2026 não será para amadores

Por Jean Paul Rebetez, sócio-diretor da Gouvêa Consulting. Se você é gestor do segmento de consumo ou varejo e está esperando 2026 “passar”, sinto informar: ele não vai passar. Ele vai atropelar. Teremos eleições, Copa do Mundo, juros ainda altos, um consumidor mais cauteloso do que otimista e um cenário externo que muda de humor mais rápido do que uma timeline em dia de crise. Some a isso o protecionismo aqui, o conflito ali, cadeias globais tensionadas e uma pergunta que ecoa nas salas de reunião: como crescer sem fazer besteira? Porque 2026 não é um ano de apostas cegas. É um ano de decisões cirúrgicas. O Brasil entra nesse ciclo eleitoral com o varejo pressionado. Crédito caro não perdoa erro de sortimento, de preço ou de estoque. Juros altos não combinam com improviso. Exigem gestão. Gestão de verdade. Daquelas que incomodam, cortam gordura, revisam dogmas e param de romantizar crescimento a qualquer custo. Ao mesmo tempo, a Copa do Mundo aparece como aquela tentação clássica: “vai aquecer o consumo”. Vai? Talvez. Mas não para todo mundo. Eventos globais não distribuem otimismo de forma igual. Alguns ganham tráfego. Outros ganham só expectativa — e expectativa não paga boleto. O consumidor de 2026 é menos impulsivo e mais seletivo. Ele continua comprando, mas compra melhor, menos e com menos paciência para marcas que não entregam valor real. Promoções  vazias, discurso genérico e experiência meia-boca tendem a ser ignorados com a frieza de quem aprendeu a comparar tudo em três cliques. E, enquanto isso, o mundo lá fora não ajuda. Barreiras comerciais ressurgem, cadeias produtivas ficam mais curtas, mais caras ou mais instáveis. O “global” deixa de ser sinônimo de eficiência automática e volta a exigir estratégia. Quem depende demais de fora vai precisar repensar. Quem produz perto, negocia bem e planeja melhor ganha vantagem. Mas talvez o maior desafio de 2026 não esteja na macroeconomia, nem na geopolítica, nem no calendário. Está na cabeça do gestor. É um ano que vai separar quem gere com dados de quem gere com feeling. Quem entende o consumidor de quem só olha ticket médio. Quem lidera times para atravessar a incerteza de quem apenas cobra resultado. O ano de 2026 vai premiar as marcas com clareza. Clareza de posicionamento, de proposta, de foco. Vai punir quem tenta falar com todo mundo, vender tudo, ser tudo. Em um ano turbulento, dispersão é luxo — e luxo caro. No fim das contas, o varejo e o consumo sempre foram termômetros do País. E o termômetro de 2026 já está avisando: a febre não é passageira. A boa notícia? Crises não eliminam o mercado. Elas eliminam a preguiça intelectual, a gestão rasa e o otimismo irresponsável. Para quem estiver disposto a pensar melhor, decidir melhor e executar melhor, 2026 pode não ser fácil, mas pode ser muito interessante. E, convenhamos: gestor que gosta só de ano fácil escolheu o setor errado. Jean Paul Rebetez é sócio-diretor da Gouvêa Consulting.

Chilli Beans reforça DNA de conexão com fãs em ação cocriada com Anitta

A Chilli Beans, maior marca de óculos escuros da América Latina, sempre construiu sua relevância a partir da conexão direta com fãs, da música à atitude, da rua para as redes. É a partir desse DNA que a marca ativa mais uma collab ancorada em comunidade, agora ao lado de Anitta, colocando os fãs como protagonistas da narrativa e ampliando o impacto cultural da parceria. “Desde o começo, a Chilli nasce entendendo a música e a cultura como plataformas de conexão real. A gente não fala para o fã, fala com ele. Quando criamos espaços para que essas pessoas se expressem, a marca deixa de ser um produto e passa a ser parte da vida, da identidade e da história delas”, afirma Caito Maia, fundador da Chilli Beans. Não por acaso, a collab ganha força durante o Carnaval, momento em que expressão, identidade e pertencimento se tornam ainda mais evidentes. A parceria com Anitta se desdobra em ativações físicas e digitais, presença nos Ensaios da artista, onde a marca de óculos esteve presente em quatro datas pelo Brasil – com ativação do Chilli Moov –, trazendo interação entre os fãs e iniciativas que acompanham o ritmo da comunidade, reforçando a afinidade natural entre a marca, a artista e os admiradores que vivem esse território cultural intensamente. Esse movimento se materializa também no #ChilliBeansQGChallenge, concurso cultural criado em parceria com o QG da artista, que convida fãs de todo o Brasil a criarem conteúdos autorais inspirados na collab e no Carnaval — não apenas integrantes do QG, mas toda a comunidade que se conecta com a artista e com a marca. A ação acontece de 13 a 22 de fevereiro e premia criatividade e narrativa, sem influência de métricas de engajamento. Além do grande vencedor, outros fãs também serão premiados, ampliando o senso de pertencimento e reconhecimento coletivo. O primeiro lugar receberá uma caixa exclusiva com dez óculos e dez Chilli Charms, idêntica à que apenas a própria Anitta terá, reforçando a proximidade entre artista, marca e comunidade. A iniciativa amplia uma estratégia já explorada pela marca em collabs musicais anteriores, como com Luan Santana e Simone Mendes, consolidando o fã como elo central entre marca, cultura e criatividade. Mais informações sobre o concurso cultural e o regulamento completo podem ser acessadas aqui. Já a publicação oficial da ação no Instagram pode ser acessada neste link.

As cinco habilidades que vão definir líderes na era da inteligência artificial

Por Zora Viana A inteligência artificial já faz parte da rotina das empresas, impactando desde processos operacionais até decisões estratégicas. Ferramentas capazes de analisar grandes volumes de dados em segundos transformaram a forma de trabalhar. Ainda assim, a tecnologia não substitui a liderança. Ao contrário, torna mais evidente a necessidade de competências essencialmente humanas. Na era da inteligência artificial, o líder não é apenas quem entende de tecnologia, mas quem sabe integrá-la ao propósito do negócio. A primeira habilidade decisiva é a visão sistêmica. Em um ambiente hiperconectado, decisões isoladas geram consequências amplas. O gestor precisa compreender como inovação, cultura, pessoas e resultados se interligam, evitando que a adoção de novas ferramentas aconteça sem alinhamento estratégico. A segunda competência é a adaptabilidade. A transformação digital exige revisão constante de processos e modelos de trabalho. Líderes rígidos tendem a perder relevância rapidamente. Já aqueles que promovem ajustes contínuos, incentivam experimentação e aceitam o aprendizado como parte do percurso criam ambientes mais resilientes. Outra habilidade central é o pensamento crítico aliado à responsabilidade ética. A inteligência artificial oferece dados e projeções, mas a decisão final continua sendo humana. Avaliar impactos, considerar valores organizacionais e assumir responsabilidade pelas escolhas são atitudes que nenhuma tecnologia pode substituir. A quarta competência é o desenvolvimento de pessoas. À medida que tarefas repetitivas são automatizadas, cresce a importância de habilidades como criatividade, empatia e colaboração. O líder contemporâneo atua como formador de talentos, estimulando autonomia e aprendizado contínuo. Nesse cenário, universidades corporativas ganham relevância estratégica. Estruturas de educação interna, como as desenvolvidas pela Faculdade FEX Educação, fortalecem competências comportamentais e preparam profissionais para atuar com maturidade em ambientes tecnológicos. Por fim, a curiosidade intelectual se consolida como diferencial competitivo. Líderes que aprendem constantemente, testam novas soluções e mantêm diálogo aberto com diferentes áreas ampliam a capacidade de inovação das equipes. A inteligência artificial evolui rapidamente, e apenas quem acompanha esse movimento consegue extrair seu potencial de forma consistente. A era da inteligência artificial não elimina a liderança. Ela a redefine. Mais do que dominar ferramentas, o gestor precisa cultivar visão estratégica, ética, adaptabilidade, capacidade de formar pessoas e disposição para aprender continuamente. Em um mundo automatizado, o que permanece insubstituível é a habilidade humana de inspirar, decidir com consciência e construir culturas sustentáveis. Mini bio Zora Viana é psicóloga e fundadora da Faculdade FEX Educação. Atua com desenvolvimento humano, educação corporativa e saúde emocional no ambiente organizacional, com foco na formação de lideranças preparadas para os desafios da transformação digital.

Crescer no e-commerce não é sorte, é estratégia

Por Ricardo do Couto, Head de Marketing da Yever* O crescimento de um e-commerce não é determinado por sorte, criatividade isolada ou picos ocasionais de vendas. Ele é definido, quase sempre, pela existência ou não de um planejamento estratégico claro, realista e executável. Em um cenário marcado por aumento do custo de mídia, consumidores mais racionais e concorrência cada vez mais profissionalizada, improvisar deixou de ser uma opção viável. No mercado brasileiro, essa etapa segue sendo negligenciada, tratada como algo secundário ou burocrático. O resultado aparece rapidamente na operação travada, no caixa pressionado e na sensação constante de que o negócio trabalha muito, mas avança pouco. Os dados ajudam a entender a dimensão do problema. Segundo análises publicadas pela Harvard Business Review e levantamentos do Sebrae, apenas entre 10% e 20% das empresas brasileiras possuem um planejamento estratégico estruturado. Ainda mais preocupante, meta-estudos acadêmicos com mais de 11 mil empresas apontam que negócios com planos escritos crescem cerca de 30% mais rápido do que aqueles que operam sem planejamento formal. Esse descompasso ajuda a explicar por que tantas operações digitais sobrevivem no curto prazo, mas encontram dificuldades para escalar de forma consistente. No e-commerce, onde margens são pressionadas por mídia paga, logística e concorrência intensa, operar sem planejamento não é ousadia, é risco elevado. Planejar estrategicamente não significa criar metas infladas ou projeções irreais para impressionar investidores ou times internos. Pelo contrário, um planejamento efetivo começa no curto prazo, normalmente no mês, e se desdobra para o ano. É nesse nível tático que a estratégia se conecta à operação e deixa de ser apenas um documento. É esse exercício que define orçamento, fluxo de caixa, giro de estoque, calendário comercial e os canais que realmente sustentam o faturamento. De acordo com a ABComm, empresas de comércio eletrônico que estruturam o calendário anual de campanhas e compras de mídia reduzem desperdícios e conseguem alocar melhor seus investimentos nos períodos de maior retorno. Um argumento comum contra o planejamento é a ideia de que o mercado muda rápido demais para permitir previsões. Esse raciocínio ignora que planejar não é engessar a operação, mas criar parâmetros para decidir melhor. Sem referências claras, toda decisão vira tentativa e erro, o que custa caro em ambientes digitais. Organizações que revisam seu planejamento com frequência têm cerca de 30% mais chance de atingir suas metas, segundo estudos divulgados pela Harvard Business Review. Além disso, dados de execução mostram que menos de 12,5% dos projetos estratégicos são concluídos, não por falha no planejamento em si, mas pela ausência de acompanhamento, revisão e disciplina na execução. No e-commerce, planejamento também é o que transforma gastos em investimento. A definição prévia de orçamento de mídia, estratégias de aquisição, retenção e tecnologia permite enfrentar o aumento constante do custo do tráfego. Quando a empresa sabe onde quer chegar, ela consegue avaliar melhor o retorno real de cada canal e evitar decisões impulsivas. Relatórios da Ebit Nielsen indicam que a competição digital elevou significativamente os custos de aquisição nos últimos anos, tornando indispensável o uso racional de dados, ferramentas como CDPs e checkouts otimizados para melhorar conversão e ROAS. Sem planejamento, a operação reage. Com planejamento, ela escolhe. Planejamento estratégico não garante sucesso, mas sua ausência praticamente assegura o fracasso no médio prazo. Ele não elimina riscos, mas reduz desperdícios, antecipa problemas e cria clareza sobre prioridades. Em um ambiente digital mais caro, competitivo e exigente, crescer deixou de ser uma questão de vontade e passou a ser uma questão de método. O e-commerce que entende isso deixa de correr atrás do próprio rabo e começa, de fato, a construir crescimento sustentável. *Ricardo do Couto é Head de Marketing e Growth da Yever, especialista em marketing de performance, e-commerce, CRM e marketplaces, com ampla experiência em operações B2C e B2B.

Criar é fácil, mas só o que ativa o cérebro permanece

Por Evandro Lopes, neuroestrategista, especialista em neurocomunicação e CEO da SLcomm* Criar tornou-se um processo cada vez mais acessível, impulsionado pela abundância de ferramentas, referências e profissionais qualificados disponíveis no mercado. Paradoxalmente, essa facilidade ampliou a distância entre produzir algo visualmente atraente e alcançar resultados efetivos. Em muitos casos, campanhas de marketing são aprovadas porque dialogam com preferências internas e critérios estéticos consolidados, mas não necessariamente porque conseguem gerar impacto real junto ao público. O conflito entre estética e eficácia se estabelece quando a comunicação passa a atender mais à vaidade de quem decide do que à lógica de quem percebe, lembra e decide comprar. Essa lógica, no entanto, não é subjetiva nem intuitiva: ela é condicionada por limites claros do funcionamento cognitivo humano. O cérebro do consumidor não responde a intenções ou gostos pessoais de quem cria, mas a estímulos que conseguem romper o ruído, fazer sentido rapidamente e apresentar relevância concreta em meio ao excesso de mensagens. Estudos clássicos sobre atenção seletiva demonstram que a percepção consciente é muito mais restrita do que se imagina. Um dos experimentos mais conhecidos, o chamado “gorila invisível”, conduzido por Daniel Simons e Christopher Chabris e publicado em 1999, mostrou que, sob carga atencional, cerca de 50% das pessoas falham em perceber estímulos visuais altamente salientes, mesmo quando eles estão claramente presentes no campo visual. O achado evidencia que a atenção funciona como um filtro severo, não como um registro fiel da realidade. Esse processo é mediado pelo Sistema Reticular Ativador Ascendente (SRAA), estrutura neural responsável por regular vigília e atenção ao priorizar estímulos considerados relevantes, como ameaça ou novidade, por meio de suas conexões com o tálamo e o córtex cerebral. De acordo com a literatura neurocientífica, a maior parte dos inputs sensoriais é descartada automaticamente por esse sistema antes mesmo de alcançar a consciência plena. É nesse ponto que muitas comunicações falham. A estética limpa, elegante e segura costuma agradar conselhos e comitês porque não gera desconforto interno. No entanto, segundo estudos reunidos pela American Psychological Association sobre fadiga cognitiva e atenção, estímulos previsíveis e emocionalmente neutros tendem a ser tratados pelo cérebro como ruído. O previsível não constrói memória, não gera aprendizado e não influencia decisão. A comunicação fica correta, mas anestesiada. E aquilo que não gera tensão, contraste ou relevância pessoal dificilmente atravessa o filtro atencional. A consistência de marca e a repetição, quando tratadas como fins em si mesmas, tendem a produzir o efeito oposto ao desejado. Em ambientes saturados de estímulos, o cérebro aprende rapidamente a economizar energia cognitiva e passa a ignorar aquilo que não apresenta variação emocional, tensão ou significado imediato. A repetição sem saliência transforma mensagens em ruído previsível, diluindo qualquer possibilidade de impacto real. Não se trata de rejeição consciente, mas de filtragem automática. O cérebro simplesmente deixa de registrar o estímulo. Nesse cenário, insistir no mesmo formato, no mesmo tom e na mesma lógica criativa não constrói memória nem preferência. Ao contrário, contribui para a invisibilidade progressiva da marca, que segue presente em volume, mas ausente em significado. Outro erro recorrente é confundir gosto pessoal com estratégia. Aquele elemento visual que emociona quem aprova muitas vezes carrega um significado afetivo individual, não coletivo. Segundo pesquisas de Antonio Damasio sobre tomada de decisão, amplamente citadas na literatura científica, escolhas humanas são guiadas por marcadores emocionais construídos ao longo da experiência. Se o estímulo não dialoga com os engramas do público, ele simplesmente não ativa resposta. A comunicação nasce do ego e morre antes de virar memória. Ficar bom exige mais do que criar e aprovar. Exige compreender como o cérebro julga relevância, questionar estéticas que agradam por hábito e recusar soluções visualmente impecáveis, mas cognitivamente rasas. Em um mercado saturado de mensagens bonitas e esquecíveis, a vantagem competitiva está em produzir estímulos que o cérebro não consiga ignorar. A aprovação do board é apenas um passo intermediário. A aprovação decisiva é a do sistema neural de quem está do outro lado. Porque quem não lembra, não decide. *Evandro Lopes é CEO da SLcomm, o primeiro e único ecossistema de Neurocomunicação do Brasil — onde marcas, eventos e estratégias nascem com base em neurociência, não em achismos. Com MBA em Marketing pela ESPM e Fundação Dom Cabral, especialização pela São Paulo Business School, pós-graduação em Neuromarketing pelo IBN Brasil e mais de 20 mil horas de estudo em neurocomunicação cognitivo-comportamental, atua na interseção entre emoção, liderança, branding e performance. É palestrante provocacional, mentor de executivos, conselheiro consultivo e sócio fundador de empresas como a REVA – Automação as a Service.

Acirp promove Talk Show sobre inovação, tecnologia e inteligência artificial em negócios

A Associação Comercial e Industrial de Ribeirão Preto (Acirp), por meio do Conselho do Jovem Empreendedor (Conjovem), promove no próximo dia 24 (terça-feira), às 8h, Talk Show Inovação, Tecnologia e Inteligência Artificial na Prática para negócios.O evento é voltado à troca de ideias e experiências entre empresários e empresárias de até 45 anos. “Os eventos do Conjovem são espaços para conexão de novas lideranças com a proposta de promover o diálogo entre jovens empreendedores, dando a eles ferramentas para tomada de decisões estratégicas em um ambiente colaborativo e dinâmico”, afirma Sandra Brandani, presidente da Acirp.O Talk show acontece na sede da Acirp (Rua Visconde de Inhaúma, 489). “Este encontro é aberto e visa incentivar a adoção de soluções inovadoras e que contribuam para a eficiência, a competitividade e o desenvolvimento”, destaca Edmar Carvalho, empresário e presidente do Conjovem Acirp.As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site da Acirp – as vagas são limitadas. Informações pelo WhatsAPP: (16) 99198-2405.       SERVIÇOTalk Show – Inovação, Tecnologia e IA na PráticaQuando: 24/2 (terça-feira), das 8h às 10hOnde: Sede da Acirp ( Rua Visconde de Inhaúma, 489 – Centro)Como: Encontro presencial para troca de ideias e experiências                                Informações: (16) 99198-2405 (WhatsApp)                                 Inscrições: Gratuitas, vagas limitadas, pelo site www.acirp.com.br/eventos

Avanço acelerado da IA redesenha mercado de tecnologia e reposiciona empresas de software

O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redesenhando o mercado de tecnologia e provocando um movimento estratégico: empresas tradicionalmente posicionadas como desenvolvedoras de software passam a se apresentar como companhias de inteligência artificial. Mais do que uma mudança de nomenclatura, trata-se de uma reconfiguração de identidade corporativa alinhada a um novo ciclo de inovação, investimentos e expectativas do mercado. É o que aponta o professor Lacier Dias, empresário, especialista em estratégia, tecnologia e transformação digital, doutorando pela Fundação Dom Cabral e fundador e CEO da B4Data. “Esse reposicionamento é impulsionado, em grande parte, pela consolidação de plataformas e modelos generativos que popularizaram o uso da IA em escala global e ampliaram sua aplicação para além de nichos técnicos. A rápida adoção dessas tecnologias por consumidores e empresas criou uma percepção clara de que a IA deixou de ser diferencial competitivo para se tornar infraestrutura estratégica.” Outro fator relevante, conforme o especialista, é o movimento do mercado financeiro. “Investidores passaram a valorizar companhias com forte narrativa e capacidade de entrega em IA, o que impacta diretamente em valuation, acesso a capital e visibilidade. Gigantes como Microsoft e Google intensificaram seus aportes e integrações de IA em produtos já consolidados, reforçando a percepção de que o futuro do setor passa, necessariamente, por inteligência artificial embarcada em todas as camadas do software”, observa. Além disso, há uma mudança estrutural no próprio conceito de produto. O professor explica que, se antes o software era baseado em regras e fluxos pré-definidos, agora ele passa a incorporar sistemas capazes de aprender, gerar conteúdo, automatizar decisões e personalizar experiências em tempo real. “Isso transforma não apenas a experiência do usuário, mas, também, os modelos de negócios, que passam a incluir serviços baseados em dados, automação inteligente e análise preditiva”, ressalta Lacier. O reposicionamento também reflete a disputa por talentos. “Profissionais especializados em ciência de dados, engenharia de machine learning e arquitetura de modelos tornaram-se ativos estratégicos. Ao se apresentarem como empresas de IA, organizações ampliam seu poder de atração e retenção de especialistas em um mercado altamente competitivo”, pondera o professor. Nesse contexto, de acordo com ele, a transição de empresas de software para empresas de inteligência artificial representa tanto uma resposta às pressões do mercado quanto uma adaptação necessária a uma nova realidade tecnológica. “Mais do que uma tendência passageira, o movimento sinaliza que a IA está deixando de ser um recurso adicional para se tornar o núcleo das estratégias corporativas na economia digital.”

Gallant prepara lançamentos exclusivos para o mercado brasileiro ainda no primeiro semestre

A Gallant anuncia que prepara novidades exclusivas para o mercado brasileiro ainda no primeiro semestre, reforçando sua estratégia de crescimento e inovação. A marca segue investindo em pesquisa e desenvolvimento para ampliar sua atuação em diferentes categorias. As novidades acompanham tendências de consumo ligadas à praticidade, tecnologia e bem-estar, pilares que orientam a expansão do portfólio. A proposta é oferecer soluções alinhadas às necessidades reais do consumidor brasileiro. O movimento faz parte de um plano de crescimento estruturado, que visa fortalecer a presença da Gallant no varejo físico e digital, além de ampliar sua relevância em novos nichos de mercado. Ao criar lançamentos e investir em diferenciação, a marca reforça seu posicionamento como referência em soluções domésticas e fitness, mantendo foco em inovação acessível. “Estamos atentos às transformações do mercado e às expectativas do consumidor. Os próximos lançamentos refletem nosso compromisso em trazer novidades relevantes e exclusivas para o Brasil”, afirma Diego Calábria, diretor comercial da Gallant.

Pedro Andrade protagoniza campanha do Beach Class Manguinhos criada pela Match para a Moura Dubeux

Sofisticação, qualidade de vida e valorização patrimonial passaram a ocupar o mesmo espaço na decisão de compra imobiliária, especialmente em destinos de lazer consolidados. O litoral deixa de ser apenas refúgio e assume papel de ativo, combinando experiência recorrente, uso inteligente e potencial de retorno ao longo do tempo. Dentro dessa leitura, a Moura Dubeux apresenta ao mercado a nova campanha da linha Beach Class, criada pela Match e estrelada por Pedro Andrade, conhecido por sua curadoria de destinos ao redor do mundo, para apresentar o Beach Class Manguinhos, na Praia de Carneiros, em Tamandaré (PE), como produto voltado tanto para uso quanto para investimento qualificado em segunda residência. “Nosso ponto de partida foi tratar o destino como patrimônio e não só como paisagem. A campanha traduz o Beach Class Manguinhos como investimento emocional e financeiro ao mesmo tempo, onde o valor está na experiência e na permanência”, explica Carlos Renato Rocha, sócio da Match. Responsável por estruturar a narrativa conectando o empreendimento ao imaginário contemporâneo de viver bem aliado à racionalidade financeira, a Match adota na campanha linguagem aspiracional sem abandonar argumentos de valorização imobiliária, apresentando o litoral como ativo e trazendo Pedro Andrade como fio condutor dessa leitura, conduzindo a experiência sob uma ótica de curadoria e descoberta. Conhecido por sua curadoria de destinos ao redor do mundo, Pedro Andrade participa da campanha apresentando ao público as oportunidades, a experiência e a proposta por trás do projeto e da própria Praia de Carneiros, aproximando o empreendimento de um público que associa viagem, repertório e patrimônio ao mesmo estilo de vida. Ao longo desse percurso, Pedro Andrade atua como mediador entre lugar e público, contextualizando a região e reforçando credibilidade ao discurso imobiliário. A escolha do apresentador reforça o caráter editorial da comunicação. “Pedro tem repertório cultural e credibilidade para falar de lugares com profundidade. Ele não apenas visita, ele interpreta. Isso cria conexão direta com um público que busca investir com consciência e viver com significado”, completa Maria Paula Londres, também sócia da agência. A estratégia foi organizada em uma esteira de comunicação que  acompanha o público da inspiração à decisão. Além de filme para TV, a ação conta com mídias OOH e DOOH, redes sociais, estratégia digital com programática, Meta, YouTube e ações com imprensa. Moura Dubeux – Com mais de quatro décadas de atuação, a Moura Dubeux é reconhecida nacionalmente pela solidez construtiva e pelo desenvolvimento de projetos que combinam arquitetura autoral, bem-estar e valor imobiliário. Dentro do portfólio da incorporadora, a linha Beach Class foi criada para quem busca viver ou investir, sobretudo, em destinos litorâneos privilegiados, com alto padrão, conforto, serviços e forte perspectiva de valorização. “A parceria de comunicação foi pensada para reforçar nossa visão de longo prazo. Queremos apresentar nossos empreendimentos como imóveis e ativos que acompanham o estilo de vida contemporâneo e as novas formas de investir”, afirma Eduarda Dubeux, diretora Comercial, Marketing e CX da incorporadora e construtora. Veja o filme: Ficha técnica Cliente: Moura Dubeux Campanha: Beach Class Manguinhos Agência: Match Comunicação Direção de Criação:  Daniel Zago Direção de Arte: Felipe Duque Redação: Zé Ricardo Atendimento: Drielle Andrade Produtora de Filme: Coruja / Direção: Marcelo Lordelo Aprovação: Eduarda Dubeux

Betsul anuncia a chegada de Lucas Ferreira como novo CMO

Referência em apostas desde 2019, a Betsul anuncia a chegada de Lucas Ferreira como seu novo Chief Marketing Officer (CMO). Especialista em marketing digital e com sólida trajetória em diferentes segmentos da economia, o executivo assume a liderança da estratégia do setor de Marketing em um momento decisivo de reposicionamento e aceleração do crescimento da empresa, que soma seis anos de atuação no mercado brasileiro. “Assumo o desafio na Betsul com total otimismo e uma missão clara de reconduzir a marca ao protagonismo do setor. Temos os pilares necessários para retomar nosso lugar entre os principais players: uma base sólida de excelência no atendimento e a melhor experiência para o jogador. Agora, vamos potencializar esses atributos com uma sinergia profunda entre marketing, produto e tecnologia. Estamos ajustando o rumo com estratégias inovadoras e um foco implacável em resultados, para garantir um crescimento acelerado nos próximos meses”, afirma Lucas. Com mais de 14 anos de experiência em marketing digital e nove anos à frente de equipes de alta performance, Ferreira construiu sua carreira na criação e implementação de estratégias de crescimento e posicionamento de marca nos segmentos de varejo, tecnologia, moda e iGaming. Nos últimos anos, esteve à frente da gestão de mais de R$ 900 milhões em investimentos de mídia, com foco em aquisição de clientes, performance e construção de marcas relevantes. Reconhecido por integrar visão estratégica, análise de dados e liderança de equipes, o executivo visa o crescimento sustentável e resultados consistentes.

Deezer transforma o Flow em Flow Tuner e amplia o controle do usuário sobre o algoritmo para recomendações mais assertivas

A Deezer continua com o compromisso de trazer uma experiência musical mais personalizada e anuncia o lançamento do Flow Tuner, uma evolução do Flow, um dos principais recursos da plataforma. Desenvolvida e aprimorada a partir do feedback e das contribuições da comunidade, a nova versão amplia o controle do usuário sobre o algoritmo, unindo recomendações mais assertivas a uma personalização ainda mais dinâmica. Desde 2014, a Deezer oferece o Flow, uma playlist personalizada que acompanha o humor e os gêneros musicais preferidos de cada ouvinte.  A partir dos hábitos de escuta, o algoritmo constrói uma seleção contínua que combina faixas já conhecidas com novas descobertas alinhadas ao gosto individual. Conforme o usuário interage com a plataforma — ao favoritar músicas, seguir artistas ou explorar diferentes estilos — as sugestões se tornam cada vez mais precisas. Com o Flow Tuner, cada pessoa pode ajustar sua mixagem infinita de forma ainda mais intuitiva, refletindo sua personalidade e o clima musical de cada momento. A novidade permite ativar e desativar gêneros e subgêneros, além de incluir novos estilos para ampliar a identidade sonora. O resultado é uma experiência mais imersiva e relevante, que acompanha as preferências de quem dá o play e simplifica a descoberta de novos conteúdos. Encontrar a música certa no momento certo é uma expectativa crescente na escuta digital. O recurso atende a essa demanda ao oferecer ajustes rápidos com apenas um clique. Se antes a descoberta dependia de pular faixas, agora a Deezer propõe uma interação mais fluida e direta com o algoritmo, permitindo que cada usuário conduza sua própria playlist com mais precisão e autonomia. “O Flow Tuner nasce de um princípio simples: recomendações não devem ser um mistério. As pessoas querem encontrar a trilha sonora perfeita para cada ocasião, com mais facilidade e autonomia. Ao possibilitar que ativem, removam ou explorem gêneros com um único gesto, o algoritmo deixa de ser invisível e passa a se adaptar aos gostos de cada ouvinte. O resultado é uma experiência mais precisa, mais pessoal e que amplia as oportunidades de descoberta.” Afirma Marin Lorant, Head of Product da Deezer Este lançamento segue as recentes inovações da Deezer voltada ao controle e à transparência do algoritmo. Desde abril, os usuários podem ajustar suas preferências musicais e gerenciar suas recomendações por meio de uma seção dedicada às configurações do sistema. Com o Flow Tuner, a plataforma reafirma seu compromisso em oferecer uma experiência musical que se adapta às expectativas do ouvinte e aos novos hábitos de consumo, alinhado com suas outras principais inovações, como Flow, Shaker, Music Quiz, Songcatcher, My Deezer Year e My Deezer Month.

Agência Joia amplia atuação e mantém plano de crescer 30% em 2026

Em 2026, o mercado de Live Marketing vive uma fase de maior amadurecimento, com foco em estratégias mais estruturadas, mensuráveis e alinhadas aos objetivos de negócio das marcas. Inserida nesse contexto, a Joia | Experiências que Transformam, que registrou crescimento de 25% em 2025, trabalha com meta de crescimento de 30% ao longo deste ano, impulsionada por projetos de maior porte, inovação e consolidação de novas frentes de atuação. Entre os pilares que sustentam essa expansão está o foco em operações de maior complexidade, com estrutura preparada para atender grandes projetos, além da ampliação de parcerias estratégicas e da abertura de novas frentes dentro de clientes já atendidos. Projetos proprietários ganham espaço – Um dos movimentos mais relevantes da Joia para os próximos anos é o fortalecimento de projetos proprietários, que passam a integrar o plano de crescimento da agência. Para isso, foi criado o Joia Lap, núcleo dedicado exclusivamente à concepção, planejamento e produção dessas iniciativas autorais. O primeiro marco dessa estratégia foi o FelizCidade, parada de balões, realizado em 2025 no Minhocão, em São Paulo, com quatro balões e 56 integrantes, reunindo mais de 45 mil pessoas. Para este ano, a expectativa é mais do que dobrar a estrutura do projeto, com dez balões e cerca de 250 integrantes, além da produção de dois projetos proprietários ao longo do ano. No médio prazo, a meta é chegar a quatro eventos autorais anuais. “A ideia é transformar esses projetos em plataformas recorrentes de experiências, relacionamento e valor para o público e para as marcas”, explica Flávia Morizono, diretora de Planejamento & Operação da agência. Inovação e novos modelos de negócio – Outro pilar que integra o plano de expansão da agência como uma frente estratégica de inovação e geração de novos negócios é a plataforma digital Brilhar, espécie de marketplace criada para democratizar o acesso a experiências corporativas bem planejadas, com praticidade, transparência e controle de custos, conectando marcas e fornecedores em um único ambiente. Com uma equipe de 40 profissionais fixos, a Joia | Experiências que Transformam também investe na preparação interna para sustentar o crescimento de forma consistente. Um dos destaques é o programa De Frente com a Joia, criado em 2023, que combina desenvolvimento profissional com ações voltadas ao bem-estar, integração e fortalecimento do time. “A valorização das pessoas e a evolução constante dos processos são fatores centrais para manter a qualidade das entregas em um cenário de expansão”, ressalta Flávia. Com quase 14 anos de atuação, a agência tem direcionado sua estratégia para experiências mais integradas e de longo prazo, acompanhando a mudança de comportamento das marcas, que vêm deixando ações pontuais para investir em plataformas de relacionamento e engajamento contínuo. Segundo Flávia, esse movimento reflete o amadurecimento do setor. “O live marketing caminha para um modelo mais estratégico, consciente e conectado à realidade dos negócios”, afirma.

iD\TBWA lança Calendário Cultural Brasileiro 2026 e transforma movimentos culturais em insights acionáveis para marcas

A iD\TBWA anuncia o lançamento do Calendário Cultural Brasileiro 2026, um material proprietário desenvolvido para apoiar marcas e profissionais de comunicação na leitura antecipada de cenários, conversas e oportunidades ao longo de um ano de alta intensidade cultural no Brasil. Criado pela área de Cultura & Insights da agência, o calendário rompe com a lógica tradicional de datas comemorativas e se posiciona como uma ferramenta de inteligência cultural aplicada aos negócios. A proposta é oferecer um novo modelo de planejamento menos reativo e mais estratégico, ao organizar, cruzar e interpretar acontecimentos relevantes de 2026 de grandes eventos como Copa do Mundo e eleições a transformações culturais e movimentos do mundo digital. “A maioria das agências hoje usam os calendários disponíveis de forma genérica ou fragmentada, até porque esses documentos também acabaram se segmentando. Criamos um material pensado para ajudar marcas a identificar quando e como participar das conversas de forma relevante e contextualizada”, afirma Eduardo Marcondes, diretor da área de Cultura & Insights da iD\TBWA. “O resultado funciona como um checklist permitindo que empresas de diferentes portes se antecipem e tomem decisões com mais contexto e segurança.” Entre os principais diferenciais estão a metodologia proprietária da iD\TBWA, que combina desk research, uso de inteligência artificial com validação humana e ferramentas de monitoramento cultural e a entrega de insights acionáveis organizados mês a mês, com análises de alcance e impactos práticos para diversos setores do mercado. O calendário também traz prompts customizáveis para uso com qualquer ferramenta de IA, desenvolvidos para apoiar equipes de marketing, comunicação e inovação na transformação de leituras culturais em ideias, conteúdos e planos de ação respeitando a realidade e os objetivos de cada negócio. Para Marco Sinatura, Chief Strategy & Innovation Officer da iD\TBWA, esse lançamento reforça o papel da estratégia como leitura ativa da cultura. “Planejar hoje exige compreender que a cultura não acontece em blocos isolados, ela é viva, atravessada por tensões, emoções e contradições. E esse calendário transforma esse cenário complexo em vantagem competitiva, conectando marcas ao que realmente importa para as pessoas”, ressalta o executivo. O material oficial já está no site da iD\TBWA, com acesso gratuito para download: https://idtbwa.com.br/mapa-cultural-2026/

Sinapro-RS lança campanha alertando para a legalidade de editais na propaganda gaúcha

O Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS) lançou uma campanha para alertar para a legalidade e regularização de editais. A iniciativa reforça um ponto essencial dos processos licitatórios: fortalecer a legalidade, a transparência e a qualidade desses trâmites na área da publicidade pública gaúcha. Com o mote “Na hora de montar um edital, não é hora de ser criativo. É hora de seguir a lei”, a campanha reforça a mensagem de que agências de publicidade devem participar das concorrências, mas não da elaboração dos editais, para evitar conflitos de interesse. Quem auxilia na conformidade, transparência e segurança jurídica desse processo é o Sinapro-RS, onde as agências encontram orientação técnica e legal. Afinal, edital transparente é edital seguro. Ao estimular que os entes públicos consultem a entidade e observem a legislação vigente — especialmente a Lei nº 12.232/2010 e as normas que regem o setor —, a iniciativa promovida pela entidade gaúcha busca garantir editais mais técnicos, justos e alinhados às boas práticas do mercado. “Processos conduzidos com seriedade e transparência são essenciais para assegurar a correta aplicação dos recursos públicos, a isonomia entre os participantes e a contratação de serviços de comunicação eficientes e responsáveis. Editais irregulares ou mal estruturados comprometem não apenas a concorrência, mas também os resultados das políticas públicas de comunicação”, observa Juliana Schiaffino, assessora jurídica do Sinapro-RS. Ela complementa que, ao se colocar como interlocutor técnico e institucional, o Sinapro contribui para a qualificação dos certames, a prevenção de questionamentos jurídicos e o fortalecimento da relação entre o poder público e o setor publicitário, sempre com foco no interesse público. O presidente do Sinapro-RS e vice-presidente da Fenapro, Juliano Brenner Hennemann, destaca que a campanha de editais reforça a atuação institucional contínua, estratégica e articulada do ecossistema Sinapro/Fenapro em prol do desenvolvimento e do fortalecimento do mercado da propaganda, atuando em frentes e demandas que impactam diretamente no negócio e no dia a dia das agências, como é o caso da lisura, qualidade e transparência das concorrências públicas. Saiba mais sobre essa iniciativa do Sinapro em www.sinaprors.com.br.

Tecnologia se escala e relacionamento se constrói

Em um mercado cada vez mais digital, automatizado e orientado por dados, é comum ouvir que a tecnologia encurtou distâncias. Na prática, isso é verdade. Mas também é verdade que, justamente por isso, o relacionamento humano ganhou ainda mais valor. Em um mundo onde quase tudo pode ser feito à distância, a presença continua sendo um diferencial poderoso. Na TOTVS Sudeste Meridional, aprendemos isso todos os dias ao lado de mais de 1,2 mil clientes distribuídos pelo Sul de Minas Gerais, Serra do Mar, ABC Paulista e Vale do Paraíba. Atender empresas dessas regiões exige mais do que ótimos sistemas. Exige proximidade real, escuta ativa e conhecimento profundo do território onde esses negócios operam. O aperto de mão, a visita presencial, o café tomado no escritório do cliente, muitas vezes, dizem mais do que um dashboard. Cada uma dessas regiões tem uma vocação clara, uma dinâmica própria e desafios específicos. No Sul de Minas, a força da agroindústria imprime ritmos sazonais bem definidos, que impactam produção, logística, planejamento financeiro e gestão de pessoas. Na Serra do Mar e ABC, berço histórico da indústria brasileira, convivem hoje manufatura avançada, cadeias complexas de fornecedores e um setor de serviços cada vez mais sofisticado. Já o Vale do Paraíba combina alta tecnologia, inovação, indústria aeroespacial e empresas altamente reguladas, que demandam precisão, conformidade e visão de longo prazo. Entender essas diferenças não é um detalhe, é parte central do atendimento. Quando estamos próximos, conseguimos compreender não apenas o negócio, mas o contexto. Sabemos que a realidade fiscal de uma cidade não é a mesma de uma empresa de outra região. Que a sazonalidade de uma operação agrícola exige um olhar diferente sobre fluxo de caixa, estoques e planejamento. Essa proximidade sustenta um princípio que orienta nossa forma de atuar e reforçar um dos nossos valores: cliente é pra vida. Relações são tão valiosas quanto produtos e serviços. Por isso, mais do que entregar tecnologia, buscamos estar acessíveis, conhecer profundamente os negócios dos nossos clientes e ir além do sistema para ajudá-los em suas decisões. É assim que construímos relações duradouras, atuando como parceiros e trusted advisors ao longo de toda a jornada. Sobre a TOTVS:Maior empresa de tecnologia do Brasil, a TOTVS cria soluções para potencializar a evolução das pessoas e das empresas. Com mais de 70 mil clientes no Brasil e em diversos países da América Latina, possui um ecossistema completo de tecnologia baseado em 3 unidades de negócio: TOTVS Gestão, com ERPs, soluções cross e sistemas especializados que garantem mais produtividade, eficiência e governança; RD Station, com ferramentas digitais de marketing, vendas e relacionamento para as empresas impulsionarem seus negócios e crescerem; e Techfin ERP Finance, que oferece soluções de crédito B2B e pagamento para ampliar, simplificar e democratizar o acesso das empresas a serviços financeiros. Nos últimos 5 anos, a TOTVS investiu R$3 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, com destaque para Inteligência Artificial, buscando inovar cada vez mais para ser o trusted advisor de seus clientes. As empresas que movem o país confiam na TOTVS. O Brasil que faz faz com TOTVS. Saiba mais em: http://www.totvs.com.br

A dependência silenciosa de pessoas-chave que coloca a operação de TI em risco

*Por Ian Ramone No cenário corporativo atual, onde a tecnologia sustenta praticamente todas as operações, existe uma vulnerabilidade que raramente aparece nos relatórios de governança ou nos painéis de monitoramento: a dependência excessiva de profissionais específicos.  Sistemas complexos, integrações críticas entre plataformas, configurações customizadas de infraestrutura; muitas vezes, o conhecimento operacional desses elementos está concentrado em poucas pessoas. Enquanto os indicadores de disponibilidade mostram números satisfatórios, a operação se apoia em um alicerce frágil: a memória e a presença constante de indivíduos específicos. A formação do cenário de dependência Como se chega a essa situação? A formação desse cenário é gradual e, frequentemente, imperceptível para a liderança. Inicia-se com um profissional que resolve uma crise complexa. A solução é implementada, o sistema retorna ao normal, mas o registro completo do procedimento fica para depois, um depois que raramente se concretiza. Com o tempo, esse colaborador se torna o detentor exclusivo do conhecimento sobre determinado sistema ou processo. Em projetos de integração, por exemplo, é comum encontrar arquiteturas cujas particularidades só são plenamente compreendidas por quem as implementou originalmente. Quando esse profissional se ausenta, seja por períodos de descanso, questões de saúde ou transição de carreira, a operação enfrenta interrupções que parecem inexplicáveis. Incidentes que antes eram resolvidos rapidamente passam a demandar horas ou dias de análise. Os dados que confirmam o problema Os dados confirmam a dimensão do problema. Uma pesquisa conduzida com profissionais de desenvolvimento, disponível na pesquisa anual da Stack Overflow, indica que 68% dos desenvolvedores admitem ter conhecimento crítico não documentado em suas empresas. O estudo revela um cenário onde o conhecimento técnico valioso frequentemente reside apenas na experiência individual, não nos repositórios organizacionais. Esses números evidenciam uma prática comum que coloca a continuidade das operações em risco. As consequências para o negócio Empresas que operam nesse modelo enfrentam riscos à continuidade das operações, onde a saída de um profissional-chave pode paralisar processos essenciais por períodos prolongados. A dificuldade de inovação também se torna evidente, pois sistemas que dependem de conhecimento concentrado transformam-se em estruturas que a organização hesita em modificar. Surgem ainda custos indiretos significativos relacionados à necessidade de reter esses profissionais a qualquer custo, além de limitações à escalabilidade da operação, que fica restrita à capacidade desses poucos especialistas. O efeito é uma falsa estabilidade: tudo funciona até o momento em que a pessoa indispensável não está mais disponível. Estratégias para mitigação do risco Empresas que reconhecem esse risco e atuam de forma proativa implementam algumas práticas fundamentais. O primeiro passo envolve o mapeamento de dependências críticas, identificando claramente onde estão os pontos de concentração de conhecimento. Em seguida, programas estruturados de mentoria e acompanhamento permitem que o conhecimento flua de forma sistemática, não esporádica. A documentação deve transformar-se em parte integrante do ciclo de vida dos sistemas, onde toda implementação, modificação ou correção inclui a atualização da base de conhecimento correspondente. Paralelamente, cultiva-se uma cultura organizacional que incentiva e reconhece o compartilhamento de conhecimento, demonstrando aos profissionais que seu valor aumenta ao multiplicar seu saber, não ao restringi-lo. O papel da liderança A solução desse problema começa no nível estratégico. Líderes de tecnologia da informação precisam reconhecer que a resiliência do conhecimento é tão importante quanto a resiliência da infraestrutura técnica. Isso requer a alocação consciente de recursos, tempo, orçamento e pessoal, dedicados especificamente à gestão do conhecimento. A implementação de indicadores que monitorem a distribuição do conhecimento técnico e a promoção de uma cultura que valorize tanto o compartilhamento coletivo quanto a expertise individual são passos decisivos nessa jornada. Direcionamento estratégico Nesse caminho de amadurecimento, contar com uma consultoria especializada é o diferencial que transforma o risco em resiliência. Um olhar externo e experiente consegue identificar “pontos cegos” que a rotina interna muitas vezes naturaliza, trazendo metodologias testadas para extrair, organizar e democratizar o saber técnico.  Mais do que apenas documentar processos, uma parceria estratégica atua como um catalisador cultural, implementando ferramentas e fluxos que garantem que o capital intelectual pertença à empresa, e não apenas a CPFs isolados. Ao investir nesse suporte, a liderança não está apenas protegendo a operação; está construindo uma base sólida para que a inovação aconteça sem o medo constante do imprevisto, garantindo que a tecnologia seja sempre um motor de crescimento, e nunca um gargalo humano. *Ian Ramone é diretor comercial da N&DC.

Categorias