Olympikus lança tênis que coloca o país no topo da performance mundial e investe na formação de novos talentos
Depois de celebrar 50 anos ao lado dos brasileiros, a Olympikus dá um novo e importante passo em sua missão de impulsionar a corrida no país. A Nova Era da Corrida — anunciada oficialmente para a imprensa e atletas no dia 24 de fevereiro — marca o lançamento do Corre Pace, primeiro ultratênis desenvolvido no Brasil, e consolida um compromisso institucional com o futuro do esporte, materializado também no Corre do Amanhã, programa de formação de jovens atletas criado em parceria com o Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima (IVCL). Para Márcio Callage, a Olympikus busca ampliar a capacidade do Brasil de desenvolver tecnologia para alta performance na corrida. “O Corre Pace é o tênis mais tecnológico já produzido no Brasil. Junto a isso, estamos lançando um projeto que vai apoiar 10 atletas de 18 a 23 anos, o Corre do Amanhã. Queremos construir um país melhor a partir do esporte, levando tecnologia acessível ao brasileiro e, agora, também damos um sinal claro do suporte e do apoio que uma marca protagonista brasileira deve oferecer ao desenvolvimento do esporte no Brasil”, explica Márcio Callage, CMO da Olympikus. No centro desse movimento está o Corre Pace, o modelo mais tecnológico já criado pela Olympikus. Voltado a atletas de alto desempenho, com foco em competição, o tênis representa o ápice do desenvolvimento global de calçados para performance na corrida, com design e inovações feitas por e para brasileiros. A edição limitada — apenas 1.500 pares serão comercializados a partir de 07 de março — nasce com vocação para a busca de recordes pessoais. Com apenas 140 gramas (no tam. 40) e drop de 6mm, o Corre Pace é indicado para corredores que utilizam pisada de médio-pé ou antepé, combinando leveza extrema, estabilidade e propulsão graças à soma de tecnologias de ponta: O cabedal Oxitec 5.0 traz uma tela especial em poliamida de menor espessura, com fios ultrafinos entrelaçados que oferecem maior resistência estrutural, respirabilidade elevada e liberdade de movimento. A palmilha NT-X, feita em ATPU com espuma supercrítica expandida com nitrogênio, contribui para reduzir o peso e ampliar o retorno de energia. Na entressola, a tecnologia NT-X Elite — composta por espuma 100% PEBA expandida a nitrogênio com usinagem de precisão (Sheets CNC) — entrega expansão uniforme, máxima leveza, maciez e alto retorno de energia. A estrutura é complementada pela placa Carbon-G, com três camadas de fibra de carbono (duas bidirecionais para estabilidade e uma unidirecional exclusiva para impulsão), que garante retorno de energia, flexibilidade controlada e resistência à fadiga. Já a geometria Rocker de 37º no antepé favorece transições rápidas e impulsiona o corredor para a frente com menor esforço, enquanto o solado PROGRIP em PU termofixo oferece 84% mais resistência à abrasão do que borrachas tradicionais, mantendo alta tração e baixo peso. Para Pedro Bartelle, CEO da Vulcabras – empresa gestora da marca -, o lançamento simboliza um avanço estrutural da indústria esportiva nacional: “Produzir um tênis de alta performance em solo nacional não é apenas uma escolha produtiva, mas uma decisão estratégica. O Pace representa o fortalecimento da indústria brasileira, a geração de conhecimento local e a capacidade do Brasil de competir em um segmento que, historicamente, esteve concentrado em poucos polos globais.” Se o Corre Pace aponta para o futuro da tecnologia, o Corre do Amanhã projeta o futuro de quem corre. Realizado em parceria com o Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima, o programa nasce com um diferencial claro: acompanhar e apoiar o atleta desde o início da sua trajetória. A formação é pensada em ciclo, com metas de médio e longo prazo e atenção constante à evolução individual. Treino, saúde, tecnologia e suporte emocional atuam de forma integrada, sustentados por um time multidisciplinar que acompanha cada etapa do processo. Em 2026, a iniciativa atenderá 10 atletas entre 18 e 23 anos, selecionados com base em ranking nacional, marcas pessoais, histórico esportivo e avaliação técnica especializada. A primeira fase ocorreu entre setembro e dezembro de 2025, e a segunda será realizada entre fevereiro e junho de 2026. Já estão confirmados Cael do Nascimento Lima Pinto (19), Gustavo dos Santos Silva (20), Ana Laura Domingues Trevisan (17) e Mateus Rodrigues dos Santos (17). Os participantes terão acompanhamento de Ricardo D’Angelo, treinador responsável pelo projeto e gestor do IVCL, além de assistência social, psicológica e nutricional, bolsa de estudos, alojamento e acesso à infraestrutura do Centro Esportivo de Alto Rendimento de Campinas (CEAR). O cronograma inclui ainda acompanhamento médico periódico e o pilar de medicina integrativa do Instituto, com apoio da Unimed Campinas. Inscrições, regulamento e demais informações estão disponíveis em www.ivcl.org.br. “Nosso compromisso é operar dentro de um padrão internacional de alto rendimento. O programa foi estruturado com metodologia clara, critérios objetivos de evolução e acompanhamento técnico individualizado. Não estamos apenas treinando atletas para competir; estamos formando profissionais preparados para sustentar performance no mais alto nível”, explica Ricardo D’Angelo. Embaixador da Olympikus desde 2023 e símbolo máximo da corrida brasileira, Vanderlei Cordeiro de Lima destaca a importância de transformar sua trajetória em legado. Medalhista olímpico e fundador do IVCL, ele construiu sua história com apoio e oportunidades que mudaram sua vida; e agora devolve ao esporte o que recebeu. “Eu tive oportunidades que mudaram a minha vida. Hoje, quero criar essas oportunidades para outros jovens. O Corre do Amanhã nasce com uma visão de longo prazo. Pensamos este projeto para evoluir ao longo dos próximos oito anos, como um ciclo contínuo de formação. A cada nova edição, queremos ampliar oportunidades e garantir que mais jovens talentos tenham acesso a estrutura de alto rendimento. É assim que se constrói legado: criando caminhos permanentes para que o atletismo brasileiro siga forte nas próximas gerações”, diz Vanderlei.Com o lançamento do Corre Pace e a criação do Corre do Amanhã, a Olympikus reforça seu papel como uma das marcas que mais investem no futuro do esporte nacional, combinando inovação, democratização de tecnologia e formação de base. FICHA TÉCNICA CORRE PACECategoria: Competição / Alta PerformancePisada: Médio-pé e antepéPeso: 140 gramas (tam. 40)Drop: 6mmPreço sugerido: R$ 1.999,99 (Site Olympikus)Tecnologias:Cabedal Oxitec 5.0 em
A nova cara da corrida de rua no Brasil tem mais mais mulheres, jovens e pessoas da classe C
A corrida segue crescendo em ritmo acelerado no Brasil e, para além do crescimento numérico, os dados mais recentes apontam mudanças comportamentais na forma de correr dos brasileiros. A segunda edição do estudo Por Dentro do Corre, realizado pela Olympikus em parceria com a Box1824, revela que 2 milhões de brasileiros começaram a correr em 2025: o número absoluto chegou a 15 milhões, ultrapassando os 13 milhões contabilizados em 2024 — um crescimento de 15% em apenas um ano, acima do ritmo de crescimento da população mundial no mesmo período, que foi de 0,9%. Os praticantes da modalidade estão distribuídos em uma base equilibrada entre homens (50%) e mulheres (50%), concentrada majoritariamente no Sudeste (50%), com forte presença da classe C (43%) e idade média de 34 anos — três anos a menos do que em 2024. É uma comunidade múltipla também do ponto de vista racial (43% brancos, 36% pardos, 10% pretos). Os dados também confirmam o que os apaixonados pela corrida sentem na pele: não se trata de uma moda passageira, mas de um esporte que se tornou estilo de vida e que 81% dos corredores pretendem manter nos próximos anos. A pesquisa foi conduzida em novembro de 2025, por meio de um questionário quantitativo com 1.179 corredores, homens e mulheres de todas as regiões do país, que praticam corrida ao menos uma vez por semana, seja na rua, na academia ou na esteira. O estudo representa a segunda onda de um rastreamento anual, criado para acompanhar a evolução da corrida no Brasil de forma contínua e comparável ao longo do tempo. “A corrida no Brasil está de cara nova. A pesquisa Por Dentro do Corre mostra que ela deixou de ser um esporte focado apenas em performance e passou a fazer parte da vida real das pessoas. Hoje, correr é sobre pertencimento e bem-estar. O crescimento da presença da Classe C, dos jovens e das mulheres entre os corredores reforça esse movimento de democratização. A corrida está mais acessível, mais diversa e cada vez mais conectada com o cotidiano do brasileiro”, comecomenta Márcio Callage, CMO da Olympikus. Um novo perfil de corredores Mais do que crescer em número, a corrida mudou de perfil. Mulheres, jovens e pessoas da classe C foram os principais responsáveis pela renovação da base de corredores no último ano. As mulheres lideram a entrada de novos praticantes: 56% começaram a correr há menos de um ano (entre os homens, esse percentual é de 38%), sendo que 32% delas iniciaram nos últimos seis meses. O estudo também aponta um rejuvenescimento do esporte. A idade média dos corredores caiu de 37 anos, em 2024, para 34 anos, em 2025, impulsionada principalmente pelo crescimento de praticantes na faixa etária entre 18 e 24 anos, que passou de 12% para 20% do total e são os mais orientados pela performance. Outro movimento relevante identificado através do questionário é a democratização da prática. A participação da classe C avançou de 36% para 43% dos corredores em apenas um ano, reforçando a corrida como um esporte acessível, flexível e adaptável à rotina, ao espaço e ao tempo disponível de cada pessoa. As mesmas motivações, com novas formas de correr Em 2025, a corrida se consolidou como o quarto esporte mais praticado no Brasil (14%), atrás apenas de caminhada (39%), musculação (25%) e futebol (16%), e à frente do ciclismo (10%) — um dado que a posiciona definitivamente no centro do cotidiano esportivo do país. Saúde física, saúde mental e condicionamento seguem como os maiores motivadores para iniciar a prática e também para permanecer nela. Ganham força ideias como “correr pouco ainda é correr”, a constância acima do pace e o prazer como motivador central. A pesquisa mostra que a corrida “cumpre o que promete”: quem começa buscando esses benefícios tende a continuar porque percebe melhorias reais no dia a dia. No entanto, a forma de correr mudou. A corrida se tornou mais esporádica, com a frequência média semanal caindo de 3,4 para 1,8 vezes, puxada sobretudo pelos novos corredores, que ainda buscam maneiras de encaixar o esporte na rotina. A rua segue como o principal território da corrida, reforçando sua acessibilidade, enquanto trilhas surgem como um novo espaço de expansão, especialmente entre corredores mais experientes e de classes mais altas. Apesar da menor frequência, a distância média semanal aumentou, passando de 9,2 km para 10,6 km, especialmente entre corredores veteranos. Esse dado revela um cenário de contraste: enquanto quem já corre há mais tempo consegue evoluir sua quilometragem, os novatos demonstram maior insatisfação com seu desempenho, refletindo uma tensão crescente entre desejo de performance e limitações práticas. Performance, coletividade e ecossistema da corrida A corrida também se mostra cada vez mais coletiva. A participação em grupos e assessorias cresceu, e o número de corredores que não fazem parte de nenhuma dessas estruturas caiu 8 pontos percentuais em um ano. Os grupos, porém, mudaram de papel: se antes eram vistos principalmente como espaços de acolhimento e segurança, agora se aproximam de facilitadores para o ganho de performance, com foco em troca de conhecimento, estrutura de treino e evolução técnica — uma das mudanças mais significativas entre as duas ondas da pesquisa. Esse amadurecimento do ecossistema também se reflete no avanço gradual da participação em provas de corrida. Em 2025, 29% dos corredores participaram de eventos, contra 23% em 2024 — um crescimento de 26% no número de participantes. Embora a maioria ainda não participe, o interesse futuro é alto, especialmente entre as mulheres. Para a BOX1824, a comparação entre as duas ondas revela uma mudança de fase da corrida no Brasil. “De um ano para o outro, a corrida deixou de ser apenas um fenômeno de crescimento e passou a revelar suas complexidades. Ela está mais diversa, mais jovem e mais democrática, mas também mais pressionada por performance e expectativas. O dado mais impactante é que a corrida entrou definitivamente no mainstream e agora vem encontrando formas de se sustentar culturalmente no longo prazo, como por exemplo, através de
Olympikus e Strava convocam brasileiros a correrem 5 milhões de quilômetros
O brasileiro tem um jeito único de correr: coletivo. O país se destaca globalmente pela força e pelo engajamento da sua comunidade de corredores — em grupos, conteúdos, eventos e desafios. Em 2026, a Olympikus, maior e mais democrática marca de calçados esportivos brasileira, une forças com o Strava, a maior comunidade global de pessoas ativas, para colocar essa constatação novamente à prova na segunda edição do desafio coletivo “Olympikus Destrava o Corre Strava”. O desafio no Strava começa no dia 17 de janeiro, e ganha as ruas de todo o país. A proposta, que ganhou destaque no perfil internacional oficial da plataforma no Instagram, é mobilizar os brasileiros a correrem, juntos, 5 milhões de quilômetros para “destravar” a pré-venda da edição limitada do tênis Corre 4, em colaboração com o Strava. O modelo será revelado e disponibilizado para pré-venda exclusiva por 48 horas no site da Olympikus assim que a meta for atingida. Após esse período, o tênis passa a ser vendido normalmente no e-commerce da marca e em lojas físicas. A iniciativa acontece após o sucesso da edição anterior, realizada em 2025, quando a comunidade brasileira superou todas as expectativas e registrou mais de 4 milhões de quilômetros em apenas três semanas, um recorde histórico no Strava. “O Brasil tem uma das comunidades mais engajadas do Strava no mundo, segundo o Relatório de Tendências Esportivas 2025 do Strava, o número de novos clubes de corrida no Brasil tornou-se 8 vezes maior, e desafios como esse deixam claro o papel que a corrida ocupa por aqui. Mais do que buscar apenas desempenho individual, os atletas da plataforma entendem o esporte como um espaço de encontro, troca e construção coletiva. Isso ficou claro na primeira edição do desafio, por isso, apostamos em elevar a meta”, afirma Rosana Fortes, country lead do Strava no Brasil. A parceria entre Olympikus e Strava vai além do desafio. Pelo terceiro ano consecutivo, o Corre, tênis da Olympikus, foi o modelo mais utilizado pelos corredores brasileiros no Strava — um dado que reforça a relação da comunidade com uma marca nacional e atenta às especificidades da corrida de rua no país. Além disso, o Corre 4, tênis escolhido para materializar a collab, foi o tênis de corrida mais pesquisado no Google em 2025, ocupando a 6ª colocação entre os itens gerais, de acordo com o relatório divulgado pela plataforma em dezembro, reforçando a preferência nacional pelos produtos da marca. “O Brasil tem uma das comunidades de corrida mais potentes do mundo e isso não é só sobre quantidade de atletas, é sobre a forma como a gente se conecta e corre junto. Depois do que vimos em 2025, ficou claro que voltar com o desafio ao lado do Strava, com uma meta ainda maior, seria uma maneira de valorizar essa cultura e dar ainda mais protagonismo para quem faz a corrida acontecer todos os dias: os corredores”, afirma Bianca Dallegrave, gerente de marketing da Olympikus. Como funciona o Destrava o Corre Strava 5M Os desafios coletivos do Strava são iniciativas colaborativas dentro da plataforma que reúnem atletas em torno de uma meta comum. Após a inscrição, toda corrida ou caminhada registrada pelo participante passa a somar automaticamente para o total coletivo. Para participar, basta se inscrever gratuitamente no link oficial do desafio no Strava. Os corredores também podem integrar o Clube Olympikus e o clube Strava Brasil dentro da plataforma para acompanhar todas as iniciativas das marcas. Ao atingir 2,5 milhões de quilômetros, a Olympikus liberará conteúdos e imagens oficiais do Corre Strava. Com a meta final de 5 milhões de quilômetros alcançada, os participantes receberão por e-mail um link, válido por 48 horas, para a pré-compra do novo Corre Strava. Para acompanhar todas as novidades da Olympikus, siga @olympikus nas redes sociais. Serviço – Desafio Destrava o Corre Strava Data: a partir de 17/01/2025 Objetivo do desafio: alcançar 5 milhões de quilômetros Link para Desafio: https://www.strava.com/challenges/5612