Do empreendedorismo à liderança: o avanço estratégico das mulheres em vendas

Por Mari Genovez No cenário atual, em que o mercado de vendas exige cada vez mais estratégia, inteligência emocional e construção de relacionamento, a presença feminina vem ganhando relevância no empreendedorismo. De acordo com o Sebrae, 34% dos negócios no país já são liderados pelas mulheres. No dia a dia, não vejo mais mulheres pedindo permissão para entrar no mercado de vendas. Nós já entramos. O próximo passo é ocupar espaço, assumir resultados e exercer liderança sem pedir desculpas por isso. Acredito que, nos próximos cinco anos, veremos um cenário mais equilibrado, no qual homens e mulheres serão avaliados pelo desempenho, não pelo gênero. Minha expectativa é contribuir para que mais mulheres não apenas empreendam, mas prosperem de forma consistente e escalável. Se por um lado muitas encontraram no próprio negócio um caminho de autonomia e protagonismo, grande parte ainda permanece concentrada em micro e pequenos empreendimentos. Escalar exige domínio de vendas, e vender muda conforme o negócio cresce. O que funciona no início não sustenta uma operação maior. Além do desafio técnico, existe um obstáculo adicional: o mercado ainda associa vendas a agressividade, ostentação e demonstração de poder. Muitas mulheres, especialmente as que enfrentam a síndrome do impostor, têm dificuldade de assumir o papel de autoridade comercial. No ambiente corporativo há uma estrutura que sustenta decisões. No empreendedorismo, a responsabilidade é integral. Ainda vejo negócios liderados por mulheres que faturam o suficiente para sobreviver, mas não para crescer de forma estruturada. Quando esse negócio evolui, surge outro ponto sensível: a liderança. Muitas vezes, o melhor vendedor é promovido a líder. Nem sempre, porém, o melhor vendedor tem perfil de gestão. Isso vale para homens e mulheres. Atualmente, os números reforçam esse cenário: as mulheres representam cerca de 39% da força de vendas global. Já no recorte de liderança, aproximadamente 19% dos cargos de vice-presidência de vendas são ocupados por mulheres, segundo o relatório Diversity, Equity and Inclusion in the Sales Industry, da Gitnux – uma plataforma independente de pesquisa de mercado e inteligência de dados, que fornece relatórios, estatísticas e análises de tendências para empresas e profissionais. No caso feminino, há ainda o peso de um estereótipo persistente. O homem é firme. A mulher é histérica. Para se posicionar, precisa equilibrar firmeza e empatia sem ser rotulada como exagerada ou desequilibrada. Liderar exige equilíbrio entre engajar, inspirar, cobrar e participar. Liderança se prova na prática. A equipe precisa ver o líder em ação. Chegando cedo, preparado, negociando, performando. Não é possível esperar que o time caminhe sozinho sem exemplo. Também falta autorresponsabilidade no desenvolvimento profissional. Muitas pessoas aguardam que a empresa invista nelas. Poucas buscam formação por iniciativa própria, como mentoria, MBA ou especialização, com o objetivo claro de ocupar uma cadeira de gestão no futuro. Autoconhecimento é o primeiro passo. Nem todo mundo quer liderar, e está tudo bem. Mas quem deseja precisa se preparar. Soft skills são determinantes nesse processo. Diferenciais das mulheres nas vendas Mulheres costumam ouvir o cliente com atenção genuína, registram informações relevantes, sustentam o raciocínio durante a negociação e constroem perguntas estratégicas sem perder a coerência da conversa. Essa escuta ativa se torna um diferencial decisivo nas vendas consultivas, em que relacionamento e confiança sustentam negociações consistentes. Humildade e resiliência também se destacam. Reconhecem com clareza onde precisam evoluir e assumem uma postura real de aprendizado contínuo, o que impacta diretamente na performance. Enquanto muitos homens ainda iniciam a negociação focados rapidamente em preço e fechamento, a mulher tende a priorizar a construção do relacionamento. E vendas são, essencialmente, relacionamento. Confiança não se constrói com pressa. Parte dessas competências está ligada à vivência de conciliar múltiplas responsabilidades, negociar constantemente e administrar diferentes demandas ao mesmo tempo. No contexto comercial, isso se traduz em organização, preparo e consistência na execução. Mulheres já ocupam espaço nas vendas. O próximo passo é ocupar as cadeiras de decisão. Vender com estratégia, liderar com equilíbrio e crescer com consistência não é uma questão de gênero. É uma questão de preparo.Parte superior do formulário. * Mari Genovez possui cerca de 15 anos de experiência na área comercial, planejamento estratégico, prospecção, negociação e gestão de vendas e resultados. Também é especialista em treinamento e capacitação de profissionais de vendas SDR (Sales Development Representative), que são responsáveis por identificar e qualificar os leads, potenciais clientes. A executiva é CEO da Matchez, empresa focada em prospecção de novos clientes e fortalecimento estratégico da equipe comercial. Em janeiro de 2025 ganhou o prêmio ChangeMaker Vendas da Comunicare Hub.

SAMY anuncia Ana Paula Zeizer como Head of Sales no Brasil

A SAMY, empresa global de influencer marketing e social media presente em mais de 55 mercados, anuncia a chegada de Ana Paula Santamaria Zeizer como Head of Sales no Brasil. A executiva passa a liderar a estratégia comercial da companhia no país, com foco em crescimento de receita, expansão de mercado e desenvolvimento de parcerias com marcas, agências e plataformas. Com mais de 22 anos de experiência nos setores de mídia, publicidade e adtech, Ana Paula atuou como VP of Sales Brazil na Adlook, plataforma programática DSP com foco em privacidade, onde foi responsável pela criação e liderança da operação comercial da empresa no país e pela definição de sua estratégia de go-to-market. Ao longo da carreira, também participou da entrada e expansão de empresas globais no mercado brasileiro, incluindo a estruturação da operação comercial do Kwai no Brasil e o desenvolvimento de mercado da Mirriad. Anteriormente, fundou a Intera Mídia em parceria com o Grupo Globo, iniciativa voltada a branded content e integração de mídia, além de ter ocupado posições de liderança comercial na RedeTV!, atuando no relacionamento com agências e anunciantes. Ana Paula é formada em Publicidade e Marketing pela FAAP e possui Especialização em Gestão Comercial pela ESPM e em Business pela Stanford Graduate School of Business. Na SAMY, a executiva passa a integrar a liderança da operação brasileira ao lado de Eraldo Neto, Head of Operations, e Mauricio Costa, Country Manager no Brasil. Sua chegada faz parte do movimento da companhia de fortalecimento da marca no país e da ampliação de sua atuação junto ao mercado local. No cargo, Ana Paula terá como missão apresentar ao mercado brasileiro as soluções integradas da empresa, que conectam marcas, criadores, mídia e tecnologia por meio de estratégias orientadas por dados, além de desenvolver projetos com foco em setores como varejo, bens de consumo, beleza, entretenimento e tecnologia. “A expectativa é ampliar o portfólio de marcas atendidas pela SAMY no Brasil e fortalecer o relacionamento da empresa com o mercado. Também queremos avançar no posicionamento da companhia no marketing de influência, destacando nossa capacidade de desenvolver estratégias de comunicação integradas em escala global e adaptadas às necessidades do mercado brasileiro”, afirma a executiva.

IA deve fechar até 30% das vendas em 3 anos e expõe novo risco reputacional para o varejo

A inteligência artificial entra em uma nova fase e já começa a alterar de forma concreta o funcionamento do varejo global. A expectativa de que agentes autônomos passem a responder por até 30% das vendas de bens de consumo em três anos, e cerca de 10% do varejo total, desloca o debate sobre tecnologia para o risco direto à reputação das marcas em um ambiente onde decisões de compra deixam de ser humanas.  Esse movimento ganhou força nos principais fóruns globais de tecnologia e negócios e já aparece como vetor concreto de transformação no e-commerce. Sistemas capazes de recomendar produtos, negociar condições e concluir compras de forma independente deixam de ser experimentais e passam a integrar a operação.  Operando em alta velocidade e com maior autonomia, esses sistemas ampliam o nível de exposição das empresas. Quando um agente erra uma recomendação ou executa uma transação inadequada, o impacto ultrapassa a operação e atinge diretamente a percepção de confiança.  Com um alto nível de adoção, os riscos deixam de ser pontuais e passam a ganhar escala dentro da operação. Segundo Fabrizzio Topper, Strategy & Intelligence Director da Quality Digital, a confiança tende a se tornar o principal ativo competitivo nesse novo ambiente. “Se o sistema falha, alucina ou entrega algo inadequado, o dano ultrapassa a operação. Ele atinge a percepção e a reputação das empresas e da própria IA para esse fim”, afirma.   Delegar decisões de compra a sistemas autônomos exige que a tecnologia seja percebida como segura, consistente e capaz de refletir preferências reais. Qualquer ruptura ao longo desse processo tende a gerar impacto imediato na relação com o consumidor.  Fragilidades estruturais, que antes permaneciam restritas à operação interna, passam a ser expostas diretamente na experiência do cliente. Dados desorganizados, sistemas desconectados e ausência de governança deixam de ser invisíveis. “Se os dados estão fragmentados ou mal estruturados, a IA escala essa fragilidade rapidamente, e isso se torna visível para o consumidor”, diz Cassio Pantaleoni, Artificial Intelligence Solutions & Strategy Director da Quality Digital.  Mais do que implementar tecnologia, a incorporação de agentes de IA exige revisão de processos, alinhamento entre áreas e capacidade de sustentar decisões automatizadas com base em dados confiáveis. Para Pantaleoni, tratar IA como ferramenta isolada é um dos principais erros na adoção. “O desafio não está na tecnologia em si, mas na maturidade de dados, na integração e na forma como as empresas estruturam sua operação para sustentar esse modelo. A adoção superficial amplia riscos operacionais e reputacionais em vez de gerar vantagem competitiva”, afirma.  No fim, é a experiência do cliente que define o sucesso dessa transição. Para Topper, o movimento precisa envolver toda a organização. “É um movimento que precisa ocorrer do alto escalão ao nível operacional, garantindo alinhamento entre equipes e padronização no uso da IA por meio de guardrails, criando um ambiente onde a inovação se torna contínua e escalável. Se a tecnologia não melhora a jornada ou não gera valor percebido, ela falha em sua função estratégica”, afirma. 

Como o WhatsApp potencializa o pós-venda?

Por Thiago Gomes Até hoje, muitas empresas investem pesado em marketing e vendas, mas ainda perdem valor onde menos deveriam: depois que a compra já aconteceu. O pós-venda, muitas vezes subestimado, é um dos pontos mais ricos para gerar fidelização, aumentar o ticket médio e fortalecer o relacionamento com o cliente — e poucas ferramentas são tão eficazes nesse processo quanto o WhatsApp.  A extrema competitividade do mercado atual fez com que fatores como produto e preço estejam cada vez mais comoditizados, ou seja, cada vez mais fáceis de copiar – o que torna muito mais difícil gerar diferenciação só com base neles. No fim do dia, o que realmente destaca uma empresa é a experiência proporcionada ao longo da jornada do consumidor, principalmente depois da venda.  O que poucas organizações compreendem nesse sentido é que a venda não termina na assinatura do contrato. Na prática, ela começa ali. É o conceito da “ampulheta de vendas”: você conquista o cliente muito antes de iniciar sua jornada, e precisa reconquistá-lo todos os dias depois. Nesse sentido, empresas que estruturam bem o pós-venda geram confiança contínua e conseguem transformar consumidores em promotores, impactando, diretamente, em indicadores-chave como retenção (churn), LTV, recompra, indicação e NPS.  E, dentre tantos canais capazes de contribuir com esses resultados, o WhatsApp entra como protagonista nesse cenário, sendo, inclusive, o mais utilizado no Brasil, com altíssimas taxas de abertura e engajamento, além de ser percebido como um meio próximo, direto e humano. Seus benefícios são tantos que hoje, quatro em cada dez empresas brasileiras usam campanhas automatizadas de WhatsApp, segundo a pesquisa “Panorama do Uso do WhatsApp e Estratégias de Marketing no Brasil”.  Mas, mesmo tendo tanta aderência, muitos erros ainda são cometidos ao direcionar este canal com este propósito – não tecnologicamente falando, mas sim de estratégia e execução. Alguns dos mais frequentes incluem: foco de uso do canal apenas como disparo de mensagem, uma vez que deveria combinar campanhas com interação, contexto e continuidade; e comunicação excessivamente robotizada, com mensagens engessadas, frias e sem personalização que quebram a principal vantagem do canal, que é a proximidade.  A falta de contexto na jornada é outro erro preocupante, uma vez que, quando o atendimento não sabe o que o cliente comprou, em que etapa está ou qual foi a última interação, a experiência quebra e acaba gerando uma frustração imediata. Hoje, o mínimo esperado é a hiperpersonalização de cada experiência, o que depende que o WhatsApp seja integrado com as operações e dados para que consiga criar tal continuidade com inteligência e escalabilidade. Do contrário, acaba virando apenas mais um canal.  Estruturar um pós-venda eficaz que explore todos os benefícios do WhatsApp depende, acima de tudo, que as empresas saiam da mentalidade de “esperar o cliente chamar” e passem para um modelo bem mais proativo. Comece mapeando toda a jornada usual dos clientes no pós-venda, verificando possíveis momentos críticos, onde surgem dúvidas ou fricções – os quais podem se tornar excelentes oportunidades de contato.  Com isso, é possível definir quais gatilhos serão automatizados, como forma de trazer escalabilidade sem perder relevância. Use todos os dados históricos colhidos nessa análise para personalizar o contato, de forma que a mensagem deixe de ser genérica e passe a ser relevante para as necessidades de cada cliente.  O equilíbrio entre essa automação e o papel humano também é crucial, visto que cada um tem sua importância no pós-venda: o primeiro para iniciar e dar velocidade, e o segundo para aprofundar, resolver e gerar empatia. Assim, evitam outro erro bem comum cometido por muitos negócios: ir para extremos entre ou tudo robotizado ou tudo manual.  Por fim, nunca trate cada mensagem como algo isolado. O pós-venda precisa seguir um fluxo contínuo: da confirmação, ao acompanhamento, suporte integral, feedback e exploração de novas oportunidades. E, para saber se esse caminho está sendo efetivo, é importante olhar para diferentes camadas de métricas: operacionais (destacando tempo e taxa de resposta, e de resolução); de experiência, como CSAT e NPS; de negócio, incluindo retenção, churn, recompra, LTV e conversão; e de eficiência, abrangendo redução de chamados e custo por atendimento, por exemplo.  No final, o que diferencia empresas que crescem das que apenas sobrevivem está nos detalhes — e o pós-venda é um deles. O WhatsApp oferece um caminho direto para transformar atendimento em experiência e recorrência, o que faz com que a grande pergunta não seja mais sobre se vale a pena ou não investir nesse meio, mas se o seu negócio está preparado para usá-lo de forma estratégica.  Thiago Gomes é Diretor de Customer Experience na Pontaltech.  

Quatro dicas para vender mais com chat commerce

O varejo brasileiro inicia 2026 em um cenário de crescimento moderado e mudanças no padrão de consumo, com desempenho mais contido no varejo de bens. Segundo o Índice do Varejo Stone (IVS), o setor registrou queda de 1,3% no mês de janeiro e uma retração de 5,9% e 3,1% em fevereiro, com recuo de 2,2% na comparação anual, em relação às vendas do comércio brasileiro. Em busca de estratégias para impulsionar as vendas, marcas que investem em comunicação e vendas via WhatsApp, canal preferido dos consumidores brasileiros, estão aproveitando esta tendência para maximizar resultados. Neste contexto, a OmniChat, plataforma líder em chat commerce e WhatsApp Business Solution Provider (BSP), compartilha orientações para empresas aumentarem o engajamento e as conversões em seus canais digitais. “O chat commerce se consolidou como a estratégia mais eficiente de vendas online, especialmente no Brasil, onde 75% das pessoas preferem comprar de empresas com quem podem conversar por mensagens, e 60% dizem que preferem comprar por mensagens a visitar uma loja”, afirma Mauricio Trezub, cofundador e CEO da OmniChat. Estratégias para aumentar as vendas pelo WhatsApp A primeira mensagem entre a marca e o consumidor pode determinar o sucesso de toda a jornada de compra. Para criar mensagens que realmente convertam, a OmniChat recomenda ser direto e objetivo, utilizando no máximo 1024 caracteres, limite técnico do WhatsApp para templates. É fundamental incluir um “gancho emocional” conectado à data comemorativa, como referências a momentos especiais a dois, além de utilizar linguagem leve, alinhados ao tom da marca. Erros gramaticais e ortográficos são motivo imediato de rejeição e prejudicam a credibilidade, por isso a revisão cuidadosa é essencial. A estruturação da mensagem deve contar com início impactante, corpo com proposta de valor clara e fechamento com chamada para ação. A personalização deixou de ser um diferencial para se tornar uma expectativa dos consumidores. Empresas que implementam estratégias avançadas de personalização observam aumento nas taxas de abertura ao incluir variáveis como nome, sobrenome e interesses do cliente, além de aumento na taxa de conversão ao segmentar mensagens por comportamento de navegação anterior e redução na taxa de descadastramento. Entre as estratégias recomendadas está a integração da plataforma de mensagens com CRMs e sistemas de e-commerce para uso eficiente de dados, criação de templates específicos para diferentes segmentos, como clientes recorrentes, primeiras compras e abandonos de carrinho, além da utilização de dados de compras anteriores para sugerir presentes compatíveis com o histórico do consumidor.  O uso estratégico de elementos visuais e interativos pode aumentar o engajamento e a conversão. Utilizar imagens de alta qualidade que contextualizem o produto é fundamental para criar conexão emocional com o consumidor. Um mix equilibrado de conteúdos, incluindo imagens, GIFs, vídeos curtos e áudios, enriquece a experiência e mantém o interesse ao longo da jornada. O uso de botões específicos como “Quero um buquê” ou “Ver outras opções” orienta o cliente para ações concretas e aumenta as chances de conversão, criando uma experiência de compra fluida e intuitiva. Implementar campanhas de mídia paga no Google, Facebook e Instagram com botão direto para o WhatsApp permite capturar a intenção de compra no momento exato em que ela surge. Outra possibilidade é a criação de campanhas segmentadas por geolocalização para direcionar clientes às lojas físicas mais próximas. A integração de dados de navegação web com o perfil do cliente no WhatsApp garante continuidade da experiência, enquanto a configuração de mensagens automáticas de boas-vindas personalizadas de acordo com a origem do cliente fortalece a primeira impressão e aumenta as chances de engajamento.

ADVB e Neoxs firmam parceria estratégica para revolucionar a formação de profissionais de vendas

A Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB/SP) anuncia um novo capítulo em sua trajetória de fomento ao mercado nacional. Em convênio firmado com a Neoxs, a entidade passa a oferecer uma grade completa de cursos voltados à capacitação abrangendo modalidades online, presenciais e in company. O encontro que selou a parceria reuniu lideranças-chave de ambas as organizações: Lívio Giosa, Presidente da ADVB/SP; Maurício Vergani, Vice-Presidente de Cursos da entidade e CEO & Founder da Neoxs; e Roseli Tegani, Diretora de Cursos da Neoxs. A união une a tradição histórica da ADVB com a expertise técnica da Neoxs para responder aos desafios do mercado contemporâneo. Mais do que uma expansão de portfólio, o movimento simboliza o protagonismo na formação executiva da ADVB. Para o presidente da ADVB/SP, a iniciativa resgata o DNA educacional da instituição. “Esta parceria com a Neoxs reforça o nosso compromisso com o ‘conhecimento aplicado’. Estamos retomando com força total a tradição da ADVB na formação executiva, oferecendo ferramentas que permitem ao profissional não apenas entender a teoria, mas transformar resultados na prática imediata das empresas”, afirma Lívio Giosa. As trilhas de conhecimento foram desenhadas para conectar teoria e prática de forma imediata, abordando pilares críticos do setor comercial, como: Prospecção Estratégica; Técnicas de Negociação e Gestão de Vendas B2B. “O mercado de vendas exige hoje uma mentalidade muito mais analítica e estratégica. Ao unir a expertise da Neoxs com o prestígio da ADVB/SP, criamos um ambiente de aprendizagem que prepara o líder para os desafios reais do B2B, gerando valor constante para o público e fortalecendo nossa comunidade de profissionais”, destaca Vergani. Reconhecimento, Conhecimento e Relacionamento Alinhada aos seus eixos de atuação institucional, a ADVB/SP reafirma seu compromisso em fortalecer a comunidade de líderes comerciais no Brasil. Ao investir em educação aplicada, a associação amplia o acesso ao saber e fomenta o networking qualificado entre profissionais e empresas. Os novos cursos serão disponibilizados em breve no ambiente digital da entidade. Para acompanhar o cronograma de lançamentos e obter mais informações: www.advb.org.br.

Como lojas pop-up organizam vendas temporárias — e integram físico e digital

Montar uma loja do zero em poucos dias, integrar estoque físico e digital, treinar equipe para um sistema novo e ainda garantir agilidade no atendimento durante um evento de alto tráfego. Esse é o desafio enfrentado por marcas que apostam em pop-up stores, flagships temporárias e lojas conceito como canal de relacionamento com o consumidor. A FILA encontrou uma resposta para esse problema no Rio Open 2026. Durante os nove dias do torneio, a marca operou sua loja oficial no evento com um sistema de gestão 100% em nuvem — o Myrp Enterprise — que permitiu abrir caixas, controlar estoque e registrar vendas em tempo real sem instalar nenhum programa nas máquinas. Bastou acessar pela internet. Velocidade de montagem, sem abrir mão do controle A principal vantagem de sistemas baseados em nuvem para operações temporárias é justamente a ausência de infraestrutura pesada. Não há necessidade de servidores locais, instalações complexas ou técnicos no local. A operação da FILA foi estruturada rapidamente e funcionou de forma estável mesmo nos horários de maior movimento do torneio, reduzindo filas e acelerando o atendimento. “Estar presente no evento vai muito além da visibilidade: é sobre construir relacionamento com o consumidor e fortalecer nossa autoridade na categoria”, afirma Adriana Negrão Magalhães David, Head de Marketing da FILA Brasil. Os resultados reforçam a estratégia: produtos do segmento feminino cresceram 11% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto os lançamentos masculinos superaram 25% de crescimento na comparação com o ano anterior. Prateleira infinita: o físico vende o que não tem em estoque Outro desafio clássico das lojas temporárias é o estoque limitado. Com espaço reduzido e mix enxuto, é comum o consumidor não encontrar o produto que procura — e a venda se perder. A integração entre físico e digital do Myrp Enterprise resolveu com o conceito de “prateleira infinita”: o consumidor que não encontrava um item disponível na loja do Rio Open podia comprá-lo ali mesmo e optar pela entrega em casa.  Tibério César Valcanaia, diretor técnico e comercial do Myrp, explica que a proposta é exatamente essa: simplificar a operação do varejo em formatos temporários — pop-up stores, flagships e lojas conceito. “Ter uma solução que conecta perfeitamente a loja física e os canais digitais hoje significa oferecer uma experiência de compra contínua. O consumidor moderno já não vê fronteira entre o que é online ou presencial — ele quer conveniência, velocidade e transparência em qualquer ponto de contato. Isso melhora significativamente a experiência de compra e reduz interrupções nas vendas”, afirma. A FILA já adota esse modelo em outras iniciativas além do Rio Open, como a Maratona FILA e a House of Racer.

Appel Home lança nova temporada de programa voltado para lojistas

A terceira temporada do Appel Expert, programa de treinamentos gratuito para lojistas e balconistas, promovido pela Appel Home, foi lançada nesta terça-feira, dia 10 de março. As aulas, ministradas por profissionais com anos de experiência no mercado de cama, mesa e banho, serão disponibilizadas no canal do YouTube da marca. O primeiro episódio já está disponível.  O projeto consiste em vídeos quinzenais, de curta duração (até cinco minutos), em que especialistas falam de temas que vão desde os cuidados com os produtos, até instruções sobre administração, vendas e marketing.  A temporada inicia com um especial de três episódios sobre a viagem que o presidente da empresa, Rafael Appel, o diretor de produto e marketing, Rafael Berwanger, e a gerente de produtos, Rubia Becker, fizeram para a feira Heimtextil, na Alemanha. O tema central serão as tendências que aparecem no mercado europeu.  O Appel Expert também conta com um Instagram, com conteúdos voltados para o trade marketing. Nele, os lojistas podem ter acesso a mais informações sobre a marca e os produtos, receber dicas e baixar conteúdos da Appel, otimizando a relação entre a marca e seus canais de distribuição.  “O nosso objetivo com o Appel Expert é estar cada vez mais próximos dos nossos lojistas. Por meio desses canais e projetos, conseguimos estabelecer um diálogo direto com eles, entender suas dores e atuar de forma mais assertiva. A intenção é apoiá-los em suas principais demandas, compartilhar conhecimento relevante para o dia a dia do negócio e fortalecer essa parceria, para que todos possam crescer juntos”, afirma o presidente da companhia, Rafael Appel. 

GOL apresenta Fábio Lessa como gerente de Vendas Internacional

 Para fortalecer o time de Vendas e ampliar oportunidades estratégicas, a GOL Linhas Aéreas anuncia Fábio Lessa como seu novo gerente de Vendas Internacional. Natural do Rio de Janeiro, o executivo possui mais de 30 anos de experiência no setor aéreo, sendo 24 deles na parceira Air France-KLM. Com passagens pelos setores de Pricing, atendimento e gerência de Vendas, Fábio chega para liderar a frente de Vendas Internacionais da Companhia, que segue em consolidação robusta. O novo executivo será responsável por fortalecer a competitividade, relações com agências de viagens, consolidadoras, OTAs (agências de viagens Online) e contas corporativas.  Nos últimos anos, a GOL consolidou rotas inéditas e tradicionais por toda a América do Sul e Central. Em 2026, a expansão internacional se mantém como alicerce estratégico das operações da Companhia, que irá dispor da expertise do executivo em seus mercados no exterior, tanto os já existentes quanto em novos, com atuação junto à Abra em locais de atuação compartilhada. Em janeiro deste ano, a oferta internacional de assentos cresceu 10,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, enquanto na alta temporada de 2026, período entre dezembro e fevereiro, o aumento de voos internacionais chegou a 20%, em comparação com 2025.

Tênis masculino e sportswear feminino impulsionam vendas da FILA no Rio Open 2026

Mesmo diante de um cenário desafiador — marcado pelo feriado de Carnaval, dias de chuva e pela eliminação precoce de João Fonseca na chave de simples — a FILA encerrou sua participação no Rio Open 2026 com desempenho positivo na loja oficial do torneio. As vendas foram impulsionadas principalmente por duas frentes estratégicas: o tênis masculino e o sportswear feminino. Entre os destaques, alguns produtos voltados ao público feminino registraram crescimento de 11% em relação a 2025, reforçando a evolução da marca dentro desse segmento. Já no masculino, lançamentos como o Axilus 3 apresentaram desempenho expressivo, superando 25% de crescimento na comparação com o ano anterior. Os números consideram o período até a véspera do encerramento do torneio, sem contabilizar o último dia de evento. O resultado evidencia a força do portfólio da FILA dentro do principal evento de tênis da América do Sul e reforça a consistência da estratégia da marca no esporte, equilibrando inovação, performance e conexão com o consumidor. Patrocinadora oficial do Rio Open há 10 anos, a FILA amplia sua atuação no torneio assinando os uniformes de boleiros e equipe, promovendo ativações e operando a loja oficial — um dos principais pontos de contato com o público ao longo da semana de competição. Realizado no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, o torneio é o único ATP 500 da América do Sul e reúne alguns dos principais nomes do circuito mundial, além de público qualificado e ampla cobertura de mídia. “A parceria com o Rio Open é estratégica para a FILA porque reforça nossa conexão genuína com o tênis e nos posiciona dentro do principal palco da modalidade na América do Sul. Estar presente no evento vai muito além da visibilidade: é sobre construir relacionamento com o consumidor e fortalecer nossa autoridade na categoria”, afirma Adriana, Head de Marketing da FILA Brasil.

A força da conversa: o que o jeito latino tem ensinado ao mundo sobre vendas no WhatsApp 

A América Latina sempre foi um continente movido pela conversa e não seria diferente na relação de compra e venda. O dono do mercadinho que conhece o cliente pelo nome e tem uma relação próxima com os distribuidores e vendedores de marcas fornecedoras, negocia olhando nos olhos e ajusta o pedido conforme a necessidade do dia faz parte da identidade econômica da região. Por isso, quando o WhatsApp se tornou o principal canal de comunicação do continente, o salto para o chamado conversational commerce não exigiu ruptura e, sim, apenas uma migração.   “O comerciante não adotou uma nova tecnologia; ele expandiu um hábito que já existia”, esclarece Andres Stella, COO da Yalo, empresa que se tornou referência global em jornadas conversacionais entre indústria e varejo. “O WhatsApp virou o balcão digital porque estava no bolso de todos e resolvia a principal dor do varejo latino: a simplicidade”.  No entanto, a simplicidade virou escala e Stella explica que a digitalização promovida pela indústria acabou criando um paradoxo: para comprar de diferentes fornecedores, o pequeno varejista passou a ter de acessar inúmeros sites ou baixar diversos aplicativos – algo impraticável para quem opera em ritmo acelerado. “O WhatsApp eliminou essa dor imediatamente. O lojista concentra todas as interações no app que já usa diariamente. Nosso papel foi estruturar esse comportamento com catálogo, recomendação, pagamento e assistência dentro do próprio mensageiro”, explica o especialista.   Esse comportamento já aparece de forma clara no varejo brasileiro. Um levantamento da Yalo mostra que 39% dos lojistas já utilizam o WhatsApp como principal canal para realizar pedidos junto aos fornecedores e 26% já usam sugestões automáticas de reposição dentro do aplicativo.   Esse movimento também é confirmado por dados inéditos da Meta. Em dezembro de 2024, uma pesquisa encomendada à Morning Consult, com 2.363 líderes empresariais da América Latina, revelou que 9 em cada 10 empresas consideram os aplicativos da Meta essenciais para seus negócios, com destaque para WhatsApp Business, Instagram e Facebook pela facilidade de uso, alto retorno sobre investimento e forte geração de vendas.  O estudo mostra que o impacto vai diretamente para o caixa das empresas. No Brasil, 93% das companhias que utilizam as ferramentas da Meta relataram aumento de receita, sendo que 73% registraram crescimento superior a 25%. Na Argentina, 84% das empresas reportaram alta no faturamento, com 58% crescendo acima de 25%. Na Colômbia, 90% observaram aumento de receita, sendo que 60% superaram a marca de 25%. Já no México, 90% também registraram crescimento, com 62% avançando mais de 25%.  As métricas são surpreendentes e chocam executivos de EUA, Europa e Ásia. Segundo o COO da Yalo, nenhuma reunião internacional passa incólume aos números latino-americanos. “Quando mostramos taxas de conversão próximas de 80%, frequência de recompra praticamente diária e adoção instantânea, os executivos ficam incrédulos. Se você coloca uma jornada fluida no WhatsApp, o comerciante adere imediatamente. Ele já confia no canal, já conversa com clientes e fornecedores ali. O crescimento é quase imediato e uma curva que não existe em interfaces tradicionais”.  De acordo com o especialista, a escalabilidade real foi o ponto de virada, quando a América Latina deixou de ser exceção e virou modelo. “Quando vimos projetos saltarem de dezenas para centenas de milhares de lojas em poucos meses e funcionando com estabilidade, percebemos que o modelo era exportável”. Segundo ele, o exemplo mais emblemático é o da Coca-Cola FEMSA, que digitalizou mais de 1 milhão de pequenos comércios via WhatsApp utilizando a plataforma da Yalo.  “Criamos uma jornada completa: catálogo, repetição de pedidos, histórico, campanhas segmentadas e integrações diretas com preço, estoque e logística. O canal conversacional se tornou um dos principais motores digitais da operação”, conta Stella. O resultado inclui taxas de conversão de cerca de 80% e mais de 60% das lojas realizando pedidos recorrentes. “O WhatsApp deixou de ser canal de comunicação; virou infraestrutura crítica de vendas”, resume.  Stella elenca 3 lições que Estados Unidos e Europa estão correndo para absorver: a primeira delas é que o canal certo vale mais que a tecnologia nova. “Se não é WhatsApp, pode ser iMessage ou WeChat. O princípio é: não brigue com o comportamento do consumidor”; a segunda é que o Chat não é SAC e, sim, canal de vendas. “Na América Latina, provamos que mensagens podem ser o principal motor de pedidos e reabastecimento”; e a terceira é que IA e automação escalam a eficiência e o humano escala a conversão. “O equilíbrio é o segredo latino. A tecnologia não esfria a relação, ela prepara o terreno para que o humano brilhe”.   O estudo feito pela Meta revela ainda um forte apetite por inteligência artificial generativa na região — com interesse de 79% das empresas na Argentina, 88% no Brasil, 80% na Colômbia e 89% no México — e mais da metade das organizações já utiliza a tecnologia na prática, acelerando automação, eficiência e personalização no relacionamento comercial.  Aproveitando essa tendência, a Yalo vem implementando na indústria da América Latina o Oris, um agente inteligente criado para vender como os melhores vendedores humanos, em escala e com base em dados. O Oris é capaz de entender mensagens de voz, fazer recomendações estratégicas, agir proativamente e vender, de forma contextualizada, personalizada e escalável, utilizando inteligência artificial em qualquer canal, podendo ser chamadas de voz, WhatsApp, aplicativos e muito mais.  Stella defende que a IA generativa se tornará o motor invisível do relacionamento, desenvolvendo o papel central nessa exportação. “Ela já é o cérebro que permite personalização em escala. Cria e adapta mensagens, recomenda produtos, antecipa rupturas e ajusta o tom da conversa. Cada lojista recebe algo relevante e no momento certo”, pontua.   Segundo ele, a soma da atuação humanos + agentes inteligentes de IA será uma fórmula latino-americana poderosa no mercado nos próximos anos e ela também será usada para preservar o elemento cultural do varejo regional mantendo características específicas de cada cultura, o que proporciona uma maior aproximação com o consumidor.   “O vendedor latino tem uma sensibilidade que nenhuma máquina reproduz. A automação cuida do operacional; ele cuida da confiança”, afirma Stella. Com isso, o atendente passa menos tempo conferindo estoque ou digitando respostas repetidas

Marketing de afiliados se consolida como estratégia essencial para maximizar vendas em datas sazonais

As datas sazonais seguem como os momentos mais competitivos do varejo, quando o interesse e a intenção de compra dos consumidores atingem picos que podem transformar o desempenho das marcas. A Rakuten Advertising, rede líder global em marketing de performance, registrou o maior volume transacionado do ano em consolidados na Black Friday 2025 na rede brasileira. A data supera a soma dos resultados de Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais, Dia do Consumidor e Dia das Crianças juntas.  Refletindo esse movimento, Salomão Araújo, VP Comercial da Rakuten Advertising no Brasil, afirma que “o afiliado deixou de ser um canal complementar e passou a ser peça central na estratégia comercial das organizações, especialmente quando falamos de sazonalidade”. O especialista ainda complementa: “É nesse período que o consumidor está mais disposto a comprar, e as marcas que já chegam preparadas conseguem capturar essa demanda de forma muito mais eficiente.” O desempenho de volume transacionado nessas ocasiões está diretamente ligado ao comportamento do consumidor, que passa a intensificar pesquisas, comparar preços e buscar ativamente descontos exclusivos. A sensação de urgência cresce, assim como a sensibilidade a promoções limitadas, ambiente ideal para afiliados especializados em cupons, cashback e comparadores de preço, que conectam consumidores ávidos por ofertas a marcas que desejam acelerar vendas. Entre as datas que mais impulsionam as vendas, a Black Friday segue como protagonista, reunindo o maior volume e campanhas mais agressivas do ano. Em seguida ganham destaque o Natal, marcado pela alta procura por presentes; o Dia das Mães, que movimenta especialmente os setores de beleza, moda e eletrônicos; o Dia dos Namorados, impulsionado por produtos personalizados e experiências; e a temporada de Volta às Aulas, que aquece papelaria, eletrônicos e vestuário infantil. Eletrônicos, moda, beleza e casa seguem como os segmentos que mais se beneficiam em todas as sazonalidades. Apesar do potencial, muitas companhias ainda tropeçam em erros básicos: falta de planejamento prévio, comunicação desalinhada com afiliados, ausência de monitoramento em tempo real e pouca atenção às análises pós-campanha, perdendo assim, aprendizados valiosos.  “O maior erro é tratar o marketing de afiliados como algo acionável só na Black Friday ou no Natal. As marcas que performam melhor são aquelas que trabalham o canal o ano inteiro e intensificam seus esforços nos momentos mais estratégicos”, finaliza o especialista.

A força da conversa: o que o jeito latino tem ensinado ao mundo sobre vendas no WhatsApp

A América Latina sempre foi um continente movido pela conversa e não seria diferente na relação de compra e venda. O dono do mercadinho que conhece o cliente pelo nome e tem uma relação próxima com os distribuidores e vendedores de marcas fornecedoras, negocia olhando nos olhos e ajusta o pedido conforme a necessidade do dia faz parte da identidade econômica da região. Por isso, quando o WhatsApp se tornou o principal canal de comunicação do continente, o salto para o chamado conversational commerce não exigiu ruptura e, sim, apenas uma migração.   “O comerciante não adotou uma nova tecnologia; ele expandiu um hábito que já existia”, esclarece Andres Stella, COO da Yalo, empresa que se tornou referência global em jornadas conversacionais entre indústria e varejo. “O WhatsApp virou o balcão digital porque estava no bolso de todos e resolvia a principal dor do varejo latino: a simplicidade”.  No entanto, a simplicidade virou escala e Stella explica que a digitalização promovida pela indústria acabou criando um paradoxo: para comprar de diferentes fornecedores, o pequeno varejista passou a ter de acessar inúmeros sites ou baixar diversos aplicativos – algo impraticável para quem opera em ritmo acelerado. “O WhatsApp eliminou essa dor imediatamente. O lojista concentra todas as interações no app que já usa diariamente. Nosso papel foi estruturar esse comportamento com catálogo, recomendação, pagamento e assistência dentro do próprio mensageiro”, explica o especialista.   Esse comportamento já aparece de forma clara no varejo brasileiro. Um levantamento da Yalo mostra que 39% dos lojistas já utilizam o WhatsApp como principal canal para realizar pedidos junto aos fornecedores e 26% já usam sugestões automáticas de reposição dentro do aplicativo.   Esse movimento também é confirmado por dados inéditos da Meta. Em dezembro de 2024, uma pesquisa encomendada à Morning Consult, com 2.363 líderes empresariais da América Latina, revelou que 9 em cada 10 empresas consideram os aplicativos da Meta essenciais para seus negócios, com destaque para WhatsApp Business, Instagram e Facebook pela facilidade de uso, alto retorno sobre investimento e forte geração de vendas.  O estudo mostra que o impacto vai diretamente para o caixa das empresas. No Brasil, 93% das companhias que utilizam as ferramentas da Meta relataram aumento de receita, sendo que 73% registraram crescimento superior a 25%. Na Argentina, 84% das empresas reportaram alta no faturamento, com 58% crescendo acima de 25%. Na Colômbia, 90% observaram aumento de receita, sendo que 60% superaram a marca de 25%. Já no México, 90% também registraram crescimento, com 62% avançando mais de 25%.  As métricas são surpreendentes e chocam executivos de EUA, Europa e Ásia. Segundo o COO da Yalo, nenhuma reunião internacional passa incólume aos números latino-americanos. “Quando mostramos taxas de conversão próximas de 80%, frequência de recompra praticamente diária e adoção instantânea, os executivos ficam incrédulos. Se você coloca uma jornada fluida no WhatsApp, o comerciante adere imediatamente. Ele já confia no canal, já conversa com clientes e fornecedores ali. O crescimento é quase imediato e uma curva que não existe em interfaces tradicionais”.  De acordo com o especialista, a escalabilidade real foi o ponto de virada, quando a América Latina deixou de ser exceção e virou modelo. “Quando vimos projetos saltarem de dezenas para centenas de milhares de lojas em poucos meses e funcionando com estabilidade, percebemos que o modelo era exportável”. Segundo ele, o exemplo mais emblemático é o da Coca-Cola FEMSA, que digitalizou mais de 1 milhão de pequenos comércios via WhatsApp utilizando a plataforma da Yalo.  “Criamos uma jornada completa: catálogo, repetição de pedidos, histórico, campanhas segmentadas e integrações diretas com preço, estoque e logística. O canal conversacional se tornou um dos principais motores digitais da operação”, conta Stella. O resultado inclui taxas de conversão de cerca de 80% e mais de 60% das lojas realizando pedidos recorrentes. “O WhatsApp deixou de ser canal de comunicação; virou infraestrutura crítica de vendas”, resume.  Stella elenca 3 lições que Estados Unidos e Europa estão correndo para absorver: a primeira delas é que o canal certo vale mais que a tecnologia nova. “Se não é WhatsApp, pode ser iMessage ou WeChat. O princípio é: não brigue com o comportamento do consumidor”; a segunda é que o Chat não é SAC e, sim, canal de vendas. “Na América Latina, provamos que mensagens podem ser o principal motor de pedidos e reabastecimento”; e a terceira é que IA e automação escalam a eficiência e o humano escala a conversão. “O equilíbrio é o segredo latino. A tecnologia não esfria a relação, ela prepara o terreno para que o humano brilhe”.   O estudo feito pela Meta revela ainda um forte apetite por inteligência artificial generativa na região — com interesse de 79% das empresas na Argentina, 88% no Brasil, 80% na Colômbia e 89% no México — e mais da metade das organizações já utiliza a tecnologia na prática, acelerando automação, eficiência e personalização no relacionamento comercial.  Aproveitando essa tendência, a Yalo vem implementando na indústria da América Latina o Oris, um agente inteligente criado para vender como os melhores vendedores humanos, em escala e com base em dados. O Oris é capaz de entender mensagens de voz, fazer recomendações estratégicas, agir proativamente e vender, de forma contextualizada, personalizada e escalável, utilizando inteligência artificial em qualquer canal, podendo ser chamadas de voz, WhatsApp, aplicativos e muito mais.  Stella defende que a IA generativa se tornará o motor invisível do relacionamento, desenvolvendo o papel central nessa exportação. “Ela já é o cérebro que permite personalização em escala. Cria e adapta mensagens, recomenda produtos, antecipa rupturas e ajusta o tom da conversa. Cada lojista recebe algo relevante e no momento certo”, pontua.   Segundo ele, a soma da atuação humanos + agentes inteligentes de IA será uma fórmula latino-americana poderosa no mercado nos próximos anos e ela também será usada para preservar o elemento cultural do varejo regional mantendo características específicas de cada cultura, o que proporciona uma maior aproximação com o consumidor.   “O vendedor latino tem uma sensibilidade que nenhuma máquina reproduz. A automação cuida do operacional; ele cuida da confiança”, afirma Stella. Com isso, o atendente passa menos tempo conferindo estoque ou digitando respostas repetidas

Baly Tadala bate recorde e vira o lançamento mais vendido da história

Proprietária da Baly Energy Drink, a maior marca brasileira de energéticos, a Baly Brasil voltou a mostrar que criatividade e leitura de cultura podem se transformar em resultado concreto de mercado. O lançamento do Baly Energy Drink sabor Tadala se consolidou como um dos cases de marketing mais comentados do Carnaval 2026. O termo “Baly Tadala” ultrapassou 2 milhões de visualizações apenas no TikTok em publicações sobre o produto. No Instagram gerou outros milhões de Reels e posts com o termo e hashtags relacionadas, e continuam gerando engajamento orgânico, dominando mais de 60% dos assuntos mais comentados nas redes sociais. O resultado é que virou também sucesso de vendas, ultrapassando 23 milhões de pedidos em apenas 25 dias. “O lançamento de Carnaval Baly Energy Drink sabor Tadala já entrou para a história da Baly. Tivemos recordes de pedidos de venda, picos históricos de engajamento digital e um movimento espontâneo do consumidor nas lojas que confirma a força da estratégia”, afirma Dayane Titon Cardoso, diretora Comercial e de Marketing da Baly Brasil. “O que nasceu como edição limitada para o carnaval de Salvador agora virou um lançamento nacional”, completa. Conhecida por lançamentos criativos e cheios de energia, a marca apostou em uma sacada estratégica ao transformar um termo já popular no Brasil em produto. A decisão pelo nome “Baly Tadala” partiu do fato de a palavra tadala ter se tornado de uso comum para transmitir ideia de energia e vigor, presente em músicas, conversas e até em produtos diversos no mercado. A proposta conceitual não faz referência a medicamento, mas ao significado cultural que o termo ganhou socialmente. Pensado para o público do Carnaval, o lançamento se apoiou em bordões que já estão na mente do brasileiro, como “bora pra cima”. Em rodas de amigos, tornou-se comum ouvir “toma um tadala” quando alguém está cansado ou precisa de mais energia. A marca capturou esse imaginário coletivo e transformou em produto, gerando hype e posicionando o lançamento como um marco do Carnaval. O sucesso foi imediato. O engajamento orgânico superou a média de qualquer lançamento anterior da empresa, com picos históricos no digital. O consumidor passou a ir às lojas em busca da novidade, curioso para conhecer o sabor, gerando fluxo real para o varejo. Diante da demanda e das solicitações, o produto, inicialmente associado ao Carnaval, terá lançamento em Salvador e seguirá para todo o Brasil. Baly Tadala não contém fármacos A diretora Comercial e de Marketing da marca, Dayane Titon Cardoso, afirma que a Baly Brasil segue todas as normas sanitárias, regulatórias e de rotulagem, deixando claro ao consumidor que se trata de uma bebida energética sem qualquer fármaco. Todos os seus produtos, incluindo o Baly Tadala, são completamente regulares e não apresentam risco do ponto de vista toxicológico ou regulatório.  Dayane salienta que as fórmulas são segredo industrial, mas esclarece que não contêm fármacos. Extratos naturais como guaraná e catuaba estão presentes dentro dos limites previstos em lei, e o paladar combina aromas e sensações que resultam em uma bebida elegante e refrescante, com um leve toque de pimenta.  A companhia reforça que apoia o debate consciente e responsável sobre possíveis confusões entre alimentos, bebidas e medicamentos, reforçando seu compromisso com informação clara e consumo responsável. Consolidação no topo é questão de tempo Os resultados acompanham a estratégia. Dados do painel ScannShare, da Scanntech, mostram que, em 2025 (jan-dez), a Baly superou a austríaca Red Bull em todos os meses e liderou o mercado nacional em volume de vendas por quatro vezes: março, abril, julho e dezembro, superando também a norte-americana Monster. Em dezembro de 2025, a Baly atingiu 34,9% de share, contra 30,3% da Monster. Com o case de sucesso, a empresa reafirma sua posição de empresa que eleva a categoria de energéticos no país e levar o sabor e a energia do Brasil para o mundo, sempre com responsabilidade e técnica. Quem é a Baly e seu compromisso com o consumidor Indústria 100% nacional, a Baly Brasil é reconhecida como marca forte, inovadora e com gestão jovem, conectada ao consumidor. A empresa conta com quatro parques fabris em Santa Catarina, gera mais de 1.500 empregos diretos, número que ultrapassa 5.000 se considerados também os indiretos. Na linha de energéticos, oferece mais de 30 sabores de energéticos, sendo nove sem açúcar, nas versões lata e 2 litros. Além de energéticos, atua nos segmentos de bebidas quentes, cervejas, bebidas proteicas, isotônicos e suplemento vitamínico infantil. Seus produtos estão presentes no Brasil e em países como Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai, México, Estados Unidos e Irã, entre outros. Com o case Baly Tadala, a marca reforça que criatividade ancorada em cultura e responsabilidade pode gerar não apenas buzz, mas resultado efetivo de mercado.

Principais vagas das áreas de marketing, vendas e atendimento que pedem conhecimento em IA

Em 2025, a inteligência artificial deixou definitivamente de ser uma tecnologia restrita aos times de TI. Dados do Infojobs, site de empregos mais usado no país, indicam que as vagas com foco em IA estão cada vez mais distribuídas entre áreas como marketing, vendas, atendimento ao cliente, administração e recursos humanos e vai ser uma tendência para as contratações em 2026. O levantamento mostra que, além de informática e tecnologia, áreas comerciais e de marketing figuram entre as que mais concentram oportunidades relacionadas à inteligência artificial. Esse movimento reflete o uso crescente da tecnologia para automação, análise de dados, personalização e ganho de eficiência nos negócios. Em marketing, a IA passou a ser aplicada em atividades como análise de comportamento do consumidor, otimização de campanhas, gestão de tráfego, produção de conteúdo e mensuração de resultados. Como consequência, cargos como gestor de tráfego, social media, analista de marketing e especialista em automação estão ganhando protagonismo. “No ambiente corporativo, a IA passou a ser uma aliada para todas as áreas que lidam diretamente com receita e relacionamento com o cliente”, afirma Patricia Suzuki, CHRO da Redarbor Brasil, grupo detentor do Infojobs. Enquanto isso, na área comercial, funções como representante comercial, vendedor interno, SDR e gestor comercial aparecem entre os principais cargos que exigem familiaridade com soluções de inteligência artificial nas descrições das vagas no Infojobs. Essa tecnologia é utilizada nessas posições principalmente para análise de dados de vendas, previsão de demanda e personalização de abordagens. O atendimento ao cliente também é impactado de forma significativa. Cargos como operador de atendimento, analista de suporte, analista de CRM e analista de relacionamento com o cliente passam a incluir de chatbots, sistemas preditivos e ferramentas de automação baseadas em IA nas atribuições de muitas vagas. Para Patricia Suzuki, a expansão da IA para áreas não técnicas evidencia uma mudança cultural nas empresas a partir da popularização dessas ferramentas. “As organizações entenderam que a inteligência artificial precisa estar integrada aos processos do dia a dia, e não isolada em um único departamento”, explica. Pesquisas internacionais reforçam essa tendência. Um estudo da McKinsey aponta que empresas que aplicam inteligência artificial em áreas comerciais e operacionais registram ganhos relevantes de produtividade e eficiência, especialmente em marketing, vendas e atendimento. Já o Fórum Econômico Mundial destaca que funções ligadas à interação humana, tomada de decisão e criatividade continuam sendo essenciais, mas passam a ser potencializadas pelo uso de tecnologias inteligentes, redefinindo o escopo de diversas profissões. O levantamento do Infojobs também mostra que áreas administrativas, como finanças e recursos humanos, ampliaram o uso da IA para análise de dados, automação de processos e apoio à tomada de decisão, o que impacta cargos como analista de RH, analista contábil e gestor financeiro. “A inteligência artificial amplia a capacidade humana, mas não substitui a necessidade de profissionais qualificados, com visão analítica  e responsabilidade ética para guiar esse recurso. O diferencial está em saber como aplicar a tecnologia de forma inteligente em suas áreas”, reforça a executiva do Infojobs.

StarLive consolida o live commerce como novo canal do varejo brasileiro com 100 milhões em vendas em 2025 e 39 milhões para o primeiro trimestre de 26

A StarLive, empresa nativa de Social Commerce fundada por Evelyn B. Marques e Marcio Osako, encerrou 2025 com R$ 100 milhões em vendas movimentadas em seu ecossistema de social commerce, consolidando o formato de vendas ao vivo como um dos canais mais relevantes do varejo digital brasileiro. O resultado também foi impulsionado pelo mês de novembro, quando a empresa alcançou R$ 11 milhões em vendas, justamente no período de inauguração da primeira galeria pública de estúdios de Live Shop do Brasil, em São Paulo. Para 2026, o primeiro trimestre promete alta movimentação de R$39 milhões, impulsionada pela demanda de volta às aulas, beleza, itens de academia e vida fitness e Carnaval. As vendas em 2025 reforçam a maturidade dos modelos de live commerce no país e posiciona a StarLive como uma das principais operações do setor, atuando de ponta a ponta: desde a capacitação de live sellers (atividade completamente diferente de criadores de conteúdo em redes sociais e publis), até a execução profissional de transmissões para marcas, afiliados e vendedores independentes. Primeira galeria de Live Shop do Brasil acelera resultados Inaugurada oficialmente em 25 de novembro, na Vila Madalena, próximo ao Beco do Batman, a StarLive(Shop) Street Studio nasceu inspirada nos grandes shoppings de live commerce da China, onde prédios inteiros são dedicados exclusivamente a transmissões de vendas ao vivo. O espaço reúne 10 estúdios profissionais, com capacidade para até 140 horas de transmissões por dia, operando simultaneamente em plataformas de e-commerce e social commerce. Desde a abertura, o local passou a atrair tanto marcas quanto o público que circula pela região, criando uma experiência 100% phygital, que integra loja física, transmissão ao vivo e compra digital em tempo real, um modelo inédito no Brasil e ainda raro na América Latina. Uma liderança formada no berço do live commerce À frente da operação está Evelyn B. Marques, sócia-fundadora da StarLive e uma das principais referências em social commerce no país. Com mais de oito anos de atuação no live commerce, Evelyn iniciou sua trajetória na China, em 2018, onde teve contato direto com o modelo que hoje inspira a Street Studio. Em 2024, ganhou projeção nacional após ultrapassar R$ 25 milhões em vendas no Kwai, resultado amplamente repercutido pela imprensa. Hoje, ela lidera a capacitação de marcas e live sellers, além de participar ativamente da estruturação das operações ao vivo da StarLive. “Não estamos aprendendo sobre live commerce agora. Nós nascemos dentro desse ecossistema, diretamente na China, e trouxemos esse conhecimento para o mercado brasileiro com as adaptações culturais necessárias”, afirma Evelyn. Da capacitação à escala: um ecossistema completo A trajetória da StarLive começou com a formação de afiliados e live sellers que buscavam novas fontes de renda por meio das vendas ao vivo. Atualmente, a empresa reúne mais de 1.000 profissionais capacitados, que produzem lives e shoppable videos diariamente em plataformas como TikTok Shop, Shopee, Mercado Livre, Kwai, além de redes sociais como YouTube, Instagram e Facebook. Esse conhecimento acumulado permitiu à empresa estruturar uma das operações mais completas do país em live commerce, unindo técnica de vendas, storytelling, leitura de dados em tempo real e gestão de comunidades, elementos fundamentais para a recorrência e a performance do formato. Modelo chinês, comportamento brasileiro Embora inspirado no modelo chinês, o Street Studio foi desenhado para o comportamento do consumidor brasileiro, que tende a interagir mais durante as transmissões, fazer perguntas, buscar demonstrações detalhadas e valorizar a proximidade com o live seller. Essa combinação entre eficiência operacional e abordagem mais humanizada tem sido determinante para os resultados alcançados.

Inmetrics contrata Cláudio Bessa como Diretor Executivo de Marketing e Vendas

A Inmetrics, empresa brasileira de tecnologia especializada em qualidade digital e transformação tecnológica, anuncia a contratação de Cláudio Bessa como Diretor Executivo de Marketing e Vendas. O executivo será responsável por operações de Marketing Baseado em Contas (ABM), geração de demanda, campanhas digitais, posicionamento de marca e estratégias de vendas. A contratação está diretamente relacionada ao reposicionamento da Inmetrics com foco no conceito de AI Engineered e meta de crescer 30% em 2026. O reposicionamento consiste em uma atuação mais consultiva  focada em negócios, eficiência digital e geração de valor com uso estratégico de Inteligência Artificial (IA). O executivo possui mais de 40 anos de experiência no setor de tecnologia e tem o desafio inicial de acelerar a consolidação rentável da Inmetrics como uma referência em serviços AI Engineered que geram previsibilidade e recorrência aos clientes. “Pretendo conectar quatro dimensões da empresa: estratégia, marca, oferta e execução”, afirma Cláudio Bessa, destacando que, “dessa forma, a Inmetrics passa a falar a linguagem do CEO, CFO, do CIO e do Board dos clientes, integrando a tecnologia diretamente aos objetivos de negócio, com governança, escala e impacto real”. Carreira do Diretor Executivo de Marketing e Vendas da Inmetrics Cláudio Bessa trabalhou nas empresas Brasoftware, TOTVS e IBM,  onde exerceu o cargo de Diretor de engenharia de ecossistemas para a América Latina antes de ser contratado pela Inmetrics. O executivo é formado em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com pós-graduação em Marketing pela London Metropolitan University (Inglaterra), especialização em Gerência de Produtos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Master of Business Administration (MBA) em Marketing pela Fundação Instituto de Administração (FIA). “Liderei iniciativas de estrutura comercial, construção de portfólio, expansão de mercados e desenvolvimento de ecossistemas em ambientes altamente competitivos. Trago essa experiência para ampliar a capacidade de crescimento consistente da Inmetrics a partir das áreas de marketing, vendas e parcerias estratégicas. É tecnologia com propósito”, conclui Cláudio Bessa.

Como transformar vendas sazonais em faturamento contínuo ao longo do ano

Datas sazonais, como o Carnaval, são tradicionalmente vistas como momentos-chave para impulsionar vendas e aumentar o faturamento em diversos segmentos. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o feriado deve movimentar R$ 14,48 bilhões em todo o país neste ano, o maior volume registrado desde 2013. Apesar do cenário positivo, Ycaro Martins, especialista em negócios e expansão de alta performance, fundador e CEO da Maxymus Expand, empresa especializada em estratégias de crescimento e estruturação empresarial, alerta que o verdadeiro erro das empresas é tratar a sazonalidade como fim, e não como início. “Empresas que crescem de forma sustentável não enxergam datas sazonais como um pico isolado de faturamento. Elas usam esses momentos como alavanca estratégica para gerar base de clientes, previsibilidade de receita e recorrência ao longo do ano. O faturamento pontual é bom, mas o que constrói valor de longo prazo é a continuidade”, afirma Martins. Segundo o especialista, empresas que estruturam estratégias claras antes, durante e após essas datas, conseguem transformar o aumento de demanda em ativos duradouros, como dados qualificados, relacionamento com o cliente e novas oportunidades de venda. “O jogo muda quando a empresa entende que vender bem em uma data específica não é suficiente. É preciso capturar leads, organizar dados, criar uma boa primeira experiência e desenhar uma jornada que continue depois do evento. Quem não faz isso, volta sempre para a estaca zero”, explica. Entre as principais estratégias apontadas por Martins estão a captação inteligente de leads, com ofertas que incentivem o relacionamento pós-venda; experiência do cliente como prioridade, garantindo confiança desde o primeiro contato e estruturação de modelos de continuidade, como assinaturas, combos, programas de fidelidade, contratos estendidos ou planos recorrentes. Em um mercado cada vez mais competitivo, compreender o comportamento do consumidor também se torna decisivo. Para o CEO da Maxymus Expand, as datas sazonais funcionam como verdadeiros campos de teste para decisões estratégicas. “Esses períodos são laboratórios de marketing e vendas. É quando o empresário pode testar ofertas, preços, canais e mensagens com volume real, a partir dessa análise de dados transformar o aprendizado em estratégia anual. Quem só fatura no Carnaval, por exemplo, está sempre começando do zero. Aquele que constrói recorrência cria escala, margem e previsibilidade”, destaca Martins. 

Lívio Giosa assume a presidência da ADVB e amplia protagonismo estratégico das organizações no Brasil

A Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) inicia um novo ciclo institucional a partir de 1º de fevereiro com a posse de Lívio Giosa na presidência da entidade. O executivo estará à frente da associação no triênio 2026–2028, com a proposta de fortalecer as organizações nos eixos estratégicos de competitividade, reputação e impacto positivo nos negócios. Atual vice-presidente da ADVB e coordenador-geral do Instituto ADVB de Responsabilidade Socioambiental (IRES), Giosa também preside a Associação Paulista Viva (APV), entidade reconhecida por sua atuação na requalificação urbana e no fortalecimento da Avenida Paulista como polo econômico, cultural e simbólico do país. Sua trajetória é marcada pela integração entre gestão empresarial, sustentabilidade e desenvolvimento institucional. “O marketing e vendas ocupam hoje um papel central na estratégia das organizações. Eles conectam propósito, reputação e performance. A ADVB tem a responsabilidade de liderar esse debate e preparar profissionais para decisões cada vez mais complexas”, afirma Giosa. Marketing, ESG e reputação no centro da agenda Sob a nova gestão, a ADVB reforça seu posicionamento como uma das principais plataformas de discussão sobre marketing, vendas e liderança empresarial no Brasil. A agenda estratégica prioriza a integração das boas práticas de gestão às estratégias de marca, comunicação e negócios, ampliando iniciativas que reconhecem empresas e lideranças capazes de transformar propósito em valor de longo prazo. Premiações como o Top de Vendas, de Marketing, do Agronegócio e de Sustentabilidade e os fóruns temáticos da entidade ganham ainda mais relevância ao colocar as melhores performances no centro das decisões corporativas, agregando competências com resultados positivos. As ações da ADVB seguem estruturadas em três pilares: Conhecimento, com cursos, workshops, Pesquisas e programas de formação executiva; Reconhecimento, por meio da valorização de cases, marcas e lideranças; e Relacionamento, promovendo networking qualificado entre executivos, empresas e formadores de opinião. Formação de líderes para o marketing contemporâneo A nova gestão também prevê a ampliação da oferta de capacitação, com conteúdo voltados aos desafios atuais do marketing e das vendas, como branding estratégico, transformação digital, sustentabilidade, comunicação corporativa, métricas de impacto e novos modelos de consumo. O calendário institucional inclui eventos consolidados, como os Fóruns de Sustentabilidade, do Agronegócio, de Inovação e de Economia, que reúnem especialistas, executivos e representantes do setor público para debater tendências e estratégias de crescimento sustentável. Transição e legado Lívio Giosa sucede o engenheiro Miguel Ignatios, que encerra sua gestão após contribuir para o fortalecimento institucional da ADVB, renovando suas atividades incorporadas pela maturidade da Entidade que em 2026 completa 70 anos. Confira a nova diretoria da ADVB para o triênio 2026 – 2028: Presidente: Livio Giosa 1º Vice-Presidente: Pedro Luiz Dias 2º Vice-Presidente: Roger Maciel de Oliveira 3º Vice-Presidente: Leandro Monteiro 4º Vice-Presidente: Leonardo Fonseca Netto 5º Vice-Presidente: Valéria Nídia Bueno Presidente-Executivo da Fundação Brasileira de Marketing (FBM): Cláudio Elias Conz Conselho Consultivo: Presidente: Ney Zanella dos Santos Vice Presidente: Marcelo Rosemberg Secretário: Miguel Alberto Ignatios Sobre Lívio Giosa Administrador de empresas com especialização internacional, Lívio Giosa atua há décadas no ambiente associativo e empresarial. É reconhecido pela criação e liderança de programas que posicionaram a ADVB como referência nas discussões sobre responsabilidade social corporativa, marketing e governança e sustentabilidade aplicadas à estratégia de marcas e negócios.

Agência Brev Partner começa 2026 impulsionando mais de R$10 milhões em vendas para empresas do ABC Paulista.

O ABC Paulista segue sendo um dos principais polos econômicos do estado de São Paulo, reunindo empresas tradicionais, negócios locais e um mercado cada vez mais competitivo em cidades como Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Com o comportamento do consumidor cada vez mais digital, empresas da região estão acelerando investimentos em posicionamento, tráfego pago e estrutura comercial, buscando crescimento com previsibilidade. Nesse cenário, a Brev Partner, agência focada em performance e vendas, inicia 2026 em destaque ao impulsionar mais de R$10 milhões em vendas para empresas do ABC Paulista. A forma de comprar mudou. Hoje, o cliente pesquisa antes de fechar: – Busca no Google; – Compara no Instagram; – Checa reputação e avaliações; – Chama no WhatsApp; – E decide em poucos minutos. Esse novo modelo fez com que muitas empresas do ABC percebessem uma realidade clara: não basta ter um bom serviço, é preciso ser encontrado e gerar demanda todos os dias. Marketing no ABC não é sobre aparecer, é sobre gerar demanda. Muitos negócios ainda associam marketing apenas a redes sociais e postagens. Porém, o crescimento real vem quando o digital passa a funcionar como um motor comercial. Entre as estratégias que mais têm gerado resultados para empresas no ABC, estão: – Tráfego pago segmentado (por cidade, perfil e intenção de compra); – Conteúdo local e autoridade para fortalecer marca e confiança; – Google bem trabalhado para capturar clientes prontos para comprar; – Páginas e sites estruturados para conversão; – Atendimento comercial rápido e eficiente, especialmente no WhatsApp. Com esse modelo, empresas deixam de depender apenas de indicação e passam a ter volume constante de leads e oportunidades. 2026: o ano da previsibilidade para empresas do ABC Paulista. O início de 2026 reforça uma tendência: empresas do ABC que investem em estratégia digital e estrutura comercial estão colhendo resultados mais rápidos e consistentes. Ao impulsionar mais de R$10 milhões em vendas para empresas da região, a Brev Partner fortalece seu posicionamento como uma das agências que mais cresce no ABC com foco em performance e resultado real. Conheça mais sobre a Brev Partner em: https://brevpartner.com.br/

Como aumentar as vendas no começo do ano?

Por Renata Reis Janeiro costuma ser visto como um mês de retração econômica: contas acumuladas, faturas altas e consumidores mais cautelosos em gastar. Diante desse cenário, muitas empresas pisam no freio e reduzem esforços comerciais. Mas, e se o início do ano não fosse um problema, e sim uma oportunidade de ativar os consumidores e manter um bom resultado de vendas?  Depois de tantos gastos no período comemorativo de final de ano, o caixa do cliente entra em modo sobrevivência temporário, focando nas despesas obrigatórias que costumam arcar após o Ano Novo, como os impostos e investimentos em educação. Todas as contas chegam juntas, comprimindo o orçamento disponível para compras impulsivas.  Uma pesquisa divulgada pelo IBGE comprova isso. Segundo seus dados divulgados, em janeiro de 2025, as vendas varejistas registraram uma queda de 0,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Pode parecer pouco, mas, para um setor tão promissor e movimentado como este, ter uma retração de vendas evidencia o momento delicado do brasileiro em acabar gastando com o que não for necessário.  Do lado das empresas, o reflexo desse comportamento costuma ser previsível: redução de campanhas, adiamento de investimentos e comunicação genérica. Quando oferta e estímulo caem ao mesmo tempo, a sensação de “mercado parado” se instala. Mas, é justamente aqui está o ponto chave: o dinheiro não some, ele só muda de destino.  Quando o consumidor está pressionado financeiramente, ele não para de comprar — ele passa a comprar melhor. Isso exige das marcas uma comunicação mais empática, útil e conectada ao momento real do cliente. Marcas que ignoram este contexto falam com um consumidor que não existe, enquanto aquelas que reconhecem esse cenário e ajustam a proposta de valor ganham atenção, confiança e conversão. Tudo é questão de estratégia.  O começo do ano exige que as empresas invistam em campanhas personalizadas com o timing adequado, focando que cada decisão de compra precisa fazer sentido. Personalizar não significa chamar pelo nome, mas entender questões como: o que esse cliente já adquiriu, seus gostos, e o que tende a resolver seu problema agora. Junto a isso, entra o timing, respeitando o momento financeiro do consumidor. Ofertas mal posicionadas soam insensíveis, enquanto as bem contextualizadas transmitem maior inteligência e vendem.  Existem algumas estratégias que funcionam especialmente bem quando o orçamento está pressionado: reengajamento com foco em valor, não em desconto (eficiência, economia de tempo ou redução de custo futuro são mais persuasivos do que descontos rasos); up-sell e cross-sell orientados à utilidade (destacando produtos e serviços complementares que aumentem o aproveitamento do que o cliente já tem); e condições comerciais flexíveis (como parcelamento, planos escalonados e ofertas progressivas, diluindo o impacto financeiro sem corroer margem).  Manter uma comunicação ativa com quem já confia na marca é outro ponto indispensável, já que clientes ativos e inativos recentes têm menor barreira de compra. Em tempos de orçamento apertado, confiança vira ativo financeiro. Quanto aos canais mais indicados para construir esse relacionamento, dê preferência por meios mais diretos e contextuais.  Alguns que acabam ganhando maior protagonismo nesse sentido incluem o WhatsApp, proporcionando conversas rápidas, próximas e resolutivas; o RCS, ideal para explicar valor, planos e diferenciais de forma visual; SMS, sendo mais eficiente para chamadas claras à ação; e o e-mail segmentado, ótimo para conteúdos educativos, comparativos e ofertas mais elaboradas. Independentemente de qual for utilizado, lembre-se que a relevância da mensagem é o que realmente fará a diferença na conversão.  Empresas orientadas por dados entendem que janeiro não precisa ser um mês de empurrar produtos, e sim de resolver problemas reais de seu público-alvo. Uma boa estratégia construída nesse sentido permite um faturamento contínuo, mesmo em períodos tradicionalmente vistos como desafiadores.  Ter um faturamento sem pausa não é otimismo, é inteligência aplicada ao contexto real do consumidor. No final, as organizações que souberem como ajustar seu discurso, canais e ofertas, continuarão vendendo – enquanto as que sumirem do radar, perderão relevância. As que aguardarem março para iniciar seus planejamentos de vendas, começarão o ano atrás de seus concorrentes.  Renata Reis é CRO da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, WhatsApp, chatbot e RCS. 

Mudança no comportamento digital força agências a repensar funis de conversão

A forma como o consumidor se comporta no ambiente digital mudou, e muito. Hoje, a jornada de compra raramente segue o fluxo tradicional de descoberta, consideração e decisão de forma linear. Em vez disso, ela é fragmentada, cheia de desvios, múltiplos pontos de contato e influências externas como vídeos curtos, grupos de WhatsApp, fóruns, conteúdos gerados por outros usuários e até mesmo ferramentas de comparação com IA. Esse novo comportamento está forçando agências digitais e empresas a repensarem seus modelos de conversão, que até pouco tempo seguiam estruturas engessadas de funis automatizados e réguas fixas de e-mail. Robson V. Leite é mentor e estrategista com foco em estruturação, operação e performance para agências digitais. Com quase duas décadas de experiência e mais de 2.500 agências orientadas por seus métodos, ele defende uma abordagem mais centrada no comportamento do usuário e menos obcecada por fórmulas prontas de escalabilidade. Uma pesquisa da Salesforce revelou que 73% dos consumidores esperam que as empresas compreendam suas necessidades e expectativas de forma personalizada, e não apenas por meio de segmentações genéricas ou jornadas padronizadas. Além disso, 61% dos entrevistados afirmaram que trocaram de marca no último ano por conta de experiências pouco relevantes ou mal adaptadas ao seu contexto. Essa quebra de padrão revela um ponto crucial: jornadas de conversão precisam deixar de ser roteiros e passar a funcionar como ecossistemas, onde o usuário tem autonomia para entrar e sair, pular etapas, voltar de forma orgânica e ser impactado por conteúdos de formatos variados até amadurecer a decisão de compra. Robson reforça: “O consumidor atual não quer ser conduzido por um funil, mas orientado por experiências que façam sentido. As empresas que ignoram isso vão insistir em gastar mais para converter menos.” A revisão das jornadas de conversão não significa abandonar automações ou campanhas com etapas definidas, mas sim reestruturá-las com maior flexibilidade, criando pontos de entrada diversos, conteúdos adaptáveis ao estágio real de consciência do cliente e, principalmente, sistemas de escuta ativa, seja por análise de dados, enquetes, feedbacks abertos ou comportamento de navegação. Outro aspecto importante nesse cenário é o aumento do tempo médio entre o primeiro contato e a conversão final, especialmente em setores mais competitivos. O lead não apenas pesquisa mais antes de tomar decisões, como também espera uma narrativa mais coerente e progressiva entre os canais. “Não é mais sobre funil, é sobre contexto. E se o seu conteúdo não dialoga com o momento interno do cliente, não adianta empilhar anúncios ou e-mails automatizados. O que não conecta, não converte”, afirma Robson. Essa mudança estrutural nas jornadas desafia as agências a combinarem dados, criatividade e empatia, assim exigindo que seus times estejam preparados para operar de forma mais integrada, com visão de longo prazo e foco em gerar experiências memoráveis, não apenas cliques ou leads. Em tempos de algoritmos cada vez mais inteligentes e públicos cada vez mais seletivos, criar uma jornada de conversão que respeita a lógica do consumidor, e não a lógica da ferramenta, pode ser o grande diferencial competitivo de uma agência digital em 2026.

Após pico de vendas, empresas buscam estratégias para fidelizar consumidores, especialista explica

Após picos de consumo impulsionados por datas como Natal e Black Friday, empresas voltam suas atenções para um desafio estratégico: manter o vínculo com o cliente e converter compras ocasionais em relacionamentos duradouros. No Brasil, a conquista e a retenção de consumidores figuram entre os principais entraves para pequenas e médias empresas desde o início das operações. Levantamento da Serasa Experian mostra que, para três em cada dez PMEs, esse é o maior desafio na fase inicial do negócio, percentual que se mantém elevado mesmo após a consolidação da empresa, sendo apontado por 32% dos empreendedores. Para Surama Jurdi, especialista em varejo e experiência do consumidor, CEO e fundadora da Surama Jurdi Academy, ecossistema global de educação empresarial, investir no fortalecimento do relacionamento com o cliente tornou-se um dos principais diferenciais competitivos no mercado atual. Para a mentora, o erro mais comum é tratar a venda das datas comemorativas como um fim, quando deveria ser apenas o começo de um relacionamento estratégico. “Em períodos de intensa competitividade, o varejo atrai não apenas as pessoas habituais, mas também novos compradores. Quando a equipe está preparada para fornecer um atendimento rápido, personalizado e cuidadoso, mesmo diante de promoções e grande fluxo de consumidores, fortalece-se a conexão emocional com a marca. Por exemplo, ao educar os colaboradores sobre o perfil do público, produtos em destaque e estratégias de relacionamento, cada cliente se sente reconhecido. Essa experiência positiva incentiva o retorno à loja após a campanha, promovendo fidelização, aumento do ticket médio e fortalecimento da reputação”, comenta.  Surama destaca que a retenção já começa no momento da primeira compra. “Empresas que entregam uma experiência memorável, com comunicação clara, pós-venda estruturada e propósito bem definido, aumentam significativamente as chances de recompra”, explica. Entre as principais estratégias indicadas pela especialista estão: 1 – Relacionamento contínuo Construído a partir da oferta de conteúdos relevantes e alinhados às necessidades do cliente, comunicação personalizada em diferentes pontos de contato e um acompanhamento pós-venda. O envio de dicas personalizadas ou descontos no aniversário de uma loja de roupas, por exemplo, são ações básicas esperadas pelo consumidor. A diferença está em ir além do convencional, criando experiências únicas que fortalecem o vínculo com o cliente e geram valor efetivo. 2 – Experiência do cliente Vai muito além da entrega do produto ou serviço. Envolve um atendimento humanizado, com suporte eficiente e atenção a cada etapa da jornada de compra, reforçando a confiança, diferenciando a marca no mercado e aumentando as chances de retenção e recomendação. Como um e-commerce que compartilha atualizações em tempo real sobre o status do pedido, oferece chat online para dúvidas imediatas e entra em contato após a entrega para verificar a satisfação do cliente.  3 – Programas de fidelização e comunidade Essas ações criam uma relação mais próxima e duradoura com o público. Ao oferecer benefícios exclusivos, reconhecimento e experiências diferenciadas, há o fortalecimento do sentimento de pertencimento. Uma prática básica, por exemplo, é uma cafeteria ter programa de pontos com descontos após cada compra ou enviar convites para eventos exclusivos. No entanto, para se destacar é necessário desenvolver estratégias criativas e disruptivas, como a co-criação de produtos com os clientes.  4 – Análise de dados e comportamento Monitorar os indicadores é essencial para compreender o que o consumidor realmente precisa após a compra, como volume de vendas, ticket médio durante campanhas, retenção, recompra e satisfação do cliente por meio de feedbacks. Como uma loja de eletrônicos que analisa os produtos mais comprados e os comentários de cada um, ajusta promoções conforme preferências e envia recomendações personalizadas.  Para Surama, o foco das organizações deve estar na entrega de valor e na construção de marcas sólidas. “Preço atrai, mas é a conexão que retém. Negócios que crescem com resultados sustentáveis entendem que o público fiel é resultado de estratégia. As datas comemorativas são excelentes portas de entrada, entretanto a verdadeira transformação acontece quando a empresa aprende a manter o consumidor ativo, satisfeito e engajado ao longo do ano”, conclui.

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