Repense transforma expressão “não é nenhum Bicho de Sete Cabeças” em mascote lúdico para desmistificar doação de IR ao Hospital Pequeno Príncipe

A temporada de declaração do imposto de renda 2026 que  inicia hoje, dia 23 de março, uma importante modalidade de doação — até 3% dos impostos devidos podem ser transferidos  para programas e entidades relacionadas à criança e adolescente – segue subutilizada. Isso porque grande parte da população desconhece quão fácil é realizar essa transferência — apenas 2.84% dos contribuintes fizeram uso dessa modalidade de doação em 2025.  Para instituições como o HPP- Hospital Pequeno Príncipe doações filantrópicas, que representaram 15,7% da renda da entidade em 2025, fazem a diferença na quantidade de vidas salvas. A fim de ampliar o volume de doações via IR e aumentar o reconhecimento nacional do HPP, a Repense apresenta a campanha “Bicho de Sete Cabeças”, que parte de um insight criativo poderoso: transformar uma das principais barreiras à doação — a percepção de complexidade — em uma solução de comunicação acessível, lúdica e emocional. “Essa é a principal campanha anual do Hospital Pequeno Príncipe, e reforça nossa expertise em marketing de causa estruturado através de soluções criativas capazes de gerar impacto social concreto”, declara Bianca Tenenberg, diretora de negócios e projetos da Repense. A campanha se apoia na expressão popular “não é um bicho de sete cabeças” para traduzir, de forma tangível e envolvente, a mensagem central de que doar parte do imposto devido ao hospital é um processo simples, rápido e sem custo para o contribuinte. Mais do que um mote, a ideia ganhou forma ao se transformar em um personagem: um “monstrinho” carismático, que dialoga com o universo infantil dos pacientes e cria empatia no público. Esse personagem de sete cabeças se desdobra em diferentes pontos de contato da campanha, do filme às peças digitais, incluindo estratégia de PR e influência, sempre acompanhadas de conteúdo didático, que busca desmistificar a percepção burocrática em torno do processo de doação.  “Nosso head criativo, Bruno Pimentel, partiu de uma verdade simples: muitas pessoas deixam de doar porque acham que é complicado. Ao transformarmos esse medo em um personagem fofo e próximo, conseguimos não só explicar o processo, mas também criar uma conexão emocional que convida à ação”, declara Daniel Chagas, diretor de criação da Repense. A campanha será veiculada até 29 de maio, prazo final para a entrega das declarações de IR, com presença em TV fechada, OOH, rádio, CTV, redes sociais e mídia programática. O público-alvo inclui contribuintes que declaram pelo formulário completo e contadores, considerados agentes fundamentais na decisão de destinação do imposto. Ficha técnica Agência: RepenseCliente: Hospital Pequeno PríncipeCampanha: Bicho de 7 CabeçasCEO: Otavio DiasDiretora de Negócios: Bianca TenenbergAtendimento: Rafaela VieiraEstratégia: Bárbara FeitosaDireção Criativa: Daniel ChagasCriação: Bruno Pimentel e Frederico TúlioRTV: Dani Gomes / Sueli FeltreProdutora: FrameriaProdução executiva: Luiz Fellipe SousaDireção de Cena: Fernando Dj e João MacFarlandGeração de cenas: Leonardo ZaiaColor Grading: Marcelo AprilePós-produção e finalização: Equipe FrameriaLocução: Fernando NamurProdução Musical: Roberto FariaAprovação cliente: Fernanda Salgueiro, Paola Rocha  e Rodolfo Schneider

Modelo carioca Laura Schulze estreia na Semana de Moda de Milão

Diretamente do Rio de Janeiro para as passarelas italianas, a modelo carioca Laura Schulze estreou na Semana de Moda de Milão de 2026. Nesta quarta e sexta-feira, a jovem de 23 anos participou dos desfiles de outono/inverno das grifes Fendi e Moschino. A estreante comemora o atual momento da carreira, iniciada há pouco mais de três anos.    “Tudo é muito novo para mim. Há pouco tempo, eu estava na faculdade estudando Economia e, agora, estou correndo pelas ruas de Milão para fazer shows da Fashion Week. É diferente mas, ao mesmo tempo, muito feliz, por todas as lutas e batalhas que enfrentei”, afirma.  Agenciada pela Mega Model Brasil, Laura foi descoberta por um “olheiro” enquanto ia à praia  com amigos no Rio de Janeiro. Após alguns testes, trancou a matrícula na faculdade de Economia, que cursava na Ibmec, no Centro do Rio, e viajou para a Europa para se dedicar à nova carreira. Baseada em Londres, atuou na cidade e também na Alemanha e Espanha, participando de diversas revistas e editoriais.  No ano passado, Laura se mudou para Milão, onde deu início à sua temporada internacional durante a semana de moda masculina. No mesmo ano, veio ao Brasil para participar de desfiles pontuais de marcas como Misci e Alexandre Herchcovitch, além de campanhas para Birman e Sauer. Inspirada pela modelo chinesa Liu Wen, que considera uma pessoa e profissional incrível, a carioca deseja incentivar outros jovens que desejam seguir o caminho da moda: “O segredo é nunca desistir porque uma hora vai dar certo. Sempre que sentir vontade de parar, é nesse momento que não deve parar e insistir ainda mais, porque vai dar certo. É nisso que acredito”.

Atendimento inteligente vira vantagem competitiva e acelera o uso de IA no e-commerce em 2026

O início de 2026 consolida um movimento que vinha se formando nos últimos anos: o atendimento ao cliente passa a ser um dos principais fatores de competitividade no e-commerce. Em um ambiente cada vez mais imediato, multicanal e orientado à experiência, empresas que não respondem rápido — ou não respondem bem — perdem vendas, reputação e relevância. “Em 2026, o cliente não compara só preço ou produto — ele compara experiências. E a primeira delas é o atendimento. Se a resposta demora, a venda não acontece”, afirma Tiago Vailati, CEO da Loopia, plataforma especializada em Chat Commerce com Inteligência Artificial. Dados de mercado já indicam essa mudança de comportamento. Estudos globais apontam que mais de 70% dos consumidores esperam respostas em poucos minutos ao interagir com marcas em canais digitais, enquanto atrasos no atendimento elevam significativamente as taxas de abandono de carrinho e impactam a confiança na marca. Ao mesmo tempo, a conversa deixa de ser apenas suporte e passa a influenciar diretamente a decisão de compra. Nesse contexto, a Inteligência Artificial aplicada ao atendimento ganha espaço não apenas como ferramenta de automação, mas como infraestrutura estratégica. Soluções baseadas em Chat Commerce permitem que empresas atuem 24 horas por dia, integrem múltiplos canais e mantenham consistência na experiência, mesmo em operações de grande escala. Segundo o executivo, a aceleração do uso de IA no atendimento está diretamente ligada à pressão por eficiência e conversão. “As empresas perceberam que não basta estar presente em vários canais. É preciso responder rápido, entender o contexto e conduzir a conversa até a decisão. A IA permite fazer isso de forma contínua, sem depender de horário comercial”, explica. Na prática, os resultados já aparecem. Operações que adotam agentes de IA no atendimento registram aumento médio de 50% na conversão de conversas em vendas, além de mais de 90% dos atendimentos resolvidos sem intervenção humana. O tempo médio de resposta cai para menos de 30 segundos, fator decisivo em ambientes como marketplaces e WhatsApp, onde a concorrência está a um clique de distância. Além da conversão, outro ponto crítico entra no radar das empresas: a reputação. Em marketplaces e redes sociais, a qualidade e a velocidade das respostas impactam avaliações públicas, ranqueamento e visibilidade. “Atendimento virou ativo reputacional. Uma operação lenta ou desorganizada não afeta só aquela venda, mas a percepção da marca como um todo”, destaca Vailati. O avanço da IA no atendimento também reflete uma mudança no papel dessas tecnologias dentro das empresas. Se antes eram usadas de forma pontual, agora passam a atuar ao longo de toda a jornada — do pré-venda ao pós-venda — integrando dados, histórico de interações e comportamento do consumidor. A tendência para 2026 é clara: atendimento inteligente deixa de ser diferencial e passa a ser pré-requisito competitivo. Empresas que tratam o relacionamento com o cliente como estratégia — e não apenas como custo — saem na frente em um mercado cada vez mais disputado, conversacional e orientado à experiência.

Entre o core e a nuvem: Como bancos e seguradoras estão redesenhando seu futuro digital

Por Alessandro Buonopane* A modernização de sistemas legados complexos tornou-se um dos maiores desafios estratégicos para bancos e seguradoras na América Latina. Em um setor onde estabilidade, segurança e conformidade regulatória são inegociáveis, o core tecnológico – muitas vezes baseado em mainframes com décadas de operação – sustenta operações críticas que movimentam bilhões de transações diariamente. Ao mesmo tempo, a pressão por eficiência, escalabilidade e inovação digital cresce de forma exponencial, impulsionada por novos entrantes, clientes mais exigentes e margens cada vez mais estreitas. Estudos de mercado indicam que sistemas baseados em mainframe ainda processam a maior parte das transações bancárias globais, especialmente em operações de missão crítica, como liquidação financeira, crédito e seguros. Além disso, dados do setor mostram que o custo de manutenção de sistemas mainframe pode consumir até 75% do orçamento de TI de grandes instituições financeiras, deixando recursos limitados para inovação. Isso ajuda a explicar por que a migração do mainframe para ambientes de cloud, sejam públicos, privados ou híbridos, deixou de ser uma discussão puramente tecnológica e passou a ocupar o centro das decisões de negócio. Não se trata apenas de migrar sistemas, mas de garantir continuidade operacional, resiliência e governança enquanto se prepara a base para o futuro. Nesse contexto, a modernização de sistemas core exige uma abordagem pragmática e incremental. Bancos e seguradoras não podem se dar ao luxo de “desligar e religar” seus sistemas. O desafio está em modernizar sem interromper, desacoplar funcionalidades críticas, reescrever aplicações de forma inteligente e, sobretudo, acelerar esse processo sem comprometer a segurança ou a experiência do cliente. É aqui que a combinação entre cloud, arquitetura orientada a serviços e automação avançada ganha protagonismo. O caminho desejado já é desenhado, paralelamente, por fintechs e neobancos construídos nativamente em cloud, que demonstram capacidade de lançar novos produtos em semanas, enquanto instituições tradicionais levam meses ou anos. Esta disparidade na velocidade de inovação não é apenas uma questão de eficiência operacional, mas de sobrevivência competitiva. Entretanto, a migração destes sistemas não pode ser tratada como um projeto tecnológico convencional: cada linha de código COBOL em produção representa décadas de regras de negócio, conformidade regulatória e conhecimento institucional cristalizado em lógicas que frequentemente não estão completamente documentadas. A Inteligência Artificial (IA) Generativa e os agentes inteligentes emergem como aceleradores decisivos dessa jornada. Essas tecnologias já demonstram capacidade de analisar grandes volumes de código legado, identificar dependências, sugerir refatorações e até gerar novos componentes compatíveis com arquiteturas modernas. Mais do que eficiência técnica, a IA permite ganhos expressivos de produtividade e velocidade, reduzindo riscos humanos e encurtando ciclos que antes levavam anos. Para o mercado financeiro, isso representa modernização com previsibilidade – um ativo tão valioso quanto a inovação em si. Do ponto de vista do modelo comercial, essa evolução tecnológica viabiliza uma mudança estrutural na forma como projetos de modernização são contratados e entregues. Em vez da tradicional precificação baseada em alocação de pessoas, ganha força um modelo orientado à entrega, produtividade e aceleração, sustentado por ferramentas, plataformas de IA e agentes especializados. Esse movimento não apenas aumenta a transparência e a eficiência dos projetos, como também cria condições mais sólidas para garantia de margem e compartilhamento real de ganhos com os clientes. Para CEOs que atuam globalmente e mantêm parcerias estratégicas com as principais Big Techs, o desafio adicional é orquestrar esse ecossistema de forma coerente. A escolha da tecnologia certa é importante, mas a capacidade de integrá-la a uma visão de negócio clara é o verdadeiro diferencial. Modernizar legados, nesse cenário, é menos sobre ferramentas isoladas e mais sobre governança, arquitetura e decisões estratégicas bem alinhadas ao contexto regulatório e operacional de cada país. Equilibrar inovação, segurança, eficiência operacional e continuidade de negócio é, desta forma, o grande exercício de liderança no setor financeiro e de seguros. Os clientes querem – e precisam – reduzir custos, aumentar eficiência e ganhar agilidade, sem renunciar à confiabilidade que sustenta sua reputação. Companhias de tecnologia que assumem esse compromisso, apoiadas por IA, automação e modelos comerciais mais inteligentes, deixam de ser fornecedoras e passam a atuar como parceiras estratégicas na construção do futuro digital do mercado financeiro. A modernização de legados não é apenas um projeto de tecnologia, mas uma decisão de longo prazo sobre competitividade, sustentabilidade e relevância. Para bancos e seguradoras da América Latina, o futuro já começou – e ele exige coragem para transformar, disciplina para proteger o core e visão estratégica para extrair valor real da inovação. *Alessandro Buonopane é CEO Latam e Brasil da GFT Technologies

Marketing 2026: a pergunta não é mais se as empresas usarão IA, mas se saberão usá-la bem

Negócios que ainda não incorporaram a inteligência artificial à produção e à distribuição de conteúdos, bem como às estratégias de comunicação e marketing, precisam rever conceitos e práticas. O ano de 2026 marca um ponto de virada definitivo para esse mercado. Os números ajudam a dimensionar a velocidade dessa transformação. Levantamentos reunidos por plataformas internacionais de análise de mercado indicam que cerca de 88% dos profissionais de marketing já utilizam algum tipo de inteligência artificial em suas rotinas, especialmente em atividades como criação de conteúdo, análise de dados e automação de campanhas. No Brasil, pesquisas como a da RD Station mostram que mais da metade das empresas já adotou IA em marketing e vendas, ainda que de forma parcial. O impacto aparece nas análises setoriais citadas pela SalesGroup, que apontam reduções de até 37% no custo de aquisição de clientes (CAC) em estratégias baseadas em IA, além de ganhos consistentes em conversão. Para Lucas Veiga, fundador e CEO da Tagbit, agência de marketing digital, o que está em curso é uma reorganização do marketing como função estratégica, apoiada por dados, automação e personalização contínua. “Para muitos negócios, especialmente pequenos e médios, essa transição redefine quem cresce e quem simplesmente deixa de ser visto”, afirma. Segundo o especialista, em meio ao excesso de informação que disputa a atenção do consumidor, a vantagem competitiva migra de quem fala mais para quem fala melhor. “Ganha espaço quem consegue entregar a mensagem certa, para a pessoa certa, no momento certo”. Assim, organizações orientadas por dados tendem a apresentar desempenho superior no mercado. Estudos do McKinsey Global Institute indicam que empresas data-driven são cerca de 23 vezes mais propensas a conquistar novos clientes, seis vezes mais propensas a retê-los e 19 vezes mais propensas a serem lucrativas quando comparadas a organizações menos orientadas por dados. A inteligência artificial torna essa abordagem viável em escala, ao permitir que grandes volumes de dados sejam analisados e transformados em decisões em tempo quase real, algo difícil de sustentar apenas com operação humana. “Com IA, a estratégia aprende enquanto está em execução”, afirma Lucas. O próprio conteúdo passa por transformação. Em vez de peças estáticas, ganham espaço ativos dinâmicos, capazes de se adaptar automaticamente ao perfil, comportamento e contexto de cada usuário. Dados da Statista indicam que o mercado global de IA aplicada ao marketing deve ultrapassar US$ 100 bilhões até 2028, impulsionado por automação criativa, personalização e análise preditiva. A Accenture aponta que 91% dos consumidores tendem a comprar de marcas que oferecem experiências personalizadas. Para as empresas, isso se traduz em maior engajamento e menor desperdício de mídia. “A comunicação genérica deixa de ser uma estratégia sustentável”, avalia o especialista. Além do impacto estratégico, a inteligência artificial redefine custos e estruturas operacionais. Processos como testes A/B, otimização de mídia, segmentação de públicos e geração de relatórios tornam-se amplamente automatizados. Relatórios da PwC indicam que a automação baseada em IA pode reduzir custos operacionais de marketing em até 30%. “A vantagem competitiva deixa de ser orçamento e passa a ser arquitetura”, afirma o executivo. Paradoxalmente, quanto maior o uso de tecnologia, mais relevante se torna o planejamento. A abundância de dados exige objetivos claros, métricas bem definidas e integração entre marketing, vendas e tecnologia. “Sem planejamento, a IA amplifica erros; com direção, acelera crescimento”, resume Veiga. E assim, o marketing se torna menos intuitivo e mais sistêmico; menos dependente de campanhas pontuais e mais orientado por dados, automação e aprendizado contínuo. “A pergunta agora não é se a empresa vai usar IA no marketing, mas se vai usar bem. Quem faz isso antes constrói vantagem competitiva. Quem adia, corre o risco de se tornar irrelevante”, conclui Lucas Veiga.

Como marcas estão usando audiências simuladas por IA para aprovar só campanhas com alta chance de performar

Como marcas estão usando audiências simuladas por IA para aprovar só campanhas com alta chance de performar Antes de investir em mídia, uma parte das marcas brasileiras já está levando suas campanhas para um “laboratório virtual”, onde as ideias passam primeiro pelo crivo de audiências simuladas por inteligência artificial. Em vez de depender apenas da intuição ou de pesquisas longas e caras, essas empresas começam a testar slogans, peças e argumentos de venda em personas sintéticas que se comportam como diferentes perfis de consumidores, antecipando reações e reduzindo o risco de colocar no ar mensagens que não conectam com o público. As audiências simuladas são grupos de “consumidores virtuais” construídos a partir de dados de mercado, perfis de clientes e padrões de comportamento observados em segmentos específicos, como varejo, serviços financeiros ou educação. Esses perfis recebem anúncios, textos, imagens e vídeos e respondem com dúvidas, interesses, objeções e preferências, de forma semelhante ao que acontece em um focus group tradicional, mas com muito mais escala e velocidade. Na prática, as marcas passam a ter um painel permanente de teste, disponível a qualquer momento, para tensionar ideias criativas antes de comprometer orçamento de mídia. Para as equipes de marketing e comunicação, esse tipo de simulação muda a lógica de aprovação de campanha ao permitir comparar várias versões de uma mesma peça, identificar rapidamente palavras, imagens e promessas sensíveis e mapear riscos de interpretação ainda na fase de criação. Em vez de longas discussões internas baseadas apenas em opinião, os times chegam às reuniões com a diretoria munidos de evidências qualitativas e quantitativas sobre o potencial de cada abordagem, o que encurta o processo de decisão e melhora o alinhamento entre criação, mídia e negócio. Por trás dessas audiências virtuais estão modelos avançados de inteligência artificial capazes de incorporar dados históricos, segmentações existentes e objetivos de negócio para “encarnar” diferentes tipos de consumidores. A partir daí, roteiros, posts de redes sociais, argumentos de vendas e até vídeos podem ser submetidos a esses grupos sintéticos, que devolvem feedback estruturado sobre clareza, relevância, tom de voz e aderência à expectativa de cada persona. Esse processo cria um ciclo rápido de teste e ajuste, aproximando a rotina de marketing da lógica de prototipagem já comum em desenvolvimento de produto. Um cenário típico envolve uma marca que precisa escolher entre diferentes narrativas para uma mesma campanha, como foco em preço, conveniência ou impacto ambiental. Em vez de lançar uma única linha criativa e torcer pelo resultado, a empresa testa cada narrativa nas audiências simuladas, identifica quais argumentos ressoam mais em cada segmento e combina esses aprendizados na versão final que irá ao ar, reduzindo desperdício e aumentando as chances de boa performance desde o primeiro dia da veiculação. Para Wilson Silva, professor do curso de Administração da ESPM São Paulo, especialista em inteligência artificial e CEO da WS Labs, o uso de audiências simuladas por IA complementa, e não substitui, o contato com o consumidor real. “Quando falamos em audiências simuladas por IA, não estamos substituindo o consumidor, e sim antecipando cenários. É uma forma de chegar às reuniões com campanhas já tensionadas, testadas em múltiplos perfis e com um mapa claro do que pode funcionar melhor. Isso reduz ruído, encurta a distância entre criação e mídia e traz mais segurança para a decisão final”, afirma.

Taxa Selic a 15%: como pode?

Por Jorge Gonçalves Filho Novamente, o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa Selic em 15% ao ano por decisão unânime dos oito membros que participam do colegiado; logo, vale registrar que no Copom não há decisão monocrática, o que afasta a responsabilidade única do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Como noticiado em artigos de meios de comunicação especializados, os agentes do mercado financeiro já esperavam a manutenção da taxa Selic em 15% a.a., assim como a sinalização de que se antevê a flexibilização da política monetária com redução da taxa na próxima reunião com Copom, que deve ocorrer em 17 e 18 de março. O comunica do Banco Central, publicado em 28 de janeiro, tem todas as explicações técnicas que balizaram a decisão do Copom. Sem querer aqui entrar em detalhes, menciona o ambiente externo incerto, que exige cautela por parte dos países emergentes; e o ambiente doméstico, com trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, mercado de trabalho resiliente e arrefecimento da inflação, apesar das projeções ainda acima da meta em um horizonte relevante; e comenta os cenários para os riscos de alta ou baixa da inflação, taxa de cambio, etc., e que o Comitê segue acompanhando os impactos do contexto geopolítico e o desenvolvimento doméstico da política fiscal. Segue, quase ao final, afirmando que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. Muito bem, sugiro que todos leiam atentamente o comunicado do BC, mas não se conformem com as explicações, que podem ser adequadas tecnicamente, mas deixam a desejar quando analisamos que a Selic a 15% a.a. gera juros reais inaceitáveis de aproximadamente 10 % a.a., o segundo maior do mundo, perdendo apenas para a Rússia. Com a elevada taxa Selic, de 15% a.a., o mercado financeiro encontra respaldo para manter as também elevadas taxas praticadas no mercado de crédito, a saber, alguns exemplos: Assim, fora do mundo do sistema financeiro, o mercado tem visto seus resultados serem eliminados dadas as elevadas taxas de juros praticadas no mercado de crédito, haja vista que entre as empresas de varejo listadas em bolsa, em seus balanços de 2025, na média, 5% da receita bruta foi consumida com remuneração ao capital de terceiros (juros), com crescimento de 26% sobre o ano anterior, enquanto o custo com pessoal, por exemplo, permaneceu estável em 8%. Somando-se a situação do elevadíssimo custo de capital para as empresas, os consumidores também estão cada vez mais endividados e inadimplentes, não conseguindo fazer frente aos encargos cobrados, ambas situações inaceitáveis para uma economia que precisa crescer. Há uma economia real que precisa ser mais ouvida. Mesmo a recente iniciativa do Banco Central, o lançamento da pesquisa Firmus, com o objetivo de captar a percepção das empresas não financeiras sobre a situação de seus negócios, parece ainda não estar surtindo efeito. Caso estivesse, muito provavelmente haveria redução da taxa Selic. Como pode ser mantida a elevada taxa Selic em 15% a.a.? Basta ir ao mercado, junto a pequenas, médias e grandes empresas para se constatar a gravidade e as consequências que este nível de juros está gerando na operação, nos investimentos e no futuro das empresas. Destaca-se que muitas empresas pararam ou reduziram seus investimentos, em especial as de varejo. E o reflexo negativo não tardará por chegar. Aguardar março para ver a taxa Selic cair 0,25 p.p. ou 0,50 p.p., esperar dezembro para alcançar 12,5% ou 12% a.a., como o mercado financeiro tem previsto, é uma queda muito pequena, insuficiente para que boa parte das empresas consiga sobreviver ao elevadíssimo custo de capital. As empresas não financeiras requerem uma taxa menor, os consumidores precisam de uma taxa menor, o país necessita de uma Selic menor. Se esta taxa Selic é reflexo, efeito de várias causas, então que se ataque com resultado as causas internas indicadas pelo Banco Central, e que este tenha temperança para acelerar a queda da Selic. Como pode? Para uma inflação que está sendo projetada entre 3 a 4% a.a. em 2026, ter uma Selic de 15% a 12% é inaceitável. É urgente a queda da Selic para abaixo de dois dígitos. Jorge Gonçalves Filho Presidente do IDV – Instituto para Desenvolvimento do Varejo

EP Games, maior evento gamer do interior do Brasil, é palco da semifinal e final sul-americana de e-sports

O interior de São Paulo vai ganhar um novo ponto de encontro para os fãs de games, e-sports e cultura geek. Entre os dias 15 e 18 de janeiro de 2026, o Shopping Iguatemi Campinas será palco do EP Games, o maior evento de games do interior do Brasil, que vai movimentar a região com uma programação voltada a entretenimento e oportunidades de negócios. A semifinal e a final sul-americana do Rematch acontecerá dentro do EP Games, além de palcos Meet and Greet com equipes da esfera gamer. O festival também investe na inclusão social: 10% da bilheteria será destinada a jovens de escolas públicas. Além disso, todo evento conta com intérprete de libras para maior acessibilidade. Os ingressos estão disponíveis no site www.ingresse.com/ep-games/ . Com focos nos públicos gamers e no de negócios do setor, o evento contará com torneios de e-sports, campeonato de cosplay aberto ao público, meet & greet com influenciadores e equipes profissionais, área de gameplay com consoles atuais e clássicos, espaço para jogos de cartas e tabuleiro, palestras com 15 profissionais abordando temas como carreira, educação, diversidade e produção de games, além de shows, DJs e premiações.  Caio Maciel, diretor de Marketing do Grupo EP, comenta sobre EP Games, feira gamer que acontece em janeiro, em Campinas (SP) – Crédito: Divulgação “O EP Games chega para democratizar o acesso ao universo gamer, trazendo para Campinas uma experiência inédita e imersiva que normalmente só acontece nas capitais. Investir em games é investir em um público conectado e altamente engajado, além de fortalecer um setor que movimenta inovação, negócios e oportunidades de carreira”, conta Caio Maciel, diretor de Marketing do Grupo EP e um dos organizadores da feira. Programação O EP Games reúne alguns dos principais nomes do cenário gamer nacional e internacional, como a narradora Ana Marcella “Anyazita” Muniz, além de equipes profissionais já confirmadas, entre elas W7M Esports, Stellae Gaming, MIBR, Vivo Keyd Stars, Fluxo e Los Grandes. O evento também conta com o apoio da Garena, desenvolvedora e publisher de Free Fire, e da Mont, considerada a maior loja física de card games da América Latina, reforçando o peso do festival no calendário nacional de e-sports. Guilherme Briggs, dublador do Buzz Lightyear e Optimus Prime, também estará presente na feira. A programação competitiva inclui a final sul-americana do Rematch, a final do Circuit X de Counter-Strike 2 Feminino e campeonatos abertos ao público, como Street Fighter e EAFC, com finais presenciais e premiação em dinheiro, além de Free Fire, com playoffs realizados durante o evento, e do campeonato Super Legacy, em parceria com a Mont. No conteúdo de palco, destaque para painéis e experiências no dia 15 de janeiro, com Anyazita, WZY, Carol The Queen, Rakin, Wendell Lira e a equipe Stellae, além da participação do MIBR em painéis de discussão e na atração especial MIBR Rap Club. Ao longo dos quatro dias, o EP Games contará ainda com ativações de marcas, CBLOL Fest, gamificação em formato ARG em parceria com a Comando Geek, Área Free Play, Artist Valley com artistas independentes e experiências interativas para o público. O festival se encerra com um DJ no Palco Principal. A programação completa e o line-up detalhado estão disponíveis no site oficial do evento: www.epgames.com.br . Para integrar a programação do EP Games, o Escape 60’ estará presente com uma ativação interativa , onde o público poderá encarar quatro enigmas diferentes, distribuídos nas faces de dois totens, em uma experiência que conecta lógica, narrativa e desafio. A participação se estende também ao conteúdo do evento, com a palestra “Do videogame para a vida real: o poder imersivo dos Escape Rooms”, ministrada por Caique Costa, especialista em inovação, abordando como a linguagem dos games se transforma em vivências imersivas no mundo real.  “Como Black Duck, nós temos como objetivo de sempre expandir nossa atuação alinhada ao nosso propósito de entregar experiências memoráveis aos gamers e parceiros! O Grupo EP é a maior afiliada da Globo, e com isso nós podemos conseguir entregar muito mais alcance para as marcas, em diferentes frentes de mídia, pulverizando ainda mais quem estiver junto no evento”, conta Chuck Catani, sócio-fundador da Black Duck, co-realizadora do projeto. Para Lívia Moufarrej Abdalla, gerente de Marketing do Shopping Iguatemi Campinas, receber este evento é reforçar que o shopping vai além das compras, oferece cultura, lazer e inovação. “A importância de um evento como o EP Games no Iguatemi Campinas se deve à transformação dos shoppings em centros de entretenimento e experiências. Ao oferecer experiências diferenciadas e de qualidade, reforçamos nosso posicionamento como um destino de lazer completo, consolidando os clientes e ampliando a diversidade de público”. Grupo EP anuncia EP Games, evento voltado para público geek no interior paulista – Crédito: Divulgação Entre os patrocinadores já confirmados estão o Shopping Iguatemi Campinas, patrocinador diamante do evento, e a Mont, loja especializada em card games, cuja unidade de Campinas é reconhecida como a maior loja física de card games da América Latina. O evento é um projeto do Grupo EP, afiliada a Globo, em parceria com a Black Duck e Faro Agência, e conta com a publisher Garena, desenvolvedora do sucesso global Free Fire. Serviço Local: Shopping Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777 – Vila Brandina, Campinas – SP, 13092-902 Data: 15 a 18 de janeiro Horário: 10h às 22h Inscrições:www.ingresse.com/ep-games/  Site: www.epgames.com.br 

Fini e Dr. Oetker turbinam Collab de sucesso com dois sabores inéditos dos icônicos Tubes

A Fini, líder em balas de gelatina e regaliz, anuncia a expansão de sua bem-sucedida parceria com a Dr. Oetker, líder do mercado de gelatinas. A colaboração, que já se tornou um case de sucesso no último ano, retorna em fevereiro de 2026 com o lançamento de dois sabores que prometem movimentar as gôndolas: Tubes Pinta Língua e Tubes Morango Azedinho. A linha de gelatinas desta parceria une o sabor icônico dos produtos Fini à qualidade e tradição da Dr. Oetker, agora ganha um reforço com o perfil cítrico e lúdico que é a marca registrada da Fini. Os novos produtos não apenas reforçam o sucesso dos três sabores já existentes, como também elevam a experiência de uso da gelatina, transformando-a em uma opção versátil para momentos de consumo diferenciados, pausas rápidas e ocasiões de lazer ao lado de família e amigos.  Nesta segunda fase, a collab evolui o conceito para além do sabor, incorporando novas experiências sensoriais e tecnologias que tornam os produtos ainda mais envolventes. Entre os diferenciais, estão o toque azedinho do morango, que intensifica a sensação refrescante e o efeito pinta-língua colorido, que adiciona cor e desperta uma reação surpresa e divertida. A combinação reforça a afinidade das marcas com um público que busca novidade e criatividade, fortalecendo a presença da collab na categoria e aprofundando sua conexão com os consumidores. “A ampliação desta linha com a Dr. Oetker reflete nosso compromisso em transformar o produto em uma experiência surpreendente, algo essencial para o consumidor de hoje. Com a chegada dos sabores Tubes Pinta Língua e Morango Azedinho, estamos atendendo ao desejo do público por novidades, reforçando o DNA inovador da Fini e consolidando nossa presença com uma nova ocasião de consumo. Essa é uma via importante para potencializar a categoria de Tubes e nos afirmarmos como uma lifestyle brand, fortalecendo a nossa relevância e ampliando a presença da marca, por meio do sabor, inovação e diversão que só a Fini tem,” explica Gabriela Guerreiro, diretora de marketing da The Fini Company De acordo com Esdras Junior, head Executivo de Marketing da Dr. Oetker no Brasil, a continuidade da colaboração entre Fini e Dr. Oetker reflete o entusiasmo das empresas em fortalecer um projeto de inovação que une marcas icônicas e já se consolidou como um grande case de sucesso. Ele destaca que o novo lançamento não só movimenta novamente a categoria de gelatinas, mas também proporciona aos consumidores uma experiência sensorial inédita. Além disso, Esdras enfatiza que a inovação tem como objetivo atrair um novo público. “Apostamos que será um grande sucesso”, conclui, reforçando a confiança da Dr. Oetker no potencial da iniciativa. A edição, classificada como limitada com potencial de permanência prolongada, reforça a agilidade e a capacidade da Fini de ouvir e responder rapidamente às demandas do mercado. O preço sugerido de gôndola em São Paulo será de R$ 2,50, mantendo a referência anterior e o alto valor percebido da linha.

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