Você tem perfil para investir em uma franquia do setor de alimentação?
Por Glaucia Fernandes Depois de alguns anos atuando profissionalmente no universo do franchising no Brasil, aprendi que o sucesso de uma unidade franqueada raramente depende apenas de localização ou investimento inicial. Ele nasce, sobretudo, do alinhamento entre o perfil do investidor e as exigências reais do negócio. E é justamente a respeito deste ponto que muitos candidatos a franqueados precisam refletir com profundidade. O franchising brasileiro vive um ciclo consistente de crescimento. Dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) mostram que o setor mantém expansão contínua em faturamento e número de operações, com destaque recorrente para o segmento de alimentação. Trata-se de um dos pilares do sistema de franquias no país, impulsionado pelo hábito consolidado do brasileiro de consumir fora do lar e pelo avanço dos canais digitais, como delivery e aplicativos próprios. No entanto, o crescimento do mercado não elimina o fato de que resultados individuais dependem de competência, disciplina e preparo. Por isso, uma das primeiras perguntas que faço a um potencial franqueado não é quanto ele tem para investir, mas por qual motivo deseja investir. Empreender em alimentação exige envolvimento genuíno com o negócio. Diferentemente de outros setores, aqui o produto é sensorial, a experiência é imediata e o cliente percebe rapidamente qualquer falha. Quem entra apenas movido por expectativa de retorno financeiro tende a se frustrar diante da intensidade operacional diária. Já aqueles que demonstram motivação empreendedora clara — seja pela afinidade com hospitalidade, desejo de liderar pessoas ou de construir algo próprio — normalmente apresentam mais resiliência e capacidade de evolução. Outro aspecto decisivo é a habilidade de gestão. Uma franquia não elimina a necessidade de administrar; ela oferece método, marca consolidada e processos testados. O franqueado continua sendo o gestor da operação. Isso implica controlar custos com rigor, compreender margens, acompanhar indicadores de desempenho e, sobretudo, lidar com pessoas. No setor de alimentação, a rotatividade de funcionários pode ser um desafio constante. Um franqueado de sucesso entende que clima organizacional, treinamento contínuo e exemplo de liderança impactam diretamente a qualidade da experiência e, consequentemente, o faturamento. Pesquisas conduzidas pelo Sebrae reforçam que negócios bem-sucedidos no Brasil têm maior probabilidade de prosperar quando o empreendedor domina minimamente conceitos de gestão financeira e planejamento estratégico. No franchising, isso ganha um componente adicional: a capacidade de seguir padrões. É fundamental compreender que a franquia não é um laboratório para testar ideias pessoais a todo momento. O modelo já foi validado. Há manuais, diretrizes de marketing, fornecedores homologados e padrões operacionais definidos para preservar a identidade da marca. O perfil adequado é aquele que consegue equilibrar disciplina para seguir o sistema com iniciativa para executar com excelência. Também é preciso maturidade financeira. Muitos investidores subestimam o capital de giro necessário nos primeiros meses de operação. Embora a marca ofereça suporte e histórico de desempenho, cada praça tem seu tempo de maturação. Ter reserva para atravessar o período inicial com tranquilidade é um fator que reduz decisões precipitadas e aumenta as chances de consolidação da unidade. Há ainda um ponto frequentemente negligenciado: compatibilidade com o estilo de vida do setor. Alimentação envolve horários estendidos, finais de semana, feriados e grande intensidade operacional. Mesmo que o franqueado conte com gerentes, é essencial ter proximidade com a rotina da loja, especialmente nos primeiros anos. Quem não se identifica com esse ritmo pode ter dificuldade em manter padrão elevado de entrega. Além disso, o franqueado precisa estar presente na operação, acompanhar o dia a dia, entender pormenores, oferecer suporte à equipe e, principalmente, acreditar que o negócio é próspero e feito por pessoas. Por fim, um traço que diferencia franqueados medianos de franqueados excepcionais é a disposição para aprender continuamente. O comportamento do consumidor muda, novas tecnologias surgem, tendências gastronômicas evoluem. O empreendedor que participa ativamente de treinamentos, troca experiências com outros franqueados e acompanha indicadores com mentalidade analítica amplia suas chances de crescimento sustentável. Investir em uma franquia do setor de alimentação pode ser uma decisão estratégica inteligente, respaldada por um mercado estruturado e por marcas que oferecem suporte consistente. Contudo, a pergunta central permanece: você tem o perfil para operar dentro de um sistema, liderar pessoas, manter disciplina financeira e dedicar energia constante ao negócio? Se a resposta for sim — sustentada por autoconhecimento e preparo — as probabilidades de sucesso aumentam significativamente. No fim das contas, mais importante do que escolher a marca certa é tornar-se o franqueado certo para ela. *Glaucia Fernandes é diretora executiva do L’Entrecôte de Paris, rede de restaurantes que faz parte do Grupo SMZTO, é reconhecida por inovar no Brasil com o conceito de prato único e proporcionar a verdadeira experiência vivida nos mais tradicionais bistrôs parisienses – www.lentrecotedeparis.com.br / @lentrecotedeparis
Band e TV Cultura fecham parceria para a realização dos debates presidenciais das Eleições 2026
A Band e a TV Cultura firmaram nesta terça-feira (17) um acordo que prevê a realização dos debates presidenciais das Eleições 2026. A Band mantém a tradição e promoverá o primeiro encontro entre os candidatos ao Palácio do Planalto no mês de agosto. A sabatina com os concorrentes do segundo turno ocorrerá em outubro. Maria Angela de Jesus, presidente da TV Cultura, avalia que a união reforça a credibilidade e a reputação de ambas as emissoras. “É uma alegria anunciar que estaremos juntos para levar ao público debates qualificados e uma discussão política responsável. Estamos fortalecendo em nossa programação o diálogo construtivo, as boas conversas e a informação de qualidade, para que o telespectador possa tomar sua decisão de forma consciente na hora do voto”. Para Fernando Mitre, da direção de Jornalismo da Band, a cooperação entre os canais representa um salto de qualidade em um horizonte de enorme expectativa e responsabilidade. “O Brasil está vivendo um momento muito significativo e complexo, o que é um desafio para o Jornalismo. Unidos, vamos enfrentar essa dificuldade com mais competência, confiança e disposição. Informaremos o eleitor com o que de fato interessa para que ele faça uma escolha racional no instante em frente à urna eletrônica”. A Band deu a largada em janeiro, durante uma reunião estratégica com representantes das siglas, para a maior cobertura eleitoral de sua história. A antecipação do calendário consolida o compromisso da rede em oferecer ao público uma análise profunda e equilibrada da conjuntura nacional. O Canal Livre exibiu no último domingo (15) uma edição que reuniu três governadores do Partido Social Democrata (PSD) que figuram como pré-candidatos à Presidência da República: Eduardo Leite (RS), Ratinho Jr. (PR) e Ronaldo Caiado (GO). Ao longo do ano, a emissora produzirá outros especiais do programa de entrevistas mais longevo da televisão brasileira. Ainda no primeiro semestre, o canal estreia o programa semanal Band Eleições, que receberá especialistas, candidatos e integrantes das campanhas.
Analu Santos chega como VP de Estratégia na Lola\TBWA
Para completar a liderança executiva da Lola\TBWA, Ana Luiza Santos é a nova contratada da agência. A recém-chegada responderá como vice-presidente de estratégia, com report direto à CEO Carol Boccia, e será responsável pelo planejamento estratégico, pesquisa e insights. “Analu tem uma trajetória muito consistente como estrategista de marcas globais e traz também um olhar muito forte de negócio, reforçado pela experiência recente como managing director. Essa combinação fortalece ainda mais o papel da estratégia na Lola\TBWA. Somada ao ferramental global da TBWA e à metodologia Disruption, ela amplia nossa capacidade de transformar estratégia em crescimento real para as marcas e para os negócios dos nossos clientes“, comenta Carol Boccia. Analu tem mais de 20 anos de experiência, com passagens por agências Talent, Leo Burnett, MullenLowe Brasil e Fischer America, sendo responsável por desenvolver estratégias para marcas como Samsung, Jeep, Unilever, Akzo Nobel, Reckitt, Suzano e Bayer, Geely entre outras. “A Lola/TBWA é uma agência única, que desafia os códigos de forma criativa, mas com metodologia estratégica reconhecida globalmente. Será uma honra poder liderar um time incrível de estrategistas em um mercado tão relevante como o Brasil e contribuir para a construção de marcas que acreditam que a disrupção criativa é condição para o crescimento consistente de negócios“, completa Analu.
Cielo leva a cultura do boteco brasileiro ao Lollapalooza BR 2026 e reforça presença como maquininha oficial do festival
A Cielo, referência no setor de meios de pagamentos, será, pelo terceiro ano consecutivo, a maquininha de cartões oficial do Lollapalooza Brasil 2026, um dos maiores festivais de música do mundo. A companhia vai disponibilizar 1500 terminais inteligentes Smart para processar todas as transações de consumo no festival. Em 2025, foram registradas mais de 429 mil transações nas maquininhas da Cielo durante os três dias de festival — um pico real de comportamento de consumo ao vivo. O evento acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A marca estará no Lolla Comfort — espaço exclusivo assinado em conjunto com o Bradesco — com um estande de 40m² dedicado a ativações interativas. A grande novidade desta edição é o conceito “Chega Junto”, que transforma o estande da Cielo em um boteco brasileiro contemporâneo. A ativação aposta na brasilidade como posicionamento cultural, conectando música, cultura popular e tecnologia de pagamento em um espaço que celebra o ponto de encontro mais democrático do país. “O boteco é um símbolo potente da cultura brasileira. É onde pessoas se encontram, histórias nascem, negócios começam e onde a música nunca para. É a celebração do nosso jeito leve, caloroso e criativo de viver. Levar esse universo para dentro do Lolla BR é mostrar que a Cielo entende o Brasil que empreende, que consome, que se conecta, seja no cotidiano de cada bairro ou nos grandes palcos de eventos icônicos como o Festival. É afirmar que a Cielo está ao lado do Brasil real: diverso, vibrante e cheio de histórias para contar”, afirma Thalita Martorelli, Diretora de Marketing da Cielo. No estande, o público poderá participar de ativações interativas como o Caixa da Resenha, um desafio de adivinhar músicas em até 5 segundos, o mesmo tempo que uma transação leva para ser processada nas maquininhas da Cielo. Os participantes ganham brindes exclusivos como porta-copos temáticos e imãs de geladeira com frases de boteco. “Um festival como o Lollapalooza movimenta milhares de transações por hora, é um laboratório em tempo real de comportamento de consumo. Para a Cielo, estar aqui não é só exposição de marca, é sobre gerar inteligência que depois volta para os nossos clientes. Quais horários vendem mais, qual o ticket médio, como as pessoas preferem pagar, esse tipo de dado ajuda qualquer dono de negócio a tomar decisões melhores”, completa Thalita. A presença no Lollapalooza faz parte de uma estratégia mais ampla da Cielo de se conectar com a cultura por meio de grandes eventos. Nos últimos anos, a companhia marcou presença em festivais como Festival de Parintins, no Amazonas, e a Oktoberfest, em Blumenau, reforçando seu compromisso com o apoio à cultura regional em diferentes partes do país. É também a prova de como a sinergia entre Cielo e Bradesco fortalece o empreendedor brasileiro, levando tecnologia, presença e brasilidade para onde a economia realmente acontece. Para representar diferentes regiões do país, a marca continua apostando em influenciadores que representam a cultura regional e, por isso, convidou a cantora Zainara, do Norte; o baiano Danrlei Orrico (okanalha_oficial), conhecido por “Baiano Tem o Molho”; e a rapper paulista Nanda Tsunami, destaque da cena urbana e voz feminina negra do Sudeste. Como pagar no festival O consumo dentro do Lollapalooza é feito por meio de cartão de cartões de crédito ou débito, diretamente na maquininha do festival. As transações são processadas nos terminais Smart da Cielo, que aceitam pagamento por aproximação (contactless) e inserção de cartão de crédito ou débito. Quem desejar usar dinheiro em espécie ou Pix terá que adquirir um cartão pré-pago (“cashless”), e carregar junto aos caixas da operação cashless que estarão sinalizados pelo evento e também será usado para transações na Smart. Por determinação da organização do evento, este ano não haverá adoção da pulseira cashless.
Adobe e NVIDIA anunciam parceria estratégica para oferecer próxima geração de modelos Firefly e fluxos de trabalho criativos, de marketing e agentes
A Adobe e a NVIDIA anunciam uma parceria estratégica para acelerar a criação, produção e personalização com inteligência artificial, incluindo o fornecimento da próxima geração de modelos fundamentais do Adobe Firefly e fluxos de trabalho com agentes. A parceria reunirá os fluxos de trabalho, modelos e tecnologia de criação e marketing da Adobe com os modelos abertos, bibliotecas, pesquisas e computação acelerada da NVIDIA, à medida que a demanda por conteúdo continua a crescer e a IA generativa remodela os fluxos de trabalho de criação e marketing. Por meio dessa parceria, a Adobe e a NVIDIA impulsionarão a indústria criativa desenvolvendo modelos Firefly de última geração que oferecerão precisão e controle criativos incomparáveis para fluxos de trabalho de criação e marketing. Os modelos serão construídos com a tecnologia de computação avançada da NVIDIA e utilizarão as bibliotecas NVIDIA CUDA-X™, NVIDIA NeMo ™, os modelos abertos NVIDIA Cosmos™ e o software NVIDIA Agent Toolkit para possibilitar a criação interativa e de alta qualidade que os clientes esperam. “A criação de conteúdo está explodindo, e nossa parceria com a NVIDIA se baseia em uma visão compartilhada de reinventar os fluxos de trabalho criativos e de marketing com o poder da IA”, diz Shantanu Narayen, presidente e CEO da Adobe. “À medida que a IA transforma a maneira como as equipes de marketing e os estúdios de mídia e entretenimento trabalham, a Adobe e a NVIDIA integrarão nossos modelos Firefly, bibliotecas CUDA em nossos aplicativos, digital twins 3D para marketing e o Agent Toolkit e o Nemotron em nossas estruturas de agentes para oferecer fluxos de trabalho de IA de alta qualidade, controláveis e de nível empresarial para o futuro”. “A IA está dando a todos os setores a capacidade de redefinir o que é possível”, afirma Jensen Huang, fundador e CEO da NVIDIA. “Há mais de 20 anos, a NVIDIA e a Adobe são parceiras para expandir os limites do design e da criatividade. Hoje, estamos elevando essa parceria a um novo patamar, unindo nossas equipes de pesquisa e engenharia para acelerar os aplicativos consagrados da Adobe com a NVIDIA CUDA e construir em conjunto modelos fundamentais de última geração que reinventam a criatividade e transformam as experiências dos clientes”. “A convergência entre IA generativa, computação acelerada e ferramentas criativas está transformando a forma como marcas produzem e escalam conteúdo”, afirma Marcio Aguiar, diretor da divisão Enterprise da NVIDIA para América Latina. “Ao integrar modelos avançados, agentes e digital twins aos fluxos de trabalho, essa parceria permite às empresas ganharem velocidade, consistência e controle criativo em um cenário de demanda crescente por experiências personalizadas”, conclui o executivo. A Adobe e a NVIDIA colaborarão para oferecer fluxos de trabalho inovadores de criação e marketing com agentes, visando maior velocidade de conteúdo, campanha e produção. A Adobe explorará o software NVIDIA Agent Toolkit e os modelos abertos NVIDIA Nemotron ™ para impulsionar esses fluxos de trabalho com agentes. A Adobe e a NVIDIA também trabalharão juntas no NVIDIA NemoClaw, uma plataforma de código aberto que simplifica a execução de assistentes sempre ativos do OpenClaw de forma mais segura, com um único comando. Como parte do NVIDIA Agent Toolkit, ele instala o ambiente de execução NVIDIA OpenShell, um ambiente seguro para executar agentes autônomos e modelos de código aberto como o NVIDIA Nemotron. Em parceria com a NVIDIA, a Adobe está lançando uma solução de digital twins 3D nativa da nuvem e que preserva a identidade da marca (beta público). A solução cria réplicas virtuais de produtos físicos que atuam como identidades digitais permanentes para experiências de marketing e comércio. Integrando as bibliotecas NVIDIA Omniverse ™ às tecnologias da Adobe, a colaboração amplia o suporte para fluxos de trabalho de digital twins 3D baseados no OpenUSD para automação de conteúdo de marketing. Com interoperabilidade perfeita entre as ferramentas, as marcas podem gerar tudo, desde fotos de embalagens e imagens de estilo de vida consistentes até experiências de produtos 3D configuráveis e experimentações virtuais imersivas. A Adobe também aproveitará a infraestrutura de IA da NVIDIA, as bibliotecas de IA, os serviços e os modelos para acelerar e otimizar todas as camadas de suas ferramentas com tecnologia de IA em criatividade, produtividade e orquestração da experiência do cliente, incluindo Adobe Acrobat, Photoshop, Premiere Pro, Frame.io, Adobe Firefly Foundry, Adobe GenStudio e Adobe Experience Platform. Com o Adobe Firefly Foundry, os modelos de IA comercialmente seguros do Firefly são profundamente ajustados ao conteúdo exclusivo e proprietário da marca ou franquia de uma empresa ou detentor de propriedade intelectual, o que é fundamental para estúdios de mídia e entretenimento. O Adobe Firefly Foundry integrará as tecnologias avançadas de computação e IA da NVIDIA para impulsionar a IA personalizada de nível empresarial, que oferece conteúdo comercialmente seguro em escala. As principais áreas da parceria estratégica incluem:
Hellmann’s confirma presença pelo terceiro ano consecutivo no Lollapaooza 2026, com Xamã e linha Supreme
Por mais um ano, Hellmann’s confirma sua presença como marca oficial de molhos do Lollapalooza Brasil 2026, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A linha Hellmann’s Supreme chega completa ao festival para transformar a experiência gastronômica do público e reforçar sua conexão com música, cultura e entretenimento em um dos maiores festivais do país. A ativação da marca contará com open molho, convidando o público a experimentar, de forma livre e personalizada, os diferentes sabores da linha Supreme. No Lollapalooza Brasil 2026, Hellmann’s parte de uma verdade simples do consumo on-the-go: quando existe cremosidade, a experiência fica ainda melhor. Para transformar cada mordida em algo mais suculento e saboroso, a marca leva ao festival a linha Supreme — o Ketchup Hellmann’s Supreme feito com ingredientes de origem 100% natural, a Maionese Hellmann’s Supreme feita com ovos 100% caipiras, a Mostarda Hellmann’s Supreme, elaborada com grãos selecionados e o Barbecue Hellmann’s Supreme que se destaca pelo sabor defumado e indulgente — reforçando seu papel como aliada para elevar qualquer combinação ao longo do evento. Ao lado de Xamã (cantor e ator), Luana Zucoloto (humorista) e Álvaro (influenciador) serão as peças-chaves da campanha Supreme de Hellmann’s no Lollapalooza Brasil 2026, para representá-los no festival com a sua personalidade à narrativa da campanha para interagir com o público. Os talentos darão vida à campanha de forma leve e bem-humorada e reforçando a ideia de que lanches cremosos são feitos com molhos Hellmann’s. “Estar no Lollapalooza é sempre muito especial pra mim e essa parceria com Hellmann’s veio para somar! A campanha Lanche Seco Nunca Mais me faz lembrar que a vida já é corrida demais pra aceitarmos viver sem aquela cremosidade que faz tudo valer a pena.”, comenta Xamã. Com a campanha Supreme, a marca mostra que a escolha do molho certo transforma completamente a experiência, elevando sabor, cremosidade e prazer em cada mordida. Ao unir produto, entretenimento e squad de influenciadores que traduzem os atributos de seu portifólio de forma autêntica, a marca reforça seu posicionamento como especialista em molhos e protagonista dos momentos mais marcantes do consumidor, dentro e fora do Lollapalooza Brasil 2026. Durante o festival, a campanha ganha presença física com as icônicas molheiras Hellmann’s, estrategicamente posicionadas pelo evento — duas no gramado e uma no Lolla Lounge. Nos espaços do gramado, o público poderá customizar snacks e lanches com a família Supreme completa e versões de maioneses saborizadas. A expectativa é de distribuir cerca de 5 toneladas de produto ao longo do evento nas estações open molho. “Para nós, o Lollapalooza é mais do que um canal de comunicação, é um ponto de relacionamento e proximidade com o público. Estar presente como marca oficial de molhos já nos garante visibilidade, mas o que buscamos é algo maior: usar o festival como palco para materializar um posicionamento que vem sendo construído há quatro anos com a linha Supreme”, afirma Rodrigo Latance, Gerente de Marketing de Hellmann’s para Brasil e América Latina. Pelo terceiro festival consecutivo, Hellmann’s apresenta sua icônica jaqueta, agora em uma nova versão. O brinde será distribuído no Lolla Lounge e reforça a conexão da marca com moda, cultura e gastronomia, traduzindo o espírito da campanha Supreme em um item desejável que já se tornou parte da experiência do público. Além disso, a participação de Hellmann’s no Lollapalooza Brasil 2026 marca mais um capítulo de sua parceria com Sadia, que chega ao terceiro ano. Ao longo desse período, as marcas já se uniram em diferentes iniciativas e campanhas, como a campanha Supreme 2025 e campanhas no universo da NBA em anos anteriores, reforçando uma colaboração de sucesso entre os snacks de Sadia e os molhos de Hellmann’s. Para acompanhar todas as novidades de Hellmann’s, siga @hellmannsbr no Instagram (https://www.instagram.com/hellmannsbr/), TikTok (https://www.tiktok.com/@hellmannsbr) e @hellmannsbrasil no Facebook (https://pt-br.facebook.com/hellmannsbrasil/), ou acesse www.hellmanns.com.br. Fichas Técnicas Anunciante: Unilever Marca: Hellmann’s Cliente: Carolina Riotto, Kaio Silva, Rodrigo Latance, Isis Bialoskorski, Danilo Dias, Thais Dalle-Luche, Luana Elias, Aline Luche, Ingrid Cavalcanti , Gabriella Tetti, Beatriz Bordini, Pamella Dias, Lucas Mantovani e Rafaela Generoso Euphoria Creative Produto: Supreme: Maionese, Ketchup, Mostarda e Barbecue Supreme e Saborizadas: Maionese Churrasco, Alho, Verde, Bacon e Queijo Cliente: Carolina Riotto, Kaio Silva, Danilo Dias e Ingrid Cavalcanti Criação: Marcelo Rizério, Ricardo Alonso, Bianca Fratus, Pedro Ramos, Ygor Silva e Lara Ignezli Conteúdo: Paula Baião Planejamento: Caio Del Manto, César Villas Bôas, Guilherme Maineti, Julia Lupinacci, Julia Saldanha e Joao Cavalcante Atendimento: Andressa Fukunaga, Marina Porto, Talita Lima e Wellington Faustino Data Insights: Tiago Santos Produção: Cris Almeida e Larissa Gonzaga BR Media Group Comercial: Karina Olaia | Diretora Comercial Victoria Bruck | Gerente Comercial Ygor Feitosa | Analista Comercial Operações: Rafaela Sgariboldi | Diretora de Operações Ingrid Alves | Diretora de Atendimento Juliana Salgueiro | Gerente de Atendimento Matheus Carvalho | Analista Pleno Ingrid Glovackis | Analista Júnior Planejamento: Alan Alves | Diretor Executivo de Planejamento Jamille Faziali | Diretora de Planejamento Estratégico Maria Isabella | Gerente de Estratégia Rebeca Porto | Especialista de Estratégia Content: Marcelo Pollara | Diretor Criativo Leticia Prada | Líder de Criação Nicole Holanda | Analista Pleno Tatiany Mercatelli | Analista Júnior Buena Onda Head de Conteúdo e Operações: Marina Tomaz Gerente de Projetos: Jéssica Lima e Kelvin Prudêncio Estrategista: Júlia Fernandes Redação: Matheus Dias Gestão de Comunidade: Taciana Farias Direção de Arte e Motion: Milena Luchini, Pedro Cunha e Isabela Nogueira Diretora de Estratégia: Renata Guerra Diretora de Operações: Claudia Schneider Diretor de Financeiro: Lucas Valério Diretor de Criação: Maurício Oliveira Diretor Audiovisual: Mark Daniel Cadastra Business & Strategy: Leandro Rodrigues – Diretor Mayara Carrera – Gerente Daiane de Souza – PO Giovanna Bezerra – Analista de PO Fernanda Bueno – Account Strategy Mídia Carol Bianchi – Gerente Renan Macedo – Coordenador de Mídia Pedro José Pires Silva – Analista de mídia Edelman Brasil Vice-Presidente: Flávia Janotti Novaes Gerente de contas: Camila Lee Teixeira Atendimentos: Caroline Sargologos, Maria Renaux e Murilo Santiago Initiative Diretora geral: Ana raquel Diretor de planejamento : Gabriel Esposito Diretor de Operações : Thiago Segundo Diretor de Midia:Rodolfo Peixinho Diretora de Midia: Tais Salvi Gerente de Planejamento: Nadja Amui Gerente de Midia: Arthur Cavazini Supervisor de Midia: Raphael Dorta, Planejadora de Midia Gabriela Bertelis Planejadora de Midia: Patricia Lima Assistente de Midia: Matheus Rocha Estagiaria de Midia: Amanda Marçal Diretora de programática: Mayra Leonel Gerente de programática: Henrique Fermino Gerente de programática: Carla Cravo Coordenadora de programática: Aline Souza Gerente de Mídia Search: Ruda Rocha Supervisora de Mídia Search: Milena Borderes Coordenadora de Mídia Search: Carolina Damascena HUB Criação Arthur Cachel — CC O Bruno Amorin — Diretor de Execução Criativa Vagner Hernandez — Coordenador de Execução Criativa e Direção de Arte Victor Rocco — Coordenador de Execução Criativa e Direção de Arte Cesar Mariano — Arte Finalista Produção Felipe Rangel — Diretor de Produção Marina Ciancaglini — Gerente de Produção Aline Oliveira — Assistente de Produção Sabrina Lemes — Assistente de Produção Christiani Ferreira —
A era do piloto acabou e a IA agora precisa dar resultado
Por Waldison Miranda, CEO da Sow Serviços e empreendedor em tecnologia* Existe uma diferença profunda entre falar de Inteligência Artificial (IA) e operar uma empresa melhor por causa dela. Durante anos, a tecnologia ocupou o espaço da experimentação: projetos-piloto, provas de conceito e iniciativas de inovação que raramente saíam do laboratório. Em 2026, essa fase chega ao limite. A IA deixa de ser tema aspiracional e passa a funcionar como infraestrutura de competitividade. Os números do mercado refletem essa mudança. Apesar da ampla adoção, apenas 26% das empresas conseguem extrair valor real da IA, segundo o Boston Consulting Group. A maioria ainda se limita a pilotos ou ganhos pontuais que não geram impacto consistente. A discussão não é mais sobre potencial da tecnologia, mas sobre capacidade de gerar efeito tangível, em um mercado menos tolerante com iniciativas sem métricas claras. A fase do entusiasmo sem responsabilidade acabou; a área de Produto está no centro dessa cobrança. A boa notícia é que nunca foi tão fácil construir soluções. Ferramentas baseadas em IA permitem prototipar em dias, automatizar tarefas complexas e testar hipóteses rapidamente. A má notícia é que essa agilidade evidencia a diferença entre equipes que apenas produzem atividades e aquelas que entregam valor real. Até aqui, a tecnologia era tratada como assistente, melhorando a produtividade individual. Agora, assume partes inteiras do trabalho por meio de agentes, automações e fluxos inteligentes. O usuário não busca apenas apoio em decisões, mas resultados delegáveis. Essa transformação muda o desenho dos produtos. A pergunta relevante deixa de ser onde incluir IA e passa a ser qual parte do trabalho do cliente pode ser eliminada, encurtada ou tornada previsível. Soluções que resolvem etapas completas de um processo tendem a ganhar adoção, melhorar margens e aumentar relevância competitiva. A vantagem deixa de estar na funcionalidade e passa a estar na redução concreta de esforço. Apesar da evolução, um ponto permanece: a IA acelera o como, mas não define o quê. A clareza sobre o problema continua sendo o principal fator de sucesso. Em 2026, o patamar sobe porque a implementação ficou mais rápida. Práticas antes toleradas, como backlogs intermináveis, rituais excessivos e entregas sem impacto mensurável, passam a ser vistas como desperdício. Se prototipar ficou ágil, decisões lentas se tornam indefensáveis. Processos que impedem experimentação revelam inércia estrutural. Nesse contexto, Produto precisa demonstrar valor de forma objetiva. A legitimidade não vem mais do discurso, mas do impacto no negócio. Um erro comum será acreditar que distribuir ferramentas de IA provoca transformação automática. Ganhos individuais de produtividade podem ser relevantes, mas desaparecem em estruturas lentas, dependentes e burocráticas. Sem mudanças organizacionais, a tecnologia amplia esforço sem aumentar retorno. A tendência é a volta ao essencial. Times menores, autonomia real e ciclos curtos capturam melhor o potencial da automação. Estruturas enxutas reduzem atrito e aceleram decisões. Não se trata de trabalhar mais, mas de remover obstáculos que impedem converter velocidade em impacto. Nesse cenário, ganha destaque o profissional construtor. Não aquele que faz tudo, mas quem tem habilidade principal sólida e competências adjacentes suficientes para transformar ideias em artefatos concretos. Profissionais capazes de criar protótipos simples, automatizações ou provas de conceito funcionais reduzem dependências e aceleram validações. A IA tende a ampliar a diferença entre profissionais experientes e medianos. A tecnologia não substitui método nem visão de problema; funciona como multiplicador de quem sabe priorizar, decidir e executar com clareza. A promessa de democratização ignora que ferramentas poderosas ampliam vantagens pré-existentes. Agilidade traz riscos proporcionais. Empresas que desejam escalar a IA precisam integrar governança ao produto. Padrões de construção, qualidade de testes, controle de acesso, rastreabilidade e observabilidade deixam de ser preocupações técnicas isoladas e se tornam estratégicos. Sem eles, a organização acelera até encontrar seus limites; com eles, rapidez se transforma em previsibilidade. Ainda há percepção equivocada de que todas as empresas já são orientadas por IA. A realidade é desigual: em muitas, a tecnologia se limita a interfaces conversacionais, dados permanecem fragmentados e decisões não têm base analítica consistente. Essa assimetria cria vantagem competitiva crescente. A liderança de Produto não pode ser neutra. Cabe a ela definir direção clara, priorizar por impacto e sustentar decisões difíceis. Também é responsável por tirar equipes da inércia, abrir espaço para aprendizado baseado em implementação e conectar iniciativas a eficiência operacional, receita e redução de risco. Se os anos anteriores foram de testes e deslumbramento tecnológico, 2026 se consolida como o ano do pragmatismo. A questão central deixa de ser experimentar IA e passa a ser escalá-la com responsabilidade. No fim, destacam-se as empresas que combinam foco disciplinado nos problemas certos, atuação rápida com autonomia, governança suficiente para expandir e liderança orientada a impacto. O piloto terminou; agora começa o trabalho real. *Waldison Miranda é CEO da SOW Serviços e parceiro em diferentes iniciativas de negócios. Com mais de 20 anos de experiência em finanças, estratégia e desenvolvimento empresarial, atua também como mentor de pequenos empreendedores, unindo prática e educação empreendedora para impulsionar crescimento sustentável.
Nova leitura da Receita Federal fortalece segurança jurídica para premiar talentos
Por Alan Dantas A Receita Federal deu um recado importante ao mercado ao publicar a Solução de Consulta COSIT nº 10/2026. Na prática, ela revisa o entendimento anterior (COSIT nº 151/2019) sobre a cobrança de contribuição previdenciária sobre prêmios por desempenho. Pode parecer um tema técnico, mas a mudança mexe diretamente com a forma como as empresas estruturam seus programas de reconhecimento, organizam a gestão de pessoas e desenham a remuneração variável. O entendimento principal foi mantido. Desde a Reforma Trabalhista de 2017, prêmios pagos por liberalidade do empregador, em dinheiro, bens ou serviços, para reconhecer desempenho acima do esperado não integram o salário de contribuição, mesmo quando pagos com frequência. Isso mantém segurança jurídica para empresas que adotam programas de incentivo, desde que o pagamento não seja contratual nem obrigatório. A principal evolução trazida pela nova solução de consulta está na abordagem dos regulamentos internos. A orientação anterior sustentava que a simples previsão do prêmio em norma interna poderia afastar a liberalidade, ao transformar o pagamento em obrigação. A COSIT nº 10/2026 aperfeiçoa essa leitura ao admitir que a empresa pode estabelecer critérios objetivos, metas claras e parâmetros formais de elegibilidade, desde que tais regras não decorram de negociação coletiva, cláusula contratual ou compromisso prévio que retire a autonomia decisória do empregador. Em outras palavras, a existência de governança e previsibilidade não descaracteriza, por si só, a liberalidade, o que a descaracteriza é a obrigatoriedade. Essa distinção aproxima o entendimento fiscal de uma visão mais contemporânea de gestão. Estudos da consultoria global McKinsey & Company indicam que organizações que combinam metas claras com reconhecimento diferenciado de performance apresentam maior engajamento e melhores resultados operacionais. Da mesma forma, pesquisas da Harvard Business School apontam que sistemas de recompensa baseados em desempenho excepcional, quando bem desenhados e percebidos como justos, contribuem para aumento consistente de produtividade e retenção de talentos. Ao admitir regulamentos internos com critérios objetivos, a Receita alinha-se, ainda que indiretamente, a essa lógica de gestão baseada em métricas e meritocracia estruturada. Outro aspecto enfatizado pela nova solução é a necessidade de comprovação do desempenho superior. A Receita deixa claro que o empregador deve ser capaz de demonstrar qual era o padrão ordinário esperado e de que forma o trabalhador o superou de maneira efetiva. A exigência não é nova, mas ganha densidade técnica: não basta afirmar a excepcionalidade; é preciso evidenciá-la. Essa ênfase dialoga com práticas modernas de compliance e governança corporativa, nas quais decisões estratégicas são sustentadas por dados, indicadores e registros auditáveis. O prêmio legítimo é aquele que decorre de resultado objetivamente mensurável, não de liberalidade genérica ou política informal de remuneração complementar. A solução também resgata a questão intertemporal relativa à MP 808/2017, lembrando que, no período entre 14 de novembro de 2017 e 22 de abril de 2018, a não incidência previdenciária estava condicionada ao limite de até duas concessões por ano. Para fatos geradores ocorridos nesse intervalo, a restrição permanece aplicável, o que pode impactar revisões de passivo e auditorias internas. No conjunto, a COSIT nº 10/2026 sinaliza um amadurecimento interpretativo. A Receita não restringe o uso de prêmios como instrumento de incentivo, mas deixa claro que a linha divisória entre reconhecimento legítimo e remuneração disfarçada será definida pela coerência entre discurso e prática. Programas que preservem a facultatividade, evitem compromissos prévios e mantenham documentação consistente tendem a ser reconhecidos como válidos. Por outro lado, estruturas que transformem o prêmio em parcela previsível, automática ou contratualmente assegurada poderão sofrer requalificação. Para empresas que disputam talentos em um ambiente de alta competitividade, a atualização representa uma oportunidade estratégica. Revisar regulamentos internos, alinhar critérios de avaliação, fortalecer a documentação de resultados e integrar áreas jurídica, fiscal e de recursos humanos tornam-se medidas não apenas recomendáveis, mas essenciais. Um programa de prêmios bem estruturado permanece um instrumento legítimo de diferenciação e estímulo à alta performance, agora sob parâmetros mais claros, que exigem técnica, governança e consistência. * Alan Dantas é advogado especialista em Direito do Trabalho no Marcos Martins Advogados
Tecnologia e sustentabilidade: os novos pilares do franchising
Por Philippe Enke Mathieu* Mesmo em um cenário global ainda marcado por juros elevados, instabilidades geopolíticas e mudanças no comportamento do consumidor, o setor de franquias segue demonstrando uma característica que sempre foi central para sua sobrevivência: a capacidade de adaptação. Ao observar as tendências para os próximos meses do ano, fica claro que o franchising entra em uma nova fase de mais tecnologia, estratégia e, principalmente, com foco em eficiência. Ao longo dos últimos anos, o modelo de franquias mostrou resiliência justamente por combinar padronização com inovação. Agora, essa combinação passa necessariamente pela digitalização das operações. Plataformas integradas de gestão financeira, controle de estoque, vendas e treinamento já deixaram de ser um diferencial para se tornar parte essencial da operação. A tecnologia permite que redes cresçam com maior controle, reduzindo custos operacionais e oferecendo mais suporte aos franqueados. Nesse contexto, a inteligência artificial começa a ganhar espaço nas redes de franquias, ainda que muitas empresas estejam em fase inicial de adoção. Um estudo da Associação Brasileira de Franchising mostra que parte relevante das franqueadoras já testa ou utiliza IA para análise de dados, previsão de demanda e apoio a decisões estratégicas. O uso estruturado de dados permite decisões mais rápidas e precisas, algo essencial em um ambiente econômico volátil. A GFX – Inteligência Financeira é uma das empresas que vêm investindo em plataformas digitais em sua operação. A aposta na tecnologia busca aprimorar a gestão, organizar processos e ampliar a capacidade de análise estratégica. Outro movimento importante é a evolução dos formatos de franquia. Modelos mais compactos, híbridos e com menor investimento inicial vêm ampliando o acesso de novos empreendedores ao setor. Microfranquias, operações home based e negócios que combinam canais físicos e digitais estão ganhando espaço porque oferecem maior flexibilidade e menor risco financeiro. Para investidores e franqueados, isso significa oportunidades mais acessíveis; para as marcas, uma expansão mais ágil e capilar. A sustentabilidade também deixou de ser apenas um elemento de posicionamento institucional para se tornar parte da estratégia de crescimento. Práticas ligadas à agenda ESG – como eficiência energética, redução de desperdícios e cadeias produtivas mais responsáveis – já impactam diretamente a percepção do consumidor e a competitividade das redes. No longo prazo, negócios que incorporam esses princípios tendem a operar com mais eficiência e reputação mais sólida. Além disso, há uma mudança importante na forma como as redes estruturam sua relação com franqueados e clientes. O sucesso do franchising passa cada vez mais pela experiência oferecida em toda a jornada: desde o suporte ao empreendedor até o atendimento final ao consumidor. Plataformas de treinamento digital, comunicação mais ágil entre franqueadora e unidades e estratégias omnichannel tornam o sistema mais integrado e eficiente. Diante desse cenário, acredito que o setor caminha para um modelo ainda mais sofisticado. Tecnologia, análise de dados e sustentabilidade não são apenas tendências, são pilares de competitividade. As redes que conseguirem integrar esses elementos à sua estratégia terão mais capacidade de escalar operações, fortalecer a marca e navegar com mais segurança em um ambiente econômico incerto. Em um mundo que exige rapidez de adaptação e decisões cada vez mais baseadas em informação, o franchising tem a oportunidade de se consolidar como um dos modelos de negócio mais dinâmicos da economia. Para o futuro próximo, o desafio não será apenas crescer, mas crescer de forma inteligente. E isso passa, inevitavelmente, por inovação, eficiência e visão de longo prazo. * Philippe Enke Mathieu é CEO da GFX – Inteligência Financeira, uma das maiores plataformas de consultoria financeira do Brasil, com unidades em várias regiões do país.
Moët & Chandon traz momentos exclusivos de celebração para o Golden Globes Tribute Gala Brazil
A Moët & Chandon escreve um novo capítulo em sua história com o cinema. Em 18 de março, o Golden Globes Tribute Gala chega ao Brasil pela primeira vez, tendo como cenário o icônico Copacabana Palace, no Rio de Janeiro. Como o champagne oficial da cerimônia, a Maison francesa transforma a noite em uma experiência memorável, reafirmando sua herança como símbolo de celebração, excelência e savoir-faire. Com uma trajetória entrelaçada com a própria história da sétima arte, a Moët & Chandon mantém uma parceria histórica de 35 anos com o Annual Golden Globes, reforçando sua presença em um dos mais prestigiados prêmios de entretenimento do mundo. Ao longo das décadas, a Maison tornou-se parte inseparável do momento que homenageia atores, diretores, produtores e os grandes talentos da indústria cinematográfica. Estrelas da indústria nacional brindarão com Moët & Chandon Impérial Brut, um rótulo estabelecido em 1869 e celebrado como a expressão de excelência do estilo da Maison. Para a ocasião no Brasil, ativações exclusivas foram selecionadas para levar as borbulhas em uma jornada que começa no tapete vermelho e se estende pelos momentos mais emblemáticos do evento. Entre as experiências preparadas para a noite estão a Mini Moët Vending Machine no tapete vermelho, o Prestige Bar com serviço de champagne em taça, e as icônicas garrafas com seus elegantes baldes de gelo posicionados em cada mesa. Como lembrança da noite, os vencedores receberão um Jeroboam personalizado adornado com cristais Swarovski. Além de sua presença no Tribute Awards, a Moët & Chandon celebra a arte de transformar encontros em memórias duradouras. Ao reafirmar sua crença de que os momentos mais significativos da vida se tornam ainda maiores quando compartilhados, a Maison de Champagne transforma cada brinde em ufm símbolo de conexão, emoção e celebração coletiva, uma expressão viva de sua crença atemporal de que “Life is better shared.” UM VÍNCULO DURADOURO COM O CINEMA A rica ligação da Moët & Chandon com a sétima arte é inegável, uma jornada cinematográfica que começou já em 1896 com os pioneiros irmãos Lumière. Isso demonstrou a visão precoce da marca como um símbolo eterno de alegria, uma conexão poderosamente consolidada com seu primeiro product placement conhecido em The Ring, dirigido por Alfred Hitchcock em 1927. Hitchcock, um admirador reverenciado, continuou a apresentar a Moët & Chandon em seus clássicos, forjando uma presença cinematográfica incomparável e duradoura que permanece viva. O champagne da Moët & Chandon brilhou na silver screen ao lado de luminares culturais por gerações. De Audrey Hepburn em “Love in the Afternoon” a Charlie Chaplin em “A King in New York”, e de Marlon Brando a Julia Roberts, a Moët & Chandon tem sido uma presença constante, feliz e jovial, marcando indelevelmente seu lugar na história do cinema. Seus arquivos fotográficos revelam um fio dourado ininterrupto: cada estrela, cada vitória, celebrada com seu champagne. De Leonardo DiCaprio brindando com Cameron Diaz em 2010 a Kendall Jenner erguendo uma Moët mini, e Ben Affleck em contemplativa comunhão com as borbulhas, esses momentos sintetizam a crença central da marca: “Life is better shared.” O Golden Globes é o palco perfeito para ampliar a vida, a festividade, o talento e o incomparável savoir-faire das equipes da Maison, culminando em produtos de qualidade requintada, que incorporam um espírito coletivo e alegre. Essa conexão com o cinema se aprofundou na década de 1950 sob o Presidente & CEO Robert-Jean de Vogüé, que reconheceu os artistas como formadores de tendências culturais. Ele estabeleceu os “Friends of the House”, uma comunidade que reflete os valores centrais da Moët & Chandon de conexão global por meio do savoir-faire e da excelência do produto. A visão de Vogüé, demonstrada ao receber Josephine Baker e expandir a presença cinematográfica da marca em todo o mundo, cultivou essa vibrante comunidade de talentos. Esse legado agora prospera como “The Moët Talent Club”, uma comunidade que reforça a relevância cultural global da Maison. Após 35 anos, essa parceria demonstra de forma magnífica a capacidade única da Moët & Chandon de inspirar emoção e celebrar autenticamente momentos especiais. A marca continua a sustentar sua estimada reputação no universo do vinho, infundindo elegância no mundo e convidando todos a celebrar cada momento “à la française”, onde cada taça compartilhada é um sofisticado tributo à arte de viver e à excelência.35 anos de lendas icônicas, uma celebração atemporal, alegre e chique.
Grupo Toriba amplia oportunidades para profissionais 50+
Enquanto parte do mercado ainda associa idade a aposentadoria, os dados mostram que cada vez mais brasileiros seguem ativos profissionalmente. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que um em cada quatro brasileiros com 60 anos ou mais está trabalhando, o maior índice já registrado pelo instituto. Neste cenário, o Grupo Toriba estabelece uma parceria com o Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi) para ampliar o acesso de profissionais ao mercado de trabalho, com atenção especial ao público 50+. Com atuação consolidada no setor automotivo em diversas cidades do estado de São Paulo, o Grupo Toriba, reúne concessionárias e serviços voltados à comercialização de veículos novos e seminovos, assistência técnica e atendimento ao cliente de marcas como Volkswagen, Honda, Renault, Volvo, Citroën, Peugeot e Jeep, além de marcas globais em expansão como GWM, Omoda e Jaecoo, LeapMotor e MG. A diversidade de áreas dentro da empresa gera oportunidades frequentes em setores como vendas, atendimento, administração e serviços técnicos. A parceria prevê que as vagas abertas pela empresa sejam divulgadas pelo Sindnapi, que também atua no encaminhamento do processo seletivo dos candidatos interessados. A iniciativa facilita o acesso às oportunidades e reforça a importância da experiência acumulada ao longo da trajetória profissional. Para head de RH do Grupo Toriba, Rene Acioli, integrar diferentes gerações nas equipes contribui para fortalecer o ambiente de trabalho e melhorar o atendimento ao cliente. “Profissionais com mais de 50 anos trazem experiência, responsabilidade e uma visão prática construída ao longo da carreira. Quando diferentes gerações trabalham juntas, as equipes ganham em troca de conhecimento e capacidade de adaptação”, afirma. Embora incentive a participação de profissionais 50+, as oportunidades seguem abertas a candidatos de todas as idades, reforçando o compromisso da empresa com diversidade e inclusão. Entre as vagas atualmente disponíveis no grupo estão posições como analista de qualidade, analista fiscal júnior, assessor técnico de vendas (externo), auxiliar administrativo, auxiliar de agendamento, auxiliar de manutenção, assistente de vendas, consultor técnico, caixa, entregador de veículos, mecânico de autos, mecânico diesel, piloto de teste, preparador de veículos, recepcionista, supervisor de CRM, vendedor de autos, vendedor de veículos seminovos e vendedor de peças, entre outras. Os interessados em participar do processo seletivo podem obter mais informações ou se candidatar pelo telefone (11) 3293-7500, com o diretor José Carolino, ou presencialmente na sede nacional do Sindnapi, localizada na Rua do Carmo, 171, na região da Sé, em São Paulo.
Itaú Unibanco entra na conversa dos torcedores durante convocação da Seleção Brasileira de Futebol e vira assunto nas redes sociais
O Itaú Unibanco realizou uma ação com clientes durante a convocação da Seleção Brasileira de Futebol, nesta segunda‑feira (16). Durante a transmissão ao vivo da coletiva de imprensa, um detalhe no backdrop oficial chamou a atenção de quem acompanhava o anúncio da lista de convocados para os próximos amistosos, dando início a comentários e compartilhamentos nas redes sociais. Em poucos minutos, quem acompanhava a convocação começou a observar, compartilhar imagens e trocar mensagens sobre o detalhe percebido durante a transmissão. A movimentação transformou o momento em assunto entre torcedores que assistiam ao anúncio em tempo real. Em menos de duas horas, a ação teve tantas menções que levou o Itaú a figurar entre os assuntos do momento (trending topics) no X (antigo Twitter), em plena tarde de segunda‑feira. A repercussão se espalhou para além de uma única plataforma, com registros e comentários feitos a partir de diferentes transmissões e emissoras. “A convocação da Seleção Brasileira de Futebol é um daqueles momentos em que todo mundo presta atenção, comenta junto e vive o futebol em tempo real. Estar ali do mesmo jeito que o torcedor, atento aos detalhes e participando da conversa, é a nossa forma de torcer junto”, afirma Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco. Como reconhecimento pela participação, todos que comentaram a ação durante a transmissão receberam um cupom de 10% de desconto no Itaú Shop, com valor máximo de R$ 100, enviado diretamente por mensagem direta na própria plataforma. A iniciativa, desenvolvida pela agência Africa Creative, acompanha o conceito Torcendo Feito Você, que traduz a presença do Itaú nos grandes momentos do futebol brasileiro a partir do olhar de quem torce, observa e participa. Ao entrar na conversa em tempo real durante a convocação, o banco esteve presente em um dos momentos mais simbólicos do calendário esportivo, com repercussão espontânea entre os torcedores. “Ao integrarmos a marca a uma ação promocional, transformamos a visibilidade do backdrop em uma experiência de valor para o cliente. A inversão busca dar novo fôlego a um ativo valioso como o patrocínio de backdrops. Nossa intenção foi justamente fazer com que a marca saltasse aos olhos do público através de uma mecânica que gera conversa e utilidade”, comenta Angerson Vieira, co-CCO da Africa Creative. FICHA TÉCNICA: BACKDROP Cliente: Itaú Agência: Africa Creative CCO: Sergio Gordilho Head of Design: Bruno Valença Criação: Angerson Vieira, Bruno Anibal, Guzera Alves, Rick Garcia, Caio Verçosa e Têto CEO: Marcio Santoro Atendimento: Renato Broggin, Stephanie Barbatto, Marina Lacerda, Vitoria Medauar e Guilherme Pereira Conteúdo: Patrícia Colombo, Marcelo Reis, Monikhe Menezes, Marcos Martins e Lucas Sousa Mídia: Nathalia Oliveira, Larissa Franco, Rodrigo Saviano, Alex Ferreira e Laura Silveira Planejamento: Isadora Prado, Jardel Fonseca e Mario Vieira Talents & Influência Digital: Fernando Alonso, Bruna Cicolino, Mariana Whitehead, Andrés Nunes, Jéssica Oliveira e Felipe Gordilho Projetos Especiais: Juliana Leite, Lica de Souza, Laís Cattena, Lucia de Carvalho Maia, Shari Saber, Andrea de Marques, Nadia Sobh e Raquel Martins Aprovação Cliente: Juliana Cury, Thaiza Akemi, Natália Barreira, Caroline Pintarelli, Caroline Paluan, Stephanie Fernandes, Juliana Gonçalves, Camile Liguori e Verônica Bortolotto
Não seja invisível
Por Laís Macedo, presidente do Future is Now* Networking é relacional, humano e acontece entre pessoas, mas, na prática, ele começa antes do encontro físico e continua depois dele no ambiente digital. Hoje, toda recomendação passa por um filtro inevitável: a validação online. Quando alguém cita seu nome em uma conversa, te indica em uma roda ou sugere seu perfil para uma oportunidade, o próximo movimento é automático: a pessoa pega o celular e procura você. E é aí que muita gente perde o jogo sem perceber. Vivemos um tempo em que a presença digital não é vaidade, é legitimidade. Não é exposição, é existência. Porque, gostemos ou não, o ambiente virtual ou nos projeta ou nos anula. Tenho visto isso acontecer com frequência. Um nome surge em uma conversa. Alguém se interessa e quer entender quem é aquela pessoa. Digita o perfil no Google. Nada. Procura no LinkedIn. Inexistente, incompleto ou genérico. Vai ao Instagram. Um usuário confuso, sem foto, sem sobrenome, sem qualquer narrativa clara. O WhatsApp chega com um número sem imagem, ou com um emoji, ou com um monograma que não diz nada. Essa pessoa não é rejeitada. Ela é simplesmente ignorada. Não por falta de competência, mas por invisibilidade. O problema é que muitos ainda acreditam que “o trabalho fala por si”. Não fala. A competência precisa ser encontrada para ser considerada. Outro erro comum é tratar identidade como detalhe. Usar um sobrenome no LinkedIn, outro no Instagram, um apelido no WhatsApp, uma variação no e-mail. Essa fragmentação dilui a construção de marca pessoal e dificulta qualquer tentativa de validação rápida. E validação rápida é essencial em um mundo de decisões aceleradas. Nós somos a nossa marca pessoal. E a marca se constrói com coerência, repetição e clareza. Eu não separo quem sou do que faço. Em qualquer ambiente, físico ou digital, sou Laís Macedo. O mesmo nome, a mesma assinatura, a mesma narrativa. Se alguém me procurar, vai sempre chegar ao mesmo lugar. Vai encontrar conteúdo, contexto, referências, repertório. Vai entender quem eu sou, no que acredito e como penso. Isso não é ego. É estratégia. É respeito pelo tempo de quem busca entender se faz sentido confiar em você. A invisibilidade digital cria barreiras silenciosas no networking. Ela gera atrito. E, em um mundo onde há tantas opções, o atrito faz com que as pessoas simplesmente sigam adiante. Não é pessoal. É pragmático. Por isso, deixar de ser invisível não é sobre se expor mais, é sobre se apresentar melhor. É garantir que seu nome e sobrenome sejam fáceis de encontrar. Que seu LinkedIn esteja completo, atualizado e conte uma história coerente. Que seu Instagram, se profissionalmente relevante, diga algo sobre você. Que seu WhatsApp tenha uma foto que identifique quem você é, porque ele é, sim, uma ferramenta de trabalho. Que exista algum registro da sua visão, do seu pensamento, da sua atuação. Um artigo, um post, uma fala assinada. Não basta um monograma. Não basta um apelido. Não basta existir apenas para quem já te conhece. Networking só funciona quando o outro consegue te legitimar com facilidade. E a legitimação hoje passa, inevitavelmente, pelo digital. Se você quer ser lembrado, indicado, acionado e considerado, precisa ser encontrável. Precisa ser reconhecível. Precisa ser validável. Não seja invisível. Porque, no mundo das relações estratégicas, quem não é visto dificilmente é escolhido. *Laís Macedo é Presidente do Future Is Now (plataforma de networking para lideranças que protagonizam a nova economia), conselheira do CJE (Comitê de Jovens Empreendedores da FIESP), mentora do IFTL (Instituto de Formação em Tecnologia e Liderança) e embaixadora do Sweet Club (business club de grandes líderes empresariais). Com uma ampla e qualificada rede de networking, acredita no poder das conexões, das relações humanas e de uma rede bem consolidada. Palestra, escreve e assessora projetos dentro dessa temática.