ABA e Central de Outdoor promovem painel com lideranças femininas no OOH Summit Brasil 2026

A Central de Outdoor, maior associação de mídia OOH do país e uma das cinco maiores do mundo, anuncia a participação da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), como parceira na curadoria do painel: “Lideranças femininas discutem OOH como plataforma de conexão” no OOH Summit Brasil 2026. O evento marca a evolução da tradicional Convenção Nacional da entidade, que passa a adotar o formato “Summit” e tem a capital paulista como nova sede. A edição de 2026 será realizada de 18 a 19 de março, no Villa Blue Tree, em São Paulo, reunindo lideranças, especialistas e profissionais do setor em dois dias dedicados à troca de conhecimento, debates estratégicos, apresentação de cases e networking. As inscrições e mais informações sobre a programação completa estão disponíveis no site: https://oohsummit.com.br/ O painel acontece no dia 19 de março, das 10h45 às 11h30, e reúne lideranças  femininas de alguns dos principais anunciantes do país. Entre elas está: Alessandra Souza, diretora da ABA e CMO da Stellantis; Aline Velha, vice-presidente do Comitê de Mídia da ABA e Media Director do Nubank; Daniela Pereira, conselheira da ABA e diretora de mídia Brasil e Latam em Home Care da Unilever; e Lucia Bittar, conselheira da ABA e diretora de marketing, Channel marketing e PR da Samsung Brasil. A moderação será conduzida por Nelcina Tropardi, presidente da ABA e vice-presidente da área jurídica, ESG e de assuntos corporativos do Carrefour, ampliando a representatividade e o olhar estratégico dos anunciantes sobre o papel do OOH na jornada de consumo. “Promover um painel com lideranças femininas de anunciantes, debatendo sobre OOH, é reconhecer o protagonismo das mulheres nas decisões estratégicas de marketing e, ao mesmo tempo, destacar a evolução da mídia exterior como ferramenta de construção de marca e geração de valor. A ABA acredita que debates qualificados fortalecem o mercado e ampliam nossa capacidade de inovar com responsabilidade”, afirma Sandra Martinelli, CEO da ABA. Além do painel organizado pela ABA, o OOH Summit contará com a participação de Michel Alcoforado, antropólogo e PhD em Antropologia do Consumo, que palestrará sobre a relação da mídia Out Of Home e a economia da atenção. O evento terá ainda a participação de Tom Goddard, presidente da World Out of Home Organization (WOO), principal organização global dedicada ao setor, que representa anunciantes, agências e proprietários de mídia em mais de 40 países e atua na promoção de boas práticas, no desenvolvimento de padrões internacionais e na articulação de iniciativas que impulsionam a inovação e o crescimento do OOH em escala global. A programação do evento será dividida em três dias. Em 17 de março, a abertura acontece com um happy hour exclusivo para associados e convidados. Já nos dias 18 e 19, o Summit promove uma programação intensa de palestras, painéis, debates e apresentação de cases voltados ao desenvolvimento do mercado de mídia exterior. Ao longo do evento, serão discutidos temas estratégicos relacionados à evolução da mídia exterior, como criatividade, estratégias para mídia estática e digital, economia da atenção, Programmatic OOH, dados do setor, grandes formatos, referências globais, tendências e Retail Media, além de espaços dedicados à troca de experiências entre profissionais, empresas e entidades do setor. Para Fabi Soriano, diretora executiva da entidade e integrante da Confraria de Mulheres Dirigentes de Entidades, a participação da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) reforça o posicionamento do OOH Summit Brasil 2026 como um espaço estratégico de diálogo entre exibidores, agências e anunciantes, além de valorizar o protagonismo das lideranças femininas nas decisões de marketing e comunicação. “O OOH vem ampliando sua presença nos planejamentos de comunicação, e contar com a ABA na construção desse conteúdo reforça a relevância do meio dentro das estratégias das marcas. Ao promover um painel com executivas que ocupam posições estratégicas em grandes anunciantes, ampliamos a pluralidade de vozes no debate. É fundamental ouvir quem investe e planeja mídia para que o setor avance de forma alinhada às expectativas do mercado”, afirma. Com um formato que combina conteúdo, relacionamento e troca profissional, o OOH Summit Brasil 2026 reforça o papel da Central de Outdoor como articuladora de conhecimento e desenvolvimento do setor de mídia exterior. A programação completa e mais informações sobre o evento estão disponíveis no site oficial: https://oohsummit.com.br/. O evento conta com patrocínio master da NEOOH e da THE LED, além do apoio de importantes players do mercado, entre eles a OOH Brasil, Amplilume, Inviron, Mundo de LED, Connectoway, AdsmovilOOH e WDC Networks.

POSICIONAMENTO – Central de Outdoor sobre Distritos de Mídia

por Halisson Pontarola, Presidente da Central de Outdoor O debate sobre Distritos de Mídia digital, informalmente batizados e americanizados como “Times Square”, não pode ser reduzido a uma dicotomia simplista entre “modernização” e “impacto visual desordenado”. Trata-se, na realidade, de discutir modelo urbano, governança, curadoria qualificada e responsabilidade pública. Essa discussão precisa ser conduzida com embasamento técnico e visão de longo prazo. Não se trata de replicar modelos estrangeiros de forma aleatória, tampouco de flexibilizar regras sem critérios claros. Trata-se de compreender como a comunicação urbana pode evoluir de maneira responsável, estruturada e integrada ao planejamento da cidade, contribuindo efetivamente para a regeneração econômica e social dos centros urbanos. A Central de Outdoor, maior associação de mídia exterior do Brasil, defende que a discussão sobre leis regulatórias e, principalmente, sobre os distritos de mídia digital precisa ser conduzida com maturidade e base técnica. Quando falamos em distritos de mídia, falamos de territórios delimitados, com regras específicas, governança clara, curadoria urbana e contrapartidas objetivas ao poder público e à população. Esse é o ponto central. O conceito de mídia regenerativa parte de um princípio simples: a publicidade não deve apenas ocupar espaço, e sim devolver valor ao espaço. Em um modelo bem estruturado, os distritos de mídia podem gerar benefícios concretos ao ecossistema urbano: A concentração de ativos digitais em regiões previamente definidas aumenta a circulação de pessoas, amplia a sensação de segurança e estimula a ocupação noturna, contribuindo para a recuperação de centros urbanos que perderam vitalidade econômica. O aumento do fluxo impacta diretamente bares, restaurantes, varejo, hotelaria e serviços. A mídia funciona como catalisadora de movimento e permanência. Projetos dessa natureza envolvem engenharia, tecnologia, manutenção, criação de conteúdo, produção cultural, eventos e serviços urbanos. O OOH é o terceiro meio para o qual se destinam as verbas publicitárias. O relatório Cenp-Meios ratifica que o OOH manteve o terceiro lugar, com participação de 11,8%, equivalente a mais de R$ 3 bilhões faturados. Já pelo levantamento da Tendências, os players de mídia OOH faturam, aproximadamente, R$ 5,5 bilhões. A penetração do OOH, portanto, chega a 89% do território nacional. Assim, por isso mesmo, o meio tem capacidade de desdobramentos na economia: R$ 1 milhão em investimento no OOH gera R$ 835 milhões para o PIB, aponta o relatório da Tendências. Os distritos de mídia tornam-se pontos de referência simbólica, fortalecendo a imagem da cidade e ampliando seu potencial turístico e de entretenimento. A requalificação do entorno impacta positivamente imóveis e ativos comerciais, desde que acompanhada de planejamento urbano e equilíbrio regulatório. Como são custeados pela iniciativa privada e vinculados a termos de cooperação transparente, incluindo doação de mídia ao poder público, esses projetos entregam infraestrutura, iluminação, conservação e intervenções urbanas sem onerar o orçamento municipal. A obrigatoriedade de veiculação de conteúdos públicos, culturais e comunitários amplia o papel social da mídia. Cidades que desejam competir globalmente precisam integrar inovação, comunicação e desenvolvimento urbano de forma coordenada. É fundamental destacar que a modernização regulatória constitui etapa primordial para que as cidades brasileiras possam se adaptar às novas tecnologias e aos novos modelos de comunicação urbana, preservando princípios de ordenamento, equilíbrio estético e responsabilidade social, ao mesmo tempo em que viabiliza ganhos econômicos, inovação e benefícios estruturais para a cidade. O risco não está no suposto potencial de poluição visual, mas sim na ausência de planejamento, diretrizes claras e governança adequada. O verdadeiro risco está em perder a oportunidade de tangibilizar, de forma estruturada e mensurável, todos os ganhos urbanos, econômicos e sociais que o conceito de mídia regenerativa pode proporcionar à cidade. Modelos planejados, com governança adequada, transparência e participação institucional dos setores interessados podem gerar equilíbrio entre estética urbana e dinamismo econômico olhando holisticamente para o conjunto de leis que ordenam também outros formatos de mídia fora dos distritos.  A alternativa não é proibir, mas ordenar com inteligência. Quando bem regulamentadas, as leis que tratam do tema da mídia OOH (Out of Home) e dos distritos de mídia não competem com a cidade, elas passam a integrar uma estratégia maior de desenvolvimento econômico, cultural e turístico. O debate precisa sair da superficialidade estética e avançar para uma análise sistêmica de impacto urbano. O debate não pode permanecer limitado à narrativa e rotulagem simplista de ‘poluição visual’; é necessário avançar para uma abordagem sistêmica, fundamentada em planejamento, governança, impacto econômico e responsabilidade pública, avaliando os efeitos estruturais sobre o olhar do desenvolvimento urbano moderno que funciona no mundo todo. As cidades que prosperam são aquelas que compreendem que comunicação, tecnologia e urbanismo não competem entre si, mas se complementam. Halisson Pontarola  Presidente da Central de Outdoor 

Central de Outdoor Seccional da Bahia realiza nova campanha de Natal e apoia ações das Obras Sociais Irmã Dulce

A Central de Outdoor Seccional da Bahia realiza nova campanha de Natal neste início de mês, reforçando a mensagem de que o espírito natalino pode e deve ser vivido o ano inteiro. Unindo criatividade, impacto visual e propósito social, a ação visa incentivar a solidariedade contínua e o engajamento da população com causas que transformam vidas. Com o conceito “A gente tem espírito natalino o ano inteiro”, as artes destacam que doar, cuidar e compartilhar não são gestos restritos ao mês de dezembro, provocando uma reflexão sobre o papel de cada cidadão na construção de uma sociedade mais solidária. As Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Hospital Martagão Gesteira, Grupo de Apoio a Criança com Câncer (GACC Bahia) e Instituto de Cegos da Bahia (ICB) são as instituições destacadas nas peças que já estão nas ruas. Além da idealização dessa campanha, a Central de Outdoor Seccional da Bahia também apoia diretamente a divulgação das ações das Obras Sociais Irmã Dulce com o lançamento de outra campanha que já está também nas ruas. A peça convida a sociedade a fazer parte dessa corrente do bem, por meio de doações que ajudam a manter milhares de atendimentos gratuitos realizados diariamente, e a também fazer doações por meio do pix doe@irmadulce.org.br. “Estamos reafirmando que a solidariedade não tem data marcada e que o compromisso com o bem-estar coletivo deve ser permanente. Essas iniciativas mostram como a mídia exterior pode ir além da publicidade e se tornar uma aliada na transformação social”, reforça Vinícius Linhares, presidente da Central de Outdoor da Bahia.

Central de Outdoor Seccional Bahia apoia instituições em campanha solidária

A Central de Outdoor Seccional Bahia lançou uma campanha solidária que reforça o espírito natalino durante todo o ano. A iniciativa busca mobilizar a sociedade para ações de solidariedade e incentivo à doação, fortalecendo uma corrente do bem em prol de instituições sociais que atuam diretamente no cuidado e na inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade no estado. O projeto reúne organizações reconhecidas pelo trabalho social e de saúde que desenvolvem, como Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), Hospital Martagão Gesteira, Grupo de Apoio à Criança com Câncer Bahia (GACC-BA) e Instituto de Cegos da Bahia (ICB). A proposta é utilizar a força da da mídia exterior (OOH) para ampliar o alcance da mensagem, sensibilizando a população sobre a importância de contribuir e fazer parte dessa rede de solidariedade. Para o presidente da Central de Outdoor Seccional Bahia, Vinicius Linhares, apoiar iniciativas como essa faz parte do papel da entidade. “Entendemos que a comunicação tem um poder transformador. Ao apoiar esse projeto, nos colocamos a serviço de causas que realmente fazem a diferença na vida das pessoas, ajudando a manter vivo o espírito de solidariedade não apenas no Natal, mas ao longo de todo o ano”, destaca. A Central, além de apoiar essas instituições, reforça a importância da ajuda a outras instituições que atuam na Bahia e são muito importantes para diversas famílias, como a APAE Salvador, Organização de Auxílio Fraterno (OAF) e Núcleo de Apoio ao Combate do Câncer Infantil (NACCI), além de várias outras. Crédito da imagem: Marketing/Central de Outdoor Seccional Bahia.

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