Usaflex lança nova campanha de Inverno 26 e leva o conceito”Viver pede conforto” às ruas com estratégia 360
A Usaflex aposta em uma estratégia 360 para o lançamento de sua coleção de inverno 26, combinando experiência de marca, influência, conteúdo e mídia para reforçar o posicionamento “viver pede conforto”. A campanha apresenta um movimento que coloca o conforto como prioridade inegociável na rotina urbana. A campanha teve como ponto de partida uma ativação proprietária na Avenida Paulista no dia 20 de março, inspirada em um dos símbolos mais tradicionais do espaço urbano: a banca de jornal. A estrutura funcionou como ponto de encontro e experiência, propondo uma pausa em meio à rotina e criando um ambiente de convivência e troca entre consumidoras. Esse conceito também se materializou na experiência da ativação, com a distribuição de exemplares gratuitos de uma edição especial da Revista Like Magazine, disponíveis para leitura na banca durante a ação. “Resgatamos uma tendência mundial que atualmente substitui as antigas pop-ups mais conectadas para propor um momento com experiências offline, fugindo da fadiga do ambiente digital e resgatando na memória da nossa cliente hábitos já conhecidos, como o de visitar a banca, ler o jornal e trocar conversas“, afirma Manuela Cardona, diretora de marketing da Usaflex. Para ela, a experiência da banca se complementa através da tradução fiel do conceito da marca, pois os encontros e conversas levam o conforto para a vida da consumidora, dando a ela a possibilidade de viver uma experiência diferenciada em meio à rotina. Como desdobramento desse momento inicial de impacto, a marca também levará o conceito para a TV com uma ação de merchan no programa Mais Você, com Ana Maria Braga. A iniciativa amplia o alcance da campanha ao inserir a narrativa do conforto em um contexto cotidiano, por meio da apresentação de produtos da coleção. A campanha de Inverno 26 da Usaflex foi desenvolvida pela Paim United Creators, responsável pela estratégia criativa da marca na temporada. Segundo Leonardo Torres, Head de Criação da PAIM, essa estratégia traduz a intenção de provocar conversas que nascem no off-line e reverberam no on-line de forma orgânica. “A banca de revista surge como um ícone dessa estratégia, amplificando nossa manchete e o conceito da marca: ‘Viver pede conforto’. Ao resgatar esse símbolo afetivo do imaginário popular, a clássica banca de jornal, criamos uma conexão direta, autêntica e emocional com o nosso público“, conclui. Durante a ativação, a marca contou com a presença de influenciadoras, que participaram da experiência na banca e promoveram encontros com suas comunidades, convidando outras mulheres a viverem juntas a proposta de imersão no universo da campanha. A estratégia de influência foi desenvolvida com a contribuição da agência cely, com foco em ampliar o alcance da ativação e conectar a narrativa da campanha ao ambiente digital e a diferentes momentos da rotina da consumidora. “Com base na nossa metodologia, que integra dados, comportamento e contexto, realizamos a curadoria de creators alinhadas ao conceito ‘Viver pede Conforto’ e estruturamos uma dinâmica de cocriação voltada à interação real. Incentivamos a troca entre mulheres como ponto central da experiência, promovendo conexões genuínas entre creators e público. Acreditamos que é nessa troca que nasce uma relação mais autêntica com a marca, ampliando o alcance de forma orgânica e fortalecendo o posicionamento ao longo da jornada da consumidora,” afirma Waleska Pimenta Bueno, CMO e sócia da agência cely. A estratégia também prevê desdobramentos em diferentes pontos de contato com a consumidora. No ambiente urbano, a campanha ganhará visibilidade por meio de peças em OOH, com presença em mobiliários urbanos e relógios digitais, reforçando o conceito em momentos da rotina. No ponto de venda, a campanha ganha vida através de uma vitrine que traduz o clima do inverno para o ambiente de loja. Já no ambiente digital, a marca apostará em conteúdos proprietários, como mini vídeos conceituais que retratam cenas do cotidiano e funcionam como “lembretes de conforto”, além de registros das ativações que transformarão as ações físicas em pílulas de conteúdo aspiracionais e autênticas. “Cada frente representa uma conversa muito proprietária da mulher que é target da Usaflex: a importância de se sentir confortável para exercer seus múltiplos papéis. Todo o conteúdo é um convite para ela não esquecer do quanto isso é fundamental“, diz Clarissa Barreto, Head de Conteúdo da Paim. “Mais do que uma campanha, estamos abraçando nosso posicionamento de marca, que caminha ao lado da mulher em todos os seus ritmos. Nosso propósito é ressignificar a zona de conforto: ela não é um lugar onde você fica parada, mas o estado de confiança e bem-estar que você carrega para ser mais potente no seu cotidiano“, conclui Manuela. Ficha Técnica: PAIM UNITED CREATORS
Grapa desenvolve estratégia de influência para Bauducco® e Casa Bauducco no primeiro semestre
A Bauducco® e a Casa Bauducco estão colocando em prática suas frentes de marketing de influência para o primeiro semestre com estratégia liderada pela Grapa, agência responsável pela curadoria, contratação e gestão de criadores de conteúdo e celebridades nas principais campanhas das marcas ao longo do período. Um dos destaques da estratégia é o Reality de Páscoa Bauducco®, desenvolvido para o TikTok e apresentado pelo @bomdialeo. Na terceira temporada do projeto, o influenciador assume o papel de host e conduz uma série de três episódios em formato de competição entre os participantes, que enfrentam desafios inspirados no universo da marca. Entre as provas estão uma corrida contra o tempo para encontrar produtos em uma Bauducco® Loja, dinâmicas de degustação para adivinhar os sabores favoritos de ovos de Páscoa da Casa Bauducco e um desafio final de cozinha em formato de revezamento. Com linguagem leve e dinâmica pensada para a plataforma, o reality transforma o portfólio da marca em entretenimento nativo para redes sociais e estimula a interação do público na escolha da dupla vencedora. Além do reality, outras iniciativas fazem parte da estratégia de influência das marcas ao longo do semestre. Entre elas está a amplificação por meio de conteúdos de influenciadores do Familhão, projeto promocional que premia consumidores com barras de ouro a partir da compra de produtos da linha de pães da marca. Outro movimento relevante é a colaboração com a Netflix, que chegou ao varejo com uma linha especial de produtos, incluindo Chocobiscuit Branco, Choco Pipoca e Choco Brownie como produtos na medida certa para comer enquanto assiste a um filme ou série. A frente de creators atua traduzindo a parceria para o ambiente digital, conectando entretenimento e consumo em conteúdos nativos das plataformas sociais. Já para a Casa Bauducco, a estratégia de influência no período de Páscoa inclui uma experiência de conteúdo com a chef Carole Crema e a atriz e criadora de conteúdo Carla Diaz. A iniciativa convida o público a conhecer de perto a “arte de fazer e presentear” por meio de um encontro na cozinha da chef, em que exploram o portfólio de produtos de Páscoa em uma experiência que combina conversa, degustação e preparo de chocolates. O conteúdo, pensado para redes sociais, destaca os processos artesanais por trás dos produtos e reforça o território de presentear que marca a data para a marca. Com atuação nacional, a Grapa segue responsável por conectar as marcas a diferentes comunidades digitais, utilizando inteligência de dados e curadoria cultural para posicionar Bauducco® e Casa Bauducco em territórios relevantes para as novas gerações.
EverValue lança desafio global para creators com prêmio de US$ 8,5 mil
A EverValue (EVA), criptomoeda lastreada em Bitcoin com resgate via queima de tokens, anuncia o lançamento do EVA Creator Challenge, uma iniciativa educacional global que une aprendizado técnico e produção de conteúdo sobre Bitcoin, infraestrutura blockchain e tokenomics. O programa será realizado entre 23 de março e 10 de abril, com quatro aulas técnicas ao vivo seguidas de um desafio de criação de conteúdo que distribuirá US$ 8.500 em tokens $EVA para os participantes. Diariamente, novos BTC provenientes das operações de mineração da EverValue são direcionados ao Burn Vault Core e ao Burn Vault Boost, smart contracts responsáveis por armazenar os ativos. Para retirar Bitcoin desses cofres, a única forma é por meio da queima de tokens EVA, processo que remove permanentemente os tokens de circulação. O valor liberado no resgate é calculado pelo Burn Price, determinado pela divisão do saldo de WBTC armazenado nos vaults pela quantidade total de tokens EVA em circulação, estabelecendo um valor mínimo verificável do token em BTC. Todo o processo é público e pode ser acompanhado on-chain. O desafio foi estruturado para explicar, de forma didática e prática, como funciona o ecossistema EverValue, incluindo mineração de Bitcoin, arquitetura de contratos inteligentes, tokenomics e funcionamento dos Burn Vaults, seguindo princípios de auditoria e transparência do protocolo. Durante o programa, os participantes terão acesso a quatro aulas ao vivo, realizadas de 23 a 26 de março, sempre às 20h (GMT-3), transmitidas no YouTube e no X (Twitter Live/Spaces). As sessões abordarão fundamentos da mineração de Bitcoin, fluxo de BTC no ecossistema, arquitetura de smart contracts, tokenomics e mecanismos de queima de tokens ($EVA burn), incluindo análise pública do smart contract do token. O programa está estruturado em quatro trilhas: Mineração e Infraestrutura, Smart Contracts & Tokenomics, Burn Vaults e Narrativas da Comunidade. Cada trilha combina aulas técnicas e exercícios práticos, permitindo que os participantes compreendam a operação do ecossistema EverValue, testem seus conhecimentos e produzam conteúdos educativos que engajem a comunidade. O EVA Creator Challenge também funciona como um desafio global de conteúdo educacional. Após as aulas, os participantes poderão publicar threads, artigos ou vídeos curtos no X explicando os conceitos discutidos. Os conteúdos serão avaliados com base em clareza didática, precisão técnica, originalidade, criatividade e engajamento da comunidade. Premiação total de US$ 8.500 O EVA Creator Challenge distribuirá um prêmio total de US$ 8.500 em tokens $EVA, dividido entre quatro trilhas educacionais: mineração e infraestrutura, smart contracts e tokenomics, Burn Vaults e narrativas da comunidade. Cada trilha terá US$ 2.000 distribuídos entre os dez melhores conteúdos, com prêmios individuais de: Além disso, o participante com melhor desempenho global receberá um prêmio adicional de US$ 500 em tokens $EVA, podendo totalizar até US$ 3.300 em recompensas. Esses tokens são ativos reais do ecossistema EverValue, com lastro em Bitcoin, que podem ser mantidos ou resgatados diretamente do Burn Vault via queima de $EVA, permitindo receber a fração correspondente de BTC. Participantes com bom desempenho também poderão ser considerados para colaborações futuras dentro do ecossistema, ampliando oportunidades de aprendizado e engajamento na comunidade. Mentores e condução do programa O programa será conduzido por especialistas ligados ao ecossistema EverValue, com destaque para Rafael Castaneda (Casta), embaixador da EVA e nome ativo na formação de comunidades e educação em Web3. Com mais de duas décadas de experiência em tecnologia, ele atua como empreendedor e é fundador da Casta Guilda, onde desenvolve conteúdos sobre blockchain a partir de uma leitura que conecta aspectos técnicos, econômicos e sociais do mercado. Atualmente, Casta trabalha com infraestrutura financeira, tokenização e pagamentos digitais, além de manter atuação constante na produção de conteúdo e participação em eventos do setor. “Nosso objetivo é transformar conceitos complexos em entendimento prático. Quando o participante compreende como o sistema funciona, da mineração ao smart contract, ele deixa de apenas consumir informação e passa a interpretar o mercado com mais autonomia”, afirma. Ao lado dele, participam Victor Alfa, economista formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e pós-graduado em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV), além de Vinicius 0xCokinha, criador de conteúdo e profissional de desenvolvimento de negócios no mercado Web. Todos são embaixadores da EverValue e vão atuar na condução das aulas e na orientação dos participantes ao longo do programa. O EVA Creator Challenge nasce como uma iniciativa para fortalecer a educação cripto, promover a transparência da infraestrutura blockchain e engajar a comunidade em práticas educativas relevantes. “O EVA Creator Challenge é uma oportunidade de fortalecer a educação cripto e tornar a infraestrutura blockchain mais transparente e acessível. Ao incentivar criadores a estudar, analisar e produzir conteúdo técnico de qualidade, contribuímos para o desenvolvimento do setor e para a construção de uma comunidade mais informada e engajada”, explica Flor Ayala, CEO da EverValue. Como participar As inscrições para o EVA Creator Challenge estão abertas até o dia 6 de abril e podem ser realizadas de forma 100% online pelo formulário oficial. Após a conclusão das quatro aulas técnicas ao vivo, os participantes deverão submeter os links de seus conteúdos (threads, artigos ou vídeos curtos) para avaliação da equipe do programa. O processo é simples e transparente, garantindo que todos tenham oportunidade de participar, aprender e concorrer aos prêmios em tokens $EVA, além de potencialmente se destacar na comunidade cripto. Serviço: EVA Creator Challenge
OXXO aposta em influenciadores especialistas de economia para reforçar combos e impulsionar categoria de foodservice
Com foco em ampliar o consumo da categoria de food, um dos pilares estratégicos da marca, e reforçar sua proposta de conveniência com preço acessível, o OXXO lançou uma ação com criadores de conteúdo especializados em economia pessoal para destacar ofertas e combos disponíveis nas lojas da rede. A iniciativa também reforça a estratégia da marca de se aproximar do consumidor por meio de influenciadores digitais, ampliando o alcance das campanhas de forma mais próxima e relevante no dia a dia das pessoas. Realizada em parceria com a Squid, empresa de marketing de influência, a ação tem como objetivo mostrar, de forma prática e próxima ao consumidor, como os combos disponíveis nas unidades podem representar alternativas rápidas e econômicas para diferentes momentos do dia. Nos conteúdos, os influenciadores também trazem reflexões sobre educação financeira no cotidiano, mostrando como pequenas escolhas de consumo podem gerar economia no dia a dia e abrir espaço para organizar melhor o orçamento, guardar ou investir o dinheiro. Entre os influenciadores que participam da ação estão perfis voltados à educação financeira, como @danicolombo.invest e @mente.economica, que apresentam análises sobre custo-benefício e mostram como os combos disponíveis nas lojas podem se encaixar no orçamento do dia a dia, sem abrir mão da qualidade. “A ideia é mostrar que conveniência também pode estar associada a preço acessível. Queremos reforçar que o OXXO oferece opções práticas para diferentes momentos do dia, com ofertas que cabem no bolso do consumidor e fazem sentido dentro da rotina da cidade. Trazer influenciadores que já têm autoridade no tema da economia, ajuda a ampliar essa conversa de forma transparente e próxima do público, mostrando na prática como as promoções e combos da rede podem fazer parte do dia a dia das pessoas”, afirma Camila Assis, Head de Marketing e Comunicação Externa do OXXO. Durante o Mês do Consumidor, o OXXO destaca combos de food a partir de R$ 9,99, combinando itens populares como salgados, bebidas e cafés em ofertas pensadas para diferentes ocasiões de consumo, como lanches rápidos, pausas durante a rotina ou momentos de conveniência na cidade. A iniciativa reforça o papel da categoria de food dentro da proposta de valor da marca, ampliando as opções de consumo nas lojas e fortalecendo a experiência de consumo para os clientes. “Quando conectamos creators especializados em educação financeira a uma proposta de conveniência e preço acessível, transformamos uma oferta em conteúdo útil para o consumidor. Essa é a lógica do marketing de utilidade, onde usamos a influência para traduzir benefícios reais no dia a dia das pessoas. Ao estruturar essa estratégia para o OXXO, nosso objetivo foi gerar mais conexão com o público ao mesmo tempo em que impulsionamos a categoria de foodservice da rede”, afirma Luciana Alencar, diretora de operações e estratégia da Squid.
Porque os creators são o novo motor da descoberta
Por Miriam Shirley, presidente da BrandLovers Nos últimos meses, o Google vem deixando claro que a busca está mudando. A transformação é estrutural: saímos de um modelo organizado por palavras-chave e entramos em um modelo orientado por interpretação. Ferramentas de busca agora operam como sistemas de compreensão. Em vez de depender de correspondências literais, analisam intenção, contexto, autoridade e consistência histórica. A consolidação do que vem sendo chamado de GEO (Generative Engine Optimization) ou AEO (Answer Engine Optimization) confirma essa virada. O centro da disputa migra da indexação para a capacidade de gerar entendimento. Quando a IA entrega uma síntese no lugar de uma lista de links, a confiança na fonte torna-se decisiva. Autoridade assume novamente valor econômico mensurável. Conteúdos profundos e estruturados ganham relevância por serem mais citáveis e reaproveitáveis, enquanto superficialidade, inconsistência e ruído perdem espaço. Dominar termos específicos já não garante vantagem. O diferencial está na geração contínua de sinais semânticos consistentes. Modelos de linguagem aprendem por padrões recorrência temática, coerência narrativa, diversidade de contextos e legitimidade da fonte. Compreensão depende de densidade, e densidade depende de contexto. A descoberta se expande para respostas conversacionais, assistentes de voz, resumos automáticos e ambientes em que pesquisa e decisão acontecem na mesma interação. A jornada se comprime. Marcas que não produzem repertório interpretável correm o risco de se tornar invisíveis nas respostas sintetizadas. Creators como camada interpretável Nesse ambiente, creators assumem papel estrutural. No contexto da IA, conversas significam linguagem natural organizada em explicações, comparações, relatos de uso, tutoriais e análises situadas. Creators produzem esse tipo de conteúdo diariamente. Respondem dúvidas reais, demonstram produtos em contextos concretos, comparam alternativas, contextualizam necessidades e aprofundam discussões a partir da experiência. O resultado é uma malha semântica viva, distribuída em diferentes plataformas e comunidades. Trata-se de densidade contextual em circulação. Comunicações institucionais costumam operar em narrativas mais controladas; creators atuam na cadência da vida cotidiana. Vocabulário situacional, exemplos práticos e interação contínua com a audiência geram camadas de significado que modelos de IA conseguem mapear com maior precisão. No universo editorial, autoridade histórica recupera centralidade na era do GEO/AEO. Para as marcas, a lógica converge: presença consistente em linguagem natural amplia a probabilidade de compreensão e de citação. A citação, nesse contexto, funciona como selo de validação no momento da decisão. Comunidade como inteligência Comunidades também ganham peso como fonte de interpretação. Plataformas como o Reddit estruturam bilhões de interações em sinais organizados por inteligência proprietária, transformando conversas espontâneas em padrões analisáveis. Interesses coletivos, clusters comportamentais e personas dinâmicas emergem desse contexto compartilhado. Modelos aprendem com mais eficiência quando existe debate recorrente e troca orgânica, território onde creators operam com fluidez. Para marcas, trabalhar com creators amplia alcance e, ao mesmo tempo, fortalece inserção semântica. Integrar o produto a ecossistemas legítimos de discussão aumenta a legibilidade diante de sistemas que priorizam coerência e contexto. Ativações recorrentes constroem múltiplas camadas de interpretação ao redor de um mesmo tema. Um produto pode aparecer em demonstrações cotidianas, análises comparativas, explicações técnicas ou discussões baseadas em dúvidas frequentes. A diversidade de ângulos fortalece a capacidade do modelo de consolidar entendimento. A disputa se desloca para dentro do próprio sistema, naquilo que ele reconhece como consistente e confiável. SEO, antes tratado majoritariamente como disciplina técnica, passa a envolver construção semântica e reputacional. Marcas que internalizam essa lógica consolidam autoridade temática sustentada por consistência e recorrência. Creators ocupam posição central nesse movimento porque ajudam a gerar repertório interpretável em escala e em contextos legítimos. A questão estratégica deixa de girar em torno de ranking e passa a considerar compreensão: sua marca está sendo entendida com profundidade pelos sistemas que sintetizam respostas? Na era da busca conversacional, creators integram a arquitetura que sustenta a descoberta, uma arquitetura baseada em contexto, coerência e legitimidade interpretável.
Ramarim relança a linha Total Comfort de botas de couro em preview exclusivo para a imprensa e influencers
No dia 5 de março, a Ramarim apresenta, em São Paulo, o relançamento da linha Total Comfort de botas de couro, uma das mais emblemáticas da história da marca. Ícone entre 2005 e 2015, a coleção marcou uma geração de consumidoras ao unir estilo, sofisticação e conforto absoluto. Agora, retorna conectada às novas demandas de comportamento, moda e inovação. Com o conceito “O clássico está de volta”, a nova fase da Total Comfort traduz o movimento da mulher real brasileira: leve, versátil e contemporânea. As botas de couro ganham design renovado, modelagens que acompanham o movimento natural dos pés e tecnologia aplicada ao bem-estar. Produzida com matéria-prima sustentável, a coleção incorpora palmilhas inteligentes, solados ultraflexíveis e sistemas avançados de amortecimento, proporcionando uma experiência ainda mais leve e ergonômica. O resultado é um produto que equilibra estética atual e responsabilidade ambiental. “As botas sofisticadas de couro da Linha Total Comfort marcaram uma geração e estão na memória afetiva das nossas consumidoras. Esse relançamento reforça o nosso compromisso em proporcionar conforto e design sofisticado”, afirma Nelson Magagnin, gerente de marketing da marca. Mais do que uma apresentação de coleção, o evento será um preview exclusivo para jornalistas e influencers que acompanham novas tendências. Uma oportunidade para conhecer de perto os materiais, os detalhes de construção e o conceito criativo que guia a nova fase da linha.
Influência que constrói marca, não apenas alcance
Por Nara Dutra A creator economy deixou de ser uma aposta experimental para se tornar um pilar estruturante das estratégias de marketing de marcas que desejam construir relevância cultural, conexão real com o consumidor e, claro, performance. Durante muito tempo, o marketing de influência foi tratado como uma ação tática, quase acessória, restrita à entrega de posts pontuais e à busca por alcance rápido. Nos últimos anos, no entanto, tenho observado que a influência deixou de ser apenas visibilidade e passou a ocupar um papel estratégico dentro do planejamento de marketing, com orçamento dedicado, metas claras e métricas de desempenho tão rigorosas quanto as de qualquer outro canal. Hoje, quando falamos em creator economy, falamos de construção de marca, engajamento consistente e impacto real no negócio. Essa virada passa, principalmente, pela escolha de relações de longo prazo. Em vez de ações isoladas, o foco está em parcerias contínuas com influenciadores que tenham afinidade genuína com o DNA da marca e consigam traduzir essa experiência de forma autêntica para suas audiências. Influência, nesse contexto, é sobre compartilhar valores, repertório e visão de mundo. Squad dinâmico, curadoria constante Outro ponto fundamental dessa estratégia é entender que não existe um modelo único de influenciador ideal. O que funciona, na prática, é a combinação de diferentes perfis: creators de grande e médio alcance convivendo com micro influenciadores, que também apresentam ótimas taxas de engajamento por possuir uma relação mais próxima com suas comunidades. Cada um tem seu papel dentro do squad. A curadoria precisa ser constante. Squads não são estruturas engessadas, eles evoluem conforme o momento da marca, o comportamento do consumidor e os objetivos da marca. Há influenciadores que iniciamos com ações pontuais e, a partir dessa experiência, passam a integrar uma relação mais duradoura. Outros seguem cumprindo um papel específico, dialogando com diferentes nichos. Esse olhar diverso amplia a capacidade de conexão com diferentes públicos e evita a armadilha de apostar todas as fichas apenas em números absolutos de seguidores, e sim na criação de conteúdos relevantes. Estrutura, liberdade criativa e performance Para que esse modelo funcione, é essencial equilibrar estrutura e liberdade criativa. Contratos a longo prazo com as influenciadoras, comunicação constante e sintonia com o calendário comercial da marca são fundamentais. Ao mesmo tempo, o excesso de direcionamento criativo costuma comprometer aquilo que torna a influência poderosa: a autenticidade. O papel da marca, nesse processo, é alinhar objetivos, compartilhar contextos inclusive com a rede de vendas ou de franqueados, quando existe — e permitir que cada creator se comunique da forma mais coerente com sua própria linguagem. Influenciadores não são veículos tradicionais; são pessoas com repertório, voz e identidade próprios. A mensuração, por sua vez, precisa ir além do vanity metrics. Alcance e engajamento seguem relevantes, mas devem ser analisados em conjunto com dados de tráfego, conversão e impacto nas campanhas. Links tagueados, relatórios de performance e acompanhamento contínuo ajudam a entender o custo-benefício de cada parceria e a tomar decisões mais estratégicas ao longo do tempo. Tenho a certeza de que hoje, mais do que seguir uma tendência, investir na creator economy é um amadurecimento da estratégia de marketing, é reconhecer que as pessoas confiam em pessoas. E que, em um mercado cada vez mais competitivo, marcas que constroem relações verdadeiras, consistentes e mensuráveis com influenciadores conseguem não apenas vender mais, mas se manter relevantes no longo prazo. * Nara Dutra é head de marketing da Morana
A Lei nº 15.325/2026 e o novo marco dos influenciadores digitais no Brasil
Por Bruno da Costa Fuentes Fuentes Sancionada em janeiro de 2026, a Lei nº 15.325 representa um avanço importante na forma como o Brasil passa a tratar o trabalho de quem cria conteúdo digital. Conhecida popularmente como a “lei dos influenciadores”, a norma tem alcance mais amplo: ela reconhece juridicamente a atividade de multimídia, que envolve criação, produção, gestão e monetização de conteúdos nas plataformas digitais. A lei não cria uma nova profissão nem impõe barreiras de entrada. Seu objetivo é dar contornos jurídicos a uma realidade já consolidada e economicamente relevante. Ao fazer isso, contribui para organizar um mercado que cresceu rapidamente e, em muitos casos, de maneira informal, exigindo agora maior profissionalização de quem atua de forma recorrente e comercial nas redes. Um dos pontos centrais do texto legal é a opção por definir o profissional de multimídia a partir das atividades exercidas, e não por diplomas ou registros formais. A lei descreve um conjunto amplo de funções ligadas à produção e à circulação de conteúdos digitais, de maneira flexível e compatível com a constante transformação do setor. Também deixa claro que essas atribuições não excluem nem substituem outras profissões, garantindo a convivência entre diferentes áreas que atuam no ambiente digital. O caminho legislativo até a sanção reforçou esse equilíbrio. Durante a tramitação, foram retiradas exigências que poderiam restringir a liberdade profissional, preservando o reconhecimento da atividade sem criar obstáculos artificiais em um mercado marcado por trajetórias diversas. No caso dos influenciadores digitais, a relação com a nova lei é prática. Sempre que a atuação envolve criação de conteúdo, gestão de plataformas e exploração econômica da audiência, há aderência ao conceito de profissional multimídia. A lei não cria o influenciador, mas oferece um enquadramento jurídico mais claro para atividades que já produzem impacto econômico e social. Os efeitos mais visíveis estão na formalização. Conteúdos patrocinados e parcerias comerciais tendem a ser tratados como atividades econômicas regulares, com reflexos em contratos, tributação e organização financeira. A norma funciona, assim, como uma linha divisória entre a criação eventual e a atuação profissional no mercado digital. No conjunto, a Lei nº 15.325/2026 sinaliza uma mudança de paradigma. Ao reconhecer juridicamente o trabalho digital e impor maior clareza às relações econômicas, o novo marco fortalece o setor e aumenta a responsabilidade de quem monetiza audiência, consolidando um mercado mais maduro e previsível. Bruno da Costa Fuentes é advogado especialista em direito digital e empresarial
Postos Petrobras celebram o “Verão Sem Perrengue” em ação especial com Influenciador Cantor Augusto em Copacabana
Os Postos Petrobras encerram a campanha “Verão Sem Perrengue” com uma ação especial no Posto localizado na Av Atlântica – altura da Hilário de Gouveia – transformando o local em palco de celebração de quem escolheu viver a estação com qualidade e confiança. Ao longo do verão, a marca promoveu uma jornada que uniu conteúdo digital, informação de utilidade pública, promoção e entretenimento para reforçar uma mensagem clara: quando tudo já esquenta, a dor de cabeça é opcional. Em parceria com o Influenciador Cantor Augusto, conhecido pelas abordagens que promove com pessoas comuns na orla do Rio de Janeiro, a campanha contou com conteúdos bem-humorados que abordaram situações típicas da estação, como o risco do famoso “barato que sai caro”, destacando a importância de abastecer em postos confiáveis. A iniciativa também contou com um painel digital com informações em tempo real sobre clima e condições de trânsito nos principais destinos turísticos do país, a promoção Horário de Verão Premmia, com cupons de desconto em horários e praças específicas, e o reforço do programa De Olho no Combustível, voltado à fiscalização e garantia da qualidade dos combustíveis nos Postos Petrobras. A ação em Copacabana marca o ponto alto dessa narrativa: uma celebração de quem fez escolhas certas ao longo da estação. Mais do que um evento, o momento simboliza o verão brasileiro vivido com tranquilidade, segurança e boas histórias para contar. A campanha foi desenvolvida pelo A-Lab, laboratório de conteúdo do Grupo Dreamers, agência responsável pelo gerenciamento das redes sociais de Postos Petrobras e BR Mania, que conduziu a estratégia de conteúdo digital e a amplificação da iniciativa ao longo da temporada. Com a campanha, os Postos Petrobras reforçam seu posicionamento como parceiros de quem quer aproveitar o melhor da estação sem complicação, com qualidade e confiança. As marcas Petrobras são licenciadas à Vibra. #sóvem. Serviço Data: 22/02 Horário: 14h Local: Posto Petrobras – Av Atlântica, altura da Rua Hilário de Gouveia. O que: Roda de samba com o influenciador Cantor Augusto e degustação de snacks Br Mania
A morte do influenciador e o nascimento da media company
O debate sobre profissionalização de influenciadores subiu de patamar. Se em 2024 o foco era apenas crescimento e formalização, em 2026 a palavra de ordem é Institucionalização. Com um mercado que já não aceita apenas “publis”, mas exige planejamento de longo prazo e ativos estratégicos, o criador deixou de ser um produtor de posts para se tornar uma micro-empresa de conteúdo. “O que mudou não é quantos seguidores você tem, mas como você protege a confiança da sua audiência. Cada post deve ser pensado como um ativo estratégico, que mantém a integridade da persona digital e preserva a reputação do criador”, afirma Igor Beltrão, diretor artístico da Viraliza. O crescimento do setor trouxe um efeito colateral: saturação da atenção. Estudos recentes mostram que o público recebe em média 5.000 mensagens digitais por dia, tornando cada interação relevante e valiosa. Para se destacar, agências e criadores estão transformando o caos criativo em processos estruturados de curadoria e governança de conteúdo. Dados da LTK apontam que 70% dos consumidores afirmam confiar em influenciadores . “O público não quer apenas entretenimento. Ele quer prova de consistência, relevância e veracidade. Hoje, a transparência é o novo selo de qualidade”, completa Igor. A nova métrica vai além do alcance ou likes: é o LTV (Lifetime Value) da audiência, ou seja, a capacidade de gerar engajamento real, confiança e recorrência. No universo de algoritmos e IAs, os criadores que entendem isso não apenas produzem conteúdo, mas constroem histórias, mantêm reputação e fortalecem sua marca. A “economia da influência” tradicional deu lugar à economia da confiança institucional. Quem ainda foca apenas em números superficiais está olhando pelo retrovisor. O futuro pertence a quem entende que ser influenciador hoje é ser gestor de conteúdo, curador de reputação e guardião da própria credibilidade.
Citroën intensifica proximidade com seu público e apresenta os primeiros criadores de conteúdo de 2026
Toda gama Citroën contará inicialmente com quatro criadores ao longo do ano: Nadia Petra e o perfil Aventuras de Guto para os conteúdos de Citroën Aircross XTR 7; Évelyn Laís, para o Citroën Basalt Dark Edition; e Paulo Mota para o Citroën C3 XTR A Citroën enfatiza sua conexão e proximidade com o consumidor brasileiro e adota uma estratégia de conteúdo baseada em UGC – User Generated Content, ou seja conteúdo gerado por usuários reais ou microinfluenciadores que irão avaliar os carros da marca a partir de seu estilo de vida e falar diretamente com possíveis compradores da marca. Criada em parceria com a BETC HAVAS, a ação fortalece a postura próxima que a marca sempre adotou no país e destaca os principais atributos: design, conforto, espaço interno e acessibilidade. “Nossa atuação vem sendo marcada pelo melhor crescimento em 11 anos da história da marca com 18% alcançado em 2025 e cerca de 40 mil unidades comercializadas no total. Reconhecemos também que manter nossa linha de produtos em evidência contínua e consistente ao longo do ano, a partir da perspectiva de criadores de conteúdo que dialogam com sua audiência de forma autêntica e transparente, gerando a proximidade necessária para atrair novos compradores dos modelos disponíveis em nosso portfólio de forma mais orgânica e confiável. As pessoas querem ver conteúdos baseados em experiências reais”, afirma Pedro Silva, Head da marca Citroën para a América do Sul. QUEM SÃO OS CRIADORES UGC DA CITROËN? Nadia Petra, mãe de dois meninos e especialista em conteúdos visuais autênticos no nicho maternidade, já iniciou esta conversa a partir do modelo Citroën Aircross 7 XTR, explorando o fato do SUV de 7 lugares mais acessível do Brasil trazer conforto e versatilidade sob o ponto de vista dela para as necessidades que a família dela precisa. O conteúdo dela no TIKTOK já alcançou mais de 1 milhão de views orgânicos. Os conteúdos para Citroën Basalt Dark Edition estão sendo produzidos por Évelyn Laís, que trabalha comercializando seus produtos físicos e digitais relacionados às redes e que conta também com uma carreira consolidada na área de TI de uma multinacional. Já para o Citroën C3 XTR, o hatch com atitude SUV, que detém o maior espaço interno da categoria, quem dará a voz será Paulo Mota, publicitário e apaixonado por viagens. Também integram a estratégia os conteúdos ”Day Off” e ”Fuga de Carnaval”, que retomam o mote ”Aventure-se a relaxar”, lançado com a linha XTR. Em ”Day Off”, a narração brinca com o próprio processo de criação ao revelar que até o editor entrou no clima pegando a estrada com o Citroën Aircross XTR 7. Já em ”Fuga de Carnaval”, o casal Guto e Loren (perfil Aventuras de Guto) apresenta uma escapada com conforto no modelo, destacando o espaço interno e o porta-malas de 493 litros (com a terceira fileira rebatida), além da proposta de “QG” de descanso ao reclinar os bancos e criar um espaço para cinema, colchão e cooler. “Com a escolha dos criadores UGC, a Citroën quer ir além de posts patrocinados. Queremos aumentar a conexão com a nossa comunidade trazendo para nossa plataforma criadores genuínos que agregam mais conhecimento, experiências com os modelos Citroën contada a partir do ponto de vista deles, engajam e alcançam mais pessoas em nichos certeiros, de pessoas que de fato estão procurando um modelo de carro e mostrando que os da Citroën podem atender as necessidades deste público. Além disso, aumentam a consideração de marca e endossam valores que constroem para reputação da Citroën: design, conforto e acessibilidade”, destaca Alessandra Souza, Head de Marketing & Comunicação de Marca para a América do Sul. “A estratégia de UGC para a Citroën é fundamentada em uma camada de inteligência que cruza as necessidades específicas de cada target com a versatilidade do portfólio da marca. Mais do que gerar identificação via criadores, nossa curadoria é intencional: para cada modelo de carro, entregamos um conteúdo distinto, pois entendemos que diferentes perfis de consumo exigem soluções e narrativas diferentes”, finaliza Renata Randall, diretora de conteúdo BETC HAVAS.
Romme Digital chega ao mercado e assina a gestão oficial de influência do Camarote Salvador
Agência usa curadoria estratégica para que o maior carnaval do planeta seja vivido, compartilhado e eternizado A Romme Digital mais uma vez chega a Bahia para assinar a gestão oficial de influência do Camarote Salvador, um dos ativos mais valiosos do Carnaval brasileiro e referência em experiências premium, entretenimento e geração de negócios. Em abril de 2025, Gabriela Semmler se uniu a Isadora Rolim para dar início a uma nova fase de uma trajetória já consolidada no mercado. Sob a liderança de Isadora, a empresa, que atuava há nove anos com outro nome e era amplamente reconhecida pela excelência em produção executiva, passou por um reposicionamento estratégico e ganhou uma nova identidade: Romme Digital. A chegada de Gabriela agregou uma forte expertise comercial ao negócio, somando-se à robustez da produção executiva e potencializando um trabalho que já se destacava no setor. O resultado foi a consolidação de uma gestão de carreira 360º ainda mais estratégica, com foco em produção executiva de alto nível, marcando o terceiro ano de atuação no Camarote Salvador e o primeiro sob a nova marca. A missão da agência é elevar a narrativa digital do Camarote Salvador, conectando marcas e creators de forma estratégica dentro de um dos espaços mais desejados e relevantes do circuito Barra-Ondina, transformando experiências presenciais em ativos de comunicação e valor de marca. O Camarote Salvador vai além de um espaço de observação: é um verdadeiro festival indoor de padrão internacional. Com uma estrutura que inclui boate com DJs globais, os palcos Praia e Salvador Club e um sistema all inclusive premium, o camarote se consolida como o cenário ideal para a criação de conteúdo proprietário, experiências exclusivas e ações de alto impacto para marcas e parceiros. A atuação da Romme Digital no evento envolve curadoria estratégica de talentos, com seleção de perfis alinhados ao DNA de luxo, inovação e entretenimento do Camarote; produção de conteúdo, com foco em entregas dinâmicas que capturam tanto a energia dos trios elétricos quanto a sofisticação do “super club”; e gestão de parcerias, incluindo a intermediação entre grandes marcas e criadores para garantir visibilidade qualificada, engajamento real e resultados mensuráveis. Ao assinar por mais um ano a estratégia de influência do Camarote Salvador, a Romme Digital reforça seu posicionamento como uma agência que desenvolve produções que transcendem as telas e geram valor cultural, comercial e de branding. No epicentro da folia baiana, a Romme Digital se prepara para traduzir a energia única do circuito em narrativas potentes, assegurando que o maior Carnaval do planeta seja vivido, compartilhado e eternizado pelas vozes mais influentes da atualidade.
Por que seguidores não garantem agenda cheia: o paradoxo da visibilidade sem conversão em clínicas de saúde
Ter milhares de seguidores nas redes sociais e, ainda assim, conviver com buracos na agenda tornou-se uma situação recorrente em clínicas de saúde no Brasil. O fenômeno atinge profissionais que produzem conteúdo com frequência, investem em estética digital e registram bom engajamento, mas não conseguem transformar visibilidade em consultas marcadas. O problema, segundo especialistas em gestão e marketing da saúde, está menos no alcance e mais na ausência de uma estratégia clara de conversão ao longo da jornada digital do paciente. Conteúdo que informa, mas não conduz à decisão Boa parte das clínicas concentra sua comunicação em dicas genéricas de saúde, curiosidades e orientações que são facilmente encontradas em pesquisas na internet. Esse tipo de conteúdo cumpre um papel educativo, mas tende a formar seguidores que observam, consomem e seguem, sem avançar para a decisão de agendar um atendimento. O resultado é um público informado, porém distante da ação. Para Ricardo Novack, especialista em gestão e sócio-diretor do Grupo ICOM, o erro está em tratar as redes apenas como vitrine. “O conteúdo gera valor, mas não cria desejo. O seguidor aprende, mas não entende por que aquele profissional é a solução ideal para o problema dele”, afirma. A jornada digital do paciente espelha a experiência presencial e exige o cumprimento de etapas graduais. Tudo começa com o acesso à informação, que evolui para o reconhecimento de que a clínica detém a solução para uma dor específica. A partir daí, o conteúdo deve nutrir a confiança e estabelecer a autoridade profissional. Somente após atravessar esse ciclo é que o paciente se sente seguro para o agendamento. Se a comunicação foca apenas no interesse inicial, sem aprofundar a conexão, a conversão final raramente se concretiza. Estudos recentes do setor confirmam esse movimento. Levantamento da Associação Nacional de Hospitais Privados (ANAHP) mostra que clínicas que estruturaram melhor seus processos de comunicação e atendimento reduziram em até 25% as faltas e elevaram em 18% a satisfação dos pacientes. Já o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) aponta que operações com jornadas bem definidas apresentam 22% mais previsibilidade financeira, um indicativo direto de maior taxa de conversão. Mostrar como o atendimento funciona, explicar o método adotado e apresentar resultados reais tem se mostrado mais eficaz do que publicar apenas orientações genéricas. Bastidores, relatos de pacientes e explicações práticas ajudam o público a entender por que aquele serviço é diferente e confiável. “Quando o paciente se identifica com o conteúdo e percebe que o profissional já resolveu casos semelhantes, a decisão de agendamento deixa de ser um conceito abstrato e se torna palpável”, explica Novack. Segundo ele, o testemunho de outros pacientes funciona como um atalho de confiança dentro da jornada digital, reduzindo incertezas e acelerando a decisão pelo primeiro contato. Chamadas para ação ainda são negligenciadas Outro ponto crítico é a falta de direcionamento claro. Muitos conteúdos não indicam o próximo passo esperado do público. Sem chamadas objetivas, como convite para agendar, entrar em contato ou tirar dúvidas, o engajamento se encerra na curtida ou no comentário. Na prática, cada postagem precisa ter um objetivo definido. Se não apresenta a dor, a solução e o caminho para a consulta, tende a funcionar apenas como entretenimento. “A conversão não começa no WhatsApp. Ela começa no conteúdo”, resume o especialista. O crescimento das redes sociais no setor da saúde ampliou a competição por atenção, mas também evidenciou uma distorção: engajamento alto não significa faturamento. Clínicas que desejam transformar seguidores em pacientes precisam rever a forma como se comunicam, deixando de colecionar audiência e passando a estruturar conteúdos que conduzam, de forma clara, até a decisão pelo atendimento.
Human Data apresenta novas soluções em marketing de influência
Após sua recente aquisição pela Spark, a Human Data dá um novo salto. Reconhecida por sua expertise em dados para o marketing de influência, a empresa acelera seu desenvolvimento e anuncia quatro novas soluções proprietárias em formato exclusivo. Partindo de sua experiência na modelagem de dados em soluções customizadas e inspirada no modelo SaaS (Software as a Service), onde o cliente utiliza um software online pagando apenas pelo acesso, a empresa apresenta suas novas soluções no modelo Data as a Service (DaaS). O objetivo da Human Data é democratizar o acesso à inteligência avançada e à aplicação de dados no dia a dia de campanhas de marketing de influência para clientes de todos os portes. As soluções são alavancadas por metodologias próprias e Inteligência Artificial (IA). As novas ferramentas (Brand Pulse, Creators Pulse, Community Discovery e Publi Monitor) foram desenhadas para diferentes necessidades do mercado. Em comum, todas se baseiam no modelo de acesso remoto, sem necessidade de instalação de software, com rápida implementação e foco na geração de insights aprofundados sobre a presença e performance de marcas no universo digital e nas redes sociais. Os novos produtos são: Segundo Otavio Ereno, CEO da Human Data, os principais diferenciais dos produtos estão em ler sinais culturais antes de eles virarem tendência e transformar dados em vantagem competitiva. “Essas soluções farão com que marcas e agências contem com uma facilidade sem precedentes para integrar insights estratégicos em seus planejamentos e ativações com influenciadores, pois proporcionam um repertório analítico robusto e métricas exclusivas, elevando a assertividade e a inteligência, e amparando significativamente a tomada de decisão”, explica. Na visão de Raphael Pinho, Co-CEO da Spark, o modelo inovador “proporciona praticidade e escalabilidade no novo momento do negócio, ampliando o alcance das tecnologias da Human Data e abrindo oportunidade de atender anunciantes de todos os portes”. Além dos produtos apresentados, a Human Data mantém sua estrutura e capacidade para gerar soluções sob demanda para clientes. Nesse formato, a empresa já atende marcas como L’Oréal, Amazon, NIVEA, Sicredi e Quaker.
Netza&Co lança agência de influência MatchMakers e incrementa ecossistema de negócios
A Netza&Co, ecossistema de marketing que reúne oito agências especializadas, apresenta a MatchMakers, sua nova unidade de negócios dedicada ao marketing de influência. Sob a liderança da co-fundadora Ana Lobo, profissional com mais de 30 anos de trajetória em grandes grupos de mídia, conteúdo e estratégia, a operação nasce com um modelo operacional baseado em squads dedicados a verticais que combinam expertise de mercado, leitura cultural, curadoria de creators e métricas próprias para garantir campanhas que, além da criatividade, sejam assertivas, relevantes e eficientes do ponto de vista da performance. O lançamento da MatchMakers reflete a evolução do mercado de influência, que demanda cada vez mais integração entre estratégia de marca, conteúdo autêntico e resultados mensuráveis. A proposta da nova agência é atuar como um verdadeiro matchmaker entre marcas e criadores, indo além da mera intermediação para construir parcerias estratégicas baseadas em afinidade real de propósito, tom de voz e público. “A MatchMakers surge em um momento em que a influência deixou de ser um canal tático para se tornar um pilar estratégico da comunicação. Nossa proposta é conectar marcas e criadores de forma inteligente e customizada, garantindo que cada parceria gere narrativas coerentes, engajamento genuíno e resultados tangíveis. Com os squads especializados, conseguimos nos aprofundar nas particularidades de cada vertical, o que nos permite identificar não apenas os creators com mais seguidores, mas aqueles com a autoridade, a credibilidade e a conexão emocional necessárias para falar com determinado público”, explica Ana Lobo, CEO da MatchMakers. Atuando nos últimos 15 anos com o mercado de influência, a executiva foi diretora de novos negócios na Banca Digital, vice-presidente de estratégia e novos negócios na Suba, bem como VP de branded content na Endemol Shine Brasil, além de contar com passagens por Discovery Networks, MTV, Vix Media, Spark, UOL e Editora Abril. Como parte do ecossistema Netza&Co, a MatchMakers terá acesso a competências complementares em criatividade, tecnologia, dados, planejamento de mídia e produção de conteúdo, oferecendo aos clientes uma solução completa e integrada em um único endereço. Para Lobo, a integração ao ecossistema Netza&Co é um diferencial competitivo estruturante. “A influência hoje não é uma ilha. Ela precisa dialogar com o branding, com a performance, com o trade marketing, com o conteúdo de marca. Fazer parte de um ecossistema como o da Netza&Co nos permite desenhar soluções 360º desde o primeiro briefing, com a agilidade e a sinergia de quem compartilha visão, dados e objetivos de negócio”, complementa. Entre os primeiros clientes que já contam com a expertise da nova agência estão nomes como Amstel, Porto Serviços e Unilever. Segundo a liderança da Netza&Co, a entrada da MatchMakers no portfólio do grupo é um movimento natural e estratégico. “A influência é uma disciplina que permeia todas as outras. Ter uma agência dedicada, com liderança experiente e um modelo inovador, permite que ofereçamos às marcas um serviço especializado sem abrir mão da visão integrada. A MatchMakers chega para fechar nosso círculo de competências, assegurando que nossos clientes tenham, de fato, uma solução completa em comunicação”, destaca Fernando Ribeiro, CEO da Netza&Co. “Do ponto de vista de negócios, a MatchMakers é uma resposta direta à demanda do mercado por especialização e resultado. Ela nos permite abordar clientes com uma oferta madura e sofisticada de influência, que se soma de forma sinérgica às nossas operações em branding, performance, retail, promoção e conteúdo. É mais do que uma nova agência: é uma peça fundamental na arquitetura de soluções que construímos”, completa Ribeiro.
TIM ativa 1.300 creators em 14 praças e leva campanha de TIM Controle a diferentes sotaques do Brasil
Mais do que apostar no poder de uma campanha em larga escala, a TIM buscou provar que amplitude e relevância local podem caminhar juntas. Afinal, o Brasil é diverso e, para dialogar com diferentes consumidores, é fundamental falar a língua — e o sotaque — de cada região. Assim, a operação conduzida via Creator Ads, plataforma de mídia da BrandLovers, com a BETC Havas como agência parceira de mídia responsável pela estruturação da estratégia e do impulsionamento da campanha, mobilizou 1.300 creators em 14 praças pelo país, incluindo tanto os grandes centros quanto regiões metropolitanas e cidades de médio porte em Acre, Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo, entre outros estados. “O diferencial estratégico foi a segmentação regional, que permitiu ajustar linguagem, estética e contexto de cada conteúdo à cultura local”, explica Miriam Shirley, presidente da BrandLovers. “Com essa abordagem customizada, é mais fácil conectar o benefício do plano à vida real dos consumidores em diferentes regiões”. O desafio A empresa de telefonia, em parceria com a BETC\Havas, tinha o objetivo de aumentar o awareness do TIM Controle e reforçar o benefício exclusivo de poder não só escolher, mas também trocar a assinatura de streaming todos os meses. Para isso, precisava de uma campanha capaz de ampliar alcance com relevância, traduzindo a mensagem “Quem tem, manda bem!” de forma próxima, simples e adaptada às realidades locais. Além disso, a iniciativa foi dividida em duas frentes simultâneas: uma dedicada à promoção do Moto G e outra à Black Friday TIM Controle. Cada uma delas contou com mais de 500 creators ativados estrategicamente, garantindo a presença da marca em diferentes contextos e momentos de consumo. “O verdadeiro poder dessa campanha esteve em unir o capital humano dos creators à inteligência do impulsionamento. Ao combinar o poder de influência dos creators com inteligência de mídia, conseguimos transformar alcance em resultado real. O boost potencializou as vozes locais e direcionou investimento para os conteúdos com melhor performance, unindo escala, relevância e eficiência em um mesmo movimento”, afirma David Lourenço, diretor comercial da BrandLovers. Nesse contexto, a BETC/Havas foi responsável por estruturar a estratégia de mídia e impulsionamento, garantindo eficiência na distribuição dos investimentos e potencializando os conteúdos com melhor performance em cada praça, em linha com os objetivos da campanha. A solução Desafios como esse demandam uma estratégia calcada em tecnologia e precisão de dados para unir escala e personalização — e foi exatamente o que a BrandLovers fez. Por meio de suas soluções proprietárias SmartMatch AI e GuardIAn, a operação ganhou velocidade, consistência e controle em larga escala, sem abrir mão da autenticidade dos criadores. O primeiro recurso, SmartMatch, é uma tecnologia de matchmaking responsável por conectar cada campanha aos creators ideais em poucos segundos. Na prática, o sistema analisa milhões de pontos de dados — como afinidade com a marca, histórico de performance, temas abordados e localização da audiência — para selecionar automaticamente os perfis com maior potencial de impacto em cada praça. Já a GuardIAn atua como uma camada de governança e qualidade de conteúdo, automatizando a revisão e a aprovação das postagens antes da publicação. A ferramenta verifica se os materiais estão em conformidade com o briefing e com as diretrizes da marca, garantindo consistência, segurança e coerência visual, sem interferir na liberdade criativa dos creators. “O grande desafio era combinar amplitude nacional com relevância local. E isso só é possível quando a tecnologia trabalha a favor da personalização, sem abrir mão da criatividade humana”, comenta Miriam. Aprendizados Mais do que uma campanha de grande alcance, o projeto de TIM Controle se consolidou como um case de escala com sotaque local — um formato que combina amplitude nacional com autenticidade regional. Ao adaptar a comunicação às diferentes realidades do país, a iniciativa transformou a mensagem da marca em uma conversa próxima e cotidiana, que respeita os hábitos, os sotaques e as referências culturais de cada praça. “Quando uma marca fala como o público fala e entende o que o público vive, o resultado é mais do que awareness: é conexão”, afirma Miriam. A campanha entregou números que reforçam a eficiência do modelo de mídia com creators em escala. Ao todo, a operação somou 126 milhões de impressões com os conteúdos, alcançando diferentes regiões do país com mensagens adaptadas ao contexto local. Além do volume, a qualidade da entrega também se destacou: 96% dos comentários analisados apresentaram percepção positiva em relação à marca, evidenciando alto nível de aceitação e relevância da narrativa. O engajamento médio da campanha cresceu mais de 10%, mostrando que a combinação entre creators locais, impulsionamento inteligente e governança de conteúdo não apenas amplia alcance, mas gera atenção qualificada e conexão real com o público. Essa combinação entre tecnologia, contexto e criatividade gerou aprendizados valiosos para as próximas campanhas, sendo que o principal deles é que a regionalização em escala é um diferencial competitivo. Em outras palavras, isso significa que marcas que equilibram dados e sensibilidade cultural conseguem falar com milhões sem perder o tom individual — algo ainda mais relevante em um país continental como o Brasil. “Estamos entrando em uma nova fase do marketing de influência, em que tecnologia e contexto andam juntos”, complementa Miriam. “Não se trata apenas de ampliar o número de creators, mas de garantir que cada voz fale com o público certo, no lugar certo, da maneira certa.” Com a campanha de TIM Controle, BrandLovers e TIM demonstram que escala e personalização não são opostos. Na verdade, são os dois lados de uma mesma conversa: nacional na ambição, local na entrega.
Entre influência, cultura e performance, o que potencializou a relação das marcas com Creator Economy em 2025? E o que esperar de 2026?
Por Danilo Nunes Ao longo de 2025, as operações de marcas mais maduras evoluíram o relacionamento com criadores para além da influência, pensando o seu papel em diferentes fases da jornada de compra, assim como dentro dos times de criação. Seja para influenciar a decisão e entrar em conversas, comunidades e territórios que a marca não consegue sozinha; como afiliados para compor uma força de vendas da marca e trazer para perto quem já é consumidor do produto; como extensão da capacidade de produção audiovisual e criativa da marca. Valorização dos squads e produções inhouse O volume de conteúdo exigido por mudanças de modelos de algoritmos, além da produção massiva com IA, potencializou a demanda por assets de mídia mais do que aumentou os orçamentos em marketing de influência. O movimento de criar seus próprios content studios pivotado por marcas como Sephora, Haus Labs e Beachwaver no ecossistema internacional em 2024, ganhou força no Brasil em 2025. Segundo o relatório de Creative Strategy Trends da Motion, mais de 60% das marcas nativas digitais pensam em internalizar parte da produção ao mesmo tempo que criam squads de criadores que já consomem o produto, conhecem a audiência, sabem co-criar com o time e aceleram os ciclos de produção – com contratos mais extensos e mais participação no fluxo estratégico. Isso se soma ao fato de cada vez mais a publi pontual estar obsoleta e ineficiente, trazendo uma necessidade maior de criar vínculo, frequência e arcos narrativos – segundo o Relatório de Tendências para 2026 da YOUPIX. A marca não quer começar a conversa com a audiência do zero toda vez que vai trabalhar com um criador novo, assim como o criador quer contar com projetos fixos de produção com a marca, logo, esse modelo tem tudo para seguir funcionando em 2026. Descoberta de produtos em categorias emergentes através de creators especialistas Com profissionais liberais assumindo a skin de criadores para divulgarem seus serviços, a pesquisa Power of Community Commerce da TikTok reforça que as colaborações com creators especialistas potencializaram novos nichos de consumo antes não acessados. Na prática, em muitos dos nossos clientes de categorias emergentes como suplementação e beleza (Vhita, Guday, LIQUIDZ, Sallve), estreitamos o relacionamento com médicos, nutricionistas e veterinários para co-criar não apenas materiais orgânicos, mas campanhas de performance que estendem o uso no criativo, na página de destino ao anúncio em parceria com o perfil. Isso trouxe resultados extremamente expressivos em destravar novas audiências e uma grande vantagem competitiva de relacionamento com a comunidade, em comparação às gigantes do mercado. Segundo a pesquisa de performance mundial do Shopify (2025), DTCs que usam creators integrados no funil de performance tiveram CAC até 35% menor em comparação com a mídia tradicional e a projeção para 2026 é ainda mais positiva. Em um cenário onde a pesquisa The Power of Digital Video (Google/Ipsos) mapeia que creators com expertise clara têm 3x mais tempo de atenção em vídeos e 85% das pessoas dizem preferir ouvir recomendações de alguém que “entende do assunto”, trazer essas figuras (menores ou maiores em termos de audiência) para endossar a indicação, quebrar objeções ou virar um grande canal de social listening promete ser cada vez mais eficaz frente a produção de conteúdo em massa de reviews e conversas mais genéricas. Social commerce criando oportunidades para marcas e creators O último ano consolidou o TikTok Shop, YouTube Shop e demais ferramentas que potencializam o social commerce aterrissarem no Brasil; com um trabalho de educar os anunciantes, agências e criadores para utilizarem seus recursos. Nos dois últimos anos trabalhando com essas plataformas em clientes internacionais, vimos marcas criarem grandes comunidades de afiliados e canais de receita de milhões de dólares em meses. Segundo dados da TikTok, em quatro meses de operação no Brasil, a receita média diária do e-commerce cresceu 26 vezes em 2025 ao facilitar o trackeamento de resultados de vídeos na plataforma e eliminar o ruído da jornada de compra, atrelando o alcance ao link de compra. Com a possibilidade de gerar receita em vendas utilizando do alcance e influência – seja de forma mais massiva ou em micro nichos – criadores que se tornarem afiliados poderão não apenas garantir comissão sobre vendas de produtos de terceiros, mas também ter ferramentas para gerir o processo, usando a infraestrutura da plataforma para gerenciar vendas, comissões e links de conversão com diversas marcas, facilitando o acompanhamento e possibilitando a escala. Segundo o relatório da Grand View Research, o mercado global de social commerce foi estimado em cerca de U$41,16 milhões em 2024 e projeta crescer entre 36,4% nos próximos 5 anos; em 2026 espera-se ver cada vez mais marcas adaptando seus economics para ter produtos específicos ou de entrada que possam ser vendido em massa por afiliados e depois evoluir para fidelização, visando aumento de LTV. Em terra de IA, comunidades são o novo algoritmo O último ciclo mostrou que visualizações se tornaram previsíveis. É possível estudar ganchos virais, formatos criativos escaláveis e conteúdos com maior probabilidade de viralizar. Mas o que acontece com o tempo que se passa “scrollando o feed” e consumindo informações que se tornam irrelevantes e fazem o esforço da viralização ser passageiro e insustentável? A era da atenção já começou a migrar para a era da conexão e tudo está prestes a ganhar proporções gigantescas com a IA. O relatório da Europol afirma que 22% do conteúdo online em 2024 já era gerado por IA e, segundo a previsão do Gartner Hype Cycle, em 2026 veremos até 70% dessa totalidade. Isso não significa que esse conteúdo de IA vai substituir o existente, mas sim que vai ser massificado e produzido em escala, além do que existe hoje. A fusão entre IA generativa e a lógica de engajamento dos algoritmos deu origem a um ecossistema onde plataformas são inundadas por vídeos, textos e imagens produzidos em escala, sem intenção real, além de capturar cliques, gerar monetização rápida e alimentar as engrenagens das máquinas de recomendação – apelidados de AI Slops. Em 2025, o conceito
Desigualdade entre creators: 10% dos influenciadores receberam 62% dos pagamentos em 2025
O mercado global de marketing de influência segue em ritmo acelerado de crescimento e já movimenta cerca de US$ 32 bilhões, segundo dados da Statista, consolidando-se como um dos pilares da economia digital. No entanto, os ganhos gerados por esse avanço continuam concentrados em uma parcela reduzida dos criadores. Em 2025, apenas 10% dos influenciadores ficaram com 62% de todos os pagamentos realizados no setor, de acordo com informações do State of Creator Compensation Report, da CreatorIQ. A concentração revela um cenário de forte desigualdade dentro da creator economy. Embora o número de profissionais atuando como influenciadores siga crescendo, a maior parte da receita permanece nas mãos de creators já consolidados, com grande escala, estrutura profissional e acesso recorrente às principais marcas. Não à toa, os ganhos médios de um criador permanecem estáveis; enquanto os criadores ganharam em média $ 11,4 mil dólares por campanha, o criador mediano ganhou $ 3 mil dólares, segundo a pesquisa. O relatório da plataforma também revela a renda anual dos criadores de conteúdo. De acordo com a pesquisa, o influenciador médio relatou ganhos de $ 44.293 dólares ao longo de 2025, ao passo que apenas 11% alcançaram uma renda anual de seis dígitos. Fabio Gonçalves, diretor de talentos brasileiros e norte-americanos da Viral Nation e especialista no mercado de marketing de influência há mais de uma década, explica que o fenômeno é reflexo direto da forma como o mercado amadureceu: “O crescimento do setor não significa, automaticamente, uma distribuição mais equilibrada de renda. As marcas tendem a concentrar investimento em quem já oferece previsibilidade de entrega, escala e histórico de performance. Além disso, empresas priorizam creators que entenderam a lógica do mercado, profissionalizaram seus processos e passaram a operar de forma mais estruturada, quase como empresas. Isso cria um efeito cumulativo: quem está no topo continua crescendo mais rápido”. Segundo o executivo, essa lógica aproxima cada vez mais o marketing de influência de outras indústrias criativas, como música e audiovisual, onde poucos concentram grande parte da receita. “Não é necessariamente um desvio de rota, mas um retrato de um mercado que entrou em fase de profissionalização. A desigualdade não é um acidente, é consequência de como os investimentos são feitos hoje”. Fabio ainda acrescenta que, para além da concentração de receita, grande parte dos influenciadores lida com rendimentos instáveis e valores que não refletem o volume real de trabalho envolvido. Na prática, os números de remuneração frequentemente desconsideram custos operacionais assumidos pelos próprios creators, como equipes de produção, edição, planejamento criativo, desenvolvimento de pautas e gestão de comunidade. “Quando falamos em ganhos, é importante lembrar que muitos influenciadores estão operando como pequenas empresas”, ressalta Gonçalves. “O pagamento recebido raramente reflete o custo total de produção. Existe um investimento contínuo em brainstorming, equipe, equipamentos e tempo criativo que não aparece nessas estatísticas, mas impacta diretamente a sustentabilidade da carreira”, pondera. Nesse cenário, a presença de uma agência ou de um agente especializado torna-se um fator decisivo para a sustentabilidade financeira do creator, segundo Fabio: “Além de intermediar negociações, essas estruturas ajudam a definir precificação, negociar contratos mais equilibrados e proteger o influenciador de acordos que precarizam o trabalho criativo. Ao profissionalizar a gestão financeira e estratégica da carreira, agências contribuem para relações mais justas com as marcas e para modelos de parceria que beneficiam ambos os lados no longo prazo”. Para o especialista, o desafio agora é criar mecanismos que ampliem o acesso às oportunidades e reduzam a distância entre creators do topo e da base: “Não acredito em uma distribuição totalmente igualitária, porque isso não acontece em nenhum mercado criativo. Mas é possível caminhar para um ecossistema mais equilibrado, com contratos mais longos, modelos de remuneração recorrente e estratégias que valorizem creators médios e emergentes”, avalia. Nesse contexto, o papel das agências tende a ganhar ainda mais relevância. Segundo Fabio, empresas já estão se adaptando a essa nova realidade, atuando não apenas como intermediárias comerciais, mas como estruturas de desenvolvimento de carreira. “Na Viral Nation, por exemplo, já estamos olhando para esse cenário com muita responsabilidade. Nosso foco é ajudar os creators a profissionalizar operações, diversificar fontes de receita e construir parcerias de longo prazo, que tragam previsibilidade financeira. O crescimento do mercado é real, mas só será sustentável se mais creators conseguirem viver dele de forma saudável”, conclui. METODOLOGIA A pesquisa State of Creator Compensation Report foi conduzida pela Sapio Research em julho de 2025, em uma amostra de mercado composta por 300 criadores. Juntamente, a CreatorIQ realizou pesquisas adicionais entre agosto e setembro de 2025, além de uma nova rodada em dezembro de 2025. A pesquisa de dezembro reúne dados de 14,4 mil criadores que receberam pagamentos diretos por meio da CreatorIQ. A pesquisa completa pode ser acessada em: https://www.creatoriq.com/white-papers/creator-compensation.
Morana aposta em influenciadoras como pilar estratégico de marketing e destina 15% do orçamento da área à creator economy
A Morana, marca que é autoridade em acessórios no país, tem consolidado uma estratégia de marketing fortemente apoiada na creator economy. Atualmente, 15% de todo o orçamento de marketing da marca é destinado a influenciadoras, que atuam como peças-chave na construção de posicionamento, engajamento e conversão junto ao público. A estratégia começou a ser estruturada em 2021, quando a marca decidiu apostar em relacionamentos contínuos com influenciadoras que tivessem real afinidade com o DNA da Morana. A primeira parceria nesse formato foi com Flavia Pavanelli, que segue até hoje como parte do squad da marca. “Desde o início, a Morana entendeu que não queria apenas visibilidade, mas conexão. Não buscamos posts isolados, e sim pessoas que realmente usem os acessórios, se identifiquem com a marca e consigam traduzir isso para suas audiências”, explica Nara Dutra, head de marketing da Morana. Squad dinâmico e curadoria constante Hoje, a Morana conta com um squad de 15 influenciadoras composto por: Amanda Brasil, Amanda Souza, Camila Gaio, Carol Amarall, Carol Santina, Flavia Pavanelli, Isa Rabello, Jordanna Maia, Lara Akel, Manu Canielas, Maria Eduardo Egito, Marina Likas, Nina Secrets, Senhores Bacanas e Tata Estaniecki. A marca avalia continuamente quais perfis tem sinergia com a marca, combinando criadoras de grande alcance com micro e médias influenciadoras, que muitas vezes apresentam ótima taxas de engajamento, mesmo com audiências menores. Entre os nomes de maior projeção estão Flavia Pavanelli, Niina Secrets e Tata Estaniecki, apresentadora do podcast Pod Delas. A estratégia com as creators contempla, ainda, perfis diversos, que dialogam com diferentes universos do público Morana. Modelo estruturado, mas com liberdade criativa As influenciadoras do squad possuem contratos anuais, mas a Morana adota um modelo de direcionamento criativo “livre”, respeitando o estilo e a linguagem de cada criadora. “O papel da marca é alinhar expectativas e garantir coerência do que é divulgado com o que está nas lojas da rede. A partir disso, damos liberdade para que cada influenciadora comunique, use e produza o conteúdo do seu jeito”, reforça Nara. Há uma comunicação constante entre marca e influenciadoras para alinhamentos, e a escolha do conteúdo que será publicado e das peças que serão promovidas leva em consideração o que faz mais sentido para cada perfil. A Morana também articula previamente com sua rede de franqueados quais ações e produtos serão divulgados, garantindo sinergia entre marketing nacional e ponto de venda. Mensuração e performance A Morana realiza mensuração interna dos resultados, acompanhando alcance, engajamento e performance de cada influenciadora. As creators também reportam seus dados, e a marca utiliza links tagueados para monitorar acessos e impactos diretos nas campanhas. Ao longo dos anos, esse acompanhamento permitiu entender o custo-benefício de cada parceria, ajustar o mix de influenciadoras e ampliar a participação de algumas delas para além do squad, integrando campanhas institucionais e promocionais.
Brasil ganha 100 mil novos influenciadores em um ano e chega a 2.1 milhões de profissionais, aponta Influency.me
O mercado de influência digital no Brasil incorporou 100 mil novos profissionais ao longo de 2025, de acordo com dados da plataforma Influency.me. O avanço representa aumento de 8% em relação ao ano anterior, totalizando 2.1 milhões de influenciadores no país. O crescimento corresponde a cerca de novos 8.300 influenciadores por mês ao longo do último ano e ocorre em um contexto de alta conectividade, com 87% da população utilizando internet, segundo o DataReportal. Esse movimento acompanha a consolidação do marketing de influência como um canal recorrente nas estratégias de marcas e empresas, com maior atenção a planejamento, métricas e continuidade das campanhas. Para Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me, o crescimento no número de profissionais ao longo dos últimos anos contribuiu para elevar o nível de exigência do setor. “Mais influenciadores, do ponto de vista da marca, significa mais opções, garantindo ainda mais segmentação e alternativas. Do ponto de vista do influenciador, significa mais concorrência. Se conseguir uma publi era difícil, agora ficou ainda mais”, analisa. Além da evolução no volume de profissionais, o estudo da Influency.me detalha o perfil etário dos influenciadores brasileiros. A maior concentração está na faixa entre 25 e 34 anos, que reúne 47% do total. Em seguida aparecem os criadores entre 13 e 24 anos, com 38%. As faixas de 34 a 44 anos representam 9%, enquanto os grupos de 45 a 54 anos e acima de 55 anos respondem, cada um, por 3%. A distribuição por gênero reforça esse retrato do mercado. Do total mapeado pela Influency.me, 55% dos influenciadores se declaram mulheres, 44% homens e 1% se identifica como marca (sem atribuição de gênero), o que evidencia a diversidade de perfis que atuam na atividade. O predomínio de adultos economicamente ativos indica que a criação de conteúdo deixou de ser tratada apenas como atividade paralela e passou a integrar o planejamento profissional de parte relevante dos influenciadores. Esse cenário tem levado à organização mais estruturada de rotinas de produção, negociação comercial e gestão de audiência. Na avaliação de Azevedo, os dados de 2025 refletem uma mudança estrutural no setor. “O mercado vive um momento de transição. Depois de um boom inicial, observamos uma consolidação da influência digital como carreira, com criadores mais experientes e maior cobrança por resultados”, diz o executivo. Comparação com o ano anterior A dinâmica observada difere do período entre 2024 e 2025, quando o número de influenciadores cresceu 67%, impulsionado pela entrada de novos criadores. A redução no ritmo de expansão indica um ambiente mais competitivo, com menor espaço para iniciativas sem planejamento. Nesse novo patamar, a influência digital passa a ocupar um papel mais estável nas estratégias de comunicação das marcas. O crescimento segue em curso, mas de forma gradual, acompanhando a evolução das práticas do mercado e a maior maturidade de criadores, empresas e plataformas. Sobre a Influency.me Lançada em 2018, a Influency.me é a principal empresa brasileira especializada em Marketing de Influência. Com foco em alta performance, oferece soluções completas para marcas que desejam impulsionar seus resultados por meio da contratação de influenciadores digitais, conforme abaixo. Nos últimos cinco anos, a empresa cresceu mais de 200%, finalizando 2024 com faturamento superior a R$ 11 milhões. A Influency.me tem como propósito liderar o movimento que visa torna o Brasil referência mundial em influência digital. Ainda, disponibiliza gratuitamente cursos na Academia Influency.me e conteúdos ricos em seu blog a fim de estimular o desenvolvimento da influência digital no País.
Cicero e MESSS lançam o primeiro planner criado para a Creator Economy no Brasil
A Creator Economy amadureceu. O que começou como um espaço de expressão pessoal se consolidou como um mercado profissional, estruturado e altamente competitivo. Nesse novo contexto, a criação passou a obedecer a lógicas de performance, constância e visibilidade, muitas vezes ditadas por algoritmos. É a partir dessa realidade que Cicero e MESSS se unem para lançar o primeiro planner desenvolvido especialmente para criadores de conteúdo no Brasil, apresentado ao público pela campanha “Antes do Post”. Segundo estudos de mercado, a Creator Economy já movimenta mais de US$ 127 bilhões no mundo e cresce a taxas superiores a 20% ao ano, reunindo mais de 200 milhões de criadores ativos globalmente. Ao mesmo tempo, esse crescimento expõe um paradoxo: enquanto a criação se profissionaliza, o processo criativo se fragmenta. Pesquisas recentes indicam que mais da metade dos criadores relata sintomas de burnout, e uma parcela significativa já considerou abandonar a carreira. É a partir dessa tensão que nasce o Planner do Creator, um produto que não propõe mais produtividade, mas mais qualidade de processo. Um planner físico, com método próprio, desenhado do zero para quem cria para o digital, mas precisa pensar fora da tela. O nome da campanha, “Antes do Post”, sintetiza essa provocação: em um ecossistema obcecado pelo próximo post, o que acontece antes dele foi negligenciado. A escolha do papel não é casual. Em um momento marcado pelo avanço acelerado da inteligência artificial e pela automação criativa, cresce também um contramovimento em direção ao analógico. Estudos em neurociência apontam que escrever à mão ativa mais redes cerebrais do que digitar, aprofundando conexões ligadas à memória, à associação de ideias e à autoria. Nesse sentido, o planner surge como uma ferramenta híbrida, não como oposição ao digital, mas como complemento essencial ao processo criativo contemporâneo. A campanha que apresenta o produto reforça esse paradoxo. Com estética inspirada em lançamentos de grandes marcas de tecnologia, o planner é tratado visualmente como um gadget de última geração. A inversão é proposital: em meio à saturação tecnológica, a inovação está em desacelerar. O analógico é reposicionado não como nostalgia, mas como tecnologia humana. “A gente não queria criar mais um produto bonito. O desafio foi desenvolver uma ferramenta real para quem vive da criação, entendendo que criatividade não nasce sob pressão constante de métricas e tendências. ‘Antes do Post’ é sobre devolver intenção ao processo criativo, sobre criar com mais consciência e menos ruído”, afirma Giulia Braide, sócia-fundadora e diretora criativa executiva da MESSS. Fundada como uma agência criativa conectada à cultura digital, à Creator Economy e às dinâmicas contemporâneas de mídia, a MESSS atua na interseção entre estratégia, conteúdo e comportamento. O planner marca um novo capítulo do MESSS Collabs, movimento estratégico da agência para desenvolver, junto a marcas parceiras, soluções que extrapolam a comunicação e entram no território de método, produto e impacto cultural. Do outro lado da colaboração está a Cicero, uma das principais referências em papelaria no Brasil, reconhecida por transformar papel em ferramenta de organização, pensamento e expressão. A parceria nasce da soma de duas expertises complementares: de um lado, a MESSS, com sua experiência em metodologias de criação voltadas à creator economy e conteúdo; do outro, a Cícero, referência em organizar processos e sistemas de planejamento por meio do papel. Juntas, as marcas cocriam um método próprio, materializado em um objeto que responde a uma demanda real do mercado.” “A Cicero sempre acreditou no papel como ferramenta de pensamento, e esse projeto leva isso a outro nível, dialogando diretamente com um mercado que nasceu no digital, mas que precisa de estrutura para sustentar a criatividade no longo prazo”, afirma Mariana Falbo, head de marketing da Cicero. O Planner do Creator foi desenvolvido de forma exclusiva, pensado para organização de ideias, processos criativos e projetos, e chega ao mercado em três opções de capa (roxo, preto e cinza). A campanha é estrelada por sete creators, reunindo diferentes trajetórias e formas de criar: dois talentos agenciados pela MESSS, dois colaboradores da agência e três creators convidados. A proposta é representar a diversidade real da Creator Economy e garantir que o produto seja apresentado por quem, de fato, vive o processo criativo no dia a dia. Mais do que um lançamento, “Antes do Post” propõe um reposicionamento. Começar antes significa resgatar o espaço da pausa, da reflexão e da construção de ideias antes da publicação. É entender que a criação não nasce no clique final, mas no processo que acontece longe da pressão das métricas, das tendências e dos algoritmos. O Planner do Creator será lançado em 02 de fevereiro, com vendas no e-commerce e em pontos selecionados da Cicero, com o valor de R$ 139,90. Veja a campanha: https://www.instagram.com/p/DUQoTrtkXiw/
A força descentralizada da Creator Economy: creators de cidades pequenas avançam no mercado de influência
A Creator Economy é um mercado em expansão não só econômica, mas geográfica. Longe de ser uma dinâmica restrita às capitais e aos grandes centros urbanos, esse modelo de negócio tem ganhado força em regiões menores — e o mapa dos criadores brasileiros deixa isso evidente. Prova disso é que 1 a cada 6 creators respondentes da pesquisa Creator POV 2025, da BrandLovers, reside hoje em uma zona rural ou em cidades com até 100 mil habitantes. Apesar de 46% já terem uma experiência de, pelo menos, três anos na área, é interessante notar o movimento de novos entrantes: quase 20% dos pesquisados começaram a desempenhar esse papel há menos de 1 ano. “Se, por um lado, podemos ler esse dado como um sinal de que o mercado é menos maduro fora dos grandes centros, por outro, enxergamos uma oportunidade de fortalecer a expansão e oxigenação do próprio mercado. Ou seja, ao que tudo indica, o interior pode se tornar a nova porta de entrada para o crescimento da Creator Economy”, analisa Rapha Avellar, fundador e CEO da BrandLovers. Quando observamos em quais plataformas esses creators têm mais seguidores, o retrato reforça a maturidade digital do grupo. Mesmo vivendo longe dos grandes centros, eles seguem a dinâmica nacional da Creator Economy: o Instagram lidera com ampla vantagem, reunindo 70% dos perfis, seguido pelo TikTok, presente em 26% dos casos. YouTube, Kwai e Facebook aparecem de forma residual — um indicativo de que, independentemente do tamanho da cidade, os creators brasileiros operam dentro dos mesmos ecossistemas de influência que moldam tendências no país. Já na investigação das principais dores e desafios, surge um quadro que se diferencia do cenário nacional. Embora questões comuns à Creator Economy apareçam — como lidar com algoritmos (tema citado por 65% deles) e encontrar parcerias relevantes (58%) —, chama a atenção uma dificuldade diretamente ligada à realidade local. Para os criadores residentes de zonas rurais ou cidades pequenas, o acesso a equipamentos, softwares e infraestrutura técnica é o 4º maior obstáculo. No cenário nacional, esse desafio aparece na 5ª posição. As maiores dores e desafios de quem cria conteúdo no interior 1º — Lidar com os algoritmos das plataformas 2º — Encontrar parcerias relevantes 3º — Concorrência acirrada com outros criadores de conteúdo 4º — Dificuldades técnicas na produção de conteúdo (equipamentos, software, infraestrutura) 5º — Manter uma rotina consistente de criação 6º — Falta de tempo para produzir conteúdo 7º — Burnout ou sobrecarga 8º — Dificuldade em diversificar o tipo de conteúdo Por outro lado, o ranking nacional apresenta o desafio de manter uma rotina consistente de criação como a 3ª grande barreira, algo que surge apenas na 5ª posição da lista dos creators do interior. “As dificuldades são influenciadas também por fatores geográficos, estruturais e socioeconômicos, que moldam de forma muito diferente a dinâmica e as condições de trabalho de quem vive fora dos grandes centros”, comenta Avellar. Independentemente das dificuldades, esses creators demonstram forte compromisso com o futuro da profissão: 91% afirmam que pretendem seguir criando nos próximos três anos. Na hora de escolher marcas para fechar parceria, as prioridades também ajudam a revelar o que guia esse grupo. A qualidade dos produtos e a relevância para o seu público ocupam as duas primeiras posições do ranking, enquanto a afinidade com os valores e o propósito da marca aparece logo em seguida — à frente de fatores como remuneração justa, reputação ou liberdade criativa. Esse movimento contrasta com o ranking nacional, no qual a remuneração figura entre os três principais fatores de decisão, indicando que, no interior, identificação e alinhamento cultural têm peso ainda maior nas relações entre creators e marcas. Ao refletir sobre o papel crescente desse grupo dentro da Creator Economy brasileira, Avellar entende que estamos vendo o surgimento de uma força descentralizada, com perspectiva de longo prazo e alto potencial de impacto cultural. “Eles representam uma nova fronteira de crescimento para marcas, plataformas e para o próprio ecossistema de influência no país.”
Laura Brito prestigia lançamento de coleção inspirada no verão europeu
Laura Brito marcou presença, na noite de ontem, no lançamento da nova coleção desenvolvida pela C&A em parceria com a Coqueiro, intitulada Sardini Summer. O evento reuniu influenciadores, criadores de conteúdo e nomes relevantes do universo da moda e do lifestyle para apresentar a collab, que celebra uma estética leve, divertida e solar, inspirada no verão europeu. Com uma narrativa fresh e descontraída, a coleção aposta em referências náuticas, cores vibrantes e peças que traduzem o espírito da estação mais quente do ano. A proposta mistura moda e brasilidade, trazendo estampas inspiradas no universo marítimo, shapes confortáveis e uma paleta que remete aos dias à beira-mar. Reconhecida por seu olhar criativo e por defender a moda como forma de identidade e expressão pessoal, Laura acompanhou de perto os detalhes da coleção, que dialogam diretamente com valores presentes em seu conteúdo, como acessibilidade, estilo e autenticidade. Sua presença reforça a afinidade com marcas que valorizam criatividade e tendências alinhadas ao comportamento contemporâneo. Sempre atenta às movimentações do mercado fashion, Laura Brito segue se consolidando como uma das principais referências em conteúdo de moda e lifestyle no Brasil, marcando presença em lançamentos estratégicos e momentos relevantes do cenário nacional.
Tendências do marketing de influência em 2026: autenticidade vira critério em um mercado moldado pela IA
O marketing de influência chega a 2026 consolidado como um dos principais pilares das estratégias de comunicação e vendas das marcas. Impulsionados pelo avanço da inteligência artificial e pela mudança no consumo de conteúdo, os influenciadores deixaram de ser apenas amplificadores de mensagens para se tornarem canais estruturados, com papel relevante na decisão de compra e na construção de marca. Nesse cenário, o crescimento acelerado das plataformas digitais e a perda de centralidade dos meios tradicionais refinem a lógica de atenção do público. Essa transformação se reflete na estrutura do mercado. No Brasil, mais de 2 milhões de influenciadores já atuam como prestadores de serviço para marcas, segundo dados da Influency.me, e passaram a ser formalmente reconhecidos pela Lei 15.325, que regulamenta o exercício da profissão de multimídia. A normativa representa aproximação dos influenciadores a critérios éticos e comerciais historicamente adotados pela mídia tradicional. “Influenciadores de médio porte já concentram audiências equivalentes às de canais de TV por assinatura, enquanto grandes criadores chegam a superar emissoras inteiras. As marcas que ainda não tratam esses parceiros com o mesmo nível de planejamento e rigor aplicados à mídia tradicional já começam a perder relevância”, afirma Rodrigo Azevedo, CEO da Influency.me. Diante desse cenário de consolidação, profissionalização e mudança estrutural no papel dos influenciadores como canais de mídia, Azevedo, CEO da Influency.me, destaca as principais direções que devem orientar o mercado nos próximos meses. Para isso, o executivo elenca seis tendências centrais do marketing de influência em 2026. Tendência 1: campanhas pontuais perdem espaçoEm vez de apostar em iniciativas pontuais para gerar visibilidade, marcas devem priorizar campanhas mais longas e recorrentes, que ajudam a construir memória de marca ao longo do tempo. Essa presença constante no perfil do influenciador, mesmo com menor volume de publicações, fortalece a familiaridade com a audiência, aumenta a confiança e gera resultados mais consistentes. Além de serem mais bem distribuídos pelos algoritmos das plataformas, esses conteúdos são percebidos pelo público de forma mais natural, integrando a marca ao dia a dia do criador e ampliando as chances de engajamento e conversão. Tendência 2: autenticidade como resposta à IACom a popularização de conteúdos criados por inteligência artificial, o público passou a valorizar ainda mais produções que parecem reais e humanas. Em 2026, vídeos espontâneos, bastidores, erros e opiniões pessoais ganham destaque por transmitirem verdade e proximidade. Dados observados pela Influency.me indicam que esse tipo de conteúdo apresenta melhor desempenho em engajamento e conversão justamente por fugir do excesso de padronização. Tendência 3: conteúdo nativo por plataformaConteúdos genéricos deixam de funcionar porque cada rede social tem sua própria linguagem e forma de consumo. O que engaja no TikTok, por exemplo, não necessariamente funciona no Instagram ou no YouTube. Por isso, o conteúdo precisa ser pensado desde o início para cada plataforma, levando em conta formato, duração e tipo de interação com o público. Tendência 4: influenciadores como fonte de buscaCada vez mais, plataformas como TikTok, Instagram e YouTube são usadas como ferramentas de pesquisa, especialmente pelos públicos mais jovens. Isso significa que, antes de comprar um produto ou contratar um serviço, as pessoas buscam vídeos, reviews e recomendações de influenciadores para tirar dúvidas e comparar opções. Com isso, a presença das marcas no conteúdo desses criadores deixa de ser apenas uma ação de divulgação e passa a fazer parte das estratégias de busca e consideração, influenciando diretamente o momento da decisão de compra. Tendência 5: dados orientando decisõesEm 2026, o marketing de influência passa a ser cada vez mais guiado por dados. Em vez de escolher influenciadores apenas pelo número de seguidores ou pela popularidade, marcas analisam métricas de performance, afinidade com a audiência, recorrência de publicações e histórico de campanhas. Esse olhar mais estratégico permite decisões assertivas, com melhor aproveitamento do investimento e maior chance de gerar engajamento, confiança e conversão. Tendência 6: profissionalização e disputa por atençãoO impacto dos influenciadores nas decisões de compra já é uma realidade. Pesquisa da Influency.me em parceria com a Opinion Box mostra que 69% dos consumidores brasileiros já compraram produtos indicados por criadores de conteúdo, e 87% ficaram satisfeitos com a experiência. Ao mesmo tempo, a maioria dos influenciadores ainda recebe entre R$ 500 e R$ 2.000 por mês, o que revela um mercado cada vez mais concorrido. Nesse contexto, cresce a profissionalização do setor e a disputa pela atenção do público, fazendo com que apenas conteúdos planejados, relevantes e com conexão real com a audiência consigam se destacar.