Quando a marca ganha rosto: estratégia de mascote vira diferencial competitivo

A BR Machine, referência nacional em máquinas de captura, apresenta seu mais novo lançamento: a pelúcia Garro, mascote oficial da marca. Com visual inspirado em aventuras clássicas, em um estilo que remete ao universo de Indiana Jones, o personagem carrega na mão uma garra e na outra uma pelúcia, elementos centrais da experiência das máquinas de captura, reforçando a identidade e o propósito da empresa. O Garro passa a estar presente em todas as máquinas da BR Machine espalhadas por mais de 280 shoppings e redes varejistas em todo o país, marcando um novo momento da marca, que amplia sua estratégia de branding ao transformar seu mascote em um produto físico e colecionável. A iniciativa fortalece a relação emocional com o público e cria uma conexão direta entre a marca e a experiência vivida no ponto de venda. Para Elvis Rováris, gestor da BR Machine, mais do que uma pelúcia, o Garro nasce como um símbolo da BR Machine. “A presença do mascote nas máquinas reforça o reconhecimento da marca, gera familiaridade com os consumidores e amplia o potencial de engajamento, especialmente entre famílias, crianças e jovens que interagem com o equipamento”. A estratégia segue o movimento da empresa de investir em produtos diferenciados e experiências que vão além do entretenimento. Ao integrar o mascote ao portfólio, a BR Machine consolida sua atuação no marketing experiencial, usando o design e a narrativa do personagem para contar sua própria história e valores. “O Garro representa a essência da BR Machine: diversão, aventura e experiência. Ele carrega a garra, que é o coração das nossas máquinas, e simboliza a busca constante por entregar algo marcante para o público. Mais do que um mascote, ele é uma forma de aproximar ainda mais a marca das pessoas”, afirma Elvis. Com o lançamento do Garro, a BR Machine reforça sua estratégia de fortalecimento de marca no varejo e no entretenimento, apostando em identidade, conexão emocional e presença consistente em todos os seus pontos de contato com o consumidor.

Repense transforma expressão “não é nenhum Bicho de Sete Cabeças” em mascote lúdico para desmistificar doação de IR ao Hospital Pequeno Príncipe

A temporada de declaração do imposto de renda 2026 que  inicia hoje, dia 23 de março, uma importante modalidade de doação — até 3% dos impostos devidos podem ser transferidos  para programas e entidades relacionadas à criança e adolescente – segue subutilizada. Isso porque grande parte da população desconhece quão fácil é realizar essa transferência — apenas 2.84% dos contribuintes fizeram uso dessa modalidade de doação em 2025.  Para instituições como o HPP- Hospital Pequeno Príncipe doações filantrópicas, que representaram 15,7% da renda da entidade em 2025, fazem a diferença na quantidade de vidas salvas. A fim de ampliar o volume de doações via IR e aumentar o reconhecimento nacional do HPP, a Repense apresenta a campanha “Bicho de Sete Cabeças”, que parte de um insight criativo poderoso: transformar uma das principais barreiras à doação — a percepção de complexidade — em uma solução de comunicação acessível, lúdica e emocional. “Essa é a principal campanha anual do Hospital Pequeno Príncipe, e reforça nossa expertise em marketing de causa estruturado através de soluções criativas capazes de gerar impacto social concreto”, declara Bianca Tenenberg, diretora de negócios e projetos da Repense. A campanha se apoia na expressão popular “não é um bicho de sete cabeças” para traduzir, de forma tangível e envolvente, a mensagem central de que doar parte do imposto devido ao hospital é um processo simples, rápido e sem custo para o contribuinte. Mais do que um mote, a ideia ganhou forma ao se transformar em um personagem: um “monstrinho” carismático, que dialoga com o universo infantil dos pacientes e cria empatia no público. Esse personagem de sete cabeças se desdobra em diferentes pontos de contato da campanha, do filme às peças digitais, incluindo estratégia de PR e influência, sempre acompanhadas de conteúdo didático, que busca desmistificar a percepção burocrática em torno do processo de doação.  “Nosso head criativo, Bruno Pimentel, partiu de uma verdade simples: muitas pessoas deixam de doar porque acham que é complicado. Ao transformarmos esse medo em um personagem fofo e próximo, conseguimos não só explicar o processo, mas também criar uma conexão emocional que convida à ação”, declara Daniel Chagas, diretor de criação da Repense. A campanha será veiculada até 29 de maio, prazo final para a entrega das declarações de IR, com presença em TV fechada, OOH, rádio, CTV, redes sociais e mídia programática. O público-alvo inclui contribuintes que declaram pelo formulário completo e contadores, considerados agentes fundamentais na decisão de destinação do imposto. Ficha técnica Agência: RepenseCliente: Hospital Pequeno PríncipeCampanha: Bicho de 7 CabeçasCEO: Otavio DiasDiretora de Negócios: Bianca TenenbergAtendimento: Rafaela VieiraEstratégia: Bárbara FeitosaDireção Criativa: Daniel ChagasCriação: Bruno Pimentel e Frederico TúlioRTV: Dani Gomes / Sueli FeltreProdutora: FrameriaProdução executiva: Luiz Fellipe SousaDireção de Cena: Fernando Dj e João MacFarlandGeração de cenas: Leonardo ZaiaColor Grading: Marcelo AprilePós-produção e finalização: Equipe FrameriaLocução: Fernando NamurProdução Musical: Roberto FariaAprovação cliente: Fernanda Salgueiro, Paola Rocha  e Rodolfo Schneider

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