Tecnologia com toque de humanidade: o plano global de mobilidade da OMODA & JAECOO para 2026
Compromisso passa por maior globalização, mas com rápida adaptação em cada mercado onde atua, combinando novas tecnologias para mobilidade sustentável Na encruzilhada da transformação centenária da indústria automotiva, um profundo deslocamento de paradigma está em curso: o eixo da competitividade deixa de se fundamentar na dimensão de desempenho e passa a se concentrar em um duplo desafio: a capacidade de integração a ecossistemas globais e adaptação legítima em cenários locais. Enquanto muitas marcas ainda ajustam sua rota, a OMODA & JAECOO já apresenta um roteiro claro como resposta — mais do que disrupção de mercado, a fabricante quer redefinir o estilo de vida, comprometida em se tornar parceira confiável da nova geração global, que quer explorar o mundo. Ao mesmo tempo, visa uma atuação inteligente da forma em que cada país vive sua própria rotina localmente. Evolução inteligente: tecnologia integrada a todos os cenários Para a OMODA & JAECOO, inteligência não está no acúmulo de funções, mas em experiências naturais e intuitivas. A marca transiciona cada modelo para ser mais do que um ativo passivo. Eles constituem sistemas ativos de colaboração. Assim, combina assistências inteligentes, reconhecimento de cenários e colaboração homem-máquina para tornar a mobilidade mais segura, simples e alinhada às necessidades reais do dia a dia. Em ambientes urbanos complexos, a tecnologia atua como apoio à decisão, não como distração. Modelos como o Omoda 7, com Assistente de Estacionamento Remoto (RPA) e Assistente Automático de Estacionamento (APA), transferem manobras complexas ao veículo, apoiados pelo sistema inteligente 8155 e 19 recursos de ADAS, garantindo eficiência e foco em cidades dinâmicas. Para os jovens urbanos, o Omoda 5 SHS incorpora o conceito “Um SUV, dois mundos”, com condução suave e entrega contínua de potência, adaptando-se a diferentes momentos da rotina. No uso familiar, o Jaecoo 5 EV (prometido ao mercado brasileiro ainda no primeiro semestre deste ano) responde a uma demanda crescente por mobilidade pet-friendly, com cabine ecológica certificada pela TÜV Rheinland, líder global em testes, inspeções e certificações. Além de entregar soluções dedicadas para animais como o Pet Mode, que assegura conforto e tranquilidade em viagens com os bichos. Já nos cenários de exploração e lazer ao ar livre, o Jaecoo 8 SHS-P (que chega ao Brasil no segundo semestre de 2026) combina luxo e tecnologia para oferecer segurança e conforto, com cabine espaçosa, bancos em couro NAPPA e sistema de visão panorâmica 540°, ampliando a confiança em trajetos off-road. Com essa abordagem, a OMODA & JAECOO transforma o veículo em uma extensão inteligente do estilo de vida contemporâneo, atendendo de forma integrada as necessidades de mobilidade urbana, familiar e de exploração. Ressonância Global e Local: confiança de longo prazo em diferentes mercados e culturas Como empresa global, atuação em cenários, culturas e leis diversificadas exige a construção de confiança, o que se configura no maior desafio da globalização das marcas. A OMODA & JAECOO avança com um modelo operacional que equilibra consistência global e agilidade local, atuando simultaneamente em 64 mercados para garantir que cada inovação esteja alinhada às dinâmicas regionais. No eixo de P&D e dados, o Grupo Chery — controlador da marca — foi a primeira montadora chinesa a conquistar a certificação máxima nacional em segurança da informação (DSMM Nível 4) e a certificação internacional ISO/IEC 27701:2019, assegurando proteção de dados e privacidade com padrões globais. Na Europa, a operação conta com servidores localizados na Alemanha, total conformidade com o GDPR e a O&J Automotive Netherlands B.V. como controladora legal de dados, transformando compliance em premissa. Na manufatura e cadeia de suprimentos, a fábrica de Barcelona marca a entrada oficial da OMODA & JAECOO na produção local europeia, com integração ao ecossistema automotivo regional, geração de empregos e redução da pegada de carbono. A colaboração com fornecedores locais acelera a resposta ao mercado, do desenvolvimento à entrega. Esta mesma entrega é plano concreto da marca para o território brasileiro. Com essa abordagem, a fabricante constrói um ecossistema de mobilidade sem fronteiras, garantindo experiências consistentes, confiáveis e reconhecidas por consumidores em qualquer lugar do mundo. P&D e manufatura globalizados, visando sustentabilidade e cocriação A OMODA & JAECOO constrói sua pegada global com visão de longo prazo em pesquisa, desenvolvimento e manufatura, baseada em múltiplas rotas tecnológicas. A marca aprofunda tecnologias-chave, como os sistemas híbridos, equilibrando desempenho, eficiência e aplicação real para atender, de forma prática e acessível, às demandas de diferentes mercados. A sustentabilidade é um pilar estratégico. O Grupo Chery, controlador da O&J, integra por dois anos consecutivos a lista China ESG Influence, da Fortune, e é a única montadora presente no ranking Forbes China Sustainable Industrial Enterprises 2024–2025, reforçando a solidez da marca em sua expansão global. Para 2026, a OMODA & JAECOO projetam um plano integrado de mobilidade, que une evolução inteligente, apelo global-local, com visão de longo prazo — colocando tecnologia a serviço da vida, produtos conectados à cultura e produção enraizada localmente. Presente em 64 mercados, com forte crescimento na Europa, a OMODA & JAECOO avança em novas energias com a tecnologia Sistem Super Híbrido (SHS), combinando alta potência, eficiência e longa autonomia, e reforçam seu objetivo de se tornar a marca híbrida número um do mundo.
Ton Ruey, ex O2 Filmes, é o novo Produtor Executivo da BIG
A BIG, produtora global de animação com quase 20 anos de atuação no mercado nacional e internacional, anuncia a chegada de Ton Ruey como Produtor Executivo. Com uma trajetória sólida no audiovisual, Ton passa a integrar o time com a missão de fortalecer a gestão estratégica, criativa e operacional dos projetos da produtora. Com 20 anos de experiência nas áreas de animação e VFX, Ton construiu uma carreira marcada pela condução de projetos complexos e de alto nível técnico e artístico. Na BIG, ele será responsável pela gestão completa das produções, atuando desde a elaboração de orçamentos até a entrega final, supervisionando cronogramas, controlando custos, liderando equipes multidisciplinares e conduzindo negociações de contratos e parcerias, sempre com foco na excelência e na entrega para clientes nacionais e internacionais. Ao longo de sua trajetória, Ton passou por importantes produtoras do mercado. Na Bóson Post, atuou como diretor em frentes internacionais, com destaque para promos desenvolvidos para a Netflix LATAM/UCAN, além de projetos relevantes para o mercado publicitário brasileiro. Já na O2 Filmes, foi head e frente criativa do departamento de arte na área de pós-produção, participando de projetos de grande visibilidade, como a abertura das Olimpíadas do Rio, a Expo Mundial de Shanghai e diversos longas-metragens da produtora. A carreira de Ton também reúne reconhecimentos expressivos. Pela O2 Filmes, Ton produziu a animação “Sob o Véu da Vida Oceânica”, vencedora do prêmio do júri no 25º Anima Mundi. Coordenou o time de arte e animação do longa brasileiro-canadense “Zoom”, indicado ao Canadian Screen Awards na categoria de efeitos visuais, e assinou a direção de arte em pós do longa “ABE”, selecionado para o Festival de Sundance 2019. Para Nelson Alves Neto, Vice-Presidente Executivo da BIG, a chegada de Ton Ruey reforça um momento estratégico da produtora. “É uma grande satisfação receber o Ton na BIG. A experiência, visão artística e capacidade de gestão em projetos complexos dele somam muito ao nosso time. Ele vem reforçar este novo momento de reposicionamento da BIG e elevar ainda mais o nível das nossas produções e para ampliar nossa atuação no mercado global.”
Novo programa do market4u transforma indicações em renda extra com comissões de até R$ 4 mil
O market4u, maior rede de mercados autônomos da América Latina, acaba de lançar o Programa Indique & Ganhe (o hotsite oficial do programa é https://market4u.com.br/indique-e-ganhe/), iniciativa que permite transformar indicações de condomínios e empresas em uma nova fonte de renda extra. O modelo é totalmente digital, aberto a pessoas físicas e jurídicas, e oferece comissões que podem chegar a R$ 4 mil por contrato fechado. Inicialmente, o programa foi apresentado a franqueados, síndicos e parceiros da rede. A abertura oficial ao público externo acontece a partir deste mês, com validade em todo o território nacional. Para participar, o interessado realiza um cadastro gratuito no site do programa, escolhe se atua como pessoa física ou jurídica e assina eletronicamente o termo de adesão. A partir daí, recebe um link personalizado que identifica todas as indicações realizadas. Quando o local indicado assina contrato com o market4u e mantém a parceria ativa por pelo menos 30 dias, a comissão é liberada. O pagamento ocorre à vista, em datas pré-definidas. Para pessoas físicas, o valor fica disponível como saldo em carteira no aplicativo market4u. Para pessoas jurídicas, o repasse é feito via Pix. Os valores variam conforme o perfil e o porte do local indicado. Condomínios residenciais com mais de 800 unidades podem gerar comissões de até R$ 4.000, enquanto empresas, hospitais, hotéis e instituições de ensino seguem critérios como número de colaboradores e fluxo de pessoas. Todo o acompanhamento do processo é feito por e-mail, garantindo transparência ao participante. Modelo profissionaliza indicações e acelera expansão da rede O lançamento acontece em um contexto de crescimento acelerado dos modelos de renda complementar e da profissionalização das estratégias de indicação no varejo e no franchising. Segundo dados do Influencer Marketing Hub, a indústria global de marketing de afiliados deve crescer a uma taxa média anual de 18,86% até 2032, alcançando cerca de R$ 216 bilhões. O varejo lidera esse movimento, concentrando 44% da receita global do setor, impulsionado por formatos baseados em pagamento por resultado. “Esse modelo alinha interesse, eficiência e resultado. Só existe pagamento quando o negócio se concretiza, o que reduz risco para a empresa e cria uma oportunidade real de geração de renda para quem participa”, afirma Eduardo Córdova, CEO e cofundador do market4u. A iniciativa também organiza e profissionaliza indicações que antes aconteciam de forma informal. Presente hoje em mais de 180 cidades brasileiras, com uma rede de mais de 700 franqueados, o market4u passa a contar com um sistema rastreável, automatizado e escalável para acelerar sua expansão nacional. “Criamos uma estrutura segura, transparente e acessível para que qualquer pessoa possa participar. É mais fácil ganhar indicando a maior rede de mercados autônomos do Brasil”, destaca Córdova. O Indique & Ganhe também marca o início de um movimento mais amplo dentro da empresa. Para 2026, o market4u planeja evoluir o modelo para a formação de agentes de vendas e a inclusão de criadores de conteúdo e influenciadores como parceiros. “Esse é apenas o primeiro passo de um ecossistema de parcerias. Nosso objetivo é transformar indicação em renda e acelerar a expansão da rede de forma inteligente”, conclui o CEO.
gmpromo® anuncia Daniel Grecu como novo Diretor de Expansão
A gmpromo®, uma das maiores agências de trade marketing do Brasil, anuncia Daniel Grecu como novo Diretor de Expansão do Grupo. O executivo chega ao cargo com a missão de impulsionar o crescimento sustentável da marca e ampliar sua atuação em todo o território nacional. “Assumir a Diretoria de Expansão é um passo importante na minha trajetória e no momento que a gmpromo® vive. Nosso foco é crescer com consistência, fortalecendo a cultura da empresa, o relacionamento com clientes e a presença da marca em todo o país”, afirma Daniel Grecu, Diretor de Expansão da gmpromo®. Com mais de 10 anos de trajetória na gmpromo®, do grupo Supera Holdings®, Daniel construiu uma carreira sólida liderando áreas estratégicas como Comercial, Marketing e Customer Experience, o que lhe proporcionou uma visão integrada do negócio, dos processos e do relacionamento com clientes e parceiros. À frente da Diretoria de Expansão, ele será responsável por conduzir o plano de crescimento da companhia, com foco na ampliação da capilaridade operacional e no fortalecimento da presença regional. A movimentação reforça o posicionamento da gmpromo® em investir em uma gestão estratégica, alinhada às demandas do mercado e à evolução do trade marketing no Brasil, consolidando a empresa como parceira de marcas e varejistas. Com a nova estrutura, a gmpromo® avança em seu plano de crescimento ao integrar estratégia, execução e proximidade com o varejo, pilares que sustentam a expansão da marca e o fortalecimento da empresa no cenário nacional.
N Sports e NWB anunciam lideranças para reforçar o time em ano especial de Copa do Mundo
O ano de 2026 será decisivo na consolidação das marcas N Sports e NWB. A N Sports será uma das emissoras oficiais da Copa do Mundo com uma cobertura especial estrelada por Galvão Bueno e Tiago Leifert e a NWB seguirá empenhada com seus canais Desimpedidos, Acelerados e o recém-lançado Desimpedidos Esporte Clube como um dos maiores ecossistemas digitais esportivos do país. Mirando a qualificação das transmissões esportivas e a produção de conteúdo focado na interação entre esporte e entretenimento, N Sports, NWB e sua sócia NOSE.ag apresentam três grandes nomes do mercado para fortalecer sua equipe de líderes. O foco será oferecer o suporte estratégico necessário a uma operação cada vez mais robusta, abrindo novas oportunidades de negócio e buscando o crescimento sustentável do empreendimento. Érika Dias, que já estava na NWB, assume como Chief Operation Officer (COO) do grupo, organizando a integração das duas empresas. “Assumo a direção operacional em um momento de transformação e otimismo, diante de um ciclo único para o esporte nos próximos três anos, com a Copa do Mundo masculina que a N Sports irá transmitir oficialmente, a Copa do Mundo feminina no Brasil e um ano olímpico na sequência. Vamos tornar nossa produção ainda mais forte, desenvolver talentos e abrir novos caminhos por meio da inovação”, avalia. A nova COO tem quase 20 anos de experiência, com passagens por empresas como Porta dos Fundos (planejamento estratégico), Warner (inovação), Kwai (head de criadores e parcerias), Fox América Latina (produtora de conteúdo), Oficina Filmes (desenvolvimento de negócios) e Grupo Bandeirantes de Comunicação (estrategista de projetos comerciais). Outro egresso da NWB, o publicitário Anderson Gonçalves Silva é o novo Chief Business Officer (CBO) e usará sua larga experiência para simplificar a jornada das marcas parceiras e conectá-las a todas as gerações de fãs por meio de um vasto cardápio de transmissões, conteúdos, produtos e influenciadores. Anderson tem mais de 18 anos de mercado, com passagens por empresas como Oi, Grupo Mix, VEVO, Virgula, Google e Co.necto. “Estamos unindo o que há de mais potente em mídia e influência para criar o futuro do entretenimento esportivo. Como CBO, vejo esse ecossistema como uma plataforma viva e multigeracional. Ao integrar a capacidade de cobertura e transmissão de eventos esportivos da N Sports, a criatividade e tradição da NWB atuante há mais de 12 anos no mercado de creators e conteúdo, com marcas icônicas como Desimpedidos e Acelerados, e o expertise da Agência Nose, parceira do grupo, entregamos ao mercado algo inédito: a capacidade de orquestrar, em um único lugar, desde a maior rede de criadores do YouTube na vertical até distribuição e capilaridade em canais Fast TV e Pay TV, além de uma audiência expressiva nas principais redes sociais”, ressalta. Uma das sócias da Ola Sports, a NOSE.ag também cumpre a tarefa de compartilhar sua reconhecida expertise em marketing de influência para alavancar os negócios tanto da N Sports quanto da NWB. Assim, Rodolpho Aguiar Eufrosino chega como Chief Media & Growth Officer (CMGO) para comandar a estratégia de mídia de todas as empresas ligadas ao grupo. Para o publicitário, sua atuação será no sentido de construir pontes e gerar valor entre as empresas do grupo: “Minha missão será orquestrar uma operação com uma plataforma única no mercado. Partindo da liderança estratégica, de conteúdo e mídia da NOSE.ag que, além de agência, gere um portfólio de creators icônicos que vão de Kaká a Adriane Galisteu, e canais como Pod Pah, Júlio Cocielo e Flamengo TV. A NWB é uma verdadeira powerhouse de conteúdo, com a escala de canais como Desimpedidos e Acelerados, somada à N Sports, um canal com direitos em diversas modalidades, Kings League e, com destaque neste ano, Copa do Mundo. Vamos trabalhar para criar soluções de mídia ainda mais integradas e inovadoras para nossos clientes e parceiros”. Rodolpho tem mais de 20 anos de experiência em mídia e desde 2014 atua como head ou VP de mídia, com passagens por agências como DPZ, Africa, WMcCann, R/GA, Dentsu, LVL e Chango Digital. Membro da diretoria do Grupo de Mídia, também integrou o conselho técnico do CENP (Fórum de Autorregulação do Mercado Publicitário) e venceu prêmios relevantes como Effie, Cannes e MIT de Inovação. Para Edinho Potsch, sócio da Ola Sports e co-CEO da N Sports, o momento é de potencializar inteligência e entregas: “Estamos montando o maior ecossistema de conteúdo esportivo da América Latina. Precisamos de sinergia, eficiência e qualificação em todos os nossos processos. Todos esses profissionais estão alinhados à essa mentalidade e, principalmente, à clareza de como evoluiremos”, aponta o executivo.
O que vai fazer diferença no trabalho em 2026, segundo especialistas em inovação
Em meio às transformações no mercado de trabalho, profissionais buscam entender quais competências precisam desenvolver para seguir relevantes nos próximos anos. Neste contexto, a Singularity Brazil, comunidade global de inovação que capacita líderes e organizações para um futuro exponencial, mapeou tendências que ajudam a orientar escolhas de carreira e estratégias de desenvolvimento profissional em 2026. Depois de um ano em que a Inteligência Artificial passou a fazer parte da rotina das empresas, o foco deixa de ser apenas a tecnologia. Segundo especialistas do instituto, o diferencial passa a estar na capacidade humana de analisar contextos, tomar decisões e usar essas ferramentas de forma consciente no dia a dia do trabalho. A curadoria das tendências é conduzida pelo time de experts da Singularity Brazil e por professores convidados, com nomes como Eduardo Ibrahim, beta tester do ChatGPT no Brasil; Michelle Schneider, especialista em inovação, tecnologia e futuro do trabalho; e Leandro Mattos, especialista em neurociência. 1. IA passa a fazer parte do dia a dia da economia A tecnologia deixa de ser novidade e passa a fazer parte do funcionamento normal das empresas. A questão já não é se a IA vai ser usada ou não. Ela já está presente nas decisões e na forma como as empresas operam. A diferença estará entre quem aprendeu a trabalhar com a IA e quem tenta ignorá-la. Empresas que usam a tecnologia apenas de forma pontual tendem a ficar para trás. Já aquelas que integram a IA ao dia a dia ganham mais agilidade e capacidade de competir. 2. Empresas ficam menos hierárquicasO modelo tradicional de empresa, com muitos níveis de chefia, começa a mudar. Em 2026, áreas passam a trabalhar de forma mais conectada e autônoma, com apoio da Inteligência Artificial. Sistemas ajudam a organizar tarefas, trocar informações entre equipes e sugerir soluções. Com isso, as decisões deixam de depender apenas de cargos e passam a circular de forma mais rápida. 3. Falar com a tecnologia fica mais simples Outra mudança importante é a forma de usar sistemas digitais. Em vez de comandos técnicos e códigos difíceis, profissionais passam a se comunicar com a tecnologia usando linguagem comum. Basta explicar o objetivo e o contexto, e os sistemas ajudam a transformar isso em ações. Isso facilita o uso da tecnologia por mais pessoas e reduz a dependência de especialistas. 4. O trabalho muda de foco Entramos em uma nova fase do trabalho. Se antes o esforço estava em executar tarefas, agora o valor está em orientar e revisar o que a tecnologia faz. Na prática, profissionais passarão menos tempo preenchendo planilhas e mais tempo analisando resultados, tomando decisões e ajustando rumos. O trabalho se torna mais estratégico. 5. Surgem novas funções no mercado Com essas mudanças, aparecem também novos tipos de função. Em vez de cargos totalmente humanos ou totalmente automatizados, crescem os papéis mistos. São profissionais que usam a tecnologia como apoio para decidir, planejar e coordenar equipes, combinando conhecimento humano com ferramentas digitais. 6. Uso da IA fica mais estável e confiável Depois do entusiasmo inicial, muitas empresas perceberam limites e dificuldades no uso da Inteligência Artificial. Em 2026, a tendência é de mais maturidade. A tecnologia passa a ser usada de forma mais prática, sustentando atividades reais do dia a dia das empresas, como atendimento, análise de dados e organização de processos. 7. Tecnologia passa a “entender” melhor informações Ferramentas digitais deixam de lidar apenas com texto e passam a interpretar voz, imagens, vídeos e dados ao mesmo tempo. Isso permite, por exemplo, que reuniões sejam analisadas de forma mais completa, conectando conversas a documentos e números. O objetivo é reduzir retrabalho e facilitar decisões. 8. Empresas começam a testar decisões antes de agirem Outra tendência é o uso de modelos digitais para simular situações reais. Antes de mudar um processo ou reorganizar equipes, líderes conseguem prever impactos e riscos. Esta antecipação ajudará a evitar erros, identificar gargalos e até reduzir o desgaste das equipes. 9. Trabalho fica mais inteligente, não mais pesado O ponto em comum dessas mudanças é a tentativa de usar a tecnologia para apoiar pessoas e não sobrecarregá-las. A expectativa é de um trabalho menos reativo, com mais tempo para pensar, planejar e decidir melhor, tanto para profissionais quanto para empresas. 10. Tecnologia se integra ainda mais ao corpo humano Em 2026, dispositivos como relógios inteligentes e óculos digitais ganham mais espaço. Eles conectam o mundo físico ao digital em tempo real, podendo transformar áreas como o varejo, as redes sociais e a medicina. Esses dispositivos permitem novas formas de interação, inclusive com testes virtuais de produtos e apoio remoto em procedimentos médicos. Essas são algumas das tendências que devem influenciar a educação corporativa e o futuro do trabalho em 2026. A lista completa, com análises aprofundadas e exemplos práticos, está disponível no link: https://hsmdigital.typeform.com/sb-ten-download
Alessandra Vieira assume como Diretora de Atendimento Associada da Y’ALL
A Y’ALL anuncia Alessandra Vieira como nova Diretora de Atendimento Associada. Colaboradora da agência desde a sua fundação, Alessandra deixa a diretoria de produção para assumir uma posição estratégica no relacionamento com clientes e na integração entre as áreas de atendimento, criação, planejamento e produção, dentro da estrutura societária da empresa. A executiva segue trabalhando diretamente com o sócio, Yuji Nakamura. Com uma carreira de quase três décadas no mercado de comunicação, iniciou sua trajetória como assistente de produção em produtoras de vídeo; em agências atuou no planejamento e atendimento, trabalhando para marcas como BRF, Bauducco e Grupo Pão de Açúcar. Em 2012, retornou para a produção e, antes de chegar à Y’ALL, teve passagens pela GDA e The Group. Para Alessandra, o novo desafio representa continuidade, mas também reinvenção. “Aprendi na produção que ouvir, colaborar e permitir que as pessoas cresçam é essencial. Levo isso para o atendimento. Estou animada e com aquele frio na barriga bom – o que sentimos quando algo importante está acontecendo. Quero que a Y’ALL cresça ainda mais, e que todos cresçam junto com a gente.” A partir de 2026, a Y’ALL receberá novos clientes de diferentes nacionalidades, o que deve ampliar a complexidade da operação e fortalecer ainda mais o seu posicionamento no mercado. “A Alessandra tem uma visão 360º rara no mercado. Ela domina produção, planejamento e atendimento, e isso é exatamente o que precisamos neste momento de expansão da Y’ALL. Como diretora de atendimento associada fortalecerá nossa operação e nos preparará para um novo ciclo de crescimento, com clientes cada vez mais diversos e exigentes”, explica Yuji.
Sehal reforça estratégia no apoio aos empresários do setor do Grande ABC
Em um cenário de desafios econômicos, alta carga tributária e dificuldades na gestão de mão de obra, o Sehal (Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação do Grande ABC) tem se consolidado como um importante aliado dos empresários da Região. Entidade patronal sem fins lucrativos, o sindicato atua de forma permanente na defesa, orientação e fortalecimento de cerca de 33 mil estabelecimentos em todo o Grande ABC. Mais do que representar legalmente a categoria, o Sehal desenvolve um trabalho de apoio técnico, jurídico e institucional, oferecendo suporte com profissionais nas áreas jurídica, sanitária, medicina ocupacional, organizacional, além de parcerias com o setor privado. O sindicato também atua diretamente junto aos poderes públicos municipal, estadual e federal. REPIS: economia significativa para as empresas Entre as principais vantagens oferecidas pelo Sehal aos empresários está a adesão ao REPIS (Regime Especial de Piso Salarial), um instrumento previsto em convenção coletiva que permite às empresas enquadradas praticarem um regime diferenciado de salários. De acordo com levantamento do sindicato, a economia anual por funcionário pode chegar a valores expressivos. No comparativo entre empresas com REPIS e sem REPIS, a redução de custos é de aproximadamente R$ 8.225,59 para quem tem REPIS ou R$ 9.626,18 para quem não aderir. Esse valor é por colaborador ao ano, dependendo da função. Além do impacto direto na folha de pagamento, o REPIS oferece cláusulas exclusivas para as empresas aderentes, garantindo maior previsibilidade e segurança jurídica. “O REPIS é uma ferramenta estratégica para o empresário, especialmente em um setor intensivo em mão de obra como o nosso. O benefício contribui para o custo do negócio, preserva empregos e mantém a empresa”, destaca o presidente do Sehal, Beto Moreira. Fortalecimento do empresário e da categoria Ao se filiar ao Sehal, o empresário passa a ter acesso a uma série de benefícios que vão além das negociações coletivas. O sindicato possibilita a discussão de dificuldades comuns do setor, como a escassez de mão de obra qualificada, entraves econômicos e desafios de gestão, além de promover a integração e a troca de experiências entre empresários. Entre os principais benefícios oferecidos pelo sindicato patronal estão: Respaldo jurídico especializado Convênios e parcerias com descontos e facilidades Cursos, treinamentos e capacitação Acesso a informações estratégicas do setor Apoio na defesa dos direitos do empregador Negociações coletivas Fortalecimento da categoria econômica Proteção coletiva e individual do empresário
Shopping Vila Olímpia anuncia Luciane Starling como nova superintendente
O Shopping Vila Olímpia apresenta sua nova superintendente, Luciane Starling. Com mais de 20 anos de experiência no setor de shopping centers, ela chega para dar continuidade ao desenvolvimento do empreendimento, preservando sua direção estratégica, excelência operacional e relacionamento com o cliente. Ao longo de sua trajetória, Luciane ocupou posições de liderança em operações de grande porte, envolvendo planejamento estratégico, governança, gestão financeira, operação, desenvolvimento comercial, tenant mix, análise de riscos e coordenação de equipes multidisciplinares. Antes de assumir a nova posição, atuou como diretora estratégica no GMV – grupo do segmento de varejo e shopping center – liderando iniciativas voltadas à expansão, eficiência e fortalecimento das operações; e no Shopping Cidade, de Belo Horizonte, onde atuou como superintendente por 19 anos. É graduada em Ciências Contábeis e Controladoria, possui pós-graduação em Negócios e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getulio Vargas, MBA em Shopping Center Management pelo Insper e extensão em Marketing para Shopping Center e Varejo pela ESPM. “Chego ao Shopping Vila Olímpia com o compromisso de dar sequência a um trabalho consistente, sempre com foco em gestão qualificada e integração com lojistas e público”, destaca a executiva.
Juan Pablo Boeira assume conselho estratégico executivo na Upp Tecnologia
Juan Pablo Boeira (PhD), um dos principais experts da América Latina em Inovação e Inteligência Artificial, assume como novo conselheiro estratégico executivo da Upp Tecnologia, empresa reconhecida por suas soluções em autoatendimento e inteligência artificial. A posição é estratégica diante do forte crescimento da empresa. Boeira é mestre em Inovação, doutor em Inovação e IA, pós-doutor em Projeção de Cenários Futuros e Inteligência Artificial, além de especializações nos Estados Unidos em Inovação (Harvard), Resolução de Problemas Complexos (MIT), Desenvolvimento de Produtos e Serviços de IA (MIT) e Gestão de Inteligência Artificial (INSEAD). Foi professor de MBA por 18 anos da ESPM, PUC e UNISINOS e tem mais de 25 anos de experiência dirigindo empresas como Johnson&Johnson, Coca-Cola, Red Bull, Lojas Renner e Apple/iPlace. Acumula mais de 60 prêmios nacionais e internacionais ao longo da carreira, entre eles o Effie Awards NY – uma das premiações mais importantes da indústria criativa mundial – e quatro vezes eleito Profissional do Ano de Inovação e Marketing e Líder Mais Admirado de Tecnologia do Brasil em 2024. A chegada do executivo integra o novo ciclo de expansão da Upp Tecnologia, que vem ampliando sua presença nacional e acelerando investimentos em soluções voltadas à automação inteligente. “Trazer o Dr. Juan Pablo para o time é um passo decisivo para nossa estratégia de mercado. Sua experiência e visão vão potencializar nosso crescimento e fortalecer nossa atuação em inteligência artificial aplicada ao autoatendimento”, destaca Murilo Ventimiglia, CEO da empresa de Criciúma (SC). O objetivo da empresa com a vinda do PhD para o board da Upp Tecnologia é consolidar a empresa como uma das mais inovadoras de Santa Catarina.
Sebrae-SP oferece 345 vagas para empresas do Grande ABC no programa Brasil Mais Produtivo
As inscrições para Programa Brasil Mais Produtivo, do Sebrae-SP, voltado ao apoio de micro e pequenas empresas na adoção de práticas inovadoras, já estão abertas em nossa região. Ao todo, são 345 vagas para o Grande ABC destinadas a empresas interessados em aumentar faturamento de forma inovadora. As inscrições gratuitas vão até o dia 27 de fevereiro e podem ser realizadaspor meio do link Inscrições – ALI Produtividade – Grande ABC – 2026 – Preencher o formulário O programa acompanha as pequenas empresas de diversos segmentos pelo período de até seis meses. Durante esse intervalo, um Agente Local de Inovação (ALI) atua diretamente junto ao empresário, identificando desafios e propondo soluções inovadoras para melhorar o desempenho e tornar o negócio mais produtivo. Com atuação direta nas empresas participantes, os agentes auxiliam empreendedores a identificar oportunidades, reduzir custos, modernizar processos e aumentar a competitividade. O trabalho envolve visitas, diagnósticos, acompanhamento contínuo e aplicação de metodologia reconhecida por gerar ganhos expressivos em produtividade e faturamento. O programa exclusivo para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) que desejam inovar e implementar melhorias contínuas. Mais informações podem ser obtidas pelo 0800 570 0800, no escritório do Sebrae-SP no Grande ABC, localizado em Santo André, ou nas unidades do Sebrae Aqui nos demais municípios. Resultado do Programa Brasil Mais Produtivo no Grande ABC Atuação e acompanhamento de mais de 5,7 mil empresas na região: Resultados nacionais O programa já acompanhou mais de 93 mil empresas no Brasil, alcançando resultados consistentes: SERVIÇO Inscrições para Programa ALI Produtividade Prazo: Até o dia 27 de fevereiro Dúvidas: informações podem ser obtidas pelo 0800 570 0800 ou no Sebrae do Grande ABC – Rua das Figueiras, 315 – Jardim – Santo André Inscrições: Link Inscrições – ALI Produtividade – Grande ABC – 2026 – Preencher o formulário
Pratyc chega ao mercado com linha completa de embalagens
A Pratyc, marca própria da Delly’s Food Service, apresenta sua nova linha de embalagens, utensílios e itens de apoio, desenvolvidos para oferecer praticidade, higiene e sustentabilidade no dia a dia de cozinhas profissionais, padarias, confeitarias, restaurantes, mercados e até consumo doméstico. Com foco em eficiência operacional e custo-benefício, os lançamentos chegam ao mercado com o objetivo de otimizar processos, reduzir desperdícios e elevar a experiência de atendimento. Produtos pensados para todas as operações de food service Entre os lançamentos da Pratyc estão os copos biodegradáveis, prontos para uso, empilháveis e resistentes a bebidas quentes e frias, que representam alternativas conscientes ao plástico tradicional. Para conservação de alimentos, o filme PVC mantém sabor, umidade e textura, garantindo maior vida útil e reduzindo desperdícios em cozinhas industriais, delivery e domicílios. A marca também apresenta luvas nitrílicas (sem pó), que oferecem proteção e higiene, ideais para ambientes com restrições ao látex e para colaboradores sensíveis, e toucas leves e ajustáveis, que evitam contaminações e atendem normas sanitárias em cozinhas, hospitais e clínicas. Para operações de delivery e refeições prontas, a Pratyc lançou marmitas com excelente conservação térmica, leves, empilháveis e práticas, além de assadeiras de alumínio descartáveis, perfeitas para assar, dourar e gratinar sem sujeira. Complementando o portfólio, a marca inclui itens Kraft, sustentáveis e versáteis, ideais para saladas, doces, lanches e acompanhamentos, substituindo embalagens plásticas convencionais. Eficiência, higiene e sustentabilidade no centro da estratégia Segundo a Delly’s, “a Pratyc nasce para simplificar o dia a dia de quem trabalha com alimentação. Entregamos produtos que combinam eficiência operacional, praticidade e responsabilidade ambiental, apoiando operações que buscam qualidade, higiene e sustentabilidade sem abrir mão do custo-benefício”. A linha reforça o compromisso da Delly’s de oferecer marcas exclusivas que unem padronização, disponibilidade e inovação, ajudando cozinhas, restaurantes e operações de delivery a elevar seu padrão de serviço de forma prática e segura. Estrutura robusta e presença nacional sustentam o crescimento A expansão da Pratyc integra a estratégia da Delly’s, líder no Brasil e entre as cinco maiores distribuidoras do país, com presença em 80% do território nacional, mais de 190 mil clientes atendidos e operação em 2.600 municípios. A distribuidora possui 18 centros de distribuição, 22 unidades de cross-docking e uma frota de 1.520 veículos, garantindo entregas rápidas e abastecimento constante. Com faturamento de R$ 5,77 bilhões em 2024, a Delly’s combina tecnologia, inovação logística e expansão de marcas próprias para atender o crescimento do food service, oferecendo produtos como a Pratyc que simplificam operações, reduzem desperdícios e fortalecem a competitividade dos clientes.
CEO da geração Z: por que as empresas estão apostando nos mais jovens em cargos de liderança?
A presença de líderes da Geração Z no topo das organizações, começa a ganhar força em empresas brasileiras e globais. Um estudo de 2024 da Udemy, realizado com mais de 6.500 respondentes de diferentes gerações, aponta que 65% dos jovens da Gen Z estão fortemente motivados por desenvolvimento profissional e crescimento de carreira, derrubando a ideia de que essa geração seria “desinteressada” ou avessa a responsabilidades. Pelo contrário: eles querem aprender, crescer, liderar, e as empresas começaram a perceber isso. Esse movimento se reflete em casos como o do Miguel Henrique Souza, 26, como novo da CEO e sócio da Vaapty, líder do franchising no setor de intermediação de venda de veículos, que recentemente anunciou sua chegada na companhia. Mestre em Ciência da Computação e com experiência em fintechs, bancos e empresas de infraestrutura, Miguel assumiu a missão de acelerar o avanço tecnológico e consolidar a governança da marca, que se tornou referência nacional em apenas cinco anos de operação. “A Vaapty cresceu em velocidade recorde e chegou a um ponto em que precisava se reestruturar para continuar crescendo com sustentabilidade. Essa nova fase traz um aporte forte em tecnologia e uma operação mais organizada, com acompanhamento próximo dos franqueados e mais previsibilidade de receita”, afirma o novo CEO. A reestruturação em andamento envolve mudanças profundas na alta gestão, incluindo substituição de diretores e a reformulação de áreas estratégicas como Recursos Humanos, Jurídico e Financeiro. O objetivo é criar uma estrutura mais moderna e preparada para escalar, com plano de carreira, certificações de qualidade e um ambiente de trabalho voltado à alta performance, inovação e cultura de dados — áreas em que jovens líderes costumam se destacar. Ao mesmo tempo, a chegada de profissionais da Geração Z ao comando de empresas responde a uma demanda de mercado por líderes que entendam de tecnologia, crescimento acelerado e novos modelos de consumo. Para muitos negócios, especialmente os que operam em ritmo de expansão, colocar um CEO mais jovem no centro da estratégia significa atenção total à inovação e mais proximidade com tendências emergentes. “A Vaapty buscava alguém que unisse domínio tecnológico, gestão, velocidade de execução e visão de futuro. É isso que trago para esta nova fase. Mesmo sendo jovem, acredito que posso acrescentar muito ao momento de transformação da companhia através da minha experiência na área e expertise”, disse Miguel.
NRF 2026: O varejo que vencerá em 2026 não será apenas o mais digital, mas o inteligente
A NRF 2026, maior evento global do varejo, consolida uma mudança estrutural na forma como o setor encara a Inteligência Artificial. O debate deixa de ser sobre adoção ou experimentação e passa a girar em torno de maturidade operacional. Para Fabrizzio Topper, diretor Quality Digital, “2026 não será sobre experimentar IA, mas sobre operar empresas como sistemas inteligentes, preditivos e agênticos”. Essa leitura sobre o mercado se dá nos bastidores da National Retail Federation Retail’s Big Show. Em Nova York, Fabrizzio Topper participa de uma agenda estratégica paralela à NRF, com visitas a big techs, hubs de inovação e centros onde a tecnologia já opera em escala real. A proposta é observar o que está funcionando fora dos palcos e traduzir esses sinais em inteligência prática para o varejo brasileiro. Segundo Topper, o setor já superou a discussão sobre se vai ou não usar IA e agora discute quem consegue operar negócios inteiros com esse nível de maturidade. Para ele, “o varejo não está mais discutindo se vai usar IA. Está discutindo quem consegue operar negócios inteiros como sistemas inteligentes”. O foco deixa de ser apenas transformação digital e passa a ser transformação operacional, econômica e cultural, aplicada diretamente em áreas como estoque, logística, pagamentos, capital de giro, experiência do cliente e margem. Nos encontros com executivos da Amazon Web Services (AWS), Google e parceiros globais, a IA aparece não como inovação estética, mas como resposta à impossibilidade humana de escalar decisões complexas. Casos apresentados mostram aplicações práticas como previsão logística antes da compra acontecer, automação de embalagens baseada em dados reais e operações híbridas entre pessoas e robôs guiadas por custo marginal. Esse movimento, segundo executivos da AWS, nasceu por necessidade. “A gente não começou a usar IA porque era bonito ou porque era tendência. A gente começou porque era impossível escalar sem ela”, diz comentou Thiago Couto , executivo da AWS. O consenso é que o principal gargalo não está nos modelos, mas na base que os sustenta. “Nada do que eu mostrei aqui é ciência de foguete. O problema quase nunca é o modelo, é dado mal tratado, mal governado ou inexistente”, complementa Thiago. Na avaliação de Topper, esse ponto explica por que muitos projetos não avançam nas empresas, já que “a complexidade não está no algoritmo. Está nos dados, na governança e nas decisões que as empresas evitam tomar”. Outro alerta recorrente nas conversas é a forma como a IA generativa entrou nas organizações, muitas vezes pressionada pelo hype e pelo comportamento do consumidor, sem conexão direta com estratégia, indicadores claros e retorno financeiro. Projetos desconectados de caixa, risco e eficiência tendem a não escalar, enquanto iniciativas ancoradas em problemas reais do negócio conseguem avançar. Nesse cenário, o varejo brasileiro surge como mais preparado do que imagina para essa nova fase. A necessidade histórica de operar em ambientes de juros elevados, ruptura logística e alta complexidade criou uma base de resiliência operacional que favorece a adoção de IA aplicada. Casos de automação comercial, prateleira infinita, logística orientada por dados e pagamentos invisíveis já demonstram ganhos concretos de eficiência e receita. Outro consenso que deve ser reforçado durante a NRF deste ano é que produto e preço se tornaram commodities. O diferencial competitivo passou a ser a experiência, que precisa ser simples, fluida e invisível. Antes de falar em inteligência artificial, os executivos reforçam a importância do básico. Como resumiu um executivo do Google, Alessandro Ramos Luz , executivo do Google , muito se “fala de inteligência artificial, mas antes disso é preciso garantir o básico: infraestrutura testada, site funcionando e jornada sem atrito”, lembrando que “não é o cliente que abandona o carrinho. É o varejista que deixa o cliente sem comprar”. O próximo salto do setor vai além da IA que responde perguntas. O varejo caminha para a era dos agentes, sistemas capazes de pesquisar, comparar, decidir, comprar e executar tarefas em nome dos consumidores. Esse movimento redefine conceitos como busca, funil de vendas e mídia, deslocando a competição da visibilidade para a capacidade de ser escolhido por máquinas que decidem por humanos. Esse novo cenário deve fazer com que governança, confiança, consentimento e rastreabilidade deixem de ser temas periféricos e passam a ocupar o centro da estratégia. Sem dados de qualidade, regras claras e decisões explicáveis, os modelos não escalam nem do ponto de vista técnico nem reputacional. Para Topper, o varejo que vai vencer não será necessariamente o mais tecnológico ou o mais ousado, mas o mais lúcido, capaz de conectar dados a decisões reais e usar a IA para reduzir complexidade antes de buscar crescimento.
Por que os CEOs estão voltando a estudar?
Por décadas, o topo da pirâmide corporativa funcionou como o ponto mais estável das organizações: líderes com décadas de experiência, repertório consolidado e alto domínio técnico acumulado ao longo da carreira. Mas isso mudou. Com a ascensão da Inteligência Artificial e a velocidade das transformações digitais, CEOs e diretores redescobriram o lifelong learning — e estão voltando a estudar como não faziam desde o início da carreira. O que antes era entendido como um diferencial de profissionais em ascensão se tornou uma responsabilidade estratégica da alta liderança. Afinal, decisões sobre IA, dados, automação, segurança e inovação exigem um repertório que nenhuma formação tradicional ofereceu. “Lifelong learning deixou de ser um conceito aspiracional para se tornar uma realidade prática. O C-Level entendeu que sua experiência é valiosa, mas não é mais suficiente para tomar decisões seguras em um mundo guiado por tecnologia”, afirma Gustavo Hoffmann, diretor da SKEMA Business School no Brasil. A urgência dessa atualização contínua também revela a obsolescência de um modelo educacional que foi, durante décadas, linear e rígido. Os tradicionais ciclos de graduação e pós-graduação, estruturados em percursos longos e pouco adaptáveis, já não acompanham a velocidade das transformações. A liderança percebeu que não basta ter uma grande formação acumulada: é preciso manter o repertório vivo, revisável e conectado às fronteiras mais atuais do conhecimento. O novo imperativo executivo é a fluidez entre upskilling e reskilling. Em um cenário global imprevisível, a aprendizagem precisa ser recorrente, prática e orientada para impacto imediato. Nesse contexto, cresce a busca por formações mais curtas, modulares e recorrentes — muitas delas com caráter internacional — capazes de oferecer atualização técnica, diversidade cultural, benchmarking estratégico e visão de vanguarda, permitindo que líderes recalibrem carreiras e negócios em tempo real. “Lifelong learning deixou de ser um conceito aspiracional para se tornar uma realidade prática. O C-Level entendeu que sua experiência é valiosa, mas não é mais suficiente para tomar decisões seguras em um mundo guiado por tecnologia”, afirma Gustavo Hoffmann, diretor da SKEMA Business School no Brasil. Para ele, estamos testemunhando também a transformação definitiva do próprio conceito de educação executiva. “Estamos assistindo ao fim do modelo educacional estanque. A liderança que acreditava ter ‘chegado lá’ está dando lugar à liderança que entende que nunca termina de chegar. O diferencial competitivo não é saber tudo, mas aprender rápido, desaprender quando necessário e buscar referências em ambientes verdadeiramente globais”, destaca. Esse movimento é também uma resposta às novas pressões do mercado. A inovação deixou de ser episódica e passou a ser ritmo; riscos digitais emergem diariamente; reguladores e investidores cobram mais preparo técnico da liderança; e as decisões estratégicas agora envolvem variáveis tecnológicas complexas que jamais fizeram parte da formação dessa geração de executivos. O lifelong learning, nesse contexto, não é mais “sobre aprender mais”, mas sobre pensar melhor — e repensar com agilidade. A sala de aula, portanto, volta ao centro da vida executiva não como ambiente acadêmico, mas como laboratório estratégico: espaço onde líderes refletem sobre impacto, testam hipóteses, trocam experiências, ampliam repertórios globais e atualizam modelos mentais para decisões de alto impacto. Empresas cujas lideranças adotam essa mentalidade de aprendizagem contínua tendem a inovar com mais consistência, reduzir riscos e construir culturas organizacionais mais adaptáveis. No mundo que emerge, o futuro pertence menos à liderança que sabe — e muito mais à liderança que aprende.
Convert anuncia Felipe Gasparetto como novo diretor-executivo de Martech e Insights
A Convert, empresa de soluções de digital business e performance do Grupo Dreamers, anuncia a chegada de Felipe Gasparetto como novo diretor-executivo de Martech e Insights. Com mais de 15 anos de experiência nas áreas de marketing digital e tecnologia, o executivo passa a liderar o segmento na companhia e se reportará à Livia Marquez, Chief Managing Director da organização. Ao longo de sua trajetória, Gasparetto conduziu iniciativas em empresas como Nike, WebMotors, Via Varejo e OLX, onde atuou na estruturação de ecossistemas de dados e na integração entre tecnologia, mídia e estratégia de negócio. Na Convert, o trabalho será focado em mensuração de performance, analytics, CRM, SEO/GEO e automação. “A Convert tem um jeito muito próprio de pensar performance com profundidade, visão de negócio e foco em resultado. Meu objetivo é acelerar ainda mais essa inteligência, usando dados e tecnologia para conectar estratégia, execução e resultado.”, comenta Gasparetto. “A chegada do Felipe reforça o nosso compromisso em aprofundar a atuação em inteligência e capacidade analítica, de forma integrada à estratégia. Ele traz uma bagagem relevante em grandes operações e contribui diretamente para o momento de evolução da Convert dentro do Grupo Dreamers”, pontua Lívia.
Luca Lima assume como VP de mídia da We
A agência We anuncia a chegada de Luca Lima como VP de Mídia. O executivo, que estava na Le Pub (Grupo Publicis), terá como principal objetivo potencializar o uso criativo da mídia e dos dados na geração de negócios para os clientes. Luca tem mais de 17 anos de experiência no mercado e será responsável pela área que hoje conta com mais de 60 pessoas dedicadas ao atendimento de grandes anunciantes como EMS, Cacau Show, Shopee, Grupo Petrópolis, BYD, Bridgestone, Novibet entre outros. De acordo com Maurício Almeida, managing director da agência, “Estamos muito felizes em anunciar a chegada do Luca no time. A experiência e visão estratégica dele serão fundamentais para consolidar a posição da We como referência em soluções de comunicação integradas e orientadas por dados. Acreditamos que o olhar inovador do Luca, aliado à sua capacidade de construir pontes entre marcas, tecnologia e criatividade, será essencial para impulsionar nossos próximos passos.” Luca completa: “Estou honrado de fazer parte da nova geração da agência. A We é um exemplo para o mercado e isso não é por acaso. Há 23 anos seus cases misturam estratégia, mídia e criatividade, para assegurar o que as marcas precisam: resultados. E vamos seguir neste caminho”. Gustavo Gaion, que antes ocupava o cargo de VP da mídia da agência, segue atuando no Grupo We, que em breve anunciará as mudanças em curso.
Kings Sneakers estima crescer de mais de 45% em faturamento de marca própria com estratégia de collabs
A Kings Sneakers vive um momento de acelerado crescimento. Em um mercado global de streetwear que, segundo a Fortune Business Insights, foi avaliado em US$ 347,1 bilhões em 2024 e pode alcançar impressionantes US$ 637,1 bilhões até 2032, com um crescimento anual composto (CAGR) de 7,9%, a marca brasileira aposta cada vez mais em parcerias licenciadas para consolidar sua relevância e liderança. No Brasil, esse movimento se mostra particularmente promissor: estudos da Deep Market Insights apontam que o mercado de streetwear no país atingiu US$ 7,65 bilhões em 2024, com expectativa de expansão para US$ 14,09 bilhões até 2033. Além disso, de acordo com a Ken Research, a fatia de vestuário e streetwear voltada à Geração Z já soma cerca de US$ 5 bilhões, evidenciando a força jovem e digital desse segmento no Brasil. É nesse contexto altamente favorável, com consumidores cada vez mais engajados em cultura pop, licenciamento e colaborações, que a Kings Sneakers, maior rede de streetwear do Brasil, tem investido estrategicamente em parcerias com gigantes como a Disney. Em 2025, a marca lançou coleções inspiradas em Toy Story, Stitch, Estranho Mundo de Jack e Fantasia, além de uma peça exclusiva para o festival Rock the Mountain, desenvolvida junto à Disney. Essas collabs não são apenas estampas: são narrativas completas, com identidade própria. Segundo Cauê Sanchez, “as collabs exclusivas nos permitem oferecer diferenciação real, melhorar a margem e acelerar o giro. Elas reforçam a nossa conexão com a cultura urbana, entregando algo que só a nossa marca entrega.” Ele também destaca como a curadoria de parceiros é pensada estrategicamente para seguir a agenda de lançamentos dos licenciados, gerando exposição orgânica e visibilidade para a marca. O efeito dessas parcerias no varejo já é palpável. Com o portfólio de collabs, a Kings tem registrado uma performance excepcional: “na nossa linha de confecção, somos hoje uma das marcas em streetwear mais vendidas em volume de peças, superando players clássicos em determinados momentos. Temos faturamento estimado em mais de R$ 12 milhões para a marca Kings dentro de 2025, o que está representando um crescimento de mais de 45%”, afirma Sanchez. Além disso, a marca detecta padrões claros de comportamento entre diferentes perfis de cliente: enquanto o giro de collabs é mais acelerado no e-commerce e em lojas localizadas em regiões de classe A/B, há um volume mais lento em praças de classe C, um insight que tem guiado decisões estratégicas de distribuição. Essa experiência com collabs também alimenta o desenvolvimento de produtos autorais. “Cada parceria traz novos aprendizados, seja em design, em produto ou em entrega. Por exemplo, começamos a investir em packs de meias, algo que nasceu a partir de parcerias e agora também compõe nosso catálogo autoral”, explica o executivo. Olhar para 2026, para a Kings, é manter a ambição. Cauê revela que a marca continuará lançando novas collabs alinhadas à agenda dos licenciados e pretende revisitar parcerias bem-sucedidas para reposicionar algumas linhas estratégicas. Essa estratégia ousada não é só sobre crescimento a curto prazo: para a Kings Sneakers, as colaborações são parte de uma visão de longo prazo para consolidar-se como referência em cultura urbana e estilo de vida no Brasil. “Essas parcerias mostram que a Kings é uma marca em evolução constante, que une moda, autenticidade, street e propósito”, finaliza Sanchez.
Bom Princípio Alimentos acelera expansão e chega ao mercado dos Estados Unidos
A Bom Princípio Alimentos anuncia oficialmente sua chegada ao mercado dos Estados Unidos. A expansão representa um passo estratégico no plano de internacionalização da empresa e reforça sua ambição de ampliar a participação das exportações no faturamento e aumentar a competitividade global do negócio. A distribuição permitirá a presença da marca em mais de 25 estados norte-americanos. A entrada no mercado norte-americano está alinhada ao trabalho da Bom Princípio para soluções voltadas ao food service, segmento consolidado nos Estados Unidos. Inicialmente, a operação será focada nesse canal, com a exportação de recheios e coberturas destinados a padarias, restaurantes, pizzarias e outros estabelecimentos profissionais de alimentação. “A parceria foi construída ao longo de 2025, a partir da participação da empresa em feiras internacionais e missões de mercado, que possibilitaram um entendimento aprofundado das dinâmicas, exigências técnicas e oportunidades do setor de alimentos nos EUA. A chegada oficial aos Estados Unidos representa um passo estratégico no fortalecimento da Bom Princípio na América do Norte”, afirma Alexandre Ledur, diretor-presidente da Bom Princípio Alimentos. Referência nacional na fabricação de recheios de chocolate e frutas, cremes de avelã, doces de leite, geleias e conservas, a Bom Princípio Alimentos realizou investimentos que incluem viagens técnicas para conhecer a estrutura física, operacional e comercial do distribuidor, além de ações voltadas ao alinhamento de processos, padrões de qualidade e capacidade logística. Atualmente, a Bom Princípio já exporta para países da América do Sul e Central, como Uruguai, Paraguai, Chile, República Dominicana e Guatemala, além da Austrália. Para os próximos anos, a companhia prevê a ampliação da presença em outros países da América Latina e mantém como meta alcançar, até 2030, uma participação de 10% das exportações sobre o faturamento total.
Da negativa à referência nacional: vhsys alcança 1 milhão de cadastros e movimenta R$ 22 bilhões em vendas em 2025
Em 2011, Reginaldo e Luan Stocco ouviram uma negativa que poderia ter sepultado a ideia de empreender em tecnologia: investidores alegavam que não havia métricas consolidadas para sustentar o negócio. O que parecia um fim acabou se transformando no ponto de partida de uma das trajetórias mais consistentes do ecossistema de software no Brasil. Em 2025, ao completar 14 anos de operação, a vhsys celebra marcos relevantes: 1 milhão de cadastros na plataforma e quase 100 bilhões de notas fiscais emitidas ao longo de sua história. Nesse período, os clientes movimentaram mais de R$ 90 bilhões por meio do sistema. Mais do que uma ferramenta de emissão de notas, a empresa se consolidou como referência nacional ao oferecer soluções de gestão para micro e pequenas empresas, incluindo controle financeiro, fluxo de caixa, estoque e uma loja própria de aplicativos. “Desde o começo, acreditamos que os pequenos empreendedores precisavam de soluções simples e acessíveis. Mesmo sem investimento, continuamos desenvolvendo tecnologia e provando, na prática, que nosso modelo tinha espaço para crescer. Chegar até aqui mostra que essa escolha foi acertada”, afirma Reginaldo Stocco, CEO da vhsys. A trajetória incluiu decisões estratégicas importantes: em 2016, a empresa recusou uma proposta de aquisição por confiar no próprio potencial de crescimento. No ano seguinte, recebeu um aporte-anjo de R$ 1 milhão, que ajudou a acelerar a operação sem comprometer a sustentabilidade do negócio. Os números mais recentes reforçam a relevância da vhsys no dia a dia de milhares de pequenos negócios brasileiros. Ao longo de 2025, foram emitidas 7.882.284 notas fiscais por meio da plataforma. No mesmo período, empresas que utilizam o sistema movimentaram R$ 22 bilhões em vendas registradas, evidenciando o papel do ERP no controle financeiro e na organização do fluxo de caixa. A plataforma também suportou operações em larga escala: mais de 24 milhões de produtos foram vendidos por empresas usuárias do vhsys em 2025. Além disso, o sistema registrou R$ 35,5 bilhões em compras gerenciadas, desde mercadorias até insumos, consolidando-se como uma ferramenta central para planejamento, controle de estoque e eficiência operacional. “Nosso compromisso é seguir simplificando a vida de quem empreende. O futuro passa por ampliar a presença em setores estratégicos e fortalecer cada vez mais nossa missão: oferecer tecnologia que coloca o pequeno empresário no centro da transformação digital”, conclui o CEO.
Marcos Gouvêa de Souza assume vice-presidência da Federação Internacional de Associações de Varejo
Marcos Gouvêa de Souza, fundador e CEO da Gouvêa Ecosystem, foi indicado para o cargo de Vice-Chairman da FIRA (Federation of International Retail Associations) para a América do Sul, entidade que reúne associações nacionais de varejo de diferentes países e atua como a principal plataforma global de articulação do setor. Gouvêa integra os conselhos consultivos do IDV – Instituto de Desenvolvimento do Varejo e do IFB – Instituto Foodservice Brasil, além de atuar como CEO da Gouvêa Ecosystem. Na nova atividade, passa a atuar como membro do Comitê Executivo Global da FIRA, contribuindo para a definição da agenda estratégica da federação e para o fortalecimento do diálogo entre a liderança internacional e as entidades regionais com seus pares da Europa, América do Norte e Ásia. A indicação ocorre em um momento de transformação institucional da FIRA, que revisa seu modelo de governança e cria uma estrutura executiva mais conectada às dinâmicas regionais. A introdução de das lideranças regionais busca ampliar a relevância dos conteúdos produzidos pela federação e assegurar uma abordagem mais próxima das realidades locais do varejo. Segundo Jacques Creyssel, Chairman da FIRA, a nova configuração reflete a expansão da atuação internacional da entidade. “Com o crescimento da presença global da federação, torna-se essencial contar com lideranças regionais capazes de traduzir prioridades locais e contribuir para o debate dos temas estratégicos do varejo em cada mercado”, afirma. A escolha de Marcos Gouvêa de Souza está associada à sua trajetória no setor, à experiência em mercados internacionais e à atuação contínua na representação dos interesses do varejo da América do Sul em fóruns globais. Para Gouvêa, a indicação reforça o papel do Brasil e da região no cenário internacional. “O varejo brasileiro construiu, ao longo do tempo, uma capacidade singular de adaptação, inovação e resiliência. Esse contexto nos permite aprender com outros mercados, mas também compartilhar experiências relevantes em temas como competitividade, pressão sobre margens, digitalização, integração de canais, serviços e desenvolvimento de novas soluções de negócio”, destaca. Sobre Marcos Gouvêa de Souza Marcos Gouvêa de Souza é fundador e CEO da Gouvêa Ecosystem, plataforma global de inteligência estratégica voltada aos setores de varejo, consumo, serviços e inovação. Com atuação internacional e décadas de experiência em consultoria, estratégia e análise de mercados, é reconhecido como uma das principais referências globais em tendências e transformação do varejo na América Latina e no Mundo. Integra os conselhos consultivos do IDV – Instituto de Desenvolvimento do Varejo e do IFB – Instituto Foodservice Brasil, além de participar de iniciativas e fóruns internacionais dedicados ao varejo, consumo, transformações de mercado e comportamento do consumidor.
Presidente do Sinapro-RS assume a vice-presidência da Fenapro
A partir de janeiro, a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) passa a ter na linha de frente dois gaúchos que comandarão a entidade pelos próximos três anos: na presidência Ana Celina Bueno – que já integrava a diretoria anterior e é a primeira mulher a assumir o comando da entidade – e na vice-presidência Juliano Brenner Hennemann, presidente do Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS). Apesar de gaúcha, Ana Celina está radicada no Ceará há muitos anos e tem forte atuação no mercado da região Nordeste. Com Ana Celina e Juliano na liderança, a Fenapro ganha representatividade nacional. Ambos iniciam, junto com a nova diretoria, um novo ciclo já estruturado sobre os programas e projetos desenvolvidos na gestão 2020-2025, liderada por Daniel Queiroz e Dudu Godoy, e nas gestões anteriores. Com o desafio da continuidade e de novos avanços, Ana Celina e Juliano, ao lado da equipe, reafirmam um compromisso sólido com a evolução institucional da federação, refletindo um avanço natural em direção à equidade e à representatividade dentro do Sistema Nacional das Agências de Propaganda. A gestão 2026-2028 assume a comando de uma entidade estruturada e renovada, com processos modernos, operacionalmente e financeiramente sustentável e relevante nacionalmente, passando a ter a responsabilidade de dar prosseguimento ao importante legado de integração, inovação e entrega de serviços tangíveis que transformaram o ambiente associativo nos últimos anos, garantindo que o Sistema Nacional siga forte, moderno e articulado em todo o país. A cerimônia de posse da nova gestão está marcada para 25 de fevereiro, em São Paulo. “É um desafio especialmente marcante somar a minha atuação como presidente do Sinapro-RS à vice-presidência da Fenapro, uma entidade robusta, extremamente atuante e com reconhecimento nacional. Nesta gestão queremos ampliar ainda mais a conexão dessa rede integrada e a nossa capacidade de gerar valor para as agências. Vamos trabalhar para que mais empresas do nosso mercado caminhem com a Fenapro, com um Sistema que busca apoiar a gestão, fortalecer os negócios e melhorar o dia a dia das agências de propaganda no Brasil”, destaca Juliano.
Verdera impulsiona expansão com “Jornada do Consultor”
Em um movimento estratégico voltado à consolidação de sua atuação nacional e focado no cliente, a Verdera, unidade de gestão sustentável de resíduos da Votorantim Cimentos, redesenhou sua abordagem comercial no último ano. Com presença em 11 estados e 19 unidades operacionais, a Verdera padronizou a atuação dos consultores de campo e implementou ferramentas digitais para garantir maior eficiência, agilidade e consistência no relacionamento com clientes e fornecedores. O novo processo potencializou a produtividade e fortaleceu a geração de valor para os parceiros. O crescimento acelerado da operação exigia uma estrutura que fosse replicável, mensurável e integrada. Para isso, a Verdera criou a chamada Jornada do Consultor Verdera, um modelo orientado por processos, capacitação contínua e rituais internos, com o objetivo de uniformizar e potencializar a atuação em todos os pontos de contato com o mercado. “Mais do que vender uma solução, nosso foco passou a ser estruturar uma forma inteligente de entender o contexto de cada parceiro e entregar valor com personalização na ponta”, diz Miguel Rodrigues, gerente de Operações Comerciais e Inteligência Competitiva da Verdera. O alicerce dessa nova abordagem é a metodologia M.E.S.S.I, um acrônimo para Mapear, Entender, Solucionar, Seguir e Interagir, que organiza a atuação do consultor em cinco etapas estratégicas, desde o diagnóstico inicial até a manutenção da relação a longo prazo. A metodologia não é apenas conceitual: ela se materializa em checklists operacionais, capacitação contínua e diretrizes claras de atuação, garantindo disciplina comercial e coerência nas entregas. O processo ganhou ainda mais robustez com a adoção de uma plataforma de CRM abrangente. A ferramenta centraliza todos os dados relevantes do parceiro, desde volumes de rejeitos até status comercial e indicadores estratégicos, em uma única interface. Com isso, os consultores passaram a ter acesso imediato a informações para a tomada de decisão, substituindo controles manuais por dashboards inteligentes e atualizados diariamente. “O consultor atua com foco consultivo onde realmente gera valor. A informação está organizada, rastreável e pronta para ser usada com agilidade”, diz Rodrigues. A escuta ativa foi um pilar importante da cultura da empresa, com foco na construção de uma jornada técnica, disciplinada e orientada por dados, que permita ao time comercial ser mais consultivo, responsivo e eficiente. “É entender a dor do cliente, mas também os seus desejos de crescimento e posicionamento de mercado”, afirma o gerente de Operações Comerciais e Inteligência Competitiva da Verdera. Os resultados dessa reestruturação já aparecem nos indicadores e mostram claramente uma evolução no nível de serviço Em 2025, a empresa alcançou o maior Net Promoter Score (NPS) de sua série histórica, com o crescimento de 25 pontos, o que representa um aumento de 68% em relação ao ano anterior. O índice, que mede a disposição dos parceiros em recomendar a empresa, reflete diretamente a clareza da jornada e a assertividade na entrega. Com a padronização da abordagem comercial e o uso intensivo de tecnologia, a Verdera fortalece seu posicionamento como referência em soluções ambientais e reforça sua capacidade de atender parceiros com precisão técnica, eficiência operacional e compromisso com a sustentabilidade.
Mondelez Brasil anuncia nova diretoria de Mídia, Dados, CX e Martech
Dona de marcas icônicas como BIS, Oreo, Lacta, Trident, Tang e Club Social, a Mondelēz Brasil anuncia a criação da diretoria de Mídia, Dados, Consumer Experience e Martech, uma nova área que consolida a evolução da companhia na gestão integrada da experiência do consumidor. A liderança fica a cargo de Carolina Crespo, executiva com mais de 15 anos de atuação em transformação digital, marketing e mídia. Diretamente ligado à ambição da empresa de dobrar de tamanho até 2030 e ao consequente aumento da complexidade do negócio, o movimento consolida sob uma mesma estrutura a estratégia de mídia on e offline, o uso avançado e inteligente de dados de consumidores e as plataformas de marketing. “Vamos potencializar mídia para além de um canal e assumir um papel de verdadeiros ‘arquitetos de experiências’”, diz Carolina Crespo, diretora de Mídia, Dados, Consumer Experience e Martech da Mondelēz Brasil. “Ao conectar dados com empatia e storytelling, estamos transformando informações em ações de comunicação mais consistentes tanto para o consumidor quanto para a companhia como um todo.” Executiva com trajetória pertinente Antes de assumir a nova diretoria no Brasil, Carolina Crespo atuou por cerca de cinco anos como Head de Digital Commerce e Retail Media para a América Latina na Mondelēz International, com foco na aceleração de negócios e vendas na região. Ao longo de sua carreira, a executiva acumulou mais de 15 anos de experiência em multinacionais, incluindo uma passagem de uma década pelo Grupo L’Oréal, no Brasil e na Europa, onde liderou frentes de mídia, marketing, conteúdo e vendas, sempre com foco em transformação digital. “A integração entre dados, tecnologia e mídia é o que permite escalar relevância, eficiência e inovação. Quando essas frentes se conectam, conseguimos tomar decisões ainda mais inteligentes e construir marcas mais fortes”, reforça a executiva. Presente em 92% dos lares brasileiros e em cerca de um milhão de pontos de venda, a companhia amplia sua capacidade de gerar conexões relevantes com os consumidores e fortalece seu portfólio completo para as mais diversas ocasiões de consumo.
Grupo Stefanini nomeia Luca Bon como CEO da Ecglobal
Entendendo a necessidade dos CMOs e das empresas em cada vez mais conhecer profundamente seu consumidor, o Grupo Stefanini anuncia a chegada de Luca Bon como novo CEO da Ecglobal, empresa especializada em Pesquisa de Mercado e Comunidades Digitais. A nomeação reforça a proposta da companhia de integrar tecnologia, escuta ativa e inteligência de mercado para transformar a relação entre marcas e consumidores. Com mais de 20 anos de experiência nas áreas de marketing, tecnologia e gestão, incluindo passagens por multinacionais e uma trajetória internacional sólida, Luca foi responsável por fundar a operação da Toluna no Brasil e América Latina, além de passagens pela Procter & Gamble como Diretor de Marketing Global e McDonald’s Itália, como VP de Marketing. Agora, assume o desafio de levar a Ecglobal a uma nova fase de inovação operacional, tecnológica e expansão de portfólio em pesquisa de mercado. “Ao mesmo tempo em que os clientes exigem interações mais ágeis, relevantes e personalizadas, cresce a responsabilidade das empresas em transformar dados em insights acionáveis para evoluir suas plataformas e produtos. A Ecglobal tem o diferencial ouvir continuamente as pessoas e transformar essas informações em decisões estratégicas. Nosso foco é ampliar esse potencial com IA aplicada para inovação do portfólio de pesquisa, com novos produtos, automação e visão de negócio”, afirma Luca Bon. Com atuação no Brasil, LATAM e EUA, a Ecglobal atende marcas líderes de mercado por meio de sua plataforma proprietária. coletando insights em tempo real com comunidades digitais, mapeia comportamentos e gera recomendações com alto grau de personalização, posicionando-se como um pilar estratégico na construção de experiências centradas no consumidor. A chegada de Luca Bon fortalece também a unidade de Marketing do Grupo Stefanini, que reúne empresas como W3haus e Gauge, especializadas em Publicidade, Growth, Consumer Insights e Martech. Essa unidade compõe um dos sete pilares de negócio da consultoria tech global, focados em resolver desafios complexos com soluções integradas e mentalidade AI-First. “O marketing moderno é impulsionado por dados e guiado pela escuta ativa. A Ecglobal é peça central nessa transformação, por sua capacidade de capturar insights culturais e comportamentais com profundidade e velocidade. A chegada de Luca marca uma nova etapa para a empresa, unindo inteligência de mercado, tecnologia e experiência para ampliar nosso impacto nos negócios”, afirma Guilherme Stefanini, CMO global do Grupo Stefanini. Presente em 46 países, o Grupo Stefanini tem evoluído sua estrutura global com foco em transformação digital acelerada por IA, colocando a inteligência artificial no centro da tomada de decisão. A liderança de Luca Bon reforça esse posicionamento e abre novas oportunidades para transformar a forma como marcas escutam, se conectam e evoluem com seus consumidores.
Plataforma internacional de financiamento chega ao Brasil como alternativa aos planos de saúde
Empresa pretende ser uma alternativa viável e acessível aos planos de saúde tradicionais A CrowdCare, uma plataforma de financiamento coletivo para despesas médicas, acaba de anunciar o início de suas operações no Brasil. A escolha pelo mercado brasileiro para ampliar os negócios da empresa foi baseada no complexo cenário do acesso aos serviços de saúde no país. A empresa, com sede em Deerfield Beach, na Flórida, opera nos Estados Unidos desde maio de 2025. O modelo de negócios da CrowdCare é atuar como um crowdfunding tradicional, mas com foco exclusivo no financiamento de despesas médicas em geral, incluindo consultas, exames, cirurgias e demais procedimentos hospitalares e clínicos. Por meio de mensalidades fixas, que começam em R$ 250, os membros da plataforma passam a contar com o fundo para financiar suas despesas médicas, como pacientes particulares. Nas prática, o foco da CrowdCare é criar uma comunidade de brasileiros unidos em prol de ajudar uns aos outros a financiar suas despesas médicas. “Embora o Brasil possua um sistema de saúde pública, de caráter universal e financiado por recursos estatais, há importantes entraves que limitam o atendimento à população, como longas filas de esperas, desigualdade de acesso entre regiões, falta de profissionais e limitações para quem depende exclusivamente do SUS”, comenta Lee Cerasani, Fundador e CEO da CrowdCare Américas. O executivo lembra ainda que a saúde suplementar (planos de saúde) atende apenas 25% da população brasileira, sendo a maioria dos beneficiários aqueles que trabalham no regime CLT. “Outro entrave é que os planos individuais, especialmente para trabalhadores do mercado informal, têm preços proibitivos e estão cada vez mais escassos”, acrescenta. “Para além dos valores, os planos de saúde negam procedimentos, descredenciam constantemente médicos, laboratórios e hospitais, além de possuírem burocracias intermináveis para autorizar exames e cirurgias. Ultimamente, outro problema sério é a rescisão unilateral, deixando os usuários sem o plano de forma repentina”, aponta Cerasani. Diante desse complexo cenário, a CrowdCare pretende aumentar o acesso da população aos serviços de saúde, de uma forma inovadora e visionária. Sem rede credenciada, sem burocracias e com valores acessíveis “Há vários diferenciais importantes em nosso modelo de negócio. Para além dos valores acessíveis das mensalidades, o membro pode escolher livremente seus médicos, laboratórios e hospitais, passando nesses serviços, como um paciente particular. Portanto, não existe rede credenciada, nem burocracias, como nos planos de saúde tradicionais”, aponta Cerasani. Entretanto, para manter a saúde do fundo e garantir que todos os membros tenham suas despesas médicas financiadas, existe o compromisso de membro, no valor fixo, de R$ 250 para todos os serviços médicos, exceto para partos, cujo valor é mais alto. Portanto, não importa o valor da despesa médica, a coparticipação do membro sempre será a mesma. “Na prática, toda vez que o membro passa numa consulta, faz um exame ou uma cirurgia, ele participa dos custos por meio desse valor fixo. O restante é financiado pela CrowdCare. A principal vantagem desse modelo de coparticipação é que mesmo que o membro tenha uma alta despesa médica, ele sabe que seu compromisso de membro sempre será nesse valor fixo”, conta o executivo. CrowdCare é um financiamento coletivo para despesas médicas “Gostaríamos de reforçar que a CrowdCare não é um plano de saúde. Os nossos membros são considerados pacientes particulares. A nossa plataforma elimina as barreiras dos planos de saúde, oferecendo uma maneira transparente, flexível e acessível de obter atendimento médico”, conta Karina Brito, CEO da CrowdCare no Brasil. Atualmente, a empresa aceita pessoas de 0 a 64 anos. Além dos planos individuais, a plataforma oferece também o plano familiar, para até 4 pessoas. Os valores das mensalidades são: “Adicionalmente ao financiamento de consultas, exames e cirurgias, a CrowdCare também oferece orientação e consultoria para os membros, especialmente para negociar descontos em procedimentos com valores mais altos, como cirurgias e exames mais complexos. Os membros também podem solicitar financiamento para medicamentos, bem como têm acesso a teleconsultas e psicoterapia online, entre outros serviços de saúde”, diz Karina. Ao contrário dos planos de saúde, a CrowdCare financia todas as despesas médicas que fazem parte dos serviços elegíveis, conforme descrito no contrato. Quanto aos reajustes das mensalidades e do compromisso de membro, a CrowdCare pretende aplicar os índices normalmente usados no Brasil, como o IPCA ou outros. “A saúde é o bem mais precioso do ser humano e os entraves para os cuidados médicos no Brasil têm efeitos importantes, como incapacidade para o trabalho, sobrecarga dos custos de afastamento pelo INSS, atrasos no diagnóstico de doenças que ameaçam a vida, perda da produtividade no trabalho, problemas financeiros e prejuízos na qualidade de vida. Portanto, esperamos trazer à população brasileira uma alternativa inovadora para ter acesso aos serviços de saúde, baseada no poder da comunidade e no uso consciente do financiamento coletivo”, finaliza Cerasani.
Indústria de embalagens plásticas catarinense planeja expansão para dobrar de tamanho até 2030
O setor de embalagens plásticas enfrenta inúmeros desafios perante a economia, mas nem por isso, as indústrias têm deixado de investir. Pelo contrário: empresas que atuam com olhar à frente seguem expandindo. Como no caso da catarinense Chromoplast Embalagens Plásticas, que vivenciou um ano de fortalecimento organizacional, preparando-se para um novo ciclo de crescimento. A indústria concluiu a ampliação de mais de mil metros quadrados do almoxarifado e deu início à construção de um novo pavilhão de expedição. Obras que integram um plano que visa dobrar a capacidade de produção e faturamento até 2030, com meta de alcançar 2 mil toneladas mensais e mais de R$ 500 milhões em receita anual. Com uma indústria que conta com parque industrial moderno, processos estruturados e integração entre as áreas, para o fundador da Chromoplast, Edemar de Oliveira, 2025 foi decisivo para tirar os planos do papel e organizar os investimentos de forma estratégica. “Foi um ano de muito trabalho e posicionamento, mas, acima de tudo, foi um ano de preparação para o que vem pela frente. A gente começa a olhar para 2026 com a certeza de que plantamos bem e que a colheita está chegando. Nosso planejamento segue até 2030 e queremos crescer, nos próximos cinco anos, o equivalente aos nossos primeiros 25 anos de história”, destaca. A expansão se insere em um cenário de crescimento moderado, mas promissor. Projeções internacionais da Grand View Research indicam que o mercado brasileiro de embalagens flexíveis poderá movimentar cerca de US$ 11,66 bilhões até 2030, impulsionado pelos setores de alimentos, higiene, nutrição e agronegócio. A estabilidade econômica e o avanço de práticas sustentáveis são considerados fatores determinantes para a evolução do setor. Na Chromoplast, o novo pavilhão também vai permitir a instalação de novas máquinas. A partir de 2026, está prevista a construção de outro espaço para abrigar até quatro laminadoras. Além disso, a companhia finaliza os preparativos para operar uma nova unidade em Manaus, voltada à produção de laminados. De acordo com o CEO da empresa, Cledson Francisconi, os investimentos têm foco na modernização dos processos e na integração das áreas técnicas. O plano contempla ainda novos aportes em tecnologia e infraestrutura até 2027. “A ideia é que, em cinco anos, a gente esteja transformando perto de 2 mil toneladas por mês, somando a produção de Içara com a laminadora de Manaus. Isso vai nos colocar em outro patamar”, afirma Cledson. Marca forte para clientes qualificados Mais do que estrutura, 2025 também consolidou um novo patamar de posicionamento para a Chromoplast. A participação nas principais feiras do setor, como a Fispal, a conquista de prêmios nacionais e o destaque em eventos como o “SC que dá certo” elevaram a percepção de valor da Chromoplast junto ao mercado. “Quando decidimos participar da Fispal pela segunda vez, sabíamos que era um movimento estratégico. Queríamos reposicionar a marca e atingir novos clientes, que valorizassem o que temos de melhor: qualidade, segurança e capacidade técnica. A gente não quer vender preço, quer vender valor. Por isso, quando um cliente só quer preço, a gente sabe que ele não é o perfil da Chromoplast. Hoje, falamos de igual para igual com os grandes players do mercado, porque nos preparamos para isso”, reforça o fundador da empresa. O trabalho conjunto de setores como P&D, logística e comercial garante não apenas desempenho, mas também previsibilidade e segurança para clientes em todo o país. “Temos obsessão por qualidade e queremos ser lembrados por isso. Estamos prontos para alcançar nossas metas nos próximos cinco anos e continuar crescendo, no mínimo, por mais 25. Esse é o nosso compromisso com o futuro”, finaliza o CEO da Chromoplast.
Empresas com diversidade de gênero têm até 25% mais chances de superar concorrentes
Mesmo com o avanço do debate sobre diversidade e inclusão, o viés inconsciente segue como um dos principais obstáculos para processos seletivos mais justos. Ele se manifesta em decisões automáticas, muitas vezes imperceptíveis, que influenciam a forma como candidatos são avaliados. Estudos clássicos mostram que currículos idênticos podem receber avaliações diferentes apenas pela mudança de nome, gênero ou origem social, evidenciando como esses vieses continuam determinando quem avança, ou não, nos processos de contratação. O efeito vai além da dimensão social. Segundo levantamento da McKinsey, empresas com maior diversidade de gênero na liderança têm até 25% mais chances de apresentar desempenho financeiro acima da média de seus setores. No recorte étnico-racial, esse número chega a 36%. Ainda assim, boa parte das organizações segue adotando processos pouco estruturados, que reforçam padrões homogêneos. Na prática, os vieses costumam aparecer nas etapas mais subjetivas do recrutamento, como triagem de currículos e entrevistas. Critérios como “fit cultural” ou “perfil parecido com o time” tendem a reproduzir escolhas baseadas em afinidade e conforto, e não necessariamente em competência. Segundo o especialista Daniel Monteiro, founder e CEO da Yellow.rec, “o viés inconsciente não é uma falha individual, é um comportamento humano. O problema é quando a empresa não cria mecanismos para neutralizá-lo”. Para reduzir esse risco, o especialista defende processos mais objetivos, com critérios claros de avaliação, etapas padronizadas e comparabilidade entre candidatos. A adoção de shortlists diversas, entrevistas conduzidas por mais de um avaliador e definição prévia de requisitos técnicos e comportamentais são algumas das práticas mais eficazes. “Boa intenção não basta. Sem método, o processo sempre favorece quem se parece com o padrão já existente”, afirma Daniel. Além de ampliar o acesso a talentos, a redução de vieses também impacta indicadores como retenção e custo de contratação. Estimativas do setor apontam que uma contratação equivocada pode custar até oito vezes o salário do profissional, considerando desligamento, nova busca e impactos na operação. Em um cenário de menor margem para erros, o recrutamento passa a ser tratado como uma decisão estratégica. “Contratar de forma mais justa não é apenas uma pauta de diversidade, é uma decisão de negócio”, afirma o CEO da Yellow.rec. “Quando o processo é estruturado, transparente e orientado por dados, diversidade deixa de ser discurso e passa a ser consequência.” Na prática, isso significa revisar não apenas o discurso, mas a operação do recrutamento. Linguagem das vagas, canais de divulgação, critérios eliminatórios e até o tempo de entrevista podem influenciar quem avança ou fica pelo caminho. “Contratar de forma mais justa exige método, dados e disciplina. Boa intenção, sozinha, não muda o resultado”, afirma Daniel.
As tendências que devem transformar o setor têxtil brasileiro em 2026
O setor de confecção passa por uma transformação acelerada impulsionada pela automação, inteligência artificial e mudanças no comportamento do consumidor. Para 2026, essas transformações se intensificam e exigem que as marcas repensem seus modelos de comunicação, gestão e posicionamento. Para Eduardo Cristian, fundador da Costurando Sucesso, empresa especializada em gestão do conhecimento, que tem como propósito conectar e impulsionar negócios de confecção em diferentes segmentos e reconhecido como um dos principais consultores do mercado têxtil e de confecção no Brasil, seis competências serão essenciais para o crescimento do setor em 2026. “As empresas que vão prosperar são aquelas que souberem equilibrar eficiência produtiva e fortalecimento de marca. Modelos baseados apenas em volume e sem propósito tendem a perder relevância. O futuro será de quem tem processos estruturados, identidade clara e conexão com o consumidor”, destaca o executivo. O consumidor de moda deixou de buscar apenas preço ou estilo, hoje ele quer se identificar com a marca, sentir pertencimento e enxergar propósito. Para acompanhar esse movimento, as confecções devem investir não apenas em qualidade de produto, mas também em comunicação emocional e modelos de negócio baseados em relacionamento contínuo. “Quem vende só produto e preço perderá espaço. Conexão é o que garante margem e fidelidade”, reforça Eduardo. A seguir a Costurando Sucesso aponta as principais tendências que devem transformar o setor têxtil em 2026. 1. Comunicação transparente como diferencial competitivo Marcas que comunicam claramente seus processos, atitudes e valores ganham vantagem. Sustentabilidade e produção sob demanda passam a ser diferenciais percebidos pelo consumidor, desde que bem comunicados. 2. Omnichannel consolidado e mais desafiador A presença em múltiplos canais exige consistência. O maior desafio é evitar rupturas na comunicação, o que só é possível com equipes internas fortes, capazes de manter a essência da marca.3 3. Valorização da mão de obra como pilar reputacional Práticas consistentes de gestão de pessoas, cuidado com o clima organizacional e adoção genuína de princípios ESG tornam-se determinantes para fortalecer reputação e propósito nas empresas de confecção. Marcas que valorizam verdadeiramente suas equipes ganham vantagem competitiva e se destacam no mercado. Além disso, o conceito de Life Long Learning passa a ser imprescindível para ampliar a eficiência da gestão, aprimorar processos e impulsionar a inovação. 4. Hipersegmentação: nichos como estratégia de crescimento Em um país diverso, marcas generalistas perdem força. O futuro está em definir nichos específicos para criar narrativas, produtos e comunicações mais assertivas e eficazes. 5. Narrativas fortes impulsionando categorias de produto Storytelling estratégico ganha protagonismo. Histórias bem construídas sobre matéria-prima, tecnologia e propósito agregam valor e podem até criar novas categorias de mercado, como ocorreu com as “tech t-shirts”. 6. Visão internacional de mercado A busca por conhecimento sobre o mercado externo torna-se essencial para acompanhar de perto as tendências globais, antecipar transformações do setor e manter as empresas conectadas às melhores práticas de gestão. Essa visão ampliada permite decisões mais estratégicas e competitivas. 7. Impactos da Reforma Tributária no setor têxtil O setor têxtil será impactado pela Reforma Tributária que entra em vigor em 1º de janeiro de 2026. Por isso, é essencial que as empresas monitorem a regulamentação e as normas complementares, buscando orientação técnica de entidades representativas e consultorias especializadas sempre que necessário.
Mercur: a marca brasileira que atravessa gerações com soluções em saúde e educação
A Mercur construiu, ao longo de sua trajetória, uma relação afetiva com diferentes gerações ao oferecer produtos que acompanham cada etapa da vida. Da infância à maturidade, a marca se faz presente em momentos marcantes de descoberta, aprendizado, cuidado e autonomia. Sempre conectando saúde, educação e bem-estar. Desde cedo, a empresa integra rotinas escolares e familiares. A primeira borracha usada na sala de aula, os materiais de estudo que estimulam a curiosidade e os itens de organização que ajudam a estruturar hábitos e responsabilidades são exemplos de como a marca participa de momentos cotidianos que ficam na memória. À medida que as pessoas crescem, a Mercur amplia sua presença com soluções voltadas para cuidado, saúde e qualidade de vida. Órteses que devolvem mobilidade, apoios terapêuticos que auxiliam processos de reabilitação e produtos que promovem autonomia reforçam o compromisso da empresa com o bem-estar ao longo da vida adulta e na maturidade. Esse vínculo emocional nasce da simplicidade e da relevância dos produtos, que fazem parte de situações importantes: nos aprendizados das letras e números, o estudo para uma prova, a retomada de movimentos após uma lesão, a reorganização da rotina ou a adaptação de um novo hábito. São soluções que geram confiança, acolhimento e apoio prático. O portfólio integrado de saúde e educação é um dos diferenciais competitivos da Mercur. A empresa transita de forma coerente entre esses universos, fortalecendo um posicionamento que une tecnologia, cuidado, propósito e proximidade. Essa amplitude permite que a marca atenda diferentes públicos e necessidades com consistência. Com foco em criar soluções que inspiram pessoas e negócios a irem além, a Mercur reafirma sua essência como marca confiável, atemporal e presente nas histórias de quem a utiliza. Mais do que produtos, oferece experiências que acompanham o desenvolvimento, promovem autonomia e reforçam a conexão emocional construída ao longo de gerações. Para conhecer mais sobre os produtos de educação e saúde da Mercur acesse www.mercur.com.br
Sinapro-RS lança Lista Referencial de Valores 2026

O Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS) lançou no dia 2 de janeiro, primeiro dia útil do ano, a Lista Referencial de Valores 2026. Neste ano, o documento tem validade somente até 30 de abril. A partir disso, será substituído pela Lista Referencial de Valores Nacional, que passa a ser unificada em todo o país a partir de diretrizes do Sistema Nacional das Agências de Propaganda (Sinapro), que congrega a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e os Sinapros estaduais. Esses terão autonomia para adesão e definição dos valores, conforme as realidades locais de cada Estado, mas a organização dos itens, nomenclaturas e demais diretrizes passam a ser unificadas nacionalmente. Nos primeiros meses de 2026, a Fenapro irá promover treinamentos e capacitações para que os Sinapros estaduais e as agências associadas possam compreender as mudanças e passem a utilizar o documento unificado. A Lista Referencial de Valores é um importante balizador para todas as agências que atuam no Rio Grande do Sul, servindo como guia para os serviços e os preços praticados pelas empresas do setor no Estado. A atualização anual tem como base os valores recomendados para todos os serviços que fazem parte do portfólio das agências, incluindo peças e serviços digitais. Todos os itens constantes no documento foram revisados e atualizados, e os valores reajustados tendo como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A Lista é uma ferramenta utilizada essencialmente no atendimento de contas licitadas, mas também serve de referência para o mercado privado. Além do documento no formato tradicional digital, a versão para importação direta no Publi, software de gestão para agências, também já está disponível desde 2 de janeiro. Esse recurso traz ainda mais praticidade às agências no atendimento, formatação de propostas e negociação com clientes. Com o objetivo de preservar a qualidade técnica dos trabalhos produzidos pelas agências gaúchas, a Lista recomenda desconto máximo dos custos internos de até 50%, mesmo nas situações de negociações de valores por circunstâncias especiais, a exemplo do montante da verba publicitária. O Sinapro-RS alerta que essa conduta é vital para a manutenção e o aprimoramento da qualidade dos serviços prestados pelas empresas do segmento, uma vez que descontos muitos elevados sobre os preços referenciados pela Lista têm o potencial de afetar negativamente a qualidade e o ritmo dos serviços prestados, fragilizando, a longo prazo, o mercado publicitário e prejudicando clientes e agências. “Mais uma vez, pelo quarto ano consecutivo, trabalhamos com empenho para conseguir entregar a Lista Referencial de Valores já no primeiro dia útil do ano, o que sempre envolve grande dedicação e esforços do Comitê responsável por essa temática. Com isso, as agências que atuam com contas públicas, essencialmente, já têm acesso à tabela atualizada. Ela é uma importante base orientativa e de apoio na formação de preços e negociação de valores”, reforça o presidente do Sinapro-RS, Juliano Brenner Hennemann. O documento pode ser solicitado gratuitamente pelos associados da entidade pelo e-mail sinaprors@sinaprors.com.br. Os demais interessados precisam pagar uma taxa para ter acesso ao material.