nos casos dos prêmios de meio milhão. Vale destacar que compras de medicamentos não geravam cupons; apenas produtos não medicamentosos participavam da promoção. Em Ilhéus (BA), Rita de Cássia S. Macedo conquistou um dos prêmios de R$ 500 mil para a aquisição de sua casa própria após comprar lenços umedecidos da linha SupraBaby. “Eu ainda estou em êxtase. É incrível, um verdadeiro sonho realizado”, contou a ganhadora. Já em Buritirama (BA), a felizarda é Angra de S. Santos, que relatou a emoção ao descobrir que havia sido premiada com meio milhão de reais. “Fiquei muito surpresa e emocionada. Nunca imaginei que comprando desodorante poderia ganhar meio milhão de reais. Sou cliente assídua da Ultra Popular, compro sempre aqui pela variedade de itens. Agora vou realizar o sonho de comprar minha casa”, afirmou. Outro diferencial da campanha é o reconhecimento aos profissionais que atuam nas farmácias. Por se tratar de uma promoção espelhada, sempre que um cliente é premiado, o atendente responsável pela venda também recebe uma premiação. Essa dinâmica é uma forma de valorizar o trabalho de quem está na linha de frente do atendimento nas lojas. Foi o caso da atendente Sirlândia S. Cardoso, da Ultra Popular de Ilhéus, que recebeu R$ 70 mil por atender duas clientes premiadas. “A sensação de participar disso é maravilhosa. Ver as pessoas felizes também nos deixa felizes. Esse prêmio é a realização de um sonho, agora vou conseguir quitar a minha própria casa”, relatou. Para os associados Rafaela Velanes e Luís Sérgio Neto Velanes, proprietários da Ultra Popular de Ilhéus, a campanha também fortalece o vínculo com a comunidade local. “É maravilhoso poder entregar prêmios como esses e levar para nossa cidade a oportunidade de ganhar valores tão significativos. Mais gratificante ainda é ver que nossos colaboradores também são reconhecidos. Sem a Farmarcas seria muito difícil realizar algo dessa dimensão”. Ao unir premiação, fidelização e geração de negócios, a campanha “Compra Bem que a Sorte Vem” reafirma seu papel como uma das iniciativas mais relevantes do setor, conectando diversos elos da cadeia em uma ação que fortalece o varejo farmacêutico em todo o país.

“Polymarket da Saúde” chega ao Brasil com metas de emagrecimento e recompensas reais

A indústria cripto já viu mercados surgirem em torno de política, economia, esportes e grandes eventos. Agora, uma nova proposta tenta aplicar essa lógica a outro território, o da perda de peso. Em parceria com a brasileira Mannah, a Daily Health Mission (DHM) chega ao Brasil com uma plataforma que transforma metas de emagrecimento em desafios públicos, anônimos e registrados em blockchain. O usuário acessa o dailyhealthmission.app, faz seu cadastro e informa dados como peso, altura e meta. Em seguida, define quanto quer perder e em quanto tempo pretende alcançar esse objetivo. A partir daí, seu desafio ganha uma página própria, onde a evolução é acompanhada por registros de alimentação, rotina e peso ao longo dos dias. Para trazer mais confiança ao processo, a verificação do peso inicial e final é feita com apoio de IA, com base nas evidências enviadas pelo participante. Assim, a meta deixa de ser apenas uma intenção e passa a se tornar uma jornada mais visível, acompanhável e difícil de abandonar. Sendo um dos recursos que mais chama atenção, o mercado de previsões permite que membros da comunidade possam indicar se acreditam ou não que o usuário vai alcançar o objetivo. O resultado é verificado digitalmente, criando pressão positiva e engajamento social. “Quando vemos amigos ou outras pessoas incentivando o nosso progresso, a motivação aumenta. É um accountability gamificado, que transforma um desafio pessoal em uma experiência social divertida e envolvente”, explica Pedro Xavier, CEO da Mannah. Ao entrar na plataforma, cada usuário recebe 5 Health Coins (HC) de bônus, a moeda digital da experiência dentro do Daily Health Mission. Esses HCs podem ser usados desde o primeiro momento para participar dessa dinâmica e apoiar, ou não, os desafios disponíveis na comunidade. À medida que cumpre desafios, o usuário acumula novos HCs como parte da sua progressão na plataforma. O HC opera em proporção 1:1 com Hathor (HTR), a criptomoeda da blockchain Hathor, acompanhada em plataformas do mercado cripto e com negociação na KuCoin. “Optamos pela Hathor porque sua blockchain combina rapidez e flexibilidade, permitindo registrar cada missão diária de forma fluida e em escala. Para uma plataforma baseada em micro-hábitos, isso é essencial para transformar pequenas ações em um histórico digital confiável, sem comprometer a experiência do usuário”, avalia Xavier. No plano Free, os HCs permanecem ligados à gamificação da experiência. Já no plano PRO, além de uma jornada mais completa com acompanhamento contínuo, o usuário passa a poder, ao atingir o mínimo de 200 HC em desafios cumpridos, converter seus HCs em Hathor e habilitar a opção de saque. Esse acompanhamento no plano PRO acontece com a Helena, a coach de IA da plataforma, que atua diariamente via WhatsApp com lembretes, dicas, receitas e orientações práticas para apoiar a rotina alimentar e fortalecer a consistência ao longo do desafio. Assim, o plano PRO combina suporte mais próximo no dia a dia com uma camada adicional de utilidade para os HCs acumulados na plataforma. “A comunidade já existia e os desafios já funcionavam. Com a Mannah, conseguimos transformar essa experiência em uma plataforma digital mais organizada, escalável e pronta para crescer no Brasil”, afirma Gonzalo Villa, CEO da Daily Health Mission. Combinando gamificação, recompensas e incentivo social, a DHM mostra que emagrecer de forma consistente não precisa ser complicado.  “Emagrecer não é falta de informação, é dificuldade de manter hábitos. Ao registrar essas conquistas e criar incentivos claros conseguimos tornar o processo mais consistente e mensurável”, afirma Gonzalo Villa, CEO da DHM.

Com foco em medicina de precisão e setor público, Roche Diagnóstica bate R$ 1,5 bilhão em faturamento em 2025

A Roche Diagnóstica fechou 2025 com um crescimento de 9% em relação ao ano anterior e faturamento de R$1,5 bilhão. Em um cenário de transformações aceleradas no setor de saúde global, a companhia reafirma seu protagonismo no Brasil ao aliar solidez financeira a um salto tecnológico sem precedentes. O ano de 2025 consolidou a visão da companhia de que o futuro do diagnóstico reside na integração entre medicina de precisão, inteligência de dados e parcerias estratégicas que conectam os setores público e privado. Com o avanço da genômica e a digitalização de processos laboratoriais, a Roche Diagnóstica não apenas superou expectativas de mercado, mas estabeleceu novos padrões de eficiência e agilidade que estão redefinindo a jornada do paciente e a sustentabilidade do ecossistema de saúde nacional. A empresa também foca seus esforços em 2026 na preparação do mercado para a chegada do novo sequenciador SBX¹, produto que por enquanto é utilizado somente em pesquisa e tem chegada prevista no mercado em 2027. Como parte desse movimento, a Roche Diagnóstica anunciou uma colaboração estratégica com a Broad Clinical Labs para desenvolver aplicações utilizando a tecnologia de sequenciamento de próxima geração (NGS) Sequencing By Expansion (SBX). Recentemente, essa tecnologia demonstrou seu potencial ao quebrar um GUINNESS WORLD RECORD™, sequenciando um genoma humano completo em menos de quatro horas. O foco desta cooperação em pesquisa é transformar a genômica clínica e a descoberta biomédica, impactando diretamente o tratamento de doenças complexas, como o câncer, e a identificação de mutações causadoras de doenças hereditárias e raras. Reforçam a solidez da operação no Brasil outros marcos atingidos em 2025, como a renovação da parceria com a Dasa por mais sete anos, na maior concorrência já realizada pela Roche Diagnóstica na América Latina e uma das maiores do mundo. A empresa será a principal responsável pela atualização do parque tecnológico da Dasa, fornecendo equipamentos com foco em automação avançada e custo-eficiência. Ainda em 2025, a Roche Diagnóstica expandiu sua atuação em colaboração com outros grandes players da medicina diagnóstica nacional. Junto ao Grupo Sabin, implementou uma das plataformas tecnológicas mais modernas do país, em Brasília. Simultaneamente, o Hospital Sírio-Libanês adotou o ecossistema digital navify®, integrando automação e equipamentos de última geração para otimizar a precisão e a agilidade dos exames. No âmbito da saúde pública, a incorporação do teste DNA-HPV da Roche Diagnóstica pelo SUS para diagnóstico do câncer de colo de útero representou um avanço histórico, com expectativa de investimento público anual entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões, reafirmando o compromisso da empresa com a medicina de precisão em larga escala. Por fim, 2025 foi marcado por avanços da Roche Diagnóstica no segmento de doenças infecciosas: a companhia cresceu 2 pontos percentuais em um mercado de R$ 427 milhões anuais, alcançando a segunda posição no setor e estabelecendo a meta de crescer 35% nesta área até 2029. Outro destaque da companhia do último ano foi o lançamento do Accu-Chek® SmartGuide, dispositivo que trouxe a funcionalidade inédita de antecipar oscilações de açúcar no sangue com alertas em tempo real. “O desempenho da Roche Diagnóstica em 2025 é o reflexo direto de nossa estratégia em acelerar a medicina de precisão no Brasil por meio de parcerias de alto impacto e inovação disruptiva. Ao alcançarmos R$ 1,5 bilhão em faturamento, não apenas consolidamos nossa operação, mas pavimentamos o caminho para um 2026 ainda mais ambicioso. Nosso compromisso vai além dos números: estamos prontos para continuar moldando o futuro do diagnóstico, garantindo que a tecnologia de ponta chegue a cada vez mais brasileiros, do setor privado ao sistema público”, comenta Carlos Martins, CEO da Roche Diagnóstica. ¹ Produto para Ciências da Vida, não indicado para Diagnóstico de Uso “in vitro”. Este produto não está disponível para comercialização no Brasil.

Pfizer Brasil transforma a Avenida Paulista em palco de conscientização sobre os riscos de doenças respiratórias

A Pfizer Brasil escolheu a Avenida Paulista, coração pulsante de São Paulo, para sediar sua mais nova iniciativa de conscientização sobre doenças respiratórias, que fica em exibição até o dia 15 de março. Com uma estratégia focada em mídia out of home (OOH), a marca transformou a fachada do Shopping Center 3 em uma grande tela de projeção para alertar sobre os riscos associados a gripe e Covid-19, especialmente entre pessoas com 60 anos ou mais.1,2 De acordo com o mais recente Boletim Infogripe, esse grupo etário apresenta elevada incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao Sars-CoV-2.4 Além disso, dados do Ministério da Saúde indicam que quase metade dos casos graves registrados em 2025 concentrou-se nessa faixa etária.3 “À medida que a população envelhece, cresce também a importância de falarmos de prevenção de forma clara e acessível. Pessoas acima de 60 anos têm maior risco de desenvolver formas graves de doenças respiratórias, e a informação é uma ferramenta essencial para reduzir esse impacto”, destaca Adriana Ribeiro, Diretora Médica da Pfizer Brasil. Além de evidenciar os riscos, a iniciativa reforça a importância de medidas de prevenção que seguem sendo fundamentais para reduzir a transmissão de vírus respiratórios. Entre elas, estão: manter a vacinação em dia, higienização frequente das mãos, cobrir boca e nariz ao tossir o espirrar; manter ambientes ventilados e evitar contato próximo em caso de sintomas respiratórios.5 Mais do que um alerta informativo, a ação foi concebida como uma experiência urbana de conscientização, utilizando um dos locais de maior circulação do país para ampliar o alcance da mensagem. Os conteúdos visuais, curtos e de alto impacto, foram pensados para favorecer a atenção e a retenção da informação pelo público. “A nossa estratégia está alinhada ao esforço do Ministério da Saúde em fortalecer a vigilância de doenças respiratórias no Brasil. Ao unir saúde pública e comunicação estratégica, a ação reforça o papel da epidemiologia como ponte entre ciência, gestão e sociedade, ampliando o alcance da informação qualificada”, afirma Adriana Ribeiro, Diretora Médica da Pfizer Brasil. Com essa iniciativa, a Pfizer reforça seu compromisso com a promoção da saúde e com a disseminação de informações baseadas em evidências científicas. A escolha de um espaço urbano tão emblemático reflete a intenção de traduzir dados complexos em uma narrativa acessível, integrada ao cotidiano da população e capaz de gerar uma conexão genuína com o público. Riscos que não valem a pena A ativação na Paulista integra a campanha “Riscos que não valem a pena”, que utiliza o imaginário das superstições brasileiras, como passar embaixo da escada ou quebrar um espelho, para provocar uma reflexão e alertar a população de que os riscos reais são as doenças respiratórias como gripe e Covid-19. Reforçando o compromisso da companhia com a promoção da saúde e com conscientização da população de forma acessível, a campanha contou com ações em diferentes frentes, estando presente no bloco infantil ‘Berço Elétrico’, na novela “Dona de mim”, da Globo, além de diversas parcerias com creators e influenciadores. A ideia é provocar uma mudança na percepção de risco dos vírus respiratórios, que ainda seguem circulando. Informações: Gripe e Covid-19: Riscos que não valem a pena Local: Avenida Paulista, 2064 – Cerqueira César Data: 03 a 15 de março Saiba mais clicando no link.

Franquias de saúde e bem-estar avançam no Brasil e movimentam mais de R$74 bilhões

Cuidar do corpo, da aparência e da saúde deixou de representar um hábito pontual para se tornar um investimento contínuo, e os números comprovam essa transformação. Em 2025, o franchising brasileiro alcançou faturamento recorde de R$ 301,7 bilhões, crescimento nominal de 10,5% em relação ao ano anterior, conforme a Pesquisa de Desempenho do Franchising da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Dentro desse universo, o segmento de Saúde, Beleza e Bem-Estar avançou 14,6%, configurando o segundo maior crescimento entre todos os setores. O resultado dialoga diretamente com o comportamento da população, comprovado por um levantamento da PiniOn, que aponta que 52,5% dos brasileiros praticam atividade física, 37% mantêm alimentação equilibrada, 29,4% cuidam da pele e 15,9% meditam regularmente. O autocuidado integra, portanto, a rotina de milhões de pessoas, sustentando uma demanda recorrente por serviços especializados, produtos de qualidade e atendimento profissional. No campo da beleza, o percentual de consumidores que afirmam manter cuidados frequentes com a pele ajuda a explicar o dinamismo de franquias voltadas a unhas, estética facial, cabelos, maquiagem e sobrancelhas. A procura por soluções rápidas e padronizadas tem impulsionado o modelo de salões express e espaços multisserviços. A Unhas Cariocas, rede nacional que ocupa a posição de maior franquia de esmalterias do mundo, por exemplo, ilustra esse movimento ao encerrar 2025 com faturamento superior a R$ 64 milhões e mais de 680 mil atendimentos realizados, crescimento de 15% frente ao ano anterior, com projeção de R$ 77 milhões para 2026. Em paralelo, quando se observa o aumento na procura por locais para prática de atividades físicas, compreende-se o avanço de academias, estúdios de pilates e clínicas de fisioterapia. O movimento envolve estética, prevenção e longevidade, especialmente em um país que envelhece rapidamente. Nesse contexto, cresce também a demanda por acompanhamento profissional no ambiente domiciliar, para garantir mobilidade e qualidade de vida independente da condição ou idade. A Acuidar, maior rede de cuidadores da América Latina, atesta essa ascensão, uma vez que encerrou 2025 com faturamento de R$ 243,7 milhões e crescimento de 34% em relação ao ano anterior, alcançando 321 unidades ativas e mais de 3,5 milhões de assistências realizadas. O conceito de bem-estar também se estende à moda, já que imagem pessoal e autoestima caminham juntas. Inserida nesse cenário, a Skyler, marca de moda masculina, exemplifica esse movimento com o avanço de 9,09% no faturamento, levando a uma receita superior a R$ 78 milhões. É justamente a partir desse cenário que se abrem oportunidades concretas para quem busca investir em franquias alinhadas às tendências de mercado. A seguir, confira algumas redes que exemplificam como transformar o avanço do setor em potencial de alta lucratividade e expansão consistente. DoctorFit A DoctorFit é uma rede de franquias de estúdios premium de treinamento físico, fundada em 2012. Com 64 unidades espalhadas pelo país, a marca se destaca pelo treinamento personalizado, com forte base científica em saúde, longevidade e prevenção. Seu método exclusivo une tecnologia, conforto e alto padrão de atendimento para entregar resultados reais e duradouros. A DoctorFit atende desde atletas até idosos e pessoas que buscam mais bem-estar, performance e qualidade de vida no dia a dia. Investimento inicial: R$ 170 mil (equipamentos, custo de infraestrutura, taxa de franquia inicial) Faturamento médio mensal: R$ 20 mil a R$ 30 mil Prazo de retorno estimado: 16 a 20 meses Unhas Cariocas Considerada pela ABF (Associação Brasileira de Franchising) como a maior franquia de esmalteria do mundo, a marca preza pela proteção e biossegurança dos clientes, com colaboradoras treinadas para um atendimento padronizado, com rapidez e qualidade. Com técnica exclusiva, as unhas são feitas, em média, em 30 minutos. Investimento inicial: a partir de R$ 115 mil Faturamento médio mensal: R$ 80 mil Prazo de retorno: entre 12 a 24 meses Escova Express A Escova Express é referência em beleza rápida, oferecendo escovas, penteados, maquiagens e design de sobrancelhas sem necessidade de agendamento. Investimento inicial: a partir de R$200 mil Faturamento médio mensal: R$60mil a R$80 mil Prazo de retorno: 18 meses Skyler A Skyler é uma marca de moda masculina que atua no mercado desde 1997, atualmente com 66 lojas em todo o Brasil. Com mais de 400 novos produtos por coleção, suas peças atendem diferentes estilos de vida por meio das linhas Essential, Casual, Motion, Tech, Business, Premium, Forward e Junior. Investimento inicial: a partir de R$ 300 mil Faturamento médio mensal: R$ 90 mil Prazo de retorno: 36 meses Acuidar Fundada em 2016, a rede oferece serviços de assistência especializada para crianças, adultos e idosos, no domicílio do cliente ou durante acompanhamento hospitalar, com opções de diárias avulsas e planos mensais. A marca entrou no franchising em 2020, contando hoje com mais de 300 unidades e se consolidando como a maior franquia de cuidadores da América Latina Investimento inicial: a partir de R$ 55 mil (incluindo taxa de franquia) Faturamento médio mensal: R$ 60 mil Prazo de retorno: 6 a 15 meses

RFID acelera inventário de medicamentos controlados em farmácias e melhora custo operacional

Por João Ricardo Costa, Head da Selbetti Label Solutions O controle de medicamentos sujeitos a prescrição especial sempre foi uma das rotinas mais sensíveis e onerosas da operação farmacêutica. Não apenas pelo rigor regulatório envolvido, mas principalmente pelo impacto direto na rotina dos profissionais. A cada inventário de medicamentos controlados, farmacêuticos precisam interromper o atendimento ao público e suspender atividades clínicas para se dedicar exclusivamente à contagem, conferência e validação dos estoques. Em um setor no qual tempo e atenção são recursos escassos, esse deslocamento de função representa um custo operacional relevante e recorrente. Essa questão ganhou mais peso desde o ano passado, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) restabeleceu a obrigatoriedade do envio eletrônico regular de dados de estoques e movimentações de medicamentos controlados por meio do SNGPC (Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados), após um período de suspensão técnica. A exigência reforçou a necessidade de alinhamento absoluto entre o que está registrado nos sistemas e o que, de fato, está armazenado nas prateleiras das farmácias. Diante disso, o varejo farmacêutico passou a olhar com mais atenção para tecnologias capazes de reduzir o impacto operacional desses inventários. Entre elas, o RFID (Radio-Frequency Identification, ou Identificação por Radiofrequência) desponta como alternativa para transformar um dos processos mais trabalhosos da rotina farmacêutica: a conferência manual de medicamentos controlados, que hoje exige a paralisação parcial ou total da atuação dos farmacêuticos no atendimento e nas funções clínicas. A legislação brasileira é clara ao determinar que farmácias mantenham registros fidedignos das entradas, saídas e estoques desses medicamentos, garantindo que o volume escriturado seja exatamente o mesmo encontrado fisicamente. Inventários divergentes representam risco regulatório e sanitário. No entanto, o desafio cotidiano não está apenas em cumprir a norma, mas em fazê-lo sem comprometer o funcionamento da farmácia e a qualidade do serviço prestado ao consumidor. Inventário manual: precisão alta, mas com alto custo operacional Para atender às exigências, farmácias realizam inventários periódicos dos medicamentos controlados, conferindo frasco a frasco, caixa a caixa. O processo manual é reconhecidamente preciso, com níveis de acuracidade próximos de 99,7% quando bem executado. Ainda assim, trata-se de uma operação longa, repetitiva e exaustiva, que demanda dedicação exclusiva de profissionais habilitados. Na prática, um inventário completo pode consumir dez horas ou mais de trabalho concentrado. Para evitar impacto direto no fluxo da loja, essa atividade costuma ser realizada fora do horário comercial ou durante madrugadas. Quando isso não é possível, o farmacêutico precisa interromper o atendimento ao público e suspender atividades clínicas para se dedicar exclusivamente à contagem e validação dos estoques. Esse deslocamento de função tem efeito direto no custo operacional. Em grandes redes, que chegam a controlar até quatro mil medicamentos de uso controlado, o tempo acumulado gasto em inventários pode representar um custo mensal estimado em milhões de reais, considerando horas improdutivas, necessidade de reforço de equipe ou pagamento de horas extras. Mesmo em farmácias de menor porte, o impacto é sentido na redução da capacidade de atendimento e na sobrecarga dos profissionais. É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas regulatória e passa a ser operacional. O processo funciona, mas consome tempo demais de quem deveria estar focado no cuidado farmacêutico e na orientação ao paciente. Mais eficiência operacional com RFID Nesse contexto, o avanço das tecnologias de identificação automática passa a fazer sentido. O RFID, já amplamente utilizado em logística e varejo, começa a ser incorporado ao ambiente farmacêutico justamente por atacar o principal gargalo do inventário: o tempo e o esforço humano envolvidos. A tecnologia se baseia em etiquetas eletrônicas afixadas aos produtos, capazes de armazenar dados e transmitir informações por radiofrequência. Ao passar um leitor próximo a uma prateleira ou gaveta, centenas de itens podem ser identificados simultaneamente, sem necessidade de contato visual direto, diferentemente do código de barras. Em poucos segundos, o sistema captura dados como código do produto, lote e validade, gerando uma leitura completa do estoque. Com isso, tarefas que antes exigiam horas de contagem manual passam a ser concluídas em uma fração desse tempo, utilizando menos recursos humanos. Há cenários em que o RFID é capaz de realizar centenas de leituras em poucos minutos, reduzindo drasticamente o tempo de inventário. A digitação manual de informações deixa de existir, o que reduz o risco de erro e aumenta a confiabilidade do processo. Mais do que acelerar a contagem, a tecnologia altera a dinâmica da operação. Divergências entre o estoque físico e o sistema são identificadas quase instantaneamente, permitindo correções imediatas. Em vez de procurar erros ao final de um processo longo, o farmacêutico atua de forma pontual e estratégica, sem precisar suspender suas atividades por longos períodos. Menos interrupções, mais foco no cuidado Outro ganho relevante está na fase de reposição e controle contínuo do estoque. Sistemas automatizados com RFID identificam rapidamente itens fora de posição, quantidades acima ou abaixo do esperado e produtos próximos ao vencimento. Isso reduz perdas, evita faltas e diminui retrabalho. O impacto mais significativo, no entanto, está na rotina do farmacêutico. Ao reduzir o tempo dedicado a inventários manuais, a tecnologia devolve horas de trabalho para atividades clínicas, atendimento ao público e gestão do negócio. A conferência deixa de ser um evento disruptivo e passa a ser integrada à rotina, sem exigir pausas prolongadas ou mobilização extra de equipe. No Brasil, a adoção do RFID em farmácias ainda está em fase inicial, mas há sinais claros de amadurecimento. A queda no custo das etiquetas, o acesso facilitado a coletores e a maior integração com sistemas de gestão criam um ambiente favorável para a expansão dessa tecnologia. O movimento acompanha uma tendência global de modernização operacional no setor farmacêutico. Hoje, o debate não gira mais em torno de adotar ou não tecnologia, mas de escolher soluções que equilibrem custo operacional, retorno sobre investimento, precisão e uso inteligente do tempo. Farmácias que permanecem dependentes exclusivamente de inventários manuais continuam aptas a cumprir as exigências legais, mas o fazem sob um modelo que impõe mais esforço do que o necessário. Já aquelas

Dia do Medicamento Genérico no Farmácias app traz descontos semanais de até 80%

O Farmácias App, principal plataforma de compras de medicamentos e itens de saúde, anuncia o Dia do Medicamento Genérico, ação especial que acontece às quartas-feiras com descontos de até 80% em uma seleção de produtos essenciais.  Os medicamentos genéricos desempenham um papel fundamental no aumento do acesso a tratamentos de saúde para a população brasileira. Segundo a PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares), os genéricos já representam aproximadamente 38% das vendas de medicamentos no Brasil, com projeções de que essa participação chegue a 40% nos próximos anos.  Uma das principais características dos medicamentos genéricos é ampliar o acesso à saúde e ao bem-estar no Brasil, ao oferecer preços mais acessíveis para tratamentos prescritos por profissionais de saúde. Com base em um levantamento da PróGenericos, o consumo de medicamentos genéricos reflete o perfil das principais demandas de saúde da população brasileira, como por exemplo os tratamentos de uso recorrente.  O Farmácias App reforça a importância dessa data como uma oportunidade para que os consumidores tenham acesso a tratamentos eficazes e seguros, destacando a confiabilidade dos medicamentos genéricos, que são regulados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) com critérios rigorosos de qualidade e comprovação de equivalência terapêutica. A iniciativa está disponível em: https://www.farmaciasapp.com.br/collection/genericos. 

Healthtech e lawtech criam “Hub de Segurança” para médicos recém-formados

Para quem está prestes a concluir o ensino superior, a angústia é quase inevitável: e agora? No caso da formatura em Medicina, então, as dúvidas se multiplicam. Qual área seguir? Vale a pena fazer residência? É melhor começar em consultório, prestar concurso público ou abrir um CNPJ? E, no dia a dia da profissão, como lidar com situações sensíveis que exigem segurança técnica e emocional? Para enfrentar esse e outros dilemas, como indenizações altas, sanções éticas e até a suspensão profissional, suporte é fundamental. É o que oferece o Dr. Mit. Além de contabilidade especializada, a solução engloba um plano de segurança financeira e jurídica voltado a médicos e médicas recém-formados e generalistas.  O Dr. Mit é resultado de uma parceria entre a Mitfokus, fintech especializada em contabilidade com foco em profissionais de saúde, e a Pro2Doc, empresa de proteção jurídica e financeira para médicos. Ambas as empresas atuam agora na apresentação e oferta do Dr. Mit ao público-alvo. CASOS CONCRETOS O sócio da Pro2Doc, Tiago Lázaro, economista com vasta experiência na área bancária e no setor de investimentos, mostra, a partir de casos concretos, como o Dr. Mit nasce para “blindar” o recém-formado contra possíveis erros no exercício da profissão gerados pela própria inexperiência da profissão. “Por exemplo, em um plantão, chega uma vítima de violência doméstica. Além da assistência médica, o profissional precisa estar atento à obrigatoriedade de comunicar aquele fato às autoridades, além de saber como acolher a paciente e fazer o devido registro no prontuário. O mesmo acontece quando socorre um paciente baleado. Há providências a serem tomadas, documentos a serem preenchidos. Ele então pode consultar a equipe do Dr. Mit para saber o que e como fazer exatamente, protegendo-se de possíveis processos judiciais”, afirma Lázaro. O amparo administrativo e jurídico é fornecido por uma equipe preparada, com dupla formação em direito e medicina. “Ou seja, são especialistas que conhecem o exercício da Medicina, mas têm igualmente o conhecimento da proteção jurídica aplicada à prevenção do exercício no cotidiano do médico”, reforça. Demonstração disso é que o trabalho de criação do Dr. Mit contou com a consultoria do médico Zeus Tristão, médico formado pela Unicamp e também bacharel em direito pela Universidade de São Paulo (USP). Segundo o consultor, a solução oferece uma ampla gama de suportes, o que representa um diferencial em relação à contabilidade e aos planos de seguros convencionais existentes no mercado. “O Dr. Mit não só auxilia os profissionais de medicina com a burocracia (abertura de empresa, pagamento de impostos e questões financeiras), mas também traz segurança ao exercício da profissão, protegendo o médico contra possíveis perdas. Nesse sentido, a solução traz informações para o enfrentamento de situações delicadas e proporciona suporte jurídico no dia a dia”, completa.  Para o consultor, trata-se de um conteúdo pouco abordado nas universidades. “Na faculdade, o acadêmico não recebe orientações sobre o mercado de trabalho. Não tem ciência do que é necessário para trabalhar (desde a formatação de um CNPJ até o pagamento de impostos), sendo que lidar com a burocracia é necessário! A vida profissional traz urgências que não serão resolvidas em um pronto socorro, mas sim com um serviço eficaz”. Lázaro, da Pro2Doc, enfatiza o quanto conhecimentos para além daqueles da Medicina são importantes para o recém-formado iniciar e estabelecer sua carreira. “Sabemos que a universidade forma excelentes clínicos, mas muitos conhecimentos essenciais para a prática médica moderna não são ensinados em sala de aula. Questões como gestão financeira, segurança jurídica, eficiência tributária e tecnologia na rotina médica são decisivas para o sucesso de uma carreira e é justamente com esses temas que a solução Dr. Mit atua”.  MAIS INFORMAÇÕES Pelos canais da Mitfokus (https://www.mitfokus.com.br/) e da Pro2Doc (https://pro2doc.com.br/). A Mitfokus tem ainda um guia específico para médicos recém-formados, disponível em https://lp.mitfokus.com.br/guia-do-medico-recem-formado.

Eles acreditam que hospitais eficientes salvam mais vidas e criaram software para desafogar a rotina administrativa dos hospitais

A Weega Technologies, empresa paranaense especializada em soluções tecnológicas com foco no setor de saúde, está mudando a rotina de hospitais particulares em todo o país ao concentrar seus esforços em proporcionar mais agilidade ao back office desses locais, e, assim, liberar tempo de suas equipes para fazer o que realmente importa: salvar vidas. Os resultados mostram que a estratégia está dando certo. Com mais de R$ 2 milhões em investimentos próprios já aplicados no desenvolvimento de seu principal produto — a solução para Faturamento Digital – Yantra BOT, que processa as contas médicas, com redução de tempo de 10 minutos para 50 segundos por conta processada —, a Weega se prepara para destinar outro meio milhão de reais nos próximos meses, fortalecendo sua presença em um mercado que exige eficiência, precisão e confiabilidade. Desde 2024, a empresa vem dobrando o faturamento e o número de colaboradores, consolidando-se como uma das mais promissoras do setor. “Nosso segredo está em identificar as necessidades reais do mercado e transformar experiência em propósito”, resume Gilson Eloy Fernandes França, CEO da Weega Technologies. A história da Weega é marcada por essas máximas — além de reencontros e amizade. Gilson Eloy Fernandes França e Marcelo Ferreira de Souza, que haviam empreendido juntos na década de 1980, retomaram a parceria em 2008. Essa parceria se consolidou, com a junção de duas empresas, uma de tecnologia e outra de comunicação e marketing, que logo redirecionou sua atuação em tecnologia corporativa com foco em saúde. Após essa transição, complementaram a sociedade Philipe Antônio Machado do Nascimento (CTO – ERP/IN), Juliano Campos de Souza (Coordenador de ERP), Juliano Teixeira dos Santos (Gerente de Infra e Segurança) e Eduardo Martins Pedrol (Coordenador de Infra e Segurança). A partir da vivência de seus sócios fundadores, a Weega iniciou uma jornada para propiciar uma verdadeira transformação digital aos ambientes hospitalares. Começou pela oferta de infraestrutura — servidores, redes e conectividade — e rapidamente evoluiu para o desenvolvimento de sistemas próprios, integrando dados e automatizando rotinas que antes eram manuais. Hoje, a Weega é referência em integração de software, infraestrutura e inteligência de dados, com soluções que abrangem gestão hospitalar, faturamento digital, integração de equipamentos médicos e segurança da informação. Entre os destaques está a solução de Faturamento Digital – Yantra BOT, uma automação que nasceu de uma consultoria hospitalar em 2009 e evoluiu de um protótipo simples para uma sistema complexo,  fruto de mais de 10 mil horas de desenvolvimento, com previsão de investimento  de mais 3 mil horas de desenvolvimento até julho de 2026. Até agora, essa solução já processou mais de 510 mil contas médicas, somando R$ 212 milhões em faturamento processado. “Quando criamos a ferramenta, queríamos reduzir falhas e dar mais agilidade ao processo. Hoje, ela se tornou um sistema robusto, integrado e essencial na rotina de vários hospitais”, destaca Philipe Nascimento, gestor do projeto. Além do Yantra BOT, a empresa desenvolve produtos específicos para áreas como oftalmologia e cardiologia — o YANTRA OPTICAL e o YANTRA CARDIO —, além do Business Starter Analysis (BSA), uma solução de inteligência analítica desenvolvida com Power BI que oferece mais de 80 dashboards prontos e 27 conjuntos de dados específicos para o ERP Tasy, ajudando gestores a acompanhar indicadores como giro de leitos, tempo médio de permanência e prazo de recebimento. “Nosso foco é levar informação e inteligência onde antes havia improviso. Ainda há hospitais que operam sem informações precisas de sua operação, e isso pode representar riscos reais para pacientes e gestores”, afirma Marcelo (CTO Infra e Segurança de TI). Em 2024, a Weega iniciou uma nova fase de profissionalização. A empresa adotou uma estrutura de gestão corporativa, com corpo diretivo formal, área comercial estruturada, participação em eventos nacionais e presença institucional fortalecida. O resultado veio rápido: o faturamento praticamente dobrou entre 2024 e 2025, e a previsão é de crescimento de 20% em 2026, com novos investimentos em marketing, tecnologia e ampliação e desenvolvimento das equipes. “Trabalhamos com o mesmo propósito de sempre, mas com uma estrutura muito mais integrada e madura”, destaca Gilson. “Nosso objetivo agora é crescer de forma sustentável, sem perder o DNA de inovação com foco no ser humano.” Por trás da tecnologia, há uma cultura organizacional forte, baseada em colaboração, criatividade e valorização das pessoas. Vários dos atuais sócios começaram como colaboradores e cresceram junto com a empresa. “O ambiente é dinâmico, com incentivo à troca de conhecimento e à inovação. Acreditamos que o sucesso é sempre coletivo”, conclui Gilson. Weega Technologies: weega.com.br

Mercur apresenta lançamentos e reforça liderança no canal farma durante a Abradilan Conexão Farma 2026

Responsável por 1 em cada 4 produtos vendidos no varejo farmacêutico brasileiro, a Mercur participa da Abradilan Conexão Farma 2026 — que ocorre de 10 a 12 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo — com lançamentos em diversas categorias e uma estratégia clara: ampliar presença no canal farma e fortalecer parcerias com distribuidores e varejistas em todo o país.  A empresa chega ao evento respaldada por um desempenho sólido no setor, resultado do trabalho de uma equipe especialista dedicada ao desenvolvimento do canal, que orienta lojistas e distribuidores na escolha de produtos de maior giro conforme o perfil de cada negócio. O objetivo é apoiar a ampliação de portfólio com soluções que unem qualidade, segurança e inovação.   “Queremos dialogar diretamente com distribuidores e farmácias, entendendo necessidades reais e construindo caminhos de crescimento mútuo”, destaca Ana Paula Lange, Coordenadora de Marketing da Mercur. A participação na feira reforça também a mensagem institucional da marca: criar soluções que inspiram pessoas e negócios a irem além, fortalecendo relações e promovendo sustentabilidade em toda a cadeia — da saúde ao trade.   Lançamentos e destaques do estande  Entre as novidades apresentadas pela Mercur estão:  A Mercur também acelera sua entrada no canal esportivo, buscando consolidar-se como referência em saúde e cuidado em movimento. A estratégia inclui aproximação com comunidades de corrida, caminhada, crossfit, beach tennis e padel.   Estratégia ampliada no maior evento do setor  A presença na Abradilan Conexão Farma 2026 — o maior encontro da indústria, distribuição e varejo farmacêutico do país — reforça o movimento da Mercur de estar cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. O evento oferece um ambiente propício para gerar negócios, apresentar inovações e fortalecer relações com parceiros estratégicos do Canal Farma. 

PicDoc amplia o acesso à saúde e conecta pacientes a especialistas em minutos, de qualquer lugar do país

A tecnologia tem transformado a forma como as pessoas acessam serviços de saúde no Brasil, especialmente em regiões onde a oferta de médicos especialistas ainda é limitada. Nesse cenário, a PicDoc, plataforma de consulta online, se consolida como uma solução que democratiza o cuidado, permitindo que pacientes de diferentes localidades tenham acesso rápido a atendimento médico qualificado, sem a necessidade de deslocamentos ou longas esperas. Por meio da plataforma, pacientes conseguem realizar consultas online em poucos minutos, conectando-se a médicos de diversas especialidades de forma prática e segura. A proposta é reduzir barreiras geográficas, otimizar o tempo do paciente e ampliar o acesso à saúde, especialmente para quem vive em cidades pequenas, áreas rurais ou regiões afastadas dos grandes centros urbanos. “A PicDoc nasceu com o propósito de tornar o acesso à saúde mais simples, rápido e democrático. Hoje, conseguimos conectar pessoas que estão em locais remotos a médicos especialistas em questão de minutos, algo que antes poderia levar dias ou até meses”, afirma Marcelo Amante, CEO da PicDoc. Segundo o executivo, a tecnologia é uma aliada fundamental nesse processo, mas sempre com foco no cuidado humano. “A plataforma facilita o acesso, encurta distâncias e melhora a experiência do paciente, mas o centro da consulta continua sendo o médico. Nosso papel é usar a inovação para aproximar as pessoas do cuidado médico de qualidade”, destaca Amante. Além de ampliar o acesso, a PicDoc contribui para desafogar serviços presenciais, oferecendo uma alternativa eficiente para orientações médicas, acompanhamento de condições de saúde e esclarecimento de dúvidas, sempre respeitando as normas e diretrizes da prática médica. Com atuação em todo o território nacional, a PicDoc reforça seu compromisso com a inclusão em saúde, mostrando que a tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa para reduzir desigualdades, levar atendimento especializado a quem precisa e transformar a jornada do paciente no Brasil.   📌 Sobre a PicDocA PicDoc é uma healthtech brasileira que conecta pacientes a médicos de mais de 70 especialidades de forma imediata, sem filas, sem mensalidades e sem burocracias. Reconhecida pela alta satisfação dos usuários e entre as melhores avaliadas no Reclame Aqui, a startup já superou 50 mil pacientes e se posiciona como a plataforma de telemedicina mais acessível, flexível e escalável do país. Seus fundadores possuem amplo background na indústria de tecnologia e no setor de saúde, com passagens por empresas de referência como Nokia, Claro, TIM, Microsoft e Hospital Israelita Albert Einstein. Essa bagagem de conhecimento rica e complementar é um dos diferenciais estratégicos da PicDoc, garantindo robustez operacional e visão de longo prazo para escalar o negócio.

Inflação médica acelera, pressiona orçamento das empresas e coloca em xeque modelo tradicional de planos de saúde

O avanço da inflação médica no Brasil tem transformado o plano de saúde corporativo em um dos principais focos de pressão financeira dentro das empresas. O aumento acelerado dos custos assistenciais, somado à maior utilização dos serviços e à incorporação constante de novas tecnologias e procedimentos de alto valor, tem levado organizações a rever contratos e repensar o modelo tradicional de assistência médica oferecido aos colaboradores. Projeções de mercado indicam que os custos médicos corporativos devem crescer cerca de 12,9% em 2025, índice superior à média da América Latina. Em determinados contratos empresariais, os reajustes podem alcançar 20% a 25% ao ano, comprometendo a previsibilidade orçamentária e impactando diretamente a folha de benefícios. Diferentemente dos planos individuais, que possuem teto de reajuste definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos coletivos empresariais não têm limite regulatório. Isso amplia a exposição das empresas às variações de custo e torna o planejamento financeiro ainda mais desafiador. O impacto é estrutural: nos últimos dez anos, os planos coletivos acumularam reajustes de até 383,5%, mais de quatro vezes a inflação geral do período. “Hoje, o plano de saúde é um dos benefícios mais valorizados pelos colaboradores, mas também um dos que mais pesam no orçamento das empresas. O modelo tradicional, baseado apenas no uso assistencial, tornou-se financeiramente insustentável sem gestão ativa e foco em prevenção”, afirma Paulo Bittencourt, CEO do Plano Brasil Saúde. Benefício estratégico, mas sob pressão Para as organizações, o plano de saúde continua sendo um diferencial competitivo relevante. Entre os principais ganhos estão: Por outro lado, os desafios se intensificam: “Sem gestão ativa, o custo cresce de forma exponencial. Muitas empresas ainda operam de forma reativa, pagando a conta da doença em vez de investir na gestão da saúde da sua população”, complementa Bittencourt. Mudança de paradigma: da assistência à gestão de saúde Diante desse cenário, especialistas apontam uma transição em curso no mercado corporativo. A lógica baseada apenas na utilização de serviços dá lugar a modelos estruturados de gestão de saúde populacional, com foco em eficiência e sustentabilidade. Entre as principais estratégias adotadas estão: “A saúde corporativa precisa migrar de um modelo de volume para um modelo de valor. Quando a empresa acompanha a jornada do colaborador, investe em prevenção e coordena o cuidado, o resultado aparece tanto na qualidade de vida quanto na sustentabilidade financeira”, conclui o CEO. Com cerca de 52 a 53 milhões de brasileiros vinculados à saúde suplementar, o equivalente a aproximadamente um quarto da população, o desafio de equilibrar acesso, qualidade e custos tornou-se central para empresas de todos os portes e tende a ganhar ainda mais relevância nos próximos anos.

Grupo Unifisa aposta em martech e estrutura própria para escalar operação e aprimorar experiência do cliente

Em um momento em que o setor financeiro exige mais agilidade, personalização e inteligência de dados, o Grupo Unifisa, referência em consórcios e soluções financeiras, anuncia um conjunto de iniciativas voltadas à modernização de sua estrutura comercial e digital. A empresa está criando um laboratório interno com estúdio de conteúdo, e-house de marketing e núcleo de dados, para integrar áreas estratégicas como CRM, mídia, conteúdo e produtos digitais. A proposta é aumentar a velocidade de resposta ao mercado e melhorar a experiência do cliente, com tecnologia aplicada à jornada desde o primeiro contato até a contemplação. À frente da condução estratégica está Thiago Savian, diretor comercial do grupo, com mais de duas décadas de experiência no setor. Sua atuação tem sido central na transição para um modelo de negócios mais digital, integrado e orientado por dados. “Estamos preparando a UNIFISA para um novo patamar de crescimento. Isso passa por tecnologia, dados, conteúdo proprietário e, principalmente, por pessoas com experiência real de mercado. Nosso desafio é conectar marketing, dados e atendimento de forma nativa, com escala e autonomia”, afirma Thiago Savian. Para isso, a Unifisa reforçou sua liderança com a chegada de Leo Ribeiro, executivo com 20 anos de mercado e passagens por empresas como o Banco Pátria, onde atuou em estruturas de varejo digital. Ribeiro vai liderar o ecossistema de marketing, martech e produtos digitais.  “A Unifisa está criando algo raro no setor: uma estrutura que conecta estratégia e execução dentro de casa, com visão de crescimento, performance e proximidade real com o cliente”, diz o executivo. Também chega ao grupo Sidney Theodoro, que assume a frente de CRM e relacionamento, com foco em dados e eficiência comercial. A nova estrutura já tem impacto direto em áreas como atendimento e marketing: a expectativa da empresa é reduzir em até 40% o tempo de resposta digital e ampliar significativamente a personalização das comunicações com clientes, com base em inteligência comportamental. As mudanças fazem parte de um plano maior de crescimento sustentável da companhia, que em 2026 quer ampliar sua atuação em canais digitais, acelerar a captação de novos clientes e fortalecer a jornada com uso de dados e IA generativa. Esse movimento acompanha uma trajetória de reconhecimento público, já que nos últimos anos tem sido destaque consecutivo em premiações de experiências do cliente como o Prêmio Reclame AQUI e o Prêmio ABAC Compartilhar, na categoria Práticas Comerciais.

Geração Z no radar: estratégias para conquistar o consumidor no setor de bem-estar e estética

Quem hoje dita tendências de consumo em saúde integral e cuidados estéticos já não é mais um grupo em formação. Jovens adultos entre 18 e 29 anos, criados em um ambiente digital, cresceram com acesso rápido à informação e maior consciência sobre qualidade de vida. Dados da McKinsey & Company (2023) mostram que mais de 60% desse perfil prioriza gastos ligados ao autocuidado e ao equilíbrio físico e mental, mesmo em períodos de instabilidade econômica. Já a NielsenIQ (2024) indica que autenticidade, transparência e consistência na jornada oferecida são decisivas na escolha de empresas.  Para Luis Fernando Carvalho, CEO da Homenz, rede referência em beleza e saúde voltada ao público masculino, esse cenário exige uma mudança concreta na forma como as empresas se conectam com esse público. Segundo o executivo, esse perfil mais jovem apresenta uma relação diferente com o autocuidado quando comparado às gerações anteriores. “A estética deixou de ser vista como vaidade isolada e passou a integrar saúde, imagem profissional e autoestima. Há menos tabu e mais interesse por informação”, afirma. Observando esse movimento, ele aponta quatro estratégias para negócios do setor de saúde, beleza e autocuidado que desejam construir relevância de forma consistente. Para esse consumidor, promessas exageradas e discursos genéricos geram desconfiança imediata. A expectativa é por informações claras, limites bem explicados e resultados possíveis. “Não se trata de vender transformação instantânea, mas de explicar o processo, o tempo necessário e os cuidados envolvidos”, afirma o empresário. Na prática, isso significa revisar a comunicação comercial, alinhar discurso de marketing ao atendimento e garantir que o que é apresentado nas redes sociais seja exatamente o que será entregue na experiência real. A jornada precisa ser contínua e sem ruídos. Site, redes sociais, agendamento, atendimento e experiência presencial devem conversar entre si. “Quando cada etapa funciona de forma isolada, a confiança se perde”, explica o CEO. Empresas que mapeiam a jornada completa, reduzem etapas desnecessárias e padronizam a experiência conseguem aumentar adesão e reduzir desistências, especialmente em serviços recorrentes. Trazer informação deixou de ser um diferencial e passou a ser uma exigência. “Há interesse genuíno em entender por que determinado procedimento é indicado, quais são os cuidados e quais resultados podem ser esperados. Conteúdos educativos, explicações acessíveis durante o atendimento e materiais de apoio após o serviço ajudam a reduzir a insegurança, aumentam a confiança e fortalecem o vínculo no médio e longo prazo” afirma. O autocuidado passou a fazer parte da rotina, não como exceção, mas como hábito. “Cuidar do corpo e da saúde é visto com a mesma naturalidade que treinar, dormir melhor ou ajustar a alimentação”, explica. Negócios que integram estética, saúde preventiva e acompanhamento contínuo conseguem se posicionar como parceiros de jornada e não apenas prestadores pontuais de serviço. Para o CEO da Homenz, as empresas que devem avançar nos próximos anos são aquelas que entenderem que a fidelização desse público acontece pela constância. “Não é sobre campanhas isoladas, mas sobre presença contínua, coerência e acompanhamento real. Quando a empresa cresce junto ao consumidor, o vínculo se consolida”, conclui.

O Boticário une ciência e estudo proprietário sobre o ciclo menstrual para inaugurar categoria inédita de autocuidado no Brasil

 O Boticário dá um novo passo em sua estratégia de inovação ao anunciar uma pesquisa inédita, 2024, sobre os ciclos femininos, desenvolvida em parceria com a Consultoria Eixo e o Centro de Pesquisa da Mulher, pólo criado pelo Grupo Boticário em 2025 para a condução de pesquisas científicas a respeito do bem-estar e cuidados femininos. O estudo, que partiu da escuta de 1.200 mulheres com idades entre 14 e 65 anos das regiões Sudeste e Nordeste, mapeia de forma aprofundada as transformações físicas, emocionais e comportamentais da menarca, primeira menstruação, à menopausa. Os dados exclusivos representam um importante capítulo da história da marca, que completa 50 anos em 2027: o lançamento da linha Cuide-se Bem Cereja de Fases, certificada pela Mintel Group como a primeira linha brasileira de cosméticos corporais desenvolvida para o ciclo menstrual. É, também, a inauguração de uma nova categoria no segmento de cuidados com o corpo, o início de um movimento estratégico e de longo prazo para O Boticário. Além de representar um marco em inovação, Cuide-se Bem é uma das marcas mais relevantes para o negócio do Grupo Boticário. Em 2025, a marca contribuiu com crescimento de duplo dígito, consolidando-se como a principal porta de entrada para novos consumidores e como protagonista na inauguração de novas ocasiões de uso, sempre conectada às necessidades reais do consumidor. No mesmo período, Cuide-se Bem foi a maior marca em volume do Grupo Boticário, com mais de 120 unidades vendidas por minuto.* “Cuide-se Bem Cereja de Fases vai muito além do lançamento de um produto, é uma iniciativa que reforça a missão de acompanharmos nossas consumidoras de forma integral, ao longo de toda a vida, ampliando nossa atuação para além de momentos pontuais de consumo e oferecendo soluções minuciosamente adaptadas à cada fase”, afirma Carolina Carrasco, diretora de branding e comunicação do Boticário. “A pesquisa mostra que os ciclos que se iniciam na menstruação e vão até a menopausa seguem sendo vividos de forma silenciosa e solitária por uma grande parcela da população, que não encontra espaço para acolhimento e soluções contínuas. Isso representa não apenas um desafio social e emocional, mas também físico. E, para nós, uma grande oportunidade de inovação ainda pouco explorada pelo mercado”, complementa. Dados inéditos mostram principais sintomas e medidas para alívio dos incômodos causados pelos ciclos nas diferentes fases da vida O levantamento inédito divulgado pelo Boticário aponta que, independente da idade, o cenário vivido pelas mulheres ainda é permeado por sintomas que afetam a rotina e a autoestima das mulheres. A vivência nas diferentes faixas etárias, embora traga realidades bastante particulares, apresenta desafios similares, como os famosos sintomas de cólica e TPM (tensão pré-menstrual), que fazem parte da rotina da maioria das participantes em todas as faixas etárias ouvidas pela pesquisa, sem exceção. A cólica, por exemplo, chega a alcançar 69% das respondentes entre 16 e 24 anos, 63% entre 25 e 34 anos e entre 35 e 44 anos corresponde a 55%. Já a TPM, aparece com grande intensidade em todas as faixas etárias: 68% da população de 35 a 44 anos; 66% de 25 a 34; e 65% entre os respondentes de 16 a 24 anos. Durante o ciclo menstrual, 53% relataram como principais incômodos o inchaço, 49% as dores de cabeça, 48% irritabilidade ou choro, 43% dor nas costas, pernas e pés e 44% a vontade de comer doces ou chocolates. Para 66%, a melhor solução ainda são os medicamentos, enquanto as práticas de autocuidado aparecem de forma pouco estruturada. Banhos mais demorados são considerados (28%) para relaxar, exercícios físicos (16%), massagens (14%) e meditação (6%) aparecem como opções apenas para uma pequena parcela dos respondentes. A pesquisa também amplia o olhar para fases historicamente negligenciadas. No Brasil, cerca de 29 milhões de pessoas estão no climatério, segundo cálculos do IBGE, período de transição dividido em pré-menopausa, menopausa e pós menopausa – e que pode durar metade da vida. Para esse momento, sintomas como fogachos (52%), aumento da barriga (50%), ganho de peso (48%), alterações no sono e perda de libido (ambos com 46%) são os mais mencionados e, diferentemente da fase menstrual, a saúde e o bem-estar aparecem entre as principais medidas adotadas: 41% recorrem aos exercícios físicos como principal meio de redução para os incômodos, 38% buscam alimentação mais saudável e 32% dizem tomar banhos mais demorados para relaxar. Já na gravidez, observa-se que dores nas costas (76%), alteração no sono e fadiga (ambos com 57%), ganho de peso e sensibilidade e dor mamária (49%) são as reclamações mais comuns, enquanto o uso de mais produtos para hidratar a pele (74%), banhos mais demorados para relaxar (52%), massagem e uso de suplementos (ambos com 51%), estão no topo das medidas adotadas. Por fim, no puerpério, o estudo revela um cenário de sobrecarga e solidão, com queda significativa na manutenção de rotinas de autocuidado, especialmente nos cuidados faciais, e foco concentrado no corpo. Nesta fase, alteração de sono (61%), fadiga (56%), e flacidez na pele (54%) são os incômodos mais mencionados. Entre as soluções, destaca-se a priorização do bem-estar: aumento da hidratação (59%), banhos mais demorados para relaxar (42%) e a procura por produtos multifuncionais (35%).  Mudanças na pele e nos cabelos Durante a menstruação as mulheres sentem alterações capilares (11%), sendo 63% dessas reclamações sobre queda de cabelo.  A oleosidade se intensifica também, correspondendo a 50%. Já em relação à pele do corpo, 34% das respondentes, entre 16 e 24 anos, sentem mudanças na pele, observa-se aumento de ressecamento (30%), o inchaço é mais presente (52%), a sensibilidade da pele fica mais evidente (38%) e 36% reclamam do odor da menstruação. A pele do rosto foi apontada como um dos principais incômodos: 38% das pessoas que menstruam reclamam do surgimento de espinhas e acnes devido às variações do ciclo menstrual. Nova linha Cuide-se Bem Cereja de Fases Desenvolvida a partir de um processo colaborativo, a linha contou com a participação da Pantys desde a concepção dos produtos, trazendo a perspectiva de uma marca referência quando o assunto é ciclo

Mercado de dispositivos médicos deve crescer 7% ao ano até 2030

Impulsionado pelo envelhecimento acelerado da população e pelo aumento da demanda por serviços de saúde, o mercado brasileiro de dispositivos médicos deve crescer em média 7% ao ano nos próximos cinco anos. É o que aponta uma projeção com base em uma análise do consenso de mercado realizada pela Redirection International, assessoria especializada em fusões e aquisições (M&A), que mapeou os principais indicadores do segmento. Segundo o levantamento, o setor movimenta aproximadamente R$ 75 bilhões, sendo que cerca de um terço dos produtos vem da produção nacional e o restante via importação, o que coloca o Brasil como um dos 10 maiores mercados do mundo. “Trata-se de um setor que apresenta uma trajetória estrutural de crescimento moderado, sustentado principalmente pelo envelhecimento da população e maior prevalência de doenças crônicas, o que aumenta a demanda por atendimento hospitalar e home care, exigindo mais investimentos tanto do poder público quanto da iniciativa privada”, explica Adam Patterson, economista e sócio da Redirection International. Neste cenário, a busca por eficiência operacional, qualidade assistencial e redução de custos impulsiona a adoção de novas tecnologias e soluções minimamente invasivas, fomentando também as atividades de fusões e aquisições. Adam Patterson lembra que o mercado brasileiro de dispositivos médicos é composto por uma ampla base de distribuidores, fabricantes locais e multinacionais e que a combinação entre a produção local, certificações regulatórias nacionais e a presença internacional tem ampliado a competitividade das empresas brasileiras. “O Brasil se consolida como um dos mercados mais resilientes e é estrategicamente relevante para M&A em dispositivos médicos. Combina escala, sofisticação regulatória e uma base industrial cada vez mais competitiva, o que o torna particularmente atrativo para transações cross-border”, explica. Em 2025, o setor registrou cerca de 450 transações de fusões e aquisições em todo o mundo, segundo informações do banco de investimentos americano PMCF. Somente na área de tecnologia médica foram transacionados cerca de US$ 80 bilhões entre janeiro e novembro de 2025, de acordo com a Bain & Company. “A expansão geográfica é uma tese recorrente, com players globais utilizando aquisições no Brasil como porta de entrada para a América Latina, aproveitando a base industrial, certificações junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e redes privadas de saúde”, destaca Patterson. A atividade de M&A no setor é marcada por estratégias de consolidação em mercados ainda fragmentados, especialmente em nichos como ventilação, UTI, transporte médico e home care, com aquisições focadas em ganho de escala e fortalecimento de pricing. Em nível global, o ambiente de M&A segue seletivo, com capital direcionado prioritariamente a ativos de alta qualidade, líderes de nichos e empresas que apresentem possibilidade de crescimento e escalabilidade. No Brasil, mesmo em um ambiente marcado por incertezas geopolíticas, a expectativa do mercado de dispositivos médicos é otimista, com projeção de aumento de produção em 2026 para 70% das empresas do setor. “Em 2026, vemos um ciclo claro de M&A orientado à otimização de portfólio, com aquisições seletivas em áreas de alto crescimento como cardiovascular, neurovascular, oncologia e tecnologias digitais, incluindo IA, software médico e soluções voltadas ao cuidado ambulatorial e remoto. Estratégias de verticalização se intensificam, integrando equipamentos, consumíveis, manutenção e serviços de pós-venda, elevando o lifetime value do cliente e a previsibilidade de caixa. Ao mesmo tempo, grandes players globais avançam em desinvestimentos de ativos não estratégicos, realocando capital para plataformas com maior retorno e relevância clínica”, avalia Adam Patterson. “Desta forma, o Brasil deixa de ser apenas um mercado de expansão e passa a ocupar um papel central na estratégia global de crescimento, inovação e resiliência de longo prazo do setor”, complementa.

Drogaria Coop faz avaliação corporal e de depressão gratuita

Desequilíbrios corporais ou emocionais podem se tornar gatilhos para o desenvolvimento de diversas doenças. Por isso, é importante incluir na rotina algumas iniciativas de prevenção e esse é o propósito de duas drogarias Coop, localizadas em Santo André, que mantêm parceria com o serviço NeoCare. Até o dia 28 de fevereiro, os interessados podem participar das avaliações, mediante agendamento prévio, na Drogaria Coop Bandeiras, localizada na Avenida Dom Pedro II, 217, no Bairro Jardim (WhatsApp: 11 95306-3895), ou na Coop Portugal, na Avenida Portugal, 865, no Centro (WhatsApp: 11 94486-3442). De acordo com Priscila Yoneda, coordenadora farmacêutica do Negócio Drogaria Coop, a avaliação corporal auxilia no acompanhamento de possíveis desequilíbrios da composição corporal, que podem ocorrer em função de uma alimentação inadequada, levando à obesidade ou ao emagrecimento excessivo, ou da falta de atividade física, que pode resultar na perda de massa magra e no aumento do tecido gorduroso. “Já a depressão é um transtorno psicológico relativamente comum, caracterizado por tristeza persistente e prejuízos à realização das atividades diárias. A avaliação é feita por meio de um questionário que identifica os níveis do transtorno a partir de comportamentos e sensações relatados pelo paciente”, explica a farmacêutica. Sobre: Com 71 anos de história, cerca de 6 mil colaboradores e 1,6 milhão de matrículas ativas, a Coop possui 35 unidades de varejo alimentar, sendo 27 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba, duas em Tatuí, 68 drogarias e canais digitais. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios aos cooperados e à comunidade.

Especialista aponta como transformar a concorrência em estratégia de crescimento para clínicas

A onipresença de clínicas médicas e odontológicas nas redes sociais criou um fenômeno novo no setor da saúde: a sensação de “mercado saturado”. Para muitos gestores, a vitrine constante de agendas cheias e fachadas luxuosas no Instagram transformou a percepção de concorrência em uma fonte de ansiedade e insegurança, especialmente em cidades de pequeno e médio porte, onde a comparação com o vizinho é imediata. No entanto, os números revelam que essa “onipresença digital” nem sempre reflete a realidade da gestão. Segundo o relatório Panorama das Clínicas e Hospitais 2025 (Doctoralia/Feegow Clinic), embora 74% das clínicas brasileiras já invistam em marketing digital, apenas 24% possuem estratégias estruturadas de captação e conversão. Esse abismo de 50 pontos percentuais mostra que a maioria das clínicas está apenas “exposta”, mas não necessariamente organizada, provando que o que muitos veem como concorrência imbatível é, na verdade, uma oportunidade de mercado para quem profissionaliza a operação. Para Ricardo Novack, sócio-diretor do Grupo ICOM, a reação emocional diante do crescimento de clínicas vizinhas é um dos principais erros de gestão no setor. Segundo ele, muitos profissionais passam a observar apenas o resultado final do concorrente, sem considerar os bastidores do próprio negócio. “Quando o gestor foca exclusivamente no palco do outro, ele abandona o cuidado com a própria operação. Isso cria uma leitura distorcida do mercado e bloqueia decisões importantes”, afirma. Na leitura do especialista, a presença de clínicas bem-sucedidas em uma mesma região não representa um sinal de esgotamento, mas de validação da demanda. “Se alguém já conseguiu crescer ali, isso prova que existe público, capacidade de consumo e necessidade real de atendimento. A concorrência, nesse contexto, confirma o mercado em vez de ameaçá-lo”, diz Novack. Esse entendimento tem levado parte dos gestores a ressignificar o papel da concorrência, deixando de vê-la como fator de paralisação e passando a utilizá-la como fonte de análise estratégica. O movimento é reforçado por estudos da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), que apontam que clínicas com processos bem estruturados reduzem faltas em até 25% e aumentam a satisfação dos pacientes em 18%, indicadores diretamente ligados à fidelização e ao crescimento sustentável. É nesse contexto que especialistas defendem uma mudança de postura: observar o mercado não para copiar modelos, mas para identificar oportunidades ainda não exploradas e fortalecer a própria identidade. Além do palco digital: 5 pilares para transformar a concorrência em crescimento Para Ricardo Novack, a mudança de postura exige que o gestor saia da observação passiva e passe a identificar as lacunas deixadas pelos vizinhos. Abaixo, o especialista aponta como utilizar o movimento do mercado para fortalecer a própria operação: Ao final, a concorrência deixa de ser um elemento de medo e passa a funcionar como sinal de oportunidade. Para Novack, clínicas que investem em gestão, atendimento e diferenciação conseguem ocupar seu espaço mesmo em ambientes mais disputados. “O foco da gestão em saúde precisa sair da comparação e ir para a construção de valor. Quando a clínica entende seu papel no mercado, a concorrência deixa de ser um problema e passa a fazer parte do crescimento”, finaliza.

Tecnologia e inteligência de gestão reforçam competitividade no varejo farmacêutico

Em meio ao avanço do uso da tecnologia no varejo farmacêutico, redes de farmácias de todo o Brasil vêm acelerando iniciativas voltadas à modernização da operação e ao fortalecimento das ações no ponto de venda. A Farmarcas, associação que reúne 11 redes de farmácias no país, tem ampliado projetos com foco em gestão e eficiência para apoiar suas mais de 1.700 lojas associadas, destacando-se em um cenário de transformação do consumo e aumento da concorrência no setor. A estratégia acompanha mudanças na forma como as farmácias se relacionam com seus clientes e busca antecipar demandas no atendimento. “O foco é entender melhor o comportamento do consumidor para evoluir a experiência dentro da loja”, afirma Marcelo Dantas, Diretor de Inovação e Tecnologia da Farmarcas. Para o executivo, o principal desafio é transformar excelência em prática rotineira. “Nossa proposta é levar a inteligência de gestão para o dia a dia das lojas associadas, apoiando decisões e aprimorando a execução”, diz. “Quando a operação ganha eficiência, o resultado aparece na ponta: mais consistência no atendimento e mais qualidade na execução.” Dantas reforça ainda que a evolução do varejo depende de iniciativas que consigam automatizar e otimizar processos, levando eficiência para a ponta. “O desafio é transformar processos em soluções escaláveis e usar tecnologia para gerar uma experiência melhor, tanto para o associado quanto para o consumidor”, afirma. Na prática, esse movimento já é percebido pelos associados. Edson Cruz, que possui 22 lojas da Ultra Popular em Rio Branco (AC), destaca o impacto das ferramentas de apoio à gestão na tomada de decisão e no planejamento operacional. “Somos associados há nove anos e a evolução é perceptível. As ferramentas disponíveis nos ajudam diariamente na análise do mix ideal das lojas, além de trazer números e dados da região que apoiam decisões mais assertivas. Isso nos fez evoluir tanto tecnologicamente quanto nas decisões comerciais”, relata. Ele acrescenta que, com as particularidades logísticas do estado, as informações e análises disponíveis ajudam no abastecimento e em ações mais estratégicas: “No Acre, temos algumas particularidades, como um lead time maior em comparação a outras regiões. Com o apoio e informações fornecidas pela Farmarcas, conseguimos adequar nosso estoque, cobrindo de forma mais eficiente as necessidades das lojas e, ao mesmo tempo, trabalhar com ações mais assertivas, considerando a concorrência e produtos mapeados pelos dados fornecidos”. Outro exemplo de execução bem-sucedida é a campanha promocional da Farmarcas “Compra Bem que a Sorte Vem”, que tem sido utilizada pelas redes como iniciativa de relacionamento com impacto direto no desempenho do ponto de venda. Augusto Bezerra de Oliveira Gomes, associado com lojas em Mato Grosso, Pará e Tocantins, destaca os efeitos no engajamento das equipes e na performance durante o período. “A promoção, sem dúvida, nos permitiu potencializar as vendas de não medicamentos. Os funcionários da farmácia passaram a incentivar os clientes a participarem, sempre com foco em benefícios reais e responsabilidade no atendimento”, afirma. Edson, por sua vez, destaca o impacto da campanha na mobilização interna e nos resultados do período. “Essa campanha é fundamental para o nosso negócio. Durante a ação, tivemos um engajamento muito grande da equipe, tanto nas transações vinculadas à promoção quanto no aumento de vendas de produtos de marcas próprias, que somam mais números da sorte para o cliente. Conseguimos elevar o faturamento no período, trazendo mais clientes para as lojas, com aumento médio de 30% em vendas durante a campanha”, comemora o associado. Para a Farmarcas, o avanço em gestão e eficiência tende a se tornar mais determinante para sustentar o crescimento e a competitividade no varejo farmacêutico, em um mercado com consumidores mais exigentes e mudanças constantes na dinâmica de compra.

Videomonitoramento com IA redefine a segurança em hospitais e centros de saúde

Por Luis Ceciliato, Gerente Nacional de Vendas para o Brasil da Axis Communications Os centros de atendimento à saúde se tornaram espaços especialmente sensíveis, onde a segurança é tão importante quanto o atendimento médico. Hospitais e clínicas recebem milhares de pessoas diariamente, o que aumenta os riscos e obriga a reforçar os controles. Nesse contexto, o videomonitoramento com inteligência artificial se consolida como uma aliada fundamental para proteger pacientes, funcionários e visitantes. Longe de ser uma solução genérica, a segurança hospitalar exige respostas específicas. Desde o controle de acessos até a gestão de emergências, cada situação apresenta desafios distintos. Por isso, as tecnologias desenvolvidas atualmente permitem adaptar os sistemas de segurança inteligente em saúde às necessidades reais de cada instituição. Uma das aplicações mais visíveis é o reconhecimento facial, que facilita a identificação de pessoas autorizadas e a detecção de indivíduos de interesse dentro das instalações. A isso se soma a detecção de armas visíveis por meio de IA, uma ferramenta que reforça os controles tradicionais e permite agir com maior rapidez diante de possíveis ameaças, tanto dentro quanto fora do hospital. A inteligência artificial também “ouve”. Os sistemas de monitoramento acústico são capazes de detectar gritos, comportamentos agressivos ou sons de alerta e, quando combinados com a análise de vídeo, melhoram a capacidade de resposta a incidentes. Além disso, essas soluções apoiam a assistência clínica ao identificar sinais de socorro ou situações que requerem intervenção imediata da equipe médica. Por fim, a IA desempenha um papel decisivo na prevenção de quedas e no controle de vagabundagem. Os sistemas podem alertar quando um paciente sai da cama, permanece fora dela por muito tempo ou sofre uma queda, reduzindo riscos e tempos de resposta. Assim, o videomonitoramento inteligente em hospitais não apenas reforça a segurança, mas também contribui para um atendimento mais eficiente, humano e seguro.

Interoperabilidade e IA transformam os serviços tecnológicos na saúde brasileira

O mercado de fornecedores de serviços em healthcare no Brasil passa por uma transformação estrutural em 2025, impulsionada pela combinação entre interoperabilidade, inteligência artificial, automação e cibersegurança. O movimento reflete tanto a complexidade do sistema de saúde brasileiro quanto a pressão crescente por eficiência operacional, sustentabilidade financeira e o foco na experiência do paciente. É o que mostra a nova edição do estudo ISG Provider Lens® Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil, produzido e distribuído pela TGT ISG. O relatório trouxe uma análise tanto do setor público quanto do privado. O Brasil tem hoje um dos maiores sistemas de saúde do mundo. “O SUS, com 35 anos, atende cerca de 74% da população e contou com um orçamento em torno de R$220 bilhões para 2025”, afirma Sonia Maria Castral, distinguished analyst da TGT ISG e autora do estudo. “Já a saúde suplementar atende aproximadamente 87 milhões de vidas, sendo que 75% dos planos de saúde são empresariais, o que mostra como o acesso individual tem limitações”. Na comparação com o ano anterior, o foco dos investimentos e estratégias evoluiu. “Na edição anterior, a discussão estava muito concentrada em inteligência artificial e sustentabilidade financeira. Este ano, a interoperabilidade passa a ser o grande vetor da transformação da saúde no Brasil”, destaca a especialista. A interoperabilidade, segundo a autora, é o elemento que conecta laboratórios, hospitais, operadoras e demais atores do ecossistema. “É a capacidade de integrar informações para criar um prontuário único do paciente, por exemplo. Com isso, evitamos procedimentos duplicados, reduzimos custos e aumentamos a eficiência do atendimento”, comenta. Esse avanço tem impacto direto na operação dos fornecedores de serviços, que passam a ser cobrados não apenas por tecnologia, mas por capacidade de integração, governança de dados e escalabilidade. Esse movimento ocorre em paralelo à aceleração da transformação digital na saúde, que envolve o uso estratégico de prontuários eletrônicos, telemedicina, inteligência artificial, dispositivos vestíveis, IoT e analytics. Em 2025, a IA seguiu como peça central para diagnósticos avançados, automação de fluxos de trabalho, análises preditivas e manejo da saúde populacional, além de apoiar modelos de cuidado mais personalizados. “A inteligência artificial aplicada hoje à saúde está muito focada na automação de processos, como agendamento de consultas, aprovação de procedimentos e, principalmente, análise de imagens”, explica. “Hospitais brasileiros já utilizam IA para análise de imagens, o que reduz significativamente a carga burocrática e libera tempo do médico para o cuidado com o paciente”. Quando interoperabilidade e IA se combinam, o resultado é a transformação da jornada do paciente, colocando-o como centro da experiência, envolvendo check-in e check-out digitais, agendamento por chatbots e integração de dados, o que agiliza o atendimento. Segundo o relatório, a automação também avança no setor público. “O SUS, por meio do projeto Conecta SUS e da Rede Nacional de Dados em Saúde, está adotando protocolos globais de interoperabilidade, o que traz mais agilidade, menos burocracia e maior eficiência”, afirma Castral. Outro eixo crítico para o mercado de fornecedores é a sustentabilidade financeira. De acordo com o estudo, a IA e as ferramentas analíticas estão sendo usadas para auditorias inteligentes, redução de glosas e análises financeiras mais precisas. Isso reduz fraudes e acelera o ciclo de receitas das instituições. No entanto, à medida que os dados passam a circular de forma mais ampla, a cibersegurança se torna um fator decisivo. Com interoperabilidade, nuvem e telemedicina, a cibersegurança deixa de ser opcional e passa a ser estrutural. “Sem segurança da informação, não existe interoperabilidade”, alerta Castral. Diferentemente de outros setores, como o varejo, o impacto de um vazamento na saúde é ainda mais grave. “Não se trata apenas de perda de dados, mas de informações clínicas, pessoais e confidenciais. Por isso, a cibersegurança é hoje uma das áreas com maior volume de investimentos no mercado de healthcare.” Nesse cenário, os fornecedores de serviços em healthcare enfrentam um mercado mais exigente, regulado e orientado a resultados. “A transformação digital está melhorando a eficiência, a acessibilidade e colocando o paciente no centro. O futuro da saúde no Brasil passa, inevitavelmente, pela integração de dados, modernização operacional e uso estratégico da tecnologia”, finaliza. O relatório ISG Provider Lens® Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil avalia as capacidades de 26 fornecedores em três quadrantes: Payer Digital Transformation, Provider Digital Transformation e Interoperability and Data Security. O relatório nomeia a Deloitte, a MV e a Philips Healthcare – Tasy como líderes em todos os três quadrantes. Nomeia a Accenture como líder em dois quadrantes e a DGS, a InterSystems e a TOTVS como líderes em um quadrante cada. Além disso, a Liberty Health, a Planium e a UpFlux foram nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada.

No período do Carnaval, Pfizer reforça a conscientização sobre vírus respiratórios com a campanha “Gripe e COVID-19: riscos que não valem a pena”

O Carnaval está chegando e, em meio à animação dos blocos e festas, muitos foliões acabam contando com a sorte para aproveitar a folia, seja torcendo para não chover ou para encontrar os amigos na multidão. O que muitas vezes fica em segundo plano, porém, são os riscos reais associados à transmissão de vírus respiratórios, como a gripe e a COVID-191,2, que tendem a aumentar em períodos de aglomeração, comuns durante a festa³. Pensando nisso, a Pfizer Brasil amplia a campanha “Gripe e COVID-19: riscos que não valem a pena”, com o objetivo de alertar a população sobre a importância de manter os cuidados de prevenção em dia para curtir o Carnaval com mais proteção e sem colocar a saúde em risco. “Cuidados como lavar as mãos, cobrir o rosto ao tossir e espirrar, usar álcool em gel e manter a vacinação em dia contra gripe e Covid-19 são preparações para o Carnaval tão importantes quanto cuidar da alimentação, fazer exercícios físicos, montar a agenda da folia e organizar as fantasias da festa”, afirma Adriana Ribeiro, diretora médica da Pfizer Brasil.  A campanha conta com estratégias online e offline voltadas à conscientização do público. No ambiente offline, uma ativação no bloco Berço Elétrico voltado para o público infantil e suas famílias, tem o objetivo de reforçar, de forma lúdica e interativa, a importância da prevenção e do cuidado com a saúde desde a infância. O bloco acontece em São Paulo, no dia 15 de fevereiro, das 10h às 14h, e conta com estrutura completa de alimentação e fraldário para os pequenos. Durante a ativação no bloco, o público poderá conferir a música temática da campanha, em ritmo de marchinha. A letra brinca com os riscos do imaginário coletivo, como deixar o chinelo virado, e faz um alerta sobre a importância de manter a prevenção em dia, incluindo a carteira de vacinação atualizada, especialmente em períodos mais propícios à transmissão de vírus respiratórios, como o Carnaval. No campo online, a campanha também conta com a parceria da influenciadora Sabrina Sato, um dos maiores nomes no carnaval, para amplificar a mensagem de conscientização nas redes sociais com seus seguidores, levando as informações sobre saúde e prevenção de forma leve. Com a campanha “Gripe e COVID-19: riscos que não valem a pena”, a Pfizer Brasil reforça o compromisso da companhia com a promoção da saúde e com a conscientização da população sobre a importância da prevenção, destacando que cuidar da saúde também é uma forma de celebrar o Carnaval com responsabilidade e respeito ao coletivo. “Muitas vezes, os riscos associados a vírus respiratórios são subestimados durante o Carnaval. A campanha busca lembrar que informação e prevenção são aliadas importantes para que as pessoas possam fazer escolhas mais conscientes e aproveitar a festa com mais segurança”, reforça Adriana. No site da campanha, os foliões podem consultar onde está o posto de saúde mais próximo, além de acessar informações sobre gripe e COVID-19, como os grupos de risco com maior chance de desenvolver quadros graves das doenças, como gestantes, crianças pequenas (abaixo de 5 anos para Covid e 6 anos para gripe), pessoas acima de 60 anos, quem é imunocomprometido – ou seja, que têm o sistema de defesa do corpo enfraquecido – ou que têm doenças crônicas, como diabetes. 1,2 Referências:

Mais precisão, menos risco: inteligência artificial muda a jornada do paciente cardíaco e eleva o padrão da cardiologia no Brasil

O avanço da inteligência artificial aplicada à medicina cardiovascular está transformando, na prática, a forma como doenças do coração são diagnosticadas e tratadas no Brasil. Com a incorporação de tecnologias inéditas na América Latina, o Hospital Cardiológico Costantini passa a operar com sistemas de tomografia e hemodinâmica que utilizam IA para ampliar a precisão diagnóstica, reduzir riscos e tornar a jornada do paciente cardíaco mais segura, rápida e menos invasiva. O investimento de aproximadamente US$ 3 milhões em equipamentos de última geração posiciona Curitiba e o Paraná no mesmo patamar de centros internacionais de referência em cardiologia intervencionista. Entre os diferenciais estão o tomógrafo CT 5300 e dois sistemas de hemodinâmica Azurion 7, ambos com inteligência artificial embarcada, capazes de redefinir protocolos de exames e procedimentos cardiovasculares. “Estamos falando de uma mudança estrutural na cardiologia. A inteligência artificial não substitui o médico, mas amplia sua capacidade de decisão, melhora a qualidade das imagens, reduz riscos e permite diagnósticos mais precoces, com impacto direto na sobrevida e na qualidade de vida dos pacientes”, afirma Costantino Costantini, diretor-fundador do hospital. IA aplicada aos exames cardíacos: mais precisão com menos radiação Um dos principais avanços está na utilização da inteligência artificial para reduzir significativamente a dose de radiação nos exames cardíacos, sem comprometer a qualidade das imagens, um fator decisivo em avaliações que envolvem estruturas milimétricas, como as artérias coronárias. O tomógrafo CT 5300, primeiro desse modelo em operação na América Latina, utiliza algoritmos de IA que ajustam automaticamente parâmetros do exame, aceleram a aquisição das imagens e melhoram a leitura diagnóstica mesmo em pacientes com frequência cardíaca elevada, obesidade, próteses ou marcapassos, perfis que antes representavam limitações técnicas importantes. “Hoje, conseguimos enxergar com mais clareza não apenas a presença de obstruções, mas também características das placas ateroscleróticas, o que muda completamente a condução clínica. Isso significa agir antes do infarto acontecer”, explica Costantini. Além da redução de radiação, a tecnologia também diminui a necessidade de repetição de exames, encurta o tempo de permanência do paciente no equipamento e aumenta o conforto durante o procedimento, tornando o processo mais humanizado. Hemodinâmica com IA: menos contraste, mais segurança e decisões mais assertivas Na hemodinâmica, os sistemas Azurion 7 representam um salto tecnológico no tratamento de doenças cardiovasculares complexas. A integração de diferentes modalidades de imagem, aliada à inteligência artificial, permite maior precisão na navegação de cateteres, na colocação de stents e na realização de procedimentos estruturais e valvares. Entre os principais ganhos estão a redução do tempo dos procedimentos e o menor uso de contraste iodado, fator essencial para diminuir o risco de complicações renais, especialmente em pacientes idosos ou com comorbidades. “São procedimentos mais controlados, mais rápidos e com menor agressão ao organismo. A inteligência artificial nos ajuda a tomar decisões mais seguras em tempo real, elevando o padrão de cuidado”, destaca o especialista. Paraná no radar global da cardiologia Com a adoção dessas tecnologias inéditas, o Paraná passa a integrar o mapa mundial da cardiologia de alta complexidade, reforçando o papel do Brasil como polo de inovação em saúde. A incorporação da IA aos fluxos assistenciais consolida um novo patamar de atendimento, alinhado às melhores práticas internacionais. “A cardiologia caminha para ser cada vez mais preditiva, preventiva e personalizada. Esse investimento projeta não apenas o hospital, mas todo o Estado, para o futuro da medicina cardiovascular”, afirma Costantini. Tecnologia a serviço da vida Mais do que inovação tecnológica, o uso da inteligência artificial reflete uma mudança na lógica do cuidado: menos riscos, diagnósticos mais rápidos, decisões clínicas mais assertivas e uma experiência mais segura para o paciente cardíaco. “Humanizar também é reduzir riscos invisíveis. Quando usamos tecnologia para diminuir radiação, evitar exames desnecessários e acelerar diagnósticos, estamos cuidando do paciente de forma integral”, conclui.

Além do improviso: O caminho estratégico para clínicas transformarem o início do ano em crescimento real

O começo do ano tem se consolidado como um período decisivo para clínicas e consultórios que buscam ampliar a taxa de conversão, reduzir ociosidade na agenda e fortalecer o relacionamento com pacientes.  Dados do relatório Panorama das Clínicas e Hospitais 2025, elaborado pela Doctoralia em parceria com a Feegow, mostram que 59% dos gestores da área da saúde colocam o aumento do faturamento como prioridade no primeiro trimestre, embora apenas 24% operem com estratégias estruturadas de conversão e relacionamento. Esse descompasso abre espaço para ações que, quando bem planejadas, deixam de ser campanhas pontuais e passam a integrar a gestão comercial das clínicas. Para Ricardo Novack, administrador e sócio-diretor do Grupo ICOM, o início do ano concentra fatores comportamentais que favorecem esse tipo de movimento. “O paciente entra no ano com maior disposição para resolver pendências, reorganizar prioridades e investir em saúde. Clínicas que entendem esse comportamento conseguem planejar melhor e ganhar previsibilidade”, afirma. A partir da experiência com clínicas atendidas pelo Grupo, Novack destaca três estratégias que podem ser usadas como alavancas no início do ano e que dialogam diretamente com esse momento do consumidor. A primeira é a indicação com cashback. Segundo o especialista, esse movimento fortalece o vínculo com pacientes já ativos e estimula novos fechamentos. O crédito gerado pode ser usado em tratamentos futuros ou transferido para algum familiar ou amigo, ampliando o ciclo de relacionamento. A segunda frente envolve a reativação de follow-up com pacientes que passaram pela primeira consulta, mas não avançaram para o tratamento. Para Novack, esse grupo representa uma oportunidade. “Muitas decisões não foram recusas definitivas, mas adiamentos. O início do ano é um bom momento para retomar o contato, entender objeções e reabrir a conversa de forma consultiva”, afirma.  A terceira estratégia apontada é o uso do timing do Carnaval como meio de comunicação. A proximidade da data costuma aumentar a atenção do público para temas ligados à estética, bem-estar e imagem pessoal. Para o especialista, campanhas conectadas ao calendário social reduzem a resistência e aceleram decisões. O ponto central é que o primeiro trimestre deixou de ser apenas um período de retomada operacional e passou a exigir visão estratégica. Clínicas que entram no ano com planejamento comercial, leitura de comportamento do paciente e ações alinhadas ao calendário conseguem reduzir improvisos ao longo dos meses seguintes. “Aproveitar o início do calendário para alinhar ações de retomada e fidelização é o que diferencia clínicas que sofrem com agendas vazias daquelas que crescem de forma sustentável” afirma Novack.

Cadaris assina participação da Colgate no CIOSP e cria experiência de marca para profissionais da odontologia

A participação de grandes marcas em feiras e congressos vai muito além de um estande bem projetado. No caso da Colgate Brasil, a presença no Ciosp – Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo é resultado de uma estratégia consistente de comunicação, experiência e conteúdo, construída ao longo de anos em parceria com a agência Cadaris. Com quase 700 m² de área, cerca de 40 mil visitantes em quatro dias e cinco espaços da Colgate com ativações de diferentes linhas de produtos, a presença da marca no CIOSP foi transformada em uma experiência completa. Na 43ª edição do evento, realizada de 28 a 31 de janeiro, no Expo Center Norte (SP), a Cadaris foi responsável pela direção criativa e pelo desenvolvimento de aproximadamente 100 peças, entre motion vídeos, materiais de divulgação, conteúdos para redes sociais, apresentações e o front-end do web app, construindo uma jornada integrada e imersiva para os visitantes no estande da Colgate. A agência atua, junto com a área de Marketing – Professional Oral Care, desde a concepção visual até as experiências imersivas, vídeos, apresentações, gigantografias e sinalizações que orientam a circulação e o engajamento do público, sempre garantindo unidade estética, clareza de mensagem e alinhamento com o posicionamento global da marca. “Temos uma parceria muito sólida com a Cadaris e que ano após ano foi se aprimorando, baseada em muita troca de conceitos, ideias e conhecimento.”,A Colgate cresceu no Ciosp com o apoio e suporte da Cadaris em criação e desenvolvimento de conceito, e esta parceria longa faz com que eles entendam mais facilmente o que a Colgate quer transmitir para o congressista durante o evento, afirma Leandro Ávila, gerente de Scientific Affairs da Colgate-Palmolive. O trabalho da agência se estende ainda à estratégia e produção de conteúdo para redes sociais, a partir da preparação pré-evento, divulgação completa e cobertura em tempo real, focando na amplificação digital da presença da Colgate ao longo dos dias de congresso. “Trabalhar com a Cadaris no CIOSP de 2026 foi muito bom, pois nos trouxe uma tranquilidade com relação ao comprometimento e expectativa sobre os resultados. A história que a Cadaris tem com o time de Professional Oral Care nos muitos anos de CIOSP juntos é o ponto alto deste trabalho conjunto”, conclui Ávila. Comunicação integrada Outro pilar relevante da atuação da Cadaris é a construção de narrativas que aproximam a marca da comunidade odontológica, com foco em ciência, inovação, performance clínica e na valorização da experiência do dentista. Essa abordagem se materializa também na gestão de campanhas com influenciadores e key-speakers da odontologia, fortalecendo a autoridade e a credibilidade da Colgate durante o evento. “Traduzir uma marca global como a Colgate para a realidade técnica do dentista brasileiro vai muito além da estética. Envolve compreender profundamente a ciência, o contexto clínico e as necessidades do profissional, e transformar tudo isso em uma comunicação clara, didática e visualmente organizada, que se conecte com a prática diária — tanto no estande quanto nos conteúdos digitais”, afirma Fred Pimenta, CEO e Diretor Criativo da Cadaris. Parceira da Colgate-Palmolive no Brasil há 29 anos, a Cadaris atua de forma integrada em diferentes frentes e áreas da companhia, acompanhando a evolução da marca ao longo do tempo em projetos de branding, comunicação institucional, educação profissional, conteúdo, experiência e presença digital. Uma parceria contínua que assegura consistência de linguagem, identidade e posicionamento, e evidencia como estratégia, criatividade e rigor técnico caminham juntos na construção de marcas líderes em saúde.

Fantasias do bem no Carnaval

O Pro Criança Cardíaca, em parceria com a Alphabeto, promove uma ação promocional de fantasias infantis para o Carnaval. Entre as opções com até 50% de desconto estão modelos de pirata, robô, colombina e palhaço, que prometem deixar a folia dos pequenos ainda mais divertida. A renda é revertida para a manutenção do projeto, que oferece atendimento médico e cirúrgico a crianças com cardiopatia. As fantasias podem ser encontradas no Espaço Pro Criança, no mezanino do Hospital Jutta Batista (Rua Dona Mariana, 220, Botafogo), ou encomendadas pelo WhatsApp (21) 96506-2771. “Cada parceria é essencial para mantermos nosso projeto e continuarmos salvando vidas”, destaca a fundadora do Pro Criança Cardíaca, Dra. Rosa Célia.

Interoperabilidade e IA transformam os serviços tecnológicos na saúde brasileira

O mercado de fornecedores de serviços em healthcare no Brasil passa por uma transformação estrutural em 2025, impulsionada pela combinação entre interoperabilidade, inteligência artificial, automação e cibersegurança. O movimento reflete tanto a complexidade do sistema de saúde brasileiro quanto a pressão crescente por eficiência operacional, sustentabilidade financeira e o foco na experiência do paciente. É o que mostra a nova edição do estudo ISG Provider Lens® Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil, produzido e distribuído pela TGT ISG. O relatório trouxe uma análise tanto do setor público quanto do privado. O Brasil tem hoje um dos maiores sistemas de saúde do mundo. “O SUS, com 35 anos, atende cerca de 74% da população e contou com um orçamento em torno de R$220 bilhões para 2025”, afirma Sonia Maria Castral, distinguished analyst da TGT ISG e autora do estudo. “Já a saúde suplementar atende aproximadamente 87 milhões de vidas, sendo que 75% dos planos de saúde são empresariais, o que mostra como o acesso individual tem limitações”. Na comparação com o ano anterior, o foco dos investimentos e estratégias evoluiu. “Na edição anterior, a discussão estava muito concentrada em inteligência artificial e sustentabilidade financeira. Este ano, a interoperabilidade passa a ser o grande vetor da transformação da saúde no Brasil”, destaca a especialista. A interoperabilidade, segundo a autora, é o elemento que conecta laboratórios, hospitais, operadoras e demais atores do ecossistema. “É a capacidade de integrar informações para criar um prontuário único do paciente, por exemplo. Com isso, evitamos procedimentos duplicados, reduzimos custos e aumentamos a eficiência do atendimento”, comenta. Esse avanço tem impacto direto na operação dos fornecedores de serviços, que passam a ser cobrados não apenas por tecnologia, mas por capacidade de integração, governança de dados e escalabilidade. Esse movimento ocorre em paralelo à aceleração da transformação digital na saúde, que envolve o uso estratégico de prontuários eletrônicos, telemedicina, inteligência artificial, dispositivos vestíveis, IoT e analytics. Em 2025, a IA seguiu como peça central para diagnósticos avançados, automação de fluxos de trabalho, análises preditivas e manejo da saúde populacional, além de apoiar modelos de cuidado mais personalizados. “A inteligência artificial aplicada hoje à saúde está muito focada na automação de processos, como agendamento de consultas, aprovação de procedimentos e, principalmente, análise de imagens”, explica. “Hospitais brasileiros já utilizam IA para análise de imagens, o que reduz significativamente a carga burocrática e libera tempo do médico para o cuidado com o paciente”. Quando interoperabilidade e IA se combinam, o resultado é a transformação da jornada do paciente, colocando-o como centro da experiência, envolvendo check-in e check-out digitais, agendamento por chatbots e integração de dados, o que agiliza o atendimento. Segundo o relatório, a automação também avança no setor público. “O SUS, por meio do projeto Conecta SUS e da Rede Nacional de Dados em Saúde, está adotando protocolos globais de interoperabilidade, o que traz mais agilidade, menos burocracia e maior eficiência”, afirma Castral. Outro eixo crítico para o mercado de fornecedores é a sustentabilidade financeira. De acordo com o estudo, a IA e as ferramentas analíticas estão sendo usadas para auditorias inteligentes, redução de glosas e análises financeiras mais precisas. Isso reduz fraudes e acelera o ciclo de receitas das instituições. No entanto, à medida que os dados passam a circular de forma mais ampla, a cibersegurança se torna um fator decisivo. Com interoperabilidade, nuvem e telemedicina, a cibersegurança deixa de ser opcional e passa a ser estrutural. “Sem segurança da informação, não existe interoperabilidade”, alerta Castral. Diferentemente de outros setores, como o varejo, o impacto de um vazamento na saúde é ainda mais grave. “Não se trata apenas de perda de dados, mas de informações clínicas, pessoais e confidenciais. Por isso, a cibersegurança é hoje uma das áreas com maior volume de investimentos no mercado de healthcare.” Nesse cenário, os fornecedores de serviços em healthcare enfrentam um mercado mais exigente, regulado e orientado a resultados. “A transformação digital está melhorando a eficiência, a acessibilidade e colocando o paciente no centro. O futuro da saúde no Brasil passa, inevitavelmente, pela integração de dados, modernização operacional e uso estratégico da tecnologia”, finaliza. O relatório ISG Provider Lens® Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil avalia as capacidades de 26 fornecedores em três quadrantes: Payer Digital Transformation, Provider Digital Transformation e Interoperability and Data Security. O relatório nomeia a Deloitte, a MV e a Philips Healthcare – Tasy como líderes em todos os três quadrantes. Nomeia a Accenture como líder em dois quadrantes e a DGS, a InterSystems e a TOTVS como líderes em um quadrante cada. Além disso, a Liberty Health, a Planium e a UpFlux foram nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada.

Por que seguidores não garantem agenda cheia: o paradoxo da visibilidade sem conversão em clínicas de saúde

Ter milhares de seguidores nas redes sociais e, ainda assim, conviver com buracos na agenda tornou-se uma situação recorrente em clínicas de saúde no Brasil. O fenômeno atinge profissionais que produzem conteúdo com frequência, investem em estética digital e registram bom engajamento, mas não conseguem transformar visibilidade em consultas marcadas. O problema, segundo especialistas em gestão e marketing da saúde, está menos no alcance e mais na ausência de uma estratégia clara de conversão ao longo da jornada digital do paciente. Conteúdo que informa, mas não conduz à decisão Boa parte das clínicas concentra sua comunicação em dicas genéricas de saúde, curiosidades e orientações que são facilmente encontradas em pesquisas na internet. Esse tipo de conteúdo cumpre um papel educativo, mas tende a formar seguidores que observam, consomem e seguem, sem avançar para a decisão de agendar um atendimento. O resultado é um público informado, porém distante da ação. Para Ricardo Novack, especialista em gestão e sócio-diretor do Grupo ICOM, o erro está em tratar as redes apenas como vitrine. “O conteúdo gera valor, mas não cria desejo. O seguidor aprende, mas não entende por que aquele profissional é a solução ideal para o problema dele”, afirma. A jornada digital do paciente espelha a experiência presencial e exige o cumprimento de etapas graduais. Tudo começa com o acesso à informação, que evolui para o reconhecimento de que a clínica detém a solução para uma dor específica. A partir daí, o conteúdo deve nutrir a confiança e estabelecer a autoridade profissional. Somente após atravessar esse ciclo é que o paciente se sente seguro para o agendamento. Se a comunicação foca apenas no interesse inicial, sem aprofundar a conexão, a conversão final raramente se concretiza. Estudos recentes do setor confirmam esse movimento. Levantamento da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP) mostra que clínicas que estruturaram melhor seus processos de comunicação e atendimento reduziram em até 25% as faltas e elevaram em 18% a satisfação dos pacientes. Já o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) aponta que operações com jornadas bem definidas apresentam 22% mais previsibilidade financeira, um indicativo direto de maior taxa de conversão. Mostrar como o atendimento funciona, explicar o método adotado e apresentar resultados reais tem se mostrado mais eficaz do que publicar apenas orientações genéricas. Bastidores, relatos de pacientes e explicações práticas ajudam o público a entender por que aquele serviço é diferente e confiável. “Quando o paciente se identifica com o conteúdo e percebe que o profissional já resolveu casos semelhantes, a decisão de agendamento deixa de ser um conceito abstrato e se torna palpável”, explica Novack. Segundo ele, o testemunho de outros pacientes funciona como um atalho de confiança dentro da jornada digital, reduzindo incertezas e acelerando a decisão pelo primeiro contato. Chamadas para ação ainda são negligenciadas Outro ponto crítico é a falta de direcionamento claro. Muitos conteúdos não indicam o próximo passo esperado do público. Sem chamadas objetivas, como convite para agendar, entrar em contato ou tirar dúvidas, o engajamento se encerra na curtida ou no comentário. Na prática, cada postagem precisa ter um objetivo definido. Se não apresenta a dor, a solução e o caminho para a consulta, tende a funcionar apenas como entretenimento. “A conversão não começa no WhatsApp. Ela começa no conteúdo”, resume o especialista. O crescimento das redes sociais no setor da saúde ampliou a competição por atenção, mas também evidenciou uma distorção: engajamento alto não significa faturamento. Clínicas que desejam transformar seguidores em pacientes precisam rever a forma como se comunicam, deixando de colecionar audiência e passando a estruturar conteúdos que conduzam, de forma clara, até a decisão pelo atendimento.

Healthtech brasileira leva inovação em saúde para Dubai

A Inovamotion, healthtech catarinense especializada no desenvolvimento de soluções inovadoras para a gestão em saúde, dá um passo decisivo em sua estratégia de internacionalização ao participar, pela primeira vez, da World Health Expo, uma das feiras mais importantes do setor de saúde no mundo. O evento acontece entre os dias 9 e 12 de fevereiro, no Centro de Exposições de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, reunindo profissionais, empresas, governos e investidores de diferentes regiões. Na ocasião, a empresa catarinense apresentará ao público internacional o Patello, dispositivo voltado à mobilização do joelho, que marca uma nova fase da empresa. Após o lançamento nacional realizado em 2025 durante a Feira Hospitalar, tida como o principal evento da área na América Latina, o produto chega agora ao palco global, em um momento estratégico, com certificações regulatórias avançadas e prontas para viabilizar sua comercialização. Para Juliano Perfeito, CEO da Inovamotion, a participação na feira representa um marco para a startup e para o posicionamento do Patello no mercado internacional. “Estar presente na World Health Expo é fundamental para dar visibilidade à Inovamotion e apresentar o Patello a potenciais distribuidores e parceiros globais. É o ambiente certo para construir conexões, abrir mercados e consolidar a presença internacional da empresa”, afirma. A Inovamotion contará com um estande próprio na feira, onde apresentará demonstrações do Patello e de outras soluções do portfólio, com apoio de materiais audiovisuais e equipe preparadas para receber visitantes e potenciais parceiros. Representando a empresa estarão Carlos Alberto Pierre, diretor de Relacionamentos; Igor Riffel, diretor de Operações; Leandro Costa, diretor Jurídico da empresa, além de Juliano Perfeito, CEO da Inovamotion. A expectativa da companhia é que a participação na World Health Expo funcione como um divisor de águas na trajetória da Inovamotion, ampliando o alcance internacional da marca e abrindo caminhos para acordos de distribuição em diferentes mercados. “Se no ano passado a Feira Hospitalar marcou o momento de apresentar nossas soluções ao Brasil, agora Dubai simboliza o lançamento da Inovamotion e do Patello para o mundo”, resume Juliano. Ao marcar presença na World Health Expo, a Inovamotion reforça o potencial da inovação brasileira e catarinense no cenário internacional e consolida sua ambição de contribuir para o futuro da saúde por meio de tecnologia, eficiência e soluções centradas no cuidado com as pessoas. Tecnologia “made in Brasil” O Patello foi desenvolvido ao longo de sete anos de estudos. Ele atua como agente imobilizador passivo e multidirecional da patela – o osso conhecido como “rótula” – com ajustes que permitem personalizar a frequência, a intensidade, a duração e até a direção dos movimentos. Essa precisão possibilita que o tratamento seja adaptado às necessidades individuais de cada paciente, seja no ambiente clínico ou em casa, graças à interface intuitiva do próprio equipamento e ao suporte de um aplicativo móvel. Na prática, a tecnologia impacta em diferentes frentes da reabilitação. Ao movimentar a patela de forma controlada e segura, o Patello reduz a dor crônica e a rigidez articular, estimula a circulação do líquido sinovial responsável pela nutrição da cartilagem e ativa mecanismos anti-inflamatórios naturais do corpo. Esse conjunto de efeitos contribui para o alívio da dor, melhora da mobilidade e da função do joelho. Ambos são pontos decisivos na reabilitação para quem precisa retomar atividades do dia a dia após uma cirurgia ou lesão.

SBP lança três mundos no Minecraft e transforma prevenção contra a dengue em missão para a nova geração

SBP, marca líder em repelentes e inseticidas no Brasil, lança uma ativação no Minecraft para engajar crianças e adolescentes na prevenção contra a dengue, unindo entretenimento e educação em um formato nativo da cultura gamer. Criada e executada pela agência Gana, a iniciativa convida o público a explorar três mundos jogáveis, inspirados nos universos de Athos, Cadres e The Problems — youtubers referência em conteúdo de games para o público jovem — e enfrentar missões que mostram, na prática, como atitudes simples do dia a dia ajudam a eliminar criadouros do mosquito. A ação integra o pilar de propósito de SBP e reforça o compromisso da marca com a proteção das famílias brasileiras ao ir além do produto, promovendo conscientização e mudança de hábitos desde a infância. Dentro do jogo, os participantes assumem uma missão clara: identificar pontos de risco e “limpar” o mapa de situações que podem favorecer a reprodução do Aedes aegypti. Entre os desafios, estão tarefas como retirar água acumulada de pneus, checar calhas e telhados, esvaziar recipientes expostos e corrigir cenários comuns que podem virar foco do mosquito. Ao levar a prevenção para um ambiente onde crianças e adolescentes já constroem repertório, se expressam e aprendem, SBP aposta em inovação como caminho para ampliar relevância cultural e gerar impacto de longo prazo, conectando educação, entretenimento e comportamento de forma prática e engajadora. “Minecraft é sobre construir mundos e cuidar do que se constrói. Para SBP, estar nesse território é uma forma de inovar na maneira de proteger, levando prevenção para onde a nova geração está e aprende. Ao inserir o tema no jogo, transformamos conscientização em ação e ajudamos a criar uma cultura de hábitos preventivos que começa com as crianças e se multiplica dentro de casa”, afirma Letícia Pires, Head de Marketing de Pest Control. A escolha do Minecraft como plataforma central do projeto reflete a forma como a nova geração consome conteúdo e constrói repertório cultural, em um ecossistema que mistura jogo, vídeo e participação ativa. Ao transformar a prevenção em uma experiência jogável, SBP torna o tema mais próximo e memorável, aumentando as chances de a mensagem ser absorvida e colocada em prática no dia a dia. Para amplificar o lançamento, a iniciativa ganha um episódio especial no YouTube, publicado no canal The Problems, em que os personagens encaram a missão de eliminar criadouros espalhados pelo mapa e avançam conforme aplicam corretamente as medidas preventivas. O conteúdo conecta entretenimento e educação e fortalece a conversa sobre prevenção onde essa audiência já está. “Prevenção só é efetiva quando vira hábito. Nosso pilar de propósito parte exatamente desse ponto: estar presente no cotidiano com iniciativas que gerem impacto positivo e duradouro. Essa iniciativa foi pensada para transformar a prevenção em algo que as crianças queiram fazer e que ajude a engajar toda a família”, completa Pires. A experiência com os três mundos no Minecraft estará disponível a partir de 04 de fevereiro. Ao investir em educação de forma criativa e conectada à cultura da nova geração, SBP reforça seu compromisso de promover proteção no presente e ajudar a formar atitudes mais conscientes para o futuro.

Dr. Balduíno Tschiedel assume presidência da Unicred Porto Alegre

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1976, Dr. Balduino é endocrinologista titulado pela AMB, SBEM e CREMERS, além de mestre em Genética pela UFRGS. Possui ampla atuação institucional, tendo integrado a diretoria e/ou o conselho de diversas entidades médicas, entre elas AMRIGS, CREMERS, SIMERS, AMEHC, Unimed e Unicred. Ao longo de sua trajetória, foi presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes e da Federação Internacional de Diabetes (região América do Sul e Central), além de fundador e diretor-presidente do Instituto da Criança com Diabetes (ICD), associado ao Grupo Hospitalar Conceição.  A mudança na presidência ocorre em razão do então presidente, Dr. José Cesar Boeira, ter assumido a vice-presidência da Unicred Brasil a partir de 22 de janeiro. Na Unicred Porto Alegre, Dr. Boeira permanece contribuindo como membro do Conselho de Administração.  Os médicos Balduíno Tschiedel e João Vicente Bassols assumem, respectivamente, a Presidência e a Vice-Presidência, ao lado dos demais membros do Conselho de Administração, reafirmando o compromisso com o fortalecimento da gestão estratégica da cooperativa, trabalho que já vem sendo desenvolvido, além da ampliação do apoio aos profissionais da saúde e às famílias associadas.

Hexa IT encerrou 2025 com crescimento, expansão de parcerias e consolidação estratégica no setor de saúde

A Hexa IT, provedora de soluções de TI, chegou ao fim de 2025 com um balanço positivo, marcado por crescimento em vendas, ampliação do portfólio e um posicionamento cada vez mais sólido no mercado de saúde. Mesmo em um cenário desafiador para o setor privado, a empresa conseguiu avançar de forma consistente, impulsionada por uma estratégia clara de atuação como integradora de tecnologia especializada em healthcare. “O desempenho da Hexa IT em 2025 foi satisfatório tanto do ponto de vista de vendas quanto na conquista de novos clientes. A nova estratégia da unidade de healthcare nos permitiu entrar em grandes contas, referências de mercado, e nos posicionar de forma mais estratégica”, comenta Edgard Nienkotter, CEO da Hexa IT. A empresa destaca avanços relevantes na distribuição e no aumento de receita, sendo um dos fatores determinantes para esse resultado, a expansão do ecossistema de parceiros e a evolução do portfólio, que passou a ir além da infraestrutura, oferecendo soluções mais próximas das necessidades do negócio de saúde. Essa estratégia também se reflete no crescimento significativo do número de parcerias, que até o final de 2024, contava com cerca de cinco parceiros, e em 2025, esse número saltou para 14. A expansão está diretamente ligada ao objetivo estratégico da empresa de, até 2030, ser reconhecida como a melhor empresa de tecnologia para o setor de saúde no Brasil. “As novas parcerias foram escolhidas com base em soluções específicas para o mercado de saúde, capazes de impactar diretamente três grandes variáveis do negócio dos nossos clientes: aumento de receita, redução de custos e elevação da qualidade percebida dos serviços”, explica Nienkotter. O setor de healthcare é o principal beneficiado por esse movimento, se consolidando como a vertical prioritária da Hexa IT. Ao longo de 2025, a empresa fortaleceu sua imagem como integradora especializada, conquistando novos grandes clientes e ampliando sua relevância dentro desse mercado. Esse avanço é considerado um marco importante dentro de um plano de longo prazo que começou a ganhar tração efetiva neste ano. Além do foco em saúde, a Hexa IT mantém no radar a criação de novas verticais, como varejo e educação, previstas para serem desenvolvidas ao longo dos próximos cinco anos. Paralelamente, a empresa reforça investimentos em pessoas, com programas voltados à cultura de pertencimento, retenção e reconhecimento de talentos, além do fortalecimento da área de qualidade. Nos últimos anos, a Hexa IT estruturou e amadureceu sua área de qualidade, que em 2025 avançou com o início de auditorias internas. Para os próximos ciclos, o plano inclui a formatação de áreas dedicadas a customer support e customer experience, além da preparação para certificações relevantes do mercado, como ISO 20000, ISO 27000 e ISO 9001. Para 2026, a perspectiva é de continuidade, com os objetivos estratégicos permanecendo alinhados à consolidação da Hexa IT como integradora de referência, especialmente no setor de saúde. “O grande salto começou a se concretizar em 2025 e esse movimento vai continuar nos próximos anos, com o objetivo claro de nos tornarmos um destaque em tecnologia para o mercado de saúde”, conclui Nienkotter.

Colaboradores como embaixadores de marca e engajamento interno que fortalece bem-estar: os cases de sucesso da Roche Diagnóstica

Em um ambiente de negócios que exige alinhamento constante, agilidade e coesão cultural, a comunicação corporativa emerge como um diferencial estratégico, indo muito além da função informativa. Investir em canais claros e consistentes é fundamental para construir confiança, reduzir ruídos e garantir que as prioridades estratégicas sejam compreendidas e abraçadas por toda a organização. Um dos maiores desafios da comunicação interna é combater a fragmentação informacional, onde e-mails e conversas paralelas minam a credibilidade da informação oficial. A estratégia de sucesso exige a criação de um canal central robusto e confiável. Um exemplo notório da eficácia dessa abordagem é o da e a Roche Diagnóstica, que implementou uma estratégia focada em reduzir a dispersão de mensagens, resultando na repaginação de sua newsletter semanal, a Di@News. O objetivo era substituir o fluxo desordenado de e-mails de diferentes áreas, oferecendo, em um único ponto, uma comunicação curada, objetiva e, principalmente, consistente. Os resultados comprovam a força dessa centralização: a taxa de abertura da Di@News evoluiu de 73% para mais de 90% ao longo dos últimos quatro anos, um aumento significativo em relação à média global de 67%. Além disso, 92% dos colaboradores que responderam a pesquisa interna da empresa afirmaram confiar mais na comunicação interna do que em conversas informais, indicando uma redução drástica no ruído. E 92% declararam que a comunicação é fundamental para ajudá-los a compreender prioridades e estratégias, comprovando que o canal atua como uma ferramenta de alinhamento estratégico. “A comunicação eficaz transforma informações dispersas em conhecimento compartilhado e senso de pertencimento. Ela não só informa as pessoas sobre ‘o quê’, mas as conecta ao ‘porquê’ do negócio, tornando-as embaixadoras naturais da marca,” comenta Larissa Madaleno, Communication Lead da Roche Diagnóstica. O papel da comunicação não se restringe aos muros da empresa: estratégias modernas reconhecem o potencial dos colaboradores como os mais autênticos porta-vozes da marca no ambiente externo. Ao empoderar e capacitar esses profissionais, as empresas conseguem ampliar o alcance e a credibilidade de suas mensagens de forma orgânica. A Roche Diagnóstica também ilustra essa tendência com o programa Roche Stars, que capacitou 40 colaboradores de diversas áreas para atuar como embaixadores no LinkedIn, incentivando-os a compartilhar conteúdos autênticos e alinhados aos valores da organização. O impacto desse programa de engajamento pode ser visto em curto prazo: em um período de 10 meses, os participantes produziram 175 posts autorais, injetando vozes diversas e humanas na presença digital da companhia. O crescimento orgânico da página da empresa no LinkedIn foi de 75%, alcançando 17.500 seguidores e tornando-se a terceira afiliada da divisão de Diagnósticos mais seguida globalmente. Além disso, o programa impulsionou o engajamento geral, atingindo uma taxa média de 15%, desempenho 200% superior ao benchmark de mercado. Ao investir na comunicação interna e no engajamento de seus colaboradores, as empresas não apenas melhoram seus indicadores de reputação e presença digital, como, fundamentalmente, reforçam a cultura organizacional e o senso de pertencimento.

Especialista aponta 5 tendências que devem moldar o futuro da saúde suplementar no Brasil em 2026

Custos assistenciais crescentes, pressão por eficiência e um beneficiário cada vez mais exigente colocam a saúde suplementar brasileira diante de um desafio central de ampliação do acesso ao cuidado sem perder qualidade, controle financeiro e resultados clínicos. Em um setor marcado por mudanças regulatórias, avanço tecnológico e novos hábitos de consumo, modelos tradicionais começam a mostrar seus limites. Diante desse cenário,  Rodrigo Junqueira, Gerente Executivo de Negócios da Conexa, maior ecossistema digital de saúde física e mental da América Latina, analisou os movimentos que vêm ganhando força no mercado e identificou cinco tendências que tendem a influenciar as decisões de operadoras, empresas e corretoras nos próximos anos. “O setor vive um momento de transição, em que tecnologia, experiência do usuário e mensuração de resultados passam a ocupar um papel cada vez mais relevante na construção de modelos sustentáveis de cuidado”, afirma o executivo. Com base nesta evolução, confira a lista de tendências para 2026: 1. WhatsApp como principal canal de acesso à saúde digital A priorização de canais digitais com navegação via WhatsApp surge como uma resposta direta à busca por simplicidade e acessibilidade. A familiaridade do brasileiro com o aplicativo reduz fricções no acesso aos serviços de saúde e ajuda a romper barreiras culturais ainda existentes no uso do digital. O desafio do setor está em desenhar jornadas intuitivas, seguras e integradas, que coloquem o paciente no centro da experiência. 2. Hiperpersonalização a partir de dados e inteligência artificial A utilização inteligente de dados e IA permite abandonar abordagens genéricas e avançar para interações altamente personalizadas. A tendência é que pacientes e colaboradores passem a receber orientações, conteúdos e cuidados alinhados ao seu perfil, histórico e momento de vida. “A personalização deixa de ser discurso e se torna prática, aumentando engajamento e efetividade do cuidado”, explica Junqueira. 3. Modelos híbridos e jornadas integradas de cuidado O futuro da saúde passa pela combinação entre digital e presencial. Telemedicina, atendimento domiciliar, farmácias, prontos-atendimentos, hospitais e laboratórios começam a operar de forma integrada, garantindo continuidade do cuidado. Esse modelo híbrido amplia o acesso, otimiza recursos e melhora a experiência do paciente ao longo de toda a jornada assistencial. 4. Ciências comportamentais para engajamento em saúde A aplicação de conceitos das ciências comportamentais ganha força como estratégia para promover mudanças sustentáveis de hábitos. Ao entender padrões de comportamento, produtos e programas de saúde podem incorporar gatilhos mentais, incentivos e estímulos que aumentem a adesão aos cuidados, a prevenção e o autocuidado, gerando impactos positivos no longo prazo. 5. Demonstração de ROI assistencial no ambiente corporativo Cada vez mais, empresas, operadoras e corretoras buscam comprovar o retorno sobre o investimento em saúde. A tendência é medir não apenas resultados financeiros, mas também ganhos clínicos, como redução de sinistralidade, afastamentos e agravamento de doenças. “A saúde deixa de ser vista apenas como custo e passa a ser encarada como investimento estratégico, com indicadores claros de valor”, destaca o executivo. Para Junqueira, essas tendências refletem uma mudança estrutural na forma como a saúde suplementar passa a ser pensada no Brasil. “Estamos falando de um modelo cada vez mais orientado por dados, experiência do usuário e integração entre o digital e o presencial. O futuro da saúde suplementar será construído por quem conseguir gerar acesso simples, cuidado personalizado e resultados mensuráveis, tanto do ponto de vista clínico quanto financeiro”, finaliza o executivo.

Dasa lança cartão-presente que amplia o acesso a exames, vacinas e testes genéticos

A Dasa passa a oferecer, a partir desse mês de janeiro, o Cartão Presente de Saúde, um modelo que transforma serviços como exames, vacinas e testes genéticos em escolhas afetivas e práticas, integrando o cuidado à jornada cotidiana do consumidor e ampliando o acesso à prevenção de forma simples e conveniente. Avaliado em US$ 1,4 trilhão em 2025, o mercado global de cartões-presente caminha para ultrapassar a marca de US$ 2,2 trilhões até 2034, segundo relatório internacional desenvolvido pelo portal Fortune Business Insights, divulgado neste início de ano. O crescimento anual projetado de 5,1% revela mais do que a expansão de um segmento: indica uma mudança estrutural no comportamento de consumo — com consumidores cada vez mais atentos a experiências que façam sentido e tenham impacto real na vida das pessoas.¹ “Presentear deixa de ser apenas um gesto afetivo e passa a ocupar espaço estratégico na economia digital, nos programas corporativos e, agora, também no setor de saúde. Estamos vivendo um momento em que a saúde deixa de ser apenas resposta à doença para se tornar uma escolha cotidiana. Transformar esse cuidado em presente é reconhecer que o bem-estar é também um gesto de afeto e responsabilidade”, afirma Roberto Cury, vice-presidente em Atendimento e Experiência ao Cliente da Dasa. Esse movimento já se consolida em mercados como Estados Unidos, Europa e Ásia, onde serviços de bem-estar e prevenção passaram a integrar a lógica dos gift cards. No Brasil, essa tendência começa a ganhar escala com a entrada estruturada da saúde nesse ecossistema. Ao lançar seu Cartão Presente, a Dasa amplia o acesso a exames, vacinas e testes genéticos por meio de uma experiência alinhada às novas expectativas do consumidor, que busca conveniência, significado e impacto positivo em suas escolhas. “Mais do que uma nova oferta de mercado, o Cartão Presente Dasa se posiciona como um modelo inovador e escalável, com potencial de expansão nacional e de articulação com novas parcerias estratégicas. Esse movimento sintetiza três tendências centrais do consumo contemporâneo: a valorização da experiência, a incorporação da saúde às escolhas cotidianas e a transformação do afeto em decisão de consumo”, qualifica Flavia Drummond, diretora de marketing da Dasa. A iniciativa dialoga diretamente com as tendências mapeadas pelo estudo, que aponta a expansão dos cartões-presente digitais, o crescimento das compras por canais online e a consolidação do uso desses produtos como instrumentos de incentivo corporativo e fidelização. Em um mercado que já movimenta mais de US$ 75 bilhões no Brasil, a entrada da saúde amplia o potencial econômico do setor e reposiciona o papel do consumo de serviços médicos na dinâmica contemporânea. Serviços que ganham novo significado O Cartão Presente Dasa vai além da lógica tradicional dos vouchers. Em vez de oferecer benefícios genéricos, a iniciativa estrutura uma proposta baseada em serviços de saúde definidos, ampliando a confiança do consumidor e o impacto da escolha — tanto para quem compra quanto para quem recebe. Disponível inicialmente nas marcas Delboni Salomão Zoppi (SP), Lavoisier (SP) e Alta Diagnósticos (SP e RJ), o cartão reúne serviços que dialogam com diferentes fases da vida e reforçam o crescimento da chamada economia do autocuidado no país. Entre eles estão furinho de orelha humanizado, sexagem fetal, laserterapia mamilar, testes genéticos da Genera, vacinas contra HPV e herpes-zóster e check-up básico. A lógica do presente transforma a percepção desses serviços: – Furinho de orelha humanizado deixa de ser apenas um procedimento e passa a ser um marco emocional, realizado com segurança por profissionais de enfermagem.– Sexagem fetal, exame não invasivo, conecta precisão tecnológica a um momento simbólico da gravidez, que conta diz o sexo do bebê. – Laserterapia mamilar (apenas pelo Alta Diagnóstico de SP e RJ) é um recurso terapêutico que utiliza laser de baixa intensidade aplicado diretamente na região dos mamilos com o objetivo de aliviar dor, reduzir inflamações e acelerar a cicatrização, especialmente em mulheres no período de amamentação. – Testes genéticos avançam como expressão da medicina preventiva, ampliando o acesso a informações sobre ancestralidade, saúde e estilo de vida.– Vacinas contra HPV e herpes-zoster passam a representar não só proteção, mas também cuidado com o futuro.– Check-up básico é ressignificado como convite à autonomia e à prevenção. “Em um país onde acesso à prevenção ainda é um desafio estrutural, transformar cuidado em presente vai além de uma estratégia de negócio. Representa uma mudança cultural: a saúde deixa de ocupar apenas o lugar da necessidade clínica e passa a integrar o repertório das escolhas conscientes e simbólicas. Se antes o luxo era dar algo para guardar, agora ele se traduz em algo para cuidar”, ressalta Cury. Referência 1. Fortune Business Insights. Gift Card Market Size, Share & Trends | Growth Report [2034]. Disponível em: https://www.fortunebusinessinsights.com/gift-card-market-111784 (acesso em: 14 jan. 2026).

Preferência pelo gênero do profissional revela como confiança e identificação influenciam escolhas em saúde

A escolha do profissional de saúde no Brasil vai além da especialidade e da disponibilidade de agenda. Dados inéditos do Perfil do Paciente Digital 2026, levantamento nacional da Doctoralia – plataforma que recebe a visita de mais de 20 milhões de usuários únicos por mês – mostram que o gênero do profissional ainda é um fator decisivo para grande parte dos pacientes, especialmente em áreas ligadas à saúde feminina e ao cuidado emocional. Segundo o estudo, 73% das pacientes que buscam Ginecologia preferem médicas, percentual que sobe para 75% na Dermatologia e chega a 86% na Psicologia, indicando que a identificação e a sensação de acolhimento seguem como elementos centrais na jornada de cuidado. A preferência por profissionais mulheres também aparece de forma consistente na Endocrinologia, onde 71% dos pacientes optam por endocrinologistas do sexo feminino. Os dados refletem o protagonismo das mulheres na gestão da saúde no país – 72% dos usuários da Doctoralia são mulheres, que não apenas cuidam de si, mas também agendam consultas para filhos, pais e parceiros. Ao mesmo tempo, o levantamento aponta uma mudança gradual no comportamento masculino: a participação dos homens nas plataformas digitais de saúde passou de 24%, em 2018, para 28% em 2025, sinalizando maior engajamento com o autocuidado. Para especialistas, a preferência pelo gênero do profissional está diretamente relacionada à construção de confiança, empatia e comunicação, fatores que impactam não apenas a decisão de agendamento, mas também a adesão ao tratamento e a continuidade do acompanhamento médico. Para conhecer o Perfil do Paciente Digital na íntegra, clique aqui.

Especialista aponta cinco dicas para clínicas organizarem o conteúdo nas redes e atrair pacientes certos

Apesar de o marketing já fazer parte da rotina da saúde, a improvisação ainda domina a comunicação digital da maioria das clínicas brasileiras. Segundo dados do relatório Panorama das Clínicas e Hospitais 2025, 74% dos estabelecimentos investem em marketing, mas apenas 24% operam com estratégias estruturadas de captação. Para combater esse problema, o especialista em gestão Ricardo Novack, sócio-diretor do Grupo ICOM defende que a profissionalização do setor passa pela substituição de postagens esporádicas por um método de programação semanal, visando transformar redes sociais em canais previsíveis de agendamento. Redes sociais como ponto de partida da jornada do paciente O uso das redes sociais tornou-se estratégico porque é nelas que o paciente inicia sua jornada de decisão. A busca por informações sobre tratamentos, avaliações, reputação profissional e estrutura da clínica acontece majoritariamente em ambientes digitais antes do primeiro contato direto. Quando bem utilizadas, essas plataformas deixam de ser apenas vitrines e passam a funcionar como canais de educação, construção de confiança e redução de objeções, fatores diretamente ligados à taxa de agendamento e comparecimento. Programação reduz improviso e gera resultado A definição prévia do que será publicado ao longo da semana tem se consolidado como uma das estratégias mais eficientes para transformar redes sociais em canais previsíveis de atração e relacionamento. Uma programação fixa reduz o improviso, melhora a constância, critério valorizado pelos algoritmos e facilita a mensuração de resultados. Clínicas que organizam sua comunicação conseguem ajustar mensagens, alinhar expectativas e atrair pacientes mais aderentes ao perfil do serviço oferecido. Para Novack, o ganho central está na previsibilidade. “Quando a clínica sabe exatamente o que publicar e qual é o objetivo de cada conteúdo, o marketing deixa de ser reativo e passa a operar como sistema. Isso gera confiança no público e melhora a qualidade dos pacientes que chegam”, afirma. Segundo o especialista, a organização do conteúdo também impacta diretamente a percepção de valor. Fotos institucionais, vídeos explicativos e relatos de pacientes ajudam a construir autoridade antes mesmo da consulta. Estudos de comportamento do consumidor mostram que provas sociais e conteúdos educativos influenciam a decisão em serviços de saúde, reduzindo o foco exclusivo em preço e aumentando a taxa de conversão. As cinco postagens semanais recomendadas por Ricardo Novack Com base em experiências acompanhadas em clínicas de diferentes portes, Novack recomenda uma rotina simples e replicável de conteúdo ao longo da semana: Consistência encurta o ciclo de decisão De acordo com Novack, a repetição desse padrão ao longo das semanas cria reconhecimento e consistência de marca. “O paciente passa a entender quem é aquela clínica, o que ela resolve e como atende. Isso encurta o ciclo de decisão e reduz a negociação baseada apenas em preço”, diz. Com o aumento da concorrência e a digitalização da busca por serviços de saúde, a disputa pela atenção do paciente começa muito antes da consulta. Clínicas que mantêm uma presença errática tendem a atrair contatos pouco qualificados, enquanto aquelas que seguem uma programação clara de conteúdo constroem autoridade, educam o público e chegam à conversa comercial em posição mais favorável. “O diferencial não está em postar mais, mas em postar com método. Quando cada conteúdo cumpre uma função na jornada do paciente, as redes sociais deixam de ser custo e passam a gerar resultado”, conclui Novack.

Raia e Drogasil levam proteção e hidratação aos maiores carnavais do Brasil

A RD Saúde, grupo que reúne as farmácias Raia e Drogasil, realiza em 2026 o maior Carnaval de sua história, ao marcar presença nas principais festas do país: Salvador e Rio de Janeiro. Com foco em proteção e hidratação, a maior rede do varejo farmacêutico brasileiro amplia a participação em grandes eventos populares e reforça o posicionamento como empresa de cuidado. A estratégia, segundo o diretor de cliente e marketing da RD Saúde, Daniel Campos, é conectar a essência e o compromisso do cuidado com a saúde e a prevenção, que fazem parte da trajetória do grupo, à experiência da folia. “O Carnaval é um momento de alegria e intensidade, mas que exige cuidados com a saúde. E cuidar da saúde e do bem-estar dos brasileiros faz parte da história de 120 anos da Raia e de 90 da Drogasil. Então, vamos entrar mais forte do que nunca nessa festa que é a maior manifestação de euforia no país, mas também de exposição ao sol, calor intenso e desidratação”, diz Campos. Para isso, a RD Saúde vai promover, pela primeira vez, ações estruturadas para o Carnaval de Salvador e Rio de Janeiro, cidades reconhecidas por concentrar milhões de pessoas em blocos e trios elétricos. Estima-se que, por dia, cerca de 2 milhões de foliões participem do Carnaval de rua no Rio e outros 2 milhões em Salvador durante o período de festa. Em Salvador, a atuação da RD Saúde, por meio da marca Drogasil, estará voltada ao público familiar, com ativações focadas em proteção solar e hidratação, reforçando a mensagem de cuidado em diferentes momentos da festa. De largada, já em 1º de fevereiro, a Corre Carnaval Folia Drogasil marca o início da programação carnavalesca da rede e a abertura simbólica do Carnaval na cidade.  O evento prevê reunir 5.000 corredores animadamente fantasiados, para um percurso de 5 km, com show exclusivo do cantor Xanddy Harmonia, na arena pós-prova. Ao longo de todo trajeto e festa, a Drogasil estará liderando ações de proteção solar com produtos Needs, marca exclusiva da RD Saúde, além de serviços e experiências gratuitos. Ainda na capital dos baianos, a rede vai estar presente no circuito oficial dos blocos, com ativações junto à cantora Cláudia Leitte e o Bloco Happy Tio Paulinho, voltado ao público infantil e com perfil mais familiar, também com o propósito de reforçar a mensagem de cuidado em diferentes momentos da festa. Já no Rio de Janeiro, a marca Raia inicia suas ativações com um quiosque tematizado, ao lado do Copacabana Palace, de 13 a 23 de fevereiro. A estrutura terá dispensers de protetor solar Needs, que será oferecido gratuitamente para os foliões na cidade maravilhosa. A ação é complementada por distribuição de amostras grátis (sampling) e orientação em farmácias do entorno, ampliando o alcance da iniciativa e integrando rua e loja. Na sequência do Carnaval, e ainda sob o conceito de estimular a proteção e a hidratação, a Raia vai instalar um chuveirão com água para refrescar o público e dispensers de protetor solar Needs para uso gratuito. O chuveirão estará à disposição na areia da praia na Zona Sul até 1ª de março. Nas duas capitais, assim como a Needs, a RD Saúde vai contar com marcas que compartilham o compromisso de cuidado com a saúde e a prevenção: Medley, Dorflex e Targifor. Além disso, durante todo o mês de fevereiro, as quase 200 farmácias Raia e Drogasil nas duas capitais estarão mobilizadas para a festa, com ambientação temática e ações voltadas ao autocuidado. Além da distribuição de cupons de descontos exclusivos , os clientes serão contemplados com a promoção “ Compre e Ganhe ”. A partir deste domingo (1º de fevereiro), os clientes que realizarem compras acima de R$ 200 nas lojas físicas da cidade ganharão uma pochete carnavalesca. Saúde, bem-estar e manifestações culturais O maior Carnaval da história da RD Saúde, em 2026, reforça a estratégia do grupo de estar presente em eventos que celebram a cultura local, a exemplo de grandes celebrações que a marca apoiou no ano passado, como a de São João (em estados do nordeste brasileiro), do Acampamento Farroupilha (em Porto Alegre) e do Círio de Nazaré (em Belém). Ao levar o cuidado para grandes eventos culturais, a RD Saúde reforça seu papel como agente ativo de saúde, capaz de atuar para além do balcão da farmácia. “Estamos construindo uma plataforma sólida e consistente, que valoriza a regionalização e promove conexões genuínas com as comunidades. Com interatividade, presença e propósito, transformamos cada iniciativa em uma história de cuidado”, afirma Campos.

Nova tecnologia promete reduzir efeitos colaterais no tratamento do câncer no Brasil

Em pleno mês dedicado ao combate ao câncer, o Brasil anuncia um marco histórico na área da saúde com a construção do Centro de Protonterapia Mário Kroeff, o primeiro do país e da América Latina. O projeto, liderado pela Fundação Severino Sombra (FUSVE) em parceria com a empresa belga IBA – Ion Beam Applications, terá sede na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio de Janeiro, e contará com investimento superior a R$ 400 milhões. A iniciativa posiciona o Brasil entre os grandes polos mundiais de inovação em oncologia, reforçando o compromisso nacional com avanços científicos e tecnológicos voltados ao tratamento do câncer. O anúncio ganha ainda mais relevância por ocorrer às vésperas do Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, data que mobiliza governos, instituições e sociedade em torno da conscientização e da busca por soluções eficazes contra a doença. A protonterapia é considerada uma das mais avançadas modalidades de radioterapia, capaz de direcionar a radiação com altíssima precisão ao tumor, preservando os tecidos saudáveis ao redor. Essa tecnologia reduz efeitos colaterais e amplia as possibilidades terapêuticas, especialmente em casos pediátricos e tumores complexos próximos a órgãos vitais. Atualmente, apenas países como Alemanha, Itália, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, Japão e China oferecem esse recurso em larga escala.  “Este projeto simboliza um passo transformador para o Brasil. Ao trazer ao país uma tecnologia de ponta e estruturar um centro com vocação científica e internacional, reafirmamos nosso compromisso com a inovação, a excelência acadêmica e a ampliação do acesso a tratamentos de alta complexidade”, afirma Gustavo Oliveira do Amaral, presidente da FUSVE. O centro será instalado em uma área de 15 mil metros quadrados e homenageará o médico Mário Kroeff, um dos fundadores do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Além do atendimento clínico de alta precisão, o projeto terá vocação científica, com foco em pesquisa avançada, formação especializada e integração em consórcios internacionais de inovação em terapia por partículas. A implantação contará com o sistema Proteus®ONE, de última geração, fornecido pela IBA, líder global em soluções de protonterapia, sendo uma futura aliada ao sistema único de saúde (SUS).  O acordo inclui operação e manutenção plurianual, assegurando atualização contínua e alinhamento com os avanços mais recentes da oncologia radioterápica mundial. “O projeto vai gerar não apenas uma nova onda tecnológica no tratamento do câncer no Brasil, mas também servirá como plataforma para impulsionar a região. Além disso, coloca a FUSVE no mesmo nível tecnológico dos grandes centros oncológicos do mundo”, destaca Mauro Ferreira, vice-presidente da IBA para a América Latina. A precisão terapêutica é um dos maiores diferenciais da protonterapia. Ao utilizar prótons em vez de raios X, a técnica permite maior controle na entrega da dose e reduz danos aos tecidos saudáveis. O físico médico Hélio Salmon, especialista em Radioterapia pelo Hospital Sírio-Libanês e responsável técnico pelo projeto, reforça: “O centro brasileiro será implementado com tecnologia de ponta, não devendo nada aos melhores centros globais.”

Plano de saúde pode descredenciar clínicas, hospitais e laboratórios?

Por Thayan Fernando Ferreira A rede credenciada é um dos principais critérios na escolha de um plano de saúde. Hospitais de referência, laboratórios próximos e médicos de confiança pesam tanto quanto o valor da mensalidade. Por isso, o descredenciamento de prestadores costuma gerar insegurança entre beneficiários e levanta uma dúvida recorrente. Afinal, planos de saúde podem descredenciar clínicas, hospitais e laboratórios durante a vigência do contrato? A legislação brasileira admite o descredenciamento, mas impõe regras rigorosas. A Lei nº 9.656/1998, que regula os planos de saúde, estabelece que a operadora assume um compromisso contratual com o consumidor ao divulgar sua rede assistencial. O artigo 17 da norma determina que a substituição de prestadores somente é válida quando não houver prejuízo ao atendimento e desde que sejam observados critérios objetivos. O artigo 17 da Lei dos Planos de Saúde é claro ao afirmar que a substituição de hospitais, clínicas ou laboratórios deve ocorrer por prestadores equivalentes e com comunicação prévia ao consumidor. A lei busca preservar a continuidade do tratamento e alterações unilaterais que fragilizam o acesso do paciente aos serviços contratados. Na prática, o descredenciamento só é considerado regular quando três condições são atendidas simultaneamente. Primeiro a substituição por outro prestador de mesma capacidade técnica e assistencial, também a comunicação ao beneficiário com antecedência mínima de 30 dias e por último a inexistência de pacientes internados ou em tratamento contínuo no local que será retirado da rede.  A situação muda de figura quando o beneficiário já está em acompanhamento médico. A jurisprudência consolidou o entendimento de que o plano não pode interromper tratamentos em curso. Mesmo havendo descredenciamento, o atendimento deve ser mantido até a alta médica. Esse entendimento decorre não apenas da Lei nº 9.656/98, mas também da aplicação do Código de Defesa do Consumidor, que veda práticas abusivas e cláusulas que coloquem o usuário em desvantagem excessiva. Existem hipóteses excepcionais em que o descredenciamento pode ocorrer sem a observância integral do prazo de 30 dias, como nos casos de fraude, infrações sanitárias graves ou irregularidades fiscais do prestador. Ainda assim, a operadora precisa garantir alternativa equivalente ao consumidor. A lei não autoriza o plano a simplesmente direcionar o paciente para qualquer outro estabelecimento já existente na rede. É obrigatória a inclusão de um prestador substituto compatível, sob pena de ilegalidade. Quando essas regras são descumpridas, o descredenciamento pode ser considerado ilegal e abusivo. Estudos de entidades de defesa do consumidor mostram que a redução da rede por motivos exclusivamente econômicos, sem preocupação com a qualidade e a continuidade do atendimento, é uma das principais causas de judicialização na saúde suplementar. Nesses casos, o beneficiário pode recorrer à ANS, aos órgãos de defesa do consumidor ou ao Poder Judiciário para exigir o restabelecimento da rede ou a manutenção do atendimento no prestador original. Para Thayan Fernando Ferreira, o respaldo legal é objetivo. A Lei nº 9.656/98 impõe às operadoras o dever de garantir assistência adequada durante todo o contrato. Quando o descredenciamento viola esse dever, o Judiciário tem reconhecido o direito do consumidor à continuidade do atendimento e, em alguns casos, à indenização por danos morais. É porque a legislação brasileira prioriza a proteção do paciente, a transparência contratual e a continuidade do cuidado. Sempre que essas premissas são ignoradas, o descredenciamento deixa de ser um ato administrativo legítimo e passa a ser uma infração passível de contestação legal. O autor é o advogado Thayan Fernando Ferreira, especialista em direito da saúde e direito público, membro da Comissão de Direito Médico da OAB-MG e diretor do escritório Ferreira Cruz Advogados – contato@ferreiracruzadvogados.com.br 

Monitoramento contínuo redefine a jornada do paciente crônico

A recente aprovação, pela Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, do projeto de lei que cria a Carteira Nacional de Pacientes com Doenças Crônicas e Raras e Transplantados (CNPRT) reforça um movimento já em curso no sistema de saúde brasileiro: a busca por modelos de cuidado mais integrados, contínuos e centrados no paciente. É nesse cenário que o grupo PróVida adota estratégias que vão além do atendimento pontual e colocam o acompanhamento longitudinal como eixo central do cuidado. O projeto jurídico cria o documento digital gratuito que concentra dados que facilitam atendimentos em redes públicas e particulares. Esta iniciativa espelha métodos que a PróVida valida. Para a organização, o acesso estruturado às informações de saúde é um dos pilares na transformação da experiência do paciente crônico. “O monitoramento contínuo, para nós, é um processo sistemático e proativo. Não se trata de reagir a crises, mas de acompanhar o paciente ao longo do tempo, coletando dados como sinais vitais, exames, evolução dos sintomas e adesão ao tratamento“, explica Dr. Jonathan Leal Chelminski, médico responsável técnico da PróVida. Segundo ele, essa abordagem permite intervenções precoces e ajustes dinâmicos nas condutas médicas, com impacto direto na qualidade de vida. Prevenção e personalização  Atualmente, a PróVida já aplica soluções de monitoramento contínuo em linhas voltadas às doenças crônicas de maior prevalência, com acompanhamento individualizado e uso da tecnologia no controle clínico. A lógica rompe com o modelo tradicional baseado apenas em consultas periódicas. “Enquanto a consulta oferece um retrato momentâneo da saúde, o monitoramento contínuo entrega o quadro completo. Isso reduz a ansiedade do paciente, que se sente vigiado positivamente, e substitui a incerteza pela segurança de que qualquer desvio será detectado em tempo real, antes de se tornar uma emergência“, afirma o médico. A frequência do monitoramento de indicadores permite respostas rápidas diante de alertas técnicos. Variações em sinais vitais ou lapsos na terapia demandam prontidão imediata. Prevenção contínua evita crises agudas. Relação próxima e humana  Para além dos ganhos clínicos, o modelo adotado pela PróVida também impacta a relação entre equipe de saúde e paciente. De acordo com o Dr. Jonathan, esse acompanhamento fortalece a confiança, proximidade e a sensação de cuidado. “O paciente percebe que não está sozinho, que existe uma equipe atenta, acessível e comprometida com sua estabilidade e bem-estar. Ele deixa de ser apenas uma figura distante ou um diagnóstico e passa a ser tratado de forma integral“, destaca. Outro diferencial apontado é o papel da educação no bem-estar. Ao compreender seus próprios dados e padrões, o indivíduo ganha autonomia e se torna protagonista do tratamento. “Tecnologia sem fator humano não se sustenta. É a combinação entre monitoramento, acolhimento e educação que reduz reinternações e promove um envelhecimento mais saudável“, avalia. Sistemas digitais que transformam Iniciativas como a CNPRT representam um avanço importante, mas seu real potencial depende da integração com modelos assistenciais já orientados por dados, prevenção e cuidado contínuo. A organização das informações representa um passo essencial, mas a conversão desses elementos em conduta clínica efetiva é o que altera a jornada. Com uma proposta que alia tecnologia, acompanhamento permanente e atenção humanizada, a PróVida evolui para um modelo mais eficiente, sustentável e centrado nas necessidades reais dos pacientes crônicos.

SBP e CUFA levam combate à dengue para favelas de São Paulo

SBP, marca líder no segmento de repelentes e inseticidas, anuncia a terceira edição da ação “Juntos Contra o Mosquito”, realizada em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas), com atuação direta nas favelas da Brasilândia e Paraisópolis, em São Paulo. A iniciativa acontece de janeiro a março e reforça o compromisso da marca com a saúde pública em relação à prevenção, educação sanitária e mobilização comunitária em territórios críticos. Dados do Ministério da Saúde mostram que o estado de São Paulo concentra mais de 800 mil casos prováveis de dengue.  Com foco na conscientização das famílias e no fortalecimento dos protocolos de proteção dentro das favelas, a ação amplia a conexão de SBP com os locais onde o risco é mais elevado. A iniciativa vai além da prevenção imediata e propõe gerar impacto social duradouro, com SBP atuando como agente transformador e deixando um legado positivo para os moradores.  “A dengue é um problema de saúde pública que exige presença onde o risco é maior. Quando SBP atua dentro das favelas, atua também na redução das desigualdades de acesso à informação e à prevenção. O projeto ‘Juntos Contra o Mosquito’ nasce dessa convicção: transformar conhecimento em ação concreta, fortalecer o cuidado coletivo e contribuir para que as comunidades tenham mais ferramentas para se proteger hoje e no futuro”, afirma Leticia Pires, Head de Pest Control. As atividades acontecem aos sábados e domingos, a partir de 17 de janeiro, das 10h às 17h, garantindo maior presença das famílias e engajamento da população local. O protocolo da ação se mantém estruturado em duas frentes complementares — Conscientização e Limpeza —, com equipes formadas por 20 promotores por dia de ativação. Todos os promotores são moradores das próprias favelas, que assumem o papel de protagonistas da transformação local, atuando como embaixadores da prevenção, conduzindo diálogos diretos com a população, distribuindo materiais educativos e esclarecendo dúvidas de forma próxima, legítima e culturalmente conectada à realidade do território. “Ninguém está imune à dengue, mas todos podemos ser parte da solução. Sabemos que a doença pode evoluir para quadros graves. É essa urgência que nos move. Manter a guarda alta e levar a conscientização adiante é a única forma de garantir que o nosso esforço se converta, efetivamente, em vidas salvas,” diz Geovana Borges, Vice presidente da CUFA São Paulo. Para ampliar a visibilidade e estimular a participação dos moradores, a ação conta com um carro equipado com sistema de som, acompanhado por dois atores caracterizados como um casal de mosquitos. Juntos, eles circulam pelas favelas ao lado das equipes de mutirão de limpeza e conscientização, chamando a atenção para a importância do combate ao Aedes aegypti e incentivando a adoção de práticas preventivas no dia a dia.  Ao longo do período de realização da iniciativa, a expectativa é impactar cerca de 48 mil moradores, promovendo informação qualificada, engajamento comunitário e mudança de comportamento de forma contínua e estruturada.  Neste ano, a iniciativa amplia seu alcance com um reforço relevante no pilar social. SBP fortalece seu compromisso com a empregabilidade jovem, apoiando talentos formados em audiovisual por meio dos projetos da CUFA. Jovens das próprias favelas passam a atuar diretamente na criação de conteúdos e na documentação das ações realizadas nos territórios, contribuindo para o desenvolvimento de suas trajetórias profissionais e ampliando a presença e a legitimidade da marca dentro das favelas.  Complementando essa frente, SBP realiza a doação de 540 mil unidades de Repelex Spray, entre produtos multi-inseticida e para insetos voadores, para a CUFA, que será responsável pela distribuição nesses territórios de São Paulo e do Rio de Janeiro. A doação tem como objetivo ampliar o acesso à proteção contra o mosquito Aedes aegypti entre as populações que mais precisam, especialmente em um cenário de aceleração dos casos de dengue, reforçando o compromisso da marca com a saúde pública. Com o “Juntos Contra o Mosquito”, SBP e CUFA reafirmam que o combate à dengue exige presença, diálogo e ação contínua nos territórios, fortalecendo a conscientização, a prevenção e o cuidado coletivo onde eles são mais necessários. 

Inteligência artificial, algoritmos e neurodireitos: O panorama da saúde em 2026

Por Leonardo Vieira, advogado O ecossistema da saúde no Brasil vive, neste início de 2026, uma tensão sem precedentes. Não se trata mais apenas da clássica falta de leitos ou do acesso a medicamentos. O campo de batalha jurídico agora é digital, algorítmico e, surpreendentemente, neural. A primeira grande mudança é o fim da era da “decisão soberana” do médico. Com a inteligência artificial integrada aos diagnósticos, surge uma pergunta incômoda: se o algoritmo errar, quem será responsabilizado?Enquanto hospitais recorrem à medicina defensiva para se resguardar, o Congresso corre para votar o Marco Legal da IA (PL nº 2.338/2023), que busca definir se o erro deve ser atribuído ao profissional de saúde ou a um defeito do software. O projeto também estabelece exigências rigorosas de compliance, transparência e supervisão humana. Ao mesmo tempo, o Conselho Federal de Medicina (CFM) anunciou que publicará uma resolução nacional com diretrizes éticas para o uso de IA por médicos, tentando oferecer segurança jurídica e parâmetros claros de atuação. Paralelamente, o paciente brasileiro está prestes a ver sua intimidade mais profunda colocada à prova pelo Open Health. O Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) avançam na implementação de padrões de interoperabilidade que permitem a portabilidade de dados clínicos e cadastrais dos pacientes entre diferentes atores do sistema (SUS, operadoras, laboratórios). A promessa de permitir que seus dados clínicos circulem livremente para agilizar atendimentos e exames vem acompanhada de um efeito colateral inquietante: o risco de que operadoras utilizem essas informações para selecionar apenas clientes considerados “saudáveis” e penalizar os demais com reajustes abusivos ou barreiras de acesso. Por fim, no campo constitucional, o Brasil se prepara para assumir protagonismo com a chamada “PEC dos Neurodireitos” (Proposta de Emenda à Constituição nº 29/2023), que altera o Art. 5º da Constituição Federal para incluir a proteção à integridade mental e à transparência algorítmica no rol de direitos fundamentais.  A proposta busca instituir um Habeas Mentem — uma salvaguarda contra a leitura, o acesso e a manipulação da atividade cerebral por tecnologias de monitoramento. A ideia é assegurar que nossos pensamentos permaneçam como o último território inviolável da privacidade humana. Diante desse cenário, o Brasil se vê obrigado a redefinir, em ritmo acelerado, os limites éticos, jurídicos e tecnológicos da própria noção de cuidado em saúde. A convergência entre inteligência artificial, interoperabilidade de dados e neurotecnologias inaugura oportunidades inéditas, mas também riscos que exigem vigilância institucional e maturidade regulatória.  O país está diante de uma encruzilhada histórica: ou constrói salvaguardas robustas para proteger pacientes, profissionais e a própria democracia cognitiva, ou permitirá que a inovação avance sem freios, deslocando direitos fundamentais para um terreno de incertezas. O futuro da saúde — e da privacidade mental — dependerá das escolhas feitas agora. *Advogado e consultor jurídico. Sócio júnior do escritório Piazza & Schiewe Advogados. Pós-graduando em Direito 4.0: Direito Digital, Proteção de Dados e Cibersegurança pela Pontíficia Universidade Católica do Paraná – PUC/PR.

Campanha da Farmarcas fortalece os negócios no varejo farmacêutico em todo o país

O varejo farmacêutico brasileiro vive um ciclo consistente de expansão, impulsionado principalmente pelo associativismo. Apenas em 2025, cerca de 6 mil novas farmácias foram abertas no país, segundo o Sebrae. Hoje, o Brasil soma mais de 94 mil estabelecimentos em operação e um faturamento anual de R$ 235 bilhões, de acordo com a IQVIA – líder global no uso de informação, tecnologia, análises avançadas e expertise humana. Nesse cenário, estratégias estruturadas têm sido decisivas para garantir escala, competitividade e sustentabilidade aos empreendedores desses negócios. É com essa lógica que a Farmarcas –  associação que reúne 11 redes de farmácias – atua, combinando inteligência comercial, força coletiva e iniciativas nacionais com execução regional, ampliando a capacidade competitiva do varejo farmacêutico. Dentro desse modelo, a promoção “Compra Bem que a Sorte Vem” se consolida como uma alavanca estratégica ao colocar o associado no centro da ação e permitir que farmácias regionais operem com uma campanha de grande porte, iniciativa normalmente restrita às principais redes do mercado nacional. Mais do que uma ação promocional, a iniciativa fortalece a marca das lojas, amplia o fluxo no ponto de venda e aprofunda a conexão com as comunidades locais. “Seria inviável para um empresário, fora de um ecossistema como o da Farmarcas, realizar uma ação dessa dimensão, que permite aos clientes e atendentes concorrerem a prêmios que somam mais de R$ 2 milhões. O associado apresenta a campanha como sendo da própria farmácia, porque, na prática, ela é. Nosso papel é oferecer estrutura, inteligência e ferramentas para viabilizar essa execução local”, afirma Fabio Chacon, diretor Comercial da associação. Com mais de 1.700 lojas distribuídas entre 11 redes associadas, a Farmarcas cria condições para que seus associados tenham acesso a estratégias de marketing, gestão e capacitação em nível nacional, com impacto direto nos mercados regionais. A pulverização dos prêmios em diferentes cidades reforça o posicionamento das lojas como referências locais e amplia a visibilidade dos negócios em suas regiões. Associativismo como vetor de crescimento regional A campanha também se tornou parte do calendário estratégico das farmácias associadas, contribuindo para maior consistência comercial ao longo do ano. “Cultura é aquilo que se executa. Quando uma estratégia se repete e gera resultados comprováveis, ela passa a fazer parte do planejamento e do dia a dia das lojas”, reforça Chacon. Marcos Pagnussat, 11 anos associado à Farmarcas, tem 22 lojas no Mato Grosso e destaca que a promoção “Compra Bem que a Sorte Vem” teve impacto direto nos resultados comerciais e no engajamento de clientes e equipes. “Pela dimensão e abrangência da campanha, o impacto foi claramente positivo. São prêmios inéditos no varejo farmacêutico, e poder oferecer essa oportunidade aos clientes e atendentes elevou significativamente o engajamento”, afirma. Segundo ele, após o início das divulgações, houve aumento perceptível no fluxo de pessoas nas lojas, resultando em crescimento de 22% no faturamento e 17% no número de atendimentos em relação ao ano anterior. “O principal aprendizado é que não se trata apenas de desconto, mas de gerar vantagens além da compra, engajar a equipe e entender melhor a jornada de cada perfil de cliente”, completa. Já para Diogo Poffo, que é associado há sete anos e tem nove lojas, sendo sete unidades da AC Farma e duas Ultra Popular, distribuídas por Santa Catarina, o impacto da promoção vai além do estímulo imediato às vendas. “A gente sempre trabalha a campanha em todas as lojas, com uma divulgação bem estruturada. Não acredito que o cliente compre mais apenas para ter mais números da sorte, mas ele passa a perceber que ali existe uma vantagem real, algo que outras farmácias não oferecem”, explica. Segundo ele, a credibilidade da ação se fortalece porque realmente são diversos ganhadores. “Desde o início da Campanha, quase todos os anos tivemos clientes contemplados em nossas lojas. Isso permite divulgar a entrega dos prêmios, mostrar que a promoção acontece de verdade e gerar visibilidade local. Esse movimento aproxima a farmácia da comunidade, engaja a equipe e cria uma relação mais próxima entre clientes, colaboradores e o negócio no dia a dia”, completa. Com forte presença fora dos grandes centros, especialmente no Norte, Centro-Oeste e em outras regiões do interior do país, a Farmarcas atua como um vetor de desenvolvimento econômico regional do varejo farmacêutico. “Nosso compromisso é apoiar o associado na construção de um negócio sólido, competitivo e sustentável em sua região. Todas as estratégias que desenvolvemos em conjunto têm como objetivo garantir crescimento consistente e geração de valor no longo prazo”, encerra Fabio Chacon. Campanha “Compra Bem que a Sorte Vem” A 8ª edição da promoção “Compra Bem que a Sorte Vem” reúne mais de R$ 2 milhões em prêmios, incluindo duas casas no valor de R$ 500 mil** cada, 11 prêmios de R$ 50 mil* e 700 vales-compras de R$ 500*, contemplando consumidores e atendentes das farmácias participantes. A campanha envolve mais de 1.600 lojas das 11 redes associadas à Farmarcas, com abrangência nacional e impacto direto nos mercados regionais. Mais informações e regulamento: Compra Bem que a Sorte Vem Sobre a Farmarcas A Farmarcas, organização responsável por 11 redes de drogarias associativistas no Brasil, tem foco em oferecer soluções inovadoras para o crescimento sustentável de empreendedores do setor. Com administração estratégica e suporte em áreas como administração, comercial e marketing, a Farmarcas promove a competitividade e o sucesso de suas associadas, que estão presentes em todas as regiões do país, levando saúde e bem-estar à população.  Promoção válida de 01.10.25 a 30.01.26, na compra de produtos que não sejam medicamentos. Consulte condições de participação e regulamento completo em www.comprabemqueasortevem.com.br. Certificado de Autorização SPA 04.043888/2025. *Premiação entregue em Cartão pré-pago virtual Hub4pay, sem função saque. **Cartão pré-pago virtual no valor unitário de R$ 500.000,00. 

Sing Comunicação é a nova assessoria de imprensa da Memed

A Sing Comunicação foi escolhida como a agência de relações públicas para apoiar a Memed, líder pioneira em prescrição digital no Brasil, utilizada por mais de 140 mil médicos todos os meses. A Memed tem como premissa conectar médicos, pacientes, farmácias e a indústria farmacêutica em um ecossistema que transforma a jornada da prescrição e do cuidado em saúde, sempre com base em ética, privacidade e segurança.  A equipe que atenderá a Memed conta com Marina Dias (executiva de comunicação), Marinna Cortez (gerente de atendimento), somadas a Janaína Leme e Vânia Gracio no alinhamento estratégico entre a Sing e o cliente. “Estamos muito animadas em somar toda a nossa expertise em trabalhar dados e reputação junto aos 14 anos de atuação da Memed no mercado.  Acreditamos que há uma história consistente e relevante para ser compartilhada com a imprensa, contribuindo para ampliar a visibilidade da marca de forma responsável e qualificada “, afirma Vânia Gracio, CEO da Sing Comunicação. Com mais de 200 mil médicos prescritores ao longo de 2025, mais de 3,5 milhões de pacientes atendidos e presença em cerca de 80 mil farmácias, a Memed se consolidou como uma das principais plataformas de prescrição digital do Brasil e como uma referência nacional em dados e inteligência sobre a prática clínica digital, apoiando análises, estudos e decisões no ecossistema de saúde

SPR assina a campanha do Verão 2026 das Farmácias Associadas

Verão pede praia, sol e diversão, mas também cuidado e proteção. Essa é a “pegada”, com um toque divertido e bem-humorado, da campanha do Verão 2026 da Farmácias Associadas assinada pela SPR. A rede, com aproximadamente duas mil lojas espalhadas pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, demandou para a agência um pedido claro e direto: uma campanha para comunicar a linha Revitart Solar. A partir disso, a SPR – que sempre busca descomoditizar com ousadia, criatividade e inteligência estratégica – foi além do básico. Em vez de repetir o discurso tradicional sobre protetor solar, a agência decidiu transformar a comunicação em algo divertido, memorável e educativo, usando criatividade para gerar conscientização real sobre a importância do uso diário do produto durante o período mais intenso de sol. Da proposta nasceu o conceito “Curta o verão sem virar camarão“. Uma ideia simples, popular e imediatamente reconhecível, que conversa com o imaginário do brasileiro e traduz, com humor, uma verdade universal do verão: ninguém quer exagerar no sol e sofrer as consequências. “O grande desafio foi falar de proteção solar sem soar óbvio ou repetitivo, em um território já saturado por mensagens parecidas. Precisávamos capturar a atenção, gerar identificação e, ao mesmo tempo, educar o público. Tudo isso mantendo o produto como protagonista de forma natural”, pontua Giorgia Antunes Lorenz, Diretora de Operações. A solução veio com a criação dos Camarões, os divertidos personagens que protagonizam a campanha. Eles surgem como figuras carismáticas e bem-humoradas que trazem dicas práticas para não “virar um camarão” no verão. E, claro, reforçam a principal delas: passar Revitart Solar. Esses personagens transformam a conscientização em entretenimento, tornando a mensagem leve, compartilhável e altamente memorável. Mais do que uma campanha de verão, “Curta o verão sem virar camarão” é um convite para aproveitar o sol com responsabilidade, humor e proteção, provando que cuidar da pele também pode ser criativo, divertido e relevante. De acordo com Pablo Lucas Ottonelli, Diretor de Marketing da Farmácias Associadas, essa campanha de verão se destaca pela forma como aborda um tema tão relevante como a proteção solar e a prevenção do câncer de pele. “Mais do que falar sobre produto, estamos levando informação, orientação e serviços de saúde a quem frequenta as praias, reforçando o compromisso da Farmácias Associadas com o cuidado integral e o bem-estar das pessoas”, salienta. A ação publicitária conta com peças de PDV, KV, mídia OOH e para redes sociais, além do filme produzido pela Spread Images com áudio da Radioativa. FICHA TÉCNICA Campanha: Verão 25/26 Cliente: Farmácias Associadas Agência: SPR Peças: PDV, KV, filme, outdoor e redes sociais Diretor-Executivo: Juliano Brenner Hennemann Diretor de Estratégia e Inovação: Gustavo Ermel Diretora de Operações: Giorgia Antunes Lorenz Diretor de Criação: Fábio Henckel Gerente de Atendimento: Barbara Vellwock Atendimento: Samantha Silva dos Santos Assistente de Atendimento: Isadora Vogel Moraes Direção de Arte:  Cléber dos Anjos Redação: Rafael Fabra Arte-Finalização: Joel Nunes Coordenadora de Mídia: Adriana Baron Assistente de Mídia: Maria Clara Jung Head de Performance Digital: Fabio Schünke Head de Estratégia Digital: Christian Schünke RTVC Produção Gráfica: Luana Ramos Produtora: Spread Images  Áudio: Radioativa Aprovação do Cliente: Susy Sousa e Pablo Lucas Ottonelli

Janeiro Branco: Joel Jota recebe Dra. Ana Beatriz Barbosa no Jota Jota Podcast e discutem os motivos da piora da saúde mental nos próximos anos

Em sintonia com o Janeiro Branco, campanha global de conscientização sobre saúde mental criada no Brasil em 2014, o Jota Jota Podcast lança um dos episódios mais reflexivos da temporada. No episódio de número 261, intitulado “Por que a saúde mental vai piorar nos próximos anos?”, Joel Jota recebe a psiquiatra e escritora Dra. Ana Beatriz Barbosa para uma conversa profunda, direta e fundamentada sobre mente humana, comportamento e os excessos da vida moderna. Reconhecido como um dos principais podcasts de negócios, desenvolvimento pessoal e alta performance do país, o Jota Jota Podcast amplia, neste episódio, o olhar para além dos resultados e da produtividade, colocando a saúde mental no centro do debate. A conversa percorre temas urgentes como o aumento expressivo dos diagnósticos de ansiedade, depressão e TDAH, os impactos do uso excessivo de telas, a banalização da saúde mental nas redes sociais e a confusão recorrente entre esgotamento emocional e transtornos psiquiátricos. Com base em sua experiência clínica, Dra. Ana Beatriz explica de forma didática a diferença entre mente, cérebro e consciência, alerta para os riscos do uso inconsciente da tecnologia e faz uma análise lúcida sobre o cenário atual e o futuro da saúde mental no mundo. Logo no início do episódio, a conversa aborda um tema provocador: a possibilidade de estarmos vivendo uma verdadeira “pandemia” de doenças mentais. A especialista relembra que, já em 2016, a Organização Mundial da Saúde atuava fortemente na prevenção do suicídio, diante de números alarmantes que indicavam uma morte a cada 41 segundos no mundo. Um dos momentos mais marcantes do episódio é a explicação sobre o conceito de ansiedade. Para a psiquiatra, ansiedade é, essencialmente, medo — porém um medo subjetivo, não concreto. Diferente do medo palpável, a ansiedade surge de sensações difusas, como a percepção de não pertencimento ou inadequação, o que ajuda a explicar por que ela se tornou um dos transtornos mais comuns da atualidade. A conversa também provoca uma reflexão importante sobre a geração atual, que vive um paradoxo: nunca houve tanto acesso à informação e, ao mesmo tempo, tantos casos de adoecimento emocional. Segundo Dra. Ana Beatriz, informação não gera, necessariamente, conhecimento, e conhecimento sem experiência não produz sabedoria. Joel Jota complementa ao reforçar que saber algo na teoria é muito diferente de saber viver aquilo na prática. Outro ponto central do episódio é o impacto dos excessos. A especialista alerta que o ser humano não é moldado para viver em excesso — seja de trabalho, consumo, estímulos ou dinheiro — e que o adoecimento é uma consequência direta desse desequilíbrio. “O dinheiro é bom, mas tem um teto. E não é que você não possa passar, você pode, mas é importante ter conhecimento e sabedoria. Senão o mesmo dinheiro vai te adoecer. Depois que você chega em um teto em que o dinheiro satisfaz necessidades de saúde, educação e lazer, que já é bastante… Se você começa a ter muito, sem sentido e sem propósito de onde vai aplicar, o que esse dinheiro vai trazer de movimento. Se ele não tiver essa função, a pessoa adoece”, explica a doutora. A pessoa começa a viver excessos que não são saudáveis, o que acontece muito atualmente com influenciadores digitais, jogadores de futebol e artistas que ganham muito dinheiro e passam a se envolver em polêmicas, violência e drogas.  Ao conectar ciência, comportamento e vida prática, o episódio reforça o propósito do Janeiro Branco de convidar a sociedade a refletir sobre saúde mental de forma responsável, profunda e contínua, não apenas como tendência, mas como necessidade. À frente dessa conversa está Joel Jota, empresário, investidor, escritor best-seller e uma das maiores referências em alta performance do Brasil. Com mais de 15 milhões de seguidores, ele encerra 2025 como TOP 3 Podcast mais ouvido no Spotify Brasil. Mestre em Ciências do Esporte e doutor em Educação e Novas Tecnologias, Joel construiu uma carreira marcada pela formação de pessoas, líderes e negócios, sempre guiado pelo lema: “Saúde, família, trabalho. Não inverta a ordem”. Mais do que números, o episódio #261 do Jota Jota Podcast reforça o compromisso de Joel Jota com impacto duradouro, consciência e responsabilidade. Uma conversa essencial para quem deseja entender o que realmente está acontecendo com a mente humana e buscar uma vida com mais equilíbrio, propósito e saúde emocional. Mais do que números, o episódio #261 do Jota Jota Podcast reforça o compromisso de Joel Jota com impacto duradouro, consciência e responsabilidade. Uma conversa essencial para quem deseja entender o que realmente está acontecendo com a mente humana e buscar uma vida com mais equilíbrio, propósito e saúde emocional.

Pocoyo ganha linha exclusiva de produtos da Sanfarma

A Sanfarma, referência nacional em produtos farmacêuticos e cuidados pessoais — e que segue ampliando seu portfólio com soluções cada vez mais completas — apresenta ao mercado a nova linha infantil Sancare Pocoyo. Os lançamentos, que incluem Toalhas Umedecidas e Hastes Flexíveis, foram desenvolvidos para tornar a rotina de higiene dos pequenos mais prática, segura e divertida. Inspirados no personagem Pocoyo, ícone das telas que encanta crianças ao redor do mundo, os produtos chegam com embalagens coloridas, modernas e que reforçam o vínculo emocional das famílias com personagens conhecidos da TV. A estratégia acompanha uma forte tendência de mercado: o uso de licenças infantis como forma de aproximar marcas do público consumidor e transformar itens essenciais em experiências mais afetivas. De acordo com Luciano Biagi, CEO da Sanfarma, o lançamento representa mais um passo na consolidação da empresa no segmento infantil. “A linha Sancare Pocoyo reforça nossa missão de unir cuidado, segurança e proximidade com as famílias. Trazer um personagem tão querido amplia nossa conexão com o público infantil e fortalece a experiência de uso dos produtos no dia a dia”, afirma o executivo

Após 25 anos, Sidney Oliveira anuncia virada histórica na Ultrafarma e aposta em um novo modelo de consumo no Brasil

Depois de 25 anos à frente de uma das marcas mais populares do varejo farmacêutico brasileiro, Sidney Oliveira, fundador e presidente da Ultrafarma, prepara uma mudança estrutural que promete reposicionar a empresa e provocar o setor. Em silêncio absoluto e sob rigoroso sigilo, o empresário trabalha na criação de uma megaloja-conceito, integrada a um novo e robusto ecossistema de e-commerce, com foco total na experiência do consumidor. A decisão envolve o fechamento definitivo de todas as unidades localizadas na Avenida Jabaquara, incluindo a unidade da Estação Saúde Ultrafarma, e a concentração da operação física em um único espaço de grande porte, que será instalado na Zona Norte de São Paulo, com mudança prevista para acontecer em curtíssimo prazo. Com cerca de 3 mil metros quadrados, a nova superloja contará, além da tradicional venda de medicamentos e serviços, com uma Ótica Ultrafarma e uma farmácia de manipulação, com o objetivo de oferecer o máximo de praticidade em um só lugar. A estrutura terá ainda entrega expressa para diversas regiões da Grande São Paulo, enquanto as entregas para todo o Brasil continuam sendo realizadas a partir do grande e moderno centro de distribuição da Ultrafarma, com 15 mil metros quadrados, localizado em Santa Isabel (SP). Mais do que uma simples troca de endereço, o projeto representa uma virada de mentalidade. A ideia começou a tomar forma durante um jantar na casa de Íris Abravanel, empresária e viúva de Silvio Santos (1930 – 2024), evento que reuniu Sidney Oliveira, Luiza Trajano, presidente do Magazine Luiza, e Luciano Hang, conhecido como “Véio da Havan”. A inspiração veio de um dos cases mais emblemáticos do varejo nacional: a megaloja Magalu, concebida sob a liderança de Luiza Trajano, referência absoluta quando o assunto é inovação centrada no cliente. Após a inauguração da unidade, Sidney visitou a loja em pleno funcionamento, e a experiência fortaleceu ainda mais sua convicção, ajudando a consolidar o conceito do novo projeto. “Eu sempre acreditei que o consumidor precisa de facilidade, clareza e respeito. Quando vi o que a Luiza construiu, percebi que o futuro não está em espalhar lojas pequenas, mas em criar um lugar onde tudo funcione melhor para quem compra”, afirma Sidney Oliveira. “É menos dispersão, mais eficiência e uma experiência muito mais completa”. O novo modelo aposta em menos pontos físicos e mais inteligência operacional, com uso eficiente de inteligência artificial para otimizar processos. Com a redução de custos a partir do fechamento de outras unidades e a concentração da operação em um único espaço, a empresa ganha escala e eficiência, o que permite praticar preços ainda mais baixos e competitivos, além de ampliar o volume de vendas. A proposta é que o cliente encontre, em um único ambiente, tudo o que precisa, do medicamento básico ao atendimento rápido e ágil. “Essa mudança não é sobre fechar lojas. É sobre iniciar uma nova era de inovação. O consumidor mudou, e a Ultrafarma precisa acompanhar essa mudança com coragem e visão”, resume o empresário. “Estamos desenhando algo que melhora a compra, facilita o atendimento e fortalece a relação das pessoas com a Ultrafarma.” O projeto está em fase avançada de implantação, com equipes técnicas trabalhando dia e noite, sete dias por semana, na adaptação do imóvel e no desenho da nova operação. Detalhes como investimento, endereço e parceiros permanecem sob confidencialidade estratégica, reforçando o caráter disruptivo da iniciativa. Com essa movimentação, Sidney Oliveira novamente sinaliza um novo caminho para o varejo farmacêutico brasileiro, apostando em escala, experiência e centralização, um modelo que dialoga diretamente com o que há de mais avançado no varejo nacional e que pode redefinir a forma como o consumidor se relaciona com as farmácias no país.

Goiânia recebe o Health Innovation Fórum (HIF) 2026

O Health Innovation Fórum 2026 (HIF 2026) será realizado nos dias 28 e 29 de janeiro de 2026, no Espaço Dois Ipês, em Goiânia (GO). O evento consolida-se como uma das principais feiras hospitalares do cenário nacional, reunindo aproximadamente 1.500 profissionais da área da saúde, gestores, líderes e empresas que atuam diretamente na transformação do setor. Com mais de 50 palestrantes confirmados, o HIF 2026 se firma como um fórum que vai além da teoria, trazendo casos reais de aplicação de IA, integração digital e robótica, além de arenas temáticas, focus groups, podcasts ao vivo e demonstrações tecnológicas de mercado. “O setor hospitalar não vai quebrar, ele vai mudar. Os hospitais ainda funcionam, mas com dor, custo e perda. O problema não é visível como uma catástrofe, é silencioso como um sistema travado. Quem não evoluir agora, vai desaparecer nos próximos anos. O Brasil ainda não tem um centro de gravidade para a inovação em saúde. Falta um espaço onde decisões se encontram, onde o futuro se articula, e onde os protagonistas falam entre si, não sozinhos. O HIF não acontece, ele convoca. É onde quem pensa, decide e faz a saúde acontecer se reúne, não por agenda, mas por urgência”, ressalta Gabriel Alencar Coelho, CEO da Hospcom, empresa idealizadora do evento. Ao todo, serão dois dias de imersão completa em inovação hospitalar, cinco arenas temáticas para discussões especializadas, 60 atividades entre palestras, workshops e demonstrações e mais de 1500 decisores moldando o futuro da saúde no Brasil. Trata-se de uma experiência enriquecedora e única no segmento. Diretores Hospitalares, engenheiros clínicos, profissionais acadêmicos, de Startups e da indústria estarão presentes. “Agir é o verbo que define o evento, estimulando líderes a romper a inércia e acelerar a adoção de tecnologias que já transformam o cuidado no mundo”, afirma Coelho. Entre os temas centrais do HIF 2026 estão assuntos relevantes como Inteligência Artificial aplicada à saúde, Integração digital e interoperabilidade (Big Data), Robótica assistencial e cirúrgica, Gestão e planejamento digital, Governança clínica e sustentabilidade, além de novos modelos de cuidado, produtividade e eficiência. SERVIÇO:Evento: HIF – Health Innovation Forum 2026Data: 28 e 29 de janeiro de 2026Local: Espaço Dois Ipês – Av. Quitandinha, 600, Setor Jaó, Goiânia (GO)Capacidade: 1.500 participantesSite: https://healthinnovationforum.com.brPúblico-alvo: gestores, diretores hospitalares, clínicas, operadoras, startups, indústrias, investidores, universidades e centros de pesquisa.

Como a permeação inteligente se tornou o novo diferencial das fórmulas de skincare

A rotina de skincare está passando por um momento de transformação profunda. Se antes a busca por resultados estava centrada em ativos cada vez mais potentes, hoje o foco se desloca para outra questão essencial: como fazer esses ingredientes chegarem ao lugar certo, na quantidade certa e no tempo ideal. É desse movimento que nasce o conceito de permeação inteligente, que começa a dominar pesquisas, laboratórios e produtos de nova geração. Com a pele funcionando como uma barreira altamente seletiva, apenas uma fração dos ativos aplicados consegue atravessar suas camadas de maneira eficaz. A pesquisa em beleza avança para desenvolver maneiras de potencializar a absorção sem comprometer a integridade cutânea. É a combinação de inteligência de entrega, bioinspiração e segurança dermatológica que define a nova fronteira da cosmética. De acordo com Thomas Kim, farmacêutico e responsável técnico da Osang Cosmetic, essa virada representa uma mudança de mentalidade na indústria: “Estamos entrando em uma fase em que a eficácia não depende apenas da potência do ingrediente, mas da inteligência de como ele chega até as camadas mais profundas da pele. A permeação se tornou um pilar central das formulações de alta performance, trazendo resultados mais consistentes.” O que está impulsionando essa nova eraO avanço das fórmulas que ampliam a absorção é resultado da convergência de tecnologias antes restritas a ambientes clínicos. Entre elas, ganham destaque as microespículas marinhas, que criam microcanais temporários capazes de potencializar a recepção de ativos; os exossomos vegetais, que atuam como mensageiros biológicos, facilitando o transporte de nutrientes entre células; os biopolímeros encapsulados, que liberam ingredientes de forma controlada e prolongada; e ainda os sistemas com pH fisiológico, que otimizam a biodisponibilidade e fortalecem a barreira cutânea. Juntas, essas estratégias compõem o cenário da permeação inteligente, oferecendo maior impacto com fórmulas mais leves e toleráveis. A força das microespículas marinhasDerivadas de esponjas marinhas, as microespículas são responsáveis por abrir vias microscópicas e transitórias que favorecem a entrada dos ativos aplicados logo após o produto. A técnica, inspirada em mecanismos de defesa naturais desses organismos, entrega resultados eficazes sem agressão, descamação ou incômodo prolongado. Segundo Thomas Kim, essa é uma das tecnologias mais revolucionárias da atual onda de inovação: “As microespículas marinhas são um dos avanços mais interessantes dessa nova era da permeação inteligente. Elas criam microvias temporárias que ampliam a receptividade da pele aos ativos, aumentando a eficácia de cada etapa da rotina sem causar agressão. Um dos exemplos é a Wati for Skin, marca do portfólio da Osang Cosmetic, que incorpora o sistema Microshot 100, baseado justamente em microespículas marinhas, para potencializar a absorção em essências, ampolas e máscaras. Essa combinação de tecnologia bioinspirada e segurança dermatológica reflete o que entendemos como alta performance acessível”, explica. Resultados mais consistentes, rotinas mais inteligentesO uso contínuo dessas tecnologias evidencia vantagens claras: maior entrega de ingredientes como niacinamida, centella asiática, colágeno, pantenol, antioxidantes e peptídeos; texturas mais leves com performance superior; e melhora visível em firmeza, luminosidade, uniformidade e recuperação da barreira cutânea. Mais do que “potencializar”, o que se inaugura é uma nova lógica de formulação, em que cada etapa prepara a pele para a próxima, construindo resultados de forma cumulativa. Um novo momento para o skincare no BrasilPara Kim, essa evolução representa não apenas uma tendência tecnológica, mas um movimento educativo: “A permeação inteligente ajuda a reforçar um princípio fundamental: não basta aplicar um bom ativo, é preciso garantir que ele seja realmente absorvido. Esse entendimento aproxima as pessoas de rotinas mais eficientes, personalizadas e compatíveis com a biologia da pele.” Ele destaca que o setor de beleza vive um período de transição, em que consumidores buscam mais precisão e transparência, e em que as fórmulas passam a ser pensadas para trabalhar de maneira estratégica, etapa por etapa. Esse olhar mais cuidadoso sobre a forma como os ingredientes chegam à pele abre espaço para produtos mais funcionais, texturas mais leves e resultados mais consistentes — marcando um avanço rumo a um skincare mais inteligente e sofisticado.

FUABC expande parceria e assina quatro novos convênios com o Governo do Estado

A Fundação do ABC, reconhecida nacionalmente por sua ampla expertise em gestão de saúde, ampliou a parceria com o Governo do Estado de São Paulo com a assinatura recente de quatro novos convênios junto à Secretaria de Estado da Saúde. Os serviços assistenciais estão localizados no Hospital Geral Prefeito Miguel Martin Gualda, em Promissão; Hospital Estadual Especializado em Reabilitação Dr. Franscisco Ribeiro Arantes, em Itu; Hospital Estadual de Mirandópolis; e Hospital Infantil Cândido Fontoura, na Zona Leste da Capital. No Hospital Geral Prefeito Miguel Martin Gualda, em Promissão, município localizado na região de Bauru, a FUABC assume neste 12 de janeiro o Centro Cirúrgico, o Pronto-Socorro Adulto e Infantil, a Enfermaria Cirúrgica, 10 leitos da UTI Adulto e a Central de Material e Esterilização. A unidade é referência regional no atendimento a urgências e emergências, cirurgias e internações pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Atende a oito municípios da microrregião de Lins (DRS VI – Bauru) e sete do Consórcio Intermunicipal de Saúde de Penápolis (DRS II – Araçatuba), além de prestar suporte ao sistema prisional regional e a municípios vizinhos do DRS IX – Marília. A unidade atua como hospital de porta aberta e realiza atendimentos em pronto-socorro, UTI adulto, clínica médica e cirurgias em diversas especialidades, além de internações eletivas reguladas pelo Sistema Informatizado de Regulação do Estado de São Paulo (SIRESP). O serviço também oferece retaguarda para pacientes em hemodiálise e acompanha intercorrências de nefrologia, ampliando sua atuação assistencial nas regiões dos DRS VI e II. A execução dos serviços pela FUABC compreende a atuação multiprofissional, incluindo atendimento médico e de enfermagem, de técnicos de imobilização, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e serviço social, assegurando a oferta contínua e qualificada por meio de equipes compostas por profissionais diaristas e plantonistas. O convênio terá duração de 12 meses, com custo global de R$ 44,2 milhões. HOSPITAL CÂNDIDO FONTOURA Na Zona Leste da Capital, a FUABC ampliou sua atuação no Hospital Infantil Cândido Fontoura, onde já gerenciava o Pronto-Socorro Pediátrico e 10 leitos da UTI Infantil. O antigo convênio, iniciado em 2022, foi encerrado. Iniciado em 5 de janeiro, o novo plano de trabalho contempla – além dos antigos serviços – a Enfermaria Pediátrica, com 15 novos leitos. A publicação no Diário Oficial do Estado ocorreu em 1º de dezembro. Trata-se da maior unidade hospitalar infantil do Estado, atualmente com 118 leitos. O convênio terá duração de 12 meses, com custo global de R$ 29,6 milhões. O modelo de trabalho será baseado na organização de fluxos assistenciais seguros, integrados e em conformidade com os protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do hospital. A assistência será prestada por uma equipe multiprofissional composta por médicos especialistas em Pediatria e Terapia Intensiva Pediátrica, equipe de enfermagem, fisioterapeutas e profissionais de apoio administrativo. ITU A FUABC assumiu, em 24 de novembro, o gerenciamento de 38 leitos de cuidados prolongados de transição em pacientes clinicamente estáveis no Hospital Estadual Especializado em Reabilitação Dr. Franscisco Ribeiro Arantes, em Itu, interior do Estado. A Unidade de Cuidados Prolongados é destinada ao atendimento de pacientes clinicamente estáveis em fase de transição, oriundos da rede pública de saúde vinculada ao Departamento Regional de Saúde (DRS) XVI de Sorocaba. Esses pacientes, frequentemente acometidos por sequelas de quadros clínicos, cirúrgicos ou traumatológicos, necessitam de suporte contínuo para reabilitação funcional, readaptação à vida cotidiana e continuidade do tratamento em ambiente adequado e acolhedor. A gestão da FUABC contribuirá de forma estratégica para a organização da rede de atenção à saúde, promovendo a otimização do uso de leitos hospitalares, especialmente em serviços de urgência e emergência, como as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e enfermarias. Por meio de encaminhamentos regulados, será possível reduzir a permanência indevida nesses ambientes, assegurando maior rotatividade e acesso para pacientes em condições mais agudas. Para atendimento dos pacientes a FUABC disponibilizará uma equipe multidisciplinar com atendimento médico, de enfermagem, fisioterápico, psicológico, fonoaudiólogo, farmacêutico, de assistência social e terapia ocupacional. Com duração de 12 meses, o convênio tem valor mensal de R$ 848,7 mil, ou R$ 10,1 milhões no valor global. No município, a FUABC também é responsável, desde maio de 2025, pelo gerenciamento do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) Itu. MIRANDÓPOLIS No Hospital Estadual de Mirandópolis, localizado na região do Oeste paulista, a cerca de 600km da Capital, a FUABC deu início ao gerenciamento do serviço de urgência e emergência no ano de 2023. Após encerramento do convênio, a entidade venceu novo chamamento público da Secretaria de Estado da Saúde, desta vez para gestão de um contrato ampliado: além do PS adulto e infantil, são mais 10 leitos de UTI Adulto e 15 leitos de Enfermaria de Clínica Médica. A publicação no Diário Oficial do Estado ocorreu em 5 de novembro e a FUABC assumiu o serviço dia 1º de janeiro. As equipes da FUABC disponibilizam atendimento médico nas especialidades de Clínica Médica, Medicina Intensiva, Ortopedia, Cirurgia Geral, Ginecologia e Obstetrícia e Pediatria, além de profissionais de enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia e de áreas administrativas. O Hospital Estadual de Mirandópolis é uma unidade de média complexidade com cerca de 100 leitos, estruturada para o atendimento exclusivo à população usuária do SUS, contando com Ambulatório de Especialidades com Serviços de Apoio e Diagnóstico, pronto-socorro, Centro Cirúrgico, Centro de Material e Esterilização, Central de Dose Unitária e Agência Transfusional. O novo contrato com a SES tem validade de 12 meses e custo global de R$ 36,4 milhões. QUASE 60 ANOS DE TRADIÇÃO Caracterizada como pessoa jurídica de direito privado, qualificada como Organização Social de Saúde e entidade filantrópica de assistência social, saúde e educação, a Fundação do ABC está presente em unidades de saúde instaladas em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Diadema, Itatiba, Itapevi, Itu, Ferraz de Vasconcelos, Sorocaba, Carapicuíba, Mirandópolis, Promissão, Araçatuba, São Paulo (Capital) e Mogi das Cruzes, além de Praia Grande, Santos e Guarujá. Com mais de 30 mil colaboradores diretos, a entidade realiza mais de 14 milhões de consultas e atendimentos por ano, além de 172 mil cirurgias, 124 mil internações e

Nova campanha publicitária da MedLevensohn destaca o lançamento do novo sensor de monitoramento contínuo da glicose da marca

Um apresentador com um jaleco da MedLevensohn, fala dos produtos da marca em um comercial que parece ser uma propaganda. Apesar da repetição incansável do nome da companhia, o personagem não parece seguro disso. Essa é a tônica de humor da nova campanha da agência Onzevinteum para a marca de saúde e bem-estar, com foco nos produtos para monitoramento de glicose e na linha de testes rápidos, com foco no consumidor final. Com o mote ‘Essa campanha da MedLevensohn é mesmo da MedLevensohn?’, a estratégia principal é informar ao consumidor que a companhia está por trás de muitos produtos de qualidade para a saúde, com destaque para o Smart 2.0, monitor contínuo de glicemia com tecnologia bluetooth que é o menor e mais moderno do mercado, os Medtestes para várias doenças, desde Covid-19, H1N1 até HIV e hepatite, as tiras tradicionais de monitoramento de glicemia, entre outros produtos. “Usando humor e leveza, passamos de um jeito popular e democrático o conceito da MedLevensohn, como marca guarda-chuva em produtos de qualidade para a saúde e bem-estar”, diz Gustavo Bastos, CEO e CCO da Onzevinteum. Para a MedLevensohn, a campanha reflete a importância da marca para o controle da saúde dos brasileiros. “A MedLevensohn está há 23 anos no mercado e, desde o início, se preocupa em entregar produtos de qualidade que auxiliam no controle da saúde. A nova campanha publicitária produzida pela Onzevinteum retrata muito bem esta relação entre consumidor e marca. O toque de humor utilizado equilibra leveza para falarmos sobre um tema tão sério, que é o cuidado, prevenção e controle da saúde para melhor qualidade de vida e longevidade”, aponta Fernando Marinheiro, diretor Comercial da MedLevensohn. Ao todo, serão cinco filmes trazendo o mesmo personagem e sempre pairando a dúvida se a propaganda se refere à MedLevensohn ou não. Além dos comerciais de 30″ e 15″, com veiculação em TV aberta e fechada, além de mídia digital, redes sociais e mídia focada em consultórios médicos, a campanha ganha spots em rádios, peças gráficas e de PDV. Ficha técnica Cliente: MedLevensohn Produto: MedLevensohn e seus produtos Agência: Onzevinteum Simplicidade Criativa Criação: Gustavo Bastos, Diego Crisostomo Social Mídia: Clara Lorenzi e Danilo Dragon Mídia: Janice Pereira Aprovação: Thiago Oliveira e Fernando Marinheiro Produtora: @sobremesaideias Diretor: @educama Produtor executivo: @alvaro_pacheco_x Direção de produção: @duda.aulicino Direção de fotografia: @frgustavo Assistente de fotografia: @juan.alexx @brunoguiol Som Direto: @marcos_gatinho Maquiagem / Cabelo: @essavivi

Anestech lança painel de dados para gestão individual da prática anestésica

A Anestech, empresa de tecnologia em anestesia criada a partir da prática de médicos anestesistas, anuncia o Anestesia Cloud, um painel analítico voltado à prática individual do anestesiologista. Integrado ao AxReg, ficha anestésica digital da companhia, o sistema organiza dados em indicadores de completude de registro, produtividade e qualidade assistencial, com impacto também para gestores e instituições de saúde. Um dos pontos de partida da solução – pioneira no Brasil – é enfrentar dificuldades comuns na rotina da especialidade: pouca clareza sobre o próprio perfil de atuação, dificuldade em acompanhar a produção ao longo do tempo, baixa previsibilidade da agenda e pouca visibilidade sobre vulnerabilidades do registro anestésico. Informações relevantes e incidentes ainda se perdem facilmente em registros dispersos ou pouco estruturados. Com o Anestesia Cloud, o conjunto de fichas anestésicas digitais passa a ser apresentado em um painel de indicadores individuais, simples de acessar e interpretar. Segundo a Anestech, o anestesista pode se autoavaliar de forma objetiva, comparar-se com o próprio histórico e ajustar sua prática com base em evidências. Ao mesmo tempo, gestores de grupos e centros cirúrgicos têm uma visão consolidada da equipe. O painel se organiza em três grandes eixos. O primeiro é a completude do registro anestésico. Um score mostra a porcentagem de fichas bem preenchidas e aponta onde há lacunas. É possível identificar rapidamente campos essenciais faltantes ou incompletos, como classificação ASA, técnica anestésica e peso, entre outros dados clínicos relevantes. Ao clicar no indicador, o profissional visualiza a lista de fichas e os respectivos campos pendentes, transformando um ponto cego em roteiro de melhoria contínua. O segundo eixo reúne dashboards de produtividade, com informações como tempo em anestesia, médias por período e volume médio de procedimentos por dia ao longo de intervalos selecionados. Isso permite acompanhar a produção de forma objetiva, apoiar discussões sobre condições de trabalho, planejamento de agenda e organização do ciclo de receita. O terceiro eixo traz um resumo dos procedimentos realizados e dos incidentes registrados. O anestesista passa a enxergar seu perfil de atuação (quais são os casos mais frequentes, em que tipo de procedimento há mais incidentes e que padrões exigem atenção) em um formato visual e de fácil leitura. Segundo Giorgio Pretto, anestesista e CMIO (chief medical information officer) da empresa, a lógica do Anestesia Cloud parte de um encadeamento simples: registros mais completos e estruturados favorecem decisões clínicas melhores, assistência mais segura, menos glosas e um ciclo de receita mais eficiente. “O painel torna esse ciclo visível, mensurável e acionável, tanto para o anestesista, quanto para o gestor e a instituição”, completa.

Lacday cria primeiro programa de benefícios para intolerantes à lactose no Brasil e já reúne 50 mil inscritos

O número de brasileiros com intolerância à lactose cresce ano a ano — e com ele, os impactos emocionais e sociais dessa condição. Entre restrições alimentares, desconfortos digestivos e receios relacionados ao consumo de derivados do leite, a rotina de quem convive com o problema vai muito além dos sintomas. Ainda assim, muitos consumidores utilizam a lactase de forma incorreta, apenas diante da possibilidade de um sintoma iminente, o que compromete a eficácia esperada. Para transformar esse cenário, Lacday criou o Programa de Benefícios Laclovers, uma plataforma contínua de relacionamento que esclarece sobre o uso correto da enzima e facilita o acesso ao produto. A iniciativa já reúne mais de 50 mil participantes ativos e tem como proposta devolver ao consumidor algo que a intolerância muitas vezes limita: a sua liberdade de escolha. “Ainda existe muita dúvida sobre o que é lactase e como deve ser usada. Nosso objetivo com Laclovers é orientar e apoiar o consumidor, permitindo que conviva com a intolerância com mais leveza, informação e menos limitações”, afirma Cinthia Ribeiro, diretora da unidade de negócios OTC da EMS.  Benefícios reais para o consumidor Cadastrados no EMS Saúde ou no App Laclovers têm acesso a descontos progressivos — 30% na compra de duas unidades de Lacday 60 comprimidos ou a mecânica “Leve 3, Pague 2”, que concede a terceira caixa gratuitamente. O modelo reduz custos, incentiva a regularidade e torna o uso diário muito mais acessível — em um valor médio que fica em R$1,45 por comprimido, abaixo do que as pessoas costumam gastar em um simples cafezinho por dia. Mais que um benefício: uma experiência A expansão do Laclovers acompanha o aumento dos diagnósticos de intolerância e os impactos emocionais vividos pela população. Além dos sintomas físicos, muitos consumidores relatam medo de passar mal fora de casa, vergonha em situações sociais e frustração por precisarem abrir mão de alimentos que gostam. Esse cenário reforça a importância da educação como pilar central da marca. Conteúdos educativos sobre intolerância à lactose e o uso correto da enzima lactase estão disponíveis no portal oficial www.lacday.com.br. Observa-se que ainda há dúvidas sobre mecanismo de ação, tempo adequado de ingestão, duração do efeito e repetição da dose em exposições prolongadas, o que impacta diretamente na autonomia e bem-estar de quem convive com a condição. Mesmo diante dessas dificuldades, Lacday é a marca mais lembrada e preferida entre os entrevistados, com evolução consistente no Top of Mind entre 2023 e 2025. A virada de posicionamento da marca A marca também evoluiu em sua forma de se comunicar. Lacday passou a falar menos da enzima como produto e mais da vida real de quem depende dela. Hoje, o Laclovers está presente em TV aberta, farmácias e ações digitais, ampliando alcance e construindo vínculo recorrente “Passamos a comunicar o clube de vantagens Laclovers. Criamos uma promoção “leve três, pague duas”, que dá direito a 180 comprimidos e acesso a um aplicativo com descontos em comida congelada, consultas com nutricionista, personal trainer e outros benefícios, porque saber conviver com a intolerância é ter mais qualidade de vida, sem dúvida alguma. E nossa proposta é promover a educação e cuidar dessas pessoas que passam por tantos momentos delicados ao se alimentar no dia a dia. A todas elas queremos dizer: não precisa mais ser assim”, explica Cínthia Ribeiro. Tecnologia a favor do consumidor O aplicativo Laclovers disponível para iOS e Android , permite cadastrar a nota fiscal de qualquer apresentação Lacday para acumular cashback e resgatar a partir de R$ 20.Para conhecer todos os detalhes e baixar o app, basta acessar www.lacday.com.br/programa . Com benefícios progressivos, apoio digital e iniciativas contínuas de orientação, o Programa de Benefícios Laclovers reforça o compromisso de Lacday em facilitar a vida de quem convive com a intolerância à lactose. O objetivo é simples: ajudar o consumidor a se privar menos, viver mais e recuperar a liberdade de participar de momentos que envolvem alimentação com segurança e tranquilidade.

Plataforma internacional de financiamento chega ao Brasil como alternativa aos planos de saúde

Empresa pretende ser uma alternativa viável e acessível aos planos de saúde tradicionais A CrowdCare, uma plataforma de financiamento coletivo para despesas médicas, acaba de anunciar o início de suas operações no Brasil. A escolha pelo mercado brasileiro para ampliar os negócios da empresa foi baseada no complexo cenário do acesso aos serviços de saúde no país. A empresa, com sede em Deerfield Beach, na Flórida, opera nos Estados Unidos desde maio de 2025. O modelo de negócios da CrowdCare é atuar como um crowdfunding tradicional, mas com foco exclusivo no financiamento de despesas médicas em geral, incluindo consultas, exames, cirurgias e demais procedimentos hospitalares e clínicos. Por meio de mensalidades fixas, que começam em R$ 250, os membros da plataforma passam a contar com o fundo para financiar suas despesas médicas, como pacientes particulares. Nas prática, o foco da CrowdCare é criar uma comunidade de brasileiros unidos em prol de ajudar uns aos outros a financiar suas despesas médicas. “Embora o Brasil possua um sistema de saúde pública, de caráter universal e financiado por recursos estatais, há importantes entraves que limitam o atendimento à população, como longas filas de esperas, desigualdade de acesso entre regiões, falta de profissionais e limitações para quem depende exclusivamente do SUS”, comenta Lee Cerasani, Fundador e CEO da CrowdCare Américas. O executivo lembra ainda que a saúde suplementar (planos de saúde) atende apenas 25% da população brasileira, sendo a maioria dos beneficiários aqueles que trabalham no regime CLT. “Outro entrave é que os planos individuais, especialmente para trabalhadores do mercado informal, têm preços proibitivos e estão cada vez mais escassos”, acrescenta. “Para além dos valores, os planos de saúde negam procedimentos, descredenciam constantemente médicos, laboratórios e hospitais, além de possuírem burocracias intermináveis para autorizar exames e cirurgias. Ultimamente, outro problema sério é a rescisão unilateral, deixando os usuários sem o plano de forma repentina”, aponta Cerasani. Diante desse complexo cenário, a CrowdCare pretende aumentar o acesso da população aos serviços de saúde, de uma forma inovadora e visionária. Sem rede credenciada, sem burocracias e com valores acessíveis “Há vários diferenciais importantes em nosso modelo de negócio. Para além dos valores acessíveis das mensalidades, o membro pode escolher livremente seus médicos, laboratórios e hospitais, passando nesses serviços, como um paciente particular. Portanto, não existe rede credenciada, nem burocracias, como nos planos de saúde tradicionais”, aponta Cerasani. Entretanto, para manter a saúde do fundo e garantir que todos os membros tenham suas despesas médicas financiadas, existe o compromisso de membro, no valor fixo, de R$ 250 para todos os serviços médicos, exceto para partos, cujo valor é mais alto. Portanto, não importa o valor da despesa médica, a coparticipação do membro sempre será a mesma. “Na prática, toda vez que o membro passa numa consulta, faz um exame ou uma cirurgia, ele participa dos custos por meio desse valor fixo. O restante é financiado pela CrowdCare. A principal vantagem desse modelo de coparticipação é que mesmo que o membro tenha uma alta despesa médica, ele sabe que seu compromisso de membro sempre será nesse valor fixo”, conta o executivo. CrowdCare é um financiamento coletivo para despesas médicas “Gostaríamos de reforçar que a CrowdCare não é um plano de saúde. Os nossos membros são considerados pacientes particulares. A nossa plataforma elimina as barreiras dos planos de saúde, oferecendo uma maneira transparente, flexível e acessível de obter atendimento médico”, conta Karina Brito, CEO da CrowdCare no Brasil. Atualmente, a empresa aceita pessoas de 0 a 64 anos. Além dos planos individuais, a plataforma oferece também o plano familiar, para até 4 pessoas. Os valores das mensalidades são: “Adicionalmente ao financiamento de consultas, exames e cirurgias, a CrowdCare também oferece orientação e consultoria para os membros, especialmente para negociar descontos em procedimentos com valores mais altos, como cirurgias e exames mais complexos. Os membros também podem solicitar financiamento para medicamentos, bem como têm acesso a teleconsultas e psicoterapia online, entre outros serviços de saúde”, diz Karina. Ao contrário dos planos de saúde, a CrowdCare financia todas as despesas médicas que fazem parte dos serviços elegíveis, conforme descrito no contrato. Quanto aos reajustes das mensalidades e do compromisso de membro, a CrowdCare pretende aplicar os índices normalmente usados no Brasil, como o IPCA ou outros. “A saúde é o bem mais precioso do ser humano e os entraves para os cuidados médicos no Brasil têm efeitos importantes, como incapacidade para o trabalho, sobrecarga dos custos de afastamento pelo INSS, atrasos no diagnóstico de doenças que ameaçam a vida, perda da produtividade no trabalho, problemas financeiros e prejuízos na qualidade de vida. Portanto, esperamos trazer à população brasileira uma alternativa inovadora para ter acesso aos serviços de saúde, baseada no poder da comunidade e no uso consciente do financiamento coletivo”, finaliza Cerasani.

Nicole Bahls aposta na Gallant para inspirar mulheres a cuidarem da saúde e autoestima

A apresentadora e personalidade brasileira Nicole Bahls está vivendo um novo momento. Após encerrar sua participação no quadro Dança dos Famosos do Programa Domingão com Hulk, ela volta os holofotes para um tema que considera indispensável na vida de qualquer mulher: o cuidado com o corpo, a saúde emocional e a autoconfiança. Em busca de uma rotina mais equilibrada, prática e possível, Nicole passou a apostar em treinos dentro de casa utilizando equipamentos da Gallant, marca nacional que vem ganhando espaço no segmento fitness ao levar ao consumidor alternativas acessíveis, funcionais e voltadas para o bem-estar diário. Treinar em casa como atitude de autocuidado Nicole reforça que manter a saúde física vai além do visual, pois é também sobre energia, humor, disposição e confiança. A flexibilidade de treinar em casa se tornou fundamental em sua rotina, e os equipamentos da Gallant têm papel direto nisso ao oferecerem soluções compactas, seguras e fáceis de usar, como bikes ergométricas, esteiras e equipamentos multifuncionais. O movimento também acompanha o comportamento crescente do público brasileiro: cada vez mais pessoas têm optado por treinos domésticos por questões de tempo, economia e praticidade. Essa tendência se fortalece especialmente entre mulheres que conciliam múltiplas jornadas. Inspiração possível para a vida real Diferente da narrativa tradicional de celebridades ligadas apenas a treinos intensos ou academias de alto padrão, Nicole escolhe um caminho mais verdadeiro e acessível. Ela mostra que é possível construir resultados gradualmente, com equipamentos simples e um compromisso constante com o autocuidado. Essa representação conecta a Gallant a um público feminino que busca mais confiança, autonomia e bem-estar, reforçando seu posicionamento como marca que democratiza o fitness e acompanha o consumidor em todas as etapas, do iniciante à rotina mais avançada. “A Nicole representa uma mulher contemporânea, multifacetada e em constante reinvenção, exatamente o público que queremos acolher. A Gallant acredita que saúde e autoestima começam pelo movimento, e oferecer soluções práticas para isso é o nosso compromisso,” afirma o Diretor Comercial da Gallant, Diego Calábria. Gallant: saúde ao alcance de todos Com produtos práticos, seguros e acessíveis, a Gallant tem ampliado sua presença no mercado brasileiro e se consolidado como referência em equipamentos fitness para ambientes compactos, treinos domésticos e rotinas flexíveis. A parceria com Nicole reforça o propósito da marca de estimular o cuidado com o corpo e a mente de forma simples, cotidiana e sem barreiras, mostrando que qualquer lar pode ser o ponto de partida para mais confiança e qualidade de vida. Fotografias: Vinny Nunes Rio

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