Postos Petrobras celebram o “Verão Sem Perrengue” em ação especial com Influenciador Cantor Augusto em Copacabana

Os Postos Petrobras encerram a campanha “Verão Sem Perrengue” com uma ação especial no Posto localizado na Av Atlântica – altura da Hilário de Gouveia – transformando o local em palco de celebração de quem escolheu viver a estação com qualidade e confiança. Ao longo do verão, a marca promoveu uma jornada que uniu conteúdo digital, informação de utilidade pública, promoção e entretenimento para reforçar uma mensagem clara: quando tudo já esquenta, a dor de cabeça é opcional. Em parceria com o Influenciador Cantor Augusto, conhecido pelas abordagens que promove com pessoas comuns na orla do Rio de Janeiro, a campanha contou com conteúdos bem-humorados que abordaram situações típicas da estação, como o risco do famoso “barato que sai caro”, destacando a importância de abastecer em postos confiáveis. A iniciativa também contou com um painel digital com informações em tempo real sobre clima e condições de trânsito nos principais destinos turísticos do país, a promoção Horário de Verão Premmia, com cupons de desconto em horários e praças específicas, e o reforço do programa De Olho no Combustível, voltado à fiscalização e garantia da qualidade dos combustíveis nos Postos Petrobras. A ação em Copacabana marca o ponto alto dessa narrativa: uma celebração de quem fez escolhas certas ao longo da estação. Mais do que um evento, o momento simboliza o verão brasileiro vivido com tranquilidade, segurança e boas histórias para contar. A campanha foi desenvolvida pelo A-Lab, laboratório de conteúdo do Grupo Dreamers, agência responsável pelo gerenciamento das redes sociais de Postos Petrobras e BR Mania, que conduziu a estratégia de conteúdo digital e a amplificação da iniciativa ao longo da temporada. Com a campanha, os Postos Petrobras reforçam seu posicionamento como parceiros de quem quer aproveitar o melhor da estação sem complicação, com qualidade e confiança. As marcas Petrobras são licenciadas à Vibra. #sóvem. Serviço Data: 22/02 Horário: 14h Local: Posto Petrobras – Av Atlântica, altura da Rua Hilário de Gouveia. O que: Roda de samba com o influenciador Cantor Augusto e degustação de snacks Br Mania

 “Oi Amiga”, novo vídeocast de Luana Génot e Ana Paula Xongani celebra protagonismo negro

No dia 10 de fevereiro estreia o piloto do vídeocast “Oi Amiga”, projeto criado por Luana Génot em parceria com Ana Paula Xongani e dirigido por Tom Mendes. Gravado em colaboração com o YouTube, o formato nasce da vontade de registrar conversas verdadeiras entre duas mulheres negras que se acompanham, se escutam e compartilham seus caminhos dentro e fora do trabalho. “O Oi Amiga nasce da vontade de registrar conversas reais entre mulheres negras, sem filtro e sem performance. É transformar uma relação de afeto e confiança em um espaço de diálogo público, colocando no centro trocas que por muito tempo ficaram nos bastidores. Falamos de trabalho, vida, aprendizados e vulnerabilidades com a naturalidade e a leveza que sempre fizeram parte da nossa vivência.” Afirma Luana Génot, Diretora Executiva do ID_BR e apresentadora do “Oi amiga”. Com um clima intimista e espontâneo, “Oi Amiga” convida o público a participar de trocas que misturam bastidores profissionais, histórias pessoais, percepções sobre o mundo, risadas, vulnerabilidades e aprendizados. É a sensação de sentar na sala com duas amigas que falam de tudo, desde conquistas e desafios até rotina e inquietações que atravessam suas vidas. “O diferencial desse programa é que são duas mulheres negras reconhecidas no mercado como,CEOs, palestrantes, detentoras do conhecimento que se disponibilizaram a falar sobre assuntos diferentes. Então em nossa conversa o telespectador vai nos escutar falando de amor, sexo e cultura, por exemplo.Estaremos compartilhando informações nunca vistas antes, mostrando nosso lado B”, afirma Ana Paula Xongani, apresentadora, empresária e criadora de conteúdo.  Com episódios já disponíveis no canal da Luana Génot reforça o simbolismo de ocupar espaços de diálogo e afeto, celebrando narrativas negras com naturalidade, profundidade e leveza.  Acesse todos os episódios em: https://www.youtube.com/watch?v=AXVtwqDAHEw Coordenação de produção: Marcella Lasneaux Produção: Beatriz Siqueira Maquiagem: Jessy Thiede e Lanusa Pereira Áudio: Guilherme da Luz Direção artística e conteúdo: Tom Mendes  Direção Técnica: Leo Cardoso Apresentação: Luana Genot e Ana Paula Xongani

Manserv e XCMG anunciam patrocínio da piloto Aurelia Nobels na temporada 2026 da GB3

As empresas Manserv e XCMG anunciam uma parceria estratégica para patrocinar a piloto brasileira Aurelia Nobels na temporada de 2026 da GB3 Championship, uma das principais categorias de formação do automobilismo europeu. A iniciativa marca a união de duas empresas líderes de seus segmentos — serviços técnicos especializados e equipamentos pesados — em uma plataforma internacional de alta performance, tecnologia e visibilidade global. Mais do que apoiar uma atleta em ascensão, a parceria reforça atributos compartilhados pelas duas companhias: excelência operacional, engenharia de ponta, segurança como valor inegociável, inovação contínua e visão de futuro. Estratégia de posicionamento O patrocínio integra a estratégia institucional de ambas as empresas para fortalecer a marca, ampliar sua presença internacional e consolidar sua atuação ao lado de players globais em ambientes de alto desempenho e exigência técnica. Para a Manserv, empresa brasileira com quatro décadas de atuação e mais de 30 mil colaboradores, e patrocinadora da piloto desde 2022, a iniciativa reforça seu posicionamento como referência nacional em serviços técnicos especializados e manutenção de ativos industriais. Para a XCMG, uma das maiores fabricantes de máquinas pesadas do mundo e com operação consolidada no Brasil, a parceria amplia sua conexão com tecnologia, engenharia de precisão e inovação aplicada. O ambiente do automobilismo internacional, reconhecido por padrões rigorosos de segurança, tecnologia e performance, dialoga diretamente com os setores em que ambas atuam — como mineração, energia, infraestrutura e indústria pesada. Plataforma de marca e conteúdo Além da presença das marcas no carro e no macacão da piloto, a parceria contempla uma agenda estruturada de ativações institucionais e produção de conteúdo ao longo de 2026. A websérie “Acelerando com Aurelia Nobels” será um dos principais desdobramentos da iniciativa, com episódios mensais que conectam temas como performance, segurança, tecnologia e cuidado com as pessoas e o meio ambiente — pilares centrais para Manserv e XCMG. A proposta é aproximar colaboradores, clientes e parceiros da rotina de alta performance do automobilismo, estabelecendo paralelos com a cultura operacional das empresas. Aurelia chega à temporada 2026 trazendo conquistas expressivas: Reconhecida por sua velocidade, consistência e evolução constante, ela representa valores compartilhados pelas duas empresas: excelência no que faz, pioneirismo, qualidade como fundamento, tecnologia como meio e inovação como atitude para transformar os locais onde atua. Aurelia Nobels: “Essa parceria vai muito além da marca no carro ou do apoio nas pistas. Ela existe porque compartilhamos valores muito parecidos. É incrível representar duas empresas que acreditam em pessoas, tecnologia e sustentabilidade.” Ao investir no automobilismo internacional, Manserv e XCMG reforçam seu protagonismo como marcas brasileiras e globais que competem em alto nível, lado a lado com grandes referências do mercado internacional.

De Maringá para o mundo: DB1 ultrapassa R$ 200 milhões e reforça modelo de negócios guiado por valores

Poucas empresas brasileiras alcançam maturidade corporativa sem perder o espírito fundador que as moveu no dia em que surgiram. No setor de tecnologia, onde modismos e pressões de crescimento costumam atropelar valores, o DB1 Group chega aos 25 anos em 2025 com um feito incomum: tornou-se um grupo com mais de 800 colaboradores, presença internacional, produtos líderes de mercado e receita superior a R$ 200 milhões, sem abrir mão dos mesmos princípios que guiaram seu início em 2000, em Maringá, no interior do Paraná. Ao longo de um quarto de século, a empresa não precisou reinventar quem era para escalar. Ela amadureceu sem se corromper, como define Ilson Rezende, fundador e CEO do grupo. “Crescemos sem jamais deixar de ser quem somos, porque só faz sentido crescer preservando princípios, para que possamos durar gerações. Afinal a DB1 está sendo construída para durar”, afirma. A afirmação não é retórica nem peça de marketing corporativo. A DB1 paga o preço, mas colhe resultados de uma gestão onde a cultura é mais sagrada que o lucro . Dentro da empresa, é comum ouvir que “é permitido perder 1 milhão dentro da cultura, mas não ganhar 1 milhão fora dela”. Não se trata de permissividade, mas de coerência: em um caso real, um colaborador que gerou prejuízo milionário continuou na empresa e trabalhou junto com outras pessoas para resolver a situação. A cultura como modelo de gestão, não como enfeite Desde o princípio da sua fundação, Ilson tem como premissa que a cultura não é um manual, um slogan ou a foto sua parede do escritório. É um sistema de gestão blindado contra o ego e pessoas que querem mudar a empresa para o próprio jeito de gerir . O código cultural do grupo está sintetizado em pilares como Locus of Control (responsabilidade  por tudo que acontece a sua volta. Não é suficiente fazer só a sua parte), Energy (energia para fazer a jornada acontecer), Team Spirit (espírito de time, onde todos se importam com o outro para cumprir a missão), Be Fair (ser justo em tudo o que faz), Do Right, Don’t Hide (fazer o certo quando tem pessoas vendo e quando não tem), entre outros. Não são orientações motivacionais, mas sim mecanismos, governança e decisão, que permite a empresa a ter poucos processos e alta agilidade.” Porque não adianta seguir processos e não resolver o problema, ou você nunca ficou com raiva de abrir um chamado com um problema e o atendente dizer que tem 3 dias úteis para resolver e você ficou indignado, porque os valores da empresa diziam “atender bem o cliente”? Acreditamos que o jogo corporativo do futuro é sobre caráter, honra e princípios”, destaca Ilson. Esse modelo permite algo raro no setor de tecnologia: a Rosalina Ponciano, conhecida como dona Rosa, colaboradora que faz o café na sede, pode cobrar o presidente, se ele estiver fazendo algo incoerente com a cultura. Feedback não é vertical. É moral. A empresa que amadureceu e faz o próprio crescimento O grupo que começou como software house tornou-se um ecossistema de empresas de tecnologia, com presença em Latam e EUA, clientes em 19 países e soluções líderes como ANYMARKET, Predize, Koncili, Mixtra, Consignet e My Kids. A expansão exigiu governança, formação de lideranças internas (hoje, a maior parte delas cresceu dentro da casa), e consistência. Atualmente, o grupo mantém média de crescimento de 25% ao ano, ficando acima da “regra dos 40”, indicador global que mede saúde financeira e ritmo de expansão, alcançando um faturamento de R$ 200 milhões e capital ainda integralmente dos fundadores Ainda assim, o grupo não mede relevância apenas por faturamento. Seus números incluem indicadores que não aparecem nos balanços convencionais: 16 anos consecutivos de certificação GPTW, investimento mínimo de 1% em inovação contínua, e a criação de um escritório em um parque privado o Lumino Parque Park, com conceito de escritório do futuro na visão da DB1,, destinado à preservação de área nativa em conjunto com o ambiente de trabalho, porque, para a empresa, legado não se resume a software ou tecnologia. “Porque não basta fazer, temos que nos orgulhar de como estamos fazendo e dividir prosperidade com as pessoas”, pontua. Tecnologia é meio. Impacto é destino. A tecnologia não é ponto de partida nem de chegada: é meio. O princípio fundador sempre foi “fazer tecnologia que transforma realidades e vidas”. Por isso, a empresa não assume projetos que não carreguem propósito alinhado, mesmo que sejam lucrativos. E esse posicionamento atravessa o manifesto da companhia, e também não vende para quem não vai ter sucesso com nossos produtos e serviços”.. “Estamos construindo um nome que vai durar gerações, representando indivíduos extraordinários, com talento, alto desempenho e engajamento nas missões que lhes são confiadas. Essa é a nossa visão”, conclui Rezende.  Nos próximos anos, o grupo projeta expansão internacional, novos produtos, com uma diretriz clara: crescer com consistência, não com pressa. 

Segurança digital virou critério de sobrevivência

Por Fábio Carvalho, Gerente de Negócios do Wifire, empresa do Grupo TecnoSpeed* O avanço dos vazamentos de dados no Brasil deixou de ser um desafio técnico restrito às áreas de TI e passou a integrar o núcleo da responsabilidade empresarial. Em um ambiente de digitalização acelerada, a segurança da informação consolidou-se como um ativo estratégico, diretamente associada à reputação das marcas, à confiança do consumidor e à sustentabilidade dos negócios. Ainda assim, muitas organizações seguem tratando a proteção de suas redes, especialmente o Wi-Fi corporativo e o acesso público, como uma questão operacional secundária, desconsiderando riscos que já são amplamente conhecidos e recorrentes. Segundo levantamentos de entidades de monitoramento de incidentes cibernéticos no Brasil, o país registrou 3.253 vazamentos de dados entre janeiro e julho de 2024, mais do que o dobro do total acumulado entre 2020 e 2023, representando um crescimento de 24 vezes no volume de ocorrências em apenas um ano. Esse cenário tem impacto financeiro direto. De acordo com relatórios globais de segurança da informação publicados em 2025, o custo médio de uma violação de dados chegou a R$ 7,19 milhões por empresa, considerando perdas operacionais, multas regulatórias e danos reputacionais. Parte relevante dessa vulnerabilidade está associada à forma como as redes Wi-Fi são tratadas. Com a conectividade se tornando padrão em ambientes corporativos, varejo, saúde e serviços, consumidores esperam acesso constante e estável. Dados de pesquisas sobre conectividade indicam que 10,5% dos usuários de internet no Brasil utilizaram Wi-Fi gratuito em locais públicos em 2024, o equivalente a cerca de um em cada dez brasileiros conectados. Ao mesmo tempo, registros do setor de segurança digital mostram que o país concentrou mais de 514 mil ataques de negação de serviço apenas no segundo semestre de 2024, mais da metade de todos os ataques registrados na América Latina, muitos explorando falhas em redes Wi-Fi mal configuradas. Investir em segurança robusta é uma necessidade operacional e jurídica, não uma escolha opcional. Além de proteger a experiência do usuário, a ausência de medidas adequadas expõe empresas a riscos financeiros e legais relevantes. A Lei Geral de Proteção de Dados prevê multas de até 2% do faturamento bruto, limitadas a R$ 50 milhões por infração, enquanto o Marco Civil da Internet exige a guarda de registros de conexão por um ano para quem oferece Wi-Fi público. O descumprimento dessas obrigações pode resultar em responsabilização civil, sanções administrativas e danos irreversíveis à reputação da marca. A evolução tecnológica reforça a urgência de antecipação. Protocolos como WPA3 e o avanço do Wi-Fi 6 já são considerados padrão em ambientes corporativos, enquanto o Wi-Fi 7 projeta um salto ainda maior de velocidade e volume de dispositivos conectados até 2028, com estimativas globais que apontam mais de 2,1 bilhões de conexões ativas. Paralelamente, projeções internacionais indicam que o investimento global em segurança da informação deve atingir US$ 240 bilhões até 2026, sinalizando que empresas ao redor do mundo já compreenderam a dimensão estratégica do problema. Ignorar a segurança das redes, especialmente do Wi-Fi, não é mais uma opção viável. Vazamentos de dados, ataques de ransomware e roubo de credenciais prosperam em ambientes onde não há segmentação de redes, criptografia adequada e governança de dados. Em um mercado cada vez mais regulado e atento à privacidade, crescer exige responsabilidade. Proteger dados não é apenas cumprir a lei, mas demonstrar respeito ao cliente, maturidade operacional e visão de longo prazo. As empresas que não entenderem isso agora correm o risco de aprender da forma mais cara possível. *Fábio Carvalho é Gerente de Produto e Estratégia do Grupo TecnoSpeed. Formado em Administração pela UEM, pós-graduado em Gestão de Negócios Estratégicos e é especialista em transformação digital no setor público, conectividade inteligente e inovação orientada por dados.

HOPE e Gabriel Medina surpreendem ao falar de “aposentadoria” em nova campanha

A HOPE, reconhecida por sua liderança no mercado de underwear no Brasil, amplia sua atuação no segmento masculino com o lançamento da campanha “Aposente sua cueca”, estrelada por Gabriel Medina. A estreia acontece em 20 de fevereiro, com veiculação digital e presença nas lojas físicas da marca.  Partindo do comportamento amplamente observado sobre a resistência masculina trocar as cuecas, mesmo quando já apresentam sinais de desgaste, a marca constrói uma comunicação direta e acessível, que combina identificação e leveza para abordar a categoria de forma próxima ao consumidor. “Essa campanha nasce de uma observação muito clara de comportamento. Existe uma resistência real à renovação de cuecas no universo masculino, e decidimos tratar esse tema de forma honesta, simples e bem-humorada, sem perder a força da mensagem. Nosso objetivo é ampliar a relevância da linha masculina e fortalecer a conversa direta com esse público”, afirma Sandra Chayo, diretora institucional da HOPE.  No filme, a narrativa parte da ideia de “aposentadoria”, associando o conceito a um momento marcante da carreira de Gabriel Medina. A partir da surpresa inicial, a mensagem central é revelada: é hora de aposentar as cuecas antigas. “Quando se fala em aposentadoria, todo mundo pensa em encerrar um ciclo importante, e foi exatamente isso que eu fiz, só que com as minhas cuecas velhas”, brinca Gabriel Medina. “Essa campanha mostra que até nas escolhas mais simples do dia a dia é possível evoluir, se sentir bem e confiante”. A campanha será veiculada nas redes sociais e plataformas digitais da marca, com comunicação integrada no ponto de venda. Como parte da estratégia comercial, a HOPE lança a mecânica promocional “Leve 3, pague 2” em cuecas, válida para as lojas físicas e e-commerce, estimulando experimentação e renovação do guarda-roupa masculino. A iniciativa reforça o posicionamento da HOPE de consolidar a categoria masculina como uma frente estratégica de crescimento.  “A categoria masculina vem ganhando cada vez mais relevância dentro do nosso portfólio. Queremos falar com o homem de forma direta, respeitando seus códigos e trazendo soluções que façam sentido para o dia a dia”, destaca Flavia Vagen, diretora de marketing da HOPE. Com “Aposente sua cueca”, a marca evolui sua forma de dialogar com o público masculino, colocando o consumidor no centro da narrativa e adotando uma abordagem alinhada a comportamentos reais.

Setor inédito em show de Bad Bunny reforça avanço das experiências imersivas no país

A passagem de Bad Bunny pelo Brasil, com dois shows nesta sexta e sábado (20 e 21) no Allianz Parque, acontece em um dos momentos mais emblemáticos da carreira do artista. Após uma apresentação histórica no Super Bowl, o cantor porto-riquenho consolida não apenas seu protagonismo na música global, mas também uma transformação importante no formato dos grandes espetáculos. O anúncio do setor inédito “Los Vecinos”, uma arquibancada posicionada atrás do palco e integrada ao próprio cenário do show, evidencia uma mudança clara na lógica do entretenimento ao vivo: o público deixa de ser apenas espectador e passa a fazer parte da narrativa visual da apresentação. Para Mohamad Rabah, CEO da Multiverso Experience e especialista em experiências imersivas, esse movimento confirma uma tendência que já vinha se desenhando no mercado. “Os grandes shows deixaram de ser apenas apresentações musicais. Eles são experiências cenográficas completas, onde luz, projeção, arquitetura de palco e posicionamento do público fazem parte da mesma narrativa. Quando o fã é inserido no cenário, ele deixa de assistir e passa a viver o espetáculo”, afirma. Segundo Rabah, o setor “Los Vecinos” materializa um conceito cada vez mais presente no entretenimento global: a imersão como diferencial competitivo. “Existe uma demanda crescente por experiências únicas, que gerem memória e pertencimento. O público quer ângulos exclusivos, bastidores, sensação de proximidade. Isso aumenta valor percebido, engajamento e, consequentemente, potencial de receita”. O mercado de entretenimento ao vivo atravessa um momento de expansão internacional, impulsionado por turnês globais com cenografia tecnológica, painéis de LED de alta definição, projeções mapeadas e ativações que extrapolam o palco tradicional. No Brasil, esse movimento também ganha força, acompanhando padrões vistos em Nova York, Las Vegas e grandes capitais europeias. Para o executivo, o sucesso de formatos como o adotado por Bad Bunny aponta para uma mudança estrutural. “Estamos vivendo a consolidação da economia da experiência no entretenimento. O show precisa ser instagramável, memorável e sensorial. Não é apenas sobre música, é sobre criar um universo em torno dela”. A alta procura pelos ingressos da turnê “DeBÍ TiRAR MáS FOToS World Tour” e a abertura de um setor integrado ao palco reforçam que o público está disposto a investir em formatos que ofereçam algo além do convencional. E, na avaliação de especialistas do setor, essa lógica deve se tornar padrão nas grandes produções nos próximos anos. “O entretenimento está cada vez mais híbrido – tecnologia, cenografia e narrativa caminham juntas. Quem entender isso sai na frente”, conclui Rabah.

Erick Jacquin é chamado para colocar restaurante e família no eixo no primeiro episódio da nova temporada de “Pesadelo na Cozinha” 

A Band estreia na próxima terça-feira (24), às 22h30, a quinta temporada de Pesadelo na Cozinha. O reality show irá mostrar Erick Jacquin tentando salvar 12 restaurantes que estão à beira do colapso em quatro estados diferentes: Bahia, Minas Gerais, Paraná e São Paulo.  Para iniciar essa empreitada, o chef desembarca na Barra Funda, bairro tradicional da zona oeste paulistana, onde a Casa do Norte enfrenta uma crise que deixou o negócio à deriva. Sem uma liderança clara entre dois irmãos, a empresa familiar perdeu a identidade e passou a funcionar de maneira bagunçada, refletindo diretamente na experiência dos clientes. O cardápio extenso e a falta de limites na equipe agravaram ainda mais a situação, criando um ambiente confuso tanto na área de preparo dos alimentos quanto no salão. A ausência de decisões firmes também fez com que o local se afastasse de sua proposta original. Ao chegar, o francês encontra um espaço desorganizado, sujo e que precisa se reinventar urgentemente para voltar a operar de modo sustentável. Versão brasileira do formato britânico Kitchen Nightmares, Pesadelo na Cozinha é uma coprodução da Band com a Warner Bros. Discovery. A atração vai ao ar às terças-feiras, às 22h30, na tela da Band em simulcast no Band.com.br e no aplicativo Bandplay. Os espectadores podem conferir os episódios na plataforma de streaming HBO Max e no canal por assinatura Discovery Home & Health às sextas-feiras, às 20h40.

Motorola é a nova patrocinadora master do Projeto Estrelas

A Motorola é a nova patrocinadora master do Projeto Estrelas, iniciativa social voltada à formação de meninas no futebol. O acordo é válido até junho de 2026 e reforça a estrutura da organização, que já encaminhou mais de 100 atletas para clubes profissionais e universidades dentro e fora do país. A parceria se insere na estratégia global da empresa no esporte. Patrocinadora oficial da Copa do Mundo FIFA 2026 e da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, esta última com sede no Brasil, a companhia amplia sua presença no futebol ao apoiar um projeto de base focado no desenvolvimento e na profissionalização de jovens atletas. “A Motorola acredita no poder transformador da tecnologia e da inclusão. Assim como conectamos pessoas por meio de nossos dispositivos e soluções, queremos também conectar sonhos e oportunidades. Apoiar o projeto ‘Em Busca de Uma Estrela’ é uma forma de reafirmar nosso compromisso com a equidade de gênero e o empoderamento feminino”, afirma Stella Colucci, diretora de Marketing da Motorola Brasil. “O futebol feminino é um movimento que inspira e transforma e, como patrocinadora da Copa Feminina da FIFA 2027, temos orgulho de contribuir para que mais meninas tenham acesso a recursos, visibilidade e chances reais de profissionalização.” O patrocínio chega no momento em que o Estrelas prepara a expansão de sua estrutura física. Em anúncio recente, o projeto informou que, em parceria com a Prefeitura de São Paulo e com o vereador Thammy Miranda, vai construir um Centro de Treinamento com mais de 3 mil metros quadrados no Butantã, na Zona Oeste da capital paulista. O investimento previsto é de R$8 milhões nos próximos anos, incluindo academia, refeitório e espaço de convivência. Atualmente, o Estrelas oferece campos para treinamento, acompanhamento médico, nutricional e psicológico, além de fisioterapia, alimentação, transporte e segurança. O trabalho vai além da formação técnica: o projeto atua na inserção das atletas em clubes e instituições de ensino, ampliando as possibilidades de continuidade da carreira esportiva e acadêmica. No último ciclo, 28 jogadoras foram encaminhadas para clubes e universidades. Ao longo das temporadas anteriores, atletas formadas pela iniciativa seguiram para equipes como Sport Club Corinthians Paulista, Santos Futebol Clube, Red Bull Bragantino e Esporte Clube São Caetano, entre outras. Para Camila Estefano, gerente geral do programa, o acordo garante estabilidade operacional até o fim do contrato. “Esse apoio permite manter a operação do projeto dentro dos critérios técnicos e estruturais que estabelecemos desde o início. Com esse suporte, conseguimos planejar o ciclo até junho com previsibilidade, garantindo a qualidade dos treinamentos, das avaliações e dos encaminhamentos das atletas”, diz. As seletivas são destinadas a meninas nascidas entre 2009 e 2017, que passam por avaliações técnicas para integrar o grupo de treinamento. Para participar, é necessário estar matriculada na rede pública ou privada de ensino, apresentar atestado médico para prática esportiva e comparecer ao local indicado com documento de identidade e uniforme adequado. As próximas seletivas estão previstas para ocorrer entre julho e setembro de 2026, em São Paulo. Informações sobre inscrições e cronograma são divulgadas no perfil oficial do projeto no Instagram @embuscadeumaestrela.

Resultado financeiro: Simpress registra R$ 1,8 bi de receita e cresce 11% em 2025

A Simpress, empresa pioneira e líder em outsourcing (venda, locação e gestão) de equipamentos de TI e líder do setor no país, registrou receita bruta total de 1,8 bilhão de reais em 2025, com um crescimento de 11% em seu core business – oferta de hardware as a service – em relação ao mesmo período do ano anterior. No período, a companhia ampliou sua base de equipamentos gerenciados para mais de 800 mil dispositivos, um avanço de 14%, entre notebooks, smartphones, impressoras, coletores de dados, desktops, impressoras térmicas e tablets, atendendo médias e grandes organizações em todo o país. No fim de 2019, eram menos de 200 mil devices. Em 2022, 400 mil. “Ao longo de 25 anos, construímos uma plataforma única no Brasil para operar hardware como serviço, com escala, logística, suporte e gestão de ciclo de vida. Em um cenário de aceleração digital, faz cada vez menos sentido – inclusive financeiramente – comprar hardware e precisar cuidar dele ao longo do tempo. O outsourcing é economicamente vantajoso mas, mais do que isso, ele resolve uma série de questões que muitas vezes não aparecem na planilha do CFO, como gestão do parque, manutenção, reposição, padronização, segurança e descarte”, afirma Vittorio Danesi, CEO da Simpress. “Em muitas operações, os nossos equipamentos são críticos para o funcionamento dos negócios, e a indisponibilidade de um único dispositivo pode afetar vendas, atendimento a pacientes ou a continuidade de processos essenciais. Na prática, nossos clientes trocam os imprevistos por previsibilidade e permitem que a TI foque no que realmente faz os negócios performarem”. Com mais de 3,2 mil clientes, inclusive 7 das 10 maiores empresas do país, a Simpress possui uma operação construída para lidar com a crescente complexidade da infraestrutura de equipamentos de TI. A experiência acumulada ao consolidar o outsourcing de impressão, hoje dominante no mercado corporativo brasileiro, deu à companhia as capacidades e competências necessárias para expandir o modelo de hardware como serviço para outras categorias críticas, como PCs, mobilidade e automação, em um contexto de maior pressão por eficiência, segurança e governança. Lançado no fim de 2019, esse novo posicionamento se reflete diretamente na dinâmica atual do negócio. Embora a impressão siga como um pilar relevante da operação, as novas frentes já respondem por 62% dos novos negócios fechados pela companhia, indicando uma mudança estrutural na demanda do mercado. Em 2021, representavam apenas 15%. À medida que a aceleração digital avança, cresce a necessidade de padronização, disponibilidade e previsibilidade da infraestrutura física que sustenta iniciativas de dados, nuvem e inteligência artificial. Não por acaso, a receita da companhia praticamente triplicou no período, saltando de 660 milhões de reais em 2019 para os atuais 1,8 bilhão de reais. O outsourcing de PCs e notebooks foi em 2025 o principal motor de crescimento da empresa, que nasceu focada no outsourcing de impressoras. A Simpress já soma mais de 330 mil equipamentos instalados, com crescimento de 30% no período. Já a oferta de outsourcing de tablets, smartphones e de equipamentos de automação (que inclui impressoras térmicas e coletores de dados, muito usados em hospitais, laboratórios e grandes centros de distribuição de varejistas e e-commerces) cresceu cerca de 33% em relação ao ano anterior. E, por fim, o negócio de impressoras cresceu 5% no período — um resultado expressivo para um segmento já maduro e tradicional do mercado. “Mesmo com todos os desafios econômicos em 2025, a Simpress apresentou um desempenho sólido. A demanda está crescendo consistentemente, com receita e base de dispositivos em expansão. As vantagens são tantas que, a partir do momento que um cliente adere a esse modelo, não volta atrás”, afirma Danesi. ‘’O outsourcing de equipamentos de TI permite às empresas reduzirem investimento em ativos, garantir previsibilidade de custos, manter a tecnologia atualizada e focar recursos internos no core do negócio’’.  Loja online marca estreia no B2C Além do avanço do modelo de hardware como serviço no B2B, a Simpress ampliou sua atuação em economia circular com o lançamento, no fim de 2025, da Simpress Shop, sua primeira loja online voltada ao consumidor final. A plataforma comercializa notebooks, smartphones e impressoras remanufaturados internamente, com garantia e suporte técnico, prolongando a vida útil dos equipamentos e reduzindo o descarte eletrônico, ao mesmo tempo em que amplia o acesso à tecnologia. A iniciativa está diretamente conectada à operação de remanufatura e logística reversa da companhia, realizada no Simpress Service Center, em Santana de Parnaíba (SP). Nesse ambiente, os dispositivos que retornam de contratos passam por processos rigorosos de revisão, reparo e testes antes de serem reinseridos no mercado, seja em novos contratos de outsourcing, seja na venda direta ao consumidor. Ao assumir a responsabilidade pelo ciclo de vida completo dos ativos, a Simpress viabiliza, em escala, práticas de ESG que seriam difíceis de implementar no modelo tradicional de compra. A expectativa com a Simpress Shop é finalizar o próximo ano com cerca de 50 mil dispositivos vendidos e uma previsão de faturamento próxima aos 40 milhões de reais. A empresa prevê um forte potencial de crescimento para multiplicar esse valor nos próximos anos, chegando a 200 mil aparelhos comercializados de forma online em dois ou três anos. Com a entrada no mercado B2C, a Simpress amplia seus canais de receita e avança em sua estratégia de crescimento, que mira 2 bilhões de reais em faturamento até 2027. “A Simpress Shop disponibiliza ao consumidor final equipamentos seminovos certificados que aliam tecnologia de qualidade, preços mais acessíveis e menor impacto ambiental, estendendo o ciclo de vida dos produtos com segurança, confiabilidade e compromisso com a sustentabilidade”, conclui Danesi.

Rotina intensa de Paolla Oliveira no carnaval é tema de ação da VML Brasil

A VML Brasil apresenta nova ação de conteúdo com Paolla Oliveira, que transforma a rotina intensa da atriz em uma narrativa bem-humorada sobre uma “bateria que nunca acaba”. Mesmo longe das avenidas neste ano, Paolla segue em ritmo acelerado, com uma agenda cheia de viagens, compromissos e conexões constantes, em campanha digital criada pela VML em colaboração com Dell Technologies. A ação coloca Paolla no centro da história e usa o período de Carnaval como contexto para falar de rotina intensa, deslocamentos e conexões ininterruptas. A estratégia explora a presença digital da atriz para manter a conversa com seus fãs ativa durante todo o período de folia, reforçando sua relação com a festa e com o público que acompanha cada movimento em seus canais. Ao longo da campanha, Paolla se aproxima da audiência por meio de situações do dia a dia, sempre conectadas à ideia de ritmo, energia e continuidade — como se a “bateria” da atriz nunca acabasse, mesmo longe do samba-enredo e das arquibancadas. A colaboração com Dell Technologies acontece em um território de cultura e entretenimento, com narrativa pensada para gerar identificação e engajamento orgânico. “Em vez de seguir o caminho óbvio de um conteúdo puramente funcional sobre produto, trabalhamos a partir de um insight muito verdadeiro: a Paolla pode até não estar na avenida, mas o ritmo dela continua em modo Carnaval. A ação nasce dessa narrativa, em que a ‘bateria’ que não acaba vira metáfora para uma rotina intensa, cheia de deslocamentos e conexões, na qual a tecnologia entra como apoio natural, não como protagonista. É uma forma de tornar essa história orgânica, divertida e profundamente conectada ao que a audiência dela realmente quer ver”, afirma Daniel Farias, Diretor de Conteúdo da VML Brasil. A ação inclui conteúdos no perfil da atriz, em colaboração com Dell. Veja o filme da campanha:

Verão aumenta em até 64% a circulação nos parques de São Paulo e impulsiona ativações de marca

Com dias mais longos, clima favorável e uma rotina mais voltada ao ar livre, o verão se consolida como um dos períodos mais estratégicos para marcas e instituições que buscam se conectar com o público de forma mais espontânea e experiencial. Em São Paulo, parques, ciclovias e espaços públicos ganham ainda mais protagonismo, impulsionados pelo aumento significativo da circulação de pessoas. Dados da gestão dos espaços públicos administrados pela Farah Service indicam que, durante os meses de verão, o número de frequentadores aumenta em cerca de 64% em comparação com o restante do ano, com picos registrados entre fevereiro e março, principalmente aos finais de semana e no fim da tarde. Nesse período, a permanência média do público, que pode chegar a até quatro horas, apresenta um crescimento relevante, ampliando o tempo de exposição e interação com ativações realizadas nesses ambientes. Durante os meses mais quentes do ano, áreas verdes, parques lineares, praças revitalizadas e ciclovias passam a registrar um fluxo intenso de visitantes em busca de lazer gratuito, contato com a natureza e experiências urbanas. O público é majoritariamente composto por famílias, jovens adultos e praticantes de atividades físicas, com perfil diverso e intergeracional, característica que torna esses espaços especialmente atrativos para marcas que desejam dialogar com diferentes audiências ao mesmo tempo. Segundo Michel Farah, CEO da Farah Service, empresa especializada em zeladoria urbana e gestão de espaços públicos, o sucesso das ativações passa por compreender a dinâmica da cidade e o comportamento de quem frequenta esses locais. “Os parques e ciclovias são extensões da vida cotidiana das pessoas, especialmente no verão. Quando a marca consegue dialogar com esse contexto de forma coerente, a experiência acontece de maneira natural, sem interrupções, e gera uma relação muito mais positiva com o público”, afirma. Além de cuidar da manutenção e operação das áreas urbanas, a Farah Service atua junto às marcas no desenvolvimento de estratégias pensadas especificamente para o espaço público. “Nosso papel é conectar o propósito da marca ao uso real do espaço, respeitando o fluxo, a vocação e o perfil de quem está ali”, explica Farah. De acordo com a empresa, as ações realizadas no último verão impactaram diretamente cerca de 3,5 milhões de pessoas por dia. Um exemplo dessa abordagem é a ativação que a Batavo realizou na Ciclovia do Rio Pinheiros, em São Paulo, a marca inaugura uma parceria com o espaço em celebração ao aniversário da cidade. A iniciativa conecta a origem holandesa da Batavo ao uso da bicicleta e bem-estar, com experiências como uma bike gigante cenográfica, ativações instagramáveis e distribuição de produtos em um lounge montado na entrada da ciclovia pelo Parque Villa-Lobos. A ação foi desenvolvida em parceria com a Farah Service, responsável pela gestão e zeladoria do espaço. “Queremos traduzir a essência da Batavo para o cotidiano das pessoas, conectando nossa origem Holandesa a hábitos urbanos mais conscientes e saudáveis, de forma leve e acessível”, afirma Raphael Cumplido, diretor de marketing da Batavo. Outras marcas também vêm apostando nesse formato de ocupação inteligente do espaço público. A ASICS, por exemplo, desenvolveu ativações voltadas à corrida e ao movimento em parques e ciclovias, integrando experiências esportivas ao cotidiano urbano, como faz a ASICS House no Parque Bruno Covas, “Estar presente em um parque como esse é parte fundamental do nosso objetivo de querer ser a marca mais amiga e próxima do corredor brasileiro. Abrimos as portas da nossa casa justamente para poder criar essas conexões e tornar a prática da corrida cada vez mais prazerosa e segura para todos e todas”, afirma Felipe Pontual, gerente de Marketing da ASICS. A Porto é outro exemplo de marca que investe em experiências urbanas com foco no bem-estar, na mobilidade e na convivência. “Estar presente nos parques e ciclovias é uma extensão do nosso propósito de ser um porto seguro para as pessoas e seus sonhos. Nossas ativações são desenhadas para que o público, corretores, clientes e também não clientes sintam o cuidado e o acolhimento da marca em seus momentos de lazer. Queremos promover a liberdade de quem ocupa a cidade, garantindo que a convivência nesses espaços seja pautada pelo bem-estar e pela confiança.”, destaca Oliver Haider, superintendente de marketing da Porto. Para o mercado, esse tipo de iniciativa reforça uma tendência cada vez mais consolidada: marcas que ocupam o espaço público de forma inteligente, oferecendo experiências relevantes e contextualizadas, conquistam não apenas visibilidade, mas também afinidade e memória afetiva. Em uma cidade como São Paulo, onde o verão convida ao encontro e ao uso dos parques, esse diálogo se torna ainda mais potente.

Santa Lolla reforça estratégia global com participação na MICAM Milano 2026

A Santa Lolla, referência há mais de 20 anos no mercado de moda brasileiro, participa da próxima edição da MICAM Milano, um dos principais eventos globais do setor calçadista, realizado em Milão, na Itália. Reconhecida como uma das mais relevantes plataformas internacionais de negócios para a indústria de calçados, a MICAM reúne em cada edição mais de mil marcas expositoras de diferentes países, atraindo compradores e profissionais de cerca de 130 mercados. A participação da Santa Lolla na MICAM faz parte do plano estratégico de expansão internacional da marca, com o objetivo de apresentar ao mercado global a qualidade, o design e a consistência do seu portfólio, além de fortalecer conexões com parceiros e compradores estratégicos. O evento se consolidou como vitrine estratégica para lançamentos, networking e prospecção de novos parceiros comerciais, além de ser um hub de tendências e inovação para o setor. Para esta edição, a Santa Lolla levará à exposição produtos da sua nova coleção Inverno II, destacando os principais atributos do lançamento, como design autoral e informação de moda. A feira acontece entre os dias 22 e 24 de fevereiro, no Fieramilano (Rho), e integra a estratégia da label em fortalecer sua internacionalização e ampliar o posicionamento da marca no mercado externo. Serviço Santa Lolla: Site: www.santalolla.com.br Instagram: @santa_lolla Endereço: R. Oscar Freire, 835 – Jardim Paulista, São Paulo – SP, 01426-003 Horário: seg. a sáb., das 10hs às 20hs, dom. e feriados: das 12hs às 18hs Telefone: (11) 3061-0576  E-mail: atendimento@sac-santalolla.com.br 

Bombril apostou no brilho do Carnaval brasileiro e escolheu a Sotaq e a MOVIN para ativação nacional do regional ao mainstream

A Bombril, uma das marcas mais icônicas e reconhecidas do Brasil, confiou à Sotaq, agência de marketing de influência fundada por Vinícius Machado com foco em brasilidade sem estereótipos, e a MOVIN, empresa de conteúdo do mesmo grupo Sotaq, como parceiras estratégicas para liderar sua campanha de Carnaval 2026. A escolha aconteceu após um longo processo de concorrência com diversos players do mercado e marca o início de ações no Carnaval focadas em influência, conteúdo, brasilidade e conexão real com o consumidor. Com o conceito “Bombril faz o seu Carnaval Brilhar”, a campanha parte do brilho como elemento simbólico e funcional, conectando a marca mais famosa do país ao Carnaval brasileiro em suas múltiplas expressões regionais. A estratégia desenvolvida pela Sotaq traduziu um de seus principais pilares: levar o regional ao mainstream, transformando sotaques, culturas locais e vivências populares em narrativas de alcance nacional, enquanto a MOVIN foi responsável por transformar essas vivências em conteúdo digital nativo, contemporâneo e conectado com a linguagem das redes. A campanha foi estruturada como um amplo plano de marketing, integrando influência digital, nomeação de embaixador, experiência in loco com a linha Sapólio, a linha Mon Bijou e toda parte de cuidados com a casa como o Bombril, além do trade marketing e conteúdo proprietário. No primeiro momento, no pré-Carnaval, a Sotaq lançou uma grande corrente digital com influenciadores de todas as regiões do país, convidando-os a responder à pergunta “O que faz o Carnaval da sua cidade brilhar?”. Cada participação se desdobrava em novos influenciadores, criando um efeito em cadeia que destacava o conceito da campanha em todo o Brasil, evidenciando as particularidades culturais de cada território. Dentro desse ecossistema, a MOVIN assumiu o papel central na estratégia de conteúdo da campanha, com captação de vídeos em diferentes regiões do país, busca por personagens reais, criação de conteúdos nativos digitais e coberturas em tempo real para as redes sociais da marca. A proposta foi registrar o Carnaval como ele acontece, com diferentes recortes, ritmos e formatos, respeitando a linguagem de cada território e os hábitos de consumo digital contemporâneos.  O start oficial foi dado pela embaixadora da marca, Fernanda Paes Leme. A atriz foi levada à Avenida Paulista, símbolo da diversidade cultural brasileira, para revelar, junto aos foliões de cinco regiões diferentes do país, o que faz o Carnaval de cada canto do Brasil brilhar. A partir desse encontro, a campanha ganhou força e passou a se espalhar nacionalmente, mostrando um Carnaval plural, diverso e verdadeiramente brasileiro. Para aprofundar essa narrativa regional, o projeto ganhou ainda mais força com um quadro próprio em formato de reportagem. O Repórter Bombril, vivido pelo influenciador e criador de conteúdo, Matheus Baldi, teve como objetivo percorrer blocos e festas de Belo Horizonte, Recife, Salvador e São Paulo, mostrando o Carnaval como experiência, entrevistando foliões, personagens locais e bastidores em tempo real, ampliando a conexão dessas histórias com o universo da marca. Durante o Carnaval, a presença da Bombril se intensificou com a ativação do Camarote Planeta Band, em Salvador, com a formação de um squad de influenciadores e grandes nomes digitais, potencializando presença, alcance e relevância cultural. A estratégia se estendeu também ao ponto de venda com a Blitz Bombril, ação de trade marketing que levou o conceito da campanha para lojas físicas em diferentes regiões do país. A experiência contou novamente com o Repórter Bombril, que interagiu com consumidores em busca de boas histórias e transformou o PDV em mais um ponto de contato vivo entre marca e público. Para João Araújo, head de comunicação da Bombril, a parceria representou um olhar mais profundo sobre a comunicação de massa no Brasil. “Bombril é uma marca que faz parte da cultura popular brasileira e que tem uma conexão emocional muito forte com o consumidor. Olhar com cuidado para essa diversidade que tem no país possibilita que a marca potencialize cada vez mais o vínculo afetivo com as pessoas. Eu sou baiano e cresci entendendo que o Brasil não é um só, cada lugar tem seu brilho próprio. Para as marcas continuarem relevantes na vida das pessoas é preciso ativar o Brasil”. Para a diretora da MOVIN, Liza Bezerra, o projeto destacou uma nova forma de pensar conteúdo em escala nacional. “Quando falamos de Brasil, não estamos falando de um recorte único. Nosso desafio foi capturar o Carnaval como ele é vivido em cada lugar, com pessoas reais, histórias reais e uma estética que nasce do território. A MOVIN entra justamente para transformar essa vivência em conteúdo vivo, digital e conectado com a forma como as pessoas consomem hoje”, conta. Vinícius Machado, CEO da Sotaq, reforça o simbolismo da parceria e a afinidade de valores entre marcas e empresas do grupo. “É uma honra enorme trabalhar com uma das marcas mais icônicas do Brasil, que atravessa gerações e representa como poucas a força do público brasileiro. A Bombril mostra uma disposição real de se atualizar e dialogar com o contexto digital e com novas formas de influência. Nosso papel foi transformar o regional em mainstream sem perder a verdade de cada território”, disse. A atuação conjunta da Sotaq e da MOVIN consolidou o posicionamento do grupo como uma operação capaz de integrar influência e conteúdo de forma estratégica, culturalmente relevante e conectada a um Brasil real, diverso e em constante transformação.

Sakura moderniza presença digital e lança novo site institucional reforçando propósito de inspirar pessoas, marcas e relações

Depois de 85 anos transformando a culinária asiática no Brasil, a Sakura dá mais um passo em sua evolução digital. A empresa acaba de lançar seu novo site institucional (www.sakura.com.br), uma plataforma que vai além da apresentação de produtos e se propõe a ser um espaço de conexão entre a marca, pessoas, parceiros e consumidores em todo o Brasil. O projeto de redesign partiu de uma premissa clara: traduzir digitalmente quem a Sakura é hoje, uma empresa que equilibra tradição e inovação, valores familiares e gestão profissional. “O novo site nasce como um espaço de conexão. Ele traduz quem somos hoje, nossa história, nossos valores e a forma como enxergamos o futuro. Mais do que apresentar produtos, queremos mostrar a Sakura como uma empresa feita de pessoas, que inspira, desenvolve e constrói relações duradouras“, destaca Roberto Otake, CEO da Sakura. A nova arquitetura de informações foi estruturada em quatro pilares estratégicos: pessoas, marcas, sustentabilidade e relações. A plataforma destaca quem faz a empresa acontecer no dia a dia, valorizando colaboradores e equipes como parte central da identidade da companhia. Ao mesmo tempo, apresenta de forma clara o portfólio de marcas, evidenciando o papel da empresa na construção de soluções alimentícias que fazem parte da rotina dos brasileiros, tanto no varejo quanto no food service. Cada seção foi pensada para facilitar o acesso aos diferentes públicos que se relacionam com a empresa, de consumidores e estudantes a investidores, fornecedores e imprensa. Outro ponto central da nova plataforma é a integração dos compromissos da Sakura com sustentabilidade e responsabilidade social, temas que ganham espaço próprio e linguagem acessível, reforçando a atuação da empresa para além do produto e seu impacto positivo na sociedade. A reformulação do site institucional faz parte de um movimento mais amplo da Sakura de consolidar sua identidade contemporânea sem perder as raízes que a tornaram referência no segmento de culinária asiática. A empresa, que começou suas atividades em 1940, é hoje 100% brasileira e líder de mercado, reconhecida tanto pela qualidade de seus produtos quanto pelo apoio a eventos que celebram a cultura e gastronomia asiática no país. Com o lançamento da nova plataforma, a companhia reforça seu compromisso com a transparência, a inovação e o relacionamento próximo com todos os stakeholders, alinhando tradição e modernidade também no ambiente digital. O novo site está no ar desde esta semana e pode ser acessado em: www.sakura.com.br

REF+ conquista conta integrada da Tecban e Banco24Horas

A REF+, anuncia a conquista integrada da Tecban e da marca Banco24Horas. A agência passa a liderar toda a estratégia de comunicação do ecossistema por meio do Tecban Hub by REF+, uma operação dedicada, criada para acelerar resultados e consolidar a liderança da companhia no setor. A estreia da parceria aconteceu com a campanha de Carnaval do Banco24Horas, “Folia Segura”, realizada nos blocos de rua de São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza. A ação partiu de um problema real do período, que é a preocupação com roubos, furtos e golpes com cartão de crédito, durante a folia e assim, a ativação incorporou segurança financeira em uma coleção de acessórios necessários e práticos para trazer segurança para o Carnaval de rua, com a distribuição de munhequeiras e meias com bolso camuflado. A campanha contou com um squad de influenciadores formado por Xandi Barros, Krishna, Brena Jessica Queiroz e Leo Picardias, somando mais de 4 milhões de seguidores. Os conteúdos postados em collab com a marca, já alcançam mais de 2 milhão de visualizações, ampliando a presença da marca no período de maior circulação de consumidores nas ruas. A atuação da agência terá como objetivo reforçar a Tecban como parceira estratégica do ecossistema financeiro e de varejo, ao mesmo tempo em que fortalece a conexão do Banco24Horas com o consumidor final, por meio de uma narrativa integrada que valoriza inovação, tecnologia e presencialidade. “Com o modelo de Hub dedicado, mergulhamos no dia a dia do cliente para transformar robustez tecnológica em valor percebido pelo mercado e pelo consumidor. Nosso foco é combinar visão estratégica, agilidade e execução integrada para gerar resultados reais”, afirma Fernando Calfat, sócio e CBO da REF+. A nova parceria marca o início de uma atuação integrada que conecta estratégia, criatividade e influência, posicionando a comunicação como uma alavanca de negócio para o ecossistema da Tecban. “O modelo de Hub da REF+ permite uma imersão real no negócio, potencializando nossas soluções tanto no B2B quanto na relação com o consumidor final”, conclui Mariane Ferraresi, Head de Marketing  da Tecban. 

Como a Solução Direto ao Consumidor (SDC) impacta o varejo?

Por Marcos Gouvêa, fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem A Solução Direto ao Consumidor (SDC) é a natural evolução e convergência das demandas dos consumidores por serviços integrados a produtos que resolvam seus problemas de forma conveniente, eficiente, rápida e competitiva. Marcas e fornecedores perceberam que esse é o caminho para ampliar sua relevância estratégica na cadeia de valor e foram à luta. Para o comércio e o varejo, esse processo de transformação acelerada tira o protagonismo dos produtos, do próprio setor, e transforma em negócio o problema do consumidor. Um dos melhores exemplos dessa migração de produtos para soluções é tudo o que envolve o setor de foodservice, que já representa perto de 60% dos gastos com alimentos e bebidas nos Estados Unidos. Durante muito tempo, o jogo foi previsível: as marcas fabricavam, o varejo vendia e o consumidor escolhia. Com o tempo, multiplicaram-se os canais e os modelos de negócio, incorporando mais facilidade de acesso, comparação, escolha e compra. A competição trouxe também uma evolução decisiva na ampliação das alternativas de mercado e no nível de serviço oferecido, especialmente com a expansão do comércio eletrônico. O que cresce no Brasil e no mundo é esse movimento estrutural de Solução Direto ao Consumidor (SDC), no qual fornecedores e marcas oferecem serviços completos integrados com produtos e assumem a responsabilidade de resolver o problema do cliente, sem precisar passar pelo varejo: direto ao consumidor. Modelos e exemplos se espalham pelo mundo e por aqui, e isso é só o começo A Philips desenvolveu seu programa Health, voltado aos cuidados com a saúde, conectando monitoramento contínuo como um serviço, indo muito além dos produtos e equipamentos que fornece. A Tesla, além de vender direto, passou a alugar seus veículos para os consumidores finais desde o final do ano passado. A Nestlé, com a iniciativa Health Science, monitora e oferece nutrição como serviço para seus clientes cadastrados. Já a Bosch Home desenvolveu  um programa de manutenção preditiva integrada aos produtos que vende diretamente ou por meio de outros canais. No Brasil, a Unilever passou a oferecer uma solução completa para o cuidado com as roupas com a sua iniciativa das lavanderias Omo. Com isso, deixa de competir pelo espaço na gôndola e passa a disputar o share of wallet dos serviços. A Moura vende, entrega e instala baterias e resolve o problema do veículo, indo muito além de vender o produto por meio dos canais tradicionais. O padrão nessas estratégias é similar: o produto funciona como porta de entrada, mas o verdadeiro valor está na solução, acessível, fácil, conveniente, presente, constante e direta com as marcas. No início, o D2C O início desse processo foi o modelo de ir direto ao consumidor, adotado por marcas e fornecedores para se diferenciar e agregar valor em diversas categorias, canais e modelos de negócio. Todo o negócio do café, em âmbito global, foi transformado estruturalmente pela Nespresso em que o produto em si era apenas parte da solução completa e permitia a conexão constante entre a marca e os consumidores finais por meio de seus programas de fidelidade, ativação, promoção e compra. A Portobello, com suas lojas próprias e franqueadas, foi precursora no setor cerâmico e de material de construção no Brasil e, desde o começo, passou a oferecer projetos. As empresas de móveis modulados, com oferta integrada de produtos, projetos e instalação, também foram exemplos precursores, assim como a Whirpool, que passou a oferecer solução de água filtrada, alugando equipamentos direto para o consumidor final. As marcas de vestuário em todos os segmentos avançaram com suas lojas-experiência e as de artigos esportivos se diferenciaram pela customização. As franquias se tornaram um modelo de negócio perfeito para a expansão acelerada das marcas em direção ao consumidor final. O Brasil se tornou referência global com casos como Boticário, Cacau Show e Natura se expandindo de forma acelerada e criando conexão direta, sem os ónus diretos do canal próprio corporativo e com alguma agregação de serviços. A expansão do comércio eletrônico abriu novas perspectivas e se acelerou com sites próprios e os marketplaces. Isso ampliou a visão estratégica para integrar mais serviços e oferecer soluções para diferenciar e melhorar o desempenho. Quando resolver problema se torna vantagem competitiva Não é por acaso que marcas líderes estão indo além da venda de produtos, pois esse é um processo evolutivo natural para atender à demanda e tornar a vida mais simples e fácil em um cenário de crescente complexidade e com menor tempo para equacionar tudo o que precisa ser feito, além da disputa pelo elemento-chave, que é a atenção e a permanente conexão. Além disso, é possível usar os benefícios que a tecnologia, o digital e a inteligência artificial podem oferecer para acelerar, diferenciar e integrar a experiência e a conveniência. Alguns varejistas também começaram a jogar o jogo da solução completa como diferencial competitivo: Walmart, instalando produtos e oferecendo serviços em saúde; Nordstrom, com seus cafés e restaurantes; Whole Foods e Wegmans, jogando o jogo do foodservice; Walgreens e CVS, com cuidados médicos; Darty e Leroy Merlin, com instalações e reparos; e Amazon Prime, em outra dimensão. O movimento estratégico é claro e irreversível Independentemente do setor, segmento ou geografia, os fornecedores e marcas ao avançarem em SDC, incursionam em cinco frentes que, ao mesmo tempo, se complementam e geram vantagem competitiva: Quando laboratórios como Novo Nordisk ou Lilly avançam para criar programas promocionais por meio do cadastramento dos consumidores finais em produtos de alto valor, em especial ligados ao GLP1, com autoaplicação das “canetinhas”, estão desenvolvendo o embrião do futuro SDC, dependendo apenas da revisão da regulamentação que impede a venda direta. Quando a indústria automobilística ensaia o aluguel direto de veículos aos consumidores finais, como realizado na China ou na iniciativa recente da Tesla nos EUA, também está incubando a evolução do SDC no setor, ainda inibida pela legislação que hoje ainda impede essa prática no Brasil. Nesse quadro, já não cabe discutir se haverá um avanço ainda maior no cenário SDC, mas sim

2026 não será para amadores

Por Jean Paul Rebetez, sócio-diretor da Gouvêa Consulting. Se você é gestor do segmento de consumo ou varejo e está esperando 2026 “passar”, sinto informar: ele não vai passar. Ele vai atropelar. Teremos eleições, Copa do Mundo, juros ainda altos, um consumidor mais cauteloso do que otimista e um cenário externo que muda de humor mais rápido do que uma timeline em dia de crise. Some a isso o protecionismo aqui, o conflito ali, cadeias globais tensionadas e uma pergunta que ecoa nas salas de reunião: como crescer sem fazer besteira? Porque 2026 não é um ano de apostas cegas. É um ano de decisões cirúrgicas. O Brasil entra nesse ciclo eleitoral com o varejo pressionado. Crédito caro não perdoa erro de sortimento, de preço ou de estoque. Juros altos não combinam com improviso. Exigem gestão. Gestão de verdade. Daquelas que incomodam, cortam gordura, revisam dogmas e param de romantizar crescimento a qualquer custo. Ao mesmo tempo, a Copa do Mundo aparece como aquela tentação clássica: “vai aquecer o consumo”. Vai? Talvez. Mas não para todo mundo. Eventos globais não distribuem otimismo de forma igual. Alguns ganham tráfego. Outros ganham só expectativa — e expectativa não paga boleto. O consumidor de 2026 é menos impulsivo e mais seletivo. Ele continua comprando, mas compra melhor, menos e com menos paciência para marcas que não entregam valor real. Promoções  vazias, discurso genérico e experiência meia-boca tendem a ser ignorados com a frieza de quem aprendeu a comparar tudo em três cliques. E, enquanto isso, o mundo lá fora não ajuda. Barreiras comerciais ressurgem, cadeias produtivas ficam mais curtas, mais caras ou mais instáveis. O “global” deixa de ser sinônimo de eficiência automática e volta a exigir estratégia. Quem depende demais de fora vai precisar repensar. Quem produz perto, negocia bem e planeja melhor ganha vantagem. Mas talvez o maior desafio de 2026 não esteja na macroeconomia, nem na geopolítica, nem no calendário. Está na cabeça do gestor. É um ano que vai separar quem gere com dados de quem gere com feeling. Quem entende o consumidor de quem só olha ticket médio. Quem lidera times para atravessar a incerteza de quem apenas cobra resultado. O ano de 2026 vai premiar as marcas com clareza. Clareza de posicionamento, de proposta, de foco. Vai punir quem tenta falar com todo mundo, vender tudo, ser tudo. Em um ano turbulento, dispersão é luxo — e luxo caro. No fim das contas, o varejo e o consumo sempre foram termômetros do País. E o termômetro de 2026 já está avisando: a febre não é passageira. A boa notícia? Crises não eliminam o mercado. Elas eliminam a preguiça intelectual, a gestão rasa e o otimismo irresponsável. Para quem estiver disposto a pensar melhor, decidir melhor e executar melhor, 2026 pode não ser fácil, mas pode ser muito interessante. E, convenhamos: gestor que gosta só de ano fácil escolheu o setor errado. Jean Paul Rebetez é sócio-diretor da Gouvêa Consulting.

Chilli Beans reforça DNA de conexão com fãs em ação cocriada com Anitta

A Chilli Beans, maior marca de óculos escuros da América Latina, sempre construiu sua relevância a partir da conexão direta com fãs, da música à atitude, da rua para as redes. É a partir desse DNA que a marca ativa mais uma collab ancorada em comunidade, agora ao lado de Anitta, colocando os fãs como protagonistas da narrativa e ampliando o impacto cultural da parceria. “Desde o começo, a Chilli nasce entendendo a música e a cultura como plataformas de conexão real. A gente não fala para o fã, fala com ele. Quando criamos espaços para que essas pessoas se expressem, a marca deixa de ser um produto e passa a ser parte da vida, da identidade e da história delas”, afirma Caito Maia, fundador da Chilli Beans. Não por acaso, a collab ganha força durante o Carnaval, momento em que expressão, identidade e pertencimento se tornam ainda mais evidentes. A parceria com Anitta se desdobra em ativações físicas e digitais, presença nos Ensaios da artista, onde a marca de óculos esteve presente em quatro datas pelo Brasil – com ativação do Chilli Moov –, trazendo interação entre os fãs e iniciativas que acompanham o ritmo da comunidade, reforçando a afinidade natural entre a marca, a artista e os admiradores que vivem esse território cultural intensamente. Esse movimento se materializa também no #ChilliBeansQGChallenge, concurso cultural criado em parceria com o QG da artista, que convida fãs de todo o Brasil a criarem conteúdos autorais inspirados na collab e no Carnaval — não apenas integrantes do QG, mas toda a comunidade que se conecta com a artista e com a marca. A ação acontece de 13 a 22 de fevereiro e premia criatividade e narrativa, sem influência de métricas de engajamento. Além do grande vencedor, outros fãs também serão premiados, ampliando o senso de pertencimento e reconhecimento coletivo. O primeiro lugar receberá uma caixa exclusiva com dez óculos e dez Chilli Charms, idêntica à que apenas a própria Anitta terá, reforçando a proximidade entre artista, marca e comunidade. A iniciativa amplia uma estratégia já explorada pela marca em collabs musicais anteriores, como com Luan Santana e Simone Mendes, consolidando o fã como elo central entre marca, cultura e criatividade. Mais informações sobre o concurso cultural e o regulamento completo podem ser acessadas aqui. Já a publicação oficial da ação no Instagram pode ser acessada neste link.

As cinco habilidades que vão definir líderes na era da inteligência artificial

Por Zora Viana A inteligência artificial já faz parte da rotina das empresas, impactando desde processos operacionais até decisões estratégicas. Ferramentas capazes de analisar grandes volumes de dados em segundos transformaram a forma de trabalhar. Ainda assim, a tecnologia não substitui a liderança. Ao contrário, torna mais evidente a necessidade de competências essencialmente humanas. Na era da inteligência artificial, o líder não é apenas quem entende de tecnologia, mas quem sabe integrá-la ao propósito do negócio. A primeira habilidade decisiva é a visão sistêmica. Em um ambiente hiperconectado, decisões isoladas geram consequências amplas. O gestor precisa compreender como inovação, cultura, pessoas e resultados se interligam, evitando que a adoção de novas ferramentas aconteça sem alinhamento estratégico. A segunda competência é a adaptabilidade. A transformação digital exige revisão constante de processos e modelos de trabalho. Líderes rígidos tendem a perder relevância rapidamente. Já aqueles que promovem ajustes contínuos, incentivam experimentação e aceitam o aprendizado como parte do percurso criam ambientes mais resilientes. Outra habilidade central é o pensamento crítico aliado à responsabilidade ética. A inteligência artificial oferece dados e projeções, mas a decisão final continua sendo humana. Avaliar impactos, considerar valores organizacionais e assumir responsabilidade pelas escolhas são atitudes que nenhuma tecnologia pode substituir. A quarta competência é o desenvolvimento de pessoas. À medida que tarefas repetitivas são automatizadas, cresce a importância de habilidades como criatividade, empatia e colaboração. O líder contemporâneo atua como formador de talentos, estimulando autonomia e aprendizado contínuo. Nesse cenário, universidades corporativas ganham relevância estratégica. Estruturas de educação interna, como as desenvolvidas pela Faculdade FEX Educação, fortalecem competências comportamentais e preparam profissionais para atuar com maturidade em ambientes tecnológicos. Por fim, a curiosidade intelectual se consolida como diferencial competitivo. Líderes que aprendem constantemente, testam novas soluções e mantêm diálogo aberto com diferentes áreas ampliam a capacidade de inovação das equipes. A inteligência artificial evolui rapidamente, e apenas quem acompanha esse movimento consegue extrair seu potencial de forma consistente. A era da inteligência artificial não elimina a liderança. Ela a redefine. Mais do que dominar ferramentas, o gestor precisa cultivar visão estratégica, ética, adaptabilidade, capacidade de formar pessoas e disposição para aprender continuamente. Em um mundo automatizado, o que permanece insubstituível é a habilidade humana de inspirar, decidir com consciência e construir culturas sustentáveis. Mini bio Zora Viana é psicóloga e fundadora da Faculdade FEX Educação. Atua com desenvolvimento humano, educação corporativa e saúde emocional no ambiente organizacional, com foco na formação de lideranças preparadas para os desafios da transformação digital.

Crescer no e-commerce não é sorte, é estratégia

Por Ricardo do Couto, Head de Marketing da Yever* O crescimento de um e-commerce não é determinado por sorte, criatividade isolada ou picos ocasionais de vendas. Ele é definido, quase sempre, pela existência ou não de um planejamento estratégico claro, realista e executável. Em um cenário marcado por aumento do custo de mídia, consumidores mais racionais e concorrência cada vez mais profissionalizada, improvisar deixou de ser uma opção viável. No mercado brasileiro, essa etapa segue sendo negligenciada, tratada como algo secundário ou burocrático. O resultado aparece rapidamente na operação travada, no caixa pressionado e na sensação constante de que o negócio trabalha muito, mas avança pouco. Os dados ajudam a entender a dimensão do problema. Segundo análises publicadas pela Harvard Business Review e levantamentos do Sebrae, apenas entre 10% e 20% das empresas brasileiras possuem um planejamento estratégico estruturado. Ainda mais preocupante, meta-estudos acadêmicos com mais de 11 mil empresas apontam que negócios com planos escritos crescem cerca de 30% mais rápido do que aqueles que operam sem planejamento formal. Esse descompasso ajuda a explicar por que tantas operações digitais sobrevivem no curto prazo, mas encontram dificuldades para escalar de forma consistente. No e-commerce, onde margens são pressionadas por mídia paga, logística e concorrência intensa, operar sem planejamento não é ousadia, é risco elevado. Planejar estrategicamente não significa criar metas infladas ou projeções irreais para impressionar investidores ou times internos. Pelo contrário, um planejamento efetivo começa no curto prazo, normalmente no mês, e se desdobra para o ano. É nesse nível tático que a estratégia se conecta à operação e deixa de ser apenas um documento. É esse exercício que define orçamento, fluxo de caixa, giro de estoque, calendário comercial e os canais que realmente sustentam o faturamento. De acordo com a ABComm, empresas de comércio eletrônico que estruturam o calendário anual de campanhas e compras de mídia reduzem desperdícios e conseguem alocar melhor seus investimentos nos períodos de maior retorno. Um argumento comum contra o planejamento é a ideia de que o mercado muda rápido demais para permitir previsões. Esse raciocínio ignora que planejar não é engessar a operação, mas criar parâmetros para decidir melhor. Sem referências claras, toda decisão vira tentativa e erro, o que custa caro em ambientes digitais. Organizações que revisam seu planejamento com frequência têm cerca de 30% mais chance de atingir suas metas, segundo estudos divulgados pela Harvard Business Review. Além disso, dados de execução mostram que menos de 12,5% dos projetos estratégicos são concluídos, não por falha no planejamento em si, mas pela ausência de acompanhamento, revisão e disciplina na execução. No e-commerce, planejamento também é o que transforma gastos em investimento. A definição prévia de orçamento de mídia, estratégias de aquisição, retenção e tecnologia permite enfrentar o aumento constante do custo do tráfego. Quando a empresa sabe onde quer chegar, ela consegue avaliar melhor o retorno real de cada canal e evitar decisões impulsivas. Relatórios da Ebit Nielsen indicam que a competição digital elevou significativamente os custos de aquisição nos últimos anos, tornando indispensável o uso racional de dados, ferramentas como CDPs e checkouts otimizados para melhorar conversão e ROAS. Sem planejamento, a operação reage. Com planejamento, ela escolhe. Planejamento estratégico não garante sucesso, mas sua ausência praticamente assegura o fracasso no médio prazo. Ele não elimina riscos, mas reduz desperdícios, antecipa problemas e cria clareza sobre prioridades. Em um ambiente digital mais caro, competitivo e exigente, crescer deixou de ser uma questão de vontade e passou a ser uma questão de método. O e-commerce que entende isso deixa de correr atrás do próprio rabo e começa, de fato, a construir crescimento sustentável. *Ricardo do Couto é Head de Marketing e Growth da Yever, especialista em marketing de performance, e-commerce, CRM e marketplaces, com ampla experiência em operações B2C e B2B.

Criar é fácil, mas só o que ativa o cérebro permanece

Por Evandro Lopes, neuroestrategista, especialista em neurocomunicação e CEO da SLcomm* Criar tornou-se um processo cada vez mais acessível, impulsionado pela abundância de ferramentas, referências e profissionais qualificados disponíveis no mercado. Paradoxalmente, essa facilidade ampliou a distância entre produzir algo visualmente atraente e alcançar resultados efetivos. Em muitos casos, campanhas de marketing são aprovadas porque dialogam com preferências internas e critérios estéticos consolidados, mas não necessariamente porque conseguem gerar impacto real junto ao público. O conflito entre estética e eficácia se estabelece quando a comunicação passa a atender mais à vaidade de quem decide do que à lógica de quem percebe, lembra e decide comprar. Essa lógica, no entanto, não é subjetiva nem intuitiva: ela é condicionada por limites claros do funcionamento cognitivo humano. O cérebro do consumidor não responde a intenções ou gostos pessoais de quem cria, mas a estímulos que conseguem romper o ruído, fazer sentido rapidamente e apresentar relevância concreta em meio ao excesso de mensagens. Estudos clássicos sobre atenção seletiva demonstram que a percepção consciente é muito mais restrita do que se imagina. Um dos experimentos mais conhecidos, o chamado “gorila invisível”, conduzido por Daniel Simons e Christopher Chabris e publicado em 1999, mostrou que, sob carga atencional, cerca de 50% das pessoas falham em perceber estímulos visuais altamente salientes, mesmo quando eles estão claramente presentes no campo visual. O achado evidencia que a atenção funciona como um filtro severo, não como um registro fiel da realidade. Esse processo é mediado pelo Sistema Reticular Ativador Ascendente (SRAA), estrutura neural responsável por regular vigília e atenção ao priorizar estímulos considerados relevantes, como ameaça ou novidade, por meio de suas conexões com o tálamo e o córtex cerebral. De acordo com a literatura neurocientífica, a maior parte dos inputs sensoriais é descartada automaticamente por esse sistema antes mesmo de alcançar a consciência plena. É nesse ponto que muitas comunicações falham. A estética limpa, elegante e segura costuma agradar conselhos e comitês porque não gera desconforto interno. No entanto, segundo estudos reunidos pela American Psychological Association sobre fadiga cognitiva e atenção, estímulos previsíveis e emocionalmente neutros tendem a ser tratados pelo cérebro como ruído. O previsível não constrói memória, não gera aprendizado e não influencia decisão. A comunicação fica correta, mas anestesiada. E aquilo que não gera tensão, contraste ou relevância pessoal dificilmente atravessa o filtro atencional. A consistência de marca e a repetição, quando tratadas como fins em si mesmas, tendem a produzir o efeito oposto ao desejado. Em ambientes saturados de estímulos, o cérebro aprende rapidamente a economizar energia cognitiva e passa a ignorar aquilo que não apresenta variação emocional, tensão ou significado imediato. A repetição sem saliência transforma mensagens em ruído previsível, diluindo qualquer possibilidade de impacto real. Não se trata de rejeição consciente, mas de filtragem automática. O cérebro simplesmente deixa de registrar o estímulo. Nesse cenário, insistir no mesmo formato, no mesmo tom e na mesma lógica criativa não constrói memória nem preferência. Ao contrário, contribui para a invisibilidade progressiva da marca, que segue presente em volume, mas ausente em significado. Outro erro recorrente é confundir gosto pessoal com estratégia. Aquele elemento visual que emociona quem aprova muitas vezes carrega um significado afetivo individual, não coletivo. Segundo pesquisas de Antonio Damasio sobre tomada de decisão, amplamente citadas na literatura científica, escolhas humanas são guiadas por marcadores emocionais construídos ao longo da experiência. Se o estímulo não dialoga com os engramas do público, ele simplesmente não ativa resposta. A comunicação nasce do ego e morre antes de virar memória. Ficar bom exige mais do que criar e aprovar. Exige compreender como o cérebro julga relevância, questionar estéticas que agradam por hábito e recusar soluções visualmente impecáveis, mas cognitivamente rasas. Em um mercado saturado de mensagens bonitas e esquecíveis, a vantagem competitiva está em produzir estímulos que o cérebro não consiga ignorar. A aprovação do board é apenas um passo intermediário. A aprovação decisiva é a do sistema neural de quem está do outro lado. Porque quem não lembra, não decide. *Evandro Lopes é CEO da SLcomm, o primeiro e único ecossistema de Neurocomunicação do Brasil — onde marcas, eventos e estratégias nascem com base em neurociência, não em achismos. Com MBA em Marketing pela ESPM e Fundação Dom Cabral, especialização pela São Paulo Business School, pós-graduação em Neuromarketing pelo IBN Brasil e mais de 20 mil horas de estudo em neurocomunicação cognitivo-comportamental, atua na interseção entre emoção, liderança, branding e performance. É palestrante provocacional, mentor de executivos, conselheiro consultivo e sócio fundador de empresas como a REVA – Automação as a Service.

Acirp promove Talk Show sobre inovação, tecnologia e inteligência artificial em negócios

A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), por meio do Conselho do Jovem Empreendedor (Conjovem), promove no próximo dia 24 (terça-feira), às 8h, Talk Show Inovação, Tecnologia e Inteligência Artificial na Prática para negócios.O evento é voltado à troca de ideias e experiências entre empresários e empresárias de até 45 anos. “Os eventos do Conjovem são espaços para conexão de novas lideranças com a proposta de promover o diálogo entre jovens empreendedores, dando a eles ferramentas para tomada de decisões estratégicas em um ambiente colaborativo e dinâmico”, afirma Sandra Brandani, presidente da Acirp.O Talk show acontece na sede da Acirp (Rua Visconde de Inhaúma, 489). “Este encontro é aberto e visa incentivar a adoção de soluções inovadoras e que contribuam para a eficiência, a competitividade e o desenvolvimento”, destaca Edmar Carvalho, empresário e presidente do Conjovem Acirp.As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site da Acirp – as vagas são limitadas. Informações pelo WhatsAPP: (16) 99198-2405.       SERVIÇOTalk Show – Inovação, Tecnologia e IA na PráticaQuando: 24/2 (terça-feira), das 8h às 10hOnde: Sede da Acirp ( Rua Visconde de Inhaúma, 489 – Centro)Como: Encontro presencial para troca de ideias e experiências                                Informações: (16) 99198-2405 (WhatsApp)                                 Inscrições: Gratuitas, vagas limitadas, pelo site www.acirp.com.br/eventos

Avanço acelerado da IA redesenha mercado de tecnologia e reposiciona empresas de software

O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redesenhando o mercado de tecnologia e provocando um movimento estratégico: empresas tradicionalmente posicionadas como desenvolvedoras de software passam a se apresentar como companhias de inteligência artificial. Mais do que uma mudança de nomenclatura, trata-se de uma reconfiguração de identidade corporativa alinhada a um novo ciclo de inovação, investimentos e expectativas do mercado. É o que aponta o professor Lacier Dias, empresário, especialista em estratégia, tecnologia e transformação digital, doutorando pela Fundação Dom Cabral e fundador e CEO da B4Data. “Esse reposicionamento é impulsionado, em grande parte, pela consolidação de plataformas e modelos generativos que popularizaram o uso da IA em escala global e ampliaram sua aplicação para além de nichos técnicos. A rápida adoção dessas tecnologias por consumidores e empresas criou uma percepção clara de que a IA deixou de ser diferencial competitivo para se tornar infraestrutura estratégica.” Outro fator relevante, conforme o especialista, é o movimento do mercado financeiro. “Investidores passaram a valorizar companhias com forte narrativa e capacidade de entrega em IA, o que impacta diretamente em valuation, acesso a capital e visibilidade. Gigantes como Microsoft e Google intensificaram seus aportes e integrações de IA em produtos já consolidados, reforçando a percepção de que o futuro do setor passa, necessariamente, por inteligência artificial embarcada em todas as camadas do software”, observa. Além disso, há uma mudança estrutural no próprio conceito de produto. O professor explica que, se antes o software era baseado em regras e fluxos pré-definidos, agora ele passa a incorporar sistemas capazes de aprender, gerar conteúdo, automatizar decisões e personalizar experiências em tempo real. “Isso transforma não apenas a experiência do usuário, mas, também, os modelos de negócios, que passam a incluir serviços baseados em dados, automação inteligente e análise preditiva”, ressalta Lacier. O reposicionamento também reflete a disputa por talentos. “Profissionais especializados em ciência de dados, engenharia de machine learning e arquitetura de modelos tornaram-se ativos estratégicos. Ao se apresentarem como empresas de IA, organizações ampliam seu poder de atração e retenção de especialistas em um mercado altamente competitivo”, pondera o professor. Nesse contexto, de acordo com ele, a transição de empresas de software para empresas de inteligência artificial representa tanto uma resposta às pressões do mercado quanto uma adaptação necessária a uma nova realidade tecnológica. “Mais do que uma tendência passageira, o movimento sinaliza que a IA está deixando de ser um recurso adicional para se tornar o núcleo das estratégias corporativas na economia digital.”

Gallant prepara lançamentos exclusivos para o mercado brasileiro ainda no primeiro semestre

A Gallant anuncia que prepara novidades exclusivas para o mercado brasileiro ainda no primeiro semestre, reforçando sua estratégia de crescimento e inovação. A marca segue investindo em pesquisa e desenvolvimento para ampliar sua atuação em diferentes categorias. As novidades acompanham tendências de consumo ligadas à praticidade, tecnologia e bem-estar, pilares que orientam a expansão do portfólio. A proposta é oferecer soluções alinhadas às necessidades reais do consumidor brasileiro. O movimento faz parte de um plano de crescimento estruturado, que visa fortalecer a presença da Gallant no varejo físico e digital, além de ampliar sua relevância em novos nichos de mercado. Ao criar lançamentos e investir em diferenciação, a marca reforça seu posicionamento como referência em soluções domésticas e fitness, mantendo foco em inovação acessível. “Estamos atentos às transformações do mercado e às expectativas do consumidor. Os próximos lançamentos refletem nosso compromisso em trazer novidades relevantes e exclusivas para o Brasil”, afirma Diego Calábria, diretor comercial da Gallant.

Pedro Andrade protagoniza campanha do Beach Class Manguinhos criada pela Match para a Moura Dubeux

Sofisticação, qualidade de vida e valorização patrimonial passaram a ocupar o mesmo espaço na decisão de compra imobiliária, especialmente em destinos de lazer consolidados. O litoral deixa de ser apenas refúgio e assume papel de ativo, combinando experiência recorrente, uso inteligente e potencial de retorno ao longo do tempo. Dentro dessa leitura, a Moura Dubeux apresenta ao mercado a nova campanha da linha Beach Class, criada pela Match e estrelada por Pedro Andrade, conhecido por sua curadoria de destinos ao redor do mundo, para apresentar o Beach Class Manguinhos, na Praia de Carneiros, em Tamandaré (PE), como produto voltado tanto para uso quanto para investimento qualificado em segunda residência. “Nosso ponto de partida foi tratar o destino como patrimônio e não só como paisagem. A campanha traduz o Beach Class Manguinhos como investimento emocional e financeiro ao mesmo tempo, onde o valor está na experiência e na permanência”, explica Carlos Renato Rocha, sócio da Match. Responsável por estruturar a narrativa conectando o empreendimento ao imaginário contemporâneo de viver bem aliado à racionalidade financeira, a Match adota na campanha linguagem aspiracional sem abandonar argumentos de valorização imobiliária, apresentando o litoral como ativo e trazendo Pedro Andrade como fio condutor dessa leitura, conduzindo a experiência sob uma ótica de curadoria e descoberta. Conhecido por sua curadoria de destinos ao redor do mundo, Pedro Andrade participa da campanha apresentando ao público as oportunidades, a experiência e a proposta por trás do projeto e da própria Praia de Carneiros, aproximando o empreendimento de um público que associa viagem, repertório e patrimônio ao mesmo estilo de vida. Ao longo desse percurso, Pedro Andrade atua como mediador entre lugar e público, contextualizando a região e reforçando credibilidade ao discurso imobiliário. A escolha do apresentador reforça o caráter editorial da comunicação. “Pedro tem repertório cultural e credibilidade para falar de lugares com profundidade. Ele não apenas visita, ele interpreta. Isso cria conexão direta com um público que busca investir com consciência e viver com significado”, completa Maria Paula Londres, também sócia da agência. A estratégia foi organizada em uma esteira de comunicação que  acompanha o público da inspiração à decisão. Além de filme para TV, a ação conta com mídias OOH e DOOH, redes sociais, estratégia digital com programática, Meta, YouTube e ações com imprensa. Moura Dubeux – Com mais de quatro décadas de atuação, a Moura Dubeux é reconhecida nacionalmente pela solidez construtiva e pelo desenvolvimento de projetos que combinam arquitetura autoral, bem-estar e valor imobiliário. Dentro do portfólio da incorporadora, a linha Beach Class foi criada para quem busca viver ou investir, sobretudo, em destinos litorâneos privilegiados, com alto padrão, conforto, serviços e forte perspectiva de valorização. “A parceria de comunicação foi pensada para reforçar nossa visão de longo prazo. Queremos apresentar nossos empreendimentos como imóveis e ativos que acompanham o estilo de vida contemporâneo e as novas formas de investir”, afirma Eduarda Dubeux, diretora Comercial, Marketing e CX da incorporadora e construtora. Veja o filme: Ficha técnica Cliente: Moura Dubeux Campanha: Beach Class Manguinhos Agência: Match Comunicação Direção de Criação:  Daniel Zago Direção de Arte: Felipe Duque Redação: Zé Ricardo Atendimento: Drielle Andrade Produtora de Filme: Coruja / Direção: Marcelo Lordelo Aprovação: Eduarda Dubeux

Betsul anuncia a chegada de Lucas Ferreira como novo CMO

Referência em apostas desde 2019, a Betsul anuncia a chegada de Lucas Ferreira como seu novo Chief Marketing Officer (CMO). Especialista em marketing digital e com sólida trajetória em diferentes segmentos da economia, o executivo assume a liderança da estratégia do setor de Marketing em um momento decisivo de reposicionamento e aceleração do crescimento da empresa, que soma seis anos de atuação no mercado brasileiro. “Assumo o desafio na Betsul com total otimismo e uma missão clara de reconduzir a marca ao protagonismo do setor. Temos os pilares necessários para retomar nosso lugar entre os principais players: uma base sólida de excelência no atendimento e a melhor experiência para o jogador. Agora, vamos potencializar esses atributos com uma sinergia profunda entre marketing, produto e tecnologia. Estamos ajustando o rumo com estratégias inovadoras e um foco implacável em resultados, para garantir um crescimento acelerado nos próximos meses”, afirma Lucas. Com mais de 14 anos de experiência em marketing digital e nove anos à frente de equipes de alta performance, Ferreira construiu sua carreira na criação e implementação de estratégias de crescimento e posicionamento de marca nos segmentos de varejo, tecnologia, moda e iGaming. Nos últimos anos, esteve à frente da gestão de mais de R$ 900 milhões em investimentos de mídia, com foco em aquisição de clientes, performance e construção de marcas relevantes. Reconhecido por integrar visão estratégica, análise de dados e liderança de equipes, o executivo visa o crescimento sustentável e resultados consistentes.

Deezer transforma o Flow em Flow Tuner e amplia o controle do usuário sobre o algoritmo para recomendações mais assertivas

A Deezer continua com o compromisso de trazer uma experiência musical mais personalizada e anuncia o lançamento do Flow Tuner, uma evolução do Flow, um dos principais recursos da plataforma. Desenvolvida e aprimorada a partir do feedback e das contribuições da comunidade, a nova versão amplia o controle do usuário sobre o algoritmo, unindo recomendações mais assertivas a uma personalização ainda mais dinâmica. Desde 2014, a Deezer oferece o Flow, uma playlist personalizada que acompanha o humor e os gêneros musicais preferidos de cada ouvinte.  A partir dos hábitos de escuta, o algoritmo constrói uma seleção contínua que combina faixas já conhecidas com novas descobertas alinhadas ao gosto individual. Conforme o usuário interage com a plataforma — ao favoritar músicas, seguir artistas ou explorar diferentes estilos — as sugestões se tornam cada vez mais precisas. Com o Flow Tuner, cada pessoa pode ajustar sua mixagem infinita de forma ainda mais intuitiva, refletindo sua personalidade e o clima musical de cada momento. A novidade permite ativar e desativar gêneros e subgêneros, além de incluir novos estilos para ampliar a identidade sonora. O resultado é uma experiência mais imersiva e relevante, que acompanha as preferências de quem dá o play e simplifica a descoberta de novos conteúdos. Encontrar a música certa no momento certo é uma expectativa crescente na escuta digital. O recurso atende a essa demanda ao oferecer ajustes rápidos com apenas um clique. Se antes a descoberta dependia de pular faixas, agora a Deezer propõe uma interação mais fluida e direta com o algoritmo, permitindo que cada usuário conduza sua própria playlist com mais precisão e autonomia. “O Flow Tuner nasce de um princípio simples: recomendações não devem ser um mistério. As pessoas querem encontrar a trilha sonora perfeita para cada ocasião, com mais facilidade e autonomia. Ao possibilitar que ativem, removam ou explorem gêneros com um único gesto, o algoritmo deixa de ser invisível e passa a se adaptar aos gostos de cada ouvinte. O resultado é uma experiência mais precisa, mais pessoal e que amplia as oportunidades de descoberta.” Afirma Marin Lorant, Head of Product da Deezer Este lançamento segue as recentes inovações da Deezer voltada ao controle e à transparência do algoritmo. Desde abril, os usuários podem ajustar suas preferências musicais e gerenciar suas recomendações por meio de uma seção dedicada às configurações do sistema. Com o Flow Tuner, a plataforma reafirma seu compromisso em oferecer uma experiência musical que se adapta às expectativas do ouvinte e aos novos hábitos de consumo, alinhado com suas outras principais inovações, como Flow, Shaker, Music Quiz, Songcatcher, My Deezer Year e My Deezer Month.

Agência Joia amplia atuação e mantém plano de crescer 30% em 2026

Em 2026, o mercado de Live Marketing vive uma fase de maior amadurecimento, com foco em estratégias mais estruturadas, mensuráveis e alinhadas aos objetivos de negócio das marcas. Inserida nesse contexto, a Joia | Experiências que Transformam, que registrou crescimento de 25% em 2025, trabalha com meta de crescimento de 30% ao longo deste ano, impulsionada por projetos de maior porte, inovação e consolidação de novas frentes de atuação. Entre os pilares que sustentam essa expansão está o foco em operações de maior complexidade, com estrutura preparada para atender grandes projetos, além da ampliação de parcerias estratégicas e da abertura de novas frentes dentro de clientes já atendidos. Projetos proprietários ganham espaço – Um dos movimentos mais relevantes da Joia para os próximos anos é o fortalecimento de projetos proprietários, que passam a integrar o plano de crescimento da agência. Para isso, foi criado o Joia Lap, núcleo dedicado exclusivamente à concepção, planejamento e produção dessas iniciativas autorais. O primeiro marco dessa estratégia foi o FelizCidade, parada de balões, realizado em 2025 no Minhocão, em São Paulo, com quatro balões e 56 integrantes, reunindo mais de 45 mil pessoas. Para este ano, a expectativa é mais do que dobrar a estrutura do projeto, com dez balões e cerca de 250 integrantes, além da produção de dois projetos proprietários ao longo do ano. No médio prazo, a meta é chegar a quatro eventos autorais anuais. “A ideia é transformar esses projetos em plataformas recorrentes de experiências, relacionamento e valor para o público e para as marcas”, explica Flávia Morizono, diretora de Planejamento & Operação da agência. Inovação e novos modelos de negócio – Outro pilar que integra o plano de expansão da agência como uma frente estratégica de inovação e geração de novos negócios é a plataforma digital Brilhar, espécie de marketplace criada para democratizar o acesso a experiências corporativas bem planejadas, com praticidade, transparência e controle de custos, conectando marcas e fornecedores em um único ambiente. Com uma equipe de 40 profissionais fixos, a Joia | Experiências que Transformam também investe na preparação interna para sustentar o crescimento de forma consistente. Um dos destaques é o programa De Frente com a Joia, criado em 2023, que combina desenvolvimento profissional com ações voltadas ao bem-estar, integração e fortalecimento do time. “A valorização das pessoas e a evolução constante dos processos são fatores centrais para manter a qualidade das entregas em um cenário de expansão”, ressalta Flávia. Com quase 14 anos de atuação, a agência tem direcionado sua estratégia para experiências mais integradas e de longo prazo, acompanhando a mudança de comportamento das marcas, que vêm deixando ações pontuais para investir em plataformas de relacionamento e engajamento contínuo. Segundo Flávia, esse movimento reflete o amadurecimento do setor. “O live marketing caminha para um modelo mais estratégico, consciente e conectado à realidade dos negócios”, afirma.

iD\TBWA lança Calendário Cultural Brasileiro 2026 e transforma movimentos culturais em insights acionáveis para marcas

A iD\TBWA anuncia o lançamento do Calendário Cultural Brasileiro 2026, um material proprietário desenvolvido para apoiar marcas e profissionais de comunicação na leitura antecipada de cenários, conversas e oportunidades ao longo de um ano de alta intensidade cultural no Brasil. Criado pela área de Cultura & Insights da agência, o calendário rompe com a lógica tradicional de datas comemorativas e se posiciona como uma ferramenta de inteligência cultural aplicada aos negócios. A proposta é oferecer um novo modelo de planejamento menos reativo e mais estratégico, ao organizar, cruzar e interpretar acontecimentos relevantes de 2026 de grandes eventos como Copa do Mundo e eleições a transformações culturais e movimentos do mundo digital. “A maioria das agências hoje usam os calendários disponíveis de forma genérica ou fragmentada, até porque esses documentos também acabaram se segmentando. Criamos um material pensado para ajudar marcas a identificar quando e como participar das conversas de forma relevante e contextualizada”, afirma Eduardo Marcondes, diretor da área de Cultura & Insights da iD\TBWA. “O resultado funciona como um checklist permitindo que empresas de diferentes portes se antecipem e tomem decisões com mais contexto e segurança.” Entre os principais diferenciais estão a metodologia proprietária da iD\TBWA, que combina desk research, uso de inteligência artificial com validação humana e ferramentas de monitoramento cultural e a entrega de insights acionáveis organizados mês a mês, com análises de alcance e impactos práticos para diversos setores do mercado. O calendário também traz prompts customizáveis para uso com qualquer ferramenta de IA, desenvolvidos para apoiar equipes de marketing, comunicação e inovação na transformação de leituras culturais em ideias, conteúdos e planos de ação respeitando a realidade e os objetivos de cada negócio. Para Marco Sinatura, Chief Strategy & Innovation Officer da iD\TBWA, esse lançamento reforça o papel da estratégia como leitura ativa da cultura. “Planejar hoje exige compreender que a cultura não acontece em blocos isolados, ela é viva, atravessada por tensões, emoções e contradições. E esse calendário transforma esse cenário complexo em vantagem competitiva, conectando marcas ao que realmente importa para as pessoas”, ressalta o executivo. O material oficial já está no site da iD\TBWA, com acesso gratuito para download: https://idtbwa.com.br/mapa-cultural-2026/

Sinapro-RS lança campanha alertando para a legalidade de editais na propaganda gaúcha

O Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS) lançou uma campanha para alertar para a legalidade e regularização de editais. A iniciativa reforça um ponto essencial dos processos licitatórios: fortalecer a legalidade, a transparência e a qualidade desses trâmites na área da publicidade pública gaúcha. Com o mote “Na hora de montar um edital, não é hora de ser criativo. É hora de seguir a lei”, a campanha reforça a mensagem de que agências de publicidade devem participar das concorrências, mas não da elaboração dos editais, para evitar conflitos de interesse. Quem auxilia na conformidade, transparência e segurança jurídica desse processo é o Sinapro-RS, onde as agências encontram orientação técnica e legal. Afinal, edital transparente é edital seguro. Ao estimular que os entes públicos consultem a entidade e observem a legislação vigente — especialmente a Lei nº 12.232/2010 e as normas que regem o setor —, a iniciativa promovida pela entidade gaúcha busca garantir editais mais técnicos, justos e alinhados às boas práticas do mercado. “Processos conduzidos com seriedade e transparência são essenciais para assegurar a correta aplicação dos recursos públicos, a isonomia entre os participantes e a contratação de serviços de comunicação eficientes e responsáveis. Editais irregulares ou mal estruturados comprometem não apenas a concorrência, mas também os resultados das políticas públicas de comunicação”, observa Juliana Schiaffino, assessora jurídica do Sinapro-RS. Ela complementa que, ao se colocar como interlocutor técnico e institucional, o Sinapro contribui para a qualificação dos certames, a prevenção de questionamentos jurídicos e o fortalecimento da relação entre o poder público e o setor publicitário, sempre com foco no interesse público. O presidente do Sinapro-RS e vice-presidente da Fenapro, Juliano Brenner Hennemann, destaca que a campanha de editais reforça a atuação institucional contínua, estratégica e articulada do ecossistema Sinapro/Fenapro em prol do desenvolvimento e do fortalecimento do mercado da propaganda, atuando em frentes e demandas que impactam diretamente no negócio e no dia a dia das agências, como é o caso da lisura, qualidade e transparência das concorrências públicas. Saiba mais sobre essa iniciativa do Sinapro em www.sinaprors.com.br.

Tecnologia se escala e relacionamento se constrói

Em um mercado cada vez mais digital, automatizado e orientado por dados, é comum ouvir que a tecnologia encurtou distâncias. Na prática, isso é verdade. Mas também é verdade que, justamente por isso, o relacionamento humano ganhou ainda mais valor. Em um mundo onde quase tudo pode ser feito à distância, a presença continua sendo um diferencial poderoso. Na TOTVS Sudeste Meridional, aprendemos isso todos os dias ao lado de mais de 1,2 mil clientes distribuídos pelo Sul de Minas Gerais, Serra do Mar, ABC Paulista e Vale do Paraíba. Atender empresas dessas regiões exige mais do que ótimos sistemas. Exige proximidade real, escuta ativa e conhecimento profundo do território onde esses negócios operam. O aperto de mão, a visita presencial, o café tomado no escritório do cliente, muitas vezes, dizem mais do que um dashboard. Cada uma dessas regiões tem uma vocação clara, uma dinâmica própria e desafios específicos. No Sul de Minas, a força da agroindústria imprime ritmos sazonais bem definidos, que impactam produção, logística, planejamento financeiro e gestão de pessoas. Na Serra do Mar e ABC, berço histórico da indústria brasileira, convivem hoje manufatura avançada, cadeias complexas de fornecedores e um setor de serviços cada vez mais sofisticado. Já o Vale do Paraíba combina alta tecnologia, inovação, indústria aeroespacial e empresas altamente reguladas, que demandam precisão, conformidade e visão de longo prazo. Entender essas diferenças não é um detalhe, é parte central do atendimento. Quando estamos próximos, conseguimos compreender não apenas o negócio, mas o contexto. Sabemos que a realidade fiscal de uma cidade não é a mesma de uma empresa de outra região. Que a sazonalidade de uma operação agrícola exige um olhar diferente sobre fluxo de caixa, estoques e planejamento. Essa proximidade sustenta um princípio que orienta nossa forma de atuar e reforçar um dos nossos valores: cliente é pra vida. Relações são tão valiosas quanto produtos e serviços. Por isso, mais do que entregar tecnologia, buscamos estar acessíveis, conhecer profundamente os negócios dos nossos clientes e ir além do sistema para ajudá-los em suas decisões. É assim que construímos relações duradouras, atuando como parceiros e trusted advisors ao longo de toda a jornada. Sobre a TOTVS:Maior empresa de tecnologia do Brasil, a TOTVS cria soluções para potencializar a evolução das pessoas e das empresas. Com mais de 70 mil clientes no Brasil e em diversos países da América Latina, possui um ecossistema completo de tecnologia baseado em 3 unidades de negócio: TOTVS Gestão, com ERPs, soluções cross e sistemas especializados que garantem mais produtividade, eficiência e governança; RD Station, com ferramentas digitais de marketing, vendas e relacionamento para as empresas impulsionarem seus negócios e crescerem; e Techfin ERP Finance, que oferece soluções de crédito B2B e pagamento para ampliar, simplificar e democratizar o acesso das empresas a serviços financeiros. Nos últimos 5 anos, a TOTVS investiu R$3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, com destaque para Inteligência Artificial, buscando inovar cada vez mais para ser o trusted advisor de seus clientes. As empresas que movem o país confiam na TOTVS. O Brasil que faz faz com TOTVS. Saiba mais em: http://www.totvs.com.br

A dependência silenciosa de pessoas-chave que coloca a operação de TI em risco

*Por Ian Ramone No cenário corporativo atual, onde a tecnologia sustenta praticamente todas as operações, existe uma vulnerabilidade que raramente aparece nos relatórios de governança ou nos painéis de monitoramento: a dependência excessiva de profissionais específicos.  Sistemas complexos, integrações críticas entre plataformas, configurações customizadas de infraestrutura; muitas vezes, o conhecimento operacional desses elementos está concentrado em poucas pessoas. Enquanto os indicadores de disponibilidade mostram números satisfatórios, a operação se apoia em um alicerce frágil: a memória e a presença constante de indivíduos específicos. A formação do cenário de dependência Como se chega a essa situação? A formação desse cenário é gradual e, frequentemente, imperceptível para a liderança. Inicia-se com um profissional que resolve uma crise complexa. A solução é implementada, o sistema retorna ao normal, mas o registro completo do procedimento fica para depois, um depois que raramente se concretiza. Com o tempo, esse colaborador se torna o detentor exclusivo do conhecimento sobre determinado sistema ou processo. Em projetos de integração, por exemplo, é comum encontrar arquiteturas cujas particularidades só são plenamente compreendidas por quem as implementou originalmente. Quando esse profissional se ausenta, seja por períodos de descanso, questões de saúde ou transição de carreira, a operação enfrenta interrupções que parecem inexplicáveis. Incidentes que antes eram resolvidos rapidamente passam a demandar horas ou dias de análise. Os dados que confirmam o problema Os dados confirmam a dimensão do problema. Uma pesquisa conduzida com profissionais de desenvolvimento, disponível na pesquisa anual da Stack Overflow, indica que 68% dos desenvolvedores admitem ter conhecimento crítico não documentado em suas empresas. O estudo revela um cenário onde o conhecimento técnico valioso frequentemente reside apenas na experiência individual, não nos repositórios organizacionais. Esses números evidenciam uma prática comum que coloca a continuidade das operações em risco. As consequências para o negócio Empresas que operam nesse modelo enfrentam riscos à continuidade das operações, onde a saída de um profissional-chave pode paralisar processos essenciais por períodos prolongados. A dificuldade de inovação também se torna evidente, pois sistemas que dependem de conhecimento concentrado transformam-se em estruturas que a organização hesita em modificar. Surgem ainda custos indiretos significativos relacionados à necessidade de reter esses profissionais a qualquer custo, além de limitações à escalabilidade da operação, que fica restrita à capacidade desses poucos especialistas. O efeito é uma falsa estabilidade: tudo funciona até o momento em que a pessoa indispensável não está mais disponível. Estratégias para mitigação do risco Empresas que reconhecem esse risco e atuam de forma proativa implementam algumas práticas fundamentais. O primeiro passo envolve o mapeamento de dependências críticas, identificando claramente onde estão os pontos de concentração de conhecimento. Em seguida, programas estruturados de mentoria e acompanhamento permitem que o conhecimento flua de forma sistemática, não esporádica. A documentação deve transformar-se em parte integrante do ciclo de vida dos sistemas, onde toda implementação, modificação ou correção inclui a atualização da base de conhecimento correspondente. Paralelamente, cultiva-se uma cultura organizacional que incentiva e reconhece o compartilhamento de conhecimento, demonstrando aos profissionais que seu valor aumenta ao multiplicar seu saber, não ao restringi-lo. O papel da liderança A solução desse problema começa no nível estratégico. Líderes de tecnologia da informação precisam reconhecer que a resiliência do conhecimento é tão importante quanto a resiliência da infraestrutura técnica. Isso requer a alocação consciente de recursos, tempo, orçamento e pessoal, dedicados especificamente à gestão do conhecimento. A implementação de indicadores que monitorem a distribuição do conhecimento técnico e a promoção de uma cultura que valorize tanto o compartilhamento coletivo quanto a expertise individual são passos decisivos nessa jornada. Direcionamento estratégico Nesse caminho de amadurecimento, contar com uma consultoria especializada é o diferencial que transforma o risco em resiliência. Um olhar externo e experiente consegue identificar “pontos cegos” que a rotina interna muitas vezes naturaliza, trazendo metodologias testadas para extrair, organizar e democratizar o saber técnico.  Mais do que apenas documentar processos, uma parceria estratégica atua como um catalisador cultural, implementando ferramentas e fluxos que garantem que o capital intelectual pertença à empresa, e não apenas a CPFs isolados. Ao investir nesse suporte, a liderança não está apenas protegendo a operação; está construindo uma base sólida para que a inovação aconteça sem o medo constante do imprevisto, garantindo que a tecnologia seja sempre um motor de crescimento, e nunca um gargalo humano. *Ian Ramone é diretor comercial da N&DC.

Do Omnichannel ao Agent Commerce: Por que os agentes de IA já são os novos clientes do varejo

Por Marcelo Flores* 2026 começou com uma mensagem cristalina para quem lidera tecnologia no varejo global: o e-commerce, como o conhecemos, está sendo reprogramado. Não se trata mais de otimizar jornadas de navegação ou reduzir etapas no checkout, mas de aceitar que agentes de Inteligência Artificial (IA) estão assumindo o protagonismo da compra. O chamado Agent Commerce (Comércio Agêntico) emergiu como a evolução natural de um ecossistema onde intenção, decisão e execução passam a acontecer de forma autônoma, orquestrada por IA, com o humano atuando como supervisor estratégico, do lado da venda e passageiro, do lado da compra. Esta foi uma das conclusões mais relevantes da edição 2026 da National Retail Federation (NRF), realizada em janeiro, em Nova York (EUA). Antes mesmo da feira, as visitas técnicas pela cidade, já antecipavam esse futuro. O que se vê no varejo americano é a consolidação de um conceito-chave: integralidade. O físico não morreu: ele foi ressignificado. Lojas se reposicionam como espaço de experiência e fidelização, tornando-se hubs sensoriais e de dados, combinando conhecimentos táteis, visuais e emocionais como sensores, para enriquecimento dos dados e potencialização da IA. Essa fusão cria jornadas hiperpersonalizadas que alimentam, em tempo real, os sistemas digitais e, agora, os próprios agentes de IA, que passam a recomendar, negociar e, até mesmo, comprar em nome dos consumidores. Dentro da NRF, essa lógica ganhou escala e clareza estratégica. A presença inédita do CEO do Google, Sundar Pichai, e o anúncio do Universal Commerce Protocol (UCP), em parceria com players globais, como Walmart, por exemplo, sinalizaram que o mercado entrou definitivamente na fase do comércio agêntico. Assim como o SEO foi essencial para o e-commerce tradicional, agora surge um novo imperativo: preparar dados, catálogos, reputação e integrações para serem compreendidos, priorizados e acionados por agentes inteligentes, o GEO (Generative Engine Optimization). Não é exagero dizer que, a IA Generativa com seus agentes, se tornam os novos “clientes primários” das marcas. O funcionamento desse modelo é simples na teoria e transformador na prática. O consumidor expressa sua intenção – “quero o melhor produto, pelo melhor preço, dentro dessas condições”. Os agentes buscam, comparam, validam e sugerem. Com a autorização do usuário, executam a compra de forma instantânea, muitas vezes sem que o site do varejista seja visitado. Para o consumidor, isso significa conveniência radical e personalização profunda. Para as empresas, representa um novo campo de batalha competitivo, onde velocidade de resposta, dados estruturados e confiança passam a ser diferenciais críticos. A tecnologia já está pronta. Infraestrutura em nuvem, automação, analytics avançado, LLMs especializadas e suites de diversos sabores, como as de Agentic Commerce, já permitem jornadas quase totalmente autônomas. Casos apresentados – de gigantes do varejo até empresas de serviços – mostram que agentes já operam em áreas como atendimento, cadeia de suprimentos, precificação, marketing, RH e jurídico, resolvendo problemas reais de forma incremental e escalável. O desafio, portanto, não é técnico. É sistêmico. O principal obstáculo para a consolidação plena do Agent Commerce é regulatório e de governança. Como garantir que um agente está autorizado a transacionar em nome de alguém? Como assegurar rastreabilidade, consentimento e segurança em pagamentos autônomos? Esse debate aparece com força nas discussões envolvendo meios de pagamento, bandeiras e bancos globais. A analogia com o onboarding bancário digital é inevitável: a tecnologia já existe, mas a confiança institucional precisa ser construída. Resolver esse ponto será o gatilho para a adoção massiva do comércio agêntico. Outro aspecto central discutido na NRF, foi a mudança do papel da IA: ela deixa de ser executora de tarefas para se tornar orquestradora de jornadas, está no centro da jornada. Em muitos fluxos, o humano sai do operacional e assume o papel de advisor, definindo limites, objetivos e diretrizes. Alucinação, ética e segurança continuam no radar, mas já são tratadas com arquiteturas mais maduras, combinando múltiplos modelos, validações cruzadas e checkpoints humanos. O varejo entra, assim, em uma fase de automação responsável, orientada a resultados concretos. A grande lição trazida de Nova York é que o futuro do varejo não será definido por uma tecnologia isolada, mas pela capacidade de integrar dados, experiência, propósito e ecossistemas. O Agent Commerce não elimina o físico, nem o digital – ele os conecta em um novo nível de inteligência. Para executivos de tecnologia, o recado é direto: quem estruturar agora seus dados, suas plataformas e sua governança para dialogar com agentes de IA, estará na dianteira de um mercado onde comprar deixa de ser uma ação e passa a ser uma delegação. O futuro do varejo já começou, é agêntico e a única barreira hoje é regulatória, não tecnológica. Quando esse obstáculo for superado, estaremos diante da maior transformação do comércio digital desde sua própria criação. *Marcelo Flores é Business Director (Head of Retail & Services) da GFT Technologies

Pagamentos em 2026: por que a estratégia começa no checkout

Por Juan Soto*  Durante muito tempo, os pagamentos foram tratados como a etapa final da jornada de compra – necessária, mas invisível. Em 2026, essa lógica definitivamente já não se sustenta. Os pagamentos se consolidaram como uma camada estratégica de qualquer negócio, com impacto direto em conversão, custos, eficiência operacional e crescimento. Em mercados complexos e dinâmicos como o Brasil, essa transformação é ainda mais evidente.  Alguns movimentos estruturais ajudam a explicar por que os pagamentos deixaram de ser apenas uma camada operacional e passaram a funcionar como um verdadeiro sistema de decisão para empresas que buscam escalar com eficiência. Esses movimentos refletem mudanças profundas no comportamento do consumidor, na arquitetura tecnológica do comércio e nas exigências de controle financeiro e performance. Entender esses vetores é fundamental para compreender por que, em 2026, a vantagem competitiva começa a ser construída no checkout.  O primeiro movimento é o amadurecimento do Open Banking e dos pagamentos em tempo real. Em muitos mercados, essas inovações ainda estão em fase de testes. No Brasil, porém, já fazem parte do cotidiano da população. O Pix redefiniu expectativas de velocidade, custo e disponibilidade, enquanto o Open Finance criou as bases para experiências mais integradas, seguras e orientadas por dados. Para setores que exigem liquidação imediata, previsibilidade e redução de fraudes, como games, serviços digitais e marketplaces, as transferências em tempo real e modelos como o Request to Pay passam a ocupar o centro da estratégia.  O segundo movimento é a consolidação dos métodos de pagamento locais como fator decisivo de crescimento. Apesar da globalização das plataformas, o ato de pagar continua profundamente cultural. No Brasil, ignorar Pix, boleto, parcelamento no cartão, carteiras digitais ou débito online significa aceitar perdas diretas de conversão. Ao mesmo tempo, oferecer opções em excesso pode gerar confusão e abandono no checkout. O desafio para 2026 não é acumular métodos, mas selecionar os mais relevantes para cada jornada, canal e perfil de consumidor.  O terceiro movimento está no uso estratégico dos dados de pagamento como inteligência de negócios. Autorizações, recusas, métodos escolhidos, horários de compra e padrões de comportamento revelam, em tempo quase real, onde existem atritos na jornada, perdas de margem ou oportunidades de crescimento. O Brasil reúne condições particularmente favoráveis para essa evolução: alto volume transacional, ampla diversidade de meios de pagamento e comportamentos de consumo heterogêneos.  Ainda assim, muitas empresas seguem explorando esse ativo de forma reativa e limitada, utilizando os dados de pagamento principalmente para explicar problemas que já aconteceram, como fraudes, falhas de autorização ou disputas. Em 2026, o diferencial estará em usar essas informações de forma contínua, para identificar padrões, antecipar gargalos e ajustar a experiência de compra antes que a conversão seja impactada.  Essas três tendências convergem para uma conclusão clara: os pagamentos passaram a ser uma alavanca estratégica de crescimento para qualquer empresa. Em mercados como o brasileiro, onde inovação, complexidade e escala convivem lado a lado, o sucesso está diretamente ligado à capacidade de desenhar arquiteturas de pagamento flexíveis, inteligentes e resilientes. Em 2026, sairão na frente as empresas que tratarem o checkout não como um fim do processo, mas como um ponto central da estratégia de negócios.  *Juan Soto é General Manager da Nuvei para a América Latina

Open source inspira marcas a criarem conexões mais humanas e colaborativas

Em um cenário marcado pela automação, pela busca incessante por eficiência e pelo uso intensivo de inteligência artificial, empresas e consumidores vivem uma relação cada vez mais tensionada. De um lado, organizações orientadas por dados e produtividade; do outro, pessoas em busca de significado, pertencimento e confiança. Nesse contexto, a cultura open source (código aberto) surge como um alicerce para conectar pessoas, tecnologia e marcas de forma autêntica e sustentável. Segundo o estudo “Voz do Consumidor”, da PwC, embora empresas invistam fortemente em IA, cerca de 80% dos consumidores demonstram receio em relação à tecnologia, especialmente pela possível desumanização das experiências e pelo uso indevido de dados. O dado reforça um dilema contemporâneo: a técnica avança, mas o sentido humano nem sempre acompanha. “Vivemos um momento em que a eficiência técnica deixou de ser suficiente. As pessoas querem entender no que as marcas acreditam e como elas se posicionam diante de temas como confiança, ética e colaboração”, afirma Fabiano Assis, diretor comercial da Red Hat Brasil. “Tecnologia sem propósito gera distância, não conexão,” completou.  Código aberto: o maior exemplo de benchmark  É justamente nesse ponto que o open source se destaca. Presente de forma “invisível” em praticamente tudo o que usamos (de sistemas operacionais e smartphones a servidores, automóveis e até o PIX), o modelo de código aberto sustenta uma revolução colaborativa há mais de 40 anos, sem campanhas publicitárias ou grandes slogans. Seu sucesso está baseado em princípios claros: colaboração, confiança, transparência e propósito coletivo. Para além de um compilado de soluções tecnológicas, o open source representa uma cultura.Sua história foi construída a partir do sucesso de outras iniciativas e marcas, ao viabilizar tecnologias robustas, seguras, escaláveis e acessíveis para todos os públicos. A lógica é simples: não é a tecnologia que se conecta às pessoas, mas os valores que a sustentam. “Trata-se, também, de uma lição valiosa também para empresas que desejam ir além da venda de produtos e serviços e construir relações duradouras com seus públicos”, destacou Assis.  O mesmo princípio se aplica à liderança moderna. Em vez de centralização de poder, o futuro aponta para líderes capazes de descentralizar decisões, promover autonomia e criar ambientes de confiança e aprendizado contínuo.”O código aberto mostra que é possível crescer de forma sustentável quando se constrói um ecossistema baseado em confiança e participação ativa. “Empresas que conseguem ‘abrir o código’ de sua cultura criam ambientes onde inovação, aprendizado e engajamento acontecem de maneira orgânica”, complementou o executivo. Embora nem todas as organizações possam esperar décadas para alcançar esse nível de maturidade cultural, o recado é claro: marcas longevas são construídas a partir de valores sólidos, cultura coerente e comunidades genuinamente engajadas. Clientes, colaboradores e parceiros tornam-se, naturalmente, os principais embaixadores da marca. “Ao longo de mais de 40 anos, o maior trunfo do open source não foi criar um modelo perfeito ou imutável, mas convidar pessoas ao redor do mundo a cocriar um ambiente livre, colaborativo e orientado por um objetivo comum: buscar, coletivamente, a melhor versão de si mesmas. Uma inspiração poderosa para empresas que desejam se manter relevantes em um mundo cada vez mais conectado e, ao mesmo tempo, carente de humanidade”, concluiu Assis..

Ex-Nubank e Hotmart é o novo Diretor de Novas Iniciativas da PayJoy Brasil

Para acelerar a expansão e o desenvolvimento de novos produtos no Brasil, a  PayJoy, anuncia José Bianchin como novo diretor de Novas Iniciativas. O executivo assume com o desafio imediato de escalar a operação local e abrir canais estratégicos, consolidando a presença da fintech global de crédito acessível no mercado nacional. Com passagens por “unicórnios” como Nubank, Clara e Hotmart, além da consultoria Bain & Company, Bianchin traz mais de uma década de experiência para alinhar a execução brasileira à estratégia global da companhia. Graduado pela UFRGS, o executivo possui ainda especialização internacional pela University of Texas (EUA) e Universidad Autónoma de Madrid (Espanha). “A PayJoy tem grande potencial para apoiar o mercado brasileiro. Meu foco será traduzir nossa tecnologia em novos produtos que resolvam dores reais do consumidor, acelerando nossa expansão de forma sustentável e ampliando a inclusão financeira no país”, destaca Bianchin.

A Meta constrói infraestrutura de IA com a NVIDIA

Resumo: A NVIDIA anuncia uma parceria estratégica plurianual e multigeracional com a Meta, abrangendo infraestrutura local, em nuvem e de IA. A Meta construirá data centers hiperescaláveis otimizados tanto para treinamento quanto para inferência, em apoio ao roadmap de infraestrutura de IA de longo prazo da empresa. Essa parceria possibilitará a implantação em larga escala de CPUs NVIDIA e milhões de GPUs NVIDIA Blackwell e Rubin, bem como a integração de switches Ethernet NVIDIA Spectrum-X™ para a plataforma Facebook Open Switching System da Meta. “Ninguém implementa IA na escala da Meta — integrando pesquisa de ponta com infraestrutura de escala industrial para impulsionar os maiores sistemas de personalização e recomendação do mundo, para bilhões de usuários”, afirma Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA. “Por meio de um profundo design de código conjunto de CPUs, GPUs, redes e software, estamos trazendo a plataforma NVIDIA completa para os pesquisadores e engenheiros da Meta enquanto eles constroem a base para a próxima fronteira da IA.” “Estamos entusiasmados em expandir nossa parceria com a NVIDIA para construir clusters de ponta usando sua plataforma Vera Rubin, a fim de levar superinteligência pessoal a todos no mundo”, afirma Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta. “Essa infraestrutura terá uma capacidade massiva de transformação do que se pode conquistar com a IA nos próximos anos. É preciso ficar muito atento ao que será construído daqui para frente entre Meta e NVIDIA”, comenta Marcio Aguiar, diretor da divisão Enterprise da NVIDIA para América Latina.   Implantação expandida de CPUs NVIDIA para aumento de desempenho A Meta e a NVIDIA continuam sua parceria na implantação de CPUs NVIDIA Grace™ baseadas em Arm para as aplicações de produção de data centers da Meta, proporcionando melhorias significativas de desempenho por watt em seus data centers como parte da estratégia de infraestrutura de longo prazo da Meta. A colaboração representa a primeira implementação em larga escala exclusiva de NVIDIA Grace, apoiada por investimentos em design de código e otimização de software em bibliotecas do ecossistema de CPU para melhorar o desempenho por watt a cada geração. As empresas também estão colaborando na implementação de CPUs NVIDIA Vera, com potencial para implantação em larga escala em 2027, ampliando ainda mais a capacidade de computação de IA com eficiência energética da Meta e impulsionando o ecossistema de software Arm de forma mais ampla. Arquitetura unificada suporta a infraestrutura de IA da Meta A Meta implantará sistemas líderes do setor baseados em NVIDIA GB300 e criará uma arquitetura unificada que abrange data centers locais e implantações de parceiros de nuvem da NVIDIA para simplificar as operações, maximizando o desempenho e a escalabilidade. Além disso, a Meta adotou a plataforma de rede Ethernet NVIDIA Spectrum-X em toda a sua infraestrutura para fornecer redes em escala de IA, oferecendo desempenho previsível e de baixa latência, ao mesmo tempo que maximiza a utilização e melhora a eficiência operacional e energética. Computação confidencial para WhatsApp A Meta adotou o NVIDIA Confidential Computing para processamento privado do WhatsApp, possibilitando recursos com inteligência artificial em toda a plataforma de mensagens, ao mesmo tempo que garante a confidencialidade e a integridade dos dados do usuário. A NVIDIA e a Meta estão colaborando para expandir os recursos do NVIDIA Confidential Compute além do WhatsApp, abrangendo casos de uso emergentes em todo o portfólio da Meta e oferecendo suporte à IA com privacidade aprimorada em escala. Design de código dos modelos de IA de última geração da Meta As equipes de engenharia da NVIDIA e da Meta estão empenhadas em um profundo design de código para otimizar e acelerar modelos de IA de ponta nas principais cargas de trabalho da Meta. Esses esforços combinam a plataforma completa da NVIDIA com as cargas de trabalho de produção em larga escala da Meta para impulsionar maior desempenho e eficiência para novos recursos de IA usados por bilhões de pessoas em todo o mundo.

Gestão de riscos nas empresas expõem fragilidades técnicas e operacionais

Por Sylvio Sobreira Vieira, CEO & Head Consulting da SVX Consultoria Nunca a complexidade digital e a sofisticação das ameaças cibernéticas foram tão altas quanto atualmente. Só no ano passado, o país registrou 315 bilhões de tentativas de ataque cibernético – 84% de todas as investidas na América Latina. Mesmo assim, muitos negócios ainda se apoiam em modelos de gestão de riscos que pararam no tempo, completamente desalinhados da evolução dessas ameaças. Essa defasagem entre um cenário de risco cada vez mais complexo e práticas antiquadas de gerenciamento não é mera teoria; de acordo com especialistas, o nível de exposição digital das empresas cresce em velocidade superior à capacidade de resposta da maioria das organizações. Isso se traduz em vulnerabilidades concretas no dia a dia das organizações. Tecnologicamente, sistemas críticos permanecem expostos por falta de atualização e vigilância; operacionalmente, episódios recentes evidenciaram que as defesas corporativas evoluem em ritmo bem mais lento do que as táticas dos atacantes. Prova disso é que, embora 79% das empresas brasileiras reconheçam estar mais expostas a ataques cibernéticos, somente 44% das altas administrações estão diretamente envolvidas no tema. Ou seja, a liderança muitas vezes não assume para si a questão, mantendo um descompasso entre a percepção do risco e a ação estratégica sobre ele. O resultado é uma gestão calcificada em práticas ultrapassadas – auditorias anuais protocolares, matrizes de risco estáticas e checklists de conformidade – incapaz de reagir a um cenário onde as ameaças evoluem dia após dia. Pontos cegos na infraestrutura Um dos pontos críticos é a falta de visibilidade real em ambientes híbridos cada vez mais complexos. Hoje, infraestrutura local convive com múltiplas nuvens públicas, aplicações SaaS e uma infinidade de integrações via APIs – um ecossistema fragmentado em que muitas organizações não conseguem enxergar todos os seus pontos de vulnerabilidade. A principal dificuldade nesses ambientes híbridos é justamente a ausência de visibilidade e controle unificado. Cada novo serviço em nuvem ou conexão externa adiciona camadas de complexidade e potenciais brechas de segurança. Segundo o relatório State of API Security 2025, 91% das empresas admitiram não ter plena visibilidade das integrações e APIs conectadas ao seu ambiente – e mais de 60% sofreram incidentes envolvendo APIs no último ano. Há “pontos cegos” na rede corporativa que passam despercebidos pela segurança até que se convertam em incidentes. Quando a TI opera às escuras, torna-se impossível gerir riscos de forma eficaz. Ambientes multi-nuvem e híbridos exigem monitoramento constante e ferramentas que consolidem alertas, mas muitas empresas ainda não evoluíram suas práticas para atingir esse nível de vigilância abrangente. Somando-se a isso, vemos decisões de TI sendo tomadas sem a devida análise de impacto no negócio. Seja ao adotar uma nova tecnologia, migrar sistemas críticos para a nuvem ou mesmo ao cortar custos em infraestrutura, empresas têm cometido o erro de não envolver as áreas de negócio e de risco no processo. O resultado são surpresas desagradáveis: dependências ocultas que são descobertas apenas quando um sistema cai, planos de contingência inexistentes e perda de receita por indisponibilidade de serviços que ninguém previu. Cortes ou mudanças “a olho” na TI, sem critério estratégico, costumam gerar efeitos colaterais graves: perda de produtividade, aumento de falhas operacionais, brechas de segurança e até interrupções completas do negócio. Em outras palavras, quando a TI opera isolada, o risco de decisões tecnológicas mal calibradas ricochetearem na operação é altíssimo. Muitas empresas ainda tratam projetos de tecnologia como algo apartado – e percebem tarde demais que aquela “simples atualização de software” podia, na verdade, parar uma linha de produção ou deixar um serviço indisponível nacionalmente Todos esses fatores apontam para uma desconexão entre o risco mapeado no papel e o risco real correndo solto no dia a dia. Muitas empresas podem exibir orgulhosamente suas matrizes de riscos coloridas e relatórios anuais de auditoria, mas na prática não estão capturando o que realmente pode derrubá-las. Há um fosso entre o risco “oficial”, documentado, e o risco vivo, emergente nos ambientes digitais. Enquanto o mapa de riscos permanece quase inalterado de um ano para o outro, o cenário tecnológico ao redor se transforma em alta velocidade – novas ameaças, novos ativos, novas interdependências. Protocolos formais e checklists não capturam a dinâmica caótica atual, em que um incidente pode se originar em qualquer ponto obscuro: uma API esquecida, um fornecedor negligenciado, uma decisão tomada sem consulta. Superar essas fragilidades exige uma mudança de postura imediata. Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que riscos tecnológicos e operacionais são, hoje, riscos estratégicos do negócio. A cibersegurança e a continuidade digital deixaram de ser assuntos restritos à equipe de TI – tornaram-se temas centrais de planejamento estratégico, governança corporativa e até de responsabilidade do Conselho de Administração. ‘ Órgãos reguladores já sinalizam essa expectativa: no final de 2025, o Banco Central atualizou normas (Resolução CMN 5.274) exigindo que instituições financeiras tratem risco cibernético como risco operacional relevante, atrelado à estabilidade do negócio, e cobrou envolvimento direto da alta administração na supervisão desse risco. Isso significa que o risco digital entrou de vez na pauta de conselhos e comitês executivos. Perguntas como “qual nosso nível real de exposição?” ou “nossa dependência de terceiros está sob controle?” devem guiar discussões de alto nível. Em conclusão, a transformação digital trouxe oportunidades enormes, mas também revelou que velhos métodos de controle já não bastam para domar os novos perigos. As empresas que não revisarem sua abordagem de risco – incorporando visibilidade total dos ambientes híbridos, monitoramento contínuo de fornecedores, governança proativa de TI e revisão constante dos cenários de ameaça – continuarão expostas a choques inesperados e perdas potencialmente devastadoras.

Startups brasileiras adotam PR desde o primeiro dia e impulsionam reputação de mercado

A presença de Relações Públicas (PR) no centro das estratégias de comunicação de startups e empresas jovens deixou de ser exceção para se tornar rotina no ecossistema brasileiro de inovação. Cada vez mais, founders entendem que reputação bem construída desde o início não apenas abre portas de mercado, mas também reduz ruídos, atrai investidores e acelera a confiança, ativo essencial em setores altamente competitivos como tecnologia, pagamentos e inteligência artificial. Dois exemplos ilustram bem essa tendência. A Sttart Pay, provedor de serviços de pagamento com operações no Paraguai, Argentina, Uruguai e Costa Rica, iniciou um novo ciclo ao trazer Carlos Henrique para a liderança. Com histórico em instituições como ABN Amro Bank, Citi, Crefisa, Advice e Frente Corretora, ele reforça como a comunicação bem estruturada é determinante nessa fase.  “Assumir a Sttart Pay é um passo importante na minha trajetória e uma oportunidade de liderar uma empresa que entende que crescimento sustentável passa também por fortalecer sua narrativa. Ter uma estratégia de PR desde já nos ajuda a comunicar nosso propósito com clareza e a construir relações de confiança no mercado”, afirma o CEO da Sttart Pay. O mesmo movimento aparece na Draiven, startup de inteligência artificial fundada por Carlos Schmiedel, Carlos Pereira e Dhiogo Corrêa. A empresa, criada para transformar tomada de decisão corporativa por meio de IA, vem adotando PR como parte de sua estratégia de posicionamento desde a fundação, decisão que acompanha seu ritmo acelerado de crescimento. Em menos de 6 meses, a empresa captou R$ 750 mil, atingiu 130 usuários ativos, ultrapassou 80 mil interações processadas e registrou taxa de alucinação de apenas 0,003%. “Para nós, comunicar bem desde o primeiro dia é tão estratégico quanto desenvolver a tecnologia. O trabalho de PR tem ajudado a dar clareza à nossa visão, fortalecer nossa presença no mercado e construir confiança em torno do que estamos entregando”, destaca Schmiedel. Para especialistas, essa antecipação no investimento em reputação não é coincidência: é estratégia. A Like Leads, agência especializada em Marketing & Relações Públicas para empresas de tecnologia, tem observado essa mudança de comportamento de perto. Segundo Fábio Ventura, CEO e fundador da agência, o amadurecimento das lideranças é hoje um dos pilares mais relevantes para quem deseja escalar. “A gente observa cada vez mais cedo que as empresas entendem a importância de fortalecer seus porta-vozes. Executivos bem posicionados constroem confiança, geram autoridade e ajudam a acelerar o crescimento das empresas, seja no mercado de pagamentos ou no de inteligência artificial”, reforça Ventura. Além disso, para que a estratégia seja eficaz, é preciso método, visão de negócio e consistência. Wesley Colpani, COO da Like Leads, explica que o trabalho de PR para startups não se limita à visibilidade na imprensa, mas integra construção de narrativa, alinhamento estratégico e preparação de lideranças. “Quando a empresa nasce já com um discurso organizado, uma mensagem clara e líderes preparados para dialogar com o mercado, o impacto é imediato. A comunicação deixa de ser reativa e passa a guiar oportunidades, atrair parceiros e fortalecer credibilidade”, finaliza Colpani.

Além do patrocínio: como GoldeN usa o maior torneio de tênis da América do Sul para transformar a realidade de animais abandonados

Para GoldeN, patrocinadora do Rio Open, a quadra de saibro do maior torneio de tênis da América do Sul é muito mais do que um espaço para exposição de marca. É um palco estratégico para dar luz a uma causa urgente: a adoção de animais abandonados. A já tradicional ação dos “CãoDulas”, que coloca cães resgatados para atuarem como boleiros nas partidas, é o pilar de uma estratégia de propósito que, ao todo, já ajudou a transformar a realidade de mais de 5 mil animais no Brasil. Realizada desde 2016, a iniciativa de GoldeN, em parceria com o Instituto PremieRpet, braço de responsabilidade social da companhia, já levou mais de 30 cães para as quadras, dando a eles uma visibilidade única e emocionante. A cada ano, as histórias de superação dos animais, muitos deles resgatados de situações de maus-tratos, ganham destaque na mídia e nas redes sociais, colocando luz no tema, ajudando a acelerar a busca por um novo lar e educando o público sobre a importância da adoção responsável. Para a marca, a escolha de usar um evento de alcance global como o Rio Open é intencional e vai além do retorno de imagem. Trata-se de usar sua força e investimento para gerar um impacto social real e duradouro. “Nossa presença no Rio Open é uma decisão focada em propósito. Entendemos que temos a responsabilidade e a oportunidade de usar essa plataforma de imensa visibilidade, como é o esporte, não apenas para fortalecer nossa marca, mas para evidenciar uma causa como o abandono de animais. São mais de 20 milhões de pets em busca de um lar no Brasil e usar uma quadra como é a do Rio Open como um palco para esses cães, que representam milhares de outros que esperam por uma segunda chance, é muito importante. É a prova de que o marketing de causa, quando genuíno e consistente, gera valor para a sociedade e para o negócio”, afirma Felipe Mascarenhas, Head de Marketing de GoldeN. A estratégia se mostra um sucesso. Além de gerar mídia espontânea e fortalecer a imagem de GoldeN como uma empresa engajada, a ação inspira o público e reforça a mensagem de que a união entre grandes eventos esportivos e causas sociais pode ser uma poderosa ferramenta de transformação.

do bem™ leva sabor, criatividade e sustentabilidade ao Carnaval do Rio de Janeiro

O Carnaval do Rio de Janeiro, celebrado mundialmente por sua energia contagiante e diversidade cultural, conta neste ano com a participação especial da do bem™. A marca esteve presente no tradicional bloco Canários do Reino, no último domingo, dia 15, e agora marca presença também no Caetano Virado, no dia 21, oferecendo experiências que unem celebração, inovação e consciência ambiental. Durante o cortejo na semana passada, os foliões tiveram acesso à distribuição de produtos da marca e se divertiram com tatuagens temporárias personalizadas. Agora, no Caetano Virado, essas ações seguem acontecendo, reforçando o espírito festivo e a conexão da do bem™ com momentos de alegria e coletividade. Com o espírito de inovação e sustentabilidade, a do bem™ prepara uma participação especial no desfile do Bloco Caetano Virado. A influenciadora Lili Kessler, estará presente trazendo conteúdos exclusivos e apresentando fantasias criadas a partir de embalagens da marca, em uma proposta que valoriza o reaproveitamento criativo e traduz a estética alegre e sustentável do Carnaval. Já Haydee Lima contribui com a iniciativa por meio da produção de conteúdos digitais, ampliando o alcance da mensagem de celebração e responsabilidade ambiental. Serviço Bloco Caetano Virado: Sábado, 21 de fevereiro de 2026, a partir das 9h, no Aterro do Flamengo (Av. Infante Dom Henrique – Flamengo, Rio de Janeiro – RJ)

Mercado de dispositivos médicos deve crescer 7% ao ano até 2030

Impulsionado pelo envelhecimento acelerado da população e pelo aumento da demanda por serviços de saúde, o mercado brasileiro de dispositivos médicos deve crescer em média 7% ao ano nos próximos cinco anos. É o que aponta uma projeção com base em uma análise do consenso de mercado realizada pela Redirection International, assessoria especializada em fusões e aquisições (M&A), que mapeou os principais indicadores do segmento. Segundo o levantamento, o setor movimenta aproximadamente R$ 75 bilhões, sendo que cerca de um terço dos produtos vem da produção nacional e o restante via importação, o que coloca o Brasil como um dos 10 maiores mercados do mundo. “Trata-se de um setor que apresenta uma trajetória estrutural de crescimento moderado, sustentado principalmente pelo envelhecimento da população e maior prevalência de doenças crônicas, o que aumenta a demanda por atendimento hospitalar e home care, exigindo mais investimentos tanto do poder público quanto da iniciativa privada”, explica Adam Patterson, economista e sócio da Redirection International. Neste cenário, a busca por eficiência operacional, qualidade assistencial e redução de custos impulsiona a adoção de novas tecnologias e soluções minimamente invasivas, fomentando também as atividades de fusões e aquisições. Adam Patterson lembra que o mercado brasileiro de dispositivos médicos é composto por uma ampla base de distribuidores, fabricantes locais e multinacionais e que a combinação entre a produção local, certificações regulatórias nacionais e a presença internacional tem ampliado a competitividade das empresas brasileiras. “O Brasil se consolida como um dos mercados mais resilientes e é estrategicamente relevante para M&A em dispositivos médicos. Combina escala, sofisticação regulatória e uma base industrial cada vez mais competitiva, o que o torna particularmente atrativo para transações cross-border”, explica. Em 2025, o setor registrou cerca de 450 transações de fusões e aquisições em todo o mundo, segundo informações do banco de investimentos americano PMCF. Somente na área de tecnologia médica foram transacionados cerca de US$ 80 bilhões entre janeiro e novembro de 2025, de acordo com a Bain & Company. “A expansão geográfica é uma tese recorrente, com players globais utilizando aquisições no Brasil como porta de entrada para a América Latina, aproveitando a base industrial, certificações junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e redes privadas de saúde”, destaca Patterson. A atividade de M&A no setor é marcada por estratégias de consolidação em mercados ainda fragmentados, especialmente em nichos como ventilação, UTI, transporte médico e home care, com aquisições focadas em ganho de escala e fortalecimento de pricing. Em nível global, o ambiente de M&A segue seletivo, com capital direcionado prioritariamente a ativos de alta qualidade, líderes de nichos e empresas que apresentem possibilidade de crescimento e escalabilidade. No Brasil, mesmo em um ambiente marcado por incertezas geopolíticas, a expectativa do mercado de dispositivos médicos é otimista, com projeção de aumento de produção em 2026 para 70% das empresas do setor. “Em 2026, vemos um ciclo claro de M&A orientado à otimização de portfólio, com aquisições seletivas em áreas de alto crescimento como cardiovascular, neurovascular, oncologia e tecnologias digitais, incluindo IA, software médico e soluções voltadas ao cuidado ambulatorial e remoto. Estratégias de verticalização se intensificam, integrando equipamentos, consumíveis, manutenção e serviços de pós-venda, elevando o lifetime value do cliente e a previsibilidade de caixa. Ao mesmo tempo, grandes players globais avançam em desinvestimentos de ativos não estratégicos, realocando capital para plataformas com maior retorno e relevância clínica”, avalia Adam Patterson. “Desta forma, o Brasil deixa de ser apenas um mercado de expansão e passa a ocupar um papel central na estratégia global de crescimento, inovação e resiliência de longo prazo do setor”, complementa.

FCamara vira a chave para o futuro: Arthur Lawrence assume como CEO e Fábio Câmara passa a Executive Chairman

Em um momento em que a inteligência artificial (IA) deixa de ser promessa para se tornar uma infraestrutura decisiva dos negócios, a FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação, anuncia uma virada institucional que redefine sua forma de liderar, decidir e crescer. Arthur Lawrence, até então co-CEO, assume como CEO global da companhia. O fundador, Fábio Câmara, passa a ocupar a posição de Executive Chairman, concentrando sua atuação na visão de futuro, na inovação e no posicionamento estratégico da empresa diante da nova era da IA. Mais do que uma troca de cargos, o movimento sinaliza uma mudança de patamar. A FCamara entra em uma fase em que governança, tecnologia e execução rompem com a dinâmica de caminhar em paralelo para operar como um único sistema. A reorganização consolida o ecossistema construído ao longo dos últimos anos e responde a um ambiente de profunda revolução do setor de tecnologia, em que não basta inovar: é preciso escalar com disciplina e transformar inteligência artificial em impacto concreto para os negócios. A transição dá continuidade ao reposicionamento estratégico comunicado no final de 2025, quando a FCamara assumiu a IA como base nativa de suas ofertas, decisões e modelo de crescimento. Como parte desse novo desenho, a companhia também institui a criação de um advisory board que terá como papel ser uma instância estratégica de apoio à liderança. O conselho contará com quatro membros – dois já confirmados: Jean Carlo Klaumann, ex-CEO da Neogrid, com ampla experiência em vendas e crescimento; e Ângelo Accorsi, executivo com trajetória em gestão e transformação organizacional. Uma resposta à maturidade do mercado O anúncio acontece em um contexto em que empresas de tecnologia enfrentam um novo nível de exigência: eficiência operacional, clareza estratégica, convergência das aquisições e capacidade real de converter inovação em resultado. Nesse cenário, a FCamara se posiciona como protagonista – uma autoridade madura em IA aplicada a negócios, preparada para aprofundar sua liderança em um mercado que já não premia o discurso vazio. “Estou vivendo um dos ciclos mais felizes da minha trajetória profissional. A IA nos obriga a reaprender tudo, questionar modelos e redesenhar o amanhã das empresas – e é exatamente nesse espaço que quero concentrar minha energia”, afirma Fábio Câmara. Como Executive Chairman, Câmara começa a atuar de maneira ainda mais estratégica, com foco na visão de longo prazo da companhia, na provocação sobre os rumos do mercado, na curadoria humana por trás da tecnologia e no avanço do conhecimento acumulado da FCamara em propriedade intelectual escalável. Execução no centro da estratégia Arthur Lawrence ascende ao cargo de CEO após ter participado diretamente da formação da atual estrutura da FCamara. Ao longo dos últimos anos, foi peça-chave no amadurecimento do portfólio e no fortalecimento do relacionamento com clientes estratégicos. Agora, como único CEO, Lawrence lidera a companhia em uma conjuntura de crescente complexidade e competitividade, com o desafio de garantir disciplina de execução e alinhamento entre estratégia, tecnologia e necessidades reais do mercado. “Inicio a condução da liderança em um momento bastante alinhado ao que acredito: entregar resultados com consistência, tornar a adaptação viável e conectar a estratégia à execução”, diz. “Reforçar o tema de potencializar ganhos reais e mensuráveis de negócio, sejam novas receitas, incremento do core ou geração de rentabilidade e eficiência, sempre foi minha agenda e minha crença – e isso se acelera muito com a IA.” A transição marca a evolução da governança da FCamara e acompanha a solidez da empresa como referência no mercado. A nova arquitetura organizacional amplia a performance operacional, integra os investimentos realizados ao longo da trajetória da companhia e prepara o terreno para um novo capítulo de desenvolvimento que inclui expansão internacional e o progresso da companhia rumo à meta de R$ 1 bilhão em faturamento até 2029. Para além do crescimento, a FCamara sinaliza ambição com método. Uma agenda de longo prazo sustentada por clareza estratégica, disciplina e a convicção de que o futuro será forjado por quem souber transformar inteligência em ação.

Varejo acelera adoção de execução em tempo real com IA, apontam análises globais

A adoção de inteligência artificial em processos críticos de operação, logística, estoque, atendimento e tomada de decisão vem se consolidando como um dos principais vetores de competitividade do varejo global. Projeções da Gartner indicam que, até o fim de 2026, 40% das aplicações corporativas devem incorporar agentes de inteligência artificial, refletindo a incorporação crescente da tecnologia aos sistemas de negócio. A avaliação é de Eduardo Schuler, CEO da Smart Consultoria, empresa especializada em growth, escala de negócios e transformação operacional orientada por dados e inteligência artificial. Multiempresário, Schuler acompanha a NRF, maior evento global do varejo, há 12 anos e atua em projetos de crescimento de marcas brasileiras como Melissa e O Boticário. Segundo o executivo, os debates observados ao longo da National Retail Federation (NFR) 2026, maior evento anual global do varejo, reforçaram um movimento que já vinha se materializando no mercado: a transição do discurso sobre inovação para a execução em escala. “Os conteúdos mostraram que muitas dessas soluções já estão incorporadas à rotina das empresas. A discussão deixou de ser sobre adoção e passou a ser sobre como escalar e integrar”, afirma. Um dos temas recorrentes nas discussões do setor é o avanço do chamado agentic commerce, modelo em que assistentes inteligentes executam tarefas em nome do consumidor, como seleção de produtos, comparação de preços, montagem de carrinhos, aplicação de descontos e recorrência de pedidos. Nesse contexto, a estruturação de catálogos, a padronização de dados e a integração de sistemas passam a influenciar diretamente a capacidade das marcas de serem consideradas nesses ambientes automatizados. As análises também dialogam com projeções de mercado que apontam crescimento acelerado da inteligência artificial no ambiente corporativo. Relatórios de consultorias como IDC, Fortune Business Insights e Grand View Research estimam que o mercado global de IA deve crescer a uma taxa média anual próxima de 30% entre 2025 e 2029, impulsionado principalmente por aplicações práticas em operação, logística, atendimento e marketing. Levantamento divulgado pela NRF, conduzido com líderes de IA de grandes varejistas no contexto de fóruns da indústria, indica que 86% das empresas já possuem políticas de governança de IA, enquanto 93% planejam ampliar ou estruturar esse trabalho ao longo dos próximos 12 meses. Outro ponto destacado por Schuler é que o omnichannel passou a ser tratado como requisito operacional. Temas como acuracidade de estoque, cumprimento de prazos de entrega e integração entre loja física e digital deixaram de ser diferenciais e passaram a compor o padrão mínimo de experiência esperado pelo consumidor. No debate sobre lojas físicas, o executivo aponta um reposicionamento do ponto de venda dentro da estratégia do varejo. A loja passa a concentrar funções de experiência, relacionamento e construção de marca, além da transacional, atuando de forma integrada aos canais digitais. Embora aplicações de IA voltadas à experiência do consumidor tenham ganhado visibilidade, Schuler destaca que parte relevante dos projetos mais maduros está concentrada em processos internos, como previsão de demanda, redução de rupturas, otimização de estoques, logística, prevenção a fraudes e dimensionamento de equipes. Segundo ele, esses usos estão diretamente associados a ganhos de eficiência operacional, margem e geração de caixa. Para o executivo, o principal desafio hoje é a velocidade de execução. “As tecnologias estão disponíveis e os modelos estão validados. A diferença entre empresas está na capacidade de transformar isso em operação”, afirma. Ele acrescenta que a Smart Consultoria vem aplicando esses conceitos em projetos focados em cultura orientada a IA, automação de decisões e integração de dados, junto a empresas de diferentes segmentos do varejo.

Drogaria Coop faz avaliação corporal e de depressão gratuita

Desequilíbrios corporais ou emocionais podem se tornar gatilhos para o desenvolvimento de diversas doenças. Por isso, é importante incluir na rotina algumas iniciativas de prevenção e esse é o propósito de duas drogarias Coop, localizadas em Santo André, que mantêm parceria com o serviço NeoCare. Até o dia 28 de fevereiro, os interessados podem participar das avaliações, mediante agendamento prévio, na Drogaria Coop Bandeiras, localizada na Avenida Dom Pedro II, 217, no Bairro Jardim (WhatsApp: 11 95306-3895), ou na Coop Portugal, na Avenida Portugal, 865, no Centro (WhatsApp: 11 94486-3442). De acordo com Priscila Yoneda, coordenadora farmacêutica do Negócio Drogaria Coop, a avaliação corporal auxilia no acompanhamento de possíveis desequilíbrios da composição corporal, que podem ocorrer em função de uma alimentação inadequada, levando à obesidade ou ao emagrecimento excessivo, ou da falta de atividade física, que pode resultar na perda de massa magra e no aumento do tecido gorduroso. “Já a depressão é um transtorno psicológico relativamente comum, caracterizado por tristeza persistente e prejuízos à realização das atividades diárias. A avaliação é feita por meio de um questionário que identifica os níveis do transtorno a partir de comportamentos e sensações relatados pelo paciente”, explica a farmacêutica. Sobre: Com 71 anos de história, cerca de 6 mil colaboradores e 1,6 milhão de matrículas ativas, a Coop possui 35 unidades de varejo alimentar, sendo 27 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba, duas em Tatuí, 68 drogarias e canais digitais. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios aos cooperados e à comunidade.

Sandisk traz linha de pendrives USB-C® em parceria com Crayola para o Brasil

A Sandisk e a Crayola anunciaram recentemente uma parceria para o lançamento do SANDISK® Crayola® USB-C® Flash Drive, o primeiro pendrive USB licenciado pela Crayola, que acaba de chegar oficialmente ao Brasil. Professores, pais e estudantes estão acostumados a pilhas de trabalhos escolares e coleções cada vez maiores de obras de arte preciosas. Agora, eles podem armazenar projetos artísticos, tarefas de casa, fotos favoritas, jogos e muito mais em um adorável pendrive em formato de giz de cera, perfeito para abrir espaço para ainda mais criatividade. Esses pendrives USB-C coloridos celebram a icônica marca Crayola, que há mais de 120 anos inspira artistas e criadores. Do formato divertido de giz de cera à embalagem clássica da caixa Crayola, o SANDISK® Crayola® USB-C® Flash Drive combina nostalgia, criatividade e praticidade. Disponível em uma variedade de cores vibrantes, como Mango Tango, Cerulean Blue, Electric Lime e Vivid Violet, o produto é um acessório colecionável e divertido para fãs de todas as idades. O SANDISK® Crayola® USB-C® Flash Drive não é apenas visualmente divertido, também foi projetado para facilitar o uso no dia a dia. Ao ser conectado a um computador, um ícone exclusivo do logo Crayola aparece no aplicativo “Arquivos”, ajudando os usuários a identificar o dispositivo de forma mais rápida. Com o aplicativo SANDISK Memory Zone™³, também é possível fazer backup, organizar e transferir arquivos entre tablets, computadores e outros dispositivos com USB-C. Assim, projetos criativos, trabalhos escolares e memórias digitais permanecem seguros, organizados e fáceis de compartilhar. “A criatividade assume muitas formas, e nosso papel na Sandisk é garantir que ela esteja protegida e seja fácil de compartilhar”, afirma Philippe Willams, Diretor de Desenvolvimento de Negócios, Parcerias Estratégicas e Licenciamento da Sandisk. “A parceria com a Crayola une nossa expertise em armazenamento a uma marca que inspira gerações, oferecendo a estudantes, pais e professores uma forma divertida e nostálgica de preservar e compartilhar seus trabalhos mais criativos.” “A Crayola está na vanguarda da criatividade há mais de um século”, diz Rob Spindley, Diretor Internacional de Licenciamento da Crayola. “Uma parceria com a Sandisk é algo natural, já que o mundo da criatividade evoluiu na era digital. Desde jovens artistas que dão vida às suas ideias no papel e salvam seus trabalhos digitalmente, até fotógrafos amadores que registram a beleza do mundo ao seu redor, estamos entusiasmados em colaborar com a Sandisk para apoiar a diversa comunidade de criadores de hoje.” Principais características: Muitas formas de criar: para celebrar a criatividade dos fãs da Crayola, na compra do produto os usuários recebem uma assinatura de 3 meses do aplicativo Crayola Create & Play e acesso aos Thinking Sheets — atividades interativas desenvolvidas para estimular criatividade, confiança e autoexpressão⁴. Quatro cores vibrantes: o SANDISK® Crayola® USB-C® Flash Drive está disponível em várias cores alegres e chamativas: Mango Tango, Cerulean Blue, Electric Lime e Vivid Violet. Espaço para a imaginação: seja para projetos artísticos, fotos de família ou esquemas de invenções engenhosas, armazene seus favoritos com até 256GB¹ de espaço. Compartilhamento entre dispositivos: os arquivos podem ser transferidos entre tablets, computadores e outros dispositivos USB-C, o que permite compartilhar rapidamente e com facilidade o que os usuários mais gostam — e do que mais se orgulham. Opções adicionais de backup e transferência: os arquivos podem ser facilmente transferidos, organizados e salvos usando o aplicativo SANDISK Memory Zone™³ para Windows, Mac, tablets e muito mais, evitando a perda de trabalhos importantes.

Por que o e-commerce agora produz conteúdo de Carnaval em horas, e não mais em dias?

O Carnaval deixou de ser apenas uma celebração popular para se consolidar como um dos períodos mais intensos do calendário digital brasileiro. Hoje, a festa começa no feed, se espalha pelos stories, vira vitrine no e-commerce e se transforma em anúncios segmentados. A lógica é de tempo real: conteúdos precisam ser publicados simultaneamente em redes sociais, e-commerce e mídia paga, acompanhando o ritmo de consumo e a dinâmica das plataformas digitais.  Diante disso, produtos passam a circular por múltiplos canais em poucas horas, exigindo adequação rápida de formato, estética e linguagem visual. A produção tradicional, baseada em novos ensaios fotográficos para cada campanha ou ação promocional, deixa de ser viável do ponto de vista de custo, escala e velocidade.  Como resposta, empresas vêm adotando modelos baseados em automação e reaproveitamento de imagem. Uma única foto de produto passa a funcionar como base para diferentes versões e aplicações, com apoio de tecnologias de edição e processamento que permitem adaptação para vitrines de e-commerce, redes sociais, anúncios e marketplaces. O foco deixa de ser a criação isolada e passa a ser a construção de fluxos contínuos de produção visual, integrados às operações de marketing e vendas.  Dicas e principais recursos usados na adaptação visual em tempo real: O movimento é impulsionado pelo próprio comportamento do consumidor. Um estudo da plataforma de e-commerce Nuvemshop aponta que micro e pequenas empresas que venderam produtos de Carnaval online faturaram R$ 2,7 milhões entre 1º de janeiro e 25 de fevereiro de 2025, crescimento de 32% em relação ao mesmo período de 2024, esse dado reforça a potência do ambiente digital nas datas sazonais e o papel central da imagem na conversão.  O Carnaval também evidencia a convergência entre imagem de produto e conteúdo. A fotografia que aparece no e-commerce precisa funcionar como peça de engajamento nas redes sociais, material de anúncio e conteúdo de performance. Essa integração tem aproximado áreas que antes operavam separadas, como fotografia comercial, marketing digital e operação de vendas.  “O desafio das marcas hoje não é apenas produzir boas imagens, mas conseguir adaptá-las em velocidade e escala para diferentes canais”, afirma Paulo Golovattei, gerente de growth da Photoroom, startup que atua com automação de fluxos de imagem e soluções de edição visual baseadas em IA. “Datas como o Carnaval escancaram essa necessidade e quem não consegue responder rápido perde relevância, alcance e conversão.”  A consolidação do ambiente digital-first reorganizou a forma como produtos são apresentados e consumidos. Redes sociais passaram a operar como principal vitrine comercial para blocos, marcas independentes, criadores, maquiadores, estilistas e pequenos empreendedores, concentrando visibilidade, engajamento e conversão no mesmo fluxo.  Nesse contexto, a edição em tempo real deixa de ser apenas uma ferramenta de marketing e passa a integrar diretamente a operação comercial. A adaptação rápida de imagens viabiliza campanhas relâmpago, promoções sazonais, anúncios segmentados e ativações digitais durante os dias de festa, conectando produção visual e desempenho de vendas.  Em um ambiente de consumo imediato e atenção fragmentada, datas como o Carnaval evidenciam uma mudança estrutural, em que agilidade visual deixa de ser diferencial competitivo e passa a ser requisito operacional para marcas que querem permanecer relevantes no ecossistema digital. 

Appel Home lança campanha que reflete sobre tempo, tecnologia e família

A Appel Home lança a campanha Além do Tempo, que propõe uma reflexão sobre a relação entre tecnologia, tempo e os laços familiares. Tradicional empresa de cama, mesa e banho, a marca convida o público a desacelerar e valorizar os momentos simples da rotina, reforçando valores que fazem parte do seu DNA. O conceito da campanha é apresentado em um vídeo, disponível no canal do YouTube da Appel Home. Além do Tempo é a última peça de uma trilogia de campanhas da Appel Home que celebram o tempo. Em “Caminhos do Tempo”, lançada em 2024, a marca refletiu sobre o passado e sua própria evolução; já em “Viva o Seu Tempo”, de 2025 — quando foi celebrado os 50 anos da empresa —, a ideia de aproveitar o presente ganhou protagonismo; e agora, em 2026, é a vez de pensar sobre o futuro.  O intuito por trás do nome “Além do Tempo” é lembrar aquilo que é verdadeiramente importante, transmitindo a ideia de que o mundo muda, a tecnologia ganha cada vez mais espaço, porém, é através das relações humanas e da família que a evolução realmente acontece.  A campanha está diretamente ligada ao slogan principal da Appel Home: sinta-se em casa.  “As telas e conexões on-line estão cada vez mais ágeis e simplificadas, mas não substituem a mesa posta no domingo, o riso no sofá e o toque e olhar que acolhem. A Appel Home é uma empresa que sempre teve a relação familiar como seu principal pilar e nos importamos em valorizar os momentos cotidianos, oferecendo produtos que proporcionem conforto para esses momentos. A ideia da nova campanha é que usemos da tecnologia para nos ajudar e nos aproximar, e não o contrário. Queremos trazer à tona o que realmente nos move: o amor, o cuidado com o lar e a conexão verdadeira com as pessoas”, finaliza Rafael Appel, presidente da companhia. hb

Conheça o stand da Mantecorp Skincare no Rio Open 2026

Assim como no esporte, o cuidado com a pele envolve rotina, acompanhamento e decisões orientadas por resultados. A Mantecorp Skincare, líder em prescrição dermatológica no Brasil*, é o skincare do Rio Open 2026, apresentado pela Claro. Durante o torneio, garante a fotoproteção do público com a linha Episol e disponibiliza seu portfólio completo no stand, em parceria com a Drogaria Venancio. A marca aposta em uma ativação robusta e imersiva, transformando seu espaço em um verdadeiro hub de experiência da categoria. Diariamente, das 15h, os promotores circulam pelo evento aplicando protetor solar no público, reforçando a importância do cuidado com a pele em um ambiente a céu aberto, no auge do verão carioca. No stand também, os visitantes participam de uma dinâmica com luz UV, que permite visualizar a cobertura do produto no rosto em tempo real, tornando o momento ainda mais educativo e interativo. A iniciativa inclui a distribuição de brindes como cordões para celular e nécessaires em formato de bola de tênis. Além disso, na compra de qualquer produto, o visitante ganha um item personalizado pela influenciadora Camila Lopes, que pode ser um Episol Intense Stick ou um Epidrat Hyalu Lip Oil, ampliando os pontos de contato com a audiência e incentivando a conversão no local. Com alto engajamento e operação de vendas ativa, a presença da Mantecorp Skincare se consolida como uma das maiores ativações já realizadas pela categoria de dermocosméticos no evento.

Especialista aponta como transformar a concorrência em estratégia de crescimento para clínicas

A onipresença de clínicas médicas e odontológicas nas redes sociais criou um fenômeno novo no setor da saúde: a sensação de “mercado saturado”. Para muitos gestores, a vitrine constante de agendas cheias e fachadas luxuosas no Instagram transformou a percepção de concorrência em uma fonte de ansiedade e insegurança, especialmente em cidades de pequeno e médio porte, onde a comparação com o vizinho é imediata. No entanto, os números revelam que essa “onipresença digital” nem sempre reflete a realidade da gestão. Segundo o relatório Panorama das Clínicas e Hospitais 2025 (Doctoralia/Feegow Clinic), embora 74% das clínicas brasileiras já invistam em marketing digital, apenas 24% possuem estratégias estruturadas de captação e conversão. Esse abismo de 50 pontos percentuais mostra que a maioria das clínicas está apenas “exposta”, mas não necessariamente organizada, provando que o que muitos veem como concorrência imbatível é, na verdade, uma oportunidade de mercado para quem profissionaliza a operação. Para Ricardo Novack, sócio-diretor do Grupo ICOM, a reação emocional diante do crescimento de clínicas vizinhas é um dos principais erros de gestão no setor. Segundo ele, muitos profissionais passam a observar apenas o resultado final do concorrente, sem considerar os bastidores do próprio negócio. “Quando o gestor foca exclusivamente no palco do outro, ele abandona o cuidado com a própria operação. Isso cria uma leitura distorcida do mercado e bloqueia decisões importantes”, afirma. Na leitura do especialista, a presença de clínicas bem-sucedidas em uma mesma região não representa um sinal de esgotamento, mas de validação da demanda. “Se alguém já conseguiu crescer ali, isso prova que existe público, capacidade de consumo e necessidade real de atendimento. A concorrência, nesse contexto, confirma o mercado em vez de ameaçá-lo”, diz Novack. Esse entendimento tem levado parte dos gestores a ressignificar o papel da concorrência, deixando de vê-la como fator de paralisação e passando a utilizá-la como fonte de análise estratégica. O movimento é reforçado por estudos da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP), que apontam que clínicas com processos bem estruturados reduzem faltas em até 25% e aumentam a satisfação dos pacientes em 18%, indicadores diretamente ligados à fidelização e ao crescimento sustentável. É nesse contexto que especialistas defendem uma mudança de postura: observar o mercado não para copiar modelos, mas para identificar oportunidades ainda não exploradas e fortalecer a própria identidade. Além do palco digital: 5 pilares para transformar a concorrência em crescimento Para Ricardo Novack, a mudança de postura exige que o gestor saia da observação passiva e passe a identificar as lacunas deixadas pelos vizinhos. Abaixo, o especialista aponta como utilizar o movimento do mercado para fortalecer a própria operação: Ao final, a concorrência deixa de ser um elemento de medo e passa a funcionar como sinal de oportunidade. Para Novack, clínicas que investem em gestão, atendimento e diferenciação conseguem ocupar seu espaço mesmo em ambientes mais disputados. “O foco da gestão em saúde precisa sair da comparação e ir para a construção de valor. Quando a clínica entende seu papel no mercado, a concorrência deixa de ser um problema e passa a fazer parte do crescimento”, finaliza.

Da arquibancada ao feed: como a Kings League está mudando o perfil do empresário do futebol

Enquanto o futebol tem décadas de dirigentes experientes e tradicionais, conhecidos como cartolas, as novas modalidades apostam em administrações mais abertas e próximas ao torcedor, a exemplo dos times da Kings League, competição de Fut7 criada pelo ex-jogador espanhol Gerard Piqué, moldada pelo impacto das gerações Z e Alpha, que consomem conteúdo, entretenimento e branding de forma ativa e em comunidades online. Nesse novo cenário, entender comportamento passou a ser uma competência central de carreira, e não mais uma habilidade acessória.  Presidente da Fúria FC, primeiro vencedor da Kings League Brasil, ao lado de Neymar Jr., o empresário Cris Guedes utiliza suas soft skills para acompanhar em tempo real todo o ambiente digital no qual o time está inserido. Para ele, liderar nesse novo formato pede mais do que visão estratégica: exige presença, escuta ativa e leitura constante do público. “Hoje, não dá mais para liderar um time olhando só para números ou resultados. A conversa acontece o tempo todo, principalmente nas redes, e quem não acompanha isso perde relacionamento com sua fanbase. Eles têm algo muito relevante a nos dizer e o engajamento entre torcida e time está diretamente relacionado a ouvi-los”, afirma o executivo. Na Kings League, comentários, memes, transmissões ao vivo e interações online não são apenas reflexo do jogo, mas parte fundamental da experiência, o que leva clubes a contar com gamers e influencers na presidência. Diante disso, Guedes acredita que se diferencia pela bagagem prévia de carreira nos negócios e habilidades de networking, que proporcionam a ele o meio de campo entre a inovação e a experiência. “Nem tudo é tendência e nem tudo é tradição. O desafio é entender o que faz sentido manter e o que precisa mudar rápido. No fim, não é sobre seguir modas, é sobre entender pessoas, e isso vale tanto para o jogo quanto para o negócio”, pontua.  Em 2026, a Kings League passa por mais uma mudança de regra: a adição do Mercato, que passa a interferir diretamente na contratação de jogadores, exigindo ainda mais dos líderes. “Agora, o presidente assume um papel mais ativo no planejamento do elenco junto à comissão técnica. Cada movimentação exige critério e análise, porque não se trata apenas de contratar, mas de entender o momento, as oportunidades disponíveis e os limites definidos pela liga”, conclui Guedes.

Caf agora é Certta: empresa faz rebranding e aprimora sua plataforma para se tornar líder de mercado

A Caf, referência em tecnologia de combate à fraude, anuncia seu reposicionamento estratégico e passa a operar sob a marca Certta. O movimento, consolidado logo após o investimento de R$ 50 milhões da L4 Venture Builder, fundo independente com capital da B3, tem como objetivo posicionar a companhia como o principal hub de verificação inteligente do país, capaz de integrar e desenvolver, em uma única plataforma, tecnologias antifraude para verificar pessoas, negócios e documentos com assertividade. De acordo com Jason Howard, CEO da Certta, a mudança reflete um estágio de amadurecimento da empresa diante da crescente complexidade do ambiente digital. Segundo o Global Cybersecurity Outlook 2025, do Word Economic Forum, 72% das empresas sentiram um aumento nos riscos cibernéticos no último ano, com fraude digital, phishing e roubo de identidade entre as principais ameaças. “Este rebranding não representa uma ruptura, mas um ponto de maturação do nosso negócio que, na prática, já operava como um hub. Acreditamos que a certeza e a confiança são alicerces de negócios digitais, e a Certta traduz a nossa capacidade de atuar como uma infraestrutura de confiança. Ao conectar e atualizar em tempo real dados, soluções de parceiros, sinais comportamentais e tecnologias proprietárias avançadas, transformamos a complexidade da análise de risco em decisões claras e acionáveis para nossos clientes”, afirma o CEO. De acordo com Howard, o novo posicionamento prepara a companhia para liderar o mercado de prevenção a fraudes e direciona os investimentos para a expansão de sua infraestrutura, acrescentando de forma contínua ao hub dados e inteligência artificial. “Estamos unindo nosso legado de inovação e pioneirismo a uma estrutura ainda mais robusta, desenhada para atender grandes corporações com a resiliência exigida pelo mercado no Brasil e na América Latina. Em 2026, apresentaremos avanços relevantes em nossa plataforma dedicada ao público enterprise, que hoje já oferece verificação biométrica, verificação de documentos, background check, ferramentas no code, Smart Authentication & MFA (autenticação multifator). Além disso, automatizamos processos de negócio que tradicionalmente são manuais, como a validação de contrato social, gerando ganhos reais de eficiência”, reforça o executivo. Uso de IA fortalece portfólio Ainda de acordo com o Global Cybersecurity Outlook 2025, 66% dos líderes esperam que a IA tenha impacto direto na cibersegurança nos próximos 12 meses. No entanto, apenas 37% das organizações afirmam ter processos preparados para usá-la com segurança. Neste cenário, a integração e uma curadoria ativa de ferramentas tornam-se ainda mais críticas para os negócios, avalia José Oliveira, CTO da marca. Segundo Oliveira, essa diferença entre expectativa e preparo mostra que o mercado já demanda soluções mais inovadoras, mas ainda não está pronto para coordená-las sozinho. Essa leitura é sustentada por outro dado do relatório: 54% das empresas apontam que veem a gestão de riscos em parceiros e fornecedores como um grande desafio, o que amplia a relevância de um hub no cenário atual. “A sofisticação do mercado de fraude, acelerada pela adoção de IA por parte dos atacantes, exige uma estratégia de defesa unificada e inteligente. Para lidar com essa complexidade, recomendamos que as empresas adotem um hub de verificação inteligente capaz de harmonizar tecnologias distintas, distribuir inteligência exatamente onde ela é necessária e eliminar a fragmentação das decisões de risco. Assim, garantimos que cada etapa da jornada do cliente responda de forma coerente ao risco real do momento”, conclui o CTO. Para a Certta, aplicar inteligência artificial e auxiliar diversos setores não é novidade. A tecnologia está presente desde o primeiro produto desenvolvido pela companhia e hoje se consolida como um dos grandes focos de desenvolvimento de sua estratégia tecnológica. “Atualmente, temos dezenas de modelos e agentes de IA embarcados em nossas soluções para acelerar diagnósticos e respostas no dia a dia. Essa eficiência só é possível porque contamos com equipes preparadas para gerenciar e ajustar sistemas quando necessário, fornecedores alinhados e processos em constante evolução”, afirma Oliveira. Um dos produtos mais recentes que materializa essa estratégia é o VerifAi Docs. A solução é pioneira na análise de documentos não estruturados com uso de inteligência artificial e deve ganhar ainda mais tração em 2026. “Nossa leitura é que este ano será marcado pela adoção de tecnologias mais robustas de verificação. O VerifAi Docs já atende essa necessidade, oferecendo uma camada extra de inteligência que amplia a capacidade das empresas de combater fraudes em escala, porém queremos ir além e continuar inovando nesta oferta”, conclui o CTO. Criada em 2019 sob a marca Caf, a companhia evoluiu à medida que cresceu a demanda por soluções de verificação de identidade e documentos mais ágeis e eficientes. Atualmente, a Certta atende mais de 300 clientes em setores com elevada exigência regulatória, como fintechs, bancos, meios de pagamento, marketplaces e apostas esportivas, apoiada em tecnologia proprietária e curadoria técnica especializada.

ColmeIA, Startup brasileira, amplia quadro de sócios e aposta em crescimento sustentável e foco no cliente para 2026

A ColmeIA, empresa brasileira especializada em soluções de comunicação digital com inteligência artificial, anunciou a chegada de Maria Carolina Pires dos Santos e Leandro Beccon ao seu quadro de sócios. A decisão marca um novo momento da companhia e reconhece a atuação dos executivos em uma das fases de maior crescimento da história da empresa.    Carol e Beccon ingressaram na empresa quando o cenário era de alto risco e incerteza, período comum a startups em fase inicial. Desde então, tornaram-se peças-chave na superação dos obstáculos que antecedem a consolidação de um negócio inovador no mercado brasileiro.   “Eles chegaram quando a ColmeIA tinha muito mais chances de dar errado do que de dar certo. Caminharam conosco durante o que costumo chamar de o ‘milhão de nãos’ que toda startup precisa enfrentar antes de sobreviver e, só depois, prosperar”, afirma José Caodaglio, CEO da ColmeIA.   Experiência corporativa aplicada à jornada da startup A chegada dos novos sócios reforça a ColmeIA com uma combinação estratégica de vivência corporativa e mentalidade de startup. Carolina Santos reúne mais de 15 anos de experiência em estratégia digital, desenvolvimento de negócios e design de produto no setor de tecnologia, com atuação em ambientes multinacionais. Ao longo da carreira, liderou equipes, estruturou operações e desenvolveu estratégias de entrada no mercado voltadas ao aumento de eficiência organizacional, expansão de margens e crescimento sustentável da receita.  Essa bagagem se reflete diretamente na forma como a ColmeIA evolui seus produtos, serviços e processos, conectando visão estratégica à execução. A experiência de Carol em liderança organizacional e construção de times de alta performance fortalece a empresa em um momento de escala e amadurecimento operacional.  Já Leandro Beccon traz uma trajetória consolidada em Vendas e Pré-Vendas, com mais de 15 anos de atuação junto a fornecedores de tecnologia e soluções de negócios. Possui forte relacionamento com clientes no mercado brasileiro e experiência na definição de estratégias comerciais e planos de crescimento por região, produto e segmento.  Com passagens por projetos internacionais no Brasil e em países como Peru, Venezuela e Argentina, Beccon também reúne conhecimento profundo em soluções como Analytics, Big Data, Infraestrutura e SOA, contribuindo para a construção de um modelo comercial mais estruturado, consultivo e alinhado às demandas do mercado. Na ColmeIA, adotou a abordagem de “powerpoint zero” nas apresentações, construindo jornadas sofisticadas desde a primeira apresentação durante o processo de vendas.  Crescimento, experiência do cliente e cultura no centro da estratégia Como diretora de Customer Success, Carolina Santos, lidera as áreas de suporte, serviços e desenvolvimento de produtos. Seu principal objetivo é elevar continuamente a experiência e a satisfação dos clientes.    “Para nós, suporte não é acessório, é core business. É no dia a dia do atendimento que mostramos, na prática, o respeito que temos pelos nossos clientes e o nosso nível de parceria. A Carol materializa isso com profissionalismo, pró-atividade e competência”, reforça o CEO.   Carol também compartilha com Beccon o desafio de crescer a importância do “digital” na estratégia dos atuais clientes: “Ajudamos nossos clientes a pensar e implementar o que precisarem fazer, do ponto de vista de tecnologia, mas também de competências e estrutura organizacional, para que, por exemplo, o WhatsApp represente 50% do seu negócio digital.” – explica Carol Santos.    Já o diretor de Vendas e Marketing, Leandro Beccon assume a missão de liderar o plano de crescimento da empresa para os próximos anos. A meta é dobrar a receita da ColmeIA em 2026 e de novo, em 2027, a partir de uma estratégia focada em venda de valor, profundidade técnica e forte entendimento do mercado.   “Crescer não é apenas vender mais, é vender melhor. O Leandro tem a responsabilidade de conduzir esse crescimento com uma equipe que domina o produto, entende o mercado e mantém a transparência e a objetividade que sempre definiram a ColmeIA”, destaca Caodaglio. E quem já assistiu a uma apresentação da ColmeIA, onde um chatbot é montado ao vivo em tempo de reunião, entende rapidamente a importância da preparação dessa equipe.   Além das responsabilidades operacionais e estratégicas, os novos sócios assumem uma missão considerada central pela liderança da empresa: serem guardiões e campeões da cultura da ColmeIA. “Mais do que cargos ou metas, confiamos a eles a proteção daquilo que sustenta tudo o que fazemos: nossa cultura. Eles devem representar os valores que queremos preservar e escalar à medida que a empresa cresce, lembrando que esses próximos anos são de crescimento exponencial”, conclui José Caodaglio.  

Economia da atenção redefine as vendas digitais e impõe novo desafio aos sellers de marketplace

A consolidação da economia da atenção está redesenhando o funcionamento do comércio digital e alterando, de forma estrutural, a dinâmica de vendas nos marketplaces. O foco deixou de ser exclusivamente o produto e passou a ser o tempo que o consumidor dedica à plataforma e a forma como ele interage com marcas e vendedores antes de decidir pela compra. Esse movimento acompanha uma mudança mais ampla no comportamento digital. Segundo a DataReportal, o brasileiro passa mais de 9 horas por dia conectado, com forte concentração em ambientes que combinam entretenimento, interação e consumo. Marketplaces, atentos a esse padrão, vêm incorporando recursos típicos das redes sociais, como vídeos curtos, transmissões ao vivo, avaliações em destaque e recomendações personalizadas, ampliando o tempo de permanência do usuário. Especialista em vendas online e marketplaces, Hugo Vasconcelos, CEO da VDV, avalia que a mudança já está em curso e não se trata de uma tendência distante. “O marketplace deixou de ser só um lugar de transação. Ele virou um ambiente de permanência. Quem entende isso começa a vender antes mesmo do clique no botão de compra”, afirma. O modelo tem efeitos diretos sobre vendas e margem. Um relatório da McKinsey aponta que aumentar o engajamento do consumidor ao longo da jornada pode elevar em até 40% as taxas de conversão. Já a PwC indica que 73% dos consumidores consideram a experiência tão relevante quanto o preço na decisão de compra, sinalizando que competir apenas por desconto se tornou uma estratégia cada vez menos sustentável. Para Vasconcelos, esse cenário expõe uma divisão clara entre operações maduras e improvisadas. “Quem baseia tudo em desconto e anúncio barato entra numa corrida para o fundo do poço. A margem some rápido. Já quem constrói experiência começa a disputar atenção  e a atenção vira conversão”, diz. Bom ou ruim para os sellers? O avanço da economia da atenção não é, por si só, bom ou ruim, ele é seletivo. Sellers que estruturam sua operação apenas em volume e preço tendem a enfrentar margens cada vez mais apertadas e maior dependência de mídia paga. “Esse modelo funciona por um tempo, mas fica frágil. Qualquer mudança de algoritmo ou aumento no custo de ads desmonta a operação”, avalia o executivo. Por outro lado, quem investe em diferenciação tende a ganhar espaço. Estudo da Bain & Company mostra que estratégias focadas exclusivamente em preço reduzem a rentabilidade no médio prazo. “O seller que constrói valor consegue sustentar preço. Ele não precisa ser o mais barato para vender bem”, afirma Vasconcelos. Como pegar carona na economia da atenção A principal mudança está na forma de apresentar e conduzir a oferta. O conteúdo passa a ser parte da estratégia comercial. Vídeos demonstrativos, imagens claras, descrições objetivas e respostas rápidas reduzem a insegurança e ajudam o consumidor a decidir. “Não é sobre virar influenciador. É sobre tirar dúvidas, explicar melhor e facilitar a decisão”, explica. A interação também pesa cada vez mais. Avaliações, histórico de atendimento e taxa de resposta passam a influenciar a exposição orgânica dentro das plataformas. “Marketplace premia quem gera boa experiência. Quem atende bem, responde rápido e entrega o que promete acaba aparecendo mais”, diz. Redes sociais e site próprio ajudam? Redes sociais funcionam como canais de atenção e construção de autoridade, mesmo quando a venda final acontece dentro do marketplace. Dados da Hootsuite indicam que consumidores expostos a uma marca em mais de um canal têm maior propensão à compra. “A rede social aquece o público. Quando ele encontra o produto no marketplace, já existe confiança”, afirma Vasconcelos. O site próprio também ganha relevância como apoio à decisão. Ele centraliza informações, apresenta a marca e reforça a credibilidade. “O site não concorre com o marketplace. Ele sustenta a escolha. O consumidor pesquisa, compara e valida antes de comprar”, completa. Impactos no faturamento e na recorrência Os efeitos aparecem no médio prazo. Pesquisa da Harvard Business Review mostra que aumentar a taxa de retenção de clientes em 5% pode elevar o lucro entre 25% e 95%. Em ambientes de marketplace, onde a recompra depende de confiança, atenção e experiência se convertem diretamente em faturamento recorrente. “A economia da atenção muda o jogo porque transforma venda em relacionamento. Quem entende isso sai da guerra de preço e começa a construir margem”, resume Vasconcelos. Para ele, a pergunta central não é se esse modelo vai virar padrão, mas quem estará preparado quando ele se consolidar. Em um cenário em que atenção gera conversão e experiência sustenta margem, vender bem deixou de ser apenas uma questão operacional e passou a exigir estratégia, consistência e posicionamento dentro do ecossistema digital.

Bemobi lança Pix por Biometria para simplificar pagamentos em serviços recorrentes

A Bemobi (BMOB3), empresa brasileira líder em soluções de pagamento para serviços recorrentes, anuncia o lançamento do Pix por Biometria – uma nova funcionalidade que simplifica os pagamentos via Pix. A solução elimina as principais fricções do fluxo atual, como o QR Code, copiar e colar códigos ou o redirecionamento do usuário para aplicativos bancários para concluir a transação. “Estamos eliminando fricções históricas do pagamento via Pix e entregando uma experiência compatível com o que os consumidores já esperam de aplicações modernas. O PIX Biometria é um passo importante na evolução dos pagamentos digitais no Brasil”, afirma Felipe Goldin, CTO e CPO da Bemobi. Com a nova solução, o cliente seleciona o Pix como forma de pagamento e conclui a transação diretamente no checkout do serviço, utilizando os recursos de autenticação biométrica do próprio dispositivo. O pagamento é realizado de forma nativa, integrada à experiência digital do serviço, tornando a jornada mais rápida, simples e segura. O Pix por Biometria integra o Orquestrador de Pix da Bemobi, lançado no fim de 2025, e faz parte da estratégia da companhia de simplificar e escalar pagamentos recorrentes em setores essenciais. A plataforma coordena, de forma integrada, as etapas de consentimento, iniciação e autenticação, reduzindo a complexidade técnica e regulatória para as empresas e oferecendo uma experiência mais fluida para o consumidor final. Baseada nos padrões do Open Finance, a solução permite que, após a primeira autorização, os pagamentos subsequentes ocorram com menos etapas e de forma contínua, aproximando o Pix de um modelo de uso recorrente, previsível e quase invisível. O lançamento reforça o papel da Bemobi como uma das protagonistas na adoção prática do Open Finance no Brasil, traduzindo avanços regulatórios em experiências concretas para empresas e usuários. Ao reduzir significativamente o número de etapas no momento do pagamento, a nova funcionalidade impacta diretamente indicadores-chave das empresas, como conversão, abandono de checkout e falhas de transação. Para o consumidor, o ganho está na simplicidade e na segurança. Para as companhias, o resultado é maior eficiência operacional e previsibilidade de receita. O Pix por Biometria já está disponível no Checkout da Bemobi e foi lançado inicialmente com a Sabesp, maior empresa de saneamento do Brasil, que se torna a primeira companhia de serviços essenciais a oferecer essa modalidade de pagamento a seus usuários. A funcionalidade será disponibilizada gradualmente para outros clientes da Bemobi nos setores de telecomunicações, utilities, educação e finanças. “Essa evolução amplia nosso portfólio e reforça nossa proposta de tornar pagamentos recorrentes mais simples, eficientes e integrados. O Pix por Biometria é mais um passo na construção de uma oferta fim a fim que combina Pix, cartões e novas tecnologias para reduzir fricção e melhorar a experiência do consumidor”, conclui Goldin.

Tecnologia e inteligência de gestão reforçam competitividade no varejo farmacêutico

Em meio ao avanço do uso da tecnologia no varejo farmacêutico, redes de farmácias de todo o Brasil vêm acelerando iniciativas voltadas à modernização da operação e ao fortalecimento das ações no ponto de venda. A Farmarcas, associação que reúne 11 redes de farmácias no país, tem ampliado projetos com foco em gestão e eficiência para apoiar suas mais de 1.700 lojas associadas, destacando-se em um cenário de transformação do consumo e aumento da concorrência no setor. A estratégia acompanha mudanças na forma como as farmácias se relacionam com seus clientes e busca antecipar demandas no atendimento. “O foco é entender melhor o comportamento do consumidor para evoluir a experiência dentro da loja”, afirma Marcelo Dantas, Diretor de Inovação e Tecnologia da Farmarcas. Para o executivo, o principal desafio é transformar excelência em prática rotineira. “Nossa proposta é levar a inteligência de gestão para o dia a dia das lojas associadas, apoiando decisões e aprimorando a execução”, diz. “Quando a operação ganha eficiência, o resultado aparece na ponta: mais consistência no atendimento e mais qualidade na execução.” Dantas reforça ainda que a evolução do varejo depende de iniciativas que consigam automatizar e otimizar processos, levando eficiência para a ponta. “O desafio é transformar processos em soluções escaláveis e usar tecnologia para gerar uma experiência melhor, tanto para o associado quanto para o consumidor”, afirma. Na prática, esse movimento já é percebido pelos associados. Edson Cruz, que possui 22 lojas da Ultra Popular em Rio Branco (AC), destaca o impacto das ferramentas de apoio à gestão na tomada de decisão e no planejamento operacional. “Somos associados há nove anos e a evolução é perceptível. As ferramentas disponíveis nos ajudam diariamente na análise do mix ideal das lojas, além de trazer números e dados da região que apoiam decisões mais assertivas. Isso nos fez evoluir tanto tecnologicamente quanto nas decisões comerciais”, relata. Ele acrescenta que, com as particularidades logísticas do estado, as informações e análises disponíveis ajudam no abastecimento e em ações mais estratégicas: “No Acre, temos algumas particularidades, como um lead time maior em comparação a outras regiões. Com o apoio e informações fornecidas pela Farmarcas, conseguimos adequar nosso estoque, cobrindo de forma mais eficiente as necessidades das lojas e, ao mesmo tempo, trabalhar com ações mais assertivas, considerando a concorrência e produtos mapeados pelos dados fornecidos”. Outro exemplo de execução bem-sucedida é a campanha promocional da Farmarcas “Compra Bem que a Sorte Vem”, que tem sido utilizada pelas redes como iniciativa de relacionamento com impacto direto no desempenho do ponto de venda. Augusto Bezerra de Oliveira Gomes, associado com lojas em Mato Grosso, Pará e Tocantins, destaca os efeitos no engajamento das equipes e na performance durante o período. “A promoção, sem dúvida, nos permitiu potencializar as vendas de não medicamentos. Os funcionários da farmácia passaram a incentivar os clientes a participarem, sempre com foco em benefícios reais e responsabilidade no atendimento”, afirma. Edson, por sua vez, destaca o impacto da campanha na mobilização interna e nos resultados do período. “Essa campanha é fundamental para o nosso negócio. Durante a ação, tivemos um engajamento muito grande da equipe, tanto nas transações vinculadas à promoção quanto no aumento de vendas de produtos de marcas próprias, que somam mais números da sorte para o cliente. Conseguimos elevar o faturamento no período, trazendo mais clientes para as lojas, com aumento médio de 30% em vendas durante a campanha”, comemora o associado. Para a Farmarcas, o avanço em gestão e eficiência tende a se tornar mais determinante para sustentar o crescimento e a competitividade no varejo farmacêutico, em um mercado com consumidores mais exigentes e mudanças constantes na dinâmica de compra.

A segunda loja é o verdadeiro teste do empreendedor pet

Abrir a segunda loja costuma ser celebrada como sinal de sucesso; no mercado pet, porém, ela representa o momento mais arriscado da trajetória do empreendedor. A ideia é simples e incômoda: a primeira unidade valida o esforço individual, enquanto a segunda expõe a ausência de gestão. Muitos negócios não quebram por falta de clientes ou de mercado, e sim por excesso de confiança. O erro mais comum é interpretar resultado operacional pontual como maturidade empresarial, fazendo com que a expansão aconteça antes da estrutura necessária para sustentá-la. Na maioria dos petshops de bairro, a primeira loja cresce porque o dono está presente em todas as frentes. Compra, vende, negocia com fornecedores, resolve problemas operacionais e mantém relação direta com os clientes. Esse modelo centralizado garante eficiência no curto prazo, pois reduz desperdícios, acelera decisões e compensa a falta de processos formais. O problema surge quando esse mesmo formato é replicado em uma segunda unidade. O negócio deixa de ser artesanal e passa a exigir liderança intermediária, processos claros, controles financeiros e padronização. Sem essas camadas de gestão, o empreendedor perde visibilidade do dia a dia, decisões tornam-se reativas e a operação começa a depender de improviso. Nesse cenário, os custos fixos dobram antes que a receita acompanhe, e a margem desaparece. Outro fator crítico está na falsa percepção de escala. A abertura de uma nova loja amplia despesas estruturais como aluguel, folha de pagamento, estoque e tributos, sem garantir, automaticamente, aumento proporcional de faturamento. Além disso, a ausência de indicadores de desempenho faz com que problemas de ruptura, perdas de estoque, baixa produtividade da equipe e queda no padrão de atendimento demorem a ser percebidos. Quando o empresário identifica o desequilíbrio, o caixa já foi comprometido. Os dados ajudam a explicar por que essa transição é tão perigosa. Segundo o Sebrae, empresas com até dois anos apresentam taxa média de sobrevivência de 76,6%. As microempresas, no entanto, ficam em apenas 55%, enquanto empresas de pequeno porte chegam a 98%. Essa diferença evidencia que o risco não está em empreender, e sim em crescer sem método, governança e preparo financeiro. No comércio varejista, onde se enquadram os petshops, a taxa de sobrevivência é de 77%. Os microempreendedores individuais resistem mais por operarem com estruturas enxutas e flexíveis, enquanto as microempresas puxam a média para baixo justamente quando tentam escalar sem gestão profissional. O próprio perfil do setor amplia essa vulnerabilidade. De acordo com a Abinpet, o mercado pet faturou R$ 68,7 bilhões em 2023 e conta com mais de 50 mil lojas especializadas. Desse total, 81,6% são petshops de vizinhança, com faturamento mensal entre R$ 60 mil e R$ 100 mil e até quatro funcionários. Esses negócios concentram quase metade das vendas do setor, porém operam com margens apertadas, forte dependência do dono e baixa padronização de processos. Ao abrir a segunda loja, a inadimplência, os custos trabalhistas, a gestão de pessoas e a complexidade operacional crescem mais rápido do que a capacidade de controle. Expandir pode, em teoria, garantir escala, diluir custos e fortalecer a marca. Na prática das PMEs brasileiras, a expansão sem dados transforma intuição em prejuízo. O Sebrae aponta que a mortalidade no comércio pode chegar a 90% em alguns segmentos, associada principalmente a decisões emocionais, falhas de planejamento e ausência de processos. No mercado pet, onde serviços especializados crescem acima de 20%, segundo a Abinpet, a exigência por gestão só aumenta. Escalar sem liderança estruturada, indicadores financeiros e rotinas operacionais não acelera o crescimento, apenas antecipa o erro. A lição é dura, mas necessária. A primeira loja testa o empreendedor. A segunda testa o empresário. Antes de crescer em metros quadrados, é preciso crescer em método, pessoas e informação. Expandir não deveria ser um prêmio pelo bom desempenho inicial, e sim uma decisão estratégica sustentada por processos, dados e capacidade real de gestão. No varejo pet, crescer sem estrutura continua sendo o caminho mais curto para transformar crescimento em prejuízo. *Ricardo de Oliveira é especialista em negócios pet e fundador da Fórmula Pet Shop, empresa referência em capacitação e consultoria estratégica para pet shops em todo o Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no setor, Ricardo já acompanhou a inauguração de mais de 70 pet shops, orientando desde a escolha do ponto comercial até o mix de produtos, layout e estratégias de marketing. À frente da Fórmula, já capacitou mais de 8.700 empreendedores por meio de mentorias, treinamentos e consultorias, se consolidando como uma das principais vozes na profissionalização do varejo pet nacional. Sua experiência prática e visão de negócio ajudam empreendedores a saírem do amadorismo e construírem empresas lucrativas e sustentáveis.

As emoções que vão moldar consumo e trabalho em 2027 — e como aplicá-las na rotina corrida

Em meio ao avanço acelerado da inteligência artificial e à sensação coletiva de esgotamento, o comportamento humano entra em uma nova fase. Segundo previsões da WGSN, três estados emocionais devem guiar decisões pessoais e profissionais até 2027: Alegria Estratégica, Desvontade (desire to let go) e Otimismo Cético. Na prática, isso significa menos excesso, mais consciência e uma busca crescente por leveza, propósito e relações mais humanas, especialmente entre mulheres que equilibram carreira, casa e autocuidado. A Alegria Estratégica surge como uma resposta direta à negatividade do cotidiano e incentiva a criação de pequenos momentos de prazer ao longo do dia, como fazer pausas conscientes, ouvir música entre tarefas, caminhar alguns minutos ao ar livre ou transformar atividades comuns em experiências mais agradáveis. Já a Desvontade representa o desejo de soltar responsabilidades excessivas: aprender a dizer não, reduzir compromissos que não fazem sentido, simplificar compras e estabelecer limites claros entre trabalho e descanso. O Otimismo Cético, por sua vez, propõe usar a tecnologia como aliada, seja com aplicativos de organização, IA para tarefas repetitivas ou agendas digitais, sem abrir mão do contato humano, da empatia e do cuidado com a saúde emocional. Para Nuria Santos, especialista em comportamento, essas emoções revelam uma virada profunda de valores. “A emoção virou ferramenta de sobrevivência. As pessoas estão cansadas de viver no limite e começam a priorizar escolhas que tragam mais acolhimento, leveza e sentido. Não é desistir da vida, é desistir do excesso”, afirma. Segundo ela, o consumidor de 2027 será menos impulsivo e mais criterioso, cobrando transparência e humanidade das marcas e também de si mesmo. Ela explica que o Otimismo Cético traduz bem esse novo momento: “Existe curiosidade pela inteligência artificial, mas também um cuidado maior. Queremos inovação, sim, mas exigimos ética, empatia e ambientes mais humanos. Na vida real, isso passa por organizar melhor o tempo, respeitar o próprio ritmo e escolher produtos e serviços que realmente facilitem o dia a dia”. Para Nuria, especialmente entre mulheres sobrecarregadas, essa mudança já impacta carreira, consumo e autoestima. Como aplicar essas tendências hoje (mesmo com a agenda cheia) Pratique a Alegria Estratégica Exercite a Desvontade Adote o Otimismo Cético No fim, o futuro aponta menos para produtividade extrema e mais para escolhas conscientes. Em 2027, viver bem não será sobre fazer tudo, mas sobre fazer melhor, com mais presença, limites e propósito.

Abimetal-Sicetel reforça papel estratégico na defesa da cadeia do aço durante a Latam Wire+Steel 2026

A Latam Wire+Steel 2026 acaba de fechar uma parceria institucional com a Abimetal-Sicetel (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço e o Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço), com o objetivo de ampliar a integração e o diálogo entre os diferentes elos da cadeia de arames, cabos, aço e tecnologias associadas no Brasil e na América Latina. A associação tem se consolidado como uma das principais vozes da indústria do aço no país, com foco no segundo elo da cadeia produtiva, responsável pelo processamento do aço bruto proveniente das siderúrgicas. Segundo o presidente da Abimetal-Sicetel, Ricardo Martins, o trabalho desenvolvido vai além da representação institucional. “Empregamos nossos esforços e recursos na defesa comercial própria, com processos antidumping, salvaguardas e solicitações de elevação de alíquotas”, afirma.  Ele ressalta que a atuação não tem caráter protecionista, mas visa garantir isonomia concorrencial. “O que buscamos é a aplicação das mesmas condições e exigências ao produto importado”, complementa. A organização exerce um papel fundamental defesa concorrencial, enfrentando a fabricação de produtos fora das normas técnicas brasileiras, prática que, conforme o presidente, “rebaixa preços e prejudica um mercado que já está estabelecido”. Fundada há 92 anos, inicialmente como sindicato da trefilação, a Abimetal-Sicetel ampliou sua atuação institucional há cerca de oito anos, quando passou a adotar a atual denominação e a representar uma gama mais ampla de segmentos, que vai de fabricantes de arames, eletrodos de solda e telas a componentes industriais e aplicações ligadas à mobilidade elétrica e à energia eólica. “Hoje, seria impossível nos restringirmos a um único rótulo. A ampliação da Abimetal-Sicetel ocorreu justamente para dar mais representatividade a toda essa cadeia”, explica o presidente. De acordo com o diretor da feira, Marcelo Lopes, o apoio da Abimetal-Sicetel ao evento é fundamental para reforçar a representatividade e a união da cadeia de aços longos, planos e serviços no Brasil e na América Latina. “Como uma das principais entidades atuantes na defesa dos interesses do setor, a Abimetal-Sicetel contribui para elevar o nível técnico do evento, promover debates estratégicos e aproximar fabricantes, fornecedores e empresas usuárias de aço. Sua participação fortalece o peso aos negócios, amplia oportunidades de inovação e consolida a feira como o principal ponto de encontro para o desenvolvimento e competitividade da indústria metalmecânica”, afirma Lopes. A participação da associação na Latam Wire+Steel 2026 reforça esse posicionamento e contribui para qualificar o debate setorial, reunindo indústria, fornecedores e especialistas em torno dos desafios e oportunidades da cadeia do aço. Serviço:A Latam Wire + Steel é organizada pela Emme Brasil e será realizada de 10 a 12 de agosto de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).Para mais informações sobre a feira, acesse: www.wiresteel.com.br e www.emmebrasil.com.br.

Vitacon aposta em branding para unir imobiliário e finanças em nova fase da marca

Com uma trajetória de mais de 16 anos no desenvolvimento de empreendimentos inovadores no mercado, a Vitacon abre o ano reposicionando sua estratégia e ampliando sua atuação. A companhia passa a se apresentar como a primeira fincorporadora do país, integrando de forma estruturada o negócio imobiliário à lógica financeira. O reposicionamento estratégico e a nova identidade visual foram desenvolvidos pela FutureBrand São Paulo, agência de branding, design, cultura organizacional e consumer behaviour do Grupo Omnicom.  O objetivo dessa evolução é tratar o imóvel como ativo financeiro desde a origem, com critérios técnicos de seleção, uso intensivo de dados, governança robusta e foco em previsibilidade de resultados, ampliando a transparência e a segurança para o investidor.  “Esse reposicionamento traduz uma evolução natural da Vitacon. A marca passa a refletir com mais clareza quem já somos na prática, uma companhia que combina visão imobiliária com racional financeiro, dados e governança. A nova identidade visual acompanha essa mudança, reforçando atributos como sofisticação, transparência e confiança, essenciais para dialogar com um investidor cada vez mais atento à lógica de valor e previsibilidade”, afirma o diretor de Marketing e Comunicação da Vitacon, João Henrique Firmino. Para marcar essa evolução, a Vitacon adotou uma nova identidade visual, mais clean e contemporânea, que vai além do redesenho da marca. O vermelho dá lugar ao azul, reforçando atributos de sofisticação, solidez e elegância, em sintonia com o universo do mercado financeiro. A companhia passa a aplicar o novo posicionamento em todos os seus pontos de contato, desde tapumes e materiais de obra até os produtos e comunicação com clientes e investidores.  Esse movimento também se reflete em uma comunicação mais digitalizada, com projetos futuros de podcasts, newsletters e iniciativas de conteúdo próprio, aproximando a Vitacon de um ecossistema de informação e debate sobre investimentos, finanças e o futuro da cidade.  Para a diretora de head e estratégia da FutureBrand São Paulo, Ana Virtuozo, o ponto central do posicionamento da Vitacon foi unir a expertise da companhia no mercado imobiliário com a inteligência financeira e produtos desenhados exclusivamente para investidores, sem perder a essência que transformou a empresa referência no setor. “A Vitacon entra em um novo momento ao se posicionar como uma marca que trata o tijolo como ativo estratégico. A estratégia aproxima a experiência da marca do universo financeiro, com mais inteligência, previsibilidade e proximidade para os investidores, sem abrir mão da sua essência de inovação e transformação da cidade. Investimento, tecnologia e visão urbana passam a operar de forma integrada, ampliando o papel da companhia para além da incorporação tradicional: uma fincorporadora”, afirma Ana.  O novo ciclo também se consolida com a decisão simbólica e estratégica de mudança da sede. A companhia deixa a região da avenida Paulista para se posicionar na Faria Lima, um dos centros mais dinâmicos da economia brasileira e sede de algumas das principais companhias do país. O endereço reflete ainda a proximidade com o ecossistema financeiro, de investimentos e tecnologia que vem moldando os rumos dos negócios no Brasil.

RCS: modalidade isenta tarifas para conversas iniciadas pelo consumidor

Um novo capítulo para a comunicação entre marcas e consumidores. Esse é o cenário que passamos a presenciar desde o primeiro dia de fevereiro, com o impulsionamento da modalidade P2A do RCS. Focada em conversas iniciadas pelo próprio cliente com sua marca desejada, passa a ser completamente isenta de tarifas, eliminando uma barreira importante no relacionamento entre as partes e abrindo espaço para uma adoção muito mais ampla e eficaz do canal.  Seu grande impacto, na prática, é permitir que o consumidor inicie uma conversa com as marcas diretamente pelo Google Search; Google Maps; campanhas de marketing e anúncios; links clicáveis em qualquer ambiente digital e, em breve, qualquer plataforma do Google, que poderá se tornar um primeiro ponto de contato. “Essa visão transforma radicalmente o comportamento de entrada do usuário, uma vez que o atendimento deixa de depender, exclusivamente, do envio de uma mensagem pela marca, e passa a estar disponível no exato contexto em que o usuário está buscando por uma informação, orientação ou suporte”, explica Carlos Feist, diretor de inovação da Pontaltech.  Essa mudança aproxima o RCS do modelo já consolidado no WhatsApp Services, trazendo um maior equilíbrio competitivo e permitindo que as marcas utilizem o RCS com mais liberdade, escala e estratégia – tornando essa comunicação bem mais nativa, fluida e integrada ao próprio ecossistema da multinacional. Sem falar, é claro, das vantagens financeiras em contar com essa comunicação sem a incidência tarifária.  Para as empresas, segundo Feist, essa isenção abre espaço para que escalem seus volumes de atendimento sem impacto financeiro adicional; criem jornadas conversacionais mais longas, ricas e experimentais; potencializem campanhas de marketing orientadas à conversão; transformem o RCS em um canal realmente estratégico dentro do funil; e reduzam custos ao deslocar parte das demandas de voz e canais tradicionais. “Todos esses fatores o posicionam como um canal extremamente competitivo — especialmente para empresas que buscam eficiência, profundidade de jornada e diferenciação na experiência do usuário”, complementa.  A isenção do P2A não é apenas uma mudança tarifária; é um sinal claro de que as grandes plataformas estão acelerando o futuro da mensageria empresarial. E, o RCS, por sua natureza multimídia e interativa, cria uma experiência que expande possibilidades que, antes, eram restritas a poucos canais. Com isso, as marcas poderão explorar esse potencial sem a limitação de custos iniciais, ao mesmo tempo em que os consumidores terão acesso a jornadas mais ricas, sem a necessidade de instalar nenhum aplicativo adicional.    Muitas portas inovadoras podem se abrir com essa modalidade para todas que souberem aproveitá-la com estratégia e inteligência, dispondo de recursos importantes para alavancar a comunicação entre as partes. “Empresas de todos os setores podem conquistar inúmeros benefícios para estreitar essa ponte com seu público-alvo, tendo em mãos uma solução com funcionalidades capazes de construir a próxima geração de jornadas conversacionais”, finaliza Feist. 

Jogo e halftime show criam públicos distintos no Super Bowl e obrigam marcas a rever decisões de mídia

Por Fabrício Macias, cofundador e VP de Marketing da Macfor O Super Bowl LX, jogo anual do campeonato da National Football League (NFL), a principal liga de futebol americano dos Estados Unidos, aconteceu neste domingo (8), em Santa Clara, na Califórnia, e trouxe como atração do halftime show Bad Bunny, cantor que há poucos dias se tornou o vencedor do Grammy de Álbum do Ano com seu disco “Debí Tirar Más Fotos”. O evento, que celebra sua 60ª edição em 2026, atrai anualmente mais de 120 milhões de telespectadores apenas nos Estados Unidos, mas o halftime show conquistou audiência própria que, em alguns anos, superou até mesmo a do jogo. A escolha do artista reforça uma transformação que vem acontecendo há três décadas, com o intervalo da final deixando de ser coadjuvante e se consolidando como um dos momentos mais assistidos da televisão americana. Até 1992, o halftime show era considerado momento de ir ao banheiro. Mas, no ano seguinte, Michael Jackson inverteu essa lógica ao reunir 133,4 milhões de telespectadores, superando pela primeira vez a audiência do próprio jogo, número que permanece recorde até hoje. Kendrick Lamar alcançou 133,5 milhões de espectadores no ano passado, mas esse dado inclui visualizações posteriores. O que Michael provou foi que existe uma audiência massiva disposta a sintonizar o canal especificamente para o show, não para o esporte. E essa foi a virada de chave. Essa divisão criou um fenômeno mercadológico em que eventos que operam com duas curvas de interesse sobrepostas no mesmo espaço-tempo. Fãs de futebol americano ligam a TV às 20h30 e desligam por volta de 00h. Outro público liga a TV às 22h, assiste 13 minutos de show e some. Marcas que planejam ativações ignorando essa segmentação perdem metade do investimento. A diferença entre esses públicos não está apenas no interesse por esporte ou música, está no comportamento de consumo de conteúdo durante o evento. Quem assiste ao jogo tende a manter atenção linear na TV, com picos de engajamento digital em lances decisivos. Quem vem pelo show já está com o celular na mão antes mesmo de o artista subir ao palco, procurando conteúdo complementar, teorias sobre participações especiais e registros de bastidores. Marcas que montam estratégias de conteúdo apenas para o momento do intervalo desperdiçam três horas de atenção qualificada da audiência esportiva. Marcas que pensam apenas em ativações para o show perdem a oportunidade de construir narrativa com quem está presente desde o começo. A solução está em desenhar jornadas paralelas que se encontram no momento de pico, mas que funcionam de forma autônoma antes e depois dele. Um exemplo prático: campanhas de real-time marketing durante o jogo capturam a atenção de quem valoriza referências esportivas. Conteúdo preparado para viralizar logo após o show captura quem acabou de descobrir ou redescobrir o artista. As duas estratégias cabem no mesmo evento, mas exigem equipes, linguagens e principalmente canais diferentes. A escolha de Bad Bunny como headliner do Super Bowl LX reflete a estratégia da NFL de ampliar o alcance cultural do evento. O porto-riquenho acumula bilhões de streams globais, sendo o artista mais ouvido do ano de 2025, e carrega consigo milhões de ouvintes latinos. A Liga viu na escolha uma oportunidade de estreitar laços com esse público, movimento que se conecta diretamente com as ações da liga no Brasil. Jogos foram realizados em São Paulo em 2024 e 2025, uma partida foi confirmada no Rio de Janeiro para 2026, e o país se consolidou como peça-chave na estratégia de expansão internacional da organização. A NFL entende que expandir geograficamente exige expandir culturalmente. Essa lógica de segmentação cultural amplia o conceito de dupla audiência, e cada escolha artística ativa universos de consumo específicos. Assim, marcas que mapeiam esses ecossistemas antes do evento ganham vantagem de posicionamento e conseguem construir narrativas que dialogam com camadas distintas de público no mesmo espaço. O que isso muda na prática para decisões de mídia Eventos de dupla audiência exigem orçamento fragmentado em múltiplas frentes, não concentrado em um único momento de impacto. Inserções comerciais durante o jogo custam cerca de US$7 milhões por 30 segundos, mas atingem majoritariamente a audiência esportiva. Ativações digitais coordenadas com o halftime show representam um investimento menor e capturam um público que sequer viu os comerciais. O erro recorrente é tratar o Super Bowl como bloco único de mídia. A estrutura correta envolve: conteúdo pré-jogo para captura de atenção antecipada, estratégia específica para os quatro quartos do jogo, ativação concentrada no intervalo e desdobramento pós-show para manutenção de engajamento. Cada etapa fala com uma composição diferente de audiência, mesmo que todos estejam tecnicamente assistindo ao mesmo programa. Marcas que dominam essa segmentação conseguem estar presentes e construir relevância com ambos os públicos sem diluir a mensagem. A pergunta deixa de ser “vamos estar no Super Bowl?” e passa a ser “em qual Super Bowl vamos estar: o do jogo ou o do show?” A resposta mais inteligente é: nos dois, mas de formas diferentes.

Empresas já usam robôs humanoides para ganhar eficiência e reduzir custos

Robôs humanoides estão deixando os laboratórios e ganhando espaço no ambiente corporativo. Combinando inteligência artificial e automação inteligente, essas soluções vêm sendo adotadas por empresas que buscam mais eficiência operacional, redução de custos e maior previsibilidade nos processos. Um levantamento da McKinsey aponta que a Automação de Processos Inteligentes pode aumentar a eficiência em até 30% e reduzir despesas operacionais em até 25%. Um exemplo dessa transformação é o robô humanoide multifuncional da fabricante chinesa Unitree, importado para o Brasil pela Gohobby, principal distribuidora de drones da América Latina. Desenvolvido para realizar atividades repetitivas de forma precisa, o equipamento conta com API de desenvolvimento, possibilitando a criação de soluções de reconhecimento facial e de voz, entre outras, o que permite uma interação eficiente com pessoas e o ambiente ao seu redor.  Segundo Adriano Buzaid, CEO da Gohobby, o robô contribui diretamente para a otimização de tarefas e o aumento da produtividade em diferentes funções, que vão desde recepção e atendimento ao cliente até suporte em ambientes comerciais. “A Gohobby tem como propósito antecipar o futuro e tornar as novas tecnologias acessíveis ao mercado brasileiro. O humanoide se movimenta com agilidade em diferentes tipos de terreno, o que permite a aplicação em diversos setores como indústrias, centros de distribuição, hospitais e operações de serviços”, afirma. Cão-robô reforça segurança e fiscalização para monitoramento dentro das empresas A Gohobby também trouxe os cães-robôs GO2 e B2, equipados com inteligência artificial, sensores avançados e câmeras de alta resolução, utilizados para inspeções técnicas, supervisão de áreas amplas, segurança patrimonial e operações em ambientes de risco. Os modelos GO2 e B2 operam de forma autônoma ou por controle remoto, reduzindo a exposição humana em atividades sensíveis, como suporte a operações de socorro e apoio a ações de resgate e monitoramento em plataformas industriais, minas, fábricas e áreas afetadas por desastres. A adoção desses equipamentos contribui diretamente para a redução de riscos operacionais e para o fortalecimento das práticas de segurança corporativa. “Esses produtos representam um avanço concreto da robótica inteligente aplicada aos negócios. O cão-robô, também, vem se consolidando como um recurso estratégico para marketing e comunicação institucional. Sua presença inovadora gera alto engajamento em feiras e eventos, ampliando a visibilidade e o posicionamento das marcas”, conclui Buzaid.

TIVIT anuncia Walmir Carvalho como novo CCO

A TIVIT, empresa do grupo Almaviva, anuncia Walmir Carvalho como novo Chief Commercial Officer (CCO) da companhia. Com 25 anos de trajetória na TIVIT, o executivo construiu carreira sólida nas áreas de TI, Nuvem e Serviços Digitais, além de liderar times estratégicos de negócios e vendas. Desde janeiro de 2021 à frente da Diretoria Comercial, Walmir assume agora o desafio de acelerar a estratégia comercial e ampliar a entrega de soluções tecnológicas alinhadas às demandas do mercado. Para Carvalho, o novo desafio é a evolução natural de uma trajetória construída com foco em proximidade com o cliente e geração de valor. “Ao longo da minha carreira na TIVIT, sempre atuamos entendendo as dores dos clientes e entregando soluções com impacto real no negócio. Assumo esse papel com a missão de potencializar uma capacidade que já faz parte do nosso DNA, fortalecendo a atuação comercial e aprofundando uma abordagem ainda mais orientada por indústria. Em setores como finanças, saúde, seguros, manufatura, varejo e utilities, a TIVIT combina expertise setorial, tecnologia e excelência operacional para apoiar seus clientes na transformação digital e no aumento de eficiência”, afirma. Walmir Carvalho é formado em Tecnologia da Informação pela Universidade Sant’Anna, MBA em IT & Internet Management pela FIA – Fundação Instituto de Administração e MBA Internacional pelo Grenoble IAE, com foco em sistemas de informação e organização. Possui ainda formação executiva em estratégia, negócios e liderança pelo Insper e pela Fundação Dom Cabral. Com mais de 30 anos de experiência em tecnologia, possui forte atuação em TI, computação em nuvem e serviços digitais, integrando estratégia, operações e desenvolvimento comercial. Ao longo da carreira, liderou equipes de alto desempenho e iniciativas de transformação de negócios, com foco em excelência operacional, inovação, gestão de serviços e geração de valor orientada por dados para clientes e parceiros.

Falha na rede de IAs Moltbook expõe 1,5 milhão de credenciais e acende alerta de segurança corporativa

Uma falha na rede social Moltbook, criada exclusivamente para interação entre agentes de inteligência artificial, expôs mensagens privadas, e-mails de mais de 6.000 usuários e 1,5 milhão de tokens de autenticação, segundo investigação divulgada pela Wiz e repercutida pela Reuters. O episódio evidencia riscos crescentes à medida que agentes de IA passam a operar rotinas, contas e integrações com autonomia crescente, exigindo das empresas políticas rigorosas de governança e controle de identidades digitais. O erro foi identificado em configurações de banco de dados e controle de acesso, resultando na exposição de 35 mil mensagens e mais de 1 milhão de credenciais. Segundo Luiz Claudio, CEO da LC SEC, consultoria especializada em cibersegurança e compliance internacional, “o caso Moltbook deixa claro que redes só de IA não são ambientes neutros: tokens e credenciais expostas podem permitir ações ‘válidas’ sem levantar suspeitas, e a distinção entre humano e agente se torna confusa, ampliando riscos de fraude e sequestro de perfis”. O cenário de mercado reforça a urgência de atenção. O Verizon DBIR 2025 apontou que 60% das violações envolvem fatores humanos e que a participação de terceiros dobrou de 15% para 30%, com mediana de 94 dias para correção de segredos vazados. Já o IBM Cost of a Data Breach estimou custo médio global de US$ 4,88 milhões em 2024 e US$ 4,4 milhões em 2025 para incidentes ligados à IA sem controles adequados de acesso ou políticas de governança. O FBI IC3 relatou perdas acima de US$ 16 bilhões em crimes digitais em 2024, sendo US$ 2,77 bilhões apenas em Business Email Compromise, enquanto deepfakes e golpes por voz sintética cresceram mais de 680% segundo a Pindrop. Para 2026, a Experian projeta aumento de fraudes envolvendo “IA agêntica”, com consumidores perdendo mais de US$ 12,5 bilhões em 2024 e quase 60% das empresas reportando aumento de perdas por fraude de 2024 para 2025. Para Luiz Claudio, “a introdução de agentes autônomos em operações corporativas não é questão de ‘se’, mas de ‘como’ implementá-los com segurança”, diz. “Classificar identidades de máquina, definir critérios de acesso, revisar configurações e rastrear credenciais vazadas são medidas essenciais. Identidade digital, token e dados sensíveis precisam ser tratados como ativos críticos, antes que a próxima rede viral se transforme em incidente global”, finaliza.

Shakira em ‘Todo Mundo no Rio’: megaevento pode movimentar R$ 600 mi e pede preparo digital de PMEs em todo país

A realização de grandes shows internacionais na Praia de Copacabana, incluindo a apresentação confirmada de Shakira em maio deste ano, reforça o potencial econômico desses eventos e o desafio enfrentado por pequenas e médias empresas para transformar o aumento temporário de público em receita consistente. Levantamento da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Riotur estimou que o show de Lady Gaga em 2025 gerou impacto de aproximadamente R$ 600 milhões na economia local, impulsionando setores como hotelaria, alimentação, transporte e comércio. Diante desse cenário, estrategistas em IA para negócios, Aline Lefol e Tiene Colins, defendem que o uso estratégico de inteligência artificial pode ser decisivo para que PMEs aproveitem melhor esse tipo de oportunidade. Apesar do evento no Rio ser um exemplo prático, a lógica se repete em capitais e cidades médias em todo o país, seja durante festivais de música, eventos esportivos, feiras de negócios ou datas sazonais de grande fluxo. Coautoras da obra “IA Para Negócios – Guia Prático para Pequenas e Médias Empresas”, as estrategistas explicam que, em todos esses contextos, o desafio é o mesmo: transformar aumento temporário de público em crescimento estruturado. Segundo Aline Lefol, eventos de grande porte funcionam como um teste de maturidade digital para o pequeno empresário. “Em momentos como esse, restaurantes podem utilizar ferramentas de previsão de demanda para ajustar estoque e equipe com antecedência, hotéis podem aplicar precificação dinâmica conforme a procura cresce e comércios locais podem ativar campanhas geolocalizadas para atingir turistas no entorno do evento”, afirma. “Sem planejamento baseado em dados, o risco é enfrentar ruptura de estoque, sobrecarga no atendimento e perda de vendas para concorrentes mais estruturados.” Dados da própria Prefeitura indicam que os shows internacionais passaram a integrar o calendário estratégico da cidade até 2028, com expectativa de repetição do impacto econômico observado em edições anteriores. Para Tiene Colins, isso exige mudança de postura por parte das PMEs. “Megaeventos deixam claro que improviso custa caro. Hoje já existem soluções de IA acessíveis por assinatura que permitem automatizar respostas em múltiplos idiomas, organizar filas digitais e monitorar redes sociais em tempo real para ajustar ofertas. A tecnologia deixou de ser exclusividade das grandes redes.” A proposta defendida pelas autoras é que pequenos e médios empresários encarem momentos como o show da Shakira não apenas como aumento pontual de fluxo, mas como oportunidade de estruturar processos digitais que permaneçam ativos após o evento. “Quando a empresa aprende a operar com dados em períodos de pico, ela se torna mais eficiente também no dia a dia”, conclui Lefol.

Carnaval: redes sociais e embriaguez podem gerar punições no ambiente de trabalho

Embora o Carnaval seja tradicionalmente associado ao lazer, empresas precisam redobrar a atenção nesse período para evitar impactos na rotina e riscos trabalhistas decorrentes de faltas injustificadas, uso indevido de atestados e comportamentos incompatíveis com o ambiente profissional. Nesse período, é comum o aumento de afastamentos por atestado médico, diz Karolen Gualda Beber, advogada especialista em Direito do Trabalho, do escritório Natal & Manssur Advogados. “Mas quando o empregado apresenta atestado médico e, ao mesmo tempo, aparece em festas ou viagens divulgadas nas redes sociais, a empresa pode considerar que houve uso indevido do afastamento e aplicar medidas disciplinares, inclusive a demissão por justa causa, dependendo do caso”, explica. Outra situação é quando o funcionário comparece ao trabalho sob efeito de álcool, especialmente na Quarta-Feira de Cinzas ou nos dias seguintes às festividades. “Nessas situações, a empresa deve afastar imediatamente o empregado das atividades, principalmente quando há risco à segurança. Se for um episódio isolado, podem ser aplicadas advertência ou suspensão. Mas, em casos graves ou repetidos, a conduta pode justificar demissão por justa causa”, diz Karolen. A advogada ressalta, porém, que a empresa deve avaliar cada situação individualmente. Quando houver indícios de alcoolismo, o caso passa a ser tratado como questão de saúde, exigindo encaminhamento para tratamento, e não apenas punição. A orientação aos empregadores é reforçar regras internas e registrar ocorrências para reduzir riscos de questionamentos futuros. “Mesmo em períodos festivos, o contrato de trabalho permanece em vigor e a empresa pode exigir o cumprimento normal das obrigações profissionais”, conclui. Fonte: Karolen Gualda Beber, advogada especialista em Direito do Trabalho, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e coordenadora da área trabalhista do escritório Natal & Manssur Advogados.

Cyklo divulga as 10 startups selecionadas para turma 2026 de aceleração

A Cyklo, aceleradora que apoia startups com foco em inovação e tecnologia aplicada ao agronegócio, indústria 4.0 e outras áreas, dá início à sua sétima turma de aceleração em 2026. Este é um marco inédito: pela primeira vez, o programa será conduzido de forma simultânea em dois AMBIENTES DE ACELERAÇÃO, um no Oeste da Bahia e o outro no Norte de Santa Catarina. Ao todo, 10 startups foram selecionadas para compor a nova jornada, que começou com o tradicional “Day One”, encontro de abertura para se apresentarem, alinhar objetivos e iniciar o cronograma de mentorias e desenvolvimento. “Este é um momento bem especial para nós”, afirma Pompeo Scola, psicólogo, consultor em agronegócio e startups, CEO da aceleradora. No polo MATOPIBA, em Luís Eduardo Magalhães, foram escolhidas quatro iniciativas: Já em Joinville, o grupo de selecionadas reúne seis empresas com frentes variadas. A seleção também evidencia a distribuição geográfica das equipes. Há startups com atuação ligada ao Oeste da Bahia, além de projetos originados em Palmas, Florianópolis e São Paulo, segundo Scola, “reforçando o alcance nacional do edital e a proposta de conectar diferentes ecossistemas de inovação em uma mesma trilha de desenvolvimento”. Realizada em parceria com a FIESC/SENAI-SC, a turma 2026 inicia uma jornada voltada ao fortalecimento dos negócios selecionados, com foco em validação das tecnologias, estruturação dos produtos/serviços, validação de mercado e oferta, desenvolvimento de estratégias comercial, governança e preparação para escala (crescimento). A proposta é conectar as startups à mentores e redes de relacionamento nos dois polos, ampliando o acesso a conhecimento, conexões e oportunidades de desenvolvimento ao longo do ciclo, inclusive acesso a oportunidades de funding e programas de fomento quando for o caso. A Cyklo se especializou em atuar com entrantes (EARLY STAGE) e insiste num programa presencial, que se torna muito mais eficiente para este perfil de startups.

Com 72 horas de ofertas imperdíveis no e-commerce, Rede de Supermercados Pague Menos promove a campanha “Tudo no Precinho”

A Rede de Supermercados Pague Menos anuncia mais uma grande ação promocional voltada exclusivamente para o seu e-commerce, o superpaguemenos.com.br. Entre os dias 19 e 22 de fevereiro, os Clientes poderão aproveitar a campanha “Tudo no Precinho”, uma verdadeira maratona de ofertas online que reúne descontos especiais, promoções relâmpago e cupons exclusivos para garantir ainda mais economia no carrinho de compras. A ação começa à meia-noite da quinta-feira, 19 de fevereiro, e segue até domingo, 22 de fevereiro, às 23h59, totalizando 72 horas de oportunidades. Durante todo o período da campanha, novas promoções serão liberadas diariamente, incentivando o acompanhamento constante do site e proporcionando aos consumidores diferentes chances de economizar. A dinâmica foi pensada para tornar a experiência de compra ainda mais atrativa, prática e vantajosa, especialmente para quem busca preços baixos aliados à comodidade do ambiente digital. Exclusiva do e-commerce da Rede, a ação “Tudo no Precinho” contempla centenas de produtos de diversas categorias, permitindo que os Clientes realizem desde a reposição rápida da despensa até a compra completa do mês. Entre os itens disponíveis estão alimentos básicos, produtos de mercearia, bebidas, itens de higiene e limpeza, cuidados pessoais, além de opções de padaria, frios, congelados e muito mais. A campanha também se destaca pelas opções flexíveis de recebimento dos pedidos. Os Clientes que preferem retirar suas compras pessoalmente podem utilizar o sistema Compra e Retira, com retirada gratuita em diversas unidades da Rede. Estão disponíveis lojas localizadas em Americana, Santa Bárbara d’Oeste, Araras, Paulínia, Piracicaba, Mogi Guaçu, Campinas, Itu, São João da Boa Vista, São Pedro, Salto, Boituva, Limeira, Indaiatuba, Nova Odessa e Valinhos. Já para quem opta pelo conforto de receber os produtos em casa, a Rede oferece também o serviço de entrega a domicílio, com condições que variam conforme a região. Todas as informações sobre disponibilidade e valores de frete podem ser consultadas diretamente no site. Não perca! De 19 a 22 de fevereiro, a Rede de Supermercados Pague Menos convida seus Clientes a participarem dessa maratona de preços baixos no superpaguemenos.com.br. São quatro dias para aproveitar ofertas imperdíveis, garantir descontos extras e realizar uma compra completa com a confiança, a tradição e a qualidade de quem entende de varejo alimentar.

O relatório de clipping morreu. E ninguém teve coragem de avisar.

O relatório de clipping tradicional morreu.O problema é que boa parte do mercado ainda insiste em mantê-lo vivo. Durante anos, o clipping foi tratado como uma entrega operacional: reunir matérias, contabilizar menções, medir alcance e enviar PDFs extensos para as empresas. O resultado, na prática, é conhecido: relatórios que circulam, mas raramente são lidos — e quase nunca usados para decidir. Enquanto isso, o mercado global de monitoramento de mídia, o setor que engloba ferramentas e serviços que extraem, organizam e analisam menções em mídia, não passa despercebido por executivos e investidores. Estimativas recentes da Mordor Intelligence apontam que esse mercado alcançou cerca de US$ 5,99 bilhões em 2026, com projeções para ultrapassar US$ 10 bilhões até 2031, crescendo a quase 11% ao ano. Esse crescimento é impulsionado não pelo volume de dados, mas pela demanda corporativa por integração de insights em tempo real, reputação e risco, exigências que relatórios operacionais simplesmente não atendem. O contexto mudou. Executivos hoje lidam com excesso de informação e escassez de tempo. Em paralelo, segundo o Nosso Meio, cerca de 71% das empresas de mídia e comunicação já adotaram inteligência artificial para gerir conteúdo e aumentar eficiência, sinalizando que o setor reconhece a necessidade de tecnologia e interpretação inteligente, não apenas coleta de dados brutos. Relatórios longos e descritivos deixaram de atender às necessidades de quem precisa responder rapidamente a riscos, oportunidades e movimentos do mercado. Dados de mídia continuam importantes, mas perderam valor quando apresentados sem interpretação. Saber quantas matérias saíram já não responde às perguntas centrais das lideranças: É nesse ponto que o clipping precisa evoluir para inteligência de mídia. Não basta registrar o passado. É preciso analisar contexto, identificar padrões narrativos e antecipar movimentos que podem impactar reputação, estratégia e negócio. O mercado global de comunicação e tecnologia já aponta essa transição. Relatórios executivos, análises comparativas e leituras estratégicas vêm substituindo entregas puramente quantitativas. A curadoria se torna tão relevante quanto a coleta, e o olhar humano, apoiado por método e tecnologia, volta ao centro do processo. O relatório de clipping não morreu por falta de esforço.Morreu porque deixou de fazer sentido para um mercado que precisa decidir melhor, mais rápido e com mais contexto. Saiba mais em: https://sinopress.com.br

ICDH celebra ações no Camarote Bar Brahma e amplia mobilização com Instituto Zeca Pagodinho para erguer anfiteatro em Xerém

Após a operação de Carnaval no Camarote Bar Brahma – CBB, o Instituto de Compromisso com o Desenvolvimento Humano – ICDH mantém ativa, até às 17h desta quinta-feira, 17, a campanha “Abre Alas para o Bem”, realizada em parceria com o Instituto Zeca Pagodinho para viabilizar a construção do primeiro anfiteatro de Xerém (RJ). A participação é aberta ao público por meio de link oficial disponível na bio dos perfis no Instagram do Camarote Bar Brahma (@camarotebarbrahma) e do ICDH (@instituto.icdh). Durante os dias de folia no Anhembi, em São Paulo, o ICDH atuou em três frentes complementares no Camarote Bar Brahma. A responsabilidade socioambiental  esteve presente no programa Universo Eco, orientando público e equipes para o descarte correto de resíduos e boas práticas de sustentabilidade desde a montagem até a desmontagem do espaço; no acolhimento e segurança a presença da campanha “Vista o Respeito” foi responsável pelas ações de prevenção e atendimento em situações de assédio, racismo, homofobia, violências e crises de ansiedade, com protocolos e escuta qualificada realizada por profissionais da saúde mental; e o engajamento social com a campanha “Abre Alas para o Bem”, que conectou a energia do Carnaval a um legado cultural permanente em Xerém. A partir desta Quarta-Feira de Cinzas, a mobilização entra em fase final: até quinra-feira, 17, qualquer pessoa pode contribuir utilizando os links oficiais publicados nas redes do ICDH e do Camarote Bar Brahma. As doações serão destinadas à implantação do anfiteatro, um espaço voltado à música, à formação e ao desenvolvimento comunitário em Xerém (RJ), terra do Zeca Pagodinho, eleito o Presidente da República do Pagodinho, dentro do Camarote Bar Brahma. Serviço: Como participar até quinta

Você sabe dizer o que é real na internet hoje? A IA dificulta essa resposta até para os mais jovens

Você já viu uma imagem ou assistiu a um vídeo e, só depois, ficou em dúvida se aquilo foi criado por uma pessoa ou por Inteligência Artificial? Essa sensação tem se tornado cada vez mais frequente e não é por acaso. O avanço das ferramentas de IA tornou o conteúdo digital mais realista e difícil de identificar. Hoje, fotos, áudios e até rostos podem ser produzidos artificialmente com poucos comandos. O que antes exigia conhecimento técnico agora está ao alcance de qualquer pessoa conectada à internet.  Essa incerteza aparece inclusive entre adolescentes, já familiarizados com o ambiente digital. Um estudo citado pela CNN Brasil, realizado com mais de mil jovens entre 13 e 18 anos, indica que 35% já foram enganados por conteúdos falsos; 28% relataram dúvidas ao interagir com pessoas ou chatbots; e 22% compartilharam informações que depois descobriram não serem verdadeiras. Os dados mostram que a alta exposição às telas não garante compreensão sobre o funcionamento das tecnologias e que o uso frequente não significa, necessariamente, capacidade crítica para interpretar o que se consome. Os alertas sobre os riscos costumam ganhar destaque em períodos eleitorais ou em debates sobre a disseminação de notícias falsas com motivações políticas. No entanto, o cenário atual das redes sociais revela um desafio ainda mais amplo. Conteúdos aparentemente banais também podem ser gerados por IA. Vídeos sobre comida, animais, fenômenos da natureza ou temas cotidianos muitas vezes são produzidos por algoritmos, e isso tem dificultado cada vez mais a distinção entre o que é autêntico e o que foi fabricado digitalmente. Para Marco Giroto, fundador da SuperGeeks, esse cenário evidencia um desafio urgente de letramento digital. “É preciso preparar jovens e adultos para entender não apenas o que a tecnologia faz, mas como e por que ela funciona. Isso envolve competências técnicas, éticas e críticas, como reconhecer vieses, identificar falhas em conteúdos gerados por IA e refletir sobre o papel dessas ferramentas na aprendizagem e no cotidiano”, afirma. Segundo o especialista, os sistemas de Inteligência Artificial operam a partir de dados, algoritmos e modelos treinados para reproduzir padrões humanos. “Quando alguém compreende lógica e programação, entende também que a IA não ‘pensa’ ou ‘cria’ como imaginamos. Ela replica padrões. Esse conhecimento estimula o questionamento, a análise e reduz a aceitação automática de informações”, completa. A construção de um ambiente digital mais confiável vai além das ações da indústria de tecnologia. Embora segurança e transparência sejam fundamentais, elas não substituem a formação crítica dos usuários. Nesse sentido, a educação tecnológica assume um papel central ao capacitar crianças e adolescentes a interpretar o funcionamento dos sistemas, reconhecer riscos e fazer escolhas mais conscientes. Esse processo exige a atuação conjunta de educadores, famílias, formuladores de políticas públicas e dos próprios jovens. “Ensinar tecnologia é garantir que as novas gerações saibam interpretar, questionar e se posicionar diante de um mundo cada vez mais mediado por sistemas inteligentes”, conclui Giroto. Saber diferenciar o que é real do que é sintético deixa de ser apenas uma habilidade técnica e passa a ser essencial para a preservação da credibilidade das redes e da informação. Preparar as novas gerações para esse desafio é fundamental para que a inovação continue sendo uma aliada, e não um fator de insegurança na cultura digital.

Hexa Security anuncia Jefferson Macedo como novo Diretor de Serviços de Segurança

A Hexa Security, empresa especializada em soluções de cibersegurança, anuncia a chegada de Jefferson Macedo como novo Diretor de Serviços de Segurança. O executivo é fundador da PurpleBird, empresa reconhecida pelo know-how operacional em cibersegurança, e assume a liderança da área com a missão de estruturar, escalar e aprimorar o portfólio de serviços, garantindo maior previsibilidade, velocidade de resposta e proximidade com os clientes.  Com uma trajetória consolidada na área de segurança da informação, Jefferson construiu sua carreira em empresas globais de referência como IBM, onde liderou o time X-Force Incident Response na América Latina, um dos grupos mais reconhecidos mundialmente em resposta a incidentes cibernéticos, além de passagens pela Capgemini e pela Kroll Associates. Ao longo dessa jornada, atuou diretamente na resposta e recuperação de incidentes cibernéticos, forense digital e em investigações corporativas de alta complexidade em diferentes segmentos.  “Vamos unir a capacidade de escala da Hexa Security ao know-how de campo que construí ao longo da minha carreira. O objetivo é transformar o discurso de segurança em entregas claras, com prazos definidos, métricas de resultado e resposta rápida e efetiva a incidentes”, afirma Jefferson Macedo. À frente da diretoria de serviços de cibersegurança para clientes, o executivo será responsável por desenhar e evoluir o portfólio de serviços, garantir a qualidade das entregas do início do projeto ao pós-venda, formar e desenvolver o time técnico e integrar parcerias tecnológicas, transformando essas alianças em valor concreto para os clientes. Entre as prioridades da área para 2026 estão a escalabilidade do atendimento de segurança 24×7, a simplificação da contratação e ativação dos serviços, o fortalecimento da prontidão e resposta a incidentes (com planos, simulações e suporte rápido) e a consolidação de práticas de governança e conformidade para clientes de setores regulados. No primeiro ano, Jefferson projeta ampliar os contratos de monitoramento e resposta a incidentes, estabelecer planos de prontidão em uma parcela relevante da base de clientes e reduzir o tempo médio de resolução de casos críticos, posicionando a Hexa Security como uma parceira estratégica e confiável em cibersegurança. “Mais velocidade, mais previsibilidade e mais proximidade com o cliente: é assim que vamos elevar o padrão de segurança e democratizar a cibersegurança nas empresas que atendemos”, conclui o executivo.

Marcas autênticas com propósito e presença humana vão liderar o mercado em 2026

Por Rico Araujo, CEO da PX/BRASIL* A tecnologia e os dados deixaram de ser diferenciais competitivos exclusivos. Atualmente, qualquer empresa com uma estrutura minimamente organizada consegue acessar automação, segmentação e alcance digital. Diante desse cenário, o verdadeiro diferencial para 2026 não estará apenas nas ferramentas, mas na forma como as marcas se posicionam, comunicam sua identidade e constroem conexões reais, autênticas e consistentes com as pessoas. Ao longo de 2025, tornou-se ainda mais evidente que os consumidores estão cada vez menos tolerantes a narrativas vazias e discursos bem elaborados, porém desconectados da prática. Em um ambiente marcado pela aceleração da transformação digital, o mercado passou a valorizar novamente atributos como confiança, transparência e coerência entre o que é comunicado e o que, de fato, é entregue. Essa tendência tende a se intensificar no próximo ano. De acordo com o relatório “Global Consumer Trends for 2026”, divulgado pela Euromonitor International, os consumidores estão cada vez mais atentos à autenticidade, à autoexpressão e à busca por marcas com as quais realmente se identifiquem, prezando por conforto e coisas mais simples num contexto global cada vez mais volátil, com 58% relatando níveis moderados a extremos de estresse todos os dias. O estudo aponta que a individualidade e os valores pessoais estarão no centro das decisões de consumo, exigindo que as empresas revisem seus posicionamentos e ofereçam propostas de valor claras, consistentes e alinhadas a esse novo perfil de escolha. Diante disso, a simples visibilidade já não é suficiente. Ter presença de marca exige significado, coerência e propósito, e as que adotam uma comunicação mais humana, próxima e honesta, e que demonstram preocupação genuína com os impactos sociais e ambientais de suas decisões, tendem a construir relações mais duradouras com seus públicos. Trata-se de um movimento estrutural, que se consolida como uma exigência concreta do mercado, e não como uma tendência passageira. Paralelamente, a tecnologia, especialmente a inteligência artificial, continua avançando em ritmo acelerado. No entanto, seu poder como diferencial diminui quando é aplicada de forma genérica, sem conexão com a cultura organizacional ou com uma estratégia bem definida. O que realmente se destaca, e deve ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, são as marcas que utilizam a tecnologia para potencializar seu propósito. A personalização, o uso inteligente de dados e as soluções baseadas em IA precisam estar a serviço da humanização, da empatia e da autenticidade da marca, e não apenas da conversão imediata. Para empresas e lideranças que buscam crescimento sustentável no cenário atual, o ponto de partida é um posicionamento claro e bem definido. Isso envolve compreender quem a marca é, quais valores defende e como deseja ser percebida. Esse processo vai muito além de mudanças visuais, como logotipo ou identidade gráfica, e exige um compromisso estratégico consistente, capaz de conectar a marca ao mercado e às pessoas de forma genuína. Marcas fortes não são aquelas que falam mais alto, mas as que comunicam com verdade. São marcas que respeitam seu público, sustentam valores coerentes e adotam práticas que reforçam suas promessas. Quando essa coerência existe, a marca se consolida como uma plataforma de confiança, e não apenas como um canal de vendas. Para 2026, o cenário aponta para um destaque em que as marcas que conseguirão unir tecnologia, propósito e experiência humana terão mais espaço, credibilidade e resultados. Em um cenário saturado de mensagens e ofertas, destacam-se aquelas que têm clareza sobre sua identidade, seus objetivos e o propósito que orienta suas ações. *Especialista no desenvolvimento de projetos que integram marketing e inovação estratégica para transformar marcas em negócios altamente competitivos, Rico Araujo é CEO da PX/Brasil, agência especializada em marketing estratégico, posicionamento competitivo e geração de negócios, e conselheiro de Inovação.

Clareza, volume e feedback são a chave para avaliar se a IA está pronta para automatizar

Por Fabio Seixas, CEO da Softo* A adoção de soluções de inteligência artificial deixou de ser uma discussão futurista e passou a integrar a agenda estratégica de empresas de todos os portes. Diante disso, a antiga pergunta “será que dá para automatizar isso com IA?” perdeu relevância. A questão realmente importante hoje é outra: como saber se um processo está maduro o suficiente para ser automatizado? A resposta está menos na tecnologia e mais na qualidade estrutural do próprio processo. Muitas iniciativas de automação falham justamente porque começam pelo lugar errado. Em vez de analisar o fluxo de trabalho, organizações frequentemente se concentram na ferramenta, criando expectativas irreais e sistemas frágeis. Automatizar algo que não está claro, bem definido ou estável tende a gerar acúmulo de erros, inconsistências e retrabalho e a base para qualquer automação inteligente começa por três critérios simples e objetivos: clareza, volume e feedback. O primeiro e mais determinante deles é a clareza, já que um processo só pode ser automatizado se for previsível. Quando o fluxo depende de interpretações subjetivas, exceções constantes ou dados pouco estruturados, a tecnologia encontra dificuldade para operar com precisão. Já processos bem definidos, documentados e padronizados permitem que a IA funcione com consistência e gere resultados confiáveis. Organizar o fluxo antes de automatizar é o que garante estabilidade desde o início. Volume é o segundo critério essencial, onde a IA aprende por repetição, que quanto mais recorrente for a tarefa, maior será o retorno sobre o investimento. Automatizar um processo que acontece poucas vezes por mês raramente compensa. Em contrapartida, fluxos frequentes, como atendimento ao cliente, análise de documentos, triagens, conciliações e rotinas financeiras, produzem ganhos rápidos, escaláveis e sustentáveis. A repetição é o que transforma automação em vantagem operacional. Para que uma automação alcance maturidade, o terceiro pilar, que é o feedback, funciona como um elemento crucial de transformação. Sem mecanismos que permitam identificar erros, registrar acertos e ajustar o comportamento do sistema, o agente inteligente estagna e repete falhas. Com feedback estruturado, a IA evolui continuamente, melhora sua tomada de decisão e acompanha as mudanças naturais do negócio. É esse ciclo de aprendizado que garante longevidade e confiabilidade. Segundo pesquisa da McKinsey, 78% das empresas entrevistadas usam IA em pelo menos uma função empresarial, um aumento significativo em relação aos 55% registrados em 2023, mostrando que a tecnologia deixou de ser experimental e passou a integrar processos estratégicos. Ao mesmo tempo, um estudo do Adecco Group em colaboração com a Oxford Economics, 41% dos empregadores no mundo planejam reduzir a força de trabalho nos próximos cinco anos devido à automação por IA, evidenciando que a transformação tecnológica exige preparação e reestruturação de processos e pessoas. Esses três critérios, clareza, volume e feedback, podem ser aplicados em qualquer área que opere com fluxos lógicos e padronizáveis, como departamentos de vendas, atendimento, jurídico, financeiro, RH e backoffice, responsáveis por compartilhar características que tornam seus processos especialmente adequados para automação, desde que estejam bem estruturados. A lógica é universal, em que antes de introduzir tecnologia, é preciso garantir que o processo seja saudável o suficiente para recebê-la. No fim, a pergunta “a IA está pronta?” deixa de fazer sentido. Em grande parte dos casos, quem precisa estar pronto é o processo. Não se trata de buscar uma ferramenta milagrosa, mas de construir fundamentos que permitam que a tecnologia aprenda, melhore e escale. Quando a avaliação é feita a partir dos critérios certos, a IA deixa de ser uma promessa distante e passa a ser uma aliada operacional capaz de elevar eficiência, reduzir desperdícios e acelerar resultados em múltiplas frentes do negócio. *Com mais de 30 anos de experiência em tecnologia e negócios digitais, Fabio Seixas é empreendedor, mentor e especialista em desenvolvimento de software. Fundador e CEO da Softo, uma empresa de soluções de IA e software customizado, Fabio já criou e dirigiu oito empresas da economia digital. Sua trajetória inclui expertise em software, inteligência artificial, infraestrutura em nuvem, produtos digitais e web3. 

Dólar em queda: avanço permanente ou apenas um respiro para a economia brasileira?

Por André Charone A recente trajetória de queda do dólar frente ao real reacendeu uma velha discussão entre economistas, empresários e investidores: estamos diante de uma mudança estrutural ou apenas de mais um movimento cíclico do mercado global? Embora oscilações cambiais façam parte da dinâmica natural das economias abertas, o atual recuo da moeda americana revela uma combinação relevante de fatores e, mais importante, traz implicações estratégicas para empresas brasileiras. No cenário internacional, o principal vetor tem sido a revisão das expectativas em torno da política monetária dos Estados Unidos. Com sinais de desaceleração econômica e inflação mais comportada, o mercado passou a trabalhar com a possibilidade de flexibilização dos juros. Quando isso acontece, o capital global tende a buscar destinos com maior potencial de retorno. E o Brasil, tradicional beneficiário desse tipo de rotação, volta ao radar. O diferencial de juros ainda elevado, somado ao tamanho do mercado interno e à liquidez dos ativos financeiros, cria uma equação atraente para investidores estrangeiros. O resultado é conhecido: entrada de dólares, valorização do real e alívio temporário sobre pressões inflacionárias. Mas interpretar esse movimento como uma demonstração inequívoca de confiança seria um erro estratégico. Para André Charone, contador, professor universitário e mestre em Negócios Internacionais, o comportamento do câmbio deve ser lido com maturidade analítica especialmente por líderes empresariais. “O câmbio é menos um retrato da economia e mais um termômetro das expectativas globais. Parte relevante dessa queda está associada à realocação de capital internacional. Isso melhora o ambiente financeiro no curto prazo, mas não elimina os desafios estruturais do país”, afirma. Na prática, o dólar mais baixo produz efeitos assimétricos entre os setores. Empresas dependentes de importações ganham margem, reduzem custos e ampliam sua previsibilidade operacional. Já os exportadores enfrentam compressão de receitas e, em alguns casos, perda de competitividade. Esse tipo de deslocamento exige respostas rápidas, e estratégicas. “Negócios expostos ao câmbio não deveriam tentar prever o dólar, mas se preparar para ele. Estruturas de hedge, diversificação de fornecedores e planejamento financeiro sofisticado deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos de sobrevivência”, explica Charone. Outro ponto crucial é evitar o erro recorrente de transformar movimentos conjunturais em premissas permanentes. O histórico recente mostra que reversões cambiais podem ser abruptas, principalmente quando motivadas por mudanças na percepção de risco global. Em um ambiente de elevada mobilidade de capitais, moedas emergentes funcionam quase como ativos financeiros, sensíveis ao humor dos mercados e menos ancoradas em transformações estruturais de longo prazo. Isso não significa que a queda do dólar seja irrelevante. Pelo contrário: ela cria uma janela de oportunidade. Empresas com visão estratégica podem aproveitar o momento para antecipar importações, renegociar contratos internacionais, revisar estruturas de custo e até acelerar projetos de modernização dependentes de tecnologia estrangeira. O erro seria confundir oportunidade com estabilidade. “O empresário que interpreta o dólar mais baixo como uma nova normalidade corre um risco desnecessário. O câmbio é, por natureza, volátil, e continuará sendo enquanto o mundo operar sob ciclos financeiros cada vez mais rápidos”, diz Charone. No fundo, o movimento recente reforça uma das principais lições da economia contemporânea: competitividade não pode depender da taxa de câmbio. Países e empresas resilientes são aqueles capazes de prosperar tanto com o dólar alto quanto com ele mais baixo. A pergunta, portanto, não é apenas por que o dólar caiu, mas quem está preparado para transformar esse movimento em vantagem estratégica antes que o ciclo vire novamente. Sobre André Charone André Charone é contador, professor universitário, Mestre em Negócios Internacionais pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e certificação internacional pela Universidade de Harvard (Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA).  É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo Ensino, autor de livros e centenas de artigos na área contábil, empresarial e educacional.  Seu mais recente trabalho é o livro “Empresário Sem Fronteiras: Importação e Exportação para pequenas empresas na prática”, em que apresenta um guia realista para transformar negócios locais em marcas globais. A obra traz passo a passo estratégias de importação, exportação, precificação para mercados externos, regimes tributários corretos, além de dicas práticas de negociação e prevenção contra armadilhas no comércio internacional.  Disponível em versão física: https://loja.uiclap.com/titulo/ua111005/  e digital: https://play.google.com/store/books/details?id=nAB5EQAAQBAJ&pli=1   Instagram: @andrecharone   Imagem André: Divulgação / Consultório da Fama

Estudo da Korn Ferry mostra que 83% dos gestores compartilham notas de desempenho com colaboradores; maioria adota PDI

A consultoria global de gestão organizacional, Korn Ferry, divulga anualmente o estudo Tendências de RH, que analisa a maturidade das práticas de recursos humanos no Brasil e em outros países. O levantamento reúne dados sobre temas como atração e retenção de talentos, sucessão, modelos de trabalho, cultura organizacional, inteligência artificial e gestão de desempenho, oferecendo subsídios para decisões estratégicas das lideranças empresariais. Entre os principais achados da edição mais recente, o estudo revela que 83% dos gestores compartilham as notas de desempenho com seus colaboradores durante os processos de avaliação. Após esse diagnóstico, 80% das lideranças afirmam estruturar Planos de Desenvolvimento Individual (PDI) como um dos instrumentos utilizados para conectar avaliação e desenvolvimento. Os dados também revelam que a governança dos processos de avaliação permanece fortemente centralizada na área de Recursos Humanos. Em 82% das empresas, é o RH quem define quais pessoas participam das avaliações, percentual significativamente superior ao papel atribuído aos gestores diretos (35%) e aos próprios colaboradores (16%). Quando analisado quem efetivamente responde às avaliações, a participação é maior entre líderes (99%), seguida pela autoavaliação dos colaboradores (88%) e pela avaliação de subordinados (46%). Veja abaixo os dados completos: O estudo também reforça a relação entre desempenho, remuneração e progressão de carreira. Para 43% das empresas, os resultados das avaliações estão diretamente vinculados a decisões de remuneração e promoção. Outros 44% afirmam que essa relação ocorre de forma parcial, enquanto apenas 13% dizem não estabelecer qualquer vínculo entre desempenho e recompensas. Etapas e periodicidade As etapas mais recorrentes nos processos de gestão de desempenho incluem avaliações formais e feedback entre gestor e colaborador (95%), calibração de resultados (75%), apuração dos resultados (69%) e acordo de metas (63%). A pesquisa indica ainda que a gestão de desempenho já é uma prática institucionalizada na maioria das organizações: 89% afirmam possuir um programa formal estruturado, com maior cobertura entre a média liderança (97%) e a alta liderança (89%). Para o Sr. Principal da Prática de Estratégia Organizacional na Korn Ferry, Breno Rossi, a existência de um programa formal, incluindo instrumentos como o PDI, por si só, não garante efetividade. “Gestão de desempenho é uma alavanca estratégica quando conecta expectativa, desenvolvimento e decisão. Isso exige clareza sobre critérios, consistência na aplicação e líderes preparados para usar instrumentos como a avaliação e o PDI para direcionar performance, e não apenas como ritos formais”, afirma. Segundo o consultor, esse processo precisa fazer parte da dinâmica contínua de gestão. “Quando a avaliação acontece apenas de forma pontual, ela perde poder de direcionamento. O valor está na cadência, no acompanhamento frequente e na capacidade de ajustar comportamentos e prioridades ao longo do tempo”, completa. Em relação à periodicidade, a avaliação anual ainda predomina (69%). Modelos baseados em feedback contínuo seguem pouco representativos (6%), assim como avaliações 360 graus (15%) e metodologias baseadas em OKRs (2%). Veja abaixo os dados completos: ESG & DE&I O estudo também analisou como indicadores de ESG (Ambiental, Social e Governança) e DE&I (Diversidade, Equidade e Inclusão) estão incorporados aos sistemas de gestão de desempenho. Os dados mostram que essa integração ainda é limitada, especialmente nos níveis operacionais. Atualmente, apenas 36% das empresas afirmam incluir indicadores ESG nos acordos de metas da alta liderança. Esse percentual cai para 31% na média liderança e para 26% entre os demais profissionais. O mesmo padrão se repete em relação às metas de DE&I: 21% na alta liderança, 18% na média gestão e 13% nos demais níveis. De acordo com Breno Rossi, da Korn Ferry, um dos principais entraves à eficácia da gestão de desempenho está no desalinhamento entre metas, cultura e maturidade da liderança. “A falta de clareza nas metas locais, somada a estilos de liderança pouco preparados para dar feedback e lidar com vieses, compromete a qualidade do processo e a credibilidade da avaliação”, afirma. Ele acrescenta que desafios estruturais também pesam sobre os resultados. “Há uma tensão constante entre padronização e flexibilidade, especialmente em organizações com operações regionais diversas. Sem governança clara, indicadores consistentes e ferramentas adequadas, a gestão de desempenho perde coerência e deixa de apoiar a execução da estratégia”, conclui.

O curso que o esporte precisava — e ninguém fez antes*

Por Luiz Alexandre Castanha Quando a Fatec de Esportes trouxe a ideia de criar um curso sobre sustentabilidade aplicada ao esporte, o desafio era claro: transformar um tema abrangente e em constante evolução em uma experiência pedagógica que realmente dialogasse com jovens profissionais — muitos deles em início de carreira, outros já inseridos no setor esportivo. Foi dessa necessidade que surgiu “Introdução à Sustentabilidade no Esporte”, lançado em dezembro para alunos da Fatec e da Etec de Esportes de São Paulo.  Por trás de suas mais de 45 horas de conteúdo, existe um processo que começou ainda em 2023, a partir de uma conversa entre professores da Fatec e um profissional de marketing esportivo. Esse movimento inicial ajudou a consolidar a visão de que o esporte é um campo fértil para práticas de ESG — e que faltavam, no Brasil e na América Latina, formações introdutórias capazes de traduzir esse universo de maneira estruturada, prática e acessível para estudantes.  Do conceito à prática: como se constrói uma trilha de aprendizagem inédita Para uma formação que seria inédita na América Latina, não bastava organizar conteúdos: era necessário desenhar um percurso capaz de aproximar estudantes do que acontece no esporte quando sustentabilidade deixa de ser discurso e passa a orientar decisões, investimentos e modelos de gestão.  O ponto de partida foi entender quem são os alunos: muitos vivenciam o esporte na prática; outros estão em sua primeira experiência formativa. Isso exigiu uma trilha acessível, mas sem simplificar demais um tema complexo e multidisciplinar.  Com isso, foram desenvolvidos storyboards, roteiros e modelos de interação que estimulassem a participação ativa dos estudantes. O uso de vídeos, quizzes, fóruns, objetos interativos e materiais digitais complementares — como infográficos e microlearnings — trouxe dinamismo sem perder profundidade, sempre conectando teoria, contexto global e aplicação real.  Curadoria: conectar o esporte global ao cotidiano dos estudantes Uma das etapas mais exigentes foi a curadoria de conteúdos e referências que aproximassem os alunos da realidade do setor. A diversidade de depoimentos, experiências e casos práticos incluídos no curso foi pensada para mostrar como ESG se manifesta em temas como integridade esportiva, infraestrutura, governança, diversidade e impacto social.  As videoaulas contam com participações de referências globais do esporte, como o medalhista paralímpico Yohansson Nascimento e a jovem líder do Comitê Olímpico Internacional Laher Gala, além de exemplos de entidades esportivas, empresas e organizações como WSL, YouTube, Hang Loose e Invest Favela. Mais do que enriquecer as aulas, essas vozes ajudam a traduzir o que significa aplicar sustentabilidade em clubes, arenas, projetos de base, eventos e organizações esportivas — conectando o global ao local e evidenciando a pluralidade de caminhos possíveis para quem atua ou pretende atuar no setor.  Tecnologia educacional como meio — não como protagonista Embora o curso conte com dezenas de recursos digitais, objetos interativos e atividades integradas à plataforma, a tecnologia não foi tratada como protagonista. Cada recurso só foi empregado quando contribuía para gerar compreensão, reflexão ou aplicação prática. Essa abordagem exigiu testes, ajustes e revisões constantes, garantindo que alunos da Fatec e da Etec pudessem navegar pelo material com fluidez — independentemente de familiaridade prévia com ambientes digitais de aprendizagem.  Sustentabilidade aplicada ao esporte: do ensino à vivência Para reforçar a conexão entre teoria e prática, o curso terminou com uma visita técnica ao Allianz Parque, onde os estudantes tiveram a oportunidade de observar iniciativas sustentáveis implementadas em uma das arenas mais modernas do país. Além disso, os alunos também participaram de uma vivência em um grande evento esportivo, ampliando sua percepção sobre como práticas sustentáveis se integram ao dia a dia do setor.  Essa experiência evidenciou que sustentabilidade no esporte não é um ideal distante — mas uma realidade operacional e estratégica, moldada por decisões concretas.  Formar para transformar Entre todos os aprendizados desse processo, um se destaca: temas complexos ganham outra dimensão quando apresentados de maneira prática, dialogada e conectada ao cotidiano dos alunos. A construção da trilha evidenciou que sustentabilidade no esporte vai muito além de práticas ambientais. Envolve ética, governança, inclusão, legado social — e a capacidade de formar profissionais preparados para atuar nesses diferentes eixos.  A criação de “Introdução à Sustentabilidade no Esporte” marca um passo importante na expansão de iniciativas educacionais que aproximam esporte, propósito e impacto social. E, ao mesmo tempo, mostra como projetos desenvolvidos com método, curadoria rigorosa e foco pedagógico conseguem transformar temas urgentes em conhecimento acessível, crítico e aplicável.  *Luiz Alexandre Castanha, administrador de empresas com especialização em gestão de conhecimento e storytelling aplicado à educação, coautor do livro “Olhares para os Sistemas” e é CEO da NextGen Learning. Mais informações no site.

Como Empreender na Educação: Desafios e Oportunidades

Por Leonardo Chucrute é Gestor em Educação e CEO do Zerohum O mundo vive um momento de grandes transformações. Com o setor educacional não está sendo diferente. Empreender na educação nunca foi tão necessário nem tão desafiador. A demanda por inovação, acessibilidade e resultados práticos abre portas para quem deseja impactar vidas e gerar valor real. Para empreender nesse setor é de grande importância compreender o atual cenário educacional em nosso país. A escola ainda se parece com a de 50 anos atrás, mas os alunos, os professores, assim como o aprendizado mudou. Hoje, eles são mais conectados, exigentes e esperam experiências de aprendizado mais dinâmicas, personalizadas e com uma metodologia ativa. Nesse cenário, a tecnologia é uma grande aliada, mas não substitui o papel humano na educação. Empreender é resolver dores. Pode ser através de reforço escolar, metodologias ativas, plataformas digitais, capacitação de professores ou desenvolvimento socioemocional. O foco deve estar em como melhorar o aprendizado e facilitar a jornada do estudante. É fundamental saber identificar o problema e oferecer uma solução. Há muitos desafios ligados à estrutura, resistência e investimento. Um dos principais obstáculos é a resistência à mudança. Muitos profissionais ainda têm receio de adotar novas metodologias ou tecnologias. Além disso, há limitações financeiras, tanto para escolas quanto para famílias. O empreendedor precisa ser criativo, flexível e demonstrar resultados claros. É importante também se mostrar parceiro e realmente preocupado com aquela família. É necessário ver oportunidades com a tecnologia e utilizá-la como aliada. A Inteligência Artificial tem papel fundamental nesse setor. Ferramentas como o ChatGPT podem ajudar no planejamento de aulas, na personalização do conteúdo e no atendimento às necessidades individuais de cada aluno. Além disso, soluções como Power BI permitem uma gestão mais inteligente e baseada em dados. Isso tudo vai otimizar processos e ajudar na economia de tempo. Não se esqueça de que a educação está ligada ao relacionamento e ao propósito. Mais do que vender, empreender na educação é sobre transformar vidas. Isso exige empatia, escuta ativa e um propósito claro. Um bom líder educacional inspira, desenvolve talentos e constrói confiança com sua equipe, alunos e pais. Uma boa liderança é o diferencial. Negócios educacionais bem-sucedidos têm à frente líderes que sabem ouvir, delegar, motivar e tomar decisões com base em dados e valores. Inspirar pelo exemplo é o caminho mais seguro para formar equipes engajadas e comprometidas com o impacto gerado. E isso influencia diretamente na experiência de pais e alunos. Minha dica final é seja produtivo e estratégico. Saiba diferenciar o urgente do importante, elimine distrações e mantenha seu foco em atividades estratégicas. Tenha metas claras e alinhe expectativas com parceiros, alunos, pais e equipe. Empreender na educação é plantar sementes que geram frutos duradouros. Exige visão, coragem e, acima de tudo, a certeza de que transformar a vida de uma pessoa é o maior retorno possível. (*) Leonardo Chucrute CEO do Zerohum, mentor de empresários, palestrante e autor de livros didáticos.

Torre Beats transforma o Carnaval de Salvador em passarela de identidade e inovação

No Carnaval de Salvador, a fantasia deixou de ser apenas adereço para virar identidade. No circuito Barra-Ondina, cada look conta uma história — e, em 2026, a torre Beats transformou essa expressão em manifesto estético com a sua já icônica estrutura no circuito. A torre Beats virou ponto de encontro para quem entende o Carnaval como performance. Em meio a luzes, música e muita irreverência, o espaço se consolidou como vitrine da criatividade que toma conta da avenida. Ali, a fantasia é linguagem. A publicitária Marina Daltro, 27 anos, escolheu um look futurista com recortes metalizados e óculos esculturais. “Eu não venho só para curtir. Eu venho para performar. A fantasia é meu jeito de ocupar o espaço, de experimentar quem eu posso ser”, conta. Já o estudante de moda Caio Lisboa apostou em um figurino feito de fitas neon e aplicações artesanais. “Carnaval é laboratório. Aqui eu testo tendência, misturo referências e celebro diversidade. A torre Beats é esse lugar do experimental, do diferente, do que ainda está nascendo”, diz. Mais do que estética, os looks revelam narrativas de pertencimento, liberdade e inovação. A moda que desfila no circuito dialoga com gênero fluido, sustentabilidade, cultura pop e brasilidade — e encontra eco em marcas que se posicionam ao lado do novo. Na torre Beats, o Carnaval ganha altura — e significado. Crédito da Imagem: Matheus Lopes – 71 Filmes

3 tendências para o setor de  Marketing de Afiliados em 2026

Com a chegada de 2026, o marketing de afiliados se consolida como um dos canais mais estratégicos e resilientes do marketing digital. A relevância do modelo cresceu ainda mais após projeções recentes da ABComm indicarem que o comércio eletrônico deve superar R$224 bilhões em faturamento em 2025. Em um ambiente de rápidas transformações, marcado pela ascensão da inteligência artificial e pela busca crescente por autenticidade, o setor se prepara para um novo ciclo de inovação, eficiência e relações mais transparentes entre marcas, publishers e consumidores. Diante do cenário atual, Bruna Nobre, Diretora de Publisher Partnerships da Rakuten Advertising, rede líder global em marketing de afiliados e performance, reúne 3 tendências da área que as marcas devem se atentar em 2026.  Entre elas: 1. IA estratégica como motor de inovação A inteligência artificial continua sendo o pilar mais discutido. Ela deixa de atuar apenas na automação e passa a ocupar um papel central na criação de campanhas mais inteligentes, eficientes e humanas. A tecnologia se torna um copiloto para profissionais de marketing, permitindo análises mais profundas, segmentação precisa e decisões sustentadas por dados. “A IA amplia o olhar humano e libera tempo para que os profissionais façam o que nenhuma máquina entrega: estratégia, criatividade e propósito. Esse equilíbrio é o que vai definir o novo patamar do marketing de afiliados em 2026”, afirma a especialista. 2. Personalização como padrão competitivo A personalização deixa de ser diferencial e passa a ser exigência do consumidor digital. Em 2026, marcas e publishers precisarão oferecer experiências mais contextualizadas, recomendações inteligentes e jornadas de compra fluidas, integrando dados de múltiplos canais para atender expectativas cada vez maiores. “O consumidor já não aceita comunicações genéricas. Ele quer relevância, contexto e experiências que façam sentido para sua rotina. A personalização é o que diferencia marcas competitivas de marcas esquecidas”, destaca a executiva. 3. Transparência como base do ecossistema Com o ecossistema cada vez mais complexo, a transparência se torna pilar fundamental para a confiança entre marcas, afiliados e consumidores. Tecnologias de rastreamento mais robustas, combate a fraudes e modelos de mensuração claros serão indispensáveis para garantir integridade e equilíbrio nas relações. “Construir um ambiente transparente é essencial para que todos ganhem: anunciantes, publishers e consumidores. Investir em métricas confiáveis e em processos claros é o que sustenta parcerias duradouras e eficientes”, reforça Bruna Nobre. O marketing de afiliados caminha para um futuro em que tecnologia e criatividade andam lado a lado, possibilitando experiências mais ricas, seguras e autênticas. Em um ambiente orientado por dados, mas impulsionado por propósito, a verdadeira inovação está em como aproveitamos esses recursos para criar conexões reais, entregar valor e transformar informações em decisões humanas e estratégicas. À medida que o setor entra em 2026, esse equilíbrio será fundamental para fortalecer relações, impulsionar resultados e conduzir o ecossistema a um novo patamar de maturidade e relevância.

De experimentação à autonomia: 7 tendências de IA que vão definir 2026

Após dois anos de experimentação, 2026 marca o momento em que a inteligência artificial deixa de ser laboratório e passa a ser operação. Se 2025 foi um período de testes e aprendizado, o novo ciclo consolida a IA como tecnologia de execução, capaz de assumir tarefas complexas de forma autônoma e inaugurar a era dos agentes autônomos. “A discussão sobre IA mudou de patamar. Não se trata mais de gerar textos ou imagens, mas de sistemas capazes de agir no mundo real”, afirma Fernando Wolff, CEO da Tech for Humans, consultoria especializada na implementação de agentes de IA em processos críticos de negócios, transformando desafios técnicos em experiências humanas e personalizadas. “Estamos falando de tecnologias que percebem o ambiente, tomam decisões e executam processos com mínima intervenção humana. O avanço é corroborado por um relatório recente da Deloitte, que aponta o fim das mudanças tecnológicas incrementais. Segundo o estudo, a inteligência artificial se consolida como um vetor central de transformação estrutural nos negócios, no trabalho e na sociedade. Diante desse cenário, Wolff destaca sete tendências que devem orientar a evolução da IA ao longo de 2026. 1. Ascensão da IA agêntica A principal virada está na transição da IA generativa, voltada à criação de conteúdo,  para a IA agêntica, capaz de planejar, decidir e executar ações. Em vez de responder a comandos pontuais, os agentes passam a atuar de ponta a ponta em processos inteiros. “O desafio não é automatizar tarefas isoladas, mas redesenhar fluxos de trabalho para uma lógica híbrida,  na qual humanos e agentes operam juntos”, explica Wolff. 2. IA física e robôs autônomos A inteligência artificial também ganha presença no mundo físico. Robôs deixam ambientes controlados e passam a atuar em contextos reais, dinâmicos e imprevisíveis, apoiados por sistemas que integram visão, linguagem e ação. “O interesse por robôs humanoides é pragmático. O mundo foi projetado para humanos, e adaptar máquinas a essa lógica é mais eficiente do que transformar toda a infraestrutura existente”, afirma o executivo. 3. Edge AI: inteligência fora da nuvem  Outra tendência é o avanço da Edge AI, que leva o processamento de dados para o próprio dispositivo. O modelo reduz latência, custos operacionais, dependência de conectividade e riscos à privacidade. “Em aplicações críticas, a decisão precisa acontecer no local. Esperar a resposta da nuvem simplesmente não é viável”, diz Wolff. 4. O fim do ‘faça você mesmo’ em IA  Com a maturidade do mercado, empresas passam a reconhecer a complexidade de desenvolver, orquestrar e governar sistemas de IA internamente. A tendência é abandonar o modelo artesanal e buscar execução especializada. “Entender a tecnologia não significa que a empresa precise se tornar uma desenvolvedora de IA. O foco passa a ser o impacto no negócio, não a infraestrutura”, analisa. 5. Segurança, Shadow AI e defesa ativa  O uso não autorizado de ferramentas de IA por funcionários — conhecido como Shadow AI — e a adoção da tecnologia por agentes mal-intencionados ampliam os riscos. Como resposta, cresce o uso de defesa ativa, com sistemas de IA testando continuamente as próprias vulnerabilidades das organizações. “O objetivo não é bloquear a inovação, mas estabelecer governança, visibilidade e limites claros”, destaca Wolff. 6. IA como amplificadora do trabalho humano  A ideia de substituição perde espaço para a colaboração. A IA assume tarefas operacionais e analíticas, enquanto profissionais se concentram em estratégia, criatividade e tomada de decisão. “O futuro não é humano contra máquina, mas humanos ampliados pela máquina”, resume o CEO. 7. IA e computação quântica na ciência A combinação entre IA e computação quântica promete acelerar descobertas científicas em áreas como novos medicamentos, materiais avançados e energia. A tecnologia passa a atuar como parceira ativa em pesquisa e desenvolvimento. “A IA deixa o ambiente corporativo e entra definitivamente no laboratório, mudando a velocidade da inovação científica”, afirma Wolff. Para 2026, o consenso é claro: o tempo entre inovação e adoção está cada vez menor. Empresas que aguardarem estabilidade total para agir podem encontrar um mercado já operando em outro ritmo. “A questão central deixou de ser o que a IA é capaz de fazer. O verdadeiro desafio agora é decidir quando e como permitir que ela opere ao lado dos humanos”, conclui.

Bossa Invest: R$ 31 milhões aceleram seleção das startups mais promissoras de 2026

O mercado de inovação fecha 2025 em um ponto de inflexão raro, marcado por estabilização dos valuations, reabertura gradual dos pipelines de M&A e maior seletividade na alocação de capital. O volume investido em startups no Brasil deve encerrar o ano próximo de US$ 2,3 bilhões, com leve alta em relação a 2024, impulsionado principalmente pelos estágios seed e série A, que cresceram mais de 18% no acumulado anual. O número de rodadas mega early-stage também aumentou, refletindo o movimento de fundos que anteciparam teses para capturar oportunidades em saúde digital, inteligência artificial e fintechs regulatórias. O país registra cerca de 12 mil startups ativas, com Sudeste concentrando mais de 60% das operações, enquanto Nordeste e Centro-Oeste apresentam crescimento acima de 25% em novos hubs. No mercado corporativo, 2025 soma mais de 1.550 fusões e aquisições, puxadas por empresas de tecnologia, varejo digital e agronegócio que expandiram compras estratégicas para acelerar inovação interna. A fotografia é clara: o ciclo pós-ajuste criou um ambiente mais técnico, competitivo e orientado a eficiência.  Nesse novo cenário, o papel das gestoras de venture capital ganha ainda mais peso, sobretudo aquelas com presença multissetorial e capacidade de analisar centenas de negócios por mês. A Bossa Invest acompanha esse movimento, com R$ 31 milhões nas startups investidas em 2025 e 11 exits realizados no acumulado da sua trajetória. A triagem rigorosa, combinada com análise de métricas de tração, governança e capacidade de escalar, torna-se um filtro essencial para conectar empreendedores de alto potencial ao capital certo no momento certo. “O mercado brasileiro deixou de premiar velocidade sem fundamento. Hoje, as startups que prosperam são as que mostram disciplina, clareza de modelo e capacidade real de gerar impacto. Investir não é apenas aportar recursos, é entender o timing, direcionar estratégia e construir pontes entre quem cria soluções transformadoras e quem está preparado para sustentá-las no longo prazo. A nova economia exige consistência, visão e responsabilidade na escolha dos negócios que apontam para o futuro”, afirma Paulo Tomazela, CEO da Bossa Invest.  Em 2025, o apetite por inovação migrou do discurso para a execução. Investidores passaram a buscar startups capazes de provar, em poucos meses, que conseguem transformar tecnologia em receita recorrente. A triagem ficou mais exigente: soluções que reduzem custos imediatos, ampliam produtividade ou automatizam processos críticos passaram a liderar as negociações. Setores como energia descentralizada, cibersegurança, IA generativa aplicada ao varejo, infraestrutura de dados e biotecnologia atraíram capital novo ao registrarem tração real em vendas e contratos corporativos. Ao mesmo tempo, o mercado global de liquidez voltou a se mover, com fundos estratégicos retomando conversas de aquisição e compradores industriais reabrindo mandatos suspensos desde 2022. O resultado é um ambiente em que cresce o valor das gestoras capazes de profissionalizar governança, acelerar métricas e posicionar startups para conversas internacionais que combinam escala, tecnologia e integração rápida.  O início de 2026 deve manter a lógica de seletividade elevada e foco em negócios que combinem impacto, escalabilidade e eficiência operacional. A leitura é compartilhada por gestoras que miram ciclos longos e priorizam empresas com maturidade para navegar por ambientes voláteis. Para a Bossa Invest, o objetivo é reforçar a capacidade de curadoria e impulsionar trajetórias que já demonstram consistência. “O futuro do venture capital não está no volume, mas na profundidade. É escolher empresas que entregam propósito e execução, que entendem dados, que conhecem seu cliente e que conseguem transformar uma boa tese em um negócio que atravessa décadas. O capital de risco precisa ser mais do que capital; precisa ser ponte, inteligência e responsabilidade. Estamos entrando em um ciclo em que impacto e eficiência serão determinantes para definir quem vai liderar a próxima geração de negócios no Brasil”, conclui Tomazela.

Videomonitoramento com IA redefine a segurança em hospitais e centros de saúde

Por Luis Ceciliato, Gerente Nacional de Vendas para o Brasil da Axis Communications Os centros de atendimento à saúde se tornaram espaços especialmente sensíveis, onde a segurança é tão importante quanto o atendimento médico. Hospitais e clínicas recebem milhares de pessoas diariamente, o que aumenta os riscos e obriga a reforçar os controles. Nesse contexto, o videomonitoramento com inteligência artificial se consolida como uma aliada fundamental para proteger pacientes, funcionários e visitantes. Longe de ser uma solução genérica, a segurança hospitalar exige respostas específicas. Desde o controle de acessos até a gestão de emergências, cada situação apresenta desafios distintos. Por isso, as tecnologias desenvolvidas atualmente permitem adaptar os sistemas de segurança inteligente em saúde às necessidades reais de cada instituição. Uma das aplicações mais visíveis é o reconhecimento facial, que facilita a identificação de pessoas autorizadas e a detecção de indivíduos de interesse dentro das instalações. A isso se soma a detecção de armas visíveis por meio de IA, uma ferramenta que reforça os controles tradicionais e permite agir com maior rapidez diante de possíveis ameaças, tanto dentro quanto fora do hospital. A inteligência artificial também “ouve”. Os sistemas de monitoramento acústico são capazes de detectar gritos, comportamentos agressivos ou sons de alerta e, quando combinados com a análise de vídeo, melhoram a capacidade de resposta a incidentes. Além disso, essas soluções apoiam a assistência clínica ao identificar sinais de socorro ou situações que requerem intervenção imediata da equipe médica. Por fim, a IA desempenha um papel decisivo na prevenção de quedas e no controle de vagabundagem. Os sistemas podem alertar quando um paciente sai da cama, permanece fora dela por muito tempo ou sofre uma queda, reduzindo riscos e tempos de resposta. Assim, o videomonitoramento inteligente em hospitais não apenas reforça a segurança, mas também contribui para um atendimento mais eficiente, humano e seguro.

Entre o core e a nuvem: Como bancos e seguradoras estão redesenhando seu futuro digital

Por Alessandro Buonopane* A modernização de sistemas legados complexos tornou-se um dos maiores desafios estratégicos para bancos e seguradoras na América Latina. Em um setor onde estabilidade, segurança e conformidade regulatória são inegociáveis, o core tecnológico – muitas vezes baseado em mainframes com décadas de operação – sustenta operações críticas que movimentam bilhões de transações diariamente. Ao mesmo tempo, a pressão por eficiência, escalabilidade e inovação digital cresce de forma exponencial, impulsionada por novos entrantes, clientes mais exigentes e margens cada vez mais estreitas. Estudos de mercado indicam que sistemas baseados em mainframe ainda processam a maior parte das transações bancárias globais, especialmente em operações de missão crítica, como liquidação financeira, crédito e seguros. Além disso, dados do setor mostram que o custo de manutenção de sistemas mainframe pode consumir até 75% do orçamento de TI de grandes instituições financeiras, deixando recursos limitados para inovação. Isso ajuda a explicar por que a migração do mainframe para ambientes de cloud, sejam públicos, privados ou híbridos, deixou de ser uma discussão puramente tecnológica e passou a ocupar o centro das decisões de negócio. Não se trata apenas de migrar sistemas, mas de garantir continuidade operacional, resiliência e governança enquanto se prepara a base para o futuro. Nesse contexto, a modernização de sistemas core exige uma abordagem pragmática e incremental. Bancos e seguradoras não podem se dar ao luxo de “desligar e religar” seus sistemas. O desafio está em modernizar sem interromper, desacoplar funcionalidades críticas, reescrever aplicações de forma inteligente e, sobretudo, acelerar esse processo sem comprometer a segurança ou a experiência do cliente. É aqui que a combinação entre cloud, arquitetura orientada a serviços e automação avançada ganha protagonismo. O caminho desejado já é desenhado, paralelamente, por fintechs e neobancos construídos nativamente em cloud, que demonstram capacidade de lançar novos produtos em semanas, enquanto instituições tradicionais levam meses ou anos. Esta disparidade na velocidade de inovação não é apenas uma questão de eficiência operacional, mas de sobrevivência competitiva. Entretanto, a migração destes sistemas não pode ser tratada como um projeto tecnológico convencional: cada linha de código COBOL em produção representa décadas de regras de negócio, conformidade regulatória e conhecimento institucional cristalizado em lógicas que frequentemente não estão completamente documentadas. A Inteligência Artificial (IA) Generativa e os agentes inteligentes emergem como aceleradores decisivos dessa jornada. Essas tecnologias já demonstram capacidade de analisar grandes volumes de código legado, identificar dependências, sugerir refatorações e até gerar novos componentes compatíveis com arquiteturas modernas. Mais do que eficiência técnica, a IA permite ganhos expressivos de produtividade e velocidade, reduzindo riscos humanos e encurtando ciclos que antes levavam anos. Para o mercado financeiro, isso representa modernização com previsibilidade – um ativo tão valioso quanto a inovação em si. Do ponto de vista do modelo comercial, essa evolução tecnológica viabiliza uma mudança estrutural na forma como projetos de modernização são contratados e entregues. Em vez da tradicional precificação baseada em alocação de pessoas, ganha força um modelo orientado à entrega, produtividade e aceleração, sustentado por ferramentas, plataformas de IA e agentes especializados. Esse movimento não apenas aumenta a transparência e a eficiência dos projetos, como também cria condições mais sólidas para garantia de margem e compartilhamento real de ganhos com os clientes. Para CEOs que atuam globalmente e mantêm parcerias estratégicas com as principais Big Techs, o desafio adicional é orquestrar esse ecossistema de forma coerente. A escolha da tecnologia certa é importante, mas a capacidade de integrá-la a uma visão de negócio clara é o verdadeiro diferencial. Modernizar legados, nesse cenário, é menos sobre ferramentas isoladas e mais sobre governança, arquitetura e decisões estratégicas bem alinhadas ao contexto regulatório e operacional de cada país. Equilibrar inovação, segurança, eficiência operacional e continuidade de negócio é, desta forma, o grande exercício de liderança no setor financeiro e de seguros. Os clientes querem – e precisam – reduzir custos, aumentar eficiência e ganhar agilidade, sem renunciar à confiabilidade que sustenta sua reputação. Companhias de tecnologia que assumem esse compromisso, apoiadas por IA, automação e modelos comerciais mais inteligentes, deixam de ser fornecedoras e passam a atuar como parceiras estratégicas na construção do futuro digital do mercado financeiro. A modernização de legados não é apenas um projeto de tecnologia, mas uma decisão de longo prazo sobre competitividade, sustentabilidade e relevância. Para bancos e seguradoras da América Latina, o futuro já começou – e ele exige coragem para transformar, disciplina para proteger o core e visão estratégica para extrair valor real da inovação. *Alessandro Buonopane é CEO Latam e Brasil da GFT Technologies

Interoperabilidade e IA transformam os serviços tecnológicos na saúde brasileira

O mercado de fornecedores de serviços em healthcare no Brasil passa por uma transformação estrutural em 2025, impulsionada pela combinação entre interoperabilidade, inteligência artificial, automação e cibersegurança. O movimento reflete tanto a complexidade do sistema de saúde brasileiro quanto a pressão crescente por eficiência operacional, sustentabilidade financeira e o foco na experiência do paciente. É o que mostra a nova edição do estudo ISG Provider Lens® Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil, produzido e distribuído pela TGT ISG. O relatório trouxe uma análise tanto do setor público quanto do privado. O Brasil tem hoje um dos maiores sistemas de saúde do mundo. “O SUS, com 35 anos, atende cerca de 74% da população e contou com um orçamento em torno de R$220 bilhões para 2025”, afirma Sonia Maria Castral, distinguished analyst da TGT ISG e autora do estudo. “Já a saúde suplementar atende aproximadamente 87 milhões de vidas, sendo que 75% dos planos de saúde são empresariais, o que mostra como o acesso individual tem limitações”. Na comparação com o ano anterior, o foco dos investimentos e estratégias evoluiu. “Na edição anterior, a discussão estava muito concentrada em inteligência artificial e sustentabilidade financeira. Este ano, a interoperabilidade passa a ser o grande vetor da transformação da saúde no Brasil”, destaca a especialista. A interoperabilidade, segundo a autora, é o elemento que conecta laboratórios, hospitais, operadoras e demais atores do ecossistema. “É a capacidade de integrar informações para criar um prontuário único do paciente, por exemplo. Com isso, evitamos procedimentos duplicados, reduzimos custos e aumentamos a eficiência do atendimento”, comenta. Esse avanço tem impacto direto na operação dos fornecedores de serviços, que passam a ser cobrados não apenas por tecnologia, mas por capacidade de integração, governança de dados e escalabilidade. Esse movimento ocorre em paralelo à aceleração da transformação digital na saúde, que envolve o uso estratégico de prontuários eletrônicos, telemedicina, inteligência artificial, dispositivos vestíveis, IoT e analytics. Em 2025, a IA seguiu como peça central para diagnósticos avançados, automação de fluxos de trabalho, análises preditivas e manejo da saúde populacional, além de apoiar modelos de cuidado mais personalizados. “A inteligência artificial aplicada hoje à saúde está muito focada na automação de processos, como agendamento de consultas, aprovação de procedimentos e, principalmente, análise de imagens”, explica. “Hospitais brasileiros já utilizam IA para análise de imagens, o que reduz significativamente a carga burocrática e libera tempo do médico para o cuidado com o paciente”. Quando interoperabilidade e IA se combinam, o resultado é a transformação da jornada do paciente, colocando-o como centro da experiência, envolvendo check-in e check-out digitais, agendamento por chatbots e integração de dados, o que agiliza o atendimento. Segundo o relatório, a automação também avança no setor público. “O SUS, por meio do projeto Conecta SUS e da Rede Nacional de Dados em Saúde, está adotando protocolos globais de interoperabilidade, o que traz mais agilidade, menos burocracia e maior eficiência”, afirma Castral. Outro eixo crítico para o mercado de fornecedores é a sustentabilidade financeira. De acordo com o estudo, a IA e as ferramentas analíticas estão sendo usadas para auditorias inteligentes, redução de glosas e análises financeiras mais precisas. Isso reduz fraudes e acelera o ciclo de receitas das instituições. No entanto, à medida que os dados passam a circular de forma mais ampla, a cibersegurança se torna um fator decisivo. Com interoperabilidade, nuvem e telemedicina, a cibersegurança deixa de ser opcional e passa a ser estrutural. “Sem segurança da informação, não existe interoperabilidade”, alerta Castral. Diferentemente de outros setores, como o varejo, o impacto de um vazamento na saúde é ainda mais grave. “Não se trata apenas de perda de dados, mas de informações clínicas, pessoais e confidenciais. Por isso, a cibersegurança é hoje uma das áreas com maior volume de investimentos no mercado de healthcare.” Nesse cenário, os fornecedores de serviços em healthcare enfrentam um mercado mais exigente, regulado e orientado a resultados. “A transformação digital está melhorando a eficiência, a acessibilidade e colocando o paciente no centro. O futuro da saúde no Brasil passa, inevitavelmente, pela integração de dados, modernização operacional e uso estratégico da tecnologia”, finaliza. O relatório ISG Provider Lens® Healthcare Digital Services 2025 para o Brasil avalia as capacidades de 26 fornecedores em três quadrantes: Payer Digital Transformation, Provider Digital Transformation e Interoperability and Data Security. O relatório nomeia a Deloitte, a MV e a Philips Healthcare – Tasy como líderes em todos os três quadrantes. Nomeia a Accenture como líder em dois quadrantes e a DGS, a InterSystems e a TOTVS como líderes em um quadrante cada. Além disso, a Liberty Health, a Planium e a UpFlux foram nomeadas como Rising Stars — empresas com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro”, segundo a definição da ISG — em um quadrante cada.

A importância da interpretação de dados no Google Ads

Por Marcelo Freitas No ecossistema do marketing digital, existe uma ilusão perigosa, a de que o sucesso no Google Ads é um subproduto direto do orçamento investido ou da configuração técnica da ferramenta. Com o avanço agressivo da Inteligência Artificial e das estratégias de lances automáticos (Smart Bidding), muitos anunciantes acreditaram que bastava ‘ligar a máquina’ para colher resultados, mas temos observado o contrário em nossa empresa. À medida que a tecnologia se torna commodity, o verdadeiro diferencial competitivo migrou da execução para a interpretação. O Google Ads é uma das ferramentas mais poderosas do mundo, mas ela é apenas um amplificador. Se você amplificar uma estratégia baseada em dados mal interpretados, apenas acelerará o prejuízo. O futuro do tráfego pago não pertence a quem tem as maiores planilhas, mas a quem tem a melhor capacidade de ler o que está escrito entre as linhas dos gráficos. Notamos que no momento atual há uma confrontação muito clara que deve ser observada para não prejudicar os resultados, a armadilha da vaidade versus a realidade do negócio. O Google Ads entrega uma avalanche de métricas, entre elas a taxa de cliques (CTR), custo por clique (CPC), impressões e índice de qualidade. E por causa da multiplicidade de índices é fácil se perder em planilhas que mostram que tudo está ‘indo bem’, enquanto o caixa da empresa revela o contrário. A interpretação de dados é o que separa a métrica de vaidade do indicador-chave de desempenho (KPI) de crescimento. Um CPC (Custo por Clique) baixo pode parecer uma vitória, mas se esses cliques vêm de um público sem intenção de compra, você não está comprando tráfego — está desperdiçando recursos. Interpretar é entender o atrito na jornada do cliente, ou seja, por que o usuário clica, mas não converte? Afinal, o problema é o anúncio ou a experiência na página de destino? Diante desse novo cenário é importante entender também o papel da Inteligência Artificial (IA), se é piloto ou copiloto. A IA do Google é excelente em identificar padrões em larga escala, mas ela é ‘cega’ para o contexto do seu negócio. Ela não sabe se o seu estoque está acabando, se a sua margem de lucro mudou ou se um concorrente local iniciou uma queima de estoque. Interpretar dados no Google Ads hoje significa contextualizar o algoritmo, isto é, cruzar os dados da plataforma com o gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM) e o estoque real. É então essencial ler o comportamento humano, entendendo as nuances das palavras-chave de intenção (exemplo: a diferença sutil entre ‘Empresa de Controle de acesso’ e ‘Serviço de controle de acesso’). Um aspecto essencial também é a visão de atribuição, isto é, compreender que o Google Ads raramente trabalha sozinho. É preciso ler os dados para entender como ele influencia e é influenciado por outros canais. O mercado não precisa mais de operadores que apenas apertam botões, pois o Google já faz isso sozinho. O mercado precisa de estrategistas que saibam questionar os dados. Acreditamos, em nossa empresa, que os dados são apenas um ruído até que alguém lhes dê um significado concreto. Interpretar é o ato de transformar números em decisões de negócio. Se o custo de aquisição (CAC) subiu, um operador desavisado entra em pânico. No entanto, um estrategista analisa o lifetime value (LTV) e percebe que aquele cliente mais caro pode trazer três vezes mais lucro a longo prazo. Lembrando, que o lifetime value é a métrica de negócios fundamental que prevê a receita total que uma empresa pode esperar de um único cliente ao longo de todo o relacionamento. *Marcelo Freitas é bacharel em Ciência da Computação, consultor de tráfego pago e fundador da Spot-A Marketing. É expert em tráfego pago estratégico para empresas que buscam captar leads e vender através da Internet. http://spot-a.com.br/

Governança de TI e controle de custos: por que a visibilidade virou vantagem competitiva

*Paulo Amorim A rápida evolução dos ambientes de Tecnologia da Informação trouxe ganhos importantes de agilidade e inovação para as empresas. Cloud computing, soluções SaaS e arquiteturas híbridas tornaram-se parte da rotina corporativa, permitindo escalar operações e lançar novos serviços com mais rapidez. No entanto, esse avanço também trouxe um desafio crescente: a perda de visibilidade sobre custos, contratos, licenças e ativos de TI e Telcom. Durante muitos anos, a gestão de TI esteve centrada em ambientes on-premises, com investimentos previsíveis e ciclos de contratação bem definidos. Hoje, o modelo é radicalmente diferente. Recursos são contratados sob demanda, aplicações são pagas por subscrição e diferentes áreas do negócio passam a consumir tecnologia de forma descentralizada. De acordo com a Gartner, mais de 70% das empresas afirmam ter dificuldade em acompanhar e controlar os custos em ambientes cloud e híbridos, o que evidencia a complexidade deste novo cenário. É neste contexto que a governança de TI e Telcom deixa de ser apenas um tema operacional e passa a assumir um papel claramente estratégico. Ter visibilidade sobre o que está contratado, como os recursos são utilizados e quais custos estão associados a cada serviço tornou-se essencial para garantir previsibilidade financeira e apoiar decisões mais assertivas. Estudos da IDC indicam que organizações com práticas maduras de governança conseguem reduzir entre 15% e 25% dos seus custos operacionais em TI, sobretudo através da eliminação de desperdícios e da otimização do consumo. O controle de contratos e licenças é um dos pontos mais críticos deste processo. Segundo o relatório State of the Cloud da Flexera, cerca de 30% dos gastos com cloud são desperdiçados devido a recursos subutilizados, licenças desnecessárias ou má gestão de contratos. Em ambientes SaaS, o cenário é semelhante: aplicações continuam a ser pagas mesmo sem uso efetivo, gerando custos invisíveis que se acumulam ao longo do tempo. Uma governança eficaz permite mapear estes ativos, renegociar contratos e ajustar o consumo à real necessidade do negócio. Para além do impacto financeiro direto, a visibilidade também fortalece a tomada de decisão. Com dados consolidados sobre custos, desempenho e utilização dos recursos de TI e Telecom, líderes passam a atuar de forma preventiva e estratégica. A própria Gartner aponta que empresas orientadas por dados têm três vezes mais probabilidade de melhorar significativamente a eficiência das suas decisões de investimento em tecnologia, reduzindo riscos e aumentando o retorno sobre o capital aplicado. Outro fator relevante é a ligação entre governança, segurança e conformidade. A proliferação de serviços cloud e SaaS sem controle centralizado — fenômeno conhecido como shadow IT — aumenta a exposição a riscos operacionais e falhas de compliance. Estimativas do setor indicam que até 40% das aplicações utilizadas nas empresas não passam pelo crivo formal da área de TI. Uma governança bem estruturada garante não apenas eficiência financeira, mas também maior controle sobre dados, acessos e responsabilidades, especialmente em ambientes híbridos e distribuídos. A visibilidade é o alicerce de uma TI eficiente e estratégica. Governança não significa burocracia, mas sim clareza, previsibilidade e capacidade de decisão. Num cenário cada vez mais complexo, as empresas que conseguem enxergar com precisão onde e como investem em tecnologia transformam o controle de custos numa verdadeira vantagem competitiva. Mais do que acompanhar a evolução tecnológica, o desafio das organizações é governá-la de forma inteligente. E, nesse caminho, a visibilidade deixa de ser apenas um benefício operacional para se tornar um diferencial estratégico capaz de sustentar crescimento, inovação e resultados consistentes. *Paulo Amorim é engenheiro Mecânico Nuclear pela Universidade de Utah (EUA), MBA pela BYU Marriott Business School of Business, CEO e fundador da K2A Technology Solutions

O que muda quando a inteligência artificial sai do entusiasmo e entra na prática

Por Giovanna Gregori Pinto, executiva de RH e fundadora da People Leap Nos últimos anos, a inteligência artificial esteve no centro de expectativas muito elevadas. A rapidez com que os modelos generativos transformaram a conversa sobre tecnologia e produtividade criou uma narrativa de “revolução imediata” em diversos setores. Recentemente, observadores e líderes, incluindo analistas do The Economist Impact, indicam que esse entusiasmo inicial vem dando lugar a uma leitura mais cuidadosa e madura da tecnologia, especialmente no que diz respeito à sua aplicação no dia a dia das organizações e ao valor efetivamente gerado para os negócios. O uso da IA generativa deixou de ser apenas uma promessa e já faz parte da rotina de muitas grandes empresas. De acordo com um estudo do Economist Impact em parceria com a Databricks, 85% das organizações globais afirmam utilizar inteligência artificial em pelo menos uma função. Ao mesmo tempo, apenas 22% consideram que sua infraestrutura de tecnologia está preparada para sustentar essas aplicações de forma consistente, o que reforça que o avanço da tecnologia nem sempre acontece no mesmo ritmo da preparação organizacional. Resultados financeiros ainda em fase de consolidação Dados mais recentes indicam que, embora a inteligência artificial tenha avançado rapidamente na fase de experimentação, a consolidação de resultados financeiros ainda acontece de forma gradual. Segundo o Global CEO Survey 2024, da PwC, mais da metade dos executivos globais afirma não ter observado, até o momento, aumento de receita ou redução de custos atribuíveis às iniciativas de IA. Apenas cerca de 12% dos líderes entrevistados relatam simultaneamente ganhos de receita e redução de custos associados ao uso da tecnologia. O fim do hype e a transição para a maturidade Essas estatísticas não indicam que a tecnologia seja irrelevante. Ao contrário, apontam que a inteligência artificial está entrando em uma fase de maior maturidade. A expectativa de transformações imediatas começa a dar lugar à compreensão de que impactos sustentáveis dependem da integração com processos de negócio, de infraestrutura adequada, de dados de qualidade e do desenvolvimento das pessoas, além de critérios claros de retorno sobre investimento. Essa transição é exatamente o que analistas do The Economist têm destacado, o hype em torno da inteligência artificial começa a perder força, abrindo espaço para conversas mais maduras sobre como a tecnologia pode gerar valor real, mensurável e sustentável no dia a dia das organizações. Da experimentação à aplicação prática O modelo de hype tecnológico, descrito por organizações como a Gartner, ajuda a explicar esse movimento. Após períodos marcados por picos de expectativa, é comum que a atenção se volte para o uso prático da tecnologia, seus limites e as realidades operacionais envolvidas. Nesse contexto, iniciativas de inteligência artificial que não avançam além da fase piloto muitas vezes são interrompidas ou reavaliadas, não por falta de confiança na tecnologia, mas por uma compreensão mais clara do que é necessário para que ela funcione de forma consistente no dia a dia das organizações. Decisões orientadas por valor e não apenas por novidade Outro sinal desse momento mais maduro está na forma como lideranças e equipes passam a se relacionar com a tecnologia. O foco deixa de ser apenas experimentar novas ferramentas e passa a envolver uma avaliação mais criteriosa sobre onde a inteligência artificial pode, de fato, agregar valor estratégico. Esse movimento inclui a definição de métricas, estruturas de governança e o reconhecimento de que a tecnologia precisa ser sustentada por processos bem definidos, dados confiáveis e infraestrutura adequada. Trata-se de uma transição da experimentação para uma fase em que as decisões sobre IA são orientadas por resultados concretos e sustentáveis. O papel das pessoas na maturidade da IA Esse momento evidencia ainda mais o papel central das pessoas nesse processo. À medida que o entusiasmo inicial em torno da tecnologia dá lugar a uma análise mais atenta, o diferencial competitivo passa a estar na capacidade humana de contextualizar, tomar decisões e liderar com propósito. Saber utilizar ferramentas de inteligência artificial não é o mesmo que saber aplicá-las de forma estratégica, interpretar seus resultados, administrar riscos e alinhar essas contribuições aos objetivos organizacionais. Competências como pensamento crítico, comunicação clara e colaboração tornam-se, assim, fundamentais para que a tecnologia se torne uma parceira efetiva e não apenas um recurso disponível. Liderança, estratégia e vantagem competitiva Em outras palavras, a inteligência artificial não perdeu relevância, ela está caminhando para um uso mais consciente e alinhado às necessidades reais das organizações, e isso é positivo. À medida que as expectativas iniciais dão lugar a critérios mais claros de avaliação e alinhamento estratégico, cria-se um ambiente mais favorável a decisões consistentes e ao desenvolvimento de capacidades humanas que sustentam o uso da tecnologia na prática.

EXA aposta no Carnaval como plataforma estratégica para posicionar segurança digital no cotidiano do brasileiro

O Carnaval brasileiro se consolidou, nos últimos anos, como muito mais do que uma festa popular: tornou-se uma das principais plataformas de visibilidade, engajamento e construção de marca do país. Em 2026, a EXA, maior ecossistema brasileiro de segurança digital, escolheu o evento como território estratégico para reforçar seu posicionamento e ampliar a conversa sobre proteção digital no cotidiano dos brasileiros. A decisão parte de um diagnóstico claro: os golpes digitais chegam por todos os lados e por múltiplas portas de entrada — ligações telefônicas, mensagens, navegação na internet, QR Codes, Pix, redes Wi-Fi abertas, vazamentos de dados e roubo de celulares. Para responder a esse cenário, a EXA estruturou um ecossistema de proteção digital integrado em um único lugar, o App EXA Proteção Digital, que reúne soluções pensadas para atuar de forma preventiva e contínua na vida das pessoas. No aplicativo, o usuário encontra funcionalidades como proteção contra golpes por ligação, segurança para SMS e WhatsApp, antivírus com inteligência artificial, URL segura e proteção para compras online, VPN para navegação protegida em redes públicas, QR Code Seguro e verificação de transações via Pix, além de monitoramento de vazamento de dados e identidade na dark web, bloqueio remoto do aparelho e seguros para casos de roubo ou furto. Além do app, o ecossistema se estende ao canal oficial da EXA no WhatsApp, que dá acesso à EVA, agente de inteligência artificial criada para orientar usuários e identificar tentativas de golpe em tempo real, traduzindo riscos complexos em orientações simples e acionáveis. Patrocínio como plataforma de posicionamento Com o mote “Celular protegido, Carnaval garantido”, a EXA aposta em patrocínios e ativações presenciais em camarotes da Sapucaí para inserir o tema da segurança digital em um contexto real de uso, conectando marca, comportamento e experiência. A iniciativa faz parte de uma estratégia de propósito, awareness e educação de mercado, que busca aproximar um tema técnico do cotidiano das pessoas. “O Carnaval reúne milhões de pessoas conectadas, usando o celular de forma intensa e naturalmente mais expostas a riscos digitais. Para nós, faz sentido ocupar esse território não apenas como patrocinadores, mas como uma marca que entrega valor real no momento em que as pessoas mais precisam”, afirma Laura Barros, vice-presidente de Produtos e Marketing da EXA. A presença nos camarotes funciona como um ponto de contato qualificado, onde a EXA ativa seu posicionamento de forma prática, reforçando a ideia de que segurança digital não é um produto distante, mas parte da rotina — inclusive em ambientes de lazer e entretenimento. Funcionalidades como QR Code Seguro, VPN para redes públicas e proteção de aplicativos sensíveis ajudam a tangibilizar esse discurso dentro da experiência do evento. “Não se trata apenas de patrocinar, mas de escolher contextos em que a marca faz sentido. O Carnaval é um desses momentos em que o risco digital aumenta, e estar presente ali reforça nossa coerência entre discurso, produto e experiência”, explica Laura. Como parte central dessa ação, a EXA irá oferecer 12 meses de gratuidade do plano EXA Solução Completa, que integra camadas essenciais de defesa como Antivírus com IA para detecção de ameaças, VPN para navegação em redes públicas e o Cofre de Apps para proteção de aplicativos sensíveis. A solução robusta ainda conta com Monitor de Dados contra vazamentos, Localizador Familiar, Navegador Seguro, Otimizador de desempenho e o QR Code Seguro, que valida redirecionamentos para evitar armadilhas e golpes comuns.  O benefício também irá incluir o Seguro Carteira Digital Protegida, que blinda o usuário contra o uso indevido de cartões e movimentações financeiras via PIX, TED, DOC ou boletos, além de cobrir roubo e furto qualificado da carteira física ou digital. Entre as coberturas principais estão a indenização de valores transferidos sob coação, extorsão ou sequestro e reembolso de transações indevidas realizadas por terceiros após o roubo do celular ou cartão. O serviço destaca-se pela conveniência da cobertura imediata, operando sem carência e sem a cobrança de franquia para o usuário. Para reforçar a proteção física do aparelho durante a folia, a empresa também presenteará os usuários com uma cordinha e uma bolsa de segurança. Marca presente onde o risco acontece A escolha do Carnaval como plataforma de marca dialoga diretamente com dados de mercado. Pesquisas da EXA indicam que o medo de crimes digitais já se equipara ao receio da violência física, e que, em períodos de grande concentração de pessoas, uso intensivo de pagamentos via Pix e maior distração, esses riscos se intensificam. Nesse cenário, a EXA utiliza seus patrocínios para educar, gerar awareness e estimular comportamento preventivo, reforçando o papel das marcas como agentes ativos na construção de um ambiente digital mais seguro. Experiência, educação e continuidade Mais do que uma ação pontual, a estratégia conecta o ambiente físico ao digital de forma contínua. Além das ferramentas de prevenção, o ecossistema da EXA oferece suporte para situações críticas, como bloqueio remoto do aparelho, monitoramento de dados e seguros contra roubo e furto, ampliando a relação com o consumidor para além do evento. “O patrocínio é a porta de entrada para uma relação de longo prazo. Queremos que o brasileiro associe a EXA à proteção contínua da sua vida digital — antes, durante e depois do Carnaval”, conclui Laura Barros. 

Mercado de brindes corporativos mantém ritmo de crescimento no Brasil e no mundo 

Mais do que um gesto simbólico, o brinde corporativo tornou-se ferramenta essencial de marketing e relacionamento — e empresas do setor têm aproveitado essas sazonalidades para fortalecer seus negócios e diversificar portfólios. De acordo com a Associação Internacional de Produtos Promocionais, em 2024 as vendas de brindes no mercado mundial ficaram estimadas em US$ 21,6 bilhões. O Brasil acompanha esse avanço e no mesmo ano atingiu a marca de R$ 3,1 bilhões movimentados, segundo a pesquisa Setor Brindeiro no Brasil – 2024. Os dados confirmam um comportamento já percebido por quem atua no setor: a personalização ganhou protagonismo, e a agilidade na entrega passou a ser determinante na escolha de fornecedores. “Hoje, as empresas não buscam apenas quantidade, mas produtos que transmitam a identidade da marca e gerem uma experiência positiva. As datas comemorativas são excelentes oportunidades para quem trabalha com impressão e customização, porque concentram alta demanda em pouco tempo. Ter equipamentos capazes de responder a esse volume, sem perder qualidade, é essencial”, observa Paulo Akashi, diretor de vendas da Brother Brasil. A valorização de brindes personalizados tem levado empresas de todos os portes a investir em soluções que ofereçam versatilidade, qualidade de imagem e rapidez na produção. Segundo Akashi, esse movimento é impulsionado tanto por pequenas oficinas e ateliês quanto por indústrias de médio porte.  “Percebemos uma busca crescente por tecnologias que tornem a operação mais dinâmica. O bordado tem ganhado muita força justamente por agregar valor percebido aos brindes, e as máquinas semiprofissionais da linha PR, da Brother, têm cumprido um papel importante nesse movimento. Por serem multiagulhas, elas permitem produzir peças personalizadas em alta velocidade, qualidade e com precisão, mantendo estabilidade mesmo em grandes volumes. Isso favorece quem trabalha com camisetas, bonés, sapatos e acessórios estruturados, já que a troca automática de cores e linhas otimizam o tempo e a tecnologia inovadora reduz drasticamente o retrabalho. Além disso, a versatilidade do bordado amplia as possibilidades de criação e ajuda o empreendedor a atender diferentes nichos dentro do mercado de brindes corporativos”, explica Akashi. Para quem trabalha com brindes diversos, como canecas, bolsas ou porta-copos, a impressora de sublimação Brother SP1 tem se mostrado uma aliada. Compacta e de fácil operação, ela atende bem empreendedores que desejam ampliar sua oferta de produtos personalizados com agilidade e baixo investimento. “A SP1 permite transformar ideias em produtos de forma rápida e prática. Muitos parceiros utilizam a tecnologia para criar coleções sazonais ou séries limitadas para empresas. É uma ferramenta que democratiza o acesso à personalização de qualidade, algo muito valorizado no segmento de brindes corporativos”, complementa Akashi. Outro fator que vem influenciando o comportamento do consumidor e das empresas é a sustentabilidade. Produtos duráveis e reutilizáveis — como ecobags, por exemplo — têm ganhado espaço por reforçar valores ligados à responsabilidade ambiental e à imagem institucional.  “A personalização não é apenas estética, mas estratégica. Um brinde bem pensado comunica valores e reforça o vínculo entre marcas e pessoas. Com equipamentos corretos, é possível aliar criatividade, eficiência e consciência ambiental, produzindo com agilidade e baixo desperdício de insumos”, destaca o diretor.

Mercado: Empreender em 2026 sem IA será como correr uma maratona de chinelo, dizem especialistas

Dizem que no Brasil o ano só começa depois do Carnaval. E o cenário para quem deseja abrir o próprio negócio no País, em 2026, é marcado por um paradoxo: ao mesmo tempo em que as barreiras tecnológicas diminuíram e estão mais acessíveis, a exigência por profissionalismo nunca foi tão alta. De janeiro a novembro de 2025, 4,6 milhões de novos pequenos negócios foram iniciados no Brasil. Do total de empresasabertas,97% são pequenos negócios – sendo 77% microempreendedores individuais (MEI), 19% microempresas e 4% empresas de pequeno porte. Dados do Sebrae mostram ainda que quase 40% dos brasileiros adultos pretendem abrir um negócio nos próximos três anos; um dos índices mais elevados do mundo. O fim da “era do improviso” Diante desse cenário, o empreendedor atual precisará ir além do improviso e adotar uma postura mais profissional desde o primeiro dia, avalia Alan Sales da Fonseca, especialista em Finanças e diretor de Operações do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR). “Quem quiser empreender com chance real de sobreviver e crescer precisa observar movimentos que já estão em curso. O uso de tecnologia, especialmente da Inteligência Artificial (IA), muda completamente a estrutura de custos e a capacidade de execução de um negócio”, afirma. Posição semelhante tem Fabricio Pelloso, head de Inovação e coordenador do Integrow, ecossistema do Grupo Integrado voltado à promoção da cultura empreendedora, da pesquisa aplicada e da inovação. Para ele, o ambiente de negócios em 2026 será moldado pela convergência entre políticas de inovação, tecnologias exponenciais cada vez mais acessíveis e consumidores mais conscientes. “Startups e novos negócios precisarão demonstrar eficiência, impacto e capacidade de adaptação rápida. Quem incorpora tecnologia e visão de impacto desde o início tende a sair na frente”, destaca. Por onde começar? A recomendação dos especialistas para o empreendedor neste ano é inverter a lógica tradicional: em vez de focar no produto, deve-se focar no problema que deseja resolver. “Validar ideias em pequena escala e estruturar um plano financeiro básico são atitudes que reduzem riscos”, sugere Fabricio Pelloso. “O mercado que se desenha é fértil, mas seletivo. A receita para a longevidade, ao que tudo indica, combina três ingredientes: disciplina de gestão, visão de oportunidade e abertura radical às novas tecnologias”, complementa Alan Sales da Fonseca. 5 tendências para quem deseja empreender em 2026 Para nortear quem planeja tirar as ideias e os projetos do papel, os dois especialistas mapearam cinco tendências essenciais para o sucesso em 2026: 1. Inteligência Artificial no centro da operação A adoção intensiva de IA será praticamente obrigatória. Ferramentas de automação, atendimento, marketing, análise de dados e gestão financeira estão cada vez mais acessíveis e permitem que pequenos negócios operem com eficiência semelhante à de grandes empresas. “Empreender sem IA será como correr uma maratona de chinelo”, resume Fonseca. 2. Impacto e ESG como proposta de valor Negócios orientados apenas pelo lucro tendem a perder espaço. Clientes, investidores e instituições financeiras buscam empresas capazes de gerar impacto social ou ambiental positivo de forma mensurável. “Sustentabilidade, economia verde e responsabilidade social deixam de ser discurso e passam a integrar o modelo de negócio”, comenta Pelloso. 3. Jornada do cliente totalmente digital Não basta estar presente nas redes sociais. A experiência do cliente precisa ser integrada, permitindo descoberta, compra, pagamento e relacionamento por canais digitais. Mesmo empresas físicas precisam adotar jornadas híbridas, combinando tecnologia com atendimento humanizado. 4. Comunidade e recorrência no lugar da venda pontual Modelos baseados em assinaturas, clubes, fidelização e comunidades em torno da marca ganham força.            5. Gestão profissional desde o início O improviso tende a custar caro. Controle financeiro, acompanhamento de indicadores, entendimento de margens e fluxo de caixa passam a ser indispensáveis. Plataformas digitais e IA ajudam o empreendedor a tomar decisões baseadas em dados e não apenas na intuição. “Além de fortalecer o relacionamento com o cliente, essas estratégias reduzem custos de aquisição e tornam o fluxo de caixa mais previsível”, explica Fabrício Pelloso. Sobre o Centro Universitário Integrado Localizado em Campo Mourão–PR, o Centro Universitário Integrado oferece, há mais de 25 anos, ensino superior de excelência reconhecido pelo MEC, com nota máxima (5) no Conceito Institucional. Alinhado às demandas do mercado, a instituição busca promover uma formação voltada ao desenvolvimento de competências essenciais para os profissionais de hoje e do futuro. Conta com infraestrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, metodologias de ensino inovadoras e um corpo docente com sólida experiência acadêmica e prática profissional. Em 2022, implementou o Integrow — Ecossistema de Inovação Integrado, voltado à promoção da cultura empreendedora, da pesquisa aplicada e da inovação. Atualmente, o Integrado oferece mais de 60 cursos de graduação nas modalidades presencial, semipresencial e a distância — incluindo áreas como Direito, Medicina e Odontologia — além de mais de 70 cursos de pós-graduação em diversas áreas do conhecimento.

Super Bowl 2026: o que grandes eventos revelam sobre decisões estratégicas e riscos jurídicos

O Super Bowl 2026, transmitido no último domingo (8) e com show de Bad Bunny no intervalo, para além de um evento esportivo e cultural, tornou-se um case de análise de decisões estratégicas e padrões de risco. Para empresas e instituições que monitoram dados jurídicos, eventos de alta visibilidade funcionam como laboratórios em tempo real, revelando comportamentos, falhas operacionais e tendências de compliance, conforme especialistas da DeltaAI, especializada em dados jurídicos e análise de padrões estratégicos. Dados como a expectativa de mais de 120 milhões de espectadores durante o evento, conforme a Nielsen, mostram que qualquer decisão, desde logística até resposta a imprevistos, gera repercussão imediata, seja em redes sociais, cobertura jornalística ou até em potenciais repercussões legais. “Esse tipo de análise permite identificar padrões de risco e oportunidades de melhoria antes que problemas se transformem em crises reais” explica Patrícia Carvalho, CEO e cofundadora da DeltaAI. Casos emblemáticos reforçam esse ponto de vista. O Fyre Festival, um evento de música que prometia experiência de luxo nas Bahamas em 2017 e acabou em fracasso logístico e caos operacional, gerou uma série de ações legais por fraude, quebra de contrato e práticas enganosas, com dezenas de processos movidos por participantes e fornecedores, além de consequências criminais para seus organizadores. Embora não esteja diretamente relacionado ao Super Bowl, o episódio é amplamente citado no meio jurídico como exemplo de como promessas não cumpridas e sinais de problema não identificados podem evoluir rapidamente para disputas judiciais de grande impacto. Carvalho conclui que “Em resumo, grandes eventos como o Super Bowl funcionam como uma lente privilegiada para compreender o comportamento jurídico em situações de alta visibilidade. A análise de dados estratégicos permite antecipar padrões, identificar riscos e oferecer insights valiosos para empresas que precisam navegar em ambientes complexos e expostos, reforçando a importância de ferramentas jurídicas aplicadas ao mercado”.

Carnaval 2026: veja como as marcas ainda conseguem disputar a atenção do consumidor

Cerca de 65 milhões de pessoas estão participando da folia pelo Brasil, um crescimento de 22% em relação a 2025, segundo dados das Secretarias de Turismo estaduais. O aumento do fluxo impacta diretamente a dinâmica de consumo no período, com maior demanda por lazer, praticidade e experiências coletivas. Por isso, as marcas precisam avaliar se a participação neste período faz sentido para seus objetivos e posicionamento. “O Carnaval funciona como um divisor claro entre marcas que entendem o momento e aquelas que apenas exploram a visibilidade do evento. Quando a marca não tem um papel claro dentro da experiência do público, a ativação pode chamar atenção ali na hora, mas não constrói o relacionamento duradouro com consumidores”, destaca Ramon Prado, CEO da HUSTLERS.BR. As marcas que conseguem se conectar com o público são aquelas que resolvem problemas reais do período ou se encaixam naturalmente no contexto da festa. Entretenimento, áreas de descanso e hidratação são exemplos de territórios que fazem sentido porque dialogam diretamente com as necessidades de quem está nas ruas. Por outro lado, quando a conexão não é clara, o especialista alerta que o risco de rejeição é alto. Ativações forçadas que apenas vestem o Carnaval sem um propósito tendem a gerar mais ruído do que engajamento. O consumidor percebe quando a marca está ali apenas para aproveitar esse alcance do evento, sem entregar valor ou uma experiência que seja de fato relevante para a jornada. “Ativar no Carnaval deve fazer sentido, não só barulho. Marcas que entendem seu papel, respeitam o contexto e escolhem com critério como e se vão participar conseguem transformar o período em uma oportunidade real de conexão, sem perder a coerência e a credibilidade”, finaliza Ramon. 

Startup mineira lança sistema que faz IAs “trabalharem em equipe” no WhatsApp

Em um mercado onde o WhatsApp se tornou o principal canal de relacionamento entre marcas e consumidores no Brasil, sendo o preferido de nove em cada dez consumidores, a HelenaCRM – plataforma conversacional que integra CRM, atendimento e automação via WhatsApp – anuncia seu novo lançamento. Imagine uma operação sustentada por um verdadeiro exército de inteligências artificiais. Agora imagine coordenar todos esses agentes de forma rápida, prática e responsável. É exatamente essa lógica que começa a ganhar espaço nas estratégias de atendimento, vendas e relacionamento das empresas, com capacidade para coordenar múltiplos agentes. E é nesse contexto que a Helena criou o Supervisor de IA. A nova camada de inteligência foi desenvolvida para coordenar múltiplos agentes em uma única operação de atendimento, vendas e relacionamento com o cliente. Guilherme Rocha, fundador e CEO da empresa, explica que, em vez de depender de um único Agente que tenta fazer tudo, a nova tecnologia atua como um orquestrador inteligente. “O Supervisor de IA analisa cada mensagem do cliente, entende o contexto da conversa e decide, em tempo real, qual agente de IA deve assumir aquela interação, seja o de vendas, suporte, cobrança, agendamento ou retenção. E, quando necessário, o Supervisor também encaminha o atendimento para um humano, garantindo que situações complexas não fiquem presas em fluxos automatizados.” Na prática, isso transforma o atendimento em algo muito mais parecido com uma operação empresarial real, onde diferentes especialistas trabalham juntos sob uma coordenação central, o que se tornou importante à medida que empresas passam a operar dezenas ou centenas de agentes de IA simultaneamente, destaca Guilherme Rocha. O lançamento acontece em um momento em que o uso de canais digitais explodiu no país. Segundo o Statista, o WhatsApp já está presente em praticamente todos os smartphones brasileiros, com mais de 140 milhões de usuários ativos, tornando-se a principal interface entre empresas e consumidores. Segundo relatórios de mercado sobre AI in Customer Service, cerca de 80% das empresas globais estão usando ou planejando usar inteligência artificial no atendimento ao cliente até 2026. Ao mesmo tempo, estudos de mercado indicam que operações que adotam agentes inteligentes conseguem reduzir custos em até 30%, além de acelerar respostas e aumentar a conversão. “Estamos falando sobre uma nova arquitetura de gestão do atendimento, capaz de interpretar intenções, distribuir tarefas entre agentes especializados e garantir que cada interação siga o melhor fluxo possível, seja com IA ou com humanos”, afirma Rocha. Segundo ele, o Supervisor da HelenaCRM funciona como um cérebro operacional. Conectado ao CRM, ele interpreta cada mensagem que chega,, avalia o estágio da jornada e decide, em tempo real, como seguir. Em uma mesma conversa, o cliente pode falar com um agente de vendas, depois ser direcionado para um agente de suporte e, em seguida, para um agente de cobrança ou agendamento, tudo sem perceber transições técnicas. “O Supervisor é quem garante a eficiência do atendimento, garantindo contexto para o time de agentes”, explica Rocha. O Supervisor é quem garante a eficiência do atendimento, mantendo o contexto para o time de agentes. Ele cria governança, priorização e inteligência. É o que transforma vários agentes soltos em uma operação de verdade”, completa. Se a IA detectar uma situação sensível, uma negociação complexa ou uma exceção, o Supervisor transfere automaticamente a conversa para um atendente humano, já com todo o contexto estruturado no CRM. Inclusive, este é um grande diferencial da HelenaCRM: agentes nativos, integrados à operação. É possível criar, editar e atualizar campos e registros durante a conversa, além de acionar integrações com outros sistemas como ERPs, plataformas financeiras, sistemas de cobrança ou agendamento em tempo real. “Nossa IA não só conversa, ela executa”, reforça o CEO. “Se o cliente pede uma segunda via, o agente não responde com um texto: ele busca, gera, envia e atualiza o CRM. Isso muda completamente a produtividade”. O CEO da Helena explica ainda que esse modelo — agentes especializados coordenados por um Supervisor — vem recebendo a conotação no mercado de “agências de agentes de IA”, uma das maiores tendências globais de tecnologia corporativa. Em vez de uma IA genérica, as empresas passam a operar times digitais completos e especializados de vendas, suporte, cobrança, retenção e pós-venda, todos automatizados e integrados. “O que estamos lançando agora é a infraestrutura para isso”, diz Rocha. “Sem um Supervisor, os agentes viram ilhas. Com ele, viram uma empresa digital funcionando 24 horas por dia”, diz Rocha. Segundo a Gartner, em 2026, cerca de 20% do volume de atendimento será feito por dispositivos automatizados que interagem diretamente com sistemas de suporte. Além disso, a plataforma é compatível com diferentes modelos de linguagem, como GPT-4o e Anthropic, o que dá às empresas liberdade para escolher a tecnologia mais adequada a cada caso de uso. Na HelenaCRM, esse modelo já está sendo usado para a qualificação inteligente de leads; agendamento automático de serviços e reuniões; cobrança e negociação inicial; recuperação de carrinhos e propostas; pesquisas de satisfação e feedback; e retenção e reativação de clientes. Tudo registrado, organizado e acionável dentro do CRM. “À medida que consumidores passam a exigir respostas instantâneas, personalização e continuidade de contexto, o papel do CRM muda. Ele deixa de ser um repositório e se torna uma central de decisões”, afirma. Desde 2021, a HelenaCRM vem estruturando essa transformação. Por ano, são enviadas cerca de 1,5 bilhão de mensagens pela plataforma. São mais de 43 mil usuários operando a solução por dia. Em apenas quatro anos, a empresa já soma mais de 5 mil clientes, com uma base que cresceu seis vezes e faturamento quadruplicado no período, um desempenho que permitiu a ampliação da oferta tecnológica, agora formalizada no lançamento do Supervisor de IA. “O mercado já entendeu as limitações dos chatbots tradicionais. Nosso objetivo é superá-las com uma solução capaz de criar múltiplos agentes especializados, todos coordenados por um supervisor inteligente”, afirma. Para sustentar esse modelo em ambientes críticos, a empresa construiu uma infraestrutura de alta disponibilidade. Em 2024, a plataforma registrou apenas 63 minutos de indisponibilidade em todo o ano,

Run for Parkinson 2026 convida empresas a unirem marca, propósito e impacto social

A Run for Parkinson 2026 acontece no domingo, 12 de abril, a partir das 8h, com largada e chegada na Rótula das Cuias, em Porto Alegre, reunindo corrida e caminhada de caráter esportivo, social e educativo até as 11h30. Com expectativa de participação de cerca de 800 pessoas, o evento abre espaço para a entrada de empresas patrocinadoras interessadas em associar suas marcas a uma causa de forte relevância social e em expansão no Rio Grande do Sul. A iniciativa é realizada pela Associação Parkinson do Rio Grande do Sul e pela Associação dos Parkinsonianos de Minas Gerais (Asparmig), com organização do SESC/RS. A Run for Parkinson integra um movimento internacional de conscientização sobre a Doença de Parkinson, com histórico de edições no Brasil e na Europa, e chega ao Estado como um dos maiores eventos do gênero voltados à informação, acolhimento e estímulo a hábitos saudáveis. O percurso prevê caminhada de 2 quilômetros e corridas de 5 e 10 quilômetros, permitindo ampla participação da comunidade, incluindo famílias, atletas amadores, pessoas idosas e pessoas com deficiência. Para as empresas parceiras, o evento oferece diferentes cotas de patrocínio e apoio, com visibilidade de marca em estruturas como pórtico de largada e chegada, camisetas oficiais, backdrop de pódio e ações promocionais junto ao público participante. “A proposta da Run for Parkinson é unir esporte, informação e responsabilidade social, criando uma experiência positiva para os participantes e uma oportunidade concreta para as empresas demonstrarem compromisso com a saúde, a inclusão e o bem-estar coletivo”, destaca a presidente da Associação Parkinson do Rio Grande do Sul, Neusa Chardosim. Já as empresas interessadas em conhecer os planos de patrocínio e apoio podem buscar informações diretamente com a organização do evento, ampliando sua presença institucional em uma iniciativa de grande alcance e visibilidade. Para mais informações o contato é o e-mail neusachardosim@hotmail.com ou pelo WhatsApp (51) 99989 8844 As inscrições para o público estarão abertas de 6 de fevereiro a 5 de abril de 2026, pelo link https://shre.ink/APrP  Redação: Marcelo Matusiak O Run For Parkinson é um evento internacional de conscientização sobre a doença de Parkinson que utiliza a corrida de rua como principal ferramenta de mobilização social. Criado na Europa em 2011 e realizado no Brasil desde 2012, o projeto reúne atletas, familiares, pessoas com Parkinson e a comunidade em geral em uma grande ação de informação, inclusão e solidariedade. Mais do que uma prova esportiva, o Run For Parkinson busca ampliar o conhecimento da população sobre a doença, contribuindo para o diagnóstico precoce e para o acesso mais rápido ao tratamento. A iniciativa já passou por diferentes estados brasileiros e chega ao Rio Grande do Sul unindo esporte, saúde e cidadania em um movimento global de empatia e visibilidade para a causa

Demanda por profissionais com conhecimento em IA cresce 65% e impulsiona novas contratações no Brasil

A inteligência artificial (IA) se consolidou como fator de geração de empregos no Brasil em 2025. Dados do Infojobs, site de empregos mais utilizado no país, indicam crescimento de 65% no número de vagas que exigem conhecimento em IA em relação ao ano anterior. A IA deixou de ser apenas uma tendência tecnológica e passou a integrar de forma concreta o mercado de trabalho brasileiro. O levantamento mostra que mais de 2 mil vagas com exigência ou conhecimento desejável em IA foram abertas ao longo de 2025, um aumento de 65% na comparação com 2024. Atualmente, mais de 500 oportunidades seguem ativas na plataforma, indicando demanda contínua fora dos ciclos tradicionais de contratação. Os dados apontam que a adoção da tecnologia se tornou prioridade estratégica para empresas de diferentes portes e setores. “Embora áreas de tecnologia e dados concentrem grande parte das oportunidades, funções ligadas a marketing, vendas, atendimento ao cliente, administração e recursos humanos também aparecem entre as mais impactadas pela transformação digital. A IA vem sendo aplicada sobretudo para automação de processos, análise de dados e personalização da experiência do consumidor”, destaca Fabio Tiepolo, CEO e fundador da StaryaAI, uma das principais referências do mercado nacional. O perfil das contratações também mudou em 2025. Enquanto no ano anterior cerca de 90% das vagas estavam concentradas em cargos de especialista, neste ano há maior distribuição entre níveis analista, operacional, assistente e posições de entrada, como estágio e trainee. Os cargos de analista somam mais de mil vagas, com salário médio de R$ 5.100. Já as posições de especialista, com foco técnico mais avançado, ultrapassam 400 oportunidades e chegam a uma média salarial de R$ 10 mil. Segundo Tiepolo, o avanço da inteligência artificial representa uma mudança estrutural no trabalho. “A IA tende a substituir tarefas, não profissões inteiras. O trabalho humano passa a ser focado em decisão, supervisão e estratégia. Quando há políticas de requalificação, a tecnologia multiplica a capacidade humana e cria times híbridos, com pessoas liderando e agentes executando com velocidade e consistência”, afirma o executivo. O movimento observado no Brasil está alinhado às tendências globais. O relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, indica que a inteligência artificial e o uso de dados serão responsáveis por parcela relevante dos novos empregos até o fim da década, ao mesmo tempo em que transformam funções existentes. Estudo da McKinsey projeta que, até 2030, cerca de 70% das empresas no mundo adotarão soluções baseadas em IA em ao menos uma área do negócio, ampliando a demanda por profissionais qualificados. “No Brasil, o impacto tende a ser potencializado pela necessidade de aumento de produtividade e eficiência operacional. Setores como serviços, comércio, finanças, saúde, logística e atendimento ao cliente já apresentam ganhos com o uso da tecnologia, e a expectativa é de que a requalificação profissional deixe de ser diferencial para se tornar exigência básica nos próximos anos, à medida que a IA se consolida como infraestrutura essencial das organizações”, completa Tiepolo.

Ludmilla: Fervo da Lud é exemplo de brand experience no Carnaval 2026 com patrocínio de Levi’s e cerveja Império

Com público estimado em mais de um milhão de foliões no Rio de Janeiro, o Fervo da Lud consolida-se no Carnaval 2026 como exemplo de brand experience. Liderado por Ludmilla, o megabloco traz como tema “RITMOS” e celebra a diversidade musical brasileira, reunindo gêneros que fazem parte da memória afetiva da artista e ajudaram a construir sua identidade musical. O desfile acontece no dia 17 de fevereiro, no Circuito Preta Gil, no centro da capital fluminense, como ponto alto da maratona carnavalesca da cantora. Para além da proposta artística – que percorre do axé ao funk, do samba ao sertanejo e ao tecnobrega – o conceito amplia o território de conexão das marcas ao abraçar diferentes gêneros, comportamentos e públicos. A dimensão do projeto reforça esse potencial estratégico: Ludmilla soma aproximadamente 24 horas de apresentações ao vivo ao longo da maratona carnavalesca, mobiliza mais de mil profissionais e percorre cerca de 5.500 quilômetros em poucos dias, transformando o bloco em uma operação de grande porte, com impacto cultural e econômico. Depois de levar Ludmilla ao Super Bowl, a Levi’s renova sua parceria com a artista e desembarca no Fervo da Lud para mais um capítulo dessa trajetória conjunta. No megabloco, a marca assina uma ação de estamparia em tempo real e produz os abadás oficiais do bloco. A iniciativa reforça a conexão da Levi’s com pessoas que fazem acontecer e com artistas que ocupam o centro da cultura e constroem suas próprias narrativas. Ao lado de Ludmilla em um dos momentos mais emblemáticos do calendário brasileiro, a marca fortalece seu vínculo com um público jovem, diverso e altamente engajado, que movimenta a cena e transforma a celebração em expressão cultural. Já a Cerveja Império, ativa o energético Dopamina no trio de convidados, integrando o produto à experiência do evento. A estratégia ganha consistência ao dialogar com a faixa “Dopamina”, presente no álbum “Fragmentos”, criando convergência entre repertório e ativação. O conceito de energia, elemento central tanto na proposta da bebida quanto na intensidade dos “Ritmos” que conduzem o Carnaval da artista, reforça a coerência da ação dentro do território proprietário do projeto. Ao unir diversidade musical, escala operacional e ativações conectadas à narrativa artística, o Fervo da Lud reafirma o Carnaval como ambiente privilegiado para construção de relevância cultural e conexão direta entre marcas e consumidor.

De meme a trio elétrico: Ivete e Guaraná Antarctica promovem encontro icônico em Salvador

Se é Carnaval, tem Ivete. Se é Coisa Nossa, tem Guaraná Antarctica. E quando a Mainha da Pipoca encontra o Original do Brasil, o resultado é surpresa no meio da avenida, celebrando o que temos de mais autêntico. Na noite desta segunda-feira (16), enquanto arrastava multidões no Bloco Coruja, Ivete Sangalo foi surpreendida por um folião fantasiado de Guaraná Antarctica próximo ao Morro do Gato. Com o carisma que lhe é peculiar, a cantora não deixou o momento passar batido e logo avisou: também queria um “gostosão” daqueles em cima do seu trio. O desejo de Mainha é ordem. Em uma virada digna de Carnaval, surgiu no trio uma segunda fantasia de Guaraná, mas desta vez revelando o influenciador Brino. O encontro parou a avenida, unindo a energia do refrigerante que é a cara do Brasil com a descontração de um dos maiores criadores de conteúdo do país, apelidado de “sobrino” por Veveta. A escolha de Brino traz um tempero especial para a ação. O influenciador tem uma conexão icônica (e hilária) com Ivete: ele viralizou ao fingir ser sobrinho da cantora para conseguir uma foto com um cantor internacional. Agora, o “reencontro familiar” aconteceu oficialmente, em plena Ondina, e com o sabor de Guaraná Antarctica. Pela primeira vez, Guaraná Antarctica estreia como patrocinadora do Bloco Coruja, um dos símbolos mais tradicionais da Bahia. Com a plataforma de Carnaval, a marca reforça sua presença na maior festa de rua do planeta, valorizando a alegria coletiva e os encontros inesperados. Afinal, quando junta a Mainha da Pipoca, o “gostosão” do Brasil e uma pitada de resenha, não tem erro: é, verdadeiramente, Coisa Nossa.

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