A revolução da IA no varejo: a tecnologia como ponte entre gerações
Por Tiago Vailati, CEO da Loopia* Quem vive o dia a dia do varejo sabe: estamos operando em um paradoxo. De um lado, a pressão insana por inovação, velocidade e digitalização. Do outro, um consumidor humano, complexo e cheio de anseios . A Geração Z quer tudo pra ontem, na tela do celular. Já os Baby Boomers e a Geração X, mesmo conectados, ainda buscam a segurança e o “olho no olho”. Tentar agradar todo mundo com a mesma régua é uma das maiores armadilhas que vejo gestores cometendo. O modelo “one-size-fits-all” morreu. E é aqui que a Inteligência Artificial deixa de ser modismo de palco de evento para virar ferramenta de sobrevivência no mundo real: ela é o que vai equilibrar a balança entre escalar a operação e manter o atendimento personalizado. Fim do “achismo”: o jogo agora é com dados Durante muito tempo, o varejo foi movido a feeling. O dono da loja “sentia” o que ia vender. Hoje, jogar apenas com a intuição é um risco que não podemos mais correr. A complexidade atual exige uma leitura que o instinto humano, por melhor que seja, não consegue processar sozinho. A IA, com análise preditiva e segmentação dinâmica, transforma grandes massas de dados em decisões. Não é só saber o que o cliente comprou, mas entender o contexto, o momento de vida dele. Decisões baseadas em dados trazem assertividade, enquanto decisões baseadas apenas em instinto, normalmente, geram atrito e só desperdiçam o investimento. O mercado já percebeu isso. Dados da Central do Varejo mostram que 47% dos varejistas já usam IA, e a maioria (56%) foca justamente no atendimento. Ou seja: a tecnologia virou o braço direito da experiência do cliente (CX). Chat Commerce: falando a língua de cada um O grande trunfo da IA hoje, especialmente no chat commerce, é a insuperável capacidade de adaptação. Um sistema bem treinado não oferece o mesmo produto, do mesmo jeito, para um jovem de 20 anos e para um senhor de 65. Para a nova geração, a IA agiliza o checkout e recomenda tendências em segundos. Para os mais maduros, a mesma tecnologia atua com mais paciência, oferecendo detalhes, segurança e simulando aquela conversa de balcão que gera confiança. A chave aqui é a memória. A pesquisa “CX Trends 2026” da Zendesk comprovou: 85% dos líderes de CX dizem que IAs com memória avançada são o segredo da personalização. O cliente não quer repetir a história dele a cada interação, ele quer ser reconhecido e tratado de forma única. Isso é o básico bem feito. Tecnologia para potencializar o humano (não para substituir) Mas fica aqui um recado importante: não existe bala de prata. A tecnologia, por si só, não faz milagre. A adoção de chatbots e IA precisa ser estratégica e ética. O objetivo não é criar um muro entre sua marca e o cliente para cortar custos, mas sim construir pontes melhores. Quando a IA assume o trabalho repetitivo, ela libera o seu time para fazer o que o ser humano faz de melhor: ter empatia, resolver problemas complexos e construir relacionamento. A inovação não pede licença e o comportamento do consumidor não vai esperar sua empresa se adaptar. Integrar IA e chat commerce deixou de ser uma aposta futurista para virar requisito básico de sobrevivência. Olhe para a sua operação hoje e reflita: ela está pronta para conversar com o futuro sem ignorar o que o seu cliente espera de você? A resposta para essa pergunta é o que vai definir o sucesso do seu negócio nos próximos anos. *Tiago Vailati é cofundador e CEO da Loopia, plataforma que integra e automatiza a jornada do Chat Commerce com IA.
Seis tendências de inovação para 2026
Por Alexandre Pierro Inovar nunca foi apenas sobre tecnologia, mas sobre aliar uma visão de futuro, capacidade de adaptação e estratégia para se antecipar e sobressair. O mercado vive cenários de grandes mudanças e transformações que exigem das empresas não apenas investir nessas inovações, mas, acima de tudo, saber quais integrar, com eficácia, à realidade do negócio, ganhando ainda mais escalabilidade, maturidade e vantagem competitiva. Em 2026, o cenário global continuará desafiador: custos pressionados, consumidores mais conscientes, mercados mais voláteis e uma concorrência cada vez mais digital. E é justamente nesse cenário que as tendências inovadoras se tornam peças estratégicas – não apenas de sobrevivência, mas para construir uma base de crescimento mais sólida em 2027. Pensando nisso, veja seis dessas tendências que mais se destacarão este ano: #1 Inverno e bolha de IA: o termo do AI Winter, surgido na década de 80, descreve períodos em que o entusiasmo pela inteligência artificial teria uma grande queda, normalmente visto após um ciclo de altas expectativas – algo que poderemos notar em 2026. Isso porque, segundo um estudo recente da Gartner, apenas 6% dos CFOs notaram um aumento no lucro ou receita com essa tecnologia. A IA não está gerando o retorno que tanto se esperava, o que pode levar ao fechamento de portas de muitas empresas e a um efeito cascata grave em termos econômicos para todo o mercado. #2 Mudanças geopolíticas: a corrida pela supremacia em IA está reconfigurando o mercado global, cujos acordos e mudanças vêm fazendo emergir novas potências referências nessa tecnologia como, por exemplo, a China, que já está ganhando forte visibilidade em suas inovações de computação quântica, 6G, e demais serviços estruturados com essa ferramenta. Qualquer alteração nessa competição impacta, diretamente, a logística e o fornecimento de soluções tecnológicas ao mundo. #3 Computação quântica: muitos projetos nesse sentido já estão sendo desenvolvidos na China, e devem ganhar força este ano na prestação de serviços pautados com essa tecnologia. Ela permitirá uma maior velocidade em simulações computacionais, agilizando as tomadas de decisões e desenvolvimento de ações que, antes, poderiam levar meses ou anos. Segundo estimativas de um levantamento do InvestingPro, este mercado deve atingir uma receita de US$ 2 bilhões em 2026, uma área extremamente rica a ser explorada. #4 Dados, confiança e governança: cada vez mais, por conta não apenas da IA, mas também do IB e das intensas transformações tecnológicas, é essencial ter confiança nos dados que são analisados como base para as tomadas de decisões. Afinal, sem informações reais e confiáveis, os riscos de estratégias sem retorno são altos. É aqui que a governança se faz presente, crucial para garantir essa segurança, ainda mais quando apoiada por metodologias internacionais que reforcem medidas nesse sentido, como a ISO 27001 – mitigando riscos de fraudes e vazamentos que prejudiquem as operações. #5 Transformação do trabalho: a tecnologia nunca substituirá o trabalho humano. Contudo, é fato que, conforme tivermos cada vez mais avanços digitais, todo o mercado se transformará, criando posições e vagas imersas nesse universo – ao mesmo tempo em que outras podem deixar de existir com o tempo. Essas mudanças exigem que as empresas invistam na capacitação de seus times, fornecendo o conhecimento necessário para que usufruam dos recursos e benefícios que essas soluções podem oferecer. #6 Economia prateada: muitas dificuldades têm sido relatadas nos ambientes profissionais em lidar com as gerações mais novas, pouco pacientes ao mundo corporativo. Isso vem fazendo com que muitos gestores estejam contratando talentos mais seniores, dando espaço para que reingressem no mercado e tragam toda a sua bagagem e experiência aos tempos modernos – o que, certamente, também favorece muito a pluralidade de visões e pensamentos a fim de transformar ideias em geração de valor. O ano de 2026 será marcado por grandes dificuldades e inflexões, ainda mais diante de eventos globais como a Copa do Mundo, conflitos geopolíticos e as eleições nacionais. Ao mesmo tempo, pode ser um período de importantes transformações ao mercado, que exigirá o mesmo movimento de adaptação por parte das empresas. Afinal, só aquelas que souberem como se adaptar, com estratégia, neste intenso dinamismo, conseguirão colher frutos maduros em 2027. Alexandre Pierro é mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.
SBP e CUFA levam combate à dengue para favelas de São Paulo
SBP, marca líder no segmento de repelentes e inseticidas, anuncia a terceira edição da ação “Juntos Contra o Mosquito”, realizada em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas), com atuação direta nas favelas da Brasilândia e Paraisópolis, em São Paulo. A iniciativa acontece de janeiro a março e reforça o compromisso da marca com a saúde pública em relação à prevenção, educação sanitária e mobilização comunitária em territórios críticos. Dados do Ministério da Saúde mostram que o estado de São Paulo concentra mais de 800 mil casos prováveis de dengue. Com foco na conscientização das famílias e no fortalecimento dos protocolos de proteção dentro das favelas, a ação amplia a conexão de SBP com os locais onde o risco é mais elevado. A iniciativa vai além da prevenção imediata e propõe gerar impacto social duradouro, com SBP atuando como agente transformador e deixando um legado positivo para os moradores. “A dengue é um problema de saúde pública que exige presença onde o risco é maior. Quando SBP atua dentro das favelas, atua também na redução das desigualdades de acesso à informação e à prevenção. O projeto ‘Juntos Contra o Mosquito’ nasce dessa convicção: transformar conhecimento em ação concreta, fortalecer o cuidado coletivo e contribuir para que as comunidades tenham mais ferramentas para se proteger hoje e no futuro”, afirma Leticia Pires, Head de Pest Control. As atividades acontecem aos sábados e domingos, a partir de 17 de janeiro, das 10h às 17h, garantindo maior presença das famílias e engajamento da população local. O protocolo da ação se mantém estruturado em duas frentes complementares — Conscientização e Limpeza —, com equipes formadas por 20 promotores por dia de ativação. Todos os promotores são moradores das próprias favelas, que assumem o papel de protagonistas da transformação local, atuando como embaixadores da prevenção, conduzindo diálogos diretos com a população, distribuindo materiais educativos e esclarecendo dúvidas de forma próxima, legítima e culturalmente conectada à realidade do território. “Ninguém está imune à dengue, mas todos podemos ser parte da solução. Sabemos que a doença pode evoluir para quadros graves. É essa urgência que nos move. Manter a guarda alta e levar a conscientização adiante é a única forma de garantir que o nosso esforço se converta, efetivamente, em vidas salvas,” diz Geovana Borges, Vice presidente da CUFA São Paulo. Para ampliar a visibilidade e estimular a participação dos moradores, a ação conta com um carro equipado com sistema de som, acompanhado por dois atores caracterizados como um casal de mosquitos. Juntos, eles circulam pelas favelas ao lado das equipes de mutirão de limpeza e conscientização, chamando a atenção para a importância do combate ao Aedes aegypti e incentivando a adoção de práticas preventivas no dia a dia. Ao longo do período de realização da iniciativa, a expectativa é impactar cerca de 48 mil moradores, promovendo informação qualificada, engajamento comunitário e mudança de comportamento de forma contínua e estruturada. Neste ano, a iniciativa amplia seu alcance com um reforço relevante no pilar social. SBP fortalece seu compromisso com a empregabilidade jovem, apoiando talentos formados em audiovisual por meio dos projetos da CUFA. Jovens das próprias favelas passam a atuar diretamente na criação de conteúdos e na documentação das ações realizadas nos territórios, contribuindo para o desenvolvimento de suas trajetórias profissionais e ampliando a presença e a legitimidade da marca dentro das favelas. Complementando essa frente, SBP realiza a doação de 540 mil unidades de Repelex Spray, entre produtos multi-inseticida e para insetos voadores, para a CUFA, que será responsável pela distribuição nesses territórios de São Paulo e do Rio de Janeiro. A doação tem como objetivo ampliar o acesso à proteção contra o mosquito Aedes aegypti entre as populações que mais precisam, especialmente em um cenário de aceleração dos casos de dengue, reforçando o compromisso da marca com a saúde pública. Com o “Juntos Contra o Mosquito”, SBP e CUFA reafirmam que o combate à dengue exige presença, diálogo e ação contínua nos territórios, fortalecendo a conscientização, a prevenção e o cuidado coletivo onde eles são mais necessários.
Grupo MM Eventos constrói legado social ao transformar investimentos corporativos em impacto contínuo
O Grupo MM Eventos consolidou uma nova forma de integrar estratégia empresarial e responsabilidade social por meio do Programa AMMigo, iniciativa anual de ESG que transforma investimentos de marketing, ações comerciais e verbas antes destinadas a brindes corporativos em impacto social contínuo. O programa já ultrapassou a marca de 14 toneladas em doações, entre alimentos e materiais escolares, e hoje beneficia mais de 200 famílias, que contam com o apoio recorrente da iniciativa ao longo do ano. Estruturado como uma política permanente — e não como ação pontual ou sazonal —, o Programa AMMigo nasce do reposicionamento consciente de recursos e da decisão de gerar transformação social concreta. A proposta é substituir iniciativas simbólicas por ações estruturadas, acompanhadas de perto e integradas à cultura organizacional da empresa. “O AMMigo foi pensado como um compromisso contínuo, integrado à nossa estratégia e à forma como fazemos negócios. Não se trata de uma campanha isolada, mas de uma escolha permanente de impacto social”, afirma Henrique Pissaldo, gerente comercial e de marketing do Grupo MM Eventos. No ciclo mais recente do programa, a mobilização de colaboradores e parceiros resultou inicialmente na arrecadação de sete toneladas de alimentos. Diante do engajamento interno e da relevância social das ações, a empresa decidiu dobrar esse volume, ultrapassando 14 toneladas, ampliando o alcance da iniciativa e fortalecendo o apoio às comunidades atendidas. Além da arrecadação de alimentos, o Programa AMMigo também contempla a doação de materiais escolares e ações de apadrinhamento de crianças no período do Natal, ampliando o impacto junto a famílias em situação de vulnerabilidade e reforçando o compromisso com educação, dignidade e cuidado contínuo. Entre as ações desenvolvidas estão o apoio à Fraternidade São João Paulo II, com iniciativas voltadas à dignidade e à reinserção social de ex-dependentes químicos; a atuação junto à Casa de Repouso AVIC (Lar Bussocabá), instituição que atende idosos em situação de abandono, com ações que vão além da doação material e incluem presença, atenção e acolhimento; além do Arraiá ESG – Tradição com Propósito, que transformou uma celebração interna em uma mobilização solidária, envolvendo colaboradores em gincanas e arrecadação coletiva. Para Meire Medeiros, CEO e fundadora do Grupo MM Eventos, o Programa AMMigo reflete um valor presente desde a fundação da empresa. “Sempre entendemos que crescimento precisa caminhar junto com responsabilidade social. O AMMigo traduz essa visão de forma prática, com ações contínuas, acompanhamento e impacto real na vida das pessoas”, destaca. Além do impacto social direto, o programa também fortalece a cultura organizacional do Grupo MM Eventos, ampliando o engajamento genuíno dos colaboradores e reforçando o posicionamento da empresa como uma marca que trata ESG como prática integrada às decisões estratégicas — e não como discurso institucional. “O principal resultado do AMMigo está na construção de consciência coletiva. Quando o colaborador entende que seu trabalho gera transformação social contínua, o engajamento acontece de forma natural”, completa Pissaldo.
Centauro transforma o Pacaembu em palco de movimento com treinão aberto ao público
Depois de mobilizar pessoas em aulas e experiências esportivas gratuitas pelo país, a Centauro transforma um dos endereços esportivos mais simbólicos da cidade em palco para mais uma ativação da campanha “Mais Esporte nos Planos”. No próximo domingo, 25 de janeiro, a marca realiza uma edição especial do Fit na Rua com um treinão de corrida na pista de atletismo da Mercado Livre Arena Pacaembu, a partir das 6h. As vagas são limitadas e a inscrição deve ser feita no Instagram oficial da marca, nos Destaques. O evento contará com um treino funcional conduzido pela influenciadora digital da Centauro e educadora física Gabi Desiderio, seguida de um desafio na pista de atletismo, pensado para acolher participantes de diferentes níveis de condicionamento. A experiência inclui ainda café da manhã para os participantes e uma premiação especial para os vencedores dos desafios, criando um ambiente de incentivo, celebração e comunidade em torno do esporte. “Esta é a nossa segunda edição do Fit na Rua, e a rápida adesão do público confirma uma demanda real por experiências que facilitem o início ou a retomada de uma rotina ativa. Ao ocupar lojas e espaços esportivos com ações como essa, reforçamos nosso propósito de tornar o esporte mais próximo, possível e presente na vida das pessoas”, afirma Gleyce de Oliveira, Diretora de Marketing da Centauro. Desde o início de janeiro, a campanha “Mais Esporte nos Planos” vem se consolidando como um movimento de incentivo à vida ativa. Em São Paulo, as vagas das aulas do Fit na Rua se esgotaram em poucos minutos. No Rio de Janeiro, as ativações também registraram alta adesão, enquanto Fortaleza recebe as experiências na próxima semana. O Fit na Rua contempla aulas fitness e dança em parceria com a FitDance, e a integração com o aplicativo Spoint, que estimula a prática contínua de esportes por meio de desafios e recompensas. Serviço:Treinão exclusivo Fit na RuaDia: 25 de janeiroHorário: 6hLocal: Mercado Livre Arena PacaembuEndereço:Praça Charles Miller – Pacaembu, São Paulo – SP, 01234-010Inscrição: https://www.instagram.com/stories/highlights/17931119211168532/?hl=pt
Janeiro Branco: NR-01 incentiva olhar mais atento para saúde mental em ambientes corporativos
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), transtornos mentais e emocionais são uma das principais causas de afastamento no trabalho. No Brasil, a ansiedade já afeta milhões de brasileiros, enquanto o burnout, conhecido como síndrome ocupacional, é uma realidade para muitos profissionais. Só para se ter uma ideia, no acumulado nos nove primeiros meses de 2025, o Brasil registrou mais de 403 mil afastamentos por transtornos mentais. A Campanha Janeiro Branco faz um importante alerta sobre a saúde mental e a importância de dar atenção ao cuidado psicológico e emocional durante o ano todo. No ambiente corporativo, onde o estresse e a pressão por resultados são constantes, a campanha surge como uma oportunidade de transformação na cultura organizacional das empresas. Para Ricardo Mattos, CEO da Vetor Editora, empresa do grupo Giunti Psychometrics, referência em manutenção da saúde mental nas empresas, ao longo dos anos, a campanha tem incentivado debates públicos e mudanças importantes no modo como as organizações abordam o tema. Além disso, o Janeiro Branco segue sendo necessário: ele abre o calendário do ano lembrando, com legitimidade, que a vida humana não pode ser organizada apenas por metas econômicas, enquanto as pessoas adoecem por dentro. “Precisamos tratar a saúde mental como prioridade civilizatória, não como pauta periférica. Com ações simples, mas consistentes, as empresas podem transformar o ambiente corporativo em um espaço de apoio, prevenção e crescimento. A saúde mental deve ser vista como um investimento contínuo, que beneficia não apenas os colaboradores, mas também os resultados organizacionais. Vale lembrar que a NR-01 foi recentemente atualizada e agora exige que as empresas identifiquem e controlem fatores como estresse, burnout e assédio, além dos riscos físicos tradicionais, com implementação gradual e guias de orientação, o que impacta também na rotina dos profissionais de RH, Psicologia, Medicina e Engenharia de Segurança do Trabalho, que atuam diretamente nessas áreas e vão precisar de ferramentas para se adequarem”, explica. Ainda segundo o executivo, empresas de todos os portes podem criar iniciativas práticas e acessíveis para transformar o cuidado com a saúde mental em um pilar organizacional. Somado a isso, a tecnologia, testes digitais e materiais didáticos e científicos podem ser importantes aliadas dos gestores neste processo. Confira abaixo cinco ações simples que podem auxiliar as empresas e profissionais da área na promoção do bem-estar dos colaboradores durante o ano todo. 1 – Diálogo aberto: promova campanhas internacionais para conscientizar os colaboradores sobre a importância de falar sobre saúde mental. Disponibilize espaços seguros onde as pessoas possam se sentir acolhidas. 2 – Apoio psicológico: ofereça programas de assistência emocional, como consultas com psicólogos, linhas de apoio ou acesso a ferramentas digitais especializadas. De acordo com estudos, programas de saúde mental bem desenhados estão associados a ganhos expressivos de desempenho, redução de faltas e maior presença no trabalho – mapeamento da Yale School of Medicine mostrou aumento de até 25% na produtividade dos colaboradores que participaram de programas de apoio mental. 3 – Treinamento de lideranças: capacite gestores para identificar sinais de desgaste emocional nas equipes e promover uma liderança mais humanizada. Outra dica importante é oferecer cursos de atualização, isso dará mais suporte para os profissionais das empresas que trabalham diretamente cuidando da saúde mental dos colaboradores. A Vetor Editora, por exemplo, oferece consultoria e treinamentos na área de Recursos Humanos, auxiliando companhias a avançarem nos cuidados com o bem-estar emocional dos profissionais, e conta com mais de 40 mil clientes, entre eles MRS Logística, Prevent Senior, Sodexo, Gerdau. Para abril desde ano, a empresa promoverá o Summit NR-01, evento voltado para Psicólogos, Médicos, Engenheiros, RH, Segurança do Trabalho, líderes e gestores, que buscam se aperfeiçoar e entender as mudanças da NR-01 e como elas impactam sua atuação e das empresas que desejam fortalecer a cultura de saúde mental, bem-estar e segurança psicológica. 4 – Mapeamento de clima organizacional: realize avaliações regulares para entender os fatores de risco psicossociais e implementar ações corretivas. 5 – Iniciativas de bem-estar: invista em atividades como meditação, massagem, yoga, palestras e workshops sobre gestão de emoções e resiliência. Embora a campanha seja realizada apenas no primeiro mês do ano, a mensagem do Janeiro Branco é clara: o cuidado com a saúde mental deve ser constante. “Criar um ambiente de trabalho saudável e emocionalmente seguro é um compromisso das empresas e deve se estender ao longo de todo o ano”, finaliza Ricardo.
Loggi inicia novo ciclo com Viviane Sales como CEO
A Loggi, empresa brasileira referência em entregas no país e que está transformando a logística por meio da tecnologia, anuncia o início de um novo ciclo este ano com a transição interna de liderança, em que Viviane Sales, até então vice-presidente de Clientes e Receitas, assume como a nova CEO a partir de janeiro de 2026. A executiva sucede Thibaud Lecuyer, que atuou na liderança da empresa ao longo dos últimos seis anos como CFO e CEO, metade do tempo desde a fundação da empresa, e com quem vem trabalhando num processo de transição estruturado nos últimos meses. A mudança reforça a continuidade e a evolução consistente e sustentável dos negócios, assegurando a execução da estratégia de longo prazo e o avanço da Loggi como principal plataforma logística para o e-commerce no país. Nos últimos dois anos, Viviane esteve diretamente envolvida na evolução da operação nacional, no fortalecimento do portfólio de clientes — com destaque para o desenvolvimento do mercado de pequenas e médias empresas (PMEs) — e no avanço de iniciativas-chave de eficiência, inovação e expansão de mercado. Viviane Sales tem extensa atuação na gestão e liderança de empresas e startups de tecnologia, entre elas Creditas, Twitter, BCG e Incode Technologies. Ela possui MBA pela Kellogg School of Management – Northwestern University, com habilitações em Marketing, Finanças e Gestão de Organizações e Bacharelado em Administração de Empresas pela FGV- EAESP, com habilitações em Finanças e Economia. “Hoje, a Loggi é referência em entregas e um dos principais operadores logísticos do país, contribuindo para cerca de 0,5% do PIB brasileiro. Operamos uma malha nacional que realiza centenas de milhares de entregas por dia, atendendo mais de 22 mil clientes de pequenos a grandes e-commerces, em mais de 5 mil municípios, com soluções que vão desde uma rede capilarizada de LoggiPontos para coleta até a integração com as principais plataformas do mercado, com serviços entregas de primeiro ao último quilômetro, sempre com rastreabilidade, segurança e flexibilidade, para todos os tamanhos de negócios”, explica Sales. “Conheço a operação, nossos clientes e o enorme potencial que temos de revolucionar o mercado no país. O nosso compromisso seguirá em facilitar o acesso a logística, criando soluções inovadoras e de qualidade, gerando valor para o ecossistema de e-commerce em nosso país”, complementa. Dando continuidade à estratégia da empresa, a executiva manterá o foco no desenvolvimento do mercado de PMEs e na inovação de soluções logísticas para aprimoramento e consolidação de uma operação nacional cada vez mais eficiente. Além disso, continuará fortalecendo os negócios junto aos clientes corporativos da Loggi, entre grandes marketplaces e grandes empresas de diversos segmentos. “Inovação e tecnologia estão no nosso DNA e continuam sendo alavancas e diferenciais para o crescimento, tanto no desenvolvimento de soluções quanto para a nossa cultura de inovação e resultados. O nosso objetivo é ser o principal player de entregas leves no país e ser a grande referência de logística para e-commerce, desde o pequeno empreendedor até o grande marketplace”, complementa Viviane Sales.
Wigoo anuncia Gabriel Kenzo como novo sócio da agência
A Wigoo, agência de marketing e tecnologia, anuncia a entrada de Gabriel Kenzo no quadro societário da empresa. Atualmente Head de Mídia, Kenzo está na operação desde 2021 e teve papel central na expansão da agência e na fundação da Wigoo Academy, braço de educação da companhia. Com a movimentação, Kenzo passa a compor a liderança estratégica ao lado dos sócios-fundadores e diretores: Dib Sekkar (co-CEO), Gustavo Santana (co-CEO), Luiz Ruiz (CSO) e Gabriel dos Santos (CTO). À chegada de Kenzo à sociedade representa um movimento natural de reconhecimento por trajetória, entrega e impacto gerado ao longo dos últimos anos. Antes de ingressar na agência, Kenzo é ex-Google e sua contratação foi uma aposta pelo seu perfil analítico, técnico e altamente comprometido com resultados. O profissional iniciou na Wigoo como Analista de Mídia Sênior e, desde então, construiu uma trajetória consistente de crescimento na empresa. Em 2021, assumiu como Especialista em Mídia, em 2023 migrou para a posição de Gerente de Mídia e, em 2025, passou a atuar como Gerente Sênior da área. Kenzo tem exercido uma atuação fundamental na formação de talentos: ao longo de sua trajetória, ele já formou mais de 100 analistas diretamente e teve papel central na criação e consolidação do Wigoo Academy, projeto que já capacitou mais de 1.000 profissionais para o mercado de marketing digital. Para Gustavo Santana, co-CEO da Wigoo, Kenzo é reconhecido internamente como um profissional extremamente dedicado, analítico e comprometido com a excelência. “Ele sempre foi referência para clientes e para o time e sua entrada na sociedade reforça a cultura da Wigoo de valorizar talentos internos, construir lideranças de longo prazo e crescer de forma sustentável, mantendo pessoas que vivem o dia a dia da empresa no centro das decisões estratégicas”, afirma.
Internacional Shopping promove atração infantil Estação MasterChef Júnior Brasil durante as férias
Entre os dias 8 e 28 de janeiro, o Internacional Shopping recebe a Estação MasterChef Júnior Brasil, atração gratuita que integra a programação especial de férias do empreendimento. O circuito gratuito, realizado com apoio da Band, emissora responsável pelo programa no Brasil, é voltado para crianças de 3 a 12 anos e promete uma experiência divertida e educativa de segunda a domingo, das 12h às 20h, e é voltada para crianças de 3 a 12 anos. Inspirada no famoso reality show de culinária, a atração apresenta uma exposição totalmente interativa que convida os pequenos a aprenderem sobre o universo da gastronomia de forma prática e lúdica. Ao longo do percurso, as crianças exploram ingredientes, aromas, utensílios e técnicas básicas de cozinha, ampliando a criatividade e descobrindo habilidades que só aparecem quando colocamos a mão na massa. Para participar, basta resgatar o cupom no app Inter+. Uma viagem pelo universo da cozinha A experiência é organizada em sete estações temáticas, pensadas para estimular a curiosidade, a coordenação motora e o prazer de aprender fazendo. Ao longo do circuito, as crianças entram em contato com utensílios, temperos, aromas e sabores, além de aprenderem noções básicas sobre organização e preparo de receitas, finalizando o percurso com o uso do tradicional avental do MasterChef. As atividades são realizadas em grupos de até oito crianças, acompanhadas por monitores treinados, que orientam cada etapa do processo de forma segura e didática. A grande estrela: a Cozinha MasterChef O ponto alto da atração é a Cozinha MasterChef, espaço onde os participantes colocam em prática tudo o que aprenderam ao longo do percurso. Nesse momento, as crianças preparam uma receita real — da escolha dos ingredientes à organização da bancada e apresentação final. Ao término da atividade, pais e responsáveis são convidados a degustar as criações dos pequenos. “Nosso objetivo é estimular a autonomia, a criatividade e o aprendizado manual, proporcionando uma experiência que vai além da brincadeira. O MasterChef Júnior desperta esse brilho nos olhos das crianças, e é exatamente isso que queremos oferecer às famílias que visitam o Inter”, destaca Débora Viana, Gerente de Marketing do Internacional Shopping. Segundo Fernanda Abreu, VP de Licenciamento da Endemol Shine Brasil, a ativação amplia a relação do público com a marca. “Essa ativação é uma forma de aproximar ainda mais a marca das famílias, transformando o entretenimento das telas em uma experiência educativa, afetiva e real. O MasterChef vai além da televisão: ele inspira autonomia, criatividade e o prazer de aprender fazendo.” Serviço Estação MasterChef Júnior Brasil – Férias no Internacional ShoppingRecomendado para: crianças de 3 a 12 anosQuando: 8 a 28 de janeiroHorário: segunda a domingo, das 12h às 20hOnde: 1º Piso – em frente à RennerQuanto: gratuito (mediante resgate no app Inter+)
Tecnologia vira base e experiência ganha valor na NRF 2026
A NRF Retail’s Big Show 2026, realizada entre 11 e 13 de janeiro, em Nova York, reforçou uma mudança estrutural no varejo: tecnologia deixa de ser diferencial e passa a ser base, enquanto atributos se consolidam como vantagem competitiva. Para o setor de alimentação fora do lar, os debates indicam oportunidades concretas de ganho de produtividade com inteligência artificial, sem perda do principal ativo do negócio: a experiência no atendimento. No campo da inteligência artificial, o evento destacou a transição de modelos baseados em busca por palavras-chave para jornadas orientadas por intenção, em que o consumidor “conversa” com plataformas que entendem contexto e objetivos antes de sugerir soluções. Em bares e restaurantes, isso se traduz em sistemas capazes de sugerir combinações, orientar escolhas, prever demanda e apoiar o atendimento, simplificando a experiência do cliente e aumentando a eficiência operacional. No evento foi discutido que a IA tende a organizar a gestão do negócio para liberar tempo e energia da equipe para reforçar o cuidado e o acolhimento humano. A recomendação ao empresário é tratar a tecnologia como base de processos, sem substituir a hospitalidade, mas ampliando consistência e velocidade da operação. Outro eixo relevante debatido no evento foi sobre autenticidade e comunicação. As marcas vencedoras abandonam o discurso puramente comercial e apostam em conexões emocionais baseadas em valores como verdade e identificação. Para o setor, a proposta de valor precisa ser coerente “do balcão ao digital”, com comunicação mais honesta e aderente ao cotidiano do negócio. A NRF 2026 trouxe ao centro a busca do consumidor por experiências que gerem vínculo, conforto e significado, um movimento descrito como “fome sensorial”, em resposta ao excesso de telas. Para Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel, é preciso ter estratégia porque além de vender comida e bebida é preciso preparar ambientes e serviços que entreguem presença e conexão humana. “A NRF 2026 reforça uma virada importante porque a tecnologia deixa de ser alternativa e passa a ser fundamental na gestão. Para o empresário, isso significa que é preciso usar inteligência artificial e dados para ganhar eficiência sem abrir mão do que sustenta o setor que é a hospitalidade e experiência. Por isso, é preciso implementar soluções com foco na jornada do cliente de forma que a inteligência artificial junto ao humano personifique cada vez mais as entregas para que elas sejam únicas e potentes”, comenta.
IturanMob fornece tecnologia de conectividade para test drives da Leapmotor no Brasil
A IturanMob, braço de Mobilidade, soluções de conectividade e Internet das Coisas (IoT) da Ituran Brasil, passa a fornecer tecnologia embarcada nos test drives da Leapmotor, marca do grupo Stellantis, presente em todas as concessionárias da marca no Brasil. Por meio da plataforma MobTestDrive, desenvolvida pela IturanMob,os Concessionários realizarão os testes drives dos clientes da Leapmotor através de experiência totalmente digital. O sistema permite o registro do condutor, o acompanhamento em tempo real da jornada e a integração direta com os sistemas da concessionária e da montadora, garantindo mais eficiência e segurança em todo o processo de venda. “Através de nossos IoTs, oferecemos uma jornada digital completa por meio do aplicativo MobTestDrive. A tecnologia permite que toda a experiência do cliente seja acompanhada em tempo real, integrando concessionárias e montadoras com segurança e eficiência”, explica Paulo Henrique Andrade, porta-voz da IturanMob. Durante os test drives, os concessionários registram o motorista no sistema, assegurando segurança ao processo e gestão dos leads dentro da marca. “Essa parceria com o grupo Stellantis reforça o papel da IturanMob como referência tecnológica do setor automotivo, impulsionando a digitalização das experiências e a maior integração entre montadoras, concessionárias e consumidores”, conclui Andrade.
Em nova campanha para o C6 Bank, Gisele Bündchen apresenta vantagens da conta global
Pioneiro na oferta da conta global com saldo em dólar ou euro, o C6 Bank dedica a primeira campanha publicitária de 2026 para apresentar as vantagens da sua conta internacional para pessoas físicas e jurídicas. O filme criado pela Tech & Soul destaca os benefícios da C6 Conta Global e é protagonizado pela modelo e empresária Gisele Bündchen. Na produção da O2 Filmes eda Blood Audio, ao atravessar portais, Gisele passa por diferentes cenários que fazem alusão a paisagens icônicas ao redor do mundo, representando as possibilidades oferecidas pela conta global do C6 Bank. Ao conduzir a narrativa, ela destaca a mensagem: “Com a conta global do C6 Bank, você transfere dólar e euro entre contas como se fosse um Pix. Viajar pelo mundo assim é extraordinário, não é?”. “Com essa campanha, trabalhamos a ideia de que nossa conta global facilita a experiência financeira no exterior, abrindo portas para o mundo inteiro. A imagem dos portais traduz bem o que os clientes podem vivenciar ao aproveitar as facilidades da C6 Conta Global”, diz Alexandra Pain, CMO do C6 Bank. O filme dá sequência ao novo momento da marca financeira, que estreou, em meados do ano passado, a assinatura “Para Uma Vida Extraordinária”, presente desde então nas peças publicitárias do banco. O novo conceito reforça a ideia de que é possível democratizar o acesso das pessoas a uma experiência bancária de alto padrão. Hoje, o C6 Bank oferece aos clientes dois serviços em moeda estrangeira, tudo no mesmo app. Um deles é a C6 Conta Global, que permite guardar, receber e enviar dólares ou euros, além de fazer compras em lojas físicas e virtuais no exterior com um cartão de débito internacional. O outro é a C6 Global Invest, uma conta de investimentos com saldo em dólar por meio da qual os clientes conseguem investir em ativos internacionais de renda variável e renda fixa. O filme publicitário, que recebeu o nome de “Portais”, terá presença em TV aberta e fechada, rádio, digital, OOH e patrocínio em sites de notícias como GE TV e UOL. Veja o filme da campanha: FICHA TÉCNICA Título: “Portais” Cliente: C6 Bank Aprovação Cliente Marketing C6: Alexandra Pain, Rodrigo Teixeira, Carin Chamas, Ione Aguiar, João Gil Mídia C6: Henrique Arakaki, Benazir Galhardoni, Ana Beatriz de Carvalho, Diana David Criação C6: Marília Affonso, Oliver Tarzis, Felipe Leite, Gustavo Fragao, Luiza César Produto: Conta Global CRIAÇÃO Direção de Criação: Flavio Waiteman,Angelica Pernau, Lusa Silvestre Direção de Arte: Angelica Pernau, Rodrigo Seixas, Sibeli Silveira Redação: Lusa Silvestre Motion: Leonardo Neiva Gerente de Projetos: Patrícia Goulart ATENDIMENTODiretora de Atendimento: Gabriela Mongiat Gerente de Atendimento: Fernanda AguiarSupervisora de Atendimento: Maria Cecília Freitas MÍDIADiretor de Mídia: Eric Zanelli Gerente de Mídia: Rafaela Fernandes Supervisora de Mídia: Bárbara Santos Coordenador de Mídia: Marlene Quissola PLANEJAMENTODiretora de Planejamento: Vanessa Patino Gerente de Planejamento: Bob Friandes Coordenadora de Planejamento: Yasmin Alves PRODUÇÃOProdutor Executivo: João Pedro Albuquerque RTV: Carol LampertDiretor de Produção: Rogerio GonçalvesSupervisora de Produção: Leticia Bamonte GESTÃO CCO: Flavio Waiteman CEO: Claudio Kalim COO & CFO: Marcelo Zaine Diretora Geral de Negócios: Liliany Samarão FILME Produtora do Filme: O2 FILMES Direção: Bruno Ilogti Diretora Executiva de Produção: Flávia Zanini Diretora Executiva de Projetos e Negócios: Rejane Bicca Produção Executiva: Gustavo Nogueira / Missi Galanida Executivo de Projetos: Ale Borzani / Breno Panfili Atendimento de Pós: Carolina Moysés Assistente Produção Executiva: Fernanda Figueiredo Direção de Fotografia: Will Etchebehere / Pieter Vermeer Diretores de Arte: Gizele Muler / Luis Roman Diretor Produção: Daniel Favaretto Produtor: Luis Gustavo Santos do Amaral Fotógrafo Still: Gui Paganini Assistente de Produção: Dennis da Silva Cardoso 1º Assistente de Direção: Akasia Arruda Gonçalves / David Modia 2ª Assistente de Direção: Thaiane Rossano Follo Pereira Stylist: Rita Lazarotti / Melinda Rodriguez / Gabriel Victor Feriani Produtora de Elenco: Barbara Catani. Cabelo e Maquiagem: Daniel Hernandez Departamento Criativo de Pesquisa: Henrique Pires, Renato Ruffo e Rafael Nogueira FINALIZAÇÃO FILME Pós-Produção: O2 Pós.Coordenador Geral de Pós: Henrique Gomes Finalizador: Augusto Medeiros, Leno Taborda, Rosa Felix e Daniel Torres Montador: Bruno Ilogti Assistente de montagem: Lucas Signoretti Cor: O2 PÓS / Psycho’n’Look Supervisor de VFX: Thiago Corá OOH/Motion Graphics: Glaucus Gabriel ÁUDIO Produtora Áudio: Blood Audio Produção e criação musical: Cezar Bandão e Otávio de Moraes Sound design: Vitor Motter e Rafael Pacheco Atendimento: Carol Vadasz Produção Executiva: Dani Monaco FOTO Fotógrafo: Gui Paganini Assistentes de foto: Christopher Murray e Alexander Larson Tratamento de imagens: Philipe Mortosa e Helena Colliny Atendimento fotografia: Fernanda Sá FINALIZAÇÃO FOTO Pós-produção: Good Image Fusão / Retoque / Tratamento: Arie Magalhães
Operações multimodelos se consolidam como base do crescimento do e-commerce
O amadurecimento do e-commerce brasileiro tem levado médias e grandes empresas a reverem suas estratégias digitais. O modelo tradicional, centrado exclusivamente no B2C e dependente de investimentos crescentes em mídia paga, já não sustenta o ritmo de expansão exigido por um mercado mais competitivo, com consumidores mais exigentes e margens cada vez mais pressionadas. As operações multimodelos que integram B2C, B2B, B2B2C e marketplaces passaram a ocupar um papel estrutural no crescimento do setor. Para a Uappi, empresa de tecnologia especializada em plataformas de e-commerce para operações multimodelos, esse movimento reflete uma mudança profunda na lógica de crescimento das organizações. “A adoção de múltiplos modelos de venda é consequência direta do amadurecimento do e-commerce e da complexidade das estratégias de expansão das empresas. Hoje, sustentar crescimento apenas com campanhas de tráfego tornou-se inviável diante do aumento do custo de aquisição, da compressão de margens e da maior exigência do consumidor”, afirma Jessica Fragoso, Head de Marketing da Uappi. Ao diversificar seus canais e modelos de venda, as empresas passam a construir ecossistemas comerciais capazes de distribuir riscos, ampliar alcance e gerar maior previsibilidade de receita. Segundo a empresa, a combinação entre vendas diretas ao consumidor, operações B2B, redes de distribuidores, marketplaces próprios e parceiros cria jornadas distintas, com diferentes tickets médios, ciclos de compra e níveis de recorrência. Esse avanço, no entanto, impõe um novo patamar de complexidade operacional. O crescimento multimodelo exige controle rigoroso de dados, regras comerciais, comissões, logística, estoque e performance por canal. “O multimodelo não é uma tendência passageira, é um movimento estrutural do ciclo do e-commerce. À medida que as empresas crescem, elas precisam de uma arquitetura tecnológica capaz de integrar e orquestrar toda essa complexidade com inteligência”, destaca Jessica. Nos últimos anos, alguns segmentos lideraram esse processo de digitalização acelerada. Tecnologia e eletrônicos migraram rapidamente para o digital, impulsionados pelo comportamento de pesquisa e comparação online. Moda e beleza avançaram com força apoiadas pelas redes sociais e pelo social commerce. Já os setores de saúde e pharma expandiram sua presença digital pela necessidade de acesso, informação e conveniência. Paralelamente, marketplaces e modelos de venda direta ganharam relevância ao aproximar marcas e consumidores finais. A Black Friday de 2025 reforçou esse cenário e evidenciou a maturidade das estratégias omnichannel e multimodelos. O período foi marcado pelo crescimento expressivo das vendas via marketplace, especialmente entre empresas que também mantêm operações próprias de B2C. Outro destaque foi a redução de rupturas e o ganho de eficiência operacional em negócios com múltiplos centros de distribuição, além da ampliação das vendas B2B digitais por meio de distribuidores, revendedores e representantes comerciais integrados à operação online. Ao longo de quase duas décadas, a Uappi acompanhou a transformação do e-commerce de um canal isolado de vendas para o núcleo estratégico das operações empresariais. O que antes se resumia a uma loja virtual desconectada do restante da empresa evoluiu para um ecossistema integrado. Essa evolução também se reflete no comportamento do consumidor, especialmente em datas sazonais. A Black Friday deixou de ser um pico isolado para se tornar parte de uma estratégia contínua de relacionamento e conversão. Cinco tendências que devem marcar o futuro do e-commerce no Brasil segundo a Uappi: Foto: Uappi/Divulgação
PlayTV e Ubisoft anunciam parceria inédita para exibição de conteúdos gamers na TV brasileira
A PlayTV, referência nacional em cultura pop, games e entretenimento multiplataforma, anuncia uma parceria inédita com a Ubisoft para exibir em sua grade de programação conteúdos especiais produzidos para a Ubisoft. A iniciativa integra o movimento estratégico da emissora de ampliar a presença de marcas globais e criadores digitais na televisão, consolidando a PlayTV como um dos principais hubs de convergência entre TV, internet e comunidade gamer no Brasil. A nova faixa inclui diferentes formatos que dialogam diretamente com o público jovem e conectado, com linguagem ágil, tom bem-humorado e forte identificação com o universo dos games. Entre os destaques está o Ubi Talk Show, apresentado por Totoro, ex-Porta dos Fundos. A atração recebe convidados do cenário criativo e digital, como Macla Tenório, Gaveta e Marcos Castro, em entrevistas que misturam bastidores da indústria, lifestyle gamer e conversas descontraídas sobre cultura pop. Outro conteúdo que passa a integrar a grade é o Ubi Dub, série de vídeos de dublagem de jogos da Ubisoft, como Assassin´s Creed, conduzida por Marcos Rossi, uma das referências do tema no Brasil. O formato combina humor, improviso e referências às franquias da marca, reforçando a relação afetiva do público com os personagens e universos dos games. Já o Piores Jogadas, apresentado por Rato Borrachudo e Mary Nery, explora situações icônicas e momentos “desastrosos” do mundo gamer, sempre com irreverência, interação e a presença orgânica da comunidade. O programa reforça o caráter participativo da parceria, valorizando o conteúdo feito por criadores que já fazem parte do cotidiano do público digital. Mais do que uma janela de exibição, a parceria entre PlayTV e Ubisoft representa a criação de um espaço multiplataforma de conexão entre marca, comunidade e televisão, em linha com a estratégia editorial da emissora de fortalecer a presença de conteúdos pop, gamers e geek em sua programação. Assim como iniciativas recentes da PlayTV voltadas ao universo otaku e de animes — que aproximaram a emissora de grandes licenciadores internacionais — a nova faixa reforça o posicionamento do canal como curador de tendências e conteúdos que dialogam com diferentes gerações de fãs. O conteúdo da Ubisoft TV estreia na segunda-feira (26), às 19h, com distribuição em TV aberta via satélite, TV por assinatura e canais FAST, ampliando o alcance para milhões de lares em todo o país. Além da exibição linear, a PlayTV também prevê ações de complementaridade nas redes sociais e nos canais digitais dos criadores e do próprio canal, estimulando a interação, o compartilhamento de trechos e o engajamento da comunidade gamer. A parceria também fortalece o ecossistema de criadores que orbitam o canal, aproximando talentos, marcas e audiência em um modelo que valoriza conteúdos de identidade própria e formatos autorais — ao mesmo tempo em que democratiza o acesso a produções do universo gamer para o público de TV, incluindo regiões e perfis de público que ainda estão fora do consumo digital concentrado nas plataformas online. Para Leonardo Zalcman, vice-presidente da PlayTV, a chegada da Ubisoft TV à grade do canal marca um avanço estratégico no posicionamento da emissora como um hub de convergência entre televisão, criadores e comunidades gamer, ampliando o diálogo com um público cada vez mais conectado à cultura pop e ao universo dos games: “A Ubisoft é uma das marcas mais relevantes do mundo gamer, e trazer a Ubisoft TV para a grade da PlayTV representa um passo importante na nossa estratégia de aproximar ainda mais os criadores, as comunidades e o público de TV. Essa parceria reforça o nosso compromisso com conteúdo de qualidade, linguagem atual e formatos que dialogam com a nova geração de fãs, ao mesmo tempo em que ampliamos o acesso a esse universo para quem acompanha a cultura pop pela televisão.” Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft na América Latina, destaca que a parceria com a PlayTV amplia a presença da empresa na televisão brasileira e fortalece a conexão entre jogadores, criadores e marcas dentro do ecossistema. “Estamos muito felizes em levar os conteúdos da Ubisoft TV para a PlayTV, ampliando nossa presença na televisão e conectando ainda mais jogadores, criadores e marcas ao nosso ecossistema”, diz o executivo. “A PlayTV tem um público altamente alinhado ao universo dos games e da cultura pop, e enxergamos essa parceria como uma oportunidade estratégica para fortalecer nossa conversa com a comunidade no Brasil e expandir o alcance dos nossos formatos.”
5 dicas para superar a resistência cultural e avançar na transformação Lean nas indústrias
O maior obstáculo à transformação Lean nas indústrias continua sendo invisível: a cultura corporativa. A constatação é central para a Borgatti Consulting, que há mais de três décadas estrutura modelos de gestão de operações orientados para fluxos, demanda e resultados sustentáveis. Para a consultoria, a mentalidade enraizada nas lideranças, conselhos e áreas financeiras ainda representa o principal entrave. Enquanto muitas empresas mantêm o foco em aumentar volumes para reduzir custos unitários, como prega o modelo de custeio tradicional, os efeitos práticos costumam ser opostos: excesso de estoque, baixa resposta à demanda real e fluxos financeiros comprometidos. Essa lógica ainda está profundamente presente no discurso executivo. Milton Rizzo, atual Diretor de Operações Industriais da Blau Farmacêutica, com passagem por empresas dos setores automotivo e veterinário, aponta que esse raciocínio segue sendo um dos maiores bloqueios à adoção do Lean. Em conversa com Ricardo Borgatti, sócio-diretor da Borgatti Consulting, no episódio #008 do podcast Insights Lean, ele resume uma objeção recorrente nas organizações: “É comum a seguinte questão: ‘eu preciso produzir o maior volume, porque senão a fábrica vai gerar ociosidade e eu vou ficar mais caro’”. Segundo a Borgatti Consulting, a resistência à transformação Lean raramente está no chão de fábrica. Ela se concentra, sobretudo, nas esferas estratégica e tática, onde decisões de planejamento, metas e indicadores ainda seguem desconectadas da lógica de fluxo. A crença de que o sistema puxado “não se aplica aqui” persiste, mesmo diante de evidências práticas de que alinhar a produção à demanda melhora não apenas a performance operacional, mas também o fluxo de caixa, a qualidade do estoque, o nível de serviço ao cliente e o uso mais eficiente dos recursos já disponíveis. Rizzo reforça que a mudança não é apenas operacional, mas estrutural e estratégica: “O sistema tem que rodar alinhado à demanda e à estratégia da companhia, com base nos fluxos”. Para a Borgatti Consulting, esse alinhamento só se sustenta quando a transformação Lean deixa de ser tratada como projeto pontual. Trata-se de uma jornada de longo prazo, que exige governança clara, liderança ativa e métricas coerentes com a realidade do mercado. A mudança não acontece de uma vez só e, para evitar erros e resistências internas, precisa ser conduzida em etapas bem estruturadas: 1. Estudar a demanda: antes de qualquer mudança na operação, a empresa precisa entender o que realmente precisa produzir no médio e longo prazo. A transformação começa no S&OP, garantindo um alinhamento claro entre comercial, operações e finanças. 2. Mapear os fluxos produtivos:o VSM (Value Stream Mapping) é fundamental para visualizar os gargalos e entender como o fluxo de valor se comporta. Mas atenção: mapear não resolve o problema sozinho. O fluxo precisa ser ajustado para responder melhor à demanda, com rotas dedicadas para dominar e gerenciar adequadamente a capacidade produtiva com base em gargalos. 3. Dimensionamento de estoques: estoques devem ser posicionados e dimensionados estrategicamente, não simplesmente eliminados ou superdimensionados. 4. O planejamento precisa ser baseada na demanda real: planejar como resposta à real demanda (Sistema Puxado) e não cumprir planos mensais de baixa assertividade. 5. Criar um modelo de governança: implementar indicadores que realmente reflitam o desempenho do fluxo e o atendimento ao cliente, e não apenas a redução de custos isolados. Revisar periodicamente as metas e os processos, garantindo que a evolução seja contínua e sustentável. Para aprofundar a discussão, a Borgatti Consulting disponibiliza conteúdos audiovisuais que exploram os desafios e as oportunidades da transformação Lean na prática. O episódio “Transformação Lean: Oportunidades e Desafios”, do podcast “Insights Lean”, reúne reflexões sobre cultura, gestão e alinhamento à demanda e pode ser acessado no YouTube, Spotify e nas principais plataformas de áudio.
Como superagentes de IA podem revolucionar o varejo em 2026
O varejo representa um dos setores mais dinâmicos e competitivos dentro da economia global e segue enfrentando, ao longo dos anos, transformações como o ‘hype’ da adoção de IA por parte das empresas e consumidores. Segundo o Gartner, até o final de 2026, 40% das aplicações corporativas estarão integradas a agentes de IA programados para execução de tarefas específicas, representando um aumento expressivo em relação a menos de 5% registrado atualmente. A projeção prevista no levantamento é de que o agente de IA poderá gerar cerca de 30% da receita de softwares de aplicativos corporativos até 2035, ultrapassando US$ 450 bilhões de dólares, além de estabelecer novos padrões para trabalho em equipe por meio de interações humano-agente mais eficientes. Mas como isso deve impactar também o varejo? Marcos Oliveira Pinto, Global Software Engineer Manager da Jitterbit, explica que o sucesso em capitalizar essa onda de inovação deve impulsionar uma abordagem estratégica e madura nas lideranças. “Para isso, é crucial que as organizações entendam como o varejo pode, de fato, aproveitar a eficiência dos superagentes de maneira integrada, focando em tendências de mercado que entreguem valor real com agilidade e segurança. Afinal, implementar agentes de IA só porque estão no ‘hype’ não é a coisa mais inteligente a se fazer”, afirma. Resiliência operacional para continuidade do e-commerce A aplicação de superagentes de IA no varejo eletrônico revela a principal defesa contra disrupções, sendo a chave para manter a integração funcionando, mesmo diante de problemas na infraestrutura. “A forma como a empresa utilizará os superagentes para intermediar e fazer a gestão da falha é o que fará toda a diferença. Por exemplo, posso ter um AI agent no meu e-commerce para que eu consiga receber e armazenar pedidos para um processamento disso de forma assíncrona, evitando que meu usuário final não finalize a compra”, explica Marcos. Análise sentimental do cliente para novas ações A análise sentimental é um campo onde os superagentes trarão um diferencial significativo, indo além das métricas superficiais de satisfação. Cerca de 86% dos consumidores revelam disposição para pagar mais por uma boa experiência como cliente, de acordo com o levantamento “Future of Customer Experience”, da PwC. Entretanto, segundo pesquisa da Zendesk com a Dimensional Research, apenas 1 em cada 26 clientes insatisfeitos oficializa a reclamação; a maioria simplesmente abandona a empresa. “Baseado em todo o histórico de interação e de compras desse cliente, os superagentes de IA realizam análises e as apresentam em forma de gráficos, permitindo que a gestão entenda como a sua base de clientes está se sentindo em relação aos produtos ou à marca. Essa inteligência automatizada fornece uma visão tática inédita, permitindo que o varejista tome decisões proativas para refinar a experiência e aumentar a fidelidade”, ressalta Marcos. Gestão dinâmica de preços e competitividade Os superagentes podem permitir que os varejistas tenham uma gestão muito melhor dos preços, tendo como referência o que está acontecendo no mercado em tempo real. O avanço da IA tem impulsionado a precificação dinâmica, um modelo popularizado pela Uber, por exemplo, em que os preços são ajustados em tempo real com base na demanda e na concorrência. “Imagine uma pessoa que vende ar-condicionado e todos os concorrentes baixaram o preço… Para se manter vendendo, o agente de pricing monitora a movimentação e indica as possíveis alterações. Essa atividade dispensa o trabalho humano de monitoramento manual e o delega a um agente que ajuda de forma rápida e eficaz. Essa velocidade é essencial e o superagente ainda permite a definição de limites”. “Quick wins” com a arquitetura dos superagentes A adoção de IA no setor de consumo e varejo deve saltar de 33% para 85% até 2027, aumento de 150%, evidenciado na pesquisa “KPMG Global AI in Finance Report”. Essa oportunidade de crescimento no segmento viabiliza a implementação dos superagentes para acelerar a identificação de pequenos problemas, gerando um valor significativo para a operação e eliminando projetos complexos que levam meses. Nesse sentido, a estratégia consiste em criar e aplicar os superagentes nas áreas denominadas “quick wins”, que geram resultados imediatos visíveis. “A arquitetura de desenvolvimento de apps inteligentes é fundamental nesse processo para desenvolver uma solução de superagente que centralize a arquitetura de vários agentes especialistas em diversos domínios, o que acelera a capacidade de entregar esses ganhos rápidos”. Segurança e ISO Para aproveitar o potencial dos superagentes em 2026, o varejo deve priorizar a digitalização das novas tecnologias e a segurança. “Não ter sistemas tecnológicos atualizados é um grande risco de segurança de dados. A certificação ISO 42001, por exemplo, oferece recursos necessários para criação de agentes e gestão segura. É fundamental, ainda, não confiar cegamente na IA; mesmo com a arquitetura de agentes nos modelos ativo e passivo, ainda precisamos de humanos confirmando e validando quais as respostas o agente está oferecendo, sem alucinar. Ao focar em eficiência, integração e uma governança robusta, o varejo estará apto a utilizar os superagentes não como um modismo, mas como o motor de sua transformação, entregando o mesmo valor com processos mais inteligentes”, finaliza.
GALERIA.ag promove na Criação
A GALERIA.ag anuncia a promoção de Victor Capato e Gabriel Felde ao cargo de Diretores de Criação, como lideranças criativas responsáveis pela conta de McDonald’s. Com uma trajetória sólida no mercado publicitário, Victor Capato e Gabriel Felde vêm desempenhando papéis importantes na criação, concepção e execução de campanhas que combinam cultura, impacto e relevância. Ambos desempenhavam o papel de diretores associados de criação há um ano e meio na agência e respondem ao Diretor Executivo de Criação e sócio, Rodrigo Marangoni e ao CCO, Rafael Urenha. Ao longo de suas carreiras, ambos acumularam experiências ricas em criação e liderança, colaborando com projetos que conquistaram reconhecimento nacional e internacional. A dupla agora passa a integrar o time de diretores criativos da agência, contribuindo diretamente para a construção de ideias que dialogam com a cultura e impulsionam resultados para a marca.
Humanização tecnológica: como melhorar a experiência do cliente em 2026?
Por Thiago Gomes Garantir uma ótima experiência do cliente não se trata, apenas, de adotar novas tecnologias que otimizem o atendimento, mas de integrá-las de forma inteligente e humana ao relacionamento com cada um. O consumidor espera mais do que eficiência: ele quer ser reconhecido, compreendido e atendido de forma quase intuitiva – o que destaca a importância de desenvolver jornadas mais naturais, personalizadas e sem atrito, para as empresas que realmente quiserem prosperar este ano. A “massificação” dessa automação levou muitas organizações a construírem experiências que não resolvem os problemas de seu público-alvo, gerando, ao invés disso, cada vez mais insatisfação. Isso porque muitas tecnologias tradicionais obrigam o cliente a se adaptar ao robô, e acabam fragmentando sua jornada e satisfação com o atendimento prestado. Por mais que a digitalização esteja fortemente presente em nosso cotidiano, é extremamente importante ter consciência de que o consumidor apenas aceita conversar com uma IA quando ela passa a entregar valor real, resolvendo o problema em questão sem que se sintam apenas mais um. Ela deve ser pensada como motor da experiência do cliente e da resolução de sua demanda, e não como vitrine tecnológica. Prova disso está no estudo do “CX Trends 2025”, o qual identificou que a hiperpersonalização e a inteligência artificial já influenciam seis a cada 10 decisões de compra de produtos ou serviços – sendo que, no último ano, 68% dos consumidores destacaram a personalização no atendimento como fator de decisão. Não se trata de priorizar o lado humano ao tecnológico, ou vice-versa, mas de usar esses recursos a favor do cliente, com menos atrito e repetição, dando espaço para jornadas mais claras, transparentes e consistentes. Uma experiência inteligente parte da análise de dados a respeito do perfil e histórico do público-alvo. Porém, um dos maiores erros do mercado nesse sentido é coletar informações demais, sem que utilizem boa parte delas. A velha máxima do “menos é mais” nunca erra. Os dados precisam ter propósito e cada um deles precisa responder a uma pergunta focal: como isso melhora a experiência do cliente? Isso servirá de base para a construção de uma comunicação bem mais natural e individualizada, de acordo com as necessidades e desejos de cada pessoa. Isso abrange, na prática, cinco pilares indispensáveis: contexto (saber quem é o cliente, de onde ele veio, e o que já vivenciou); continuidade (não pedir a mesma informação duas vezes, e não quebrar a jornada ao trocar de canal); intenção / comando (o cliente deve escolher com quem prefere falar, e o sistema entender o que ele precisa); objetividade (resolver essas questões com máxima rapidez, sem passos desnecessários) e escalonamento inteligente (investindo em uma IA capaz de resolver o que faz sentido, deixando o profissional humano entrar em momentos mais estratégicos para a geração de valor). Oferecer uma boa experiência não é mais um diferencial, é o mínimo esperado. O grande segredo está em criar jornadas hiper personalizadas, com interações naturais e sem fricção, mostrando que não se trata de quem mais investe em tecnologias robustas, mas naquelas que extraem e executam o melhor que podem oferecer, sem perder a qualidade do atendimento em si e, com isso, construindo relações sólidas de confiança a longo prazo. Thiago Gomes é Diretor de Customer Success e Produtos na Pontaltech.