ADSPLAY lança rebranding e atualiza posicionamento em evento para o mercado de mídia digital
A ADSPLAY promoveu nesta quinta-feira (19) um evento para apresentar oficialmente seu rebranding e novo posicionamento ao mercado publicitário. A iniciativa marca um novo momento da companhia, em meio a um cenário de transformação do marketing, impulsionado por mudanças no comportamento do consumidor e pela necessidade de estratégias mais adaptáveis, relevantes e orientadas por dados. O encontro reuniu profissionais do setor, parceiros e executivos para discutir tendências, inovação e os novos caminhos da relação entre marcas e públicos. A programação contou com a palestra “Marketing que não parece marketing”, de João Branco, ex-CMO do McDonald’s Brasil, que propôs uma reflexão sobre como empresas precisam rever modelos tradicionais para acompanhar um consumidor mais exigente, informado e menos suscetível a abordagens genéricas. Na sequência, João participou de um debate ao lado dos sócios da ADSPLAY — Bruno Oliveira, COO, e Eduardo Abreu, vice-presidente de vendas e marketing — com mediação de Marcos Braga, o Marquinhos, CEO do Amigos do Mercado. A conversa trouxe uma abordagem provocativa e estratégica sobre os desafios atuais do marketing, passando por temas como construção de marca, personalização em escala, segmentação e uso mais eficiente da tecnologia. Entre os pontos abordados durante a conversa: a necessidade de reavaliar práticas consolidadas, a importância de campanhas mais direcionadas mesmo em contextos de grande alcance, o papel dos nichos na construção de marcas mais fortes e como o uso inteligente de ferramentas e dados pode impactar diretamente a eficiência dos investimentos. Júlia Greghi, Diretora de Marketing da ADSPLAY, responsável por encabeçar todo o rebranding da marca (Foto:ADSPLAY) “Evoluímos nossa marca para traduzir com mais clareza o que a ADSPLAY se tornou: um ecossistema que integra mídia, tecnologia e dados para simplificar a complexidade do mercado e ampliar as possibilidades de resultado para nossos clientes”, explica Júlia Greghi, Diretora de Marketing da ADSPLAY e idealizadora do rebranding. O evento também contou com a presença de importantes players do mercado. Entre as empresas e agências presentes estavam nomes como Galeria, FTD Educação e Trisul, representados por executivos C-level, reforçando o interesse do mercado nas transformações do marketing e na evolução das estratégias de conexão com o consumidor. “Hoje, falar com todo mundo é, na prática, não falar com ninguém. As marcas que conseguem avançar são aquelas que entendem profundamente seus públicos e constroem estratégias mais precisas, sem abrir mão de escala. O marketing caminha para um equilíbrio cada vez maior entre personalização, eficiência e construção de valor de longo prazo”, afirma Eduardo Abreu, vice-presidente de vendas e marketing da ADSPLAY.
ADSPLAY amplia autonomia das agências com plataforma de mídia integrada e orientada por dados
Em um cenário de publicidade digital cada vez mais complexo, marcado pela fragmentação da atenção do consumidor, mudanças regulatórias e avanço acelerado da tecnologia, a ADSPLAY consolida sua atuação como o principal e mais completo hub de mídia programática do país ao investir em soluções próprias que unem dados, inteligência artificial e estratégias orientadas à performance. A companhia aposta em uma operação que simplifica a gestão de campanhas sem abrir mão de sofisticação técnica, escala e controle, uma demanda crescente em um mercado que caminha para uma maior valorização de first-party data e uso intensivo de automação para decisões em tempo real. Nesse contexto, a Pixel se consolida como o braço tecnológico da ADSPLAY e peça central da estratégia da empresa. Integrada ao ecossistema do grupo desde 2025, a plataforma conecta planejamento, ativação, otimização e análise de resultados em um único ambiente, com uso de inteligência artificial desenvolvida internamente. A proposta é ampliar a autonomia das agências e anunciantes em um momento de transformação da mídia programática, que passa a incorporar novos formatos, canais e lógicas de consumo, como Connected TV (CTV), áudio digital, streaming, DOOH e estratégias orientadas à performance. Com a Pixel, é possível operar diferentes formatos e inventários a partir de uma única interface, incluindo mídia programática, display, vídeo, native ads, rich media, áudio, OTT, CTV, mobile, social, busca paga e retail media. A plataforma permite desde modelos de operação self-service, com total autonomia do cliente, até operações full service, com estratégia personalizada e acompanhamento consultivo especializado. “A Pixel foi desenvolvida para responder a um dos maiores desafios do mercado atual: como escalar a operação de mídia em um ambiente cada vez mais automatizado, sem perder controle, visibilidade e inteligência estratégica”, afirma Bruno Oliveira, COO da ADSPLAY. “A tecnologia reduz a complexidade da execução, mas mantém a profundidade analítica necessária para decisões mais qualificadas e orientadas a resultados.” Além da automação, a plataforma se apoia em dados em tempo real, modelos preditivos e otimizações contínuas, acompanhando a evolução da Mídia Programática para um cenário pós-cookies, no qual personalização, eficiência e respeito à privacidade do usuário passam a caminhar juntos. Para a ADSPLAY, essa integração reforça o posicionamento da empresa como parceira estrutural das agências. Mais do que uma ferramenta, a Pixel atua como uma extensão da operação dos clientes, centralizando dados, facilitando ajustes táticos e acelerando a tomada de decisão em um mercado cada vez mais orientado por dados e performance. “O futuro da Mídia Programática passa por inteligência artificial, integração de canais e autonomia operacional. Ao fortalecer nosso ecossistema com a Pixel, ampliamos nossa capacidade de crescer com consistência e acompanhar as transformações do mercado, devolvendo às agências o protagonismo estratégico de suas campanhas”, conclui Oliveira.
Avanço dos planos com anúncios consolida o streaming como vitrine publicitária e aponta tendências para 2026
O crescimento dos planos de assinatura com anúncios nos serviços de streaming vem redesenhando o mercado publicitário e se consolida como uma das principais tendências para este ano. O modelo, que combina acesso a conteúdos premium com inserções publicitárias, acelera a entrada de novos consumidores nas plataformas e amplia de forma significativa o alcance das marcas em ambientes digitais de alto engajamento. A pesquisa Digital i, divulgada esta semana pelo Deadline, ilustra bem o potencial desse nicho para o mercado publicitário. O estudo, que abrangeu 12 meses entre o quarto trimestre de 2024 e o final do terceiro trimestre de 2025, mostrou que 40% das contas ativas da Netflix usam os planos com anúncios. Esse número representa um aumento em relação aos 26% registrados no mesmo período do ano anterior. O dado, obtido por meio do monitoramento de 20 mercados nos quais o streaming atua, marca a maior taxa de crescimento entre todos os serviços de streaming globais, superando o crescimento de 9% do Disney+ e de 6% do HBO Max. Ainda segundo a pesquisa, o Prime Video continua sendo o serviço com a maior proporção geral de uso do plano com anúncios, com 82% de usuários, uma queda em relação aos 88% anteriores. O uso do Disney+ é de 44% e o do HBO Max, de 28%. “Os anúncios em streaming deixaram de ser uma aposta para se tornarem um pilar da publicidade digital”, comenta Eduardo Sani, CEO da ADSPLAY, hub de mídia que oferece soluções do topo ao fundo do funil. O executivo avalia que os streamings tornaram-se um dos ambientes mais estratégicos para as marcas, que encontraram um novo ambiente para dialogar com consumidores de todas as idades. A combinação entre audiência em expansão, dados qualificados e tecnologia transforma essas plataformas em uma vitrine eficiente para campanhas que buscam escala, relevância e performance. Para os anunciantes, o crescimento desse modelo se sustenta em vantagens claras. Os usuários de streaming apresentam alto nível de engajamento e com longos períodos de consumo de audiovisual, o que aumenta a atenção às mensagens publicitárias. As plataformas também oferecem segmentação avançada, baseada em dados demográficos, comportamentais e de interesse, permitindo campanhas mais assertivas e alinhadas ao público-alvo. Nos streamings, os anúncios são integrados de formamais contextualizada ao perfil do usuário, favorecendo a percepção positiva das marcas. Soma-se a isso a diversidade de formatos, como vídeo adaptado a múltiplas telas, além de métricas em tempo real que permitem otimização contínua e mensuração precisa de resultados. “É um ambiente com audiência qualificada, alto engajamento e dados robustos, uma combinação que permite às marcas se conectarem de forma mais eficiente e mensurável. Quando combinado à mídia programática, o potencial de performance cresce de forma exponencial, comenta Sani. Ainda segundo o executivo, a consolidação dos planos com anúncios aponta um caminho claro para os próximos anos. “O mercado caminha para um modelo cada vez mais orientado por dados, automação e eficiência. As marcas que incorporarem o streaming em suas estratégias sempre vão estar melhor posicionadas”, conclui.