OXXO aposta em influenciadores especialistas de economia para reforçar combos e impulsionar categoria de foodservice
Com foco em ampliar o consumo da categoria de food, um dos pilares estratégicos da marca, e reforçar sua proposta de conveniência com preço acessível, o OXXO lançou uma ação com criadores de conteúdo especializados em economia pessoal para destacar ofertas e combos disponíveis nas lojas da rede. A iniciativa também reforça a estratégia da marca de se aproximar do consumidor por meio de influenciadores digitais, ampliando o alcance das campanhas de forma mais próxima e relevante no dia a dia das pessoas. Realizada em parceria com a Squid, empresa de marketing de influência, a ação tem como objetivo mostrar, de forma prática e próxima ao consumidor, como os combos disponíveis nas unidades podem representar alternativas rápidas e econômicas para diferentes momentos do dia. Nos conteúdos, os influenciadores também trazem reflexões sobre educação financeira no cotidiano, mostrando como pequenas escolhas de consumo podem gerar economia no dia a dia e abrir espaço para organizar melhor o orçamento, guardar ou investir o dinheiro. Entre os influenciadores que participam da ação estão perfis voltados à educação financeira, como @danicolombo.invest e @mente.economica, que apresentam análises sobre custo-benefício e mostram como os combos disponíveis nas lojas podem se encaixar no orçamento do dia a dia, sem abrir mão da qualidade. “A ideia é mostrar que conveniência também pode estar associada a preço acessível. Queremos reforçar que o OXXO oferece opções práticas para diferentes momentos do dia, com ofertas que cabem no bolso do consumidor e fazem sentido dentro da rotina da cidade. Trazer influenciadores que já têm autoridade no tema da economia, ajuda a ampliar essa conversa de forma transparente e próxima do público, mostrando na prática como as promoções e combos da rede podem fazer parte do dia a dia das pessoas”, afirma Camila Assis, Head de Marketing e Comunicação Externa do OXXO. Durante o Mês do Consumidor, o OXXO destaca combos de food a partir de R$ 9,99, combinando itens populares como salgados, bebidas e cafés em ofertas pensadas para diferentes ocasiões de consumo, como lanches rápidos, pausas durante a rotina ou momentos de conveniência na cidade. A iniciativa reforça o papel da categoria de food dentro da proposta de valor da marca, ampliando as opções de consumo nas lojas e fortalecendo a experiência de consumo para os clientes. “Quando conectamos creators especializados em educação financeira a uma proposta de conveniência e preço acessível, transformamos uma oferta em conteúdo útil para o consumidor. Essa é a lógica do marketing de utilidade, onde usamos a influência para traduzir benefícios reais no dia a dia das pessoas. Ao estruturar essa estratégia para o OXXO, nosso objetivo foi gerar mais conexão com o público ao mesmo tempo em que impulsionamos a categoria de foodservice da rede”, afirma Luciana Alencar, diretora de operações e estratégia da Squid.
Porque os creators são o novo motor da descoberta
Por Miriam Shirley, presidente da BrandLovers Nos últimos meses, o Google vem deixando claro que a busca está mudando. A transformação é estrutural: saímos de um modelo organizado por palavras-chave e entramos em um modelo orientado por interpretação. Ferramentas de busca agora operam como sistemas de compreensão. Em vez de depender de correspondências literais, analisam intenção, contexto, autoridade e consistência histórica. A consolidação do que vem sendo chamado de GEO (Generative Engine Optimization) ou AEO (Answer Engine Optimization) confirma essa virada. O centro da disputa migra da indexação para a capacidade de gerar entendimento. Quando a IA entrega uma síntese no lugar de uma lista de links, a confiança na fonte torna-se decisiva. Autoridade assume novamente valor econômico mensurável. Conteúdos profundos e estruturados ganham relevância por serem mais citáveis e reaproveitáveis, enquanto superficialidade, inconsistência e ruído perdem espaço. Dominar termos específicos já não garante vantagem. O diferencial está na geração contínua de sinais semânticos consistentes. Modelos de linguagem aprendem por padrões recorrência temática, coerência narrativa, diversidade de contextos e legitimidade da fonte. Compreensão depende de densidade, e densidade depende de contexto. A descoberta se expande para respostas conversacionais, assistentes de voz, resumos automáticos e ambientes em que pesquisa e decisão acontecem na mesma interação. A jornada se comprime. Marcas que não produzem repertório interpretável correm o risco de se tornar invisíveis nas respostas sintetizadas. Creators como camada interpretável Nesse ambiente, creators assumem papel estrutural. No contexto da IA, conversas significam linguagem natural organizada em explicações, comparações, relatos de uso, tutoriais e análises situadas. Creators produzem esse tipo de conteúdo diariamente. Respondem dúvidas reais, demonstram produtos em contextos concretos, comparam alternativas, contextualizam necessidades e aprofundam discussões a partir da experiência. O resultado é uma malha semântica viva, distribuída em diferentes plataformas e comunidades. Trata-se de densidade contextual em circulação. Comunicações institucionais costumam operar em narrativas mais controladas; creators atuam na cadência da vida cotidiana. Vocabulário situacional, exemplos práticos e interação contínua com a audiência geram camadas de significado que modelos de IA conseguem mapear com maior precisão. No universo editorial, autoridade histórica recupera centralidade na era do GEO/AEO. Para as marcas, a lógica converge: presença consistente em linguagem natural amplia a probabilidade de compreensão e de citação. A citação, nesse contexto, funciona como selo de validação no momento da decisão. Comunidade como inteligência Comunidades também ganham peso como fonte de interpretação. Plataformas como o Reddit estruturam bilhões de interações em sinais organizados por inteligência proprietária, transformando conversas espontâneas em padrões analisáveis. Interesses coletivos, clusters comportamentais e personas dinâmicas emergem desse contexto compartilhado. Modelos aprendem com mais eficiência quando existe debate recorrente e troca orgânica, território onde creators operam com fluidez. Para marcas, trabalhar com creators amplia alcance e, ao mesmo tempo, fortalece inserção semântica. Integrar o produto a ecossistemas legítimos de discussão aumenta a legibilidade diante de sistemas que priorizam coerência e contexto. Ativações recorrentes constroem múltiplas camadas de interpretação ao redor de um mesmo tema. Um produto pode aparecer em demonstrações cotidianas, análises comparativas, explicações técnicas ou discussões baseadas em dúvidas frequentes. A diversidade de ângulos fortalece a capacidade do modelo de consolidar entendimento. A disputa se desloca para dentro do próprio sistema, naquilo que ele reconhece como consistente e confiável. SEO, antes tratado majoritariamente como disciplina técnica, passa a envolver construção semântica e reputacional. Marcas que internalizam essa lógica consolidam autoridade temática sustentada por consistência e recorrência. Creators ocupam posição central nesse movimento porque ajudam a gerar repertório interpretável em escala e em contextos legítimos. A questão estratégica deixa de girar em torno de ranking e passa a considerar compreensão: sua marca está sendo entendida com profundidade pelos sistemas que sintetizam respostas? Na era da busca conversacional, creators integram a arquitetura que sustenta a descoberta, uma arquitetura baseada em contexto, coerência e legitimidade interpretável.
O marco da profissão multimídia e a mudança de patamar dos influenciadores digitais no Brasil
Por Bruno da Costa Fuentes Sancionada em janeiro de 2026, a Lei nº 15.325 representa um avanço importante na forma como o Brasil passa a tratar o trabalho de quem cria conteúdo digital. Conhecida popularmente como a “lei dos influenciadores”, a norma tem alcance mais amplo: ela reconhece juridicamente a atividade de multimídia, que envolve criação, produção, gestão e monetização de conteúdos nas plataformas digitais. A lei não cria uma nova profissão nem impõe barreiras de entrada. Seu objetivo é dar contornos jurídicos a uma realidade já consolidada e economicamente relevante. Ao fazer isso, contribui para organizar um mercado que cresceu rapidamente e, em muitos casos, de maneira informal, exigindo agora maior profissionalização de quem atua de forma recorrente e comercial nas redes. Um dos pontos centrais do texto legal é a opção por definir o profissional de multimídia a partir das atividades exercidas, e não por diplomas ou registros formais. A lei descreve um conjunto amplo de funções ligadas à produção e à circulação de conteúdos digitais, de maneira flexível e compatível com a constante transformação do setor. Também deixa claro que essas atribuições não excluem nem substituem outras profissões, garantindo a convivência entre diferentes áreas que atuam no ambiente digital. O caminho legislativo até a sanção reforçou esse equilíbrio. Durante a tramitação, foram retiradas exigências que poderiam restringir a liberdade profissional, preservando o reconhecimento da atividade sem criar obstáculos artificiais em um mercado marcado por trajetórias diversas. No caso dos influenciadores digitais, a relação com a nova lei é prática. Sempre que a atuação envolve criação de conteúdo, gestão de plataformas e exploração econômica da audiência, há aderência ao conceito de profissional multimídia. A lei não cria o influenciador, mas oferece um enquadramento jurídico mais claro para atividades que já produzem impacto econômico e social. Os efeitos mais visíveis estão na formalização. Conteúdos patrocinados e parcerias comerciais tendem a ser tratados como atividades econômicas regulares, com reflexos em contratos, tributação e organização financeira. A norma funciona, assim, como uma linha divisória entre a criação eventual e a atuação profissional no mercado digital. No conjunto, a Lei nº 15.325/2026 sinaliza uma mudança de paradigma. Ao reconhecer juridicamente o trabalho digital e impor maior clareza às relações econômicas, o novo marco fortalece o setor e aumenta a responsabilidade de quem monetiza audiência, consolidando um mercado mais maduro e previsível. *Bruno da Costa Fuentes, advogado sócio do escritório GMP|GC,é especialista em direito digital e empresarial
Com influenciadores e público geral, Barte transforma OOH na Faria Lima em espaço coletivo de gratidão

A Barte, empresa que oferece um sistema modular de soluções de pagamento e corporate banking para médias e grandes empresas, realiza entre 6 e 19 de janeiro uma campanha inédita de mídia out-of-home em painéis de LED localizados nos eixos da Faria Lima, JK e Berrini, no coração financeiro da capital paulista. A proposta é que os espaços publicitários deixem de funcionar como vitrines de marca e passem a ser usados como um ambiente aberto de participação, exibindo mensagens de agradecimento enviadas por clientes, influenciadores e o público que circula na região. As mensagens, registradas via QR Codes, são direcionadas a pessoas que tiveram papel relevante nos bastidores de histórias de vida, trabalho e cuidado ao longo de 2025, conectando o tema da gratidão ao início do novo ciclo corporativo. Ao adotar esse formato, a Barte utiliza alguns dos metros quadrados mais valorizados da publicidade urbana para dar visibilidade a histórias que normalmente não ocupam esse espaço. Segundo a empresa, a iniciativa está alinhada ao seu posicionamento como infraestrutura financeira que sustenta operações complexas, atuando no backstage para garantir o funcionamento de fluxos de pagamento e caixa em grandes negócios. Um dos objetivos centrais da campanha é levar a gratidão para o centro da conversa corporativa, associando o tema a comportamentos de alta performance e à maneira como profissionais e empresas constroem resultados consistentes no longo prazo. A premissa é o reconhecimento do papel de pessoas, relações e estruturas de apoio na contribuição para ambientes mais produtivos e relações mais duradouras no ecossistema B2B. Segundo o presidente da Barte, Raphael Dyxklay, a campanha conecta propósito, performance e momento de mercado. “A gratidão é um comportamento estudado e associado a melhores níveis de performance profissional. Trazer esse tema para o início do ano, quando as pessoas estão fechando ciclos e reorganizando prioridades, é uma forma de estimular reflexões que vão além do curto prazo.”, afirma o executivo. Influenciadores como gatilho A corrente de agradecimento iniciará por uma ativação com influenciadores e profissionais do ecossistema de negócios, que aderiram espontaneamente à proposta, sem contrapartida comercial, registrando e compartilhando suas mensagens em canais digitais. Entre os nomes estão Ana Zucato, fundadora e CEO da Noh; Marc Tawil, estrategista de comunicação; Lucas Vargas, CEO da Nomad. O out-of-home funciona como gatilho de distribuição, ampliando a circulação orgânica do conteúdo e conectando o espaço urbano ao ambiente online. Segundo Dyxklay, o sucesso da campanha é avaliado principalmente pelo nível de participação do público e pelo engajamento gerado a partir das mensagens exibidas. Para o executivo, ações desse tipo ajudam a ampliar o alcance da marca para além de seus públicos habituais e, indiretamente, contribuem para novas conversas comerciais e oportunidades de negócio. “A Barte usa a comunicação como espaço de provocação. Não para falar de produto apenas, mas para estimular reflexões e a forma como empresas e pessoas constroem performance no longo prazo. Queremos influenciar a cultura e a forma de atuar no mercado financeiro”, completa Dyxklay. A iniciativa dá continuidade à estratégia da empresa de utilizar o circuito de mídia out-of-home como plataforma de construção de marca. No início de 2025, a fintech lançou a campanha “Ninguém Joga Como Eles”, que destacou clientes de sua base em painéis no Shopping JK Iguatemi. Nesta nova ação, a lógica se amplia: em vez de destacar apenas o próprio ecossistema, a Barte convida o público a construir a mensagem de forma coletiva, reforçando um posicionamento baseado em parceria, espontaneidade e inversão da lógica tradicional da comunicação.