Appel Home lança nova temporada de programa voltado para lojistas
A terceira temporada do Appel Expert, programa de treinamentos gratuito para lojistas e balconistas, promovido pela Appel Home, foi lançada nesta terça-feira, dia 10 de março. As aulas, ministradas por profissionais com anos de experiência no mercado de cama, mesa e banho, serão disponibilizadas no canal do YouTube da marca. O primeiro episódio já está disponível. O projeto consiste em vídeos quinzenais, de curta duração (até cinco minutos), em que especialistas falam de temas que vão desde os cuidados com os produtos, até instruções sobre administração, vendas e marketing. A temporada inicia com um especial de três episódios sobre a viagem que o presidente da empresa, Rafael Appel, o diretor de produto e marketing, Rafael Berwanger, e a gerente de produtos, Rubia Becker, fizeram para a feira Heimtextil, na Alemanha. O tema central serão as tendências que aparecem no mercado europeu. O Appel Expert também conta com um Instagram, com conteúdos voltados para o trade marketing. Nele, os lojistas podem ter acesso a mais informações sobre a marca e os produtos, receber dicas e baixar conteúdos da Appel, otimizando a relação entre a marca e seus canais de distribuição. “O nosso objetivo com o Appel Expert é estar cada vez mais próximos dos nossos lojistas. Por meio desses canais e projetos, conseguimos estabelecer um diálogo direto com eles, entender suas dores e atuar de forma mais assertiva. A intenção é apoiá-los em suas principais demandas, compartilhar conhecimento relevante para o dia a dia do negócio e fortalecer essa parceria, para que todos possam crescer juntos”, afirma o presidente da companhia, Rafael Appel.
Atendimento ao cliente vira fator decisivo no mercado de autopeças B2B
Por Rafael Calixto, especialista em digitalização de vendas B2B e CEO da Zydon* Durante décadas, o setor de autopeças B2B construiu sua competitividade sobre três pilares bastante conhecidos: preço, disponibilidade de estoque e relacionamento comercial. O atendimento ao cliente, na prática, era quase uma extensão natural da venda, sustentado pelo vínculo entre o vendedor e a oficina, o frotista ou o revendedor. Funcionava porque o mercado era menos dinâmico, a concorrência mais regional e o acesso à informação mais limitado. Esse cenário mudou, e rápido. Hoje, quem compra autopeças opera sob forte pressão de prazo, margem e produtividade. Uma oficina não pode manter um veículo parado aguardando resposta, já que um erro de aplicação não significa apenas uma troca de produto, mas retrabalho, insatisfação do cliente final e impacto direto no caixa. Nesse cenário, atendimento passou a ser eficiência operacional. Quando uma resposta demora, quando a informação técnica é imprecisa ou quando o pedido exige múltiplas interações para ser concluído, o problema não é apenas “experiência ruim”, é interrupção de serviço. É perda de tempo produtivo. E tempo, nesse mercado, é receita. Não por acaso, a PwC aponta que 80% dos compradores B2B afirmam que a experiência de compra é tão importante quanto o produto ou serviço oferecido. Isso sinaliza uma mudança: atendimento não é mais suporte, é um critério de decisão. Um dos equívocos mais recorrentes no setor é tratar atendimento como atributo individual, algo que depende da boa vontade, da memória ou da experiência de um vendedor específico. No B2B contemporâneo, atendimento é processo. Envolve velocidade padronizada, clareza de informação, consistência técnica e previsibilidade de entrega. Quando o fluxo depende exclusivamente de pessoas, surgem desafios. O vendedor se torna o intermediário obrigatório para tarefas operacionais básicas: consultar catálogo, verificar aplicação, confirmar preço, checar disponibilidade. Esse modelo consome tempo, amplia a chance de erro técnico e limita a capacidade de escala. Além disso, fragiliza a operação, em que basta uma ausência ou sobrecarga para que o atendimento desacelere. Diferentemente do varejo, onde a reclamação costuma ser pública, a perda aqui é silenciosa. O cliente simplesmente migra para quem responde mais rápido, facilita o pedido e reduz seu esforço. A ruptura aparece no volume de vendas, mas dificilmente vem acompanhada de feedback explícito. Enquanto isso, o comportamento do comprador evolui. Segundo a Meticulous Market Research, o mercado global de e-commerce automotivo deve alcançar US$ 267,8 bilhões até 2032, com crescimento anual composto de 16,5% entre 2025 e 2032. O dado mostra uma mudança de expectativa, em que o comprador está cada vez mais habituado a autonomia, rapidez e precisão. Nesse cenário, manter processos manuais e excessivamente dependentes de atendimento individual cria um descompasso competitivo. Transformar o atendimento em ativo estratégico exige três movimentos claros. O primeiro é capacitação técnica consistente, reduzindo erros de aplicação e retrabalho, o segundo é organização estruturada da informação, catálogos confiáveis, regras comerciais claras, dados integrados e o terceiro é definição de fluxos operacionais objetivos, que diminuam improvisos e tornem a experiência previsível. Automatizar consultas, aplicar regras comerciais automaticamente e permitir que o cliente acompanhe pedidos em tempo real reposiciona o papel do vendedor. Ele deixa de atuar como “balcão operacional” e passa a focar onde realmente gera valor: negociação, orientação técnica especializada e desenvolvimento de relacionamento estratégico. Empresas que compreendem essa mudança colhem ganhos concretos: menos erros, mais velocidade, maior conversão e fidelização construída sobre eficiência, não apenas sobre proximidade pessoal. Portanto, em um mercado de margens pressionadas e concorrência intensa, facilidade e previsibilidade passam a ser diferenciais reais. No setor de autopeças B2B, ignorar essa transformação não significa apenas perder eficiência interna, significa abrir espaço para concorrentes que entenderam que, hoje, vender bem começa por atender melhor, de forma estruturada, ágil e escalável. *Rafael Calixto é especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon.
O falso mito da produtividade está travando o B2B de autopeças
Por Rafael Calixto, CEO da Zydon e especialista em vendas B2B* No B2B de autopeças, agendas lotadas, telefone tocando o dia inteiro e notificações constantes no WhatsApp costumam ser vistos como sinônimo de produtividade. A sensação é de movimento permanente, mas movimento não é, necessariamente, avanço. Em muitos casos, essa rotina intensa mascara um problema estrutural, em que o tempo do vendedor é consumido por tarefas operacionais que pouco contribuem para crescimento, margem ou fidelização estratégica. O desvio começa quando o vendedor se transforma no principal canal para pedidos recorrentes e previsíveis. Ele confere códigos, repete preços, registra solicitações, calcula descontos já tabelados e responde dúvidas básicas que poderiam estar organizadas em processos claros. Segundo a McKinsey & Company, equipes comerciais B2B podem gastar até 60% do tempo em atividades operacionais quando não contam com fluxos estruturados e automação adequada, um dado que ajuda a dimensionar o tamanho da distorção. No setor de autopeças, essa realidade é ainda mais sensível, já que se trata de um mercado com alto volume de unidades de manutenção de estoque, recorrência de pedidos e grande pressão por preço e prazo. O profissional que deveria analisar o giro da carteira, identificar oportunidades de venda adicional, negociar melhores condições e desenvolver contas estratégicas acaba atuando como um “balcão humano”, resolvendo urgências em vez de construir crescimento sustentável. O resultado é um paradoxo perigoso, em que o time trabalha muito, mas o crescimento não escala na mesma proporção. Negociações estratégicas ficam para depois, clientes com potencial de expansão recebem pouca atenção e o aumento de ticket médio ocorre mais por inércia do que por planejamento. A empresa cresce em volume, mas não necessariamente em qualidade de receita. Outro efeito colateral é a dependência excessiva da figura do vendedor. Quando ele não está disponível, o pedido atrasa; quando entra de férias, a operação perde ritmo; se sai da empresa, parte do histórico e do vínculo com o cliente vai junto. A estrutura se fragiliza e o mercado percebe. Em ambientes competitivos, essa vulnerabilidade abre espaço para a troca silenciosa de fornecedor. Há ainda um impacto menos visível, em que se a maior parte da energia do time está concentrada em tarefas de baixo valor agregado, sobra pouco espaço para abrir novas frentes, mapear oportunidades regionais ou estruturar estratégias de expansão. O crescimento passa a depender quase exclusivamente da carteira atual, limitando o ganho de participação de mercado. Redefinir o papel do vendedor passa a ser necessidade estratégica, em que pedidos simples e recorrentes podem seguir fluxos padronizados, com regras comerciais aplicadas e validações integradas, preservando o contato humano para momentos decisivos. O vendedor deve atuar onde realmente gera valor: negociação complexa, orientação técnica, gestão de contas-chave e desenvolvimento de relacionamento de longo prazo. O cliente B2B valoriza autonomia, previsibilidade e agilidade. Quando consegue consultar disponibilidade, verificar condições comerciais e formalizar pedidos de forma organizada, a experiência melhora e a confiança aumenta. A tecnologia, nesse contexto, não substitui o relacionamento; ela elimina ruídos que desgastam a operação e liberam espaço para conversas mais estratégicas. Portanto, vender envolve estratégia, leitura de mercado, capacidade de negociação e visão de crescimento sustentável. Empresas que estruturam processos e liberam o time comercial do excesso operacional ganham escala com consistência, protegem margens e reduzem riscos. As que confundem movimento com resultado podem até continuar ocupadas, mas seguirão desperdiçando o ativo mais caro da operação: o tempo comercial. *Rafael Calixto é especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon.
Loyalty B2B impulsiona mercado de fidelização e faz Loyalme movimentar 10 bilhões de reais em GMV em 2025
O mercado de fidelização vive um novo ciclo de maturidade – e ele é cada vez mais B2B. Segundo o Global Customer Loyalty Report 2025, 31% do orçamento de marketing das empresas já está destinado a programas de fidelidade e CRM, marcando o maior patamar dos últimos anos. Inserida nesse cenário de expansão, a Loyalme, startup que nasceu dentro da Cuponeria para oferecer soluções de fidelização, bateu a marca de 10 bilhões de reais movimentados em 2025, impulsionada principalmente por programas de fidelização entre empresas. No centro desse movimento está o loyalty B2B, uma vertical que se fortalece à medida que as companhias percebem que fidelizar apenas o consumidor final já não é suficiente. Hoje, distribuidores, revendedores, parceiros estratégicos e canais indiretos passaram a ocupar papel central na competitividade das organizações – o que coloca a relação entre empresas no centro da agenda comercial. “O movimento é claro: as empresas querem construir relações mais sólidas e inteligentes com quem influencia diretamente seus resultados. Fidelizar parceiros corporativos deixou de ser diferencial e virou requisito de competitividade”, afirma Nara Iachan, CMO e cofundadora da Loyalme. Nesse modelo, companhias de diversos setores – de bancos e bandeiras de cartão a redes de varejo e instituições de ensino, como Bradesco Financiamentos, Natura e Ticket, estruturam programas completos de relacionamento para a sua cadeia, utilizando benefícios como cashback, acúmulo de pontos, bonificações, campanhas de incentivo e experiências personalizadas, geralmente operados em plataformas White Label, que permitem identidade própria e governança total dos dados. A executiva destaca que, no ambiente B2B, o loyalty assume uma função mais estratégica: ele deixa de ser apenas uma lógica de recompensa e passa a atuar como um mecanismo de performance comercial, impactando diretamente na previsibilidade de demanda, gestão de estoque, recorrência de compras e redução de ruptura. “Quando uma empresa cria incentivos direcionada a parceiros de sua cadeira, ela fortalece o relacionamento, aumenta a aderência às metas e garante maior alinhamento operacional. As organizações estão entendendo que competitividade não nasce apenas da venda, nasce de parcerias sustentáveis, contínuas e inteligentes. É isso que os programas B2B estão transformando”, finaliza.
Processo de decisão no marketing B2B começa muito antes do lead “levantar a mão”
Por Mário Soma, CEO e Head B2B da Pólvora Comunicação Durante muito tempo, o marketing B2B operou sob a premissa de que as decisões começavam no lead, na primeira reunião ou na proposta comercial. Essa lógica, porém, já não explica como as decisões realmente acontecem. Dados recentes do Year in Search 2025, do Google, indicam que o processo decisório se inicia muito antes. Começa quando alguém ainda tenta entender o problema que tem nas mãos, em um cenário marcado por três ausências claras: É nesse momento inicial, anterior a qualquer contato comercial, que a busca ganha protagonismo no marketing B2B. Não como um canal de performance, mas como um espaço de raciocínio, organização de ideias e redução de incerteza. Ao cruzar os dados do Google com anos de conversas com CEOs, CMOs e líderes de vendas, um padrão se repete: Na prática, o funil de vendas tradicional já não consegue explicar a dinâmica real das decisões B2B. Isso não ocorreu porque a Inteligência Artificial (IA) mudou o marketing, mas porque as pessoas mudaram a forma de decidir. A seguir, seis mudanças centrais nessa mentalidade: As pessoas não buscam apenas para encontrar algo. Buscam para entender contexto, organizar pensamentos e reduzir dúvidas. No B2B, a decisão começa antes da área comercial entrar em cena. Quem aparece nesse estágio ajuda a estruturar o problema, não apenas a vender uma solução. O Google aponta um crescimento acelerado de buscas conversacionais, formuladas em frases completas e com contexto embutido. Os conteúdos genéricos deixam de responder perguntas reais. Assim, as marcas que explicam melhor entram mais cedo na conversa, enquanto as demais só aparecem quando o processo já está avançado. A busca passou a capturar sinais de interesse ainda imaturos, antes da comparação formal ou da formação de short lists. Esperar pelo lead “pronto” significa chegar tarde. Quem atua cedo constrói preferência. Quem chega depois, negocia preço. Os dados mostram picos de interesse cada vez mais rápidos, medidos em dias, não em meses. Os planejamentos rígidos perdem eficiência, enquanto as estruturas flexíveis capturam demanda. A estratégia continua sendo humana, mas a execução precisa ser adaptável. A IA não serve para prever tudo, mas para reagir melhor ao que emerge No B2B, a vantagem não está em “usar IA”, e sim em ter base estratégica, conteúdo e mensagem prontos para serem ativados no momento certo. Aparecer deixou de ser suficiente. É preciso aparecer no momento certo, com a resposta certa. A performance sem contexto não sustenta crescimento e a marca sem timing não constrói demanda. Onde a decisão realmente começa Diante dessas mudanças, fica claro que o processo decisório se inicia quando alguém ainda tenta entender o problema: Para quem lidera o marketing B2B, a pergunta central passa a ser outra: onde sua marca aparece quando o raciocínio começa a se formar?
Transmissões ao vivo mudam as vendas B2B e criam mercado bilionário no país
O live commerce, modalidade de vendas por transmissões ao vivo, passou a figurar entre as apostas mais observadas pelas áreas comerciais em 2026. No Brasil, o formato vem ganhando relevância não apenas no contexto de vendas ao consumidor final (B2C), mas começa a alterar a lógica de como fabricantes e distribuidores negociam diretamente com lojistas e canais de revenda (B2B). Segundo a consultoria Grand View Research, o live commerce brasileiro, considerando B2C e outras aplicações, deve movimentar R$ 156,5 bilhões até 2033, com taxa anual composta superior a 30%. Já os dados do índice Business-to-Business Online, da E-Consulting, indicam que o comércio eletrônico entre empresas responde por mais de R$ 2,4 trilhões em transações, mas apenas 2,5% desse volume ocorre em canais digitais. Ainda, no plano global, a International Trade Administration estima que o e-commerce B2B alcance US$ 36 trilhões até 2026. “Esse é um espaço relevante que começa a ser disputado por novas tecnologias”, diz Daniel Arcoverde, cofundador da Netshow.me, especialista em live commerce, especialmente voltadas ao universo de vendas B2B. Ele explica que, em essência, o live commerce B2B combina conteúdo ao vivo e engajamento interativo, criando um ambiente onde fornecedores podem apresentar produtos em detalhes; responder dúvidas técnicas em tempo real; oferecer condições comerciais exclusivas; e capturar pedidos e gerar carrinhos de compras durante a transmissão. “O objetivo é transformar a transmissão em um verdadeiro ponto de venda digital entre empresas, onde a indústria consegue lançar produtos, negociar volumes e fechar pedidos em tempo real, enquanto o lojista ganha informação técnica e agilidade na decisão de compra”, afirma Daniel Arcoverde. A companhia vem se destacando ao oferecer uma infraestrutura capaz de sustentar transmissões ao vivo em escala com ofertas de produtos e toda a gestão de pedidos em tempo real, permitindo a captação dos dados dos lojistas, compras para múltiplos CNPJs e gestão de preços por estado, tudo integrado na experiência da live, algo inédito no mercado. “A plataforma permite que marcas fechem milhões de reais em vendas em poucos minutos, com retorno sobre investimento superior a 2.000% por transmissão”, afirma Arcoverde. Em um dos eventos B2B realizados com a tecnologia, por exemplo, o volume pedidos superou R$ 25 milhões e reuniu mais de 4 mil pontos de venda em uma única live, segundo dados divulgados pela própria companhia. “Estamos falando de eficiência operacional, otimização de custos de visitação e resultados expressivos em uma experiência ao vivo de 1 a 2 horas”, afirma Rafael Belmonte, cofundador da Netshow.me. Empresas que passaram a adotar o live commerce B2B relatam não apenas aceleração na geração de pedidos, mas também maior engajamento com a base de lojistas, fator considerado especialmente relevante em categorias técnicas como cosméticos, medicamentos, construção e autopeças. Na prática, o modelo tem reduzido a dependência de deslocamentos físicos das equipes comerciais, ampliado o alcance geográfico das campanhas, criado canais diretos para esclarecimento de dúvidas durante as transmissões e permitido ajustes rápidos nas ofertas a partir de métricas captadas em tempo real. Mercado No Brasil, o live commerce corporativo avança rapidamente. O Mercado Livre, por exemplo, lançou uma unidade dedicada ao mercado empresarial e informou ter mais de 4 milhões de usuários habilitados para compras entre empresas, enquanto Amazon e Shopee ampliam funcionalidades B2B. “A competitividade estimula indústrias a repensarem seus canais de sell-in tradicionais, que historicamente dependiam de representantes em campo, catálogos impressos e negociações concentradas em eventos sazonais, em favor de interações online dinâmicas e escaláveis”, destaca Belmonte. O executivo aponta que as transmissões ao vivo trazem benefícios concretos para quem está disposto a apostar no modelo: “Quando o lojista pode ver, perguntar e clicar para comprar na mesma interface, isso muda a lógica do relacionamento comercial”, destaca Rafael. Para o executivo, o Brasil tem hoje um mercado interno robusto, uma base de lojistas ampla e distribuída geograficamente e um ambiente tecnológico que já absorveu com sucesso soluções de e-commerce e marketplaces. “Com isso, o live commerce B2B surge como a próxima fronteira para criar um mercado bilionário, reconfigurando a forma como indústrias estabelecem parcerias comerciais, conduzem negociações e geram receita”. “A pergunta agora não é mais se o live commerce vai dominar o B2B no Brasil, mas quando e com que velocidade ele vai redefinir as regras do jogo”, diz Rafael Belmonte. “Quando esse modelo ganha escala, ele não impacta apenas empresas individuais. Ele altera cadeias de suprimento, encurta ciclos de capital de giro e aumenta a produtividade comercial da indústria brasileira como um todo”, finaliza. Outras informações: https://netshow.me/
Grupo Lev prepara expansão no varejo e B2B e pretende dobrar receita em 2026
O Grupo Lev, líder em mobilidade elétrica leve no Brasil que reúne as marcas Lev e Onn, anuncia novidades para 2026 após encerrar 2025 como um dos anos mais marcantes de sua trajetória. A empresa finalizou o período com 35% de crescimento impulsionado pela melhora considerável da margem de lucro por eficiência operacional, evolução de portfólio e consolidação industrial. Neste ano, o objetivo é trabalhar em parceria com o varejo e abrir filiais em mais quatro estados brasileiros, além de dobrar a receita. “O último ano foi marcado por muitos fatores”, conta Rodrigo Affonso, CEO do grupo. “Tivemos o início, no segundo semestre, da operação da Onn, por exemplo. As scooters elétricas ampliaram nosso alcance em categorias complementares e aceleraram o ritmo de vendas”. A expansão física acompanhou o movimento: foram abertas cinco lojas em 2025, quatro da Onn e uma da Lev. Outro ponto de destaque foi a estrutura industrial do grupo, que viveu seu ciclo mais significativo. Com a abertura da Planta própria na Zona Franca em 2025, em poucos meses, a produção migrou da combinação inicial de 80% no Rio de Janeiro e 20% em Manaus, para 70% na planta própria e 30% no Rio. O ano de 2026 já começa com 100% da produção na unidade fabril, que tem capacidade instalada de 10 mil e-bikes por mês, com apenas um turno. A consolidação em Manaus fortalece a escala, reduz custos logísticos e posiciona a empresa de maneira mais competitiva. O período também trouxe o case da parceria com a Cury, que entregou uma e-bike a cada um dos 1800 apartamentos de um empreendimento imobiliário alinhado ao conceito de mobilidade verde. “Essa e outras parcerias que temos construído com diferentes players têm sido essenciais no nosso crescimento, e na propagação da mobilidade sustentável em si”, comenta Rodrigo. O grupo se prepara para uma virada estratégica neste ano, com aceleração no varejo físico. As mudanças já começaram: as bicicletas da Lev e um modelo de scooter da Onn já estão disponíveis nas lojas do Magalu, com expectativa de estarem nas 1300 lojas no ano de 2026. A entrada em um dos maiores varejistas do país, junto com negociações com outros varejistas que estão em andamento, muda a escala do negócio. “Nosso objetivo é dobrar o faturamento em 2026, sustentado não apenas pelas lojas próprias e e-commerce direto, mas com destaque para canais de grandes varejistas como o da Magalu, e principalmente pelas ampliações das nossas linhas de negócios. Além da operação de lojas, estamos acelerando frentes como B2B, locação corporativa e locação para pessoa física, com foco em escala, recorrência e maior previsibilidade de receita”, detalhe o CEO. A expansão B2B também acompanha o avanço nacional. O grupo deve abrir filiais no Paraná, Bahia, Paraíba e Minas Gerais. A estratégia é instalar operações próximas aos centros de distribuição do Magalu, o que pode permitir preços mais competitivos. O movimento fortalece a malha logística e prepara a empresa para atender novos níveis de demanda. Por fim, a estrutura corporativa da Lev também caminha para uma nova etapa. O grupo se organiza para receber propostas de fundos de private equity em 2026, refletindo a busca por escala. “Acreditamos bastante no nosso posicionamento na área de mobilidade elétrica. Este ciclo com certeza impactará o mercado de todo o Brasil e estamos muito bem preparados para isso”, conclui o Affonso.
Teresa Perez anuncia nova Diretora B2B
A Teresa Perez anuncia a chegada de Suellen Mendes como nova diretora de B2B, a partir de 2 de março. A executiva será responsável pelo relacionamento com as agências parceiras da operadora, contribuindo com sua expertise de mercado. “Com a experiência de liderança e desenvolvimento de equipes e interface entre Vendas, Operações e Produtos, tenho certeza de que a Suellen irá somar muito ao nosso time. Sua visão estratégica será um diferencial na negociação e melhorias nos nossos processos comerciais, além da gestão e expansão da carteira de agências de viagem da Teresa Perez. Estamos em um momento de transformação digital, implementando novas ferramentas que visam produtividade para as nossas agências parceiras, sempre pensando em crescer com qualidade e mantendo o foco na satisfação dos nossos clientes nos canais B2B”, comentou Tomas Perez, CEO do TP Group. Com mais de 17 anos de experiência no setor de turismo e passagens por empresas como Club Med e Sete Mares, Suellen traz amplo conhecimento do mercado de agências de viagem, além de atuação estratégica no relacionamento com o trade, foco em crescimento sustentável, posicionamento de marca, liderança colaborativa, visão de negócio e excelência no atendimento B2B. A executiva complementa: “Estou muito feliz e honrada em assumir a direção do B2B da Teresa Perez. Chego guiada por um valor que sempre conduziu minha trajetória: as relações humanas. Assumo o compromisso de estar próxima do time, sendo presença ativa, parceria e referência de confiança, contribuindo para fortalecer uma cultura de excelência no turismo de alto padrão. Quero estar cada vez mais próxima das agências de viagens, em escuta permanente para compreender e atender suas necessidades e corresponder às suas expectativas, contando também com a parceria dos nossos fornecedores, para que juntos possamos sustentar e potencializar o cuidado que distingue a marca em cada experiência concebida para os nossos clientes”.
Bits to Brands anuncia COO e inicia ciclo de expansão com foco em curadoria humana, influência B2B e construção de reputação para marcas
A Bits to Brands, plataforma de conteúdo, curadoria e educação voltada às pessoas por trás das marcas como profissionais de branding, marketing e comunicação, anuncia a chegada de Lia Oliveira como Chief Operating Officer (COO). A executiva assume as frentes de parcerias, relacionamento com marcas, projetos especiais, geração de receita e produtos digitais, consolidando um novo capítulo da empresa: um ciclo de expansão, profissionalização e fortalecimento institucional. Com a chegada de Lia, a Bits formaliza uma nova estrutura de liderança: Beatriz Guarezi assume o cargo de CEO e fundadora, responsável pela visão estratégica, curadoria e narrativa editorial da plataforma, enquanto Lia passa a liderar a operação e o desenvolvimento do negócio. A combinação das duas executivas marca uma etapa de maturidade para a Bits, unindo o olhar criativo e especialista em branding de Beatriz à experiência sólida de Lia em mídia, marketing e gestão. Criada em 2018 por Beatriz Guarezi, a Bits to Brands surgiu como uma newsletter independente que traduzia branding, comportamento e cultura com profundidade e clareza. A comunidade cresceu de forma orgânica, à medida que profissionais buscavam um espaço confiável para entender o que realmente importa em um mercado “cronicamente online”. Com o tempo, o projeto evoluiu para um ecossistema que reúne mais de 100 mil profissionais e integra newsletter, redes sociais, cursos, workshops, podcast, coberturas especiais, revista impressa e colaborações com marcas líderes do setor. A Bits se consolidou como referência por sua curadoria humana, que destaca o que tem contexto, relevância e impacto, e pela capacidade de conectar tendências a comportamento e mercado. Suas análises são reconhecidas pelo olhar crítico, entusiasmo genuíno e profundidade editorial, o que reforça o papel da plataforma como ponte entre criatividade, estratégia e inteligência cultural. Com o crescimento de análises e cases nas redes sociais, marcas passaram a buscar espaços qualificados para contextualizar decisões estratégicas e construir reputação. Nesse cenário, a Bits se tornou uma parceira natural de empresas que desejam se posicionar como referência e participar de conversas relevantes entre profissionais. Em 2025, foram 20 projetos com 14 marcas, incluindo Meta, Sympla, WGSN, Mercado Ads, Linus, RD Station e L’Oréal, sempre com foco em conteúdo estratégico para redes sociais e análise cuidadosa dos temas. O novo ciclo reforça esse momento. Em 2026, a Bits lança sua versão autoral do Relatório de Tendências, retoma a sua Sala de Aula com workshops e masterclasses, amplia parcerias de conteúdo e realiza a cobertura do SXSW diretamente de Austin em colaboração com uma grande marca. Além disso, prepara novas temporadas do podcast Tudo que Importa, com temas ligados à cultura, esportes (em ano de Copa) e sustentabilidade, sempre pela lente do branding contemporâneo. A meta da empresa para 2026 é dobrar sua audiência e faturamento, expandindo o ecossistema de produtos sem perder profundidade, rigor editorial ou conexão com a comunidade. Com a visão estratégica de Beatriz e a liderança operacional de Lia, a Bits inicia um ciclo de crescimento organizado que reforça seu papel como plataforma de influência B2B e parceira de marcas que buscam relevância e consistência.
Marketing B2B: confiança e reputação andam lado a lado
Por Gabriela Pingueli A confiança é, hoje, o ativo mais valioso no marketing B2B porque determina não apenas quem fecha negócio, mas também quem se mantém relevante em um mercado cada vez mais competitivo e saturado de soluções simplistas para problemas complexos. Mais do que uma percepção, a confiança é um elemento que se traduz diretamente em credibilidade e reputação, fatores que moldam como o mercado, parceiros e clientes enxergam uma empresa. Essa reputação gera impacto real em métricas de negócio, mostrando que confiança não é um conceito abstrato, mas um componente mensurável no fluxo B2B. Neste cenário, onde as organizações lidam com decisões de alto risco, contratos longos e investimentos expressivos, nenhuma estratégia de marketing supera a capacidade de transmitir credibilidade. Antes de qualquer apresentação comercial, peça criativa ou campanha digital, existe uma pergunta silenciosa ecoando na mente de qualquer comprador corporativo: essa empresa realmente vai entregar o que diz? De acordo com o levantamento 2025 B2B Marketing Benchmark, realizado pelo LinkedIn, 94% dos profissionais de marketing afirmam que a confiança é o principal elemento que sustenta as relações entre negócios. Esse dado evidencia que a construção de confiança é um posicionamento desejável e indicador concreto da qualidade das relações e do reconhecimento que uma organização conquista no mercado. Por isso, para entender por que esse ativo é tão valioso, é necessário analisar como esse fluxo de relacionamento se constrói na prática e como estruturar confiança no ambiente B2B. O processo de compra nesse nicho é cada vez mais racional, pautado por dados, cauteloso e compartilhado entre vários decisores, o que torna a confiança um filtro obrigatório. Ela reduz objeções, encurta ciclos de venda e diminui a percepção de risco, elementos críticos em negociações complexas. Desse modo, a confiança emerge como um dos únicos diferenciais que não pode ser replicado. É um elemento que se constrói no longo prazo e que, quando bem trabalhado e comunicado, consolida a instituição como referência em seu setor. Além disso, no B2B, o processo de construção de confiança começa pela transparência e disposição de mostrar não apenas o que a empresa faz bem, mas também como faz, por que faz e quais são seus limites. Transparência é discurso, mas principalmente uma prática diária: compartilhar dados reais, apresentar resultados de forma clara, explicar processos, assumir erros quando necessário e manter o cliente informado em cada etapa da jornada faz o marketing ser a área fundamental nisso. E quando o comprador percebe que não há surpresas, que a empresa sustenta suas promessas com execução e que existe uma comunicação aberta e consistente, a confiança deixa de ser um ideal abstrato e se torna uma consequência natural. É esse comportamento que transforma fornecedores em parceiros estratégicos e reduz a incerteza em negociações complexas. Somado a isso, a confiança sustenta relações duradouras em um mercado onde a retenção vale tanto quanto a aquisição. No B2B, clientes buscam parceiros estratégicos e esperam segurança, transparência e consistência. Quando uma empresa entrega exatamente o que promete, constrói um relacionamento que gera fidelidade, amplia o valor e fortalece a marca no longo prazo. Ademais, ter credibilidade auxilia nos relacionamentos já estabelecidos, na criação de novos e na geração de leads qualificados. Quando uma instituição é vista como confiável ela se torna referência, conquistando autoridade em seu mercado e, consequentemente, atraindo novos clientes. As provas sociais, por exemplo, são uma estratégia poderosa de atração e retenção de clientes, e elas só existem quando há um relacionamento baseado em confiança no ambiente B2B. Quanto mais os clientes gostam e confiam na organização, maior é a disposição deles em falar sobre ela. É justamente nesse viés que o marketing se torna um agente central nessa construção. É ele quem traduz a essência da empresa em narrativas consistentes, conteúdo educativo e presença digital alinhada, tornando visível e compreensível o que a marca realmente entrega. Por isso, uma estratégia de marketing bem estruturada reforça a credibilidade ao demonstrar expertise, gerar clareza para o mercado e fortalecer o posicionamento do negócio. Quando executada com precisão, impulsiona a expansão, reduz ruídos e consolida a percepção que sustenta relações B2B duradouras. Em síntese, trabalhar consistentemente a confiança no marketing B2B é essencial para fortalecer as relações entre empresas e determinar quem cresce de forma sustentável. Ela nasce da transparência, se consolida pela coerência entre discurso e prática e se fortalece a cada entrega bem-feita. Quando uma organização adota uma postura clara, honesta e orientada ao cliente, ela reduz riscos, encurta distâncias e transforma interações comerciais em parcerias de longo prazo. No fim, não são apenas produtos, tecnologias ou campanhas que mantêm uma marca relevante, mas a capacidade de inspirar segurança. A consolidação da confiança passa por diversas áreas e especialidades dentro de uma empresa; ainda assim, cabe ao time de marketing liderar como esses valores são comunicados ao mercado e assumir a responsabilidade central pela reputação e pela construção de confiança da marca dia após dia e, assim, transformar presença em autoridade, clientes em defensores e oportunidades em resultados reais. *Gabriela Pingueli é Global Events Manager da Cloudera.
Em 2026, planejar marketing B2B Tech exige menos julgamento e mais leitura de contexto
Por Mário Soma, CEO e Head B2B da Pólvora Comunicação Estamos em período de planejamento. Neste ano de 2026, há um padrão claro entre os líderes de empresas B2B Tech: a dúvida não é “qual caminho seguir” diante de cenários financeiros, expectativas de crescimento e pressões por resultado. Grande parte das discussões gira em torno de três temas centrais: posicionamento de marca, geração de demanda e aumento das conexões da marca B2B Tech com seu mercado alvo. Como seres humanos, temos o hábito de julgar. Julgar marcas que ainda não investiram em branding, empresas que não possuem uma comunicação estruturada e negócios que não priorizaram reputação ou presença contínua no mercado. Em alguns casos, esse julgamento faz sentido. Em muitos outros, não. Nem toda empresa está no mesmo momento e isso precisa ser considerado De acordo com dados publicados pelo portal ECO, um terço das empresas B2B investe menos de 1% do seu faturamento em marketing. Por sua vez, o estudo anual Gartner CMO Spend Survey 2025 revela que o orçamento de marketing estagnou em 7,7% da receita total das empresas e que 59% dos diretores de marketing afirmam que seu orçamento atual é insuficiente para executar a estratégia planejada para o ano. É fato que uma boa fatia das empresas B2B Tech não possui o budget mínimo necessário para sustentar um trabalho robusto de marca, conteúdo, mídia e relacionamento de longo prazo. Mas também é verdade que existem empresas com capacidade financeira que ainda não atribuem o devido valor à comunicação e ao marketing. Ao mesmo tempo, há operações que crescem de forma sustentável quase exclusivamente por estratégias como eventos petit comité, networking altamente qualificado e relações diretas com decisores. E, sim, isso funciona. O ponto é que não existe um único caminho. Existem caminhos coerentes com o momento de cada empresa. O planejamento sério parte sempre do cenário ideal, mas precisa, obrigatoriamente, respeitar o cenário possível. Ignorar isso é criar planos que morrem no primeiro trimestre. Respeitar o momento da empresa é o primeiro princípio do planejamento No marketing B2B Tech, respeitar o momento da empresa não é abrir mão de estratégia. Pelo contrário: é entender que a estratégia sem aderência à realidade “vira pó”. Existem empresas em fase de consolidação, outras em aceleração e algumas em contenção. Cada uma delas exige decisões diferentes sobre onde investir energia, tempo e recursos. É aqui que entra um ponto muitas vezes negligenciado: comarketing para posicionamento construído em torno de ecossistemas mais maduros, aproveitando marcas, audiências e estruturas já existentes. Isso aumenta o alcance e gera credibilidade por associação. Curto e médio prazos precisam coexistir Pensar no curto e no médio prazo ao mesmo tempo é fundamental. Existem ações possíveis mesmo em cenários conservadores de budget. Estudos recentes de institutos como Gartner, Deloitte e CMO Survey indicam que, globalmente, os budgets de marketing têm se mantido estáveis ou em retração, com poucos setores apresentando crescimento real de investimento. Isso exige escolhas mais inteligentes, não paralisia. No B2B Tech, ser lembrado faz muita diferença para reduzir fricção, encurtar explicações e reduzir esforço comercial. Trata-se de familiaridade, confiança e clareza de proposta. Quando a marca já ocupa algum espaço mental, a conversa deixa de começar do zero. Dicas práticas para curto e médio prazos Marketing B2B Tech não é um pacote fechado nem uma fórmula pronta. É uma construção progressiva, que precisa respeitar o tempo, o contexto e a maturidade de cada negócio. No curto prazo, o foco deve estar na clareza de posicionamento, antes da busca por volume de ações. É o momento de usar ativos já existentes de forma estratégica, priorizando conexões qualificadas em vez de escala artificial. No médio prazo, o caminho passa pela construção de uma presença contínua, ainda que enxuta. Investir em conteúdos que expliquem, eduquem e gerem confiança ajuda a consolidar a marca como um ativo que, ao longo do tempo, reduz o esforço e o custo de venda. Planejar bem não é escolher o plano mais bonito no papel. É escolher o plano mais honesto com a realidade da empresa. E, muitas vezes, essa honestidade já se transforma no maior diferencial competitivo.