O problema de falar em tendências quando o mundo já virou um sistema

Por Ana Maria Coelho* Estou no SXSW, em Austin, no Texas, acompanhando algumas das discussões mais relevantes sobre tecnologia, negócios e sociedade. Uma das palestras mais aguardadas do evento foi a da futurista Amy Webb, fundadora do Future Today Institute, responsável por um dos relatórios globais mais respeitados sobre tecnologias emergentes. O que mais chamou minha atenção desta vez não foi uma tecnologia específica. Foi uma crítica ao próprio modo como empresas e líderes vêm tentando compreender o futuro. Durante muito tempo, a lógica estratégica parecia relativamente simples: mapear tendências, identificar oportunidades e adaptar o negócio. Porém, talvez essa lógica esteja ficando pequena demais para o momento que estamos vivendo. Se olharmos os relatórios de tendências publicados nos últimos anos, veremos algo curioso: muitos falam basicamente das mesmas coisas, como economia da experiência, bem-estar, mudanças de comportamento e novos modelos de consumo. Os termos mudam, mas a narrativa permanece muito parecida. Em muitos casos, não estamos observando as mudanças estruturais. Estamos apenas renomeando fenômenos culturais que já estavam em curso. Isso cria uma falsa sensação de previsibilidade. A provocação de Amy Webb foi clara: talvez o problema não esteja em entender tendências, mas em continuar olhando o mundo como se ele ainda fosse composto por tendências isoladas. O que está acontecendo agora é diferente. Tecnologias estão deixando de ser ferramentas separadas e começam a formar sistemas complexos. Inteligência artificial, biotecnologia, computação avançada e infraestrutura de dados já seriam transformadoras individualmente. Mas o impacto mais profundo surge quando essas tecnologias passam a operar de forma integrada, criando sistemas econômicos, novas formas de trabalho e de modelos de decisão. Amy Webb organiza esse cenário em três grandes convergências que ela chama de “tempestades”. A primeira é o Human Augmentation. A tecnologia deixa de atuar apenas no tratamento de doenças e passa a ampliar as capacidades humanas. Exoesqueletos que aumentam força física, óculos que traduzem idiomas em tempo real e interfaces cérebro-computador já apontam nessa direção. Nesse contexto, surge um novo tipo de desigualdade: não apenas de renda ou educação, mas de capacidade humana ampliada por tecnologia. Como resume Webb, “o corpo humano está se tornando uma plataforma”. A segunda convergência é o Unlimited Labor. Sistemas automatizados começam a operar sem limite de tempo ou fadiga. Agentes de inteligência artificial executam tarefas complexas, robôs atuam em ambientes industriais e já existem fábricas projetadas para funcionar sem a presença humana. Isso levanta uma questão inédita: durante séculos o crescimento econômico esteve ligado ao trabalho humano. O que acontece quando a economia pode crescer sem depender diretamente dele? A terceira convergência é o Emotional Outsourcing, talvez a mais silenciosa. Cada vez mais pessoas utilizam inteligência artificial como apoio emocional, seja em conversas terapêuticas, companhias virtuais ou interações que simulam vínculos humanos. Pesquisas indicam que entre 25% e 50% dos americanos já recorreram a algum tipo de suporte emocional mediado por IA. Isso sugere que sistemas de linguagem podem se tornar uma das maiores infraestruturas emocionais da sociedade. E isso levanta uma pergunta relevante: o que acontece quando o sistema que consola também é o sistema que precisa manter sua atenção e dependência? Durante décadas, o desafio das organizações foi gerenciar pessoas em escala. Agora surge outro desafio: liderar sistemas em escala; sistemas que aprendem, tomam decisões e operam com cada vez menos intervenção humana. Talvez a pergunta central deixe de ser “como crescer mais rápido?”. A pergunta passa a ser outra: que tipo de sistema estamos construindo? Amy Webb costuma usar uma expressão que resume bem esse momento: foresight is activism. Antecipar cenários não significa apenas observar o que pode acontecer, mas assumir a responsabilidade sobre o futuro que estamos ajudando a construir. Durante muito tempo falamos de inovação como uma corrida para acompanhar tendências. Mas, talvez, o desafio real agora seja outro: entender como os sistemas estão sendo redesenhados e qual papel queremos ocupar dentro deles. Porque, no final, a tecnologia não determina o futuro. São sempre as decisões humanas que fazem isso. * Ana Maria Coelho é pedagoga, consultora e palestrante nas áreas de Liderança, Vendas, Empreendedorismo e Inovação. Há mais de 18 anos atua desenvolvendo pessoas e negócios com foco em resultados sustentáveis e relações autênticas. É coautora do livro Empreendedorismo Inovador focado em modelos de negócios e planejamento estratégico. Tem como propósito inspirar pessoas e organizações a aprender continuamente, transformar curiosidade em ação e fazer do potencial humano o diferencial que sustenta o futuro.

Bradesco leva experiências inéditas e exclusivas ao Lollapalooza Brasil 2026

Público poderá aproveitar ações digitais, áreas para fotos, momentos de diversão e brindes exclusivos Patrocinador máster do Lollapalooza Brasil, o Bradesco entra na edição de 2026 pelo sétimo ano consecutivo com uma série de iniciativas que prometem ampliar a experiência dos fãs antes, durante e após o festival. O cronograma acompanha diferentes momentos da jornada do público e incluem ativações de marca, conteúdos digitais e espaços dedicados no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, onde o evento acontece nos dias 20, 21 e 22 de março. Como benefício exclusivo, os clientes pessoa física dos cartões de débito e crédito Bradesco, Bradescard, next e Digio – de todas as bandeiras – contam com condições especiais na compra de ingressos. Em 2025, as compras garantiram 15% de desconto, enquanto em 2026 o benefício é de 10%, com opção de parcelamento em até 10 vezes sem juros. “O Lollapalooza se consolidou como um dos principais movimentos culturais do país e reúne fãs diversos em torno da música e da conexão coletiva do festival. Nossa presença acompanha essa evolução, com iniciativas que ampliam a vivência do público ao longo de toda a jornada”, afirma Raquel Bonaparte, head de experiência de marca do Bradesco. Raquel ressalta, ainda, que o conceito da atuação do banco nesta edição tem como destaque o papel das pessoas na interação com a música. “O LollaBR é um evento que reflete a energia do público. Cada indivíduo vive o momento de um jeito diferente e nossas ativações foram pensadas para dialogar com essa diversidade, oferecendo experiências que acompanham os fãs desde o esquenta até os dias de shows”. Confira abaixo: Esquenta Em clima prévio ao festival, o Bradesco identificou dois bares em São Paulo que têm Lolla no nome – Lolla Meets Fire e Lolla Osteria – e decidiu fazer uma brincadeira: levar para esses locais, de forma antecipada, alguns dos benefícios e experiências que os clientes encontrarão durante o evento. Nos dias 13 e 14 de março, das 19h às 23h, o público vivenciou um esquenta que conectou música, gastronomia e experiências exclusivas. Aberta a todos, a programação ofereceu benefícios especiais para clientes do banco. Portadores dos cartões de crédito e débito Bradesco garantiram 10% de desconto nas duas casas e ganharam água grátis, ampliando as vantagens relacionadas ao festival. “Com essa ação, reforçamos o conceito de que, para o Bradesco, o ‘Lolla é Você’. A experiência do festival começa muito antes dos portões abrirem, e antecipá-la em bares que já carregam o nome Lolla foi uma forma divertida de criar conexão, aproximar o público do clima do LollaBR e oferecer benefícios que seguirão ao longo de toda a jornada”, afirma José Maurício Lilla, head de Comunicação. No Lolla Meets Fire, as DJs Camila Jun e Bruna Strait comandaram as noites com sets inspirados no clima do Lollapalooza Brasil 2026. Camila esteve presente no dia 13/3 e Bruna em 14/3. O espaço também contou com um totem interativo que deu acesso, via celular, à experiência The Stage, do Bradesco no Spotify, ferramenta que identifica o estilo musical de cada usuário e cria playlists personalizadas e compartilháveis. Durante o evento, fãs foram presenteados com ingressos e convidados para serem estrelas de gravações do banco durante o festival para as redes sociais. A ativação nos bares também contou com influenciadores e ampla cobertura nos canais do Bradesco. Os perfis de rolês em São Paulo – Experimente SP, Taurinagens e Trips pelas Ruas – marcaram presença, destacando os benefícios oferecidos e convidando o público a participar da festa. Campanha Sob o conceito “O LollaBR é você. E Bradesco é você primeiro”, a campanha coloca o fã no centro da narrativa, reforçando que o festival é construído por quem vive a experiência: quem ocupa a grade, canta alto, coleciona memórias e transforma cada show em um momento coletivo. Criada pela Lovely e lançada em 15/3 na TV, a comunicação parte da conexão entre o espírito do LollaBR e o posicionamento do Bradesco de colocar o cliente em primeiro lugar. Assim como o festival só existe por causa dos fãs, o banco destaca seu papel em tornar o evento possível e proporcionar benefícios que impactam diretamente a jornada das pessoas. O filme (link) apresenta vantagens como 10% de desconto na compra de ingressos e parcelamento em até 10 vezes sem juros para clientes Bradesco. Além da veiculação em TV, a comunicação conta com desdobramentos no digital e em OOH. Trajeto Para quem escolhe chegar ao festival de transporte público, o clima do Lollapalooza Brasil começa ainda no trajeto. A linha 9–Esmeralda, no percurso Varginha–Osasco, recebe uma ambientação especial, com composições personalizadas que circulam com identidade visual inspirada no universo da festa. A tematização se estende a dois trens adesivados e à Estação Autódromo Interlagos, que ganha cenografia alusiva e comunicação visual, transformando o espaço em uma prévia da atmosfera que espera os Lolla fãs. Quem optar por ir de Uber também será impactado por comunicações visuais especiais ao longo da jornada. Water Stations e Squeezes As tradicionais Water Stations retornam em 2026 com oito pontos de hidratação espalhados pelo festival, oferecendo água gratuita. Além disso, seis modelos colecionáveis de squeezes, escolhidos por votação dos fãs, estarão disponíveis em dois pontos de retirada. A seleção dos modelos surgiu a partir de uma ação iniciada em setembro de 2025, em uma votação nas redes sociais para que os fãs escolhessem seus modelos favoritos. Os vencedores foram produzidos para a nova edição, reforçando o compromisso do banco em colocar o público no centro da experiência, permitindo que cada fã tenha participação direta nos detalhes. Espaço Bradesco Com 200 m², o ambiente foi planejado para oferecer aos fãs experiências que combinam música, entretenimento e interação com a marca. O espaço contará com o Terraço BRA, um rooftop com vista privilegiada, e uma área dedicada a photo opportunity, para que os visitantes registrem momentos únicos, com um serviço de comidas e bebidas. No local, os participantes poderão explorar o “Faça seu Mix”, que permitirá criar músicas e capas de álbum personalizadas, prontas para postagem nas redes sociais. Já o Tempo

A indústria mundial está contratando cada vez mais o Dr. PLÁGIO INTELECTUAL

Por Ellyot Mackenzie A indústria mundial do PLÁGIO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO, sem dúvida alguma, foi a base de muitas das principais economias no século passado no advento do Pós Segunda Guerra Mundial. Algumas das principais potências do mundo consolidaram os primórdios de sua base econômica por meio de um processo de plágio sem medo algum das consequências deste fenômeno. Muitas das empresas seguiram esse modelo como sendo algo relevante para se consolidar no mercado mundial de alta tecnologia, este fenômeno foi tão conciso que no terceiro quarto do século passado surgiram milhares de companhias que copiavam sem saber o que estavam fazendo, lançando produtos que nem sequer faziam o que se esperava do original. Este “Control V, Control C” foi descaradamente o motivo pelo qual centenas de empresas de alta tecnologia surgiram e desapareceram sem sequer “deixar sua pegada” na inconsistente areia das praias da evolução cientificamente verdadeira. Nos tempos atuais a utilização de pseudo ferramentas de Inteligência Artificial facilitou a vida dos plagiadores profissionais que consolidam sua mediocridade profissional replicando tudo que for possível por não saberem nada sobre a tecnologia que copiaram ou disseram que possuíam. Podemos citar como exemplo máximo das virtudes plagiadoras intelectuais o mercado de desenvolvimento industrial da China, que consolidou seu crescimento copiando indiscutivelmente produtos, serviços, tecnologias, procedimentos científicos e tudo o que se refere ao mercado mundial. Obviamente que após seu enriquecimento passou a desenvolver ferramentas próprias. Mas ainda lhe falta pelo plágio contínuo a criatividade necessária para abrir novas portas. Mas ao contrário do que todos imaginavam o ato de copiar se tornou extremamente fluente entre as empresas contratadoras de serviço no mercado de open service no Brasil. Hoje uma empresa brasileira que usa recursos próprios numa luta indigna para o desenvolvimento de alta tecnologia sofre um bullying empresarial quando partes ativas das empresas que necessitam contratar uma tecnologia inovadora declaram fazer a mesma coisa, sem explicar porque nunca fizeram nada. O que isso ocasiona, em primeiro lugar, é a capacidade dos gestores se deixarem enganar conscientemente, pois sabem que aquilo que lhes é prometido é simplesmente uma cópia pouco funcional e enfaticamente não evolutiva, tal como a empresa que copia bonequinhos tentando demonstrar ser a Disney. Inúmeras empresas esquecem que copiar foi algo extremamente funcional quando a evolução tecnológica andava a passos paquidérmicos, quando um produto novo demorava 15 a 20 anos para ser substituído, ou décadas para deixar de ser útil à sociedade vigente. Quando as necessidades dos usuários evoluíram exponencialmente, principalmente em função de que em suas mãos carregam um instrumento capaz de colocar a disposição no momento que quiser milhares de canais de informação, milhares de influenciadores, milhares de novidades em frações de segundos o ato de copiar gera neste cenário um conceito de ecossistema quase que efetivamente depreciativo. Quando uma vírgula necessita ser mudada ou o entendimento do comportamento do usuário, contratante, cliente ou o público-alvo se altera vertiginosamente os ditos entendidos ou na gíria mundial os famosos “IKID” – abreviatura de I know, I don’t, ou seja, sei, não faço – demonstram suas fraquezas e acabam abandonando a empresa em busca da “próxima vítima” e quando este procedimento é corporativo a contratante bullying vai em busca de uma nova empresa, num pleonasmo “Uma nova empresa Inovadora” para ser a coitada da vez. O maior problema encontrado no bullying empresarial pelo plágio científico e tecnológico é a incapacidade da empresa praticante de notar que ela está aferindo o prejuízo a empresa e/ou ao conjunto de empresas que poderiam resolver todos os seus problemas tecnológicos.  Atuando no espectro dos problemas legados, na situação atual da empresa e na capacidade de garantir a médio e longo prazo a sobrevivência e evolução de seus produtos e serviços. Existe um fator limitante entre os profissionais que é a incapacidade de declararem que não sabem fazer, não possuem o produto ou encontram-se limitados dentro do espectro da evolução tecnológica na Constituição da solução necessária. Todavia, quando uma empresa apresenta a solução concreta pelo ponto de vista do ego profissional é muito mais fácil aplicar o contexto do plágio intelectual, no aprimoramento do discurso teórico baseado na solução de um terceiro e assim justificar ao corpo diretivo que com um pouco de investimento problemas serão solucionados. E todos acreditam, pois, Chapeuzinho Vermelho vai trazer um estoque de soluções que Papai Noel vai mandar de Nárnia. * Ellyot Mackenzie, Chief of Digital Information Cognitive Financial Systems na 4Mooney. www.4mooney.com

Por que a gestão da força de trabalho se tornou uma decisão estratégica?

Por José Pedro Fernandes Em operações intensivas em mão de obra, a eficiência raramente depende apenas do esforço das equipes, pois ela nasce da forma como o trabalho é planejado, organizado e executado ao longo do tempo. Decisões sobre dimensionamento de equipes, cobertura de escalas ou distribuição de competências influenciam diretamente em custos, produtividade e qualidade de serviço. Nesse contexto, escolher uma plataforma de Workforce Management (WFM) deixa de ser apenas uma decisão tecnológica e passa a ser uma definição estratégica sobre como a operação será estruturada e sustentada.  Nos últimos anos, a gestão da força de trabalho ganhou um papel ainda mais central nas organizações. A transformação digital, o crescimento de operações distribuídas e a maior volatilidade da demanda tornaram o planejamento de pessoas muito mais complexo.  A exemplo isso, o Future of Jobs Report 2025, do World Economic Forum, apontou que 63% dos empregadores consideram o desalinhamento entre competências disponíveis e necessidades operacionais um dos principais obstáculos à transformação dos negócios.  Na prática, o desafio não está apenas em contar com profissionais qualificados, mas em garantir que as competências certas estejam disponíveis no momento e no local em que a operação precisa delas.  Ao mesmo tempo, ganhos consistentes de produtividade continuam sendo um desafio estrutural em diversas economias.  No Brasil, análises do IBRE/FGV mostram que a produtividade do trabalho tem oscilado entre pequenas quedas e avanços modestos nos últimos anos, um sinal de que ganhos sustentáveis dependem cada vez mais de organização operacional e gestão eficiente da capacidade.  É nesse contexto que as soluções de WFM assumem um papel importante, pois, quando bem implementadas, elas conectam previsão de demanda, dimensionamento de equipes, gestão de competências e cumprimento de regras laborais em um único modelo de planejamento. Isso permite reduzir a dependência de ajustes emergenciais, como remanejamentos constantes ou uso recorrente de horas extras, e aumenta a previsibilidade da operação.  Mas o impacto dessas plataformas depende diretamente da forma como a escolha da tecnologia é conduzida. Um erro frequente é tratar o WFM como um projeto puramente de software, quando, na realidade, ele precisa refletir o modelo operacional da organização.  O fato é: cada empresa possui características próprias como sazonalidade de demanda, complexidade de jornadas, diversidade de funções, exigências regulatórias e níveis de serviço específicos. Contudo, quando a tecnologia não consegue representar essas variáveis com precisão, o sistema tende a se tornar apenas um apoio administrativo, enquanto decisões operacionais continuam sendo resolvidas manualmente no dia a dia.  Por isso, a aderência ao modelo operacional deve ser um dos primeiros critérios de avaliação. Uma plataforma de WFM eficaz traduz as regras e a lógica do negócio de forma estruturada, permitindo que o planejamento seja confiável e executável.  Escalabilidade também é fundamental. À medida que organizações crescem, expandem serviços ou ampliam a sua presença geográfica, a complexidade da gestão da força de trabalho aumenta rapidamente, e a tecnologia precisa acompanhar esse movimento.  Outro ponto essencial é a integração com o restante do ecossistema tecnológico. Sistemas de WFM dialogam diretamente com plataformas de recursos humanos, ERPs e outros sistemas corporativos. Sem essa conexão, os dados ficam fragmentados e o planejamento perde qualidade.  Por fim, vale citar que existe um fator frequentemente subestimado, sendo ele a capacidade analítica da plataforma, tendo em vista que o verdadeiro valor do WFM está em transformar dados em decisões. Recursos como simulação de cenários, análise preditiva e monitoramento em tempo real permitem antecipar demandas e ajustar a operação com mais precisão, reduzindo a dependência de respostas emergenciais e tornando o planejamento parte efetiva da gestão.  *José Pedro Fernandes é vice-presidente global da SISQUAL® WFM. 

CMO Summit: Ana Gabriela Marin, CMO da Performa_IT, lidera debate sobre reinvenção do marketing diante da Inteligência Artificial

A Performa_IT, empresa de tecnologia com atuação em transformação digital, desenvolvimento de soluções, inteligência artificial, dados e produto, anuncia a participação de sua CMO, Ana Gabriela Marin, no CMO Summit 2026, um dos principais encontros de lideranças de marketing do país. A executiva será host de um debate no dia 25 de março, às 13h15, no IA Stage, dentro do formato roundtable, que promove conversas diretas entre executivos sobre temas estratégicos do mercado. O evento acontece nos dias 25 e 26 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo, e as inscrições podem ser realizadas pelo site oficial: https://cmosummit.com.br/  Durante o encontro, Ana conduzirá a discussão “Como se reinventar como CMO diante da IA”, que reunirá lideranças de diferentes empresas para discutir como a Inteligência Artificial está transformando a tomada de decisões no marketing e nos negócios. Participam da conversa Bernardo Brandão, CMO da Nuvemshop; Rogério Bahia, superintendente de Marketing da Alelo; e Mariana Hatsumura, vice-presidente de Marketing da Blip. O painel abordará os desafios da liderança em um cenário em que a tecnologia avança rapidamente e exige dos executivos uma postura cada vez mais estratégica e técnica na adoção de soluções de Inteligência Artificial. Entre os temas discutidos estão os motivos que levam muitos projetos de IA a falhar, especialmente quando priorizam a tecnologia em vez da solução de problemas reais dos clientes, e a transformação das estruturas de trabalho com a incorporação de agentes de IA em processos corporativos. Ana Gabriela Marin é CMO da Performa_IT, onde lidera as estratégias de marketing e posicionamento da empresa no mercado de tecnologia e transformação digital, com foco na aplicação estratégica de dados, inovação e Inteligência Artificial aplicada aos negócios. Para a executiva, participar do CMO Summit ao lado de outras lideranças do setor é uma oportunidade importante de discutir o futuro da área em um momento de rápidas transformações. “O marketing vive uma grande  oportunidade com o avanço da inteligência artificial. Quando bem utilizada, a tecnologia pode assumir tarefas operacionais e liberar tempo das equipes para pensar estratégia, inovação e crescimento de negócio. Estar nesse debate com profissionais de grandes empresas é uma chance de trocar experiências e refletir sobre como os CMOs podem se reinventar diante dessa nova realidade”, afirma. O CMO Summit reúne profissionais de marketing, fundadores e executivos C-level para discutir tendências, inovação e estratégias de crescimento. O evento se consolidou como um espaço de troca entre lideranças do setor e conta com um público majoritariamente formado por tomadores de decisão; 86,2% dos participantes ocupam cargos de liderança como C-level, diretores, fundadores ou heads. CMO Summit 2026 Data: 25 e 26 de março de 2026 Local: Expo Center Norte – São Paulo Informações e inscrições: https://cmosummit.com.br/ 

Agência Y’ALL integra estratégia digital de LA Open à presença de 15 marcas patrocinadoras

Por trás da estreia do LA Open – Latin America Open no Brasil existe uma estratégia digital pensada para conectar o torneio, o público e as 15 marcas patrocinadoras em torno de uma mesma narrativa: Stella Artois, Claro, Track&Field, Grupo Iguatemi, Trousseau, Premium Lindóia, PlayPiso, Dunlop, Woods Wine, Reaxing, DobySeg, GlobalCorp, Waterdesign, Água Di e Barts & Co/Cyrela. A responsável por estruturar essa comunicação é a agência Y’ALL, que assina a presença digital do LA Open e a criação dos conteúdos dos patrocinadores dentro das redes sociais oficiais do torneio, durante a primeira edição do campeonato, que acontece de 21 a 29 de março, no Jockey Club de São Paulo. A Y’ALL assina a identidade visual da campanha, gestão de conteúdo, presença nas redes sociais e campanha de mídia OOH do torneio, além da gestão do perfil oficial do LA Open no Instagram, com conteúdo sobre os jogos, bastidores da competição, experiências do público e ativações das marcas presentes no evento. Complementando a presença nas redes sociais, a agência lidera ainda a estratégia nas plataformas da Meta Plataforms, ampliando o alcance da estreia do torneio e fortalecendo sua visibilidade junto aos fãs do esporte. “Nosso desafio foi traduzir no digital a grandiosidade de um evento que já nasce relevante no calendário esportivo. O LA Open estreia reunindo grandes nomes do tênis mundial em jogos de exibição e promovendo partidas do circuito ATP Challenger com alguns dos jogadores mais promissores da atualidade. A partir desse contexto, desenvolvemos uma estratégia capaz de integrar a comunicação das marcas patrocinadoras à narrativa do torneio, criando um ambiente em que esporte, entretenimento, experiência e branding acontecem de forma simultânea no digital”, comenta Luiz Campos, CEO da Y’ALL. O LA Open chega ao país como um torneio da categoria ATP Challenger Tour, nível Challenger 100, realizado pela New Quality. A programação reúne atletas do circuito profissional e também contará com jogos de exibição com nomes que marcaram a história do tênis, como Andre Agassi, Andy Roddick, Juan Martín del Potro e Fernando Meligeni. Ao todo, 23 partidas serão transmitidas ao vivo pelos canais BandSports e N Sports, ampliando o alcance do evento para fãs de tênis em todo o país. A estrutura do torneio ocupará cerca de 45 mil metros quadrados no Jockey Club de São Paulo, com arena principal para seis mil pessoas, além de quadras secundárias, áreas de convivência, experiências gastronômicas e ativações das marcas ao longo da competição. Ficha técnica: Cliente: LA OPEN – Latin America Open Agência: Y’ALL CEO: Luiz Campos CMO: Yuji Nakamura CTO: Anderson Xavier Diretora de atendimento: Alessandra Vieira Atendimento: João Herculano e Erika de Castro Neves Diretor de Criação: Thiago Guedes Filmmaker: Gabriel Silva Diretor de arte: Sara Caetano / Lucas Cabral / Renan Silva Tráfego: Fabio  Aprovações: Guilherme Velloso e Eduardo Secco

Sócio-fundadores da Truths, Sabrina Guzzon e Martin Montoya lançam “Qual é a sua verdade?”, livro sobre metodologia própria para construção de marcas

 Em um mercado pressionado por velocidade, excesso de conteúdo e fragmentação de canais, Sabrina Guzzon e Martin Montoya, sócios na consultoria estratégica Truths, lançam o livro Qual é a sua verdade? – A corrida do ouro do planejamento de marca (Editora Labrador). A obra sistematiza a metodologia da empresa fundada pelos autores em 2024, e propõe um retorno à disciplina estratégica como base para marcas relevantes e duradouras. O lançamento acontece no dia 18 de março, a partir das 18h30, na Livraria da Vila – Unidade Vila Madalena. O evento contará com sessão de autógrafos e nova edição da Strategy Talks, encontros de discussao com importantes nomes do mercado publicitário, promovido pelo Grupo de Planejamento (GP), que apoia institucionalmente o lançamento do livro. Nesta ocasião integrarão o debate, intitulado “A verdade como estratégia” Amanda Agostini, presidente do GP, os autores – Martin Montoya e Sabrina Guzzon, Caroline Ferraz, da AMBEV, e Sérgio Bairon, professor de semiótica da USP. A corrida do ouro do planejamento Com prefácio de Rita Almeida, líder do Lab Humanidades da AlmapBBDO, e apresentação de Ken Fujioka, co-fundador da ADA Strategy, o livro parte de uma premissa central: grandes marcas são construídas a partir de verdades significativas e mobilizadoras, não apenas de slogans ou formatos criativos. Durante 31 capítulos ao longo de 160 páginas., os autores diferenciam “verdade” de “insight”, discutem critérios para identificar verdades potentes e apresentam o Truths Diamond, metodologia proprietária que, dentre outras coisas, diferencia e aborda conceitos importantes para as marcas, como: verdade, essência, autenticidade e propósito. “Acreditamos que a capacidade de encontrar verdades relevantes é uma das competências mais valiosas que, como profissionais estrategistas, temos a entregar para uma marca. Em um cenário em que a forma muitas vezes se sobrepõe ao conteúdo, se voltar à verdade é uma forma de recuperar foco, consistência e impacto”, afirma Sabrina. Montoya complementa: “Não se trata de inventar discursos, mas de revelar o que já é real para a cultura, para a audiência e para a própria marca. Quando uma marca encontra sua verdade central e a traduz com clareza, ela ganha coerência estratégica e potência criativa.” O livro combina reflexão conceitual, repertório filosófico e exemplos práticos de mercado para demonstrar como verdades bem trabalhadas podem orientar posicionamento, territórios de comunicação, escolha de influenciadores, definição de editorias e expressão verbal e visual. Depois de viveram diferentes etapas/modas do mercado – foco em benefícios funcionais, manifestos, obrigatoriedade de insights (ainda que ruins) no briefing, board com big ideas, campanhas guarda-chuva, guias de linguagem e brandbooks -, os autores alertam para a fase atual, potencialmente mais perigosa, por ser digital e social, em que presença é mais importante que relevância. “Numa era em que forma é mais importante que conteúdo, as audiências constroem a marca em suas cabeças, do jeito que bem entenderem. Nesse cenário as marcas precisam ter clara sua essência e escolher seu foco. Só assim dá pra manter consistência num mundo tão diverso”, alertam os autores, enquanto fazem um chamamento aos profissionais da disciplina: “Se fugirmos à responsabilidade de definir um foco deixaremos o posicionamento da marca nas mãos do destino”. Trajetória que credencia a proposta A metodologia apresentada é resultado de mais de seis décadas de experiência combinada dos autores no mercado de comunicação e branding. Ao longo de suas carreiras, Sabrina e Martin atuaram em posições estratégicas em grandes agências e projetos de construção e reposicionamento de marcas líderes, acumulando vivência em planejamento, desenvolvimento de conceito criativo e liderança de equipes multidisciplinares. Ela trabalhou na AlmapBBDO, WMcCann, Ogilvy, além de ter sua própria consultoria (People Shake); enquanto Martin liderou as operações da JWT, WMcCann, Edelman, Cheil e BCW. A fundação da Truths, em 2024, consolida essa trajetória em um modelo de consultoria voltado a simplificar e agilizar processos estratégicos, com foco em alinhamento interno e clareza de posicionamento. Apoio institucional do Grupo de Planejamento O lançamento do livro conta com apoio institucional do Grupo de Planejamento, entidade referência na formação e valorização do planejamento no Brasil. Para Amanda Agostini, presidente do GP, iniciativas como essa reforçam a importância da disciplina estratégica para o mercado: “O planejamento é a espinha dorsal da construção de marcas consistentes. Iniciativas como a da Truths contribuem para fortalecer o pensamento crítico e aprofundar a prática estratégica no Brasil, oferecendo ferramentas que ajudam profissionais a sair do óbvio e a construir relevância real.” A parceria com o GP também reforça o posicionamento do livro como uma contribuição estruturada à comunidade de planejamento, indo além de relatos de cases para propor métodos e reflexões aplicáveis. Amanda Agostini, que além de presidente do GP é CSO da Ampfy, também contribui, ao lado de outros expoentes do mercado, com a série de depoimentos que encerram a publicação. Além dela, são depoentes Cintia Gonçalves – Sócia da Suno United Creators / Fundadora da Wiz&Watcher Consultoria; Viviane Pepe – Digital Commerce & Marketing Senior Director The Estée Lauder Companies Inc; Ricardo Andrez – Diretor de Marketing, Produtos e CX da AZUL Linhas Aéreas; Maria Anita Martinez Ferreira, estrategista de marca e comunicação corporativa; e Eduardo Nasi, Diretor de Conteúdo da AlmapBBDO. Serviço Lançamento do livro “Qual é a sua verdade? – A corrida do ouro do planejamento de marca”Data: 18 de março de 2026Horário: a partir das 18h30Local: Livraria da Vila – Unidade Vila MadalenaApoio institucional: Grupo de PlanejamentoEditora: LabradorISBN: 978-65-5044-155-5

Prêmio Sicredi Comunicação em Rede está com inscrições abertas para jornalistas e criadores de conteúdo

A primeira edição do Prêmio Sicredi Comunicação em Rede, que irá reconhecer e premiar jornalistas e criadores de conteúdo que publicam materiais sobre o cooperativismo de crédito no país, está com inscrições abertas até 30 de junho. As matérias inscritas devem abordar exclusivamente a temática do cooperativismo de crédito no Brasil, evidenciando seus princípios, práticas e impactos no contexto nacional. As inscrições devem ser feitas pelo site www.sicredi.com.br/premio-comunicacao-em-rede. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com o fortalecimento do jornalismo brasileiro e com a produção de conteúdos qualificados e autênticos, capazes de evidenciar o impacto do cooperativismo de crédito na transformação de realidades, por meio da inclusão financeira, do desenvolvimento social e local e da cooperação entre pessoas. Com um total de R$220 mil em prêmios, o concurso está dividido em duas categorias principais: Jornalistas Profissionais (com subcategorias em texto, áudio e audiovisual, nos âmbitos nacional, regional e local) e Comunicadores em Rede (criadores de conteúdo digital com projetos multimídia). No total serão 11 contemplados com R$20 mil em prêmios, e os três finalistas de cada categoria, formato e abrangência participarão da votação popular pela internet. “O Prêmio Sicredi Comunicação em Rede simboliza nossa crença no papel transformador do cooperativismo por meio da comunicação e no potencial do jornalismo em amplificar o conhecimento da sociedade sobre cooperativismo de crédito. Nossa intenção é incentivar profissionais e criadores de conteúdo a contar histórias que inspiram, conscientizam e fortalecem nossa identidade cooperativa”, afirma João Clark, superintendente de Marketing e Growth do Sicredi. Com mais essa iniciativa, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em todo o Brasil e mais de 9,5 milhões de associados, projeta ampliar significativamente o alcance e a visibilidade do prêmio. Até o momento, mais de 250 trabalhos já foram inscritos, e a instituição estima que, até o encerramento do período de inscrições, o total chegue a cerca de 300 produções registradas. O Prêmio faz parte do movimento da marca em alusão ao Ano Internacional das Cooperativas (2025), instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). Podem se inscrever no Prêmio Sicredi Comunicação em Rede: Jornalistas profissionais: autores de matérias publicadas em veículos da imprensa brasileira, em língua portuguesa, entre 07 de outubro de 2025 a 30 de junho de 2026. Serão aceitos conteúdos nos formatos texto, áudio e audiovisual, veiculados em meios impressos, digitais, rádio ou televisão. Comunicadores em rede (criadores de conteúdo digital): autores de conteúdos originais sobre cooperativismo de crédito, publicados em blogs, mídias sociais, podcasts, serviços de streaming ou outras plataformas digitais, desde que em língua portuguesa, com link público. Como requisito, o participante deve possuir um mínimo de 5.000 seguidores em pelo menos um único perfil de rede social. Todos os participantes devem ser pessoas físicas, maiores de 18 anos, domiciliados no Brasil, com cadastro regular no CPF. Os materiais inscritos serão avaliados a partir de critérios como: técnico (qualidade da produção, apuração jornalística, inovação); impacto (relevância social, alcance, influência) e criatividade (originalidade, engajamento).

Eficiência de dados é divisor de águas para o ROI no Mês do Consumidor, afirma o CBO da Nava

O Mês do Consumidor consolidou-se como o primeiro grande teste de estresse do varejo no ano. No entanto, em um cenário de compressão de margens e do custo de aquisição de clientes (CAC) ascendente, a disputa apenas por preço tornou-se uma estratégia insustentável. Segundo o Estudo Opinion Box/Neogrid, 33,5% dos consumidores dão mais peso para a experiência do que para a oferta como pilar principal para se fidelizar a uma marca.  Para a Nava, consultoria de soluções de tecnologia, o desafio das marcas em 2026 é a integridade da jornada digital, já que a maturidade digital no varejo migrou da digitalização para a antecipação. Por meio da GH Brandtech, parte integrante do ecossistema da Nava, a companhia identifica que a desconexão entre o marketing e a criatividade da engenharia de dados é o principal dreno de faturamento nas datas sazonais.  A Nava destaca quatro pilares onde a tecnologia aplicada dita o sucesso financeiro da operação: “O diferencial competitivo reside na capacidade de eliminar as fricções invisíveis na jornada do usuário. Quando os dados orientam a criatividade em tempo real, as campanhas se tornam precisas. É essa integração que permite às empresas escalarem com sustentabilidade, transformando o volume de tráfego do Dia do Consumidor em LTV (Lifetime Value) real”, afirma Hansel.

Brasil no Oscar sinaliza amadurecimento da indústria criativa e reforça atratividade do setor para investidores

O destaque recente do Brasil no Oscar, com produções nacionais conquistando indicações consecutivas e espaço entre os principais prêmios da indústria cinematográfica, aprofundam um movimento que já vinha se desenhando no mercado e passam a produzir efeitos que vão além da visibilidade cultural. Para Matheus Barcelos Martins, advogado especializado em venture capital, private equity e estruturação de negócios, o momento sinaliza um estágio mais avançado de maturidade da indústria criativa brasileira, reforçando a atratividade do audiovisual como classe de ativo dentro da economia criativa. Dados do governo federal mostram que o audiovisual brasileiro registrou 3.981 obras em 2025, número recorde de produção, além de R$ 1,41 bilhão em recursos públicos destinados ao fomento do setor, segundo o Ministério da Cultura/Ancine. Já um estudo da Oxford Economics aponta que a indústria audiovisual contribuiu com R$ 70,2 bilhões para o PIB brasileiro em 2024 e gerou mais de 600 mil empregos diretos e indiretos. Fundador da Barcelos Martins Advogados, boutique jurídica que já assessorou mais de R$ 2 bilhões em transações envolvendo startups e empresas em expansão, o especialista acompanha de perto a profissionalização de setores intensivos em propriedade intelectual. Segundo ele, o reconhecimento internacional funciona como um catalisador para negócios que já vinham se estruturando nos bastidores. “Quando um país passa a ter presença recorrente em premiações globais, o mercado começa a enxergar aquele setor não apenas como expressão cultural, mas como uma indústria com capacidade de gerar receita, escalar e atrair capital”, afirma. Na avaliação do advogado, esse cenário reforça o apetite de investidores por negócios ligados à cadeia do audiovisual, como produtoras, estúdios, plataformas de conteúdo e empresas detentoras de catálogos e direitos autorais. “O ativo central desse mercado é a propriedade intelectual, e ela precisa estar bem estruturada do ponto de vista societário, contratual e de governança para se tornar realmente atrativa a fundos e compradores estratégicos”, explica. Matheus acrescenta que o avanço do setor tende a estimular operações de fusão e aquisição, rodadas de investimento e parcerias internacionais, desde que as empresas estejam preparadas. “O Brasil começa a entrar em um estágio em que criatividade e capital se encontram, e quem se organizar primeiro, com estrutura jurídica sólida e visão de longo prazo, vai capturar mais valor desse movimento”, conclui.

Como lojas pop-up organizam vendas temporárias — e integram físico e digital

Montar uma loja do zero em poucos dias, integrar estoque físico e digital, treinar equipe para um sistema novo e ainda garantir agilidade no atendimento durante um evento de alto tráfego. Esse é o desafio enfrentado por marcas que apostam em pop-up stores, flagships temporárias e lojas conceito como canal de relacionamento com o consumidor. A FILA encontrou uma resposta para esse problema no Rio Open 2026. Durante os nove dias do torneio, a marca operou sua loja oficial no evento com um sistema de gestão 100% em nuvem — o Myrp Enterprise — que permitiu abrir caixas, controlar estoque e registrar vendas em tempo real sem instalar nenhum programa nas máquinas. Bastou acessar pela internet. Velocidade de montagem, sem abrir mão do controle A principal vantagem de sistemas baseados em nuvem para operações temporárias é justamente a ausência de infraestrutura pesada. Não há necessidade de servidores locais, instalações complexas ou técnicos no local. A operação da FILA foi estruturada rapidamente e funcionou de forma estável mesmo nos horários de maior movimento do torneio, reduzindo filas e acelerando o atendimento. “Estar presente no evento vai muito além da visibilidade: é sobre construir relacionamento com o consumidor e fortalecer nossa autoridade na categoria”, afirma Adriana Negrão Magalhães David, Head de Marketing da FILA Brasil. Os resultados reforçam a estratégia: produtos do segmento feminino cresceram 11% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto os lançamentos masculinos superaram 25% de crescimento na comparação com o ano anterior. Prateleira infinita: o físico vende o que não tem em estoque Outro desafio clássico das lojas temporárias é o estoque limitado. Com espaço reduzido e mix enxuto, é comum o consumidor não encontrar o produto que procura — e a venda se perder. A integração entre físico e digital do Myrp Enterprise resolveu com o conceito de “prateleira infinita”: o consumidor que não encontrava um item disponível na loja do Rio Open podia comprá-lo ali mesmo e optar pela entrega em casa.  Tibério César Valcanaia, diretor técnico e comercial do Myrp, explica que a proposta é exatamente essa: simplificar a operação do varejo em formatos temporários — pop-up stores, flagships e lojas conceito. “Ter uma solução que conecta perfeitamente a loja física e os canais digitais hoje significa oferecer uma experiência de compra contínua. O consumidor moderno já não vê fronteira entre o que é online ou presencial — ele quer conveniência, velocidade e transparência em qualquer ponto de contato. Isso melhora significativamente a experiência de compra e reduz interrupções nas vendas”, afirma. A FILA já adota esse modelo em outras iniciativas além do Rio Open, como a Maratona FILA e a House of Racer.

Levi’s®️ apresenta nova coleção Grunge

Com o retorno da estética grunge na moda global, a Levi’s®️ apresenta sua nova coleção Grunge, com estilo naturalmente cool, que marca o encontro da rebeldia com a sofisticação. Reconhecido pela energia de suas performances, Lucas Silveira, da banda Fresno, traz a atitude e a essência do grunge para o universo Levi’s®️ no Brasil, aproximando o lado musical do movimento à moda. As peças estão disponíveis no site e em lojas selecionadas. Inspirada na cultura grunge dos anos 1990, mas com uma abordagem de camadas limpas e refinadas, a marca apresenta a estética como destaque da coleção Primavera/Verão 2026. As peças unem o clássico e despojado, e foram desenvolvidas com foco no styling e proporções, resultando em composições que transmitem naturalidade de maneira cuidadosamente planejadas. Com sobreposições de tons de azul, leves desgastes e barras desfiadas, cada item carrega um ar vivido, sem perder o viés premium. A estética combina de forma fluida silhuetas amplas e lavadas com detalhes limpos e precisos. “O grunge é um estilo que nasce da música, da liberdade de se expressar e de se conectar com quem você realmente é. Participar da campanha da Levi’s®️ é trazer essa energia para a moda, mostrando que o espírito grunge pode ser contemporâneo, sofisticado e cheio de atitude”, afirma Lucas Silveira, vocalista da Fresno. Para o público masculino, a coleção traz opções inspiradas no grunge com foco em versatilidade, como a calça 578™️ Baggy, com acabamentos grunge, e 568™️ Stay Loose, que mantêm tons intencionalmente remetentes aos anos 1990, com efeitos autênticos de desgaste e conforto casual. A linha ganha mais força com a camisa Jackson Worker, pensada para facilitar as composições. Modelos como a Authentic Button Down, Simone Long Bubble Parka e Red Tab Vintage Tee oferecem opções versáteis de sobreposição e sustentam qualquer look grunge.  Para o público feminino, a estética que mistura grunge e preppy é traduzida em silhuetas como Loose Boot, oferecendo diferentes proporções para estilos variados. O destaque fica com o top Supersoft Crewneck Cardigan que traz uma abordagem de estéticas contrastantes que funcionam perfeitamente. O shooting com cantor é criação e produção da POIU Studios, administrado por Guilherme Zibetti e Beto Cardoso, a coleção entrega um portfólio versátil que mistura harmonia, contraste e sobreposições, fazendo de cada peça um complemento marcante para os guarda-roupas cheios de atitude. A coleção já está disponível no site www.levi.com, no aplicativo Levi’s®️ e em lojas Levi’s®️ selecionadas.

Lollapalooza 2026: Casal Garcia aposta em novidades para o festival

Líder em vinhos portugueses no Brasil, Casal Garcia consolida a parceria com o Lollapalooza Brasil e retorna ao festival em 2026. Pioneira na conexão entre vinho e música há mais de 15 anos, quando estreou no festival NOS Alive (Portugal), a presença de Casal Garcia em festivais de grande dimensão reforça a forte ligação emocional da marca com o seu público, em contextos de consumo alinhados com estilos de vida contemporâneos.   Depois do sucesso alcançado na edição passada, Casal Garcia volta ao Autódromo de Interlagos com os vinhos Casal Garcia Branco, Rosé e Tinto, reconhecidos pela sua leveza e frescor, e a linha Casal Garcia Fruitzy, nos sabores Morango e Maracujá — uma combinação de vinho e frutas com baixo teor alcoólico que foca na refrescância e atende aos novos hábitos de consumo do público jovem.  Com uma maior área de ativação este ano, a estratégia, pensada para momentos de descontração ao ar livre, prioriza a conveniência, garantindo que os rótulos estejam presentes tanto no gramado, com 10 carrinhos, circulando pelo recinto, e um bar da marca com 25 m2, onde os festivaleiros poderão personalizar a sua taça, quanto nos espaços Lolla Lounge e Lolla Comfort.  Segundo Isabel Barbosa, Senior Brand Manager de Casal Garcia, é no território da música que a marca constrói sua maior ligação emocional:  “A escolha do Lollapalooza Brasil está alinhada com a nossa visão de reforçar a aproximação ao consumidor brasileiro. A música tem sido o território por excelência de ligação emocional para a marca, e estar presente num dos maiores festivais do mundo permite-nos reforçar essa conexão privilegiada com o nosso público. Mais do que gerar visibilidade e promover a experimentação de novidades, estes eventos são catalisadores de memórias partilhadas com Alegria, das quais Casal Garcia faz, frequentemente, parte. Os festivais são recordados como momentos únicos, durante os quais se concretizam sonhos de ver artistas ao vivo, nascem amizades, se criam histórias inesquecíveis entre amigos. Casal Garcia, como marca da Alegria, tem o privilégio de fazer parte destas memórias”.  Os rótulos Casal Garcia podem ser encontrados nas principais lojas do Brasil e no e-commerce TodoVino, da Interfood, importadora exclusiva da marca no país, com preços a partir de R$ 77,28 para a garrafa de 750 ml. Após impactar mais de 10 milhões de pessoas através das redes sociais, na última edição do Lollapalooza Brasil, Casal Garcia continuará a proporcionar momentos únicos de partilha e descontração na edição deste ano, sob o mote que sempre a guia: Haja Alegria

Shiva levanta US$ 10 milhões com Monashees para ajudar empreendedores construírem produtos globais usando IA

A Shiva, comunidade criada para ajudar  empreendedores de tecnologia a criar produtos globais usando IA, acaba de levantar US$ 10 milhões em uma rodada pré-seed liderada pela Monashees e com a participação da Endeavor Catalyst. O aporte é o maior investimento já reportado nesse estágio na América Latina e marca o lançamento oficial da operação da empresa no Brasil, com ambição global desde o primeiro ciclo, e será alocado para financiar empreendedores por meio de bolsas mensais, apoiar o uso intensivo de ferramentas de IA e infraestrutura de nuvem, e dar acesso a mentorias de desenvolvimento, produto e negócios. Fundada por Lucas Marques, sócio e ex-COO da Méliuz e fundador da ONG Programadores do Amanhã, iniciativa voltada à formação e inclusão de jovens de baixa renda em tecnologia, a Shiva chega ao mercado a partir da tese que um novo tipo de startup vai surgir por conta da revolução tecnológica causada pela IA. A proposta parte da constatação de que a queda acelerada de custo e tempo para a construção de softwares por conta da inteligência artificial está dando origem às chamadas Stars (nova categoria de empresas de tech com times de no máximo três pessoas, construindo produtos globais, de nicho e alta margem, com IA no centro do modelo operacional). Nesse contexto, a Shiva, que opera de forma alinhada à tese que defende e mantém uma estrutura fixa mínima atualmente (com Lucas Marques como único membro permanente), atua em uma camada anterior ao venture capital tradicional, oferecendo apoio por meio de bolsas mensais a empreendedores brasileiros que desenvolvem soluções globais de software a partir do uso intensivo de IA.  “A inteligência artificial mudou radicalmente a equação de custo, tempo e complexidade para construir software. O modelo tradicional de venture capital, focado em poucos unicórnios altamente capitalizados, não captura bem essa nova geração de negócios já concebidos para operar em múltiplas línguas e moedas, com estruturas enxutas, alta eficiência operacional e potencial de rentabilidade frequentemente fora do radar do modelo convencional de VC. São empresas menores em capital, mas extremamente eficientes e rentáveis”, explica Lucas Marques, fundador da Shiva. O pioneirismo está na combinação de investimento, mentoria e comunidade em um desenho próprio. Isso porque o apoio financeiro ocorre por meio de bolsas mensais, concedidas por até 12 meses em troca de participação acionária, e diluição ajustada ao perfil desse novo tipo de empresa. Além disso, a Shiva oferece também orientação em decisões estratégicas pouco exploradas no debate público, como cap table, estrutura societária, instrumentos financeiros e escolhas operacionais críticas, mantendo uma comunidade ativa de founders voltada à troca prática sobre uso de IA, workflows, automações e ganhos de produtividade. O modelo foi desenhado para atender empreendedores de diferentes origens e trajetórias. Entre os perfis estão desde desenvolvedores que começaram a empreender em contextos desfavoráveis, como baixa renda e acesso limitado a capital, até profissionais seniores altamente capacitados que iniciam seus primeiros projetos autorais sem depender de grandes cheques iniciais. “A redução do custo de construir software abre uma janela inédita de democratização do empreendedorismo. Nosso papel é organizar esse movimento, dar suporte financeiro e intelectual e criar um ambiente onde esses fundadores consigam transformar produtos nichados em negócios globais sustentáveis antes mesmo de alcançarem o seed”, diz o fundador. Apesar das diferenças, a Shiva se posiciona como uma camada complementar ao venture capital tradicional, atuando antes do seed para formar uma nova geração de fundadores. A ideia é que parte desses empreendedores deve seguir para rodadas maiores com fundos institucionais; enquanto outra parte tende a construir negócios independentes, altamente rentáveis e sem necessidade de futuras rodadas de investimento.  “Com IA,  a lógica de risco e retorno mudou completamente. Um negócio enxuto, vendido por US$ 20 ou 30 milhões, ou que gere caixa de forma recorrente, pode ser um ativo extremamente atrativo. Aquele velho conceito de que as empresas ‘ou dão muito certo ou morrem’ deixa de ser a única opção”, afirma Marques. Expectativas e próximos passos Mais do que um novo veículo de investimento, a Shiva se propõe a organizar e dar escala a um movimento que já vinha se formando de maneira fragmentada no ecossistema global,o de empreendedores capazes de criar produtos globais de tecnologia com poucos recursos, pouca gente e alto grau de retorno. Ao estruturar capital, conhecimento e comunidade em torno dessa nova realidade, a empresa busca transformar um fenômeno disperso em uma camada consistente de formação de negócios e fundadores na era da inteligência artificial. O Brasil é o ponto de partida inicial pela densidade de desenvolvedores com vontade de empreender e pelo crescimento de comunidades de builders solo de IA, mas a expectativa da Shiva é impactar o mercado em escala global, ao financiar cerca de 100 empresas, mirando um retorno médio estimado de 10 vezes sobre o capital investido em cada star. “Unicórnios continuarão existindo, mas eles não serão o único símbolo de sucesso. A próxima onda de criação de riqueza em tecnologia pode vir de centenas de empresas enxutas, eficientes e profundamente conectadas aos seus usuários”, conclui.

Beez.ag estreia como patrocinadora do CMO Summit e leva criatividade para o maior encontro de líderes de marketing

A Beez.ag, agência especializada em eventos corporativos, ativações e campanhas de engajamento, com mais de 15 anos de atuação no mercado, patrocina pela primeira vez o CMO Summit, encontro que reúne CMOs, vice-presidentes e lideranças de marketing nos dias 25 e 26 de março de 2026. Fundada com o objetivo de transformar interações em conexões de alto impacto, a Beez.ag consolidou sua atuação no mercado como uma agência especializada no desenvolvimento de soluções criativas e estratégicas para grandes marcas. Com uma abordagem que integra planejamento minucioso, execução impecável e uma abordagem jovem e inovadora, que traduz o DNA da empresa, desenvolve projetos capazes de gerar engajamento, fortalecer o relacionamento entre marcas e públicos e produzir resultados consistentes em diferentes frentes de comunicação. Para Ednei Arras, sócio e diretor de produção da Beez.ag, participar do CMO Summit é um marco para a história da agência. “Ao levar o olhar de uma agência de eventos para esse encontro de lideranças de marketing, nosso posicionamento é claro: somos parceiros estratégicos que entregam soluções criativas e de alto impacto, capazes de transformar momentos em experiências que fortalecem marcas e geram conexões reais.” Trazendo a nostalgia dos anos 1990 e 2000, a Beez.ag aposta em uma ativação que desperta lembranças afetivas no coração dos brasileiros: os picolés premiados, que marcaram gerações e se tornaram ícones de muitos verões.. Ao resgatar essa memória coletiva, a agência transforma um gesto simples em engajamento, conectando emoção e estratégia em um dos maiores encontros de lideranças de marketing do país. Os brindes preparados pela Beez.ag incluem bonés e pares de meias exclusivas, reforçando a ideia de que os participantes levarão para casa não apenas um presente, mas uma lembrança afetiva recriada no evento. A agência também marcará presença no CMO Lounge, espaço reservado para speakers e convidados, com um carrinho estilizado de picolés que promete proporcionar uma pausa saborosa e descontraída, transformando o momento de networking em vivência memorável. “A ativação dos palitinhos premiados é um convite ao público para despertar memórias afetivas e transformar um gesto simples em uma experiência marcante no ambiente corporativo. Ao unir a nostalgia, criamos uma solução criativa,  onde cada detalhe, desde da criação à execução, é lembrado não apenas como um brinde, mas como uma ação que conecta emoção e estratégia, como ferramenta de engajamento e construção de valor para as marcas”.  destaca Renato Silva, sócio e diretor da Beez.ag

Brasil consolida protagonismo no Oscar e reforça força do ‘brand país’, avalia especialista

O cinema brasileiro vive um de seus momentos mais emblemáticos no cenário internacional, com o filme “O Agente Secreto” conquistando quatro indicações ao Oscar, incluindo Melhor Ator para Wagner Moura, um ano após “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, ter sido indicado à principal premiação da indústria e vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional.  O movimento, que também inclui vitórias recentes no Globo de Ouro e reconhecimento a atores brasileiros em categorias inéditas, ocorre em um contexto de expansão do setor: apenas em 2025, o audiovisual nacional registrou quase 4 mil obras produzidas e recebeu mais de R$ 1,4 bilhão em recursos públicos, além de movimentar mais de R$ 70 bilhões no PIB e gerar cerca de 600 mil empregos diretos e indiretos. Para Eduardo Schuler, CEO da Smart Consultoria, empresa especializada em estratégias de growth, marketing e dados, esse conjunto de fatores reforça o fortalecimento da marca Brasil no exterior e abre novas frentes de crescimento para empresas de diferentes segmentos. Na avaliação do executivo, o reconhecimento consecutivo em premiações de alto prestígio sinaliza que o país deixou de ser visto como exceção pontual no circuito internacional e passou a ocupar um espaço mais consistente na indústria criativa global. Segundo Eduardo Schuler, “quando um país consegue manter presença contínua em premiações como o Oscar, ele não exporta apenas filmes, mas também reputação, narrativa e valor simbólico. Isso impacta diretamente a forma como marcas brasileiras são percebidas lá fora”, afirma. Além do aspecto cultural, Schuler ressalta que a economia criativa vem ganhando peso real nas engrenagens econômicas do país. O crescimento da produção audiovisual, a retomada do público nos cinemas e o aumento das exportações de serviços ligados ao setor indicam um ambiente mais maduro para negócios, parcerias e investimentos. “Existe uma conexão direta entre cultura forte e ambiente de negócios saudável. Países que conseguem projetar sua criatividade ganham vantagem competitiva em diversas frentes, do turismo à atração de capital”, destaca. Para o especialista, marcas brasileiras que souberem se conectar a esse momento de forma autêntica tendem a ampliar sua relevância e diferenciação. “Não se trata de oportunismo, mas de entender o contexto e construir narrativas alinhadas a valores como criatividade, diversidade e capacidade de inovação. O Brasil está mostrando isso ao mundo, e as empresas podem, e devem, incorporar esse posicionamento em suas estratégias”, conclui.

Inteligência Artificial nas empresas: centralizar a IA em um Chief AI Officer pode limitar inovação, diz CEO global da Boyden

A rápida adoção da inteligência artificial nas empresas tem impulsionado a criação de novas funções como um todo, incluindo as executivas – entre elas a de Chief AI Officer (CAIO). O cargo é uma resposta à pressão por acelerar estratégias de transformação digital e capturar valor econômico da IA generativa. Mas centralizar essa agenda em uma única liderança pode ser um erro estratégico para as corporações. Segundo Chad Hesters, presidente e CEO global da Boyden, consultoria internacional de liderança e executive search, tratar a inteligência artificial como responsabilidade de um único executivo pode limitar a inovação dentro dessas organizações. “A IA é uma capacidade transversal. Ela transforma processos, tomada de decisão e criação de valor em praticamente todas as áreas da empresa”, afirma Hesters. Ele completa: “quando a tecnologia fica concentrada em um único executivo, existe o risco de criar um novo silo organizacional, exatamente o oposto do que a transformação digital exige.” Investimento em IA cresce, mas retorno ainda é desafio O debate ocorre em um momento de forte expansão dos investimentos corporativos em inteligência artificial. A consultoria IDC projeta que a tecnologia poderá gerar US$ 19,9 trilhões em impacto econômico global até 2030, o equivalente a cerca de 3,5% do PIB mundial naquele ano. Apesar desse crescimento, transformar investimentos em resultados concretos ainda é um desafio para muitos negócios. Pesquisa global da McKinsey mostra que 92% das organizações pretendem aumentar investimentos em IA nos próximos três anos, mas apenas 1% afirma ter maturidade suficiente para capturar valor em escala com a tecnologia.  Para Hesters, essa diferença entre investimento e retorno muitas vezes está ligada à forma como a tecnologia é integrada à estratégia corporativa. “Muitas organizações tratam a IA como um projeto de tecnologia, quando na verdade ela exige transformação operacional. Sem mudanças em processos, capacitação, dados e cultura organizacional, a tecnologia dificilmente gera impacto real no negócio”, explica. O risco dos projetos que não chegam à escala Outro sinal dessa dificuldade aparece no ciclo de vida das iniciativas de inteligência artificial. O Gartner estima que pelo menos 30% dos projetos de IA generativa serão abandonados após a fase de prova de conceito até o fim de 2025, devido a fatores como qualidade insuficiente de dados, custos elevados e falta de integração com processos de negócio. Segundo Hesters, a centralização excessiva da agenda de IA pode contribuir para esse cenário. Quando a tecnologia fica concentrada em uma área específica ou em um “czar tecnológico”, iniciativas tendem a priorizar demonstrações técnicas em vez de resolver problemas operacionais concretos.  “O resultado costuma ser uma sequência de pilotos promissores que não conseguem escalar dentro da organização”, conclui. Governança distribuída ganha espaço nas empresas Como alternativa, Hesters defende um modelo de governança distribuída da inteligência artificial, no qual diferentes áreas da empresa compartilham responsabilidade pela adoção da tecnologia. Nesse modelo, áreas como CIO ou CTO lideram infraestrutura, arquitetura de dados, segurança e diretrizes de uso responsável da IA. Ao mesmo tempo, as unidades de negócio assumem protagonismo na identificação e implementação de aplicações práticas, focadas em produtividade, automação e melhoria da tomada de decisão. Esse modelo reflete uma mudança mais ampla na forma como as empresas estão estruturando suas estratégias de inteligência artificial. Segundo estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), 26% das organizações já possuem um Chief AI Officer, mas a tendência crescente é combinar essa função com estruturas colaborativas que envolvem múltiplas áreas da companhia. Valor econômico depende de adoção ampla Estudos também indicam que o potencial econômico da inteligência artificial depende diretamente da adoção disseminada da tecnologia dentro das empresas. Relatório da McKinsey estima que a IA generativa pode adicionar entre US$ 2,6 trilhões e US$ 4,4 trilhões por ano à economia global, especialmente em áreas como engenharia de software, marketing, operações e atendimento ao cliente.  Na avaliação de Hesters, capturar esse valor exige mais do que criar novas posições executivas. “A gestão da inteligência artificial envolve muito mais do que tecnologia. Ela exige colaboração entre estratégia, tecnologia, jurídico, compliance, dados e recursos humanos”, afirma. Ou seja, a empresa que realmente vai capturar valor com IA é aquela que distribui a capacidade de inovar por toda a organização.

bebot digital é única empresa de OOH selecionada para receber aporte do recém-criado fundo M&M Ventures 

é uma das quatro primeiras empresas do mercado brasileiro escolhidas pelo recém-criado M&M Ventures, fundo de investimentos no modelo media for equity com foco em startups que utilizam tecnologia e inteligência artificial (IA) para transformar as indústrias de marketing e comunicação. A iniciativa é do Grupo Meio & Mensagem e tem a 4Equity Media Ventures como gestora. E a única empresa do segmento de Out-Of-Home contemplada com fundos dessa venture capital. Maior plataforma de gestão e métricas de campanhas OOH do Brasil, a bebot é uma martech com plataforma de gestão e exchange de digital out-of-home (DOOH). Trabalha com métricas exclusivas que utilizam a IA e modelagem estatística que permitem aos anunciantes a gestão completa de seus investimentos, além de insights de negócios.  “Estamos entusiasmados com a parceria da bebot digital com a 4Equity Media Ventures e o Meio & Mensagem. Sermos selecionados entre as primeiras martechs do fundo reforça nossa proposta de irmos muito além do OOH tradicional, combinando tecnologia, Inteligência Artificial e dados proprietários para aumentar a eficácia das campanhas de nossos clientes. Fazer parte desse ecossistema tão relevante para a indústria certamente fortalecerá ainda mais a trajetória de crescimento da bebot” afirma Violeta Noya, CEO e sócia da empresa. Lançada em 2021, a bebot digital nasceu como a primeira plataforma full stack dedicada ao ecossistema de DOOH no Brasil. Hoje conecta mais de 80 mil telas e 150 mil pontos de interesse mapeados em mais de 750 cidades, incluindo todas as capitais, por meio de um sistema proprietário de geomobilidade e inteligência territorial. Com sua tecnologia especializada, a empresa permite que anunciantes e agências planejem e ativem campanhas nos diferentes territórios e momentos de maior impacto em cada local, com métricas que fortalecem a tomada de decisões em relação ao que é exibido. A plataforma possibilita alcançar cerca de 13 milhões de pessoas por dia apenas no OOH, potencializando essas campanhas para outras etapas do funil. Com esse perfil dá para entender por que motivos o fundo de investimentos M&M Ventures escolheu a bebot digital entre as primeiras empresas do mercado a receberem aportes dessa venture capital. O OOH, universo de atuação da bebot, é hoje a terceira maior mídia do Brasil, com investimentos de R$ 3,51 bilhões (12,1% do total), segundo dados do painel Cenp-Meios, que consolida dados reais de investimento publicitário em mídia enviados por agências brasileiras, que apontou um total de R$ 28,9 bilhões em todas as mídias. Fica atrás apenas da internet (R$ 11,74 bilhões/40,6% do total) e da televisão aberta (R$ 9,70 bilhões/33,6% do total).  “A entrada da 4equity na bebot digital reforça um movimento que o próprio mercado já vem percebendo nos últimos anos: a bebot se consolidou como muito mais do que uma plataforma de compra programática de mídia. Construímos uma martech orientada por dados, capaz de apoiar marcas e parceiros em todas as etapas, do planejamento estratégico à mensuração de resultados no território urbano. Esse investimento acelera nossa capacidade de seguir desenvolvendo tecnologia, inteligência e métricas que ajudam a tornar o ecossistema de OOH cada vez mais eficiente, transparente e conectado às jornadas reais das pessoas” diz Anderson Santos, sócio e COO da bebot. Segundo Anderson, as previsões são de que o OOH supere os R$ 4,5 bilhões em investimentos em 2026, sendo que o pDOOH (programatica digtal out of home) cresceu 60% ao ano nos últimos três anos, movido pela integração de Retail Media, expansão em cidades além das capitais e a aceleração da digitalização dos pontos de exibição.

Lindt aposta na intensidade do Ovo Chocolate Dark com Frutas Vermelhas

A Lindt, marca suíça de chocolates premium, anuncia seu portfólio de Páscoa unindo tradição, inovação e a excelência do chocolate suíço em uma seleção desenvolvida para transformar o ato de presentear em uma experiência memorável. Entre os lançamentos, o Ovo Dark Amêndoas e Frutas Vermelhas (220g – R$ 179,99) combina o chocolate amargo Lindt com pedaços de amêndoas e o toque delicado das frutas vermelhas, equilibrando intensidade e notas levemente frutadas em uma proposta elegante e o Ovo Dark (220g – R$ 149,99) que destaca a profundidade do cacau, atendendo consumidores que valorizam sabores mais intensos e marcantes, uma escolha assertiva para os apreciadores de chocolate amargo Na linha super premium, a marca destaca o Ovo Lindt Trufado (500g – R$ 299,99), campeão de vendas, em uma releitura com nova embalagem e gramatura, preservando seu tradicional recheio trufado e cremoso. O portfólio também marca o retorno do Ovo Pistacchio Crocante (300g – R$ 299,99), sucesso na Páscoa 2025, que traz o kadaif, massa de fios delicados típica da confeitaria do Oriente Médio, unindo à crocância do pistache, reforçando o olhar da marca para as preferências e tendências que conquistam seu público. A tradicional linha LINDOR segue como protagonista da Páscoa, com opções já consagradas, como o Ovo Lindt LINDOR ao Leite (260g – R$ 159,99), com trufas ao leite; o Ovo Lindt LINDOR Branco (260g – R$ 159,99), com trufas nos sabores chocolate branco, stracciatella e morango; e o Ovo Lindt LINDOR Sortido (260g – R$ 159,99), que reúne trufas ao leite, dark e avelã. “A Páscoa é um momento especial, quando reunimos quem amamos e criamos memórias que atravessam gerações. Acreditamos que o chocolate tem o poder de transformar encontros em experiências inesquecíveis. Para 2026, preparamos um portfólio que combina inovação com o nosso compromisso com excelência e sofisticação – atributos que definem a Lindt. Queremos que cada presente desta Páscoa carregue não apenas sabor, mas também conexão”, afirma Walter Angst, CEO da Lindt Brasil. Para encantar as crianças nesta Páscoa, a Lindt apresenta opções pensadas para tornar a celebração ainda mais especial. Entre elas estão o Kit Gold Bunny Encantado (50g – R$ 79,99), que traz o clássico coelho dourado ao leite acompanhado por uma tiara de coelhinho, e a Caça às Delícias de Páscoa (170g – R$ 99,99), que combina mini ovinhos LINDOR ao leite com o icônico Gold Bunny e inclui instruções para a tradicional caça aos ovos, estimulando momentos de diversão e conexão em família. A marca lança ainda a Cestinha Mini Ovinhos LINDOR ao Leite (112g – R$ 59,99), com embalagem pensada para presentear e surpreender os pequenos. O Gold Bunny, no entanto, vai além do universo infantil. Ícone da Páscoa Lindt, o coelho dourado conquista diferentes gerações e segue como um dos produtos mais aguardados da temporada. Neste ano, ganha um novo sabor Chocolate Branco com Morango (100g – R$ 64,99), e retorna em diferentes tamanhos, de 10g a 200g, nas versões ao leite, branco, avelã e amargo, reafirmando seu papel como símbolo da data e escolha certeira para presentear. Os lançamentos e os demais produtos do portfólio de Natal podem ser encontrados no e-commerce e nas lojas físicas da marca em São Paulo, São Caetano do Sul, Santo André, São Bernardo do Campo, Barueri, Mogi das Cruzes, São Roque, Jundiaí, Campinas, São José dos Campos, Sorocaba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Piracicaba, Santos, Rio de Janeiro, Niterói, Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá, Porto Alegre, Florianópolis, Balneário Camboriú, Joinville, Belo Horizonte, Uberlândia, Brasília, Goiânia, Campo Grande, Cuiabá, Salvador, São Luís, Recife, Natal, Fortaleza, João Pessoa e Belém.

Appel Home lança nova temporada de programa voltado para lojistas

A terceira temporada do Appel Expert, programa de treinamentos gratuito para lojistas e balconistas, promovido pela Appel Home, foi lançada nesta terça-feira, dia 10 de março. As aulas, ministradas por profissionais com anos de experiência no mercado de cama, mesa e banho, serão disponibilizadas no canal do YouTube da marca. O primeiro episódio já está disponível.  O projeto consiste em vídeos quinzenais, de curta duração (até cinco minutos), em que especialistas falam de temas que vão desde os cuidados com os produtos, até instruções sobre administração, vendas e marketing.  A temporada inicia com um especial de três episódios sobre a viagem que o presidente da empresa, Rafael Appel, o diretor de produto e marketing, Rafael Berwanger, e a gerente de produtos, Rubia Becker, fizeram para a feira Heimtextil, na Alemanha. O tema central serão as tendências que aparecem no mercado europeu.  O Appel Expert também conta com um Instagram, com conteúdos voltados para o trade marketing. Nele, os lojistas podem ter acesso a mais informações sobre a marca e os produtos, receber dicas e baixar conteúdos da Appel, otimizando a relação entre a marca e seus canais de distribuição.  “O nosso objetivo com o Appel Expert é estar cada vez mais próximos dos nossos lojistas. Por meio desses canais e projetos, conseguimos estabelecer um diálogo direto com eles, entender suas dores e atuar de forma mais assertiva. A intenção é apoiá-los em suas principais demandas, compartilhar conhecimento relevante para o dia a dia do negócio e fortalecer essa parceria, para que todos possam crescer juntos”, afirma o presidente da companhia, Rafael Appel. 

Sistema Ailos estreia campanha de larga escala com a GINGA e lança “Confia, vai ter volta”

A GINGA, agência de publicidade independente, anuncia a chegada do Sistema Ailos ao seu portfólio e o lançamento de uma campanha de larga escala do sistema de cooperativas. Com o conceito “Confia, vai ter volta“, a iniciativa reforça a presença do Sistema Ailos na região  Sul do país e marca um novo momento de construção de awareness e fortalecimento institucional da marca. “A campanha sintetiza o que está no centro do nosso modelo: cada decisão financeira feita na cooperativa retorna em forma de benefícios para o cooperado e para a comunidade. Estamos avançando no objetivo de ampliar o conhecimento da marca nas nossas praças e mostrar que o cooperativismo é uma escolha moderna, eficiente e orientada ao longo prazo”, afirma Rodrigo Dellagiustina, gerente de Marketing, Branding e Vendas da Central Ailos. O conceito “Confia, vai ter volta” parte da essência do cooperativismo, traduzindo confiança e escolhas financeiras inteligentes em retorno econômico e social para todo o ecossistema. A comunicação adota humor, leveza e elegância, destacando-se em um mercado saturado por ofertas padronizadas. A campanha foi estruturada com a metodologia UmDois, modelo de sprint exclusivo da GINGA que integra planejamento estratégico, criação e execução.  “A chegada do Sistema Ailos à GINGA é celebrada por uma sintonia profunda de valores, onde a visão colaborativa do cliente encontrou o match perfeito com a nossa metodologia UmDois. Esse trabalho traduz os valores de confiança e equilíbrio econômico-social que são vitais para o cliente. Estamos muito felizes com essa entrega e confiantes de que o sucesso dessa parceria, com certeza, vai ter volta”, afirma Thomas Rebergue, Chief Business Development Officer e sócio da GINGA. Do ponto de vista de negócios, a campanha reforça o posicionamento do Sistema Ailos como um ecossistema financeiro sólido, sustentável e orientado ao longo prazo. Com mais de 1,7 milhão de cooperados, mais de R$ 28 bilhões em ativos e mais de 330 postos de atendimento na região Sul e outras regiões do Brasil, o sistema de cooperativas consolida sua relevância no cenário nacional. De acordo com o executivo da Ginga, o projeto representa também um marco para a GINGA. “Estamos desenvolvendo uma estratégia 360º para um dos principais sistemas cooperativos do país, unindo profundidade estratégica e qualidade criativa, com atenção dedicada a cada entrega e total integração com o cliente”, afirma. Com início em 23 de fevereiro, a campanha tem como principais indicadores de sucesso o aumento do brand lift e awareness, além da ampliação da base de cooperados, consolidando o Sistema Ailos como uma opção financeira moderna e confiável para indivíduos e empresas nas praças estratégicas.

FutureBrand São Paulo leva 5 troféus no IF Design Award 2026

Cinco projetos da  FutureBrand São Paulo foram vencedores de categorias no IF Design Award 2026, uma das competições de design mais prestigiadas do mundo. Ao todo, foram mais de 11 mil projetos inscritos de 100 países diferentes. A agência foi destaque nas categorias Identidade Visual, desenvolvido para  Sertrading, que traduz solidez, eficiência e visão estratégica; produtos com a construção da marca Bemsei, que conecta saudabilidade e prazer de consumo;  rebranding e identidade visual, com o projeto de Papelito Brasil, trazendo transformação estratégica e visual para a marca; Report e identidade visual, com o estudo proprietário Tá Quente Brasil!; e embalagem, com Flying Horse PRIDE, que posiciona o produto como um ícone de expressão e inclusão dentro da categoria de bebidas energéticas. “Esse reconhecimento traduz a consistência estratégica e excelência criativa em diferentes contextos de marca e consolida a FutureBrand em design, mais uma vez. Esses projetos que são reconhecidos por sua qualidade e impacto, agora também recebem essa premiação internacional”, comemora Ewerton Mokarzel da FutureBrand.

Marca fitness inova e lança Simulador de Remo à Base de Ãgua com experiência imersiva

A Gallant amplia seu portfólio de equipamentos fitness e anuncia o lançamento do Simulador de Remo à Base de Água Gallant, uma solução que promete elevar o nível dos treinos residenciais e semi-comerciais. Inspirado na sensação real da remada ao ar livre, o equipamento utiliza resistência à base de água para proporcionar movimentos mais naturais, fluidos e progressivos, entregando uma experiência muito mais próxima do remo outdoor. O lançamento reforça o posicionamento da Gallant como uma marca que investe continuamente em tecnologia, inovação e performance, acompanhando o crescimento da tendência de academias residenciais e da busca por equipamentos mais completos para treinar em casa. Com design moderno e estrutura robusta, o novo simulador foi projetado para atender desde iniciantes até usuários mais avançados que buscam melhorar o condicionamento físico e a resistência cardiovascular. Um dos principais diferenciais do equipamento está na resistência realista à base de água, que responde automaticamente à força aplicada durante a remada. Quanto maior a intensidade do movimento, maior será a resistência gerada, criando um treino progressivo, silencioso e altamente eficiente. Esse sistema proporciona uma dinâmica mais natural do exercício, além de contribuir para uma experiência mais envolvente e confortável. O simulador também se destaca por oferecer treino completo de corpo inteiro, ativando simultaneamente braços, costas, pernas, glúteos e abdômen. Esse tipo de exercício favorece alto gasto calórico e fortalece diferentes grupos musculares em um único movimento, tornando o remo uma das atividades mais completas do universo fitness. Outro diferencial importante é a integração tecnológica. O equipamento possui conectividade Bluetooth e compatibilidade com aplicativos interativos como o Kinomap, permitindo acompanhar métricas de desempenho, participar de desafios virtuais e transformar o treino em uma experiência mais dinâmica e motivadora. O monitor digital multifuncional exibe dados como tempo, distância, velocidade, calorias, frequência cardíaca e ritmo de remadas, auxiliando no acompanhamento da evolução do usuário. Além da performance, o Simulador de Remo à Base de Água Gallant também foi desenvolvido para oferecer conforto e praticidade no dia a dia. O equipamento conta com ajuste de resistência por bomba elétrica, suporte para copo e rodinhas para transporte, facilitando a movimentação entre ambientes. A estrutura robusta suporta usuários de até 150 kg e é indicada para pessoas entre 1,40 m e 2,00 m de altura, garantindo segurança e versatilidade para diferentes perfis. Para o diretor comercial da Gallant, Diego Calabria, o lançamento representa mais um passo da marca na evolução dos equipamentos voltados ao treino residencial. “O simulador de remo à base de água representa um avanço importante no nosso portfólio. Queríamos entregar ao consumidor uma experiência de treino mais realista, completa e tecnológica. A Gallant tem investido constantemente em inovação para oferecer equipamentos que acompanhem o novo comportamento do consumidor, que busca cada vez mais performance e praticidade dentro de casa.” Com o lançamento do Simulador de Remo à Base de Água, a Gallant reforça sua estratégia de expandir soluções voltadas à home gym de alto desempenho, oferecendo equipamentos que combinam tecnologia, eficiência e experiência de treino cada vez mais próxima da prática esportiva real.

Mercado de inteligência artificial na América Latina pode ultrapassar US$ 500 bilhões até 2034; Brasil lidera expansão regional

O mercado de inteligência artificial (IA) na América Latina deve crescer cerca de US$ 40,5 bilhões em 2026, chegando aos US$ 504,7 bilhões até 2034. Os números extremamente positivos fazem parte de um relatório da Market Data Forecast, publicado neste trimestre, que aponta também uma taxa anual de crescimento (CAGR) de 37,1%. O avanço da inteligência artificial na região reflete uma aceleração da digitalização em diversos setores da economia. Empresas de diferentes portes estão adotando soluções baseadas em IA para automatizar operações, analisar grandes volumes de dados e personalizar experiências de clientes. Na prática, tecnologias desse tipo já são usadas por bancos para detectar fraudes em tempo real, por hospitais para apoiar diagnósticos médicos e por varejistas para prever demanda e otimizar estoques. De acordo com o relatório da Market Data Forecast, o mercado de IA na América Latina deve saltar de aproximadamente US$ 40,5 bilhões para cerca de US$ 504,7 bilhões até 2034, consolidando um dos ritmos de crescimento mais acelerados do setor tecnológico global. O Brasil aparece como principal motor dessa expansão, concentrando 38,2% da participação regional em 2024, com forte presença de aplicações em áreas como finanças, saúde e agricultura. Outro fator relevante para a expansão é o fortalecimento de políticas públicas e iniciativas voltadas ao desenvolvimento do ecossistema de inteligência artificial. Países latino-americanos, incluindo o Brasil, vêm implementando planos nacionais de IA que incentivam formação profissional, financiamento de pesquisa e parcerias com universidades. No caso brasileiro, a Estratégia Nacional de Inteligência Artificial (ENIA) contribuiu para a criação de centros de pesquisa, hubs acadêmicos e colaborações público-privadas. Para Fabio Tiepolo, CEO da Starya AI, empresa referência no setor, o crescimento projetado para a região reflete uma transformação estrutural na forma como empresas e governos utilizam tecnologia. “A inteligência artificial deixou de ser um experimento restrito a grandes empresas e passou a integrar o dia a dia de organizações de todos os portes. A combinação entre digitalização acelerada, disponibilidade de dados e avanço das ferramentas de IA cria um ambiente propício para ganhos de produtividade em praticamente todos os setores”, afirma. Segundo o executivo, o protagonismo do Brasil na região também está ligado ao tamanho do mercado interno e ao dinamismo do ecossistema de inovação. “O país reúne um conjunto relevante de fatores: grande base de consumidores, crescimento do número de startups de tecnologia, formação de talentos em ciência de dados e iniciativas públicas como a ENIA. Isso ajuda a explicar por que o Brasil se consolidou como o principal polo de desenvolvimento e adoção de IA na América Latina”, diz Tiepolo. Na avaliação do CEO da Starya AI, o impacto da inteligência artificial tende a se ampliar nos próximos anos, impulsionando novos modelos de negócio e transformações no mercado de trabalho. “A adoção de IA deve continuar avançando à medida que mais empresas busquem eficiência operacional e melhor uso de dados. Ao mesmo tempo, veremos uma demanda crescente por profissionais especializados em tecnologia, ciência de dados e desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial”, conclui.

CHICOOH+ lança projeto de mídia exterior com estratégias exclusivas para o setor do agronegócio brasileiro

A CHICOOH+, primeira trading desk de OOH e DOOH do Brasil, anuncia o lançamento do Agro Hotspot, projeto estratégico desenvolvido para ampliar a presença das marcas ao longo do ano nos principais eventos do agronegócio brasileiro. A iniciativa oferece uma plataforma de visibilidade contínua, apoiada em um inventário completo de mídia OOH e DOOH, que contempla diferentes formatos como outdoors, painéis rodoviários, abrigos de ônibus, relógios, bancas, painéis de LED e projetos especiais customizados.  O Agro Hotspot também integra estratégias omnichannel, conectando mídia exterior a soluções mobile. Nesse modelo, o OOH e DOOH deixam de atuar exclusivamente como impacto visual e passam a estabelecer conexões entre os ambientes físico e digital, ampliando a frequência de exposição, fortalecendo a lembrança de marca e potencializando oportunidades de engajamento. A iniciativa também inclui ativações em aeroportos, rodoviárias e ativos digitais e estáticos dentro das feiras, além de painéis localizados nos acessos aos eventos, com presença antes, durante e após as feiras específicas, permitindo que as marcas acompanhem toda a jornada do público, do deslocamento à experiência no evento. O projeto “Agro Hotspot” foi estruturado a partir do comportamento do público que se desloca de diferentes cidades e regiões do país para participar das feiras. Ao longo dessa jornada, milhares de pessoas percorrem rodovias de grande fluxo, utilizam aeroportos e rodoviárias e circulam por centros urbanos e polos comerciais, criando múltiplos pontos de contato entre marcas e consumidores. Entre os eventos contemplados no projeto Agro Hotspot estão a ExpoDireto Cotrijal (9 a 13 de março, em Não-Me-Toque – RS), a Tecnoshow Comigo (6 a 10 de abril, em Rio Verde – GO), a Agrishow (27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto – SP), a Fenagra (12 a 14 de maio, em São Paulo – SP), a AgroBrasília (19 a 23 de maio, em Brasília – DF), a Bahia Farm Show (8 a 13 de junho, em Luís Eduardo Magalhães – BA), a Agroleite (3 a 7 de agosto, em Castro – PR) e a Expointer (29 de agosto a 6 de setembro, em Esteio – RS). As feiras são reconhecidas como alguns dos maiores encontros do agronegócio no mundo, reunindo produtores rurais, empresários, investidores e profissionais do setor. O lançamento do projeto acontece em um cenário favorável para o agronegócio brasileiro. Eventos como a Agrishow evidenciam a força e a dimensão do setor. Em sua 30ª edição, realizada em 2025, a feira reuniu mais de 800 marcas expositoras e aproximadamente 197 mil visitantes. Encontros desse tamanho geram intensa circulação de pessoas, impulsionam deslocamentos, turismo e consumo nas regiões onde são realizados e ampliam significativamente as oportunidades de contato entre marcas e consumidores. O projeto acompanha o desempenho positivo do setor, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Valor Bruto da Produção (VBP) do agronegócio deve alcançar R$ 1,6 trilhão em 2026, avanço de 5,1% sobre 2025. O segmento agrícola deve liderar, com crescimento de 6,6%. Chico Preto, CEO da CHICOOH+, destaca que o projeto foi pensado para personalizar a comunicação com o público agro: “Os grandes eventos do agronegócio fazem parte da dinâmica do setor e movimentam pessoas de diferentes regiões do país. Elas se deslocam de suas cidades, percorrem as rodovias, utilizam aeroportos e circulam por centros urbanos até chegarem às feiras. Nosso plano permite que as marcas estejam presentes nesses momentos de forma estratégica e integrada ao ambiente, acompanhando o público ao longo de toda a jornada.” Com foco em mídia de alta performance, variedade de formatos e personalização de mensagens, o Agro Hotspot reforça o papel do OOH e DOOH como meios estratégicos para acompanhar o ritmo do agronegócio brasileiro. O projeto estabelece um modelo de planejamento estruturado a partir de uma curadoria dos principais momentos, territórios e fluxos do setor, garantindo presença estratégica e consistente e consolidando a mídia exterior como um ativo central no calendário anual dos grandes eventos do agro.

UCB Power anuncia novo diretor executivo estratégico

A UCB Power anuncia a chegada de Vinícius Berná ao seu quadro executivo. Formado em Administração de Empresas pela FGV-EAESP e com formação executiva em Estratégia e Inovação pela Universidade de Oxford, o profissional assume a posição de Diretor Executivo Comercial e de Novos Negócios, reforçando a estrutura estratégica da Companhia.  Com sólida trajetória no mercado de energia, Berná acumula ampla experiência em estratégia e desenvolvimento de negócios no setor. Sua chegada marca um novo momento para a UCB Power, alinhado à estratégia de crescimento da empresa, impulsionada pela entrada de investidores como a Vision Group e pelo cenário favorável ao avanço do armazenamento de energia no Brasil.  “Vinícius traz um consistente know-how estratégico e profundo conhecimento do setor de energia e armazenamento. Nosso relacionamento sempre foi próximo, com colaboração mútua em projetos ao longo do último ano. Sua nomeação como Diretor Executivo Comercial e de Novos Negócios fortalece ainda mais nosso time de liderança em um momento decisivo de expansão da Companhia”, aponta Ronaldo Gerdes CEO da UCB Power.   Berná já é um nome conhecido na empresa, tendo integrado anteriormente o time quando a Companhia ainda operava sob a marca Unicoba.  “Assumo este desafio com entusiasmo e senso de responsabilidade. O armazenamento de energia será um dos pilares da próxima etapa da transição energética no Brasil, e acredito profundamente no papel estratégico que a UCB pode desempenhar nesse novo ciclo. Chego com humildade para aprender com um time altamente qualificado e com a ambição de contribuir para acelerar o desenvolvimento do mercado, ampliar a proposta de valor da Companhia e construir soluções que conectem estratégia, tecnologia e execução com excelência”, destaca o executivo.  

Páscoa movimenta vendas no varejo alimentar além dos ovos de chocolate

A Páscoa movimenta o setor supermercadista muito além das tradicionais gôndolas de ovos de chocolate. Nas semanas que antecedem à data, cresce a procura por alimentos associados ao almoço em família e por produtos que ajudam a preparar e receber os convidados em casa. Peixes, azeites, vinhos, sobremesas e utensílios de cozinha ganham espaço no carrinho do consumidor e reforçam o impacto no varejo alimentar. A tradição religiosa que marca a Semana Santa também influencia diretamente o comportamento de compra. O consumo de peixes e frutos do mar aumenta de forma significativa, especialmente na Sexta Feira Santa e no domingo de Páscoa, com bacalhau, salmão, tilápia, camarão e outras opções congeladas, acompanhados por ingredientes utilizados nas receitas típicas da ocasião. A preparação das refeições também impulsiona a venda de produtos básicos que compõem o cardápio. Legumes, temperos, azeites e conservas aparecem entre os itens mais procurados, além de sobremesas e produtos de panificação que ajudam a completar o almoço de domingo. “Toda essa movimentação no varejo reflete o caráter afetivo da celebração. Reuniões familiares, refeições compartilhadas e pequenos gestos de hospitalidade ampliam o consumo em diferentes categorias dentro do supermercado, o que faz a Páscoa ser uma das datas mais importantes do calendário do setor, capaz de impulsionar vendas em diversas áreas, incluindo o setor de bebidas, já que vinhos e espumantes costumam acompanhar as refeições comemorativas”, afirma Bruno Solino, executivo de Trade Marketing do Grupo TriMais. Mas o movimento não se limita ao setor de alimentos. Produtos relacionados à mesa e à cozinha também ganham relevância, já que muitas famílias aproveitam para reunir parentes e amigos em casa. Travessas, refratários, formas para assados, taças, pratos e toalhas de mesa costumam registrar maior procura nas áreas de bazar e utilidades domésticas. “Durante a Páscoa, organizamos a loja para facilitar a jornada do cliente e estimular compras completas. Criamos ilhas temáticas que reúnem peixes, azeites, vinhos e outros ingredientes usados nas receitas tradicionais, além de destacar itens de cozinha e mesa posta próximos dessas seções. Essa organização ajuda o consumidor a visualizar tudo o que precisa e acaba ampliando o volume no carrinho”, finaliza Solino.

Lockers como mídia urbana: a nova vitrine da marca em pontos de alto fluxo

Por Gustavo Artuzo, CEO da Clique Retire* A disputa pela atenção nas cidades chegou a um ponto de saturação. Outdoors, painéis e telas digitais seguem relevantes, mas enfrentam um desafio crescente: o da indiferença. Em um ambiente urbano cada vez mais denso, a mídia out of home (OOH) passa por uma transformação silenciosa, deixa de ser apenas visível para se tornar funcional, contextual e integrada à rotina das pessoas. É nesse cenário que os smartlockers emergem como a nova vitrine urbana das marcas. Diferentemente dos formatos tradicionais, os lockers inteligentes não competem pela atenção: eles já fazem parte da jornada cotidiana. Estão em shoppings, estações de transporte, universidades, centros comerciais e pontos de grande circulação, locais onde o público não apenas passa, mas interage. Ao retirar uma encomenda, carregar o celular ou utilizar um serviço, o consumidor entra em contato direto com a marca em um momento de atenção ativa, e não de distração. Esse movimento acompanha a própria evolução do mercado. A mídia out of home movimentou R$ 5,5 bilhões no Brasil no último ano, segundo a Tendências Consultoria, impulsionada pela busca de formatos mais relevantes, mensuráveis e conectados ao contexto urbano. Dentro desse crescimento, ganha espaço a mídia que não interrompe, mas se integra,  transformando infraestrutura em ponto de contato qualificado. Os smartlockers permitem exatamente isso. Mais do que superfícies de exposição, tornam-se plataformas de ativação. Podem ser personalizados com identidade visual, campanhas locais, QR codes interativos, promoções, gamificação e integrações digitais que conectam o mundo físico ao online. A marca deixa de ser apenas vista e passa a ser experimentada, em um ambiente que associa conveniência, tecnologia e utilidade. Há também um fator decisivo: frequência e memória. Um estudo da BR Media mostra que 70% dos consumidores lembram com mais facilidade de marcas presentes em diferentes momentos do dia. Os lockers reforçam esse efeito ao estarem posicionados em trajetos recorrentes – próximos de casa, do trabalho ou do transporte público – criando uma presença contínua e natural no cotidiano urbano. Outro diferencial está na segmentação geográfica e contextual. Ao contrário de grandes painéis genéricos, a mídia em lockers permite campanhas hiperlocais, adaptadas por bairro, perfil de público, horário ou tipo de ambiente. Isso aproxima o OOH de uma lógica orientada por dados, com maior eficiência e menor dispersão, especialmente relevante para varejo, serviços e marcas que operam em escala regional. Do ponto de vista urbano, o modelo também responde a uma demanda crescente por uso mais inteligente do espaço público. Ao ativar estruturas que já existem e cumprem uma função prática, os lockers evitam poluição visual adicional e contribuem para uma comunicação mais harmônica com a cidade. É mídia que respeita a paisagem urbana ao mesmo tempo em que gera valor econômico e experiência. À medida que as marcas buscam novas formas de presença em um cenário de atenção fragmentada, os smartlockers se consolidam como uma das evoluções mais relevantes do OOH contemporâneo. Eles transformam logística em experiência, infraestrutura em vitrine e pontos de alto fluxo em ativos estratégicos de branding. Em vez de disputar espaço na paisagem urbana, passam a pertencer a ela. *Gustavo Artuzo é CEO e fundador da Clique Retire, empresa de logística para o e-commerce. Antes disso, foi diretor de desenvolvimento de negócios no fundo de private equity Patria Investimentos, além de CFO na Delly’s, empresa líder em distribuição para food service. Tem também experiências relevantes no setor de real estate, atuando na Cyrela, Direcional Engenharia e Cury Construtora. Gustavo é engenheiro formado pelo ITA, com MBA pela Wharton School

Campanha ‘Teste de Fidelidade Nissan’ convida consumidores interessados a testar SUVs da marca

Campanha terá cantora Naiara Azevedo como garota-propaganda Confiando na qualidade e na competitividade dos seus dois SUVs fabricados no Complexo Industrial de Resende (RJ) – Kicks e Kait -, a Nissan está lançando o desafio “Teste de Fidelidade Nissan”, que vai até o dia 2 de abril nas concessionárias Nissan de todo o país. Criado pela agência Lola\TBWA, a Nissan quer colocar à prova a fidelidade dos consumidores, os convidará para realizar em um test drive nos seus SUVs e, se mesmo assim, eles optarem por comprar um carro da concorrência, a marca japonesa dará a eles R$ 500.  Nessa ação, a Nissan acredita que, após o test drive em uma concessionária autorizada Nissan dos modelos Nissan Kicks e Nissan Kait, os clientes reconhecerão os atributos dos seus SUVs. Mas, na ocasião em que o participante opte por comprar um SUV zero-quilômetro equivalente de outras marcas concorrentes, poderá receber um cartão virtual pré-pago de R$ 500,00, seguindo as regras do regulamento. Entende-se como “SUV equivalente” zero quilometro, não eletrificado, de outra montadora produzido no Brasil que pode ser comprado em concessionária autorizada com preço público sugerido do mês vigente entre R$ 116.999 e R$ 214.999. Quem já for proprietário de um Nissan não ficará de fora, claro. Se o ele comprar um dos dois modelos participantes, poderá ser recompensado com R$ 700.  Para participar, o cliente deve realizar previamente um test drive em uma concessionária Nissan nos modelos Nissan Kicks e Nissan Kait. Pode ser necessário agendamento prévio em algumas lojas. Cada participante pode receber apenas um prêmio, independentemente da quantidade de testes realizados – o controle será feito pelo número do CPF e pelo CNPJ. Campanha Massiva Para divulgar as ofertas e a mecânica da campanha, a Nissan fará inserções de mídia massiva de comunicação na televisão e no ambiente digital a partir de hoje. A campanha, assinada pela agência Lola\TBWA, terá a cantora Naiara Azevedo como garota propaganda, que fará uma releitura do seu principal sucesso “R$ 50”, que terá a letra alterada para os “R$ 500” no refrão, fazendo uma alusão a mecânica da campanha. Veja o filme da campanha: FICHA TÉCNICA Agência: LOLA\TBWA Cliente: Nissan CEO: Carol Boccia CCO: Leo Macias Direção de Criação: Fernando Lyra e Renato Ramalho Direção de Arte: Thiago Dias Redação: Leonardo Barbosa  Criação de Conteúdo:  Marcio Filho Estratégia de Conteúdo: Marina Torres, Jade Holanda e Samuel Coelho  Gestão de Influência: Vitoria Merola Conteúdo: Jade Holanda e Samuel Coelho  VP de Estratégia: Analu Santos Estratégia: Fernando Alfieri Trovões e Renan Vidigal VP de Negócios e Operações: Aline Garcia Negócios: Julia Figueiredo, Bruna Ramos, Mayara Ribeiro, Gabriela Santarelli Relações Públicas: Amanda Brandão  VP de Mídia: Renata Valio Mídia: Gilberto Vares, Rodrigo Bryan, Leticia Wolfarth, Marcella Delgado, Luma Zanzeri BI: Leonardo Cunha, Caio Chaim, André Horta e Pedro Zaina VP de Produção: Patricia Gaglioni Produção Audiovisual: Murillo Moretti e Ana Sampaio Produção Gráfica: Rodrigo Giammarino Produtora de Imagem: Paranoid Direção de Cena: Lucas FazzioProdução executiva: Marcel Weckx e Luiz Armesto Atendimento: Fe Sousa e Náthalie VieiraPesquisa criativa: Bruno Mota, Isabel Azevedo, Adriana Marto, Bruna Melo e Guilherme Rodrigues Coordenação de produção: Fernanda HernandezAssistentes de Coordenação: Camila Aureliano, Juliana Romano e Rosangela TsolakidisAssistente de Direção: Dudu MoraesDiretor de Fotografia: Fernando BertoluciDiretor de Produção: Roberto Bellezia Diretor de Arte: Andres ZarzaProdutor de Arte: Carlos CastilhoFoto Still: Marcos LopesCoordenador de Pós-produção: Layssa Pascher e Paula OliveiraAssistente de coordenação de pós: Igor LuísEditor: Lucas Fazzio e Kaio ShotFinalizador: Cris CaffaroAssistente de pós: Felipe FrancoColor: Acauan PastorePós-produtora: Clan Vfx Produtora de Som: Satelite Audio Direção Musical: Roberto Coelho e Hurso Ambrifi Atendimento: Fernanda Costa, Renata Schincariol, Daniel Chasin e Karen Nakamura Produção Musical: Roberto Coelho, Hurso Ambrifi, Daniel Iasbeck, Bruno Zibordi, Koitty, Alexandre Avicena, Pedro Pelotas e Luna França Finalização: Carla Cornea, Vithor Moraes, Arthur Dossa, Andre Giannini e Esteban Romero Coordenação de Produção: Camila Guedes, Letícia Oliveira, Bea Vieira e Mariana Tardelli Celebridade: Naiara Azevedo Contratação artística por intermédio da Intertalent Obra: “50 Reais” Autores: Bruno Rigamonte Carneiro, Estanislau Alex Torricelli, Maykow de Carvalho e Melo, Naiara de Fatima Azevedo, Waleria Leão de Moraes Editoras: BMG Rights Management Brasil Ltda e AC Musica Ltda Licenciado por intermédio da Intertalent Aprovação Cliente: Fábio Cotrim, Bruno Paccola, Vinicius Mundim.

Empreendedorismo: jovem publicitária impulsiona crescimento da agência WBP

Visão estratégica e de futuro. Esta, certamente, é uma das principais características da publicitária, Beatrice Castro, sócia da agência de comunicação e marketing WBP, de São Caetano do Sul, SP. Graduada pela Faculdade Cásper Líbero, referência há décadas na formação de profissionais da área de comunicação, a história profissional da empresária começou quando ela estava com 15 anos, como estagiária de criação, passando depois para assistente de arte. Com 17 anos, entrou na agência 2Action para trabalhar como Social Media, onde, apesar da pouca idade, já era responsável pelo projeto de grandes empresas, como Submarino, Americanas.com., Lojas Americanas e Shoptime. “Sem dúvida este foi um período de aprendizado e de grandes descobertas profissionais. Foi nessa fase que comecei a viver, literalmente, a complexidade das agências em relação a prazos e entregas.” Embora adorasse o trabalho, em 2016, aos 18 anos, o lado empreendedor falou mais alto, dando início a um novo projeto ao fundar a Agência Pippe com o administrador, Leonardo Munhoz, que no começo era especializada em Digital. No entanto, as demandas aumentaram e a agência precisou crescer e passou a oferecer outros serviços de comunicação e marketing. “Nosso principal objetivo, e valor, era sermos próximos dos nossos clientes e parceiros, visando a nossa evolução e, obviamente, o crescimento deles no mercado. Foi uma fase incrível, onde conquistamos resultados brilhantes para eles”, afirma a empresária. Novos rumos Cinco anos depois, em 2021, Beatrice foi além e juntou a Pippe à Webfoco, agência especializada em performance, unindo dois universos complementares, formando a WBP, que em 2025 recebeu, pelo segundo ano consecutivo, o prêmio de “Agência do Ano”, na Categoria Digital, no Prêmio ABC, evento que reúne as principais agências de comunicação do País. Mais de 360 cases foram inscritos e mais de 80 agências concorreram às premiações. “As histórias das agências se cruzaram quando a Pippe criou estratégias de Inbound Marketing para clientes da Webfoco. A sinergia foi tão grande que nasceu a WBP”, conta Beatrice. Com perfil voltado à gestão estratégica e ao desenvolvimento de negócios, a publicitária participa ativamente da estruturação e expansão das operações do grupo, contribuindo para o fortalecimento institucional, crescimento sustentável e consolidação de parcerias estratégicas. “Temos como meta, para 2026, crescer 150%. Para isso, além das novas áreas criadas, como a de publicidade e propaganda offline, e a de relacionamento com a imprensa, a WBP adquiriu recentemente 50% da agência de performance Leads For You”, explica, ao revelar que um dos “segredos” da agência é sempre estar antenada às novidades e aplicá-las no dia a dia dos clientes.

W+E assina campanhas de lançamento dos SUVs T1, T2 e S06 da JETOUR no Brasil

A JETOUR apresenta ao público brasileiro as campanhas publicitárias dedicadas aos três SUVs da marca no país, os modelos T1, T2 e S06. A estratégia criativa foi desenvolvida pela W+E, que  construiu histórias independentes para traduzir a personalidade de cada veículo e os diferentes estilos de vida propostos por eles. A comunicação parte da ideia de que, embora pertençam à mesma linha, os SUVs dialogam com perfis e momentos de vida distintos. O movimento dá sequência à comunicação da marca no Brasil, iniciada com a campanha institucional que apresentou o conceito global “Drive Your Future”. A partir desse raciocínio, a W+E desenvolveu conceitos criativos próprios para evidenciar os atributos de cada carro sem perder a unidade da comunicação. A proposta foi criar histórias que conversassem entre si, mas com identidade e linguagem próprias. Foram produzidos três filmes principais, um dedicado a cada veículo, além de desdobramentos em diferentes formatos de mídia, incluindo peças para televisão, conteúdos digitais, redes sociais, mídia out of home e ativações com influenciadores. A estratégia contempla ainda formatos voltados à performance e presença em ambientes digitais, ampliando o alcance da comunicação e fortalecendo a conexão com diferentes públicos. Para o T1, o conceito “Desperte para novas aventuras” apresenta o SUV como parceiro da vida cotidiana. A narrativa acompanha uma família que transita entre a rotina urbana e momentos de lazer fora da cidade, reforçando a versatilidade do carro e sua capacidade de acompanhar diferentes fases da vida. Já o filme do T2, sob o conceito “Elegância em estado bruto”, explora a dualidade entre força e sofisticação. A história percorre cenários naturais e urbanos para revelar um SUV robusto e imponente, capaz de enfrentar terrenos desafiadores com conforto, tecnologia e presença. O S06, por sua vez, é apresentado a partir do conceito “Estilo que inspira”. Voltado ao universo urbano, o filme acompanha um casal em situações cotidianas e posiciona o veículo dentro de uma nova leitura do segmento, destacando-o como um Style Utility Vehicle, em que estilo, design e personalidade assumem papel central na experiência de dirigir. Segundo Rafael Carrieri, CCO da W+E, o principal desafio criativo foi diferenciar os três veículos em um mercado cada vez mais competitivo, mantendo uma linguagem coerente com o posicionamento da marca. “Estamos apresentando a Jetour aos brasileiros em um momento em que o mercado recebe novas marcas e muitas modelos. Por isso, a estratégia foi criar histórias capazes de dialogar com diferentes públicos, traduzindo a personalidade de cada carro dentro de um mesmo universo de comunicação”, afirma o executivo. Gabriela Gavião, gerente de marketing da JETOUR, reforça a importância de traduzir nos filmes a essência aventureira da marca. Segundo ela, a ideia foi conectar o público ao que a JETOUR oferece de melhor: a oportunidade de sair da rotina, explorar novos caminhos e viver experiências mais ricas ao volante. “Ficamos muito felizes com o resultado e com a forma como os filmes conseguem transmitir o espírito da marca”, afirma. A comunicação também aposta no cuidado com o craft e na construção estética das peças para reforçar a identidade da JETOUR no país. A produção dos filmes foi realizada pela Crème Company, enquanto o projeto de áudio ficou a cargo da Alma1111, parceiros criativos da campanha. “Filme de carro é sempre desafiador, e dependendo de cada roteiro tudo fica mais instigante. Quando olhamos para os três filmes, entendemos que cada um pedia uma linguagem própria. O T1 parte de uma narrativa que acompanha uma família e a passagem do tempo dentro do carro. No T2, seguimos um fotógrafo que cruza paisagens e obstáculos para chegar a um jantar na cidade, explorando o contraste entre natureza e ambiente urbano. Já o S06 tem uma atmosfera mais urbana e descontraída, acompanhando amigos em momentos descontraídos. São histórias diferentes, com estilos distintos, reforçando a personalidade de cada modelo. As campanhas revelam todo o desempenho da JETOUR”, conclui a dupla Manimou, da Crème Company, responsável pela direção do filme. Veja os filmes: Agência: W+E Propaganda Direção de Criação: Rafael Carrieri Criação: Rafael Carrieri, Markus Corrêa, Bruno Peres, Rafael Guerreiro, Isabelle Saldanha Direção de Planejamento: Fabio Tramontano Planejamento: Fabio Tramontano, Beto Junqueira Atendimento: Vitor Mariano, Giovanna Bamboukian, Fabio Tramontano Social Media: Ana Letícia Fort Direção de Mídia: Sandra Vaiano Mídia: Sandra Vaiano, Nerilson Ibernon, Laura Souza RTV: Rodrigo Vinhaes Aprovação pelo cliente: Henrique Sampaio, Gabriela Gavião Produtora de Imagem: Crème Company FICHA TÉCNICA JETOUR Produtora de Imagem: Crème Company Direção: Manimou Produção Executiva: Fernando Carvalho Producer: Stella Shinyashiki Coordenação de Produção: Bruna Martinelle Assistente de Coordenação: Giovana Ferrari Chief Business Officer Boiler Hub: Renata Sayão Direção de Fotografia: Thiago Cauduro 1ª AD: Luciana D’avila Waszak 2ª AD: Leticia Baptista de Azevedo 1o Assistente de Câmera: Allan Cesar 2o Assistente de Câmera: Fábio Henrique Batista Moraes Logger: Augusto Sebastião Paez Coelho Video Assist: Nicole Vaz Nora Direção de Fotografia (unid 2): Juliano Dutra 1o Assistente de Câmera (unid 2): Diego Marques Brum 2o Assistente de Câmera (unid 2): Valmir Cunha De Freitas Junior Video Assist (unid 2): Amanda Fontoura Rezert Operador Drone: Djalma Ribeiro Machado Neto Operador Drone: Heitor Coscarelli Rufino Teles Operador Drone: Francisco José de Oliveira Movi: Wilson Roberto de Oliveira Direção de Produção: Magali Heinze e Daniel Lombardi (Yatta Filmes) Produtora: Aline Simmi Da Silva Assistente de produção: Maria Eugênia Heinze e Lara Liziane Kupzinski Ferreira Platô: Marcelo de Menezes Cachapuz Direção de Arte: Pedro Henrique de Menezes Produção de Elenco: Amanda Michelini Schmitz Assistente de Elenco: Kellen De Souza Linhares Produção de Locação: Bruno De Souza Palaoro e Angelo Carmelo Grazioso Maquiadora: Valéria Pereira Oliveira Assistente Maquiagem: Natália Rosés Marangoni Figurinista: Isadora Bertolucci Assistente de Figurino: Samara Raquel Pereira da Silva(Samy) e Luana Meneghel Santana Head de Pós Produção: Rui Fontes Montador: Beto Araújo IA: João Lutz Assistente de Montagem: Tomás Pastén Pós Produção: HUB VFX Finalização: Ruffos Post & Igor Ferreira Color Grading: Braion Marçal   Áudio: Alma 1111Direção Musical: Diego Raso Direção Executiva: Carla Bräuninger Produção e pós produção de áudio: Equipe Alma11 11Audio

Publicis Brasil anuncia COO 

A Publicis Brasil anuncia a contratação de Giuliana Macedo como Chief Operating Officer (COO). Na função, a executiva terá a missão de garantir a eficiência da gestão de todas as contas da agência, implementando constantes melhorias no fluxo de trabalho de acordo com as necessidades de cada marca e identificando novas oportunidades de negócios.  “A Giuliana construiu boa parte de sua carreira atuando com grandes clientes globais, o que exige excelência estratégica e operacional, além da capacidade de orquestrar diferentes visões e realidades em perspectivas locais e globais. Seu retorno à agência reconhece a maestria com que lidera esses ecossistemas e seu comprometimento em gerar os melhores resultados para os negócios dos nossos clientes”, comenta Gabriela Borges, presidente da agência – a quem a nova COO se reportará diretamente. Segundo Gabi, a volta da Giuliana também será fundamental para garantir o crescimento sustentável da agência, que nos últimos 12 meses ganhou 10 novas contas.  Com 25 anos de trajetória, Giuliana começou a carreira em 2001 como supervisora de atendimento na Publicis. A executiva também passou por agências como WMcCann e pelo Grupo Interamericano. Nos últimos anos, trabalhou de forma independente e foi sócia da empresa Mais Duas Eventos. Ao longo de sua carreira, Giuliana atuou com marcas como P&G, Sanofi, Nestlé e Honda.   “Mesmo no tempo em que atuei de forma independente, sempre me mantive muito conectada à Publicis e acompanhei de perto a grande virada que a agência deu nos últimos meses. Será uma alegria poder contribuir para impulsionar ainda mais este momento de expansão e fortalecimento”, afirma Giuliana. 

Octopus assina produção de jingle do TSE que incentiva regularização do título de eleitor

A Octopus, agência de publicidade e propaganda, é responsável pelo novo jingle da campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgado oficialmente nesta semana. A peça integra a estratégia de comunicação da Justiça Eleitoral para incentivar os brasileiros a regularizarem a situação do título de eleitor dentro do prazo estabelecido. Com linguagem acessível e ritmo marcante, o jingle foi desenvolvido para ampliar o alcance da mensagem e lembrar os eleitores de que o prazo para regularização do título termina em 6 de maio. A campanha busca mobilizar principalmente quem precisa resolver pendências como transferência de domicílio eleitoral, atualização de dados ou regularização por ausência em eleições anteriores. “A proposta foi criar uma peça direta e fácil de memorizar, capaz de dialogar com diferentes públicos e circular com naturalidade. O jingle tem justamente essa força de permanecer na memória e ajudar a reforçar uma mensagem de interesse público”, afirma Michel Haibi, Diretor de Licitações e Novos Negócios Públicos da Octopus. A campanha será veiculada em diferentes plataformas e formatos, ampliando o alcance e reforçando o chamado para que os eleitores procurem os canais oficiais do TSE, tirem suas dúvidas e regularizem sua situação dentro do prazo.

OMO destaca manchas do cinema em comunicação durante final de semana de premiação de cinema.

Toda mancha tem história e memória, marcam momentos memoráveis das nossas vidas. Em diferentes épocas e estilos, manchas aparecem repetidamente como elementos visuais que marcam momentos decisivos das narrativas. E no cinema, essas marcas visuais compõem a construção de personagens memoráveis, seja quando protagonistas se entregam verdadeiramente às suas histórias, ou quando vivem seus conflitos com intensidade. No cinema e na vida, as manchas aparecem como prova dessa jornada. Por isso, durante o final de semana em que o cinema mundial está no topo das conversas e celebrará as melhores produções e personagens, OMO transforma um detalhe visual recorrente do cinema em um poderoso território cultural para a marca. Assinado pela Lola\TBWA Brasil, em parceria com o coletivo global da TBWA, a marca lança ação cultural em que destaca as manchas ícones de todos os filmes indicados ao prêmio de Melhor Filme neste ano. Sejam manchas de sangue, suor, terra ou desgaste físico, elas aparecem em momentos decisivos das narrativas e ajudam a revelar a intensidade das jornadas dos personagens, reforçando o conceito global da marca, de que “se sujar faz bem.” “Há mais de 20 anos, OMO fala que “se sujar faz bem”, e acreditamos realmente nisso, nas manchas como marcas de uma vida bem vivida e histórias memoráveis. A ação se conecta com o cinema pelos mesmos motivos, por como histórias contadas nas telonas sempre contam com manchas para enfatizar narrativas e são postos-chaves de histórias premiadas. Se sujar também faz parte do cinema”, comenta Diretora de Marketing Unilever Home Care. A campanha conta com filme e será amplificada digitalmente com criadores de conteúdo, críticos e formadores de opinião do universo do entretenimento, cinema e celebridades, convidando o público a revisitar cenas marcantes do cinema sob essa nova perspectiva. Clique aqui e confira o filme. “Enquanto os vestidos, roupas, joias e marca de luxo são o destaque dos “tapetes vermelhos” das premiações mundo afora, nós trouxemos uma marca de sabão de lavar roupas para a conversa de forma abertamente disruptiva. A ideia rompe com o território tradicional desse tipo de evento ao inserir uma marca de sabão em uma conversa normalmente ocupada por símbolos de luxo e glamour. Uma ideia simples, culturalmente potente e profundamente disruptiva. Colocar uma marca de sabão para lavar roupas no centro da conversa mais glamourosa do entretenimento mundial”, completa Leo Macias, CCO da Lola\TBWA.

McDonald’s transforma Lollapalooza em palco para conectar fandoms com moda, música e cultura pop

O Méqui chega ao Lollapalooza Brasil 2026 pronto para fazer parte do centro da cultura pop. Durante a semana do festival, a marca ativa uma série de experiências que conectam moda, música e entretenimento com as comunidades que movem o evento. Desenvolvido pela GALERIA.ag, o combo de ações começa antes mesmo dos portões do festival abrirem e integra a campanha “Os Clássicos Ainda Mais Méqui”. Além de colocar no centro da conexão com o público como o preparo dos sanduíches clássicos evoluiu, as ativações têm como objetivo deixar a experiência do LollaBR “ainda mais Méqui”. “O Lollapalooza é um dos maiores encontros da cultura contemporânea e um espaço incrível de conexão do Méqui com o público. A evolução dos nossos clássicos inspirou nossa presença no festival e faz o Lolla ainda mais Méqui! Nossas experiências neste ano misturam música, moda e entretenimento e, claro, criam o momento perfeito para matar a fome de Méqui entre os shows”, afirma Ilca Sierra, Diretora de Marketing do McDonald’s no Brasil. Nos dias que antecedem o evento a marca apresenta uma collab fashion com a Working Title, marca conhecida por traduzir cultura em streetwear. A parceria traz uma coleção exclusiva de peças e acessórios inspirados no universo do Méqui. Os itens serão enviados para influenciadores, que poderão usá-las para acompanhar o festival.   Antes do primeiro dia de festival, a marca também leva a já consolidada ação de entrega de sanduíches na grade — um dos maiores hits do Méqui durante o Lollapalooza —, mas desta vez ela ultrapassa os limites do evento: quem estiver na frente dos hotéis onde algumas das estrelas do festival estão hospedadas, poderá ser surpreendido com sanduíches para recarregar as energias. Méquiland no LollaBR Com conceito criativo e cenografia desenvolvidos pela TV1, a Méquiland ficará localizada no coração do festival em uma área de quase 3.000m², e é parada obrigatória: o ponto de encontro ideal para recarregar as energias entre um show e outro e matar aquela fome de Méqui com os clássicos Big Mac, Quarterão com Queijo e muita McFritas. Além do restaurante integrado para atender o público, os espaços da Méquiland são inspirados na campanha “Os Clássicos ainda mais Méqui” e trazem referências às evoluções dos queridinhos do cardápio. Seja em uma rede que remete a um queijo derretido ou em um pit stop para se proteger do sol, tudo por ali reforça que o LollaBR está ainda mais Méqui. E para quem não quiser perder tempo entre um show e outro, o festival também contará com dois quiosques de McFritas espalhados por dois dos quatro palcos do Lollapalooza. Os fãs do festival também vão encontrar ativações espalhadas por toda a Méquiland, com cenários instagramáveis e experiências interativas. O espaço de ativação principal será dedicado aos clientes do programa de fidelidade Meu Méqui, onde poderão criar adesivos personalizados inspirados nos lambe-lambes que tomam conta do festival. Quem passar por lá também poderá retirar um cordão de celular com pingente surpresa, inspirado em símbolos icônicos da marca.  E as vantagens para os clientes do programa de fidelidade Meu Méqui não param por aí. Quem ainda não for membro também poderá se cadastrar na hora, diretamente na Méquiland, para participar das ativações e aproveitar bonificações exclusivas ao longo do dia. Um relógio digital instalado no espaço vai indicar a “Hora Suculenta”. Nesse momento, quem escanear o QR Code da ativação e realizar o cadastro no Meu Méqui garante 6.000 pontos extras, que serão creditados até 26 de março no app do Méqui. Pensadas para gerar encontros e experiências originais e reais associadas com conteúdos que se espalham pelas redes, as ações conectam o público ao universo cultural da marca, como o já esperado Méqui na Grade, o grande momento onde os fandoms podem curtir um sanduíche quentinho sem sair de perto do palco! “A campanha parte da evolução dos clássicos do Méqui e traduz esse conceito em cultura. Pensamos em uma narrativa que começa na moda, com a collab com a Working Title, ganha vida no festival com artistas que representam diferentes movimentos da cultura pop brasileira e chega até mesmo ao cardápio do espaço do Méqui no festival, com a inclusão do clássico Quarterão entre as opções para o público. É uma construção que conecta marca, experiência e entretenimento em uma mesma história”, diz Rodrigo Marangoni, diretor executivo de criação da GALERIA.ag. Com essa série de ações, o McDonald’s amplia sua presença no território da cultura e do entretenimento, transformando o Lollapalooza Brasil em uma plataforma para destacar que seus clássicos evoluíram no ritmo da música, da moda e das conexões com o público que acontecem dentro e fora do festival. 

Elive conquista Cenoteka

A Elive anuncia a conquista da conta da Cenoteka, empresa especializada em cenografia com DNA de agência. No mercado desde 2008, a agência liderada por Lika Vitiello passa a responder pela assessoria de imprensa e estratégia de thought leadership do novo cliente. A parceria tem como objetivo ampliar a presença institucional da Cenoteka na mídia e fortalecer a participação de seus executivos em discussões relevantes do setor. “A proposta da Elive é construir uma estratégia de visibilidade sustentada pela autoridade, com histórias consistentes disseminadas em canais-chave que ampliem a influência da Cenoteka junto aos seus públicos. Nosso desafio é transformar conhecimento e experiência executiva em narrativas relevantes para a imprensa e para o mercado.”, conta Lika. A Elive é uma agência especializada em Comunicação Corporativa, com foco na construção de reputação, autoridade e posicionamento estratégico para empresas e executivos. Desenvolve projetos de assessoria de imprensa, planejamento estratégico de comunicação, media training, conteúdo institucional e estratégias de Thought Leadership.  No portfólio da agência estão marcas como Accuracy, Agência Influência, Brandtruck, Energia.Ag, Fuse, Flywheel, Fuplastic, Global Shopper, Netza&CO, Omnicom Media Group, Outpromo, TSB, Y’ALL, entre outras.

Reforma Tributária inaugura novo momento para empresas no Brasil

Por Mauricio Frizzarin A implementação dos pontos da Reforma Tributária abre um novo capítulo para as empresas que operam no Brasil. Não se trata apenas de uma mudança técnica no sistema de arrecadação, mas de uma transformação estrutural, que impacta modelos de negócio, margens, precificação, cadeia de fornecedores e estratégias de crescimento. Depois de décadas convivendo com um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, o Brasil caminha para um modelo que promete simplificação, mais transparência e redução de distorções. A unificação de tributos sobre o consumo e a busca por não cumulatividade ampla apontam para um ambiente mais racional. No entanto, a transição será longa, gradual e repleta de ajustes. Hoje, mais de 90% das empresas brasileiras são micro e pequenas, responsáveis por parcela significativa da geração de empregos. Para elas, qualquer alteração tributária representa impacto direto no fluxo de caixa e na competitividade. Grandes empresas também precisarão revisar contratos, cadeias logísticas e estruturas societárias, ou seja, ninguém ficará indiferente. Vejo, nesse cenário, três grandes tendências que já se desenham. A primeira é a intensificação do planejamento tributário estratégico. Com novas regras, surgem novos enquadramentos, oportunidades e riscos. Empresas precisarão simular cenários, reavaliar regimes e entender como a tributação no destino afetará sua operação. A segunda é a digitalização acelerada da gestão fiscal. A complexidade da fase de transição exigirá controles mais robustos, cruzamento de dados em tempo real e capacidade de adaptação rápida a regulamentações complementares. Processos manuais não serão suficientes. A terceira é a ampliação do papel consultivo da contabilidade. O contador deixa de ser apenas responsável pelo cumprimento de obrigações acessórias e assume protagonismo como orientador estratégico. Ele será o elo entre a legislação e a tomada de decisão empresarial. No entanto, é preciso atenção. A fase de convivência entre o modelo atual e o novo sistema pode gerar insegurança jurídica, aumento temporário de custos operacionais e dúvidas interpretativas. As empresas que não se prepararem podem enfrentar riscos de autuações, perda de competitividade ou decisões equivocadas de investimento. Por isso, a Reforma Tributária exige preparo, estratégia e responsabilidade. Mais do que entender novas regras, é hora de orientar, simplificar o que é complexo e apoiar negócios em uma transição que será longa e decisiva. Nesse contexto, vejo que a tecnologia deixa de ser suporte e passa a ser infraestrutura essencial. Softwares de gestão com inteligência artificial permitem automatizar cálculos, acompanhar mudanças regulatórias, gerar simulações tributárias e oferecer análises preditivas. Com dados organizados e inteligência aplicada, decisões deixam de ser reativas e passam a ser estratégicas. Nós seguimos ao lado dos contadores e empreendedores, investindo em informação, tecnologia e ferramentas que tragam segurança nesse processo. Nosso compromisso é transformar complexidade em clareza, dados em estratégia e obrigação em oportunidade. O Brasil está mudando. E quem constrói o futuro precisa estar pronto para liderar essa transformação. A Reforma Tributária não é apenas um desafio regulatório — é uma oportunidade histórica de modernização. Cabe a nós escolher se seremos espectadores ou protagonistas desse novo momento. *Mauricio Frizzarin é fundador e CEO da QYON Tecnologia, empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares para gestão empresarial com inteligência artificial. Frizzarin cursou Tecnologia de Software e Marketing, OPM (Owner/President Management) na Harvard Business School, Executive Education em Inteligência Artificial na University of California, Berkeley e em Fintech em Harvard – www.qyon.com 

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