A evolução dos centros comerciais em polos existenciais

Por Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem Uma reportagem recente do The Wall Street Journal sobre a transformação do setor imobiliário, o real estate nos Estados Unidos, não trata, na essência, apenas de imóveis. Aborda uma mudança muito mais profunda que envolve a migração da economia baseada em produtos para outra voltada a serviços e soluções. Publicado em 17 de março, o artigo mostra que o número de spas e academias aumentou em relação a lojas vendendo produtos. Também destaca que donos de imóveis estão alugando mais para quem oferece serviços do que para quem vende produtos e com propostas orientadas, especialmente nos segmentos de bem-estar, saúde, cuidados pessoais e atividades físicas. Estudo da CoStar Group citado na reportagem mostra a predominância das atividades ligadas ao bem-estar no período entre 2011 e 2025 nos Estados Unidos, em relação ao varejo de produtos. O documento aponta ainda, de forma clara, um movimento irreversível de aumento dos gastos com serviços de forma geral, em particular de tudo que envolve o “cuidar-se”. Outro fator determinante dessa mudança no setor comercial imobiliário é o avanço das vendas pelo e-commerce. Dados do Departamento de Comércio dos EUA indicam que em 2025 elas representaram 16,4% das vendas do varejo, em um flagrante e consistente processo de evolução quando comparado aos 8% registrados em 2016. Para efeito de comparação, esse percentual se aproxima de 40% na China e de 20% na Coreia do Sul. No Brasil, varia entre 12 e 14% dependendo da fonte da informação e dos critérios envolvidos. Mudança estrutural e irreversível Essa mudança está redesenhando simultaneamente o varejo, a indústria, o espaço das lojas físicas e a própria relação com os consumidores. E, de quebra, está aproximando a indústria fornecedora de produtos e marcas dos consumidores finais por meio de serviços e soluções. E nada pode ser mais significativo no Brasil do que a Unilever operar perto de 4 mil lavanderias com a marca Omo e, mais recentemente, lançar a frente de negócios de serviços com ajustes e adaptações de roupas. Definitivamente, está tomando gosto por essa conexão e relacionamento direto. Durante muito tempo, o modelo no consumo envolvia a indústria de marcas chegando ao consumidor por meio do varejo físico ou de vendas diretas porta a porta. E, mais recentemente, esse papel passou a ser exercido principalmente pelo e-commerce. No cenário atual e futuro, com o crescimento de dispêndios com serviços como resultado direto da evolução das sociedades mais maduras, o digital reduziu a dependência do canal tradicional, protagonizado pelo omniconsumidor, e alterou os parâmetros de valor. Nesse processo amplia-se a desintermediação, e fornecedores e marcas passam a se aproximar e atender cada vez diretamente os omniconsumidores finais. O redesenho da realidade passa pela evolução combinada de dois fatores que atuam de forma combinada. Sociedades mais desenvolvidas e maduras gastam mais com serviços e soluções, utilizam mais os canais digitais e focam, cada vez mais, em bem-estar. Esses elementos explicam a evolução de plataformas e ecossistemas como Amazon, Walmart, Alibaba, Shein, JD, Tencent e muitos outros no mundo. E, no caso brasileiro e em diversos países latinos há especial atenção à integração de serviços financeiros para muito além da proposta histórica de financiar vendas, como Magalu, Mercado Livre, Carrefour ou mesmo Renner, Riachuelo ou C&A. Essa ampliação no escopo de atuação dos ecossistemas incubados na distribuição acelera o reposicionamento estratégico dos fornecedores que passam a criar conexões diretas com o consumidor e a ampliar, gradualmente, as frentes possíveis de atuação. Fornecedores passaram a operar canais próprios, como Nike, Apple, Nestlé em âmbito global, ou como Swift da JBS ou Portobello Shop, capturando dados, gerando relacionamento direto e integrando serviços. E passam a se tornar também jogadores importantes no cenário comercial imobiliário. A transformação no real estate e dos centros comerciais A pandemia precipitou ainda uma outra transformação estrutural relevante, com a reconfiguração de hábitos, deslocamentos, práticas e do próprio home office. Ainda que muitas empresas decididamente prefiram a volta ao presencial, esse movimento do trabalho híbrido parece ter reconfigurado todo esse ambiente, e não existem perspectivas de retorno ao modelo anterior. Isso facilita, estimula e, em alguns casos, viabiliza um melhor equilíbrio entre as obrigações profissionais e o cuidar-se. E isso também estimula o aumento da oferta de serviços e soluções envolvendo o autocuidado. A combinação desses elementos também gera a inevitável reconfiguração dos centros comerciais planejados, como shoppings, malls, outlets e strip malls, que evoluem de centros comerciais para centros ou polos existenciais mais abrangentes, mesclando comércio, educação, saúde, alimentação, entretenimento e lazer. E esse é o impacto relevante que envolve todo o setor imobiliário com muitos “pontos” sendo oferecidos e reconfigurados em sua finalidade. E, igualmente, explica a dificuldade dos projetos envolvendo “fachadas ativas” serem ocupados, como no caso que vivenciamos em São Paulo. Está reconfigurada toda a realidade imobiliária e de negócios envolvendo comércio, varejo, serviços, ecossistemas, espaços profissionais, centros comerciais, malls, shoppings, outlets, strip malls e centros administrativos corporativos, impulsionada pelo crescimento dos gastos com serviços. Esse movimento é potencializado pela expansão dos canais digitais que oferecem mais conveniência e liberam tempo para outras atividades e atenções. Soma-se a isso a expansão da demanda envolvendo cuidados pessoais, saúde e bem-estar, com as pessoas dedicando maior tempo a si mesmas. Bem-vindos ao admirável mundo novo, com todo o seu impacto no cenário imobiliário, marcado pela irreversível transformação dos centros comerciais em polos existenciais dominados pelos serviços e soluções. Marcos Gouvêa de Souza é fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem, o mais relevante ecossistema de consultorias, soluções e serviços que atua em todas as vertentes dos setores de Varejo, Consumo e Serviços. É membro do Conselho do IDV, IFB e Ebeltoft Group, presidente do LIDE Comércio, conselheiro do grupo BFFC/Bob’s e autor/coautor de mais de dez livros relacionados aos temas de sua especialidade. 

Aplicativos estão redefinindo a gestão no dia a dia do varejo

Por Alex Marques, diretor comercial da Data System Durante muito tempo, administrar uma loja significava estar fisicamente presente nela o tempo todo, já que o controle do estoque era feito olhando prateleiras, as vendas eram acompanhadas por relatórios fechados no fim do dia e decisões importantes dependiam de planilhas ou da experiência acumulada do lojista. Esse modelo ainda existe em muitos lugares, mas a realidade do varejo está mudando rapidamente e boa parte dessa transformação cabe hoje na palma da mão. A gestão em tempo real muda a tomada de decisão Os aplicativos conectados ao ERP, sistema de software de gestão integrada que centraliza as principais atividades de um negócio, trouxeram um novo nível de visibilidade para a gestão do varejo. O lojista consegue acompanhar praticamente tudo em tempo real, como o que entrou em estoque, o que saiu, quais produtos estão vendendo mais, quais estão encalhados e qual é o desempenho da loja ao longo do dia. Não se trata apenas de mobilidade, mas de acesso imediato à informação que antes demorava horas ou até mesmo dias para aparecer. Essa mudança altera profundamente a forma como as decisões são tomadas, porque quando o gestor consegue enxergar o que está acontecendo em tempo real, a gestão deixa de ser reativa e passa a ser estratégica. Se um produto começa a vender muito, é possível reforçar o estoque rapidamente. Se determinada categoria perde desempenho, uma promoção pode ser criada na mesma hora. O varejo sempre foi um setor de agilidade, mas agora essa agilidade ganhou ferramentas muito mais sofisticadas. Um ecossistema de aplicativos dentro da loja Outro ponto interessante dessa evolução é que os aplicativos não se limitam ao dono da loja. Hoje, existe um ecossistema completo de soluções móveis voltadas para diferentes funções dentro do varejo, como aplicativos específicos para gestão, onde o lojista acompanha indicadores e operações; aplicativos voltados aos vendedores, que permitem visualizar suas vendas, acompanhar metas e até verificar seu posicionamento em rankings de desempenho; e também aplicativos de checkout móvel, que transformam o celular em um ponto de venda capaz de concluir a compra ali mesmo, sem a necessidade de um caixa tradicional. Na prática, isso muda muito a dinâmica da loja, já que o vendedor deixa de ser apenas alguém que apresenta produtos e passa a ter mais autonomia no processo de venda. Ele consegue consultar informações, registrar pedidos e finalizar a compra diretamente no celular. Para o cliente, isso significa menos filas e uma experiência muito mais fluida. Para o varejista, significa ganho de eficiência e mais oportunidades de conversão, além de melhorar a gestão das equipes. A loja sob controle, mesmo à distância Muitos lojistas ainda associam controle à presença física constante na loja, mas a tecnologia tem mostrado que isso não precisa mais ser assim. Hoje, é perfeitamente possível acompanhar vendas, verificar relatórios, ajustar preços ou ativar promoções mesmo estando fora da loja, seja em uma reunião, viagem ou até em férias. Esse tipo de flexibilidade não significa perda de controle, pelo contrário, muitas vezes representa um controle ainda maior, porque quando os dados estão disponíveis em tempo real e organizados de forma clara no celular, o gestor passa a ter uma visão mais ampla do negócio. Ele consegue enxergar tendências, identificar problemas mais rapidamente e agir antes que pequenas falhas se transformem em grandes prejuízos. Tecnologia como aliada da gestão É claro que tecnologia sozinha não resolve todos os desafios do varejo, a operação continua dependendo de boas estratégias, de equipes bem preparadas e de uma gestão atenta ao comportamento do consumidor. Mas os aplicativos têm desempenhado um papel fundamental ao tornar a informação mais acessível, reduzir barreiras operacionais e ampliar a capacidade de gestão. No fim das contas, o que estamos vendo é uma mudança de paradigma, onde a loja física continua sendo um espaço essencial de relacionamento com o cliente, mas sua gestão não precisa mais estar presa ao balcão ou ao escritório nos fundos da loja. Atualmente, grande parte das decisões pode ser tomada em qualquer lugar, a qualquer momento, e quando a gestão cabe na palma da mão, o varejo ganha algo que sempre foi decisivo para o seu sucesso, que é velocidade para agir e inteligência para decidir. Sobre o Alex Marques Alex é diretor comercial da Data System, com mais de 20 anos de atuação no varejo de calçados e roupas. Com formação pela Veris – IBTA, construiu sua trajetória na empresa passando pelas áreas técnica, de suporte e implantação até assumir a liderança comercial e a expansão do negócio, sempre com foco em transformar a gestão dos lojistas por meio da tecnologia.

A técnica entrega, mas a marca diferencia: o novo substancial do setor tech

Por Clara Ribeiro, head de Marketing da Zup No mercado B2B, principalmente em empresas de tecnologia, a marca não é apenas um acessório estético, mas o alicerce que sustenta a escolha do cliente em um cenário onde a entrega técnica é uma condição básica de existência, e não mais um diferencial competitivo. Para empresas que lidam com crescimento acelerado, branding é ferramenta de humanização. Ele surge, inclusive, como uma ferramenta estratégica capaz de alinhar o negócio à sua cultura e ambições. Construir uma marca forte nesse setor é, antes de tudo, construir vínculos. É gerar uma sensação de segurança suficiente para que o cliente abra as portas — não apenas para uma prestação de serviço, mas para uma conversa estratégica que possa tratar até dos bastidores do seu negócio. A reputação passa a construir intencionalmente atributos emocionais, como confiança, proximidade e visão de futuro, que sustentam relações de longo prazo.  Quando a organização investe em parcerias consistentes e posiciona seus executivos em palcos relevantes do setor, ela não está apenas ampliando a visibilidade; está reforçando autoridade, presença e conexão simbólica com quem decide. Quando o assunto é branding – ou, sobretudo, rebranding -, o ponto central não é a cor, o logo ou o manual de aplicação. É a capacidade de perceber o momento de evoluir. Há empresas que crescem, sofisticam suas entregas, ampliam seu impacto estratégico, mas continuam se comunicando como se estivessem no estágio anterior. O desafio está em reconhecer esse descompasso. E mais: ter coragem para alinhar posicionamento à ambição do negócio, conectando stakeholders internos, board, liderança e mercado em torno de uma nova narrativa que reflita, de fato, o valor que a companhia entrega. Tomar essa decisão raramente é confortável. Envolve provocar diferenciação em um setor que costuma replicar códigos visuais e discursos previsíveis.  Implica fazer escolhas difíceis, inclusive abrir mão de elementos que funcionaram por anos, para atribuir à marca a capacidade de comunicar seu real valor ao público, sustentar conversas estratégicas e conquistar território em um mercado cada vez mais saturado. No fim, branding é menos sobre manuais e mais sobre processos: entender o que é relevante para os clientes hoje, onde a empresa quer chegar e o que tem de único. Para, só então, refletir os símbolos necessários na ocupação desse novo espaço com legitimidade. Para gestores de marketing que passam por essa transição, minha recomendação é que não seja apenas uma mudança estética e uma pauta restrita ao time, ela precisa estar ancorada em uma estratégia 360º que envolva colaboradores, clientes, stakeholders, acionistas, a fim de mapear onde a corporação deseja ir a partir deste momento, traçar uma jornada onde tudo e todos constroem a marca. A construção de dentro para fora começando por um trabalho de escuta e educação do público interno, envolvimento de áreas parceiras como RH, Produto e Vendas para que ao final dessa trajetória a construção seja coletiva e a implementação bem sucedida. Neste lugar é que está a mágica das estratégias de comunicação: fazer com que as pessoas entendam como a marca se manifesta no dia a dia em cada ponto de contato. Uma estratégia de construção e implementação bem sucedida é co-construída e gera pertencimento. No fim das contas, ao subir a régua da sofisticação e desafiar convenções do mercado B2B, uma empresa de tecnologia pode deixar de ser apenas mais uma opção no mar de azul para se tornar uma referência de autoridade e vanguarda. *Clara Ribeiro é Head de Marketing na Zup Innovation, onde lidera estratégias de branding, comunicação, product marketing e growth. Com 10 anos de experiência no mercado de tecnologia, Clara atuou em startups de crescimento acelerado como a 99, onde participou do processo que levou a empresa a se tornar o primeiro unicórnio brasileiro, e a Loft. Cursou Relações Internacionais pela PUC-SP e tem formação executiva pela Harvard Business School.

Grapa desenvolve estratégia de influência para Bauducco® e Casa Bauducco no primeiro semestre

A Bauducco® e a Casa Bauducco estão colocando em prática suas frentes de marketing de influência para o primeiro semestre com estratégia liderada pela Grapa, agência responsável pela curadoria, contratação e gestão de criadores de conteúdo e celebridades nas principais campanhas das marcas ao longo do período. Um dos destaques da estratégia é o Reality de Páscoa Bauducco®, desenvolvido para o TikTok e apresentado pelo @bomdialeo. Na terceira temporada do projeto, o influenciador assume o papel de host e conduz uma série de três episódios em formato de competição entre os participantes, que enfrentam desafios inspirados no universo da marca. Entre as provas estão uma corrida contra o tempo para encontrar produtos em uma Bauducco® Loja, dinâmicas de degustação para adivinhar os sabores favoritos de ovos de Páscoa da Casa Bauducco e um desafio final de cozinha em formato de revezamento. Com linguagem leve e dinâmica pensada para a plataforma, o reality transforma o portfólio da marca em entretenimento nativo para redes sociais e estimula a interação do público na escolha da dupla vencedora. Além do reality, outras iniciativas fazem parte da estratégia de influência das marcas ao longo do semestre. Entre elas está a amplificação por meio de conteúdos de influenciadores do Familhão, projeto promocional que premia consumidores com barras de ouro a partir da compra de produtos da linha de pães da marca.  Outro movimento relevante é a colaboração com a Netflix, que chegou ao varejo com uma linha especial de produtos, incluindo Chocobiscuit Branco, Choco Pipoca e Choco Brownie como produtos na medida certa para comer enquanto assiste a um filme ou série. A frente de creators atua traduzindo a parceria para o ambiente digital, conectando entretenimento e consumo em conteúdos nativos das plataformas sociais. Já para a Casa Bauducco, a estratégia de influência no período de Páscoa inclui uma experiência de conteúdo com a chef Carole Crema e a atriz e criadora de conteúdo Carla Diaz. A iniciativa convida o público a conhecer de perto a “arte de fazer e presentear” por meio de um encontro na cozinha da chef, em que exploram o portfólio de produtos de Páscoa em uma experiência que combina conversa, degustação e preparo de chocolates. O conteúdo, pensado para redes sociais, destaca os processos artesanais por trás dos produtos e reforça o território de presentear que marca a data para a marca. Com atuação nacional, a Grapa segue responsável por conectar as marcas a diferentes comunidades digitais, utilizando inteligência de dados e curadoria cultural para posicionar Bauducco® e Casa Bauducco em territórios relevantes para as novas gerações.

Do Carnaval ao Natal, datas sazonais ganham protagonismo nas estratégias de vendas do setor gastronômico

De acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), em 2025, o varejo brasileiro registrou aumento de 13,1% no faturamento durante o Carnaval e 6,4% na Páscoa em comparação ao mesmo período de 2024. Ao mesmo passo, um levantamento da ShopperTrak, revelou que a Black Friday, em conjunto com o Natal, é responsável por cerca de 45% do tráfego de clientes no final do ano. No setor gastronômico, o panorama não é diferente. Para se ter uma ideia, conforme o iFood, houve um crescimento de 80% no delivery de doces entre 2023 e 2025, sendo que o Dia das Bruxas foi um dos principais catalisadores para o aumento do consumo. Neste cenário, em que datas sazonais e comemorativas têm se mostrado cada vez mais capazes de impulsionar as vendas, Gustavo Cardamoni, presidente da Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra), que há 23 anos atua no fomento de informações de qualidade e atualizada sobre o mercado de pizzarias, ressalta que essas datas são estratégicas para atrair novos consumidores, além de fortalecer o relacionamento com o público. “A sazonalidade e os dias celebrativos funcionam como uma vitrine para os negócios, pois permitem que os empresários do setor gastronômico transformem cada ocasião em uma experiência diferenciada”, explica o executivo. Entre as estratégias mais eficazes estão o lançamento de sabores especiais para cada celebração, campanhas em redes sociais, parcerias com outras marcas e até embalagens personalizadas. “Aproveitar datas como Dia do Chocolate, Mês da Mulher, Dia da Crianças, Outubro Rosa, Dia do Amigo, entre outras, permite o teste de novos sabores, produtos com cores diferentes, campanhas temáticas e situações que tornam a jornada do cliente uma experiência memorável, de modo que fortalece o vínculo entre marca e consumidor”, comenta Cardamoni. Segundo Gustavo, aproveitar a sazonalidade vai muito além de datas comemorativas já conhecidas e esperadas pelos clientes. “No setor gastronômico é possível soltar a imaginação e impulsionar as vendas o ano inteiro com ocasiões especiais. Por exemplo, no segmento de pizzarias, a gente observa estabelecimentos que fazem ações ou lançamentos temáticos em época de estreia de filmes e séries, campanhas relacionadas a acontecimentos de realities shows, collab com outras marcas para produtos em edição especial e assim vai, tem muitas propostas criativas”, exemplifica o presidente da Apubra. De acordo com o executivo, o principal ponto para aproveitar as datas celebrativas, é o planejamento antecipado. “Quando as empresas se programam com antecedência, mapeiam o calendário anual, alinham comunicação, logística e estratégia, conseguem estruturar campanhas autênticas e até inusitadas que envolvem os consumidores e que podem resultar tanto no aumento do ticket médio quanto na fidelização”, finaliza Cardamoni.

Wicomm confirma presença no VTEX Day 2026

A Wicomm, consultoria especializada em e-commerce e performance digital, participará do VTEX Day 2026, um dos principais eventos globais do comércio digital, que ocorre nos dias 16 e 17 de abril no São Paulo Expo, em São Paulo (SP). Será a terceira participação consecutiva da empresa no encontro, reforçando sua presença no ecossistema de tecnologia e inovação voltado ao varejo digital. Desde a sua fundação, a Wicomm acompanha a evolução do evento e utiliza o VTEX Day como um espaço estratégico para fortalecer relações com clientes, prospectar novas oportunidades de negócio e ampliar o relacionamento com empresas parceiras do mercado. A edição deste ano marca mais um passo nesse posicionamento, com presença ativa dentro da área dedicada a retail media, onde a empresa contará com um estande para receber visitantes, parceiros e executivos do setor. Durante os dois dias de evento, a equipe da Wicomm apresentará suas principais frentes de atuação, compartilhará experiências com profissionais do mercado e promoverá interações com clientes e potenciais parceiros. Neste ano, o destaque será a evolução das iniciativas proprietárias de inteligência artificial, que vêm ganhando espaço relevante na estratégia de crescimento da empresa. Atualmente, a Wicomm conta com cerca de 20 aplicações próprias, voltadas para impulsionar tráfego, conversão e eficiência operacional em frentes como SEO, conteúdo e desenvolvimento digital, com expectativa de que essas soluções representem 15% da receita em 2026 e alcancem 35% em 2027. Além disso, o estande terá distribuição de materiais institucionais, bem como ativações com brindes e sorteios para os participantes que visitarem o espaço. Um dos principais momentos da agenda da empresa no VTEX Day será a realização do encontro exclusivo “No Topo com Wicomm”, programado para o dia 16 de abril. Um evento de networking, realizado no rooftop do Edifício Martinelli, no centro de São Paulo, que reunirá clientes, executivos e convidados em um ambiente privado e pensado exclusivamente para a troca de experiências e relacionamento entre lideranças do mercado digital. A iniciativa conta com apoio da VTEX e de patrocinadores parceiros. “A presença no VTEX Day integra uma estratégia mais ampla de relacionamento com o ecossistema de e-commerce. O evento é uma oportunidade de encontrar clientes atuais, estabelecer contato com novos prospects e aprofundar parcerias com outras empresas que atuam na cadeia de tecnologia e comércio digital”, afirma Felipe Coelho, CEO da Wicomm. Serviço Evento: VTEX Day 2026 Data: 16 e 17 de abril de 2026 Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, km 1,5 – Vila Água Funda, São Paulo (SP) Mais informações no site.

Qualy relança porta-pote de margarinas dos anos 90 em comemoração ao seu aniversário de 35 anos

A partir de 06 de abril, consumidores poderão adquirir os icônicos porta-potes de Qualy, a margarina número um do Brasil. A ação promocional faz parte das celebrações de aniversário da marca, que completa 35 anos em 2026. Agora disponível como brinde em supermercados de todo o país, o item foi um sucesso nos anos 90 e até hoje faz parte do imaginário coletivo das famílias brasileiras. “Assim como nossas margarinas, os porta-potes de Qualy ocupam um lugar especial na memória de milhares de brasileiros. Oferecê-lo novamente aos nossos clientes é uma forma de resgatar essas lembranças afetivas e fazer parte de mais momentos inesquecíveis, reforçando a conexão profunda e duradoura de Qualy com os seus consumidores. Além disso, é uma oportunidade para que as novas gerações também conheçam uma parte relevante da nossa história como marca”, explica Marina Secaf, gerente executiva de Marketing de Spreads da MBRF. Para levar um porta-pote para casa, basta adquirir o combo de duas margarinas Qualy na versão de 500g em redes varejistas que estão participando da iniciativa. A promoção é válida até 31 de maio ou enquanto durarem os estoques. Serão cerca de 500 mil porta-potes espalhados por supermercados de todo o Brasil. “Estender a campanha para o ponto de venda é essencial para transformar a comunicação em experiência real. É nesse espaço que a marca se conecta diretamente com o consumidor, no momento da escolha e do consumo. Ao levar a campanha para o varejo, reforçamos vínculos afetivos construídos ao longo de gerações e ampliamos o impacto da mensagem no cotidiano das famílias brasileiras”, afirma Marcelo Suarez, diretor de Trade Marketing, Omnichannel e CIEX da MBRF. A novidade integra a campanha de aniversário da marca “O Que é Gostoso Você Nunca Esquece”, desenvolvida em parceria com a Africa Creative. A comunicação aposta na nostalgia, resgatando elementos, recordações e referências que marcaram a década de 1990 – como os tradicionais porta-potes da marca – para celebrar o legado de sabor e afeto de Qualy que atravessa gerações. Além de um filme comercial para televisão e canais digitais, a campanha também conta com mídias out of home, incluindo painéis de pontos de ônibus e relógios. As ativações carregam a assinatura “Há 35 anos, só Qualy tem gosto de Qualy”, reforçando o sabor e qualidade inigualáveis da margarina mais escolhida pelos brasileiros, presente em 8 em cada 10 lares do país, de acordo com o Kantar IBOPE.

TNT Sports e Santander renovam parceria de sucesso para a cobertura digital da principal categoria do automobilismo mundial

A TNT Sports, ecossistema esportivo com o maior engajamento digital do Brasil, e o Santander, um dos maiores bancos globais da América Latina, renovaram a parceria para a cobertura digital da principal categoria do automobilismo mundial. Iniciado em 2025, o projeto apresentou resultados expressivos e se estenderá por toda a atual temporada, construindo uma narrativa disruptiva, relevante e altamente conectada com o público.    Em 2025, a parceria resultou em mais de 260 conteúdos sobre a competição, veiculados nas redes sociais da TNT Sports. A cobertura gerou mais de 152 milhões de impressões e 13 milhões de views, totalizando mais de 166 milhões de usuários impactados. Além da entrega massiva nas mídias, a parceria também ajudou a ampliar o alcance e a exposição do Santander no país.  Ainda no ano passado, TNT Sports preparou uma programação especial para a etapa brasileira do circuito, que contou com a produção de conteúdos diretamente do autódromo de Interlagos, incluindo entrevistas com o público presente no camarote Santander. A cobertura da prova gerou mais de dois milhões de views, ultrapassou os dois milhões de impressões e as 500 mil reações e totalizou 4.7 milhões de perfis impactados pelas redes sociais da marca esportiva.  Para a cobertura da temporada 2026, a parceria entre as marcas contempla a publicação de conteúdos em tempo real e a divulgação de notícias e curiosidades sobre a competição, assim como a presença in loco da equipe da TNT Sports no Autódromo de Interlagos para a etapa brasileira do circuito. Produzidos em diversos formatos, os materiais serão postados nas redes sociais da TNT Sports, que, somadas, reúnem mais de 86 milhões de seguidores. O debate também seguirá na grade de programação da marca esportiva no YouTube, que conta com quase 13 milhões de inscritos.  “O automobilismo tem uma representatividade muito grande para o público brasileiro, é um esporte acompanhado por uma legião de fãs em nosso país. Essa parceria busca estabelecer e gerar conversas com o público apaixonado pelo esporte, combinando nossa audiência expressiva e fiel nos mais variados formatos e plataformas à solidez e credibilidade do Santander. Tivemos excelentes resultados em 2025 e tenho certeza de que, em 2026, alcançaremos um destaque ainda maior”, afirma André Gramorelli, VP de vendas publicitárias da Warner Bros. Discovery no Brasil.  “A relação do Santander com a Fórmula 1 é histórica. No último ano, ao patrocinar a modalidade, fortalecemos ainda mais essa conexão, utilizando o universo da F1 como uma forma de nos aproximar do público por meio dessa grande paixão. A renovação da parceria com a TNT Sports reforça nossa presença em um território que mobiliza milhões de brasileiros e nos permite estar ainda mais próximos dos fãs do automobilismo, oferecendo conteúdo e experiências que conectam a marca a esse universo”, diz Guilherme Bernardes, CMO do Santander Brasil. 

Lançamento do Ovo de Páscoa Paçoquita: sucesso volta com novidade e atende pedido dos fãs

A união que fez sucesso na Páscoa passada está de volta. Paçoquita e Top Cau renovam a parceria em 2026 com um portfólio que combina o sabor do amendoim à expertise em chocolate. A grande novidade é o Ovo Paçoquita Dupla Camada (162g) , desenvolvido para equilibrar o chocolate ao leite Top Cau com uma camada generosa do sabor icônico de Paçoquita. Para os fãs, a marca confirma o retorno do Ovo Paçoquita Tripla Camada (300g) – sucesso absoluto de vendas na última Páscoa. “Nossa estratégia é garantir que a Paçoquita acompanhe o brasileiro em todos os seus momentos de consumo, e a Páscoa é, sem dúvida, um dos maiores eventos do nosso calendário. Levar esse sabor tão icônico para o formato de ovo de Páscoa é unir a tradição do chocolate com a autenticidade que só a Paçoquita tem. Este movimento está em total sintonia com o que o nosso consumidor espera: encontrar a marca que ele ama em formatos surpreendentes, sem abrir mão do sabor que já faz parte do seu dia a dia”, destaca Sabrina Torquato, Head Executiva de marketing da Santa Helena Alimentos.  “A parceria com Paçoquita reforça a nossa estratégia de conectar marcas queridas do consumidor a produtos que entregam experiência, sabor e diferenciação no ponto de venda. Para nós, Páscoa é sinônimo de encantamento, e essa collab materializa exatamente isso: união entre tradição, qualidade e inovação. A nossa marca Top Cau vem assumindo um papel cada vez mais relevante dentro do Grupo Marilan, ampliando nossa atuação em chocolates e entregando produtos que fortalecem a presença da companhia na principal data do calendário”, afirma Rodrigo Garla, diretor-presidente do Grupo Marilan.  Os ovos já chegaram às gôndolas e estão disponíveis em redes como Lojas Americanas, Atacadão, Assaí e Carrefour.

lojasmel avança plano de expansão e abre unidade no Shopping Interlagos

A lojasmel dá mais um passo em sua estratégia de crescimento em 2026 e inaugura unidade no Shopping Interlagos, um dos principais centros de compras da zona sul de São Paulo.. A abertura que acontece no dia 27 de março, reforça a presença da rede em regiões estratégicas da capital e amplia o acesso do público a um portfólio diversificado, reunindo conveniência, variedade e preços acessíveis em um único espaço. A nova loja conta com área de 700m² e reúne produtos de utilidades domésticas, decoração, brinquedos, eletrônicos e eletroportáteis. A unidade se soma as mais de 50 unidades da lojasmel em operação nos estados de São Paulo e Minas Gerais. “A chegada ao Shopping Interlagos representa um movimento importante para a lojasmel, especialmente por estarmos presentes em uma região com grande circulação de pessoas e forte conexão com o comércio local. Nosso objetivo é estar cada vez mais próximos do consumidor, oferecendo soluções completas para o dia a dia, com preço justo e atendimento acolhedor”, afirma Pedro Cruz, CEO da lojasmel. A escolha do Shopping Interlagos acompanha a estratégia da rede de investir em pontos comerciais consolidados, que concentram fluxo constante de consumidores e fácil acesso. Com atuação que combina lojas de rua e unidades em shoppings, a lojasmel amplia seus formatos de operação para atender diferentes perfis de público e hábitos de consumo. “Cada loja nasce com o cuidado de oferecer um ambiente funcional, organizado e planejado para facilitar a experiência de compra. Queremos que o cliente encontre tudo o que precisa em um só lugar, com praticidade e conforto, seja para uma compra rápida ou para resolver várias demandas do dia a dia”, destaca Pedro. Além de fortalecer a presença da marca na capital paulista, a inauguração da unidade no Shopping Interlagos contribui para a geração de empregos diretos e indiretos, movimentando a economia local e intensifica o compromisso da lojasmel com o desenvolvimento das regiões onde atua. Durante o período de inauguração, os clientes podem aproveitar promoções especiais em diversas categorias. A unidade também conta com integração aos canais digitais da rede, com atendimento via WhatsApp, site oficial e aplicativos de delivery, além de opções de retirada rápida e entrega em até duas horas em um raio de 10km, ampliando as possibilidades de compra. “O crescimento da lojasmel é resultado da confiança dos clientes e do empenho diário de toda a equipe. Cada nova unidade reforça nossa presença no mercado e amplia nossa capacidade de atender o público com qualidade, consistência e foco total na experiência de compra”, finaliza o CEO. Sobre a lojasmel

Microeventos aproximam marcas do público e facilitam captação

A indústria global de eventos deve movimentar mais de R$ 5,5 trilhões até 2029, prevê a empresa de pesquisa de mercado Technavio. O setor tem sido impulsionado pelos microeventos, segmento que mais cresce dentro das estratégias de marketing, detalha o relatório da consultora de mercado Forrester.  O levantamento mostra, ainda, que 58% dos profissionais de marketing B2B planejam realizar mais microeventos presenciais. A estratégia é aproximar as marcas do público e facilitar a captação de clientes.  O líder de eventos da Digital Manager Guru, Renato Chamasquini, explica que os microeventos são organizados para aprofundar relacionamentos e tendem a receber uma quantidade reduzida de convidados. Dessa forma, a comunicação do evento deixa de ser genérica, já que os promotores escolhem para quem vão dizer e por qual motivo. “Ao se afastar do discurso institucional, a conversa se torna mais relevante e aborda problemas reais”. De acordo com Chamasquini, o retorno sobre o investimento (ROI) do evento de pequeno porte é mais simples de ser medido. A responsabilidade de conectar presença a negócio, pipeline ou vendas fica mais clara.  Ele destaca que os microeventos não competem com os de grande porte, mas se complementam. ‘Os grandes eventos tendem a abrir portas, já os menores fortalecem vínculos”, diz. “Microeventos reduzem riscos financeiros, operacionais e de reputação. Você testa formatos, temas e propostas de valor com agilidade, aprende rápido e ajusta o próximo. É quase um MVP de evento”, complementa. Entre os formatos que fortalecem a presença da marca, ele cita workshops executivos, jantares estratégicos, painéis de co-criação e mesas-redondas. Personalização e segurança ditam os resultados Levantamento da Technavio revela que os eventos são plataformas de influência e exigem estratégias dos produtores. Nesse sentido, a expectativa é que, até 2029, os microeventos se tornem mais personalizados. Destacando que o objetivo dos gestores será, cada vez mais, entregar aos convidados a sensação de que o evento foi produzido para eles, as tendências devem incluir cardápios adaptados, dinâmicas leves e roteiros flexíveis. Chamasquini acrescenta que, nesse novo cenário, os ingressos deixam de ser apenas a garantia de acesso.  “É o primeiro contrato de relacionamento entre a marca e o participante. Quando bem usado, o ingresso vira um ponto de consentimento, uma camada de dados e uma ponte para o pós-evento”, descreve. Segundo ele, “quem trata ingresso só como controle de acesso está deixando muito valor na mesa. O verdadeiro jogo hoje é relacionamento contínuo, não público pontual”. Ele destaca que as plataformas para venda de ingressos já oferecem aos gestores campos personalizados, histórico de participação, interesse e comportamento antes e depois dos eventos.  Para ele, os dados dos microeventos são ainda mais qualificados, pois o público é menor e a interação é mais humana. “Na prática, isso permite que a marca continue a conversa depois do evento com contexto real, convide para próximos encontros de forma inteligente, crie jornadas segmentadas em vez de disparos genéricos, e transforme o evento em ciclo, não em ponto final.”  A experiência do consumidor com o checkout de pagamento também interfere na percepção da marca e, por isso, também merece atenção. Canais de venda seguros, intuitivos e otimizados para dispositivos móveis garantem maior satisfação aos clientes.

Crystal Ice lança bebida inédita sabor caju, feita com suco da fruta do Nordeste

A Crystal, marca do Grupo Petrópolis, lança uma novidade no mercado de bebidas prontas para o consumo: a Crystal Ice Caju. A novidade chega ao mercado como a primeira bebida pronta, ou RTD (na sigla em inglês, ready to drink), feita com suco de caju proveniente de produtores do Nordeste. Com distribuição a partir de abril, a bebida será comercializada em todo o território nacional, com foco no Nordeste do Brasil, onde a fruta muito apreciada. O novo produto passa a integrar a linha Crystal Ice, que já conta com os sabores Limão, Frutas Vermelhas e Frutas Amarelas. Com sabor leve e refrescante, a Crystal Ice Caju é um drink produzido com vodca, saquê e o suco natural de caju, com 5% de teor alcoólico.  A escolha do sabor reforça a proposta da marca em valorizar a regionalidade e os ingredientes brasileiros, destacando uma fruta típica do Nordeste e com forte valor cultural e afetivo. A categoria de bebidas prontas para consumo tem registrado um crescimento nos últimos anos. Em 2025, o segmento foi o que mais cresceu entre todas as categorias de bebidas alcóolicas em comparação com o ano anterior, com aumento de 11% em volume, segundo dados da Nielsen. Até 2030, a expectativa é que o mercado global de RTDs movimente cerca de US$ 85 bilhões, impulsionado principalmente pelos novos hábitos de consumo da Geração Z. A tendência reflete a busca dos consumidores por praticidade e novas experiências de consumo. O novo lançamento da linha Crystal Ice acompanha essa tendência. “Estamos lançando um novo sabor de Crystal Ice acompanhando a tendência do crescimento de RTDs em todo o mercado de bebidas alcóolicas. Como estratégia da companhia, queremos reforçar as nossas marcas nessa categoria para atrair novos consumidores e estamos muito felizes com o lançamento exclusivo do sabor caju, uma fruta típica do Nordeste”, aponta Cristiane Rosa, Head de Marketing de Categorias e Consumer Insights do Grupo Petrópolis. “Além disso, o uso do suco da fruta de caju vinda do Nordeste reforça nosso olhar para a valorização de ingredientes nacionais e para a diversidade de sabores do país”, conclui.  A Crystal Ice Caju será produzida nas fábricas de Itapissuma (PE), Boituva (SP), Uberaba, Teresópolis (RJ) e Rondonópolis (MT), e estará disponível em garrafa transparente de 275ml, com uma tampa que não necessita de abridor. 

Podcast Afiadas volta em nova temporada celebrando o Mês da Mulher

Entre cabos, palcos, estúdios e decisões criativas existem histórias que raramente chegam aos holofotes. São trajetórias que sustentam toda a engrenagem da música. É a partir desse olhar que o Podcast Afiadas retorna para sua segunda temporada, com estreia em 23 de março, celebrando o Mês da Mulher e ampliando as conversas sobre carreira e protagonismo feminino na indústria musical. Criado pela ONErpm e apresentado pela jornalista Adriana Barros, o projeto segue destacando mulheres que atuam nos bastidores e nas linhas de frente do setor. A nova temporada contará com 12 episódios e participações de nomes como Kamilla Fialho (CEO e empresária); Alana Leguth (Cofundadora da KondZilla); Débora DBR  (Dançarina e coreógrafa); Hanifah Adowa (Cantora e Compositora); Ana Claudia (Publicitária); Lígia Chaim (Iluminadora) entre outras. Assim como na primeira temporada, cada episódio traz entrevistas aprofundadas com profissionais que fazem o mercado da música acontecer em diferentes áreas, da gestão à criação. “A segunda temporada do Afiadas reforça a importância de dar visibilidade às mulheres que fazem a música acontecer nos palcos e nos bastidores. Desde o início, vejo o podcast como uma plataforma para amplificar essas vozes, compartilhar conhecimento técnico e inspirar novas trajetórias na indústria. Cada episódio evidencia que talento, liderança e inovação são impulsionados por uma força feminina essencial na engrenagem da música”, comenta Iasmine Amazonas, Head Global de Marketing Institucional da ONErpm. Com linguagem direta e sensível, Afiadas reforça seu papel de educar o público sobre os bastidores do mercado musical. O podcast também fortalece redes de apoio entre mulheres e inspira novas gerações a ocuparem espaços historicamente masculinizados. “O Afiadas chega à sua segunda temporada com nomes que reforçam nosso compromisso em mostrar que a excelência feminina ocupa todos os espaços da música — da técnica à gestão estratégica. Entendemos que cada história aqui contada abre caminhos para outras mulheres, em um movimento essencial para que o mercado evolua de forma mais justa e plural. Ao dar visibilidade a essas profissionais, não estamos apenas contando histórias, estamos consolidando uma comunidade” , compartilha Natalia Mecatti, Gerente ONErpm Studios Brasil.  A apresentação segue sob o comando da jornalista Adriana Barros, que conduz conversas íntimas e educativas com as convidadas, explorando experiências profissionais, aprendizados e transformações ao longo de suas trajetórias. “O Afiadas nasceu da necessidade de ecoar as vozes que fazem a engrenagem da música girar, mas que nem sempre têm o microfone na mão. Nesta segunda temporada, seguimos com a mesma missão e celebramos nossas conquistas, mas sem esconder os desafios de ser mulher em um mercado que ainda exige prova constante de competência. É um espaço de partilha real, onde as dores do caminho se transformam em estratégia e os ‘amores’ pela arte nos mantêm em movimento”, afirma Adriana Barros, host do podcast. Os episódios serão lançados semanalmente e estarão disponíveis nas plataformas digitais via ONErpm, além do canal oficial da ONErpm Brasil no YouTube. Ao dar continuidade ao projeto no Mês da Mulher, a ONErpm reforça seu compromisso com iniciativas que promovem diversidade, formação de redes profissionais e valorização de talentos em todas as áreas da indústria musical. A nova temporada do Afiadas reafirma o podcast como uma plataforma de visibilidade e reconhecimento, contribuindo para ampliar referências, estimular oportunidades e fortalecer a presença feminina no mercado musical.

Em ano de Copa do Mundo e eleições, publicidade online assume protagonismo e desafia hegemonia da TV tradicional

O mercado publicitário brasileiro vive em um ciclo decisivo. Segundo o relatório Global Ad Spend Forecasts 2025, divulgado em dezembro pela Dentsu, os investimentos globais em publicidade devem crescer 5,1% em 2026 e ultrapassar US$1 trilhão pela primeira vez. No Brasil, a projeção é ainda mais robusta: alta de 9,1%, desempenho acima da média mundial. O avanço é impulsionado por dois vetores estruturais: a Copa do Mundo da FIFA 2026 , maior edição da história, com 48 seleções e 104 partidas, e a corrida eleitoral. A expectativa do mercado é de que o evento gere um dos maiores volumes de receita publicitária já registrados em torno de uma Copa, em um contexto de consumo cada vez mais fragmentado e multiplataforma. Mais do que crescimento, o que está em curso é uma redistribuição estrutural das verbas. A combinação entre grandes eventos de massa e maturidade tecnológica acelera a migração de investimentos da televisão aberta e paga tradicional para ambientes digitais conectados, especialmente CTV e áudio digital. A trajetória da CazéTV simboliza essa transição. O canal digital registrou picos superiores a 5 milhões de dispositivos conectados simultaneamente em transmissões esportivas recentes, segundo dados divulgados pela própria plataforma, consolidando um modelo de distribuição digital em eventos historicamente concentrados na TV Globo. O diferencial não está apenas na audiência, mas na capacidade de integrar entrega publicitária mensurável e ativação orientada por dados. Para Eduardo Abreu, vice-presidente de vendas e marketing do hub de mídia ADSPLAY, o movimento marca uma mudança estrutural na arquitetura das campanhas. “O mercado passou anos tratando o digital como extensão da TV aberta e paga tradicional. O que vemos agora é uma reorganização do centro de gravidade da estratégia. As campanhas começam no ambiente conectado e a televisão convencional passa a ocupar um papel dentro dessa arquitetura mais ampla. A Copa de 2026 deve tornar essa mudança visível em escala”.  Eduardo Abreu,  VP da ADSPLAY  Segundo o executivo, o avanço da mídia programática é o elemento que sustenta essa transformação. A possibilidade de cruzar dados proprietários com inventário premium, controlar frequência individual, otimizar criativos dinamicamente e medir resultados ao longo da jornada altera a lógica de investimento.  “A mídia programática permite segmentar campanhas com base em comportamento real de consumo, acompanhar resultados em diferentes plataformas e medir qual parte das vendas ou da geração de demanda foi de fato impulsionada pela campanha. Isso reduz desperdício de verba e aumenta a previsibilidade de retorno. Em vez de comprar apenas exposição, o anunciante passa a investir com lógica de eficiência”, completa.  Considerando todos esses fatores, 2026 deve consolidar a publicidade digital como infraestrutura estratégica do mercado brasileiro. A combinação entre CTV, áudio digital, dados proprietários e compra automatizada permite transformar grandes eventos midiáticos em arquiteturas completas de ativação, conectando construção de marca, geração de demanda e conversão em um mesmo fluxo operacional.  “A discussão deixou de ser apenas sobre alcance. O diferencial competitivo está na inteligência de entrega e na capacidade de mensuração. Em um ambiente multiplataforma, quem consegue integrar dados, contexto e distribuição conectada transforma atenção em resultado financeiro mensurável”, conclui o executivo.

IA deve fechar até 30% das vendas em 3 anos e expõe novo risco reputacional para o varejo

A inteligência artificial entra em uma nova fase e já começa a alterar de forma concreta o funcionamento do varejo global. A expectativa de que agentes autônomos passem a responder por até 30% das vendas de bens de consumo em três anos, e cerca de 10% do varejo total, desloca o debate sobre tecnologia para o risco direto à reputação das marcas em um ambiente onde decisões de compra deixam de ser humanas.  Esse movimento ganhou força nos principais fóruns globais de tecnologia e negócios e já aparece como vetor concreto de transformação no e-commerce. Sistemas capazes de recomendar produtos, negociar condições e concluir compras de forma independente deixam de ser experimentais e passam a integrar a operação.  Operando em alta velocidade e com maior autonomia, esses sistemas ampliam o nível de exposição das empresas. Quando um agente erra uma recomendação ou executa uma transação inadequada, o impacto ultrapassa a operação e atinge diretamente a percepção de confiança.  Com um alto nível de adoção, os riscos deixam de ser pontuais e passam a ganhar escala dentro da operação. Segundo Fabrizzio Topper, Strategy & Intelligence Director da Quality Digital, a confiança tende a se tornar o principal ativo competitivo nesse novo ambiente. “Se o sistema falha, alucina ou entrega algo inadequado, o dano ultrapassa a operação. Ele atinge a percepção e a reputação das empresas e da própria IA para esse fim”, afirma.   Delegar decisões de compra a sistemas autônomos exige que a tecnologia seja percebida como segura, consistente e capaz de refletir preferências reais. Qualquer ruptura ao longo desse processo tende a gerar impacto imediato na relação com o consumidor.  Fragilidades estruturais, que antes permaneciam restritas à operação interna, passam a ser expostas diretamente na experiência do cliente. Dados desorganizados, sistemas desconectados e ausência de governança deixam de ser invisíveis. “Se os dados estão fragmentados ou mal estruturados, a IA escala essa fragilidade rapidamente, e isso se torna visível para o consumidor”, diz Cassio Pantaleoni, Artificial Intelligence Solutions & Strategy Director da Quality Digital.  Mais do que implementar tecnologia, a incorporação de agentes de IA exige revisão de processos, alinhamento entre áreas e capacidade de sustentar decisões automatizadas com base em dados confiáveis. Para Pantaleoni, tratar IA como ferramenta isolada é um dos principais erros na adoção. “O desafio não está na tecnologia em si, mas na maturidade de dados, na integração e na forma como as empresas estruturam sua operação para sustentar esse modelo. A adoção superficial amplia riscos operacionais e reputacionais em vez de gerar vantagem competitiva”, afirma.  No fim, é a experiência do cliente que define o sucesso dessa transição. Para Topper, o movimento precisa envolver toda a organização. “É um movimento que precisa ocorrer do alto escalão ao nível operacional, garantindo alinhamento entre equipes e padronização no uso da IA por meio de guardrails, criando um ambiente onde a inovação se torna contínua e escalável. Se a tecnologia não melhora a jornada ou não gera valor percebido, ela falha em sua função estratégica”, afirma. 

Coelho da Páscoa e Caça aos Ovos marcam programação especial no Atrium Shopping

A Páscoa deste ano promete ser ainda mais especial no Atrium Shopping, administrado pelo Grupo AD. Nos dias 28 e 29 de março, o empreendimento, localizado em Santo André, no ABC Paulista, realiza a campanha “Páscoa Encantada Atrium Shopping – Onde a Magia Acontece“, com uma programação lúdica pensada para envolver crianças e famílias em momentos de diversão, interação e muita imaginação. A programação começa no sábado, dia 28 de março, com Caça aos Ovos, uma atividade interativa que transforma o shopping em um cenário lúdico de descobertas. Guiados por um promotor, os pequenos participantes recebem um mapa especial da campanha e percorrem o empreendimento em busca das pistas deixadas pelo Coelho da Páscoa. Ao longo do percurso, as crianças passam por lojas participantes e colecionam carimbos no mapa, completando o desafio de forma divertida e organizada. A atividade é voltada para crianças de 3 a 12 anos e terá sessões com vagas limitadas, garantindo uma experiência mais segura e acolhedora para todos. As inscrições são realizadas de forma online, com abertura para o dia 23/03.  No dia seguinte, domingo 29 de março, ocorre a Chegada do Coelho da Páscoa, que percorrerá os corredores do shopping acompanhado por uma banda, levando música, alegria e distribuindo ovinhos para o público. Durante o passeio, o personagem também interage com as famílias e participa de fotos em um ponto temático preparado especialmente para registrar o momento. “Buscamos sempre promover ações que tornem a visita ao Atrium Shopping ainda mais especial para o público. A programação de Páscoa foi pensada para proporcionar momentos de diversão para as crianças, ao mesmo tempo em que convida as famílias a circularem pelo empreendimento e vivenciarem essa experiência de forma leve e encantadora”, afirma Luciano Abilio, coordenador de marketing do Atrium Shopping Serviço Páscoa Encantada Atrium Shopping – Onde a Magia Acontece Caça aos Ovos Data: sábado, 28 de março de 2026 Horários: sessões às 14h, 16h, 18h e 20h Público: crianças de 3 a 12 anos Inscrições aqui Duração: 60 minutos  Chegada do Coelho da Páscoa Data: domingo, 28 de março de 2026 Horários: sessões às 14h, 16h e 18h Local: corredores do Atrium Shopping Atividades gratuitas Local: Atrium Shopping Endereço: Rua Giovanni Battista Pirelli, 155 – Vila Homero Thon – Santo André/SP

Alura marca presença no CMO Summit 2026 para debater o futuro do marketing na era da IA

A Alura, maior e mais completa escola online de tecnologia do país, participa do CMO Summit 2026, um dos principais encontros de líderes de Marketing e Comunicação do Brasil, que acontece nos dias 25 e 26 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo. Como patrocinadora do evento, a marca promoverá debates sobre como a inteligência artificial está redefinindo a tomada de decisão e ampliando o papel estratégico do marketing nas organizações. No dia 26, às 13h55, Bruna Maggion, CMO do Grupo Alun, maior ecossistema de educação em tecnologia e negócios da América Latina, formado por Alura, FIAP, PM3 e StartSe, participa de uma mesa redonda no espaço da 8D Hubfy com o tema “Tomada de decisão além da IA: quais decisões de marketing precisam ser pensadas com cautela, mesmo em um mundo hiperautomatizado?”. A executiva abordará os limites da automação e os pontos em que o julgamento humano segue sendo determinante, especialmente em decisões críticas de marca, posicionamento e reputação. Na sequência, às 16h, Leonardo Secundo, diretor de marketing da Alura, apresenta a palestra “Da campanha ao comando: MarTech, IA e o novo poder do marketing”. O executivo discutirá como a integração entre tecnologia e marketing está reposicionando a área dentro das empresas, ampliando sua influência sobre estratégia, crescimento e geração de valor. A participação no evento reforça o posicionamento da Alura na formação de profissionais preparados para atuar em um mercado cada vez mais orientado por dados, automação e inteligência artificial, em que o domínio tecnológico passa a ser um diferencial competitivo para áreas além da tecnologia. CMO SummitLocal: Expo Center NorteEndereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme – São Paulo/SP “Tomada de decisão além da IA: quais decisões de marketing precisam ser pensadas com cautela, mesmo em um mundo hiperautomatizado?”Data: 26/03Participação: Bruna Maggion, CMO do Grupo Alun “Da campanha ao comando: MarTech, IA e o novo poder do marketing”Data: 26/03Horário: 16hParticipação: Leonardo Secundo, diretor de Marketing da Alura

Tecnologia inédita: Times Brasil | CNBC estreia terceiro novo estúdio integrado à inteligência artificial

A maior emissora de jornalismo de negócios do Brasil acaba de anunciar mais uma fase de evolução no país. O Times Brasil | CNBC inaugura em abril o terceiro estúdio em sua sede implantando uma tecnologia inédita integrada com ferramentas de inteligência artificial. O espaço nasce resultado de parcerias comerciais com três empresas gigantes de tecnologia e inovação: Totvs, apoiadora inicial do projeto, Tecla T e IBM. No novo Estúdio Lab I.A., como foi batizado pela emissora, a integração com inteligência artificial estará presente em todas as etapas do processo de produção. Entre as novidades está o uso de sistemas de assistência inteligente para apoiar a organização de informações, a geração de insights e a preparação de materiais para exibição — como pautas, roteiros, sugestões de perguntas e tarjas para a tela. Outro recurso inovador será a presença de um avatar interativo de inteligência artificial, que poderá participar dos programas sugerindo temas, perguntas e abordagens para apresentadores e convidados, ampliando as possibilidades de interação editorial durante as transmissões. O terceiro novo estúdio do canal servirá para gravação e programação ao vivo na sede do canal, localizada na Avenida Berrini, no centro financeiro de São Paulo. Logo no início, dois novos projetos utilizarão o Estúdio Lab I.A., sendo um deles um programa focado em tecnologia. Sistema automatizado A operação do Estúdio Lab I.A., no Times Brasil | CNBC, também contará com ferramentas de análise e processamento de dados capazes de apoiar decisões em tempo real durante a produção, além da integração com sistemas automatizados de controle e monitoramento, aumentando a previsibilidade e a estabilidade das transmissões. “Já usamos ferramentas de I.A. no processo diário de produção de jornalismo, mas este projeto eleva essa integração a outro nível, com desenvolvimento de ponta na criação de agentes e soluções sob medida que, além de otimizar a produtividade, contribuem para aumentar a qualidade do produto final”, afirma André Ramos, vice-presidente de Conteúdo e Operações do canal. “Nosso objetivo é dar mais tração ao nosso time de jornalistas e à produção de conteúdo em tempo real. Tecnologia e I.A. entram como grandes aliadas nesse processo, criando um ambiente cada vez mais fértil para a apuração, produção e distribuição de notícias”, explica o diretor de tecnologia e engenharia do Times | CNBC, Rafael Duzzi,

Club Med lança “Copa Club Med” para agências de viagens com foco em crescimento de vendas no 1º semestre de 2026 

O Club Med anuncia a “Copa Club Med”, uma ação especial voltada ao trade turístico que promete movimentar as agências de viagem de todo o Brasil em uma competição estratégica e engajadora. A iniciativa reúne 15 seleções e 8 técnicos em uma disputa entre regiões com um objetivo claro: conquistar o melhor desempenho em vendas.  A campanha contempla as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte/Nordeste, que competirão entre si com base no percentual de crescimento nas vendas, em comparação ao mesmo período do ano anterior. A região que apresentar o maior avanço será consagrada campeã da “Copa Club Med”. O período de vendas acontece de 16 de março a 16 de junho de 2026, considerando reservas com consumo ao longo do primeiro semestre de 2026.  Como incentivo, o Club Med preparou uma premiação especial para os destaques da competição. A região vencedora poderá escolher entre três experiências exclusivas de famtour: Ski, Caribe ou Club Med Trancoso. Os 10 primeiros colocados da região campeã terão direito a participar da viagem com acompanhante. Já as regiões que conquistarem o 2º e 3º lugares também serão premiadas e poderão escolher entre os destinos restantes para seus respectivos famtours.  “Essa ação foi criada para valorizar e engajar ainda mais nossos parceiros do trade, que têm um papel fundamental na conexão entre o cliente e a experiência Club Med. Queremos reconhecer o desempenho das agências de forma dinâmica e estimular o crescimento conjunto”, frisa Marco Oliva, vice-presidente Comercial e Lazer do Club Med Brasil.  

FILA apresenta nova tecnologia global de running e coloca o Brasil no centro da inovação da marca

A FILA apresentou na última quinta-feira (19) sua mais nova tecnologia global de running durante um evento exclusivo que reuniu jornalistas, influenciadores e profissionais do mercado. Realizado no Shopping JK Iguatemi, na capital paulista, o encontro marcou um momento único e estratégico para a marca no país. Cerca de 400 pessoas participaram da experiência, que antecipou ao público selecionado a plataforma Skyfoam e o novo modelo Speedrocker, protagonistas da iniciativa. O lançamento ganha ainda mais relevância por posicionar o Brasil em um novo patamar dentro da operação global da marca. De forma inédita, o país passa a exportar tecnologia de calçados de running para outros continentes, — um movimento que reforça o protagonismo brasileiro no desenvolvimento de inovação dentro da FILA. Resultado de mais de dois anos de pesquisa e desenvolvimento, a nova plataforma consolida um avanço importante em performance, conforto e responsividade. “Criamos uma tecnologia que traduz a essência da FILA ao unir tradição e inovação. O Skyfoam representa um novo momento da marca, em que conseguimos materializar nossa evolução em performance com um produto global desenvolvido com forte protagonismo do Brasil”, afirma Adriana David Magalhães, diretora de marketing da FILA.  “Ao longo de dois anos, conduzimos uma série de testes com atletas e diferentes protótipos até chegar a um nível de excelência que nos permitisse competir globalmente. O resultado é um produto que entrega tecnologia de design, amortecimento, responsividade e conforto em um novo patamar”, completa Gustavo Birenbaum, gerente de produtos da marca.  O modelo traz entressola de dupla densidade, com composição 15% mais macia no médio pé para suavizar o impacto e garantir o ultra conforto. Além disso, a FILA se apropria da tecnologia de design e conceito ROCKER EFFECT, com maior angulação na região do retropé para redução do primeiro impacto na passada e no antepé para transição mais rápida, garantindo rolagem mais suave e mais velocidade na corrida. O Speedrocker conta também com cabedal em SKIN TECH para maior respirabilidade, leveza e estrutura e solado EVER-GRIP em peça única, que garante durabilidade com melhor grip e aderência. Com apenas 230g no tamanho 40 (dentro da taxa de variação) e drop de 6 mm, o Speedrocker foi desenvolvido para dialogar com diferentes perfis de corredores e quilometragens. “O Speedrocker elevou o nível da minha experiência de corrida. É um tênis que impressiona pela leveza e estabilidade, mas o grande diferencial está no conforto e na absorção de impacto”, afirma André Sanches, atleta e embaixador do projeto Skyfoam. 

Tecnologia redefine a experiência de cobrança no varejo

A digitalização tem transformado significativamente a comunicação entre varejistas e consumidores no Brasil, com impactos diretos em jornadas críticas como a cobrança. Mesmo com a evolução dos canais digitais, o telefone ainda ocupa papel relevante na relação com o cliente, especialmente em etapas como negociação de débitos e recuperação de crédito.   Nesse contexto, a Digital Call, tecnologia da DMA (Digital Made Accessible) que converte ligações tradicionais em experiências digitais de autoatendimento na tela do smartphone, assume um papel estratégico para o varejo ao integrar eficiência e segurança na relação com o consumidor.     Na prática, ao ligar para o call center da empresa, o cliente é direcionado para um menu interativo de autosserviços, onde pode resolver suas demandas com agilidade e, se necessário, pode retomar o contato com um atendente humano a qualquer momento.   O impacto da digitalização de chamadas pode ser observado no setor de cobrança, historicamente marcado por altos volumes de interação e custos operacionais elevados. Ao digitalizar essa jornada, o varejo passa a operar com maior escalabilidade, previsibilidade e capacidade de resolução sem depender exclusivamente do atendimento humano.    Um exemplo desse movimento pode ser observado no Grupo Casas Bahia, onde a digitalização do contato telefônico foi aplicada à comunicação com clientes pela área de Cobrança, com o objetivo de reorganizar fluxos de atendimento e ampliar a resolutividade.   Em 2025, a empresa digitalizou mais de 300 mil ligações, alcançando 47% de resolubilidade no menu digital, sem necessidade de atendimento humano. A operação registrou 64% de utilização dos autosserviços e uma redução de 34% no volume de interações no call center, além de contribuir para o fortalecimento do banQi, banco digital do grupo, ao integrar o processo de cobrança ao seu ecossistema financeiro.  Entre as funcionalidades mais acessadas pelos clientes do grupo está a negociação de débitos, indicando que jornadas tradicionalmente realizadas por telefone podem ser migradas para ambientes digitais quando estruturadas de forma simples e objetiva.   O desempenho alcançado reflete um movimento mais amplo no varejo: a incorporação de tecnologias capazes de integrar automação, eficiência operacional e uma experiência mais fluida para o consumidor. A iniciativa também foi reconhecida internamente, com a área de Cobrança do grupo recebendo, em 2025, o prêmio de Projeto Inovador do Ano, reforçando o impacto da implementação do menu digital na transformação dos processos e na evolução dos indicadores de performance e relacionamento com o cliente.    Em áreas sensíveis como a cobrança, a digitalização da chamada telefônica deixa de ser apenas uma inovação tecnológica e passa a integrar a estratégia estrutural de relacionamento com o cliente. À medida que o setor busca aumentar a taxa de resolução, reduzir custos e responder a consumidores mais autônomos e digitais, a solução baseada em autosserviço tende a ganhar protagonismo nas operações de atendimento e recuperação de crédito.    “Durante muito tempo, o telefone foi visto no varejo apenas como um canal de custo. A digitalização de chamadas mostra que ele pode se tornar um ponto estratégico de conversão, negociação e resolução, inclusive em jornadas mais sensíveis, como cobrança. Quando o consumidor encontra, já na tela do smartphone, um caminho simples, intuitivo e seguro para resolver sua demanda, o varejo ganha em eficiência e reduz fricção”, afirma Tiago Teixeira, diretor comercial de varejo da DMA.  

Flying Horse vence iF DESIGN AWARD 2026 com coleção de latas que celebra identidades LGBTQIAPN+

 A Flying Horse, primeira marca de energéticos lançada no Brasil, recebeu a premiação do iF DESIGN AWARD 2026 pela coleção “Pride Limited Edition”. O projeto foi premiado na disciplina de Packaging Design, dentro da categoria Beverage Packaging (subcategoria Non-alcoholic – energy drink). A linha apresenta 12 variações colecionáveis da lata de 473ml inspiradas nas diversas bandeiras e identidades da comunidade LGBTQIAPN+ A identidade visual da coleção vem da campanha “Liberte seu Brilho”, que busca se inspirar na simbologia da cultura ballroom e da estática disco balls para as embalagens. Segundo a marca, a proposta do design premiada buscou valorizar o brilho único de cada indivíduo e incentivar todos a viverem suas verdades com coragem e liberdade. Além disso, a coleção representa a continuidade de um compromisso da marca, iniciado em 2021 com o lançamento da lata Pride sabor Pitaya. A seleção foi realizada por um júri independente composto por 129 especialistas internacionais em design. Para Thamara Mileski, Head de Marketing da Britvic Brasil, “Este prêmio reforça a relevância de um trabalho que vai além da estética. Estamos comprovando que nossas embalagens conseguem também ser uma plataforma de visibilidade e respeito. Afinal, cada versãocarrega uma história, e cada identidade merece ser celebrada com energia”, afirma a executiva.

Grupo Dreamers traz executiva da Accenture Song para liderar Growth

O Grupo Dreamers acaba de contratar Sully Siena para liderar sua frente de Growth. A executiva, que assume como Head of Growth, chega com o objetivo de estruturar a conexão entre as diferentes disciplinas do ecossistema, identificando novas possibilidades de atuação dentro dos clientes já atendidos pela holding. A executiva se reportará a Antonio Fadiga, sócio do Grupo Dreamers. Sully soma na bagagem quatro anos e meio na Accenture Song, empresa em que atuou como liderança de contas, parcerias e novos negócios, conduzindo iniciativas voltadas à construção de alianças estratégicas e desenvolvimento comercial. Ao longo da carreira, também passou por Africa Creative, Leo Burnett e Outpromo, com atuação em gestão de clientes e desenvolvimento de negócios. No Grupo Dreamers, a executiva terá como foco estruturar estratégias de cross selling entre as 18 empresas do ecossistema, expandindo as possibilidades de atuação conjunta a partir da integração das áreas de comunicação, conteúdo, entretenimento, tecnologia e experiência. “Temos muitas competências complementares dentro do grupo e, muitas vezes, grandes oportunidades surgem justamente da conexão entre elas. A Sully assume o desafio de ajudar a estruturar esse trabalho de forma dedicada”, explica Fadiga. Segundo Rodolfo Medina, presidente-executivo do Grupo Dreamers, a criação da área responde a um movimento estratégico da companhia. “O crescimento do Grupo Dreamers nos levou naturalmente a criar uma área dedicada a Growth. Atingimos um patamar em que nosso ecossistema tem escala e diversidade suficientes para essa dedicação. A vinda da Sully nos ajuda a olhar para esse potencial com foco total, conectando capacidades e ampliando o valor que entregamos aos clientes”, completa Medina. “Grande parte da minha trajetória foi dedicada a estruturar parcerias e desenvolver novos negócios, conectando empresas, talentos e soluções para gerar crescimento. No Grupo Dreamers encontrei um ecossistema muito rico e complementar, com enorme potencial de integração e sinergia. Estou animada com essa nova fase da minha carreira”, pontua Sully.

Em apoio à música brasileira, Allianz patrocina Coala Festival 2026

Como parte da estratégia de reforçar seus valores e apoiar projetos que celebram a cultura brasileira, a Allianz Seguros, uma das principais seguradoras do país e do mundo, anuncia o patrocínio ao Coala Festival, que acontece nos dias 12 e 13 de setembro, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O evento está em sua 12ª edição e segue com a proposta de enaltecer os grandes nomes da música nacional e dar espaço para os novos talentos. Em conjunto com o time do festival, a companhia está preparando ativações exclusivas, que serão divulgadas em breve. Além dessa iniciativa e de ações especiais para clientes, corretores e colaboradores, a Allianz levará sua marca para a Área de Acolhimento, um espaço dedicado ao bem-estar e suporte aos participantes, com foco em oferecer um ambiente seguro e de apoio caso alguém se sinta mal, assediado ou precise de suporte emocional. O posto médico e os lockers também terão a assinatura da seguradora.  “Ao apoiar o Coala, diversificamos nossas ações de patrocínio, alinhado com o nosso compromisso de estarmos ainda mais perto das pessoas, valorizando a cultura nacional e proporcionando experiências que conectam. Essa união consolida o posicionamento da Allianz como uma marca que acredita no talento brasileiro, incentiva a diversidade artística e participa ativamente de projetos que inspiram e aproximam comunidades. O evento se destaca ainda por atrair um público engajado, o que reafirma a relevância da marca em se aproximar de diferentes gerações”, explica Maria Clara Ramos, diretoria executiva de Transformação, Estratégia e Marketing da Allianz Seguros. Além do festival de São Paulo, a seguradora irá patrocinar mais cinco eventos do circuito, no formato “Apresenta”, que serão realizados em teatros ou espaços de eventos icônicos nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador. Ao levar cultura, presença e conexão para mais lugares, esse movimento intensifica a estratégia da companhia de estar mais próxima do público em diferentes regiões. “A parceria com a Allianz reforça um princípio central do Coala, cultura se constrói com consistência, continuidade e conexão real com os territórios. Mais do que ativações pontuais, estamos falando de presença ao longo do tempo, em diferentes cidades do Brasil, respeitando a identidade de cada público. O festival nasce desse lugar de valorização da música brasileira e de encontros que fazem sentido. Quando uma marca entende essa lógica, ela deixa de apenas comunicar e passa a integrar, de forma legítima, a experiência cultural das pessoas”, pontua Thiago Custódio, sócio e Business Lead do Coala Music.

Repense transforma expressão “não é nenhum Bicho de Sete Cabeças” em mascote lúdico para desmistificar doação de IR ao Hospital Pequeno Príncipe

A temporada de declaração do imposto de renda 2026 que  inicia hoje, dia 23 de março, uma importante modalidade de doação — até 3% dos impostos devidos podem ser transferidos  para programas e entidades relacionadas à criança e adolescente – segue subutilizada. Isso porque grande parte da população desconhece quão fácil é realizar essa transferência — apenas 2.84% dos contribuintes fizeram uso dessa modalidade de doação em 2025.  Para instituições como o HPP- Hospital Pequeno Príncipe doações filantrópicas, que representaram 15,7% da renda da entidade em 2025, fazem a diferença na quantidade de vidas salvas. A fim de ampliar o volume de doações via IR e aumentar o reconhecimento nacional do HPP, a Repense apresenta a campanha “Bicho de Sete Cabeças”, que parte de um insight criativo poderoso: transformar uma das principais barreiras à doação — a percepção de complexidade — em uma solução de comunicação acessível, lúdica e emocional. “Essa é a principal campanha anual do Hospital Pequeno Príncipe, e reforça nossa expertise em marketing de causa estruturado através de soluções criativas capazes de gerar impacto social concreto”, declara Bianca Tenenberg, diretora de negócios e projetos da Repense. A campanha se apoia na expressão popular “não é um bicho de sete cabeças” para traduzir, de forma tangível e envolvente, a mensagem central de que doar parte do imposto devido ao hospital é um processo simples, rápido e sem custo para o contribuinte. Mais do que um mote, a ideia ganhou forma ao se transformar em um personagem: um “monstrinho” carismático, que dialoga com o universo infantil dos pacientes e cria empatia no público. Esse personagem de sete cabeças se desdobra em diferentes pontos de contato da campanha, do filme às peças digitais, incluindo estratégia de PR e influência, sempre acompanhadas de conteúdo didático, que busca desmistificar a percepção burocrática em torno do processo de doação.  “Nosso head criativo, Bruno Pimentel, partiu de uma verdade simples: muitas pessoas deixam de doar porque acham que é complicado. Ao transformarmos esse medo em um personagem fofo e próximo, conseguimos não só explicar o processo, mas também criar uma conexão emocional que convida à ação”, declara Daniel Chagas, diretor de criação da Repense. A campanha será veiculada até 29 de maio, prazo final para a entrega das declarações de IR, com presença em TV fechada, OOH, rádio, CTV, redes sociais e mídia programática. O público-alvo inclui contribuintes que declaram pelo formulário completo e contadores, considerados agentes fundamentais na decisão de destinação do imposto. Ficha técnica Agência: RepenseCliente: Hospital Pequeno PríncipeCampanha: Bicho de 7 CabeçasCEO: Otavio DiasDiretora de Negócios: Bianca TenenbergAtendimento: Rafaela VieiraEstratégia: Bárbara FeitosaDireção Criativa: Daniel ChagasCriação: Bruno Pimentel e Frederico TúlioRTV: Dani Gomes / Sueli FeltreProdutora: FrameriaProdução executiva: Luiz Fellipe SousaDireção de Cena: Fernando Dj e João MacFarlandGeração de cenas: Leonardo ZaiaColor Grading: Marcelo AprilePós-produção e finalização: Equipe FrameriaLocução: Fernando NamurProdução Musical: Roberto FariaAprovação cliente: Fernanda Salgueiro, Paola Rocha  e Rodolfo Schneider

A importância do alvará de publicidade na legalização da comunicação visual da sua empresa

Com a finalidade de diminuir a poluição visual da paisagem urbana e a degradação ambiental, muitos municípios mantêm em vigor leis que regulamentam a utilização de faixas, placas, cartazes, banners, totens, painéis de lead, entre outros materiais utilizados para a publicidade das empresas. Na capital paulista, por exemplo, uma das pioneiras em tratar o assunto, a Lei Cidade Limpa entrou em vigor em 01 de janeiro de 2007. No entanto, mesmo após 17 anos, não é incomum vermos pelos muros, postes e fachadas, cartazes com anúncios irregulares sobre os mais variados produtos e serviços. Para se ter uma ideia, de 2007 a 2011 foram removidos na cidade de São Paulo cerca de 2,4 milhões de materiais, entre placas, faixas, banners e lambe lambes, e aplicadas 10.154 multas, decorrentes das ações fiscalizatórias. No entanto, todo empreendedor brasileiro sabe que ‘a propaganda é alma do negócio’, mas para não causar prejuízos a marca é imprescindível seguir algumas regras. ‘Fazer publicidade da sua empresa ou serviço não é ilegal, o que é preciso entender é que cada município têm suas leis especificas para a questão, sendo necessário respeita-las’, explica o diretor-geral da Plenno Arquitetura, Fábio Ramos – especialista em Arquitetura Legal e Compliance Imobiliário. É extremamente importante estar atento às regras para que essa exposição não gere uma dor de cabeça posterior. Tendo em vista que é de interesse das empresas expor sua marca, produto ou serviço da melhor forma possível, quando a organização possui uma sede física, é comum à instalação de placas visíveis para quem circula pelas vias, por exemplo. De acordo com Ramos, ‘existem meios de se fazer a divulgação de forma legal, sem prejudicar o paisagismo e a limpeza da cidade. As leis municipais relacionadas ao assunto regulamentam os tipos de publicidade, os tamanhos permitidos, a quantidade de peças por imóvel, entre outros parâmetros que são necessários seguir para a obtenção do alvará de publicidade’. Como já dito, o órgão responsável por essa regulação do que pode ou não ser feito é a Prefeitura de cada município, e para a solicitação do alvará de publicidade é preciso apresentar uma série de documentos, por isso, o auxilio de um profissional da área para tirar dúvidas e realizar as adequações necessárias, evitando assim qualquer problema que gere transtornos ou prejuízos para o negócio, pode ser muito relevante. ‘A realização de publicidade sem a licença pode acarretar em sanções, como a apreensão das peças e multas. E vale lembrar que o valor da multa para esse tipo de infração é um dos mais caros, pois para o cálculo leva-se em conta a quantidade de itens e o metro quadrado excedente do tamanho permitido’, explica o especialista da Plenno Arquitetura.

Votorantim Cimentos valoriza cultura brasileira em nova fase da campanha “É Bom Demais”

A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, anuncia a nova onda da campanha publicitária “É Bom Demais”. A estratégia ocorre no ano em que a companhia completa 90 anos e integra canais on e off-line por meio de inserções em mídia de massa, pílulas digitais e três filmes principais. Desenvolvida pela agência OMZ, a parceria com a Votorantim Cimentos na campanha “É Bom Demais” começou em 2022 com inserções e patrocínios regionais pontuais, evoluindo até se consolidar como uma plataforma nacional. A evolução do marketing da companhia reflete diretamente em resultados de awareness e vendas, colocando a marca em posição de protagonismo em lembrança e preferência, com crescimento contínuo ano após ano. A “brasilidade” continua sendo o grande motor criativo do projeto. O conceito da campanha, em 2026, resgata o imaginário popular inspirando-se em formatos icônicos da televisão brasileira, como o telejornal e os programas de auditório, além do clima de convocação da seleção brasileira de futebol, com o filme “Convocación”. O foco da comunicação agora se expande para todo o ecossistema de soluções da marca ligadas à construção, posicionando a Votorantim Cimentos como provedora do começo ao fim da obra (abrangendo aditivos, argamassas, rejuntes e impermeabilizantes). Para ancorar os três filmes, a estratégia manteve ícones afetivos que dialogam diretamente com o consumidor final e o profissional da obra. O cantor Leonardo segue como o protagonista, acompanhado pelo ex-jogador e apresentador “Craque Neto”, o influenciador “Bitelo” e o querido “Doguinho”. O elenco ganha um reforço de peso com a presença de um famoso apresentador do mundo das celebridades e fofocas. Em uma sátira divertida aos formatos da cultura pop, ele é repórter do “Jornal da Obra”, para o terceiro filme da campanha. “As últimas ondas da campanha mostraram que a combinação de futebol e sertanejo, que são a ‘cara do Brasil’, se mostrou assertiva e os indicadores de marca têm crescido consistentemente desde 2022. Agora, inserimos mais elementos que trabalham o imaginário da TV com o brasileiro”, afirma Mayra Cordeiro, CCO da OMZ. Um dos pontos da estratégia de longo prazo da campanha é a postura de respeito em relação aos profissionais da construção, como pedreiros e azulejistas. “A Votorantim Cimentos escolheu o caminho da valorização. A campanha eleva o profissional ao patamar de grande especialista e principal influenciador de compra no ponto de venda”, disse Aline Torres Ferreira, gerente de Marketing para Autoconstrução da Votorantim Cimentos. A marca continuará com forte presença no horário esportivo, com veiculação em TV aberta, programas esportivos, rádio, YouTube, redes sociais e mídia digital . A nova fase da campanha “É Bom Demais” estreiou no dia 22 de março, com o filme “Convocación”.

EverValue lança desafio global para creators com prêmio de US$ 8,5 mil

A EverValue (EVA), criptomoeda lastreada em Bitcoin com resgate via queima de tokens, anuncia o lançamento do EVA Creator Challenge, uma iniciativa educacional global que une aprendizado técnico e produção de conteúdo sobre Bitcoin, infraestrutura blockchain e tokenomics. O programa será realizado entre 23 de março e 10 de abril, com quatro aulas técnicas ao vivo seguidas de um desafio de criação de conteúdo que distribuirá US$ 8.500 em tokens $EVA para os participantes. Diariamente, novos BTC provenientes das operações de mineração da EverValue são direcionados ao Burn Vault Core e ao Burn Vault Boost, smart contracts responsáveis por armazenar os ativos. Para retirar Bitcoin desses cofres, a única forma é por meio da queima de tokens EVA, processo que remove permanentemente os tokens de circulação. O valor liberado no resgate é calculado pelo Burn Price, determinado pela divisão do saldo de WBTC armazenado nos vaults pela quantidade total de tokens EVA em circulação, estabelecendo um valor mínimo verificável do token em BTC. Todo o processo é público e pode ser acompanhado on-chain. O desafio foi estruturado para explicar, de forma didática e prática, como funciona o ecossistema EverValue, incluindo mineração de Bitcoin, arquitetura de contratos inteligentes, tokenomics e funcionamento dos Burn Vaults, seguindo princípios de auditoria e transparência do protocolo. Durante o programa, os participantes terão acesso a quatro aulas ao vivo, realizadas de 23 a 26 de março, sempre às 20h (GMT-3), transmitidas no YouTube e no X (Twitter Live/Spaces). As sessões abordarão fundamentos da mineração de Bitcoin, fluxo de BTC no ecossistema, arquitetura de smart contracts, tokenomics e mecanismos de queima de tokens ($EVA burn), incluindo análise pública do smart contract do token. O programa está estruturado em quatro trilhas: Mineração e Infraestrutura, Smart Contracts & Tokenomics, Burn Vaults e Narrativas da Comunidade. Cada trilha combina aulas técnicas e exercícios práticos, permitindo que os participantes compreendam a operação do ecossistema EverValue, testem seus conhecimentos e produzam conteúdos educativos que engajem a comunidade. O EVA Creator Challenge também funciona como um desafio global de conteúdo educacional. Após as aulas, os participantes poderão publicar threads, artigos ou vídeos curtos no X explicando os conceitos discutidos. Os conteúdos serão avaliados com base em clareza didática, precisão técnica, originalidade, criatividade e engajamento da comunidade. Premiação total de US$ 8.500 O EVA Creator Challenge distribuirá um prêmio total de US$ 8.500 em tokens $EVA, dividido entre quatro trilhas educacionais: mineração e infraestrutura, smart contracts e tokenomics, Burn Vaults e narrativas da comunidade. Cada trilha terá US$ 2.000 distribuídos entre os dez melhores conteúdos, com prêmios individuais de: Além disso, o participante com melhor desempenho global receberá um prêmio adicional de US$ 500 em tokens $EVA, podendo totalizar até US$ 3.300 em recompensas. Esses tokens são ativos reais do ecossistema EverValue, com lastro em Bitcoin, que podem ser mantidos ou resgatados diretamente do Burn Vault via queima de $EVA, permitindo receber a fração correspondente de BTC. Participantes com bom desempenho também poderão ser considerados para colaborações futuras dentro do ecossistema, ampliando oportunidades de aprendizado e engajamento na comunidade. Mentores e condução do programa O programa será conduzido por especialistas ligados ao ecossistema EverValue, com destaque para Rafael Castaneda (Casta), embaixador da EVA e nome ativo na formação de comunidades e educação em Web3. Com mais de duas décadas de experiência em tecnologia, ele atua como empreendedor e é fundador da Casta Guilda, onde desenvolve conteúdos sobre blockchain a partir de uma leitura que conecta aspectos técnicos, econômicos e sociais do mercado. Atualmente, Casta trabalha com infraestrutura financeira, tokenização e pagamentos digitais, além de manter atuação constante na produção de conteúdo e participação em eventos do setor. “Nosso objetivo é transformar conceitos complexos em entendimento prático. Quando o participante compreende como o sistema funciona, da mineração ao smart contract, ele deixa de apenas consumir informação e passa a interpretar o mercado com mais autonomia”, afirma. Ao lado dele, participam Victor Alfa, economista formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e pós-graduado em Finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV), além de Vinicius 0xCokinha, criador de conteúdo e profissional de desenvolvimento de negócios no mercado Web. Todos são embaixadores da EverValue e vão atuar na condução das aulas e na orientação dos participantes ao longo do programa. O EVA Creator Challenge nasce como uma iniciativa para fortalecer a educação cripto, promover a transparência da infraestrutura blockchain e engajar a comunidade em práticas educativas relevantes. “O EVA Creator Challenge é uma oportunidade de fortalecer a educação cripto e tornar a infraestrutura blockchain mais transparente e acessível. Ao incentivar criadores a estudar, analisar e produzir conteúdo técnico de qualidade, contribuímos para o desenvolvimento do setor e para a construção de uma comunidade mais informada e engajada”, explica Flor Ayala, CEO da EverValue. Como participar As inscrições para o EVA Creator Challenge estão abertas até o dia 6 de abril e podem ser realizadas de forma 100% online pelo formulário oficial. Após a conclusão das quatro aulas técnicas ao vivo, os participantes deverão submeter os links de seus conteúdos (threads, artigos ou vídeos curtos) para avaliação da equipe do programa. O processo é simples e transparente, garantindo que todos tenham oportunidade de participar, aprender e concorrer aos prêmios em tokens $EVA, além de potencialmente se destacar na comunidade cripto. Serviço: EVA Creator Challenge

Por que o setor de limpeza e conservação é o que mais cresce no país?

Depois de um dia de trabalho, muitas pessoas chegam em casa e recorrem a uma rotina simples para aliviar a mente: guardar objetos fora do lugar, limpar superfícies ou reorganizar ambientes. As ações podem parecer uma parte pouco significativa do cotidiano, mas para muitos brasileiros esse momento também funciona como uma forma de reorganizar pensamentos e retomar a sensação de controle sobre a própria rotina. Essa percepção aparece em uma pesquisa conduzida pela consultoria Quiddity, a pedido da marca Scotch-Brite. O levantamento aponta que 63% da população vê a limpeza doméstica como uma estratégia de autocuidado e reorganização mental. Para 78% dos entrevistados, limpar a casa ajuda a organizar a mente, enquanto 71% afirmam que manter o lar em ordem traz maior sensação de controle sobre a própria vida. Esse novo olhar sobre o ambiente doméstico tem ampliado o consumo de produtos ligados à organização da casa e impulsionado a demanda por serviços especializados de limpeza, criando um mercado cada vez mais robusto no país. Os números confirmam essa tendência. Em 2025, o setor de limpeza e conservação registrou o maior crescimento entre todos os segmentos do franchising brasileiro. Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o faturamento do setor avançou 16,8%, passando de R$ 2,1 bilhões para R$ 2,5 bilhões no período. Para especialistas do setor, esse crescimento está ligado a transformações no estilo de vida urbano e à busca crescente por praticidade no dia a dia. “O que observamos é uma mudança clara no comportamento das famílias. A terceirização dos serviços domésticos cresce porque as pessoas têm rotinas cada vez mais intensas e buscam soluções confiáveis para manter a casa organizada”, afirma José Roberto Campanelli, diretor da rede Mary Help. Especializada na intermediação de profissionais para serviços domésticos, a Mary Help tem acompanhado esse movimento de expansão. A rede soma atualmente cerca de 180 unidades em operação no país e vem ampliando sua presença nacional impulsionada pela crescente procura por serviços de limpeza, passadoria e organização residencial. Segundo dados da empresa, o investimento inicial para abrir uma franquia varia entre R$ 40 mil e R$ 60 mil, dependendo do porte do município atendido. O modelo é operado no formato home based, o que reduz custos operacionais e facilita a entrada de novos empreendedores. Uma unidade da rede apresenta faturamento médio mensal em torno de R$ 60 mil, com lucratividade estimada entre 15% e 25% e prazo de retorno do investimento entre 12 e 14 meses. Para Campanelli, o modelo explica parte do avanço do segmento nos últimos anos. “O franchising brasileiro amadureceu e hoje o empreendedor procura negócios com demanda constante e operação estruturada. Os serviços domésticos atendem justamente a essa necessidade”, diz. O impacto da valorização do cuidado com o lar também se reflete no varejo de produtos ligados à organização doméstica. Redes que trabalham com utilidades para casa, decoração e itens de limpeza têm observado aumento na procura por produtos que ajudem a manter ambientes funcionais e organizados. É o caso da Prioridade 10, rede de varejo com forte presença na região Sul do país e especializada em produtos de preço acessível, incluindo utilidades domésticas, itens de organização e decoração. A empresa opera atualmente cerca de 100 lojas e projeta alcançar faturamento de R$ 265 milhões em 2026, além de ultrapassar a marca de 110 unidades em funcionamento. Segundo o CEO e fundador da rede, Rogerio Zorzetto, a procura por produtos ligados à organização da casa acompanha uma mudança na forma como o público enxerga o ambiente doméstico. “O consumidor tem buscado soluções práticas para melhorar a rotina dentro de casa. O objetivo é criar espaços funcionais, isentos do aspecto de poluição visual e que deem a tão desejada sensação de um lar”, afirma. Esse comportamento aparece também no desempenho da rede. Em 2025, a categoria de utilidades domésticas respondeu por 28,7% do faturamento da empresa, ficando entre os segmentos mais relevantes do mix de produtos. A presença da marca em cidades de pequeno e médio porte também tem contribuído para ampliar o acesso a esse tipo de produto. “Quando levamos um varejo organizado para regiões que antes tinham pouca oferta, criamos novas oportunidades de consumo e fortalecemos o comércio local”, explica Zorzetto.

iD\TBWA apresenta Creatura, nova unidade que une marcas, creators e cultura para gerar impacto real

Em um cenário em que a influência se tornou central para a cultura e para as decisões de consumo, mas ainda enfrenta saturação criativa, baixa transparência e modelos operacionais fragmentados, a iD\TBWA, agência que combina dados, criatividade e inovação para impulsionar o crescimento de marcas e negócios, anuncia o lançamento da Creatura, sua nova unidade dedicada à influência e à creator economy. A Creatura nasce com o propósito de elevar a influência ao patamar de inteligência estratégica de marca, unindo coragem criativa, rigor em dados, visão cultural e eficiência operacional. A unidade chega estruturada para integrar creators desde o início das ideias, fortalecer a autoria das marcas dentro das conversas culturais e entregar resultados tangíveis, com processos mais transparentes, métricas conectadas ao negócio e governança financeira clara. “A influência cresceu muito, mas cresceu de forma desordenada. Hoje, as marcas precisam de influência como narrativa, estratégia e impacto, não apenas como execução”, afirma Marco Sinatura, Chief Strategy & Innovation Officer da iD\TBWA. “A Creatura nasce exatamente para isso: conectar visão criativa, cultura e creators de forma integrada, elevando o padrão de influência no Brasil com mais inteligência, mais transparência e mais eficiência”, completa o CSIO. A operação já nasce robusta. Somente até o terceiro quarter de 2025, foram 53 projetos de influência, envolvendo 206 creators, com entregas relevantes para marcas como Allianz, Audi, Banco BV, Claro, Philips e Shell. As iniciativas vão de conteúdos social-first a campanhas integradas, collabs estratégicas e projetos que integram narrativa, cultura e performance. Nos próximos meses, projetos co-criados com creators e suas comunidades serão a prioridade, com três deles já em fase final de produção para publicação ainda no primeiro trimestre. O nome Creatura simboliza essa virada de posicionamento: Se antes a influência era tratada principalmente como execução, agora passa a ser encarada como estratégia de construção de marca dentro da cultura. Passa a representar uma forma mais autoral e viva de conduzir a disciplina como uma prática que converge o conhecimento de creators, criativos e marcas em favor de ideias que estimulam conversas nas comunidades com mais potência e relevância. Liderança e visão Para liderar essa nova fase, a iD\TBWA anuncia Marlon Faria como Diretor de Influência. Com mais de 15 anos de experiência em conteúdo, social marketing e influência, com passagem pela TV Globo, grandes agências e projetos desenvolvidos para marcas como TIM, Santander, Kwai, Peugeot, Postos Petrobras e Grupo Pão de Açúcar, Marlon chega à iD\TBWA com a missão de consolidar a Creatura como uma das principais plataformas de crescimento da agência. “Marlon une um olhar criativo centrado no conteúdo, repertório cultural e experiência prática na construção de programas de influência com impacto real. Sua chegada reforça nossa ambição de transformar influência em uma disciplina estratégica capaz de catalisar e aprofundar a construção de significado das marcas junto às comunidades”, destaca Marco. Para Marlon, a Creatura representa um novo capítulo para a disciplina. “Influência deixou de ser um canal de mídia e passou a ser um sistema de criação cultural. As marcas que entendem isso conseguem participar das conversas que realmente movem comunidades. Nosso papel é criar essa participação de forma estratégica, integrada e responsável, com transparência, inteligência e criatividade.” Parte do plano de expansão da iD\TBWA A Creatura se integra ao movimento de expansão da iD\TBWA, que cresceu 25% em receita em 2025 e vem fortalecendo sua estrutura com unidades especializadas como a iDx (inovação e design de experiência), Intelecta (dados e martech), Indie (produção digital) e Creatura (influência e creators). A combinação dessas frentes reforça a visão da agência: entregar soluções completas que unem criatividade, cultura, tecnologia e performance para acelerar o crescimento dos clientes. “A iD\ sempre foi uma agência que desbrava o futuro, sendo uma parceira que conduz os clientes à inovação, integrando pessoas, dados, tecnologia e cultura com profundidade e intencionalidade”, afirma Camila M. Costa, CEO e sócia da iD\TBWA. “A Creatura nasce exatamente com o intuito de trazer a influência como motor de criatividade, relevância e resultado para marcas e negócios”, completa Camila.

Spark cria Spark Maxx, hub de soluções martech 

A Spark, empresa com mais de uma década de atuação consolidada no universo do marketing de influência, anuncia a criação da Spark Maxx, hub de soluções martech. O modelo de negócio é ancorado na curadoria e representação de soluções que integram tecnologia e ciência de dados, voltadas a maximizar estratégias de marketing de influência.  O lançamento da Spark Maxx acontece em um momento de aquecimento do segmento, que, globalmente, deve ultrapassar a movimentação anual de US$ 480 bilhões até 2027, conforme projeções do Goldman Sachs. A empresa também nasce em um cenário em que “mensuração e impacto real nos negócios” foi apontado como o principal desafio do marketing de influência no Brasil, segundo o estudo Influence Marketing Scope 2025, realizado pela consultoria Scopen, com mais de 180 executivos.  A criação da operação independente acontece a partir do spin-off de uma estrutura composta por 30 pessoas até então incubada na empresa-mãe, e já nasce com uma robusta carteira de clientes como O Boticário, Grupo Globo, Mercado Livre, Smart Fit, WMcCann, Almap e VML.     O modelo nasceu de um acordo de representação exclusiva da plataforma Sprout Social no Brasil. A iniciativa impulsionou a adoção da tecnologia no país e contribuiu para posicionar o mercado brasileiro como o segundo maior do mundo para a plataforma, referência global em soluções de gestão e inteligência para redes sociais.  “Queremos que a Spark Maxx seja um farol na Era da Influência, empoderando marcas e agências a tomarem decisões fundamentadas em dados”, pontua André Alves, diretor executivo da Spark Maxx.  Além da parceria com a Sprout, a empresa levará ao mercado as ferramentas Creator Pulse e Community Discovery, ambas da Human Data, empresa que combina algoritmos próprios e inteligência artificial para criar soluções para o marketing de influência recém-adquirida pela Spark.  “Validamos o modelo na parceria com a Sprout e agora partimos para um voo mais ambicioso junto a outros parceiros para trazer um ‘sistema operacional’ para a Creator Economy no Brasil, com soluções que geram impacto real no negócio”, pontua Raphael Pinho, co-founder da Spark. 

Cabana burger desembarca no internacional shopping guarulhos e reforça plano de expansão focado no food service

O Cabana Burger – rede de hamburguerias que valoriza a conexão com o campo e a produção artesanal de cada produto servido em suas unidades, provenientes de sua fábrica própria, a ‘Casa Cabana’ – amplia sua presença na Grande São Paulo e inaugura, na segunda quinzena do mês de março, mais uma unidade. A nova operação está localizada no Internacional Shopping Guarulhos – um dos principais centros de compras da região. Com a abertura, o Cabana Burger chega a 3 unidades na cidade de Guarulhos – as duas primeiras estão localizadas nos Terminais 2 e 3 do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos – Governador André Franco Motoro. Em seu novo endereço, o Cabana Burger leva ao público de Guarulhos a proposta que consolidou a marca no mercado: hambúrgueres preparados com ingredientes selecionados, ambiente moderno e acolhedor e uma experiência gastronômica pensada para transformar a refeição em um momento especial. Entre os destaques do cardápio estão os best sellers da casa, caso da linha 100% Wagyu, composta por burgers feitos com 200g da carne mais nobre do mundo, com selo de certificação, além da Linha Truffle, repleta de burgers suculentos preparados com trufas de verdade. O menu traz, ainda, uma série de outros sanduíches extremamente saborosos, preparados com frango marinado e empanado e opções vegetarianas. Uma série de combos, que reúnem hambúrguer, acompanhamento e bebida, em combinações que equilibram conveniência, sabor e qualidade, também estão disponíveis como sugestão no cardápio. As opções incluem alguns dos sanduíches mais pedidos da rede, acompanhados pelas tradicionais fritas da casa e das bebidas, disponíveis no sistema ‘free refil’. Para finalizar, o cardápio conta, ainda, com uma ampla variedade de shakes e, claro, sobremesas, que fecham a refeição da maneira mais saborosa possível. O Cabana Burger está localizado no Piso 1 do Internacional Shopping Guarulhos. A loja tem cerca de 161m² e capacidade para acomodar 94 clientes confortavelmente. Crescimento da marcaO Cabana Burger reforça seu plano de expansão em um dos segmentos mais dinâmicos da economia brasileira: o de alimentação fora do lar. Segundo Bruno Lemos, diretor de franquias do Cabana Burger, essa inauguração faz parte de um plano estruturado de crescimento da marca, que busca ampliar sua presença em regiões estratégicas e com grande fluxo de consumidores. “O Cabana Burger vem crescendo de forma consistente nos últimos anos. A inauguração da nova unidade reforça nossa estratégia e a confiança no potencial do mercado brasileiro de hamburguerias. Seguimos atentos a oportunidades que permitam fortalecer a presença da marca e levar nossa proposta gastronômica a cada vez mais pessoas”, destaca. A expansão da rede Cabana Burger ocorre em um momento em que o food service se apresenta como um dos principais motores do empreendedorismo no país e continua atraindo investimentos e novas operações. Dentro desse universo, redes estruturadas e modelos de franquia têm ganhado cada vez mais relevância, especialmente no segmento de fast casual e hamburguerias, impulsionados pela busca do consumidor por qualidade, conveniência e experiências gastronômicas diferenciadas. Com a nova operação em Guarulhos, a rede fortalece sua presença na região metropolitana de São Paulo e avança em seu plano de crescimento, ampliando a presença da marca em um mercado cada vez mais competitivo e exigente. SERVIÇO:Cabana Burger – Internacional Shopping GuarulhosEndereço: Rodovia Presidente Dutra, km 225 – Itapegica, Guarulhos (SP)Piso 1Delivery: app Cabana Burger e iFoodInstagram: @cabana.burger

Asia Shipping lança Pharma Hub em Frankfurt e amplia presença estratégica no mercado farmacêutico global

Com 1.000 m² dedicados ao setor farmacêutico e certificação GDP, novo ativo fortalece atuação da companhia na Europa e amplia capacidade para cargas críticas com controle de temperatura O mercado farmacêutico global segue em plena ascensão. De acordo com o relatório mais recente da IQVIA, o gasto global com medicamentos deve alcançar aproximadamente US$ 2,3 trilhões até 2028, com crescimento contínuo ao longo dos próximos anos, impulsionado pela adoção de terapias de alto valor e pelo aumento do acesso em mercados emergentes e desenvolvidos. Acompanhando essa expansão e a crescente sofisticação da cadeia de suprimentos do setor, a Asia Shipping, multinacional brasileira e maior integradora logística da América Latina, anuncia o lançamento oficial do seu Pharma Hub em Frankfurt, na Alemanha — um ativo estratégico voltado exclusivamente ao atendimento do mercado farmacêutico internacional. Com 1.000 m² de infraestrutura dedicada e capacidade para mais de 1.000 posições de paletes, o novo hub fortalece a presença da companhia na Europa por meio de um parceiro com certificação GDP (Good Distribution Practice), padrão internacional que assegura qualidade, rastreabilidade e conformidade na cadeia logística de medicamentos. “Estamos ampliando nossa atuação em um dos segmentos mais exigentes da logística global. O Pharma Hub em Frankfurt representa um avanço estratégico, que conecta nossa expertise internacional a uma infraestrutura de altíssimo padrão, preparada para atender cargas críticas com total controle e confiabilidade”, afirma Alexandre Pimenta, CEO da Asia Shipping. Pharma Hub da Asia Shipping em Frankfurt amplia competitividade no mercado farmacêutico Localizado a menos de 10 minutos da CargoCity South do Aeroporto Internacional de Frankfurt (FRA), o Pharma Hub foi estruturado para garantir eficiência operacional, agilidade no fluxo aduaneiro e integração plena com as demandas globais dos clientes da companhia. A operação conta com armazenamento de última geração que cobre ampla faixa térmica, desde ambiente controlado entre 15°C e 25°C até temperatura ultrabaixa de -80°C, atendendo medicamentos sensíveis, vacinas e terapias baseadas em mRNA. Toda a estrutura opera em conformidade integral com as normas GDP e com certificação AEO (Operador Econômico Autorizado), além de processos previamente alinhados às exigências da ANVISA e aos principais padrões regulatórios internacionais. O hub dispõe ainda de equipamentos especializados, como data loggers calibrados para monitoramento contínuo de temperatura, mantas e embalagens térmicas de alta performance, além de gel packs e gelo seco, assegurando a integridade da carga ao longo de todas as etapas. A estrutura também está apta à emissão do certificado EUR.1, documento que comprova a origem preferencial da mercadoria e permite a obtenção de benefícios tarifários em acordos comerciais internacionais, otimizando os custos e a competitividade para o cliente final em operações elegíveis. Segundo Pimenta, o lançamento do hub representa mais do que uma ampliação física da operação europeia. “Estamos oferecendo ao mercado um ambiente de risco controlado, com precisão operacional e integração técnica plena entre Alemanha e nossas demais unidades globais. É uma extensão crítica da nossa capacidade de atendimento end-to-end para o setor farmacêutico.” Logística farmacêutica exige padrão internacional de excelência A logística farmacêutica é considerada uma das mais complexas do comércio internacional, exigindo rastreabilidade integral, controle rigoroso de temperatura, conformidade documental e alinhamento entre múltiplos agentes regulatórios. Com o novo Pharma Hub em Frankfurt, a Asia Shipping Alemanha passa a atuar com liderança técnica local e suporte estratégico global, assegurando que cada operação seja conduzida com governança robusta e rigor operacional compatível com as demandas de um mercado altamente exigente. Com a iniciativa, a companhia reforça sua estratégia de especialização em segmentos regulados e consolida mais um passo em sua expansão internacional, conectando a Europa aos principais fluxos comerciais com América Latina, Ásia e Estados Unidos.

3 razões para empresas adotarem IA nas áreas de backoffice financeiro e fiscal 

De acordo com dados recentes do estudo Panorama do Contas a Pagar 2026 realizado pela Qive, plataforma líder do contas a pagar que integra e automatiza, em um único fluxo conectado ao ERP, a gestão de pagamentos, documentos e fornecedores, apenas 33% das empresas no Brasil usam IA em áreas como backoffice financeiro e fiscal e 16% tiveram orçamento dedicado ao tema. Outro dado interessante é que mais da metade das empresas ainda depende fortemente de planilhas e processos manuais. Para Isis Abbud, co-fundadora e co-CEO da Qive, empresa líder do Contas a Pagar, nunca se falou tanto em Inteligência Artificial nas companhias brasileiras. E, paradoxalmente, investe-se pouco nessa ferramenta, especialmente nos setores em que o dinheiro realmente ‘passa’. “Enquanto áreas como marketing experimentam modelos generativos, criam campanhas mais rápidas e testam novos formatos, o backoffice financeiro e fiscal — responsável por volumes bilionários, riscos reais e impacto direto no caixa — ainda depende, em grande parte, de planilhas e controles paralelos”, explica. Ainda segundo a especialista, o problema não é apenas a baixa adoção. É onde e como a tecnologia está sendo usada. A executiva aponta 3 razões para o uso da IA nas áreas de contas a pagar, financeiro e backoffice das empresas:  1 – A IA apoia escolhas para orientar o negócio Quando existe automação, ela costuma estar focada em registrar o passado: lançar, conferir, arquivar, reconciliar. O fluxo anda e a decisão continua parada. Ou seja, digitaliza-se o processo, mas não se constrói inteligência para antecipar riscos, apoiar escolhas ou orientar o negócio. Para ela, o que isso cria, na prática, “é uma ilusão perigosa: companhias que se declaram “data-driven”, “AI-ready”, mas que ainda precisam de planilha, validação manual e retrabalho para rodar o contas a pagar. Ambição estratégica sem base operacional sólida não escala. E, no backoffice, esse custo é invisível até o momento em que vira problema”, complementa Ísis.  2 – A ferramenta ajuda a evitar erros “Em operações de alto volume, falhas como pagamentos em duplicidade, vencimentos perdidos, dados inconsistentes, retrabalho constante, não são exceção — são estatística”, aponta a cofundadora da Qive. O mesmo Panorama, pesquisa destacada anteriormente, apontou que ineficiências operacionais e erros em processos financeiros podem consumir até 1% da receita anual de uma organização, um impacto que se acumula silenciosamente ao longo do tempo.   3 – IA como braço direito das pessoas Ainda segundo o mesmo estudo da Qive, as pessoas estão mais prontas do que os sistemas. Neste cenário, 51% dos profissionais querem investir em IA e 39% apontam planejamento e estratégia como prioridades.  “O apetite por um backoffice mais analítico existe. O que falta não é apenas a decisão de investimento, mas também dados confiáveis, infraestrutura e integração sólida de ferramentas”, pontua a especialista.  Nem todo profissional de backoffice está preparado para atuar de forma analítica. E mesmo entre os que têm esse repertório, a travessia não é automática. “Tecnologia de ponta apoiada em dados ruins, fragmentados ou pouco confiáveis não gera inteligência. Gera ruído. Automatiza erros. E aumenta a insegurança na tomada de decisão.Sem dados íntegros, governados e acessíveis, a IA não acelera o pensamento, ela atrapalha”, finaliza a executiva.

LA Open preenche a semana da N Sports com muito tênis no Challenger em São Paulo

A N Sports, em seus canais de YouTube, Fast TV e TV por assinatura, vai trazer as disputas do Latin America Open, ou simplesmente LA Open de tênis masculino. Os jogos de simples e duplas do Challenger 100, que faz parte do circuito da ATP, disputados no saibro do Jockey Clube de São Paulo terão ampla cobertura do canal, desde os primeiros jogos da chave principal na segunda-feira (23), a partir das 18h30, até a grande final no domingo (29), às 16h. A N Sports exibirá duas sessões de jogos durante a semana, a primeira no começo da tarde com horários de início às 13h ou 14h, conforme as chaves se afunilam, e a segunda sempre às 18h30, entrando pelas noites da semana. As transmissões começam meia hora antes com Gerson Jr., Luiza Santana e André Bastos nas narrações e o jornalista Giovane Martinelli e a ex-tenista profissional Patrícia Medrado nos comentários. Já no sábado (28), os canais exibem as duas semifinais de simples e a final de duplas na sequência, começando às 15h. Para ter a definição dos grandes finalistas do domingo (29), também com transmissão especial. O Brasil começou com 13 tenistas como representantes na chave principal de simples, entre os que se classificaram direto e os que avançaram do qualifying. Os principais nomes estão João Lucas Reis (atual número 2 do país) e Guto Miguel (garoto de 17 anos), tido como a nova promessa brasileira para o circuito profissional. O evento ainda conta com dois dos oito cabeças-de-chaves entre o Top-100 do ranking atual, o norte-americano Emilio Nava (#74) e o argentino Thiago Agustín Tirante (#81). A N Sports está em sete operadoras de TV Paga (CLARO TV – Canal 566, VIVO TV – Canal 567, SKY+, ZAPPING – Canal 24, SOUL TV – Canal 196, NXTV e INTC – Canal 90). Além disso, está em cinco plataformas em canais de FAST TVs (Samsung TV Plus – Canal 230, LG TV – Canal 801, TCL – Canal 10014, VIDAA, RecordPlus e NXTV), totalizando 13 operadoras em cobertura.

Revanche no Showbol! Brasil e Argentina voltam a duelar na tela da N Sports

A N Sports continua com a cobertura de eventos do Showbol nesta temporada. Se em dezembro passado a Argentina venceu o duelo realizado em São Paulo, o Brasil quer dar o troco jogando na Cidade Maravilhosa. A partida será nesta terça-feira (24), às 19h, como parte da programação do Rio Fut Summit 2026, em arena montada no Museu do Amanhã. A noite da rivalidade mais tradicional do futebol sul-americano promete jogo quente, nostalgia, grandes estrelas do futebol e muito entretenimento. A N Sports transmitirá o evento ao vivo em seus canais de YouTube, Fast TV e TV por assinatura, com Chico Pedrotti na narração, comentários de Danilo Soto, reportagem de Vini Machuca e meia hora de pré-jogo.  O confronto reunirá astros que marcaram época nos dois países e convidados especiais. Djalminha, Romário, André Balada, Léo Moura, Richarlyson, Júlio César, Cláudio Adão  estão confirmados para representar o Brasil, enquanto a Argentina tem garantida a presença de Dario Conca (ex-Fluminense), Ariel Cabral (ex-Cruzeiro), Héctor Canteros (ex-Flamengo), entre outros convidados. Um encontro de craques, histórias e estilos de jogo que sempre renderam capítulos marcantes no futebol da região. O Showbol combina ritmo acelerado, campo menor, bordas laterais que mantêm a bola em jogo e partidas cheias de gols, um formato criado para proporcionar entretenimento do primeiro ao último minuto. São dois tempos de 20 minutos, com 10 de descanso e não há laterais, nem escanteios. A modalidade vive um novo momento no Brasil, com público crescente e resgate de ídolos que seguem entregando técnica e carisma em quadra. A N Sports está em sete operadoras de TV Paga (CLARO TV – Canal 566, VIVO TV – Canal 567, SKY+, ZAPPING – Canal 24, SOUL TV – Canal 196, NXTV e INTC – Canal 90). Além disso, está em cinco plataformas em canais de FAST TVs (Samsung TV Plus – Canal 230, LG TV – Canal 801, TCL – Canal 10014, VIDAA, RecordPlus e NXTV), totalizando 13 operadoras em cobertura.

Audio Film produz jingle de abertura de novo programa da Rádio ABC

A Audio Film, produtora multiplataforma com sede em Mauá, é quem assina o jingle do programa Conexão ABC, que estreou neste mês de março na Rádio ABC (FM 81,9 MHz). Com 30 segundos de duração, a peça tem estilo alegre e apresenta o conteúdo da nova atração matinal da emissora de Santo André, comandada por Pedro di Alcântara, radialista recém-chegado à Rádio ABC com passagens por emissoras como Tupi, Capital e Bandeirantes. O programa Conexão ABC vai ao ar de segunda a sexta, das 10h às 12h. O criador do jingle de abertura do programa, o produtor musical e também radialista Milton Junior, ainda faz o quadro Tá Rolando dentro da atração, toda quinta, às 11h30. A Audio Film levou quatro lobos no Prêmio ABC 2025, sendo um de ouro, dois de bronze, e o de vencedora da inédita categoria Melhor Empresa Fornecedora que atua com Comunicação Pública e Política. Desde 1994 no mercado, a produtora é especializada na criação e produção de jingles, spots, trilhas, vinhetas, sound branding e sound design, além de vídeos comerciais, institucionais, corporativos, documentários, podcasts e programas de rádio e TV.

Por que inovação pública sem território não funciona

Por Guilherme Hoppe, coordenador do Ibrawork  Programas públicos de apoio à inovação ocupam uma posição paradoxal nos ecossistemas inovadores. Podem atuar como motores silenciosos de transformação territorial, inclusão produtiva e geração de capacidades tecnológicas. Mas, quando mal desenhados, produzem o efeito oposto: excluem, concentram oportunidades e, em alguns casos, enfraquecem os próprios ecossistemas que pretendem fortalecer.  Mais do que instrumentos administrativos, políticas públicas de inovação são arquiteturas de acesso. Elas definem quem consegue entrar, quem permanece e quem, silenciosamente, fica de fora.  A literatura internacional é clara ao apontar que políticas públicas bem estruturadas ampliam investimentos em pesquisa e desenvolvimento, criam redes e alteram comportamentos ao longo do tempo. Relatórios da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que os países líderes em inovação combinam estabilidade institucional, coordenação entre níveis de governo e políticas contínuas de fomento. O Índice Global de Inovação 2024 reforça essa constatação.  No entanto, entre a intenção e o impacto real existe um ponto crítico: o desenho do programa e sua relação com o território que pretende servir. Ecossistemas de inovação não surgem espontaneamente. Eles emergem da interação entre empresas, universidades, governo e sociedade civil. Nesse arranjo, programas públicos cumprem funções estratégicas: reduzem riscos para empreendedores, conectam atores dispersos, difundem conhecimento e, em alguns casos, atuam como indutores iniciais de demanda.  Mas a eficácia desses instrumentos não depende apenas do volume de recursos investidos. Depende, sobretudo, de como esses programas chegam ou deixam de chegar às pessoas.  Um exemplo relevante no contexto brasileiro é a rede TEIA, iniciativa da Prefeitura de São Paulo coordenada pela Agência São Paulo de Desenvolvimento (ADE SAMPA). Distribuídos por diferentes regiões da cidade, inclusive áreas periféricas tradicionalmente afastadas dos grandes circuitos de inovação, esses espaços públicos oferecem coworking gratuito, capacitação técnica e conexões com redes de mercado.  Segundo dados oficiais, a rede acumulou mais de 200 mil acessos em seus primeiros anos de operação. No mesmo período, São Paulo passou a registrar a abertura média de mais de mil empresas de base tecnológica por mês, impulsionada por políticas municipais de desburocratização e apoio ao empreendedorismo. Os números indicam que infraestrutura pública de inovação, quando territorializada e acessível, pode funcionar como porta de entrada real para novos empreendedores.  Mas a existência da estrutura, por si só, não garante inclusão. Um dos erros mais recorrentes nas políticas públicas de inovação é confundir divulgação formal com acesso efetivo. Editais publicados em portais oficiais, plataformas digitais complexas e linguagem excessivamente técnica raramente dialogam com a realidade da maior parte da população. Em um país marcado por desigualdade digital, esse problema é estrutural.  O resultado é um fenômeno conhecido: baixa adesão interpretada como baixa demanda. Na prática, trata-se de um problema de desenho do produto público. Quando poucos se inscrevem em um programa, o mais provável é que a comunicação não tenha alcançado os públicos corretos, que os critérios tenham sido excludentes ou que o formato não dialogue com a rotina dos potenciais beneficiários. A própria OCDE tem defendido que programas eficazes incorporem escuta ativa, co-criação e metodologias centradas no usuário desde a fase de concepção.  Sem isso, surge outro risco estrutural: a captura institucional. Programas passam a atender majoritariamente atores já consolidados, grandes empresas, universidades de elite, startups bem capitalizadas reproduzindo desigualdades regionais e territoriais. O ecossistema se fortalece no papel, mas se fragiliza socialmente.  Para cidades como São Paulo e para países emergentes, o desenho dos programas públicos de inovação pode ser mais decisivo do que o volume absoluto de recursos investidos. Políticas orientadas ao território, com acesso distribuído e governança local, tendem a gerar maior diversidade de empreendedores, soluções mais aderentes aos problemas reais e maior resiliência institucional.  Programas públicos são instrumentos poderosos. Mas inovação não se propaga sozinha. Ela é construída por pessoas, em territórios concretos. Quando políticas públicas ignoram essa dimensão, tornam-se infraestruturas vazias bem-intencionadas, bem regulamentadas, mas incapazes de produzir impacto duradouro.  Guilherme Hoppe tem mais de 16 anos de experiência em gestão de projetos sociais e econômicos e na criação de ecossistemas e comunidades inovadoras. Entre 2023 e 2024, atuou como agente de inovação na ADE SAMPA. Atualmente coordena o Ibrawork, hub dedicado a cidades inteligentes, inovação e desenvolvimento social. 

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