DB1 Group abre mais de 150 vagas de emprego para reforçar expansão em tecnologia

A DB1, multinacional brasileira de tecnologia, anuncia a abertura de cerca de 150 vagas para diversas áreas e níveis de senioridade, inclusive, para pessoas que nunca tiveram uma carreira no setor de tecnologia. O objetivo é fortalecer o time para seu processo de expansão para outros mercados e suportar o crescimento dos novos produtos do grupo. A maior parte das oportunidades está concentrada em Engenharia e Desenvolvimento, com 98 posições voltadas para projetos estratégicos e até internacionais. Há também vagas nas áreas Comercial, Marketing, Suporte, Implantação e outras funções ligadas à tecnologia. O movimento ocorre de forma já adaptada a uma tendência de transformação no mercado de trabalho. De acordo com uma pesquisa global do LinkedIn, 54% dos profissionais brasileiros afirmam que pretendem mudar de emprego no próximo ano, enquanto 37% dizem se sentir preparados para enfrentar desafios maiores de uma nova fase da carreira. E, ao mesmo tempo, na contramão do mercado Tech que tem realizado vários processos de demissão em massa (“LayOffs”). É justamente esse cenário que dialoga com o perfil de profissional que a DB1 busca atrair: pessoas que querem oportunidade de crescimento, sabem que o mundo está em constante mudança e se adaptam rapidamente a novos cenários sem se queixar; são resolvedores de problemas e, principalmente, buscam superar desafios que exigem mais do que a capacidade momentânea. São profissionais que buscam trabalhar orientados por uma missão, entendendo claramente os porquês, e que têm à disposição um ambiente de liberdade de atuação, não ficando restrito ao seu descritivo funcional (“job description”). Essa característica possibilita que o profissional possa criar, evoluir rapidamente e mostrar sua capacidade. E o melhor, sem renunciar seus valores pessoais para atingir resultados extraordinários. O Grupo está avaliando pessoas em processo de transição de carreira, que estejam dispostas a investir em aprendizado contínuo e desenvolvimento técnico em outras áreas. “Buscamos pessoas com o DNA DB1, espírito guerreiro e que queira fazer as coisas acontecerem. A proposta é oferecer um ambiente estruturado, condições e recursos que o profissional precisa para dar suporte a quem quer fazer coisas incríveis”, destaca o fundador e CEO do Grupo, Ilson Rezende. Segundo ele, mais do que experiência técnica, o diferencial está no perfil. “Buscamos pessoas com capacidade de aprendizado rápido, com curiosidade ativa, senso de responsabilidade para com as outras pessoas e vontade genuína de crescer e se desenvolver. Aqui, realizações pregressas não são garantia que você vai se dar bem, sua capacidade de aprender e superar desafios são”. A cultura organizacional é apontada como um dos principais diferenciais do grupo. “Aqui, cultura é de verdade, não são frases soltas em uma parede. Ou você está nela ou não é DB1” afirma Ilson Rezende, que trabalhou intencionalmente durante anos para estruturar a cultura da empresa dentro de padrões globais que conhecemos, como Disney, Google e outros. A DB1 acumula 15 anos consecutivos de certificação no Great Place to Work (GPTW), mantém nota 4,1 no Glassdoor. Embora a maioria das contratações seja para atuação presencial em Maringá, há opções de vagas para trabalho remoto para perfis mais disciplinados e preparados para trabalhar home-office, além dos polos de Londrina, Campo Mourão, Dois Vizinhos, São Paulo e Santiago no Chile.  Os interessados podem se candidatar pelo portal db1.inhire.app/vagas. Como dica final para quem deseja se destacar, é recomendado autenticidade e preparação: “Pesquise sobre a empresa, entenda nossos valores e seja você mesmo. Não buscamos respostas perfeitas, mas pessoas coerentes com o que acreditam e com o que a DB1 vive no dia a dia”, destaca.

De Maringá para o mundo: DB1 ultrapassa R$ 200 milhões e reforça modelo de negócios guiado por valores

Poucas empresas brasileiras alcançam maturidade corporativa sem perder o espírito fundador que as moveu no dia em que surgiram. No setor de tecnologia, onde modismos e pressões de crescimento costumam atropelar valores, o DB1 Group chega aos 25 anos em 2025 com um feito incomum: tornou-se um grupo com mais de 800 colaboradores, presença internacional, produtos líderes de mercado e receita superior a R$ 200 milhões, sem abrir mão dos mesmos princípios que guiaram seu início em 2000, em Maringá, no interior do Paraná. Ao longo de um quarto de século, a empresa não precisou reinventar quem era para escalar. Ela amadureceu sem se corromper, como define Ilson Rezende, fundador e CEO do grupo. “Crescemos sem jamais deixar de ser quem somos, porque só faz sentido crescer preservando princípios, para que possamos durar gerações. Afinal a DB1 está sendo construída para durar”, afirma. A afirmação não é retórica nem peça de marketing corporativo. A DB1 paga o preço, mas colhe resultados de uma gestão onde a cultura é mais sagrada que o lucro . Dentro da empresa, é comum ouvir que “é permitido perder 1 milhão dentro da cultura, mas não ganhar 1 milhão fora dela”. Não se trata de permissividade, mas de coerência: em um caso real, um colaborador que gerou prejuízo milionário continuou na empresa e trabalhou junto com outras pessoas para resolver a situação. A cultura como modelo de gestão, não como enfeite Desde o princípio da sua fundação, Ilson tem como premissa que a cultura não é um manual, um slogan ou a foto sua parede do escritório. É um sistema de gestão blindado contra o ego e pessoas que querem mudar a empresa para o próprio jeito de gerir . O código cultural do grupo está sintetizado em pilares como Locus of Control (responsabilidade  por tudo que acontece a sua volta. Não é suficiente fazer só a sua parte), Energy (energia para fazer a jornada acontecer), Team Spirit (espírito de time, onde todos se importam com o outro para cumprir a missão), Be Fair (ser justo em tudo o que faz), Do Right, Don’t Hide (fazer o certo quando tem pessoas vendo e quando não tem), entre outros. Não são orientações motivacionais, mas sim mecanismos, governança e decisão, que permite a empresa a ter poucos processos e alta agilidade.” Porque não adianta seguir processos e não resolver o problema, ou você nunca ficou com raiva de abrir um chamado com um problema e o atendente dizer que tem 3 dias úteis para resolver e você ficou indignado, porque os valores da empresa diziam “atender bem o cliente”? Acreditamos que o jogo corporativo do futuro é sobre caráter, honra e princípios”, destaca Ilson. Esse modelo permite algo raro no setor de tecnologia: a Rosalina Ponciano, conhecida como dona Rosa, colaboradora que faz o café na sede, pode cobrar o presidente, se ele estiver fazendo algo incoerente com a cultura. Feedback não é vertical. É moral. A empresa que amadureceu e faz o próprio crescimento O grupo que começou como software house tornou-se um ecossistema de empresas de tecnologia, com presença em Latam e EUA, clientes em 19 países e soluções líderes como ANYMARKET, Predize, Koncili, Mixtra, Consignet e My Kids. A expansão exigiu governança, formação de lideranças internas (hoje, a maior parte delas cresceu dentro da casa), e consistência. Atualmente, o grupo mantém média de crescimento de 25% ao ano, ficando acima da “regra dos 40”, indicador global que mede saúde financeira e ritmo de expansão, alcançando um faturamento de R$ 200 milhões e capital ainda integralmente dos fundadores Ainda assim, o grupo não mede relevância apenas por faturamento. Seus números incluem indicadores que não aparecem nos balanços convencionais: 16 anos consecutivos de certificação GPTW, investimento mínimo de 1% em inovação contínua, e a criação de um escritório em um parque privado o Lumino Parque Park, com conceito de escritório do futuro na visão da DB1,, destinado à preservação de área nativa em conjunto com o ambiente de trabalho, porque, para a empresa, legado não se resume a software ou tecnologia. “Porque não basta fazer, temos que nos orgulhar de como estamos fazendo e dividir prosperidade com as pessoas”, pontua. Tecnologia é meio. Impacto é destino. A tecnologia não é ponto de partida nem de chegada: é meio. O princípio fundador sempre foi “fazer tecnologia que transforma realidades e vidas”. Por isso, a empresa não assume projetos que não carreguem propósito alinhado, mesmo que sejam lucrativos. E esse posicionamento atravessa o manifesto da companhia, e também não vende para quem não vai ter sucesso com nossos produtos e serviços”.. “Estamos construindo um nome que vai durar gerações, representando indivíduos extraordinários, com talento, alto desempenho e engajamento nas missões que lhes são confiadas. Essa é a nossa visão”, conclui Rezende.  Nos próximos anos, o grupo projeta expansão internacional, novos produtos, com uma diretriz clara: crescer com consistência, não com pressa. 

Datas duplas redesenham o consumo online e aceleram a disputa entre marketplaces no Brasil

O e-commerce brasileiro está passando por uma reorganização silenciosa, mas profunda. Dados da base do ANYMARKET revelam que o dia 2/2 de 2026 cresceu 107% em GMV na comparação anual, desempenho muito acima do avanço médio do mercado em janeiro, que ficou próximo de 35%. O número mostra que o consumo digital está se deslocando para eventos estratégicos, transformando datas comuns em momentos de alta competição entre plataformas. Mais do que vender mais, os marketplaces estão mudando a lógica do calendário. “O e-commerce deixa de ser contínuo e passa a ser episódico, ou melhor, agora os episódios acontecem todos os meses e não somente em novembro. As datas duplas funcionam como mini Black Fridays distribuídas ao longo do ano”, afirma Victor Cobo, CEO do ANYMARKET, uma empresa do Grupo DB1.  Nesse novo cenário, o crescimento também redesenha o poder entre plataformas. No comparativo do 2/2, o Mercado Livre avançou 158%, enquanto a Shopee cresceu 143%, consolidando a força dos players que combinam subsídio, logística e meios de pagamento integrados. A Amazon aparece com alta de 14%, enquanto outros marketplaces perdem relevância relativa, indicando uma redistribuição de atenção e investimento dos sellers nestas datas. Além dos marketplaces tradicionais, o social commerce começa a ganhar papel estrutural no jogo competitivo. O TikTok Shop já aparece como novo entrante relevante no ecossistema, mostrando que descoberta e conversão passam a acontecer no mesmo ambiente. Diferente do modelo clássico de busca, o social commerce opera pela lógica do conteúdo, impulsionando compras por influência, descoberta e tempo de tela. Para o seller, isso muda a estratégia: não basta mais só preço e logística, é preciso integrar catálogo, operação e storytelling. “O TikTok deixa claro que vender não é só estar onde o consumidor procura, mas onde ele se entretém. É um canal que mistura mídia, conteúdo e checkout na mesma experiência e de forma conversacional com o consumidor final”, afirma Victor Cobo. “O mercado vive uma verdadeira dança das cadeiras. Não é só quem cresce, mas quem captura share. Plataformas asiáticas como a Shopee deixaram de ser alternativas e passaram a ser estruturais no ecossistema brasileiro”, analisa Cobo. Outro movimento importante é o aumento do valor por compra. Enquanto os pedidos subiram 78%, o GMV avançou 107%, mostrando que o consumidor está gastando mais mesmo em um cenário de juros elevados, que desestimulam o consumo. Isso ocorre porque os marketplaces estão redesenhando a experiência financeira do consumo, com parcelamentos mais longos, descontos à vista ou no PIX, parcerias com fintechs e principalmente cupons agressivos que incentivam tickets maiores. “Mesmo com crédito caro, as plataformas estão reprogramando o comportamento de compra. Não é apenas promoção, é arquitetura financeira alavancando a experiência do consumo”, explica o executivo. O impacto vai além da conversão e atinge a operação e a reputação das marcas. Dados do Predize, outra empresa do Grupo DB1, mostram que soluções baseadas em IA influenciaram mais de 400%, em comparação ao ano anterior, nas conversões de vendas realizadas por meio de respostas automáticas, não dando tempo para a pessoa buscar outro anúncio e efetivar a comprar ali mesmo. Outro ponto importante é que, nos canais, um item que compõe a reputação do seller, é o SLA acordado para responder os compradores. “A IA, além de converter, resolve indicadores estratégicos do seller. E isso acontece não apenas no pré, mas também no pós-venda. Prova disso foi o aumento de 241% na quantidade de chamados abertos na data, refletindo em compradores que, de alguma forma, tiveram dúvidas sobre pedidos recém-realizados. Um bom atendimento neste momento gera retenção e bom relacionamento. A tecnologia deixa de ser eficiência e passa a ser infraestrutura para sustentar a experiência em momentos de pico”, explica. “Nos novos capítulos do e-commerce, não vence só quem comunica melhor ou subsidia mais, mas quem consegue atender sem fricção quando o volume explode e está atento e presente em todos os canais”, diz Cobo. Para marcas e sellers, a mensagem é clara: estar fora das datas e das plataformas certas é perder visibilidade. “Os marketplaces estão abrindo as ondas do consumo digital. As marcas que não estiverem preparadas para surfar esses movimentos ficam para trás”, conclui.

Categorias