Motorola reforça inovação no TechWorld Brasil com novo portfólio premium e experiência integrada

A Motorola reforça sua estratégia de inovação no Brasil e marca uma nova fase de seu portfólio com a chegada ao mercado de uma nova geração de dispositivos. Apresentadas durante o TechWorld Brasil, as novidades destacam a evolução da marca em inteligência artificial, design e experiências conectadas. O grande destaque é o motorola signature, que marca o retorno da empresa ao segmento ultra premium. O modelo combina design sofisticado, materiais de alto padrão e um sistema de câmera reconhecido internacionalmente com o  selo Gold Camera DXOMARK. Equipado com sensores Sony LYTIA™, oferece recursos avançados como vídeo em até 8K, zoom de até 100x e alta performance em diferentes condições de luz. A experiência multimídia também é um dos diferenciais. O dispositivo apresenta tela Extreme AMOLED de 6,8”, taxa de atualização de 165 Hz¹ e brilho elevado, além de tecnologias como Dolby Vision® e Sound by Bose, que elevam o consumo de conteúdo a um padrão mais imersivo. Em performance, o modelo conta com a plataforma Snapdragon® 8 Gen 5, além de recursos voltados à inteligência artificial e sistema avançado de resfriamento. Outro destaque do portfólio é o motorola edge 70, o smartphone mais fino da categoria², com apenas 5,99 mm de espessura, além de trazer três câmeras de 50 MP, incluindo lente ultra-wide e frontal, além de bateria de alta densidade e com a Cor do Ano Pantone 2026™. A família ainda  conta com o motorola edge 70 fusion – edição Copa do Mundo Fifa™, que combina design marcante e alto desempenho, inspirado na intensidade do futebol. O modelo traz acabamento traseiro com textura semelhante a uma bola, detalhes em ouro 24K e identidade premium alinhada à coleção. Além do visual, entrega uma experiência avançada com tela quad-curve de 144Hz com cores validadas pela Pantone e sensor Sony LYTIA™ 710, aliado a recursos de IA e alta durabilidade. A edição especial também inclui experiências exclusivas da Copa do Mundo da FIFA 26™, como conteúdos personalizados, integração com o app oficial do torneio e acesso ao jogo FIFA® Heroes, reforçando a conexão do usuário com o universo do futebol. Além dos smartphones, a Motorola apresenta novos dispositivos conectados, como o moto watch, desenvolvido em parceria com a Polar, com foco em saúde e bem-estar. O modelo reúne recursos avançados de monitoramento físico, como frequência cardíaca, sono e atividades, além de bateria de longa duração e design em alumínio, reforçando a estratégia da marca de ampliar seu ecossistema conectado. A moto tag 2 é a solução de rastreamento inteligente da Motorola, com tecnologia UWB para localização precisa e o moto sound flow é a aposta em áudio portátil com tecnologia Sound by Bose. IA pessoal em dispositivos com Lenovo e Motorola Qira A Lenovo e a Motorola apresentaram durante o evento a Qira, uma superagente de inteligência artificial pessoal que funciona de forma integrada entre dispositivos Lenovo e Motorola, como PCs, smartphones, tablets e wearables. Essa IA unificada, batizada de Sistema de Inteligência Ambiente Pessoal, foi desenvolvida para entender o usuário, mediante sua permissão, aprendendo com as informações que ele escolhe compartilhar. Assim, a Qira consegue atuar de forma inteligente entre dispositivos, aplicativos e serviços compatíveis, transformando insights em ações e coordenando tarefas e fluxos de trabalho para ajudar o usuário a tomar decisões mais informadas e eficientes.  “A Motorola tem um papel fundamental dentro da estratégia global da Lenovo ao levar a inteligência artificial para o dia a dia das pessoas de forma prática e relevante. Nosso novo portfólio reflete essa evolução, combinando design, performance e inovação para entregar experiências mais inteligentes, conectadas e alinhadas às expectativas de uma nova geração de consumidores”, destaca Rodrigo Vidigal, Presidente da Motorola no Brasil. Avisos LegaisMOTOROLA, o logotipo M estilizado, MOTO e a família de marcas MOTO são marcas comerciais da Motorola Trademark Holdings, LLC. Corning® e Gorilla® são marcas registradas da Corning Incorporated. As cores PANTONETM geradas podem não corresponder aos padrões identificados pela PANTONE. Consulte as publicações atuais da PANTONE para obter cores precisas. PANTONETM e outras marcas comerciais da Pantone são propriedade da Pantone LLC. © Pantone LLC, 2026. Todos os direitos reservados. Snapdragon e Snapdragon Sound são marcas comerciais ou marcas registradas da Qualcomm Incorporated. Snapdragon é um produto da Qualcomm Technologies, Inc. e/ou suas subsidiárias. Dolby, Dolby Vision e Dolby Atmos são marcas registradas da Dolby Laboratories. Bose e Sound by Bose são marcas comerciais da Bose Corporation. Android é uma marca comercial da Google, LLC. “LYTIA” é uma marca registrada ou marca comercial da Sony Group Corporation. Todas as outras marcas comerciais são propriedade de seus respectivos proprietários. © 2026 Motorola Mobility LLC. Dolby, Dolby Vision e o símbolo de D duplo são marcas comerciais registradas da Dolby Laboratories Licensing Corporation. Fabricado sob licença da Dolby Laboratories. A taxa de atualização real pode ser menor e varia de acordo com os requisitos e limitações do app/conteúdo, configurações de modo do dispositivo e outros fatores. Dados do laboratório da Motorola. Valor referente ao limite de brilho que a tela pode atingir em situações específicas. O desempenho real pode variar conforme as condições ambientais. 1 – A taxa de atualização real pode ser menor e varia de acordo com os requisitos e limitações do app/conteúdo, configurações de modo do dispositivo e outros fatores. 2 – O smartphone mais fino e ultrarresistente da categoria Com base de referência em telefones do mesmo segmento (espessura de 5.99mm ou menos e preço entre R$ 4.599,00 e R$ 5.599,00) lançados até Agosto de 2025. MIL-STD-810H: conjunto de testes de laboratório projetado pelo departamento militar dos EUA para avaliar limitações do dispositivo em condições ambientais extremas. O desempenho no uso cotidiano pode variar. O motorola edge 70 foi testado em 16 categorias e 14 procedimentos MIL-STD-810H para provar sua resistência. A garantia padrão da Motorola não cobre abusos, como os que ocorrem nos testes MIL-STD 810H. Testado em laboratório sob condições controladas, o telefone é resistente a água, respingos e poeira com as classificações IP68 e IP69 (IEC 60529). O telefone suporta imersão em

FILA apresenta nova tecnologia global de running e coloca o Brasil no centro da inovação da marca

A FILA apresentou na última quinta-feira (19) sua mais nova tecnologia global de running durante um evento exclusivo que reuniu jornalistas, influenciadores e profissionais do mercado. Realizado no Shopping JK Iguatemi, na capital paulista, o encontro marcou um momento único e estratégico para a marca no país. Cerca de 400 pessoas participaram da experiência, que antecipou ao público selecionado a plataforma Skyfoam e o novo modelo Speedrocker, protagonistas da iniciativa. O lançamento ganha ainda mais relevância por posicionar o Brasil em um novo patamar dentro da operação global da marca. De forma inédita, o país passa a exportar tecnologia de calçados de running para outros continentes, — um movimento que reforça o protagonismo brasileiro no desenvolvimento de inovação dentro da FILA. Resultado de mais de dois anos de pesquisa e desenvolvimento, a nova plataforma consolida um avanço importante em performance, conforto e responsividade. “Criamos uma tecnologia que traduz a essência da FILA ao unir tradição e inovação. O Skyfoam representa um novo momento da marca, em que conseguimos materializar nossa evolução em performance com um produto global desenvolvido com forte protagonismo do Brasil”, afirma Adriana David Magalhães, diretora de marketing da FILA.  “Ao longo de dois anos, conduzimos uma série de testes com atletas e diferentes protótipos até chegar a um nível de excelência que nos permitisse competir globalmente. O resultado é um produto que entrega tecnologia de design, amortecimento, responsividade e conforto em um novo patamar”, completa Gustavo Birenbaum, gerente de produtos da marca.  O modelo traz entressola de dupla densidade, com composição 15% mais macia no médio pé para suavizar o impacto e garantir o ultra conforto. Além disso, a FILA se apropria da tecnologia de design e conceito ROCKER EFFECT, com maior angulação na região do retropé para redução do primeiro impacto na passada e no antepé para transição mais rápida, garantindo rolagem mais suave e mais velocidade na corrida. O Speedrocker conta também com cabedal em SKIN TECH para maior respirabilidade, leveza e estrutura e solado EVER-GRIP em peça única, que garante durabilidade com melhor grip e aderência. Com apenas 230g no tamanho 40 (dentro da taxa de variação) e drop de 6 mm, o Speedrocker foi desenvolvido para dialogar com diferentes perfis de corredores e quilometragens. “O Speedrocker elevou o nível da minha experiência de corrida. É um tênis que impressiona pela leveza e estabilidade, mas o grande diferencial está no conforto e na absorção de impacto”, afirma André Sanches, atleta e embaixador do projeto Skyfoam. 

Por que inovação pública sem território não funciona

Por Guilherme Hoppe, coordenador do Ibrawork  Programas públicos de apoio à inovação ocupam uma posição paradoxal nos ecossistemas inovadores. Podem atuar como motores silenciosos de transformação territorial, inclusão produtiva e geração de capacidades tecnológicas. Mas, quando mal desenhados, produzem o efeito oposto: excluem, concentram oportunidades e, em alguns casos, enfraquecem os próprios ecossistemas que pretendem fortalecer.  Mais do que instrumentos administrativos, políticas públicas de inovação são arquiteturas de acesso. Elas definem quem consegue entrar, quem permanece e quem, silenciosamente, fica de fora.  A literatura internacional é clara ao apontar que políticas públicas bem estruturadas ampliam investimentos em pesquisa e desenvolvimento, criam redes e alteram comportamentos ao longo do tempo. Relatórios da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que os países líderes em inovação combinam estabilidade institucional, coordenação entre níveis de governo e políticas contínuas de fomento. O Índice Global de Inovação 2024 reforça essa constatação.  No entanto, entre a intenção e o impacto real existe um ponto crítico: o desenho do programa e sua relação com o território que pretende servir. Ecossistemas de inovação não surgem espontaneamente. Eles emergem da interação entre empresas, universidades, governo e sociedade civil. Nesse arranjo, programas públicos cumprem funções estratégicas: reduzem riscos para empreendedores, conectam atores dispersos, difundem conhecimento e, em alguns casos, atuam como indutores iniciais de demanda.  Mas a eficácia desses instrumentos não depende apenas do volume de recursos investidos. Depende, sobretudo, de como esses programas chegam ou deixam de chegar às pessoas.  Um exemplo relevante no contexto brasileiro é a rede TEIA, iniciativa da Prefeitura de São Paulo coordenada pela Agência São Paulo de Desenvolvimento (ADE SAMPA). Distribuídos por diferentes regiões da cidade, inclusive áreas periféricas tradicionalmente afastadas dos grandes circuitos de inovação, esses espaços públicos oferecem coworking gratuito, capacitação técnica e conexões com redes de mercado.  Segundo dados oficiais, a rede acumulou mais de 200 mil acessos em seus primeiros anos de operação. No mesmo período, São Paulo passou a registrar a abertura média de mais de mil empresas de base tecnológica por mês, impulsionada por políticas municipais de desburocratização e apoio ao empreendedorismo. Os números indicam que infraestrutura pública de inovação, quando territorializada e acessível, pode funcionar como porta de entrada real para novos empreendedores.  Mas a existência da estrutura, por si só, não garante inclusão. Um dos erros mais recorrentes nas políticas públicas de inovação é confundir divulgação formal com acesso efetivo. Editais publicados em portais oficiais, plataformas digitais complexas e linguagem excessivamente técnica raramente dialogam com a realidade da maior parte da população. Em um país marcado por desigualdade digital, esse problema é estrutural.  O resultado é um fenômeno conhecido: baixa adesão interpretada como baixa demanda. Na prática, trata-se de um problema de desenho do produto público. Quando poucos se inscrevem em um programa, o mais provável é que a comunicação não tenha alcançado os públicos corretos, que os critérios tenham sido excludentes ou que o formato não dialogue com a rotina dos potenciais beneficiários. A própria OCDE tem defendido que programas eficazes incorporem escuta ativa, co-criação e metodologias centradas no usuário desde a fase de concepção.  Sem isso, surge outro risco estrutural: a captura institucional. Programas passam a atender majoritariamente atores já consolidados, grandes empresas, universidades de elite, startups bem capitalizadas reproduzindo desigualdades regionais e territoriais. O ecossistema se fortalece no papel, mas se fragiliza socialmente.  Para cidades como São Paulo e para países emergentes, o desenho dos programas públicos de inovação pode ser mais decisivo do que o volume absoluto de recursos investidos. Políticas orientadas ao território, com acesso distribuído e governança local, tendem a gerar maior diversidade de empreendedores, soluções mais aderentes aos problemas reais e maior resiliência institucional.  Programas públicos são instrumentos poderosos. Mas inovação não se propaga sozinha. Ela é construída por pessoas, em territórios concretos. Quando políticas públicas ignoram essa dimensão, tornam-se infraestruturas vazias bem-intencionadas, bem regulamentadas, mas incapazes de produzir impacto duradouro.  Guilherme Hoppe tem mais de 16 anos de experiência em gestão de projetos sociais e econômicos e na criação de ecossistemas e comunidades inovadoras. Entre 2023 e 2024, atuou como agente de inovação na ADE SAMPA. Atualmente coordena o Ibrawork, hub dedicado a cidades inteligentes, inovação e desenvolvimento social. 

Cibra inaugura lounge no Cubo Itaú e fortalece estratégia de inovação aberta

Lounge foi concebido para promover networking e troca de conhecimento.   Como parte de sua estratégia de inovação e conexão com o universo de tecnologia, a Cibra, uma das maiores e mais inovadoras empresas de fertilizantes do Brasil, inaugura, em 17 de março, seu lounge no Cubo Itaú, ecossistema de inovação da América Latina. A iniciativa reforça o posicionamento da companhia na agenda de transformação do agronegócio, ampliando sua proximidade com startups e empresas de base tecnológica.   A presença no Cubo representa um movimento estratégico para impulsionar a identificação, o teste e a implementação de soluções voltadas à eficiência operacional, digitalização, sustentabilidade e novos modelos de negócio. Ao integrar um dos principais hubs de inovação do país, a Cibra amplia seu acesso a tecnologias emergentes, conexões qualificadas e oportunidades de co-desenvolvimento com startups alinhadas aos seus desafios estratégicos. O espaço de 35 m² foi concebido para promover reuniões técnicas e conexões com empresas.   “O futuro do agronegócio passa por ecossistemas colaborativos. Ao nos aproximarmos de quem desenvolve novas tecnologias, aceleramos a evolução de processos, produtos e serviços, sempre conectados às necessidades do produtor e da cadeia agrícola”, afirma Rafael França, diretor de Inovação e Novos Negócios na Cibra.   “A chegada da Cibra ao Cubo Itaú reforça nosso papel como uma das principais plataformas de conexão entre grandes empresas e startups da América Latina. O agronegócio é um dos setores mais estratégicos para o Brasil, e iniciativas como essa mostram como a inovação aberta pode potencializar ganhos de eficiência, sustentabilidade e competitividade”, destaca Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú. “Ter a Cibra no Cubo Agro amplia a potência das conexões e cria um ambiente fértil para o desenvolvimento de soluções com impacto real no campo”, completa.   Lançamento Na mesma ocasião, a Cibra lança o Seiva, programa de inovação aberta que atuará de forma complementar às frentes de Pesquisa & Desenvolvimento da companhia. Enquanto o P&D permanece focado na evolução técnica de produtos, formulações e tecnologias agronômicas, a inovação aberta se concentrará na conexão com startups para impulsionar ganhos de eficiência, digitalização de processos e desenvolvimento colaborativo de soluções com impacto direto no negócio.   O modelo parte da definição de desafios estratégicos priorizados pela liderança. A partir deles, são conectadas startups com potencial aderência, realizados testes em ambiente real, validação de resultados e, quando aplicável, escalabilidade das soluções. Essa abordagem fortalece a capacidade da Cibra de experimentar com agilidade e transformar inovação em resultado concreto para a companhia.   No Cubo Agro, a Cibra atuará de forma colaborativa ao lado de CNH Industrial, Itaú BBA e Suzano para impulsionar soluções com potencial de impacto estrutural no setor. A articulação entre grandes empresas e as mais de 40 startups do hub amplia a capacidade de alavancar iniciativas que elevem o nível tecnológico, a competitividade e a sustentabilidade do agronegócio.   A frente digital também compõe essa estratégia. A empresa desenvolve iniciativas que integram dados, tecnologia e inteligência artificial à rotina do campo, como a Cibele, assistente virtual com IA voltada a facilitar o acesso a informações, e o Jarilo, plataforma social referência em inteligência artificial para o agronegócio.   Como participar   Startups interessadas poderão se inscrever nos desafios estratégicos que serão lançados ao longo do ano ou enviar diretamente suas propostas por meio do site https://www.cibra.com/inovacao. As iniciativas serão avaliadas conforme aderência estratégica, viabilidade técnica e potencial de geração de valor para o negócio.  

ARVORE leva inovação brasileira ao SXSW com “Fabula Rasa: Dead Man Talking”, experiência em VR com IA generativa

A ARVORE, estúdio brasileiro vencedor do Primetime Emmy e referência global em XR e jogos imersivos, participa da mostra competitiva de XR no South by Southwest (SXSW) 2026 com sua nova experiência em realidade virtual, Fabula Rasa: Dead Man Talking, uma narrativa interativa que utiliza inteligência artificial generativa para criar diálogos dinâmicos e histórias que se transformam a cada partida. Durante o SXSW 2026, o novo projeto da ARVORE concorre à premiação na categoria ‘XR Experience Competition’. O trailer de Fabula Rasa: Dead Man Talking já está disponível no canal do YouTube da ARVORE. Após o reconhecimento internacional com The Line (A Linha), vencedor do Primetime Emmy de 2020 e do Leão de Veneza de 2019, como Melhor Experiência Imersiva em VR, a ARVORE volta ao festival com um projeto de diferente perfil: em vez de uma narrativa linear e contemplativa, apresenta uma experiência construída a partir de conversas em tempo real com personagens movidos por IA combinando design narrativo, tecnologia generativa e princípios de improvisação para testar novos caminhos de interação em VR. Ambientado em uma pitoresca vila medieval, Fabula Rasa coloca o jogador no centro da trama: preso em uma gaiola e prestes a ser lançado ao poço do monstro por supostos crimes, ele precisa interagir com os habitantes da cidade para convencer o Rei a poupar sua vida. A diferença está na forma como a história se desenrola. Os personagens são movidos por Large Language Models (LLMs), capazes de ouvir, interpretar e responder em tempo real às falas e ações do jogador. Cada NPC possui personalidade e histórico próprios, desenvolvidos por designers narrativos, permitindo que a IA atue como extensão criativa desses perfis. O resultado é uma experiência de aproximadamente 30 minutos em que nenhuma sessão é igual à outra. Existem apenas dois desfechos possíveis: viver ou morrer. Mas, o caminho até o julgamento final é moldado pelas escolhas, argumentos e improvisos de cada jogador. IA generativa como ferramenta narrativa Em Fabula Rasa, a inteligência artificial não é utilizada para automatizar processos ou substituir etapas criativas, mas como um instrumento de experimentação narrativa. A equipe da ARVORE desenvolveu uma estrutura que equilibra o funcionamento do motor do jogo com a camada de IA garantindo coerência dramática e consistência de mundo. “Com Fabula Rasa, queríamos explorar a inteligência artificial como linguagem narrativa, não como atalho de produção. Nosso foco sempre foi criar uma experiência genuinamente humana, em que a tecnologia amplia a imaginação e não substitui o olhar criativo da equipe”, afirma Luiza Justus, Diretora Criativa do Fabula Rasa. “Estar no SXSW com essa experiência em VR reforça nosso compromisso em colocar o Brasil no centro das discussões globais sobre o futuro das experiências imersivas.” O estúdio combinou princípios de improvisação teatral com tecnologia generativa. A IA fornece “o cérebro” dos personagens, o game engine garante seus corpos e reações físicas, e o jogador dá propósito às interações. Essa integração permite que o mundo virtual reaja tanto às palavras quanto às ações físicas dentro do ambiente. O futuro das experiências imersivas Dirigido por Luiza Justus e Marcelo Marcati, Fabula Rasa: Dead Man Talking subverte tropos clássicos da fantasia sob uma lente estilizada e teatral. A experiência pode ser vivenciada em inglês, português, espanhol, francês e italiano. “Participar do SXSW é especialmente simbólico para nós. É um espaço onde tecnologia, cultura e criatividade se encontram, exatamente o território em que a ARVORE atua”, complementa Ricardo Justus, CEO da ARVORE. “Apresentar uma experiência baseada em IA generativa nesse contexto é uma forma de contribuir para o debate sobre como essas ferramentas podem fortalecer a indústria criativa.” A participação no SXSW 2026, que será entre os dias 12 e 18 de março, em Austin, Texas (EUA), reforça a posição da ARVORE como um dos estúdios mais inovadores da América Latina em experiências imersivas. Reconhecido por reunir os principais nomes globais de tecnologia, cinema, música e cultura digital, o festival é um dos palcos mais relevantes para lançamentos e debates sobre o futuro da indústria criativa.  Para mais informações sobre o lançamento, acompanhe a ARVORE no X, Instagram e Threads, ou visite o site oficial do estúdio.

Curiosidade e o inesperado ganham destaque no SXSW como motores da inovação

A curiosidade, apontada como uma das habilidades mais importantes para os profissionais do futuro, tem sido um dos temas recorrentes nas discussões do SXSW, um dos maiores festivais globais de inovação, tecnologia e comportamento, realizado em Austin, no Texas. De acordo com o Relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, a curiosidade e o aprendizado ao longo da vida estão entre as dez habilidades com maior crescimento de importância até 2030. O estudo também indica que cerca de 40% das habilidades exigidas no mercado de trabalho devem mudar nos próximos anos, reforçando a necessidade de adaptação constante e de desenvolvimento de competências humanas, como criatividade, resiliência, flexibilidade e pensamento analítico.  Especialistas destacam que a curiosidade é um fator decisivo para estimular a criatividade, considerada o principal combustível para a inovação, e para ampliar a capacidade de adaptação em um cenário de rápidas transformações no mundo do trabalho. Outro insight que já emerge das experiências no evento é o papel do inesperado no processo de inovação. Em meio à intensa programação e aos encontros pela cidade, grande parte das ideias e conexões surge justamente de situações imprevistas: conversas informais, descobertas de temas fora da própria área ou palestras que provocam novas perspectivas. Direto de Austin, as especialistas Gaya Machado e Débora Maia, que acompanham a programação do festival, destacam que o SXSW evidencia como a combinação entre curiosidade, abertura ao novo e interações inesperadas pode gerar insights relevantes para profissionais e empresas. Embora Austin seja um ambiente que respira tecnologia, com demonstrações de inovações como carros autônomos e robôs circulando pelas ruas, o evento reforça que as conexões humanas continuam sendo centrais para a geração de ideias e para o desenvolvimento de soluções criativas. Gaya Machado e Débora Maia estão disponíveis para comentar os principais insights do SXSW sobre criatividade, inovação, comportamento e o futuro do trabalho. Sobre as especialistas Gaya Machado é cientista comportamental, palestrante e mentora executiva, com atuação voltada à inovação, comportamento e futuro do trabalho. Participa de imersões internacionais como o SXSW, onde acompanha tendências globais em tecnologia, inteligência artificial e transformação cultural. Integra o Harvard Business Review Advisory Council, comunidade internacional de executivos que contribuem com insights estratégicos para a publicação, e atua conectando ciência comportamental, inovação e estratégia de negócios em palestras e programas corporativos no Brasil e no exterior. Débora Carrera Maia é sócia e diretora da MDS 4Health, especialista em saúde corporativa, bem-estar e desenvolvimento humano, com mais de 25 anos de atuação nas áreas de gente e gestão. Atua na análise de tendências ligadas ao futuro do trabalho, saúde organizacional e modelos mais sustentáveis de benefícios, conectando estratégia, inovação e cuidado nas decisões empresariais. Com experiência em projetos no Brasil e na América do Sul, acompanha de perto a evolução das práticas de gestão de pessoas e os impactos da tecnologia, da cultura organizacional e do comportamento humano na performance e no engajamento das equipes.

Insper e Cubo Itaú firmam parceria estratégica para fortalecer o ecossistema de inovação brasileiro

O Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha, do Insper, e o Cubo Itaú, ecossistema de inovação focado na América Latina, anunciam uma parceria estratégica que marca um novo capítulo na integração entre academia, mercado e empreendedorismo no Brasil. A partir do acordo, o Insper passa a integrar o Cubo como instituição de ensino superior parceira, ampliando a conexão entre pesquisa aplicada, formação de lideranças e geração de negócios no ecossistema de inovação. A parceria amplia o papel do Cubo como plataforma estratégica de desenvolvimento da inovação latino-americana, conectando startups, grandes empresas, investidores e academia em torno de desafios reais e oportunidades concretas de crescimento. “A parceria já existia para programas executivos focados na conexão da inovação com a estratégia. Agora, como parceiros do ecossistema do Cubo, criaremos estratégias específicas para capturar valor coletivo, com foco no desenvolvimento de soluções com impacto econômico e social”, afirma Rodrigo Amantea, Head do Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha, do Insper. Criado há mais de 10 anos pelo Itaú Unibanco, o Cubo evoluiu de hub de startups para um ecossistema de inovação maduro, que hoje conecta mais de 550 startups e cerca de 120 empresas, entre corporações, investidores e parceiros. A iniciativa se consolidou como um motor de crescimento para empresas e sociedade, promovendo inovação aplicada, geração de negócios e colaboração entre diferentes agentes do mercado. “A entrada do Insper fortalece ainda mais o papel do Cubo como um ecossistema que conecta diferentes mundos para gerar impacto real. A academia tem um papel fundamental na construção dos futuros da inovação, e essa parceria amplia nossa capacidade de articular conhecimento, mercado e tecnologia em torno de desafios concretos da sociedade”, afirma Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú. A nova parceria está alinhada aos pilares estratégicos do Cubo — geração de negócios, empreendedorismo & tecnologia, comunidade e futuros — e reforça a proposta de valor do ecossistema como um ambiente de conexões qualificadas, experimentação e desenvolvimento de soluções escaláveis. O acordo prevê colaborações estratégicas, como acesso do Insper à rede de startups e corporações do Cubo, uso do espaço físico para eventos e encontros. Do lado do Cubo, a parceria traz acesso a cursos de educação executiva, pesquisadores, docentes e à produção acadêmica do Insper. Um dos principais diferenciais da colaboração é o papel do Insper como parceiro estratégico na produção de pesquisa aplicada para o ecossistema do Cubo. O Observatório de Inovação e Empreendedorismo do Hub atuará na validação de hipóteses teóricas, mapeamento de mercado e análise de investimentos em startups, gerando relatórios e estudos que beneficiam todo o ecossistema empreendedor brasileiro. Entre as iniciativas previstas está a realização de uma pesquisa conjunta sobre founders, com foco no perfil e nos desafios dos empreendedores no país. O ecossistema Insper é reconhecido como um importante motor de captação de recursos e desenvolvimento de startups no Brasil. Com programas como Fellowship Early Stage, Aceleradora Foks, Insper Angels e uma ampla rede de ex-alunos empreendedores, a instituição reúne startups de destaque como QI Tech, Remessa Online, Alice, Evino e Mottu. Agora, essa comunidade passa a ter acesso ampliado à rede do Cubo e às oportunidades de conexão com grandes empresas e investidores. Para Beatriz Barreto, analista de Liasons e Parcerias do Hub de Inovação e Empreendedorismo Paulo Cunha, a parceria representa um marco importante. “Para nós, é um motivo de grande orgulho que o Insper seja uma instituição de ensino superior parceira do Cubo. Temos uma visão de longo prazo para que essa parceria seja capaz de gerar benefícios mútuos e ampliar a conexão dos nossos alunos com o mercado real. Estamos empolgados para o que está por vir”, afirma. A integração entre Insper e Cubo também fortalece a atuação do Hub em seus pilares estratégicos: inovação com organizações, fomento ao empreendedorismo e gestão de comunidade. Com mais de 170 eventos realizados, 48 webinars, nove edições de newsletter e 15 episódios de podcast, o Hub construiu nos últimos anos um ecossistema ativo que agora se expande com o acesso à infraestrutura e à rede do Cubo. As duas instituições planejam diversas iniciativas conjuntas, incluindo programas de pesquisa aplicada, extensão de oportunidades para startups de ambas as comunidades e novos formatos de conexão entre academia e mercado. A parceria visa ampliar a atuação, de forma conjunta, do Insper e do Cubo Itaú como agentes estratégicos na construção dos futuros da inovação e do empreendedorismo no Brasil.

Cyklo divulga as 10 startups selecionadas para turma 2026 de aceleração

A Cyklo, aceleradora que apoia startups com foco em inovação e tecnologia aplicada ao agronegócio, indústria 4.0 e outras áreas, dá início à sua sétima turma de aceleração em 2026. Este é um marco inédito: pela primeira vez, o programa será conduzido de forma simultânea em dois AMBIENTES DE ACELERAÇÃO, um no Oeste da Bahia e o outro no Norte de Santa Catarina. Ao todo, 10 startups foram selecionadas para compor a nova jornada, que começou com o tradicional “Day One”, encontro de abertura para se apresentarem, alinhar objetivos e iniciar o cronograma de mentorias e desenvolvimento. “Este é um momento bem especial para nós”, afirma Pompeo Scola, psicólogo, consultor em agronegócio e startups, CEO da aceleradora. No polo MATOPIBA, em Luís Eduardo Magalhães, foram escolhidas quatro iniciativas: Já em Joinville, o grupo de selecionadas reúne seis empresas com frentes variadas. A seleção também evidencia a distribuição geográfica das equipes. Há startups com atuação ligada ao Oeste da Bahia, além de projetos originados em Palmas, Florianópolis e São Paulo, segundo Scola, “reforçando o alcance nacional do edital e a proposta de conectar diferentes ecossistemas de inovação em uma mesma trilha de desenvolvimento”. Realizada em parceria com a FIESC/SENAI-SC, a turma 2026 inicia uma jornada voltada ao fortalecimento dos negócios selecionados, com foco em validação das tecnologias, estruturação dos produtos/serviços, validação de mercado e oferta, desenvolvimento de estratégias comercial, governança e preparação para escala (crescimento). A proposta é conectar as startups à mentores e redes de relacionamento nos dois polos, ampliando o acesso a conhecimento, conexões e oportunidades de desenvolvimento ao longo do ciclo, inclusive acesso a oportunidades de funding e programas de fomento quando for o caso. A Cyklo se especializou em atuar com entrantes (EARLY STAGE) e insiste num programa presencial, que se torna muito mais eficiente para este perfil de startups.

Torre Beats transforma o Carnaval de Salvador em passarela de identidade e inovação

No Carnaval de Salvador, a fantasia deixou de ser apenas adereço para virar identidade. No circuito Barra-Ondina, cada look conta uma história — e, em 2026, a torre Beats transformou essa expressão em manifesto estético com a sua já icônica estrutura no circuito. A torre Beats virou ponto de encontro para quem entende o Carnaval como performance. Em meio a luzes, música e muita irreverência, o espaço se consolidou como vitrine da criatividade que toma conta da avenida. Ali, a fantasia é linguagem. A publicitária Marina Daltro, 27 anos, escolheu um look futurista com recortes metalizados e óculos esculturais. “Eu não venho só para curtir. Eu venho para performar. A fantasia é meu jeito de ocupar o espaço, de experimentar quem eu posso ser”, conta. Já o estudante de moda Caio Lisboa apostou em um figurino feito de fitas neon e aplicações artesanais. “Carnaval é laboratório. Aqui eu testo tendência, misturo referências e celebro diversidade. A torre Beats é esse lugar do experimental, do diferente, do que ainda está nascendo”, diz. Mais do que estética, os looks revelam narrativas de pertencimento, liberdade e inovação. A moda que desfila no circuito dialoga com gênero fluido, sustentabilidade, cultura pop e brasilidade — e encontra eco em marcas que se posicionam ao lado do novo. Na torre Beats, o Carnaval ganha altura — e significado. Crédito da Imagem: Matheus Lopes – 71 Filmes

Tecnologia e inovação fomentam o desenvolvimento de empresas no Brasil em 2026

Por Andressa Melo Atualmente, o Brasil é a maior economia da América Latina, com um Produto Interno Bruto (PIB) estimado em R$ 11,7 trilhões em 2024. No entanto, essa liderança não é observada em outros campos de desenvolvimento. O Índice Global de Inovação (IGI), por exemplo, aponta um cenário de declínio no segmento de tecnologia e inovação no país. Esse resultado é um reflexo de um ecossistema inovativo com grande potencial que ainda apresenta entraves em sua estrutura. O IGI é um indicador global que avalia anualmente o ritmo da inovação nos países e aponta os clusters de maior destaque. Ele é estruturado a partir de 4 métricas: ciência e investimentos em inovação, progresso tecnológico, adoção tecnológica e impacto socioeconômico. Os resultados do índice, ainda que o país tenha caído algumas posições, são promissores. Considerando o cenário de baixa estabilidade regulamentar e falta de integração entre academia e setor produtivo, pode-se dizer que o cenário de tecnologia e inovação do Brasil é contrastante, apresentando bons resultados em um ambiente não propício para seu desenvolvimento. Cenário de tecnologia e inovação No Índice de 2025, o Brasil figurou na 2ª posição na categoria “líderes de inovação” na América Latina e Caribe, atrás apenas do Chile, e na 52ª no ranking geral. Essa colocação representa uma queda quando comparada com a pesquisa do ano anterior, edição em que o país liderava a categoria. O cenário brasileiro apresenta como pontos fortes a produção científica e um ecossistema empresarial que cresce em tamanho e sofisticação.  Esses avanços são frutos dos esforços das companhias para se manterem competitivas frente ao mercado global. Isso ocorre em função das demandas comerciais e das adaptações às mudanças tecnológicas do ambiente corporativo. Por isso, o ano de 2026 será um período-chave para as organizações brasileiras se anteciparem e conseguirem alcançar competitividade global. O futuro do cenário empresarial e industrial no país está ancorado em quatro áreas principais de desenvolvimento, que vão desde aplicação de práticas sustentáveis até mão de obra híbrida. Perspectivas e oportunidades para o futuro O cenário brasileiro de inovação apresenta uma perspectiva otimista para os próximos anos. Setores como o químico e farmacêutico, que possuem uma ligação mais próxima com a academia, conseguem inovar de maneira mais clara. A indústria automotiva, por outro lado, tem crescido consistentemente, principalmente devido à regulamentação do Programa Mover. Para que este processo se mantenha constante, as organizações precisam acompanhar as áreas de desenvolvimento, como sustentabilidade digital e eficiência energética, que geram ganhos econômicos e ambientais; uso estratégico e consciente de inteligência artificial, evitando gastos com ferramentas desnecessárias; redução de impactos ambientais, alinhando expectativas de consumidores e parceiros e incentivando investidores; e capacitação e mão de obra híbrida, antecipando a incorporação massiva da automação inteligente no fluxo de trabalho direto dos colaboradores. Sendo assim, segmentos que têm recebido recursos e investimentos conseguem desenvolver projetos de tecnologia e inovação mais completos e estruturados, acompanhando as tendências. Por isso, políticas de incentivos fiscais têm se tornado o principal elemento para o fomento de um ecossistema inovativo dentro das companhias. No entanto, muitas leis de fomento existentes têm prazo de vigência limitado ou permanecem sem avanços há anos, como as PLs nº 4.944 e 2.838/2020 que estão sem movimentação há cinco anos. Até o momento, o cenário tributário não apresenta alinhamento com a realidade de um país que oferece recursos necessários para incentivar e sustentar a inovação. Para que o Brasil se destaque como polo de tecnologia e inovação novamente, é essencial avançar em políticas públicas que fortaleçam a formação em ciência e tecnologia, acompanhadas de mecanismos fiscais e do estreitamento das relações entre academia e setor produtivo. Exemplos como a própria Lei do Bem, que, mesmo sem as atualizações essenciais, aumentou em 2.800% os investimentos em inovação nos últimos 20 anos, evidenciam que esses recursos possuem uma importância significativa para o cenário econômico e inovativo do país. Andressa Melo é Diretora LATAM de Inovação do FI Group, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financiamento à Pesquisa & Desenvolvimento (P&D).

Design thinking social: inovação centrada nas pessoas para um futuro sustentável

Por Guilherme Hoppe  Diante de desafios globais cada vez mais complexos, como desigualdade, vulnerabilidade social e mudanças climáticas, é urgente repensar a forma como desenvolvemos soluções. O design thinking social emerge como uma abordagem capaz de transformar realidades, ao colocar as pessoas no centro do processo de inovação. Mais do que uma metodologia, trata-se de uma mudança de mentalidade: ouvir, cocriar e testar com comunidades envolvidas o desenvolvimento do trabalho, garantindo resultados relevantes  Diferentemente dos modelos tradicionais de intervenção, que muitas vezes impõem soluções “de cima para baixo”, o design thinking social parte do olhar humano, da escuta ativa e da empatia. Ele envolve diretamente as comunidades, respeita seus contextos e valoriza o conhecimento local, transformando desafios complexos em oportunidades de inovação.  Isso garante não só mais efetividade nas ações, mas também maior legitimidade e sustentabilidade a longo prazo.  Um exemplo notável na administração pública brasileira é o programa Poupatempo, em São Paulo, que redesenhou o atendimento ao público a partir da experiência do usuário, centralizou serviços e aumentou a eficiência. Por outro lado, a ausência dessa abordagem pode levar a falhas significativas, como ocorreu em Jequié (BA), onde a distribuição de mochilas superdimensionadas a crianças de creche evidenciou os riscos de ignorar as necessidades reais da população e não envolver os beneficiados na tomada de decisão.  Projetos que envolvem comunidades periféricas, rurais ou tradicionais permitem construir confiança e gerar soluções que respeitam a cultura local. O Instituto Tellus, por exemplo, renovou bibliotecas em escolas públicas de Santos, com a participação de mais de mil pessoas da comunidade escolar, gerando engajamento e pertencimento.  Já o app “Alerta Indígena Covid-19”, criado com o apoio de organizações indígenas, permitiu monitorar casos da doença em tempo real, salvando vidas e protegendo territórios.  Diversas metodologias de design thinking social, como o Human-Centered Design (IDEO.org), o DIY Toolkit (Nesta), além de laboratórios de inovação social e abordagens participativas de co-design, mostram como a cocriação entre diferentes setores – governos, empresas, academia e sociedade civil – pode gerar soluções com maior impacto e replicáveis. Esse modelo colaborativo, conhecido como Quádrupla Hélice, amplia o impacto e fortalece os ecossistemas de inovação.  Pesquisas no campo científico também reforçam o potencial do design thinking social. Um estudo publicado na revista Sustainability demonstrou que, quando aplicado em contextos de aprendizagem baseada em desafios e na colaboração, o design thinking social amplia a criatividade, o engajamento e a capacidade de resolução de problemas de grupos diversos. Ao estimular a troca de saberes entre diferentes atores, cria-se um ambiente fértil para a inovação social.   Apesar do potencial transformador, o design thinking social enfrenta obstáculos. Engajar comunidades de forma genuína requer tempo, escuta e disposição para adaptar estratégias. A escassez de recursos e a dificuldade de mensurar impactos sociais de maneira objetiva ainda são desafios.  Além disso, equilibrar personalização e escalabilidade também é essencial, pois soluções eficazes em um território podem demandar ajustes para serem replicadas em outro.  Ainda assim, os benefícios superam os entraves. Projetos estruturados a partir dessa lógica deixam legados duradouros:  fortalecem a capacidade de auto-organização, desenvolvendo lideranças locais e construindo pontes entre setores antes isolados. Ao articular a cooperação entre Estado, empresas, universidades e organizações da sociedade civil, o design thinking social contribui para um modelo de desenvolvimento mais inclusivo e resiliente.  Em um mundo que busca respostas urgentes para problemas estruturais, inovar com foco nas pessoas não é apenas uma escolha metodológica, mas uma necessidade ética. O design thinking social convida gestores públicos, empreendedores e cidadãos a repensar a forma como concebem e implementam mudanças. Ele propõe uma virada de chave. Em vez de levar soluções prontas às comunidades, construir soluções com elas, valorizando o conhecimento local e criando caminhos sustentáveis de transformação. Mais do que desenvolver produtos ou serviços, trata-se de gerar sentido, e quando a inovação nasce da empatia, da colaboração e do uso de metodologias estruturadas, ela deixa de ser um exercício de criatividade para se tornar uma ferramenta de dignidade, capaz de transformar não apenas processos, mas vidas.  Guilherme Hoppe tem mais de 16 anos de experiência em gestão de projetos sociais e econômicos e na criação de ecossistemas e comunidades inovadoras. Entre 2023 e 2024, atuou como agente de inovação na ADE SAMPA. Atualmente coordena o Ibrawork, hub dedicado a cidades inteligentes, inovação e desenvolvimento social. 

Healthtech brasileira leva inovação em saúde para Dubai

A Inovamotion, healthtech catarinense especializada no desenvolvimento de soluções inovadoras para a gestão em saúde, dá um passo decisivo em sua estratégia de internacionalização ao participar, pela primeira vez, da World Health Expo, uma das feiras mais importantes do setor de saúde no mundo. O evento acontece entre os dias 9 e 12 de fevereiro, no Centro de Exposições de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, reunindo profissionais, empresas, governos e investidores de diferentes regiões. Na ocasião, a empresa catarinense apresentará ao público internacional o Patello, dispositivo voltado à mobilização do joelho, que marca uma nova fase da empresa. Após o lançamento nacional realizado em 2025 durante a Feira Hospitalar, tida como o principal evento da área na América Latina, o produto chega agora ao palco global, em um momento estratégico, com certificações regulatórias avançadas e prontas para viabilizar sua comercialização. Para Juliano Perfeito, CEO da Inovamotion, a participação na feira representa um marco para a startup e para o posicionamento do Patello no mercado internacional. “Estar presente na World Health Expo é fundamental para dar visibilidade à Inovamotion e apresentar o Patello a potenciais distribuidores e parceiros globais. É o ambiente certo para construir conexões, abrir mercados e consolidar a presença internacional da empresa”, afirma. A Inovamotion contará com um estande próprio na feira, onde apresentará demonstrações do Patello e de outras soluções do portfólio, com apoio de materiais audiovisuais e equipe preparadas para receber visitantes e potenciais parceiros. Representando a empresa estarão Carlos Alberto Pierre, diretor de Relacionamentos; Igor Riffel, diretor de Operações; Leandro Costa, diretor Jurídico da empresa, além de Juliano Perfeito, CEO da Inovamotion. A expectativa da companhia é que a participação na World Health Expo funcione como um divisor de águas na trajetória da Inovamotion, ampliando o alcance internacional da marca e abrindo caminhos para acordos de distribuição em diferentes mercados. “Se no ano passado a Feira Hospitalar marcou o momento de apresentar nossas soluções ao Brasil, agora Dubai simboliza o lançamento da Inovamotion e do Patello para o mundo”, resume Juliano. Ao marcar presença na World Health Expo, a Inovamotion reforça o potencial da inovação brasileira e catarinense no cenário internacional e consolida sua ambição de contribuir para o futuro da saúde por meio de tecnologia, eficiência e soluções centradas no cuidado com as pessoas. Tecnologia “made in Brasil” O Patello foi desenvolvido ao longo de sete anos de estudos. Ele atua como agente imobilizador passivo e multidirecional da patela – o osso conhecido como “rótula” – com ajustes que permitem personalizar a frequência, a intensidade, a duração e até a direção dos movimentos. Essa precisão possibilita que o tratamento seja adaptado às necessidades individuais de cada paciente, seja no ambiente clínico ou em casa, graças à interface intuitiva do próprio equipamento e ao suporte de um aplicativo móvel. Na prática, a tecnologia impacta em diferentes frentes da reabilitação. Ao movimentar a patela de forma controlada e segura, o Patello reduz a dor crônica e a rigidez articular, estimula a circulação do líquido sinovial responsável pela nutrição da cartilagem e ativa mecanismos anti-inflamatórios naturais do corpo. Esse conjunto de efeitos contribui para o alívio da dor, melhora da mobilidade e da função do joelho. Ambos são pontos decisivos na reabilitação para quem precisa retomar atividades do dia a dia após uma cirurgia ou lesão.

Loja Integrada anuncia Jaqueline Barsi como VP de Marketing para liderar nova fase da marca e inovação no varejo digital

A Loja Integrada inicia 2026 acelerando sua evolução para uma nova geração de e-commerce, que reduz a complexidade do dia a dia do empreendedor ao incorporar inteligência, dados e conhecimento prático à experiência da plataforma. Como parte dessa estratégia, a empresa anuncia a chegada de Jaqueline Barsi como nova Vice-Presidente de Marketing. A executiva assume o cargo em um momento-chave da empresa, marcado pelo desenvolvimento do uso de inteligência artificial no varejo e lançamento da Komea – uma rede de assistentes e agentes de IA desenvolvida para apoiar lojistas em diferentes estágios do negócio online, simplificando a operação e acelerando vendas. Jaqueline Barsi chega à Loja Integrada como Vice-Presidente de Marketing trazendo uma perspectiva prática e conectada à realidade do empreendedor digital. Além de sua trajetória em grandes empresas (Ambev e Stone), Jaqueline é lojista digital (fundadora da Artse – vinhos e espumantes em lata), uma marca nativa digital, tendo vivenciado na prática os desafios de quem empreende no e-commerce — da atração de clientes à conversão, logística, construção de marca e escala do negócio. “Minha chegada à Loja Integrada conecta dois pilares importantes da empresa: a construção de marcas fortes e a escuta ativa de quem empreende. A Komea nasce exatamente dessa lógica — uma tecnologia construída junto com o lojista, pensada tanto para quem está começando e precisa vender rápido, quanto para quem já está em fase de crescimento e precisa otimizar custos e tomar decisões de negócio com maior retorno em receita ”, afirma Jaqueline Barsi, VP de Marketing da Loja Integrada. Para Lucas Bacic, CEO da Loja Integrada, essa vivência como empreendedora é um diferencial estratégico para a Loja Integrada, cuja grande parte do público é formada por pequenos e médios lojistas online. “À frente do marketing, a executiva passa a contribuir com um olhar orientado a produto, crescimento e experiência do lojista, fortalecendo o posicionamento da plataforma como parceira real de quem vende online no Brasil”, diz. Entre os objetivos estratégicos da empresa para este ano estão a apresentação de uma nova marca do produto Loja Integrada, a consolidação de relevância no uso de IA aplicada ao varejo e, principalmente, simplificar a gestão de lojas virtuais e ajudar pequenos e médios lojistas a venderem mais com menos complexidade. Junto à nova estratégia de marketing, a Loja Integrada traz um crescimento de 20% no volume de novas contas. E na base de lojistas ativos, registrou mais de R$ 3 bilhões em faturamento transacional no ano. As soluções integradas acompanharam essa expansão: o Pagali ultrapassou 1 bi de transações realizadas, enquanto o Enviali ultrapassou 700 mil etiquetas de frete emitidas, reforçando a capacidade da plataforma de escalar com eficiência e gerar valor real para quem vende online. “Em um contexto em que 90% das lojas criadas online não resistem ao primeiro ano, o meu objetivo é poder viabilizar o sonho do empreendedor que quer e precisa ganhar dinheiro online trazendo simplicidade e retorno para quem está começando”, explica Jaqueline  Treinada para apoiar lojistas do estágio inicial ao crescimento, a Komea analisa dados, identifica oportunidades e sugere ou executa ações de forma automatizada, sempre com o aceite do lojista online. Testada por mais de 180 clientes desde 2025, a tecnologia já está disponível para todo o mercado.

Inovação digital é a principal estratégia de sobrevivência para PMEs

Por Rico Araujo, CEO da PX/Brasil Durante muito tempo, a transformação digital foi tratada como um território exclusivo das grandes corporações. Projetos caros, ciclos longos de implementação e equipes altamente especializadas alimentaram a percepção de que inovar era sinônimo de alto investimento. Essa narrativa, no entanto, já não se sustenta. Em um cenário marcado por mudanças aceleradas, concorrência ampliada e consumidores cada vez mais exigentes, são justamente as pequenas e médias empresas que mais dependem da inovação para manter relevância, competitividade e sustentabilidade. Essa virada acontece porque a transformação digital passou a ocupar um papel estratégico. Não se trata de adotar ferramentas por modismo, mas de repensar a forma como o negócio opera, se comunica e entrega valor ao cliente. Para as PMEs, inovar começa com uma mudança de mentalidade: sair do improviso, abandonar decisões baseadas apenas na intuição e estruturar processos orientados por dados, objetivos claros e foco no cliente. A tecnologia entra como meio, não como fim, e é justamente por isso que um dos maiores equívocos cometidos por pequenas e médias empresas é associar inovação a grandes orçamentos. Na prática, os ganhos mais relevantes costumam surgir de ações simples e bem direcionadas, como automatizar tarefas operacionais, organizar informações comerciais, acompanhar indicadores de desempenho e melhorar a comunicação com clientes já são movimentos capazes de gerar saltos expressivos de produtividade. Esse impacto não é apenas teórico. Um estudo da McKinsey aponta que empresas que adotam automação em suas operações podem aumentar a produtividade em até 45% ao longo de cinco anos, evidenciando que eficiência está muito mais ligada a decisões estratégicas do que ao tamanho do investimento. Além disso, ferramentas que antes eram inacessíveis, como CRMs, plataformas de automação de marketing, soluções de análise de dados e aplicações de inteligência artificial, hoje estão ao alcance de negócios de todos os portes, tornando-as mais intuitivas, escaláveis e financeiramente viáveis. A própria adoção da IA pelas PMEs brasileiras reflete esse movimento. Segundo a pesquisa “Futuro das Empresas: o impacto da Inteligência Artificial nas PMEs”, realizada pela HostGator, 61,41% dos empresários brasileiros já utilizam inteligência artificial em suas operações, e 46% afirmam que essa tecnologia faz parte da rotina do negócio. Mais do que uma tendência emergente, a IA já se consolida como uma ferramenta prática de gestão. O levantamento também revela uma percepção amplamente positiva sobre o impacto da tecnologia. Entre os entrevistados, 68,34% acreditam que a inteligência artificial ajudará as PMEs a crescer e se tornar mais competitivas nos próximos cinco anos, enquanto 91,63% confiam em seu potencial para melhorar a eficiência operacional. Esses dados reforçam que a transformação digital passou a ser um caminho concreto para ganhos de escala, produtividade e tomada de decisão mais qualificada. No marketing, essa transformação é ainda mais evidente. Estar presente no digital já não é suficiente, porque publicar conteúdos sem estratégia ou investir em mídia sem análise de resultados tende a gerar desperdício de recursos e frustração. A inovação, nesse contexto, passa pelo uso inteligente de dados, pela personalização da comunicação e pela integração entre canais digitais e físicos. Quando o marketing é pensado como parte do modelo de negócio, ele deixa de ser custo e se transforma em alavanca de crescimento. A automação de processos internos reduz erros, aumenta a velocidade das entregas e libera tempo das equipes para atividades estratégicas, como inovação, relacionamento com clientes e desenvolvimento de novos produtos ou serviços. Ao mesmo tempo, a digitalização favorece uma gestão mais profissional, baseada em métricas claras, indicadores de desempenho e acompanhamento contínuo dos resultados, elementos essenciais para a longevidade das PMEs. Diante disso, a grande vantagem competitiva das pequenas e médias empresas é a agilidade. Estruturas mais enxutas e menos burocráticas permitem testar soluções, ajustar estratégias e implementar melhorias com rapidez. Quando essa agilidade é combinada com visão estratégica, tecnologia adequada e entendimento profundo do mercado, o potencial de crescimento se multiplica. As PMEs deixam de apenas reagir às mudanças e passam a moldar suas próprias oportunidades. No fim, transformação digital não é sobre seguir tendências, mas sobre usar a inovação de forma inteligente para gerar valor real. Empresas que compreendem essa lógica deixam de competir apenas por preço e passam a disputar espaço por diferenciação, experiência e relevância. Em um mercado cada vez mais conectado e dinâmico, a inovação deixa de ser uma escolha e se torna a condição para que as PMEs não apenas sobrevivam, mas se destaquem e cresçam de forma consistente. *Rico Araujo é especialista no desenvolvimento de projetos que integram marketing e inovação estratégica para transformar marcas em negócios altamente competitivos. CEO da PX/Brasil, agência especializada em marketing estratégico, posicionamento competitivo e geração de negócios, e conselheiro de Inovação.

Em parceria, Ademicon e Agência Curitiba lançam edital de inovação

A Ademicon, maior administradora independente de consórcio do Brasil em créditos ativos, lançou, em parceria com a Agência Curitiba de Desenvolvimento e Inovação, um edital para selecionar startups e empresas de base tecnológica interessadas em criar soluções digitais para o setor de consórcio. A iniciativa integra o programa INNOVA Ademicon e fortalece o compromisso da companhia com a inovação e evolução contínua de seus processos. As inscrições estão abertas até 05 de fevereiro de 2026 e podem ser realizadas gratuitamente pelo link Link  A proposta busca estimular o desenvolvimento de soluções capazes de modernizar e otimizar a gestão da jornada dos consultores da rede Ademicon, com foco em integração de informações, análise de desempenho e apoio à tomada de decisões. Entre os principais desafios estão a criação de relatórios inteligentes, alertas preditivos, registro de ocorrências e visualização detalhada das unidades de negócio, contribuindo para uma operação mais eficiente, conectada e orientada por dados. Para a administradora, o projeto representa mais um passo na estratégia de investir em tecnologia como diferencial competitivo. A companhia tem ampliado seus investimentos em inovação nos últimos anos, adotando soluções digitais para aprimorar a experiência de clientes, consultores e colaboradores, além de fortalecer sua governança e capacidade analítica. “Acreditamos na inovação como um processo colaborativo. Sendo assim, o INNOVA Ademicon busca aproximar startups do mercado de consórcios, contribuindo para um ambiente mais eficiente e inteligente”, destaca Guilherme Carrasco, vice-presidente executivo da Ademicon. Funcionamento O edital prevê um investimento mínimo de R$ 100 mil na solução vencedora. O valor pode ser ampliado de acordo com a qualidade e potencial de implementação da proposta, mediante negociação entre a startup selecionada e a Ademicon. Empresas de todo o Brasil podem participar, desde que possuam CNPJ ativo e atendam aos critérios técnicos definidos. O processo seletivo será realizado em etapas que incluem análise técnica, prova de conceito e apresentação presencial na sede da Ademicon, em Curitiba. Até seis propostas serão selecionadas para a fase final, quando as startups deverão apresentar protótipos funcionais e modelos de implementação. O resultado está previsto para 10 de março de 2026, durante edição especial do evento Paiol Digital.

De São Caetano para o mundo: Startup do Parque Tecnológico de São Caetano lança aplicativo pioneiro para Educação do Sono do Bebê

Acaba de ser lançado oficialmente o Soninho App, uma solução inovadora nascida e desenvolvida com o apoio do ecossistema de inovação de São Caetano do Sul. A plataforma é a primeira do Brasil a unir ciência, acolhimento materno e tecnologia acessível para apoiar mães de bebês de 0 a 5 anos a conquistarem noites de sono mais tranquilas. O projeto conta com a chancela do Parque Tecnológico de São Caetano e da Prefeitura Municipal, reforçando a vocação da cidade como polo de tecnologia e empreendedorismo. O Problema: A Epidemia da Privação de Sono Dados de mercado apontam que mais de 70% das mães de bebês com até 1 ano sofrem de privação de sono crônica. O excesso de informações conflitantes na internet gera insegurança e culpa, impactando diretamente a saúde mental, conjugal e produtiva das famílias. Para resolver essa dor latente, o Soninho App foi desenvolvido para oferecer um “Plano de Sono Personalizado”. Diferente de conselhos genéricos, o aplicativo utiliza algoritmos para entender o contexto de cada família e as peculiaridades de cada bebê, entregando instruções diárias baseadas na metodologia Soninho no Ninho, desenvolvida pela Consultora Internacional de Sono Aline Galhardo. Tecnologia com DNA Sul-Caetanense Por trás da tecnologia está um time de sócios que combina expertise técnica e prática. A equipe é formada por Ana Flávia Rohrbacher (Marketing & Negócios), administradora e empreendedora com mais de 10 anos de experiência; Leandro Rohrbacher Tavano (Tecnologia), desenvolvedor graduado pela FATEC de São Bernardo do Campo ; e Aline Galhardo, Consultora Internacional de Sono e autora do best-seller “O Mínimo sobre Sono do Bebê”. Principais Funcionalidades do App: O aplicativo já está disponível para download na App Store e no Google Play e opera com modelo freemium (download gratuito com funcionalidades Premium). Onde baixar: Disponível para iOS e Android (www.soninho.app)

Seis tendências de inovação para 2026

Por Alexandre Pierro Inovar nunca foi apenas sobre tecnologia, mas sobre aliar uma visão de futuro, capacidade de adaptação e estratégia para se antecipar e sobressair. O mercado vive cenários de grandes mudanças e transformações que exigem das empresas não apenas investir nessas inovações, mas, acima de tudo, saber quais integrar, com eficácia, à realidade do negócio, ganhando ainda mais escalabilidade, maturidade e vantagem competitiva.  Em 2026, o cenário global continuará desafiador: custos pressionados, consumidores mais conscientes, mercados mais voláteis e uma concorrência cada vez mais digital. E é justamente nesse cenário que as tendências inovadoras se tornam peças estratégicas – não apenas de sobrevivência, mas para construir uma base de crescimento mais sólida em 2027.  Pensando nisso, veja seis dessas tendências que mais se destacarão este ano:  #1 Inverno e bolha de IA: o termo do AI Winter, surgido na década de 80, descreve períodos em que o entusiasmo pela inteligência artificial teria uma grande queda, normalmente visto após um ciclo de altas expectativas – algo que poderemos notar em 2026. Isso porque, segundo um estudo recente da Gartner, apenas 6% dos CFOs notaram um aumento no lucro ou receita com essa tecnologia. A IA não está gerando o retorno que tanto se esperava, o que pode levar ao fechamento de portas de muitas empresas e a um efeito cascata grave em termos econômicos para todo o mercado.  #2 Mudanças geopolíticas: a corrida pela supremacia em IA está reconfigurando o mercado global, cujos acordos e mudanças vêm fazendo emergir novas potências referências nessa tecnologia como, por exemplo, a China, que já está ganhando forte visibilidade em suas inovações de computação quântica, 6G, e demais serviços estruturados com essa ferramenta. Qualquer alteração nessa competição impacta, diretamente, a logística e o fornecimento de soluções tecnológicas ao mundo.  #3 Computação quântica: muitos projetos nesse sentido já estão sendo desenvolvidos na China, e devem ganhar força este ano na prestação de serviços pautados com essa tecnologia. Ela permitirá uma maior velocidade em simulações computacionais, agilizando as tomadas de decisões e desenvolvimento de ações que, antes, poderiam levar meses ou anos. Segundo estimativas de um levantamento do InvestingPro, este mercado deve atingir uma receita de US$ 2 bilhões em 2026, uma área extremamente rica a ser explorada.  #4 Dados, confiança e governança: cada vez mais, por conta não apenas da IA, mas também do IB e das intensas transformações tecnológicas, é essencial ter confiança nos dados que são analisados como base para as tomadas de decisões. Afinal, sem informações reais e confiáveis, os riscos de estratégias sem retorno são altos. É aqui que a governança se faz presente, crucial para garantir essa segurança, ainda mais quando apoiada por metodologias internacionais que reforcem medidas nesse sentido, como a ISO 27001 – mitigando riscos de fraudes e vazamentos que prejudiquem as operações.  #5 Transformação do trabalho: a tecnologia nunca substituirá o trabalho humano. Contudo, é fato que, conforme tivermos cada vez mais avanços digitais, todo o mercado se transformará, criando posições e vagas imersas nesse universo – ao mesmo tempo em que outras podem deixar de existir com o tempo. Essas mudanças exigem que as empresas invistam na capacitação de seus times, fornecendo o conhecimento necessário para que usufruam dos recursos e benefícios que essas soluções podem oferecer.  #6 Economia prateada: muitas dificuldades têm sido relatadas nos ambientes profissionais em lidar com as gerações mais novas, pouco pacientes ao mundo corporativo. Isso vem fazendo com que muitos gestores estejam contratando talentos mais seniores, dando espaço para que reingressem no mercado e tragam toda a sua bagagem e experiência aos tempos modernos – o que, certamente, também favorece muito a pluralidade de visões e pensamentos a fim de transformar ideias em geração de valor.  O ano de 2026 será marcado por grandes dificuldades e inflexões, ainda mais diante de eventos globais como a Copa do Mundo, conflitos geopolíticos e as eleições nacionais. Ao mesmo tempo, pode ser um período de importantes transformações ao mercado, que exigirá o mesmo movimento de adaptação por parte das empresas. Afinal, só aquelas que souberem como se adaptar, com estratégia, neste intenso dinamismo, conseguirão colher frutos maduros em 2027.  Alexandre Pierro é mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina. 

O preço de tributar a inovação antes que ela exista

Por Prof. Dr. Marcelo Massarani Recentemente fui levado a revisitar um momento marcante da minha trajetória acadêmica e profissional, ao ver lembrados 30 anos de uma iniciativa que, à época, ainda era pouco comum no ambiente universitário brasileiro. Em 1995, começávamos a oferecer os primeiros cursos de empreendedorismo na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), de forma voluntária, em um esforço que viria a se consolidar como o Centro Minerva de Empreendedorismo. Tratava-se de um movimento pioneiro de aproximação entre engenharia, educação e atuação prática em inovação. Éramos um grupo pequeno, mas intenso em convicção, que mobilizou estudantes e professores para pensar de forma sistemática como transformar conhecimento técnico em iniciativas empreendedoras com impacto econômico e social.  Com o passar dos anos, esse movimento produziu resultados concretos, tanto na formação de pessoas quanto na criação de empresas e na disseminação de uma mentalidade de inovação aplicada à engenharia e à gestão tecnológica, além de alimentar redes de profissionais e instituições que seguem inspirando novas gerações. O sonho, ao menos o meu, era simples e ambicioso ao mesmo tempo: que, ao longo das décadas seguintes, surgissem no país startups de base tecnológica profunda (deep techs), capazes de competir internacionalmente e de ancorar um novo patamar de desenvolvimento. O contraste com a realidade atual é inevitável. Apesar do avanço na formação técnica e científica e do amadurecimento de parte do ecossistema empreendedor, o Brasil segue demonstrando enorme dificuldade em transformar esse potencial em um fluxo consistente de startups deep tech, capazes de atravessar o longo caminho entre a pesquisa e a indústria. E essa dificuldade não é fruto de escassez de talento ou de ambição, mas de um ambiente institucional que, ao longo do tempo, se mostrou pouco disposto a tolerar risco, tempo e aprendizado, sobretudo quando isso implica adiar a arrecadação. É importante esclarecer do que se fala quando se usa o termo startups deep tech. Trata-se de empresas cuja proposta de valor está ancorada em conhecimento científico ou tecnológico difícil de reproduzir. São negócios baseados em novos materiais, biotecnologia, energia, mobilidade avançada, manufatura de precisão, sistemas críticos, sensores, inteligência embarcada e processos industriais inovadores. As deep techs exigem ciclos longos de pesquisa, prototipagem, testes, certificações e capital intensivo antes de qualquer receita relevante. O aprendizado tecnológico, nesse caso, não é acessório. Ele é o próprio processo produtivo. Em países que compreenderam essa natureza, o desenho tributário acompanha essa lógica. Nos Estados Unidos, por exemplo, startups inovadoras podem utilizar créditos fiscais de pesquisa e desenvolvimento inclusive para compensar encargos sobre a folha de pagamento, mesmo operando sem lucro. Isso permite que recursos destinados à inovação retornem parcialmente ao caixa da empresa, alongando seu fôlego financeiro. Além disso, prejuízos acumulados podem ser compensados no futuro, de modo que a tributação efetiva só ocorre quando o sucesso econômico se materializa. Na França, o regime das jovens empresas inovadoras oferece isenções temporárias de imposto sobre lucro e de contribuições sociais incidentes sobre pesquisadores, além de créditos fiscais que devolvem em dinheiro uma parcela significativa dos gastos com pesquisa. O efeito prático é a redução drástica do custo da fase mais arriscada do empreendimento, justamente aquela em que o conhecimento ainda está sendo convertido em tecnologia aplicável. O Reino Unido adotou uma abordagem semelhante ao permitir que empresas inovadoras recuperem uma fração relevante de seus investimentos em pesquisa por meio de créditos fiscais reembolsáveis, mesmo quando não há imposto a pagar. Trata-se de um reconhecimento explícito de que a inovação profunda consome recursos antes de gerar resultados e que o Estado pode, de forma inteligente, compartilhar parte desse risco. Israel foi ainda mais direto ao longo de sua trajetória. Ao reduzir fortemente a tributação sobre receitas tecnológicas e oferecer incentivos claros a investidores que reinvestem em inovação, o país criou um ambiente em que o sucesso é tributado, mas a tentativa é protegida. A Coreia do Sul, por sua vez, combinou períodos de isenção de imposto para novas empresas com créditos fiscais elevados para pesquisa em áreas estratégicas, integrando política tributária e política industrial de maneira explícita. Em todos esses casos, a mensagem institucional é clara. Inovar é arriscado, leva tempo e custa caro. Por isso, o sistema tributário deve incidir com maior peso sobre o resultado e com menor intensidade sobre o caminho até ele. Essa escolha não reduz a arrecadação no longo prazo, mas a adia e a torna mais sustentável. No Brasil, a lógica é inversa. A tributação sobre folha de pagamento, serviços, insumos e equipamentos incide desde o primeiro dia, independentemente de a empresa estar gerando receita ou apenas consumindo capital em atividades de aprendizado e validação tecnológica. O Estado cobra cedo, cobra sempre e cobra de forma complexa. O efeito é a penalização do erro, da experimentação e do tempo longo, exatamente os elementos centrais das deep techs. É evidente que o Estado brasileiro enfrenta pressões fiscais reais e demandas sociais legítimas, mas isso não elimina a necessidade de distinguir, no desenho das políticas públicas, o que é consumo imediato do que é investimento estratégico em futuro produtivo. Os incentivos existentes, como a Lei do Bem, são tecnicamente bem concebidos, mas pouco acessíveis às startups em seus estágios iniciais. Exigem enquadramentos tributários complexos e, sobretudo, a existência de lucro tributável, o que raramente ocorre quando a empresa ainda está desenvolvendo tecnologia. Na prática, o incentivo chega quando o risco maior já foi superado, e não quando ele mais precisa ser amortecido. Nesse ambiente, muitos empreendedores acabam direcionando seus esforços para empresas focadas no desenvolvimento de software, sistemas computacionais e aplicações digitais. Não se trata de uma preferência conceitual, mas de uma adaptação racional. Esses negócios demandam menos capital físico, menos importações, menos certificações e são menos expostos à tributação cumulativa que incide sobre processos produtivos mais intensivos em infraestrutura e experimentação. É uma escolha defensiva, induzida por um sistema que torna caro errar onde o aprendizado exige matéria, laboratório e tempo. O resultado é um ecossistema que fala muito de inovação, mas entrega pouco em termos de

Inovação como estratégia: como a Rennova transformou P&D e educação médica continuada em vantagem competitiva

Com o compromisso de liderar a transformação da estética injetável no Brasil, a Rennova vem se destacando ao adotar a inovação como pilar estratégico de crescimento. Indo além do lançamento de produtos, a marca investe de forma consistente em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e em um robusto ecossistema de educação médica, consolidando sua posição como referência técnica e científica no setor. “Acreditamos que a inovação precisa ser construída com profundidade e responsabilidade. Por isso, nossos esforços não se limitam à criação de fórmulas inéditas — envolvem também a capacitação do profissional e a geração de conhecimento técnico baseado em evidências”, afirma Leonardo Rezende, CEO da Rennova. A empresa, que hoje é a maior referência em produtos com ácido hialurônico da América Latina, direciona aproximadamente 70% de seus investimentos para iniciativas ligadas à ciência e educação, incluindo a estrutura do Rennova Academy — marca educacional da companhia que reúne: Esse modelo inovador, que une desenvolvimento de produto + formação técnica, permite que cada lançamento da Rennova chegue ao mercado com respaldo científico, segurança e aplicabilidade prática — facilitando sua adoção clínica e fortalecendo a confiança entre profissionais e pacientes. Além disso, a Rennova mantém um Comitê Científico multidisciplinar, que atua desde a fase conceitual até os testes de performance, assegurando que as soluções oferecidas estejam alinhadas com os mais altos padrões técnicos e éticos da medicina estética. Entre os destaques do portfólio, estão linhas como Rennova Diamond (bioestimulador com alta performance), Rennova Elleva, todos com aplicação integrada nos protocolos da marca — uma abordagem sinérgica que tem sido diferencial competitivo frente a marcas internacionais. Este ano, a Rennova avançou ainda mais nessa estratégia com o lançamento de uma marca completa de skincare complementar aos procedimentos injetáveis: Rennova Care. Essa novidade marcou um momento significativo para a empresa e demandou intensa dedicação técnica do time de P&D, já que reúne formulações avançadas projetadas para atuar de forma sinérgica com os tratamentos estéticos e maximizar seus resultados. “Acreditamos em um mercado ético, sustentável e orientado pela ciência. Nossa missão é capacitar o profissional, oferecer segurança ao paciente e impulsionar a estética injetável brasileira com inovação real e responsável”, completa Leonardo Rezende.

Goiânia recebe o Health Innovation Fórum (HIF) 2026

O Health Innovation Fórum 2026 (HIF 2026) será realizado nos dias 28 e 29 de janeiro de 2026, no Espaço Dois Ipês, em Goiânia (GO). O evento consolida-se como uma das principais feiras hospitalares do cenário nacional, reunindo aproximadamente 1.500 profissionais da área da saúde, gestores, líderes e empresas que atuam diretamente na transformação do setor. Com mais de 50 palestrantes confirmados, o HIF 2026 se firma como um fórum que vai além da teoria, trazendo casos reais de aplicação de IA, integração digital e robótica, além de arenas temáticas, focus groups, podcasts ao vivo e demonstrações tecnológicas de mercado. “O setor hospitalar não vai quebrar, ele vai mudar. Os hospitais ainda funcionam, mas com dor, custo e perda. O problema não é visível como uma catástrofe, é silencioso como um sistema travado. Quem não evoluir agora, vai desaparecer nos próximos anos. O Brasil ainda não tem um centro de gravidade para a inovação em saúde. Falta um espaço onde decisões se encontram, onde o futuro se articula, e onde os protagonistas falam entre si, não sozinhos. O HIF não acontece, ele convoca. É onde quem pensa, decide e faz a saúde acontecer se reúne, não por agenda, mas por urgência”, ressalta Gabriel Alencar Coelho, CEO da Hospcom, empresa idealizadora do evento. Ao todo, serão dois dias de imersão completa em inovação hospitalar, cinco arenas temáticas para discussões especializadas, 60 atividades entre palestras, workshops e demonstrações e mais de 1500 decisores moldando o futuro da saúde no Brasil. Trata-se de uma experiência enriquecedora e única no segmento. Diretores Hospitalares, engenheiros clínicos, profissionais acadêmicos, de Startups e da indústria estarão presentes. “Agir é o verbo que define o evento, estimulando líderes a romper a inércia e acelerar a adoção de tecnologias que já transformam o cuidado no mundo”, afirma Coelho. Entre os temas centrais do HIF 2026 estão assuntos relevantes como Inteligência Artificial aplicada à saúde, Integração digital e interoperabilidade (Big Data), Robótica assistencial e cirúrgica, Gestão e planejamento digital, Governança clínica e sustentabilidade, além de novos modelos de cuidado, produtividade e eficiência. SERVIÇO:Evento: HIF – Health Innovation Forum 2026Data: 28 e 29 de janeiro de 2026Local: Espaço Dois Ipês – Av. Quitandinha, 600, Setor Jaó, Goiânia (GO)Capacidade: 1.500 participantesSite: https://healthinnovationforum.com.brPúblico-alvo: gestores, diretores hospitalares, clínicas, operadoras, startups, indústrias, investidores, universidades e centros de pesquisa.

Batavo promove Holandesa ao cargo de Diretora de Receitas e Inovação

Pela primeira vez desde que surgiu como rosto nas embalagens da Batavo, há quase 100 anos, a clássica Holandesa deixa de ser apenas uma imagem no logo da marca para se tornar protagonista da própria história. A personagem assume oficialmente o cargo de Diretora de Receitas e Inovação da Batavo — e inaugura uma fase inédita para a marca, que passa a contar sua trajetória pelas mãos de quem sempre esteve no imaginário dos brasileiros. Filha de Carambeí, cidade no interior do Paraná, criada entre tradições holandesas e a cultura leiteira local, a Holandesa sempre foi guardiã da história da Batavo. Agora, passa a ser também guardiã do futuro: responsável por experimentar sabores, investigar tendências e conectar inovação à essência da marca, tudo movido por um único objetivo: encontrar a receita perfeita. A nova fase marca o início de um arco narrativo que levará o público a conhecer a Holandesa como personagem real, com desejos e ambições, além de um papel ativo dentro da empresa. “A Holandesa sempre foi parte da nossa história, mas agora ela se torna narradora, voz e protagonista da Batavo. Pela primeira vez, um personagem assume um cargo dentro da empresa, com voz ativa e participação real nas iniciativas da marca. Trazer a Holandesa para a vida é também dar vida ao futuro da Batavo”, afirma Raphael Cumplido, Diretor de Marketing da Batavo. No papel de Diretora de Receitas e Inovação, a Holandesa inicia sua jornada convidando o público a acompanhar experimentações dentro e fora da cozinha. Ela atravessa a história da Batavo, atravessa a história da cidade de Carambeí e agora atravessa o país em busca de novas referências, ingredientes e olhares contemporâneos sobre alimentação, sustentabilidade e sabor, sempre resgatando a cultura leiteira da Holanda, considerada por muitos a melhor do mundo, e o desenvolvimento de iogurtes e produtos lácteos . Ao longo do ano, iniciativas como press trips, entrevistas, ativações, presença em programas de TV e experiências culturais vão contar não apenas sobre novos produtos, mas sobre o universo da personagem e como ela enxerga o mundo que a inspirou. Para a Talent, agência responsável pela estratégia da personagem, a Holandesa representa uma das mais profundas materializações da visão criativa da marca. “A Holandesa deixa de ser apenas um ícone, e passa a ter uma história real. Essa é uma das ideias que nasceram dentro do LacLab, nosso time dedicado à Lactalis dentro da Talent. Um HUB interdisciplinar que foi estruturado com profissionais híbridos da agência e do cliente. Foi a partir dessa integração que conseguimos construir uma visão estratégica e contínua para a marca, e reforçamos o papel da Talent como um player de conteúdo e performance, conectado aos objetivos reais de negócio do cliente. Dar vida à Holandesa é inaugurar uma nova etapa desse modelo”, afirma Gustavo Victorino, Chief Creative Officer da Talent. A Batavo nasceu da tradição holandesa, mas cresceu influenciada pela cultura brasileira. Agora, encontra uma forma simbólica e contemporânea de unir essas dimensões: trazendo a Holandesa para o presente, e dando a ela o papel que sempre representou, mas nunca pôde assumir oficialmente. Mais do que uma campanha, o projeto marca um novo capítulo na trajetória da Batavo, em que passado, presente e, agora, o futuro passam a ser conduzidos pela personagem que sempre simbolizou a essência da marca. Veja o filme: Saiba mais nas redes sociais da marca: Site: https://www.batavo.com.br/ IG: https://www.instagram.com/batavo/ Facebook: https://www.facebook.com/batavobrasil Tik Tok: https://www.tiktok.com/@batavobrasil  YouTube: https://www.youtube.com/@BatavoBrasil FICHA TÉCNICA Anunciante: LactalisProduto: BatavoTítulo: Holandesa Aprovação do Cliente: Raphael Cumplido, Daniel Martins, Dayana Silva, Thais Assumpção Agência: TalentCEO: Lica BuenoCCO: Gustavo VictorinoCOO: Eduardo MegaleCSO: Gabriela SoaresVP Mídia: Vitor Kamada Executive Creative Director (ECD): Ana Carolina ReisCriação: Tales Lima e Juliano Faerman Executive Content Director (ECD): Natalia Fava  Conteúdo: Bárbara Joana João Pedro Oliveira Executive Business Director: Bianca Bizello Negócios: Carlos Lima, Julia Martinez e Wey Borges Executive Media Director: Rodrigo Simões Mídia: Ricardo Natalino, Fabian Mattua, Mayara Silva, Renato Leite e Julia Doretto Executive Operations Director: Malu Chagas Operações e Projetos: Carolina Rodrigues e Julia Martinez Executive Strategy Director: Felipe Pádua Estratégia: Pedro Spadoni, Malu Vaz e Patrícia Corazza Head de Produção Integrada: Paula Alimonda Produção Integrada: Gabriela Ferrer e Bordô Andrade Executive Business Intelligence Director: Felipe Borges BI: Maria Betânia leite e Fabio Pinheiro PR e Comunicação: Larissa Spinola e Marjorie Martins

Anestech lança painel de dados para gestão individual da prática anestésica

A Anestech, empresa de tecnologia em anestesia criada a partir da prática de médicos anestesistas, anuncia o Anestesia Cloud, um painel analítico voltado à prática individual do anestesiologista. Integrado ao AxReg, ficha anestésica digital da companhia, o sistema organiza dados em indicadores de completude de registro, produtividade e qualidade assistencial, com impacto também para gestores e instituições de saúde. Um dos pontos de partida da solução – pioneira no Brasil – é enfrentar dificuldades comuns na rotina da especialidade: pouca clareza sobre o próprio perfil de atuação, dificuldade em acompanhar a produção ao longo do tempo, baixa previsibilidade da agenda e pouca visibilidade sobre vulnerabilidades do registro anestésico. Informações relevantes e incidentes ainda se perdem facilmente em registros dispersos ou pouco estruturados. Com o Anestesia Cloud, o conjunto de fichas anestésicas digitais passa a ser apresentado em um painel de indicadores individuais, simples de acessar e interpretar. Segundo a Anestech, o anestesista pode se autoavaliar de forma objetiva, comparar-se com o próprio histórico e ajustar sua prática com base em evidências. Ao mesmo tempo, gestores de grupos e centros cirúrgicos têm uma visão consolidada da equipe. O painel se organiza em três grandes eixos. O primeiro é a completude do registro anestésico. Um score mostra a porcentagem de fichas bem preenchidas e aponta onde há lacunas. É possível identificar rapidamente campos essenciais faltantes ou incompletos, como classificação ASA, técnica anestésica e peso, entre outros dados clínicos relevantes. Ao clicar no indicador, o profissional visualiza a lista de fichas e os respectivos campos pendentes, transformando um ponto cego em roteiro de melhoria contínua. O segundo eixo reúne dashboards de produtividade, com informações como tempo em anestesia, médias por período e volume médio de procedimentos por dia ao longo de intervalos selecionados. Isso permite acompanhar a produção de forma objetiva, apoiar discussões sobre condições de trabalho, planejamento de agenda e organização do ciclo de receita. O terceiro eixo traz um resumo dos procedimentos realizados e dos incidentes registrados. O anestesista passa a enxergar seu perfil de atuação (quais são os casos mais frequentes, em que tipo de procedimento há mais incidentes e que padrões exigem atenção) em um formato visual e de fácil leitura. Segundo Giorgio Pretto, anestesista e CMIO (chief medical information officer) da empresa, a lógica do Anestesia Cloud parte de um encadeamento simples: registros mais completos e estruturados favorecem decisões clínicas melhores, assistência mais segura, menos glosas e um ciclo de receita mais eficiente. “O painel torna esse ciclo visível, mensurável e acionável, tanto para o anestesista, quanto para o gestor e a instituição”, completa.

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