O Boticário transforma em arte as emoções dos consumidores por suas fragrâncias preferidas e cria galeria digital em mais de 3 mil lojas

Em um cenário em que as resenhas de fragrâncias se tornam cada vez mais técnicas, centradas em notas e ingredientes, O Boticário propõe um novo olhar para a perfumaria: com emoção e arte. Para celebrar o Dia da Perfumaria, em 21 de março, a marca de perfumaria mais amada pelos brasileiros* apresenta projeto inédito e exclusivo que transforma as reações emocionais despertadas por fragrâncias em artes únicas, criadas com o uso de tecnologia e inteligência algorítmica. Com ação criada pela agência AlmapBBDO, a proposta nasce de um território que o Boticário constrói há décadas:  fragrâncias são mais do que fórmulas, são experiências emocionais capazes de despertar memórias, sensações e histórias pessoais. Essa visão traduz a própria arte da perfumaria da marca, que combina técnica, criatividade e matérias-primas para criar composições que vão além do olfato e se conectam com as emoções. Por isso, O Boticário convidou criadores de conteúdo e especialistas em perfumaria para uma experiência imersiva na flagship de Pinheiros, em São Paulo. Durante a experimentação das fragrâncias, as expressões faciais dos participantes são captadas e analisadas em tempo real por um sistema de leitura emocional, capaz de interpretar microexpressões e identificar emoções como surpresa, alegria e nostalgia, além da intensidade das reações. A tecnologia por trás da experiência é da XRStudio e utiliza o MediaPipe, framework de código aberto do Google, para mapear mais de 48 pontos faciais e extrair dados precisos das expressões. Essas informações são processadas por um algoritmo proprietário que classifica e atribui percentuais às emoções identificadas. Em seguida, os dados são combinados a uma base artística desenvolvida pela AlmapBBDO, agência de publicidade da marca, e enviados para a IA generativa Nano Banana, também do Google, responsável por transformar essas emoções em composições visuais únicas. O resultado são obras personalizadas que traduzem, em imagem, aquilo que cada fragrância provocou em quem a experimentou, uma espécie de retrato emocional da composição olfativa. Cada criação é assinada com o nome do participante, a fragrância testada e as emoções predominantes, construindo uma nova forma de registrar a relação entre pessoas e fragrâncias. “Temos uma escuta ativa dos nossos consumidores e lovers e sabemos da importância que as nossas fragrâncias têm em suas histórias e nos despertar das emoções. Como a marca de perfumaria mais amada dos brasileiros, decidimos materializar essa conexão para celebrar o dia da fragrância, unindo a alta perfumaria à arte de sentir, transformando a percepção de quem nos escolhe na nossa maior inspiração”, explica Carolina Carrasco, Diretora de Branding e Comunicação de Boticário.  Já para César Veiga, perfumista do Grupo Boticário, o projeto materializa, de forma inédita, uma conexão que sempre esteve no centro da perfumaria. “O olfato é uma das formas mais potentes de conexão emocional. Um cheiro pode transportar alguém instantaneamente para uma memória esquecida  ou despertar uma sensação emocional  . Com esse projeto, damos um passo além ao tornar essa conexão visível, traduzindo emoções em imagens únicas”. UM NOVO JEITO DE FAZER REVIEWS DE FRAGRÂNCIAS A proposta também reposiciona o formato tradicional de review no universo da perfumaria. Em vez de análises técnicas sobre notas e acordes, os convidados são estimulados a explorar suas percepções sensoriais e emocionais, dando origem a uma nova linguagem de avaliação, mais subjetiva, sensorial e conectada com a experiência real de uso. Todo o processo, da experimentação à geração das obras, será registrado e compartilhado nas redes sociais a partir do dia 21 de março, ampliando o debate sobre como as pessoas se relacionam com fragrâncias para além da técnica. Na semana da celebração do Dia da Perfumaria, entre 21 a 24 de março, a experiência ganha uma nova dimensão ao ser aberta ao público na flagship da marca, permitindo que consumidores também tenham suas emoções captadas e transformadas em arte em tempo real. As criações extrapolam o espaço físico e passam a ocupar as vitrines digitais de mais de três mil lojas do Boticário em todo o país, que serão transformadas em uma grande galeria dinâmica de emoções. As obras também serão desdobradas em mídia out-of-home e nos canais digitais da marca, ampliando o alcance da iniciativa. Além da participação presencial, consumidores de todo o Brasil poderão integrar o projeto de forma remota, descrevendo suas emoções nas redes sociais da marca, relatos que também passam a compor essa galeria coletiva. “A perfumaria sempre foi um encontro entre ciência e sensibilidade. Existe toda uma engenharia por trás de cada fragrância, mas o que realmente marca as pessoas é o que elas sentem. Esse projeto materializa exatamente esse encontro”, reforça César. PERFUMARIA NO CENTRO DO NEGÓCIO A marca é referência no uso de técnicas avançadas, como o “nariz digital” — sistema de análise olfativa que identifica e decodifica, por meio de um software de inteligência artificial e alta precisão, a composição e a evolução dos aromas e matérias-primas, o que permite que a marca evolua constantemente a capacidade de traduzir a preferência dos consumidores.  A marca também mantém o Quintana Lab, centro de pesquisa próprio dedicado à criação de ingredientes exclusivos. Ali, investe em métodos sofisticados como extração por CO₂ supercrítico (método de extração que utiliza o CO2 em um estado supercrítico como solvente para separar compostos de uma matriz), headspace (técnica é usada para capturar e analisar as moléculas de aroma no ar), enfleurage (forma artesanal de extrair óleos essenciais de flores, utilizando uma camada de óleo vegetal para absorver a fragrância) e Destilação (Para se obter o óleo essencial da planta se utiliza o vapor de água em um recipiente fechado, no caso um tanque de cobre, este vapor de água carregado com óleo essencial passa por uma serpentina resfriada para que a água volte ao estado líquido, como óleo e água não se misturam o óleo essencial é separado por gravidade o que permite um óleo puro sem resíduos de solventes pois utiliza somente da água e processo físicos) — práticas que se sustentam e se renovam  em uma paleta olfativa única e sustentável, exclusiva do Grupo. Ainda, O Boticário lançou, em 2019, a primeira fragrância

Como lojas pop-up organizam vendas temporárias — e integram físico e digital

Montar uma loja do zero em poucos dias, integrar estoque físico e digital, treinar equipe para um sistema novo e ainda garantir agilidade no atendimento durante um evento de alto tráfego. Esse é o desafio enfrentado por marcas que apostam em pop-up stores, flagships temporárias e lojas conceito como canal de relacionamento com o consumidor. A FILA encontrou uma resposta para esse problema no Rio Open 2026. Durante os nove dias do torneio, a marca operou sua loja oficial no evento com um sistema de gestão 100% em nuvem — o Myrp Enterprise — que permitiu abrir caixas, controlar estoque e registrar vendas em tempo real sem instalar nenhum programa nas máquinas. Bastou acessar pela internet. Velocidade de montagem, sem abrir mão do controle A principal vantagem de sistemas baseados em nuvem para operações temporárias é justamente a ausência de infraestrutura pesada. Não há necessidade de servidores locais, instalações complexas ou técnicos no local. A operação da FILA foi estruturada rapidamente e funcionou de forma estável mesmo nos horários de maior movimento do torneio, reduzindo filas e acelerando o atendimento. “Estar presente no evento vai muito além da visibilidade: é sobre construir relacionamento com o consumidor e fortalecer nossa autoridade na categoria”, afirma Adriana Negrão Magalhães David, Head de Marketing da FILA Brasil. Os resultados reforçam a estratégia: produtos do segmento feminino cresceram 11% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto os lançamentos masculinos superaram 25% de crescimento na comparação com o ano anterior. Prateleira infinita: o físico vende o que não tem em estoque Outro desafio clássico das lojas temporárias é o estoque limitado. Com espaço reduzido e mix enxuto, é comum o consumidor não encontrar o produto que procura — e a venda se perder. A integração entre físico e digital do Myrp Enterprise resolveu com o conceito de “prateleira infinita”: o consumidor que não encontrava um item disponível na loja do Rio Open podia comprá-lo ali mesmo e optar pela entrega em casa.  Tibério César Valcanaia, diretor técnico e comercial do Myrp, explica que a proposta é exatamente essa: simplificar a operação do varejo em formatos temporários — pop-up stores, flagships e lojas conceito. “Ter uma solução que conecta perfeitamente a loja física e os canais digitais hoje significa oferecer uma experiência de compra contínua. O consumidor moderno já não vê fronteira entre o que é online ou presencial — ele quer conveniência, velocidade e transparência em qualquer ponto de contato. Isso melhora significativamente a experiência de compra e reduz interrupções nas vendas”, afirma. A FILA já adota esse modelo em outras iniciativas além do Rio Open, como a Maratona FILA e a House of Racer.

A segunda loja é o verdadeiro teste do empreendedor pet

Abrir a segunda loja costuma ser celebrada como sinal de sucesso; no mercado pet, porém, ela representa o momento mais arriscado da trajetória do empreendedor. A ideia é simples e incômoda: a primeira unidade valida o esforço individual, enquanto a segunda expõe a ausência de gestão. Muitos negócios não quebram por falta de clientes ou de mercado, e sim por excesso de confiança. O erro mais comum é interpretar resultado operacional pontual como maturidade empresarial, fazendo com que a expansão aconteça antes da estrutura necessária para sustentá-la. Na maioria dos petshops de bairro, a primeira loja cresce porque o dono está presente em todas as frentes. Compra, vende, negocia com fornecedores, resolve problemas operacionais e mantém relação direta com os clientes. Esse modelo centralizado garante eficiência no curto prazo, pois reduz desperdícios, acelera decisões e compensa a falta de processos formais. O problema surge quando esse mesmo formato é replicado em uma segunda unidade. O negócio deixa de ser artesanal e passa a exigir liderança intermediária, processos claros, controles financeiros e padronização. Sem essas camadas de gestão, o empreendedor perde visibilidade do dia a dia, decisões tornam-se reativas e a operação começa a depender de improviso. Nesse cenário, os custos fixos dobram antes que a receita acompanhe, e a margem desaparece. Outro fator crítico está na falsa percepção de escala. A abertura de uma nova loja amplia despesas estruturais como aluguel, folha de pagamento, estoque e tributos, sem garantir, automaticamente, aumento proporcional de faturamento. Além disso, a ausência de indicadores de desempenho faz com que problemas de ruptura, perdas de estoque, baixa produtividade da equipe e queda no padrão de atendimento demorem a ser percebidos. Quando o empresário identifica o desequilíbrio, o caixa já foi comprometido. Os dados ajudam a explicar por que essa transição é tão perigosa. Segundo o Sebrae, empresas com até dois anos apresentam taxa média de sobrevivência de 76,6%. As microempresas, no entanto, ficam em apenas 55%, enquanto empresas de pequeno porte chegam a 98%. Essa diferença evidencia que o risco não está em empreender, e sim em crescer sem método, governança e preparo financeiro. No comércio varejista, onde se enquadram os petshops, a taxa de sobrevivência é de 77%. Os microempreendedores individuais resistem mais por operarem com estruturas enxutas e flexíveis, enquanto as microempresas puxam a média para baixo justamente quando tentam escalar sem gestão profissional. O próprio perfil do setor amplia essa vulnerabilidade. De acordo com a Abinpet, o mercado pet faturou R$ 68,7 bilhões em 2023 e conta com mais de 50 mil lojas especializadas. Desse total, 81,6% são petshops de vizinhança, com faturamento mensal entre R$ 60 mil e R$ 100 mil e até quatro funcionários. Esses negócios concentram quase metade das vendas do setor, porém operam com margens apertadas, forte dependência do dono e baixa padronização de processos. Ao abrir a segunda loja, a inadimplência, os custos trabalhistas, a gestão de pessoas e a complexidade operacional crescem mais rápido do que a capacidade de controle. Expandir pode, em teoria, garantir escala, diluir custos e fortalecer a marca. Na prática das PMEs brasileiras, a expansão sem dados transforma intuição em prejuízo. O Sebrae aponta que a mortalidade no comércio pode chegar a 90% em alguns segmentos, associada principalmente a decisões emocionais, falhas de planejamento e ausência de processos. No mercado pet, onde serviços especializados crescem acima de 20%, segundo a Abinpet, a exigência por gestão só aumenta. Escalar sem liderança estruturada, indicadores financeiros e rotinas operacionais não acelera o crescimento, apenas antecipa o erro. A lição é dura, mas necessária. A primeira loja testa o empreendedor. A segunda testa o empresário. Antes de crescer em metros quadrados, é preciso crescer em método, pessoas e informação. Expandir não deveria ser um prêmio pelo bom desempenho inicial, e sim uma decisão estratégica sustentada por processos, dados e capacidade real de gestão. No varejo pet, crescer sem estrutura continua sendo o caminho mais curto para transformar crescimento em prejuízo. *Ricardo de Oliveira é especialista em negócios pet e fundador da Fórmula Pet Shop, empresa referência em capacitação e consultoria estratégica para pet shops em todo o Brasil. Com mais de 10 anos de atuação no setor, Ricardo já acompanhou a inauguração de mais de 70 pet shops, orientando desde a escolha do ponto comercial até o mix de produtos, layout e estratégias de marketing. À frente da Fórmula, já capacitou mais de 8.700 empreendedores por meio de mentorias, treinamentos e consultorias, se consolidando como uma das principais vozes na profissionalização do varejo pet nacional. Sua experiência prática e visão de negócio ajudam empreendedores a saírem do amadorismo e construírem empresas lucrativas e sustentáveis.

Categorias