Karsten inaugura fábrica no Paraguai e consolida avanço de sua estratégia de internacionalização

A Karsten, gigante têxtil brasileira, inaugurou ontem, 26 de março, sua primeira fábrica fora do Brasil, em Minga Guazú, no leste do Paraguai. O movimento marca um novo capítulo na trajetória da companhia catarinense, que amplia sua presença industrial na América Latina e reforça uma estratégia de crescimento pautada por eficiência, escala e evolução do modelo de negócio, com avanço na gestão de marcas. A cerimônia de inauguração reuniu lideranças da companhia, autoridades locais e internacionais, evidenciando a relevância do movimento para a estratégia da empresa e para o desenvolvimento da região. Representaram a Karsten o CEO, Márcio L. Bertoldi; o diretor de operações, Adilson Kraeft; o gerente industrial no Paraguai, Rodrigo Prade; o diretor industrial, Evandro Burgel; a diretora de gente e gestão, Rosângela Schneider; e o membro do conselho João Karsten Neto. Também participaram o ministro da Indústria e Comércio do Paraguai, Marcos Riquelme; o presidente da Administração Nacional de Eletricidade (ANDE), Félix Sosa; e o cônsul honorário da Eslováquia, Charif Hammoud. A decisão de instalar a unidade no Paraguai segue uma diretriz estratégica da companhia, sustentada por um ambiente econômico estável, condições competitivas para a manufatura e uma posição logística relevante na região. A nova operação foi estruturada para fortalecer a base produtiva da Karsten, ampliar a capacidade de fabricação, especialmente na categoria de banho, e agregar flexibilidade industrial, em sinergia com as operações já consolidadas no Brasil. Com início das atividades em março, a unidade foi concebida para atender, neste primeiro momento, o mercado brasileiro, com potencial de expansão gradual conforme a evolução da demanda e a abertura de novos mercados. A operação também contribui para a economia local, com geração de empregos e capacitação técnica, e segue as diretrizes de governança, sustentabilidade, segurança e controle ambiental já adotadas pela companhia em suas demais unidades brasileiras.

Indústria 4.0 avança no Brasil, mas gargalos tecnológicos e qualificação ainda limitam expansão

A chamada Indústria 4.0, que incorpora tecnologias como internet das coisas (IoT), inteligência artificial (IA), robótica avançada e sistemas ciberfísicos à manufatura, ainda caminha a passos desiguais no Brasil. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), apenas 28% das empresas industriais de médio e grande porte adotaram tecnologias relacionadas à transformação digital em seus processos até 2023. “O Brasil tem um grande potencial em automação industrial, mas enfrenta desafios históricos como a defasagem da infraestrutura tecnológica e a escassez de profissionais com qualificação técnica específica para sistemas integrados e operações críticas”, explica Fábio Camargo Miki, engenheiro eletricista com pós-graduação em automação industrial pela PUC-PR e experiência internacional nos setores de óleo e gás, mineração e papel e celulose. Com atuação em países como México, Brasil e Moçambique, Miki destaca que as iniciativas mais bem-sucedidas de digitalização industrial envolvem sistemas de controle distribuído (DCS) e uso intensivo de sensores e dados em tempo real. “Trabalhos com sistemas ABB, Siemens, Yokogawa e Emerson mostram que é possível atingir padrões globais, mas isso exige planejamento de longo prazo e investimento em manutenção e atualização de sistemas críticos”, afirma. Levantamento realizado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que o uso pleno de tecnologias da Indústria 4.0 pode gerar uma economia anual de até R$ 73 bilhões com ganho de eficiência nas fábricas. No entanto, 90% das indústrias brasileiras ainda operam com baixo ou nenhum nível de automação inteligente, de acordo com o Mapa da Digitalização da Indústria. Na avaliação de Miki, que liderou projetos de integração mina-planta-porto, o gargalo não está apenas na aquisição de tecnologia. “É uma questão estrutural. Muitas plantas operam com sistemas antigos, sem conectividade, e a migração para arquiteturas digitais exige compatibilização de equipamentos legados e capacitação técnica local. Isso encarece e desacelera o processo.” A assimetria regional também preocupa. Enquanto estados como São Paulo, Paraná e Minas Gerais avançam com iniciativas de inovação industrial, regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam limitações severas em infraestrutura energética, conectividade e formação profissional. Segundo o IBGE, em 2023, apenas 8% das empresas industriais do Norte do país utilizavam algum sistema de automação conectado à internet. Entre os setores mais avançados no uso de tecnologias da Indústria 4.0 no Brasil estão papel e celulose, petróleo e gás e metalurgia, segmentos nos quais Miki desenvolveu soluções integradas de controle de processos. “Essas indústrias operam com margens apertadas e alto risco operacional. Por isso, são pressionadas a investir em confiabilidade e predição de falhas por meio de automação avançada.” A perspectiva para os próximos anos é de expansão lenta, mas consistente. A Pesquisa de Inovação da Indústria 2024, da CNI, indica que 41% das empresas pretendem investir em digitalização até 2026, com foco em eficiência energética, redução de perdas e integração de sistemas de chão de fábrica com plataformas de gestão (ERP e MES). Para Miki, o futuro da indústria brasileira depende da capacidade de formar um ecossistema de inovação com base técnica sólida, políticas de incentivo coordenadas e atração de talentos. “A Indústria 4.0 não é apenas sobre sensores e algoritmos. É sobre transformar o modo como fabricamos, gerenciamos e tomamos decisões, com impacto direto na produtividade e na competitividade internacional do país”, conclui.

Sensores inteligentes lideram modernização da indústria brasileira na corrida pela eficiência em 2026

A Indústria 4.0 deve entrar em 2026 ainda mais orientada por dados, conectividade e eficiência energética. Com a maturidade de tecnologias como sensores inteligentes, redes sem fio industriais, edge computing e integração via padrões abertos (OPC UA, MQTT/Sparkplug e IO-Link), a automação deixou de ser diferencial para se tornar condição de competitividade. O movimento é claro: quem moderniza reduz paradas não planejadas, melhora a rastreabilidade e acelera mudanças de setup; quem adia investimentos perde velocidade de resposta e margem. Para dimensionar o avanço, o mercado brasileiro de Indústria 4.0 movimentou US$ 1,77 bilhão em 2022, após crescer em média 18,8% ao ano entre 2017 e 2022; as projeções apontam salto para US$ 5,62 bilhões até 2028, com ritmo ainda mais acelerado de 21% anuais, segundo dados do Monitor da Indústria 4.0 da IMARC e analisados pelo Observatório Nacional da Indústria, da CNI. Entre as empresas líderes dessa vanguarda está a Telemecanique, fundada em 1924 na França e hoje referência global em detecção e comutação industrial. A companhia evoluiu com o mercado, levando inteligência ao nível do sensor e garantindo comunicação confiável entre máquinas e processos em diferentes segmentos, da manufatura discreta à intralogística e alimentos e bebidas. No Brasil, muitas indústrias já têm produtos da Telemecanique em seus parques fabris. “Os produtos da Telemecanique têm sido muito satisfatórios, especialmente pelo retorno que recebemos de clientes no Brasil inteiro”, afirma Marcos Stoppa, diretor da Reymaster Materiais Elétricos, uma das representantes da empresa francesa no país. Segundo ele, a combinação de sensores mais rápidos, dispositivos sem fio auto alimentados e integração simplificada tem encurtado projetos de retrofit e reduzindo custos de manutenção. Fim de curso wireless e auto alimentado Entre as tecnologias mais utilizadas no mercado nacional estão os produtos da linha XCMW de chaves de fim de curso sem fio e sem bateria. Esses sensores eletromecânicos detectam o fim de um movimento ou a posição de um objeto. Eles funcionam como um interruptor que é acionado mecanicamente, alterando o estado de contatos elétricos para interromper ou iniciar um circuito. Esse tipo de sensor é amplamente usado em aplicações de automação industrial para controle, segurança e posicionamento de equipamentos, como portões elétricos, elevadores e máquinas industriais. Também conhecidas como chaves de fim de curso, essa linha ganhou tração em 2024/2025 em aplicações onde o cabeamento encarece a instalação ou limita a mobilidade, como esteiras retráteis, garras em robôs, pontes rolantes, AGVs/AMRs e áreas com partes móveis. A linha XCMW pode ser montada com  vários modelos de cabeçote e que viabilizam retrofit com mínima intervenção no maquinário. Com alcance típico de 100 metros em linha de visada e possibilidade de parear diversos botões e chaves a um único receptor, a solução amplia a liberdade de movimento em máquinas móveis e carrinhos autônomos, simplifica inspeções de posição e reduz o tempo de cabeamento em equipamentos novos. Além disso, ao eliminar cabos e baterias, os dispositivos reduzem paradas para manutenção, simplificam o comissionamento e favorecem práticas ESG ao evitar descarte de pilhas. “Essa também é uma grande preocupação nos produtos mais avançados: reduzir a geração de lixo e recursos, mantendo a eficiência energética”, diz Stoppa. O kit plug and play sai de fábrica pareado, encurta a configuração em campo e permite expandir o alcance de transmissão com antenas dedicadas, atendendo layouts amplos. A comunicação é robusta para ambientes industriais e aceita múltiplos transmissores por receptor, facilitando arquiteturas modulares. Sensores fotoelétricos: velocidade, IO-Link e detecção de materiais desafiadores Outra solução da francesa Telemecanique cada vez mais utilizada no meio industrial brasileiro são os sensores fotoelétricos da linha XU, que se baseiam em um sistema de transmissão e recepção de feixes de luz, geralmente via LED. Eles são usados na indústria para a detecção de objetos em esteiras transportadoras, como parte de sistemas de segurança detectando a presença de pessoas ou partes do corpo em áreas de risco e interrompendo o funcionamento de máquinas perigosas, controle de nível, portas automáticas, entre outras aplicações. Quando um objeto intercepta o feixe, ocorre uma redução na intensidade luminosa recebida pelo fototransistor, alterando o estado do sensor e possibilitando uma detecção precisa e rápida. Dependendo do modelo, esses sensores operam com luz infravermelha invisível (ideal para aplicações universais), ultravioleta para identificação de materiais luminescentes ou até luz visível, como vermelho ou verde, para leitura de marcas coloridas com precisão. Em aplicações que exigem maior alcance e foco, o laser vermelho é utilizado. Com uma grande variedade de versões e configurações, a linha XU possibilita selecionar exatamente a solução fotoelétrica necessária para integrar eficiência, confiabilidade e flexibilidade à automação industrial. “A série XU se destaca pela versatilidade, trazendo funcionalidades como modo difuso, supressão de fundo (BGS), reflexo polarizado, barreira e tecnologias de laser, todas disponíveis nos quatro formatos mais populares do mercado global”, explica o diretor da Reymaster. Assim, Stoppa é categórico ao alertar o mercado: “Os dados não mentem: quem não investir em automação de alto nível irá perder espaço de mercado. E nós podemos dizer, com base em nossos clientes, que os produtos da Telemecanique realmente trazem um diferencial de mercado”. Mais informações: www.reymaster.com.br

Michelin anuncia aquisição da empresa de vedação industrial Flexitallic

No âmbito da estratégia “Michelin in Motion 2030”, o Grupo Michelin se apoia em sua expertise e know-how para crescer em novos mercados de alto valor agregado e anuncia a aquisição da Flexitallic, empresa de vedação industrial. O negócio representa uma complementação estratégica, já que ambas as empresas compartilham o compromisso com inovação e qualidade, atuando em escala global e criando sinergias significativas para o crescimento futuro. Com sede em Houston, Texas, a Flexitallic é líder mundial em juntas de alto desempenho para setores críticos como o de energia e de indústria química. A empresa é reconhecida pela confiabilidade e resistência de seus produtos em ambientes extremos onde a segurança é essencial. Com dezessete unidades no mundo, a Flexitallic fabrica uma gama completa de juntas compostas e componentes de vedação. Essa aquisição amplia consideravelmente o portfólio e a presença da Michelin no mercado de juntas, especialmente ao melhorar o acesso ao mercado de reposição. A Flexitallic emprega cerca de 1.200 pessoas e registrou um faturamento aproximado de 220 milhões de dólares em 2025. A operação deve ser concluída no primeiro semestre de 2026, sujeita aos ajustes habituais e à aprovação das autoridades antitruste. A aquisição será totalmente financiada com recursos próprios, por um valor não divulgado.

Abimetal-Sicetel reforça papel estratégico na defesa da cadeia do aço durante a Latam Wire+Steel 2026

A Latam Wire+Steel 2026 acaba de fechar uma parceria institucional com a Abimetal-Sicetel (Associação Brasileira da Indústria Processadora de Aço e o Sindicato Nacional da Indústria Processadora de Aço), com o objetivo de ampliar a integração e o diálogo entre os diferentes elos da cadeia de arames, cabos, aço e tecnologias associadas no Brasil e na América Latina. A associação tem se consolidado como uma das principais vozes da indústria do aço no país, com foco no segundo elo da cadeia produtiva, responsável pelo processamento do aço bruto proveniente das siderúrgicas. Segundo o presidente da Abimetal-Sicetel, Ricardo Martins, o trabalho desenvolvido vai além da representação institucional. “Empregamos nossos esforços e recursos na defesa comercial própria, com processos antidumping, salvaguardas e solicitações de elevação de alíquotas”, afirma.  Ele ressalta que a atuação não tem caráter protecionista, mas visa garantir isonomia concorrencial. “O que buscamos é a aplicação das mesmas condições e exigências ao produto importado”, complementa. A organização exerce um papel fundamental defesa concorrencial, enfrentando a fabricação de produtos fora das normas técnicas brasileiras, prática que, conforme o presidente, “rebaixa preços e prejudica um mercado que já está estabelecido”. Fundada há 92 anos, inicialmente como sindicato da trefilação, a Abimetal-Sicetel ampliou sua atuação institucional há cerca de oito anos, quando passou a adotar a atual denominação e a representar uma gama mais ampla de segmentos, que vai de fabricantes de arames, eletrodos de solda e telas a componentes industriais e aplicações ligadas à mobilidade elétrica e à energia eólica. “Hoje, seria impossível nos restringirmos a um único rótulo. A ampliação da Abimetal-Sicetel ocorreu justamente para dar mais representatividade a toda essa cadeia”, explica o presidente. De acordo com o diretor da feira, Marcelo Lopes, o apoio da Abimetal-Sicetel ao evento é fundamental para reforçar a representatividade e a união da cadeia de aços longos, planos e serviços no Brasil e na América Latina. “Como uma das principais entidades atuantes na defesa dos interesses do setor, a Abimetal-Sicetel contribui para elevar o nível técnico do evento, promover debates estratégicos e aproximar fabricantes, fornecedores e empresas usuárias de aço. Sua participação fortalece o peso aos negócios, amplia oportunidades de inovação e consolida a feira como o principal ponto de encontro para o desenvolvimento e competitividade da indústria metalmecânica”, afirma Lopes. A participação da associação na Latam Wire+Steel 2026 reforça esse posicionamento e contribui para qualificar o debate setorial, reunindo indústria, fornecedores e especialistas em torno dos desafios e oportunidades da cadeia do aço. Serviço:A Latam Wire + Steel é organizada pela Emme Brasil e será realizada de 10 a 12 de agosto de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).Para mais informações sobre a feira, acesse: www.wiresteel.com.br e www.emmebrasil.com.br.

Wheaton investe em novo centro logístico com foco em eficiência e sustentabilidade

A fabricante de embalagens de vidro, Wheaton, colocou em operação um novo centro logístico. O projeto integra um movimento de modernização, que vem investindo em novas tecnologias de gestão e automação logística para aprimorar o desempenho. A estrutura reforça ainda o compromisso da empresa com uma operação mais sustentável e eficiente, com redução de emissões e otimização de recursos. O espaço possui mais de 21 mil metros quadrados e abriga mais de 50 mil posições de pallets e reúne as etapas de armazenagem e expedição em um mesmo local. A operação conta com 14 docas de expedição, garantindo mais agilidade e precisão nas operações. A nova operação também abrange uma frota composta por 19 caminhões com motores Euro 6, padrão que emite menos poluentes, e um veículo movido a gás natural veicular (GNV). Todos os veículos passam por manutenção preventiva e contam com sistemas avançados de rastreamento do caminhão e da carga, o que aumenta a segurança nas operações e a rastreabilidade das entregas. Além disso, os motoristas recebem treinamentos contínuos voltados à condução segura e eficiente dos materiais transportados. “A nova estrutura foi planejada para atender à evolução das demandas logísticas, com foco em inovação, eficiência e controle operacional. Esse investimento amplia nossa capacidade de resposta e fortalece a cadeia de distribuição”, afirma Ricardo Lopes, Diretor Comercial e Marketing da Wheaton. A empresa afirma que o projeto foi desenhado para reduzir o impacto ambiental e otimizar o consumo de energia. Entre as medidas adotadas estão o uso de iluminação de baixo consumo, adoção de empilhadeiras 100% elétricas movidas a bateria de lítio e a digitalização de processos antes realizados manualmente. “Esse movimento está alinhado com a estratégia de crescimento sustentável da companhia. A logística tem papel central na integração entre produção e mercado, e essa expansão representa um avanço importante nesse sentido”, diz Ricardo Lopes, Diretor Comercial e Marketing da Wheaton. Tecnologias otimizadoras Dentro do projeto a Wheaton também investiu em tecnologias que otimizam sua operação logística. A utilização de drones para contagem de estoque tem proporcionado redução de custos, aumento significativo de produtividade e mais segurança para os colaboradores, graças à automação das atividades em altura. A tecnologia apresentou excelentes resultados na velocidade de contagem dos estoques e no levantamento de inventário. Outro destaque é o novo coletor de estoque com sistema Android, que permite a instalação de aplicativos que melhoram a comunicação e a eficiência operacional, como o aplicativo de rádio, que possibilita a comunicação instantânea entre os colaboradores, acelerando os processos de separação, organização e conferência das mercadorias. O sistema oferece ainda maior alcance de leitura de código de barras, permitindo a captura de dados a longas distâncias, o que aumenta a agilidade e melhora a ergonomia durante as operações. A nova logística deve ter efeito direto sobre o desempenho da Wheaton no mercado interno e nas exportações. Com a operação concentrada e automatizada, o tempo entre o pedido e a entrega tende a cair, o que é considerado um diferencial competitivo em um setor que atende principalmente a indústrias de cosméticos e perfumaria, segmentos com alta rotatividade de lançamentos e demanda por prazos curtos.

Koerich transforma negociação industrial em vantagem competitiva e aposta no segmento moveleiro como motor de crescimento

O ciclo de recuperação e crescimento do varejo brasileiro abriu espaço para movimentos estratégicos cada vez mais assertivos das grandes redes. Em Santa Catarina, onde o comércio mantém desempenho acima da média nacional, a Lojas Koerich, uma das marcas mais tradicionais do varejo do Sul do país, inicia fevereiro com uma ação de vendas que conecta indústria, escala de compra e experiência do consumidor em uma única equação: móveis com preço negociado diretamente na indústria, entrega ágil e condições de pagamento estendidas. A campanha é resultado de uma missão comercial realizada em janeiro ao polo moveleiro de Arapongas, no Paraná, onde executivos da companhia negociaram diretamente com 12 indústrias volumes, lançamentos e condições comerciais exclusivas. A estratégia elimina intermediários e permite que os ganhos de negociação sejam repassados ao consumidor final. “Fomos direto à origem para construir condições que realmente impactam o bolso do cliente. Essa ação é fruto de relacionamento sólido com a indústria, planejamento de compras e escala operacional. Nosso objetivo é entregar móveis com preços únicos, negociados diretamente com os fornecedores, além de rapidez logística e facilidades que influenciam de forma decisiva a jornada de compra do catarinense”, afirma Eduardo Koerich, diretor comercial da rede. A ofensiva comercial ocorre em um momento particularmente favorável para o setor. Dados da Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE indicam que as vendas de móveis e eletrodomésticos acumularam alta de 5,2% no Brasil até novembro de 2025, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Santa Catarina manteve desempenho superior, com crescimento de 5,7% no varejo ampliado, consolidando-se entre os mercados mais aquecidos do país. Nesse ambiente, o Koerich aposta em diferenciais que vão além do preço. A campanha inclui parcelamento em até 40 vezes em itens selecionados, entrega e montagem gratuitas e garantia da menor parcela. A proposta é ampliar o acesso ao consumo em um momento em que o crédito volta a ganhar tração e o consumidor busca equilíbrio entre custo, qualidade e conveniência. Com 131 lojas em 68 cidades catarinenses, operação de e-commerce estruturada e cerca de 1.800 colaboradores, o Koerich movimenta um portfólio superior a seis mil itens entre móveis, eletrodomésticos e produtos para o lar. Dentro da estratégia da companhia, o segmento moveleiro ocupa posição central no modelo de negócios. Atualmente, as vendas de móveis respondem por cerca de 30% do faturamento total da companhia, evidenciando não apenas a relevância da categoria na composição de receita, mas também seu papel como motor de crescimento e diferencial competitivo no atendimento às demandas do consumidor catarinense. “Acreditamos que o varejo físico precisa oferecer experiência, confiança e solução completa. Quando conectamos indústria, logística e condições financeiras inteligentes, criamos uma proposta de valor consistente para o consumidor e sustentável para o negócio”, reforça Eduardo Koerich. A ação de fevereiro sintetiza um movimento mais amplo do varejo brasileiro: redes que dominam cadeia de suprimentos, operam escala regional e transformam negociação industrial em vantagem competitiva no ponto de venda. Em um mercado cada vez mais sensível a preço, prazo e experiência, esse tipo de estratégia tende a definir quem lidera a próxima fase do consumo no país.

Dia do Engenheiro Ambiental: atuação estratégica impulsiona sustentabilidade na Braskem do ABC

No Dia do Engenheiro Ambiental, celebrado em 31 de janeiro, a Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, reforça a importância desses profissionais para o avanço da sustentabilidade, da segurança operacional e da conformidade regulatória na indústria química. Nas unidades do ABC, a atuação da engenharia ambiental tem papel central na integração entre operação, inovação e responsabilidade ambiental, contribuindo para operações cada vez mais eficientes, seguras e alinhadas às melhores práticas do setor. Ao longo dos últimos anos, o papel do engenheiro ambiental dentro da Braskem evoluiu de uma atuação majoritariamente operacional para uma função estratégica, diretamente conectada às metas ESG da companhia, à gestão de riscos e ao fortalecimento da governança. Em um cenário de processos industriais mais complexos, metas climáticas de longo prazo e maior rigor regulatório, esses profissionais passaram a atuar de forma decisiva na orientação e na melhoria contínua das operações. Esse é o caso de Priscilla Nery, engenheira ambiental da Braskem no Polo Petroquímico do Grande ABC, que vivencia no dia a dia uma rotina multidisciplinar e integrada. Sua atuação envolve desde a gestão de licenças operacionais, efluentes líquidos, emissões atmosféricas e resíduos industriais, até a prevenção de riscos ambientais, o desenvolvimento de projetos sustentáveis e iniciativas de inovação com foco também nas comunidades do entorno. “O engenheiro ambiental na Braskem atua como um elo estratégico entre operação, manutenção, compliance e liderança. Nosso trabalho garante que as unidades operem com segurança, em conformidade e alinhadas às metas de desempenho ambiental da companhia”, destaca Priscilla. A engenharia ambiental contribui diretamente para a segurança das unidades, por meio do monitoramento de parâmetros críticos e da gestão de riscos, além de impulsionar a eficiência operacional ao otimizar sistemas, reduzir o consumo de recursos naturais e assegurar o cumprimento das normas regulatórias e dos objetivos internos. Essa atuação resulta em operações mais tecnológicas, eficientes e sustentáveis. No contexto dos compromissos ESG da Braskem, os engenheiros ambientais têm papel fundamental nos três pilares. No Environmental (E), monitoram e controlam efluentes, emissões e resíduos, além de implementar projetos de redução de impactos, como economia de água, eficiência energética e iniciativas de economia circular. No Social (S), atuam na prevenção de incidentes que possam afetar as comunidades e participam de ações de sensibilização e educação ambiental. Já no Governance (G), garantem o cumprimento de licenças e condicionantes, apoiam auditorias e asseguram transparência e rastreabilidade das informações ambientais. “A engenharia ambiental é essencial para transformar resíduos em valor, elevar a eficiência dos processos produtivos e garantir uma gestão responsável dos recursos naturais, sempre alinhada às melhores práticas da indústria”, afirma a engenheira. A inovação e a tecnologia também fazem parte da rotina desses profissionais na Braskem. O uso de sensores, sistemas online, dashboards e análises baseadas em dados permite decisões mais assertivas e ágeis. Ferramentas digitais apoiam processos como DMR, CADRI, softwares de emissões, licenciamentos digitais e gestão de requisitos legais, além de plataformas colaborativas como Teams, SharePoint, SAP e Power BI, que facilitam a integração entre áreas. Para o futuro, os desafios da engenharia ambiental na indústria química envolvem o aumento da complexidade regulatória, as iniciativas por descarbonização e a busca constante por eficiência em um ambiente global competitivo. Ao mesmo tempo, surgem oportunidades ligadas à inovação, à economia circular e ao desenvolvimento de soluções cada vez mais sustentáveis. “Ser engenheiro ambiental é encarar desafios complexos e transformar dificuldades em novas possibilidades. Cada escolha faz diferença. Nosso trabalho não cuida apenas do meio ambiente, ele melhora a vida das pessoas por meio da química, hoje e no futuro”, conclui Priscilla. Ao celebrar o Dia do Engenheiro Ambiental, a Braskem reconhece o papel essencial desses profissionais na construção de uma indústria química cada vez mais segura, eficiente e sustentável. Por meio de uma atuação técnica, estratégica e orientada à inovação, a engenharia ambiental contribui para que a companhia avance de forma responsável, conectando desempenho operacional, cuidado com o meio ambiente e compromisso com as pessoas e com o futuro.

5 dicas para superar a resistência cultural e avançar na transformação Lean nas indústrias

O maior obstáculo à transformação Lean nas indústrias continua sendo invisível: a cultura corporativa. A constatação é central para a Borgatti Consulting, que há mais de três décadas estrutura modelos de gestão de operações orientados para fluxos, demanda e resultados sustentáveis. Para a consultoria, a mentalidade enraizada nas lideranças, conselhos e áreas financeiras ainda representa o principal entrave. Enquanto muitas empresas mantêm o foco em aumentar volumes para reduzir custos unitários, como prega o modelo de custeio tradicional, os efeitos práticos costumam ser opostos: excesso de estoque, baixa resposta à demanda real e fluxos financeiros comprometidos. Essa lógica ainda está profundamente presente no discurso executivo. Milton Rizzo, atual Diretor de Operações Industriais da Blau Farmacêutica, com passagem por empresas dos setores automotivo e veterinário, aponta que esse raciocínio segue sendo um dos maiores bloqueios à adoção do Lean. Em conversa com Ricardo Borgatti, sócio-diretor da Borgatti Consulting, no episódio #008 do podcast Insights Lean, ele resume uma objeção recorrente nas organizações: “É comum a seguinte questão: ‘eu preciso produzir o maior volume, porque senão a fábrica vai gerar ociosidade e eu vou ficar mais caro’”. Segundo a Borgatti Consulting, a resistência à transformação Lean raramente está no chão de fábrica. Ela se concentra, sobretudo, nas esferas estratégica e tática, onde decisões de planejamento, metas e indicadores ainda seguem desconectadas da lógica de fluxo. A crença de que o sistema puxado “não se aplica aqui” persiste, mesmo diante de evidências práticas de que alinhar a produção à demanda melhora não apenas a performance operacional, mas também o fluxo de caixa, a qualidade do estoque, o nível de serviço ao cliente e o uso mais eficiente dos recursos já disponíveis. Rizzo reforça que a mudança não é apenas operacional, mas estrutural e estratégica: “O sistema tem que rodar alinhado à demanda e à estratégia da companhia, com base nos fluxos”. Para a Borgatti Consulting, esse alinhamento só se sustenta quando a transformação Lean deixa de ser tratada como projeto pontual. Trata-se de uma jornada de longo prazo, que exige governança clara, liderança ativa e métricas coerentes com a realidade do mercado. A mudança não acontece de uma vez só e, para evitar erros e resistências internas, precisa ser conduzida em etapas bem estruturadas: 1. Estudar a demanda: antes de qualquer mudança na operação, a empresa precisa entender o que realmente precisa produzir no médio e longo prazo. A transformação começa no S&OP, garantindo um alinhamento claro entre comercial, operações e finanças. 2. Mapear os fluxos produtivos:o VSM (Value Stream Mapping) é fundamental para visualizar os gargalos e entender como o fluxo de valor se comporta. Mas atenção: mapear não resolve o problema sozinho. O fluxo precisa ser ajustado para responder melhor à demanda, com rotas dedicadas para dominar e gerenciar adequadamente a capacidade produtiva com base em gargalos. 3. Dimensionamento de estoques: estoques devem ser posicionados e dimensionados estrategicamente, não simplesmente eliminados ou superdimensionados. 4. O planejamento precisa ser baseada na demanda real: planejar como resposta à real demanda (Sistema Puxado) e não cumprir planos mensais de baixa assertividade. 5. Criar um modelo de governança: implementar indicadores que realmente reflitam o desempenho do fluxo e o atendimento ao cliente, e não apenas a redução de custos isolados. Revisar periodicamente as metas e os processos, garantindo que a evolução seja contínua e sustentável. Para aprofundar a discussão, a Borgatti Consulting disponibiliza conteúdos audiovisuais que exploram os desafios e as oportunidades da transformação Lean na prática. O episódio “Transformação Lean: Oportunidades e Desafios”, do podcast “Insights Lean”, reúne reflexões sobre cultura, gestão e alinhamento à demanda e pode ser acessado no YouTube, Spotify e nas principais plataformas de áudio.

Braskem conquista 3º lugar no Prêmio CMVC Conexões que Inspiram com Programa Global de Voluntariado

A Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, conquistou o 3º lugar no Prêmio CMVC – Conexões que Inspiram, reconhecimento concedido a empresas que desenvolvem iniciativas relevantes de responsabilidade social e voluntariado corporativo. A premiação reforça a consistência e a força do Programa Global de Voluntariado da Braskem, que há nove anos integra a cultura da companhia e sua atuação em sustentabilidade e responsabilidade social. A conquista ocorreu na categoria “Saúde socioemocional e bem-estar dos colaboradores voluntários”, evidenciando o papel do voluntariado como parte da agenda de sustentabilidade da empresa, conectada aos três pilares do ESG. O reconhecimento também fortalece o engajamento interno, estimulando a participação dos integrantes, e valorizando a importância das participações. “Esse reconhecimento é muito importante para nós, especialmente por estarmos ao lado de outras grandes empresas e iniciativas inspiradoras. Ele reforça que estamos no caminho certo, ampliando continuamente o impacto social do nosso Programa de Voluntariado, com inovações, parcerias e iniciativas que geram valor para as pessoas e para as comunidades”, destaca Flávia Fuini Miyazaki, da equipe de Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social da Braskem. O Programa Global de Voluntariado da Braskem está ativo atualmente no Brasil, México, Estados Unidos, Holanda e Alemanha e é estruturado em três grandes frentes: Gincana de Voluntariado, Mutirões e Mentoria Voluntária. A consistência do programa ao longo dos seus nove anos demonstra que o voluntariado faz parte da cultura da companhia e é um dos seus pontos fortes como empresa que cuida das pessoas, dentro e fora da organização. Na Gincana de Voluntariado, os integrantes se organizam em grupos, escolhem as organizações sociais e as causas que desejam apoiar e realizam as ações de forma autônoma, atuando em frentes como estrutura física, comunicação, planejamento e processos. As equipes competem entre si e, ao final, as instituições das equipes que se destacam nos critérios estabelecidos em regulamento recebem uma doação da Braskem como forma de premiação. Um dos diferenciais do programa é justamente a liberdade de escolha e o protagonismo dos integrantes, que definem as causas com as quais mais se identificam. “Entendemos que a consistência do programa ao longo dos seus nove anos mostra que o voluntariado já faz parte da cultura da Braskem. A Gincana é um diferencial importante, pois permite que os integrantes escolham as causas que fazem mais sentido para eles e atuem com autonomia total na organização das ações, reforçando o cuidado com as pessoas e o impacto social gerado”, ressalta Alexandra Calixto Gioso, gerente de Relações Institucionais da Braskem Sudeste. Os Mutirões de Voluntariado são organizados localmente em cada país, de acordo com as necessidades das regiões, e incluem ações como doações de sangue, mutirões de limpeza, plantio de mudas, revitalização de espaços públicos ou escolas, campanhas de Dia das Crianças, entre outras iniciativas. Os próprios integrantes podem sugerir ações ao longo do ano. Um dos mutirões é a WeCARE, semana global de mobilização com ações, atividades e palestras relacionadas à Economia Circular e às Mudanças Climáticas. A Mentoria Voluntária tem como objetivo gerar impacto social positivo na vida de jovens estudantes brasileiros, com idades entre 18 e 26 anos, ao mesmo tempo em que oferece aos colaboradores uma oportunidade de desenvolvimento e aplicação de habilidades na prática. Em 2025, o programa realizou sua segunda edição, conectando 25 integrantes voluntários a 25 jovens estudantes, com trocas sobre vida, carreira, preparação para o mercado de trabalho e desenvolvimento de soft skills. Em 2025, até o mês de novembro, o Programa Global de Voluntariado da Braskem contou com a participação de 1.447 integrantes e 1.015 convidados externos, considerando todas as localidades onde o programa está presente. As ações são acompanhadas por indicadores como o número de pessoas diretamente beneficiadas, entre outros, de acordo com o perfil de cada iniciativa. O voluntariado corporativo também atua como ferramenta de fortalecimento dos vínculos com as comunidades do entorno. As organizações sociais apoiadas estão localizadas, prioritariamente, nos territórios onde a Braskem possui operações ou escritórios, ampliando o impacto social já realizado por meio do investimento social privado da companhia. Os integrantes têm a oportunidade de conhecer de perto as realidades locais e os projetos que contribuem para o desenvolvimento social desses territórios. O reconhecimento do Prêmio CMVC simboliza o esforço coletivo de todos os integrantes e convidados que se dedicaram, cada um à sua maneira, às causas socioambientais apoiadas ao longo do ano. Para a Braskem, a conquista reforça que o voluntariado corporativo é forte e longevo porque é feito por pessoas que acreditam na transformação social e que, quando se unem em torno de um propósito comum, geram impactos relevantes. Para 2026, a companhia seguirá oferecendo oportunidades diversas para que os integrantes se engajem em causas sociais, seja por meio da gincana, dos mutirões, da mentoria voluntária ou da participação em projetos sociais apoiados pela Braskem, reforçando seu compromisso com a transformação social e o desenvolvimento local.

Indústria de embalagens plásticas catarinense planeja expansão para dobrar de tamanho até 2030

O setor de embalagens plásticas enfrenta inúmeros desafios perante a economia, mas nem por isso, as indústrias têm deixado de investir. Pelo contrário: empresas que atuam com olhar à frente seguem expandindo. Como no caso da catarinense Chromoplast Embalagens Plásticas, que vivenciou um ano de fortalecimento organizacional, preparando-se para um novo ciclo de crescimento. A indústria concluiu a ampliação de mais de mil metros quadrados do almoxarifado e deu início à construção de um novo pavilhão de expedição. Obras que integram um plano que visa dobrar a capacidade de produção e faturamento até 2030, com meta de alcançar 2 mil toneladas mensais e mais de R$ 500 milhões em receita anual. Com uma indústria que conta com parque industrial moderno, processos estruturados e integração entre as áreas, para o fundador da Chromoplast, Edemar de Oliveira, 2025 foi decisivo para tirar os planos do papel e organizar os investimentos de forma estratégica. “Foi um ano de muito trabalho e posicionamento, mas, acima de tudo, foi um ano de preparação para o que vem pela frente. A gente começa a olhar para 2026 com a certeza de que plantamos bem e que a colheita está chegando. Nosso planejamento segue até 2030 e queremos crescer, nos próximos cinco anos, o equivalente aos nossos primeiros 25 anos de história”, destaca. A expansão se insere em um cenário de crescimento moderado, mas promissor. Projeções internacionais da Grand View Research indicam que o mercado brasileiro de embalagens flexíveis poderá movimentar cerca de US$ 11,66 bilhões até 2030, impulsionado pelos setores de alimentos, higiene, nutrição e agronegócio. A estabilidade econômica e o avanço de práticas sustentáveis são considerados fatores determinantes para a evolução do setor. Na Chromoplast, o novo pavilhão também vai permitir a instalação de novas máquinas. A partir de 2026, está prevista a construção de outro espaço para abrigar até quatro laminadoras. Além disso, a companhia finaliza os preparativos para operar uma nova unidade em Manaus, voltada à produção de laminados. De acordo com o CEO da empresa, Cledson Francisconi, os investimentos têm foco na modernização dos processos e na integração das áreas técnicas. O plano contempla ainda novos aportes em tecnologia e infraestrutura até 2027. “A ideia é que, em cinco anos, a gente esteja transformando perto de 2 mil toneladas por mês, somando a produção de Içara com a laminadora de Manaus. Isso vai nos colocar em outro patamar”, afirma Cledson. Marca forte para clientes qualificados Mais do que estrutura, 2025 também consolidou um novo patamar de posicionamento para a Chromoplast. A participação nas principais feiras do setor, como a Fispal, a conquista de prêmios nacionais e o destaque em eventos como o “SC que dá certo” elevaram a percepção de valor da Chromoplast junto ao mercado. “Quando decidimos participar da Fispal pela segunda vez, sabíamos que era um movimento estratégico. Queríamos reposicionar a marca e atingir novos clientes, que valorizassem o que temos de melhor: qualidade, segurança e capacidade técnica. A gente não quer vender preço, quer vender valor. Por isso, quando um cliente só quer preço, a gente sabe que ele não é o perfil da Chromoplast. Hoje, falamos de igual para igual com os grandes players do mercado, porque nos preparamos para isso”, reforça o fundador da empresa. O trabalho conjunto de setores como P&D, logística e comercial garante não apenas desempenho, mas também previsibilidade e segurança para clientes em todo o país. “Temos obsessão por qualidade e queremos ser lembrados por isso. Estamos prontos para alcançar nossas metas nos próximos cinco anos e continuar crescendo, no mínimo, por mais 25. Esse é o nosso compromisso com o futuro”, finaliza o CEO da Chromoplast.

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