Marco Túlio Davi entra para o Top 20 de perfis mais engajados do Instagram na semana
O ator e criador de conteúdo Marco Túlio Davi está entre os 20 perfis mais engajados do Instagram no Brasil, segundo levantamento da plataforma Zeeng – Social Media Benchmark, em parceria com o perfil @ocaradosrankings, entre os dias 19 e 26 de março. Ele figura no ranking ao lado de grandes nomes como Neymar, Rodrygo Goes, Virgínia, Vini Jr., Felca, entre outros. Confira o ranking completo: https://www.instagram.com/p/DWY8dAwERat/?igsh=aTUxbXgxbTRta3dv&wa_status_inline=true . O ranking analisa a média de interações por publicação, indicador que vai além do número de seguidores e mede, na prática, a capacidade de gerar reação e engajamento real do público. Na semana analisada, os 20 nomes listados ultrapassaram uma média de 909 mil interações por post, consolidando um grupo que, de fato, domina a chamada economia da atenção nas redes sociais. A presença de Marco Túlio na lista reforça sua força como criador em um cenário altamente competitivo, ao lado de grandes nomes do entretenimento, esporte e internet. O levantamento evidencia ainda a diversidade de perfis que disputam a atenção do público atualmente, com destaque para atletas, influenciadores e figuras públicas. Aos 33 anos, Marco Túlio Davi soma mais de 17 milhões de seguidores nas redes sociais e se consolidou como um dos principais nomes do humor por identificação no Brasil. Seu trabalho ganhou destaque ao transformar situações do cotidiano em conteúdo digital, interpretando com riqueza de detalhes mais de 170 profissões diferentes, em vídeos roteirizados que combinam observação social, construção de personagem e linguagem contemporânea. O artista também se profissionalizou como ator, cursou teatro e conquistou seu registro profissional. Natural de Uberlândia (MG), ele trilhou inicialmente uma carreira no setor bancário, onde atuou por nove anos e chegou ao cargo de gerente. Formado em Administração pela Universidade Federal de Uberlândia e com MBA em Marketing e Vendas pela PUC Minas, decidiu em 2021 deixar o mercado financeiro para se dedicar integralmente à criação de conteúdo. Desde então, estruturou sua atuação como um negócio. Hoje, cerca de 70% de sua receita vem de publicidade com marcas e 30% da monetização das plataformas, tendo trabalhado com empresas como McDonald’s, Mercado Pago, Magazine Luiza, Shell Brasil, Disney+ e Vigor, entre outras. Além do desempenho comercial, o reconhecimento em rankings de engajamento como o da Zeeng reforça um diferencial claro do seu trabalho: a capacidade de transformar o cotidiano em conteúdo que realmente prende a atenção e gera identificação com o público. Em um cenário onde a disputa pela atenção é cada vez mais fragmentada, sua presença entre os mais engajados da semana evidencia que, mais do que números, o diferencial está na conexão real com a audiência. Acompanhe Marco Túlio nas redes sociais: Instagram: instagram.com/marcotuliodavi Tiktok: tiktok.com/@marcotuliodavi YouTube: youtube.com/@marcotuliodavi Kwai: kwai.com/@Marcotuliodavi
Estrategista ensina a “Receita do TikTok Shop” para escalar as vendas em 2026
Aquela plataforma que oferecia apenas entretenimento, já não existe mais. Hoje, o TikTok se consolidou como um dos principais motores de descoberta de produtos em nível mundial. No Brasil, o avanço do TikTok Shop, a partir de 2025, estruturou o chamado social commerce no País. Para 2026, segundo o empreendedor e mentor, Alexandre Capella, o cenário aponta para uma expansão ainda mais acelerada. “Com mais de 152 milhões de usuários brasileiros, a plataforma se tornou um dos ambientes mais poderosos para descobertas de marcas, tendências e consumo por impulso.” Ele explica que as empresas que entenderem a lógica do novo modelo de negócio conseguirão transformar viralização em vendas consistentes. “Existe uma espécie de ‘receita de bolo’ para o TikTok Shop, que envolve preço correto, estrutura operacional, creators em escala e uma estratégia de aquisição de clientes”, afirma, ao revelar que um dos pilares da operação é o ticket médio. De acordo com Capella, no TikTok Shop, a decisão de compra ocorre em segundos, por impulso, no momento em que o consumidor está navegando, consumindo conteúdo. “Produtos com preço de até R$ 79,90 apresentam taxas de conversão significativamente maiores, pois criam uma percepção de baixo risco.” Para se adaptar a esse comportamento, as marcas estão adotando medidas estratégicas variadas, como versões menores de produtos; kits de entrada; itens exclusivos para a plataforma e ajustes de volume ou gramagem. Segundo o mentor, a adequação ao modelo de compra impulsiva é determinante para escalar dentro do ambiente. Característica Diferentemente do que muitos imaginam, o TikTok Shop não funciona apenas como uma vitrine digital. Trata-se de uma operação tecnológica e logística robusta, sendo que para operar com eficiência, é necessário ter seller center configurado; ERP integrado; emissão automática de notas fiscais e integração com o operador logístico. “Entre os sistemas mais utilizados no Brasil estão ERPs como Bling e Tiny. É importante ressaltar que se um vídeo viraliza e a empresa recebe milhares de pedidos em poucas horas, a operação precisa estar preparada, uma vez que sem estrutura, ela trava”, observa. Capella explica que no TikTok Shop a logística é gerenciada pela própria plataforma, e é o TikTok que define se os pedidos serão levados a pontos de coleta ou se haverá retirada no centro de distribuição da empresa. Outro ponto importante é a validação do produto, que não acontece com poucos vídeos. Segundo ele, uma validação robusta costuma envolver entre dois mil e três mil vídeos publicados, permitindo que o algoritmo identifique padrões de audiência e comportamento. “Quando determinados conteúdos começam a performar acima da média, a plataforma amplia a distribuição, gerando o efeito viral. E a escala vem, principalmente, dos creators afiliados. Operações que atingem alto desempenho costumam trabalhar com três mil e cinco mil creators ativos, podendo alcançar dezenas de milhares ao longo do tempo. O fato é que cada um produz abordagens diferentes. Enquanto muitos vídeos não performam, um único conteúdo viral pode gerar milhares de pedidos em poucas horas.” Outros ingredientes Para alimentar toda essa engrenagem, marcas estruturadas costumam enviar entre 1,5 mil e 3 mil amostras mensais para os criadores testarem e gerarem conteúdo real, o que cria uma rede descentralizada de divulgação, multiplicando pontos de contato com o consumidor. De acordo com Capella, embora o TikTok seja conhecido por sua força orgânica, ele também combina com ações de mídia paga. Ele explica que após cerca de 500 vídeos publicados já é possível identificar os conteúdos com potencial de conversão. “Investimentos entre R$ 1 mil e R$ 3 mil por dia são comuns em operações validadas e aceleram o processo de crescimento. No entanto, apesar do potencial de faturamento, a rentabilidade depende de cálculos precisos. Entre os principais custos estão a comissão da plataforma; a taxa de logística de 6%; a comissão dos creators; os custos operacionais ou de agências; o envio de amostras; os impostos e a estrutura interna”, relata, ao comentar que para muitas marcas, o TikTok Shop funciona como um canal de aquisição de novos clientes, sendo que após a primeira compra, o relacionamento pode migrar para um ecommerce próprio ou base de CRM, por exemplo. Cupons de desconto e benefícios promocionais são incentivos que impulsionam o crescimento e, para o empreendedor e mentor, o sucesso do TikTok Shop pode parecer aleatório para quem observa de fora, mas as operações que realmente dão certo seguem um padrão claro, com preço estratégico; estrutura operacional; escala massiva de creators; validação baseada em volume e estratégia definida de aquisição. “Empresas que compreenderem essa dinâmica transformarão o TikTok não apenas em um canal de vendas, mas em uma poderosa máquina de geração de novos clientes, representando uma das maiores oportunidades da nova economia digital no Brasil em 2026”, afirma.
Ciclo Cosméticos entra no TikTok Shop e aposta em social commerce como novo motor de crescimento
Com mais de 300 creators, lives quinzenais e mix completo de produtos, marca quer integrar performance e branding em um único ecossistema digital A Ciclo Cosméticos anuncia sua entrada oficial no TikTok Shop no próximo dia 09 de março, marcando um novo capítulo na estratégia de transformação digital da marca. A movimentação posiciona a empresa no centro do avanço do social commerce no Brasil, segmento que une entretenimento, influência e conversão em uma mesma jornada de compra. A estreia será marcada por uma live inaugural no dia 09/03, quando a marca apresentará seu portfólio completo e testará os primeiros formatos de ativação dentro da plataforma. A programação de lives será inicialmente quinzenal, com expectativa de evoluir para transmissões semanais. Segundo Luane Lohn, CEO da Ciclo Cosméticos, a decisão acompanha uma mudança estrutural no comportamento do consumidor. “O TikTok se consolidou como um dos principais canais de consumo digital ao conectar conteúdo, comunidade e compra em tempo real. As tendências de beleza nascem ali e influenciam decisões de forma imediata. Estar na plataforma hoje é estratégico para manter relevância”, afirma. Social commerce como estratégia de longo prazo A entrada no TikTok Shop está alinhada ao plano de transformação digital da companhia, que busca integrar performance e construção de marca em um mesmo ambiente. “Estar em uma plataforma que une entretenimento e conversão significa criar uma conexão emocional que vai além da venda. O consumidor pode assistir a um review, ver uma demonstração e comprar no mesmo ambiente. Isso encurta a jornada e fortalece o relacionamento”, explica Luane. Embora o canal tenha potencial direto de vendas, a executiva reforça que o objetivo é duplo. “Enxergamos o TikTok Shop tanto como canal de conversão quanto de construção de marca. Queremos atingir um novo público, especialmente consumidores que já descobrem e compram produtos a partir de vídeos e recomendações.” Estratégia com creators e foco em escala A Ciclo inicia a operação com um time de mais de 300 creators afiliados, apostando em volume, diversidade de conteúdo e ativação constante. O foco inicial será conteúdo demonstrativo e ofertas, mantendo a dinâmica rápida da plataforma. “Vamos combinar autenticidade, estratégia e construção de marca a longo prazo, sem perder a agilidade que o TikTok exige”, destaca a CEO. Além do mix completo de produtos disponível na loja, a marca prevê o lançamento de kits e edições exclusivas para a plataforma, reforçando a estratégia de diferenciação e incentivo à compra direta dentro do aplicativo. Crescimento do social commerce no Brasil Para Luane, o avanço do social commerce no país é uma consequência direta do comportamento digital do consumidor. “O consumidor descobre, pesquisa e decide dentro das próprias redes sociais. A jornada está mais integrada e cada vez mais influenciada por conteúdo. No segmento de beleza, isso é ainda mais relevante, porque depende de prova social, recomendação e experiência visual.” A executiva acredita que o TikTok Shop pode redefinir a compra de cosméticos ao unir inspiração e conversão em um único fluxo. “É fundamental estar presente onde o consumidor já passa horas consumindo conteúdo. É ali que relevância, relacionamento e conversão se encontram.” Metas e indicadores A meta da Ciclo é consolidar o TikTok Shop como canal estratégico de vendas e aquisição de novos clientes. O sucesso da operação será medido por indicadores como volume de vendas, taxa de conversão, ROI das campanhas, crescimento da base de clientes, engajamento e recompra. “Mais do que faturamento imediato, queremos avaliar o impacto na construção de marca e na expansão da comunidade digital. O TikTok Shop tem potencial para se tornar um motor relevante de aquisição e recorrência”, conclui Luane.
Estratégia de marketing incluindo branding, PR e redes sociais passam a financiar curtas-metragens no Brasil
Enquanto o cinema brasileiro volta ao centro das atenções internacionais na semana do Oscar, cresce também o interesse por modelos alternativos de produção independente. Em um cenário sem grandes distribuidoras ou aportes milionários, a comunicação deixa de ser apenas ferramenta de divulgação e passa a atuar como estratégia de Produção Executiva, capaz de gerar resultados concretos antes mesmo do filme finalizado. O curta-metragem A Última Fita, dirigido por Caroline Adrielli e produzido pelo coletivo Sparkle, alcançou cerca de 2 milhões de pessoas com 12 inserções estratégicas na imprensa ainda na pré-produção, agregou aproximadamente R$20 mil em apoios conquistados via posicionamento e parcerias em redes sociais. No modelo tradicional, a comunicação entra em cena quando o filme está pronto: criação de pôster, trailer e campanha de lançamento. No cinema independente, no entanto, esse fluxo vem sendo invertido. Branding, identidade visual, posicionamento estratégico, redes sociais com copy orientada a retenção e chamadas para ação (CTAs) passam a integrar a engrenagem produtiva desde a pré-produção. “A comunicação digital faz parte do cotidiano de qualquer pessoa e, hoje, também faz parte da produção do cinema independente. Engajar nas redes cria confiança, que gera comunidade e vínculo, se transformando em apoio, tanto em engajamento quanto financeiramente. Quando o público acompanha o processo, ele passa a investir na história e a se sentir parte dela, não só no filme. Por isso, a comunicação digital se torna essencial para viabilizar esses projetos”, afirma Ricardo Pinheiro, estrategista de marketing do projeto. Filme tratado como marca No caso de A Última Fita, essa estratégia resultou em parcerias e apoios relevantes ainda na pré-produção. Profissionais do mercado, como compositor musical e maquiadora especializada em efeitos práticos, além da empresa Naymovie para locação de equipamentos, aderiram ao projeto a partir da consolidação da presença digital e do posicionamento estratégico. Para Caroline Adrielli, diretora do projeto, a estratégia impactou diretamente o nível da produção. “Estamos experienciando uma mudança estrutural no papel da comunicação no audiovisual independente. Nesse contexto, o filme é tratado como marca e mais do que divulgar um filme pronto, a equipe de marketing e PR passa a atuar como braço estratégico da Produção desde o início, influenciando diretamente na captação de recursos, percepção de valor e alcance de público. Em um cenário em que a atenção é disputada com grandes produções, para o cinema independente, comunicar deixou de ser a etapa final e passou a ser fundamento de viabilidade. Afinal, cinema é feito para ser visto, e a comunicação garante isso”, afirma. A assessoria de imprensa também atuou antes do primeiro dia de set. Com 12 inserções estratégicas em veículos regionais e páginas nacionais especializadas em cinema, o projeto alcançou cerca de 2 milhões de pessoas. Esse movimento contribuiu para fortalecer a autoridade da produção e atrair apoios que, somados, agregaram aproximadamente R$20 mil em parcerias e colaborações. Além disso, a mobilização orgânica dos seguidores gerou apoio de R$1 mil ainda na fase de pré-produção. Agora, após a construção de uma base engajada, o curta se prepara para lançar um crowdfunding para custear parte da pós-produção, que é 100% independente. “Quando o público se envolve, entende o processo e confia, o apoio financeiro acontece de forma muito mais natural. Engajar antes de pedir apoio cria vínculo. A comunidade passa a entender o valor do projeto, acompanha os bastidores e, quando o crowdfunding chega, ele deixa de ser um pedido e vira a continuação de algo que o público já faz parte”, complementa Pinheiro. Além do estrategista, a equipe de comunicação é formada pelos designers Lucas Iorkovski e Larissa Melo, responsáveis por apoiar a construção de branding e identidade visual. O coletivo Sparkle, que assina a produção, tem como propósito integrar a comunicação no cinema desde a concepção das obras.
Instagram reformula algoritmo e impõe novos desafios para quem vende online
Quem vende pela internet precisa estar atento às mudanças. Além da importância de um bom tráfego pago, feito com estratégia, as redes sociais também merecem atenção especial. O Instagram, por exemplo, mudou as regras em 2026. O que funcionava em 2023 ficou para trás. Para se ter ideia, os likes, hoje, representam apenas 5% da real importância dentro da plataforma, pois o algoritmo passou a priorizar retenção, compartilhamentos reais e profundidade de interação, e não números vazios. De acordo com o sócio-diretor da agência de comunicação e marketing WBP, Leonardo Munhoz, especialista no assunto, hierarquia do sucesso no Instagram mudou bastante. Agora, o Watch Time tem um peso maior (35%), uma vez que manter a pessoa no post é o “novo ouro”. “Quanto mais tempo assistindo, maior será a entrega.” Na segunda posição está o Saves, com 25% de relevância. Munhoz explica que é importante investir no conteúdo, uma vez que aquele que vale a pena ser guardado, sinaliza profundidade e valor. Em terceiro lugar, com 20%, está a DM Shares, que representa o sinal mais forte de distribuição. “Quando alguém compartilha no direct, o algoritmo entende como relevância máxima”, revela, ao comentar que os Likes, com apenas 5%, perderam sua importância e representatividade. “Como afirmou Adam Mosseri, CEO do Instagram, ‘o alcance depende de como as pessoas reagem, não de quanto seguidores você tem’. Por isso, é importante se atualizar.” Atente-se! Munhoz reforça que é necessário ter cuidado com o chamado “Fingerprinting Visual”. Agora, o Instagram detecta reposts automaticamente e se o conteúdo for 70% similar ao que já existe, o perfil pode ser penalizado. “O excesso de conteúdo reciclado, especialmente vindo do TikTok, pode reduzir o alcance em até 80%. Sendo assim, a originalidade deixou de ser diferencial e passou a ser exigência”, afirma. Segundo ele, com a entrada da IA, imagens “muito perfeitas” podem ser prejudiciais e isso está se tornando um grande dilema. Ele explica que apostar em fotos mais cruas e reais geram mais conexão, além de provarem que existe uma pessoa por trás do perfil. “A regra é clara: menos filtro, mais verdade. O fato é que o Instagram não é mais um jogo de popularidade, mas sim de atenção, profundidade e conexão real. Em 2026, vencerá quem entender que o algoritmo não premia a vaidade, e sim a relevância.” Quatro dicas para aumentar o engajamento (e as vendas) Foque nos últimos dez segundos: o final do vídeo impacta diretamente o replay; Use legendas longas: elas aumentam o tempo de permanência no post; Defina um nicho coeso: quem fala de tudo, não entrega nada para ninguém; Responda as DMs rapidamente: engajamento imediato vira boost, aquele empurrão extra na distribuição do conteúdo.
TV Brasil lidera ranking de interações nas redes sociais entre instituições públicas em 2025
A TV Brasil conquistou o primeiro lugar no ranking das instituições públicas com maior número de interações nas redes sociais considerando todo o ano de 2025. Os dados são da plataforma Social Media Gov. Outras contas administradas pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) também figuraram entre as TOP 10: a própria EBC (3º lugar), o Canal Gov (4º lugar) e a Agência Brasil (7º lugar). De janeiro a dezembro, a TV Brasil registrou 86.410.208 interações nas redes sociais, superando por exemplo os perfis do Governo do Brasil (@govbr), que ficaram em segundo lugar com 79.935.311 interações. O levantamento considera curtidas, comentários, compartilhamentos e outras formas de engajamento nas principais plataformas. De acordo com o presidente da EBC, Andre Basbaum, o avanço está em sintonia com a finalidade do trabalho realizado pela comunicação pública. “Ampliar o alcance de informação confiável e de interesse coletivo é parte essencial da nossa missão, sobretudo em um contexto em que a TV aberta e as redes sociais permanecem entre os principais meios de consumo de conteúdo no Brasil”, comenta. Basbaum acrescenta que os resultados também refletem decisões estratégicas de gestão. “Temos investido de forma planejada e consistente nas redes, apostando em novas linguagens e em formatos mais conectados com a dinâmica digital. Aproximar o cidadão da comunicação pública exige inovação, escuta e presença onde ele está. Os números mostram que estamos no caminho certo”, comemora. Todas as instituições públicas no TOP 10 de interações receberão certificado durante a 15ª edição do evento Redes Wegov, que acontecerá nos dias 28 e 29 de abril, em Florianópolis (SC). No ano passado, a EBC venceu a 3ª edição do Prêmio Social Media Gov, principal honraria de comunicação em redes sociais do setor público, na categoria “Comunicação como Serviço”. A instituição venceu com o case de conteúdos do programa Sem Censura, da TV Brasil, que abordavam temas como saúde, segurança e uso de telas na infância. A categoria tem como objetivo premiar “instituições que promoveram informações de interesse público, através de conteúdos certeiros e relevantes”. A retrospectiva das medições realizadas pelo Social Media Gov aponta evolução no desempenho digital da EBC, evidenciando ganho de relevância, maior engajamento do público e consolidação da estratégia. Em 2023, os dados demonstravam que as contas administradas pela EBC nem sequer figuravam na lista das 10 contas de instituições federais com maior número de interações. Já em 2024, o primeiro lugar era ocupado pelo Exército Brasileiro, com 17.927.265 interações. A EBC figurava em 6º lugar, com 6.731.887. Melhor desempenho histórico Também em 2025, de acordo com números da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a EBC registrou seu melhor desempenho histórico nas redes sociais, somando cerca de 150 milhões de interações nas plataformas Instagram, TikTok, YouTube, Facebook e X, o triplo do registrado em 2024. O resultado foi impulsionado tanto por conteúdos editoriais da TV Brasil, Canal Gov, EBC e Agência Brasil quanto pela adoção de estratégias de circulação orgânica que consolidaram a empresa como referência em comunicação pública digital. Em janeiro deste ano, a EBC lançou também os perfis do Radiojornalismo em todas as redes. Levantamento da Gerência de Análise de Dados das Plataformas de Comunicação da EBC aponta que, somados todos os perfis da empresa em todas as plataformas, os conteúdos tiveram mais de 3 bilhões de visualizações ao longo do ano passado. Para o superintendente de Comunicação Digital e Mídias Sociais, Fernando Miranda, este resultado comprova que comunicação pública pode ser competitiva. “Construímos comunidade, presença e confiança. Isso é engajamento orgânico de verdade, guiado por uma equipe talentosa e por um compromisso editorial com o interesse público”, afirma.
BBB no ar: levantamento indica que edição de 2021 foi a que mais mobilizou o Brasil nas redes e buscas
A Timelens, empresa de tecnologia e inteligência de dados, pertencente à FutureBrand São Paulo, acaba de divulgar levantamento exclusivo que responde a uma pergunta recorrente entre fãs, marcas e a indústria do entretenimento: afinal, qual edição do Big Brother Brasil realmente dominou o país e onde esse impacto foi mais intenso? O resultado é expressivo: o BBB 21, que contou com os protagonistas Juliette, Gil do Vigor e Sarah, que está de volta como veterana em 2026, se consolidou como a edição mais intensa da história recente do programa, liderando tanto as conversas espontâneas quanto o interesse ativo de pesquisas. A análise cruzou o volume de menções ao BBB nas redes sociais e as buscas no Google entre 1º de janeiro de 2011 e 28 de janeiro de 2026, abrangendo 15 edições consecutivas do reality. Na edição de 2021, foram mais de 26,1 milhões de menções, volume que supera com ampla margem todas as outras temporadas monitoradas. Na comparação direta com a edição do ano passado, o BBB 25,, o BBB 21 gerou 2,13 vezes mais conversas. O ranking das edições mais comentadas é completado, consecutivamente,pelo BBB20, com 18,8 milhões de menções; e pelo BBB 22, com 18,7 milhões. Os dados indicam que o início da década de 2020 marcou um ponto de virada na presença do reality na cultura digital brasileira, com picos muito superiores aos registrados nos anos anteriores. “A diferença entre quem comenta nas redes sociais e aqueles que buscam informação revela que engajamento não é um comportamento único. Falar sobre o programa é um ato de exposição e posicionamento público, enquanto pesquisas estão mais ligadas à necessidade de compreender, contextualizar e acompanhar narrativas”, analisa Renato Dolci, Diretor de Dados da Timelens. Quando o assunto vira busca Além das redes sociais, o estudo analisou o comportamento de busca dos brasileiros no Google, indicador que revela curiosidade, necessidade de contexto e interesse em aprofundar informações. Mais uma vez, a edição de 2021 aparece no topo, como a mais buscada de toda a série histórica, seguida pelo BBB 20 e BBB 22. No pico de interesse, o BBB 21 foi 4,8 vezes mais buscado do que o BBB 25, reforçando o caráter de ‘evento nacional’ daquela temporada. Enquanto as redes captam o calor da conversa em tempo real, as buscas evidenciam o esforço do público para entender narrativas, memes e desdobramentos do programa. Onde o BBB mais repercute O levantamento também revela diferenças regionais importantes no engajamento com o reality. Nas redes sociais, o Sudeste concentra 59,8% das menções ao BBB no período analisado. Entre os estados, o ranking é liderado por Rio de Janeiro, seguido por São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco. Já no volume de buscas no Google, o cenário muda. Os estados que mais pesquisam sobre o BBB são Amapá, Amazonas, Pará, Acre e Maranhão. Em média, a região Norte registra o maior índice de interesse (73,6 em uma escala de 0 a 100), à frente do Nordeste (63,8), Sudeste (56,3), Centro-Oeste (53,5) e Sul (50,3). Na prática, o Norte busca por BBB 1,46 vezes mais do que o Sul. “Quando observamos que o Sudeste concentra a maior parte das conversas e o Norte lidera o interesse por buscas, não estamos diante de mais ou menos interesse, mas de modos distintos de participação cultural em um mesmo fenômeno nacional. Cada comportamento revela uma forma diferente de se relacionar com o mesmo conteúdo” afirma o diretor. BBB além da audiência Ao analisar 16 anos de dados, o estudo da Timelens aponta o BBB como um verdadeiro termômetro cultural. Mais do que audiência ou votos, menções e buscas ajudam a identificar quando uma edição rompe a bolha do entretenimento e passa a influenciar conversas públicas, memes, estratégias de marcas e debates sociais. “Quando redes sociais, buscas e territórios passam a se comportar de forma distinta, o reality deixa de ser apenas um fenômeno de entretenimento e se consolida como um espaço onde cultura, comportamento e consumo se cruzam”, encerra Renato.
Falha na rede de IAs Moltbook expõe 1,5 milhão de credenciais e acende alerta de segurança corporativa
Uma falha na rede social Moltbook, criada exclusivamente para interação entre agentes de inteligência artificial, expôs mensagens privadas, e-mails de mais de 6.000 usuários e 1,5 milhão de tokens de autenticação, segundo investigação divulgada pela Wiz e repercutida pela Reuters. O episódio evidencia riscos crescentes à medida que agentes de IA passam a operar rotinas, contas e integrações com autonomia crescente, exigindo das empresas políticas rigorosas de governança e controle de identidades digitais. O erro foi identificado em configurações de banco de dados e controle de acesso, resultando na exposição de 35 mil mensagens e mais de 1 milhão de credenciais. Segundo Luiz Claudio, CEO da LC SEC, consultoria especializada em cibersegurança e compliance internacional, “o caso Moltbook deixa claro que redes só de IA não são ambientes neutros: tokens e credenciais expostas podem permitir ações ‘válidas’ sem levantar suspeitas, e a distinção entre humano e agente se torna confusa, ampliando riscos de fraude e sequestro de perfis”. O cenário de mercado reforça a urgência de atenção. O Verizon DBIR 2025 apontou que 60% das violações envolvem fatores humanos e que a participação de terceiros dobrou de 15% para 30%, com mediana de 94 dias para correção de segredos vazados. Já o IBM Cost of a Data Breach estimou custo médio global de US$ 4,88 milhões em 2024 e US$ 4,4 milhões em 2025 para incidentes ligados à IA sem controles adequados de acesso ou políticas de governança. O FBI IC3 relatou perdas acima de US$ 16 bilhões em crimes digitais em 2024, sendo US$ 2,77 bilhões apenas em Business Email Compromise, enquanto deepfakes e golpes por voz sintética cresceram mais de 680% segundo a Pindrop. Para 2026, a Experian projeta aumento de fraudes envolvendo “IA agêntica”, com consumidores perdendo mais de US$ 12,5 bilhões em 2024 e quase 60% das empresas reportando aumento de perdas por fraude de 2024 para 2025. Para Luiz Claudio, “a introdução de agentes autônomos em operações corporativas não é questão de ‘se’, mas de ‘como’ implementá-los com segurança”, diz. “Classificar identidades de máquina, definir critérios de acesso, revisar configurações e rastrear credenciais vazadas são medidas essenciais. Identidade digital, token e dados sensíveis precisam ser tratados como ativos críticos, antes que a próxima rede viral se transforme em incidente global”, finaliza.
Carnaval: redes sociais e embriaguez podem gerar punições no ambiente de trabalho
Embora o Carnaval seja tradicionalmente associado ao lazer, empresas precisam redobrar a atenção nesse período para evitar impactos na rotina e riscos trabalhistas decorrentes de faltas injustificadas, uso indevido de atestados e comportamentos incompatíveis com o ambiente profissional. Nesse período, é comum o aumento de afastamentos por atestado médico, diz Karolen Gualda Beber, advogada especialista em Direito do Trabalho, do escritório Natal & Manssur Advogados. “Mas quando o empregado apresenta atestado médico e, ao mesmo tempo, aparece em festas ou viagens divulgadas nas redes sociais, a empresa pode considerar que houve uso indevido do afastamento e aplicar medidas disciplinares, inclusive a demissão por justa causa, dependendo do caso”, explica. Outra situação é quando o funcionário comparece ao trabalho sob efeito de álcool, especialmente na Quarta-Feira de Cinzas ou nos dias seguintes às festividades. “Nessas situações, a empresa deve afastar imediatamente o empregado das atividades, principalmente quando há risco à segurança. Se for um episódio isolado, podem ser aplicadas advertência ou suspensão. Mas, em casos graves ou repetidos, a conduta pode justificar demissão por justa causa”, diz Karolen. A advogada ressalta, porém, que a empresa deve avaliar cada situação individualmente. Quando houver indícios de alcoolismo, o caso passa a ser tratado como questão de saúde, exigindo encaminhamento para tratamento, e não apenas punição. A orientação aos empregadores é reforçar regras internas e registrar ocorrências para reduzir riscos de questionamentos futuros. “Mesmo em períodos festivos, o contrato de trabalho permanece em vigor e a empresa pode exigir o cumprimento normal das obrigações profissionais”, conclui. Fonte: Karolen Gualda Beber, advogada especialista em Direito do Trabalho, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e coordenadora da área trabalhista do escritório Natal & Manssur Advogados.
PL que restringe acesso de menores de 16 anos às redes reacende debate sobre proteção digital
O projeto de lei protocolado nesta quinta-feira (5), na Câmara dos Deputados, pelo deputado federal Renan Ferreirinha, que propõe restringir o acesso de jovens de até 16 anos às redes sociais, reacende um debate cada vez mais presente nas famílias brasileiras: até que ponto crianças e adolescentes estão preparados para circular livremente em ambientes digitais criados para adultos. O tema dialoga diretamente com o livro Aconteceu com Minha Filha (Geração Editorial), Paulo Zsa Zsa, que relata a experiência vivida com a própria filha e os impactos profundos do uso excessivo e desprotegido das redes sociais na adolescência. A obra parte de uma vivência pessoal para discutir saúde mental, responsabilidade das plataformas e o papel das famílias e do poder público na proteção de jovens no ambiente digital. Para o autor, iniciativas legislativas como a proposta de Ferreirinha colocam luz sobre um problema que, por muito tempo, ficou restrito ao âmbito doméstico. > “Esse projeto de lei toca num ponto central: crianças e adolescentes estão sendo expostos muito cedo a ambientes digitais que não foram pensados para eles. O que relato em Aconteceu com Minha Filha é o que acontece quando o mundo virtual ultrapassa qualquer limite de proteção.” Paulo Zsa Zsa destaca que o debate não deve ser tratado como censura, mas como uma medida de cuidado diante de um cenário em que algoritmos, hiperexposição e validação constante afetam diretamente o desenvolvimento emocional dos jovens. > *”Não se trata de demonizar a tecnologia, mas de reconhecer que adolescentes ainda estão em formação. O acesso irrestrito às redes pode trazer consequências sérias, muitas vezes silenciosas, para a saúde mental. Legislar sobre isso é assumir uma responsabilidade coletiva. Se já existisse uma lei, minha filha não teria passado pelo que passou”, afirma o autor.
Caso Orelha: crime combinado no Discord reacende debate sobre limites da moderação em plataformas digitais
A investigação do chamado caso do Orelha trouxe à tona um novo elemento que amplia o debate sobre a atuação das plataformas digitais: segundo apuração das autoridades, os garotos envolvidos teriam utilizado o Discord para combinar detalhes do ocorrido em servidores privados. O episódio levanta questionamentos sobre a efetividade da moderação da plataforma, os limites da responsabilidade legal no Brasil e o papel da tecnologia na prevenção de crimes articulados online. O Discord possui Termos de Uso e Diretrizes da Comunidade que proíbem expressamente discurso de ódio, incitação à violência e atividades criminosas. No entanto, de acordo com Marcelo Mattoso, sócio do Barcellos Tucunduva Advogados (BTLAW) e especialista em games e tecnologia, na prática, a fiscalização em servidores privados enfrenta obstáculos estruturais, já que o conteúdo não é público e a atuação da plataforma depende, em grande parte, de denúncias feitas pelos próprios usuários. Isso faz com que a moderação seja predominantemente reativa, e não preventiva. “Do ponto de vista jurídico e tecnológico, existe uma diferença relevante entre o que está formalmente previsto nas regras e o que efetivamente consegue ser aplicado em ambientes fechados como servidores privados”, afirma o especialista. “Quando a arquitetura da plataforma dificulta a detecção de condutas ilícitas recorrentes, surge o debate sobre o dever de cuidado e sobre eventuais falhas estruturais de moderação.” No Brasil, o Marco Civil da Internet estabelece que plataformas digitais não são, em regra, responsáveis por conteúdos gerados por terceiros, salvo em caso de descumprimento de ordem judicial específica. Contudo, esse entendimento vem sendo tensionado em situações nas quais há suspeita de omissão sistemática, conhecimento prévio de práticas ilícitas ou ausência de medidas proporcionais de prevenção. “Se ficar caracterizado que a plataforma tinha ciência de padrões reiterados de uso criminoso e, ainda assim, deixou de adotar medidas razoáveis para mitigar riscos, o debate jurídico muda de patamar”, explica Mattoso. “Não se trata de exigir vigilância total, mas de discutir até que ponto a inércia tecnológica pode ser interpretada como negligência.” Do ponto de vista técnico, já existem ferramentas de inteligência artificial capazes de identificar padrões de risco a partir de metadados, comportamentos agregados e sinais contextuais, sem acesso direto ao conteúdo integral das mensagens. A adoção dessas soluções, no entanto, ainda gera controvérsia, especialmente no que diz respeito à privacidade, proteção de dados e criptografia. O uso do Discord no caso do Orelha se insere em um debate mais amplo sobre o papel das plataformas digitais na prevenção de danos sociais. Mais do que regras escritas, cresce a cobrança por transparência nos processos de moderação, cooperação com autoridades e investimentos em mecanismos preventivos, em um cenário no qual segurança, liberdade de expressão e privacidade seguem em constante tensão. Fonte: Marcelo Mattoso – sócio do Barcellos Tucunduva Advogados (BTLAW) e especialista em Mercado de Games e eSports. Pós-graduado em Direito, com enfoque em Inovação e Tecnologia, pela FGV/RJ.
Carnaval 2026: influência digital ganha a avenida e coroa Virgínia Fonseca como destaque online
As cores e o brilho do Carnaval 2026 já começaram a tomar conta das redes sociais e, desta vez, com um reinado que se estende para além da avenida. Segundo levantamento da mLabs, plataforma líder em gestão inteligente de mídias sociais na América Latina, Virgínia Fonseca, nova rainha de bateria da Grande Rio, desponta como o principal destaque digital entre as musas do samba, combinando volume de postagens, autenticidade, alto engajamento e também, polêmicas pessoais. A análise comparou a performance de Virginia com outras novas rainhas, como Mileide Mihaile (Unidos da Tijuca), Juliana Paes (Viradouro) e Vanessa Rangeli (Acadêmicos de Niterói), e das veteranas como Sabrina Sato (Vila Isabel), Viviane Araújo (Salgueiro), Evelyn Bastos (Mangueira), Lorena Raissa (Beija-Flor), Fabíola de Andrade (Mocidade), Mayara Lima (Paraíso do Tuiuti) e Bianca Monteiro (Portela). Os números da influenciadora impressionam: “A performance da Virgínia nas redes mostra como o engajamento hoje é movido por uma mistura de frequência, autenticidade e também pela atenção gerada em torno de temas em alta. Ela publica com constância, humaniza sua presença nos stories e se conecta de forma próxima com o público, fatores que fortalecem sua influência digital. Mas é importante destacar que parte desse engajamento também vem do interesse em torno das polêmicas e discussões que a cercam, algo que nem sempre se traduz em estratégia para marcas”, explica Rafael Kiso, CMO da mLabs. O estudo também aponta uma tendência importante personificada em Lorena Raissa, rainha da Beija-Flor. Apesar de ter uma base de seguidores menor, sua taxa de engajamento atingiu 4,6%, superando a de Virgínia. O resultado mostra que perfis menores, sustentados por conteúdos autênticos, geram engajamento proporcional mais alto, provando que qualidade e proximidade com o público podem pesar mais que o volume absoluto de seguidores. Estratégias de conteúdo eficazes As estratégias de conteúdo também revelam um padrão claro: os Reels lideram com 50% das postagens, seguidos pelos carrosséis (46%), reforçando o protagonismo de formatos dinâmicos e narrativos. Já as imagens estáticas representam apenas 3% do conteúdo publicado. A análise de timing mostrou que a quinta-feira é o dia com maior volume de publicações, enquanto o horário nobre concentra-se entre 18h e 21h, período em que o engajamento tende a ser mais elevado no Instagram. “Conteúdos pessoais como bastidores, momentos íntimos e interações genuínas geram engajamento, superando até posts institucionais sobre samba e a própria escola. O conteúdo Lo-Fi, aquele com menos produção e mais espontaneidade, é a tendência que mais cresce e a chave para o engajamento no instagram. A era da comunicação unilateral acabou; hoje, a conexão é a métrica mais importante”, conclui Kiso. A pesquisa completa está disponível gratuitamente aqui.
DRiV expande presença nas redes sociais com novo canal no TikTok
Novo canal marca a estreia do embaixador virtual A DRiV, líder global no desenvolvimento e fornecimento de soluções para o mercado de reposição, automotiva, amplia sua presença digital com a estreia de seu canal oficial no TikTok, @drivbrasil. A iniciativa reforça a estratégia da companhia de estreitar o relacionamento com o consumidor final e com os formadores de opinião do setor, por meio de conteúdos relevantes. Entre eles, estão dicas de manutenção, orientações técnicas e novidades sobre as marcas da DRiV no Brasil, em um formato acessível e adequado à linguagem da plataforma. Junto à novidade, chega também o novo porta-voz técnico virtual. Dono de uma oficina organizada e profissional reconhecido por seu conhecimento técnico, o personagem ajuda na conexão da marca com os milhares de reparadores do mercado brasileiro. Com essa iniciativa, a DRiV fortalece sua atuação nas principais redes sociais. Além do TikTok, a empresa mantém presença ativa no Instagram e no Facebook, com materiais exclusivos e especializados, apresentados pelos embaixadores da marca, um time de influenciadores renomados do setor, como Cezar Urnhani, Bia Figueiredo e Paula Mascari. Segundo Marcelo Rosa, diretor geral da DRiV no Brasil, a chegada ao TikTok integra uma estratégia estruturada de comunicação, voltada ao fortalecimento institucional da companhia e de suas marcas junto ao mercado consumidor e formador de opinião. “As redes sociais desempenham uma função cada vez mais relevante nas ações de comunicação, pela penetração e pela proximidade que estabelecem com o público. Fomos uma das primeiras empresas do segmento a desenvolver ações específicas para essas mídias e pretendemos ampliar cada vez mais nossa presença, aproveitando as oportunidades que cada plataforma oferece”, afirma o executivo. “O nosso canal no TikTok é uma oficina digital e cada nova postagem é como uma faísca em uma vela de ignição, fazendo ele funcionar”, complementa. A ampliação da atuação digital acompanha um momento estratégico da DRiV no País. Em 2025, a empresa iniciou uma nova fase no Brasil, tornando-se uma corporação mais focada no aftermarket automotivo, com a chegada de novas marcas e linhas de produtos ao portfólio. Entre os lançamentos recentes estão as velas de ignição Champion e as pastilhas de freio Ferodo. Para 2026, estão previstas novas expansões, com a introdução gradativa de marcas e soluções adicionais ao mercado brasileiro. “Nosso objetivo é sermos a primeira opção em soluções automotivas. Para isso, teremos o portfólio mais completo do mercado. E, para cumprir essa estratégia, estamos investindo em diversas frentes — e as redes sociais são uma delas”, finaliza Rosa. Perfis da DRiV e suas marcas nas redes sociais: Instagram: https://www.instagram.com/drivbrasil https://www.instagram.com/monroebrasil https://www.instagram.com/monroeclub_br https://www.instagram.com/ferodobrasil https://www.instagram.com/velaschampionbr Facebook: https://www.facebook.com/drivbrasil https://www.facebook.com/MonroeBR
CEO da Zaya Comunica, Geórgia Fröhlich analisa o papel das redes sociais no Big Brother Brasil
Com a chegada de uma nova edição do Big Brother Brasil, o impacto das redes sociais na dinâmica do reality volta a ganhar destaque. Para Geórgia Fröhlich, CEO da Zaya Comunica, empresa especializada em gerenciamento de redes e posicionamento digital, o programa deixou de ser apenas um produto televisivo e passou a existir de forma ampliada nas plataformas digitais. “Antigamente, os reality shows aconteciam em uma única plataforma. As famílias se reuniam na sala para assistir ao programa do dia e, por isso, era muito comum que as edições desenhassem claramente um mocinho e um vilão. Todo mundo assistia pela mesma perspectiva: a edição do programa”, explica Geórgia. Segundo ela, esse modelo fazia com que o público criasse preferências muito definidas. “Muito cedo surgia um participante pelo qual todos torciam e outro que o público queria ver fora do jogo.” Esse cenário começou a mudar de forma mais intensa a partir das edições exibidas durante a pandemia. “Com o fortalecimento das redes sociais, os reality shows passaram a ser multiplataforma. Hoje, além da TV, o programa acontece em uma proporção gigantesca nas redes sociais, como Instagram, TikTok e outras plataformas”, afirma. De acordo com a especialista, essa mudança impacta diretamente a forma como o público se posiciona. “Isso faz com que a gente veja torcidas que enxergam os participantes de maneiras muito diferentes, vários queridinhos ao mesmo tempo, polarização e múltiplas opiniões.” Ela ressalta que parte significativa da audiência acompanha o reality fora da televisão. “Muitas pessoas assistem apenas pelos cortes do Instagram e pelas páginas de entretenimento, e não necessariamente pela edição exibida na TV.” Nesse contexto, o trabalho de gerenciamento das redes sociais se torna decisivo. “O gerenciamento das redes é determinante para saber se essa torcida estará motivada, se vai puxar mutirões de voto ou não”, diz. Para Geórgia, apesar da importância do desempenho dentro da casa, é fora dela que a relação com o público se consolida. “É nas redes sociais que a torcida se fortalece, se transforma em fã e se organiza. Hoje, a rede social é um fator decisivo tanto para a permanência no jogo quanto para o fortalecimento da marca pessoal do participante.” A especialista também destaca a importância do alinhamento entre o que o público vê no programa e o que encontra nas redes. “A melhor receita é quando a personalidade real do participante dentro da casa conversa com a estratégia construída aqui fora”, pontua. Como exemplo, ela cita a participação de Manu Gavassi. “O posicionamento dela dentro do reality dialogava diretamente com o que acontecia nas redes sociais. Era a mesma narrativa sendo construída nos dois ambientes.” Geórgia alerta que, quando esse alinhamento não acontece, o interesse tende a diminuir. “Há casos em que o participante chama atenção dentro da casa, mas, ao chegar às redes sociais, o público não encontra o mesmo tom ou a mesma narrativa. Quando a rede social não acompanha esse protagonismo, o interesse se perde.” Ela reforça ainda a diferença entre o público da televisão e o das redes sociais. “O público do Big Brother na TV é muito plural. Já nas redes sociais, a audiência costuma ser mais parecida com a personalidade do participante, pessoas que se identificam e compartilham visões semelhantes.” No caso dos participantes do grupo Pipoca, esse processo é ainda mais relevante. “Eles entram sem uma marca pessoal definida. A comunidade que conseguem formar nas redes pode acompanhá-los depois do programa, abrindo portas para parcerias, eventos e novos projetos profissionais.” Segundo Geórgia, o papel de familiares ou das agências responsáveis pelas redes é central nesse momento. “Eles podem ajudar ou atrapalhar diretamente a construção dessa nova trajetória quando o participante deixa o programa.”
O caso Banco Master mostra como poucos podem manipular muitos
*Por Priscila Ferreira, advogada empresarial, especialista no mercado de tecnologia e inovação, Direito Digital, compliance e fundadora da infer assessoria. Casos recentes, como o do Banco Master, que está sendo investigado pela Polícia Federal por suposta contratação de influenciadores para disseminar ataques contra o Banco Central, revelam uma engrenagem pouco compreendida fora dos círculos técnicos: o funcionamento das campanhas digitais coordenadas. Segundo as investigações, a ação teria envolvido a distribuição organizada de conteúdos e mensagens padronizadas por redes sociais e aplicativos de mensagem, com o objetivo de influenciar a opinião pública e pressionar decisões regulatórias. Mais do que uma discussão jurídica isolada, o episódio evidencia como estruturas relativamente pequenas podem gerar grande impacto público ao explorar, de forma estratégica, tanto a infraestrutura quanto os comportamentos das plataformas digitais. Essas operações utilizam ferramentas de sincronização como Hootsuite ou bots em Telegram e WhatsApp Business, que programam postagens simultâneas em redes como Instagram, TikTok e X. Um núcleo de 10 a 50 influenciadores macro recebe material pré-definido, incluindo scripts, imagens e hashtags padronizadas, enquanto algoritmos de geolocalização e machine learning hipersegmentam públicos e priorizam o fluxo coordenado, gerando viralidade orgânica. Interações automatizadas em massa simulam engajamento espontâneo, elevando o alcance de milhares para milhões de impressões em poucas horas. Ao contrário do que se imagina, essas campanhas não dependem necessariamente de grandes exércitos de pessoas ou de investimentos massivos. Elas operam a partir de lógica técnica, sincronização e entendimento profundo dos algoritmos e padrões de engajamento das redes sociais. O primeiro elemento central é o uso simultâneo de múltiplas plataformas. Narrativas raramente ficam restritas a um único canal. Elas circulam ao mesmo tempo em redes abertas, aplicativos de mensagem, fóruns, portais de notícias e até em conteúdos de vídeo, criando a sensação de ubiquidade. Essa distribuição reforça a percepção de relevância e legitimidade do conteúdo. Outro fator crítico é a sincronização de postagens. Em campanhas coordenadas, o tempo é decisivo. Mensagens semelhantes ou complementares são publicadas em janelas curtas, frequentemente em horários de pico, simulando um surto orgânico que algoritmos interpretam como interesse genuíno. Essa simultaneidade impulsiona o conteúdo, multiplicando seu alcance e a percepção de engajamento espontâneo. Juridicamente, essa sincronia fragiliza limites legais. Práticas de astroturfing, que simulam apoio espontâneo do público quando na verdade são coordenadas, violam o Marco Civil da Internet e as normas do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (CONAR) sobre propaganda simulada, gerando responsabilidade solidária para coordenadores de desinformação ou dano moral. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) exige bases legais explícitas para o uso de dados comportamentais na definição de horários de postagem. Recomenda-se auditar registros de data e hora e incluir cláusulas de janela anti-sincronia em contratos de influência, garantindo transparência e mitigando riscos junto à Polícia Federal (PF) ou à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). A amplificação artificial completa o ciclo. Curtidas, comentários e compartilhamentos são estimulados de forma direcionada, seja por grupos organizados, seja por automação parcial, aquecendo o conteúdo nos primeiros minutos e sinalizando aos sistemas que a narrativa merece maior distribuição. Do ponto de vista técnico, exploram-se vulnerabilidades algorítmicas e comportamentais. Os mecanismos das plataformas priorizam engajamento, recorrência e velocidade de interação, enquanto o comportamento humano tende a validar informações que aparecem repetidamente em diferentes fontes. A combinação desses fatores cria um efeito de retroalimentação que reforça a narrativa artificialmente. Esse cenário apresenta desafios jurídicos e institucionais relevantes. Muitas ações operam em uma zona cinzenta entre liberdade de expressão, marketing digital legítimo e manipulação informacional. A descentralização e fragmentação dificultam a identificação de autoria, comando e intenção, especialmente na ausência de ordens explícitas ou contratos rastreáveis. Campanhas coordenadas raramente deixam provas isoladas, funcionando como sistemas distribuídos, em que pequenas ações aparentemente desconectadas ganham força quando analisadas em conjunto. Isso exige das autoridades, empresas e áreas de compliance uma leitura técnica e interdisciplinar dos fatos. O caso do Banco Master exemplifica como essas campanhas transcendem o ambiente virtual, gerando impactos institucionais, regulatórios e reputacionais. Narrativas artificialmente amplificadas distorcem debates públicos e pressionam órgãos como o Banco Central e a Polícia Federal, moldando percepções sociais antes da apuração factual. Para empresas e instituições, a lição é clara: não basta reagir apenas quando o tema chega à imprensa ou aos tribunais. É fundamental investir em monitoramento avançado, governança digital, políticas claras de atuação online e integração entre jurídico, comunicação e tecnologia. Prevenir passa por compreender como essas campanhas funcionam tecnicamente e quais sinais indicam coordenação. Portanto, no ambiente digital contemporâneo, influência não depende de maioria, mas de estratégia, sincronização e infraestrutura. Ignorar essa realidade é subestimar a capacidade de pequenos grupos de gerar grandes impactos, moldando percepções e pressionando instituições. Reconhecer e compreender esses mecanismos é o primeiro passo para enfrentar os riscos jurídicos, sociais e reputacionais que esse tipo de operação representa, permitindo que empresas e órgãos reguladores atuem de forma preventiva e responsável. *Formada há mais de 11 anos, com experiência jurídica trabalhista, empresarial, em Direito para as Startups, Digital e no setor de Departamento Pessoal. É especialista pela Universidade Cândido Mendes no Estado do Rio de Janeiro, em compliance e Direito para as Startups pela FGV e em estrutura/viabilização das empresas, principalmente nos setores de tecnologia e da informação pela USP
Privacy supera OnlyFans e lidera buscas brasileiras entre plataformas de monetização de conteúdo
A Privacy continua se consolidando como a maior plataforma de monetização de conteúdo da América Latina. Uma pesquisa realizada recentemente pela empresa Timelens revela que a Privacy teve um crescimento de 237% nas buscas brasileiras nos últimos 4 anos. Enquanto isso, o OnlyFans, plataforma criada em Londres, teve um crescimento de somente 19% nas buscas do país durante o mesmo período, o que destaca o potencial do mercado nacional na creator economy. Segundo André Matias, CEO da Timelens, o interesse dos brasileiros pela Privacy pode ser justificado por uma maior conexão da plataforma com o público local, além das formas de pagamento flexíveis que ela proporciona, aceitando Real e outras moedas da América Latina, além do Pix. Ainda de acordo com dados da Timelens, o mercado de conteúdo adulto também teve uma expansão acentuada no Brasil nos últimos 4 anos – impulsionada por inovações tecnológicas e mudanças culturais em geral – chegando a crescer em 158%. Essa informação não é novidade para quem acompanha as principais notícias sobre a indústria, já que o Brasil ficou em 9º lugar no ranking dos países que mais consomem conteúdo +18 no mundo, chegando a gastar mais de R$ 1 bilhão com esse setor em 2025, de acordo com o OnlyGuides, empresa associada ao OnlyFans. Outro fator que mostra a importância e a seriedade da creator economy no Brasil é a Lei 15.325, sancionada pelo Presidente da República no início de 2026, que regulamenta a profissão de criador de conteúdo no Brasil, garantindo a estabilidade financeira de novos influenciadores e oferecendo segurança jurídica para um setor que antes era considerado informal. Hoje a presença digital é muito mais do que um hobby, ela se tornou fonte principal de renda e proporciona carreiras de sucesso, originando um grande braço na indústria do entretenimento. “Além da dedicação sem tamanho dos nossos funcionários e influenciadores, a Privacy sempre enxergou o potencial gigante do Brasil na creator economy e esse é um dos motivos pelo qual temos conseguido um resultado tão significante”, disse Fabrício Nunez, CMO da Privacy. “Cada vez mais a carreira de influenciador deixa de ser uma ‘segunda opção’ e se torna palco principal na vida profissional dos brasileiros – e temos orgulho de fazer parte dessa transformação”.
Vinícius Taddone lança “O Segredo do Anonimato”, obra que redefine a relação entre sucesso e exposição nas mídias digitais
Por que tantos profissionais se sentem desvalorizados, invisíveis ou pressionados a aparecer para provar que são competentes? É essa inquietação que o especialista e diretor de marketing, Vinícius Taddone, busca responder em “O Segredo do Anonimato”, livro que será lançado em janeiro de 2026 pela Editora Viseu. A obra chega primeiro às plataformas digitais e, em seguida, será apresentada em evento presencial, com data a ser divulgada nas redes sociais do autor (@vtaddone). A versão impressa estará disponível na Amazon, Estante Virtual, UmLivro e demais canais do mercado editorial. O e-book será distribuído via Amazon Kindle, Google Play, Apple Books, Kobo (BookWire / MetaBrasil). Partindo da constatação de que a cultura digital transformou a exposição em métrica de valor, Taddone propõe uma virada de chave em que o anonimato pode ser um caminho estratégico e emocionalmente mais saudável para construir relevância de forma real e sustentável. Segundo o autor, os “bastidores” representam o território onde milhares de profissionais sustentam empresas inteiras, como gestores de tráfego, analistas, designers, produtores, equipes operacionais e criativas, mas que raramente recebem visibilidade proporcional ao impacto que geram. “Os bastidores são onde o trabalho sério acontece. E, mesmo assim, muitos se sentem pressionados a aparecer para serem validados. Este livro nasce para mostrar que existe outro caminho”, resume Taddone. Ao longo dos 13 capítulos, o autor apresenta reflexões, histórias e ferramentas práticas sobre como prosperar de forma discreta, com equilíbrio e autenticidade, abordando sobre o porquê do anonimato; os hábitos invisíveis que constroem resultados; e as estratégias para prosperar sem exposição. Um dos diferenciais da obra está justamente no capítulo dedicado ao Marketing Sustentável, um conceito defendido por Taddone nos últimos anos como alternativa à comunicação agressiva e imediatista. Para ele, marcas e pessoas só constroem relevância verdadeira quando se comunicam com propósito, responsabilidade e limites saudáveis, inclusive digitais. Com linguagem leve e acessível, o livro propõe uma visão contemporânea sobre carreira, autoestima e sucesso profissional, especialmente para quem atua nas engrenagens invisíveis que mantêm empresas, projetos e marcas de pé. “Tem muita gente incrível que faz o mundo acontecer nos bastidores. Este livro é para elas. Para quem se sente desvalorizado, invisível ou pressionado a aparecer sem querer. O sucesso não precisa ser uma vitrine”, afirma. Lançamento do livro “O Segredo do Anonimato” Autor: Vinícius TaddoneEditora: ViseuData: Janeiro de 2026Versão digital: Amazon Kindle, Google Play, Apple Books, KoboVersão impressa: Amazon, Estante Virtual, UmLivro e outros canaisEvento presencial: data a ser anunciada nas redes sociais do autor (@vtaddone)Mais informações: https://vtaddone.com.br/ Sobre o autor Vinícius Taddone é profissional de marketing, estrategista e uma das vozes que mais defendem uma comunicação responsável, equilibrada e emocionalmente saudável. Criativo e apaixonado por tecnologia, tornou-se referência ao propor uma visão mais humana sobre carreira, exposição e construção de marca. Fundador da VTaddone®, criada em 2011, Taddone reúne mais de uma década de experiência em marketing digital, gestão de tráfego, branding e automação com inteligência artificial. Seu trabalho é guiado pelo conceito de Marketing Sustentável, que valoriza crescimento com propósito e consistência, não com barulho. Pai, marido e viajante por essência, costuma dizer que “leva suas empresas na mochila”. Em O Segredo do Anonimato, convida o leitor a enxergar força nos bastidores e a prosperar sem transformar a vida em uma vitrine.