Inspiração emociona. Transformação permanece.

Valorizar histórias é importante. Reconhecer impacto é essencial. Desde 2024, a ABCCOM vem colocando em evidência mulheres que não apenas atuam no mercado do marketing e da comunicação, mas que ajudam a moldá-lo diariamente com visão estratégica, liderança e coragem empreendedora. A campanha nasceu com um propósito claro: dar visibilidade às mulheres que estão à frente de suas próprias empresas, conduzindo negócios, gerando empregos, formando equipes e impulsionando o desenvolvimento de um mercado cada vez mais profissional, ético e inovador na região do ABC. Em sua primeira edição, em 2024, o projeto reuniu 18 mulheres empreendedoras da área da comunicação — profissionais com trajetórias sólidas, histórias inspiradoras e atuação relevante em diferentes frentes do setor. A maioria com forte atuação no ABC, fortalecendo o ecossistema local e consolidando a região como um polo estratégico da comunicação. O crescimento foi consistente e orgânico. Em 2025, o grupo praticamente dobrou de tamanho, ampliando a representatividade e fortalecendo o movimento dentro da comunidade. Agora, em 2026, além de um novo e importante aumento no número de participantes, a campanha também avança geograficamente: embora a maioria das empreendedoras ainda seja do ABC, o projeto já conta com representantes da capital paulista, ampliando sua influência e consolidando pontes entre o ABC e São Paulo. Esse avanço não é apenas numérico. Ele reflete o reconhecimento da iniciativa e a força de uma rede que cresce pela credibilidade, pela consistência e pelo propósito. Todas as mulheres participantes têm algo em comum: estão à frente de suas empresas, liderando equipes, enfrentando desafios de mercado e entregando resultados consistentes. São empresárias que conciliam estratégia, criatividade e gestão, contribuindo diretamente para a evolução do setor e para a construção de um ambiente mais colaborativo e sustentável. Mais do que uma campanha, a iniciativa se tornou um marco dentro da Comunidade ABCCOM, reforçando o compromisso da entidade com o fortalecimento do empreendedorismo feminino e com a construção de um mercado mais inclusivo, conectado e em expansão. Para Daniely Farina, à frente da ABCCOM, o projeto representa muito mais do que visibilidade: “Essa campanha representa reconhecimento, mas principalmente responsabilidade. Estamos falando de mulheres que não apenas inspiram, mas que transformam o mercado todos os dias com seu trabalho, sua gestão e sua visão de futuro. Colocá-las em evidência é fortalecer toda a cadeia da comunicação no ABC e ampliar esse diálogo com São Paulo. Quando valorizamos essas empreendedoras, fortalecemos a comunidade, impulsionamos o crescimento regional e mostramos que é possível liderar com competência, propósito e impacto real.” A campanha também reúne profissionais que ajudam a contar e registrar essas histórias. Para a jornalista Maria Claudia Klein, responsável pelo portal Casa Vida Prática e integrante da iniciativa, fazer parte do projeto representa um reconhecimento significativo de sua trajetória profissional e empreendedora: “Há três anos, tenho a honra de ser convidada para integrar a Campanha da ABCCOM — um reconhecimento que se tornou um marco na minha trajetória como jornalista e como mulher. Afinal, empreender no Brasil é um ato de coragem diária, e transformar comunicação em propósito é, para mim, mais do que profissão: é posicionamento, construção de legado e afirmação de voz em um mercado que exige resiliência, estratégia e informações bem apuradas.” Por trás das imagens que retratam essas mulheres e ajudam a eternizar cada edição da campanha está o olhar sensível da fotógrafa Samara Alcântara, responsável pelos registros do projeto desde seu início. “Há três anos, mulheres se encontram diante da minha lente para afirmar algo simples e poderoso: suas histórias merecem ser vistas. A cada ano nos conectamos mais e, para mim, é uma honra construir cada imagem.” Ao longo dos últimos anos, o projeto acompanhou o amadurecimento da própria comunidade. O que começou como uma homenagem se consolidou como um movimento de posicionamento, expansão e valorização do legado construído por mulheres que abriram caminhos e seguem criando novas oportunidades. Em um mercado dinâmico e em constante transformação, dar visibilidade a essas lideranças não é apenas celebrar conquistas individuais — é reconhecer que o desenvolvimento do setor passa, necessariamente, pela força, pela competência e pela visão estratégica dessas empreendedoras. Porque inspiração emociona. Mas transformação permanece.

O legado feminino na arte e na política brasileira

Por: Flor Pimentel, Diretora de Marketing do iArremate Em fevereiro de 1922, o Teatro Municipal de São Paulo tremeu sob os passos de um grupo que decidiu desafiar o status quo de uma sociedade paulistana profundamente conservadora. Se os homens do Modernismo trouxeram o barulho, as mulheres trouxeram a cor e a coragem de viver fora das normas. Neste Dia Internacional da Mulher, celebramos aquelas que foram, em números, modestas; em conteúdo, avassaladoras. Antes de 22, o destino artístico feminino era o “limbo” das naturezas-mortas e temas sacros. Artistas como Maria Pardos, Abigail de Andrade e Alice Santiago abriram caminhos no século 19, mas foi a vanguarda modernista que permitiu à mulher brasileira ser, finalmente, a dona de sua própria narrativa. Anita Malfatti: a coragem sob ataque O Modernismo brasileiro deve sua existência a Anita Malfatti. Filha do engenheiro italiano Samuele Malfatti e da norte-americana Betty Krug, Anita nasceu com uma atrofia no braço direito, o que a levou a desenvolver uma técnica visceral com a mão esquerda. Em dezembro de 1917, sua exposição individual em São Paulo foi o verdadeiro estopim do movimento. Ao ser duramente criticada por Monteiro Lobato, Anita não recuou; ela se tornou o símbolo de resistência que uniu o grupo de 22. Foi a artista com maior presença na Semana de Arte Moderna, expondo 20 telas, incluindo as icônicas A Mulher de Cabelos Verdes e O Homem Amarelo. Viveu de forma independente, nunca se casou e dedicou sua vida inteira à liberdade criativa. Tarsila do Amaral: o vermelho da vanguarda Embora não estivesse presente fisicamente nos dias da Semana (estava em Paris estudando com mestres como Fernand Léger), Tarsila do Amaral é a tradução visual do movimento. Filha dos proprietários de terras José Estanislau do Amaral e Lydia Dias de Aguiar, de Capivari, ela se juntou ao “Grupo dos Cinco” em junho de 1922. Seu famoso “Auto-Retrato (Manteau Rouge)”, de 1923, é um marco dessa independência. O casaco de seda vermelha, desenhado pelo estilista francês Paul Poiret, foi usado por ela em um jantar na Ópera de Paris em homenagem a Santos Dumont. Tarsila escolheu essa imagem para seu retrato não apenas pelo luxo, mas pelo que Poiret representava: a libertação feminina do espartilho. Ela uniu a sofisticação europeia à força brasileira do Abaporu (1928), obra que deu início à Antropofagia. Pagu e Zina Aita: a rebeldia e a pluralidade Patrícia Galvão, a Pagu, era a “enfant terrible”. Em 1922 era apenas uma menina, mas logo se tornou a voz mais moderna e política do grupo. Usava roupas masculinas, fumava em público e foi a primeira mulher presa por motivos políticos no Brasil. Em 1933, publicou “Parque Industrial”, denunciando a exploração operária e a objetificação doméstica da mulher. Ao lado de Anita em 1922, tivemos também a mineira Zina Aita. Formada em Florença, Zina trouxe influências do pós-impressionismo, provando que o Modernismo tinha raízes além do eixo Rio-São Paulo. Olívia Guedes Penteado: o suporte da arte Nada disso teria a mesma escala sem Olívia Guedes Penteado. Filha dos Barões de Pirapitingui, Olívia casou-se com o primo Inácio Leite Penteado e dividiu sua vida entre o luxo de Paris e São Paulo. Após ficar viúva, tornou-se a grande mecenas dos modernistas. Suas galerias e salões eram o ponto de encontro da inteligência brasileira. Foi ela quem financiou e organizou a histórica viagem de “descoberta do Brasil” em 1924, levando os artistas para redescobrirem o barroco mineiro. Um legado em cores fortes Celebrar estas mulheres hoje é entender que a liberdade que respiramos foi conquistada com pinceladas de audácia. Elas não levantaram bandeiras em passeatas; elas simplesmente foram feministas em cada escolha de vida, em cada tela que desafiava a anatomia clássica e em cada texto que questionava o poder. O legado de Tarsila, Anita, Pagu, Zina e Olívia não é uma peça de museu empoeirada, mas uma chama viva que nos convida à autenticidade. Que neste 08 de março, possamos olhar para o “Manteau Rouge” de Tarsila e para o olhar firme da “Mulher de Cabelos Verdes” de Anita, lembrando que o Brasil moderno nasceu de mãos femininas que se recusaram a pintar apenas o que o mundo esperava delas. Elas pintaram o futuro. E esse futuro é nosso.

Superlógica promove diálogos entre mulheres de diferentes gerações na campanha “Nós Voz Elas”

Em uma roda de conversa, mulheres de diferentes idades compartilham experiências sobre os desafios enfrentados para se firmar no mercado de trabalho. Esse é o ponto de partida da ação “Nós Voz Elas”, iniciativa do Grupo Superlógica, principal plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para o mercado do morar, durante o Mês Internacional das Mulheres. No vídeo principal, sete mulheres ligadas ao universo condominial e imobiliário, como síndicas, corretoras e administradoras, relatam experiências pessoais e estratégias que adotaram para superar obstáculos e consolidar suas trajetórias. Apesar das jornadas distintas, os depoimentos evidenciam um ponto em comum: a percepção de que muitos desafios enfrentados por mulheres no ambiente profissional se repetem ao longo do tempo, independentemente da idade ou do estágio da carreira. Algumas participantes lembram que começaram a trabalhar ainda na adolescência e já se depararam com situações que exigiram resiliência e afirmação profissional. “Muitas vezes, a gente precisa se provar duas vezes: pela nossa competência e por ocupar um espaço em que ainda esperam menos de nós”, diz Larissa Tieko, ao relembrar episódios em que foi questionada por sua pouca idade ao se apresentar como advogada de um condomínio. Outras destacam como a experiência acumulada fortalece o repertório, sem eliminar o desafio constante de se adaptar a novas demandas e tecnologias. “Antes, a gente corrigia relatório com corretor líquido. Hoje, a IA virou parte da rotina. O mercado muda o tempo todo, e a gente muda junto”, comenta a síndica profissional Cássia Capuso. A troca de experiências também estimula uma reflexão sobre os avanços conquistados ao longo das últimas décadas e sobre os desafios que ainda existem para ampliar o reconhecimento do papel das mulheres no ambiente profissional. “O fato de estarmos juntas nesta sala discutindo esses temas já é uma vitória”, afirma também Larissa. Para Talita Zampieri, CMO do Grupo Superlógica, o encontro também funciona como um gesto prático de continuidade entre gerações. “A campanha nasceu para transformar a experiência em ponte: quando uma mulher compartilha o que viveu, ela encurta o caminho da próxima”, destaca. Criado em 2024, o projeto “Nós Voz Elas” busca abrir espaço para que mulheres com trajetórias de destaque na Superlógica e no mercado do morar compartilhem inspirações, falem sobre suas lutas por igualdade e contribuam para ampliar o debate sobre equidade no ambiente de trabalho. Ao longo de março, a campanha também terá desdobramentos em formato de mini vídeos e mini falas com trechos extras das participantes, incluindo conteúdos que ficaram fora da edição do vídeo principal. A ação pode ser acompanhada nos canais da empresa no YouTube, LinkedIn e Instagram.

Mulheres são maioria no Grupo MC Empreendimentos e lideram expansão no agro

O Dia Internacional da Mulher, celebrado no dia 8 de março, ganha significado ainda mais expressivo no grupo mato-grossense MC Empreendimentos e Participações, onde as mulheres representam 52,1% do quadro geral de colaboradores, conforme levantamento interno de fevereiro de 2026. No chão de fábrica, elas somam 51,05% da força de trabalho, reforçando o protagonismo feminino nas áreas operacionais. Na liderança, o índice é de 0,86%, número que integra um movimento contínuo de ampliação da presença feminina em posições estratégicas dentro do grupo. Há mais de 20 anos, o Grupo MC constrói uma trajetória pautada por inovação, qualidade e responsabilidade, atuando em oito segmentos do agronegócio: avicultura de corte, suinocultura, frigorífico de aves e suínos, produção de rações para pet e peixes, bioenergia, Fábrica de Farinhas e Gorduras (FFG) e industrializados, como quick sticks. Com mais de dois mil colaboradores, a companhia exporta para mais de 15 países, mantendo padrões rigorosos de rastreabilidade, bem-estar animal e sustentabilidade. Para a diretora Marli Becker, a presença feminina consolidada em diferentes áreas de todas as empresas do grupo – Fênix Biodiesel, Agropecuária Água Limpa, BFB Foods, Suinutri, União Avícola Agroindustrial, União Smart Foods, União Agro e Gmix Rações e Suplementos Minerais – reflete uma construção baseada em oportunidade e mérito. “A força das mulheres no Grupo MC não é apenas numérica. Ela está na capacidade de gestão, no olhar atento aos processos, no cuidado com as pessoas e na visão estratégica de longo prazo. Construímos um ambiente onde competência e dedicação são os critérios que realmente importam”, afirma. A diretora Ana Gabriele Becker destaca que a atuação feminina acompanha o crescimento e a internacionalização da empresa. “Hoje estamos presentes em diversos mercados internacionais e isso exige governança, organização e inovação constantes. As mulheres participam ativamente desse processo, desde a indústria até as decisões estratégicas, contribuindo para que o Grupo MC continue competitivo e sustentável”, pontua. A nova geração também começa a assumir espaço na companhia. Aos 18 anos, Ana Lívia Becker passou a atuar oficialmente no grupo e recentemente participou, ao lado dos pais Marli Becker e Cidinho Santos, da feira internacional Gulfood, realizada de 26 a 30 de janeiro de 2026, em Dubai. A experiência marcou um novo passo na formação empresarial da jovem diretora. “Estar na Gulfood foi entender na prática o tamanho do mercado global e a responsabilidade que temos como empresa brasileira. É inspirador ver como o trabalho desenvolvido aqui ganha alcance internacional”, relata. A presença feminina majoritária reforça um modelo de gestão que combina tradição familiar, profissionalização e visão global.

Braskem reforça protagonismo feminino no ABC com iniciativas de capacitação, empreendedorismo e geração de renda

No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, reafirma seu compromisso com a promoção da diversidade e com a ampliação de oportunidades no Polo Petroquímico do Grande ABC. Por meio de iniciativas estruturadas de capacitação, empreendedorismo e geração de renda voltadas à comunidade, a companhia contribui para o desenvolvimento social da região e incentiva o fortalecimento do protagonismo feminino. Entre os destaques está o Costura Criativa, iniciativa que promove capacitação técnica e geração de renda por meio do reaproveitamento de materiais e do desenvolvimento de produtos com potencial comercial. O projeto une sustentabilidade, autonomia financeira e fortalecimento da economia local, estimulando o empreendedorismo e a criação de oportunidades para moradores da região. Outro programa de grande relevância é o Empreendedoras Braskem, que apoia mulheres na estruturação e no crescimento de seus negócios. A iniciativa oferece capacitação em gestão, finanças, comunicação e estratégia comercial, além de oportunidades de conexão e visibilidade. Ao longo das edições, o programa tem impulsionado o amadurecimento de empreendimentos liderados por mulheres no Grande ABC, promovendo independência financeira e ampliação de mercado. A companhia também investe na formação profissional por meio da Academia Braskem, iniciativa voltada à capacitação de moradores da região para atuação no setor industrial. O programa combina formação técnica e desenvolvimento comportamental, ampliando oportunidades de empregabilidade e contribuindo para que cada vez mais mulheres também se sintam incentivadas a ingressar e crescer em áreas historicamente marcadas pela presença masculina. Complementando esse conjunto de ações, o Programa de Qualificação Profissional oferece formação gratuita alinhada às demandas do mercado de trabalho, voltada à comunidade da região. A iniciativa contribui para ampliar oportunidades de inserção e recolocação profissional, ao mesmo tempo em que incentiva a participação feminina em diferentes áreas e fortalece a inclusão produtiva. “Mais do que celebrar o Dia Internacional da Mulher, queremos reforçar nosso compromisso permanente com a ampliação de oportunidades. Acreditamos que investir na capacitação, no empreendedorismo e na empregabilidade é essencial para promover transformação social e fortalecer o desenvolvimento do Grande ABC”, ressalta Alexandra Calixto Gioso, gerente de Relações Institucionais da Braskem Sudeste. Com atuação consolidada no Polo Petroquímico do Grande ABC, a Braskem segue empenhada em construir um ambiente mais diverso e inclusivo, tanto dentro da indústria quanto nas comunidades onde está presente, contribuindo para que cada vez mais pessoas possam desenvolver seu potencial e protagonizar suas próprias histórias de transformação.

Dia da Mulher: 5 passos para definir um posicionamento estratégico para líderes femininas

No Dia da Mulher, comemorado neste dia 8 de março, além de comemorar as conquistas, cresce também a reflexão sobre liderança e protagonismo feminino. Em um cenário profissional cada vez mais competitivo, ter um posicionamento estratégico claro deixou de ser diferencial e passou a ser necessidade. “Antes de mais nada é preciso entender em que estágio profissional você está, quem é você e seus objetivos para aí sim desenhar uma boa estratégia de comunicação digital”, destaca Jennifer de Paula, MBA em Marketing e Negócios Interativos e diretora da IMF Press Global. 5 etapas para definir um posicionamento estratégico:1. Entenda seu momento profissional“Toda estratégia bem direcionada começa com autoconhecimento. Você está em fase de consolidação, expansão ou transição de carreira? O seu estágio define o tom, a linguagem e as metas que você vai buscar”, alerta Jennifer de Paula. 2. Defina sua identidade e proposta de valorO posicionamento não é sobre agradar todos, mas sim sobre deixar bem claro o que você realmente representa. Quais são suas competências centrais? Que problema principal que você resolve? Qual é o seu diferencial? “Líderes que comunicam a sua proposta com muita clareza constroem autoridade com mais consistência no longo prazo, o importante não é ser unanimidade, e sim representar muito melhor a sua proposta de valor”. 3. Estabeleça objetivos concretosGanhar visibilidade, atrair clientes, fortalecer reputação ou ampliar networking exigem estratégias distintas. Objetivos claros evitam comunicação dispersa. 4. Alinhe discurso e imagemA forma como você se comunica precisa refletir bem a sua essência profissional. A linguagem, a estética, a frequência de publicações e os temas abordados devem ser bem coerentes com o posicionamento desejado. “A forma como você se comunica impacta diretamente na percepção de liderança. Não existe posicionamento forte sem consistência”. 5. Tenha estratégia, não apenas presença“Estar nas redes sociais não significa ter um posicionamento estratégico, pelo contrário, o que mais existem são perfis com um péssimo posicionamento digital, e isso cobra o seu preço nos resultados. É preciso planejamento de conteúdo, definição de público e constância”, afirma Jennifer de Paula.

Alura lança websérie com lideranças femininas para ampliar debate sobre carreira em tecnologia

A Alura, maior e mais completa escola online de tecnologia do país,  acaba de lançar a websérie “Mulheres na Tecnologia”, iniciativa que reúne lideranças femininas para discutir carreira, formação e protagonismo no setor. Com dez episódios publicados quinzenalmente, às terças-feiras, às 19h, no Canal do YouTube da Alura, a série traz entrevistas exclusivas com executivas e especialistas que ocupam posições estratégicas em grandes empresas. Apresentada por Andrea Paiva, diretora da Pós Tech da FIAP + Alura, a série aborda trajetórias profissionais, desafios e decisões que marcaram a jornada das convidadas, além de reflexões sobre qualificação, transições de carreira e as competências mais demandadas pelo mercado de tecnologia. O primeiro episódio já está disponível e traz a própria Andrea em uma conversa sobre carreira, inteligência artificial, maternidade e liderança. “A websérie nasce como um espaço de troca e escuta entre mulheres que são referência em tecnologia. Ao compartilhar nossas histórias, também falamos sobre desafios que ainda marcam a trajetória feminina no setor, como a baixa representatividade, a necessidade constante de provar competência e o equilíbrio entre diferentes papéis ao longo da carreira. Tornar essas experiências visíveis ajuda a mostrar que existem muitos caminhos possíveis e pode inspirar outras profissionais a construir seu próprio percurso na área,” afirma Andrea Paiva. Nos próximos episódios participam Mayumi Shingaki, Tech Lead no Itaú; Divina Vitorino, coordenadora de Segurança da Informação LATAM da Pirelli; Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios Digitais e Tecnologia do Banco do Brasil; Damiana Costa, Principal Engineer no Itaú; Thamiris Adriano, desenvolvedora Front-End na F1RST e coordenadora de Pós-Graduação da Pós Tech na FIAP; Luzia Sarno, diretora de Tecnologia (CIO/CDO), conselheira e mentora na FDE; e Marielle Tarallo, Analytics Engineer na Stone. O projeto busca ampliar a visibilidade de mulheres que ajudam a construir o mercado de tecnologia no Brasil e oferecer referências concretas para profissionais que desejam avançar na área. “Estar nesse espaço, como mulher, é também reconhecer e valorizar as profissionais que construíram e constroem o mercado de tecnologia no Brasil. Buscamos ampliar pontes entre Educação e Tecnologia, reforçando que há muitos caminhos possíveis para ocupar e transformar esse setor”, afirma Thais Pianucci, diretora-geral na Alura. Acesso à qualificação técnica para mulheresA iniciativa integra uma campanha em celebração ao Dia das Mulheres, com condições especiais. Entre os dias 6 de março, às 8h, e 12 de março, às 20h, a escola oferece 15% de desconto em qualquer plano da sua plataforma, além de um mês adicional de acesso gratuito, com o uso do cupom MULHERESEMTECH. Com a ação, a Alura reforça o seu posicionamento como parceira na formação em tecnologia de mulheres em áreas como inteligência artificial, dados e desenvolvimento, conectando conteúdo, representatividade e incentivo direto à qualificação profissional. Informações: Websérie aqui Acesse os cursos da Alura aqui

Agência de eventos corporativos fundada por uma mulher lidera realização de encontro idealizado por Giovanna Antonelli, o ELAS

Criado no início da década de 1990, quando o setor de eventos corporativos ainda dava seus primeiros passos no Brasil, o Grupo MM Eventos nasceu sob liderança feminina em um mercado predominantemente masculino. A empresa fundada por Meire Medeiros atravessou diferentes fases do mercado e hoje se consolidou como uma das agências brasileiras de eventos B2B mais reconhecidas do setor — com cerca de 60% de sua equipe formada por mulheres. A trajetória da empresa acompanha uma transformação mais ampla no papel das mulheres na economia brasileira. Segundo levantamento recente do Sebrae com base em dados do IBGE, o país já reúne mais de 10 milhões de mulheres à frente de negócios, o maior número já registrado. Nesse contexto de maior protagonismo feminino, a atriz e empresária Giovanna Antonelli idealizou o ELAS, encontro voltado a reflexões sobre liberdade, protagonismo, carreira e realização pessoal. Para transformar a ideia em um evento estruturado, a artista escolheu o Grupo MM Eventos como agência responsável pelo desenvolvimento do projeto e pela condução de toda a operação. Coube à empresa desenhar o formato do encontro, desenvolver a arquitetura da experiência e estruturar a execução do evento. A concepção do projeto também contou com um olhar feminino na produção: grande parte das profissionais envolvidas na organização são mulheres, responsáveis por construir uma experiência pensada em detalhes para o público feminino — desde a curadoria dos conteúdos até ativações e momentos de troca entre as participantes. Entre os nomes envolvidos no encontro estão Giovanna Antonelli e Bianca Andrade, fundadora da Boca Rosa Beauty, que participam de conversas sobre trajetória profissional, marca pessoal e desafios enfrentados por mulheres que buscam ampliar seus caminhos. Para Ana Carolina Medeiros, diretora de Live Marketing do Grupo MM Eventos, iniciativas desse tipo refletem mudanças importantes na forma como as mulheres buscam ocupar espaços e construir autonomia. “Hoje vemos mulheres cada vez mais interessadas em explorar novas possibilidades, seja na carreira, nos negócios ou em projetos pessoais. A proposta do ELAS é justamente criar um ambiente de inspiração e troca, em que diferentes histórias possam estimular outras mulheres a transformar ideias e sonhos em realidade”, afirma. Com três décadas de atuação no setor de eventos corporativos, o Grupo MM Eventos amplia sua presença na criação e realização de encontros que conectam conteúdo, experiência e comunidades de interesse — movimento que acompanha o crescimento de iniciativas voltadas ao protagonismo feminino no país.

Para 56% dos brasileiros, igualdade de gênero depende de mulheres em posições de liderança, revela pesquisa Ipsos

Estudo Global da Ipsos realizado para o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, revela que 56% dos entrevistados brasileiros acreditam que as mulheres não alcançarão a igualdade com os homens a menos que haja mais mulheres líderes nos negócios e no governo. O número é maior entre as respondentes mulheres (60%), enquanto 52% dos homens no país concordam com a afirmação. Na média de 29 países pesquisados, mais da metade das pessoas (54%) acredita que a igualdade depende da participação feminina em cargos de poder. A igualdade de gênero é uma questão importante para 67% dos brasileiros (72% das mulheres brasileiras), assim como para 68% na média entre os entrevistados no mundo. Por outro lado, o Brasil assume a liderança dos países que acreditam que a figura masculina está sendo sobrecarregada com a responsabilidade de promover a igualdade (70%, frente a 46% em 2019). Na média global, as opiniões se divididem: 46% dos respondentes concordam que “espera-se que os homens façam muito para apoiar a igualdade” e 43% discordam. Os homens (54%) são mais propensos do que as mulheres (36%) a concordar com essa afirmação. A pesquisa mostra também que 64% dos brasileiros acreditam que as coisas funcionariam melhor se mais mulheres tivessem cargos de responsabilidade em em empresas e governo. Na média global, três em cada cinco pessoas (60%) concordam com a afirmação, sendo as mulheres da Geração Z são as que mais apoiam a ideia (69%), seguidas pelos homens da geração Baby Boomers (54%). Quem se beneficia, quem perde Para os respondentes do Brasil, os homens são os que mais se beneficiam quando as mulheres se mantêm nos papéis femininos tradicionais (32%). Na média global, 29% acreditam na afirmação e 17% acreditam que os homens se beneficiam mais quando as mulheres não estão nessa posição. Mais de um terço (35%) diz que não há impacto para os homens se as mulheres mantêm ou não esses papéis. Os brasileiros também acreditam que homens têm mais opções quanto aos tipos de emprego que podem ter (43%). Na média dos 29 países, os entrevistados foram quatro vezes mais propensos a concordar com a afirmação (39%) do que dizer que as mulheres têm mais opções nessa área (10%). Essa disparidade é maior na França (+49 pontos percentuais), no Japão (+41 pontos percentuais), na Bélgica (+41 pontos percentuais) e na Itália (+40 pontos percentuais). Em relação a namoro e relacionamento, metade dos brasileiros (41%) acham que homens e mulheres têm a mesma quantidade de opções, 24% que os homens têm mais opções  e 19% que as mulheres possuem mais opções de relacionamento (na média global, 50%, 14% e 22%, respectivamente). Papéis de gênero A pesquisa também avaliou a opinião dos entrevistados sobre expectativas e normas sociais associadas ao comportamento de homens e mulheres. Quando o assunto é liberdade sexual, por exemplo, os dados mostram que a maior parte dos brasileiros discordam da afimação de que uma mulher nunca deve iniciar o sexo (53%). Cerca de três em cada cinco pessoas em todos os países pesquisados (58%) discordam da afirmação, enquanto cerca de uma em cada dez (12%) concorda. A concordância é maior na Malásia, Tailândia e Indonésia, enquanto a discordância atinge o pico na Holanda, Suécia, Canadá e Hungria. Metodologia A pesquisa foi realizada em 29 países, por meio de sua plataforma online Global Advisor e, na Índia, por meio de sua plataforma IndiaBus, entre quarta-feira, 24 de dezembro de 2025 e sexta-feira, 9 de janeiro de 2026. A Ipsos entrevistou um total de 23.268 adultos com 18 anos ou mais na Índia, de 18 a 74 anos no Canadá, República da Irlanda, Malásia, África do Sul, Turquia e Estados Unidos, de 20 a 74 anos na Tailândia, de 21 a 74 anos na Indonésia e Singapura, e de 16 a 74 anos em todos os outros países. No Brasil, a amostra consiste em aproximadamente 1.000 indivíduos. Os dados são ponderados para que a composição da amostra de cada país reflita melhor o perfil demográfico da população adulta, de acordo com os dados do censo mais recente. A precisão das pesquisas on-line da Ipsos é calculada usando um intervalo de credibilidade, sendo que uma pesquisa com N=1.000 tem uma margem de erro de +/- 3,5 pontos percentuais e uma pesquisa com N=500 tem uma margem de erro de +/- 5,0 pontos percentuais. Para mais informações sobre o uso de intervalos de credibilidade pela Ipsos, visite o site da Ipsos.

Dia Internacional da Mulher: carreira, maternidade e a gestão do imprevisível

Por Talita Scotto No ambiente corporativo, ainda se fala sobre gestão de risco quando o tema é empreendedorismo feminino. Mas, na prática, o maior desafio não é apenas correr riscos, mas é sustentar uma rotina constante de aprimoramento, gestão emocional e tomada de decisão sob ambientes de incerteza. Liderar um negócio é lidar com o imprevisível. E para muitas mulheres, isso acontece simultaneamente à maternidade. Empreender chegou à minha vida aos 22 anos e, 16 anos depois, a empresa cresceu, estruturou equipe, conquistou clientes e amadureceu processos. Mas existe um ponto que raramente é discutido no Dia Internacional da Mulher: mesmo quando tudo parece organizado, o controle sobre fatores externos não existe. Planejamento estratégico é fundamental, mas ele não elimina a imprevisibilidade: ele prepara o negócio para atravessar esses períodos. Neste ponto, a maternidade trouxe consciência de forma mais clara, principalmente com a chegada da minha segunda filha, que aconteceu dois meses antes do início da pandemia. Em um cenário onde o mercado perdeu referências, previsões e segurança, o ambiente empresarial se tornou um território de decisões diárias sem manual. Havia incerteza econômica, insegurança operacional e um mercado que também não sabia o que esperar. Ao mesmo tempo, havia um caminho: a presença diária da maternidade, que durou exatos dois anos. E essa presença não enfraqueceu a liderança do negócio, a ampliou. A convivência constante com minhas filhas ampliou a visão de negócio, porque trouxe clareza sobre prioridades, reforçou a confiança no time e acelerou um movimento importante: descentralização, fortalecimento de lideranças internas e construção de cultura organizacional. A conciliação entre carreira e maternidade exige da mulher algo que vai além da organização de agenda, como gestão mental constante, capacidade de adaptação rápida, maturidade emocional para lidar com o imprevisível, disciplina para manter foco mesmo em cenários instáveis, além de confiança na equipe e coragem para delegar. Quando a maternidade chega, a ideia de “dar conta de tudo” precisa ser desmistificada em ambas as realidades, a familiar e a dos negócios. Afinal, “dar conta de tudo” não significa fazer tudo sozinha, mas significa se estruturar para que a vida seja funcional dentro de cada realidade. No Dia Internacional da Mulher, mais do que celebrar conquistas, é importante reconhecer a complexidade da jornada feminina nos negócios, enquanto optam por também realizarem o sonho de serem mães. Não se trata de romantizar a sobrecarga, mas de reconhecer que muitas mulheres lideram empresas enquanto atravessam ciclos pessoais intensos — e ainda assim entregam crescimento, inovação e resultado. A capacidade de adaptação, aprendizado contínuo e fortalecimento interno é o que sustenta o crescimento. E, muitas vezes, é exatamente a maternidade que amplia essas competências. Talita Scotto é diretora do Grupo Contatto, com foco em assessoria de imprensa e  comunicação integrada. É mãe da Theodora e da Júlia, de 10 e 06 anos.

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