IA aplicada à cibersegurança muda a lógica da detecção e resposta em cloud
Por Alexandre Theodoro, diretor de Negócios e Soluções da Faiston Com o início de 2026, as empresas enfrentam um panorama complexo quando se trata de segurança na nuvem. O volume de ataques cibernéticos semanais saltou quase 50% em relação ao ano anterior, com as empresas sofrendo cerca de 1,9 mil investidas por semana. Incidentes de ransomware dispararam 126% apenas no primeiro trimestre de 2025. Essa explosão de ameaças ocorre em meio à onipresença da computação em nuvem: aproximadamente 88% das empresas em todo o mundo já operam ambientes de TI híbridos e quase 80% utilizam múltiplos provedores de nuvem, expandindo a superfície de ataque digital. Em ambientes de nuvem dinâmicos, recursos e workloads surgem e desaparecem em questão de momentos, distribuídos por múltiplas contas, regiões e provedores. Tecnologias nativas de nuvem e até iniciativas paralelas não autorizadas agravam os riscos de configurações expostas e vulnerabilidades despercebidas. Ferramentas tradicionais de monitoramento não conseguem acompanhar o ritmo, abrindo pontos cegos que atacantes exploram. Por isso, a chamada “observabilidade dinâmica”, potencializada por IA, tornou-se indispensável. Soluções inteligentes de observabilidade coletam e processam volumes massivos de dados em tempo real a partir de diversas fontes, oferecendo uma visão contextual e integrada de todo o ambiente. Essa consciência situacional contínua permite detectar comportamentos anômalos assim que surgem, algo impraticável de forma manual na escala das nuvens modernas. IA: tecnologia também aumenta os riscos A inteligência artificial também vem transformando a forma como as ameaças são analisadas e correlacionadas. Em vez de depender de regras fixas e respostas predefinidas, as soluções mais avançadas utilizam modelos de machine learning para entender padrões comportamentais, comparar contextos históricos e identificar desvios com base em probabilidade de risco. Isso reduz drasticamente o volume de falsos positivos, liberando os analistas para se concentrarem nos incidentes realmente relevantes. Mais do que isso, esses sistemas aprendem com cada tentativa frustrada de invasão, fortalecendo a postura defensiva de forma contínua. Essa nova abordagem impacta diretamente o tempo de resposta. Em arquiteturas cloud-native, onde contêineres têm ciclos de vida de segundos e a lateralidade de um ataque pode comprometer dezenas de serviços em minutos, a velocidade de reação é determinante. Iniciativas como a métrica “555” – detectar uma ameaça em até 5 segundos, investigar em 5 minutos e responder em mais 5 – refletem o novo padrão de exigência operacional. E é a automação, combinada à inteligência artificial, que torna esse nível de agilidade possível. Plataformas de cibersegurança orientadas por IA já conseguem isolar workloads suspeitos, revogar permissões, aplicar correções ou iniciar rollbacks com base em regras adaptativas e aprendizado prévio – tudo isso sem depender de comandos manuais. Esse avanço técnico tem repercussões profundas na estrutura organizacional das equipes de segurança. Em vez de manter grandes times para triagem e correlação de alertas, muitas empresas estão migrando para modelos híbridos, em que profissionais altamente qualificados trabalham em conjunto com sistemas autônomos de resposta e observabilidade. A automação cuida do volume; o humano, do julgamento estratégico. Essa divisão de papéis exige uma mudança cultural nas equipes de segurança, que passam a atuar mais como orquestradores de inteligência do que como operadores de ferramentas. Além disso, cresce a busca por serviços gerenciados de segurança com capacidades nativas de IA. O modelo tradicional de MSSP, centrado em SOCs baseados em regras e monitoramento passivo, já não atende à escala nem à velocidade dos ambientes distribuídos. Por isso, muitos líderes estão migrando para ofertas de MDR (Managed Detection and Response) e XDR (Extended Detection and Response), em que a automação, a telemetria em tempo real e o uso de modelos preditivos são parte do serviço. De acordo com o Gartner, até o fim de 2025, 60% das empresas já terão adotado pelo menos uma solução desse tipo – o dobro do registrado em 2024. Mais do que uma resposta tecnológica, esse movimento representa uma mudança estratégica: proteger o ambiente cloud com a mesma fluidez e adaptabilidade com que ele opera. É reconhecer que não há mais tempo para esperar a ameaça se manifestar completamente para só então reagir. A segurança agora precisa ser preditiva, contextual e, acima de tudo, contínua – e a IA tem sido o elemento central nessa virada de paradigma. Se, até pouco tempo atrás, a discussão sobre cibersegurança girava em torno de perímetros, firewalls e políticas de acesso, em 2026 ela se concentra em aprendizado, automação e orquestração inteligente. A nuvem não para, e as ameaças tampouco. Quem ainda tenta proteger esse ambiente com abordagens reativas está simplesmente atrasado. A nova lógica é clara: ou sua defesa pensa mais rápido que o ataque, ou ela já perdeu.
O que esperar da IA aplicada à gestão em 2026?
Por Mauricio Frizzarin À medida que o ano de 2026 avança, a Inteligência Artificial (IA) deixa de ser uma promessa futurista e se torna um elemento central na gestão empresarial em todos os segmentos da economia. Não se trata apenas de experimentar ferramentas novas, mas de redesenhar modelos de gestão, operar com base em dados em tempo real e criar vantagem competitiva sustentável em mercados cada vez mais dinâmicos e complexos. Isso significa que há algumas tendências relevantes de aplicação da IA em processos de gestão, com vantagens concretas para as empresas. Claro, o Brasil pode acelerar a adoção dessa e de outras novas tecnologias para impulsionar produtividade, inovação e competitividade. Inclusive, diversos estudos, tais como o ‘The State of AI’, de 2025, feito pela McKinsey & Company, mostram que as empresas estão incorporando a IA em ritmo acelerado em todo o mundo. Segundo o levantamento, 78% das empresas já usam IA em ao menos uma função de negócio — um salto significativo em relação a anos anteriores, com a tecnologia saindo das fases de teste para implantações em larga escala. Em pequenas e médias empresas (PMEs), 78% já utilizam IA em algum setor, especialmente em atendimento ao cliente, marketing e operações. Por fim, o estudo aponta que organizações que investem em IA com objetivos de crescimento e inovação tendem a alcançar melhores resultados do que aquelas que a usam apenas para redução de custos. Esses números destacam que a Inteligência Artificial não é mais opcional, mas um componente estratégico e indispensável na gestão moderna, que está transformando a gestão de forma relevante. Afinal, com o uso de IA as tomadas de decisão ficam mais rápidas e assertivas, visto que sistemas de IA conseguem analisar grandes volumes de dados em tempo real, fornecendo insights que gestores humanos demorariam dias ou semanas para gerar. Isso melhora desde decisões operacionais até estratégias de mercado. Além disso, a automação de processos e produtividade está revolucionando tarefas repetitivas e administrativas, desde processamento de documentos até cálculo de preços e otimização de inventário. Outro benefício é atrelado ao atendimento e experiência do cliente. Chatbots, assistentes virtuais e agentes de IA já respondem grande parte das interações rotineiras dos clientes, garantindo atendimento 24/7 e mais satisfação. Fora isso, o planejamento financeiro se torna ainda mais objetivo, uma vez que as ferramentas de IA analisam padrões históricos e variáveis emergentes para criar projeções robustas de fluxo de caixa, gastos e receita, aumentando a precisão do planejamento financeiro. E, para fechar, há as vantagens relacionadas ao recrutamento e gestão de talentos, por conta da automatização de tarefas ligadas à triagem de currículos, realização de entrevistas preliminares e análise de perfil, que permitem liberar os gestores para focar em decisões humanas estratégicas. Empresas que investem estrategicamente em IA relatam retornos médios de 3,7 vezes o valor investido. No caso das PMEs, há ganhos significativos de produtividade, melhor experiência do cliente e aceleração da inovação. Além disso, organizações que combinam dados de qualidade, governança robusta e integração tecnológica conseguem extrair resultados muito superiores à média. Em mercados competitivos, empresas que dominam o uso de IA obtêm vantagens que se acumulam ao longo do tempo. No Brasil, há um ecossistema de inovação vibrante, com startups e iniciativas que já aplicam IA em gestão empresarial. Exemplos de empresas brasileiras que inovam com IA incluem soluções de automação de atendimento, CRM inteligente e plataformas de gestão financeira que automatizam processos contábeis e operacionais. Com políticas públicas que incentivem inovação, capacitação e parcerias entre empresas e instituições acadêmicas, o Brasil tem tudo para se posicionar entre os líderes da América Latina em adoção de IA aplicada à gestão. Na minha visão, em 2026, a inteligência artificial vai ajudar a remodelar a forma como as empresas são geridas ao transformar a tomada de decisões, melhorar a experiência do cliente, fortalecer times e moldar estratégias vencedoras. Nas empresas brasileiras, a pergunta deve deixar de ser “adotar ou não?” para se tornar “quão rápido e de forma estratégica nós iremos implementar?”. A resposta a essa pergunta definirá quem lidera setores e quem fica para trás. A tecnologia é apenas uma parte da equação. A verdadeira vantagem competitiva virá de líderes que saibam integrar IA à cultura e à estratégia do negócio, transformando o potencial da tecnologia em resultados reais. *Mauricio Frizzarin é fundador e CEO da QYON Tecnologia, empresa norte-americana especializada no desenvolvimento de softwares para gestão empresarial com inteligência artificial. Frizzarin cursou Tecnologia de Software e Marketing, OPM (Owner/President Management) na Harvard Business School, Executive Education em Inteligência Artificial na University of California, Berkeley e em Fintech em Harvard – www.qyon.com
Google Ads: Você está comprando cliques ou fechando negócios?
Por Marcelo Freitas Parece uma questão óbvia, mas no dia a dia das agências e departamentos de marketing existe um abismo perigoso entre o clique e o fechamento de negócio. A verdade é que o Google Ads é uma máquina de gerar tráfego, mas tráfego não é receita. Se a sua estratégia termina no clique, você não está fazendo marketing de performance, está apenas alimentando o algoritmo. Muitas empresas vivem o que costumo chamar de ‘Clique de Esperança’. Elas configuram campanhas, selecionam palavras-chave genéricas e esperam que, por milagre, aquele volume de acessos se transforme em vendas. O problema é que o clique é apenas o início de uma conversa. Um clique pode ser, por exemplo, um internauta curioso, um concorrente pesquisando seu preço ou até alguém que clicou por engano. Em nossa empresa, a mentalidade é outra, isto é, o clique é um custo. O fechamento é o valor. Na prática cliques são até fáceis de conseguir, pois basta pagar o preço certo. Fechar negócios, no entanto, exige inteligência, segmentação cirúrgica e um alinhamento total entre a expectativa criada pelo anúncio e a entrega do seu comercial. Não se contente com um CTR (Click Through Rate) alto, ou seja, aquela proporção elevada de cliques em um link (anúncio, e-mail, etc.) versus o número de vezes que ele foi exibido (impressões). Exija, portanto, um ROI (Retorno sobre Investimento) real. Afinal, empresas não sobrevivem de visitas ao site, mas de contratos assinados e dinheiro no caixa. Para transformar o Google Ads em uma máquina de vendas real, é preciso parar de olhar apenas para as ‘conversões’ dentro da plataforma. Muitas vezes, um formulário preenchido (Lead) é celebrado como uma vitória, mas se esse lead é desqualificado, ele é apenas um custo para o seu time comercial. A interpretação correta dos dados deve responder a três perguntas essenciais: Mas afinal aonde a venda pode se perder? Quando o Google Ads ‘funciona’, gera naturalmente cliques, mas quando o negócio não fecha, o erro geralmente está em um desses três fatores a seguir: Defendemos, em nossa empresa, que a estratégia de Google Ads deve ser desenhada de trás para frente. Primeiro, entendemos o que é uma venda fechada para o cliente. Depois, rastreamos o caminho de volta até o clique que a originou. Se o seu relatório de ‘mídia paga’ mostra números verdes, mas o seu gerenciamento de relacionamento com o cliente ou Customer Relationship Management (CRM) está no vermelho, algo está errado. O Google Ads deve ser tratado como um canal de aquisição de clientes, não como uma fonte de vaidade estatística. Portanto, muito cuidado com a valorização exagerada de certos algarismos que apresentam apenas verdades aparentes. *Marcelo Freitas é bacharel em Ciência da Computação, consultor de tráfego pago e fundador da Spot-A Marketing. É expert em tráfego pago estratégico para empresas que buscam captar leads e vender através da Internet. http://spot-a.com.br/
Quando automação e integração não acompanham o software, a qualidade paga o preço
Por Kalil Picelli, especialista em engenharia de software e sócio e gerente operacional da Vericode* Durante muitos anos, a engenharia de software foi conduzida como um conjunto de iniciativas isoladas. Desenvolvimento, testes, segurança e operações atuavam de forma sequencial, com fronteiras rígidas e pouca integração. Embora esse modelo ainda seja tratado como “padrão” em muitas organizações, ele se mostra cada vez mais incompatível com a complexidade, a velocidade e o nível de risco dos sistemas atuais. Na prática, a fragmentação da engenharia cria gargalos previsíveis, retrabalho recorrente e uma falsa sensação de controle. A busca por eficiência acaba se concentrando em acelerar etapas individuais, quando o verdadeiro problema está no fluxo como um todo. É justamente por isso que ganha força a visão da engenharia de software como uma esteira de produção: eficiência não está em times trabalhando mais rápido de forma isolada, mas em um processo integrado, contínuo e previsível, do início ao fim. Quando qualidade e segurança são empurradas para o final do ciclo, algo que ainda acontece com frequência, o resultado raramente surpreende: correções emergenciais, instabilidade em produção e aumento significativo do custo operacional. Integrar essas práticas desde a concepção do produto não é uma escolha de maturidade, mas uma necessidade operacional. Empresas que insistem no modelo reativo acabam gastando mais energia apagando incêndios do que evoluindo seus produtos. Por isso, a inteligência artificial passa a ocupar um papel estratégico, mas ainda mal compreendido. Uma pesquisa do Google indica que 90% dos desenvolvedores já utilizam IA no trabalho, e 80% relatam ganhos de produtividade. Ainda assim, a desconfiança em relação aos resultados gerados pela tecnologia persiste. Isso revela um ponto central: a IA, sozinha, não resolve ineficiências estruturais. Quando usada de forma isolada, tende apenas a acelerar problemas já existentes. É a integração da IA aos processos de engenharia, e não seu uso pontual, que gera valor real. O próprio mercado sinaliza essa mudança, pois segundo a MarketResearch.biz, o mercado global de IA generativa aplicada a DevOps deve crescer de US$ 942,5 milhões em 2022 para cerca de US$ 22,1 bilhões até 2032. Esse avanço reforça que a IA passa a fazer parte da estrutura da engenharia moderna, desde que integrada a práticas bem definidos. Processos bem orquestrados reduzem dependências ocultas, tornam prazos mais confiáveis e diminuem a necessidade de intervenções emergenciais. Testes automatizados, fluxos automatizados de integração e entrega contínua, práticas de segurança incorporadas ao desenvolvimento e monitoramento em tempo real criam um processo mais consistente, menos suscetível a erros humanos e mais preparado para ciclos de entrega curtos sem perda de qualidade. Portanto, tratar a engenharia de software como um sistema integrado exige uma mudança de mentalidade. Significa abandonar a ilusão de que excelência técnica nasce de esforços isolados e aceitar que previsibilidade, escala e resiliência dependem da orquestração entre pessoas, processos, automação e inteligência artificial. Em um ambiente digital cada vez mais exigente, não é a velocidade individual que diferencia empresas maduras, mas a capacidade de sustentar entregas contínuas com qualidade e controle. *Kalil Picelli é sócio e gerente operacional da Vericode, com sólida experiência em Qualidade de Software e MBA em Gestão de Projetos de TI. Lidera equipes multifuncionais e atua na integração de práticas de QA, DevSecOps e SRE, garantindo entregas digitais robustas, previsíveis e escaláveis.
Cora lança projeto dedicado para impulsionar histórias de empreendedores
A Cora, instituição financeira criada para pequenas e médias empresas, lançou um projeto dedicado a transformar seus clientes cada vez mais em protagonistas da comunicação da marca. Por meio da iniciativa, empreendedores atendidos pela empresa podem se inscrever para participar de conteúdos e campanhas da marca, compartilhando suas histórias e experiências no empreendedorismo. O formato consolida um movimento que a Cora vem desenvolvendo nos últimos anos para valorizar ainda mais os pequenos e médios negócios que fazem parte da sua base de mais de 1,5 milhão de clientes. Entre as iniciativas já existentes está o podcast Fala PJ, apresentado por Igor Senra, CEO e cofundador da Cora, que soma mais de 40 episódios — cerca de 90% deles com participação de clientes compartilhando suas trajetórias no empreendedorismo. “Na Cora, acreditamos que as melhores histórias sobre empreendedorismo vêm de quem está no dia a dia do seu próprio negócio. Não queremos só apoiar com soluções financeiras, queremos que nossos clientes se sintam vistos, ouvidos e representados. Com esse novo projeto, daremos ainda mais visibilidade aos seus negócios e trajetórias, transformando-os cada vez mais em protagonistas e inspiração para outros empreendedores”, afirma Débora Dias, líder de Marca & Comunicação Corporativa da Cora. A estratégia também se estende às redes sociais da marca, com editorias proprietárias como o Negócio do Mês, em que um cliente assume a produção de parte do conteúdo das redes da Cora durante um período, apresentando seu negócio e rotina empreendedora. Mais recentemente, o protagonismo dos clientes foi destaque na primeira campanha institucional da empresa, lançada em 2025 com o mote “Retratos de um Brasil que não para”, que trouxe empreendedores reais como personagens da narrativa. Com o projeto, a Cora visa reforçar o papel da comunidade de empreendedorismo na construção da comunicação da marca e ampliar a visibilidade de histórias e negócios de empreendedores brasileiros. Para mais informações, acesse: comunidade.cora.com.br/lp/o-cliente-no-centro-da-comunicacao-da-cora/.
Isso é Icônico: Tupperware® celebra 80 anos de legado global
Em um mundo onde marcas disputam atenção em ciclos cada vez mais curtos e tendências se tornam obsoletas da noite para o dia, a Tupperware® construiu uma trajetória de permanência. Em 2026, a marca celebra 80 anos de história e lança, no Brasil e no México, a campanha “Isso é Icônico. Desde Sempre. Para Sempre.”, um manifesto que reafirma a marca enquanto ícone cultural, amplamente presente na vida dos consumidores latino-americanos. No Brasil há 50 anos, a marca faz parte da rotina de milhões de famílias: da mesa de domingo à lancheira da escola, da organização da cozinha aos momentos de celebração. Hoje, a marca celebra a sua história como resultado de evolução constante, adaptando-se às mudanças nos hábitos e estilos de vida das pessoas sem perder sua essência: oferecer soluções práticas, duradouras e confiáveis. Cada vez que alguém fecha uma tampa e escuta o “click” característico dos recipientes herméticos, reconecta-se a uma marca que atravessou o tempo e sempre esteve presente no cotidiano. Desenvolvida pela another, agência de comunicação estratégica, a campanha apresenta uma proposta visual contemporânea, com peças coloridas e vibrantes, que destacam produtos e reafirmam iconicidade da marca. Com ritmo dinâmico e linguagem visual moderna, o vídeo-hero reforça uma verdade já incorporada ao imaginário popular: produtos Tupperware não precisam de apresentação, são imediatamente reconhecidos. A direção de arte da campanha traduz esse conceito ao apostar em uma estética pop, marcada por cores saturadas, contrastes intensos e composições gráficas de forte impacto visual. Elementos visuais vibrantes e uma construção energética de imagens aproximam o filme do repertório da arte urbana contemporânea, dialogando com códigos culturais atuais e ampliando a presença simbólica da marca para além da cozinha, inserindo-a no estilo de vida das pessoas. A campanha será amplificada em todos os pontos de contato da marca no Brasil e no México: site, redes sociais, catálogos e materiais da força de vendas, uma das maiores comunidades de vendas diretas do país. A estratégia também contempla ativações especiais ao longo do ano, colaborações estratégicas e inserções em eventos e conversas culturais relevantes para 2026. A narrativa de “Isso é Icônico” parte de uma ideia simples: há objetos que transcendem a passagem do tempo porque fazem parte da memória coletiva das pessoas. A Tupperware® construiu sua história acompanhando milhões de lares, mantendo uma presença constante ao longo de diferentes gerações. Em um mundo em permanente transformação, a marca continua evoluindo sem perder aquilo que a definiu desde o início e, em 2026, reafirma o que sempre foi: icônica, atemporal e insubstituível. Mais do que celebrar 80 anos de história, a Tupperware® demonstra que sua longevidade é consequência direta de sua relevância cultural. Não é icônica porque completa oito décadas; completa oito décadas porque é icônica. O mundo muda. A Tupperware® permanece. Isso é icônico. Desde Sempre. Para Sempre.
Le Creuset promove jantar especial, iluminação do Cristo Redentor e abertura de flagship
No dia 10 de março, a Le Creuset, marca centenária e reconhecida mundialmente por suas panelas e utensílios, promoveu momentos especiais em São Paulo e no Rio de Janeiro. A intenção foi celebrar sua história e marcar a abertura de um novo capítulo para a marca, rumo aos próximos 100 anos, reforçando a importância do Brasil, um de seus principais mercados. Na capital paulista, no Cidade Jardim, a marca francesa realizou um jantar exclusivo no Bistrot Parigi para influenciadores, imprensa e amigos, que fizeram parte da trajetória da marca no Brasil. Em seguida, os convidados puderam conhecer em primeira mão a nova flagship no shopping. A loja, que detém recorde global de vendas da Le Creuset, foi totalmente redesenhada e é pioneira de um projeto arquitetônico que destaca o legado da marca. Além disso, o evento contou com um speech de Alexandre Pinto, CEO LATAM da Le Creuset, e a presença de Juliana Fernandes, COO da marca na América Latina. Entre os convidados, estiveram presentes os formadores de opinião e influenciadores como Vini Cordeiro, Fred Sabbag, Daniel Sozzo, Luiza Sobral, Amira Kalaf, bem como os chefs Emmanuel Bassoleil, Laurent Suaudeau, e o artista Seu Jorge. Já na capital carioca, em meio ao momento celebrativo, o monumento ao Cristo Redentor, símbolo do Brasil, foi iluminado no tom Laranja da Le Creuset, em uma parceria com o Santuário Cristo Redentor, abrindo o próximo centenário de sucesso da marca. A ideia é que a Le Creuset construa essa parceria junto aos projetos sociais atendidos pelo Consórcio Cristo Sustentável, formado pelo Santuário Cristo Redentor, pela Obra Social Leste Um – O Sol e pelo Instituto Redemptor. Flagship Le Creuset Shopping Cidade Jardim A loja está localizada no Shopping Cidade Jardim, na Avenida das Américas, 3900, com horário de funcionamento das 10h às 22h, de segunda-feira à sábado, e das 14h às 20h, de domingo. Nas fotos, o artista Seu Jorge, a influenciadora Luiza Sobral; e Alexandre Pinto, CEO LATAM da Le Creuset, e Juliana Fernandes, COO da marca na América Latina
Billboard Brasil assina curadoria musical da SP House no SXSW pelo segundo ano consecutivo
A Billboard Brasil assina, pelo segundo ano consecutivo, a curadoria musical da SP House no SXSW, iniciativa do Governo de São Paulo em Austin que promove a cultura brasileira no festival. Entre os dias 12 e 16 de março, 12 artistas brasileiros se apresentarão no espaço, representando a diversidade e a riqueza da cena musical brasileira, com dois shows por dia ao longo da programação. Realizado nos Estados Unidos, o SXSW 2026 celebra seus 40 anos como um dos principais encontros globais de música, tecnologia, inovação e economia criativa. Dentro desse contexto, a SP House amplia sua presença no festival e se consolida como um espaço dedicado à promoção da cultura, da criatividade e da indústria brasileira no cenário internacional. Além da curadoria musical, a Billboard também gravará uma nova temporada do podcast Cabos & Cases, conduzido por Camila Zana, CMO da Billboard Brasil. Nos episódios, executivos da indústria musical, artistas e profissionais do mercado participam de conversas sobre tendências, inovação e os rumos da música global. “A SP House chega maior nesta edição e isso se reflete diretamente na curadoria musical. Ampliamos a seleção de artistas, trazendo nomes de grande relevância, para apresentar ao público do SXSW diferentes vertentes da música brasileira e mostrar a força e a diversidade da nossa cena.”, afirma Camila Zana, CMO da Billboard Brasil. A programação da SP House começa no dia 13 de março, com apresentação de Paula Lima, que recebe Simoninha como convidado. Nos dias seguintes, o espaço recebe shows de nomes como Di Ferrero, Unna X, além do projeto Canto Djavan, com Jota.pê, Bruna Black e Melly. A programação também inclui apresentação de Dominguinho, acompanhado por João Gomes, Jota.pê e Mestrinho. Entre os sets e apresentações, a discotecagem fica por conta da DJ Cady e do coletivo Discos N’agulha, que conduzem a trilha sonora da casa ao longo dos quatro dias de evento. “O SXSW é um dos principais pontos de encontro da indústria criativa global, e a SP House vem se consolidando como um espaço importante para posicionar o Brasil nesse diálogo. Nosso objetivo é ampliar as conexões entre artistas, executivos e criadores, mostrando como a música brasileira está inserida nas transformações do entretenimento e da economia criativa”, diz Fátima Pissarra, CEO da Billboard Brasil. Além de um line-up repleto de talentos — incluindo artistas do Billboard Descobre, programa dedicado a revelar novas vozes da música nacional — a iniciativa também ganha projeção internacional por meio do ecossistema global da Billboard, ampliando a visibilidade da programação brasileira para outros mercados. Programação Billboard HORÁRIO 13/03 14/03 15/03 16/03 18:00 / 18:30 Dj Cady Dj Cady Dj Cady Dj Cady 18:30 / 19:30 Mariana Nolasco – Unna X – 19:30 / 20:00 Discos N’agulha Discos N’agulha Discos N’agulha Discos N’agulha 20:00 / 21:00 Paula Lima & Simoninha Di Ferrero Canto Djavan(Jota.pe + Bruna Black + Melly) Dominguinho(João Gomes + Jota.pe + Mestrinho) Serviço – Programação musical da SP House Data: 13, 14, 15 e 16 de março de 2026 Horário: 18h às 21h Local: SP House |SXSW – Austin, Texas – EUA
OXXO aposta em influenciadores especialistas de economia para reforçar combos e impulsionar categoria de foodservice
Com foco em ampliar o consumo da categoria de food, um dos pilares estratégicos da marca, e reforçar sua proposta de conveniência com preço acessível, o OXXO lançou uma ação com criadores de conteúdo especializados em economia pessoal para destacar ofertas e combos disponíveis nas lojas da rede. A iniciativa também reforça a estratégia da marca de se aproximar do consumidor por meio de influenciadores digitais, ampliando o alcance das campanhas de forma mais próxima e relevante no dia a dia das pessoas. Realizada em parceria com a Squid, empresa de marketing de influência, a ação tem como objetivo mostrar, de forma prática e próxima ao consumidor, como os combos disponíveis nas unidades podem representar alternativas rápidas e econômicas para diferentes momentos do dia. Nos conteúdos, os influenciadores também trazem reflexões sobre educação financeira no cotidiano, mostrando como pequenas escolhas de consumo podem gerar economia no dia a dia e abrir espaço para organizar melhor o orçamento, guardar ou investir o dinheiro. Entre os influenciadores que participam da ação estão perfis voltados à educação financeira, como @danicolombo.invest e @mente.economica, que apresentam análises sobre custo-benefício e mostram como os combos disponíveis nas lojas podem se encaixar no orçamento do dia a dia, sem abrir mão da qualidade. “A ideia é mostrar que conveniência também pode estar associada a preço acessível. Queremos reforçar que o OXXO oferece opções práticas para diferentes momentos do dia, com ofertas que cabem no bolso do consumidor e fazem sentido dentro da rotina da cidade. Trazer influenciadores que já têm autoridade no tema da economia, ajuda a ampliar essa conversa de forma transparente e próxima do público, mostrando na prática como as promoções e combos da rede podem fazer parte do dia a dia das pessoas”, afirma Camila Assis, Head de Marketing e Comunicação Externa do OXXO. Durante o Mês do Consumidor, o OXXO destaca combos de food a partir de R$ 9,99, combinando itens populares como salgados, bebidas e cafés em ofertas pensadas para diferentes ocasiões de consumo, como lanches rápidos, pausas durante a rotina ou momentos de conveniência na cidade. A iniciativa reforça o papel da categoria de food dentro da proposta de valor da marca, ampliando as opções de consumo nas lojas e fortalecendo a experiência de consumo para os clientes. “Quando conectamos creators especializados em educação financeira a uma proposta de conveniência e preço acessível, transformamos uma oferta em conteúdo útil para o consumidor. Essa é a lógica do marketing de utilidade, onde usamos a influência para traduzir benefícios reais no dia a dia das pessoas. Ao estruturar essa estratégia para o OXXO, nosso objetivo foi gerar mais conexão com o público ao mesmo tempo em que impulsionamos a categoria de foodservice da rede”, afirma Luciana Alencar, diretora de operações e estratégia da Squid.
ARVORE leva inovação brasileira ao SXSW com “Fabula Rasa: Dead Man Talking”, experiência em VR com IA generativa
A ARVORE, estúdio brasileiro vencedor do Primetime Emmy e referência global em XR e jogos imersivos, participa da mostra competitiva de XR no South by Southwest (SXSW) 2026 com sua nova experiência em realidade virtual, Fabula Rasa: Dead Man Talking, uma narrativa interativa que utiliza inteligência artificial generativa para criar diálogos dinâmicos e histórias que se transformam a cada partida. Durante o SXSW 2026, o novo projeto da ARVORE concorre à premiação na categoria ‘XR Experience Competition’. O trailer de Fabula Rasa: Dead Man Talking já está disponível no canal do YouTube da ARVORE. Após o reconhecimento internacional com The Line (A Linha), vencedor do Primetime Emmy de 2020 e do Leão de Veneza de 2019, como Melhor Experiência Imersiva em VR, a ARVORE volta ao festival com um projeto de diferente perfil: em vez de uma narrativa linear e contemplativa, apresenta uma experiência construída a partir de conversas em tempo real com personagens movidos por IA combinando design narrativo, tecnologia generativa e princípios de improvisação para testar novos caminhos de interação em VR. Ambientado em uma pitoresca vila medieval, Fabula Rasa coloca o jogador no centro da trama: preso em uma gaiola e prestes a ser lançado ao poço do monstro por supostos crimes, ele precisa interagir com os habitantes da cidade para convencer o Rei a poupar sua vida. A diferença está na forma como a história se desenrola. Os personagens são movidos por Large Language Models (LLMs), capazes de ouvir, interpretar e responder em tempo real às falas e ações do jogador. Cada NPC possui personalidade e histórico próprios, desenvolvidos por designers narrativos, permitindo que a IA atue como extensão criativa desses perfis. O resultado é uma experiência de aproximadamente 30 minutos em que nenhuma sessão é igual à outra. Existem apenas dois desfechos possíveis: viver ou morrer. Mas, o caminho até o julgamento final é moldado pelas escolhas, argumentos e improvisos de cada jogador. IA generativa como ferramenta narrativa Em Fabula Rasa, a inteligência artificial não é utilizada para automatizar processos ou substituir etapas criativas, mas como um instrumento de experimentação narrativa. A equipe da ARVORE desenvolveu uma estrutura que equilibra o funcionamento do motor do jogo com a camada de IA garantindo coerência dramática e consistência de mundo. “Com Fabula Rasa, queríamos explorar a inteligência artificial como linguagem narrativa, não como atalho de produção. Nosso foco sempre foi criar uma experiência genuinamente humana, em que a tecnologia amplia a imaginação e não substitui o olhar criativo da equipe”, afirma Luiza Justus, Diretora Criativa do Fabula Rasa. “Estar no SXSW com essa experiência em VR reforça nosso compromisso em colocar o Brasil no centro das discussões globais sobre o futuro das experiências imersivas.” O estúdio combinou princípios de improvisação teatral com tecnologia generativa. A IA fornece “o cérebro” dos personagens, o game engine garante seus corpos e reações físicas, e o jogador dá propósito às interações. Essa integração permite que o mundo virtual reaja tanto às palavras quanto às ações físicas dentro do ambiente. O futuro das experiências imersivas Dirigido por Luiza Justus e Marcelo Marcati, Fabula Rasa: Dead Man Talking subverte tropos clássicos da fantasia sob uma lente estilizada e teatral. A experiência pode ser vivenciada em inglês, português, espanhol, francês e italiano. “Participar do SXSW é especialmente simbólico para nós. É um espaço onde tecnologia, cultura e criatividade se encontram, exatamente o território em que a ARVORE atua”, complementa Ricardo Justus, CEO da ARVORE. “Apresentar uma experiência baseada em IA generativa nesse contexto é uma forma de contribuir para o debate sobre como essas ferramentas podem fortalecer a indústria criativa.” A participação no SXSW 2026, que será entre os dias 12 e 18 de março, em Austin, Texas (EUA), reforça a posição da ARVORE como um dos estúdios mais inovadores da América Latina em experiências imersivas. Reconhecido por reunir os principais nomes globais de tecnologia, cinema, música e cultura digital, o festival é um dos palcos mais relevantes para lançamentos e debates sobre o futuro da indústria criativa. Para mais informações sobre o lançamento, acompanhe a ARVORE no X, Instagram e Threads, ou visite o site oficial do estúdio.
Ourofino Agrociência fortalece estrutura de marketing para sustentar plano para os próximos anos
A Ourofino Agrociência anuncia o fortalecimento de sua estrutura de marketing com movimentações estratégicas nas Unidades de Negócio (BUs) Centro-Leste e Sul. A iniciativa integra o plano de crescimento da companhia e prepara a organização para um novo ciclo de expansão a partir de 2026. Desde janeiro, Michel Daniel passou a integrar oficialmente o departamento de Marketing como gerente da BU Centro-Leste. O executivo já atuava na empresa como gerente regional e acumula mais de 15 anos de experiência no agronegócio, com passagens por multinacionais do setor. Engenheiro agrônomo, Michel construiu sua trajetória com forte atuação em geração de demanda, gestão de negócios e desenvolvimento de mercado em culturas estratégicas como soja, milho e cana-de-açúcar. Sua transição da área comercial para o marketing reforça a integração entre estratégia, posicionamento de portfólio e execução no campo, um dos pilares do plano de crescimento da companhia. Em fevereiro, a empresa também anunciou a contratação de João Paulo Tomás para assumir a gerência de Marketing da BU Sul. Com ampla experiência em marketing regional e gestão comercial no segmento de defensivos agrícolas, o executivo traz profundo conhecimento do mercado sulista, região estratégica pela relevância em culturas como soja, milho e trigo. Formado em Agronomia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Tomás tem histórico consistente na construção de estratégias regionais orientadas por análise de mercado, proximidade com cooperativas e fortalecimento da distribuição. Marketing mais próximo ao campo e orientado à geração de valor As movimentações fazem parte de uma estratégia estruturada para sustentar o crescimento da companhia nos próximos anos. A Ourofino Agrociência mantém como metas o fortalecimento do seu portfólio – com a incorporação de moléculas de alto desempenho adaptadas às condições da agricultura tropical e o avanço em regiões de alto potencial, como o Cerrado brasileiro. Para 2026, a expectativa é ampliar a participação de mercado, além de registrar crescimento na receita líquida, sustentado pela expansão do portfólio, novos registros e fortalecimento das estruturas regionais, combinando inovação tecnológica, tropicalização de formulações, suporte técnico especializado e proximidade com o agricultor. “Acreditamos que o próximo ciclo de crescimento passa necessariamente por uma estrutura ainda mais integrada entre marketing, comercial e áreas internas para entender e atender as demandas do cliente. Estamos reforçando nossas lideranças regionais para garantir leitura estratégica de mercado, agilidade na tomada de decisão e maior proximidade com o produtor. Nosso foco é crescer de forma sustentável, com rentabilidade e geração de valor para toda a cadeia”, afirma Luiz Gustavo Guerreiro Moreira, Gerente Executivo de Negócios da Ourofino Agrociência. Estratégia de diferenciação e inovação Diferentemente de empresas que desenvolvem soluções prioritariamente no exterior, a Ourofino Agrociência investe na tropicalização de tecnologias diretamente no Brasil, adaptando formulações às condições específicas do clima, do solo e dos sistemas produtivos nacionais. Esse modelo permite maior aderência às necessidades do produtor e reforça o posicionamento da empresa como protagonista em inovação voltada à agricultura tropical. “Ao fortalecer sua estrutura de marketing regional, a companhia sinaliza ao mercado que está preparada para ampliar market share, aprofundar parcerias estratégicas e consolidar sua presença entre os principais players do setor, em um ambiente cada vez mais competitivo e orientado por eficiência, tecnologia e sustentabilidade”, reforça Luiz Gustavo.
Buscas por IA aumentam a importância de fontes confiáveis e citações
Não é de hoje que a inteligência artificial está transformando a forma como as pessoas buscam informação na internet. Recursos como respostas geradas automaticamente, resumos instantâneos e interfaces mais conversacionais já fazem parte da experiência de pesquisa. No entanto, apesar da mudança na interface, a lógica que sustenta a qualidade dessas respostas continua fortemente ligada à web aberta e, principalmente, à credibilidade das fontes. Devido a isso, sinais tradicionais de autoridade, como links, menções e presença editorial, tendem a ganhar ainda mais importância. IA muda a experiência da busca, mas não elimina o ranking Nos últimos meses, o Google passou a integrar recursos baseados em inteligência artificial diretamente na página de resultados. Um dos exemplos mais visíveis são os AI Overviews, que apresentam um resumo inicial sobre determinado tema antes da lista tradicional de links. A proposta é ajudar o usuário a compreender rapidamente assuntos complexos e, a partir disso, explorar conteúdos mais aprofundados. No entanto, a presença da IA não significa que o sistema de ranking das buscas deixou de existir. “Mesmo com a evolução da inteligência artificial, os buscadores continuam precisando identificar quais páginas são mais confiáveis, relevantes e úteis antes de utilizá-las como base para gerar respostas”, explica Alice Bachiega, especialista em comunicação e PR da agência de link building Do Follow. Sendo assim, a IA muda a forma como a informação aparece, mas não elimina os critérios que determinam quais conteúdos merecem destaque. Nesse processo, conceitos como EEAT (Experience, Expertise, Authoritativeness e Trustworthiness), usados pelo Google para avaliar experiência, especialização, autoridade e confiabilidade das fontes, continuam sendo referências importantes para identificar conteúdos de qualidade. Conteúdo da web continua sendo base das respostas Apesar do avanço dos modelos generativos, os sistemas de IA ainda dependem do conteúdo publicado na internet para funcionar. Isso vale tanto para recursos integrados aos buscadores, como os AI Overviews do Google, quanto para assistentes baseados em IA, como ChatGPT e Perplexity, por exemplo. Na prática, isso significa que as respostas geradas automaticamente continuam sendo construídas a partir de informações disponíveis online, muitas vezes reunindo dados de diferentes fontes. Nesse cenário, a autoridade editorial se torna um fator ainda mais relevante para que determinados conteúdos sejam utilizados como referência. Backlinks funcionam como “votos de confiança” Entre os sinais utilizados pelos algoritmos para avaliar a credibilidade de um site estão os backlinks, que são links de outros sites apontando para uma determinada página. Esses links funcionam como uma espécie de recomendação pública. Quando um site relevante cita outro conteúdo, ele indica que aquela informação merece atenção. A própria filosofia de funcionamento do Google destaca esse princípio: o mecanismo de busca utiliza milhões de links publicados na internet para ajudar a determinar quais páginas oferecem conteúdo de valor. Assim, fatores como qualidade, quantidade e consistência desses links podem influenciar diretamente a visibilidade de um site nos resultados. Autoridade digital também influencia respostas de IA Com a chegada das interfaces baseadas em inteligência artificial, a construção de autoridade digital passou a impactar não apenas o ranking tradicional, mas também as respostas geradas automaticamente. “Sem dúvidas, as respostas vindas de ferramentas de IA têm ganhado espaço na SERP e a maior parte dos nossos clientes já sente esse impacto, especialmente em termos com intenção informacional”, afirma Carolina Glogovchan, CEO da Do Follow. Segundo ela, as estratégias de SEO estão se adaptando para acompanhar esse novo cenário. “Para acompanhar esse cenário de mudança, aqui na Do Follow temos investido nas menções à marca, bem como no olhar para outras métricas como impressões, bots que acessam os sites e prompts que podem ser usados pelos usuários para chegar aos nossos clientes. Tudo ainda é bastante novo, mas nosso olhar tem sido atento para acompanhar as mudanças e observar retornos vindos neste canal”, explica. Contexto e relevância das citações também importam Além da quantidade de backlinks, os algoritmos analisam o contexto e a relevância das páginas que fazem essas citações. Links provenientes de sites que compartilham temas ou áreas de atuação semelhantes tendem a ter mais peso. Menções em veículos de imprensa, blogs especializados e plataformas reconhecidas também ajudam a fortalecer a credibilidade de uma marca. Para Alice Bachiega, essa construção de reputação digital passa por uma presença consistente em diferentes ambientes da internet. “Quando um site é citado por portais, especialistas ou comunidades relevantes, ele começa a formar uma rede de reconhecimento. Esses sinais ajudam os algoritmos e também os sistemas de IA a identificar quais fontes são mais confiáveis e frequentemente utilizadas como referência”, afirma. Conteúdo original ganha ainda mais valor Outro ponto destacado nas discussões sobre o futuro da busca é a importância de produzir conteúdos originais. Com a popularização da inteligência artificial generativa, conteúdos genéricos ou muito semelhantes tendem a ter menos destaque. Páginas que apresentam análises próprias, dados exclusivos ou interpretações diferenciadas têm mais chances de ganhar relevância tanto nos buscadores quanto nas respostas geradas por IA. Um novo cenário, com fundamentos conhecidos Apesar das mudanças trazidas pela inteligência artificial, as especialistas afirmam que o cenário atual representa mais uma evolução do que uma ruptura completa. Princípios clássicos do SEO, como autoridade, relevância e experiência do usuário, continuam sendo fundamentais para determinar quais conteúdos se destacam na internet. Com esse foco, estratégias como produção de conteúdo relevante, presença editorial e link building tendem a se tornar ainda mais estratégicas, já que as fontes por trás das respostas geradas por IA passam a ser o verdadeiro diferencial.
Brasil terá a 1ª Faculdade de Negócios do Mercado Financeiro da América Latina
O lançamento de uma escola dedicada exclusivamente ao mercado financeiro acompanha a própria expansão da indústria financeira no Brasil e na América Latina. No Brasil, o volume total de crédito já supera R$ 7 trilhões, equivalente a cerca de 54% do PIB, refletindo o peso crescente do sistema financeiro na economia. Ao mesmo tempo, o país vive uma transformação no mercado de investimentos: o número de investidores pessoas físicas na bolsa brasileira saltou de cerca de 600 mil para mais de 5 milhões em poucos anos, impulsionando o desenvolvimento de corretoras, plataformas digitais e serviços de advisory. O patrimônio financeiro das famílias brasileiras já ultrapassa R$ 6 trilhões em investimentos, distribuídos entre renda fixa, fundos, ações, previdência e produtos estruturados. Apenas a indústria de fundos de investimento administra mais de R$ 8 trilhões em ativos, enquanto o mercado de gestão de patrimônio e private banking movimenta cerca de R$ 2 trilhões em recursos sob gestão. Essa expansão também se reflete na estrutura da indústria. O país possui, centenas de corretoras, assets, gestoras independentes e fintechs, além de grandes bancos que lideram operações de corporate banking, investment banking e wealth management. Esse crescimento acelerado do mercado financeiro ampliou a demanda por profissionais qualificados em áreas como banking, gestão de patrimônio, mercado de capitais, advisory, análise de investimentos e estruturação de operações. Nesse contexto, surgem oportunidades para instituições educacionais especializadas capazes de formar profissionais preparados para atuar em um setor que movimenta trilhões de reais e cresce em complexidade e competitividade ano após ano. Antes dessa nova etapa, a iniciativa nasceu como Eu Me Banco, uma plataforma educacional focada na formação de profissionais para o mercado financeiro por meio de cursos online. Ao longo dos últimos anos, a plataforma formou mais de 300 mil alunos em programas e treinamentos voltados ao setor financeiro, além de desenvolver programas avançados de especialização e MBA. A evolução desse projeto levou à criação de uma nova estrutura acadêmica: Agora, a instituição passa a atuar também com pós-graduação reconhecida pelo MEC, consolidando um modelo educacional mais amplo e estruturado para formação de profissionais da indústria financeira. Com essa reestruturação, a instituição passa a se chamar B7 Business School, marcando uma nova fase da escola, com foco em educação executiva, pós-graduação e programas especializados voltados exclusivamente ao mercado financeiro. “O mercado financeiro mudou profundamente nos últimos anos. A indústria cresceu, novos produtos surgiram, milhões de brasileiros passaram a investir e a demanda por profissionais preparados aumentou muito. A B7 nasce justamente para responder a esse movimento. Nosso objetivo é formar profissionais que entendam o funcionamento real do mercado, com conhecimento técnico, visão comercial e capacidade de atuação prática dentro de bancos, assets, corretoras e estruturas de gestão de patrimônio. “Não somos uma faculdade tradicional. Assim como no próprio mercado financeiro, nosso foco é gerar retorno sobre o investimento do aluno. A ideia é que ele não venha apenas buscar um diploma, mas sim multiplicar, na prática, aquilo que investiu na B7, seja em evolução de carreira, aumento de renda ou acesso a posições mais estratégicas dentro do setor financeiro. A proposta é construir uma escola de negócios que esteja conectada com o dia a dia da indústria financeira na prática e com as habilidades que o mercado realmente exige”, afirma Fabio Louzada, CEO da B7 Business School. O modelo de ensino é EAD, com encontros presenciais pontuais e parcerias acadêmicas no exterior, e a instituição projeta formar cerca de 10 mil alunos ao longo deste ano. Em um setor em que, reputação, tomada de decisão e capacidade analítica são determinantes para a evolução de carreira, a formação especializada passa a ter papel central na preparação de profissionais para funções cada vez mais estratégicas dentro das instituições financeiras. Nesse cenário, a B7 Business School consolida sua nova fase ao estruturar um modelo educacional voltado exclusivamente para carreiras do mercado financeiro, conectando formação acadêmica, programas executivos e especializações focadas na indústria.“Nós acreditamos que a formação no mercado financeiro precisa ir muito além da sala de aula. Por isso buscamos criar experiências que realmente ampliem a visão de mundo dos alunos, conectando conhecimento técnico com vivência prática e contato com ambientes de inovação. Levar alunos para experiências internacionais, como visitas à Nasdaq e a instituições globais, é algo extremamente enriquecedor, porque mostra na prática como diferentes indústrias pensam estratégia, tecnologia e futuro. Nosso objetivo é proporcionar uma jornada de formação que seja transformadora para a carreira e para a forma como esses profissionais enxergam o mercado”, afirma Fabio.
Samsung e Empresas Todeschini: transformação digital no mercado moveleiro de alto padrão
A Samsung apoiou as Empresas Todeschini (Todeschini, Italínea e Criare) na modernização da experiência de compra em suas lojas, atuando como parceira estratégica na implementação de um ecossistema integrado de tecnologia no ponto de venda. A iniciativa transformou um modelo de venda tradicional em uma jornada phygital, integrando o físico e o digital de forma prática no atendimento ao cliente, tornando a experiência mais visual, interativa e eficiente no varejo de móveis planejados de alto padrão. 1. O Cenário e o Desafio Com um modelo de venda tradicional, apoiado em catálogos impressos, as Empresas Todeschini enfrentavam o desafio de reduzir o nível de abstração do consumidor durante a escolha dos projetos. As empresas buscavam transformar esse processo em uma jornada de compra phygital, tornando a experiência mais visual, interativa e confiável por meio da integração prática entre o físico e o digital no ponto de venda. 2. A Solução Samsung (O Ecossistema) A solução desenvolvida foi baseada em um ecossistema integrado de tecnologia Samsung, combinando Displays Interativos, Monitor Interativo Samsung Flip e tablets das linhas Galaxy Tab S e Galaxy Tab A. Mais do que fornecer dispositivos, a Samsung estruturou uma solução conectada para o ponto de venda, que possibilitou a digitalização completa do catálogo e a integração entre os dispositivos, permitindo que arquitetos e consultores apresentassem projetos, acabamentos e aplicações em tempo real, com mais clareza visual e precisão durante o atendimento. Essa infraestrutura de mobilidade e interatividade foi construída a partir de três pilares: Mobilidade com tablets (Galaxy Tab S e Tab A): utilizados pelos arquitetos e vendedores para apresentar catálogos digitais e realizar ajustes nos projetos ao lado do cliente, eliminando a barreira da mesa do escritório. o Samsung Flip: Substituição dos quadros brancos tradicionais por telas interativas de alta resolução. Isso permitiu que o “brainstorm” entre arquiteto e cliente fosse digital, com anotações salvas e compartilhadas instantaneamente. “Desde o início, vimos este projeto com as Empresas Todeschini como uma ótima oportunidade de mostrar toda a proposta de valor do ecossistema integrado. Eles tinham uma necessidade de aprimorar o processo de jornada de compra. Nós entendemos esse escopo, trouxemos para dentro de casa e, a quatro mãos, desenvolvemos com o cliente que soluções eram necessárias para essa implementação. A partir disso, apresentamos tanto a linha de displays interativos quanto os tablets de forma integrada, permitindo o compartilhamento simultâneo de conteúdos e criando uma experiência fluída e ágil, trazendo encantamento ao cliente”, explica Kauê Melo, diretor sênior da divisão de B2B da Samsung Brasil. 3. Impactos e Resultados A implementação gerou benefícios diretos para todos os lados envolvidos: “Hoje estamos criando a loja do futuro. Um futuro que já está aqui, integrando o físico e o digital, trazendo resultados concretos e uma ótima resposta dos consumidores. Um enorme passo para nossa missão de oferecer soluções e ambientes personalizados e a melhor experiência para nossos clientes”, Diego Peruchi, head de inovação Todeschini Mais do que fornecer dispositivos, a Samsung se consolida nesse projeto como a parceira ideal para a transformação digital do varejo, demonstrando como um ecossistema de tecnologia integrada pode gerar impacto real na experiência de compra, na eficiência do ponto de venda e no desempenho do negócio no segmento de móveis planejados de alto padrão. Saiba mais assistindo ao vídeo sobre a parceria no YouTube e para mais informações, visite a Samsung Newsroom Brasil.
Indústria 4.0 avança no Brasil, mas gargalos tecnológicos e qualificação ainda limitam expansão
A chamada Indústria 4.0, que incorpora tecnologias como internet das coisas (IoT), inteligência artificial (IA), robótica avançada e sistemas ciberfísicos à manufatura, ainda caminha a passos desiguais no Brasil. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), apenas 28% das empresas industriais de médio e grande porte adotaram tecnologias relacionadas à transformação digital em seus processos até 2023. “O Brasil tem um grande potencial em automação industrial, mas enfrenta desafios históricos como a defasagem da infraestrutura tecnológica e a escassez de profissionais com qualificação técnica específica para sistemas integrados e operações críticas”, explica Fábio Camargo Miki, engenheiro eletricista com pós-graduação em automação industrial pela PUC-PR e experiência internacional nos setores de óleo e gás, mineração e papel e celulose. Com atuação em países como México, Brasil e Moçambique, Miki destaca que as iniciativas mais bem-sucedidas de digitalização industrial envolvem sistemas de controle distribuído (DCS) e uso intensivo de sensores e dados em tempo real. “Trabalhos com sistemas ABB, Siemens, Yokogawa e Emerson mostram que é possível atingir padrões globais, mas isso exige planejamento de longo prazo e investimento em manutenção e atualização de sistemas críticos”, afirma. Levantamento realizado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) estima que o uso pleno de tecnologias da Indústria 4.0 pode gerar uma economia anual de até R$ 73 bilhões com ganho de eficiência nas fábricas. No entanto, 90% das indústrias brasileiras ainda operam com baixo ou nenhum nível de automação inteligente, de acordo com o Mapa da Digitalização da Indústria. Na avaliação de Miki, que liderou projetos de integração mina-planta-porto, o gargalo não está apenas na aquisição de tecnologia. “É uma questão estrutural. Muitas plantas operam com sistemas antigos, sem conectividade, e a migração para arquiteturas digitais exige compatibilização de equipamentos legados e capacitação técnica local. Isso encarece e desacelera o processo.” A assimetria regional também preocupa. Enquanto estados como São Paulo, Paraná e Minas Gerais avançam com iniciativas de inovação industrial, regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam limitações severas em infraestrutura energética, conectividade e formação profissional. Segundo o IBGE, em 2023, apenas 8% das empresas industriais do Norte do país utilizavam algum sistema de automação conectado à internet. Entre os setores mais avançados no uso de tecnologias da Indústria 4.0 no Brasil estão papel e celulose, petróleo e gás e metalurgia, segmentos nos quais Miki desenvolveu soluções integradas de controle de processos. “Essas indústrias operam com margens apertadas e alto risco operacional. Por isso, são pressionadas a investir em confiabilidade e predição de falhas por meio de automação avançada.” A perspectiva para os próximos anos é de expansão lenta, mas consistente. A Pesquisa de Inovação da Indústria 2024, da CNI, indica que 41% das empresas pretendem investir em digitalização até 2026, com foco em eficiência energética, redução de perdas e integração de sistemas de chão de fábrica com plataformas de gestão (ERP e MES). Para Miki, o futuro da indústria brasileira depende da capacidade de formar um ecossistema de inovação com base técnica sólida, políticas de incentivo coordenadas e atração de talentos. “A Indústria 4.0 não é apenas sobre sensores e algoritmos. É sobre transformar o modo como fabricamos, gerenciamos e tomamos decisões, com impacto direto na produtividade e na competitividade internacional do país”, conclui.
Curiosidade e o inesperado ganham destaque no SXSW como motores da inovação
A curiosidade, apontada como uma das habilidades mais importantes para os profissionais do futuro, tem sido um dos temas recorrentes nas discussões do SXSW, um dos maiores festivais globais de inovação, tecnologia e comportamento, realizado em Austin, no Texas. De acordo com o Relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, a curiosidade e o aprendizado ao longo da vida estão entre as dez habilidades com maior crescimento de importância até 2030. O estudo também indica que cerca de 40% das habilidades exigidas no mercado de trabalho devem mudar nos próximos anos, reforçando a necessidade de adaptação constante e de desenvolvimento de competências humanas, como criatividade, resiliência, flexibilidade e pensamento analítico. Especialistas destacam que a curiosidade é um fator decisivo para estimular a criatividade, considerada o principal combustível para a inovação, e para ampliar a capacidade de adaptação em um cenário de rápidas transformações no mundo do trabalho. Outro insight que já emerge das experiências no evento é o papel do inesperado no processo de inovação. Em meio à intensa programação e aos encontros pela cidade, grande parte das ideias e conexões surge justamente de situações imprevistas: conversas informais, descobertas de temas fora da própria área ou palestras que provocam novas perspectivas. Direto de Austin, as especialistas Gaya Machado e Débora Maia, que acompanham a programação do festival, destacam que o SXSW evidencia como a combinação entre curiosidade, abertura ao novo e interações inesperadas pode gerar insights relevantes para profissionais e empresas. Embora Austin seja um ambiente que respira tecnologia, com demonstrações de inovações como carros autônomos e robôs circulando pelas ruas, o evento reforça que as conexões humanas continuam sendo centrais para a geração de ideias e para o desenvolvimento de soluções criativas. Gaya Machado e Débora Maia estão disponíveis para comentar os principais insights do SXSW sobre criatividade, inovação, comportamento e o futuro do trabalho. Sobre as especialistas Gaya Machado é cientista comportamental, palestrante e mentora executiva, com atuação voltada à inovação, comportamento e futuro do trabalho. Participa de imersões internacionais como o SXSW, onde acompanha tendências globais em tecnologia, inteligência artificial e transformação cultural. Integra o Harvard Business Review Advisory Council, comunidade internacional de executivos que contribuem com insights estratégicos para a publicação, e atua conectando ciência comportamental, inovação e estratégia de negócios em palestras e programas corporativos no Brasil e no exterior. Débora Carrera Maia é sócia e diretora da MDS 4Health, especialista em saúde corporativa, bem-estar e desenvolvimento humano, com mais de 25 anos de atuação nas áreas de gente e gestão. Atua na análise de tendências ligadas ao futuro do trabalho, saúde organizacional e modelos mais sustentáveis de benefícios, conectando estratégia, inovação e cuidado nas decisões empresariais. Com experiência em projetos no Brasil e na América do Sul, acompanha de perto a evolução das práticas de gestão de pessoas e os impactos da tecnologia, da cultura organizacional e do comportamento humano na performance e no engajamento das equipes.
O Boticário transforma fragrância em experiência de encontros com circuito Coffee Party
Em um momento em que encontros tradicionais parecem cada vez mais difíceis, uma nova forma de socialização começa a ganhar espaço entre jovens adultos: experiências sensoriais que substituem o encontro formal por conexões mais espontâneas. É nesse contexto que surgem iniciativas como as Coffee Parties, formato que mistura música, fragrância e experiências sensoriais para transformar a forma como as pessoas se encontram. Impulsionado por essa mudança de comportamento, O Boticário apresenta no Brasil o circuito Coffee Party, uma série de ativações proprietárias que colocam Coffee Addictive no centro da vida noturna ao conectar café arábica, música eletrônica e perfumaria em uma atmosfera imersiva. A principal ativação acontece em São Paulo, no dia 17 de março, na flagship do Boticário em Pinheiros, que será transformada em uma festa eletrônica exclusiva para convidados. O evento marca a abertura oficial do circuito pelo Brasil e terá como destaque a presença de Gabriela Prioli e do DJ ATKÖ, casal que estrela a campanha de Coffee Addictive e traduz, na vida real, a intensidade, o magnetismo e a energia que definem o território da fragrância. A noite contará com headline assinada por ATKÖ, além de experiências sensoriais. A iniciativa parte de um insight cultural: em um mundo marcado pela chamada “catch-up culture”, em que encontros sociais muitas vezes se tornam apenas compromissos na agenda, cresce o interesse por experiências que gerem conexões mais autênticas e espontâneas. Nesse contexto, fragrâncias deixam de ser apenas um produto e passam a funcionar como um gatilho sensorial para encontros. Movimentos recentes nas redes sociais apontam para uma dificuldade crescente em retomar interações sociais. O fenômeno conhecido como F.O.D.A. (Fear of Dating Again), medo de voltar a se relacionar, ganhou espaço entre jovens adultos que relatam ter “desaprendido a flertar” ou se sentirem cansados das dinâmicas tradicionais de encontros. É justamente nesse cenário que experiências sensoriais coletivas começam a ganhar relevância. Coffee parties funcionam porque substituem a pressão do encontro tradicional por um ambiente compartilhado de descoberta. As pessoas chegam pela curiosidade e permanecem pela experiência. Nesses ambientes, o cheiro se torna um veículo de conexão. Fragrância, música, sabor e atmosfera se misturam para criar um espaço onde conversas surgem de forma mais natural e encontros acontecem sem roteiro pré-definido. “Estamos vivendo um momento em que as pessoas buscam novas formas de se conectar. Ao nos apropriarmos de um formato em ascensão, como as Coffee Parties, conseguimos integrar fragrância, cultura e experiência de forma proprietária e contemporânea”, afirma Carolina Carrasco, Diretora de Branding e Comunicação do Boticário e Quem Disse, Berenice?. Após a abertura em São Paulo, o projeto segue para outras cidades com ativações em loja que levam o mesmo conceito, em escala menor, para o público. As experiências acontecem em São Paulo e Rio de Janeiro nos dias 14 e 15 de março, e em Curitiba, Recife e Fortaleza nos dias 20 e 21 de março, sempre a partir das 18h. Em cada cidade, o formato se adapta ao porte da loja, mantendo o mesmo conceito: DJ set, experiências com café arábica e ambientação inspirada na cultura da noite. Toda a estratégia se conecta ainda à Track Addictive, música autoral assinada por ATKÖ que funciona como trilha sonora oficial do projeto. A faixa embala tanto as ativações físicas quanto a campanha digital estrelada por Gabriela Prioli e o DJ, reforçando o magnetismo e a química que traduzem o espírito de Coffee Addictive, fragrância disponível nas versões Man e Woman. Mais do que um evento, o projeto propõe uma nova leitura sobre encontros contemporâneos: quando a perfumaria entra em cena, a conexão acontece de forma natural.
Ampla transforma prestação de contas da saúde em narrativa de impacto cotidiano no Espírito Santo
Em um cenário no qual transparência deixou de ser diferencial e passou a ser exigência, comunicar políticas públicas tornou-se um exercício de clareza e conexão. No Espírito Santo, os investimentos realizados na saúde, entre 2019 e 2025, promoveram ampliação de estrutura, modernização de serviços, regionalização do atendimento e fortalecimento da atenção básica, especializada e hospitalar. O desafio era transformar esse conjunto de entregas em narrativa compreensível, próxima e reconhecível para a população. Nesse contexto, a Ampla-ES criou para o Governo do Estado a campanha “A gente faz cada vez mais pela saúde capixaba”. “A construção do conceito parte da experiência real. Nosso papel foi fazer a ponte entre investimento público e percepção das pessoas, transformando números em situações reconhecíveis e próximas do cotidiano. A linguagem é humana e emocional, com personagens representando profissionais e usuários do sistema de saúde, reforçando identificação e pertencimento”, afirma Bruno Reis, diretor de Criação da Ampla-ES. Segundo ele, um ponto importante em toda a comunicação é o símbolo “+”. Ele organiza toda a identidade visual e se torna elemento central da narrativa, representando mais acesso, mais acolhimento, mais agilidade, mais presença e mais cuidado. O recurso gráfico sintetiza a ideia de evolução contínua expressa no conceito e garante unidade a todas as peças. O filme institucional de 60 segundos é o eixo de construção de imagem e estabelece o tom da ação. A estratégia foi estruturada de forma integrada, com presença em TV, rádio, mídia exterior e digital. O plano contempla spots de 30 segundos, programetes de 60 segundos com aprofundamento das entregas, merchandising em telejornais locais e outdoors com cinco layouts temáticos explorando o conceito do “+”. Também inclui busdoor, vinhetas de LED, web banners, posts em carrossel, dois reels de 30 segundos e campanha digital com veiculação em Meta Ads, Google Ads e portais capixabas. “Ao estruturar narrativa aproximando gestão e cidadão, se mostra a percepção concreta de cuidado e presença, aliando estratégia, sensibilidade e construção multicanal consistente. A comunicação traduz esse volume de entregas em impacto concreto, reforçando compromisso e continuidade das ações”, conclui o criativo da Ampla. Assista o filme: Ficha técnicaAgência: Ampla ComunicaçãoCliente: SECOMDireção de Criação: Bruno ReisHead de criação: Thauana MoreiraCoordenação de criação: Izabella RodriguesCriação: Rodrigo Pegoretti, Daniel Galvão, Barbara Stein, Enzo Gratz, Thales SantosPlanejamento: Felipe GuimarãesMídia: Grazi Fioresi, Andressa Lírio, Andi Nascimento, Tatiana Oliari e Amarildo FelettiProdução: Mila NeriDiretora de Negócios: Marla OliveiraCoordenadora de atendimento: Isabela GavaAtendimento: Tamyres MayerProdução de vídeo: Light PixelAprovação: Secom
“Se você vai que nem louco, você não perde um jogo, perde a Copa”, alerta Parreira
A Copa do Mundo da FIFA 2026 se aproxima rapidamente e as expectativas crescem para ver a Seleção Brasileira em campo. Assim, a N Sports já está a todo vapor na preparação para sua estreia na transmissão do maior evento esportivo do planeta. Como parte do aquecimento especial para o evento, nada melhor do que falar com quem sabe do assunto e, sobretudo, se consagrou ao levantar a cobiçada taça. E ninguém melhor do que Galvão Bueno, narrador do tetra e do penta, para conduzir essa série de entrevistas para encontrar o caminho do hexa. Desse modo, os canais lineares de Fast TV e TV por assinatura e o YouTube da N Sports estrearam na última terça-feira (10) o “Campeão do Mundo com Galvão”, um programa especial em que o narrador de tantas edições de Copa do Mundo traz convidados que têm propriedade para falar do que é ser campeão e mostrar o quão desafiador é repetir esse feito. A atração também é exibida em versão mais curta dentro do programa Galvão FC, transmitido pelo SBT e pela N Sports, que são parceiras na cobertura oficial da Copa do Mundo. Como primeiro convidado, Carlos Alberto Parreira, que foi preparador físico da Seleção brasileira em 1970 e comandante técnico de 1994, além de ter dirigido outras cinco seleções dos cinco continentes. “Não se ganha por acaso, tem que ter time. É preciso ambiente, preparação, planejamento, mas tem que ter time e nós tínhamos. Eles entraram para não perder. Se você vai que nem louco, você não perde um jogo, perde a Copa. Só isso. Você não pode entrar (em uma decisão) como um louco, um suicida. Eram todos jogadores conhecidos e experientes”, explicou Parreira, falando da semifinal contra Holanda, jogo que considera o mais difícil da campanha de 94, e da postura adotada na final contra a então e também tricampeã Itália. No primeiro episódio ao lado de Galvão Bueno, Parreira faz reverência a Zagallo como maior treinador brasileiro de todos os tempos, relembra esporro que Pelé deu em 1970, aponta para a liderança de Dunga e Cafu em 1994 e conta bastidores da escolha de Romário para bater um dos pênaltis da decisão nos Estados Unidos. Além disso, o comandante contou que fez educação física inspirado por uma foto, sua dedicação de registrar tudo o que assistia de palestras de técnicos históricos e como isso o ajudou a se tornar técnico de Gana no final da década de 60. Se a estreia já foi boa e rica de histórias, isso foi só o começo. Galvão Bueno promete trazer personagens que fizeram partes das campanhas vitoriosas de 2002 e 1994. Compartilhando suas vivências de campeões do mundo, os convidados ajudarão a desvendar o quebra-cabeça para os comandados de Carlo Ancelotti estamparem a sexta estrela no peito da camisa mais temida e adorada do futebol mundial. Toda semana um episódio novo também para aquecer as narrações que Galvão fará na parceria entre N Sports e SBT. Nos canais lineares, a edição do programa traz, inclusive, imagens das Copas passadas, para relembrar e vibrar com os grandes momentos e lances que estão na memória dos brasileiros.
Don Luiz lança campanha “8 Weeks” com oito semanas de degustações em PDVs e ofertas para novos clientes
A Don Luiz, marca de coquetel alcoólico de doce de leite, dá início à campanha “8 Weeks”, uma ação nacional focada na experimentação e conquista de novos consumidores. A iniciativa começou em 1º de março e se estenderá por oito semanas consecutivas, combinando degustações presenciais em PDVs e ações promocionais voltadas à primeira compra. A estratégia aproveita o Mês do Consumidor — período que ganhou relevância no varejo brasileiro e se consolidou como um dos principais motores de conversão do primeiro semestre — para apresentar o produto a novos públicos e estimular a entrada de consumidores na categoria. Oito semanas intensas de experimentação A campanha “8 Weeks” é estruturada em torno da degustação do coquetel alcoólico de doce de leite, incentivando o público a experimentar a bebida no ponto de venda e conhecer de perto sua cremosidade, sabor marcante e versatilidade em diferentes ocasiões de consumo. Durante os meses de março e abril, as ações acontecem sempre às sextas-feiras e aos sábados, em lojas selecionadas das principais redes supermercadistas que já trabalham com a marca em diferentes estados do país. No Rio Grande do Sul, a ação será realizada no Zaffari. Em Santa Catarina, nas lojas Bistek. Em São Paulo, participam St Marche, Zaffari, Mambo, Carrefour e Sonda Supermercados. No Rio de Janeiro, a campanha chega às redes Zona Sul, Supermercados Mundial, Guanabara, Dom Atacadista e Prezunic. No Distrito Federal, participam Dia a Dia, Super Adega e Atacadão. Já na Bahia, a ação será realizada no Hiperideal e na Rede Mix. Ao todo, a campanha contempla praças estratégicas para a marca, ampliando presença em redes consolidadas e fortalecendo o relacionamento com o varejo físico. “Com o “8 Weeks”, reforçamos nossa estratégia omnichannel ao conectar o Mês do Consumidor com ativações presenciais de impacto. O objetivo é transformar março e abril em um período estratégico para expandir nossa base e fortalecer a marca no varejo nacional”, afirma Lucas Rocha, CEO da Don Luiz. Para conferir todas as novidades da Don Luiz, acesse www.donluiz.com.br ou acompanhe a marca pelo Instagram @donluizcream.
Consumidor multicanal pressiona empresas por atendimento integrado, aponta Dígitro
Um consumidor inicia um contato com uma empresa por telefone, continua a conversa pelo WhatsApp e finaliza a solicitação em um chat ou aplicativo. Esse percurso entre diferentes canais se tornou cada vez mais comum na jornada de relacionamento com marcas e serviços. Para as empresas, esse comportamento tem ampliado a pressão por sistemas capazes de integrar os canais de atendimento e garantir continuidade nas interações, evitando que o cliente precise repetir informações a cada novo contato. No contexto do Dia do Consumidor, essa transformação se torna ainda mais evidente. Em datas comerciais e campanhas promocionais, o volume de interações cresce significativamente, exigindo que as empresas tenham sistemas capazes de organizar o fluxo de atendimento e ampliar a capacidade de resposta das equipes. Outro fator que impulsiona essa mudança é a diversidade de perfis de consumidores. Enquanto gerações mais jovens tendem a preferir interações por aplicativos de mensagens e canais digitais, muitos clientes ainda valorizam o atendimento por telefone. Para as empresas, o desafio passa a ser estar disponível no canal que cada pessoa prefere utilizar. Segundo André Jansen, diretor de Operações e Serviços da Dígitro Tecnologia, acompanhar esse comportamento é essencial para manter a qualidade da experiência do cliente. “O consumidor quer resolver suas demandas de forma rápida e pelo canal de sua preferência. Quando as empresas conseguem integrar esses canais e organizar o atendimento, a experiência melhora tanto para o cliente quanto para as equipes responsáveis pelo suporte. Dessa forma, a inteligência artificial surge como protagonista ao possibilitar automatizar etapas do atendimento, direcionar solicitações de forma mais eficiente e garantir interações mais fluidas e ágeis ao longo de toda a jornada do consumidor”, afirma. Evolução das plataformas de atendimento Para responder a esse novo cenário, empresas têm investido em plataformas capazes de integrar diferentes canais de comunicação em um único ambiente de gestão. Essa abordagem, conhecida como estratégia omnichannel, permite que todas as interações, independentemente do canal utilizado, façam parte de uma mesma jornada de relacionamento com o cliente. Na prática, isso significa que atendentes humanos e sistemas automatizados conseguem acessar o histórico completo das interações, garantindo continuidade no atendimento mesmo quando o consumidor muda de canal ao longo da conversa. Na Dígitro Tecnologia, essa estratégia se materializa no NeoInteract, plataforma desenvolvida para unificar interações realizadas por voz, chat, aplicativos de mensagens e outros canais digitais. A solução permite que empresas organizem a jornada do consumidor em um único sistema, facilitando a continuidade do atendimento e ampliando a eficiência das equipes responsáveis pela gestão das interações. Além do atendimento receptivo, plataformas desse tipo também permitem integrar ações de marketing e comunicação conectadas a sistemas de CRM, ampliando a capacidade de relacionamento com clientes. A partir do histórico de interações, as empresas podem organizar campanhas, realizar comunicações personalizadas e desenvolver estratégias mais estruturadas de contato ao longo da jornada do consumidor. Inteligência artificial amplia capacidade de atendimento O avanço do atendimento multicanal tem levado empresas a rever suas estratégias de relacionamento com clientes. Cada vez mais, os investimentos estão direcionados ao uso de inteligência artificial para automatizar parte das interações e ampliar a capacidade de atendimento, mantendo níveis elevados de personalização. Agentes virtuais baseados em IA já assumem etapas operacionais do atendimento, como a triagem inicial de demandas e o direcionamento de solicitações, permitindo que equipes humanas se concentrem em casos mais complexos. Ao mesmo tempo, tecnologias de automação tornam as interações mais rápidas e naturais para o consumidor. Para que esse modelo funcione de forma eficiente, a chamada camada de serviços também ganha importância. É ela que permite desenhar e estruturar jornadas de atendimento alinhadas às particularidades de cada empresa, integrando canais, processos e tecnologias de forma consistente. A combinação entre plataformas integradas, inteligência artificial e serviços especializados tende a se consolidar como um dos principais pilares das estratégias de experiência do cliente nos próximos anos. Nesse cenário, empresas de tecnologia passam a desempenhar um papel estratégico ao estruturar as arquiteturas que sustentam essa jornada, integrando canais de comunicação, automação e análise de dados em um mesmo ambiente de gestão. Para a Dígitro Tecnologia, essa integração entre plataforma, inteligência artificial e serviços é justamente o que permite às empresas organizar operações de atendimento mais eficientes, escaláveis e alinhadas ao novo comportamento do consumidor.
Mira Comunicação expande portfólio em educação com três novos clientes
A Mira Comunicação, agência de Relações Públicas com sede em São Paulo e atuação nacional, acaba de anunciar a conquista de três importantes clientes do mercado educacional: a CASIO Educação, o Congresso de Gestão Educacional (GEduc) e a Associação Brasileira de Sistemas de Ensino e Plataformas Educacionais (ABRASPE). Com mais de 10 anos de atuação e profissionais especializados, a Mira passou a responder pelo relacionamento com a imprensa da marca educacional, da Associação representativa e do Congresso. No caso do GEduc, com renovação do trabalho desenvolvido para o evento pelo sexto ano consecutivo. “Temos expandido nossa atuação para diversos segmentos, ao mesmo tempo que fortalecemos ainda mais nosso DNA em educação. A chegada de contas como essas reforçam esse posicionamento e nos animam muito para os novos desafios”, afirma Diego Ramalho, CEO da Mira Comunicação. Para a CASIO Educação – divisão da CASIO dedicada ao fortalecimento do ensino e da aprendizagem da matemática por meio de tecnologias educacionais que promovem raciocínio lógico, pensamento crítico e compreensão conceitual –, a estratégia da equipe de assessoria de imprensa prevê ampliar a presença em mídia especializada e em veículos de grande abrangência. A marca celebra os 60 anos do lançamento de sua primeira calculadora eletrônica, marco de relevância em sua trajetória de inovação. Reconhecido como o principal Congresso de Gestão Educacional do país, o GEduc realiza a sua 24ª edição nos dias 25, 26 e 17 de março de 2026, em São Paulo (SP), reunindo lideranças, mantenedores e gestores de instituições de ensino para uma programação de palestras e debates de alto nível. O evento é promovido pela Humus, empresa que realiza capacitação para gestores de universidades e escolas, consultoria e seleção de profissionais para o segmento educacional. Já a ABRASPE, com atuação nacional desde 2021, representa e incentiva empresas de sistemas de ensino e plataformas educacionais. A Mira passa a apoiar o posicionamento institucional da entidade e a interlocução com a imprensa, especialmente em um momento em que a educação e a transformação digital do setor estão no centro do debate público.
Ram Dakota retorna ao Brasil ancorada em legado e potência
Uma picape que marcou o imaginário brasileiro retorna ao mercado celebrando a força de seu nome. É assim que Ram Dakota retorna ao Brasil, com uma campanha criada pela Leo que resgata a memória de um ícone que atravessou gerações e simboliza poder, reconhecimento e autoridade. Com a assinatura “Pra quem carrega o poder no nome”, a campanha tem como ponto de partida honrar o legado construído pela Dakota no Brasil em uma narrativa forte e emocional. A estratégia da campanha reconhece que o modelo não é apenas um nome que volta ao mercado, mas sim, um nome que já nasce carregado de significado, história e relevância dentro da categoria, atributos que sustentam sua retomada. “A nova Ram Dakota chega para ocupar um espaço estratégico no nosso portfólio e no mercado brasileiro. A campanha traduz esse posicionamento ao valorizar o legado do modelo e conectá-lo a uma proposta contemporânea de potência, performance e presença”, afirma Juliano Machado, head da Ram para a América do Sul. Marcando o início da parceria entre Ram e Leo — que venceu a concorrência pela conta em setembro do ano passado —, o filme de lançamento aposta em uma narrativa de grande impacto visual, com estética cinematográfica e trilha marcante ao som de “Blaze of Glory”, clássico de Bon Jovi, reforçando o protagonismo da picape dentro da categoria. A produção é da Primo Content, com direção de cena de Alvaro Stocker e produção de áudio da Jamute. A campanha busca transformar o retorno da Dakota em um marco para os apaixonados por carros no país, conectando memória afetiva e performance contemporânea. Para assistir ao filme, que estreia na TV aberta e fechada, clique aqui. “A Dakota é um nome que já carrega uma história muito forte no mercado brasileiro. Nosso desafio foi respeitar esse legado e, ao mesmo tempo, traduzi-lo para o presente, construindo uma narrativa que reforça a potência da marca e o papel estratégico desse lançamento para a Ram no país”, afirma Leandro Gregório, diretor executivo de negócios da Leo. Além do filme, a comunicação também contempla spots, OOH, DOOH e digital. A comunicação teve início ainda na fase de pré-venda, em janeiro, quando os consumidores puderam reservar o veículo antecipadamente. Agora, com o lançamento oficial da Ram Dakota, a campanha entra em sua segunda fase, marcada por novos filmes e ativações que se estendem ao longo do ano. Veja o filme: FICHA TÉCNICA Cliente: StellantisProduto: Ram Dakota Anunciante: Ram Agência: LeoCO-Presidente: Fabio BritoCO-Presidente: Rafaela Queiroz CCO: Vinicius StanzioneCOO: Isa CinopolliCSO: Priscilla CeruttiVP de mídia: Vinícius TieppoDiretor de Criação: Bruno Godinho Criação: Ezequiel Soules, Matheus Valery, Vitor ZilloAtendimento: Leandro Gregório, Pedro Lavezo, Isabela Mori Mídia: Carolina Richa, Danilo Pizardi, Lucas Viana Estratégia: Thiago Neves, Victor Barros Conteúdo: Wagner Ximenez Aprovação Cliente: Sebastian Gimenez, Ana Brant, Marcela Santana, Victoria Bitencourt Diretora de Produção Integrada: Julia Ramos Producer: Yris Franco Produtora de imagem: Primo Content Diretor: Alvaro Stocker Diretor (2ª unidade): Patryck Rhuan Produtor executivo: Fernando Fanucchi Produtores executivos (Chile): Francisca Ibañez Petersen e Rodrigo Allel Line producer: Paz Zedan Head of sales: Luisa Ferreira Coordenadora de produção: Karla Fernandes Coordenador de produção (Chile): Gonzalo Albornoz Assistente de direção criativa: Leo Ferrario Assistente de coordenação: Arthur Queiroz Diretor de fotografia: Diego Robaldo Diretor de fotografia (2ª unidade): Gonzalo Rayo 1º Assistente de Direção: Paco Bueno 2º Assistente de Direção: Camila Rodó Diretora de produção: María Paz Guzmán Produtor: Pablo Rojas Assistente de produção: Isadora Michea Assistente de produção: Isabel Covarrubias Diretora de Arte: Alejandra Ortíz Assistente de arte: María Ignacia Sands Assistente de arte (2ª unidade): Álvaro YoultonProdutor de objetos: Vladimir Riquelme Assistente de objeto: Marcela Farías Produtor de locação: Fernando Toledo Produtora de elenco: Kena Lopez Ator: Alejandro Melvin Figurinista: Dominique Duhalde Assistente de figurino: Daniela Oyanguren Maquiadora: Carolina Fernández Video Assist: Victor Palma Eletricista: Tomás Valdivieso Maquinista: Alejandro Medrano Maquinista (2ª unidade): Giovanni Medrano Contrarregra: Álvaro Mariángel “Tyson” Pós-Produção Head de pós-produção: Diulle Fonseca Assistente de pós-produção: Lucas Ramos Pós-Produção: Guava Post Coordenação de Pós-Produção: Diulle Fonseca e Renan Chagas Montador: Alejo Santos e Matheus Tibira Finalização: Tais Oliveira Color: Acauan Pastore VFX: Flow Vfx Produtora de áudio: Jamute Produção executiva de som: James Feeler Engenharia de som: Otavio Bertolo, Marcelo Filho, Eduardo Barbosa e Fernanda Galetti Coordenação: Ana Cordeiro, Julianna Zuppo e Dee Olivério Atendimento: Hingrit Nitsche, Dani Harriz e Carol Oliveira Locutores: PT: Irineu Toledo | ES: Nacho Sacchi Música: Blaze Of Glory Autor: Jon Bon Jovi Editora: Universal Mus. Publishing MGB Brasil Ltda. em nome de Bon Jovi Publishing e Universal Music Works
CRM Day da Dinamize chega à 2ª edição em São Paulo e destaca novos CRM e Dashboard ao mercado
Criado para promover conteúdos de alta relevância dentro do universo do CRM (Customer Relationship Management), o CRM Day chega à segunda edição em São Paulo reforçando um novo posicionamento da Dinamize. A companhia apresentará os novos CRM e Dashboard, ferramentas que ampliam a capacidade de gestão de dados e oferecem uma visão mais clara sobre desempenho de campanhas, oportunidades de vendas e geração de receita, reforçando a integração entre marketing e área comercial. As novidades ocorrem em meio às projeções da Dinamize de crescer 10% neste ano em relação a 2025, quando registrou faturamento de R$ 24 milhões. “O CRM Day deste ano vai muito além de conteúdo e networking. Depois de uma grande evolução nos últimos anos, ampliamos nossa visão de mercado e estamos apresentando agora um novo CRM de Vendas, desenvolvido em parceria com a DWU, além de um novo Dashboard que traz mais clareza sobre performance e impacto das estratégias digitais”, afirma o CEO da Dinamize, Jonatas Abbott, que complementa: “Será novamente uma edição histórica do CRM Day, sem enrolações, com insights, demonstrações e um happy hour para fechar com boas conexões.” A segunda edição do CRM Day será realizada no próximo dia 18 de março no Rooftop Dinamize. A programação reunirá agências, parceiros e clientes da plataforma. A mudança de posicionamento da Dinamize com os novos CRM e Dashboard foram apresentados a parceiros e clientes na terça-feira (10/03), em Porto Alegre, durante o CRM Happy. Abbott destacou a mudança de perfil da carteira de clientes da companhia ao longo dos últimos anos. Ele citou que, em 2020, o e-commerce representava 5% do faturamento da Dinamize, e hoje representa 45% com 500 e-commerces atendidos. Há sete anos, a companhia tinha 16 filiais e, atualmente, opera em Porto Alegre e em São Paulo, estados onde concentra 50% do faturamento. Em 2026, a Dinamize projeta crescimento de 10% em relação ao ano passado, quando o faturamento atingiu R$ 24 milhões. Atualmente, são 9 mil marcas atendidas no Brasil e no exterior. “A Dinamize passou por uma mudança profunda nos últimos anos, uma verdadeira virada de 180 graus no atendimento ao mercado. Com os novos CRM de Vendas e o Dashboard do CRM de Automação, nosso objetivo é oferecer uma plataforma que acompanhe toda a jornada do cliente, combinando dados, automação e comunicação para apoiar o crescimento dos negócios”, projeta Abbott. Novos CRM e Dashboard Co-criado com a DWU, empresa especializada em CRM, o novo Dinamize CRM | Vendas chega para consolidar o movimento de ampliação das soluções da companhia para além da automação de marketing. O novo software tem foco na gestão e segmentação da base de dados, integrando marketing, vendas e ERP em um único fluxo. A proposta é oferecer visão clara da performance da equipe comercial, oportunidades geradas, previsão de receita e insights estratégicos para direcionamento de foco. Já o novo Dashboard do CRM | Automação, que também ganha novo módulo de Receita Influenciada, foi desenvolvido para “mastigar” informações relevantes sobre a performance das campanhas dos clientes na Dinamize. O objetivo é apresentar o verdadeiro impacto que a companhia representa na geração de receita das marcas que usam a plataforma. Serviço: O quê: CRM Day da DinamizeQuando: dia 18 de março, a partir das 14h.Onde: Rooftop Dinamize (Rua Alvorada, 1.289 – Vila Olímpia, São Paulo).Inscrições: https://lp.crm.day/sao-paulo Confira a programação: 14h – Welcome Coffee: recepção no rooftop e networking entre participantes. 15h – Abertura oficial: apresentação dos novos CRM e Dashboard da Dinamize. 15h20 – Painel Plataformas: infraestrutura de crescimento e impacto das plataformas na performance do e-commerce, com Ana Luiza Rocha (Appmax), Leandro Capoluto (Founder e COO da BonifiQ) e Victor Hugo (Partner da Biso). 16h – Painel Agências: como transformar CRM em fonte de receita recorrente e diferencial competitivo, com Rodrigo Friano (COO e Partner da Yooper), Danilo Grava (Head de Marketing da Selia) e Patrick Baldino (Líder de estratégia e CRM da Agência FG). 16h40 – Ativação com prêmios: roleta com brindes da brinquedos Estrela e ingresso VIP para o VTEX Day. 16h45 – Pitch ABCCOM.Entrega de homenagem e apresentação da ABCCOM 2026. 17h – Painel de E-commerce: dados próprios versus dependência de mídia paga e o papel do CRM no aumento de LTV e redução de CAC, com Thiago Rodrigues (Digital Project Manager da Rip Curl) e Eduardo Carvalho (Head de Digital e Inovação do grupo Barão. 17h40 – Cases Dinamize: apresentação de resultados reais, com Carolina Branchi (Diretora de Integrações) e Daniel dos Reis (Diretor Comercial). 18h10 – Premiações: reconhecimento a parceiros e empresas do ecossistema. 18h20 – Visão de futuro da plataforma: executivos da Dinamize apresentam perspectivas para CRM e Dashboard, com Jonatas Abbott (CEO da Dinamize), Carolina Branchi (Diretora de Integrações), Maurício Martini (Diretor de Tecnologia) e Nicolas Pedroso (Gerente de Produto). 18h30 – Happy Hour. 21h30 – Encerramento.
Score Agency assina ativação 360° da Fiat no Lollapalooza Brasil 2026 e transforma fãs em protagonistas do festival
A Score Agency, Agência de Brand & Shopper Experience do ecossistema Biosphera.ntwk é a responsável por toda a ativação da Fiat no Lollapalooza Brasil 2026, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos. Com uma operação 360°, a agência desenvolveu três espaços proprietários dentro do festival com a presença no Lolla Lounge e um serviço exclusivo de shuttle interno até o palco Perry’s, o palco com naming rights da marca. O projeto tem como principais objetivos aumentar o desejo e awareness pela Fiat, aproximar a marca do público a partir de seus passion points, música e festival, além de reforçar atributos ligados à inovação e tecnologia. Com o conceito “No Lollapalooza 2026, o palco é o agora. E o agora é de quem se joga com a Fiat!”, a ativação parte do insight “Ser palco para quem é fã”. A proposta é posicionar a marca como plataforma de visibilidade para a paixão do público, oferecendo experiências que colocam os fãs no centro da narrativa. A ativação central do projeto é um mosh, que materializa a energia e a intensidade do festival em uma experiência proprietária, conectando atitude, música e protagonismo, atributos alinhados ao território contemporâneo da Fiat. O stand principal da marca conta com 175m² e abriga quatro ativações, além de um mezanino dedicado a convidados. A operação inclui ainda um cardisplay, grande photo opportunity que integra exposição de produto e geração de conteúdo, além de um espaço de descanso com puffs e estações para carregamento de celular, ampliando o tempo de permanência e conveniência para o público. “Este projeto materializa o que acreditamos: marcas não ocupam espaços, elas ocupam significados.” afirma Lucas Elias, COO & Partner da Score Agency. Complementando a jornada, a Score Agency também desenvolve um shuttle interno que conecta um ponto estratégico do festival ao palco Perry’s by Fiat, reforçando o naming e garantindo visibilidade dinâmica para a marca ao longo dos três dias de evento. No Lolla Lounge, a Fiat marca presença com uma ativação exclusiva e distribuição de brindes, ampliando o contato com um público premium e fortalecendo a percepção de inovação e experiência. Ficha Técnica:Biosphera.NTWKAgência: Score AgencyCliente: Stellantis – marca FiatCampanha: Ativação Lollapalooza 2026 VP Business: Carolina VanuciHead de planejamento: Fabricio NatoliDiretor de criação: Nathalie CartolanoHead de criação: Alvaro GuimarãesDiretor de arte: Denis Paganani e Tatiana VenturaDesigner de Produto: Lucas SouzaRedator: Ricardo Fantinatti e Carol CarbonariDiretor de contas: Patricia ValeijeGerente de contas: Carolina DominguesHead de produção: Ronaldo AlvesHead de eventos: Aline RodriguesGerente de Produção: Camila SzaboCoordenação de produção: Newton RochaProdutor Master: Luiz EstevesProdutor executivo: Marco FranzãoProdutor de montagem: Marcio CunhaArte finalista: Miriam SantosAssessoria de Comunicação: Jef Martins, Bianca Sousa, Rodrigo Torres e Giovanna Vitória
Baly Brasil lança maior variedade de energéticos zero do país na Super Rio Expofood e amplia democratização
Baly Brasil inova mais uma vez, agora para democratizar o acesso às bebidas energéticas sem açúcar no país. Pioneira em 2021 ao lançar energéticos zero no Brasil, agora reforça sua estratégia de expansão e posicionamento ao lançar uma linha completa com 08 sabores zero açúcar na embalagem 1 litro, 10 em lata 473ml e 08 na versão 250ml. A novidade da Baly Energy Drink, a maior marca brasileira de energéticos, será apresentada com degustação na SRE Trade Show – Super Rio Expofood 2026, de 17 a 19 de março, no Riocentro (RJ). Baly estará no estande F45, Rua F (próximo da entrada de carga/descarga). Líder absoluta em sabores, Baly oferece mais de 30 opções, o que conquistou o consumidor ao longo dos anos. Um bom exemplo dessa criatividade é o lançamento Baly Tadala, que veio para o Carnaval 2026 fazendo referência ao termo popular “toma um tadala”, que virou bordão dito sempre que alguém fala que está cansado ou sem energia. Fenômeno de vendas, somou 23 milhões de pedidos em 25 dias. “Mais uma vez, estamos ouvindo o consumidor e transformando essa escuta em entrega concreta para novamente impulsionar a de mocratização do mercado de energéticos no Brasil. A linha Baly Zero responde a uma demanda real por sabor e qualidade sem açúcar, equilibrando performance, estilo de vida e atitude”, afirma Dayane Titon Cardoso, Diretora Comercial e de Marketing da Baly Brasil. O movimento reforça o perfil inovador dessa indústria de bebidas 100% brasileira, que mantém a leitura constante de mercado. A nova linha zero nasce de uma demanda clara do consumidor: reduzir açúcar sem abrir mão do sabor. Dados da Kerry Consumer Insights indicam que existe um grupo específico, os “Taste Chasers” (Caçadores de Sabor), que evitam versões zero por receio do gosto. Já a Consumer Insights Worldpanel (Kantar/Numerator) mostra que 41,7% dos consumidores apontam que o principal fator para tornar bebidas zero mais atrativas é ter sabor semelhante ao original. É nesse ponto que a Baly concentra seu principal pilar: muito sabor com a energia do Brasil zero açúcar. A linha Baly Zero foi desenvolvida com diversidade pensada para o paladar brasileiro, sem residual de adoçante, buscando maior aceitação e recorrência de consumo. A proposta é clara: um Baly Zero para todos os momentos, com diferentes tamanhos e formatos que acompanham trabalho, treino, lazer e rotina diária, ampliando o acesso à categoria sem açúcar e mantendo a trajetória da marca de tornar o energético mais acessível no Brasil. Imersão através de portais de energia Em 2026, Baly traz como proposta transformar cada feira em uma nova experiência, revelando diferentes facetas da mesma força que move a marca. O conceito nacional nasce de um símbolo simples e poderoso: a porta, elemento que ativa energias, revela identidades e conecta pessoas aos diversos momentos de consumo do produto. Na SRE Trade Show – Super Rio Expofood 2026, primeira grande feira do calendário, será aberto o primeiro portal da Baly Brasil. O projeto cenográfico promete impactar os visitantes com uma estrutura imponente, inspirada na icônica Escadaria Selarón, representando simbolicamente a ascensão da energia brasileira. “A energia não é única. Ela se manifesta em todos os momentos da vida. Por isso, criamos o conceito: Portas da Energia do Brasil, com seis portas, sendo que cada uma representa uma experiência”, explica a arquiteta Juliana Loffi, autora do projeto. “Assim, em cada estado (feira supermercadista), abre-se uma porta. E a Baly abre todas elas, porque Baly é mais que energia, é ritmo, é força, é vibração, é estratégia, é história, é criação”, completa. A cenografia também incorpora a imagem de um cofre, que simboliza o valor, a potência e a presença marcante da Baly nos mais diversos espaços do mercado. Para ampliar a experiência sensorial e a interação com o público, o estande terá espaço instagramável em formato de lata/tubo, funcionando como portal para outra dimensão, convidando o visitante a mergulhar em uma experiência imersiva no universo Baly. Ainda, o projeto reforça o compromisso com a sustentabilidade e a inteligência construtiva, priorizando elementos estruturais reaproveitáveis, que podem ser reorganizados, reposicionados e reinterpretados a cada feira, criando novas leituras espaciais e conceituais. Liderança com crescimento vertiginoso O crescimento de Baly Brasil vem com um salto produtivo: a empresa produziu 205 milhões de litros em 2024, ultrapassou 550 milhões em 2025 e projeta alcançar 1 bilhão de litros a partir de 2026. São números expressivos que a consolidam como protagonista na categoria. De janeiro a dezembro de 2025, a Baly Energy Drink superou a austríaca Red Bull em todos os meses e liderou o mercado nacional em volume de vendas em março, abril, julho e dezembro, também à frente da norte-americana Monster. Em dezembro, atingiu 34,9% de share, contra 30,3% da concorrente, segundo dados do painel ScannShare, da Scanntech. No segmento de saborizados, é hoje o maior player, com 80% de participação em volume.
Asia anuncia Ricardo Dolla e Pedro Reis como co-CCOs
A Asia anuncia a chegada de Ricardo Dolla e Pedro Reis como seus novos co-CCOs. A movimentação ocorre em um momento estratégico de expansão, buscando consolidar sua estrutura criativa e reforçar a geração de resultados cada vez mais sólidos e relevantes. Os criativos responderão ao cofundador, sócio e CCO da agência, Vico Benevides. Com mais de 20 anos de experiência, Ricardo Dolla já trabalhou em agências como Artplan, Africa Creative e Talent. Em 2017 se mudou para França onde foi diretor de criação EMEA na VML e posteriormente ECD na VML Itália. Antes de vir para a Asia, Dolla foi CCO da Dentsu Brasil. Já Pedro, diretor de arte por formação, iniciou sua trajetória profissional em Belo Horizonte, MG. O criativo tem 20 anos de carreira, com passagens por agências como Africa Creative, DPZ e AlmapBBDO. Antes de ingressar na Asia, atuava como Global Creative Director na Grey. “Contar com o talento de dois nomes tão relevantes no mercado como o Dolla e o Pedro simboliza o amadurecimento e o crescimento que temos traçado nos últimos anos. Sempre colocamos a criatividade no centro do negócio, unindo cultura e relevância em tudo o que fazemos. A chegada dessa dupla eleva ainda mais a qualidade dos nossos trabalhos, garantindo que a nossa essência se mantenha consistente e potente em cada projeto”, comenta Vico Benevides, cofundador, sócio e CCO. Fundada em 2022 por Sérgio Brandão e Vico Benevides, a agência integra o Grupo Unah. Seu portfólio de clientes inclui marcas como Sabesp, Ambev, Jornal O Globo, Engie, Women To Watch e, mais recentemente, a Haier.
Estrategista ensina a “Receita do TikTok Shop” para escalar as vendas em 2026
Aquela plataforma que oferecia apenas entretenimento, já não existe mais. Hoje, o TikTok se consolidou como um dos principais motores de descoberta de produtos em nível mundial. No Brasil, o avanço do TikTok Shop, a partir de 2025, estruturou o chamado social commerce no País. Para 2026, segundo o empreendedor e mentor, Alexandre Capella, o cenário aponta para uma expansão ainda mais acelerada. “Com mais de 152 milhões de usuários brasileiros, a plataforma se tornou um dos ambientes mais poderosos para descobertas de marcas, tendências e consumo por impulso.” Ele explica que as empresas que entenderem a lógica do novo modelo de negócio conseguirão transformar viralização em vendas consistentes. “Existe uma espécie de ‘receita de bolo’ para o TikTok Shop, que envolve preço correto, estrutura operacional, creators em escala e uma estratégia de aquisição de clientes”, afirma, ao revelar que um dos pilares da operação é o ticket médio. De acordo com Capella, no TikTok Shop, a decisão de compra ocorre em segundos, por impulso, no momento em que o consumidor está navegando, consumindo conteúdo. “Produtos com preço de até R$ 79,90 apresentam taxas de conversão significativamente maiores, pois criam uma percepção de baixo risco.” Para se adaptar a esse comportamento, as marcas estão adotando medidas estratégicas variadas, como versões menores de produtos; kits de entrada; itens exclusivos para a plataforma e ajustes de volume ou gramagem. Segundo o mentor, a adequação ao modelo de compra impulsiva é determinante para escalar dentro do ambiente. Característica Diferentemente do que muitos imaginam, o TikTok Shop não funciona apenas como uma vitrine digital. Trata-se de uma operação tecnológica e logística robusta, sendo que para operar com eficiência, é necessário ter seller center configurado; ERP integrado; emissão automática de notas fiscais e integração com o operador logístico. “Entre os sistemas mais utilizados no Brasil estão ERPs como Bling e Tiny. É importante ressaltar que se um vídeo viraliza e a empresa recebe milhares de pedidos em poucas horas, a operação precisa estar preparada, uma vez que sem estrutura, ela trava”, observa. Capella explica que no TikTok Shop a logística é gerenciada pela própria plataforma, e é o TikTok que define se os pedidos serão levados a pontos de coleta ou se haverá retirada no centro de distribuição da empresa. Outro ponto importante é a validação do produto, que não acontece com poucos vídeos. Segundo ele, uma validação robusta costuma envolver entre dois mil e três mil vídeos publicados, permitindo que o algoritmo identifique padrões de audiência e comportamento. “Quando determinados conteúdos começam a performar acima da média, a plataforma amplia a distribuição, gerando o efeito viral. E a escala vem, principalmente, dos creators afiliados. Operações que atingem alto desempenho costumam trabalhar com três mil e cinco mil creators ativos, podendo alcançar dezenas de milhares ao longo do tempo. O fato é que cada um produz abordagens diferentes. Enquanto muitos vídeos não performam, um único conteúdo viral pode gerar milhares de pedidos em poucas horas.” Outros ingredientes Para alimentar toda essa engrenagem, marcas estruturadas costumam enviar entre 1,5 mil e 3 mil amostras mensais para os criadores testarem e gerarem conteúdo real, o que cria uma rede descentralizada de divulgação, multiplicando pontos de contato com o consumidor. De acordo com Capella, embora o TikTok seja conhecido por sua força orgânica, ele também combina com ações de mídia paga. Ele explica que após cerca de 500 vídeos publicados já é possível identificar os conteúdos com potencial de conversão. “Investimentos entre R$ 1 mil e R$ 3 mil por dia são comuns em operações validadas e aceleram o processo de crescimento. No entanto, apesar do potencial de faturamento, a rentabilidade depende de cálculos precisos. Entre os principais custos estão a comissão da plataforma; a taxa de logística de 6%; a comissão dos creators; os custos operacionais ou de agências; o envio de amostras; os impostos e a estrutura interna”, relata, ao comentar que para muitas marcas, o TikTok Shop funciona como um canal de aquisição de novos clientes, sendo que após a primeira compra, o relacionamento pode migrar para um ecommerce próprio ou base de CRM, por exemplo. Cupons de desconto e benefícios promocionais são incentivos que impulsionam o crescimento e, para o empreendedor e mentor, o sucesso do TikTok Shop pode parecer aleatório para quem observa de fora, mas as operações que realmente dão certo seguem um padrão claro, com preço estratégico; estrutura operacional; escala massiva de creators; validação baseada em volume e estratégia definida de aquisição. “Empresas que compreenderem essa dinâmica transformarão o TikTok não apenas em um canal de vendas, mas em uma poderosa máquina de geração de novos clientes, representando uma das maiores oportunidades da nova economia digital no Brasil em 2026”, afirma.
O caos não é um selo de produtividade ou por que a organização é a maior vantagem competitiva
Por Bruno Rosa* No mundo corporativo, existe um mito perigoso de que estar “sempre ocupado” ou com a mesa cheia de papéis é sinônimo de importância. Ledo engano. A verdade é que a desorganização é um ralo invisível por onde escoam prazos, oportunidades e, principalmente, a sua saúde mental. Organização pessoal não é sobre ter uma agenda colorida ou um checklist infinito. É sobre gestão de energia. Quando você não domina sua rotina, a rotina domina você. O resultado? A sensação angustiante de “apagar incêndios” o dia todo sem, de fato, sair do lugar. Na prática, no entanto, para deixar de ser refém das urgências, precisamos aplicar filtros estratégicos. Não se trata de fazer mais, mas de fazer o que importa. O Urgente acaba por se constituir uma ditadura, muitas vezes, negligenciamos o que é importante porque estamos ocupados demais com o que é apenas urgente, ou pior, apenas barulhento. A Matriz de Eisenhower comete um erro fundamental: tenta qualificar itens por importância, em um mundo onde o tempo é precioso demais para ser consumido com o não-importante. A aplicação de sistemas e não apenas da força de vontade pode ser uma alternativa, já que sabemos que confiar na memória é o caminho mais curto para o erro. Metodologias como o GTD (Getting Things Done) servem para tirar a carga cognitiva do cérebro e colocá-la em sistemas confiáveis. Assim como complementar essa metodologia com a Técnica Pomodoro pode manter o foco profundo, permitindo um salto da produtividade. É preciso ainda desenvolver a técnica de largar o controle, uma vez que o profissional que tenta centralizar tudo, vira o próprio gargalo da equipe. Automatizar processos repetitivos e delegar tarefas não é “trabalhar menos”, é gerir com inteligência. O tempo deve ser investido onde o talento é insubstituível. Podemos dizer que organização é um músculo que precisa de manutenção. A revisão semanal é o momento de “subir na torre de controle” e olhar o panorama geral. Sem esse ajuste, o acúmulo de pequenas pendências vira uma avalanche em poucos dias. Na realidade, constatamos que ser organizado não transforma ninguém em uma máquina; pelo contrário, ajuda a devolver a humanidade, fornecendo o tempo necessário para pensar de forma estratégica, para descansar sem culpa e para entregar excelência sem o peso do esgotamento. No final das contas, a organização é a liberdade de escolher onde o esforço será aplicado, com a conclusão que organização não é um “dom”, mas uma estratégia de sobrevivência e alta performance. *Bruno Rosa é engenheiro eletricista e managing director da Domperf High Performance, empresa de treinamento de alto desempenho profissional e consultoria empresarial. Há mais de uma década tem se dedicado ao estudo da neurociência e comportamento, estabelecendo padrões práticos baseados em conceitos dos maiores especialistas do mercado. A partir dessa experiência e vivências internacionais criou e aperfeiçoou uma metodologia inovadora baseada em situações de dentro e fora de empresas. https://domperf.com.br