Spark cria Spark Maxx, hub de soluções martech 

A Spark, empresa com mais de uma década de atuação consolidada no universo do marketing de influência, anuncia a criação da Spark Maxx, hub de soluções martech. O modelo de negócio é ancorado na curadoria e representação de soluções que integram tecnologia e ciência de dados, voltadas a maximizar estratégias de marketing de influência.  O lançamento da Spark Maxx acontece em um momento de aquecimento do segmento, que, globalmente, deve ultrapassar a movimentação anual de US$ 480 bilhões até 2027, conforme projeções do Goldman Sachs. A empresa também nasce em um cenário em que “mensuração e impacto real nos negócios” foi apontado como o principal desafio do marketing de influência no Brasil, segundo o estudo Influence Marketing Scope 2025, realizado pela consultoria Scopen, com mais de 180 executivos.  A criação da operação independente acontece a partir do spin-off de uma estrutura composta por 30 pessoas até então incubada na empresa-mãe, e já nasce com uma robusta carteira de clientes como O Boticário, Grupo Globo, Mercado Livre, Smart Fit, WMcCann, Almap e VML.     O modelo nasceu de um acordo de representação exclusiva da plataforma Sprout Social no Brasil. A iniciativa impulsionou a adoção da tecnologia no país e contribuiu para posicionar o mercado brasileiro como o segundo maior do mundo para a plataforma, referência global em soluções de gestão e inteligência para redes sociais.  “Queremos que a Spark Maxx seja um farol na Era da Influência, empoderando marcas e agências a tomarem decisões fundamentadas em dados”, pontua André Alves, diretor executivo da Spark Maxx.  Além da parceria com a Sprout, a empresa levará ao mercado as ferramentas Creator Pulse e Community Discovery, ambas da Human Data, empresa que combina algoritmos próprios e inteligência artificial para criar soluções para o marketing de influência recém-adquirida pela Spark.  “Validamos o modelo na parceria com a Sprout e agora partimos para um voo mais ambicioso junto a outros parceiros para trazer um ‘sistema operacional’ para a Creator Economy no Brasil, com soluções que geram impacto real no negócio”, pontua Raphael Pinho, co-founder da Spark. 

O fim da Guerra Fria: como o Martech está unindo CMOs e CIOs em busca de eficiência

Por Fábio Sayeg O “fim da Guerra Fria” no ecossistema de Martech não é apenas metáfora: é a constatação de que a distância entre marketing e tecnologia, antes marcada por reservas e silos, vem se dissolvendo em uma parceria pragmática e necessária. Hoje, CMOs e CIOs caminham lado a lado na busca por eficiência, orientação a dados e experiência do cliente, movidos pela crença de que apenas a integração entre estratégia de marca e governança de tecnologia pode sustentar resultados consistentes em um mercado cada vez mais competitivo. A unificação entre as áreas não é uma promessa abstrata, mas uma prática que se reflete na melhoria da eficiência operacional. Quando marketing e tecnologia alinham metas, métricas e roadmaps, as decisões deixam de ser reativas e passam a ser orientadas por evidências. A integração entre plataformas de martech, dados e IA reduz ciclos de entrega, diminui desperdícios e amplia o retorno sobre o investimento. A consultoria Gartner aponta que embora os orçamentos de Marketing não tenham crescido nos últimos anos, os líderes estão aplicando os recursos de forma mais produtiva graças ao uso de IA e dados. ‘Os investimentos em GenAI estão gerando ROI por meio de maior eficiência de tempo (49%), maior eficiência de custos (40%) e maior capacidade de produzir mais conteúdo e/ou gerenciar mais negócios (27%)’, destaca a pesquisa, realizada no início de 2025 com 402 CMOs e outros líderes de marketing na América do Norte, Reino Unido e Europa, de diferentes setores, tamanhos de empresas e receitas. Com segmentação mais precisa, automação de campanhas com maior relevância e uma governança de dados promovendo estratégias escaláveis, as equipes têm sido capazes de passar com mais rapidez do insight à ação. Entretanto, não se pode ignorar possíveis resistências à mudança. Impedimentos culturais são, muitas vezes, o obstáculo mais desafiador: silos enraizados, diferenças de linguagem entre negócios e tecnologia, e governança de dados ainda fragmentada. Então quais estratégias precisam ser adotadas para uma colaboração mais eficaz? A saída é criar uma visão de valor compartilhada e estabelecer canais de comunicação transparentes e regulares. Em muitas organizações, a resposta tem passado pela criação de pactos de governança que definem papéis, responsabilidades e níveis de autonomia, sem sufocar a agilidade. Concentrar os esforços em torno da experiência do cliente também serve como um poderoso ponto de convergência. Ambas as áreas podem colaborar no mapeamento da jornada do cliente, identificando pontos problemáticos e usando a tecnologia para oferecer experiências digitais aprimoradas. No campo dos dados e da privacidade, a aliança CMO-CIO se revela ainda mais decisiva. A qualidade dos insights depende da qualidade das fontes, da harmonização entre dados (de onde vêm e como são tratados), e da conformidade com regulações. Assim, a parceria entre as áreas aumenta a responsabilidade compartilhada pela confiabilidade dos resultados, algo que reforça a confiança de clientes, reguladores e acionistas. Em termos práticos, isso se traduz em modelos de governança de dados que assegurem transparência, rastreabilidade e proteção, sem impedir a agilidade necessária para competir. A tecnologia é o motor dessa transformação. Plataformas de Martech, Data Platforms e inteligência artificial não apenas aceleram operações, mas redefinem o peso da priorização de investimentos. Quando CMOs e CIOs entendem os cenários de valor, a priorização deixa de depender apenas do retorno imediato de campanhas para considerar aprendizado, qualidade de dados e a escalabilidade de soluções. A responsabilidade por resultados passa a ser compartilhada: cada investimento é mensurado pela melhoria da experiência do cliente, pela consistência de dados e pela eficiência dos processos internos. Olhando para o futuro, algumas tendências devem guiar essa sinergia entre as áreas. A agilidade continuará a ser a base da transformação, com estruturas que favoreçam decisões rápidas sem sacrificar a governança. Por outro lado, a governança de dados precisa amadurecer, com arquiteturas que garantam a confiabilidade e acessibilidade dos dados, respeitando a privacidade. E, finalmente, a experiência do cliente continua a ser o farol: tecnologias devem respeitar a narrativa da marca, de forma que crie valor real para o público, sem perder de vista a ética e a responsabilidade. O “fim da Guerra Fria” em Martech não é o desaparecimento de tensões, mas a edificação de uma parceria estratégica entre CMOs e CIOs. Quando essa aliança amadurece, a eficiência é mais do que um resultado operacional: é a consequência natural de uma visão compartilhada de valor, respaldada por dados confiáveis, governança sólida e uma experiência do cliente que, de fato, faz a diferença. * Fábio Sayeg é  CRO da Cadastra, empresa global especialista em serviços tecnológicos aplicados ao marketing para fazer as empresas crescerem.

Grupo Unifisa aposta em martech e estrutura própria para escalar operação e aprimorar experiência do cliente

Em um momento em que o setor financeiro exige mais agilidade, personalização e inteligência de dados, o Grupo Unifisa, referência em consórcios e soluções financeiras, anuncia um conjunto de iniciativas voltadas à modernização de sua estrutura comercial e digital. A empresa está criando um laboratório interno com estúdio de conteúdo, e-house de marketing e núcleo de dados, para integrar áreas estratégicas como CRM, mídia, conteúdo e produtos digitais. A proposta é aumentar a velocidade de resposta ao mercado e melhorar a experiência do cliente, com tecnologia aplicada à jornada desde o primeiro contato até a contemplação. À frente da condução estratégica está Thiago Savian, diretor comercial do grupo, com mais de duas décadas de experiência no setor. Sua atuação tem sido central na transição para um modelo de negócios mais digital, integrado e orientado por dados. “Estamos preparando a UNIFISA para um novo patamar de crescimento. Isso passa por tecnologia, dados, conteúdo proprietário e, principalmente, por pessoas com experiência real de mercado. Nosso desafio é conectar marketing, dados e atendimento de forma nativa, com escala e autonomia”, afirma Thiago Savian. Para isso, a Unifisa reforçou sua liderança com a chegada de Leo Ribeiro, executivo com 20 anos de mercado e passagens por empresas como o Banco Pátria, onde atuou em estruturas de varejo digital. Ribeiro vai liderar o ecossistema de marketing, martech e produtos digitais.  “A Unifisa está criando algo raro no setor: uma estrutura que conecta estratégia e execução dentro de casa, com visão de crescimento, performance e proximidade real com o cliente”, diz o executivo. Também chega ao grupo Sidney Theodoro, que assume a frente de CRM e relacionamento, com foco em dados e eficiência comercial. A nova estrutura já tem impacto direto em áreas como atendimento e marketing: a expectativa da empresa é reduzir em até 40% o tempo de resposta digital e ampliar significativamente a personalização das comunicações com clientes, com base em inteligência comportamental. As mudanças fazem parte de um plano maior de crescimento sustentável da companhia, que em 2026 quer ampliar sua atuação em canais digitais, acelerar a captação de novos clientes e fortalecer a jornada com uso de dados e IA generativa. Esse movimento acompanha uma trajetória de reconhecimento público, já que nos últimos anos tem sido destaque consecutivo em premiações de experiências do cliente como o Prêmio Reclame AQUI e o Prêmio ABAC Compartilhar, na categoria Práticas Comerciais.

Convert anuncia Felipe Gasparetto como novo diretor-executivo de Martech e Insights

A Convert, empresa de soluções de digital business e performance do Grupo Dreamers, anuncia a chegada de Felipe Gasparetto como novo diretor-executivo de Martech e Insights. Com mais de 15 anos de experiência nas áreas de marketing digital e tecnologia, o executivo passa a liderar o segmento na companhia e se reportará à Livia Marquez, Chief Managing Director da organização.  Ao longo de sua trajetória, Gasparetto conduziu iniciativas em empresas como Nike, WebMotors, Via Varejo e OLX, onde atuou na estruturação de ecossistemas de dados e na integração entre tecnologia, mídia e estratégia de negócio. Na Convert, o trabalho será focado em mensuração de performance, analytics, CRM, SEO/GEO e automação.  “A Convert tem um jeito muito próprio de pensar performance com profundidade, visão de negócio e foco em resultado. Meu objetivo é acelerar ainda mais essa inteligência, usando dados e tecnologia para conectar estratégia, execução e resultado.”, comenta Gasparetto.  “A chegada do Felipe reforça o nosso compromisso em aprofundar a atuação em inteligência e capacidade analítica, de forma integrada à estratégia. Ele traz uma bagagem relevante em grandes operações e contribui diretamente para o momento de evolução da Convert dentro do Grupo Dreamers”, pontua Lívia.

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