Yalo firma parceria com Abiacom para acelerar digitalização de indústrias e varejo no Brasil

A Yalo, plataforma inteligente de vendas, anuncia parceria com a Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM), com o objetivo de fortalecer a digitalização de indústrias, varejistas e empresas do comércio eletrônico no Brasil.  A ABIACOM atua na defesa dos direitos e interesses do e-commerce brasileiro, contribuindo de forma proativa para o desenvolvimento do empreendedorismo digital e a evolução do ambiente de negócios no país. A parceria com a Yalo reforça essa missão ao aproximar o setor produtivo de tecnologias capazes de impulsionar eficiência operacional, inovação e competitividade.  “A colaboração prevê a troca de conhecimento, iniciativas de capacitação e ações conjuntas voltadas à disseminação de boas práticas em transformação digital, com foco especial no uso estratégico de inteligência artificial, integração de canais digitais e personalização da experiência do cliente”, explica Danilo Rocha, diretor de vendas Brasil da Yalo.   Para a companhia, a parceria amplia a conexão com o ecossistema de comércio eletrônico e inovação no Brasil, reforçando sua estratégia de expansão na América Latina e seu posicionamento como parceira tecnológica de empresas que buscam acelerar a maturidade digital.  Já para a ABIACOM, a aliança representa um passo estratégico para fortalecer a competitividade do varejo e da indústria brasileira por meio da inteligência artificial aplicada aos negócios. “Na ABIACOM, temos a missão de fomentar um ecossistema mais inovador, eficiente e preparado para os desafios da nova economia digital. Ao aproximarmos nossos associados de soluções avançadas de IA, como as desenvolvidas pela Yalo, ampliamos a capacidade das empresas de gerar valor, escalar vendas e oferecer experiências cada vez mais personalizadas aos consumidores. Essa aliança reforça nosso compromisso com a transformação digital sustentável e com o protagonismo do Brasil no cenário latino-americano de comércio eletrônico”, destaca Fernando Mansano, presidente da associação.  

A força da conversa: o que o jeito latino tem ensinado ao mundo sobre vendas no WhatsApp 

A América Latina sempre foi um continente movido pela conversa e não seria diferente na relação de compra e venda. O dono do mercadinho que conhece o cliente pelo nome e tem uma relação próxima com os distribuidores e vendedores de marcas fornecedoras, negocia olhando nos olhos e ajusta o pedido conforme a necessidade do dia faz parte da identidade econômica da região. Por isso, quando o WhatsApp se tornou o principal canal de comunicação do continente, o salto para o chamado conversational commerce não exigiu ruptura e, sim, apenas uma migração.   “O comerciante não adotou uma nova tecnologia; ele expandiu um hábito que já existia”, esclarece Andres Stella, COO da Yalo, empresa que se tornou referência global em jornadas conversacionais entre indústria e varejo. “O WhatsApp virou o balcão digital porque estava no bolso de todos e resolvia a principal dor do varejo latino: a simplicidade”.  No entanto, a simplicidade virou escala e Stella explica que a digitalização promovida pela indústria acabou criando um paradoxo: para comprar de diferentes fornecedores, o pequeno varejista passou a ter de acessar inúmeros sites ou baixar diversos aplicativos – algo impraticável para quem opera em ritmo acelerado. “O WhatsApp eliminou essa dor imediatamente. O lojista concentra todas as interações no app que já usa diariamente. Nosso papel foi estruturar esse comportamento com catálogo, recomendação, pagamento e assistência dentro do próprio mensageiro”, explica o especialista.   Esse comportamento já aparece de forma clara no varejo brasileiro. Um levantamento da Yalo mostra que 39% dos lojistas já utilizam o WhatsApp como principal canal para realizar pedidos junto aos fornecedores e 26% já usam sugestões automáticas de reposição dentro do aplicativo.   Esse movimento também é confirmado por dados inéditos da Meta. Em dezembro de 2024, uma pesquisa encomendada à Morning Consult, com 2.363 líderes empresariais da América Latina, revelou que 9 em cada 10 empresas consideram os aplicativos da Meta essenciais para seus negócios, com destaque para WhatsApp Business, Instagram e Facebook pela facilidade de uso, alto retorno sobre investimento e forte geração de vendas.  O estudo mostra que o impacto vai diretamente para o caixa das empresas. No Brasil, 93% das companhias que utilizam as ferramentas da Meta relataram aumento de receita, sendo que 73% registraram crescimento superior a 25%. Na Argentina, 84% das empresas reportaram alta no faturamento, com 58% crescendo acima de 25%. Na Colômbia, 90% observaram aumento de receita, sendo que 60% superaram a marca de 25%. Já no México, 90% também registraram crescimento, com 62% avançando mais de 25%.  As métricas são surpreendentes e chocam executivos de EUA, Europa e Ásia. Segundo o COO da Yalo, nenhuma reunião internacional passa incólume aos números latino-americanos. “Quando mostramos taxas de conversão próximas de 80%, frequência de recompra praticamente diária e adoção instantânea, os executivos ficam incrédulos. Se você coloca uma jornada fluida no WhatsApp, o comerciante adere imediatamente. Ele já confia no canal, já conversa com clientes e fornecedores ali. O crescimento é quase imediato e uma curva que não existe em interfaces tradicionais”.  De acordo com o especialista, a escalabilidade real foi o ponto de virada, quando a América Latina deixou de ser exceção e virou modelo. “Quando vimos projetos saltarem de dezenas para centenas de milhares de lojas em poucos meses e funcionando com estabilidade, percebemos que o modelo era exportável”. Segundo ele, o exemplo mais emblemático é o da Coca-Cola FEMSA, que digitalizou mais de 1 milhão de pequenos comércios via WhatsApp utilizando a plataforma da Yalo.  “Criamos uma jornada completa: catálogo, repetição de pedidos, histórico, campanhas segmentadas e integrações diretas com preço, estoque e logística. O canal conversacional se tornou um dos principais motores digitais da operação”, conta Stella. O resultado inclui taxas de conversão de cerca de 80% e mais de 60% das lojas realizando pedidos recorrentes. “O WhatsApp deixou de ser canal de comunicação; virou infraestrutura crítica de vendas”, resume.  Stella elenca 3 lições que Estados Unidos e Europa estão correndo para absorver: a primeira delas é que o canal certo vale mais que a tecnologia nova. “Se não é WhatsApp, pode ser iMessage ou WeChat. O princípio é: não brigue com o comportamento do consumidor”; a segunda é que o Chat não é SAC e, sim, canal de vendas. “Na América Latina, provamos que mensagens podem ser o principal motor de pedidos e reabastecimento”; e a terceira é que IA e automação escalam a eficiência e o humano escala a conversão. “O equilíbrio é o segredo latino. A tecnologia não esfria a relação, ela prepara o terreno para que o humano brilhe”.   O estudo feito pela Meta revela ainda um forte apetite por inteligência artificial generativa na região — com interesse de 79% das empresas na Argentina, 88% no Brasil, 80% na Colômbia e 89% no México — e mais da metade das organizações já utiliza a tecnologia na prática, acelerando automação, eficiência e personalização no relacionamento comercial.  Aproveitando essa tendência, a Yalo vem implementando na indústria da América Latina o Oris, um agente inteligente criado para vender como os melhores vendedores humanos, em escala e com base em dados. O Oris é capaz de entender mensagens de voz, fazer recomendações estratégicas, agir proativamente e vender, de forma contextualizada, personalizada e escalável, utilizando inteligência artificial em qualquer canal, podendo ser chamadas de voz, WhatsApp, aplicativos e muito mais.  Stella defende que a IA generativa se tornará o motor invisível do relacionamento, desenvolvendo o papel central nessa exportação. “Ela já é o cérebro que permite personalização em escala. Cria e adapta mensagens, recomenda produtos, antecipa rupturas e ajusta o tom da conversa. Cada lojista recebe algo relevante e no momento certo”, pontua.   Segundo ele, a soma da atuação humanos + agentes inteligentes de IA será uma fórmula latino-americana poderosa no mercado nos próximos anos e ela também será usada para preservar o elemento cultural do varejo regional mantendo características específicas de cada cultura, o que proporciona uma maior aproximação com o consumidor.   “O vendedor latino tem uma sensibilidade que nenhuma máquina reproduz. A automação cuida do operacional; ele cuida da confiança”, afirma Stella. Com isso, o atendente passa menos tempo conferindo estoque ou digitando respostas repetidas

A força da conversa: o que o jeito latino tem ensinado ao mundo sobre vendas no WhatsApp

A América Latina sempre foi um continente movido pela conversa e não seria diferente na relação de compra e venda. O dono do mercadinho que conhece o cliente pelo nome e tem uma relação próxima com os distribuidores e vendedores de marcas fornecedoras, negocia olhando nos olhos e ajusta o pedido conforme a necessidade do dia faz parte da identidade econômica da região. Por isso, quando o WhatsApp se tornou o principal canal de comunicação do continente, o salto para o chamado conversational commerce não exigiu ruptura e, sim, apenas uma migração.   “O comerciante não adotou uma nova tecnologia; ele expandiu um hábito que já existia”, esclarece Andres Stella, COO da Yalo, empresa que se tornou referência global em jornadas conversacionais entre indústria e varejo. “O WhatsApp virou o balcão digital porque estava no bolso de todos e resolvia a principal dor do varejo latino: a simplicidade”.  No entanto, a simplicidade virou escala e Stella explica que a digitalização promovida pela indústria acabou criando um paradoxo: para comprar de diferentes fornecedores, o pequeno varejista passou a ter de acessar inúmeros sites ou baixar diversos aplicativos – algo impraticável para quem opera em ritmo acelerado. “O WhatsApp eliminou essa dor imediatamente. O lojista concentra todas as interações no app que já usa diariamente. Nosso papel foi estruturar esse comportamento com catálogo, recomendação, pagamento e assistência dentro do próprio mensageiro”, explica o especialista.   Esse comportamento já aparece de forma clara no varejo brasileiro. Um levantamento da Yalo mostra que 39% dos lojistas já utilizam o WhatsApp como principal canal para realizar pedidos junto aos fornecedores e 26% já usam sugestões automáticas de reposição dentro do aplicativo.   Esse movimento também é confirmado por dados inéditos da Meta. Em dezembro de 2024, uma pesquisa encomendada à Morning Consult, com 2.363 líderes empresariais da América Latina, revelou que 9 em cada 10 empresas consideram os aplicativos da Meta essenciais para seus negócios, com destaque para WhatsApp Business, Instagram e Facebook pela facilidade de uso, alto retorno sobre investimento e forte geração de vendas.  O estudo mostra que o impacto vai diretamente para o caixa das empresas. No Brasil, 93% das companhias que utilizam as ferramentas da Meta relataram aumento de receita, sendo que 73% registraram crescimento superior a 25%. Na Argentina, 84% das empresas reportaram alta no faturamento, com 58% crescendo acima de 25%. Na Colômbia, 90% observaram aumento de receita, sendo que 60% superaram a marca de 25%. Já no México, 90% também registraram crescimento, com 62% avançando mais de 25%.  As métricas são surpreendentes e chocam executivos de EUA, Europa e Ásia. Segundo o COO da Yalo, nenhuma reunião internacional passa incólume aos números latino-americanos. “Quando mostramos taxas de conversão próximas de 80%, frequência de recompra praticamente diária e adoção instantânea, os executivos ficam incrédulos. Se você coloca uma jornada fluida no WhatsApp, o comerciante adere imediatamente. Ele já confia no canal, já conversa com clientes e fornecedores ali. O crescimento é quase imediato e uma curva que não existe em interfaces tradicionais”.  De acordo com o especialista, a escalabilidade real foi o ponto de virada, quando a América Latina deixou de ser exceção e virou modelo. “Quando vimos projetos saltarem de dezenas para centenas de milhares de lojas em poucos meses e funcionando com estabilidade, percebemos que o modelo era exportável”. Segundo ele, o exemplo mais emblemático é o da Coca-Cola FEMSA, que digitalizou mais de 1 milhão de pequenos comércios via WhatsApp utilizando a plataforma da Yalo.  “Criamos uma jornada completa: catálogo, repetição de pedidos, histórico, campanhas segmentadas e integrações diretas com preço, estoque e logística. O canal conversacional se tornou um dos principais motores digitais da operação”, conta Stella. O resultado inclui taxas de conversão de cerca de 80% e mais de 60% das lojas realizando pedidos recorrentes. “O WhatsApp deixou de ser canal de comunicação; virou infraestrutura crítica de vendas”, resume.  Stella elenca 3 lições que Estados Unidos e Europa estão correndo para absorver: a primeira delas é que o canal certo vale mais que a tecnologia nova. “Se não é WhatsApp, pode ser iMessage ou WeChat. O princípio é: não brigue com o comportamento do consumidor”; a segunda é que o Chat não é SAC e, sim, canal de vendas. “Na América Latina, provamos que mensagens podem ser o principal motor de pedidos e reabastecimento”; e a terceira é que IA e automação escalam a eficiência e o humano escala a conversão. “O equilíbrio é o segredo latino. A tecnologia não esfria a relação, ela prepara o terreno para que o humano brilhe”.   O estudo feito pela Meta revela ainda um forte apetite por inteligência artificial generativa na região — com interesse de 79% das empresas na Argentina, 88% no Brasil, 80% na Colômbia e 89% no México — e mais da metade das organizações já utiliza a tecnologia na prática, acelerando automação, eficiência e personalização no relacionamento comercial.  Aproveitando essa tendência, a Yalo vem implementando na indústria da América Latina o Oris, um agente inteligente criado para vender como os melhores vendedores humanos, em escala e com base em dados. O Oris é capaz de entender mensagens de voz, fazer recomendações estratégicas, agir proativamente e vender, de forma contextualizada, personalizada e escalável, utilizando inteligência artificial em qualquer canal, podendo ser chamadas de voz, WhatsApp, aplicativos e muito mais.  Stella defende que a IA generativa se tornará o motor invisível do relacionamento, desenvolvendo o papel central nessa exportação. “Ela já é o cérebro que permite personalização em escala. Cria e adapta mensagens, recomenda produtos, antecipa rupturas e ajusta o tom da conversa. Cada lojista recebe algo relevante e no momento certo”, pontua.   Segundo ele, a soma da atuação humanos + agentes inteligentes de IA será uma fórmula latino-americana poderosa no mercado nos próximos anos e ela também será usada para preservar o elemento cultural do varejo regional mantendo características específicas de cada cultura, o que proporciona uma maior aproximação com o consumidor.   “O vendedor latino tem uma sensibilidade que nenhuma máquina reproduz. A automação cuida do operacional; ele cuida da confiança”, afirma Stella. Com isso, o atendente passa menos tempo conferindo estoque ou digitando respostas repetidas

Yalo aposta em segurança de dados e conquista ISO 27001

A Yalo anunciou a conquista da certificação ISO/IEC 27001, o padrão global mais elevado para Sistemas de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). O movimento estratégico da plataforma inteligente de vendas potencializada por agentes de IA reforça o seu compromisso com a segurança e proteção de dados ao longo da jornada inteligente de vendas, posicionando a companhia na vanguarda do mercado, especialmente na América Latina, onde a adesão a este nível de excelência ainda é baixa.  A empresa submeteu-se a uma auditoria rigorosa, implementando um framework que exigiu a adequação e revisão de mais de 90 políticas e procedimentos, a avaliação detalhada de mais de 113 controles e a realização de mais de 200 testes, além da apresentação de evidências. Este esforço resultou na reestruturação de equipes e na contratação de especialistas com certificações individuais, garantindo a expertise necessária para sustentar o ecossistema, avaliando todos os setores, internos e externos, e não apenas o departamento de segurança.   A conquista é um diferencial competitivo, especialmente no cenário B2B enterprise. Segundo o estudo “From Compliance to Revenue: ISO27001 Certificate Boost Sales”, da Truzta, de 75% a 80% das organizações relataram melhora na confiança e satisfação do cliente após a conquista do selo global. A norma permite padronizar a gestão de riscos e as auditorias, aumentando a eficiência operacional entre 40% e 50%, além de reduzir significativamente o tempo e os custos de conformidade. No relatório “How ISO 27001 Helps You Sell: Turning Compliance into a Competitive Edge”, da Cyber Sierra, mais de 70% das empresas disseram que a certificação ajudou nas novas negociações.  Nesse sentido, Leon Direito, Head de Segurança da Informação da Yalo no Brasil, explica que a validação feita por órgãos internacionais reforça o comprometimento da empresa. “Entregar um alto nível de segurança exige processos que considerem toda a cadeia de dados, envolvendo colaboradores, parceiros e clientes. Trabalhamos com foco na redução de três grandes riscos que as empresas estão expostas hoje: incidentes/ataques, compliance e capacidade operacional. Revisitamos procedimentos, efetuamos ajustes, adequamos práticas, compreendendo que a segurança é primordial para garantir o sucesso do negócio, independentemente do setor. A conquista do ISO 27001 é a prova de que estamos protegendo os dados e as informações com a excelência global que nossos clientes merecem”, finaliza. 

Yalo aposta em segurança de dados e conquista ISO 27001  

A Yalo anunciou a conquista da certificação ISO/IEC 27001, o padrão global mais elevado para Sistemas de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). O movimento estratégico da plataforma inteligente de vendas potencializada por agentes de IA reforça o seu compromisso com a segurança e proteção de dados ao longo da jornada inteligente de vendas, posicionando a companhia na vanguarda do mercado, especialmente na América Latina, onde a adesão a este nível de excelência ainda é baixa.  A empresa submeteu-se a uma auditoria rigorosa, implementando um framework que exigiu a adequação e revisão de mais de 90 políticas e procedimentos, a avaliação detalhada de mais de 113 controles e a realização de mais de 200 testes, além da apresentação de evidências. Este esforço resultou na reestruturação de equipes e na contratação de especialistas com certificações individuais, garantindo a expertise necessária para sustentar o ecossistema, avaliando todos os setores, internos e externos, e não apenas o departamento de segurança.   A conquista é um diferencial competitivo, especialmente no cenário B2B enterprise. Segundo o estudo “From Compliance to Revenue: ISO27001 Certificate Boost Sales”, da Truzta, de 75% a 80% das organizações relataram melhora na confiança e satisfação do cliente após a conquista do selo global. A norma permite padronizar a gestão de riscos e as auditorias, aumentando a eficiência operacional entre 40% e 50%, além de reduzir significativamente o tempo e os custos de conformidade. No relatório “How ISO 27001 Helps You Sell: Turning Compliance into a Competitive Edge”, da Cyber Sierra, mais de 70% das empresas disseram que a certificação ajudou nas novas negociações.  Nesse sentido, Leon Direito, Head de Segurança da Informação da Yalo no Brasil, explica que a validação feita por órgãos internacionais reforça o comprometimento da empresa. “Entregar um alto nível de segurança exige processos que considerem toda a cadeia de dados, envolvendo colaboradores, parceiros e clientes. Trabalhamos com foco na redução de três grandes riscos que as empresas estão expostas hoje: incidentes/ataques, compliance e capacidade operacional. Revisitamos procedimentos, efetuamos ajustes, adequamos práticas, compreendendo que a segurança é primordial para garantir o sucesso do negócio, independentemente do setor. A conquista do ISO 27001 é a prova de que estamos protegendo os dados e as informações com a excelência global que nossos clientes merecem”, finaliza.   

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