WAAW By Alok reúne atletas do skate e surf para squad inédito de embaixadores da marca

A WAAW by Alok, expoente nacional em tecnologia de bens de consumo, expande sua presença nos esportes radicais com um time de elite. Unindo os universos do surf e do skate, o squad é formado por atletas de elite como o surfista de ondas gigantes Lucas Chumbo, em seu segundo ano com a marca, Yago Dora, Michelle des Bouillons, Matheus Herdy, Lucas Fink, Pedro Barros, Luigi Cini, Raicca Ventura e por novos talentos como Ryan Kainalo, Alexia Monteiro, Vini Palma, Luara Mandelli e Eiki Martelo. Fruto da sociedade entre WAP, marca referência em soluções para o dia a dia, e Alok, artista brasileiro de maior alcance global, a marca traduz o estilo de vida do artista ao unir suas grandes paixões: a música e o esporte. Para Alok, sócio da marca, essa conexão é visceral: “Música e esporte compartilham a mesma essência: ritmo, disciplina e emoção. O surf e o skate são meus refúgios, onde encontro a liberdade e a conexão necessárias para me superar. Criamos a WAAW para traduzir essa união entre som e movimento. Acredito que cada pessoa tem sua própria batida, e esse squad reflete exatamente o espírito de quem vive intensamente. No fim, o que importa é encontrar a sua frequência e ter a coragem de viver no seu próprio ritmo”, revela o artista. Segundo Paulo Sanford, CEO das empresas WAP e WAAW by Alok: “Todos os embaixadores que aceitaram este convite acreditam na essência e nos valores da marca. ‘Respeita a sua batida’ é mais do que um slogan, está no nosso DNA”. Este anúncio consolida um novo capítulo para a WAAW. Ao unirmos forças com expoentes dos esportes radicais, reafirmamos que nossa entrega vai além do áudio de alta qualidade; entregamos uma experiência de liberdade e identidade”, afirma. Todos respeitam a sua batidaA seleção deste time (integralmente montada pelo team manager Dani Grubba) não foi por acaso; cada embaixador personifica a intersecção entre a alta performance e o estilo de vida proposto pela marca. De um lado, temos a explosão e a técnica de ícones como Yago Dora, atual Campeão Mundial da Liga Mundial de Surfe (WSL) e Pedro Barros, oito vezes campeão mundial e medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio, cujas trajetórias no surf e no skate mundial exigem o foco.  De outro, a nova geração representada por nomes como Vini Palma, multi-campeão paulista e Campeão Brasileiro Sub-14 e Raicca Ventura, atual campeã mundial de Skate Park feminino (Roma, 2024), que trazem o frescor e a autenticidade da cultura urbana e litorânea. Sob a inspiração de compromisso esportivo de Lucas Chumbo, considerado o melhor surfista de ondas gigantes do mundo da atualidade e atual campeão Best Male Performance da WSL Tudor Nazaré e detentor do recorde da maior onda já surfada no Brasil. O grupo traduz a premissa de que, seja encarando ondas gigantes ou pistas desafiadoras, o som é o combustível que dita o ritmo da superação.  A estratégia traz a presença de WAAW em diversos momentos da vida dos atletas – da alta performance à descompressão. É um movimento que aproxima a marca de dois esportes que são símbolo de liberdade, criatividade e ousadia, mostrando que som de qualidade é parte essencial de um estilo de vida autêntico e vibrante. Isso ainda complementa e expande a autoridade da WAAW nos territórios de cultura urbana, entretenimento e bem-estar.

Executivos assumem linha de frente da comunicação nas empresas

A comunicação deixou de ser uma função restrita às áreas de marketing ou relações públicas e passou a fazer parte direta do papel da liderança nas organizações. Cada vez mais empresas esperam que executivos atuem como comunicadores, capazes de traduzir decisões estratégicas, cultura e posicionamentos da companhia para diferentes públicos. Isso significa que está mais fácil encontrar executivos nas redes sociais. Em vez de concentrar a mensagem apenas nos perfis institucionais, organizações têm incentivado líderes e gestores a se posicionarem publicamente, especialmente em plataformas profissionais como o LinkedIn. A estratégia acompanha uma mudança no comportamento do público. Segundo dados compilados pela consultoria Speakap, 76% das pessoas afirmam confiar mais em conteúdos compartilhados por indivíduos do que por marcas. Essa diferença de percepção tem levado empresas a estimular executivos a se tornarem porta-vozes mais ativos da organização nas redes sociais. Ao mesmo tempo, o movimento ocorre em um momento em que a comunicação interna das empresas enfrenta desafios. Um levantamento da consultoria Gallup mostra que apenas 13% dos funcionários concordam que a liderança se comunica de forma eficaz dentro das organizações. Para especialistas em comunicação corporativa, esse cenário ajuda a explicar por que executivos passaram a assumir um papel mais visível na comunicação das empresas.“Os líderes deixaram de ser apenas tomadores de decisão e passaram a ser também comunicadores. Em muitos casos, eles se tornaram o principal canal de conexão entre a empresa, os colaboradores e o público externo”, afirma Maurílio Goeldner, head criativo da Mais Comunic e especialista em media training. Comunicação é parte do papel da liderança A ampliação do protagonismo dos executivos também está ligada a uma preocupação crescente com o engajamento dos funcionários. Estudos globais indicam que cerca de 21% dos trabalhadores se consideram engajados no trabalho, índice que tem levado empresas a investir mais em liderança e comunicação interna. Nesse contexto, CEOs e gestores passaram a assumir um papel mais ativo na comunicação organizacional, tanto dentro quanto fora da empresa. “Hoje, a liderança não comunica apenas decisões estratégicas. Ela precisa traduzir cultura, propósito e direção da empresa de forma clara. A comunicação virou uma competência essencial da liderança”, diz Goeldner. Entre a autenticidade e o risco de crise O aumento da presença de executivos nas redes sociais também traz novos desafios para as empresas. Sem orientação adequada, declarações públicas podem gerar interpretações equivocadas ou crises de reputação. Para Goeldner, o crescimento desse fenômeno tem ampliado a demanda por programas de media training e preparação de porta-vozes. “Incentivar executivos a falar publicamente sem preparação pode gerar ruído. Por outro lado, quando existe orientação estratégica, a presença do líder nas redes fortalece a credibilidade da empresa”, afirma. A tendência é que a comunicação executiva ganhe ainda mais relevância nos próximos anos. “O público quer ouvir pessoas e não apenas marcas. E essas pessoas devem trazer histórias autênticas, que ajudam a fortalecer a cultura daquela empresa”, conclui o especialista. 

Quando a marca ganha rosto: estratégia de mascote vira diferencial competitivo

A BR Machine, referência nacional em máquinas de captura, apresenta seu mais novo lançamento: a pelúcia Garro, mascote oficial da marca. Com visual inspirado em aventuras clássicas, em um estilo que remete ao universo de Indiana Jones, o personagem carrega na mão uma garra e na outra uma pelúcia, elementos centrais da experiência das máquinas de captura, reforçando a identidade e o propósito da empresa. O Garro passa a estar presente em todas as máquinas da BR Machine espalhadas por mais de 280 shoppings e redes varejistas em todo o país, marcando um novo momento da marca, que amplia sua estratégia de branding ao transformar seu mascote em um produto físico e colecionável. A iniciativa fortalece a relação emocional com o público e cria uma conexão direta entre a marca e a experiência vivida no ponto de venda. Para Elvis Rováris, gestor da BR Machine, mais do que uma pelúcia, o Garro nasce como um símbolo da BR Machine. “A presença do mascote nas máquinas reforça o reconhecimento da marca, gera familiaridade com os consumidores e amplia o potencial de engajamento, especialmente entre famílias, crianças e jovens que interagem com o equipamento”. A estratégia segue o movimento da empresa de investir em produtos diferenciados e experiências que vão além do entretenimento. Ao integrar o mascote ao portfólio, a BR Machine consolida sua atuação no marketing experiencial, usando o design e a narrativa do personagem para contar sua própria história e valores. “O Garro representa a essência da BR Machine: diversão, aventura e experiência. Ele carrega a garra, que é o coração das nossas máquinas, e simboliza a busca constante por entregar algo marcante para o público. Mais do que um mascote, ele é uma forma de aproximar ainda mais a marca das pessoas”, afirma Elvis. Com o lançamento do Garro, a BR Machine reforça sua estratégia de fortalecimento de marca no varejo e no entretenimento, apostando em identidade, conexão emocional e presença consistente em todos os seus pontos de contato com o consumidor.

Atual campeão mundial de surfe, Yago Dora é o novo embaixador da Ford no Brasil

⁠O atleta visitou a sede da Ford em São Paulo e conheceu de perto a Ranger Raptor, picape que passa a fazer parte da sua rotina diária A Ford anuncia Yago Dora, um dos maiores nomes do surfe mundial na atualidade, como novo embaixador da marca no Brasil. A colaboração conecta o portfólio robusto, inovador e aventureiro da Ford com os valores de excelência, performance e paixão pelo esporte que levaram o surfista brasileiro ao topo do ranking mundial. Yago passa a fazer parte do time repleto de atletas que são embaixadores da Ford, integrado por nomes como Ítalo Ferreira, Tati West, Fred Kyrillos, Alemão de Maresias e Pedro Barros. A chegada do atual campeão mundial da World Surf League materializa o conceito Ready Set Ford, novo posicionamento global da marca que reflete o compromisso de oferecer produtos, serviços e experiências empolgantes que ajudam os clientes a explorar todo o seu potencial, sintonizados com seu estilo de vida. Para celebrar a parceria, o atleta visitou a sede da empresa em São Paulo e conheceu de perto produtos icônicos da marca, como o Mustang, a F-150 e a Ranger Raptor, que passa a utilizar como veículo pessoal. “Estou feliz demais por firmar essa parceria. Dirigir um Ford me faz sentir seguro e confiante pra enfrentar qualquer trajeto! Muito bom contar com a força de uma marca como a Ford na minha carreira”, celebra Yago. Yago iniciou a trajetória no esporte aos 11 anos de idade, sob a orientação do pai e treinador Leandro Dora. O atleta paranaense é conhecido pela excelência técnica, forte conexão com a natureza e a comunidade do surfe global, além do desempenho de elite comprovado em vitórias em etapas como Fiji, Portugal e Saquarema. A chegada de Yago ao time de embaixadores da Ford, segundo Marcel Bueno, diretor de Marketing da Ford América do Sul, reforça a estratégia da marca de promover um relacionamento genuíno com os consumidores. “Yago traduz com perfeição os valores da nossa marca, a energia e a atitude para superar desafios e inspirar as pessoas a descobrir o seu potencial e buscar o seu melhor. E faz isso de forma autêntica, criando conexões verdadeiras, com paixão e determinação. Ou seja, é um grande exemplo de como a Ford quer se relacionar com os clientes, oferecendo veículos empolgantes e experiências inspiradoras”, diz.

Do campo ao branding: 5 estratégias de comunicação do agro aplicáveis a qualquer mercado

Nos últimos anos, o agronegócio brasileiro deixou de ser percebido apenas como um setor produtivo e passou a ocupar  também um  território cultural, econômico e simbólico. Inserido em um ambiente de alta regulação, debates ambientais sensíveis e forte exposição pública, o setor amadureceu  sua comunicação, e passou a ser  referência na gestão de reputação e no diálogo com públicos diversos, do produtor rural ao consumidor final. O agro reduziu o tom técnico e defensivo e passou a investir em narrativas próprias, mais propositivas e alinhadas a uma agenda de longo prazo. “A comunicação deixou de ser apenas suporte comercial e assumiu papel estratégico na construção de reputação, pertencimento e legitimidade”, comenta Patricia Tavares, sócia e head de Estratégia e Relacionamento na HouseCricket. Patricia propõe um olhar que vai além dos indicadores de produção e apresenta cinco aprendizados sobre coerência de mensagem , posicionamento  e presença de marca, princípios que, segundo ela, podem orientar a comunicação de empresas de diferentes setores diante de ambientes cada vez mais expostos e competitivos. 1. Comunicação forte nasce da verdade No campo, o resultado é verificável: a safra acontece ou não, a produtividade melhora ou não. Esse contexto consolidou uma cultura de mensagens baseadas em fatos e experiência prática. Para Patricia, alinhar discurso, prática e impacto real é o aprendizado mais urgente para marcas que buscam crescimento sustentável. 2. Pessoas reais geram mais valor do que discurso institucional A comunicação do agro coloca o produtor, o agrônomo, o técnico e a família rural no centro da narrativa, aparecendo como parceira. Em mercados saturados de discursos autocentrados, colocar pessoas reais no centro é estratégia. Para empresas de tecnologia, indústria ou varejo, por exemplo, isso significa trazer clientes, colaboradores e parceiros para o centro da conversa, transformando cases, histórias reais e experiências concretas em ativos estratégicos de reputação. 3. Clareza é estratégia, não simplificação A comunicação no campo precisa ser direta e compreendida rapidamente. O setor combina profundidade técnica com linguagem acessível, evitando excesso de abstração. Em outros mercados, reduzir jargões e tornar a mensagem clara amplia o alcance e a compreensão sem comprometer o conteúdo. 4. Relação de longo prazo constrói reputação O agro opera por ciclos, como safras, anos e gerações. A comunicação acompanha essa lógica e prioriza consistência ao longo do tempo, tendo a confiança construída antes da conversão comercial. Essa estratégia fortalece os vínculos e reduz a vulnerabilidade reputacional. 5. Orgulho é mais sustentável do que defesa permanente Diante de críticas recorrentes, o setor deixou a postura reativa e passou a afirmar sua contribuição econômica e social. Ao reforçar impacto e identidade, construiu uma narrativa baseada em orgulho legítimo. “Quando a marca comunica sua contribuição concreta, reduz ruído e amplia aliados”, afirma Patricia. Segundo a especialista, esse conjunto de práticas tem gerado resultados objetivos para o setor, como aumento de confiança e lealdade, maior engajamento orgânico e maior resiliência em cenários de crise. “O agro aprendeu a se comunicar sob pressão e com pouco espaço para superficialidade. Esse talvez seja  o principal aprendizado para qualquer mercado hoje: relevância não se constrói com promessas, mas com coerência sustentada ao longo do tempo”, conclui Patricia.

Prêmio Sicredi Comunicação em Rede está com inscrições abertas para jornalistas e criadores de conteúdo

A primeira edição do Prêmio Sicredi Comunicação em Rede, que irá reconhecer e premiar jornalistas e criadores de conteúdo que publicam materiais sobre o cooperativismo de crédito no país, está com inscrições abertas até 30 de junho. As matérias inscritas devem abordar exclusivamente a temática do cooperativismo de crédito no Brasil, evidenciando seus princípios, práticas e impactos no contexto nacional. As inscrições devem ser feitas pelo site www.sicredi.com.br/premio-comunicacao-em-rede. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com o fortalecimento do jornalismo brasileiro e com a produção de conteúdos qualificados e autênticos, capazes de evidenciar o impacto do cooperativismo de crédito na transformação de realidades, por meio da inclusão financeira, do desenvolvimento social e local e da cooperação entre pessoas. Com um total de R$220 mil em prêmios, o concurso está dividido em duas categorias principais: Jornalistas Profissionais (com subcategorias em texto, áudio e audiovisual, nos âmbitos nacional, regional e local) e Comunicadores em Rede (criadores de conteúdo digital com projetos multimídia). No total serão 11 contemplados com R$20 mil em prêmios, e os três finalistas de cada categoria, formato e abrangência participarão da votação popular pela internet. “O Prêmio Sicredi Comunicação em Rede simboliza nossa crença no papel transformador do cooperativismo por meio da comunicação e no potencial do jornalismo em amplificar o conhecimento da sociedade sobre cooperativismo de crédito. Nossa intenção é incentivar profissionais e criadores de conteúdo a contar histórias que inspiram, conscientizam e fortalecem nossa identidade cooperativa”, afirma João Clark, superintendente de Marketing e Growth do Sicredi. Com mais essa iniciativa, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em todo o Brasil e mais de 9,5 milhões de associados, projeta ampliar significativamente o alcance e a visibilidade do prêmio. Até o momento, mais de 250 trabalhos já foram inscritos, e a instituição estima que, até o encerramento do período de inscrições, o total chegue a cerca de 300 produções registradas. O Prêmio faz parte do movimento da marca em alusão ao Ano Internacional das Cooperativas (2025), instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Podem se inscrever no Prêmio Sicredi Comunicação em Rede: Jornalistas profissionais: autores de matérias publicadas em veículos da imprensa brasileira, em língua portuguesa, entre 07 de outubro de 2025 a 30 de junho de 2026. Serão aceitos conteúdos nos formatos texto, áudio e audiovisual, veiculados em meios impressos, digitais, rádio ou televisão. Comunicadores em rede (criadores de conteúdo digital): autores de conteúdos originais sobre cooperativismo de crédito, publicados em blogs, mídias sociais, podcasts, serviços de streaming ou outras plataformas digitais, desde que em língua portuguesa, com link público. Como requisito, o participante deve possuir um mínimo de 5.000 seguidores em pelo menos um único perfil de rede social. Todos os participantes devem ser pessoas físicas, maiores de 18 anos, domiciliados no Brasil, com cadastro regular no CPF. Os materiais inscritos serão avaliados a partir de critérios como: técnico (qualidade da produção, apuração jornalística, inovação); impacto (relevância social, alcance, influência) e criatividade (originalidade, engajamento).

A crise começa na mídia

Crises raramente surgem de forma abrupta. Elas costumam começar pequenas: um tom que muda em uma nota de rodapé, um tema que ganha recorrência ou uma tendência que emerge em canais digitais antes de se consolidar em cobertura mais ampla. O mercado de media monitoring está em expansão acelerada, com projeções que indicam que o setor global deve crescer de cerca de US$ 5,99 bilhões em 2026 para mais de US$ 10 bilhões até 2031, a uma taxa média de crescimento anual superior a 10%. Isso reflete a demanda por ferramentas capazes de transformar grandes volumes de dados em leitura estratégica para reputação, risco e narrativa de marca. Ao mesmo tempo, soluções alimentadas por inteligência artificial e análise em tempo real têm se mostrado centrais para detectar tendências emergentes de risco e antecipar movimentos antes que se tornem problemáticos. O aumento de dados publicados, incluindo bilhões de menções em redes sociais, blogs e notícias diariamente, torna indispensável a capacidade de interpretar padrões em vez de apenas coletar menções. Nesse contexto, o clipping passa a ocupar um papel executivo: não apenas registrar o que aconteceu, mas identificar o que está se formando. Quem consegue ler esses sinais antes ajusta discurso, estratégia e posicionamento antes que um problema se amplifique. A mídia muitas vezes não cria todos os problemas, mas frequentemente revela os primeiros sinais de que eles estão prestes a crescer. Saiba mais: www.sinopress.com.br

“O custo invisível da comunicação fraca em entidades de classe e organizações sociais”

Por Francine Ferreira, Jornalista, especialista em Comunicação Empresarial Diretora e fundadora da Expressio Comunicação Humanizada Existe um ponto decisivo na vida de entidades de classe e organizações sociais: quando representar um setor ou uma causa deixa de ser apenas um trabalho interno e passa a exigir presença pública com propósito. Não se trata de “aparecer por aparecer”. Trata-se de garantir que a sociedade compreenda por que a instituição existe, o que ela protege, o que ela constrói e por qual motivo sua voz importa. Porque, na prática, quando uma entidade não ocupa espaço público, ela perde três coisas ao mesmo tempo: legitimidade percebida, capacidade de influência e autoridade para pautar. O que costuma acontecer é um paradoxo: muitas instituições fazem um trabalho consistente, com impacto real, e ainda assim permanecem restritas ao próprio ecossistema. Falam bem com associados, com comissões, com o público interno, mas não transformam essa relevância em reconhecimento público. O resultado é previsível: o setor conversa sozinho, a sociedade não entende, a imprensa não chama e o debate se organiza com outras fontes. O lugar que deveria ser ocupado por quem tem legitimidade vira um vazio. Uma das armadilhas mais comuns é a ideia de que “ser técnico” dispensa comunicação. A técnica, sozinha, não se impõe no debate público. Ela precisa de tradução: contexto, linguagem acessível, recorte de relevância, fonte preparada e consistência. Se a instituição não traduz a própria contribuição, alguém traduz por ela, e nem sempre com o mesmo compromisso, precisão ou equilíbrio. Canais próprios e validação pública Outra armadilha é acreditar que canais próprios resolvem tudo. Canais próprios são essenciais, mas não substituem um ativo específico da imprensa: validação pública. Quando a instituição aparece de forma espontânea, com clareza e consistência, ela não está apenas “saindo na mídia”. Ela está sendo reconhecida como uma voz que ajuda a sociedade a entender um tema. E aqui está o ponto-chave: para instituições representativas, imprensa não é vitrine, é legitimidade. Não se trata de “viralizar”. Trata-se de ser considerada fonte. Ser fonte significa ser consultada, ser lembrada, ser chamada para contribuir, especialmente quando o assunto é complexo, sensível ou estratégico. Esse lugar não se compra com impulsionamento: constrói-se com método, pauta certa, porta-voz preparado, agenda de temas, timing, dados, linguagem e relacionamento profissional. Quando isso acontece, o impacto é muito mais profundo do que alcance. A instituição entra no debate antes que ele esteja polarizado, influencia enquadramentos e interpretações, protege a categoria ou a causa de generalizações e se aproxima da sociedade com mais confiança. Os pilares para uma presença pública ideal Presença pública consistente não é aparecer toda semana por obrigação. É ter regularidade suficiente para que imprensa e público reconheçam: “essa instituição está aqui, acompanha o tema, tem posição, tem responsabilidade”. Na prática, isso passa por três pilares objetivos: O erro mais comum é aparecer só quando precisa. Quando a instituição procura a imprensa apenas em momentos pontuais, chega ao debate como quem pede espaço. Quando constrói presença, vira espaço. E isso muda tudo. Em crises, disputas setoriais ou grandes transformações, ganha protagonismo quem já vinha presente, contribuindo, explicando, educando e contextualizando. No fim, uma coisa permanece: entidades de classe e organizações sociais não podem aceitar o papel de coadjuvantes no debate que impacta o próprio setor e a própria sociedade. Comunicação institucional não é perfumaria, é infraestrutura de influência. Quem tem legitimidade precisa ter voz: com consistência, clareza e responsabilidade. Sobre Francine Ferreira Francine Ferreira é jornalista há mais de 10 anos e especialista em Comunicação Empresarial. Fundadora e diretora da Expressio Comunicação Humanizada, é a criadora do Ciclo da Autoridade Expressio™, metodologia própria que orienta estratégias de comunicação corporativa e gestão de reputação, conectando inteligência jornalística, humanização e posicionamento institucional para fortalecer a autoridade de empresas e lideranças.

Dia da Mulher: 5 passos para definir um posicionamento estratégico para líderes femininas

No Dia da Mulher, comemorado neste dia 8 de março, além de comemorar as conquistas, cresce também a reflexão sobre liderança e protagonismo feminino. Em um cenário profissional cada vez mais competitivo, ter um posicionamento estratégico claro deixou de ser diferencial e passou a ser necessidade. “Antes de mais nada é preciso entender em que estágio profissional você está, quem é você e seus objetivos para aí sim desenhar uma boa estratégia de comunicação digital”, destaca Jennifer de Paula, MBA em Marketing e Negócios Interativos e diretora da IMF Press Global. 5 etapas para definir um posicionamento estratégico:1. Entenda seu momento profissional“Toda estratégia bem direcionada começa com autoconhecimento. Você está em fase de consolidação, expansão ou transição de carreira? O seu estágio define o tom, a linguagem e as metas que você vai buscar”, alerta Jennifer de Paula. 2. Defina sua identidade e proposta de valorO posicionamento não é sobre agradar todos, mas sim sobre deixar bem claro o que você realmente representa. Quais são suas competências centrais? Que problema principal que você resolve? Qual é o seu diferencial? “Líderes que comunicam a sua proposta com muita clareza constroem autoridade com mais consistência no longo prazo, o importante não é ser unanimidade, e sim representar muito melhor a sua proposta de valor”. 3. Estabeleça objetivos concretosGanhar visibilidade, atrair clientes, fortalecer reputação ou ampliar networking exigem estratégias distintas. Objetivos claros evitam comunicação dispersa. 4. Alinhe discurso e imagemA forma como você se comunica precisa refletir bem a sua essência profissional. A linguagem, a estética, a frequência de publicações e os temas abordados devem ser bem coerentes com o posicionamento desejado. “A forma como você se comunica impacta diretamente na percepção de liderança. Não existe posicionamento forte sem consistência”. 5. Tenha estratégia, não apenas presença“Estar nas redes sociais não significa ter um posicionamento estratégico, pelo contrário, o que mais existem são perfis com um péssimo posicionamento digital, e isso cobra o seu preço nos resultados. É preciso planejamento de conteúdo, definição de público e constância”, afirma Jennifer de Paula.

Estratégia de marketing incluindo branding, PR e redes sociais passam a financiar curtas-metragens no Brasil

Enquanto o cinema brasileiro volta ao centro das atenções internacionais na semana do Oscar, cresce também o interesse por modelos alternativos de produção independente. Em um cenário sem grandes distribuidoras ou aportes milionários, a comunicação deixa de ser apenas ferramenta de divulgação e passa a atuar como estratégia de Produção Executiva, capaz de gerar resultados concretos antes mesmo do filme finalizado. O curta-metragem A Última Fita, dirigido por Caroline Adrielli e produzido pelo coletivo Sparkle, alcançou cerca de 2 milhões de pessoas com 12 inserções estratégicas na imprensa ainda na pré-produção, agregou aproximadamente R$20 mil em apoios conquistados via posicionamento e parcerias em redes sociais.  No modelo tradicional, a comunicação entra em cena quando o filme está pronto: criação de pôster, trailer e campanha de lançamento. No cinema independente, no entanto, esse fluxo vem sendo invertido. Branding, identidade visual, posicionamento estratégico, redes sociais com copy orientada a retenção e chamadas para ação (CTAs) passam a integrar a engrenagem produtiva desde a pré-produção.  “A comunicação digital faz parte do cotidiano de qualquer pessoa e, hoje, também faz parte da produção do cinema independente. Engajar nas redes cria confiança, que gera comunidade e vínculo, se transformando em apoio, tanto em engajamento quanto financeiramente. Quando o público acompanha o processo, ele passa a investir na história e a se sentir parte dela, não só no filme. Por isso, a comunicação digital se torna essencial para viabilizar esses projetos”, afirma Ricardo Pinheiro, estrategista de marketing do projeto. Filme tratado como marca No caso de A Última Fita, essa estratégia resultou em parcerias e apoios relevantes ainda na pré-produção. Profissionais do mercado, como compositor musical e maquiadora especializada em efeitos práticos, além da empresa Naymovie para locação de equipamentos, aderiram ao projeto a partir da consolidação da presença digital e do posicionamento estratégico. Para Caroline Adrielli, diretora do projeto, a estratégia impactou diretamente o nível da produção. “Estamos experienciando uma mudança estrutural no papel da comunicação no audiovisual independente. Nesse contexto, o filme é tratado como marca e mais do que divulgar um filme pronto, a equipe de marketing e PR passa a atuar como braço estratégico da Produção desde o início, influenciando diretamente na captação de recursos, percepção de valor e alcance de público. Em um cenário em que a atenção é disputada com grandes produções, para o cinema independente, comunicar deixou de ser a etapa final e passou a ser fundamento de viabilidade. Afinal, cinema é feito para ser visto, e a comunicação garante isso”, afirma. A assessoria de imprensa também atuou antes do primeiro dia de set. Com 12 inserções estratégicas em veículos regionais e páginas nacionais especializadas em cinema, o projeto alcançou cerca de 2 milhões de pessoas. Esse movimento contribuiu para fortalecer a autoridade da produção e atrair apoios que, somados, agregaram aproximadamente R$20 mil em parcerias e colaborações. Além disso, a mobilização orgânica dos seguidores gerou apoio de R$1 mil ainda na fase de pré-produção. Agora, após a construção de uma base engajada, o curta se prepara para lançar um crowdfunding para custear parte da pós-produção, que é 100% independente. “Quando o público se envolve, entende o processo e confia, o apoio financeiro acontece de forma muito mais natural. Engajar antes de pedir apoio cria vínculo. A comunidade passa a entender o valor do projeto, acompanha os bastidores e, quando o crowdfunding chega, ele deixa de ser um pedido e vira a continuação de algo que o público já faz parte”, complementa Pinheiro. Além do estrategista, a equipe de comunicação é formada pelos designers Lucas Iorkovski e Larissa Melo, responsáveis por apoiar a construção de branding e identidade visual. O coletivo Sparkle, que assina a produção, tem como propósito integrar a comunicação no cinema desde a concepção das obras.

Quando os vícios de linguagem escondem o verdadeiro problema

Por Giovana Pedroso, TEDx Speaker, jornalista e especialista em comunicação Quando perguntei à Ana qual era o maior desafio de comunicação e oratória que ela enfrentava, ouvi a voz de uma mulher tensa: “Tenho muito vício de linguagem. Às vezes eu falo e depois fico pensando se poderia ter usado uma palavra melhor.“ A Ana não está sozinha. Ao conduzir processos com ela e com dezenas de outros profissionais nos últimos anos, fica cada vez mais claro: o pedido técnico quase sempre esconde um problema emocional. Quando alguém busca ajuda para “melhorar os vícios de linguagem”, raramente está, de fato, preocupado em eliminar “nés”, “e aí” ou outras repetições. Então por que os vícios aparecem tanto como tema central? Primeiro, porque é mais confortável nomear um problema técnico, “controlável”, do que encarar o problema principal, que costuma ser mais profundo e emocional. Segundo, porque vícios de linguagem existem, a repetição incomoda, e falar sobre isso é uma estratégia de engajamento fácil para vídeos curtos no Instagram e no TikTok. Você consome, encontra um nome para o seu “problema de comunicação” e passa a acreditar nessa explicação como se fosse a causa. Ainda bem que o papel de um professor, de uma liderança ou, no meu caso, de uma mentora, não é só entregar respostas prontas. É também fazer pensar e ajudar a traduzir sentimentos em palavras. O que você está realmente dizendo? Na maioria das vezes, vícios de linguagem são consequência de tensão, autocensura, tentativa de acertar e medo de “falar errado”. Se você tratar apenas os vícios, o travamento por medo de exposição e julgamento continua. A anatomia do bloqueio costuma funcionar assim: você sabe que precisa se expor (em vídeo, reunião, apresentação); o medo do julgamento aumenta; a autocensura entra em cena; a tensão aparece na fala; os vícios surgem; você se cobra ainda mais; e o ciclo recomeça. O público não contou seus “nés”. Mas sentiu a insegurança. De acordo com o artigo “How to Overcome Your Fear of Speaking Up in Meetings”, publicado na Harvard Business Review, é preciso entender o receio do julgamento como um sinal emocional, e não como um erro de linguagem. O que fazer? Em vez de contar vícios, observe em quais contextos eles aparecem. Quais situações aumentam sua tensão? Seus vícios estão pedindo confirmação? Estão “comprando tempo” para evitar o erro? Você está tentando gerar valor ou provar valor em público? Outra medida urgente é trabalhar a estrutura mental que aumenta a clareza antes de falar. Quanto mais clareza, menos ansiedade. E menos ansiedade reduz a necessidade de se “ancorar” em vícios. Os autores do artigo da Harvard Business Review sugerem reformular o pensamento de: “Minha ideia não está pronta ou eu posso errar” para: “Minha ideia pode ser um ponto de partida útil para o grupo.“ Essa mudança de foco transforma a fala: ela deixa de ser prova de competência e vira contribuição. E quando a fala vira contribuição, o medo de julgamento perde força. A pergunta correta não é: “Quantos ‘nés’ eu disse?” A pergunta correta é: “Eu consegui transmitir a mensagem? As pessoas me entenderam? Eu estava presente ou estava me observando o tempo todo?” No fim das contas, se você quer melhorar sua comunicação, precisa começar pelo lugar certo. Não é a boca que precisa de treino: é a coragem de se expor sem pedir desculpas o tempo todo, e sem precisar provar valor a cada frase. Sobre a Giovana Pedroso Comunicadora há 16 anos, educadora e palestrante. Atuou na afiliada da Globo em Santa Catarina, é 2x TEDx Speaker e especialista em transformar conteúdos densos em experiências de aprendizagem leves, aplicáveis e memoráveis, daquelas que geram insight e ação. Impactou mais de cinco mil pessoas presencialmente em palestras, treinamentos e oficinas, passando por empresas como Azul Linhas Aéreas, Universidade Mackenzie, cooperativas e negócios que entendem a comunicação como uma competência estratégica. Giovana Pedroso é formada em Comunicação Social/Jornalismo, com certificação em Comunicação Persuasiva pelo MIT, especialização em Gestão de Cooperativas pela USP e Neurociência do Comportamento pela PUCRS. Hoje, concentra seu trabalho  em ser ponte entre o que líderes e empreendedores já sabem e tudo o que ainda podem conquistar, representar e inspirar por meio da sua comunicação.

Paramount Pictures lança campanha de “Pânico 7” com estratégia integrada que leva o terror aos maiores palcos da cultura brasileira

A Paramount Pictures apresenta ao mercado a campanha de lançamento de Pânico 7, que estreia nos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro, com uma estratégia integrada que posiciona a franquia em alguns dos maiores polos de atenção e mobilização cultural do país. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Leo, agência responsável pela estratégia de mídia da companhia no Brasil, e marca um dos primeiros grandes movimentos da nova relação entre as empresas. A construção parte de um direcionamento estratégico claro: amplificar o suspense característico da saga ao inseri-lo em ambientes tradicionalmente associados à celebração coletiva. A partir dessa lógica, Pânico 7 ocupa territórios como futebol, Carnaval e Big Brother Brasil, criando contraste, tensão e relevância cultural em escala. O plano combina alcance massivo e ativações contextualizadas, priorizando momentos de alta densidade de audiência e engajamento. A presença em televisão, streaming, ambientes esportivos, plataformas digitais e mídia urbana foi desenhada para gerar impacto consistente nas semanas que antecedem a estreia e conduzir o público ao cinema. Entre as ativações, estão inserções nacionais durante a terça-feira de paredão do Big Brother Brasil, filmes de 30 segundos na HBO Max em transmissões esportivas de grande relevância, e uma ação especial no Estádio Nilton Santos (Engenhão), o formato “kiss cam”, em que o personagem Ghostface surpreende o público no telão. No digital, a campanha ativa Globoplay, formatos de alto impacto no X em dias de pico de conversa e mídia contextualizada no Uber e no Tinder durante o Carnaval, além de lambe-lambes espalhados por São Paulo. A estratégia foi estruturada a partir da leitura do calendário cultural e da identificação de territórios com maior potencial de conversa orgânica, integrando mídia de massa e ativações contextuais para potencializar alcance e relevância. O objetivo é dialogar tanto com o público jovem, altamente conectado e consumidor do gênero terror, quanto com a audiência que acompanha a franquia desde 1996. Como parceira estratégica de mídia da Paramount no Brasil, a Leo atua unindo criatividade e performance em um modelo orientado a impacto de negócio. “Mais do que presença, buscamos relevância. O desafio foi inserir o universo de Pânico em momentos de altíssima atenção sem perder a essência da franquia. A estratégia nasce para combinar comportamento e contexto cultural, conectando a mídia com criatividade para transformar o impacto em intenção real”, afirma Vinícius Tieppo, vice-presidente de Mídia da Leo. O lançamento de Pânico 7 inaugura esse novo momento da parceria entre Paramount e Leo, consolidando uma abordagem integrada para campanhas de entretenimento no Brasil. Pânico 7 estreia em 26 de fevereiro, exclusivamente nos cinemas. FICHA TÉCNICA AGÊNCIA: LEO  TÍTULO: Estreia Pânico 7 PRODUTO: Paramount Pictures ANUNCIANTE: Paramount Pictures  CO-PRESIDENTE: FABIO BRITO CO-PRESIDENTE: RAFAELA QUEIROZ CCO: VINICIUS STANZIONE COO: ISABELLA CINOPOLLI CSO: PRISCILLA CERUTI VP DE MÍDIA: VINICIUS TIEPPO ATENDIMENTO: BEATRIZ CHAGURI  MÍDIA: NATALIA MAROSTICA, GABRIEL LUCHETTI, NAYANE ABDALLA, ANA CLARA ALVES, RAFAEL HERNANDEZ, RAFAELA ARRUDA, PAULO CRISPIM.  COMUNICAÇÃO: BRUNA RIBEIRO E MARJORIE MARTINS APROVAÇÃO DO CLIENTE: LUCIANA FALCÃO, RODRIGO MELO, PEDRO NOVAES, LUANA CLARO, EMANUELLE DOS SANTOS. 

Matheus e Kauan ampliam atuação no mercado e se tornam embaixadores do BTG, firmando o maior contrato publicitário de sua trajetória

O Summit BTG 2026, realizado nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, na capital paulista, foi palco de um dos anúncios mais marcantes do ano no mercado financeiro e no entretenimento nacional. A dupla Matheus & Kauan foi oficialmente apresentada como nova embaixadora do BTG Pactual, que passa a adotar o lema “O banco da música brasileira”. O anúncio foi feito ao vivo às 20h, ao lado do CEO Roberto Sallouti para uma plateia com mais de 7 mil parceiros do banco, consolidando uma união estratégica entre duas potências que representam performance, conexão e protagonismo em seus segmentos. A parceria marca o início de uma série de ações conjuntas que serão desenvolvidas ao longo de 2026, reforçando o novo posicionamento do BTG no cenário cultural brasileiro. A proposta é aproximar ainda mais a instituição do universo da música — uma das maiores expressões da identidade nacional.  Além da presença no evento, Matheus & Kauan participaram ativamente da programação do Summit e protagonizaram um dos momentos mais aguardados do dia: um pocket show exclusivo para os convidados com os hits “Quarta Cadeira”, “A Nossa Praia”, “Te Assumi Pro Brasil”, “Que Sorte a Nossa” entre outras.

Na era dos memes, quem protege empresários e celebridades quando a reputação vira entretenimento?

Imagine a seguinte cena: uma empresária em ascensão se prepara para falar com a imprensa e, em um ensaio, seu assessor de comunicação simula uma entrevista difícil, trazendo à tona perguntas sobre temas que ela preferiria evitar. Mesmo desconfortável, ela entende que o treino é necessário. É justamente nesse tipo de exercício que se constrói a capacidade de lidar com perguntas inesperadas vindas de jornalistas, evitando constrangimentos que possam prejudicar sua imagem e a reputação de sua empresa. Esse processo é conhecido como media training, uma prática que capacita empresários, líderes, políticos e porta-vozes a se relacionarem de forma segura e clara com a mídia e, por consequência, com o público. O treinamento é geralmente conduzido por profissionais de comunicação e assessorias de imprensa que conhecem a fundo o funcionamento das redações e a lógica das entrevistas, ajudando o porta-voz a transmitir suas mensagens com confiança, clareza e foco. Com mais de 20 anos de experiência na área, a jornalista Patrícia Stedile, fundadora e CEO da Engenharia de Comunicação, ressalta que o media training previne contra gafes, inconsistência de informações e insegurança em situações como entrevistas e atendimento a jornalistas. “Em especial nos tempos atuais, em que qualquer escorregão, qualquer falha pode virar um meme, é imprescindível para uma marca ou liderança contar com o media training por meio do suporte de uma assessoria de imprensa. Esta vai fornecer orientação e treinamento para atender jornalistas e influencers, além de apoiar fornecendo informações, dados e destacando pontos que precisam ser abordados em uma matéria”, explica a jornalista. A pessoa e a organização assessoradas podem – e devem – cobrar por esse suporte contínuo, inclusive o acompanhamento dos momentos de entrevistas. Quando isso não for possível – com as facilidades de comunicação digital, muitas vezes o contato entre jornalista e entrevistado acaba se dando de forma direta –, a assessoria deve atuar ficando a par do tema da entrevista, fornecendo ao assessorado as informações necessárias, transmitindo estímulo e confiança, para que ele se sinta seguro. “Muitas vezes”, explica Patrícia Stedile, “o assessorado não dispõe ou não se lembra de detalhes de um tema de um release que motivou a realização daquela entrevista. É a assessoria de imprensa, que acompanhou todo o processo, que tem essas informações em maiores detalhes. Então, o assessor pode orientar sobre o que destacar, o que falar, como se posicionar diante da câmera, preparando o assessorado antes de atender o jornalista”. A falta dessa preparação pode custar caro: um dado equivocado, uma resposta prolixa ou atravessada, instabilidade e insegurança, entre outros comportamentos, podem, como bem define a linguagem coloquial, “dar ruim”. “Reverter aquela imagem negativa criada, desmentir uma informação, enfim, reparar os erros se torna difícil e leva tempo”, sublinha a CEO da Engenharia de Comunicação. Era o que, voltando à imaginação do começo do texto, o assessor queria evitar que acontecesse com a assessorada. Até porque, na trama, a empresária estava dando um novo passo na carreira, expandindo seus negócios. Ainda inexperiente no campo das relações comunicacionais, precisava daquela capacitação. Mas, conforme ressalva Patrícia Stedile, media training é imprescindível tanto a debutantes no contato com a imprensa como a veteranos. “A capacitação deve ser contínua, diante da velocidade de transformações da mídia.”

Gesto olímpico transforma medalha em ativo milionário e reforça poder da comunicação estratégica

Encerradas no último domingo, as Olimpíadas de Inverno 2026 deixaram recordes, pódios e histórias de superação. Mas, um dos episódios que continua repercutindo fora das provas não está ligado apenas ao desempenho esportivo, e sim à construção estratégica de imagem.  A atitude da patinadora holandesa Jutta Leerdam logo após conquistar o ouro virou um estudo de caso sobre como narrativa e timing podem redefinir valor de mercado, transformando um gesto de segundos durante a vitória em um ativo milionário de comunicação. O especialista em comunicação intencional, Cristian Magalhães, analisou recentemente esse episódio emblemático dos Jogos de Inverno de Milão para explicar por que resultados, por si só, não garantem reconhecimento de valor no mercado. A patinadora holandesa conquistou o ouro nos 1.000 metros, quebrou o recorde olímpico e já acumulava sete títulos mundiais e doze medalhas em campeonatos internacionais. Mesmo assim, segundo Magalhães, o momento que consolidou sua relevância comercial não foi a medalha, mas a narrativa construída ao redor dela. Logo após confirmar a vitória, Leerdam abriu o zíper do macacão e revelou um top branco da Nike. O gesto, aparentemente espontâneo, foi amplificado nas redes sociais e repercutiu globalmente em poucas horas, alcançando a base de seguidores da marca e a audiência do evento. Especialistas em publicidade esportiva estimaram que a exposição pode ter ampliado o contrato da atleta com a empresa em cerca de R$ 5 milhões, ao reforçar sua associação direta com o grupo em um momento de alta emoção coletiva. “Não foi o ouro que gerou esse impacto financeiro. Foi o gesto certo, no instante certo, diante da audiência certa”, analisa Magalhães. Para ele, o episódio mostra como o mercado constrói valor a partir de sinais organizados, e não apenas de performance técnica. “Resultado sem narrativa vira estatística. Narrativa bem arquitetada vira contrato”, afirma. Segundo o especialista,  a patinadora já tinha todos os fundamentos, desempenho consistente, histórico vencedor e presença pública. O que faltava era a coincidência intencional, o sinal visual que organiza a percepção de valor para público, marcas e patrocinadores. “O profissional que não cria as próprias coincidências depende da sorte para ser descoberto. E sorte não fecha contrato”, diz. A análise reforça um ponto central defendido por Cristian Magalhães de que visibilidade sem intencionalidade não sustenta valor. São micro sinais, planejados em sequência, que conduzem o mercado à conclusão de que aquela pessoa é a escolha óbvia. “Ninguém bate um recorde milionário por acaso. O acaso não tem estratégia, e o mercado cobra estratégia”, conclui.

RCS: modalidade isenta tarifas para conversas iniciadas pelo consumidor

Um novo capítulo para a comunicação entre marcas e consumidores. Esse é o cenário que passamos a presenciar desde o primeiro dia de fevereiro, com o impulsionamento da modalidade P2A do RCS. Focada em conversas iniciadas pelo próprio cliente com sua marca desejada, passa a ser completamente isenta de tarifas, eliminando uma barreira importante no relacionamento entre as partes e abrindo espaço para uma adoção muito mais ampla e eficaz do canal.  Seu grande impacto, na prática, é permitir que o consumidor inicie uma conversa com as marcas diretamente pelo Google Search; Google Maps; campanhas de marketing e anúncios; links clicáveis em qualquer ambiente digital e, em breve, qualquer plataforma do Google, que poderá se tornar um primeiro ponto de contato. “Essa visão transforma radicalmente o comportamento de entrada do usuário, uma vez que o atendimento deixa de depender, exclusivamente, do envio de uma mensagem pela marca, e passa a estar disponível no exato contexto em que o usuário está buscando por uma informação, orientação ou suporte”, explica Carlos Feist, diretor de inovação da Pontaltech.  Essa mudança aproxima o RCS do modelo já consolidado no WhatsApp Services, trazendo um maior equilíbrio competitivo e permitindo que as marcas utilizem o RCS com mais liberdade, escala e estratégia – tornando essa comunicação bem mais nativa, fluida e integrada ao próprio ecossistema da multinacional. Sem falar, é claro, das vantagens financeiras em contar com essa comunicação sem a incidência tarifária.  Para as empresas, segundo Feist, essa isenção abre espaço para que escalem seus volumes de atendimento sem impacto financeiro adicional; criem jornadas conversacionais mais longas, ricas e experimentais; potencializem campanhas de marketing orientadas à conversão; transformem o RCS em um canal realmente estratégico dentro do funil; e reduzam custos ao deslocar parte das demandas de voz e canais tradicionais. “Todos esses fatores o posicionam como um canal extremamente competitivo — especialmente para empresas que buscam eficiência, profundidade de jornada e diferenciação na experiência do usuário”, complementa.  A isenção do P2A não é apenas uma mudança tarifária; é um sinal claro de que as grandes plataformas estão acelerando o futuro da mensageria empresarial. E, o RCS, por sua natureza multimídia e interativa, cria uma experiência que expande possibilidades que, antes, eram restritas a poucos canais. Com isso, as marcas poderão explorar esse potencial sem a limitação de custos iniciais, ao mesmo tempo em que os consumidores terão acesso a jornadas mais ricas, sem a necessidade de instalar nenhum aplicativo adicional.    Muitas portas inovadoras podem se abrir com essa modalidade para todas que souberem aproveitá-la com estratégia e inteligência, dispondo de recursos importantes para alavancar a comunicação entre as partes. “Empresas de todos os setores podem conquistar inúmeros benefícios para estreitar essa ponte com seu público-alvo, tendo em mãos uma solução com funcionalidades capazes de construir a próxima geração de jornadas conversacionais”, finaliza Feist. 

O relatório de clipping morreu. E ninguém teve coragem de avisar.

O relatório de clipping tradicional morreu.O problema é que boa parte do mercado ainda insiste em mantê-lo vivo. Durante anos, o clipping foi tratado como uma entrega operacional: reunir matérias, contabilizar menções, medir alcance e enviar PDFs extensos para as empresas. O resultado, na prática, é conhecido: relatórios que circulam, mas raramente são lidos — e quase nunca usados para decidir. Enquanto isso, o mercado global de monitoramento de mídia, o setor que engloba ferramentas e serviços que extraem, organizam e analisam menções em mídia, não passa despercebido por executivos e investidores. Estimativas recentes da Mordor Intelligence apontam que esse mercado alcançou cerca de US$ 5,99 bilhões em 2026, com projeções para ultrapassar US$ 10 bilhões até 2031, crescendo a quase 11% ao ano. Esse crescimento é impulsionado não pelo volume de dados, mas pela demanda corporativa por integração de insights em tempo real, reputação e risco, exigências que relatórios operacionais simplesmente não atendem. O contexto mudou. Executivos hoje lidam com excesso de informação e escassez de tempo. Em paralelo, segundo o Nosso Meio, cerca de 71% das empresas de mídia e comunicação já adotaram inteligência artificial para gerir conteúdo e aumentar eficiência, sinalizando que o setor reconhece a necessidade de tecnologia e interpretação inteligente, não apenas coleta de dados brutos. Relatórios longos e descritivos deixaram de atender às necessidades de quem precisa responder rapidamente a riscos, oportunidades e movimentos do mercado. Dados de mídia continuam importantes, mas perderam valor quando apresentados sem interpretação. Saber quantas matérias saíram já não responde às perguntas centrais das lideranças: É nesse ponto que o clipping precisa evoluir para inteligência de mídia. Não basta registrar o passado. É preciso analisar contexto, identificar padrões narrativos e antecipar movimentos que podem impactar reputação, estratégia e negócio. O mercado global de comunicação e tecnologia já aponta essa transição. Relatórios executivos, análises comparativas e leituras estratégicas vêm substituindo entregas puramente quantitativas. A curadoria se torna tão relevante quanto a coleta, e o olhar humano, apoiado por método e tecnologia, volta ao centro do processo. O relatório de clipping não morreu por falta de esforço.Morreu porque deixou de fazer sentido para um mercado que precisa decidir melhor, mais rápido e com mais contexto. Saiba mais em: https://sinopress.com.br

5 estratégias para adaptar a comunicação interna à era da IA e da hiperconexão

Em um cenário corporativo atravessado pela inteligência artificial, hiperconectividade, automação e excesso de informações, a comunicação interna vive uma mudança estrutural. Mais do que administrar canais, hoje as organizações enfrentam o desafio de transformar dados em sentido, tecnologia em experiência e informação em vínculo. É nesse contexto que Adevani Rotter, especialista em comunicação organizacional, apresenta o conceito de Comunicação Interna 4.0, desenvolvido no livro “Comunicação Interna 4.0 – Por que a era das máquinas exige comunicadores mais humanos”, da Editora Aberje. A obra parte de uma premissa central: quanto mais digital o ambiente corporativo se torna, mais humana precisa ser a comunicação. “O comunicador deixou de ser apenas um emissor de mensagens. Hoje ele é um integrador de tecnologia, cultura, estratégia e pessoas. Comunicar é criar sentido em meio ao excesso de informação”, resume Adevani. A partir dessa visão, o livro propõe 5 estratégias práticas que redesenham a forma como empresas devem estruturar sua comunicação interna na era 4.0: Transformar excesso de informação em curadoria inteligenteEm vez de produzir mais conteúdo, a comunicação passa a filtrar, organizar, interpretar e priorizar informações. O foco deixa de ser volume e passa a ser relevância. Curadoria significa ajudar o colaborador a entender o que importa, quando importa e por que importa. Converter mensagens em experiências reaisA comunicação deixa de ser apenas informativa e passa a ser vivencial. Não se trata apenas do que é comunicado, mas de como as pessoas se sentem ao interagir com a empresa. Engajamento, pertencimento, conexão emocional e sentido passam a ser métricas tão importantes quanto alcance e visualização. Integrar tecnologia e cultura organizacionalFerramentas digitais, IA e automação não substituem a cultura — elas a amplificam. A Comunicação Interna 4.0 propõe usar tecnologia como meio, não como fim, garantindo que inovação esteja alinhada aos valores, à identidade e ao propósito da organização. Substituir controle por governança de impactoComunicar não é apenas emitir mensagens, mas acompanhar efeitos. A governança entra como modelo de gestão da comunicação: avaliar se o que foi comunicado gerou entendimento, mudança de comportamento, alinhamento e transformação real nas pessoas. Recolocar o ser humano no centro da estratégiaEm ambientes cada vez mais orientados por dados, algoritmos e automação, a humanização se torna diferencial competitivo. A comunicação passa a ser ferramenta de cuidado, vínculo, confiança e fortalecimento da cultura organizacional. Essas estratégias se conectam à evolução histórica da área, que a autora divide em quatro fases: da comunicação unidirecional (1.0), passando pelo diálogo e interação (2.0), pela co-criação e descentralização (3.0), até chegar à Comunicação Interna 4.0, um modelo que integra tecnologia, dados, cultura, experiência e humanidade em uma mesma lógica estratégica. Para Adevani, o grande paradoxo da transformação digital é claro: quanto mais automatizadas se tornam as empresas, mais estratégico se torna o papel humano da comunicação. “Comunicar não é apenas informar. É construir confiança, fortalecer vínculos e criar experiências que conectem pessoas a propósito, cultura e estratégia”, afirma. Ao longo do livro, a autora mostra como a comunicação interna passa a atuar diretamente na reputação, no engajamento e na sustentabilidade organizacional, tornando-se um pilar de competitividade em ambientes complexos e altamente digitalizados. Mais do que um manual técnico, Comunicação Interna 4.0 propõe uma mudança de mentalidade: na era da inteligência artificial, comunicar melhor não é comunicar mais, é comunicar com sentido, propósito e humanidade.

Abril retoma o Prêmio Abril de Jornalismo e resgata uma tradição iniciada nos anos 1970

A Abril anuncia o retorno do “Prêmio Abril de Jornalismo”, iniciativa criada em 1976 e realizada pela primeira vez em 1977. Ao longo de sua trajetória, a premiação tornou-se uma das mais tradicionais do país e ajudou a consolidar a cultura de excelência editorial dentro da companhia. Durante décadas, o prêmio reconheceu reportagens que contribuíram para o debate público em diferentes áreas e destacou profissionais que se tornaram referência no jornalismo brasileiro. A iniciativa sempre teve como foco valorizar o rigor na apuração, a qualidade narrativa e a relevância social do conteúdo produzido nas marcas da empresa. A retomada do prêmio ocorre em um momento de reorganização e fortalecimento institucional da Abril. Mais do que recuperar uma cerimônia histórica, a empresa reafirma seu compromisso com o reconhecimento do trabalho editorial e com a valorização dos profissionais que atuam em suas redações. A 43ª edição contará com 26 categorias, abrangendo áreas como política, economia, saúde, cultura, inovação digital e produção audiovisual. Também será concedido um prêmio especial a um profissional que tenha se destacado de forma excepcional ao longo do período avaliado. A cerimônia de premiação será realizada em 26 de março, no MASP, em São Paulo. Ao retomar o Prêmio Abril de Jornalismo, a empresa reforça sua tradição editorial e sua posição como produtora de conteúdo relevante no cenário brasileiro. 

Speakfy aposta em IA para resolver um dos maiores desafios da liderança moderna: comunicar com clareza e poder

São Paulo / Los Angeles  — Em um cenário corporativo cada vez mais global, digital e orientado à performance, a comunicação deixou de ser uma habilidade complementar e passou a ocupar o centro das decisões de liderança. É nesse contexto que nasce a Speakfy (https://speakfy.me), plataforma de inteligência artificial voltada ao desenvolvimento de comunicação estratégica, assertiva e de alto impacto para executivos, líderes e profissionais que atuam em ambientes complexos e multiculturais. A startup foi fundada por Mayte Carvalho, executiva com experiência em cargos de liderança C-suite em Nova York e Los Angeles (ex-Omnicom e Flag), mestre em Comunicação e Semiótica e autora best-seller na área de comunicação e por João González, ex produto noIfood e DocPlanner.  A proposta da Speakfy é clara: transformar a forma como profissionais treinam, medem e aprimoram sua capacidade de se expressar, com foco em clareza, persuasão e posicionamento. “Comunicação não é apenas sobre falar bem, é sobre gerar entendimento, influência e decisão. A Speakfy nasce para tratar comunicação como um ativo estratégico de negócio”, afirma Mayte. Com o dashboard exclusivo para gestores, a plataforma ainda oferece insights sobre a melhora contínua, especialmente entre times globais, e seu respectivo impacto na produtividade. Comunicação como skill estratégica A plataforma utiliza modelos avançados de IA para analisar padrões de linguagem, estrutura de discurso e clareza de mensagem, oferecendo feedback em tempo real e exercícios personalizados. O objetivo é apoiar desde apresentações executivas e negociações até entrevistas, pitches e contextos de liderança internacional.A Speakfy é alimentada pelo Google Gemini 2.5 Flash, um dos modelos de linguagem mais avançados do mercado, integrado através de uma arquitetura serverless que garante respostas rápidas e escalabilidade.Cruza personas através da metodologia Meyers Brigg e oferece análises de sentido/ajustes culturais para mercados como Estados Unidosl O processamento de IA ocorre em tempo real, permitindo análises em menos de 3 segundos, transformando comunicação em algo treinável, mensurável e estratégico, do mesmo jeito que tratamos produto, vendas ou performance. Diferentemente de soluções tradicionais de treinamento, a Speakfy aposta em um modelo contínuo, mensurável e aplicado à realidade profissional, integrando tecnologia, teoria da comunicação e fundamentos da semiótica. Experiência global no centro da solução A trajetória internacional da fundadora é um dos pilares da proposta. Com atuação em mercados como Estados Unidos e Europa, Mayte Carvalho construiu sua carreira orientando executivos e organizações a navegar diferenças culturais, expectativas de liderança e padrões de comunicação de alto nível. Essa experiência se reflete no posicionamento da plataforma, que atende profissionais que precisam se comunicar com precisão em ambientes corporativos exigentes, especialmente em contextos globais e bilíngues. Mayte ministra treinamentos de comunicação para empresas como IBM, Stellantis, Banco do Brasil, Ambev entre outras e vê no dia a dia corporativo como a ausência de uma comunicação clara e fluida impacta a performance e a produtividade. Mercado em expansão Com o avanço do trabalho remoto, da internacionalização das carreiras e da automação de processos, habilidades humanas como comunicação, pensamento crítico e influência ganham ainda mais relevância. A Speakfy entra nesse mercado com uma proposta que une tecnologia e profundidade conceitual, mirando executivos, líderes emergentes, empreendedores e empresas que veem a comunicação como fator direto de performance. A plataforma já está disponível globalmente em versão web. speakfy.me

Apresentadora Paloma Tocci é a nova embaixadora da Pinnacle

Um dos principais nomes no mercado de apostas ssportivas do mundo e licenciada no Brasil, a Pinnacle.bet.br anuncia Paloma Tocci como sua embaixadora oficial. A jornalista e apresentadora, atualmente responsável pelo bloco de esportes no Jornal da Record, pelo programa semanal Esporte Record e pelas transmissões do futebol da emissora, assume como o rosto principal da empresa de betting no cenário nacional. “É um ano muito importante para o calendário do futebol, especialmente porque temos a Copa. O mercado de Bets está completamente inserido e regulamentado no Brasil e na forma como os brasileiros vivem a experiência do futebol. Ser parceira de uma marca que está há mais de 25 anos no mercado e em mais de 100 países só reforça a força da minha trajetória no jornalismo esportivo”, afirma Tocci. Com o acordo, Paloma passa a representar a Pinnacle não só em eventos e lives realizadas pela empresa, mas principalmente no ambiente digital, conversando diretamente com o público a respeito de ações promocionais materializadas pela marca, além de reforçar a mensagem do jogo responsável e o papel educacional da Pinnacle no universo das apostas. Ao longo de 2026, a jornalista vai participar de uma série de bate-papos e publicações reforçando o compromisso da Pinnacle com o entretenimento digital. “Estamos muito orgulhosos em ter a Paloma Tocci no time da Pinnacle. Ela é uma profissional de comunicação com ampla experiência e credibilidade no mercado nacional, sendo a parceira perfeita para nos aproximar do público, ajudar a disseminar a imagem da marca e, claro, a conscientização a respeito do jogo responsável. Tenho certeza de que este casamento tem tudo para render os melhores frutos” celebra Álvaro Souza, CMO da Pinnacle no Brasil. Formada em jornalismo pela FIAM-FAAM, Paloma Tocci foi por mais de 22 anos um dos nomes de maior destaque na programação jornalística do Grupo Bandeirantes de Comunicação, chegando a ter a sua própria coluna na Rádio Band News FM, chamada Tocci Falando. Em 2024 ingressou na Record, onde detém papel fundamental no jornalismo esportivo da emissora. Sobre a Pinnacle Reconhecida internacionalmente no mercado de iGaming, a Pinnacle já possui mais de 26 anos de atuação no cenário global, estando presente em mais de 100 países. Com o diferencial de não determinar limites de ganhos aos jogadores, a marca oferece uma experiência de ponta em apostas esportivas, cassino e e-sports. A marca também reforça o compromisso com a mensagem do jogo responsável, sendo parceira do Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR).

Como se constroem os hits de Carnaval

Todo Carnaval tem suas trilhas oficiais. Aquelas músicas que atravessam blocos, festas, redes sociais e se tornam praticamente impossíveis de ignorar. Mas, por trás dos grandes hits da temporada, existe um trabalho estratégico que começa muito antes da folia tomar as ruas. Atuando diretamente na divulgação de lançamentos e principais hits da Sony Music e da Som Livre há três anos, em um trabalho desenvolvido de forma integrada com os times das gravadoras, a AlwaysON, hub de marketing estratégico, vem se consolidando como uma das principais forças por trás da construção de hits de verão e Carnaval, unindo inteligência de mídia, timing cultural e leitura de comportamento nas plataformas digitais. Um dos principais exemplos dessa estratégia é “Jet Ski”, de Pedro Sampaio, Melody e MC Meno K, lançamento da Sony Music. Com o objetivo claro de transformar a música em um hit absoluto do Carnaval, a campanha começou ainda em dezembro de 2025, muito antes do aquecimento oficial da temporada, a partir de um planejamento construído em parceria entre as equipes da Sony Music e da AlwaysON. A divulgação foi estruturada com campanhas no YouTube, com foco em volume de visualizações e engajamento, e no TikTok, priorizando interação e circulação orgânica do áudio. O resultado foi uma presença massiva da faixa nas redes sociais. Hoje, o áudio de “Jet Ski” soma mais de 1,5 milhão de publicações no TikTok e no Instagram, consolidando a música como uma das mais utilizadas da temporada e reforçando sua força como trilha sonora do Carnaval. Outra frente estratégica foi o trabalho com “Carnaval”, de Marina Sena, também pela Sony Music. Diferente de um lançamento inédito, a música já vinha sendo ouvida ao longo de 2025. A estratégia, neste caso, foi de resgate e reposicionamento, construída em alinhamento com o time da gravadora. AlwaysON e Sony Music apostaram em campanhas no Meta, com ativações no Instagram e Facebook, além do TikTok, concentradas especialmente no período de pré-Carnaval e durante os dias oficiais da folia. A campanha trouxe a faixa de volta ao centro das conversas, conectando a música ao imaginário carnavalesco e ampliando sua presença digital em um momento-chave de consumo cultural. Além desses cases, o hub de marketing, que já contribuiu para o lançamento de músicas de grandes nomes como Menos É Mais e MC Caveirinha em parceria com os times das gravadoras, também atua na amplificação de artistas que já possuem forte histórico no Carnaval e de nomes que surgem como novas apostas para a temporada. Lexa, com a música “Amiga com Amiga”, lançamento da Som Livre, reforça sua presença em mais um ano de folia, em um trabalho conjunto entre Som Livre e AlwaysON. Já Zara Larsson, pela Sony Music, surge como um dos nomes internacionais que ganham destaque no Carnaval brasileiro, impulsionada por uma estética que dialoga com tendências dos anos 2000, pelo lançamento de novo álbum e pela forte presença em conteúdos de maquiagem, moda e lifestyle nas redes. Esse movimento reforça como o Carnaval deixou de ser apenas um fenômeno musical e passou a ser também um grande território de tendências culturais e digitais, construído a partir da colaboração entre estratégia, música e plataformas. Complementando essa estratégia, a AlwaysON também trabalha a divulgação da playlist Carnaval 2026, da Sony Music, desenvolvida em conjunto com a gravadora para antecipar e organizar os principais sons da próxima temporada. A campanha da playlist acontece fora do Spotify, com foco em Facebook e Instagram, ampliando o alcance e estimulando a descoberta de músicas de forma nativa nas plataformas onde o público já consome conteúdo diariamente. Para Gabriel Chaves, especialista em marketing digital e sócio da AlwaysON, a construção de um hit de Carnaval passa diretamente pelo entendimento de cultura, comportamento e plataformas, sempre em parceria com os times artísticos e de marketing das gravadoras. “Hoje, um hit não nasce por acaso. Ele é construído a partir de estratégia, leitura de timing e presença consistente nos lugares certos. O Carnaval potencializa isso, porque une música, comportamento e redes sociais em um único movimento cultural”, afirma Gabriel Chaves. Ao antecipar tendências, trabalhar campanhas com objetivos claros e atuar de forma integrada com Sony Music e Som Livre, a AlwaysON reforça seu papel como uma das principais responsáveis por transformar músicas em verdadeiros fenômenos do verão e do Carnaval brasileiro.

Ana Castela é anunciada como nova embaixadora da Creamy e inspira próximo lançamento da marca

A Creamy inaugura uma nova fase ao anunciar Ana Castela como sua embaixadora. A parceria marca o encontro entre uma das artistas mais influentes da atualidade e uma marca que vem ressignificando o cuidado com a pele no Brasil, unindo ciência, sensibilidade e vida real. Com uma rotina intensa, marcada por shows, viagens e exposição constante à maquiagem, Ana se tornou o ponto de partida ideal para um processo profundo de recuperação e equilíbrio da pele. Ao longo dos últimos meses, a Creamy conduziu um verdadeiro reset, utilizando diferentes produtos do seu portfólio e acompanhando de perto as respostas da pele da artista, formando sua rotina ideal. Todo o processo começou apenas com o Calming Cream da marca, que já era de uso da estrela. Mais do que resultados visíveis, a colaboração se construiu a partir da escuta. O feedback de Ana Castela teve papel ativo no desenvolvimento de um novo produto da marca – o sérum Acne defense 5D – influenciando escolhas e direcionamentos pensados para atender às demandas reais de quem vive uma rotina acelerada. “Ana representa com muita verdade esse momento da Creamy: uma marca que cresce com seu público, sem excessos e com foco no que realmente faz diferença”, comenta Gabriel Beleze, co-CEO da marca. O sérum chega aos canais próprios da marca dia 9 de fevereiro, com 30ml e por R$78,94 ou R$74,99 no pix.

Lore Improta é anunciada como nova embaixadora da MamyPoko

Ao priorizar o descanso de qualidade e o conforto das crianças, a MamyPoko reafirma seu compromisso com o bem-estar e o cuidado em todas as etapas do desenvolvimento infantil. Reconhecida por ser pioneira no desenvolvimento da fralda-calça, a marca alia inovação e praticidade ao apostar no encaixe anatômico, que acompanha cada movimento da criança. Esse diferencial garante mais conforto e proteção contra vazamentos, permitindo liberdade para engatinhar, brincar e se movimentar com segurança. A proposta dialoga com diferentes realidades familiares, incluindo mães de crianças com perfis diversos de desenvolvimento, ao oferecer uma solução pensada para rotinas mais dinâmicas e ativas. O anúncio da nova embaixadora aconteceu durante a coletiva de imprensa de A Noite da Aclamação, evento beneficente idealizado por Lore Improta. Realizada anualmente, a iniciativa tem toda a renda revertida para a OSID (Obras Sociais Irmã Dulce), instituição que atende pessoas em situação de vulnerabilidade social. Na edição anterior, o evento arrecadou mais de R$ 500 mil, valor destinado à construção de novos leitos de UTI. Durante o evento, Lore destacou o envolvimento da marca com a causa social.“A MamyPoko está com a gente nesta edição apoiando esse momento tão especial. Essa parceria vai além do evento: eles também vão realizar a doação de fraldas infantis para o instituto, o que faz muita diferença”, afirmou. A influenciadora também ressaltou a conexão da marca com sua fase atual de vida e maternidade.“Essa é uma parceria que seguirá comigo nos próximos meses. Quem é mãe sabe que, nessa fase, todo cuidado conta, e a MamyPoko entende isso, sempre pensando no conforto e na liberdade das crianças.”

Supermarket apresenta nova comunicação do Super Carnaval 2026 criada pela HZ e estrelada por Alex Escobar

A nova comunicação mantém o jingle proprietário do Supermarket lançado em 2018 e já associado ao período carnavalesco, e apresenta uma atualização criativa alinhada à identidade cultural do Rio de Janeiro. A proposta reforça a conexão emocional da marca com os consumidores, utilizando referências diretas ao Carnaval de rua carioca. O universo visual e narrativo da campanha é inspirado nos blocos, nos instrumentos de percussão e na Apoteose, elemento simbólico da festa no Rio. A linguagem conecta preço, consumo e cultura popular, posicionando o varejo como parte ativa da experiência do Carnaval. Com o conceito “Vem pro Bloco do Preço Baixo”, a campanha transforma o preço em ponto de atração e o consumo em experiência coletiva, ampliando o papel da comunicação para além da oferta. A nova fase do Super Carnaval é estrelada por Alex Escobar, garoto-propaganda da rede, que reforça a proximidade do Supermarket com o público e sua presença recorrente no calendário cultural do estado. Assista o filme:

O que a postura de Ana Paula Renault revela sobre o poder da comunicação intencional no BBB 26

A volta de Ana Paula Renault ao Big Brother Brasil 26 reacende não apenas memórias de sua passagem marcante pelo BBB16, mas também um debate central sobre comunicação intencional em ambientes de alta exposição. Em um jogo que exige negociação e adaptação constante, a participante opta por uma postura rígida, com baixa flexibilidade emocional e resistência ao diálogo e à negociação, o que compromete sua convivência no jogo e afeta a percepção do público. Desde as primeiras semanas, Ana Paula ocupa o centro da narrativa. Conflitos diretos, falas definitivas e reações intensas a colocam sob vigilância permanente. Cada atitude não é analisada isoladamente, mas interpretada à luz de um histórico já conhecido pelo público. “Quando uma pessoa entra em um espaço público carregando uma memória coletiva, ela não comunica só no presente. Ela comunica com o passado o tempo todo”, analisa Cristian Magalhães, especialista em comunicação intencional e preparador de comunicação de grandes referências e personalidades em âmbito nacional. Um dos momentos mais emblemáticos da edição foi a declaração da participante: “Isso aqui não é um teatro, é vida real.” A frase explicita sua recusa em tratar o reality apenas como jogo e esse é o ponto de divergência com os colegas de confinamento. “Comunicação intencional não é negar a emoção, é entender o contexto onde ela é expressa. Quando a pessoa se comunica como se estivesse fora do jogo, mas está dentro dele, o impacto tende a ser a quebra da dinâmica social construída com os demais participantes do reality”, explica Cristian. Ao transformar conflitos pontuais em rompimentos definitivos, Ana Paula quebra um pacto silencioso do BBB, o da flexibilidade relacional. No reality, alianças são transitórias e embates exigem renegociação. A rigidez emocional da participante, nesse cenário, pode gerar isolamento. “Toda comunicação produz efeito no outro. Quando não há espaço para ajuste, o diálogo vira imposição e isso cobra um preço alto em ambientes coletivos no longo prazo”, pontua o especialista. Outro elemento que pesa é a busca por um protagonismo excessivo. Ao concentrar conflitos, tempo de tela e embates morais, Ana Paula se torna o eixo simbólico da edição. Para alguns, isso soa como coerência e autenticidade, mas para outros, causa desgaste e previsibilidade. “Protagonismo sem gestão de imagem vira sobrecarga. A pessoa deixa de ser lida pelo posicionamento e passa a ser lida pelo impacto constante”, afirma Cristian. A dificuldade de Ana Paula em negociar confrontos, inclusive com aliados, reforça essa leitura. Ao cobrar coerência sem flexibilizar o tom, ela comunica firmeza, mas também intransigência. “Ser claro não é ser inflexível. Comunicação intencional exige consciência do objetivo, é preciso convencer, dialogar ou comunicar de forma clara suas emoções. Quando esse objetivo não está claro, a comunicação perde eficácia e passa a gerar desgaste”, avalia. Dentro do BBB, onde cada fala alcança milhões de pessoas, a comunicação deixa de ser apenas expressão individual e se transforma em ferramenta estratégica. “Em contextos de alta visibilidade, intenção não basta. É preciso intencionalidade. Quem comunica sem considerar o efeito acaba refém da própria emoção”, resume Cristian Magalhães. No jogo da convivência extrema, quem perde controle pode ser julgado pelo público. “Amada ou rejeitada, Ana Paula segue no centro da edição. Sua trajetória no BBB 26 até aqui escancara um ponto sensível do reality contemporâneo de que não basta ser verdadeiro, é preciso ser intencional”, finaliza.

Livro analisa como ESG e comunicação redefinem a reputação das marcas automotivas

Em um contexto marcado pela intensificação da crise climática, pela pressão social por mais responsabilidade corporativa e pela transformação da forma como marcas são avaliadas pela sociedade, o livro “ESG e comunicação para o desenvolvimento sustentável: o caso da transformação das marcas de automóveis”, de André Senador, propõe uma análise aprofundada sobre o papel da comunicação na construção de reputações alinhadas às expectativas contemporâneas. A obra parte da premissa de que a reputação corporativa deixou de ser sustentada apenas por indicadores financeiros ou operacionais e passou a refletir, cada vez mais, a capacidade das organizações de integrar os critérios ESG e às suas estratégias e práticas. Nesse cenário, a comunicação assume um papel central como mediadora entre empresas, stakeholders e sociedade, sendo fundamental para garantir coerência, transparência e legitimidade. “A reputação passou a ser um reflexo direto da capacidade das organizações de ouvir a sociedade e de transformar expectativas sociais em estratégias concretas”, afirma André Senador. “Nesse novo contexto, o ESG funciona como uma bússola, orientando comportamentos empresariais mais humanizados e conectados com as reais necessidades das pessoas e do planeta.” Além de apresentar a evolução histórica do conceito de sustentabilidade até sua consolidação no modelo ESG, o autor destaca a Agenda 2030 da ONU e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como referenciais globais essenciais para a atuação corporativa responsável. O livro também alerta para os riscos de práticas superficiais e discursos vazios, reforçando a importância de processos comunicacionais consistentes para evitar o chamado washing. “A comunicação não pode ser apenas uma camada estética do ESG. Ela precisa traduzir compromissos reais, processos estruturados e decisões estratégicas”, destaca Senador. “Sem coerência entre discurso e prática, não há confiança nem licença social para operar.” Como contribuição prática, a obra propõe a construção de uma “Jornada ESG de Reputação Corporativa”, um roteiro que orienta organizações na integração efetiva da sustentabilidade às suas estratégias, fortalecendo relações com stakeholders e ampliando sua legitimidade social. Voltado a pesquisadores, profissionais de comunicação, lideranças empresariais e gestores interessados em sustentabilidade, o livro reforça que, mais do que uma tendência, o ESG se consolidou como um elemento estrutural para o futuro das marcas e dos negócios. Sobre André Senador: CEO da Perennial Consultoria e estrategista em Comunicação, Imagem e Reputação, ESG e Sustentabilidade, com experiência em Relações com a Imprensa, Relações com Stakeholders, Prevenção e Gestão de Crises. Possui vivência como Executivo C-Level nas empresas Volkswagen, Mercedes-Benz e BASF. É PhD e mestre em Comunicação pela Universidade Metodista de São Paulo e jornalista pela Faculdade Cásper Líbero, com Estágio Científico de Doutoramento na Universida- • de do Minho, em Portugal. Possui certificação em ESG pela KPMG e pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). É membro do Conselho Consultivo da ABERJE (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).

Avanço da IA deve reduzir em 43% o tráfego de sites jornalísticos, aponta relatório

O crescimento do uso de ferramentas de inteligência artificial nas plataformas de busca deve provocar uma queda de até 43% no tráfego dos sites jornalísticos, segundo relatório divulgado pelo Instituto Reuters.  A análise, de alcance global, aponta uma mudança estrutural na forma como o público acessa informações e já se reflete em reduções de audiência em grandes veículos internacionais. De acordo com o estudo, o principal fator está na expansão das chamadas buscas “sem clique”, em que respostas geradas por IA passam a ser exibidas diretamente nas páginas de resultados, reduzindo a necessidade de acesso aos sites de origem. Respostas automáticas alteram a lógica de acesso à informação Com a exibição de resumos no topo das buscas, plataformas como o Google concentram a atenção do usuário e limitam o fluxo de visitas aos portais.  Para Felipe Cardoso, CEO da Rank Certo, agência de SEO orientada à decisão comercial, o impacto vai além da redução numérica de acessos. “Há uma perda de volume, mas o leitor que continua clicando tende a ter uma intenção mais clara. É um público menos ocasional e mais qualificado”, afirma. Segundo ele, a mudança exige ajustes no planejamento editorial e digital. “O jornalismo passa a lidar com menos escala e mais profundidade. A lógica de desempenho precisa ser revista.” Mercado brasileiro enfrenta mudança em cenário já fragilizado No Brasil, a transformação ocorre em um ambiente marcado por fragilidade estrutural.  Levantamento do projeto Mais pelo Jornalismo divulgado pela Agência Brasil mostra que, desde 2014, 2.352 mídias jornalísticas encerraram suas atividades no país, número superior ao de novos veículos criados no período. O estudo também revela limitações na presença digital fora dos grandes centros. Em cidades com até 100 mil habitantes, mais da metade das rádios analisadas não possui portal de notícias, enquanto parte significativa dos veículos impressos operam sem site próprio. Para Cardoso, esse contexto amplia o risco. “Quando o tráfego se torna mais escasso e mais qualificado, a ausência de estrutura digital reduz ainda mais a capacidade de adaptação desses veículos.” Mudança no comportamento do leitor O relatório do Instituto Reuters também identifica um público mais seletivo no consumo de notícias. Parte dos usuários evita o noticiário excessivo, enquanto outros buscam fontes específicas, com maior grau de confiança editorial. “A audiência que permanece é menor, mas mais consciente do que procura”, afirma Cardoso. “Isso favorece veículos com identidade clara e consistência editorial.” Relação direta com o leitor ganha relevância Diante da instabilidade das buscas, editoras têm ampliado o investimento em canais próprios, como newsletters, podcasts e aplicativos, com o objetivo de reduzir a dependência de intermediários. “A inteligência artificial não elimina o jornalismo, mas redefine o acesso à informação”, diz Cardoso. “Os portais que compreenderem essa mudança podem operar com menos tráfego, mas com maior valor por leitor.” O relatório aponta que, nesse novo cenário, credibilidade, engajamento e relacionamento direto com o público tendem a se tornar ativos centrais para a sustentabilidade do jornalismo digital.

Turkish Airlines anuncia Zheng Qinwen como nova embaixadora global da marca

A Turkish Airlines, reconhecida como a companhia aérea que voa para mais países no mundo pelo Guinness World Record®, anunciou a tenista chinesa Zheng Qinwen como sua nova Embaixadora Global. A parceria marca um passo importante na evolução da marca, unindo uma companhia aérea de classe mundial a uma das atletas mais inspiradoras da nova geração. Mais do que um endosso, a colaboração reflete valores compartilhados, como excelência e conexão cultural. Forjada em competições globais, a disciplina, a resiliência e a ambição de Zheng Qinwen estão alinhadas aos princípios da Turkish Airlines e ao seu compromisso de conectar pessoas, culturas e continentes por meio do esporte. Avanços recentes também reforçaram a atratividade da Turquia como destino e hub de conexões para viajantes chineses. A partir de 2 de janeiro de 2026, a isenção de visto para cidadãos chineses ampliou a acessibilidade ao país. Isso fortalece o papel da Turkish Airlines, por meio de seu hub em Istambul, na conexão de China, Europa, Oriente Médio, América Latina e outras regiões. Cabe lembrar que a Turkish Airlines conecta a China e São Paulo com apenas uma escala em Istambul. A rota atende tanto viajantes chineses quanto brasileiros e, por meio do programa de Stopover, que o oferece até duas noites em hotel em Istambul, é possível conhecer a cidade turca antes de seguir viagem. Ahmet Olmuştur, Chief Commercial Officer da Turkish Airlines, comentou: “É um prazer receber Zheng Qinwen como nossa Embaixadora Global. Sua determinação, conquistas e visão internacional refletem fortemente nossos valores. À medida que ampliamos nossa presença na região da Ásia-Pacífico, essa parceria reforça nosso compromisso de conectar a região ao mundo, apoiando a excelência no esporte e o intercâmbio cultural.” Zheng Qinwen também destacou: “É uma honra firmar parceria com a Turkish Airlines, uma marca que conecta o mundo e supera fronteiras — um propósito que se alinha perfeitamente à minha busca constante por excelência e evolução no tênis. Estou entusiasmada em trabalhar com a companhia para aproximar pessoas e culturas por meio da força do esporte.” A carreira de Zheng Qinwen reúne conquistas de grande relevância internacional. Em junho de 2025, ela alcançou a 4ª posição no ranking mundial da Women’s Tennis Association (WTA), tornando-se a segunda chinesa a atingir esse feito em solo femininas. Outro marco histórico foi a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, quando se tornou a primeira atleta asiática a conquistar o ouro olímpico no tênis feminino individual. Esses resultados a consolidaram como uma das figuras esportivas mais inspiradoras de sua geração, com forte influência na Ásia-Pacífico e em escala global. Como companhia aérea de bandeira nacional, a Turkish Airlines segue expandindo sua presença global, com foco em parcerias estratégicas que dialogam com diferentes regiões. Zheng Qinwen reforça a visão de crescimento e o compromisso de engajar públicos diversos por meio de histórias inspiradoras que ultrapassam fronteiras e ganham relevância mundial.

Bigfone toca fora da casa e surpreende colaboradores da Globo pelo segundo ano consecutivo

O toque inconfundível do Bigfone voltou a ecoar fora da casa mais vigiada do Brasil e, pelo segundo ano consecutivo, surpreendeu os colaboradores da Globo. A ação especial de comunicação interna levou o universo do Big Brother Brasil para dentro dos bastidores da emissora e transformou a rotina dos escritórios em uma experiência marcada por atenção, curiosidade e surpresa, com clima de novidade recente. Nos últimos dias, quem circulou pelos corredores da Globo precisou relembrar uma regra básica do reality: quando o Bigfone toca, não dá para ignorar. A ativação aconteceu em dias alternados, com um totem itinerante em formato do icônico telefone do programa, envelopado com a identidade visual do robô do BBB. À primeira vista, o objeto se misturava ao ambiente, até que, de repente, o telefone tocava exatamente como na televisão. Quem atendia primeiro era recebido pela voz do Bigfone, que anunciava a premiação na hora. Depois do sucesso da edição anterior, realizada em 2025, a ação voltou ainda mais diversa neste ano. Os brindes distribuídos incluíram cafeteiras, canecas, balde de pipoca, meias, garrafas e outros itens conectados ao entretenimento e ao dia a dia dos colaboradores. A iniciativa foi idealizada pela equipe de Comunicação Interna e endomarketing e teve toda a execução realizada pela Fluxxo, responsável pela produção dos materiais, logística, promotores e distribuição dos brindes. Neste ano, a ativação também passou a acontecer em São Paulo, ampliando o contato direto com colaboradores de diferentes praças. Ao levar o clima do BBB para dentro do ambiente corporativo, o Bigfone fora da casa reforçou o engajamento e o senso de pertencimento entre os times, criando momentos de descontração e expectativa em meio à rotina de trabalho. Para Marcella Pereira, Diretora de atendimento da Fluxxo, a força da ação está justamente na experiência. “A ideia foi transformar um ícone da cultura pop em um gatilho real de surpresa e conexão. Quando o Bigfone toca fora da casa, ele quebra a previsibilidade do dia e convida as pessoas a viverem o jogo ali, naquele instante”, destaca.

Sing assume comunicação do Capacity LATAM 2026

A Sing, agência boutique de comunicação e relações-públicas com atuação no Brasil e na América Latina, é a assessoria de imprensa do Capacity LATAM, principal plataforma de negócios que conecta a infraestrutura digital da América Latina à conectividade global. A Sing será responsável por apoiar o evento em sua estratégia de relacionamento com a imprensa e amplificação de narrativa, com foco em visibilidade qualificada, fortalecimento de reputação e apoio à divulgação da próxima edição, marcada para 17 e 18 de março de 2026, no Grand Hyatt São Paulo. Desde 2003, o Brasil é a principal sede do Capacity LATAM, refletindo o papel estratégico do país no ecossistema de conectividade da região. Consolidado como um dos principais espaços para a realização de negócios na América Latina, o evento reúne decisores responsáveis por investimentos estratégicos em telecomunicações, data centers e infraestrutura digital, além de lideranças de cloud, serviços digitais e empresas de energia — setores fundamentais para a expansão de redes, o desenvolvimento de ambientes de alta capacidade e a construção de uma infraestrutura crítica mais eficiente, resiliente e preparada para as demandas do ecossistema digital latino-americano. A equipe que atenderá o Capacity LATAM conta com Mariana Menezes (executiva de comunicação) e Isadora Fernandes (gerente de atendimento), além de Janaína Leme e Vânia Gracio no alinhamento estratégico entre a Sing e o cliente. A edição de 2026 deve receber mais de 1.200 participantes, com 50% do público formado por C-levels, VPs e diretores, representando mais de 300 empresas de 45 países, além de mais de 60 palestrantes ao longo da programação. Entre os nomes já confirmados estão Octavio Pena Pieranti, conselheiro da ANATEL; Victor Arnaud, Managing Director da Equinix Brasil; Jose Miguel Vilela Jr., CEO da Tecto; Andres Madero, CTO da Nokia; Gabriel del Campo, VP Data Centres da Cirion; Alexandre Oliveira Dal Forno, diretor de IoT & 5G da TIM Brasil, entre outros. “Assumir a comunicação do Capacity LATAM reforça nossa atuação em tecnologia e infraestrutura crítica, em um momento em que conectividade, cloud, data centers e energia estão no centro das decisões de investimento na região. Nosso objetivo é apoiar o evento na construção de uma narrativa clara e estratégica, ampliando sua presença na mídia e conectando seus porta-vozes aos debates mais relevantes do setor”, comenta Janaína Leme, sócia e Head of PR na Sing. Novos palestrantes e os principais destaques da programação serão anunciados ao longo das próximas semanas. Data: 17 a 18 de março de 2026 Local do evento: Grand Hyatt São Paulo – Av. das Nações Unidas, 13301 – Itaim Bibi Para mais informações, acesse: www.capacitylatam.com Para mais informações, a equipe que está à frente da conta pode ser contatada em capacitymedia@singcomunica.com

Profile assina conceito criativo da nova mostra do Projeto Centenários em homenagem à Grande Otelo na Estação Paulista

A Agência Profile assina o conceito criativo e a identidade visual da nova instalação do Projeto Centenários, realizada pelo Instituto Motiva, que desta vez homenageia Grande Otelo, um dos maiores atores brasileiros de todos os tempos, pioneiro como primeiro ator negro reconhecido no país e símbolo de expressividade, humor e presença cênica. A mostra gratuita ocupa a Estação Paulista da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo e segue aberta ao público até dezembro de 2026. Especializada em narrativas de impacto positivo, sustentabilidade e inclusão, a Profile foi responsável por traduzir a força artística e histórica de Grande Otelo em uma experiência imersiva, cenográfica e multisensorial. A instalação traz elementos que percorrem as grandes frentes de atuação do artista como o cinema, teatro e televisão com peças audiovisuais, painéis iluminados, escadas temáticas, letreiros inspirados em cartazes clássicos, além de citações e fotografias que revelam sua trajetória como pioneiro da negritude na cena brasileira. Segundo Rodrigo V Cunha, CEO da Profile, o desafio foi transformar a passagem diária pelo metrô em um momento de contato com a memória coletiva do país. “Grande Otelo é um artista que atravessa gerações e linguagens. Nosso objetivo foi criar uma experiência que evidenciasse sua genialidade, sua presença e sua importância para a cultura brasileira. Cada peça da mostra convida o público a refletir sobre os caminhos que ele abriu e sobre o Brasil que ele ajudou a revelar.” Renata Ruggiero, presidente do Instituto Motiva, reforça a relevância da homenagem: “Celebrar Grande Otelo é reconhecer a força de um artista que reinventou a cena cultural brasileira, rompeu barreiras e abriu caminhos para novas gerações. Levar essa história para dentro da estação e transformá-la em uma experiência acessível, viva e aberta ao público reforça nosso compromisso de democratizar o acesso à cultura, levando as pessoas aos museus e trazendo os museus para onde as pessoas estão. É uma forma de mostrar que a arte pode e deve habitar o cotidiano.” Nova exposição do Projeto Centenários: da ancestralidade de Clementina ao multiartista Grande Otelo Após homenagear Luiz Gonzaga e Clementina de Jesus, o Projeto Centenários inicia um novo capítulo ao dar protagonismo a Grande Otelo. Cada exposição transforma as estações do metrô em espaços de encontro com a memória cultural do país. No caso da instalação dedicada a Otelo, a Estação Paulista recebeu uma intervenção com múltiplos ambientes distribuídos pelos três andares da estação. A proposta conecta arte, cidadania e representatividade: painéis com fotografias em grandes dimensões, depoimentos de artistas como Gilberto Gil, Fernanda Montenegro, Ruth de Souza e Jorge Amado, além de conteúdos audiovisuais inéditos e uma cenografia inspirada em cortinas de teatro, câmeras de cinema e televisores clássicos. Com foco em sustentabilidade e acessibilidade, todas as peças contam com QR Codes que direcionam o público para audiodescrição, tradução em Libras, narração e conteúdos complementares, ampliando a experiência para diferentes perfis de visitantes. SERVIÇO — Exposição Projeto Centenários: Grande Otelo Local: Estação Paulista – Linha Amarela do Metrô de São Paulo Período de visitação: até novembro de 2026 Horário: diariamente, das 4h40 à meia-noite (horário de funcionamento do metrô) Entrada gratuita

Alo Yoga seleciona modelo brasileira para campanha de Valentine’s Day

A modelo brasileira Maria Klaumann foi escolhida pela grife Alo Yoga para nova ação de Valentine”s Day da Alo Yoga. O famoso Dia dos Namorados nos Estados Unidos será celebrado no dia 14 de fevereiro.  Uma das principais marcas globais de activewear e lifestyle, a Alo Yoga já conta com loja em São Paulo e tem previsão de abertura de novas unidades em outras capitais brasileiras. Esta não é a primeira vez que a modelo é escolhida pela Alo Yoga: Maria marcou presença em campanhas recentes e relevantes da marca. Natural de Santa Catarina, a modelo constrói uma trajetória consistente no mercado internacional, com trabalhos para marcas globais e editoriais de destaque. A nova campanha marca mais um capítulo desse percurso, alinhando seu nome a uma das datas mais emblemáticas do calendário do varejo nos Estados Unidos.

Grupo Bradesco Seguros lança clipe da versão exclusiva da música ‘You’ve Got a Friend’

A canção responsável por embalar a campanha ‘A Descoberta’ do Grupo Bradesco Seguros, ‘You’ve Got a Friend’, clássico da compositora norte-americana CaroleKinge famosa pela gravação de James Taylor, acaba de ganhar um videoclipe exclusivo na voz da cantora Manda. A mensagem de afeto e conexão da campanha reforça o posicionamento da companhia como parceira em todos os momentos, embalada pela icônica música, que traduz a importância da empatia e o papel da amizade. “Poder ressignificar a nossa campanha por meio de um videoclipe é uma experiência sensacional para a nossa marca. ‘You’ve Got a Friend’ sempre será um sucesso e combinou perfeitamente com a mensagem que gostaríamos de passar para celebrar a chegada de 2026”, destaca Ana Claudia Frighetto Gonzalez, Superintendente Sênior de Marketing do Grupo Bradesco Seguros. Com produção da Musickeria para a AlmapBBDO, as gravações ocorreram no recém-inaugurado Teatro YouTube, em São Paulo. O videoclipe dialoga com trechos do filme ‘A Descoberta’, o que torna a experiência mais próxima ao público. Com essa nova gravação, o Grupo Bradesco Seguros repete a dobradinha de sucesso com a Musickeria, que também produziu a trilha sonora da campanha ‘A Busca’ de 2024, com o clássico ‘Over the Rainbow’, na voz de Camilla Marotti. Confira o vídeo clipe:

Flavio Waiteman é o único brasileiro no júri do The One Show Indies

O The One Club for Creativity anunciou, nesta segunda-feira (19), a lista de jurados para o The One Show Indies, prêmio criado para valorizar e celebrar o  trabalho de agências independentes, empresas de  design, produtoras e criadores. Flavio Waiteman, cofundador e CCO da Tech & Soul, é o único brasileiro escolhido para fazer parte do júri na primeira edição do prêmio.   O júri conta exclusivamente com criativos de agências independentes de diferentes lugares do mundo, como Estados Unidos, Arábia Saudita, África do Sul e Singapura.   Flavio tem mais de 30 anos de carreira e passagens por agências como W/Portugal e Africa. Fez parte do time que conquistou o primeiro leão de ouro em rádio do Brasil no Festival de Cannes de 2004, com a campanha antitabagismo “Pergunte Por Quê”, para o Ministério da Saúde. Em 2017, fundou a Tech & Soul, agência independente que combina criatividade, técnica e alma, e atende marcas como C6 Bank, CNA, B3, ClickBus, Estrella Galicia, Ligga, Youse Seguros, Embelleze e Positivo.  Confira a lista completa de jurados em https://oneshow.org/jury/indies/

Campanha do Burger King aponta novos rumos da comunicação publicitária 2026

A nova campanha do Burger King, divulgada nesta quinta-feira (15), para divulgar o “King em Dobro” reforça uma tendência cada vez mais evidente na comunicação para as marcas em 2026: o olhar para o real, o humano e o espontâneo. Para isso, a rede escolheu como protagonista Roberto Farias, o menino que ganhou destaque nacional após se perder por cinco dias na trilha do Pico Paraná, período em que ficou sem se alimentar adequadamente. Na peça, o Burger King parte de um fato real, a fome extrema vivida por Roberto durante o resgate, construindo uma narrativa simples, direta e altamente conectada ao produto. A ideia criativa transforma a experiência de privação em uma mensagem leve e bem-humorada, alinhada ao DNA irreverente da marca, mas sem perder a empatia. Caroline Ferrari, Diretora de Novos Negócios Corporativos da Octopus, agência de publicidade e propaganda, explica uma transformação muito clara de mercado, na qual, marcas estão deixando de lado discursos excessivamente polidos para abraçar histórias que já fazem parte do imaginário coletivo. “O público quer se reconhecer nas narrativas, sentir que aquilo poderia acontecer com qualquer pessoa. Quando a comunicação parte do real, a conexão é imediata”, avalia Ferrari.  Ao escalar um personagem que não é ator, influenciador ou celebridade tradicional, o Burger King reforça sua capacidade de leitura cultural e mostra que, mais do que vender um produto, é possível gerar conversa, identificação e relevância. A campanha “King em Dobro” se insere, assim, em um contexto em que a publicidade busca cada vez mais verdade, uma aposta que deve marcar o tom da comunicação ao longo do ano. A campanha já é considerada um sucesso e vem sendo amplamente bem recebida pelo público. “Nas redes sociais e nos canais oficiais da empresa, a ação registra alto engajamento, com comentários positivos que destacam a autenticidade da narrativa e a capacidade da marca de transformar um episódio real em uma comunicação criativa, relevante e próxima das pessoas”, completa Caroline.

A clareza que ainda nos falta na comunicação

Por Denise Joaquim Marques, consultora de negócios especializada em Vendas e Marketing, com foco em estratégias de alta performance, liderança comercial e diferenciação de mercado Falar com clareza deveria ser algo simples, mas raramente é assim. Entre o que sentimos, pensamos e verbalizamos existe um percurso cheio de desvios construídos pelas experiências que deixaram marcas profundas. Muitas delas alimentam o medo do julgamento, a insegurança diante da rejeição, a hesitação em revelar aquilo que realmente nos move. Nesse caminho tortuoso, desperdiçamos gentilezas, sabotamos resultados e deixamos afetos pelo meio do trajeto porque a mensagem enviada não encontra a mensagem que gostaríamos de entregar. Clareza não é apenas sobre escolher bem as palavras. É sobre alinhar intenções, emoções e expressão para que o outro perceba exatamente o que queremos comunicar. Quantas vezes, diante de um filho, a intenção real seria dizer que o amamos tanto que certos comportamentos nos entristecem ou nos preocupam, mas acaba saindo uma bronca que não traduz o sentimento. E quantas vezes, ao nos interessarmos por alguém, fazemos um gesto carinhoso e logo o enfraquecemos dizendo que não é nada demais, por temer a interpretação. Criamos ruídos porque não sustentamos a verdade do que sentimos e, na tentativa de nos protegermos, produzimos exatamente o efeito contrário. O que realmente transforma uma conversa é fazer o outro compreender a importância que ele tem, tanto dentro do que estamos dizendo como para nós. Esse é o ponto de virada. Não se trata de discursos elaborados, mas de clareza emocional. A coragem de assumir sentimentos, de sustentar o que se deseja, de permitir que a intenção chegue sem filtros que a esvaziem,  dependem da clareza do nosso discurso interno. Quando há alinhamento entre pensar, sentir e dizer, a comunicação deixa de ser tentativa e passa a ser encontro. Existe também um aspecto pouco discutido na clareza, que seria o quanto ela exige presença real. Não falamos com nitidez quando estamos dispersos, reativos ou presos em diálogos internos que competem com a conversa. Muitas interações fracassam não por falta de vocabulário, mas por falta de disponibilidade emocional. Estar presente é o que nos permite ouvir sem antecipar respostas, falar sem atacar, pedir sem manipular e expressar emoções sem confundi-las com acusações. A presença sustenta aquilo que a clareza revela. Outro ponto essencial é que a comunicação transparente não se limita a instantes sensíveis. Ela se manifesta no cotidiano profissional, nos pequenos acordos que evitam desgastes, nas conversas aparentemente simples que moldam a convivência. Alinhar expectativas é cuidado, não dureza. Expressar limites é respeito, não frieza. Reconhecer erros é maturidade, não fraqueza. Quando a clareza se torna prática habitual, relações ficam menos tensas, equipes funcionam melhor e decisões ganham consistência. Se buscamos relações mais saudáveis e resultados mais sólidos, precisamos abandonar o hábito de falar pela metade. A clareza é um ato de generosidade com o outro e conosco. É o que cria conexão verdadeira, evita mal-entendidos e abre espaço para vínculos mais maduros e conscientes. Comunicação é sempre sobre o outro, mas começa dentro de nós. Quando esse alinhamento ocorre, o que dizemos finalmente chega ao lugar exato em que pode ser compreendido. *Denise Joaquim Marques é consultora de negócios especializada em Vendas e Marketing, com foco em estratégias de alta performance, liderança comercial e diferenciação de mercado. – E-mail: denisemarques@nbpress.com.br.

Victor Massaki é o mais novo integrante do squad Philips

A Boombeat, destaque entre os lançamentos da Philips Áudio e Vídeo em 2025, acaba de se tornar a caixa de som oficial de um dos rappers mais queridos do país, Victor Massaki.  O novo integrante do squad fixo da Philips iniciou sua carreira fazendo rimas em vagões de trem, até que seus vídeos viralizaram.  Hoje ele é um nome muito respeitado no cenário nacional da rima. Com um EP lançado, “Do Vagão Para o Mundo”, que reúne letras pessoais e reflexivas, além de 3,6 milhões de seguidores no Instagram, 2,3 milhões no Tik Tok e 1 milhão de inscritos no YouTube  o artista tem uma conexão natural com seu público. “Foi uma escolha muito acertada para comunicar nossa linha de áudio e vídeo. Massaki fura bolhas e leva a cultura do hip hop para muitos. Com certeza, sua música e seu carisma alcançarão ainda mais fãs em 2026. Estamos muito satisfeitos com a parceria”, comemora Bruno Morari, diretor de Marketing e Produtos da Philips. 

Izu Master Roll confirma Dayse Paparoto como jurada

A chef Dayse Paparoto, proprietária do Paparoto Cucina e vencedora de um reality de gastronomia profissional, acaba de ser confirmada como jurada do reality de competição gastronômica Izu Master Roll, o primeiro programa de entretenimento nacional dedicado exclusivamente à culinária japonesa no Brasil. Com inscrições abertas até o dia 31 de janeiro, premiação de 100 mil reais e apresentado por Yuri Tamashiro, o reality propõe um olhar aprofundado sobre a técnica, disciplina e estética que representam a culinária japonesa, e terá a primeira temporada gravada em Goiânia com estreia prevista para este ano, com exibição no YouTube.​O restaurante da Chef, Paparoto Cucina, no Itaim, em São Paulo, entrou para a lista dos estabelecimentos indicados pelos inspetores do famoso e rigoroso guia turístico francês respeitado nos quatro cantos do planeta. Aos 41 anos, a chef paulista está entre as mulheres mais poderosas e admiradas da gastronomia brasileira. Dayse integra o Guia Michelin e atua como consultora, palestrante em iniciativas de impacto social e agora, jurada do Izu Master Roll. Integrando um time com outros nomes renomados, como: Danilo Maciel, chef duas estrelas Michelin e à frente do Oizumi Sushi. “Eu estou aqui hoje porque acreditei muito no projeto. Ser chef de cozinha é se arriscar, é ser único. Torço para que os candidatos encontrem seus próprios talentos e suas verdades, não só para ganhar o reality, mas para a vida”, afirma Dayse Paparoto. SERVIÇO:Inscrição para o reality “Izu Master Roll”;Data: até o dia 31/01;Local: Remoto;Premiação: 100 mil reais;Link: izumasterroll.com.brIG: @izumasterroll

Batavo promove Holandesa ao cargo de Diretora de Receitas e Inovação

Pela primeira vez desde que surgiu como rosto nas embalagens da Batavo, há quase 100 anos, a clássica Holandesa deixa de ser apenas uma imagem no logo da marca para se tornar protagonista da própria história. A personagem assume oficialmente o cargo de Diretora de Receitas e Inovação da Batavo — e inaugura uma fase inédita para a marca, que passa a contar sua trajetória pelas mãos de quem sempre esteve no imaginário dos brasileiros. Filha de Carambeí, cidade no interior do Paraná, criada entre tradições holandesas e a cultura leiteira local, a Holandesa sempre foi guardiã da história da Batavo. Agora, passa a ser também guardiã do futuro: responsável por experimentar sabores, investigar tendências e conectar inovação à essência da marca, tudo movido por um único objetivo: encontrar a receita perfeita. A nova fase marca o início de um arco narrativo que levará o público a conhecer a Holandesa como personagem real, com desejos e ambições, além de um papel ativo dentro da empresa. “A Holandesa sempre foi parte da nossa história, mas agora ela se torna narradora, voz e protagonista da Batavo. Pela primeira vez, um personagem assume um cargo dentro da empresa, com voz ativa e participação real nas iniciativas da marca. Trazer a Holandesa para a vida é também dar vida ao futuro da Batavo”, afirma Raphael Cumplido, Diretor de Marketing da Batavo. No papel de Diretora de Receitas e Inovação, a Holandesa inicia sua jornada convidando o público a acompanhar experimentações dentro e fora da cozinha. Ela atravessa a história da Batavo, atravessa a história da cidade de Carambeí e agora atravessa o país em busca de novas referências, ingredientes e olhares contemporâneos sobre alimentação, sustentabilidade e sabor, sempre resgatando a cultura leiteira da Holanda, considerada por muitos a melhor do mundo, e o desenvolvimento de iogurtes e produtos lácteos . Ao longo do ano, iniciativas como press trips, entrevistas, ativações, presença em programas de TV e experiências culturais vão contar não apenas sobre novos produtos, mas sobre o universo da personagem e como ela enxerga o mundo que a inspirou. Para a Talent, agência responsável pela estratégia da personagem, a Holandesa representa uma das mais profundas materializações da visão criativa da marca. “A Holandesa deixa de ser apenas um ícone, e passa a ter uma história real. Essa é uma das ideias que nasceram dentro do LacLab, nosso time dedicado à Lactalis dentro da Talent. Um HUB interdisciplinar que foi estruturado com profissionais híbridos da agência e do cliente. Foi a partir dessa integração que conseguimos construir uma visão estratégica e contínua para a marca, e reforçamos o papel da Talent como um player de conteúdo e performance, conectado aos objetivos reais de negócio do cliente. Dar vida à Holandesa é inaugurar uma nova etapa desse modelo”, afirma Gustavo Victorino, Chief Creative Officer da Talent. A Batavo nasceu da tradição holandesa, mas cresceu influenciada pela cultura brasileira. Agora, encontra uma forma simbólica e contemporânea de unir essas dimensões: trazendo a Holandesa para o presente, e dando a ela o papel que sempre representou, mas nunca pôde assumir oficialmente. Mais do que uma campanha, o projeto marca um novo capítulo na trajetória da Batavo, em que passado, presente e, agora, o futuro passam a ser conduzidos pela personagem que sempre simbolizou a essência da marca. Veja o filme: Saiba mais nas redes sociais da marca: Site: https://www.batavo.com.br/ IG: https://www.instagram.com/batavo/ Facebook: https://www.facebook.com/batavobrasil Tik Tok: https://www.tiktok.com/@batavobrasil  YouTube: https://www.youtube.com/@BatavoBrasil FICHA TÉCNICA Anunciante: LactalisProduto: BatavoTítulo: Holandesa Aprovação do Cliente: Raphael Cumplido, Daniel Martins, Dayana Silva, Thais Assumpção Agência: TalentCEO: Lica BuenoCCO: Gustavo VictorinoCOO: Eduardo MegaleCSO: Gabriela SoaresVP Mídia: Vitor Kamada Executive Creative Director (ECD): Ana Carolina ReisCriação: Tales Lima e Juliano Faerman Executive Content Director (ECD): Natalia Fava  Conteúdo: Bárbara Joana João Pedro Oliveira Executive Business Director: Bianca Bizello Negócios: Carlos Lima, Julia Martinez e Wey Borges Executive Media Director: Rodrigo Simões Mídia: Ricardo Natalino, Fabian Mattua, Mayara Silva, Renato Leite e Julia Doretto Executive Operations Director: Malu Chagas Operações e Projetos: Carolina Rodrigues e Julia Martinez Executive Strategy Director: Felipe Pádua Estratégia: Pedro Spadoni, Malu Vaz e Patrícia Corazza Head de Produção Integrada: Paula Alimonda Produção Integrada: Gabriela Ferrer e Bordô Andrade Executive Business Intelligence Director: Felipe Borges BI: Maria Betânia leite e Fabio Pinheiro PR e Comunicação: Larissa Spinola e Marjorie Martins

Agência Mapple, de Campinas (SP) completa 20 anos com 50% de crescimento em 2025 e novos projetos para este ano

Após registrar crescimento no faturamento de 50% em 2025 e a chegada de novos clientes, a Mapple comemora 20 anos de fundação com planos de expansão e novos produtos para o mercado publicitário. A agência, fundada em Campinas, projeta chegar ao final de 2026 com faturamento acima de R$ 1 milhão e a implantação de uma área totalmente voltada para projetos com aplicação de Inteligência Artificial (IA) e impressão 3D, com o objetivo de ampliar a oferta de produtos e serviços aos clientes. Como uma agência boutique, cuja proposta é oferecer serviços completos e personalizados para cada cliente, a Mapple tem como foco empresas de médio e grande porte de diversos segmentos. Fazem parte de seu portfólio atual a rede Royal Palm Plaza Hotels & Resorts, a Associação Master Swiss Park, a Cardella Advogados, a Energy Serviços, a Ferramentas LDI, a Galena Farmacêutica — cliente mais longevo, com 13 anos de parceria —, o Grupo Suprema, a Hazap, a LDI Safety, a LP do Brasil, o Vale do Tietê e a Viva Swiss — Associação Comercial do Swiss Park. Ao longo dos 20 anos, também passaram pela agência o Hospital Vera Cruz, a 3M do Brasil, o Colégio Sagrado Coração de Jesus, a multinacional ClearCorrect, segunda maior marca de alinhadores dentários do mundo, com sede em Curitiba (PR), a Escola Americana de Campinas, a Furacão Distribuidora de Peças, a concessionária Republique Peugeot e a Omega Academia, rede que passou de uma para cinco unidades e alcançou 3 mil alunos durante os dez anos em que recebeu atendimento da Mapple. Sediada em Campinas desde sua fundação, a agência nasceu em um período bem diferente da indústria da comunicação atual, quando os meios de comunicação digitais começavam a ganhar maior inclinação publicitária, mas a “plataforma papel” ainda era predominante, lembra Eduardo Baraccat, um dos fundadores e atual diretor da Mapple. “As primeiras criações da Mapple foram impressas, em padrão de cores CMYK. Mas a demanda por desenvolvimento de sites já se mostrava promissora”, conta. Baraccat afirma que, apesar de um ano desafiador para o setor de publicidade e propaganda, em 2025 a agência conquistou quatro clientes de destaque, entre eles a rede Royal Palm Plaza Hotels & Resorts, além de desenvolver projetos especiais junto ao InCor — Instituto do Coração de São Paulo — e crescer de forma orgânica dentro da base atual de clientes. “Isso representou um crescimento de quase 50% no faturamento da agência ao longo do ano passado, chegando a quase R$ 1 milhão”, afirma. “A meta para 2026 é ultrapassar essa marca milionária”, projeta. Além do relacionamento para a conquista de novos clientes, o crescimento da Mapple em 2026 terá como base investimentos na estrutura atual ao longo do ano, além do desenvolvimento de novos projetos. “Estamos sempre atualizando nosso parque tecnológico, com máquinas extremamente potentes para criação visual, edição 3D e animações, investindo no aprendizado do nosso time, especialmente diante das novas tecnologias, além de inaugurar um novo estúdio de criação, já estruturado e mobiliado, com equipamentos e profissionais dedicados exclusivamente ao desenvolvimento de criações com uso de Inteligência Artificial, além de uma impressora 3D”, acrescenta o publicitário. “Nestes 20 anos, a Mapple se consolidou como uma agência reconhecida pelo alto nível criativo, profundidade estratégica e por um time que reúne profissionais jovens e experientes em todas as principais especialidades da comunicação: criação, animação, redação, planejamento, atendimento, desenvolvimento web, gestão de tráfego e assessoria de imprensa”, finaliza.

Comunicação digital entra em nova fase no Brasil, marcada por múltiplos canais e confiabilidade

Atender ligações desconhecidas, abrir mensagens promocionais ou clicar em links enviados por empresas passou a exigir cautela dos brasileiros. O aumento de golpes digitais, a repetição de comunicações genéricas e a dificuldade de identificar quem está do outro lado da tela transformaram o smartphone, principal meio de contato entre marcas e consumidores, em um ambiente marcado pela desconfiança. Esse movimento ocorre em um país cada vez mais conectado por dispositivos móveis. Dados do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), ligado ao NIC.br e à UNESCO, indicam que o Brasil reúne cerca de 159 milhões de usuários de internet, dos quais 96% acessam a rede diariamente ou quase todos os dias. O levantamento aponta, ainda, que 60% dos usuários utilizam exclusivamente o telefone como meio de acesso. Na prática, esse canal se tornou a principal porta de entrada para serviços, informações e atendimento, mas também o ponto mais sensível da relação entre empresas e pessoas. “Quando tudo acontece na palma da mão, qualquer ruído pesa mais. Se o consumidor não confia em quem está falando com ele, a conversa simplesmente não começa”, afirma Marcos Guerra, especialista em tecnologia e mensageria corporativa do Grupo Ótima Digital, referência nacional em mensageria e automação de comunicações, com mais de 20 anos de mercado. Diante desse cenário, empresas começam a rever estruturas baseadas em um único meio de contato. A tendência observada no mercado é a adoção de estratégias multicanais, que distribuem a comunicação e funções específicas ao longo da jornada. Um dos formatos que ganha espaço nesse processo é o RCS, padrão de mensagens nativas que permite interações mais estruturadas, com imagens, botões, confirmação de leitura e identificação clara do remetente. Um avanço dessa tecnologia é o formato P2A (Person to Application), que permite iniciar a conversa com empresas diretamente a partir de uma busca realizada no Google em dispositivos móveis. Ao pesquisar por um produto ou serviço, o usuário já encontra a opção de conversar por mensagem, encurtando o caminho entre interesse e interação. “Cada  ponto de contato precisa cumprir um papel claro dentro da jornada, e formatos mais estruturados ajudam a organizar o início da conversa, oferecendo contexto, identidade e previsibilidade. O RCS se encaixa nesse ponto ao permitir comunicações nativas, verificadas e orientadas por interação desde o primeiro contato. Quando essa etapa é bem definida, a conversa evolui com mais fluidez e pode seguir naturalmente para outros canais ao longo da jornada”, aponta Guerra. A evolução das jornadas digitais também passa por reduzir fricções em etapas sensíveis da experiência. Em fluxos como cobrança e pagamento, por exemplo, pequenas quebras no processo ainda impactam diretamente o resultado. É nesse contexto que soluções aplicadas começam a surgir como resposta prática às mudanças de comportamento. A Ótima Digital, por exemplo, passou a integrar o botão de PIX Copia e Cola diretamente aos fluxos de cobrança via RCS, permitindo que o código seja acessado a partir da própria mensagem. A proposta é encurtar o caminho até a conclusão do pagamento, mantendo o usuário dentro de um fluxo organizado e reconhecível. Já a segurança e a regulamentação passaram a ocupar um papel importante nas estratégias de comunicação. Medidas como a Origem Verificada nas chamadas comerciais permitem identificação no momento da ligação e reduzem o uso de números falsos, dificultando práticas como spoofing e golpes telefônicos. A adoção da tecnologia já apresenta efeitos concretos. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), o índice de atendimento das chamadas aumentou entre 50% e 70% nos últimos meses de 2025 entre empresas associadas que passaram a utilizar o sistema desde o fim de 2024. “O dado mostra que o problema não era falta de interesse do consumidor, mas falta de confiança. Quando a identidade de quem liga está clara, a taxa de atendimento sobe imediatamente. A Origem Verificada é a porta de entrada a um novo patamar na relação por voz”, aponta Guerra.  Na avaliação do especialista, a comunicação digital no Brasil caminha para um modelo mais integrado, reconhecível e orientado à experiência. “Deixa de ser apenas o envio de mensagens e passa a envolver a construção de conversas claras, seguras e distribuídas entre canais. As empresas que conseguem organizar essa jornada de forma consistente tendem a estar mais preparadas para um consumidor cada vez mais atento à confiança”, conclui.

Como a comunicação ajuda a transformar a trajetória do Globo de Ouro em uma campanha real para o Oscar

Na corrida pelo Oscar, a comunicação funciona como um sistema integrado, onde o filme e seu protagonista caminham juntos. Depois do Globo de Ouro, O Agente Secreto deixa de ser apenas uma obra premiada e passa a ser uma mensagem em circulação, que precisa ser compreendida, lembrada e defendida por públicos diferentes ao longo do tempo. Esse processo não acontece de forma espontânea, ele é construído. Do lado do filme, a comunicação precisa traduzir a obra para além da sala de cinema. Cada entrevista, sinopse expandida, material promocional ou participação em eventos deve reforçar uma ideia central clara, que ajude o público e a indústria a entender porque aquele filme importa naquele ano. Funciona como uma campanha de marca, em que repetir a mensagem com consistência e congruência é mais eficaz do que tentar dizer muitas coisas ao mesmo tempo. Já a comunicação com o público tem papel decisivo, o filme precisa gerar identificação, curiosidade e estimular conversas. Isso passa por tornar seus temas acessíveis, contextualizar sua relevância e estimular o debate cultural. “Quando o público entende e comenta, ele amplia o alcance da narrativa e ajuda a manter o título vivo na agenda. Um filme na temporada de prêmios precisa ser lembrado como uma experiência, não apenas como uma obra a mais”, afirma Cristian Magalhães, especialista em comunicação intencional. Nesse cenário, a comunicação do ator principal ganha protagonismo estratégico. Wagner Moura funciona como um elo direto entre o filme e o público, sua presença em entrevistas, eventos e encontros com a indústria humaniza a obra e cria empatia. Não se trata apenas de falar sobre atuação, mas de comunicar intenção, processo e visão artística, reforçando o valor do projeto de forma pessoal e autêntica. “A comunicação intencional do ator pode ser comparada à de um porta-voz de marca. Cada fala precisa estar alinhada ao posicionamento do filme, sem parecer artificial ou distante porque quando o protagonista comunica com clareza e coerência, ele amplia a força do filme e cria confiança em quem assiste e em quem vota”, aponta Cristian Magalhães, que também é preparador de comunicação de grandes referências nacionais. Outro ponto central é o ritmo, comunicação eficaz não é excesso, é constância. Assim como uma campanha publicitária bem planejada, o filme e seu protagonista precisam aparecer nos momentos certos, mantendo presença contínua até o período final de votação. Grandes períodos de silêncio enfraquecem a lembrança, enquanto exposições desconectadas diluem a mensagem. “O caminho até o Oscar pode ser comparado a uma conversa longa e bem conduzida. O filme apresenta sua proposta, o ator reforça a mensagem com proximidade e a comunicação organiza esse diálogo para que ele continue relevante até o último capítulo. É esse alinhamento prático, objetivo e intencional que transforma um prêmio inicial em uma trajetória competitiva”, conclui o especialista.

Ampla celebra 21 anos de Espírito Santo reafirmando o conceito “Menos do Mesmo” em campanha especial

“Existem várias formas de contar uma história. Narrativas são criadas todos os dias. Trajetórias ganham corpo a cada minuto. Porém, a diferença entre um enredo brilhante e o clássico lero-lero está na coragem.” Esse trecho é o início do manifesto que celebra a  essência da Ampla em seus 21 anos de atividade no Espírito Santo. Em 2025, a agência revisita sua trajetória para reafirmar a determinação de fazer diferente e transformar criatividade em impacto real, sua motivação desde o princípio. Para marcar o momento, acaba de ser lançado um vídeo-manifesto reunindo trechos de campanhas criadas ao longo dos anos, traduzindo em ritmo e emoção o “Menos do Mesmo”,  posicionamento principal da agência. “Menos do Mesmo” é mais que um slogan, é a celebração à criatividade inquieta, transformando ideias em impacto real para marcas, pessoas e comunidades. A data também celebra um processo de amadurecimento. “Em mais de duas décadas de trajetória, a Ampla consolida-se como um dos principais nomes da comunicação capixaba, unindo estratégia, pesquisa, criatividade e tecnologia para gerar conversas e conversões reais. Ao longo dos anos, construiu marcas, moveu negócios e emocionou os públicos, sempre guiada pela coragem de desafiar a norma e escrever, todos os dias, uma forma menos do mesmo de fazer comunicação”, afirma Queiroz Filho, o Queirozinho, CEO da Ampla. Protagonismo dos amplianos – Para a identidade visual da campanha, a agência criou uma colaboração com a ilustradora e designer Amanda Lobos. Ela  desenvolveu as artes do kit especial entregue ao time, clientes e parceiros. O material, composto por camisa, bolsinha personalizada, planner e carta-convite para uma sessão de fotos, reforça o protagonismo dos amplianos e orgulho de pertencer a um lugar que acredita na força criativa das pessoas e na coletividade como motor da inovação. As peças da campanha foram trabalhadas para TV, redes sociais, sites e mídia out-of-home, potencializando a presença da marca e celebrando sua atuação no Estado. Crescimento, estratégia e expansão – A trajetória da Ampla no Espírito Santo é marcada pelo olhar expansionista, parte do DNA da agência. “Sempre fomos movidos pela coragem de ir além. Entramos no Espírito Santo porque enxergamos um polo estratégico para crescer, inovar e construir relações de longo prazo. Nosso diferencial está em unir criatividade com planejamento, pensar além da propaganda e manter o foco no resultado real para o negócio do cliente”, diz o CEO da Ampla. Desde sua chegada ao Estado, já atendeu marcas e instituições como Bandes, Secretaria da Fazenda, Unimed Vitória, Fortlev e Vale. Atualmente, sua carteira inclui Governo do Espírito Santo, ArcelorMittal, Vale, Atacado Vem, Extraplus, Senac, Sesc, Motociclo, Cesan, Prefeitura de Viana, entre outros. MANIFESTO 21 ANOSExistem várias formas de contar uma história.Narrativas são criadas todos os dias.Trajetórias ganham corpo a cada minuto.Mas sabe o que diferencia um enredo brilhante do clássico lero-lero?A coragem.É ela quem guia, inspira e transforma cada passo na Ampla.Com persistência, unimos estratégia, pesquisa e criatividade.Incorporamos tecnologias para promover resultados.Geramos conversas e conversão.O que todo mundo diz que faz a gente faz de verdade.Construímos comunicação com substância.Desconfiamos do comum, rompemos a fórmula, subvertemos a lógica.Nada é como está.Mudamos a todo tempo porque acreditamos que, só assim,ganhamos relevância em um mundo dinâmico.Monotonia. Passividade. Apatia. Disso, queremos distância.Gostamos do que foge ao padrão e confunde o esperado.Somos branding e somos performance. Papel, caneta e IA.Habitamos o “entre mundos” que abre janelas sem excluir nenhuma possibilidade:tudo é referência.Não é à toa o nosso “menos do mesmo”.Na Ampla, a tendência é despadronizar.É assim que a história é escrita: todos os dias, a gente desafia a norma. Assista aqui ao manifesto: Ficha técnicaAgência: Ampla ComunicaçãoCliente: Ampla ComunicaçãoDiretor de Criação: Bruno ReisHead de criação: Thauana MoreiraCoordenação de criação: Izabella RodriguesCriação: Bárbara Stein, Thales Santos, Laura Oliveira, Jessika Dalcol, Alexandra Baum, Enzo Gratz, Lara Borges, Loren Carvalho, Thulio LacerdaIlustração: Amanda LobosFinalização: Jeann Alves, Jane de Paula Produção: Mila NeriDiretora de Negócios: Marla OliveiraCoordenação de Negócios: Isabela GavaAtendimento: Hanna Bizi Produção de Vídeo: On FilmesDireção: Yuri BarichivichAprovação: Queiroz Filho

O hábito de comunicação que protegerá reputações em 2026

Por Giovana Pedroso TEDx Speaker, jornalista e especialista em comunicação São 6h42 da manhã. Marina, gestora de RH, acorda com o despertador, pega o celular ainda na cama e, antes mesmo de levantar, vê 12 mensagens não lidas no WhatsApp. Três são do diretor. Duas do jurídico. Outras do time de comunicação. “Você viu isso?”, perguntam. Ainda sonolenta, ela clica no link. Um comentário político em tom agressivo, feito por um colaborador (fora do horário de trabalho e em um perfil pessoal) começou a circular rapidamente. Em poucas horas, os prints já estavam em grupos, clientes marcavam a empresa nas redes e os funcionários se dividiam nos bastidores: alguns defendendo a “liberdade de expressão”, outros se sentindo ofendidos e inseguros. Não há crime. Tampouco um discurso explícito de ódio. Mas há impacto. O comentário não foi feito em nome da marca, mas atinge diretamente sua reputação. Antes mesmo das 9h da manhã, a gestora já responde perguntas difíceis, em tempo recorde: – A empresa vai se posicionar? – O colaborador será advertido? – Isso fere o código de conduta? O que é preciso ensinar Costumo dizer nas minhas palestras, que nos entregaram o celular, mas não o manual de boas práticas. É por esse motivo que, no início de um ano eleitoral, as empresas precisarão ajudar os seus times a compreenderem o impacto do que dizem. Será cada vez mais necessário ensinar não apenas a checar se algo é verdadeiro, mas se é necessário. É aqui que nasce a urgência da Dupla Checagem de Intenção. Longe de ser censura, trata-se de um hábito que promove maturidade na comunicação interpessoal. Porque em 2026, o problema não será apenas o que as pessoas dizem, mas o porquê dizem. E o que isso provoca. A Dupla Checagem de Intenção é um hábito reflexivo que consiste em perguntar, antes de publicar ou comentar na internet: Fundamentada na Comunicação Não Violenta, na filosofia socrática e em práticas de comunicação consciente, ela se apresenta como uma ferramenta simples e poderosa para organizações, marcas e pessoas navegarem em um ambiente digital dividido e ruidoso. Em 2026, o risco não estará em falar demais. Estará em falar sem intenção clara em ambientes públicos demais.

Start Bet anuncia Maumau como embaixador oficial em movimento estratégico da marca 

A Start Bet não é apenas uma plataforma, é uma casa. Uma casa leve, convidativa, divertida e, acima de tudo, brasileira. E, para celebrar tudo isso, a marca anuncia a chegada de quem tem exatamente a sua cara: Maurício Martins Júnior, o MaumauZK, que se torna o primeiro embaixador oficial da Start Bet.  Com mais de 5 milhões de seguidores e uma linguagem direta que conquista multidões, seja no Podpah Visita ou nas resenhas do dia a dia, Maumau não chega  apenas para estampar a marca. Ele chega para ocupar seu lugar em uma casa que honra compromissos.  A escolha de Maumau pela Start Bet é um movimento estratégico. Em um mercado em transformação, o influenciador optou por colocar seu nome e trazer seu público para uma empresa 100% regulamentada, transparente e segura. É a união de quem sabe se comunicar com o povo com uma marca que joga limpo e valoriza a “resenha” saudável.  De acordo com Diego Bittencourt, CMO da Start Bet, a chegada de MaumauZK marca um momento de orgulho pelo que foi construído até aqui e de preparação para os desafios de 2026.   “A Start Bet é uma casa leve, divertida e que tem a cara do Brasil. Por isso, achamos que o Maumau é a peça que faltava: ele tem a nossa linguagem, é direto, leve e genuíno. O filme de lançamento dessa parceria busca mostrar que o Maumau fez uma boa escolha, ele escolheu um parceiro que honra compromissos, uma casa 100% brasileira e transparente. Estamos recebendo ele e o público que o acompanha de braços abertos, com muito orgulho do que construímos e prontos para os desafios e as festas que vêm por aí em 2026”, ressalta o executivo.  Com essa parceria, a Start Bet reafirma seus pilares de leveza, facilidade e confiança, simplificando a diversão e garantindo que o jogo é sério, mas a experiência é sempre uma festa. Vídeo de anúncio: @MAUMAUzk É START BET! 

Brasileiro que criou campanhas icônicas para Nike e adidas lança livro sobre como transformar clientes em fãs

“As marcas mais amadas do mundo não tem apenas clientes – elas têm fãs.” É através dessa ideia central que o executivo global de branding e growth Fábio Tambosi escreveu “FANDOM – Como transformar clientes em fãs que impulsionam a sua marca”. A obra já foi lançada na Europa e nos Estados Unidos e chega em 2026 no Brasil. No livro, Fábio traz exemplos dos principais cases de sucesso que capitaneou enquanto construiu carreira sólida em gigantes como Nike, adidas, Nokia, Saucony, OneFootball e ESL FACEIT Group. Em “FANDOM”, Tambosi mostra por que o crescimento sustentável das marcas não depende apenas de produtos ou campanhas, mas da capacidade de criar conexões emocionais e comunidades engajadas. O fandom – junção das palavras em inglês ‘fan’ (fã) + ‘kingdom’ (reino) – é a força que transforma consumidores em defensores e marcas em movimentos culturais. “Fui responsável por campanhas que vivem até hoje no imaginário dos fãs, como ‘Ready For Sport’ (adidas) com Lionel Messi, Mo Salah, Siya Kolisi, James Harden e David Beckham, ‘The Switch’ (Nike) com Cristiano Ronaldo, “Play Free” (Joga Solto) com o Ronaldinho Gaúcho e “Live Legendary” para a ESL. O que elas têm em comum? Nenhuma delas dependia do produto para vender; elas criaram identidade. Esses ícones transformaram audiência em uma comunidade blindada contra a concorrência. O livro FANDOM ensina como sua marca pode parar de alugar a atenção do cliente e gerar crescimento sustentável, mesmo sem ser uma marca esportiva.” – Fabio Tambosi, executivo de marketing, professor e escritor Segundo o autor, “fãs não apenas compram. Eles acreditam, compartilham valores e integram as marcas às suas próprias identidades. Este livro explora a psicologia por trás desse comportamento e apresenta caminhos práticos para ativar essa dinâmica de forma estratégica”. Com estudos de caso globais e frameworks aplicáveis, “FANDOM” é um guia claro e direto para criar narrativas autênticas, experiências relevantes e lealdade de longo prazo. Em um mundo saturado de mensagens, poucas marcas conquistam devoção. FANDOM é para quem quer construir marcas que as pessoas não apenas escolhem, mas defendem com orgulho. “Muitas empresas no Brasil ainda confundem fidelidade com programas de pontos ou cashback. Isso é transação, e quem vem por preço, vai embora por preço. A aplicação prática do FANDOM começa quando a marca para de tratar o cliente apenas como alvo e o convida para ser um sócio emocional do negócio. Para fidelizar de verdade, é preciso oferecer protagonismo: ouvir, co-criar e dar ao cliente um papel ativo. Quando o consumidor se sente ‘dono’ da comunidade, ele não troca sua marca pela concorrência.” – Fabio Tambosi, executivo de marketing, professor e escritor “FANDOM” ainda traz os seguintes aprendizados aos leitores: Elogios ao livro: “O FANDOM eleva o nível do que significa ser uma grande marca. O novo padrão é cultivar fãs, não apenas clientes. Já estou aplicando isso em todo o meu trabalho.” – Shawn Cahill, ex-Nike, Saucony e Co-Fundador da Retreat45 “O FANDOM é o playbook definitivo. O Fábio mostra como transformar clientes em fãs cria a estratégia vencedora para um sucesso duradouro.” – Hannah Shevell, Diretora Geral da AKQA Amsterdam “Um livro incrível e muito impactante, na minha opinião. Especialmente a parte com os itens práticos. Perfeito.” – Tomas Peterson, ex-General Manager da Footlocker Europa Sobre o autor: Fábio Tambosi é um executivo global de marketing e crescimento com mais de 20 anos de experiência na construção de marcas icônicas em nove países. Com passagens de liderança pela Nike, adidas, Nokia e Saucony, especializou-se em conectar grandes corporações à cultura pop e ao comportamento do consumidor. Recentemente, atuou como Vice-Presidente Sênior (SVP) de Marketing do ESL FACEIT Group, liderando a estratégia da maior empresa de esports, games e entretenimento do mundo. Seu livro “FANDOM” detalha como as marcas podem criar relevância cultural e “fandom” duradouro. Atualmente, Fábio atua como conselheiro de startups e empresas da Fortune 500, palestrante internacional e professor adjunto na Clemson University. Ex-atleta da primeira divisão universitária (NCAA), ele aplica a mentalidade de alta performance à gestão de marcas, focando em clareza, criatividade e comunidade. Serviço: Livro: FANDOM: Como transformar clientes em fãs que impulsionam sua marca Autor: Fabio Tambosi (@tambosi.creative) Disponível para compra através do link

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