A bolha da inteligência artificial e a repetição de um velho erro do mercado
Por Fernando Baldin, Country Manager LATAM da AutomationEdge Toda grande transformação tecnológica carrega um paradoxo, onde ao mesmo tempo em que é inevitável, também é superestimada no curto prazo. A inteligência artificial parece ter chegado exatamente a esse ponto, e não porque seja frágil ou passageira, mas porque foi elevada cedo demais à condição de destino incontornável. A pergunta, portanto, não é se a IA é relevante, isso já está resolvido. A pergunta mais honesta é se o mercado está conseguindo separar infraestrutura de euforia, valor real de narrativa, e resultado concreto de promessas bem embaladas. A história oferece um paralelo para esse cenário, onde no final do século XIX, as ferrovias simbolizavam o futuro e investir em trilhos significava apostar no progresso. O problema é que em determinado momento, deixou de importar onde os trilhos levavam, bastava que existissem. Linhas foram construídas sem demanda, empresas surgiram sem modelo de negócio sustentável e métricas equivocadas passaram a definir sucesso, como quilômetros instalados e não passageiros transportados. Hoje, o discurso é outro, mas o padrão se repete com modelos maiores, mais parâmetros e mais tokens processados. Métricas técnicas sofisticadas, porém, muitas vezes desconectadas do impacto operacional. Assim como no passado se media o progresso pela extensão da malha ferroviária, agora mede-se inovação pela escala do modelo, não pelo resultado entregue. Apenas em 2024, investimentos globais em startups de IA alcançaram cerca de US$ 110 bilhões, conforme uma análise da Dealroom, plataforma de dados e inteligência. Esses investimentos foram concentrados majoritariamente em iniciativas ainda precárias, com ciclos de retorno pouco claros. Ao mesmo tempo, vimos que uma parcela das empresas que iniciaram projetos de IA em larga escala não conseguiu avançar do piloto para a produção de forma consistente. Esse gargalo raramente é tecnológico, é econômico, organizacional e operacional. Esse descompasso não invalida a tecnologia, ao contrário, assim como a bolha das ferrovias estourou, investidores perderam dinheiro, empresas desapareceram e, ainda assim, os trilhos permaneceram e se tornaram infraestrutura crítica para o crescimento industrial das décadas seguintes. O mesmo tende a acontecer com a inteligência artificial. O risco maior não está na eventual correção de mercado, mas no psicológico que acompanha o auge de qualquer bolha, que é o medo de ficar para trás. Quando o discurso se torna “se você não adotar agora, ficará irrelevante”, a racionalidade cede espaço à pressa e decisões estratégicas passam a ser tomadas com base em ansiedade, não em análise. Nesse ponto, algumas perguntas deveriam anteceder qualquer grande iniciativa em IA, como: existe demanda real para essa aplicação ou estamos forçando um problema para justificar a solução? O retorno sobre investimento é mensurável ou apenas projetado em apresentações? O custo computacional, energético e operacional conversa com o benefício esperado? Há governança suficiente para lidar com riscos, como erro sistêmico, alucinação de modelos e impactos regulatórios? Ignorar essas questões é colocar trilhos onde não há rota. É nesse ambiente de pressão que se forma a diferença entre quem usa IA como adereço estratégico e quem a incorpora como vantagem estrutural. As organizações que atravessam bolhas com maturidade são aquelas que tratam a tecnologia como meio, não como fim, conectando IA a processos claros, indicadores objetivos e decisões de negócio concretas. Entendendo que automação inteligente não é sobre substituir tudo, mas sobre orquestrar melhor o que já existe. A inteligência artificial vai, sim, redefinir operações, produtividade e modelos de decisão, mas não da forma mágica que muitas narrativas sugerem. Assim como os trilhos que realmente prosperaram foram aqueles conectados a cidades, indústrias e pessoas, a IA que sobreviverá será a que estiver conectada a problemas reais, métricas claras e resultados sustentáveis. Fernando Baldin é Country Manager LATAM na AutomationEdge, com mais de 25 anos de experiência nas áreas de Gerência Comercial, Recursos Humanos, Inovação e Operações. Ao longo de sua trajetória, liderou iniciativas estratégicas de transformação organizacional em empresas de grande porte. Conta com diversas certificações de alto nível, como ITIL V3 Expert, ITIL Manager e HDI KCS, além de atuar como membro do conselho consultivo estratégico do Help Desk Institute.
Collab entre PopCorn e Nutty Bavarian elevam o mercado de alimentos premium
PopCorn Gourmet, marca reconhecida por transformar pipoca em experiência gastronômica, anuncia uma collab especial com a Nutty Bavarian, referência em castanhas premium e sabores sofisticados. A parceria une criatividade, qualidade e indulgência em uma linha exclusiva que promete conquistar os amantes de doces gourmet. Os sabores estarão disponíveis em versões de pipocas caramelizadas e pipocas cobertas por caldas irresistíveis de leite Ninho, chocolate e pistache, todas combinadas com as já famosas castanhas da Nutty Bavarian, que agregam textura, sabor e sofisticação aos produtos. Os preços das pipocas caramelizadas variam entre R$ 30 e R$ 50. Já as pipocas cobertas com calda custam entre R$ 40 e R$ 60, de acordo com o tamanho e a combinação escolhida. Para Elaine Moura, CEO da PopCorn Gourmet, a collab reforça o posicionamento da marca em inovar e surpreender o consumidor. “As collabs são uma forma poderosa de unir propósitos, somar expertises e criar experiências únicas para o público. Quando encontramos marcas que compartilham dos mesmos valores de qualidade e criatividade, o resultado vai muito além do produto — ele se transforma em conexão com o consumidor”, explica. A CEO da Nutty Bavarian, Adriana Auriemo, diz que a marca sempre está aberta para compartilhar seus produtos com marcas comprometidas com o consumidor e empenhadas em inovar produtos que surpreendam o seu paladar. “A ideia de unir forças com a PopCorn surgiu da vontade de inovar e criar experiências inéditas para os consumidores. Nunca colocamos nossas nuts em pipocas. Esse doce mostra que as combinações são infinitas”, afirma. As duas executivas concordam que a collab eleva a pipoca a um novo patamar e reforça a tendência de collabs no mercado de alimentos premium. A parceria entre PopCorn Gourmet e Nutty Bavarian não tem data para acabar e os produtos podem ser encontrados nos quiosques da PopCorn em todo Brasil.
É a Bahia: Beats inova no Carnaval e leva line-up 100% baiano à Torre Beats Salvador
Pelo quarto ano consecutivo, Beats, marca de drinks prontos da Ambev reconhecida por inovar a cada edição no Carnaval, marca presença em Salvador com a Torre Beats e, em 2026, dá o play com Kannalha, que se apresenta na quarta-feira, dia 11, abrindo uma edição histórica do espaço. Pela primeira vez, a programação do palco será formada exclusivamente por artistas baianos. Além da agenda musical gratuita ao lado do Farol da Barra, a marca também apresenta Beats Green Mix, novo sabor do portfólio de Ready to Drink (RTD). Já consolidada como um dos pontos de encontro do Carnaval, a Torre Beats retorna em 2026 reunindo milhares de foliões em um dos cenários mais icônicos da cidade. A aposta em um line-up 100% baiano reforça a presença da marca no território e valoriza artistas que movimentam a cena local e fazem a trilha sonora da folia. Ao longo dos dias de Carnaval, o público acompanha uma curadoria que reflete a diversidade da música feita na Bahia, passando por ritmos como pagodão, pop, eletrônico, afrobeat e sons urbanos contemporâneos. Sobem ao palco nomes como Chamusca, RDD, Sammy Dreams, Karmaleoa, Uel, Libreana, Diggo, DJ LA, DJ Gueri, Grav na Nave, AfroBapho e Gabi Nilo, reunindo diferentes estéticas, linguagens e gerações. Experiências que conectam Mais do que um espaço de shows, a Torre Beats funciona como uma plataforma de experiências que conecta música, comportamento e celebração, dialogando diretamente com o público jovem adulto e ampliando momentos de consumo ligados ao Carnaval. Essa conexão entre cultura e experiência também se reflete no lançamento de Beats Green Mix, novo sabor da marca de Ready to Drink (RTD) da Ambev. Inspirado no frescor das frutas verdes, o produto amplia o portfólio da marca e acompanha a preferência do público por bebidas mais doces, leves e refrescantes, especialmente em ocasiões como o esquenta, a música e os encontros típicos da folia. Com essa edição da Torre Beats, a marca reafirma seu papel na interseção entre música, cultura e experiências, celebrando o Carnaval de Salvador com identidade, atitude e muito play.
Tecnologia no agro acelera performance comercial e multiplica ROI de campanhas em 35x
A Axia Agro, uma das maiores redes de insumos agropecuários do Brasil com mais de 60 lojas distribuídas nacionalmente, alcançou resultados expressivos na performance de sua operação comercial após automatizar o cálculo de comissões e incentivos com a plataforma da SplitC, especializada em tecnologia de remuneração variável. Com a nova solução, o tempo de apuração de comissões caiu de seis dias para apenas duas horas, a equipe envolvida no processo reduziu de 18 para uma pessoa, e campanhas de incentivo viram o retorno sobre investimento saltar de 2% para 700%, um aumento de 35 vezes no ROI. Com presença estratégica no agronegócio, setor crucial da economia brasileira, e investida pelo Pátria Investimentos, a Axia Agro enfrentava gargalos de eficiência e falta de transparência na gestão de remuneração variável, com cálculos manuais em planilhas e uma janela de visibilidade de 30 dias para os vendedores. A automação promovida pela SplitC trouxe visibilidade quase em tempo real para mais de 700 vendedores, fortalecendo a confiança, a motivação da força de vendas e o engajamento com metas. Segundo Gabriel Segers, Co-Founder & CEO da SplitC, a adoção de tecnologia e dados tem sido cada vez mais determinante para a gestão comercial no agronegócio: “Ao integrar nossa plataforma com as bases de dados da Axia Agro, conseguimos não apenas acelerar processos imprescindíveis, mas transformar dados em insights acionáveis que impulsionam performance e receita.” Leandro Pereira, Diretor de Gestão e Transformação Digital da Axia Agro, reforça o impacto da iniciativa: “O processo era 100% manual, com muitos erros e reclamações. Hoje conseguimos medir o impacto real de cada campanha, e cada R$1 investido em premiação nos trouxe R$40 de receita.” O agronegócio brasileiro tem vivido um ciclo de digitalização acelerada na gestão comercial para enfrentar desafios de escala, competitividade e atração de talentos. Estudos apontam que empresas que adotam automação de remuneração variável conseguem reduzir retrabalho e aumentar a transparência, fatores que se refletem diretamente no desempenho do time de vendas e nos resultados financeiros da operação. Além dos ganhos operacionais, como automação de regras complexas de comissão, integração com múltiplas bases de dados e dashboards de acompanhamento, a parceria entre Axia Agro e SplitC destaca-se também pela capacidade de testar modelos de incentivo e mensurar retornos em tempo real, o que abre espaço para estratégias mais ousadas e eficazes de motivação comercial. Sintetizando a transformação vivida pela Axia Agro ao combinar dados, tecnologia e propósito comercial, Pereira concluiu que a tecnologia deixou de ser um custo para ele e, hoje, é um investimento que traz retorno direto e comprovado no negócio.
Logística do e-commerce: a competitividade acima de tudo
Por Caroline Brasil A partir de 2020, com a pandemia, o perfil do consumidor brasileiro passou por uma mudança substancial: adotou as compras pela internet e delivery em seu dia a dia. Em 2024, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, chegou ao maior volume envolvido: 230 bilhões de reais. Atrativo o suficiente para as empresas se dedicarem a esse canal de vendas e distribuição. Para atender a essa nova demanda do consumidor foram necessárias algumas adaptações: canais de atendimento, disponibilidade de produtos e, principalmente, eficiência logística. No que se refere a logística, há algumas particularidades envolvendo o e-commerce, que podem garantir o sucesso junto ao consumidor ou o fracasso da marca. Vou abordar três aspectos fundamentais: tecnologia envolvida na operação, entrega eficiente e custos mínimos. É importante entender como trabalhar cada um deles: a tecnologia está direcionada desde o site ou aplicativo de divulgação dos produtos, que precisa ser intuitivo, amigável e preciso em relação às disponibilidades. Esse é um desafio enorme para as operadoras logísticas, pois a organização do estoque deve ser em tempo real para não se correr o risco de disponibilizar mais do que se tem. Soma-se a isso a rastreabilidade da entrega. O consumidor quer acompanhar exatamente onde seu produto está, quando chega, o quanto percorreu, mas, para isso o processo deve estar totalmente rastreável e online, dependendo inclusive de acesso à internet no trajeto. O segundo aspecto importante diz respeito à entrega eficiente. Muitas empresas têm optado por utilizar o serviço de grandes market places como Amazon, Mercado Livre ou Shopee. Essas empresas possibilitam duas formas de se trabalhar com o estoque as quais agilizam o processo de entrega: Fulfillment ou Dropshipping. O Fulfillment é um modelo em que o vendedor é dono do estoque, que fica armazenado no centro de distribuição do marketplace, o qual também se responsabiliza pela entrega, exigindo investimento inicial médio, mas oferecendo entrega rápida, alto controle de qualidade e grande escalabilidade. Já o Dropshipping é um modelo em que o fornecedor mantém o estoque, realiza a entrega diretamente ao cliente e exige investimento inicial muito baixo, porém com menor controle de qualidade e prazos de entrega que podem ser mais longos, especialmente em operações internacionais. A infraestrutura brasileira já consegue atender ambas as situações em algumas regiões, como no sul e no sudeste, principalmente próximo às capitais. No entanto, o desafio ainda é grande em investimentos para que o país seja atendido de maneira continental. Uma das opções seria o uso dos Correios, o qual está presente em todas as regiões brasileiras, com mais de 15.000 unidades, de acordo com o Ministério das Comunicações. Contudo, o investimento também é necessário, já que a competitividade atual dos Correios para realizar as entregas de mercadorias é aquém a das demais empresas, não podendo competir em relação ao prazo de entrega ágil como as demais. Por fim, o terceiro aspecto envolve a operação com os menores patamares de custo. Esse é um desafio, já que há muitas opções de frete grátis para o consumidor e a empresa acaba arcando com esses custos, sem poder discriminar diretamente no valor da venda. A solução muitas vezes passa por contratos de longo prazo e altos volumes, permitindo ganho de escala na redução do frete. A pulverização de estoques em pequenos hubs urbanos ajuda, assim como o uso de formas de transportes a valores reduzidos como bicicletas, especialmente para as entregas de última milha. Ao realizar uma compra por e-commerce, lembre-se de todo o planejamento que acontece anteriormente para que você, cliente, fique satisfeito e receba os produtos na comodidade do seu endereço. Afinal, esse é o principal objetivo das empresas: sua satisfação e que novas compras sejam realizadas em breve! (*)Caroline Brasil é doutora em Sustentabilidade Ambiental e Urbana e coordenadora dos cursos de pós-graduação das áreas de Logística, Inovação e Qualidade no Centro Universitário Internacional Uninter.
A força do independente em um mercado em transformação
Por Fabio Tramontano Como sócio de uma agência independente e alguém que já fundou três agências e vive esse mercado há duas décadas, eu tenho acompanhado de perto uma mudança estrutural bem clara no setor de comunicação no Brasil. E não é só sobre crescimento de números. O que está acontecendo é uma transformação real na forma como o mercado funciona: como as decisões são tomadas, como as relações se constroem e como clientes, agências, veículos e produtoras se conectam no dia a dia. Os números ajudam a dimensionar esse cenário. Em 2024, o mercado brasileiro movimentou R$ 26,3 bilhões em compra de mídia, com crescimento de 12,17% em relação ao ano anterior. Considerando o setor como um todo, estamos falando de algo em torno de R$ 88 bilhões. Ao mesmo tempo, entre 2020 e 2023, surgiram mais de 6.500 novas agências, levando o Brasil a cerca de 22.600 empresas ativas em comunicação. E um dado chama atenção: aproximadamente 93% dessas empresas são pequenas e médias agências, ou seja, o motor desse ecossistema está justamente no independente. Esse contexto revela algo maior do que um movimento pontual. A publicidade brasileira está passando por uma descentralização de verdade. O crescimento do número de boutiques e independentes, a força de iniciativas como o Círculo das Agências Independentes e até a presença cada vez mais frequente dessas agências em painéis e discussões internacionais, como em Cannes, não são coincidência nem efeito colateral. São consequência direta dessa nova dinâmica que vem se consolidando. É claro que o mercado está desafiador. A complexidade do ecossistema aumentou. São mais canais, mais dados, mais tecnologia e menos tempo para decidir. A pressão por eficiência e resultados mensuráveis também cresceu, muitas vezes em ciclos curtos demais para o tamanho das ambições das marcas. E, ao mesmo tempo, grandes estruturas seguem operando com modelos engessados, que dificultam respostas rápidas em um cenário cada vez mais instável e volátil. Só que, junto com isso, existem oportunidades muito claras aparecendo para quem sabe ler o momento. As marcas estão buscando parceiros, e não apenas fornecedores. Querem proximidade, visão estratégica, senioridade real na tomada de decisão e velocidade na execução. Quem conseguir equilibrar criatividade, dados e relacionamento humano tende a aproveitar bem essa fase. É aí que as agências independentes ganham ainda mais relevância. Coisas que, por muito tempo, foram tratadas como “tradicionais”, como proximidade, senioridade e agilidade, voltaram a ser diferenciais estratégicos. A proximidade porque o cliente fala com quem decide, sem camadas excessivas, nem filtros políticos. A senioridade porque os sócios, de fato, estão envolvidos no dia a dia do trabalho e não apenas aparecendo no discurso comercial. E a agilidade porque as decisões acontecem na mesa, e não em comitês globais, fluxos intermináveis ou calls que não acabam. Esse tripé é mais natural em estruturas independentes porque a tomada de decisão está concentrada em quem está na linha de frente, e não diluída dentro de um grupo multinacional que, muitas vezes, responde a interesses distantes da realidade local. No campo criativo, isso também faz diferença. Agências independentes costumam operar com menos ruído interno e mais foco no problema real do cliente, o que abre espaço para experimentação, risco calculado e soluções menos padronizadas. E a inovação, nesse cenário, não está só em tecnologia de ponta ou ferramentas mirabolantes. Ela aparece principalmente na capacidade de conectar estratégia, cultura e execução com leitura fina do comportamento local, sem perder de vista o que realmente gera impacto no negócio. Muitas boutiques brasileiras têm se destacado justamente por isso: ideias simples, bem executadas e com resultado concreto. Não por acaso, campanhas independentes vêm ganhando espaço em premiações e, mais importante ainda, mostrando consistência para marcas de médio e grande porte. Para o cliente, os ganhos são bem práticos. Existe mais atenção e personalização, menos perda de contexto entre briefing e entrega, mais coerência estratégica no longo prazo e relações mais transparentes com veículos e produtoras. E ainda tem um ponto de risco que muita gente ignora: a dependência de estruturas gigantes, onde contas podem ser redistribuídas, fundidas ou deslocadas sem que o anunciante tenha controle sobre isso. O caso recente da Omnicom, com redistribuição de contas e reorganização de marcas, agências e lideranças, escancarou essa lógica. Em grandes grupos, decisões estratégicas frequentemente seguem uma lógica financeira e global, que nem sempre está alinhada às necessidades específicas de cada marca. Para os clientes, isso pode significar perda de histórico, troca de equipe, mudança de cultura criativa e até conflitos de interesse. O peso que cada conta passa a ter dentro dessa nova configuração do grupo nem sempre corresponde à sua importância estratégica para o anunciante. E isso, na prática, reforça o valor do independente: relações mais estáveis, visão de longo prazo e menos exposição a decisões corporativas que não consideram o impacto direto no negócio do cliente. No fim das contas, o mercado publicitário brasileiro está mais pulverizado, mais diverso e, de certa forma, mais humano. Em meio à automação, tecnologia e escala, cresce o valor das relações próximas, de decisões rápidas e de liderança presente. As agências independentes deixaram de ser só uma alternativa e passaram a ser, cada vez mais, uma resposta natural ao que o mercado exige hoje. Valorizar esse movimento é fortalecer um ecossistema mais equilibrado, criativo e sustentável para clientes, profissionais, veículos e produtoras. Talvez a maior inovação desse momento seja justamente uma bem simples: voltar a colocar as pessoas e não apenas os processos no centro das decisões. *Fabio Tramontano é sócio e cofundador da W+E, agência independente e full service focada em construção e posicionamento estratégico de marcas, que nasceu em 2022 para otimizar processos, livre de burocracias e compreendendo a alta performance da comunicação como resultado da proximidade dos sócios com os clientes, desde a estratégia até a execução.
SECOM lança Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio e apresenta campanha de mobilização nacional
A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM) lança, no dia 4 de fevereiro, o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, um compromisso permanente do Estado brasileiro para o enfrentamento à violência contra meninas e mulheres, em suas diferentes formas e manifestações. O Pacto estabelece um compromisso integrado entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para enfrentar a violência letal contra mulheres, com ações voltadas à prevenção, à proteção, à responsabilização dos agressores e à garantia de direitos. A iniciativa, que conta com campanha de mobilização desenvolvida pela agência Calia, mobiliza ainda estados, municípios e a sociedade civil para uma atuação integrada, contínua e coordenada pela proteção da vida das mulheres. Como parte das ações de comunicação do Pacto, a campanha “Brasil Contra o Feminicídio” amplia o debate público e estimula o engajamento social, evidenciando que o enfrentamento ao feminicídio exige envolvimento coletivo e responsabilidade compartilhada. O filme da campanha ocupa posição central nessa narrativa ao propor uma abordagem que destaca o papel ativo dos homens na prevenção e na denúncia de abusos e agressões. Ao deslocar o foco exclusivo da vítima, a peça chama o público masculino a romper o silêncio e agir diante de contextos de risco, reconhecendo que o feminicídio é resultado de um ciclo contínuo de práticas violentas que se constroem ao longo do tempo. As cenas retratam ambientes comuns, tais como casa, trabalho e espaços de convivência, evidenciando como essas práticas se manifestam de forma recorrente nas relações sociais. Ao expor essa realidade, muitas vezes naturalizadas, a campanha contribui para ampliar a consciência social e incentivar mudanças de comportamento alinhadas aos princípios do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio. “A campanha foi concebida para dialogar com um esforço mais amplo e estruturante do Estado brasileiro no enfrentamento ao feminicídio. A comunicação convoca os homens a reconhecerem seu papel na interrupção de ciclos de violência que se constroem no dia a dia”, afirma José Augusto, vice-presidente da agência Calia. O filme principal ressignifica a canção “Maria da Vila Matilde”, de Douglas Germano, eternizada na voz de Elza Soares, transformando a letra em falas masculinas presentes em situações do cotidiano. A escolha funciona como um recurso simbólico para reforçar que atitudes simples, como intervir, impor limites e denunciar podem interromper esses ciclos antes que se tornem irreversíveis. Com início em 5 de fevereiro e desdobramentos ao longo do mês de março, mês dedicado às mulheres, a campanha será exibida em televisão, cinema, mídia exterior e meios digitais, incluindo redes sociais, com cobertura nacional. A iniciativa integra a estratégia de comunicação do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio e busca mobilizar a sociedade na construção de um país mais seguro para as mulheres. Confira o filma completo aqui: FICHA TÉCNICA Agência: CALIA Y2 Cliente: SECOM/ PR Campanha: Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio Direção-Geral de Criação: Geisa Lopes Direção de Criação: Paulo Fernandes, Maurício Oliveira, Alexandre Ferro e Cícero Fraga Head of art: Bruno Lima Criação: Ludimila Ventura, Livia Roma, Geisa Lopes e Paulo Fernandes Direção Executiva e Geral de Atendimento: Claudia Lassance Atendimento: Samir Augusto, Letícia Fekete, Aline Souza e Ludmila Queiroz Atendimento Digital: Juliana Vasconcellos Mídia/BI: Milena Lima, Mayko Chaves, Luana Pessoa, Alaine Santos, Felipe Pereira, Vinicius Menezes, Lucas Germano, Marcos Alencar, Alexandre Maluf, Yussef Hagge e Gracielly Lemos. Planejamento: Analuiza Kazniakowski, Isabel Aquino, Liana Bonaccorsi, Cezar Pinheiro e João Pinheiro Planejamento e Conteúdo Digital: Lucas Mansur, Camila Batista, Camila Beatriz e Regina Arruda Conteúdo Digital: Diego Matos, Lucca Farinasso, Ari Neto, Alessandro Resende, Marcela Silva, Débora Freitas, Guilherme Paiva e André Oliveira. Diretor de Produção: Marcos Araújo Produção gráfica e RTV: Fernanda Machado, Adriana Berquó, Tamiris Monroe, Edson Lima e Camilla Santos Arte-final: Antônio Elias, Suzana Daniel e Mardelson Carmo Revisão de Textos: Magda Carlos Aprovação: Tiago César, Samantha Marchiori, Matheus Fernandes, Cátia Siqueira e Rejane Braga Período: Fevereiro e Março de 2026 Produtora de vídeo: Maria Quitéria Filmes Diretor de Cena: Ana Barcellos Diretora de Fotografia: Luísa Dali Diretor Executivo: Márcia Guerra Atendimento: Bheatriz Hemerly e Lorena Tornis Diretor de Produção: Jeferson Veloso, Manu Tavares Produção: Simone Cavalcante Diretor de Arte: Luana Oliveira Coordenador de Pós-Produção: Érica Grego e Michele Rodrigues Montagem: Natacha Vassou Finalizador: Vanessa Miranda VFX: Natália Miranda 1ª Assistente de Direção: Paola Veiga 2ª Assistente de Direção: Laura Balaban Figurino: Lidia Queiroz Color: Suh Rocha Produtora de Áudio: Elos Estúdio Diretor e Produtor Musical: Dito Martins & Flávio Morgade Coordenação de Produção: Dito Martins, Flávio Morgade e Flávio Souza Sound Design: Flávio Morgade e Flávio Souza Mixagem e Finalização: Flávio Souza
TV Brasil Internacional amplia programação e estreia novos conteúdos a partir desta segunda
A partir desta segunda-feira (9), a TV Brasil Internacional amplia a sua programação com novos títulos na grade. As novidades incluem o reforço do jornalismo, programas culturais, de empreendedorismo e atrações voltadas ao público infantil. Com essa renovação, o canal público reafirma seu papel como vitrine da produção audiovisual brasileira, promovendo informação confiável, representatividade e conteúdos que fortalecem o vínculo do Brasil com o mundo. Entre os destaques está o Repórter Brasil Tarde, telejornal vespertino da TV Brasil e que passa a ser exibido também no canal internacional, ao vivo, às 12h45. Apresentado por Luciana Barreto, a estreia potencializa a oferta de jornalismo na emissora com análise, contextualização e as principais notícias do Brasil e do mundo. O noticiário soma-se ao Repórter Brasil, que já integra a programação de segunda a sexta-feira, às 19h, e ganha ainda exibição aos sábados, no mesmo horário. Outra estreia é Olha Elas!, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Produzido por mulheres e voltado às mulheres que empreendem, a série promove debates sobre os desafios enfrentados no empreendedorismo feminino, como as desigualdades em relação aos homens e a vivência em um ambiente que, muitas vezes, desacredita e desestimula o desenvolvimento de suas competências técnicas e emocionais. Vai ao ar às quintas-feiras, às 13h. Toda sexta-feira, às 13h30, será exibida a produção Conta a Virada. Também feito pelo Sebrae, o objetivo é apresentar histórias de empreendedores que conseguiram dar uma guinada nos negócios. Com uma linguagem leve e descontraída, é feita uma viagem pelo Brasil para contar como donos de pequenos negócios conseguiram superar os desafios com soluções criativas e que podem inspirar outros empresários pelo país. A série Mar Brasil é mais uma estreia lançada pela emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Apresentada pela navegadora Tamara Klink, a produção percorre o litoral do país para explorar os oceanos, alertando para as transformações que eles vêm sofrendo por conta das mudanças climáticas. Toda quinta-feira, às 15h30. A faixa infantil da TV Brasil Internacional, que vai ao ar de segunda a domingo, a partir das 21h, ganha mais dois programas. Quintal TV explora temas contemporâneos como inteligência artificial, ansiedade climática e amizade, tudo isso pelo olhar curioso das crianças. Que Corpo é Esse?, por sua vez, tem o intuito de desenvolver sobre a importância da autoproteção, do diálogo aberto, do conhecimento do próprio corpo e do respeito.
IA pode injetar US$ 1,7 tri na América Latina, diz relatório
A adoção de inteligência artificial pode elevar a produtividade da América Latina em até 2,3%, adicionando até US$ 1,7 trilhão na economia da região. É o que mostra o relatório “Latin America in the Intelligent Age: A New Path for Growth”, apresentado no Fórum Econômico Mundial, em Davos, Suíça. Abaixo, trago o comentário de Cassio Pantaleoni, executivo com mais de 30 anos de carreira, que lidera a unidade de IA da Quality Digital, impulsionando soluções analíticas e mitigação de riscos relacionados ao seu uso. “São bastante consistente as apostas em investimentos em larga escala na América Latina para impulsionar a produtividade das empresas. Estamos em um momento oportuno, dado que as empresas brasileiras já tiveram alguma experiência com o uso da IA como, por exemplo, o uso de assistentes pessoais para incrementar os processos operacionais dos seus colaboradores. Porém a jornada da IA vai muito além deste âmbito. A IA agêntica, com processos de curadoria bem estruturados, com elementos de orquestração para combinar diferentes agentes para atender necessidade de casos de uso específicos, com a compreensão dos contextos de dados e processos, é o patamar que tem grande potencial para o aumento de produtividade. Isto também impõe uma preparação de elementos de governança mais robustos. A IA precisa ser pensada como essência de estratégias corporativas que visam o crescimento e a sustentabilidade dos negócios. Além do mais, dada a nossa posição geográfica na região, o Brasil pode se tornar um grande centro de formação de talentos com os skills exigidos pela nova economia”.
Verdemar lança campanha de verão que vai sortear viagem de luxo para a Bahia
Amplamente conhecido por suas campanhas que presenteiam os clientes, o Verdemar não deixa o verão de fora. A rede lança “Verão Verdemar”, que vai premiar dois clientes, com direito a acompanhante, com viagens para Arraial d’Ajuda (BA), um dos destinos mais encantadores do litoral brasileiro. Os dois ganhadores poderão desfrutar de cinco noites no hotel cinco estrelas KÛARA, em Arraial d’Ajuda, com passagens aéreas, traslados e seguro-viagem inclusos, tudo pensado para uma experiência completa de descanso, conforto e lazer. Para participar, é simples. A cada R$ 50 em compras de produtos das marcas participantes, o cliente garante o direito de concorrer. Também é necessário estar cadastrado no programa de vantagens Meu Verdemar. Entre as marcas que integram a ação estão 1906, Absolut Vodka + Sprite, Cerpa Export, Eisenbahn, Estrella Galicia, Jack Daniel’s + Coca-Cola, Monster Energy, Schweppes, Schweppes Mixed, Sol e Therezópolis. “A ação de verão é mais uma campanha desenvolvida para proporcionar uma experiência diferenciada e de alto padrão para os nossos clientes. Além disso, é uma forma de intensificar a nossa parceria com a indústria”, afirma a gerente de Marketing do Verdemar, Fernanda Andrade. A campanha já está em vigor e segue até o dia 2 de março de 2026, exclusivamente nas unidades do Verdemar. O sorteio ocorrerá no dia 7 de março, de acordo com a loteria federal. Mais informações sobre o regulamento e as marcas participantes estão disponíveis nas lojas e nos canais oficiais da rede.
Gerson Junior é o novo comunicador da Atlântida Joinville
A Rádio Atlântida, maior geradora multiplataforma de inovação e conteúdo jovem de Santa Catarina, anuncia o retorno de Gersinho, como gosta de ser chamado, ao time da Atlântida, em Joinville. O comunicador continua sua nova passagem pela emissora nesta quinta-feira, 5 de fevereiro, fortalecendo ainda mais a conexão da rádio com o público da região Norte do estado. Com 24 anos de carreira na comunicação, Gerson Junior construiu uma trajetória marcada pela paixão pela música e pela versatilidade no entretenimento. DJ desde os 17 anos, comunicador de rádio e televisão, apresentador e mestre de cerimônias, ele teve seu primeiro contato com a música ainda na infância, aos 6 anos, ouvindo clássicos de bandas como Creedence Clearwater Revival e Beatles, influências que moldaram sua identidade artística ao longo dos anos. Em 2002, deixou a carreira de contador para se dedicar a rádio, onde adquiriu experiências em diferentes formatos e plataformas. O retorno de Gerson Junior à Atlântida na cidade de Joinville reforça o posicionamento da NSC como referência em conteúdo jovem, inovador e conectado com o comportamento do público. Ele irá ficar responsável pelos programas: Cafezão, Atlântida Hits, Top 15 e @Atlântida, somando experiência, autenticidade e paixão pela música a programação da rádio.
Go Coffee lança combos de Carnaval inspirados na diversidade cultural do Brasil
O Carnaval é uma das manifestações culturais mais importantes do Brasil, resultado de séculos de transformações sociais e históricas. Introduzida no século XVII, a celebração incorporou influências africanas e europeias, deu origem às marchinhas, ao samba, às escolas de samba e aos ritmos regionais, consolidando-se como um pilar da identidade nacional e uma das maiores expressões culturais do mundo. Inspirada por essa pluralidade, a Go Coffee, principal rede de cafés especiais do Brasil, acaba de lançar a campanha “Carnaval do Brasil Inteiro — Todo carnaval cabe aqui”, com sugestões de combos que celebram as diferentes formas de viver a folia em todas as regiões do país. A iniciativa reforça o DNA brasileiro da marca e evidencia sua presença em todos os estados do Brasil, valorizando costumes, ritmos e estilos que coexistem durante o período carnavalesco. As combinações traduzem experiências variadas do Carnaval brasileiro. O combo “Trio Elétrico” reúne Go Fresh e cookie, com uma proposta gelada, refrescante e associada à energia dos grandes circuitos de rua. Já o “Escola de Samba” combina mate e pão de queijo, representando o lado clássico e tradicional da festa. Inspirado no ritmo pernambucano, o “Frevo” combina Espresso Tônica e Pizza Bread, em uma combinação intensa e estimulante. O “Bloquinho de Rua” aposta no matcha gelado com brownie, refletindo criatividade, diversidade e o espírito urbano dos blocos independentes. Para quem prefere desacelerar, o combo Descendo a Serra combina frappe de caramelo salgado e pão de batata, remetendo ao descanso fora dos grandes centros. Já o “Relax”, com iced latte e Go Toast, simboliza um Carnaval mais tranquilo e afetivo, vivido longe da agitação, aproveitado sem pressa. “A ideia é mostrar que não existe um único Carnaval no Brasil. Cada região vive a festa do seu jeito, e todos esses carnavais são legítimos. A Go Coffee quer acompanhar o brasileiro em qualquer escolha, seja na folia intensa ou em um momento mais tranquilo”, afirma André Henning, cofundador da marca. Com a campanha, a Go Coffee reforça sua conexão com a cultura nacional e amplia o diálogo com os consumidores em um dos períodos mais simbólicos do calendário brasileiro. “A ação integra o posicionamento da empresa de estar presente no cotidiano dos brasileiros, acompanhando diferentes rotinas, regiões e formas de celebrar”, completa Henning. aa
Ventura Shopping promove Liquida Verão com descontos de até 70%
O Ventura Shopping entra no clima da estação mais quente do ano com a Liquida Verão, campanha promocional que acontece de 4 a 8 de fevereiro e oferece descontos de até 70% em lojas participantes. A ação reúne marcas conhecidas do público e cria oportunidades para renovar o guarda-roupa, garantir acessórios e aproveitar preços especiais neste início de ano. Participam da liquidação lojas como Studio Z Calçados, Havan, Casa H, Produtiva, Charm, Via Pink, Modella, Hening, Casual Bolsas, Via Danielo e Rosa de Saron, com ofertas em moda, calçados, acessórios e itens para o dia a dia. Além dos descontos, o shopping preparou ativações especiais para ampliar o fluxo nas lojas participantes, incentivar a compra imediata e reforçar o clima típico das liquidações de verão. Entre as atrações está a ação Acerte a Boia, que acontece nos dias 4 e 6 de fevereiro, na entrada da República Argentina, das 11h30 às 12h (ou enquanto durarem os estoques). Em um desafio rápido e descontraído, os participantes precisam acertar três boias em uma base dentro do tempo limite de um minuto. Quem conclui a prova recebe o prêmio na hora. Com marcas variadas, ofertas expressivas e ações interativas, a Liquida Verão do Ventura Shopping deve movimentar o mall e atrair consumidores em busca de boas oportunidades neste início de ano.
market4u amplia capilaridade nacional, mira internacionalização e prevê faturar meio bilhão de reais em 2026
O mercado de conveniência consolidado no pós-pandemia confirma sua relevância e alcança uma realidade bilionária. Segundo dados do Grupo IMARC, empresa global de pesquisa de mercado e consultoria estratégica, o segmento no Brasil atingiu US$ 35,4 bilhões em 2025 e deve chegar a US$ 46,3 bilhões até 2034. As boas perspectivas são impulsionadas pela digitalização dos meios de pagamento, pela expansão de franquias e outras redes, e pela ampliação da oferta de produtos exclusivos e de alta demanda, capazes de atrair uma base de consumidores cada vez maior. Com seis anos de operação, um dos players pioneiros e protagonistas dessa transformação no varejo de proximidade é o market4u, maior rede de mercados autônomos da América Latina. A rede reforça toda a maturidade conquistada no modelo de autoatendimento no ambiente condominial ao atingir o marco de 2.500 lojas de conveniência em condomínios residenciais e comerciais em operação, presença em 180 cidades brasileiras e faturamento de R$ 336 milhões, superando a projeção inicial de R$ 326 milhões. Para 2026, a maior microfranquia do Brasil, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), projeta crescimento de 72% no faturamento, com meta de alcançar R$ 500 milhões e chegar a 4.000 unidades em operação. Logística no centro da estratégia de hiperconveniência Para sustentar os planos de crescimento, a rede aposta na inauguração de um Centro de Distribuição no Rio de Janeiro, o quarto da operação, que já conta com unidades no Paraná e em São Paulo. A nova estrutura fortalece a presença em uma das principais praças do market4u para acelerar o abastecimento, reduzir prazos e aumentar a eficiência operacional, com impacto direto no desempenho dos franqueados. O planejamento inclui ainda a implantação de novos CDs em São Paulo e em outras regiões estratégicas, além de investimentos em tecnologia, maior aproximação com a indústria, possíveis aquisições e a preparação para a internacionalização da marca, com estreia prevista nos Estados Unidos neste ano. “Com o crescimento da rede, a logística deixa de ser apenas um suporte e passa a ser uma alavanca estratégica do negócio. Ter um CD no Rio nos permite ganhar escala, reduzir gargalos e oferecer uma operação mais previsível e eficiente para quem está na ponta. O market4u deixou de ser apenas um mercado autônomo, estamos construindo um ecossistema de soluções baseado em hiperconveniência, eficiência operacional e inovação contínua, com uma visão clara de longo prazo”, afirma Eduardo Córdova, CEO e cofundador do market4u. No último ano, as operações dos Centros de Distribuição registraram um crescimento próximo a 70% no faturamento na comparação anual, consolidando-se não apenas como pilar logístico, mas também como uma nova frente relevante de receita para a empresa. “A centralização das compras amplia o poder de negociação com a indústria e gera ganhos que se refletem em custos menores, melhoria de margem e mais tempo para que o franqueado foque na gestão do negócio. Dados internos indicam que as franquias de minimercados abastecidas via CDs próprios tendem a apresentar redução consistente de custos em relação a operações que dependem exclusivamente de compras pulverizadas no varejo tradicional”, avalia o executivo. Tecnologia própria e IA sustentam eficiência e jornada de compra Paralelamente à logística, a tecnologia se consolida como um dos principais diferenciais competitivos do market4u, sustentada por uma plataforma própria desenvolvida internamente. A solução viabiliza desde a operação remota das lojas de conveniência em condomínios até o uso de inteligência artificial na experiência de compra, com destaque para o concierge digital, ainda em implementação, integrado aos diferentes pontos de contato a totens com telas no PDV para interação em tempo real, recomendações personalizadas e apoio à jornada do consumidor. “A evolução do mercadinho dentro do condomínio mostrou que não basta operar um ponto autônomo. É preciso entregar experiência, eficiência e inteligência. Nosso foco é usar tecnologia para reduzir atritos, aumentar o engajamento e gerar valor tanto para o consumidor quanto para o franqueado. O que faz com que nosso investimento seja contínuo em mídia e na ampliação do portfólio de soluções, com novos projetos nas frentes de serviços, dados e conveniência voltados ao ambiente condominial”, conclui Córdova.
Whisky Dewar’s promove ação no Aeroporto Internacional de São Paulo
Para transformar a espera pré-embarque da alta temporada em um momento de descoberta e sofisticação, Dewar’s, o blended scotch whisky mais premiado do mundo, anuncia uma ativação exclusiva na Sala VIP sob gestão da GRU Airport, localizada na área de embarque do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Entre os meses de dezembro de 2025 e março de 2026, a marca apresenta uma ação de experiência no lounge com a proposta de ser a primeira grande experiência da viagem, antes mesmo do embarque. A ativação foi desenhada para se conectar com passageiros que buscam excelência e veem na viagem uma oportunidade de exploração. A escolha do Aeroporto Internacional de São Paulo, principal hub internacional do país, e de uma sala VIP que atende majoritariamente passageiros das classes executiva e primeira classe de companhias aéreas, , reforça o caráter estratégico da ação. “Dewar’s tem uma trajetória historicamente ligada a descobertas. Por isso, os aeroportos são o ambiente perfeito para nos conectarmos com quem compartilha esse espírito explorador. Uma sala VIP em Guarulhos, que atende os passageiros das classes executiva e primeira classe de companhias aéreas, sob gestão da GRU Airport é o cenário ideal para essa ativação. Queremos transformar o que seria apenas um intervalo de espera na primeira memória sensorial inesquecível da viagem, através da exploração de um blended scotch de excelência”, afirma Marcos Silva, Gerente de Marketing da Bacardi Brasil. Para ampliar a visibilidade da iniciativa e reforçar a presença da marca no principal aeroporto do país, Dewar’s também aposta em uma campanha de mídia OOH (out of home) no Aeroporto Internacional de São Paulo. A veiculação acontece entre 09 e 20 de fevereiro, com peças distribuídas em pontos estratégicos do terminal, acompanhando o fluxo de viajantes e potencializando o impacto da ativação junto ao público premium. Materializando a experiência, a marca programou uma ativação focada em degustações. Um carrinho de marca presente no lounge, onde promotores apresentam os rótulos Dewar’s 12 e Dewar’s 15 anos. Os viajantes podem experimentar as bebidas, ganhar brindes exclusivos da marca e aprender sobre o processo de double aging (duplo envelhecimento) que confere a suavidade característica da marca. A ambientação do lounge será complementada por anúncios em telas digitais, e exposição de destaque no bar principal da sala VIP, garantindo uma imersão completa na identidade da marca durante todo o período da ação. Serviço:
Sou Coluna expande presença nacional e fatura mais de R$15 milhões
A Sou Coluna, clínica referência nacional em tratamentos especializados para a coluna, anuncia sua expansão nacional com unidades em oito estados brasileiros e fatura mais de R$ 15 milhões em 2025. Com uma média de 6 mil atendimentos por mês e índice de satisfação de 98%, a clínica reforça seu crescimento acelerado e a crescente demanda por soluções não invasivas e altamente eficazes no cuidado com a saúde da coluna — uma das principais queixas clínicas entre brasileiros de todas as idades. Com uma tecnologia única, criada pelos cofundadores, a empresa está presente em Anápolis (GO), Brasília (DF), Campinas (SP), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Verde (GO), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG) e Curitiba (PR), a Sou Coluna se destaca por utilizar um método próprio que integra prevenção, tratamento e manutenção. Todo o processo é baseado em um diagnóstico detalhado e no uso de tecnologias e técnicas avançadas, como tração, correção estrutural, massoterapia, termoterapia e exercícios terapêuticos. Para completar a narrativa de resultados expressivos e alta taxa de satisfação entre pacientes, a Sou Coluna entrou em 2025 para o mercado de franquias, disponibilizando a criação de unidades para o mercado. Segundo o cofundador e CEO da marca, Wolney Haas, “o método que aplicamos na Sou Coluna é resultado de anos de estudo e prática clínica, voltado para o alívio da dor, reeducação postural e recuperação funcional sem necessidade de cirurgia. O modelo de atendimento, 100% focado na individualidade do paciente, se tornou um diferencial competitivo no mercado de clínicas e reabilitação”. A Sou Coluna se posiciona como um centro completo de diagnóstico, reabilitação e acompanhamento contínuo. A proposta é simplificar a jornada de quem convive com dores ou disfunções na coluna, reunindo em um só lugar todos os recursos necessários, desde o diagnóstico até o tratamento. A clínica trabalha com uma abordagem integrada e personalizada, que une diferentes técnicas e uma equipe multidisciplinar preparada para tratar de forma conjunta os ossos, músculos, ligamentos e discos. O cuidado também ultrapassa as paredes da clínica, onde cada paciente recebe um kit de cuidados exclusivos e tem acesso a um aplicativo com orientações e atividades personalizadas, garantindo continuidade e autonomia no tratamento em casa. Além disso, o progresso clínico é acompanhado periodicamente por meio de exames específicos, permitindo ajustes e evolução constantes. Entre os principais tratamentos oferecidos pela rede estão os voltados à hérnia de disco, lombalgia, artrose, ciatalgia, dor no nervo ciático, entre outros. Todos são conduzidos com base em protocolos personalizados e acompanhados por profissionais qualificados. A expansão para novas regiões do país reflete o posicionamento da Sou Coluna como uma marca comprometida com o bem-estar e a prevenção. “Nosso propósito é oferecer um tratamento que devolva qualidade de vida e confiança ao paciente. Cada nova unidade representa não apenas crescimento, mas a oportunidade de transformar mais histórias por meio da saúde da coluna”, destaca Wolney Haas, cofundador e CEO da empresa.
Especialista aponta sete estratégias para varejo de moda transformar o Carnaval em motor real de crescimento
Muito além de fantasias e ações promocionais pontuais, o Carnaval vem se consolidando como uma janela estratégica para o varejo brasileiro. Em 2025, o comércio registrou crescimento de 13,1% nas vendas durante o período carnavalesco em comparação com o mesmo intervalo de 2024, segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). No ambiente digital, pequenas e médias empresas do e-commerce faturaram cerca de R$ 2,7 milhões entre 1º de janeiro e 25 de fevereiro de 2025, um avanço de 32% na comparação anual, de acordo com levantamento da Nuvemshop. Para Eduardo Schuler, CEO da Smart Consultoria e especialista em Growth Hacking, esses números mostram que datas sazonais continuam relevantes, mas apenas para marcas que sabem ir além do calendário. “O erro de muitas empresas é tratar o Carnaval como uma campanha isolada. Marcas que crescem usam a data como parte do motor de aquisição, conversão e fidelização”, afirma. A seguir, o especialista aponta sete estratégias para transformar o Carnaval em crescimento real no varejo de moda: 1. Microcoleções com giro rápido Lançamentos enxutos e focados permitem testar tendências sem grandes riscos de estoque. “Em vez de apostar em grandes volumes, o ideal é trabalhar microcoleções que possam ser rapidamente ajustadas conforme a resposta do público. Velocidade hoje vale mais do que perfeição”, pontua Schuler. 2. Decisões guiadas por dados, não por intuição Dados de busca, histórico de vendas e comportamento online pode ajudar a definir cores, modelos e faixas de preço, evitando que a loja perca o tato e caia no erro. “O feeling sozinho ficou caro demais. Quem usa dados erra menos e aprende mais rápido”, explica o especialista. 3. Edições limitadas para gerar urgência Coleções especiais e quantidades reduzidas estimulam a compra imediata, especialmente em períodos em que a procura é ainda mais intensa. Para Schuler: “Escassez bem planejada aumenta percepção de valor e acelera a decisão de compra.” 4. Social commerce como canal de venda Redes sociais precisam ir além da vitrine e, com a captação de atenção, fica menos desafiador despertar o interesse. “Lives, links diretos e criadores de conteúdo não são só branding, são canais de conversão”, explica o CEO. 5. Kits e looks prontos Combinações fechadas facilitam a jornada do consumidor. “Quanto menos esforço cognitivo o consumidor precisa fazer para decidir, maior tende a ser sua propensão a concluir a compra e, consequentemente, gastar mais”, pontua. 6. Carnaval como porta de entrada de clientes Para Schuler, a data deve gerar relacionamento, não apenas venda. “Com uma experiência postitiva na loja, o cliente certamente se lembrará. O verdadeiro lucro está no pós-venda: cadastro, remarketing e recompra.” 7. Monitoramento diário e ajustes rápidos Campanhas precisam ser otimizadas em tempo real, especialmente para não sair no prejuízo. “Quem espera o fim da campanha para analisar dados já perdeu dinheiro”, explica o especialista. Segundo Schuler, o principal diferencial está na mentalidade. “Quando a marca enxerga o Carnaval como laboratório de aprendizado e não só como data promocional, ela constrói um crescimento que se estende muito além da folia”, finaliza.
Shopping ABC transforma os corredores em bloquinho de Carnaval
Entre confetes, serpentinas e marchinhas que atravessam gerações, o Shopping ABC convida as famílias a viverem o Carnaval de um jeito especial: transformando os corredores em um animado bloquinho. A folia acontece nos dias 14, 15, 16 e 17 de fevereiro em três entradas diárias, às 14h30, 16h30 e 18h30, com ponto de encontro em frente ao Espaço Clube ABC, no Piso 1. Durante o evento, um cortejo itinerante percorre o mall conduzido por artistas caracterizados e um carrinho temático representando o trio elétrico. Ao longo do trajeto, o público é convidado a acompanhar o desfile, dançar ao som de marchinhas e músicas típicas da festa, além de interagir com os personagens, em uma experiência pensada para cada membro da família. Unindo tradição e contemporaneidade, a programação resgata o espírito do Carnaval por meio das marchinhas, celebrando uma festa que atravessa gerações. A iniciativa reforça o Shopping ABC como um espaço de convivência, onde cultura, lazer e memórias afetivas se encontram e ganham novos significados. Para Flávia Tegão, gerente de marketing do Shopping ABC, a proposta vai além da folia. “Queremos criar momentos de encontro entre diferentes gerações, em que avós, pais e crianças possam compartilhar a mesma experiência. Pensamos em uma programação que desperte lembranças e permita que novas histórias sejam criadas em um ambiente seguro, acessível e acolhedor.” A programação é gratuita e aberta ao público. Além dos momentos de diversão, o Shopping ABC é um espaço que oferece opções gastronômicas e um mix completo de lojas para aproveitar antes ou após a folia. Mais informações podem ser consultadas no site www.shoppingabc.com.br. Serviço: Carnaval no Shopping ABC Data: 14,15,16 e 17 de fevereiro. Horário: 14h30, 16h30 e 18h30 Ponto de Encontro: Em frente ao Espaço Clube ABC – Piso 1
Carnaval deve movimentar R$ 14,5 bi e reforça avanço de modelos recorrentes no varejo
O Carnaval de 2026 evidencia um desequilíbrio estrutural no varejo brasileiro. Segundo projeções da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o período deve movimentar cerca de R$ 14,5 bilhões, com crescimento real superior a 3% em relação ao ano anterior. No entanto, grande parte desse impacto econômico se concentra em poucos dias, enquanto feriados prolongados mantêm lojas fechadas, equipes sem operação e faturamento interrompido para o varejo tradicional. Segundo Luan Gabellini, CEO da Betalabs, especializada em e-commerce e gestão de assinaturas, esse cenário mostra a fragilidade do modelo baseado apenas em vendas pontuais. “Quando o negócio depende exclusivamente do time comercial ou do funcionamento da loja, qualquer feriado prolongado vira risco direto para o caixa. Nos modelos de assinatura, cobranças automáticas seguem acontecendo todos os dias, inclusive durante o Carnaval, sem exigir operação ativa”, explica. O crescimento das transações automáticas no Brasil reforça essa tendência. Dados do Banco Central apontam que o país registrou mais de 140 bilhões de transações recorrentes em 2025, enquanto a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços indica que esse modelo se expande em setores como serviços digitais, educação, clubes de produtos e negócios híbridos, justamente por reduzir a exposição a sazonalidades e calendários irregulares.Gabellini afirma que a adoção da recorrência representa uma mudança de mentalidade no empreendedorismo: “A questão central não é quanto o Carnaval vende, mas se o empresário quer continuar dependente dessas datas para faturar. A receita recorrente permite planejar, suavizar oscilações e manter fluxo de caixa mesmo quando o negócio desacelera. É a diferença entre trabalhar para o calendário ou fazer o calendário trabalhar a favor do negócio”.
IA agêntica orienta consumidores em tempo real
A inteligência artificial entrou em uma nova fase no varejo. Conhecida como IA agêntica, essa tecnologia se baseia em agentes autônomos capazes de interagir, tomar decisões e executar tarefas de ponta a ponta, transformando a forma como consumidores compram e como empresas operam. Mais do que responder perguntas, esses agentes atuam como guias inteligentes durante toda a jornada de compra, do primeiro contato à finalização. A adoção desse modelo vem crescendo globalmente em redes de varejo de diferentes segmentos. Assistentes inteligentes já apoiam consumidores na escolha de produtos, sugerem combinações, localizam ofertas, aceleram processos de checkout e até auxiliam áreas internas, como recrutamento e atendimento ao cliente. O movimento reflete uma demanda clara do mercado: experiências mais rápidas, personalizadas e confiáveis. No Brasil, a Globalsys, empresa de tecnologia especialista em soluções com IA, vem liderando projetos de inteligência artificial agêntica aplicada ao varejo, conectando dados, sistemas e canais para que esses agentes atuem de forma segura, integrada e orientada a resultados. A proposta é clara: usar inteligência artificial para potencializar pessoas, não substituí-las. “IA agêntica só gera valor quando existe confiança. No varejo, isso significa recomendar corretamente, orientar com precisão e respeitar o contexto de cada consumidor. Sem dados integrados e governança, o risco é alto”, afirma Thiago Molino, CEO da Globalsys. Diferente de soluções isoladas, os agentes desenvolvidos com a arquitetura da Globalsys operam conectados aos sistemas centrais das empresas, como estoque, preços, logística e CRM, garantindo que cada interação seja baseada em informações reais e atualizadas. Isso permite que o varejista escale atendimento e eficiência sem comprometer a qualidade da experiência. Outro ponto crítico é o apoio às equipes internas. No varejo físico e digital, a IA agêntica já vem sendo usada para reduzir tempos de resposta, apoiar decisões operacionais e automatizar tarefas repetitivas, liberando profissionais para atividades de maior valor estratégico. Em alguns casos, processos que antes levavam semanas passam a ser resolvidos em dias, com ganhos diretos de produtividade. “Existe um receio natural em torno da autonomia da IA, especialmente quando ela interage diretamente com o cliente. Por isso, nosso foco é combinar automação com controle, transparência e aprendizado contínuo”, explica Eduardo Glazar, CSO da Globalsys. “A tecnologia precisa refletir o nível de conhecimento e cuidado que o consumidor espera de um atendente humano experiente.” À medida que o varejo enfrenta consumidores mais exigentes, margens pressionadas e múltiplos canais de venda, a IA agêntica deixa de ser tendência e passa a ser infraestrutura. Empresas que conseguem integrar essa tecnologia de forma estratégica saem na frente, oferecendo experiências mais inteligentes, seguras e personalizadas.
Pesquisadores criam modelo de IA para detectar fake news
Identificar a desinformação em redes sociais exige, em geral, ensinar aos algoritmos o que é verdade e o que é mentira. Uma técnica desenvolvida por pesquisadores do núcleo Interfaces, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), aprimorou essa lógica para o contexto digital brasileiro: o modelo aprende a detectar fake news tendo acesso apenas a exemplos de conteúdos falsos. O avanço pode ajudar a combater as notícias falsas em cenários mais próximos da realidade, nos quais raramente se tem informação completa sobre o que é verdade e o que é mentira. Exemplos comuns disso são as redes sociais, onde mapear todos os dados verdadeiros é virtualmente impossível. O modelo foi batizado de PSRB, sigla em inglês para “reconstrução sequencial positiva via busca em largura”, e nasceu de uma parceria interdisciplinar entre Computação e Ciências Sociais. Os resultados e o relato sobre o desenvolvimento do modelo foram publicados no periódico científico Knowledge and Information Systems, assinado pelos pesquisadores Guilherme Henrique Messias, doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC); Sylvia Iasulaitis, professora do Departamento de Ciências Sociais (DCSo) e líder do Interfaces; e Alan Demétrius Baria Valejo, professor do Departamento de Computação (DC) e vice-líder do Interfaces, todos da UFSCar. Segundo Messias, um dos autores do estudo, a motivação para desenvolver a nova abordagem surgiu da constatação de que os métodos tradicionais de detecção de fake news costumam ser treinados com textos retirados de sites de checagem de fatos, como o “Fato ou Fake?” e “Agência Lupa”. O problema, segundo os pesquisadores, é que esses textos são escritos de forma muito diferente das notícias falsas que realmente circulam nas redes. “O texto em si, a forma com que ele está construído, não é a forma como ele é disseminado”, explica Messias. “Nos questionamos: ‘Será que isso não está trazendo viés para os modelos de IA?’”. Essa diferença estrutural, que pode comprometer os resultados, levou à busca por uma técnica mais robusta. Como funciona o modelo O PSRB trabalha com um paradigma conhecido na Computação como “aprendizado positivo e não rotulado”. Nele, o algoritmo aprende a classificar dados tendo acesso apenas a exemplos de uma das categorias; no caso, as notícias falsas. O restante dos dados não tem rótulo definido: podem ser verdadeiros ou falsos, e cabe ao modelo descobrir. O segredo está em tratar os dados como uma rede interconectada. Cada notícia é representada como um ponto, e as relações entre elas (palavras-chave em comum, proximidade temática ou conexões entre usuários que as compartilham) formam os elos da rede. A técnica cria novas conexões artificiais entre as notícias falsas conhecidas, fortalecendo a comunicação entre elas na rede. Isso permite que uma arquitetura de inteligência artificial chamada rede neural em grafos (GNN, na sigla em inglês) aprenda melhor as características dos conteúdos enganosos e identifique padrões que os distinguem do restante. Testes e resultados Os pesquisadores avaliaram o modelo em cinco bases de dados reconhecidas pela comunidade científica – Cora, CiteSeer, PubMed, Amazon Photo e DBLP -, comparando seu desempenho com outros seis algoritmos consolidados na literatura. Os experimentos simularam cenários com diferentes quantidades de informação disponível, variando de 1% a 25% de dados rotulados. Os resultados mostraram que o PSRB teve desempenho competitivo ou superior aos métodos existentes, especialmente em redes com muitos grupos desconectados entre si, como é o caso em plataformas como o Instagram ou o X (antigo Twitter), onde comunidades de usuários interagem pouco umas com as outras. Aplicações além das fake news Embora a detecção de desinformação tenha motivado a pesquisa, a técnica pode ser aplicada em outros contextos. O laboratório MIDAS (Data Mining and Applications Group) da UFSCar, coordenado pelo professor Alan Valejo, já trabalha em aplicações na área de saúde, desenvolvendo técnicas para identificar interações entre fármacos e proteínas. “É uma forma de identificar novas interações entre medicamentos sem precisar realizar todo o treinamento laboratorial, que é muito custoso”, explica Messias. Outra aplicação possível é em redes de citações acadêmicas. Se dois artigos científicos se citam mutuamente, eles têm uma relação. A partir dessas conexões, o modelo pode ajudar a classificar pesquisas por área do conhecimento. Desafios na aplicação em tempo real “Em um cenário real, onde as coisas acontecem a cada segundo, várias notícias estão sendo publicadas, aplicar esse tipo de método é um desafio muito grande”, reconhece Messias. Nos experimentos, os dados já estavam coletados e organizados, uma condição diferente do fluxo contínuo de informações nas redes sociais. Outro trabalho do grupo Interfaces, apresentado no Simpósio Brasileiro de Sistemas Inteligentes (Bracis), já testou as diferentes formas de construir as redes de relações entre notícias. Os pesquisadores descobriram que pré-processar os textos com modelos de linguagem, como os que alimentam chatbots populares, melhora os resultados. “Se fizermos um tratamento prévio usando modelos de linguagem de IA, os resultados também são melhores”. A investigação também revelou limitações. Um dos problemas identificados é que, à medida que se aumenta o número de grafos gerados pelo algoritmo, o desempenho tende a cair, um fenômeno conhecido como over-smoothing, no qual a rede neural perde a capacidade de distinguir informações ao agregar dados demais. O estudo indica que trabalhos futuros devem investigar a aplicação da estratégia em problemas com mais de duas categorias e em cenários de dados em fluxo contínuo, quando as informações chegam em tempo real, como ocorre nas redes sociais durante uma eleição ou uma crise de saúde pública.
Bigfone toca fora da casa e surpreende colaboradores da Globo pelo segundo ano consecutivo
O toque inconfundível do Bigfone voltou a ecoar fora da casa mais vigiada do Brasil e, pelo segundo ano consecutivo, surpreendeu os colaboradores da Globo. A ação especial de comunicação interna levou o universo do Big Brother Brasil para dentro dos bastidores da emissora e transformou a rotina dos escritórios em uma experiência marcada por atenção, curiosidade e surpresa, com clima de novidade recente. Nos últimos dias, quem circulou pelos corredores da Globo precisou relembrar uma regra básica do reality: quando o Bigfone toca, não dá para ignorar. A ativação aconteceu em dias alternados, com um totem itinerante em formato do icônico telefone do programa, envelopado com a identidade visual do robô do BBB. À primeira vista, o objeto se misturava ao ambiente, até que, de repente, o telefone tocava exatamente como na televisão. Quem atendia primeiro era recebido pela voz do Bigfone, que anunciava a premiação na hora. Depois do sucesso da edição anterior, realizada em 2025, a ação voltou ainda mais diversa neste ano. Os brindes distribuídos incluíram cafeteiras, canecas, balde de pipoca, meias, garrafas e outros itens conectados ao entretenimento e ao dia a dia dos colaboradores. A iniciativa foi idealizada pela equipe de Comunicação Interna e endomarketing e teve toda a execução realizada pela Fluxxo, responsável pela produção dos materiais, logística, promotores e distribuição dos brindes. Neste ano, a ativação também passou a acontecer em São Paulo, ampliando o contato direto com colaboradores de diferentes praças. Ao levar o clima do BBB para dentro do ambiente corporativo, o Bigfone fora da casa reforçou o engajamento e o senso de pertencimento entre os times, criando momentos de descontração e expectativa em meio à rotina de trabalho. Para Marcella Pereira, Diretora de atendimento da Fluxxo, a força da ação está justamente na experiência. “A ideia foi transformar um ícone da cultura pop em um gatilho real de surpresa e conexão. Quando o Bigfone toca fora da casa, ele quebra a previsibilidade do dia e convida as pessoas a viverem o jogo ali, naquele instante”, destaca.
Wicomm cresce mais de 120% em receita e projeta avanço de 80% em 2026
A Wicomm vive uma das fases mais aceleradas de sua trajetória. Em 2025, a agência especializada em e-commerce registrou crescimento de 123% em receita e ultrapassou a marca de 80 clientes ativos, consolidando sua atuação em projetos de alta complexidade e longo prazo. Para 2026, a expectativa é manter o ritmo e avançar cerca de 80% em faturamento, com foco em clientes de maior maturidade digital, geração de valor sustentável e aprofundamento da atuação estratégica com as marcas atendidas. Tal desempenho reflete uma mudança clara de posicionamento. Ao longo dos últimos anos, a Wicomm deixou de ser percebida apenas como uma agência de execução para se consolidar como uma consultoria de performance e transformação digital, sustentada por liderança experiente, processos bem definidos e uma abordagem orientada por dados. Esse movimento também se traduz no aumento do ticket médio e na ampliação de contratos recorrentes, que envolvem decisões estruturais sobre tecnologia, aquisição, conversão e fidelização. Nesse período, a empresa passou a atender contas estratégicas como Rede Américas, Shoulder, Drogal, Zema, Lojas Colombo, Black Skull, Iguatemi, Suzano e Sem Parar, ampliando a presença em diferentes segmentos do varejo e da indústria com operações digitais robustas. A consolidação veio acompanhada da conquista do selo Great Place to Work, do reconhecimento como Agência Elite da Wake, e da classificação como Potentials no quadrante da VTEX, indicador que destaca empresas com alto potencial de crescimento e entrega dentro do ecossistema de e-commerce. A Wicomm atua hoje de forma integrada em aquisição de clientes, otimização de conversão, CRM, fidelização, tecnologia e experiência do usuário. O carro-chefe está em projetos de performance para e-commerce, que conectam estratégia, dados e tecnologia ao longo de toda a jornada do consumidor, desde a base das plataformas, como VTEX e Wake, até iniciativas contínuas de SEO, CRO, mídia, retenção e relacionamento. Esse modelo permite uma atuação mais profunda, com impacto direto em vendas e eficiência operacional. A empresa também vem intensificando os investimentos em inovação. Em 2025, a Wicomm passou a aplicar inteligência artificial de forma prática nos projetos, com foco em ganho de performance e escala. Atualmente, conta com 12 soluções proprietárias de IA integradas a áreas como SEO, tecnologia, BI e UX, desenvolvidas para acelerar análises, ampliar a profundidade estratégica e apoiar decisões mais rápidas e assertivas. Esse movimento caminha em paralelo ao fortalecimento de parcerias estratégicas e à ampliação dos serviços voltados a aplicativos, CRM e dados. Para o CEO da Wicomm, Felipe Coelho, o crescimento é consequência direta de escolhas feitas ao longo do tempo. “Crescer rápido é uma consequência, não um objetivo isolado. O que buscamos é resolver problemas reais de negócio, com método, dados e pessoas preparadas. Nosso objetivo é fazer nossos clientes venderem mais, de forma consistente e sustentável”, afirma. Olhando para 2026, a expectativa da Wicomm é consolidar sua posição entre as consultorias de e-commerce mais relevantes do país, mantendo o foco em clientes maduros, inovação aplicada a resultados e desenvolvimento contínuo do time. A combinação entre Soluções de IA, excelência técnica nas tecnologias de e-commerce e CRM, e formação de pessoas é vista pela empresa como o principal pilar para sustentar o crescimento e ampliar sua relevância em um mercado cada vez mais competitivo e orientado por performance.
Seattle Seahawks é o grande favorito no Super Bowl LX, segundo a Betfair
A National Football League (NFL) vai conhecer o seu próximo campeão neste final de semana. O Seattle Seahawks, campeão da Conferência Nacional, encara o New England Patriots, que voltou a vencer a Conferência Americana pela primeira vez desde a aposentadoria de Tom Brady. As duas franquias já marcaram um dos maiores Super Bowls da era moderna em 2014, quando os Patriots venceram o duelo por 28 a 24. O palco do Super Bowl LX será o Levi’s Stadium, na Califórnia, e a Betfair, especialista em probabilidades esportivas, destacou o favoritismo de Seattle para vencer o duelo, além de trazer diversas outras odds relacionadas a um dos maiores eventos esportivos do mundo. Seattle tenta reescrever sua história Essa é a quarta vez que os Seahawks chegam ao Super Bowl. Nas três primeiras, venceu somente uma, contra o Denver Broncos. E a última aparição foi justamente na derrota para os Patriots na temporada 2014/15 – uma lembrança especialmente dolorida para os Seahawks, que tinham a posse de bola para vencer a partida, mas sofreram uma interceptação no último lance. De acordo com a Betfair, a equipe de Seattle desponta como favorita no duelo do Super Bowl LX, com 68% de chances de sair vencedora (odd de 1.38). Os Patriots, por sua vez, farão história de qualquer maneira no próximo domingo (8). Se vencer, torna-se a franquia com mais títulos da história da NFL, com sete, superando o Pittsburgh Steelers. Porém, em caso de derrota, a franquia de Boston se tornará a que mais vezes perdeu em disputas de Super Bowl, com seis, ultrapassando os Broncos. Para a Betfair, a odd para uma vitória de New England é de 2.9, com 32% de chance de conquistar o título. Chegou a hora de Sam Darnold? Uma das grandes surpresas de 2025-26, o quarterback Sam Darnold teve uma verdadeira temporada de provação no comando dos Seahawks. Reencontrar os Patriots faz muitos torcedores lembrarem de seu passado, quando disse ter “visto fantasmas” ao encarar a franquia de Boston. Porém, a Betfair aponta o quarterback como grande favorito a vencer o prêmio de MVP da grande final, com 46% de probabilidade (odd de 2.2). O segundo na lista é o também quarterback Drake Maye, dos Patriots, que tem 30% de chances (odd de 3.3), segundo a casa de apostas. A lista dos principais candidatos está assim: Quem vai marcar um Touchdown ? A Betfair também analisou as probabilidades de cada jogador anotar um touchdown a qualquer momento do jogo. Quem puxa a liderança é o running back Kenneth Walker III, dos Seahawks, que aparece com 67% de chances. O jogador também lidera como maior candidato a anotar o primeiro touchdown do Super Bowl LX, com 22% de chances (odd de 4.5). Na sequência, aparece o também jogador de Seattle Jaxon Smith-Njigba. O wide receiver tem 52% de chances de conseguir uma pontuação a qualquer momento do jogo. Rhamondre Stevenson e Hunter Henry lideram as chances nos Patriots, com 42% e 30%, respectivamente. Odds especiais para o Super Bowl LX Confira outras odds da Betfair que chamam a atenção para o jogo do próximo domingo: O site da Betfair ainda conta com centenas de mercados que podem ser explorados para o Super Bowl, que podem ser acessados neste link.
BFerraz assina a produção do Baile da Vogue 2026
A BFerraz, Brand Experience & Promotion Ecosystem da network Biosphera.ntwk, assina a construção e a realização do Baile da Vogue Brasil 2026, um dos eventos mais emblemáticos do calendário de moda, cultura e entretenimento do país. A edição acontece em 7 de fevereiro no Copacabana Palace e marca mais um capítulo da parceria contínua entre a agência e o evento. Com a direção criativa desenvolvida por Wado Gonçalves e Diego Ognibeni, o Baile da Vogue ganha vida a partir da experiência da BFerraz de transformar ideias em experiências reais, precisas e memoráveis. A agência atua como força estruturante do evento, traduzindo visão estética em uma engrenagem perfeita de tempo, espaço, pessoas e emoção. A BFerraz é responsável pela concepção técnica, planejamento e realização de todas as frentes de produção do Baile, orquestrando fornecedores, equipes e fluxos com precisão cirúrgica. Cada decisão impacta diretamente a experiência dos convidados, a fluidez do evento e a segurança de uma noite que exige excelência absoluta. “Produzir o Baile da Vogue é lidar com múltiplas camadas de complexidade em tempo real. Nosso papel é garantir que tudo funcione de forma invisível, para que o espetáculo aconteça de forma impecável. Essa parceria de longo prazo reforça a confiança na capacidade da BFerraz de transformar grandes ideias em experiências memoráveis”, afirma Enricco Benetti, Co-CEO da BFerraz. Ficha Técnica: VP Business: Carolina Pellicano Co-CEO: Oscar Moraes Co-CEO: Enricco Benetti Diretor de operações: Michele Almeida Diretor de criação: Diogo Bonaparte Diretor de arte: Pedro Cunha Head de RTV: Todero Producer: Ana Santoro Head Experience: Gabriela Gotlib Gerente de contas: Fernanda Lutfalla Supervisora de Contas: Laura Paiva Supervisora de Contas: Giulia Ficarelli Assistente de produção: Ana Sofia Martines Gerente de projetos: Paloma Gonçalves Head de produção: Paula Pereira Gerente de Produção: Camila Libera Produtor executivo: Daniela Morrone Produtor de montagem: Claudia Cavalheiro Head de pré produção: Chris Araujo Assessoria de Comunicação: Jef Martins, Bianca Sousa, Rodrigo Torres e Giovanna Vitória Aprovação do Cliente: Carolina Correa; Anabelly de Almeida; Mirella Rafael de Alencar; Renata Freire; Mariana Gonçalves;
Deezer e Itaú Unibanco ampliam planos com desconto para milhões de clientes
A Deezer, plataforma de experiências musicais, fortalece sua atuação no mercado brasileiro e anuncia a ampliação da parceria estratégica com o Itaú Unibanco. Para este ano, os clientes da instituição financeira passam a contar com novos planos de assinatura e aproveitar a milhões de músicas, podcasts e playlists sem anúncios, com opção de ouvir offline e em múltiplos dispositivos. A iniciativa reforça a estratégia das marcas de levar mais benefícios e experiências ao público no Brasil. Com o novo acordo, além do plano Deezer Premium Individual, em breve os clientes também poderão contratar os planos Duo e Family com vantagens exclusivas na Combinaqui, plataforma de serviços e benefícios do Itaú. Desde o início da colaboração, a parceria já impactou milhões de clientes do banco e ambas seguem expandindo esse acesso à música como parte do dia a dia dos usuários, unindo entretenimento, conveniência e vantagens financeiras. “A renovação da parceria com o Itaú reforça o compromisso da Deezer em ampliar o acesso ao entretenimento e aproximar cada vez mais os fãs de seus artistas favoritos. Ao longo dos últimos anos, vimos um crescimento significativo de usuários vindos do banco, o que mostra a força dessa parceria. Agora, damos mais um passo ao disponibilizar mais planos de assinatura, levando uma experiência musical completa, sem anúncios e com alta qualidade, para diferentes perfis de público.”, afirma Luis Henrique Castro Lima, Diretor de Parcerias Latam da Deezer. Com a inclusão em breve das modalidades, clientes do Itaú poderão compartilhar a assinatura com até 6 pessoas e economizar em relação à contratação de planos individuais. A solução é especialmente atrativa em um cenário em que as famílias buscam organizar o orçamento sem abrir mão de entretenimento e cultura. “Nosso objetivo é ajudar os clientes com suas necessidades financeiras do dia a dia. Ao oferecer benefícios e vantagens exclusivas para assinaturas da Deezer por meio do Combinaqui, queremos estar presentes em suas vidas e apoiá-los no momento que buscam por melhores opções de entretenimento musical”, afirma Mário Miguel, diretor do Itaú Unibanco. Com a assinatura da Deezer com desconto via Combinaqui, os usuários seguem tendo acesso aos recursos disponíveis da plataforma, como o Flow, que recomenda músicas automaticamente com base nos hábitos de escuta, o SongCatcher, que identifica faixas em poucos segundos, e a exibição de letras para cantar junto.
Granado promove diversas ativações no Carnaval do Rio de Janeiro e Salvador
A Granado, marca brasileira referência em perfumaria e cosméticos, promove diversas ações no Carnaval 2026 do Rio de Janeiro e de Salvador. A marca estará presente em mais de sete camarotes, além de proporcionar experiências em diferentes hotéis icônicos e ações gratuitas para o público nas ruas. Com as ativações, a marca celebra mais um ano em uma das maiores manifestações culturais do país e reforça a sua conexão com a cultura e a identidade brasileira. “O Carnaval é uma das expressões mais potentes da cultura brasileira, e estar presente nesse momento é uma forma de reforçar a nossa conexão com o país, com as pessoas e com as diferentes formas de celebrar. Queremos ir além dos nossos produtos e criar experiências memoráveis para o público”, afirma Sissi Freeman, diretora de Marketing e Vendas da Granado. No Rio de Janeiro e em Salvador, a Granado estará em camarotes estratégicos, com adesivagem de banheiros, ativações sensoriais, totens borrifadores, espaços instagramáveis e distribuição de brindes. Destaque para o Camarote MAR, Camarote Rio, Lounge Carioca, Camarote da Prefeitura do Rio e Camarote Quem O Globo, que contará ainda com ação especial no meeting point do Rio Sul. A Granado também promoverá a ação Yes, Nós Temos Banana!, no Mercado Central, no Rio de Janeiro, entre os dias 5 e 7 de fevereiro. A experiência contará com venda de produtos e de sorvetes inspirados nas fragrâncias da Granado. “Com a ativação do perfume Yes, Nós Temos Banana! reforçamos esse momento em que o Brasil pulsa nas ruas, celebra suas cores, seus aromas e sua alegria. A banana traduz essa brasilidade de forma autêntica, e a ação nasce para estarmos ainda mais próximos das pessoas, celebrando o encontro, a cultura popular e o espírito do Carnaval”, completa Sissi. A marca também realizará experiências de esmaltação e reflexologia, nos hotéis Fasano Rio de Janeiro e Fasano Salvador, além de assinar um carrinho de sorvetes no tradicional Baile do Copacabana Palace. No Carnaval de Rua, a Granado também realizou uma ação voltada ao público infantil: o Bloquinho Granado Bebê by Kids Together, no Jardim Botânico. O evento reuniu famílias e crianças em um ambiente lúdico e seguro, com programação especial, música e experiências pensadas especialmente para os pequenos. E a animação para os pequenos não acabou! Nos dias 14 e 15/02, das 10h às 13h, teremos o Bailinho Granado Bebê no Parque Burle Marx, em São Paulo. Haverá um série de atividades com distribuição de brindes e amostras de produtos infantis da Granado. Os personagens da marca estarão presentes para animar a galerinha, além dos shows, oficinas circenses e ações interativas.
Nova regulação de segurança cibernética – e como isso afeta seu negócio
Por Bruno Pereira, Business Development Manager da Teletex A publicação das Resoluções CMN 5.274/2025 e BCB 538/2025 marca uma virada importante na regulação de segurança cibernética do Sistema Financeiro Nacional. O que antes era tratado como “melhor prática” agora se torna obrigação formal, auditável e com impacto direto na operação — e isso muda o jogo para bancos, instituições de pagamento, corretoras e demais entidades supervisionadas. Para um gestor C‑level, isso significa que a segurança deixa definitivamente de ser um tema técnico e se consolida como um pilar estratégico de continuidade das operações. A nova regulamentação exige que as instituições demonstrem efetividade dos controles, não apenas políticas bem escritas. Isso implica em revisitar a arquitetura de TI e cloud, garantindo que ambientes críticos estejam segregados, criptografados e monitorados de forma contínua. A adoção de padrões mínimos de configuração segura, mecanismos de prevenção e detecção de intrusão e controles robustos de integridade – passa a ser obrigatória. Em um cenário de crescente dependência de APIs e serviços em nuvem, essas exigências tornam-se fundamentais para reduzir riscos sistêmicos. A relação com fornecedores críticos também chega a um novo patamar de rigor. Os contratos precisam contemplar requisitos específicos de segurança, rastreabilidade e continuidade, especialmente para provedores de nuvem, SOC terceirizado, serviços antifraude e mensageria. Isso aumenta a responsabilidade das instituições na gestão de terceiros e reduz a tolerância a lacunas contratuais que possam comprometer a proteção de dados ou a disponibilidade de serviços essenciais. A governança de acessos privilegiados torna-se outro eixo central. A autenticação multifatorial passa a ser obrigatória para acessos críticos, assim como a gestão de credenciais exige controles mais rígidos, incluindo monitoramento contínuo, segregação de funções e mecanismos de proteção contra vazamento. Para a liderança, isso significa reforçar a disciplina interna e garantir que processos de acesso estejam alinhados a padrões de auditoria e conformidade. Ambientes sensíveis como PIX, STR ( sistema do Banco Central para a transferência de fundos entre instituições financeiras) e RSFN (rede de comunicação segura que conecta essas instituições ao Banco Central) passam a demandar isolamento físico e lógico, além de monitoramento contínuo e avaliações periódicas de vulnerabilidades. A operação desses sistemas, que sustentam a liquidez e a infraestrutura de pagamentos do País, precisa ser tratada como área de risco elevado, com controles específicos e capacidade de resposta rápida a incidentes. A resiliência desses ambientes se torna um indicador direto de maturidade operacional. A obrigatoriedade de testes de intrusão e avaliações de vulnerabilidade periódicas reforça a necessidade de uma postura proativa. Não basta reagir a incidentes; é preciso antecipar falhas, validar continuamente a eficácia dos controles e corrigir vulnerabilidades com agilidade. Esse ciclo contínuo de avaliação fortalece a capacidade de defesa e reduz a superfície de ataque em um cenário de ameaças cada vez mais sofisticadas. Um dos elementos mais disruptivos das novas normas é a exigência de inteligência cibernética, incluindo monitoramento na Deep e Dark Web. Isso amplia o escopo da segurança, que passa a incluir a identificação de credenciais expostas, movimentações de grupos de fraude e sinais antecipados de ataques direcionados. Para os tomadores de decisões, representa a necessidade de investir em capacidades analíticas e integrar inteligência ao processo decisório de risco. Esse movimento regulatório ocorre em um momento em que o setor de tecnologia vive expansão acelerada. Segundo a Brasscom, o macrossetor de TIC pode gerar entre 30 mil e 147 mil novos empregos formais até dezembro de 2025, com 57% dessas vagas diretamente ligadas à área de tecnologia. Esse crescimento reforça a pressão por mão de obra qualificada em cibersegurança e evidencia que a demanda por controles mais robustos não é apenas regulatória, mas é também impulsionada pela dinâmica do mercado. Em síntese, as novas resoluções elevam o padrão de segurança do setor financeiro brasileiro e exigem que as instituições adotem uma postura mais madura, integrada e orientada a riscos.