Sistemas multiagentes de IA vão redefinir o fluxo do trabalho corporativo

Por Rodrigo Gomes, Head da Selbetti Process Solutions Com a explosão de anúncios nos últimos dias sobre novos agentes de IA e suas capacidades, é natural que cada vez mais a tecnologia passe a ser discutida como infraestrutura. Grandes plataformas corporativas já operam com camadas multiagentes integradas a ERPs, CRMs e sistemas de ITSM, BPMS e RPA, deslocando a inteligência artificial do campo assistivo para o campo decisório.   O debate mais avançado não gira mais em torno da presença de agentes em aplicativos, mas da coordenação entre eles, do controle econômico da autonomia e da responsabilidade jurídica sobre ações executadas sem intervenção humana direta. Se na fase anterior a pergunta era “como usar IA?”, agora a questão estratégica é outra: “quem governa a execução algorítmica do trabalho?”. Prova disso é o uso crescente de plataformas como OpenClaw — um framework open-source de agentes autônomos que executa tarefas completas conectando modelos como Claude Opus 4.6, e o fortalecimento de agent teams no Claude, que permitem coordenação de múltiplos agentes em sequências complexas de ações. Especialistas descrevem essa fase como uma transição para uma inteligência distribuída inserida diretamente no processo produtivo, cuja governança, custos e responsabilidade jurídica passaram do campo teórico para o centro das decisões de TI e negócios. Da mesma forma, o próprio Claude ampliou a capacidade de agentes que realizam fluxos de trabalho entre múltiplas aplicações corporativas, conectando Google Workspace, Excel, PowerPoint e automações com APIs empresariais, mantendo contexto e realizando etapas encadeadas, avançando para o que muitos técnicos chamam de infraestrutura de agente com coordenação integrada. Essa fase representa uma transição para uma inteligência distribuída inserida diretamente no processo produtivo, cuja governança, custos e responsabilidade jurídica passaram do campo teórico para o centro das decisões de TI e negócios.   Governar a execução algorítmica, hoje, significa gerenciar não apenas comportamentos de agentes, mas custos reais de execução, riscos de segurança de fluxos autônomos e regras formais de compliance que possam ser auditadas e revisadas em tempo real. Arquiteturas multiagentes maduras: já estamos aqui? A arquitetura que sustenta sistemas multiagentes vai muito além de um modelo generativo agindo isoladamente, unindo orquestração, comunicação especializada entre agentes, controles de política corporativa e observabilidade contínua.   Essas camadas estão se tornando padrão nas implementações empresariais porque resolvem um problema central: como sistemas autônomos colaboram de forma coerente e segura dentro de ambientes de software complexos e heterogêneos. Na prática, frameworks de agentes que incorporam esses princípios técnicos já existem e são amplamente utilizados. Um exemplo é o OpenClaw, um framework open source de agentes autônomos que ganhou popularidade mundial, recentemente, embora sua arquitetura não ofereça a segurança necessária. O OpenClaw atua como uma camada de orquestração em que múltiplos agentes podem ser configurados com seus próprios contextos, históricos de sessão e bibliotecas de habilidades, permitindo que agentes especialistas trabalhem em conjunto sem contaminar contextos entre si. Essa arquitetura de roteamento e de áreas de trabalho isoladas reflete um entendimento mais maduro de como orquestrar agentes especializados em tarefas distintas ao longo de fluxos de trabalho mais amplos. Riscos e exposição de dados Ao mesmo tempo, a popularidade massiva de repositórios públicos de “skills” para agentes, inclusive com marketplaces não moderados, expôs desafios sérios de confiança e cadeia de suprimentos. Auditorias recentes revelaram que uma parcela das habilidades compartilhadas continha malware ou vulnerabilidades exploráveis, ilustrando que atualmente a maior vulnerabilidade não está apenas nos modelos, mas em toda a cadeia de execução de agentes e nas dependências de software que esses sistemas trazem consigo. É nessa lacuna de governança técnica que arquiteturas corporativas estão se distanciando de implementações experimentais: algumas empresas estão separando a camada de execução autônoma da camada de política organizacional, assim como os times de TI isolam serviços críticos do restante da infraestrutura.   Uma resposta técnica a esse desafio é o conceito de “authenticated workflows”, uma abordagem que trata a segurança como parte integral e determinística dos limites operacionais dos agentes, aplicando prova criptográfica de integridade em cada ação proposta antes de sua execução. Essa abordagem busca garantir que todas as operações respeitem políticas corporativas e regras de compliance, ressaltando que segurança e governança não são filtros, mas subsistemas essenciais na arquitetura de agentes. A necessidade de mecanismos tão robustos não é teórica. A própria experiência de profissionais que testam essas arquiteturas expõe lacunas críticas de execução, controle e supervisionamento. Relatos recentes mostram que agentes que operam continuamente podem interpretar instruções de forma ampla, executar comandos inesperados ou tentar ações não autorizadas se as fronteiras de autoridade e escopo não forem explicitamente definidas e tecnologicamente reforçadas. Esse ambiente de risco e complexidade fez com que fornecedores e integradores de tecnologia começassem a tratar governança e observabilidade de agentes como infraestrutura tão essencial quanto armazenamento de dados ou redes corporativas. Em vez de ferramentas pontuais, arquiteturas maduras adotam painéis de monitoramento que coletam telemetria de decisões algorítmicas, trilhas de auditoria completas e mecanismos de human-in-the-loop bem definidos que permitem ajustes e intervenções em tempo real, sem interromper a operação autônoma. Essa evolução aproxima os sistemas multiagentes de modelos que as organizações reconhecem como confiáveis e auditáveis, condição indispensável para adoção em escala. A consolidação da inteligência distribuída nas operações corporativas depende, portanto, menos das capacidades isoladas dos modelos e mais da arquitetura de governança, transparência e segurança que os sustenta. Organizações que tratam agentes autônomos como extensão de sua infraestrutura crítica, e não como experimentos pontuais, conseguem reconciliar autonomia de execução com controle organizacional, elevando ganhos operacionais sem comprometer integridade, conformidade ou confiança. Sobre a Selbetti Tecnologia A Selbetti Tecnologia é a maior One-Stop-Tech do Brasil, proporcionando um ecossistema completo de soluções para acelerar a transformação digital das empresas. Com quase 50 anos de história e um time de mais de 2,2 mil profissionais, a empresa atua como um hub de tecnologia que conecta automação, infraestrutura, inteligência artificial e experiência digital e física para impulsionar a eficiência e o crescimento dos negócios. A Selbetti oferece soluções tecnológicas integradas que transformam operações e aumentam a competitividade das empresas, a partir de um

Networking está banalizado? Comunidade vale mais que troca de cartões

Por Marco Casagrande, CMO e sócio-fundador da Escola Mira As conexões realmente fazem diferença na hora de crescer na carreira, mas talvez não da forma como muitos imaginam. O relatório da plataforma MyPerfectResume revela que 54% dos trabalhadores conseguiram um emprego por meio de uma conexão pessoal ou profissional em 2025. O dado reforça que oportunidades costumam surgir de relações construídas ao longo do tempo. No entanto, é preciso entender a diferença entre relacionamentos e contatos. Ampliar a rede profissional não significa apenas acumular nomes e trocar cartões em eventos. Na prática, conexões que realmente geram oportunidades costumam surgir por meio de comunidades, ou seja, relações construídas com tempo, confiança e convivência. Nos últimos anos, houve a banalização da palavra networking. Embora o termo tenha se popularizado no ambiente corporativo, a ideia de construir redes de apoio e cooperação é muito mais antiga. Ainda assim, diferente de encontros rápidos voltados à troca de contatos, essas estruturas se baseavam em relações duradouras, nas quais o senso de pertencimento e colaboração vinha antes de qualquer interesse imediato de negócio. Nesse contexto, mais importante do que a simples troca de cartões é o fortalecimento de comunidades. Atividades compartilhadas, como práticas esportivas, grupos de interesse ou iniciativas culturais, costumam criar ambientes mais propícios para o surgimento de relações genuínas. Quando a convivência acontece de forma natural, o vínculo entre as pessoas se fortalece e, muitas vezes, parcerias e oportunidades profissionais surgem como consequência, mas não como objetivo imediato. É importante falar isso porque muitos profissionais se sentem frustrados porque não conseguem investir tempo e dinheiro em eventos e iniciativas que prometem ampliar o networking, mas que na maioria das vezes geram apenas contatos superficiais e promessas de acompanhamento. Não que convidar alguém para um café com a intenção de apresentar uma proposta de negócio seja um problema. A questão é que, em muitos casos, esses encontros são apresentados como oportunidades de relacionamento quando, na verdade, têm apenas o objetivo de consumar uma venda. Isso não significa fortalecer vínculos, mas sim adotar uma estratégia comercial, o que é legítimo, desde que essa intenção esteja clara desde o início. Relacionamentos são importantes, sim. Por isso, ao invés de focar apenas em ampliar a lista de contatos, pode ser mais interessante frequentar ambientes que façam sentido para os próprios interesses. Atividades como esportes, grupos culturais ou hobbies compartilhados criam espaços de convivência mais espontâneos. No meu caso, minha comunidade está no campo de golfe, em que as pessoas passam horas juntas no campo e, entre uma jogada e outra, as conversas avançam para indicações a partir de experiências reais e que realmente geram valor. O mercado está carente de conexões genuínas e do verdadeiro espírito de comunidade. Marco Antonio Casagrande, é psicólogo comportamental, CMO e sócio-fundador da Escola Mira, rede de franquias especializada no desenvolvimento de habilidades de empreendedorismo para crianças e jovens. Especializado em Psicologia Comportamental, com mais de 15 anos de experiência em Recursos Humanos, possui MBAs e especializações pela Fundação Getúlio Vargas e participou de programas internacionais em Harvard, Stanford e MIT. Sua vivência nas startups da Califórnia, no ecossistema do Vale do Silício, foi decisiva para construir uma visão inovadora sobre liderança, educação e comportamento humano. É autor do livro “Tem coisa mais importante do que o vestibular?”.

Execução de IA: a próxima vantagem competitiva

Por Ramon Ribeiro, Diretor Comercial da Solo Network Há poucos anos, adotar inteligência artificial (IA) em uma empresa era visto como algo inovador; hoje tornou-se praticamente obrigatório. Mesmo assim, muitas organizações ainda patinam para gerar valor real a partir dessas iniciativas. A realidade é que ter uma estratégia de IA não basta: é preciso entregá-la. Uma pesquisa global recente feita pela norte-americana Turing, que realiza pesquisas no campo da IA, indica que apenas 12% dos líderes empresariais dizem ter sido “muito bem-sucedidos” em traduzir suas estratégias de IA em resultados operacionais. Diante disso, cresce o consenso de que a vantagem competitiva no mundo da IA vai vir da execução eficaz, e não apenas de boas ideias. Afinal, não é a empresa com o maior modelo ou o plano mais sofisticado que vence, e sim aquela que transforma conceitos de IA em resultados mensuráveis rapidamente. Enquanto muitas correm atrás do hype, as líderes focam em como implantar a IA de modo a gerar impacto concreto. A questão já não é se uma empresa deve adotar IA, mas quão rápido ela consegue criar valor em escala com IA – antes que a concorrência o faça. Em suma, a capacidade de tirar projetos de IA do papel com agilidade e escala desponta como o próximo grande diferencial competitivo. Execução: o fator decisivo na era da IA Temos assistido a uma corrida para experimentar IA em todos os setores. Modelos avançados, projetos-piloto e provas de conceito surgiram por toda parte nas empresas. Porém, um número surpreendente dessas iniciativas nunca passa do experimento inicial para uma implementação real em larga escala. E é nesse “vale da morte” entre o laboratório e a produção que grande parte dos esforços de IA se perde. Essa lacuna de execução envolve vários fatores interconectados – desde deficiências na estratégia e falta de foco durante a implantação, até desalinhamento da liderança, baixa prontidão organizacional e limitações de capacidade técnica. Em grande medida, o obstáculo não é a tecnologia em si, mas como ela é incorporada aos processos e pessoas. Implementar IA com sucesso exige repensar não apenas a tecnologia, mas também quem faz o trabalho e como o trabalho é feito dentro da empresa. Organizações que tratam a IA apenas como um projeto de TI ou uma iniciativa pontual de eficiência tendem a esbarrar nesses limites. Em contraste, aquelas que encaram a IA como uma transformação estratégica – envolvendo pessoas, processos e inovação de forma integrada – saem na frente. Esses líderes dão às equipes espaço para experimentar, falhar, inovar e escalar o que funciona, cultivando uma cultura de aprendizado contínuo e colaboração entre as áreas de negócio e tecnologia. Investidores também já cobram resultados: empresas que demonstram eficiência e crescimento impulsionados por IA estão sendo recompensadas no mercado, enquanto a demora ou indecisão em apresentar valor tangível com IA pode minar a confiança dos acionistas e a valorização da companhia. O que caracteriza uma execução eficaz de IA Empresas que realmente extraem valor da IA operam com agilidade e foco. Em vez de esperar por soluções perfeitas, equipes de alto desempenho testam e ajustam rapidamente pequenos experimentos em ciclos curtos, muitas vezes semanais. Essa abordagem iterativa reduz riscos e garante alinhamento constante entre a tecnologia e as necessidades do negócio. Desde o início, as iniciativas são ancoradas em métricas claras de sucesso. O retorno sobre o investimento não é tratado como uma promessa futura, mas como critério presente: se o projeto não entrega resultado, ele é ajustado ou interrompido. Isso evita desperdício de recursos e mantém a execução orientada por impacto real. Outro traço comum é o foco deliberado. Em vez de tentar transformar tudo de uma vez, as empresas mais eficazes escolhem um gargalo específico – um processo ineficiente, uma fricção recorrente – e aplicam IA ali. Ao resolver um problema por vez, constroem ganhos rápidos que geram tração interna e aprendizado acumulado. Consequentemente, a equipe que implementa melhorias de IA de forma consistente inevitavelmente supera aquela que passa tempo demais apenas debatendo ideias. Em mercados que se movem em ritmo acelerado, ficar parado equivale a ficar para trás. Empresas que operacionalizam a IA primeiro acabam definindo novos patamares de velocidade, eficiência e experiência ao cliente que os demais terão dificuldade em alcançar. As empresas que adotarem essa mentalidade de execução ágil orientada a valor liderarão seus mercados, impulsionadas por um ciclo virtuoso de inovação e resultados. Já aquelas que ficarem apenas na teoria ou na lentidão correrão o risco de se tornarem irrelevantes. A próxima vantagem competitiva não virá da tecnologia em si, mas de como se faz a tecnologia acontecer.

Dia do Consumidor movimenta Mega Moda com ação especial de estoura balão

O Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, ganha uma programação especial no polo atacadista de moda de Goiânia. Para marcar a data, o Mega Moda Shopping e o Mega Moda Park realizam no sábado, 14 de março, a tradicional ação promocional Estoura Balão, que promete movimentar os corredores e premiar clientes com brindes instantâneos. A dinâmica é simples e já conhecida pelo público que frequenta o complexo de compras. A cada compra realizada a partir de R$ 200 nas lojas participantes, o cliente recebe o direito de estourar um balão para descobrir o prêmio. Dentro dos balões estão centenas de brindes, oferecidos pelos lojistas parceiros, que podem incluir utensílios, voucher de almoço, isenção de estacionamento e muito mais. “O Dia do Consumidor é uma oportunidade de valorizar quem movimenta o nosso polo de moda. A ação Estoura Balão foi pensada para tornar a experiência de compra ainda mais especial, criando um momento de interação e surpresa para os clientes. Além de incentivar as compras, a iniciativa também fortalece a parceria com os lojistas, que participam oferecendo prêmios e benefícios”, afirma Paula Sepulveda, gerente de marketing do Mega Moda, que lembra ainda que a ação é válida por CPF.  O complexo Mega Moda reúne centenas de lojas de moda atacadista e varejista e recebe compradores de diferentes regiões do Brasil em busca de variedade, pronta-entrega e tendências. Com ações promocionais em datas estratégicas do calendário do comércio, como o Dia do Consumidor, o grupo busca estimular o fluxo de visitantes e fortalecer a experiência de compra no polo de moda goiano.

Personal Monopoly: a diferenciação humana na era da Inteligência Artificial (IA)

Por Mário Soma, CEO e Head B2B da Pólvora Comunicação A expansão da Inteligência Artificial (IA) inaugurou uma nova fase na economia da informação. Em poucos anos, ferramentas capazes de produzir textos, análises e relatórios passaram a gerar conteúdo em escala praticamente ilimitada. Esse avanço trouxe ganhos claros de produtividade, mas também provocou uma mudança importante no ambiente informacional. A abundância passou a substituir a escassez. Hoje, as pessoas convivem com um volume de informação muito maior do que a capacidade humana de absorção. A sensação de saturação, frequentemente mencionada em ambientes corporativos, nasce justamente desse cenário. Curiosamente, essa saturação não está associada apenas à quantidade de conteúdo disponível. Em muitos casos, ela decorre da repetição de narrativas semelhantes, conceitos idênticos e discursos cada vez mais padronizados. Diferentes empresas e profissionais acabam utilizando praticamente o mesmo vocabulário (gerado pela IA) para apresentar propostas distintas. O resultado é um ambiente de comunicação homogêneo, no qual se torna difícil distinguir ideias verdadeiramente originais. Entre especialistas em economia digital, um conceito vem ganhando espaço para explicar esse movimento: Personal Monopoly. A expressão descreve a construção de um território profissional singular, sustentado pela combinação única de experiência, repertório e visão estratégica de um indivíduo. Em vez de competir diretamente com outros profissionais, a lógica passa a ser a ocupação de um espaço intelectual próprio. Quando essa singularidade se consolida, a comparação deixa de ser automática. A proposta de valor torna-se difícil de replicar. A evolução da autoridade A forma como a autoridade profissional é construída mudou significativamente nas últimas décadas. Nos anos 1990, a influência estava associada principalmente à produção de conhecimento original. Autores e especialistas consolidavam reputação por meio de livros, pesquisas acadêmicas e conferências. Com a expansão da internet e das redes sociais, essa dinâmica mudou. A partir da década de 2010, a visibilidade digital e a produção contínua de conteúdo passaram a desempenhar papel central na construção de reputação profissional. Esse modelo começa agora a apresentar sinais de esgotamento. A IA ampliou drasticamente a capacidade de produção de conteúdo. Produzir conteúdo deixou de ser, por si só, um diferencial competitivo. O que passa a ganhar valor é a interpretação da realidade, a capacidade de conectar informações e a experiência prática acumulada que orienta essa leitura. Em outras palavras, a abundância de conteúdo desloca o valor para a perspectiva humana. A economia da confiança Esse deslocamento também aparece nos indicadores de confiança. Estudo conduzido pelo B2B Thought Leadership Impact Report mostra que 73% dos decisores B2B afirmam confiar mais em conteúdos de thought leadership do que em materiais tradicionais de marketing.  O levantamento também indica que nove em cada dez executivos passam a considerar empresas que antes desconheciam após consumir conteúdos desse tipo. Os dados sugerem que a capacidade de desenvolver análises próprias e perspectivas consistentes exerce influência direta na construção de credibilidade. Em ambientes corporativos complexos, executivos buscam referências que demonstrem experiência prática, capacidade analítica e entendimento profundo dos desafios do mercado. As bases do monopólio pessoal O conceito de Personal Monopoly foi sendo estruturado ao longo dos últimos anos por pensadores que analisam as transformações da reputação na economia digital. O investidor e filósofo Naval Ravikant sintetizou um princípio relevante ao afirmar que a autenticidade reduz a competição direta. Quanto mais singular for a combinação de experiências e interesses de um profissional, menor será a possibilidade de substituição. O escritor e estrategista David Perell ampliou essa visão ao destacar o papel da interseção entre áreas distintas de conhecimento. Profissionais que transitam entre disciplinas tendem a produzir interpretações mais originais. Já o empreendedor Jack Butcher introduziu uma dimensão prática ao conceito com a ideia de Proof of Work. A autoridade intelectual se fortalece quando ideias aparecem de forma consistente em projetos, conteúdos e entregas concretas ao longo do tempo. O fator humano na economia da IA Ferramentas de Inteligência Artificial possuem grande eficiência na organização e síntese de informações. Entretanto, algumas dimensões permanecem profundamente associadas à experiência humana. A vivência prática de problemas complexos, o contexto acumulado e a capacidade de julgamento diante de cenários ambíguos continuam sendo fatores determinantes na construção de credibilidade. Esses elementos formam aquilo que pode ser entendido como a assinatura intelectual de um profissional. Quando essa assinatura aparece em análises, decisões e conteúdos, ela gera um efeito cumulativo de confiança. A confiança tende a se consolidar como um dos ativos mais escassos da economia contemporânea. A diferenciação deixa de depender apenas do conhecimento técnico e passa a depender da capacidade de desenvolver uma perspectiva própria. O Personal Monopoly surge justamente nesse ponto de convergência entre experiência, pensamento original e consistência intelectual. Em um mercado cada vez mais saturado de conteúdo, a singularidade humana passa a representar uma das formas mais sólidas de diferenciação.

Dia do Consumidor: 85% dos brasileiros compram online e desafiam varejistas a acertar nas promoções

Celebrado tradicionalmente em 15 de março, o Dia do Consumidor é uma data importante para varejistas e clientes que buscam boas promoções. Nesse contexto, destaca-se o papel do e-commerce como principal canal de compras para 85% dos brasileiros, segundo o estudo CX Trends 2026. Os dados também apontam que 76% desses consumidores digitais escolhem os marketplaces para adquirir um produto ou serviço, sobretudo pela segurança das plataformas. Somando comodidade com promoções, fica evidente que os brasileiros aguardam as “datas comerciais” para comprar. O levantamento Neotrust Confi confirmou que, em 2025, o comércio eletrônico brasileiro atingiu R$8,3 bilhões durante a semana do consumidor, um aumento de 13,6% comparado ao mesmo período de 2024.  Independentemente da estratégia de cada indústria e varejista nestas épocas, a análise cuidadosa dos descontos e checagem dos preços faz toda a diferença no fluxo de caixa. De acordo com Pablo Zapata, CEO e fundador da TrackingTrade, empresa especializada em monitoramento e governança comercial, o mercado aproveita essas oportunidades para promover os produtos mais antigos e como consequência introduzir novos produtos nos canais parceiros. Sendo assim, o monitoramento de preços para proteção de margens é o melhor caminho para garantir o sucesso comercial no período. “Observo que o consumidor brasileiro é muito sensível a preço na composição da sua decisão para comprar bem, e o mercado precisa acompanhar esse ritmo. E o sucesso do canal está na compra (sellin) do produto que antecede as datas sazonais. Portanto, se um varejista encontrou os melhores fornecedores e está com o estoque disponível para atender a demanda, é sinal que ele usou dados corretamente ao seu favor”, destaca o executivo, que defende o monitoramento das informações como parte fundamental das estratégias de vendas e supply chain (cadeia de suprimentos ou estoque). Governança comercial e monitoramento dos preços Utilizar dados a favor dos negócios é justamente um dos desafios das empresas nacionais, de acordo com pesquisa Panorama de Sentimento das Lideranças.  De um lado, 80% das companhias consultadas utilizam algum tipo de ferramentas para controle de preços. Porém, os executivos opinam que a falta de estratégia e integração de processos organizacionais são desafios que precisam ser discutidos internamente. Para Zapata, essa percepção dos líderes tem relação com a falta de governança na tomada de decisão, podendo trazer prejuízos sérios em datas comerciais. “Nestes períodos os fornecedores e administradores dos canais de venda, como marketplaces, fazem grandes apostas. Uma vez que o desafio das marcas é tornar a concorrência menos predatória, é nesse momento que uma tecnologia de monitoramento de preço ou proteção de margem, são essenciais para garantir a execução da estratégia”, explica. O fundador da TrackingTrade enxega a governança como um diferencial enorme no Brasil que vai além do controle de mercadoria. “A gestão inteligente começa no planejamento de vendas e operações (S&OP), passando pela política comercial, contratos com o canal, logística e finalmente o trade marketing”, acrescenta Zapata.  

Após M&A, Platform Science anuncia rebranding e apresenta nova campanha institucional com a influenciadora Suelen Lopes

A Platform Science, multinacional americana líder em soluções de segurança para o setor de transporte no Brasil e na América Latina, apresentou sua nova identidade, marcando uma fase de expansão e maior visibilidade no mercado. A mudança ocorre após a aquisição de unidades globais da Trimble Transportation. A reformulação não altera os serviços, que passam a operar sob a nova marca. “A aquisição da Trimble Transportation não foi apenas um movimento de mercado, mas o catalisador para nos tornarmos a inteligência central do transporte na América Latina. Com o rebranding, deixamos de ser um fornecedor de ferramentas para ser a plataforma onde a rentabilidade e a segurança dos nossos clientes de fato acontecem. Em 2026, nosso foco é transformar essa robustez tecnológica em autoridade inquestionável no setor.”, afirma Rony Neri, diretor-executivo LATAM da empresa Tendo a segurança como pilar central, a nova identidade visa falar com decisores e donos de transportadoras.  A campanha institucional Além do rebranding da marca, a empresa lançou uma campanha institucional focada em posicionar a segurança como essencial para o setor de transportes e logística, com o conceito “Segurança que move”.  “A Platform Science desdobra a narrativa em três pilares: ‘segurança que move o futuro’, ao antecipar riscos e preparar as operações para decisões mais inteligentes; ‘segurança que move rentabilidade’, ao transformar dados em eficiência operacional e resultados financeiros concretos; e ‘segurança que move cultura’, ao reforçar o cuidado com pessoas, especialmente motoristas e gestores, promovendo uma operação mais responsável, confiável e sustentável”, explica Rony Neri. A influenciadora e caminhoneira Suelen Lopes é o rosto da campanha e traz a visão de quem entende os perigos das estradas. “A escolha reforça o pilar de ‘cuidar de quem cuida’, unindo a robustez dos dados da Platform Science à experiência prática”, reforça Neri. A campanha reforça como a tecnologia ajuda os motoristas a se sentirem menos sozinhos e mais protegidos, enquanto os gestores de frotas reduzem o estresse e a sobrecarga, e as empresas de logística conseguem decisões lucrativas, por meio dos dados da plataforma. O diretor-executivo LATAM da Platform Science ressalta que, em 2026, a startup pretende se consolidar no mercado como a principal base de confiança e crescimento para seus clientes. “Neste ano, a Platform Science concentrará seus esforços na expansão de autoridade e na consolidação de mercado, fortalecendo o diálogo com decisores estratégicos e aprofundando parcerias com players nacionais e globais”, finaliza.

Agência paranaense disputa Prêmio Nacional de Jornalismo

O mercado ilegal de cabos e fios elétricos movimenta cerca de R$ 2,4 bilhões por ano no Brasil, segundo o Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não Ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel). A circulação desses materiais, muitas vezes sem qualidade e com baixa fiscalização, ajuda a explicar um cenário preocupante no país quando o assunto envolve acidentes elétricos. Segundo o último levantamento anual realizado pela Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), os casos aumentaram 11,6% em 2024, totalizando 2.373 ocorrências. Esses números, que expõem uma realidade preocupante no Brasil, cuja reversão passa, sobretudo, pela conscientização, pautaram o trabalho da Engenharia de Comunicação e levaram a agência a ser, mais uma vez, finalista do Prêmio Abracopel de Jornalismo. A iniciativa reconhece reportagens e ações de comunicação voltadas à conscientização sobre os riscos da eletricidade no país. A pauta que está concorrendo esse ano tem o título “30% dos fios de cobre usados no Brasil têm origem ilícita”. “Ano após ano, assumimos o compromisso de levar informação qualificada aos jornalistas sobre o tema. Nosso trabalho consiste em organizar dados e estudos, conectando fontes especializadas à imprensa, com o objetivo de ajudar a construir reportagens relevantes que contribuam para transformar a realidade dos acidentes no Brasil”, afirma a fundadora, Patrícia Stedile. A nova indicação reforça uma trajetória consistente. A Engenharia de Comunicação já conquistou o título de ‘Melhor Assessoria de Imprensa’ em quatro edições do prêmio e recebeu menção honrosa em outras duas. Em 2025, a agência superou 24 concorrentes e levou o prêmio especial ‘Anuário Estatístico’, pelo trabalho ‘Número de mortes por acidentes elétricos no Brasil se aproxima dos EUA’. “Ser finalista novamente representa o reconhecimento de um trabalho pautado por propósito, consistência e responsabilidade social. É um resultado construído em parceria com nossos clientes, redatores, revisores, equipe de divulgação e, sobretudo, com a imprensa, que abre espaço para temas de interesse público”, destaca Patrícia. Entre os concorrentes desta edição estão veículos e programas de alcance nacional, como o Jornal Nacional, a Rede Record e a Revista O Setor Elétrico. Os vencedores serão anunciados no dia 31 de março, em cerimônia na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo. Os primeiros colocados de cada categoria receberão troféu, e todos os finalistas, medalha exclusiva. Além das categorias tradicionais, a edição contará com duas premiações especiais: o Prêmio Especial Anuário Estatístico Abracopel, para a matéria que mais utilizar dados do Anuário Estatístico da entidade, e o Prêmio Especial Qualifio, voltado para as reportagens que abordaram o impacto do mercado irregular de fios e cabos elétricos. Na mesma data, será lançado o Anuário Estatístico de Acidentes de Origem Elétrica 2026 (ano-base 2025), com dados inéditos sobre ocorrências registradas ao longo de 2025, incluindo choques elétricos, incêndios por sobrecarga e descargas atmosféricas. Sobre a Engenharia de Comunicação Fundada em 2004, com sede no Paraná e atuação nacional, a agência soma mais de 20 anos de experiência no mercado. Atende empresas de tecnologia de diferentes portes, incluindo startups, desenvolvedores de softwares de gestão para food service, planejamento financeiro, gestão de frotas, voltados às áreas contábil, fiscal e financeira, além de hubs de integração de marketplaces e ecossistemas digitais. Com metodologia própria, a Engenharia de Comunicação atua no gerenciamento de pautas, divulgação e follow-up ativo junto à imprensa, mantendo relacionamento com veículos de comunicação em todo o País. Mais informações: https://engenhariadecomunicacao.com.br SERVIÇO Sobre a Abracopel e o prêmio: https://abracopel.org

Com foco em medicina de precisão e setor público, Roche Diagnóstica bate R$ 1,5 bilhão em faturamento em 2025

A Roche Diagnóstica fechou 2025 com um crescimento de 9% em relação ao ano anterior e faturamento de R$1,5 bilhão. Em um cenário de transformações aceleradas no setor de saúde global, a companhia reafirma seu protagonismo no Brasil ao aliar solidez financeira a um salto tecnológico sem precedentes. O ano de 2025 consolidou a visão da companhia de que o futuro do diagnóstico reside na integração entre medicina de precisão, inteligência de dados e parcerias estratégicas que conectam os setores público e privado. Com o avanço da genômica e a digitalização de processos laboratoriais, a Roche Diagnóstica não apenas superou expectativas de mercado, mas estabeleceu novos padrões de eficiência e agilidade que estão redefinindo a jornada do paciente e a sustentabilidade do ecossistema de saúde nacional. A empresa também foca seus esforços em 2026 na preparação do mercado para a chegada do novo sequenciador SBX¹, produto que por enquanto é utilizado somente em pesquisa e tem chegada prevista no mercado em 2027. Como parte desse movimento, a Roche Diagnóstica anunciou uma colaboração estratégica com a Broad Clinical Labs para desenvolver aplicações utilizando a tecnologia de sequenciamento de próxima geração (NGS) Sequencing By Expansion (SBX). Recentemente, essa tecnologia demonstrou seu potencial ao quebrar um GUINNESS WORLD RECORD™, sequenciando um genoma humano completo em menos de quatro horas. O foco desta cooperação em pesquisa é transformar a genômica clínica e a descoberta biomédica, impactando diretamente o tratamento de doenças complexas, como o câncer, e a identificação de mutações causadoras de doenças hereditárias e raras. Reforçam a solidez da operação no Brasil outros marcos atingidos em 2025, como a renovação da parceria com a Dasa por mais sete anos, na maior concorrência já realizada pela Roche Diagnóstica na América Latina e uma das maiores do mundo. A empresa será a principal responsável pela atualização do parque tecnológico da Dasa, fornecendo equipamentos com foco em automação avançada e custo-eficiência. Ainda em 2025, a Roche Diagnóstica expandiu sua atuação em colaboração com outros grandes players da medicina diagnóstica nacional. Junto ao Grupo Sabin, implementou uma das plataformas tecnológicas mais modernas do país, em Brasília. Simultaneamente, o Hospital Sírio-Libanês adotou o ecossistema digital navify®, integrando automação e equipamentos de última geração para otimizar a precisão e a agilidade dos exames. No âmbito da saúde pública, a incorporação do teste DNA-HPV da Roche Diagnóstica pelo SUS para diagnóstico do câncer de colo de útero representou um avanço histórico, com expectativa de investimento público anual entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões, reafirmando o compromisso da empresa com a medicina de precisão em larga escala. Por fim, 2025 foi marcado por avanços da Roche Diagnóstica no segmento de doenças infecciosas: a companhia cresceu 2 pontos percentuais em um mercado de R$ 427 milhões anuais, alcançando a segunda posição no setor e estabelecendo a meta de crescer 35% nesta área até 2029. Outro destaque da companhia do último ano foi o lançamento do Accu-Chek® SmartGuide, dispositivo que trouxe a funcionalidade inédita de antecipar oscilações de açúcar no sangue com alertas em tempo real. “O desempenho da Roche Diagnóstica em 2025 é o reflexo direto de nossa estratégia em acelerar a medicina de precisão no Brasil por meio de parcerias de alto impacto e inovação disruptiva. Ao alcançarmos R$ 1,5 bilhão em faturamento, não apenas consolidamos nossa operação, mas pavimentamos o caminho para um 2026 ainda mais ambicioso. Nosso compromisso vai além dos números: estamos prontos para continuar moldando o futuro do diagnóstico, garantindo que a tecnologia de ponta chegue a cada vez mais brasileiros, do setor privado ao sistema público”, comenta Carlos Martins, CEO da Roche Diagnóstica. ¹ Produto para Ciências da Vida, não indicado para Diagnóstico de Uso “in vitro”. Este produto não está disponível para comercialização no Brasil.

A crise começa na mídia

Crises raramente surgem de forma abrupta. Elas costumam começar pequenas: um tom que muda em uma nota de rodapé, um tema que ganha recorrência ou uma tendência que emerge em canais digitais antes de se consolidar em cobertura mais ampla. O mercado de media monitoring está em expansão acelerada, com projeções que indicam que o setor global deve crescer de cerca de US$ 5,99 bilhões em 2026 para mais de US$ 10 bilhões até 2031, a uma taxa média de crescimento anual superior a 10%. Isso reflete a demanda por ferramentas capazes de transformar grandes volumes de dados em leitura estratégica para reputação, risco e narrativa de marca. Ao mesmo tempo, soluções alimentadas por inteligência artificial e análise em tempo real têm se mostrado centrais para detectar tendências emergentes de risco e antecipar movimentos antes que se tornem problemáticos. O aumento de dados publicados, incluindo bilhões de menções em redes sociais, blogs e notícias diariamente, torna indispensável a capacidade de interpretar padrões em vez de apenas coletar menções. Nesse contexto, o clipping passa a ocupar um papel executivo: não apenas registrar o que aconteceu, mas identificar o que está se formando. Quem consegue ler esses sinais antes ajusta discurso, estratégia e posicionamento antes que um problema se amplifique. A mídia muitas vezes não cria todos os problemas, mas frequentemente revela os primeiros sinais de que eles estão prestes a crescer. Saiba mais: www.sinopress.com.br

Sebrae RS acompanha o SXSW 2026 e traduz tendências globais para o varejo

O Sebrae RS está acompanhando de perto o South by Southwest (SXSW) 2026, que acontece de 12 a 18 de março, em Austin, nos Estados Unidos. Reconhecido como um dos principais eventos globais sobre inovação, tecnologia, comportamento e novos modelos de negócio, o festival reúne especialistas, empresas e lideranças que discutem os caminhos do futuro. Mais do que participar do evento, a proposta do Sebrae RS é atuar como um radar de tendências para os pequenos negócios do Rio Grande do Sul. Ao longo da programação, a equipe acompanha painéis, experiências e debates que ajudam a entender como tecnologia, cultura e comportamento estão transformando mercados no mundo todo. A cobertura é realizada por Débora Martini Kryvoruchca, gerente de marketing, Fabiano Zortéa, especialista em varejo, e David Viegas, analista de projetos em inovação do Sebrae RS. O grupo acompanha os principais conteúdos do evento com atenção especial a temas como mundo do trabalho, novas profissões, desafios de gestão e liderança de times, além de creator economy. Os principais aprendizados e reflexões do SXSW são compartilhados em uma cobertura especial no blog e no Instagram do Sebrae RS, conectando empreendedores gaúchos às discussões que estão acontecendo no cenário global. A proposta é traduzir essas conversas para uma linguagem próxima da realidade dos micro e pequenos negócios, destacando o que merece atenção no radar de quem empreende. “O SXSW é um espaço onde diferentes áreas – tecnologia, cultura, comportamento e negócios – se encontram para discutir o que vem pela frente. Estar aqui nos permite observar essas transformações e trazer para os empreendedores gaúchos uma leitura mais próxima do que pode impactar seus negócios nos próximos anos”, destaca a gerente de marketing do Sebrae RS. Com essa iniciativa, o Sebrae RS amplia o acesso dos pequenos negócios às grandes discussões internacionais e reforça seu papel de conectar empreendedores às tendências que estão moldando o futuro dos mercados. Para acompanhar a cobertura completa do SXSW 2026, acesse:sebrae.rs/sebraersnosxsw.

Marketing precisa voltar à mesa do CEO, defende Fernando Lebbe

Em muitas empresas brasileiras, o marketing ainda aparece na planilha como despesa operacional e permanece distante das decisões estratégicas. Para Fernando Lebbe, CEO da Lebbe, agência de marketing e comunicação do Grupo Partners, essa lógica ajuda a explicar por que tantas marcas perdem relevância, competitividade e valor justamente nos momentos de maior pressão econômica. “Quando o marketing é tratado apenas como custo, a empresa abre mão de uma das principais ferramentas de geração de valor no médio e no longo prazo”, afirma. Segundo Lebbe, o problema não está apenas no volume de investimento, mas na posição que o marketing ocupa dentro da estrutura de poder das organizações. Em muitos casos, as decisões ficam restritas a ações táticas, de curto prazo, desconectadas da estratégia do negócio e da visão da alta liderança. “Marketing precisa estar na mesa do CEO porque é ali que se decide crescimento, posicionamento e perenidade. Marca forte não se constrói com iniciativas isoladas, mas com decisões estratégicas consistentes”, diz. Estudos internacionais reforçam esse diagnóstico. Um levantamento global da Deloitte aponta que empresas com marcas fortes e estratégias de marketing integradas à alta liderança podem apresentar desempenho financeiro até 20% superior ao de concorrentes excessivamente focados em eficiência operacional. Já uma análise da McKinsey indica que organizações orientadas por marca tendem a atravessar ciclos econômicos adversos com maior estabilidade de receita e recuperação mais rápida após períodos de crise. Para Lebbe, o paradoxo é que, justamente em cenários de instabilidade, o marketing costuma ser o primeiro item a sofrer cortes. “É compreensível que empresas busquem eficiência em momentos de aperto, mas reduzir marketing de forma linear geralmente sai caro. Marcas que desaparecem do radar do consumidor acabam pagando um preço muito maior para recuperar relevância depois”, avalia. O executivo observa que companhias que mantêm o marketing conectado à estratégia corporativa conseguem transformar períodos de crise em oportunidade. “Enquanto alguns reduzem presença e discurso, outros fortalecem o vínculo com o público, ajustam narrativa e ganham espaço competitivo. É nesse momento que o marketing deixa de ser visto como gasto e se revela investimento”, afirma. Na avaliação do CEO da Lebbe, recolocar o marketing no centro das decisões passa também por uma mudança cultural dentro das empresas. “Não se trata de defender campanhas mais caras ou ações mirabolantes, mas de usar inteligência de dados, visão de marca e leitura de cenário para orientar decisões de negócio. Quando o CEO entende isso, o marketing deixa de ser acessório e passa a ser motor de crescimento”, conclui.

Gustavo Herrmann, CEO da Koppert América do Sul, é eleito um dos 100 Mais Influentes do Agronegócio 2026

O CEO da Koppert para a América do Sul, Gustavo Herrmann, foi eleito um dos 100 Mais Influentes do Agronegócio 2026, na categoria Indústria, reconhecimento promovido pelo Grupo Mídia e considerado um dos mais relevantes do setor no país. A homenagem destaca as lideranças que têm papel decisivo na transformação do agronegócio brasileiro, impulsionando inovação, competitividade e sustentabilidade.  O prêmio reconhece profissionais que se destacam por sua capacidade de definir rumos, orientar investimentos e estimular avanços tecnológicos em toda a cadeia produtiva. A lista reforça a importância das lideranças que integram diferentes áreas do setor — da indústria às entidades representativas, da pesquisa científica ao campo.  A cerimônia oficial de premiação está marcada para o dia 28 de abril, no histórico Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto (SP).  Reconhecimento que impulsiona o agro  À frente da Koppert América do Sul, os CEOs Gustavo Herrmann e Danilo Pedrazzoli atuam para acelerar a adoção de soluções biológicas no país, apoiando a construção de um modelo de produção mais eficiente, competitivo e ambientalmente responsável. A atuação da liderança executiva tem fortalecido parcerias estratégicas, ampliado investimentos em pesquisa e estimulado o uso de tecnologias que conectam sustentabilidade e produtividade no campo.  Nos últimos anos, a Koppert Brasil avançou em iniciativas estratégicas de expansão, incluindo um plano de investimento para triplicar sua capacidade industrial a partir de 2026, com novas unidades dedicadas a fungos, bactérias e nematoides em Piracicaba (SP). Esse movimento, apoiado por negociações com investidores e instituições financeiras locais, reforça a autonomia e o protagonismo da operação brasileira no grupo global. 

Ana Martins fortalece equipe esportiva da Rádio Bandeirantes

A Rádio Bandeirantes anuncia a chegada de Ana Martins ao seu time esportivo. A jornalista estreia neste sábado (14), às 17h, no programa Concentração, passando a integrar também as transmissões e atrações semanais, fortalecendo a presença feminina na emissora. A comentarista retorna ao Grupo Bandeirantes de Comunicação, onde já atuou pela Nativa FM. “Minha família sempre respirou esporte na Bandeirantes e vivi isso desde a infância. Estar aqui é um presente especial, ainda mais em ano de Copa do Mundo Fifa. É uma honra estar ao lado de profissionais que são referência e entregam um trabalho de credibilidade e respeito ao ouvinte”, celebra. Com 28 anos de carreira, a locutora irá reforçar a cobertura do mundial de futebol e de outras grandes competições nacionais e internacionais. O público pode acompanhar a programação no dial, no aplicativo Bandplay, no site Band.com.br e no canal oficial no YouTube.

Oscar 2026: AdoroCinema transforma a premiação no maior evento digital do Brasil

O clima de “Copa do Mundo do Cinema” está oficialmente de volta. Com o Brasil na disputa pela estatueta dourada em 2026, o AdoroCinema, principal vertical de entretenimento da Webedia Brasil, prepara a maior e mais rentável cobertura de sua história. No dia 15 de março, a partir das 18h, o portal realiza a 6ª edição de sua já consagrada live multiplataforma, consolidando-se como o principal “sofá digital” dos fãs de cinema e o ativo comercial mais quente da premiação no país. Com o Brasil muito bem representado na disputa com O Agente Secreto (indicado a 4 categorias, incluindo Melhor Filme) e Adolpho Veloso (indicado a Melhor Fotografia por Sonhos de Trem), as expectativas de audiência estão altíssimas. Para dar conta dessa demanda, a live evoluiu. Adotando a dinâmica ágil e descontraída dos podcasts, a transmissão do AdoroCinema alinha-se aos novos hábitos de consumo, especialmente os da Geração Z. Liderando o consumo mobile, esse público dita a regra: enquanto a transmissão oficial na TV dita o ritmo da entrega dos prêmios, é no ambiente digital, com análise, memes e interação em tempo real, que a conversa ganha profundidade e a audiência se retém de verdade. Para comandar essa maratona, os apresentadores Amanda Brandão e Digão Ribeiro estarão à frente de um verdadeiro hub de criadores. O AdoroCinema uniu forças com gigantes da internet para criar a maior mesa-redonda do cinema nacional: Otávio Ugá (do canal Super 8), o coletivo Entremigas e o comentarista de cultura pop Fabão. O pré-show, focado na moda e nas tendências do tapete vermelho, terá a análise afiada do influenciador de moda, Raphael Dumaresq. Além do timaço no estúdio, a jornalista e repórter Aline Pereira estará in loco em Los Angeles, trazendo a temperatura dos bastidores, a tensão da delegação brasileira e entradas exclusivas direto de Hollywood. Longe de ser apenas um formato de cobertura, a transmissão se tornou um verdadeiro case de sucesso. A live de 2025 foi a melhor da história do portal, registrando 60 milhões de impressões, 40 milhões de visualizações totais e 10 milhões em engajamento nas redes. Apenas durante a transmissão da live multiplataforma, foram contabilizados 4 milhões de visualizações, 1,5 milhão em engajamento e picos de 21 mil usuários simultâneos (CCU). Com o crescimento das expectativas para 2026, gigantes do mercado como Volkswagen, Nespresso, Britânia, Sazón, Cinépolis, Tim, Fanta, Boticário, Heinz e Piracanjuba já garantiram suas cotas de patrocínio, apostando na força da atração. “O público não quer mais uma cobertura engessada; ele quer assistir ao evento acompanhado de quem entende do assunto e fala a sua língua. Para os anunciantes, estar na nossa live significa participar de forma orgânica no auge da empolgação da audiência e no momento exato em que a conversa acontece. E não existe palco melhor para as marcas do que participar de um evento como esse de forma imersiva e com quem conhece a comunidade.”, destaca Mauro Borges, Diretor Geral de Planejamento e Vendas da Webedia Brasil. A cobertura completa, desde os looks das estrelas até o anúncio do prêmio principal, será transmitida simultaneamente no YouTube, TikTok, Instagram e Facebook do AdoroCinema. A operação conta ainda com o Kwai como parceiro estratégico para a amplificação da live e centralização de conteúdos em uma página dedicada dentro da plataforma. AdoroCinema – Live do Oscar 2026 Quando: 15 de março (Domingo), a partir das 18h Apresentadores: Amanda Brandão e Digão Ribeiro Convidados: Raphael Dumaresq, Otávio Ugá (Super 8), coletivo Entremigas e Fabão Correspondente em LA: Aline Pereira Onde: YouTube, Instagram, TikTok e Facebook do AdoroCinema Link da transmissão oficial: https://www.youtube.com/watch?v=04t08KftWR0

Atlético promove leilão solidário para apoiar vítimas das enchentes na Zona da Mata

O Clube Atlético Mineiro lançou a campanha “Galo Solidário: Juntos pela Zona da Mata” para apoiar as vítimas das enchentes que atingiram a região mineira, em fevereiro. Como parte da iniciativa, o Clube promove um leilão beneficente na Play For a Cause — plataforma que utiliza esporte e entretenimento como ferramentas de transformação social — com uma camisa oficial autografada pelo elenco profissional da temporada de 2026. O lance inicial é de R$ 3.200, e os interessados podem participar até o dia 19 de março. Parte da arrecadação será destinada ao Instituto Galo, responsável por repassar os recursos às instituições que atuam diretamente no apoio às vítimas das enchentes na região. Além de levar para casa um item exclusivo do Galo, o vencedor do leilão viverá uma experiência especial: a entrega da camisa acontecerá diretamente no gramado da Arena MRV, em um encontro com Reinaldo, considerado um dos maiores ídolos da história do Atlético.  Para André Georges, fundador e CEO da Play For a Cause, iniciativas como essa mostram como o esporte pode mobilizar pessoas em torno de causas urgentes. “Quando clubes, ídolos e torcedores se unem por um propósito maior, o impacto vai muito além do campo. Esse leilão transforma a paixão pelo Galo em solidariedade real para ajudar famílias que enfrentam um momento extremamente difícil”, afirma. A data da experiência será definida após o encerramento do leilão e não ocorrerá em dia de jogo oficial. Custos de transporte, hospedagem ou outras despesas relacionadas ao deslocamento até Belo Horizonte não estão incluídos e são de responsabilidade do ganhador. Outras informações sobre a ação podem ser obtidas na plataforma da Play For a Cause, no link: https://playforacause.com.br/campanha/galo-solidario-juntos-pela-zona-da-mata. SERVIÇOLeilão: Camisa oficial Atlético Mineiro 2026 autografada pelo elenco + entrega no gramado da Arena MRV com ReinaldoData: até 19 de marçoLance inicial: R$ 3.200Link: https://playforacause.com.br/campanha/galo-solidario-juntos-pela-zona-da-mata

ITSM inteligente redefine o service desk nas empresas brasileiras

Por Luciano Costa, cofundador da Setrion e da Milldesk Help Desk Software A adoção de automação inteligente em plataformas de IT Service Management (ITSM) está transformando a maneira como empresas brasileiras gerenciam seus service desks. Impulsionadas pela necessidade de agilidade e eficiência, organizações de diversos setores estão migrando para soluções em nuvem (SaaS) que incorporam fluxos automatizados. E o momento para isso é propício: o mercado global de ferramentas inteligentes para gestão de serviços de TI projeta crescimento anual de 9,4% até 2028, puxado pelo aumento do volume de chamados, pelo trabalho híbrido e pela pressão por redução de custos e melhor experiência do usuário. No Brasil, essa tendência ganha força com praticamente 97% dos executivos de TI planejando aprimorar seus processos de ITSM no próximo ano, e a automação de fluxos aparece entre as principais iniciativas nesse sentido. Há um movimento claro rumo a service desks mais ágeis, proativos e estratégicos, alavancado por tecnologias de automação – sem depender de menções a inteligência artificial direta – e pela rápida disseminação de plataformas SaaS no país. Automação para resposta mais rápida e precisa Nos modelos tradicionais, a central de serviços atuava de forma majoritariamente reativa – um incidente ocorria, abria-se um tíquete manualmente, e então o problema era encaminhado. Hoje, com o suporte da automação, esse ciclo ficou muito mais dinâmico. Sistemas de monitoramento integrados ao ITSM conseguem detectar falhas e abrir chamados automaticamente, já atribuindo cada incidente ao especialista certo para resolução. Isso elimina atrasos na triagem inicial e garante que os problemas críticos sejam atacados imediatamente, muitas vezes antes mesmo que os usuários percebam. Da mesma forma, solicitações de serviço rotineiras são distribuídas e priorizadas de forma automática, levando em conta a urgência e complexidade de cada pedido – o que acelera as respostas e melhora o cumprimento dos SLAs (acordos de nível de serviço). Analistas do setor apontam que a automação de TI já se tornou prioridade estratégica nas organizações modernas. Esse ganho de velocidade e precisão no atendimento é vital em um cenário onde interrupções podem significar perdas financeiras e operacionais significativas. Cada minuto conta, e fluxos automatizados bem desenhados garantem que nenhum chamado urgente fique esquecido na fila. Outro ponto importante da automação inteligente é a diminuição drástica dos chamados repetitivos. Tarefas corriqueiras – como redefinição de senha, liberação de acesso a VPN ou esclarecimento de dúvidas frequentes – podem agora ser resolvidas sem intervenção humana direta. Muitas empresas implementaram portais de autoatendimento e bases de conhecimento inteligentes, onde os usuários encontram soluções passo a passo ou interagem com chatbots e scripts automatizados. Isso se reflete nos indicadores: em ambientes que adotaram automação no suporte, observa-se uma redução consistente nos tíquetes duplicados, por exemplo, aliviando o volume de trabalho de primeiro nível. Service desk como centro estratégico Ao eliminarem-se tarefas manuais repetitivas e acelerarem-se os tempos de resposta, os líderes de TI estão reposicionando o service desk como uma área estratégica dentro da organização. O suporte técnico automatizado e “inteligente” passa a focar não só em apagar incêndios, mas em prevenir problemas e agregar valor ao negócio. Ferramentas de análise de dados e monitoramento contínuo permitem identificar padrões de falhas, antecipar gargalos e realizar manutenções preventivas de forma proativa. Assim, a TI deixa de atuar somente reativamente e assume um papel de guardiã da continuidade operacional. A própria experiência dos colaboradores internos melhora sensivelmente: com atendimento mais rápido, multicanal e personalizado – viabilizado por integrações de sistemas e fluxos automáticos, os funcionários conseguem resolver suas demandas de TI sem frustrações, mantendo sua produtividade em alta. Isso tem impactos diretos em indicadores organizacionais – downtime menor significa menos interrupções nas atividades de negócio, e um suporte eficiente eleva a satisfação dos usuários internos, contribuindo inclusive para a retenção de talentos e para a imagem da TI perante os stakeholders. Um Service Desk inteligente gera valor para a organização como um todo, garantindo continuidade e confiabilidade nos serviços de TI – elementos fundamentais para qualquer iniciativa de transformação digital. Em última instância, a área de suporte deixa de ser vista como um centro de custo “apagador de chamados” e passa a atuar como agente de inovação, provendo insights (via dados de chamados) para melhorias de processos e alinhando-se às estratégias do negócio. Apostar na automação do service desk não é apenas melhorar um departamento, mas sim fortalecer toda a organização para os desafios da economia digital. E os gestores brasileiros enxergam cada vez mais essa realidade: service desks inteligentes, apoiados por automação de processos, deixam de ser um luxo tecnológico para se tornarem um pilar estratégico indispensável para o sucesso e a inovação contínua das empresas.

TNT Sports anuncia renovação de contrato com produtor de conteúdo e humorista Pedro Certezas

A TNT Sports anunciou a renovação de contrato do humorista, criador de conteúdo e roteirista Pedro Certezas, um dos grandes profissionais formados pela casa. O comunicador integra o quadro de talentos da marca esportiva desde 2015 e é figura central do De Sola, pilar humorístico do grupo de mídia, que conta com mais de 1.6 milhão de inscritos em seu canal no YouTube.   Pedro Certezas foi fundamental para o desenvolvimento de uma linguagem leve e descontraída que combina humor, entretenimento e futebol sob o selo do De Sola. O comunicador compõe o elenco de atrações de sucesso na programação digital da casa, como o viral De Sola a Dez e o Cortes do De Sola. Certezas ainda atua na produção de conteúdos para todas as redes sociais da TNT Sports, que somam cerca de 70 milhões de seguidores.   A renovação de contrato reforça a relevância do profissional no quadro de talentos da casa e consolida sua posição como um dos pilares da atuação digital da marca esportiva no Brasil.    “Estou realmente muito feliz por continuar em casa. A TNT Sports é um lugar onde me sinto querido, tenho total liberdade pra ser quem eu sou de verdade e sou incentivado cada vez mais a ser criativo, sem medo de errar. Que venham mais anos maravilhosos juntos”, destaca Certezas. 

Outdoor estático ou tela inteligente? O que você está deixando de ganhar sem DOOH

O consumidor mudou. A forma como ele anda pela cidade, como desvia o olhar dos cartazes, como reage (ou não) a uma peça publicitária fixa tudo isso se transformou nos últimos anos. O que não acompanhou esse ritmo é o bolso de quem anuncia. Muitas empresas ainda destinam verba para outdoors estáticos sem calcular o que perdem em flexibilidade, em atualização e, sobretudo, em relevância. O problema está na imutabilidade. Um cartaz impresso, instalado por trinta dias em um ponto de ônibus ou em uma empena, comunica a mesma mensagem durante todo o período. Chova ou faça sol. Durante uma promoção relâmpago ou um feriado. Em horário de pico ou na madrugada vazia. O consumidor que passa todos os dias pelo mesmo local simplesmente para de ver o anúncio depois da terceira repetição. O olho humano funciona assim: o que não muda vira paisagem. A migração para o Digital Out-of-Home (DOOH) caracteriza a passagem do impresso para o audiovisual. A tela de LED instalada em um ponto de grande circulação carrega imagem de alta definição e a possibilidade de trocar essa imagem quantas vezes for necessário, no intervalo de segundos, sem custo adicional de impressão, sem logística de troca de lona, sem esperar o próximo período de locação. O OOH (Out-of-Home) é hoje o segundo maior canal de mídia do país, atrás apenas da internet, e atinge 89% da população, segundo a Kantar Ibope Media. O investimento no setor cresceu 40,7% em 2024, com movimentação próxima de R$ 3 bilhões. Dados da BE180 indicam que 29% dos displays de OOH atuais são digitais. Dados do final de 2025 indicam um ponto de equilíbrio no setor: 50% das estruturas digitalizadas e 50% ainda estáticas. O que explica essa curva ascendente é a capacidade de o DOOH entregar algo que o consumidor contemporâneo exige: relevância no momento certo. “Uma marca de café pode anunciar com mais força nos horários da manhã. Uma rede de fast food ajusta a mensagem para o almoço ou para a madrugada. Uma loja de departamento altera a peça publicitária em tempo real se começar uma liquidação ou se o estoque de determinado produto esgotar. A tecnologia permite ainda integração com dados meteorológicos: anúncio de sorvete em dia quente, de chocolate quente em dia frio. O mesmo painel, o mesmo ponto, a mesma verba com resultados diferentes”, descreve Odair Tremante, CEO da Leyard Planar no Brasil e América Latina, a empresa se desataca como líder global na fabricação de painéis de LED e microLED. Há quem olhe para o investimento inicial em painéis de LED e recue. O custo de aquisição e instalação é superior ao da impressão de uma lona. A conta, porém, não pode ignorar o que se ganha em vida útil, em versatilidade e em retorno sobre a verba de mídia. “Uma tela digital elimina custos recorrentes de impressão, transporte e fixação. Encurta o tempo entre a decisão de comunicar e a veiculação efetiva. E, talvez o mais importante, mantém a campanha viva aos olhos de quem passa todos os dias”, acrescenta o especialista. A Leyard Planar tem observado de perto essa transição no Brasil. A empresa participou de projetos que ajudam a visualizar o que o DOOH pode oferecer em termos de impacto e conectividade urbana. No Rio de Janeiro, em parceria com a Movie Mídia, instalou o maior painel de LED Outdoor 3D do país. A tecnologia interage com o espaço e com quem circula por ele. Entre as inovações que a empresa trouxe ao mercado brasileiro está o painel MGS Outdoor Fine Pitch, com pixel pitch de 1,2 mm  o menor já desenvolvido para ambientes externos. O revestimento GOB (Glass on Board) confere resistência a umidade, poeira e variações de temperatura, problemas comuns em instalações urbanas. A durabilidade do equipamento permite que a marca recupere o investimento ao longo dos anos, sem intercorrências técnicas que exijam manutenção frequente. De acordo com Odair, além da resistência física, o DOOH oferece uma camada intangível de valor: a possibilidade de personalização em escala. “A integração com inteligência artificial permite que os anúncios sejam ajustados não apenas por horário ou clima, mas por perfil de público. Câmeras com sensoriamento (respeitando as legislações de privacidade) conseguem identificar faixa etária, gênero e até tempo de permanência diante da tela. Com esses dados, a programação exibida se adapta em frações de segundo para falar com quem está passando ali naquele instante“, afirma o profissional. O consumidor não precisa saber que um algoritmo escolheu aquele anúncio para ele naquele momento. Ele apenas sente que a mensagem conversa com ele. Essa sensação de pertinência é o que transforma uma impressão publicitária em um início de conversa. No Dia do Consumidor (15/3), a reflexão que se levanta às marcas não é tanto sobre o que dizem, mas como dizem. Em um ambiente urbano onde milhares de estímulos disputam a atenção de quem se desloca, a mídia que não se mexe corre o risco de não ser vista. O outdoor parado ainda cumpre sua função, especialmente em locais de passagem forçada, como pontos de ônibus e estações. Mas a pergunta que o profissional de marketing precisa fazer é: será que ele cumpre a função melhor do que uma tela que pode mudar a cada segundo? “A resposta varia conforme o objetivo da campanha, o orçamento disponível e a localização. Resta saber se o anunciante vai acompanhar esse movimento ou se continuará pagando para ver o mesmo cartaz todos os dias, esperando que o consumidor, em algum momento, resolva olhar“, finaliza Odair.

Bob’s celebra a Semana do Consumidor com Milk Shake em dobro

Para celebrar a Semana do Consumidor, o Bob’s lança a campanha “Semana do ConsumiDOBRO”, que transforma um dos produtos mais icônicos da marca em uma experiência ainda mais compartilhável: na compra de um Milk Shake clássico de 300 ml, o consumidor ganha outro. A ação acontece de 16 a 20 de março, nas lojas participantes da rede, e aposta na interação nas redes sociais para liberar o benefício. A dinâmica é simples: para receber o cupom da promoção, o consumidor deve interagir com o post oficial da campanha nas redes sociais do Bob’s e marcar aquele amigo que sempre pede um gole do Milk Shake. Após a interação, o cupom é enviado via mensagem direta (DM) e pode ser utilizado na compra do produto nas unidades participantes. A campanha reforça a proposta de estimular momentos de descontração e compartilhamento entre os consumidores. “Criamos uma ação leve e divertida para incentivar os clientes a curtirem juntos um dos produtos mais clássicos do Bob’s. O Milk Shake faz parte da história da marca e tem tudo a ver com momentos de encontro e celebração”, afirma Felipe Diniz, gerente de marketing do Bob’s. A promoção é válida apenas para compras realizadas nas lojas físicas, não sendo aplicável para pedidos via delivery.

Convocação da Seleção Brasileira é destaque na programação desta segunda na N Sports

Deu Jogo, encontro diário como melhor do esporte, comandado pelo carisma de Wallace Neguerê, começará mais cedo nesta segunda-feira (16), às 15h, para acompanhar as tão aguardadas novidades da convocação da Seleção Brasileira. A repórter Gabi Martins fará entradas ao vivo durante o programa com todos os bastidores diretamente da CBF, onde participará da coletiva de imprensa. O evento ganha importância maior porque é a penúltima convocação na missão em busca pelo Hexa e porque Carlo Ancelotti declarou anteriormente que, salvo alguma exceção, esta convocação já seria do time que ele pretende levar ao Mundial. Os atletas convocados estarão neste mês, nos Estados Unidos, nos amistosos contra a França em Boston (dia 26) e a Croácia em Orlando (dia 31). A N Sports, emissora oficial da Copa do Mundo, em consórcio com o SBT, estará in loco com a repórter Gabi Martins para fazer uma cobertura especial destes dois testes de altíssimo nível, balizadores para a Seleção Brasileira. No estúdio, Neguerê estará acompanhado de convidados para repercutir os nomes escolhidos e preteridos pelo treinador italiano, eventuais surpresas e fazer análises sobre os próximos compromissos da Seleção Canarinho, com a participação do elenco de comentaristas da N Sports. “Este é mais um passo importante da jornada da N Sports rumo à Copa do Mundo. A convocação é aquele momento que esquenta o clima da competição porque mexe com as preferências de cada torcedor. Depois de entrevistar Ancelotti no Sorteio da Copa nos EUA, com exclusividade para a N Sports, volto para mais uma cobertura da Seleção Brasileira neste cenário em que a expectativa é altíssima sobre as chances de retorno de Neymar, quem vai substituir Rodrygo e outras dúvidas que ainda pairam na cabeça do nosso treinador”, destaca Gabi Martins. “A convocação da Seleção Brasileira sempre movimenta o país e desperta grande expectativa entre torcedores, jornalistas e amantes do futebol. Cada nome anunciado gera debate, opiniões e análises sobre o momento dos jogadores e os rumos da equipe nacional. No Deu Jogo, vamos reagir em tempo real à lista de convocados, analisando as possíveis surpresas e o impacto das convocações nos clubes nacionais”, comenta Neguerê

Design e dados juntos: como o CRO pode transformar a performance digital de empresas brasileiras em 2026

O Brasil é um dos países com maior engajamento digital do mundo. Segundo o Digital Report 2026, produzido pela We Are Social em parceria com a Meltwater, o país conta com mais de 170 milhões de usuários ativos na internet e a digitalização de negócios segue em ritmo acelerado. Nesse cenário, cresce entre empresários e gestores o interesse por uma prática já consolidada nos mercados norte-americano e europeu: o CRO, sigla para Conversion Rate Optimization, ou otimização da taxa de conversão. O CRO reúne técnicas e estratégias voltadas a aumentar o percentual de usuários que realizam uma ação desejada em um site ou aplicativo, como comprar um produto, solicitar um orçamento ou preencher um formulário. Em mercados mais maduros, a prática já integra as áreas de produto, growth e tecnologia das empresas. No Brasil, o movimento está em curso e 2026 pode ser o ano em que o CRO deixa de ser novidade e passa a ser estratégia. Para Adriano Valadão de Freitas, designer especialista em UX e CRO com atuação nos Estados Unidos e no Brasil, a adoção da prática responde a uma pressão real do mercado. “O CRO ajuda a criar uma jornada mais assertiva e memorável, com eficiência e inteligência no uso de dados. Diante do aumento do custo de aquisição de clientes e da transformação causada pela busca com IA, otimizar o que já existe torna-se cada vez mais necessário. Mais do que atrair uma grande quantidade de visitantes, é preciso transformar a audiência em resultado”, afirma. O especialista reforça que dados isolados não bastam. Para ele, o CRO só entrega seu potencial máximo quando a análise quantitativa caminha ao lado do design. “Um teste A/B, por exemplo, pode indicar que uma página não está convertendo, mas é o olhar do design que revela o porquê: o botão está em segundo plano visual, a hierarquia da informação está invertida, o call to action compete com outros elementos, e assim por diante. Dados apontam o problema e o design resolve.”, explica Freitas. Nesse sentido, princípios fundamentais de UX e design de interface, como clareza visual, hierarquia tipográfica, e fluxo de leitura, bem como a aplicação de padrões de acessibilidade como uso adequado de cor e contraste, são ferramentas relativamente simples de se implementar e com alto potencial de aumento de receita. Freitas observa que o mercado americano de tecnologia e e-commerce, altamente competitivo, foi o principal laboratório para a consolidação do CRO como disciplina estratégica. “Plataformas digitais nos EUA operam com metas rigorosas de conversão e utilizam ferramentas avançadas de analytics, personalização e inteligência artificial para transformar dados em decisões de melhoria contínua”, explica. “As pequenas e médias empresas, em especial, podem ter resultados muito positivos se replicarem esse movimento. Falta, em muitos casos, saber por onde começar”, completa.

Padaria Brasileira aposta em promoções no aplicativo para aproximar clientes do ambiente digital

A Padaria Brasileira inicia neste mês uma série de ações promocionais em seu aplicativo próprio, movimento que busca incentivar os clientes a utilizarem cada vez mais os canais digitais da rede. As primeiras iniciativas acontecem ainda em março e marcam o início de uma sequência de ativações voltadas aos usuários da plataforma.No Dia do Consumidor, celebrado em 15 de março, os pedidos realizados pelo aplicativo garantem 15% de desconto em todo o cardápio disponível na plataforma. A promoção é válida exclusivamente para compras feitas pelo app.Na semana seguinte, em 21 de março, data em que se comemora o Dia do Pão Francês, a rede promove uma nova ação dentro do aplicativo, com 10% de desconto em produtos selecionados especialmente para a ocasião.Segundo Antônio Henrique Afonso Júnior, diretor geral da Padaria Brasileira, as iniciativas fazem parte de um movimento para ampliar a interação com os clientes também no ambiente digital. “Estamos estimulando o público a explorar cada vez mais o nosso aplicativo, que reúne promoções e facilidades para o dia a dia. Essas primeiras ações ajudam a apresentar essa dinâmica e a aproximar ainda mais os clientes desse canal”, afirma.De acordo com o executivo, a estratégia também prepara o terreno para um novo modelo de relacionamento com os consumidores, que está em desenvolvimento pela rede e deve ser anunciado nos próximos meses.“Somos uma padaria com 72 anos de história e nossa missão é continuar investindo em inovação e relacionamento com os consumidores. A ideia é evoluir gradualmente essa experiência e, em breve, apresentar um programa estruturado de benefícios para quem utiliza nossos canais digitais”, finaliza.Onde encontrarPadaria BrasileiraLoja Vila – Rua Regente Feijó, 325 Vila Assunção – Santo André. Tel: (11) 3262-2207. Todos os dias das 6h40 às 22h10 e delivery das 08h às 21h30Loja Matriz – R. Santo André, 232, Vila. Assunção, Santo André, SP. Tel.: (11) 3757-2277. Todos os dias das 6h40 às 22h20 e delivery das 08h às 20h30Loja Jardim – R. das Figueiras, 664, B. Jardim, Santo André, SP. Tel.: (11) 4437-3545. Todos os dias das 6h40 às 22h10 e delivery das 08h às 20h30Loja Fórum – Av. José Caballero, 189, Vila Bastos, Santo André, SP. Tel.: (11) 4994-1027. Todos os dias das 6h40 às 22h10.Loja Fláquer – R. Dr. Flaquer, 639, centro, São Bernardo, SP. Tel.: (11) 4337-1110. Todos os dias das 6h40 às 22h20 e delivery das 08h às 20h30.Site: www.padariabrasileira.com.brFanpage: www.facebook.com/PadariaBrasileira/Instagram: @padariabrasileira

Americanas lança campanha de Páscoa com Simone Mendes e apresenta novo conceito de experiência em loja

A Americanas lançou essa semana a campanha “Páscoa Americanas, a mais amada do Brasil”, criada em parceria com a Suno United Creators e estrelada pela cantora Simone Mendes e pelo mascote da marca Ameriquinho. O evento não é abordado apenas sob a ótica de preço e produto, mas passa a fazer parte de uma experiência ampliada, que une afeto, conexão com as famílias brasileiras, entretenimento, descoberta e compra. Neste ano, a varejista investe em ativações imersivas e sensoriais, desenvolvidas pela MegaMídia e parceiros da companhia, reforçando o novo posicionamento da Americanas, que passa a tratar a loja como nova praça em todas as iniciativas. E a Páscoa, por sua relevância, é a primeira grande vitrine desse reposicionamento. Segundo Washington Theotonio, CMO da Americanas, a estratégia representa uma mudança profunda na lógica do varejo, uma proposta de virada de chave que sai da visão tradicional de preços e produtos para oferecer uma jornada completa, em que consumidores experimentam, descobrem e, por consequência, compram melhor. “A loja se torna a nova praça, um lugar vivo de convivência e encontro. E isso não é uma escolha estética, mas uma diretriz estratégica que orienta investimento, segmentação, desenho de espaços e curadoria de experiências, para que cada unidade atue como palco de narrativas que combinam entretenimento e conversão”, explica. Nesta nova lógica, a Páscoa vira um programa de família, à semelhança do Natal, quando as famílias vão às compras dos presentes, mas também conferir a decoração e personagens natalinos. “Nesta Páscoa, quem for à Americanas vai viver intensamente a temporada: tirar fotos com o Ameriquinho, brincar, experimentar, registrar e compartilhar, além, é claro, encontrar um enorme sortimento de chocolates e ovos de Páscoa”, destaca. CampanhaOs filmes da campanha apresentam Simone e o Ameriquinho em situações divertidas, com dancinhas e cenas bem-humoradas pensadas para viralizar nas redes sociais durante a temporada. A proposta amplia o território afetivo que conecta gerações à marca ao longo de quase um século, consolidando a Americanas como líder em recall na Páscoa e transformando algumas lojas da companhia em espaços de convivência e construção de memória afetiva — agora peças centrais na jornada de compras do cliente. A campanha contará com 10 filmes para TV, cerca de 350 conteúdos digitais, mídia patrocinada nas redes Instagram, TikTok, X, Facebook e YouTube. Estão previstas oito lives dedicadas ao período, com transmissões simultâneas no Instagram da Americanas e direcionamento para um hotsite exclusivo. O tradicional “Cestaço” nas lojas físicas terá três edições especiais com ofertas focadas na data. O Ameriquinho também ganha vida como protagonista em missões para criadores de conteúdo nas redes sociais. Fora das telas, o personagem irá entreter os consumidores em diversas lojas espalhadas em shoppings do País, com ativações como de caça aos ovos e evento de chegada do coelho. Retail Media e experiências imersivasA Delice, marca proprietária da varejista, lidera a estratégia com presença integrada no ecossistema físico e digital. Nas lojas físicas, a ambientação contará com vitrines adesivadas, totens de aclimatação, pórticos em LED, rádio indoor e ambientações imersivas. Entre as inovações está a parreira digital, uma releitura tecnológica das tradicionais parreiras de ovos de Páscoa — formato cuja primeira montagem no varejo aconteceu nas lojas da Americanas —, transformando fachadas e áreas internas em instalações visuais de alto impacto. A Páscoa 2026 será liderada por uma estratégia robusta de Retail Media que integra ativos físicos, digitais e experiências proprietárias em um ecossistema unificado. “Retail Media deixa de ser compra de inventário para se tornar arquitetura de presença, conectando o digital ao físico com consistência e escala”, afirma Theotonio. “Estamos transformando marcas em protagonistas dentro e fora das lojas”, afirma. A cocriação com a indústria se materializa em ativações exclusivas e inéditas que diferenciam a experiência por marca, consolidando a Americanas como um hub vivo onde branding e sellout caminham juntos. Entre os parceiros está a Mondelez que levará para as lojas do Shopping Interlagos, em São Paulo, e Shopping Bahia, em Salvador, uma store in store da exclusiva da Lacta, com circuito cenográfico sensorial que combina cheiro de chocolate, pórticos e pisos com LED, espaços instagramáveis e ações de live commerce integradas. Apostando em impacto cenográfico, a TopCau levará os paulistanos a uma verdadeira viagem a Paris, com a instalação de uma Torre Eiffel gigante como elemento central da ambientação temática, destacando os ovos de Ladybug e Cat Noir, além da presença dos personagens para interação com as crianças. Já a Sanrio levará para as lojas de alguns shoppings ativações da Hello Kitty, painel instagramável, estátua da personagem e máquinas interativas de foto, ampliando a experiência compartilhável e a presença da marca nas redes sociais. assista ao vídeo da campanha

Cacau Show traz Coelho Chef de volta e amplia investimento em mídia para a Páscoa 2026

 Em uma cozinha que funciona como laboratório de ideias, onde cada receita vira história e cada detalhe tem propósito, o Coelho Chef retorna como protagonista da campanha de Páscoa da Cacau Show, maior rede de chocolates finos do mundo. Pelo segundo ano consecutivo, o personagem conduz a narrativa da marca em um universo de experiências gastronômicas que dá destaque às linhas Dreams, com ovos de recheios marcantes, e aos produtos com brindes de personagens exclusivos. O conceito criativo da campanha foi desenvolvido pela We, que assina também a construção do planejamento de mídia focado o varejo, com desdobramentos ao longo do período. No filme principal, a campanha começa na fábrica mágica da Cacau Show, onde a Páscoa parece surgir diante dos olhos do público. A narrativa então conduz o espectador até o “laboratório” do Coelho Chef, que é o grande mestre das invenções e, ao lado de uma ajudante, passa a revelar as criações da temporada como quem abre uma caixa de surpresas. Entram em cena presentes inspirados em personagens como Ursinhos Carinhosos e Snoopy, itens colecionáveis e presentes que transformam o chocolate em brincadeira, como a mochila com pelúcia, a máquina de bolha de sabão dos Chocomonstros e a pelúcia de dinossauro. Em um momento de humor, a ajudante desaparece e o Coelho Chef assume o protagonismo da cena, antes de o filme se encerrar com a apresentação do portfólio completo da campanha. “A Páscoa é uma data especial porque ocupa um espaço na memória afetiva no consumidor e isso permite uma conexão real da marca com as pessoas. E, para nós é inspirador acompanhar o crescimento da Cacau Show e contribuir para que, juntos, continuemos construindo a maior Páscoa do Brasil.”, afirma Beto Campos Co-CEO da We Para 2026, a Cacau Show reforça a Páscoa como sua data mais estratégica e amplia a presença da campanha na mídia com um investimento 20% maior do que no ano anterior. O plano contempla TV, streaming, mídia out of home (OOH), digital, rádio e cinemas, com a proposta de ampliar alcance, frequência e relevância em diferentes momentos da jornada do consumidor. Além do aumento de mídia, a campanha ganha um olhar de varejo mais dinâmico. A marca passa a trabalhar com filmes modulares, pensados para se desdobrar em diferentes versões ao longo do período, mantendo uma narrativa central, mas abrindo espaço para comunicar novas camadas conforme a demanda do mercado. Isso permite ativar, com agilidade, temas em alta nas redes sociais, ações do programa de experiências Cacau Lovers, estímulos de urgência para produtos próximos de esgotar e convites para compra pelos diferentes canais, incluindo loja, revendedor e ambiente digital. ““A Páscoa é o momento em que a Cacau Show expressa toda a sua capacidade de inovar sem perder a essência da marca. O Coelho Chef representa exatamente isso: nossa criatividade na construção de experiências que vão além do chocolate. Neste ano, ampliamos o investimento em mídia e adotamos uma estratégia modular de comunicação, que nos permite manter a campanha viva e relevante ao longo de toda a temporada, conectando desejo, experimentação e conveniência em diferentes pontos de contato com o consumidor.”, afirma Lilian Rodrigues, diretora de marketing da Cacau Show. A estratégia se conecta diretamente ao portfólio da Páscoa 2026, que reúne 75 produtos e 46 inovações, com opções para diferentes perfis de consumo e ocasiões de presente com itens a partir de R$ 9,99 a criações premium. No filme, além da linha Dreams, o Coelho Chef destaca produtos com forte apelo de presenteável e colecionável, como os ovos que acompanham mochilas com pelúcia (Dinossauros e Bella’s), o Ovo Bolha de Sabão Chocomonstros, o Ovo Pelúcia Ursinhos Carinhosos com LED e o Ovo Pelúcia Snoopy Astronauta, reforçando a proposta de transformar o chocolate em experiência e manter a campanha relevante ao longo de toda a temporada. FICHA TÉCNICA TÍTULO:   CLIENTE: Cacau Show PRODUTO: Páscoa 2026 1a DATA DE VEICULAÇÃO: AGÊNCIA: WeCO-CEO: Fabio Rosinholi CO-CEO: Roberto Campos MANAGING DIRECTOR: Mauricio Almeida CCO: Armando Araújo  DIRETOR DE CRIAÇÃO: Celio Salles CRIAÇÃO: Marcelo Henriques | Cristian Firmino | Rodrigo Pafume | William Makino | Felipe Perles | Roberta Matsunaga | Anderson Kiss | Renato Lucena | Paula Paiva | Polyana Benedicto | Taitê Vieira HEAD DE OPERAÇÕES: Rodolfo Vettore ATENDIMENTO: Victor Malaquias | Juliana Braga GERENTE DE PROJETOS: Rodrigo AbrahãoPLANEJAMENTO: Flavia Campos | Omar Assaf MÍDIA: Luca Lima | Bruna Simões | Manoel Neto | Samuel Correa | Luan Kahil | Pedro Bezerra | Micaela Novais | Gabrielly Stefanie PRODUÇÃO: Mario Vianna e Fábio Vieira MOTION DESIGNER: Victor Fonseca APROVAÇÃO CLIENTE: Alê Costa | Daniel Roque | Lilian Rodrigues | Rafael Altavista Jr. | Samuel Caum | Iris Ferraz | Victor Costa Produtora: NoCandyDiretor de Cena: Adriano AlarconProdução Executiva: Grayce Felix e Juliana LutterbachDireção Criativa: Adriano Alarcon e Lucca MeloniLine Producer: Lili BigatelloMontador: Diego NascimentoDOP: Fernando BertolucciColor Grading: Ian PasqualinoDiretor de Arte: Luize CidadeFigurinista: Fernanda GunutzmanCoord. de Produção: Drielle PaivaAssist. Coordenação: Raissa GonçalvesSecretária de Produção: Ana Paula BentoAssist. Line Producer: Gabriel RufinoAssist. Criativo: Marina RosaDiretor de Produção: Dudu MirandaAssist. Produção: Gustavo Oliveira1º Assist. de Direção: Nills Bonetti2º Assist. de Direção: André Lima1º AC: Parvati Caetano2º AC: Mathias CostaAssist. Set: Ricardinho, Jhon, Oseias e FabianaProd. Elenco: Tamara Pires e Matheus MalaguetaAssist. Arte: Fernanda ZottisProd. Objeto: Mirian AvedissianAssist. Prod. Objeto: Eduardo BuenoContra-Regra: Juliano de BarrosAjud. Objeto: Aroldo Ronconi, Helio da Silva, Bruno de Paula, Felipe Soares, Igor ChavesEfeitos: Bruno StegerCamareira: Jean CarneiroMake Up: Marcely CanaesChefe Elétrica: Arnaldo Shoyama1º Assist. Elétrica: José CruzChefe Maquinária: José Carlos da SilvaOp. de Som: Denis Melito PÓS / VFX: Tribbo VFXDiretor Criativo VFX: Bibinho CarvalhoCoord. VFX: Tato CarvalhoMotion Designer: Fabiano IwasitaSup. VFX / Comp Sênior: Rodrigo Pina3D Lead Artist: Erick BuosiModelador: Alexandre TakeshiRigger: Raul SalesAnimador: Ary Antonio, Fabiano IwasitaTexturas / Lookdev: Thiago Peyon, Erick BuosiGrooming / Lookdev: Erick BuosiLead Grooming Artist: Hasan TawfiqMotion Artist: Fabiano IwasitaI.T Manager: Lucas Pereira Atendimento: Carolina Barros Produtora de Som: Lua NovaDiretor Musical: Thomas RothProdutor Musical: Fred BenuceDiretora de Atendimento: Ana Cristina IzzoFinalizadores: Júlio Brasileiro / Gabriel SchubskyCoordenadora: Adriana Coimbra

Unicharm apresenta marca Sofy ao mercado brasileiro durante a Abradilan

A Unicharm Corporation apresenta ao mercado brasileiro a marca de absorventes femininos Sofy durante a Abradilan, uma das principais feiras do setor de higiene, beleza e bem-estar da América Latina. Criada no Japão, a marca é líder em absorventes femininos em diversos países da Ásia e chega ao Brasil como parte da expansão da companhia na categoria de higiene feminina. No cenário internacional, Sofy ocupa a primeira posição em países como Japão, Tailândia, Myanmar, Vietnã, Taiwan e Indonésia. A marca também mantém presença relevante em mercados como Coreia, China, Singapura, Malásia, Índia, Arábia Saudita e Egito. Esse histórico sustenta a proposta da empresa para o Brasil, baseada em tecnologia desenvolvida ao longo de décadas e foco em desempenho. A comunicação global de Sofy é centrada em alta performance contra vazamentos, tanto para o dia quanto para a noite, com tecnologia de absorção imediata. No Brasil, o portfólio chega estruturado por momento de uso, buscando atender diferentes necessidades da rotina menstrual. Entre os produtos apresentados está o Sofy Dia Seguro, desenvolvido para acompanhar a rotina diária, com deslocamentos, trabalho e estudo. Indicado para fluxo intenso, o absorvente combina absorção rápida, cobertura suave e abas que auxiliam na fixação. Cada embalagem conta com oito unidades. O Sofy Noite Segura foi pensado para o período noturno, quando o tempo de uso é mais prolongado e o fluxo pode se intensificar. Indicado para fluxo muito intenso, o modelo prioriza retenção e estabilidade para ajudar a evitar vazamentos durante o sono. Assim como a versão diurna, possui cobertura suave e embalagem com oito unidades. Já o Sofy Real Frescor amplia a linha com uma proposta diferenciada dentro da categoria. O produto possui ativo refrescante com aroma de hortelã, desenvolvido para proporcionar sensação gelada na região íntima e ajudar a reduzir o desconforto causado pelo abafamento ao longo do dia. Indicado para fluxo intenso, mantém a absorção imediata e estrutura com abas. Com a apresentação da marca na Abradilan, a Unicharm reforça sua estratégia de expansão no Brasil e passa a oferecer ao mercado uma marca com trajetória internacional consolidada. A proposta é combinar tecnologia japonesa, experiência global e adaptação às necessidades das consumidoras brasileiras.

Mercado Livre lidera destaque entre marcas do BBB 26 e Mercado Pago cresce após “quarto secreto”, aponta monitoramento 

O mais recente monitoramento da IMO Insights sobre o Big Brother Brasil 26 mostra que, após a oitava semana de confinamento, o Mercado Livre segue como a marca de maior destaque entre os patrocinadores do programa. De acordo com o levantamento, 49% do público apontam a empresa como a marca que mais se destacou até agora na edição. Na sequência aparece o Mercado Pago, que registrou crescimento expressivo no indicador após a dinâmica do polêmico “quarto secreto”, passando de 33% para 41% das menções. O estudo também aponta que o iFood é atualmente a marca mais conhecida entre as empresas associadas ao reality, com 90% de reconhecimento do público. Mercado Livre e McDonald’s aparecem logo atrás, com 89%, enquanto o Mercado Pago registra 88%. Quando analisado o indicador de intenção de compra, a MRV lidera com 20%, seguida por Mercado Pago e Estácio, ambas com 12%. Entre os indicadores de presença e relacionamento com o público, o Mercado Livre também se destaca como a marca mais associada ao BBB 26, com 68%, além de liderar o índice de preferência de marca, com 28%. McDonald’s aparece em segundo lugar nesse indicador (16%), seguido por iFood (14%) e Nestlé (12%). Uso e presença das marcas – O levantamento também investigou a relação prática do público com as marcas patrocinadoras. Mercado Livre, McDonald’s e iFood lideram o indicador de marcas que o público já usou ou comprou ao menos uma vez, todas com 81%, seguidas pela Nestlé, com 80%. Quando o recorte considera uso atual, Nestlé aparece na liderança com 72%, seguida por iFood (70%), Mercado Livre (65%) e McDonald’s (62%). Outro dado que chama atenção é o crescimento da Super (Cimed), que alcançou 22% de uso atual, seu maior percentual desde o início do monitoramento. No indicador de presença nas redes sociais, Mercado Livre também aparece na liderança, com 81%. McDonald’s e iFood registram 76%, enquanto Mercado Pago soma 75%. Evolução da percepção de marca – Entre os atributos de imagem, algumas marcas registraram evolução relevante ao longo da temporada. O Mercado Pago cresceu 9 pontos percentuais no atributo “facilita a minha vida”, passando de 11% no início do monitoramento para 20%. O iFood também apresentou avanço no mesmo indicador, subindo de 20% para 28%. Mesmo figurando entre as marcas menos lembradas do público, a Ademicon apresentou melhora em atributos de reputação. A percepção de que a marca “facilita a minha vida” passou de 8% para 21%, enquanto o atributo “é confiável” evoluiu de 17% para 26%. Apesar disso, a empresa permanece como a marca menos conhecida do público, com 36% de reconhecimento. Segundo a análise da IMO Insights, embora o público se recorde da Prova do Líder patrocinada pela marca, os indicadores de lembrança espontânea e estimulada ainda estão entre os mais baixos do monitoramento de ações da edição. Já no indicador de rejeição, que mede as marcas que o público afirma que jamais usaria ou compraria, a Betano lidera com 13%, seguida pela TIM, com 8%. Metodologia – A IMO Insights realiza, desde 2022, um monitoramento independente sobre o Big Brother Brasil com o objetivo de analisar a percepção do público em relação ao programa, aos participantes e às marcas patrocinadoras. O levantamento é baseado em pesquisa quantitativa online, com coleta mensal de mil entrevistas realizadas por meio de um painel digital. A metodologia permite acompanhar, ao longo da temporada, tendências de comportamento da audiência, temas que mobilizam a conversa pública e a evolução da imagem dos participantes dentro e fora da casa, além da previsão semanal dos eliminados no paredão.

O baiano tem o molho: Heinz homenageia talento brasileiro durante a temporada do Oscar

 Durante a temporada mais icônica  de Hollywood, as ruas são tomadas por uma frase onipresente: “For Your Consideration” ou ‘’Para sua consideração’’, usada pelos grandes estúdios para angariar votos dos membros da Academia. Este ano, Heinz, marca nº 1 de ketchup no mundo, decidiu usar essa mesma linguagem para fazer uma consideração importante sobre qualidade e talento. Quem passar pela icônica Sunset Boulevard, no coração da West Hollywood, encontrará um billboard com a mensagem: “For Your Consideration: O baiano tem o molho”. A frase faz referência ao bordão que passou a circular nas redes sociais durante a repercussão do filme ‘’O Agente Secreto’’ e de seu protagonista, Wagner Moura, natural da Bahia. Para a Heinz, a conexão foi imediata: “ter o molho” — expressão usada para definir quem tem algo especial e autêntico — reflete o mesmo padrão de excelência que a marca aplica aos seus produtos.  “Heinz é reconhecida globalmente por sua qualidade superior e por ser o ‘molho’ que eleva qualquer experiência. Quando o público começou a dizer que ‘o baiano tem o molho’, vimos a oportunidade perfeita de unir o nosso DNA ao orgulho nacional”, afirma Thiago Lopes, CMO da Kraft Heinz Brasil. “Transformar essa expressão em uma homenagem próxima ao Dolby Theatre foi uma forma leve e brasileira de destacar o talento do país e reforçar o território mais icônico da marca.” Ao levar a expressão para a região do Dolby Theatre, onde se concentram as campanhas da temporada de premiações, Heinz transforma a brincadeira em uma homenagem bem-humorada que conecta o orgulho brasileiro ao universo da marca. “O Oscar é um dos momentos mais emblemáticos da cultura pop global. A gente quis brincar com um formato clássico da temporada de premiações para fazer uma consideração bem brasileira: reconhecer um talento que está conquistando o mundo com uma expressão que nasceu da nossa cultura’’, diz Marie Julie Gerbauld, Chief Creative Officer da DAVID.  FICHA TÉCNICA: Agência: DAVID Campanha: O MOLHO DO BAIANOCliente: Kraft Heinz Produto: Ketchup  Partner, Global CCO: Pancho Cassis Global COO: Sylvia Panico CCO: Marie Julie Gerbauld Diretor de Criação Executivo: João Gandara Diretor de Criação: Guilherme Manzi e Mario Morais Criação: Pedro Gattringer, Guilherme Prado e Matheus Santos Atendimento: Tom Gil, Cacá Franklin, Karen Sousa, Maju Ficher Produção: Fernanda Peixoto, Mariana Marinho, Amanda Santos  Arte Final: Victor Peccia Revisão: Ava Silva Planejamento: Carolina Silva, Rafael Prieto, Sabrina Santos Mídia: Raoni Oliveira, Filipe Machado Data Intelligence: Daniel Nobemassa Global PR Director: Sandra Azedo Aprovação Heinz: Thiago Lopes, Lariane Duarte, Thaís Correa, Fernanda Rubião e Bianca Gasparetto Produção: Motion: Md Filmes Fotografia: Luiza De Moraes Campos

O falso mito da produtividade está travando o B2B de autopeças

Por Rafael Calixto, CEO da Zydon e especialista em vendas B2B* No B2B de autopeças, agendas lotadas, telefone tocando o dia inteiro e notificações constantes no WhatsApp costumam ser vistos como sinônimo de produtividade. A sensação é de movimento permanente, mas movimento não é, necessariamente, avanço. Em muitos casos, essa rotina intensa mascara um problema estrutural, em que o tempo do vendedor é consumido por tarefas operacionais que pouco contribuem para crescimento, margem ou fidelização estratégica. O desvio começa quando o vendedor se transforma no principal canal para pedidos recorrentes e previsíveis. Ele confere códigos, repete preços, registra solicitações, calcula descontos já tabelados e responde dúvidas básicas que poderiam estar organizadas em processos claros. Segundo a McKinsey & Company, equipes comerciais B2B podem gastar até 60% do tempo em atividades operacionais quando não contam com fluxos estruturados e automação adequada, um dado que ajuda a dimensionar o tamanho da distorção. No setor de autopeças, essa realidade é ainda mais sensível, já que se trata de um mercado com alto volume de unidades de manutenção de estoque, recorrência de pedidos e grande pressão por preço e prazo. O profissional que deveria analisar o giro da carteira, identificar oportunidades de venda adicional, negociar melhores condições e desenvolver contas estratégicas acaba atuando como um “balcão humano”, resolvendo urgências em vez de construir crescimento sustentável. O resultado é um paradoxo perigoso, em que o time trabalha muito, mas o crescimento não escala na mesma proporção. Negociações estratégicas ficam para depois, clientes com potencial de expansão recebem pouca atenção e o aumento de ticket médio ocorre mais por inércia do que por planejamento. A empresa cresce em volume, mas não necessariamente em qualidade de receita. Outro efeito colateral é a dependência excessiva da figura do vendedor. Quando ele não está disponível, o pedido atrasa; quando entra de férias, a operação perde ritmo; se sai da empresa, parte do histórico e do vínculo com o cliente vai junto. A estrutura se fragiliza e o mercado percebe. Em ambientes competitivos, essa vulnerabilidade abre espaço para a troca silenciosa de fornecedor. Há ainda um impacto menos visível, em que se a maior parte da energia do time está concentrada em tarefas de baixo valor agregado, sobra pouco espaço para abrir novas frentes, mapear oportunidades regionais ou estruturar estratégias de expansão. O crescimento passa a depender quase exclusivamente da carteira atual, limitando o ganho de participação de mercado. Redefinir o papel do vendedor passa a ser necessidade estratégica, em que pedidos simples e recorrentes podem seguir fluxos padronizados, com regras comerciais aplicadas e validações integradas, preservando o contato humano para momentos decisivos. O vendedor deve atuar onde realmente gera valor: negociação complexa, orientação técnica, gestão de contas-chave e desenvolvimento de relacionamento de longo prazo. O cliente B2B valoriza autonomia, previsibilidade e agilidade. Quando consegue consultar disponibilidade, verificar condições comerciais e formalizar pedidos de forma organizada, a experiência melhora e a confiança aumenta. A tecnologia, nesse contexto, não substitui o relacionamento; ela elimina ruídos que desgastam a operação e liberam espaço para conversas mais estratégicas. Portanto, vender envolve estratégia, leitura de mercado, capacidade de negociação e visão de crescimento sustentável. Empresas que estruturam processos e liberam o time comercial do excesso operacional ganham escala com consistência, protegem margens e reduzem riscos. As que confundem movimento com resultado podem até continuar ocupadas, mas seguirão desperdiçando o ativo mais caro da operação: o tempo comercial. *Rafael Calixto é especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon.

Categorias