DFreire Comunicação e Negócios assume a assessoria de imprensa da Lux Incorporadora
A DFreire Comunicação e Negócios conquista a conta da Lux Incorporadora, empresa do Grupo Lux especializada no desenvolvimento de empreendimentos residenciais de alto e altíssimo padrão em São Paulo. A agência passa a liderar a estratégia de comunicação e o relacionamento com a imprensa da marca. Com 23 anos de atuação, a Lux Incorporadora se consolidou no mercado ao desenvolver projetos pautados por curadoria, arquitetura autoral e experiências residenciais cuidadosamente concebidas. A empresa atua de forma concentrada em regiões de alta relevância urbana, como Vila Nova Conceição, Itaim Bibi, Cidade Jardim e entorno, priorizando terrenos raros e empreendimentos de perfil boutique. Para a marca, luxo está na construção de experiências autênticas, nas quais cada detalhe é pensado para refletir estilos de vida, personalidades e aspirações. A abordagem combina inovação, precisão técnica e uma jornada centrada no cliente, resultando em empreendimentos que vão além da estética e entregam conforto, exclusividade e propósito. Entre os projetos de destaque está o LUX 600, localizado na Vila Nova Conceição, um dos endereços mais valorizados de São Paulo. O empreendimento traduz a proposta da incorporadora ao integrar arquitetura, arte e soluções de personalização em um projeto que reforça o posicionamento da marca no segmento de altíssimo padrão. A Lux Incorporadora integra o Grupo Lux, que reúne também outras frentes de atuação no setor imobiliário, mantendo como premissa o desenvolvimento de projetos alinhados à qualidade construtiva, sofisticação e inovação. Os porta-vozes da Lux Incorporadora possuem expertise para comentar temas como mercado imobiliário de alto padrão, tendências em arquitetura e design contemporâneo, experiências de moradia, valorização patrimonial e comportamento do consumidor de alta renda. O atendimento da conta será realizado por Vanessa Sanches (vanessa@dfreire.com.br), sob a liderança da diretora Luciana Abritta (lucianaabritta@dfreire.com.br).
Assessoria de Imprensa: o diferencial estratégico que se consolidou em 2025 e ganha ainda mais força em 2026
Por Davi Paes e Lima Se houve um aprendizado inequívoco ao longo de 2025, foi este: comunicação estratégica não é mais acessório — é ativo central de posicionamento, reputação e competitividade. E dentro desse cenário, a assessoria de imprensa deixou definitivamente de ocupar um papel operacional para assumir protagonismo na construção de valor de marcas e profissionais. O que mudou não foi apenas o ambiente midiático. Mudaram as expectativas. Mudaram os fluxos de informação. Mudou a forma como jornalistas trabalham. E, sobretudo, mudou a maneira como reputações são construídas — ou desconstruídas — em tempo real. O avanço acelerado da inteligência artificial foi, sem dúvida, um dos principais pontos de transição. Ferramentas generativas passaram a integrar a rotina de comunicadores e jornalistas, seja nas redações ou nas agências, automatizando tarefas, organizando dados, sugerindo pautas e até estruturando textos. No entanto, a grande constatação de 2025 foi que a tecnologia ampliou o valor do pensamento estratégico — não o substituiu. Quanto mais conteúdo passou a ser produzido com apoio de IA, mais o mercado percebeu a diferença entre volume e relevância. E é exatamente nesse ponto que a assessoria de imprensa se fortaleceu. Afinal, reputação não se constrói com textos e postagens automatizadas. Constrói-se com narrativa consistente, contexto, timing, leitura de cenário e relacionamento qualificado com a mídia e com a sua audiência. A era da curadoria estratégica Durante anos, confundiu-se assessoria de imprensa com disparo de releases (já falei muito sobre isso em outros artigos, como este). Em 2025, essa visão se mostrou definitivamente ultrapassada. Jornalistas, cada vez mais pressionados por tempo e múltiplas plataformas, passaram a valorizar abordagens personalizadas, fontes realmente preparadas e informações que agregassem conteúdo — não apenas autopromoção. A assessoria eficiente tornou-se curadora de narrativas. Não apenas identifica oportunidades de pauta, mas constrói ângulos relevantes, traduz tendências, organiza dados e prepara porta-vozes para que contribuam com o debate público de forma qualificada. A lógica deixou de ser “aparecer” e passou a ser “aparecer com propósito”. Em um ambiente de excesso de informação, quem filtra, organiza e entrega relevância ganha espaço. E isso não se faz sem experiência editorial, sensibilidade jornalística e visão estratégica. IA como aliada — e não como atalho Outro ponto que ficou evidente ao longo do último ano foi a necessidade de integração inteligente entre tecnologia e estratégia. A inteligência artificial passou a apoiar monitoramento de mídia, análise de sentimento, mapeamento de tendências e antecipação de riscos reputacionais. Mas a interpretação desses dados — e a decisão sobre como agir — continuam sendo humanas. O chamado “assessor 2.0” não é aquele que apenas utiliza ferramentas digitais. É aquele que entende como aplicá-las dentro de um raciocínio estratégico maior. A IA organiza dados. O assessor experiente transforma dados em narrativa, narrativa em posicionamento e posicionamento em autoridade. Em um cenário onde qualquer empresa pode produzir conteúdo para redes sociais, a diferença competitiva passou a estar na capacidade de ocupar espaços editoriais com legitimidade. E legitimidade ainda é construída com relacionamento, credibilidade e consistência — atributos que nenhuma ferramenta automatiza sozinha. Reputação como ativo permanente Se 2025 reforçou algo de maneira contundente foi a percepção de que reputação é um ativo que precisa ser gerenciado de forma contínua. Crises se formam com rapidez inédita. Ruídos ganham proporções inesperadas. E a ausência de posicionamento pode ser tão prejudicial quanto um posicionamento equivocado. Empresas e profissionais que investiram em assessoria estratégica conseguiram não apenas ampliar visibilidade, mas fortalecer sua imagem institucional, preparar porta-vozes, alinhar discurso interno e externo e criar uma base sólida para enfrentar momentos de tensão. Mais do que gerar mídia espontânea, a assessoria passou a atuar como eixo de coerência narrativa. Uma marca que comunica com consistência ao longo do tempo constrói confiança. E confiança, em um mercado saturado de estímulos e promessas, tornou-se um diferencial competitivo decisivo. O que se fortalece em 2026 As projeções para 2026 — e arrisco dizer para ao menos os próximos 3 anos — indicam um aprofundamento desse movimento. A tecnologia continuará evoluindo, com análises cada vez mais preditivas e monitoramento em tempo real mais sofisticado. A personalização de abordagens à imprensa tende a se intensificar. E a exigência por autenticidade e originalidade dos conteúdos/pautas será ainda maior. Ao mesmo tempo, temas como sustentabilidade, governança, responsabilidade social e posicionamento institucional ganharão ainda mais centralidade nas pautas. Não como discurso publicitário, mas como expectativa concreta da sociedade e dos stakeholders. Nesse contexto, a assessoria de imprensa se consolida como ferramenta estratégica de longo prazo. Não apenas para conquistar espaço na mídia, mas para construir autoridade, influenciar percepções e sustentar marcas longevas. Se 2025 foi o ano da virada de chave, 2026 tende a ser o ano da consolidação. A consolidação de um modelo de comunicação que integra inteligência tecnológica, leitura de cenário, relacionamento qualificado, visão de negócio e aquele faro jornalístico para o que de fato faz sentido comunicar/informar. Para profissionais e empresas que desejam ocupar posições de relevância — e não apenas disputar atenção —, contar com uma assessoria de imprensa experiente deixa de ser um diferencial eventual e passa a ser um investimento estruturante. Porque, no fim das contas, visibilidade qualquer um pode conquistar — basta pagar. Credibilidade, não. E é justamente na construção dessa credibilidade que a assessoria de imprensa reafirma, com ainda mais força, sua importância estratégica no presente — e no futuro próximo. *Davi Paes e Lima é jornalista, empresário, com mais de 20 anos de experiência em assessoria de imprensa e diretor na Paes e Lima Comunicação.
Ligga, DB1 Group, Global Vita: JN Imprensa expande portfólio de clientes e investe em grandes talentos
A JN Imprensa anuncia um novo ciclo de crescimento com a chegada de contas estratégicas de relevância nacional e o fortalecimento de sua estrutura operacional, que hoje conta com equipe multidisciplinar distribuída em diferentes cidades do Brasil, como Curitiba (sede), São Paulo, Toledo e Londrina. A empresa que dobrou de tamanho no último ano e que atua com um portfólio de marcas que somam um faturamento anual superior a R$3,5 bilhões, consolida sua atuação em território nacional, se destacando como parceira de empresas que desejam ampliar presença institucional, construir autoridade e fortalecer relacionamento com imprensa e stakeholders. “A JN Imprensa traz ao mercado da comunicação corporativa um viés jovem, antenado e ao mesmo tempo sem abrir mão das estratégias de PR. Nascemos em meio ao universo da comunicação digital, redes sociais e networking e sabemos que assessoria de imprensa e relações públicas são tão importantes quanto antes, mas necessitam de um viés mais moderno que acompanhe a comunicação das marcas com seus públicos”, afirma Julia Nascimento, sócia-fundadora da JN Imprensa. Atualmente a agência possui forte presença em setores como inovação e tecnologia, varejo, e-commerce, saúde, educação e mercado imobiliário e hotelaria. O sucesso da empresa é chancelado por premiações como o Forbes Under 30 (2023 e 2024), ranking Negócios em Expansão Revista Exame (2023, 2024 e 2025) e Melhores Franquias do Brasil Pequenas Empresas & Grandes Negócios (2023, 2024 e 2025). “Temos seis empreendedores no nosso portfólio com a chancela de Under30 que é a principal do país quando se trata de novos negócios. Toda a estratégia para essas premiações foi desenvolvida por nós e que trouxe grande visibilidade reputacional às marcas”, explica Rafaela da Rocha, sócia da empresa. Marcas que são referência como a HOTMILK (PUCPR) – principal ecossistema de inovação do Paraná, DB1 Group – Multinacional de tecnologia B2B reconhecida pelo Financial Times como uma das empresas que mais cresceram na América Latina em 2024, Global Vita Sports – Agência de marketing esportivo responsável por grandes eventos como a Maratona de Curitiba, a Meia de Curita e Disney Magic Run e também a Ligga – gigante das telecomunicações no Paraná, na qual a agência assume a estratégia de presença da marca no LinkedIn, reforçam o portfólio de peso. De acordo com Julia Nascimento, a sustentabilidade das entregas aos clientes vem de um time experiente. Recentemente chegou ao time Sarah Corazza, com sólida trajetória em assessoria política e governamental (Governo do Paraná e Prefeitura de Curitiba), e que traz experiência em gestão de crise e comunicação institucional. Ela acumula destaques em grandes contas atendidas como Hospital São Marcelino Champagnat, Prati-Donaduzzi, Biopark e Neodent. Outro grande talento incorporado ao time é Rafael Cicconi, profissional com mais de 10 anos de experiência no setor público (Diretoria de Comunicação de Guarujá), com passagem por contas como Grupo Potencial, Durlicouros, Watch Brasil, MadeiraMadeira, ContaAzul e Nzn. Participou de projetos de escala global, como a Copa do Mundo pela seleção da Bósnia e as Olimpíadas Rio 2016 pela seleção holandesa de vôlei de praia. Outras grandes marcas como Papapá, Dr. Peanut, HCC Hotels, Alva Personal Care, Cidade dos Lagos, Kings Sneakers, The Best Açaí, Fancore Group, Janela Bar também fazem parte ou já passaram pelo portfólio da JN Imprensa.
O relatório de clipping morreu. E ninguém teve coragem de avisar.
O relatório de clipping tradicional morreu.O problema é que boa parte do mercado ainda insiste em mantê-lo vivo. Durante anos, o clipping foi tratado como uma entrega operacional: reunir matérias, contabilizar menções, medir alcance e enviar PDFs extensos para as empresas. O resultado, na prática, é conhecido: relatórios que circulam, mas raramente são lidos — e quase nunca usados para decidir. Enquanto isso, o mercado global de monitoramento de mídia, o setor que engloba ferramentas e serviços que extraem, organizam e analisam menções em mídia, não passa despercebido por executivos e investidores. Estimativas recentes da Mordor Intelligence apontam que esse mercado alcançou cerca de US$ 5,99 bilhões em 2026, com projeções para ultrapassar US$ 10 bilhões até 2031, crescendo a quase 11% ao ano. Esse crescimento é impulsionado não pelo volume de dados, mas pela demanda corporativa por integração de insights em tempo real, reputação e risco, exigências que relatórios operacionais simplesmente não atendem. O contexto mudou. Executivos hoje lidam com excesso de informação e escassez de tempo. Em paralelo, segundo o Nosso Meio, cerca de 71% das empresas de mídia e comunicação já adotaram inteligência artificial para gerir conteúdo e aumentar eficiência, sinalizando que o setor reconhece a necessidade de tecnologia e interpretação inteligente, não apenas coleta de dados brutos. Relatórios longos e descritivos deixaram de atender às necessidades de quem precisa responder rapidamente a riscos, oportunidades e movimentos do mercado. Dados de mídia continuam importantes, mas perderam valor quando apresentados sem interpretação. Saber quantas matérias saíram já não responde às perguntas centrais das lideranças: É nesse ponto que o clipping precisa evoluir para inteligência de mídia. Não basta registrar o passado. É preciso analisar contexto, identificar padrões narrativos e antecipar movimentos que podem impactar reputação, estratégia e negócio. O mercado global de comunicação e tecnologia já aponta essa transição. Relatórios executivos, análises comparativas e leituras estratégicas vêm substituindo entregas puramente quantitativas. A curadoria se torna tão relevante quanto a coleta, e o olhar humano, apoiado por método e tecnologia, volta ao centro do processo. O relatório de clipping não morreu por falta de esforço.Morreu porque deixou de fazer sentido para um mercado que precisa decidir melhor, mais rápido e com mais contexto. Saiba mais em: https://sinopress.com.br
O dividendo da confiança: por que a Assessoria de Imprensa é um dos ativos mais valiosos em 2026
Por Cristiane Soethe (sócia da Presse Comunicação, jornalista e professora universitária) Se você sente que a atenção do seu cliente está mais difícil de capturar hoje do que há alguns anos, você não está sozinho — e os números explicam o porquê. Entramos em 2026 enfrentando o que chamamos de “Fadiga da Influência”. Uma pesquisa recente da plataforma de pesquisas online global Toluna revelou que 27% dos brasileiros iniciaram este ano com a meta explícita de reduzir o tempo em redes sociais, buscando fugir do ruído algorítmico e da desinformação. Neste cenário, onde o “post patrocinado” perde força para o ceticismo do consumidor, a assessoria de imprensa deixou de ser um serviço de apoio para se tornar o motor de tração da credibilidade corporativa. Não se trata mais de “aparecer no jornal”, mas de construir um escudo reputacional e um selo de autoridade que o marketing direto simplesmente não consegue comprar. A matemática da reputação Muitos CEOs ainda enxergam a comunicação como um custo intangível, o que pode representar um erro fatal. Dados consolidados deste início de ano pela Internal Communication Effectiveness Enhances Bottom-Line Results, da Watson Wyatt Worldwide, mostram que empresas com estratégias de comunicação altamente eficazes apresentam um valor de mercado até 19% maior e um retorno total ao acionista 57% superior em comparação àquelas que negligenciam sua imagem pública. Além disso, um estudo setorial da Cision Communications Cloud aponta que marcas que investem em assessoria de imprensa estratégica crescem até 3 vezes mais em reconhecimento de marca. Por quê? Porque em 2026, a validação de terceiros (o earned media) vale mais do que qualquer autoproclamação em canais proprietários. Além do release: a assessoria na era da IA e dos dados Em 2026, a assessoria de imprensa não sobrevive de textos genéricos enviados em massa. Ela opera na intersecção entre a inteligência de dados e a curadoria humana. Utilizamos ferramentas avançadas para monitorar tendências em tempo real, mas a “alma” da narrativa (o storytelling que humaniza o CNPJ) permanece sendo uma competência exclusivamente humana. De acordo com as tendências da Abracom, 85% dos clientes de comunicação corporativa agora priorizam a gestão de reputação e crises. A assessoria moderna não apenas “fala”, ela estabelece diálogos em ecossistemas fragmentados (de newsletters exclusivas a grandes portais de notícias). Portanto, o retorno sobre o investimento (ROI) em assessoria de imprensa deve ser lido como um somatório de valor de marca, economia em marketing direto e segurança jurídica e financeira. A comunicação deixou de ser o departamento que “escreve textos” para se tornar o setor que gerencia o maior ativo da empresa: a confiança do mercado. Sem essa ponte, a empresa permanece isolada em sua própria bolha, dependente de algoritmos cada vez mais imprevisíveis. Em 2026, a verdade é o ativo mais caro. A assessoria de imprensa é quem garante que ela seja entregue ao público certo, no momento exato, com a autoridade necessária. A pergunta para o empresário moderno não é mais “quanto custa fazer assessoria?”, mas “quanto custa ser irrelevante ou desacreditado em um mercado que não perdoa a falta de transparência?”.
A evolução da assessoria de imprensa no contexto digital: desafios e oportunidades
Por Nicole Barros, CEO da NB Press A assessoria de imprensa nunca foi apenas sobre enviar releases e aguardar publicações, e o contexto digital acelerou essa percepção. Hoje, falar de imprensa é falar de estratégia, reputação, posicionamento e inteligência de comunicação em um ambiente marcado por excesso de informação, ciclos de notícia cada vez mais curtos e uma disputa constante pela atenção. O foco deixou de ser a visibilidade pontual e passou a ser a relevância contínua. O ambiente digital transformou profundamente a lógica da produção jornalística. Redações menores, jornalistas sobrecarregados e a pressão por audiência mudaram critérios, formatos e tempos. Nesse cenário, a assessoria de imprensa precisa compreender o funcionamento da mídia bem como as dinâmicas do digital, os dados que orientam decisões editoriais e o comportamento do público que consome notícia em múltiplas plataformas. A pauta que não se conecta com o contexto, com o timing ou com a conversa em curso simplesmente deixa de existir. Ao mesmo tempo, nunca houve tantas oportunidades. A ampliação dos canais, o fortalecimento de veículos especializados e a valorização de conteúdos analíticos e opinativos abriram espaço para marcas que entendem a comunicação como construção de narrativa e não como ação pontual. O porta-voz preparado, com visão crítica e capacidade de leitura de cenário, tornou-se um ativo tão importante quanto o próprio produto ou serviço oferecido. A imprensa é um dos principais validadores de credibilidade, especialmente em um ambiente onde a desinformação circula com facilidade. Todavia, existem desafios, como equilibrar velocidade e profundidade. O digital exige respostas rápidas, mas a reputação é construída no longo prazo. A assessoria de imprensa não pode ser reativa nem limitada a crises ou lançamentos. Ela precisa antecipar tendências, identificar temas sensíveis, orientar discursos e alinhar comunicação com estratégia de negócio. Isso exige método, repertório e uma atuação cada vez mais consultiva. Outro ponto central é a integração. Imprensa, redes sociais, marketing de conteúdo e comunicação institucional não podem operar em silos. O que ganha repercussão na mídia impacta diretamente a percepção nas plataformas digitais e vice-versa. A assessoria que compreende esse ecossistema consegue potencializar resultados, transformar matérias em ativos de comunicação e ampliar a vida útil das mensagens. A evolução da assessoria de imprensa no contexto digital não significa abandonar sua essência, mas aprofundá-la. O relacionamento com jornalistas continua sendo fundamental, assim como o compromisso com a informação de qualidade, ética e de relevância pública. A diferença é que hoje esse trabalho exige uma leitura mais sofisticada do ambiente, capacidade analítica e disposição para inovar constantemente. *Nicole Barros é CEO da NB Press, agência especializada em assessoria de imprensa. E-mail: bu1@nbpress.com.br