CEOs ampliam presença digital e expõem novo desafio nas empresas

A presença digital de executivos passou a ocupar espaço na estratégia das empresas. Nos últimos anos, líderes intensificaram a atuação nas redes sociais como forma de fortalecer reputação, ampliar influência e abrir novas oportunidades de negócio. Esse avanço, no entanto, não tem sido acompanhado por mudanças estruturais na mesma velocidade. A pesquisa “O impacto das redes sociais no posicionamento de CEOs”, realizada pela HSM e pela Community Creators Academy em parceria com a Michael Page Brasil, ouviu 515 executivos em atuação no país e mapeou como as lideranças utilizam as plataformas digitais. O levantamento mostra que sete em cada dez CEOs usam as redes para impulsionar a estratégia das empresas, enquanto seis em cada dez buscam fortalecer a própria imagem. O LinkedIn aparece como principal canal, com 93% de adesão, seguido pelo Instagram, com 61%. Para Juliano Marchesine, co-fundador da Backstage, consultoria especializada em posicionamento digital de executivos, os dados indicam que a presença digital já foi incorporada à lógica estratégica das empresas, ainda que de forma incompleta. “A presença digital da liderança já deixou de ser opcional. Hoje, ela faz parte da agenda estratégica das empresas, mas ainda sem a estrutura necessária para sustentar esse movimento”, afirma. Entre os objetivos, a construção de reputação corporativa lidera, citada por cerca de 60% dos entrevistados, seguida pela geração de negócios, com 54%, e networking, com 47%. Segundo Marchesine, esse conjunto de prioridades mostra que a atuação digital deixou de ser apenas institucional e passou a operar como vetor direto de valor. Apesar da relevância estratégica, os dados revelam fragilidades na estrutura. Cerca de 73% dos CEOs nunca receberam treinamento em presença digital e 60% das empresas não possuem políticas formais sobre o uso das redes sociais. Além disso, 57% dos executivos produzem seus próprios conteúdos sem apoio, enquanto a falta de tempo é apontada como principal barreira por 54% dos entrevistados. Para o especialista, o principal ponto não está na adesão, mas no descompasso entre prática e organização. “As lideranças já estão nas redes, já geram impacto em reputação e negócios, mas as empresas ainda não criaram processos, diretrizes ou preparo para isso”, diz. Mais do que um aumento de adesão, os dados apontam para um desalinhamento entre a importância atribuída à presença digital e a capacidade das empresas de estruturá-la. Na avaliação de Marchesine, esse cenário caracteriza um estágio intermediário de maturidade do mercado. “A agenda evoluiu mais rápido do que a capacidade de execução dentro das empresas”, afirma. Presença cresce mais rápido que a estrutura À medida que a atuação digital passa a influenciar diretamente a construção de confiança, reputação e geração de negócios, empresas ainda operam sem processos definidos para orientar esse movimento. “Na prática, a presença digital dos executivos avança de forma descentralizada, muitas vezes conduzida de maneira individual e sem conexão com estratégias institucionais mais amplas. Esse modelo tende a se tornar insustentável à medida que o impacto das redes se intensifica.”, explica Marchesine. Esse cenário tem impulsionado uma nova frente dentro do marketing, voltada à organização da presença digital de executivos. A Backstage atua na estruturação desse processo, desenvolvendo estratégias que integram posicionamento, produção de conteúdo, análise de dados e objetivos de negócio. A proposta é transformar perfis pessoais em ativos relevantes para as organizações.“No marketing, como na economia, não dá para agir no escuro. Se não mede, não sabe o que funciona”, afirma o especialista. A expectativa é que essa atuação se consolide como parte da estrutura das empresas, deixando de ser um esforço isolado. “A próxima etapa não é simplesmente estar nas redes. É estruturar a presença da liderança como um ativo estratégico, integrado à estratégia das empresas”, completa o especialista. Serviço: Backstage Site – www.backstage.com.br Instagram – @backstage.ed LinkedIn – Backstage

Marco Lopes é o novo CEO da Alias Tecnologia

A Alias Tecnologia anuncia Marco Lopes como o novo CEO da empresa. O executivo com uma experiência de mais de 30 anos no mercado financeiro, iniciou as atividades na neste mês de março. O novo presidente ocupou altos cargos de liderança em diversos bancos e, durante décadas, esteve focado no público de alta renda, no sistema de private banking. A Alias é considerada referência do setor de registro eletrônico de contratos no financiamento de veículos no Brasil. E, além do novo CEO, também confirma o bom momento com a inauguração da 1ª filial da empresa, na região da Berrini, em São Paulo/SP.

BLACK SKULL anuncia Felipe Lira como CEO e reforça estrutura executiva para novo ciclo de expansão da marca

A Black Skull, uma das principais marcas do mercado de suplementação esportiva do país, anuncia Felipe Lira como novo Chief Executive Officer (CEO). Após atuar nos últimos meses como Diretor Interino na GDS – Grow Dietary Supplements, detentora da marca,  Felipe assumiu oficialmente a liderança da companhia. A movimentação marca uma nova etapa na trajetória da companhia e integra o processo de fortalecimento da governança e da estrutura organizacional da GDS, que inicia um ciclo marcado por crescimento, reposicionamento e expansão. Após um período desafiador e de reestruturação, a companhia iniciou, em 2025, uma correção de rota que marcou a retomada de sua trajetória positiva. Esse novo momento foi conduzido com o apoio da Alvarez & Marsal, resultando no fortalecimento da governança, na reorganização operacional e na recuperação da confiança do mercado. Para 2026, a expectativa é de crescimento de 38%, sustentado por uma estratégia focada em eficiência operacional, expansão de canais, inovação em portfólio e fortalecimento da marca. Como parte desse novo momento, Roberto de Luna, executivo com larga experiência no setor de bens de consumo e suplementos, assume o cargo de Diretor Executivo Comercial, passando a liderar as áreas Comercial e de Marketing. A estrutura organizacional também passa a contar com a criação da área de DHO (Desenvolvimento Humano Organizacional), reforçando o compromisso da companhia com cultura, pessoas e performance. Nesse novo contexto de reorganização estratégica da companhia, Marcelo Bella, fundador da marca, deixa o quadro societário e a operação. “A Black Skull vive um momento de transformação profunda. Assumir a posição de CEO após atuar diretamente no processo de diagnóstico e realinhamento da companhia permite acelerar essa nova fase com clareza estratégica, disciplina na execução e foco em resultados sustentáveis. Nosso objetivo é preparar a empresa para um novo patamar de crescimento, competitividade e geração de valor no longo prazo”, afirma Felipe Lira, CEO da Black Skull. Ao ocupar a nova posição, Felipe Lira consolida um movimento iniciado no primeiro semestre de 2025, que teve como foco o realinhamento financeiro e operacional da empresa. Entre os principais objetivos para 2026 estão a reestruturação das áreas Comercial, Marketing, P&D e Novos Negócios; o desenvolvimento de novos canais de distribuição físicos e digitais; a entrada em novos segmentos; além da construção de parcerias estratégicas envolvendo industrialização, licensing e collabs. Ao longo do ano, a companhia prevê o lançamento de 20 novos produtos. “Estamos focados em reforçar parcerias estratégicas, ampliar nossa presença nos diferentes canais de distribuição e acelerar novos projetos de desenvolvimento de produtos. Esse movimento é essencial para sustentar o crescimento da marca, ampliar nosso alcance e entregar soluções cada vez mais relevantes para diferentes perfis de consumidores”, destaca Lira.  Atualmente, a Black Skull conta com um portfólio de aproximadamente 230 SKUs, com destaque para as linhas de proteínas, creatina, pré-treinos e termogênicos. Os canais de venda hoje se concentram principalmente em lojas Body Shop e Green Shop, varejo farma, e-commerce próprio e marketplaces.   “A partir de 2026, entramos em uma nova fase de expansão do portfólio, com investimentos mais robustos na categoria de snacks proteicos, especialmente no desenvolvimento de barras de proteínas com propostas verdadeiramente disruptivas. Em paralelo, estamos direcionando esforços para ampliar de forma significativa nossa atuação no canal alimentar em todo o Brasil, levando a Black Skull a novos pontos de contato com o consumidor”, aponta Roberto de Luna, Diretor Executivo Comercial da Black Skull. Com 12 anos de atuação no mercado, o novo momento da Black Skull envolve ainda a revisão de suas missões e valores institucionais, um reposicionamento estratégico com viés mais premium e uma ampla atualização da identidade visual. 

Em 90 dias, CNBC entrevista 13 CEOs das maiores empresas do planeta

 “Quem pensa o mundo dos negócios, passa pela CNBC. Mentes que geram evolução, líderes que marcam gerações e tomam decisões que transformam o nosso dia a dia. O espaço de entrevistas mais impactante do jornalismo global. Diferente de tudo o que há nos canais de notícias tradicionais”. Este é o tema da nova campanha do Times Brasil | CNBC para celebrar um resultado expressivo. Nos últimos 90 dias, a CNBC realizou entrevistas exclusivas com 13 líderes de empresas que estão na lista das 15 maiores do mundo em valor de mercado, segundo o ranking especializado Market Cap. Em apenas três meses, passaram pela bancada da CNBC, os CEOs de gigantes globais como Nvidea, Apple, Google, Microsoft, Amazon, Aramco, Tesla, Broadcom, Berkshire Hathaway, Wallmart, Eli Lilly, JP Morgan e Meta. Entrevistas inéditas em que foram reveladas estratégias de negócio, desafios de mercado e a visão empreendedora de quem comanda companhias com valores bilionários e até trilionários.    Essa exclusividade do jornalismo CNBC é ainda mais marcante entre as companhias globais de tecnologia. Nos últimos 90 dias, 15 CEOs e executivos das empresas mais valiosas do mundo neste segmento foram entrevistados: Oracle, Palantir, IBM, SAP, Salesforce, Schneider, Shopify, Broadcom, além de Apple, Google, Microsoft, NVidea, Amazon, Meta e Tesla. A mesma presença marcante da CNBC ocorre entre os bancos e fundos de investimentos. Dez executivos do setor foram entrevistados nos últimos três meses: JP Morgan, Bank of America, HSBC, Wells Fargo, Goldman Sachs, Berkshire Hathaway, Prosus, Blackstone, Blackrock e Prologis No Brasil, a rede de notícias também realiza, há meses, uma sequência exclusiva de entrevistas com líderes de grandes corporações, entre elas, as de maior valor no mercado brasileiro e com atuação global, como Vale, IBM, JBS, Totvs além de CEOs dos principais bancos. “A presença dos líderes empresariais mais importantes do mundo e do Brasil em nossas telas confirma que somos o canal de referência para quem toma as decisões que moldam o futuro”, afirma Douglas Tavolaro, fundador e CEO do Times Brasil | CNBC.

Loggi inicia novo ciclo com Viviane Sales como CEO

A Loggi, empresa brasileira referência em entregas no país e que está transformando a logística por meio da tecnologia, anuncia o início de um novo ciclo este ano com a transição interna de liderança, em que Viviane Sales, até então vice-presidente de Clientes e Receitas, assume como a nova CEO a partir de janeiro de 2026.  A executiva sucede Thibaud Lecuyer, que atuou na liderança da empresa ao longo dos últimos seis anos como CFO e CEO, metade do tempo desde a fundação da empresa, e com quem vem trabalhando num processo de transição estruturado nos últimos meses. A mudança reforça a continuidade e a evolução consistente e sustentável dos negócios, assegurando a execução da estratégia de longo prazo e o avanço da Loggi como principal plataforma logística para o e-commerce no país. Nos últimos dois anos, Viviane esteve diretamente envolvida na evolução da operação nacional, no fortalecimento do portfólio de clientes — com destaque para o desenvolvimento do mercado de pequenas e médias empresas (PMEs) — e no avanço de iniciativas-chave de eficiência, inovação e expansão de mercado.  Viviane Sales tem extensa atuação na gestão e liderança de empresas e startups de tecnologia, entre elas Creditas, Twitter, BCG e Incode Technologies. Ela possui MBA pela Kellogg School of Management – Northwestern University, com habilitações em Marketing, Finanças e Gestão de Organizações e Bacharelado em Administração de Empresas pela FGV- EAESP, com habilitações em Finanças e Economia. “Hoje, a Loggi é referência em entregas e um dos principais operadores logísticos do país, contribuindo para cerca de 0,5% do PIB brasileiro. Operamos uma malha nacional que realiza centenas de milhares de entregas por dia, atendendo mais de 22 mil clientes de pequenos a grandes e-commerces, em mais de 5 mil municípios, com soluções que vão desde uma rede capilarizada de LoggiPontos para coleta até a integração com as principais plataformas do mercado, com serviços entregas de primeiro ao último quilômetro, sempre com rastreabilidade, segurança e flexibilidade, para todos os tamanhos de negócios”, explica Sales.  “Conheço a operação, nossos clientes e o enorme potencial que temos de revolucionar o mercado no país. O nosso compromisso seguirá em facilitar o acesso a logística, criando soluções inovadoras e de qualidade, gerando valor para o ecossistema de e-commerce em nosso país”, complementa. Dando continuidade à estratégia da empresa,  a  executiva manterá o foco no desenvolvimento do mercado de PMEs e na inovação de soluções logísticas para aprimoramento e consolidação de uma operação nacional cada vez mais eficiente. Além disso, continuará fortalecendo os negócios junto aos clientes corporativos da Loggi, entre grandes marketplaces e grandes empresas de diversos segmentos. “Inovação e tecnologia estão no nosso DNA e continuam sendo alavancas e diferenciais para o crescimento, tanto no desenvolvimento de soluções quanto para a nossa cultura de inovação e resultados. O nosso objetivo é ser o principal player de entregas leves no país e ser a grande referência de logística para e-commerce, desde o pequeno empreendedor até o grande marketplace”, complementa Viviane Sales.

CEO da geração Z: por que as empresas estão apostando nos mais jovens em cargos de liderança?

A presença de líderes da Geração Z no topo das organizações, começa a ganhar força em empresas brasileiras e globais. Um estudo de 2024 da Udemy, realizado com mais de 6.500 respondentes de diferentes gerações, aponta que 65% dos jovens da Gen Z estão fortemente motivados por desenvolvimento profissional e crescimento de carreira, derrubando a ideia de que essa geração seria “desinteressada” ou avessa a responsabilidades. Pelo contrário: eles querem aprender, crescer, liderar, e as empresas começaram a perceber isso. Esse movimento se reflete em casos como o do Miguel Henrique Souza, 26, como novo da CEO e sócio da Vaapty, líder do franchising no setor de intermediação de venda de veículos, que recentemente anunciou sua chegada na companhia. Mestre em Ciência da Computação e com experiência em fintechs, bancos e empresas de infraestrutura, Miguel assumiu  a missão de acelerar o avanço tecnológico e consolidar a governança da marca, que se tornou referência nacional em apenas cinco anos de operação. “A Vaapty cresceu em velocidade recorde e chegou a um ponto em que precisava se reestruturar para continuar crescendo com sustentabilidade. Essa nova fase traz um aporte forte em tecnologia e uma operação mais organizada, com acompanhamento próximo dos franqueados e mais previsibilidade de receita”, afirma o novo CEO. A reestruturação em andamento envolve mudanças profundas na alta gestão, incluindo substituição de diretores e a reformulação de áreas estratégicas como Recursos Humanos, Jurídico e Financeiro. O objetivo é criar uma estrutura mais moderna e preparada para escalar, com plano de carreira, certificações de qualidade e um ambiente de trabalho voltado à alta performance, inovação e cultura de dados — áreas em que jovens líderes costumam se destacar. Ao mesmo tempo, a chegada de profissionais da Geração Z ao comando de empresas responde a uma demanda de mercado por líderes que entendam de tecnologia, crescimento acelerado e novos modelos de consumo. Para muitos negócios, especialmente os que operam em ritmo de expansão, colocar um CEO mais jovem no centro da estratégia significa atenção total à inovação e mais proximidade com tendências emergentes. “A Vaapty buscava alguém que unisse domínio tecnológico, gestão, velocidade de execução e visão de futuro. É isso que trago para esta nova fase. Mesmo sendo jovem, acredito que posso acrescentar muito ao momento de transformação da companhia através da minha experiência na área e expertise”, disse Miguel.

Por que os CEOs estão voltando a estudar?

Por décadas, o topo da pirâmide corporativa funcionou como o ponto mais estável das organizações: líderes com décadas de experiência, repertório consolidado e alto domínio técnico acumulado ao longo da carreira. Mas isso mudou. Com a ascensão da Inteligência Artificial e a velocidade das transformações digitais, CEOs e diretores redescobriram o lifelong learning — e estão voltando a estudar como não faziam desde o início da carreira. O que antes era entendido como um diferencial de profissionais em ascensão se tornou uma responsabilidade estratégica da alta liderança. Afinal, decisões sobre IA, dados, automação, segurança e inovação exigem um repertório que nenhuma formação tradicional ofereceu. “Lifelong learning deixou de ser um conceito aspiracional para se tornar uma realidade prática. O C-Level entendeu que sua experiência é valiosa, mas não é mais suficiente para tomar decisões seguras em um mundo guiado por tecnologia”, afirma Gustavo Hoffmann, diretor da SKEMA Business School no Brasil. A urgência dessa atualização contínua também revela a obsolescência de um modelo educacional que foi, durante décadas, linear e rígido. Os tradicionais ciclos de graduação e pós-graduação, estruturados em percursos longos e pouco adaptáveis, já não acompanham a velocidade das transformações. A liderança percebeu que não basta ter uma grande formação acumulada: é preciso manter o repertório vivo, revisável e conectado às fronteiras mais atuais do conhecimento. O novo imperativo executivo é a fluidez entre upskilling e reskilling. Em um cenário global imprevisível, a aprendizagem precisa ser recorrente, prática e orientada para impacto imediato. Nesse contexto, cresce a busca por formações mais curtas, modulares e recorrentes — muitas delas com caráter internacional — capazes de oferecer atualização técnica, diversidade cultural, benchmarking estratégico e visão de vanguarda, permitindo que líderes recalibrem carreiras e negócios em tempo real. “Lifelong learning deixou de ser um conceito aspiracional para se tornar uma realidade prática. O C-Level entendeu que sua experiência é valiosa, mas não é mais suficiente para tomar decisões seguras em um mundo guiado por tecnologia”, afirma Gustavo Hoffmann, diretor da SKEMA Business School no Brasil. Para ele, estamos testemunhando também a transformação definitiva do próprio conceito de educação executiva. “Estamos assistindo ao fim do modelo educacional estanque. A liderança que acreditava ter ‘chegado lá’ está dando lugar à liderança que entende que nunca termina de chegar. O diferencial competitivo não é saber tudo, mas aprender rápido, desaprender quando necessário e buscar referências em ambientes verdadeiramente globais”, destaca. Esse movimento é também uma resposta às novas pressões do mercado. A inovação deixou de ser episódica e passou a ser ritmo; riscos digitais emergem diariamente; reguladores e investidores cobram mais preparo técnico da liderança; e as decisões estratégicas agora envolvem variáveis tecnológicas complexas que jamais fizeram parte da formação dessa geração de executivos. O lifelong learning, nesse contexto, não é mais “sobre aprender mais”, mas sobre pensar melhor — e repensar com agilidade. A sala de aula, portanto, volta ao centro da vida executiva não como ambiente acadêmico, mas como laboratório estratégico: espaço onde líderes refletem sobre impacto, testam hipóteses, trocam experiências, ampliam repertórios globais e atualizam modelos mentais para decisões de alto impacto. Empresas cujas lideranças adotam essa mentalidade de aprendizagem contínua tendem a inovar com mais consistência, reduzir riscos e construir culturas organizacionais mais adaptáveis. No mundo que emerge, o futuro pertence menos à liderança que sabe — e muito mais à liderança que aprende.

Grupo Stefanini nomeia Luca Bon como CEO da Ecglobal

Entendendo a necessidade dos CMOs e das empresas em cada vez mais conhecer profundamente seu consumidor, o Grupo Stefanini anuncia a chegada de Luca Bon como novo CEO da Ecglobal, empresa especializada em Pesquisa de Mercado e Comunidades Digitais. A nomeação reforça a proposta da companhia de integrar tecnologia, escuta ativa e inteligência de mercado para transformar a relação entre marcas e consumidores. Com mais de 20 anos de experiência nas áreas de marketing, tecnologia e gestão, incluindo passagens por multinacionais e uma trajetória internacional sólida, Luca foi responsável por fundar a operação da Toluna no Brasil e América Latina, além de passagens pela Procter & Gamble como Diretor de Marketing Global e McDonald’s Itália, como VP de Marketing. Agora, assume o desafio de levar a Ecglobal a uma nova fase de inovação operacional, tecnológica e expansão de portfólio em pesquisa de mercado. “Ao mesmo tempo em que os clientes exigem interações mais ágeis, relevantes e personalizadas, cresce a responsabilidade das empresas em transformar dados em insights acionáveis para evoluir suas plataformas e produtos. A Ecglobal tem o diferencial ouvir continuamente as pessoas e transformar essas informações em decisões estratégicas. Nosso foco é ampliar esse potencial com IA aplicada para inovação do portfólio de pesquisa, com novos produtos, automação e visão de negócio”, afirma Luca Bon. Com atuação no Brasil, LATAM e EUA, a Ecglobal atende marcas líderes de mercado por meio de sua plataforma proprietária. coletando insights em tempo real com comunidades digitais, mapeia comportamentos e gera recomendações com alto grau de personalização, posicionando-se como um pilar estratégico na construção de experiências centradas no consumidor. A chegada de Luca Bon fortalece também a unidade de Marketing do Grupo Stefanini, que reúne empresas como W3haus e Gauge, especializadas em Publicidade, Growth, Consumer Insights e Martech. Essa unidade compõe um dos sete pilares de negócio da consultoria tech global, focados em resolver desafios complexos com soluções integradas e mentalidade AI-First. “O marketing moderno é impulsionado por dados e guiado pela escuta ativa. A Ecglobal é peça central nessa transformação, por sua capacidade de capturar insights culturais e comportamentais com profundidade e velocidade. A chegada de Luca marca uma nova etapa para a empresa, unindo inteligência de mercado, tecnologia e experiência para ampliar nosso impacto nos negócios”, afirma Guilherme Stefanini, CMO global do Grupo Stefanini. Presente em 46 países, o Grupo Stefanini tem evoluído sua estrutura global com foco em transformação digital acelerada por IA, colocando a inteligência artificial no centro da tomada de decisão. A liderança de Luca Bon reforça esse posicionamento e abre novas oportunidades para transformar a forma como marcas escutam, se conectam e evoluem com seus consumidores.

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